Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08826

Full Text
'
ANNO XWII. N. i:.
Por 5 mezes adiantados IfOOO.
l'or ") metes vencidos *$500.
DIARIO DE
HUMA FEIBA .10 DE JANEIRO DE I85S.
Por anuo adiantado i5sOOO.
Porte franco para o subscriptoi.
MBUCO

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r
/
ENCARRILADOS o.y SUBSCRIPC.AO' NO NORTE.
Paralaba, o Sr. fiervaiio V. da Nalividade ; Natal, o Sr. Joa-
qaim I. Pereira Jnior; Aracaly, o Sr. A. de Lemos Brasa ;
Cears, oSr. J. Jos deOliveira ; Maranhjo, o Sr. Joaquim Mar-
que Rodrigues; Piauhj, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
Cearente; Pari, o Sr. J asumo J. Kamos; Amazonas, o Sr. Jer-
nimo da Cosa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda ; todos os dias.
Caruaru Bonito e tlaranliuns: nos das 1 e 15.
Villa-Helia. Boa-Vi.sla, Kiu' e Ouricury : a 13 e 28.
Goianna e l'arahiba : segundas c seitas-feiras.
Victoria e Natal : nasquinlas-feiras.
A l Dll. \< l \S DOS TRHtlXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : quarlase sabbados.
Relacio teress-feiras e sabbados.
Kazenda : quarlase sabbados as 10 lloras.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quimas ao meio-dia.
Juio deorpliaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel: segundas c seitas ao meio-dia.
Segunda vara da civel: quarlase sabbados ao rneio-dii.
EPIIEMERIDKS DO MI./. DE JANEIRO.
7 La nova os 8 horas, 48 minutos. 49 segundos da tarde.
14 Ruarlo cresccnle a 1 hora,21 minutse 48 segundos da tarde
22 La cheia a 1 hora, 10 minutse 48 segundos di manlia.
30 Ouarto zninguauteas 5 huras, 16 minutse 48 segundos da ni
PRKAMAII DE IIO.IK.
Primeira as 10 horas e 51 minutos da manha.
Segunda as 11 boras e 18 minutos da tarde.
DAS da SEMANA.
28 Segunda. O SS, Nomo de Jess S. Orillo b.; S. Lenidas.
29 Terca. S. Francisco de Sales: S. I'.ipns saldado m.
;I0 i.'iMit.i. Dedicado da Hazilica de S. Pedro dos Claricos.
31 Quinta. S. Pedro .Nolaseo ; Ss. Cyro c Tacio mm.
1 Sexta. Jejnm. S. Ignacio h- m, : S. Pronin preih.
2 Sabbado. >fc Purilicerjo da SS. Virgeni Mi 3 Domingo da Ouinquagesima. S. Braz b. m.; S. Celcrino diac.
EKCARRECADOS D\ SIHSCItlPiiAO mi SI L.
Alagoas, o Sr. Claudioo Falcoo Diis ; Baha, o Sr. D. Daarat
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marliai.
i'.i i'Kitx vmiii i;o-
0 proprielario do DIARIO Manoel Fisueroa de rana, at *a*
livraria Prara da Indeptndencii ns. 6 e 8.
PARTE
BISPADO DE PERNAMBUCO.
D. Joao da Purifiearao Marques l'erdigao, eonego
regrunte de Sanio Agostinho, pela griva de Dos
e da Santa S apostlica, bispn de l'ernamburo
do contelho de S. M. 1. e C. ele.
A lodo os Rvdms conegos desla calhedral Hada
e paz ero o Senhor.
l'or suprema resolocn de S. M. Imperial ile 1 de
junho de 1820, foi servido o mesmo augusto senhor
confirmar o alvara das iillimas faculdades ennoedi-
ilaa quinto aos concursos e proposta* dos beneficios
vagos a como presenlemenle esleja vaga a cadeira
inteira da calhedral de Olinda pur accesso res-
pectivo proprielario a da dignidade de nicslre es-
colla'.
Pomos a concurso pelo prsenle a referida cadeira
inteira em virlude do decreto de :0 de selembro de
ISO. Todos os Hvmds conegos meios prebeudados
d calhedral de Olinda em virlude do mesmo de-
creto que quizerem concorrer apresenlem-se dentro
do prazo de :10 dios contados da lixaro ilo prsenle
edilal com seos rcquerimeolus instruidos das habi-
litarnos exigidas pelo referido alvar e mais docu-
rcentos que llie lizerem a bein, prucedendo tambein
as nossas oformaroes parlicularesde rifa el moribut
e feilo o concurso proporemos nSJl.o Imperador
tres dos mais benemritos e dignos conforme os sa-
grados caones e conc. Iri.l. Dado em Olinda sol)
nosso sigoal e sello aos '28 de Janeiro de I8V>. I i
eu o padre Joaquim d'Assumpoo, escrivo da cjfi
mar episcopal o subscrevi.
Joo, hispo de Pernarttbuco
(Eslava com o sello das armas episcopaes.)
Edilal pelo qual manda S. E\e. Hvmd. por a con-
curso a cadeira iuleira da calhedral de Olinda.
Para V. Etc. Rvrad. assignar.
GOMMANDO DAS ARMAS.
Quartel (enera! do commanda das armas da
Pernanabuco aa cldade do Reclfe em _H.I de
Jaatlro de 1856.
ORDEM DO DA N. 191.
O niarechal de campu comroandante das armas
fjz cetlo para os lius necessarios, que a presiden-
cia resolveu, por portara lo 25 do enrrente, no-
mear ao Sr. Ignacio Pessoa Esfeves da Silva para n
lugar de pralicanle da botica do hospital regimen-
tal dtsla provincia, segundo foi commuuicudo em
ollicio da inesma dala.
uina que diz respeilo Europa oriental e Comlan-
linopla, e oulra que se refere i Alia e que tuca no
imperio das Indias. A queslao da Europa oriental
est quasi concluida. O prestigio do poJer russo
esl desvanecido na Europa oriental. A queda de
Sebastopol seizurou a independencia de Coustaul-
oriental ; pode poli eligir da paz a manutenco des-
sa preponderancia ou niesmo procurar o seu aug-
mento pela guerra.
Itesta-nos examinar aspreoccupaciicsqueem l;ran-
ea se oppem paz. Estas prenccuparijes sao, se.
gundo a nossa opiniao, poucas e insignificantes ; nao
nopla. V queslao azialica, pelo conlrario esla ape- | deixnm porem de exigir serem iodicadascom a con-
nas comer i Ja. Por isso he desle lado que os tu- enienlc reserva,
glezes quercriam ver proseguir a guerra com acli-
vidaike.
Nao os inleresses azialicos dc_ Inglaterra pare-
cem exigir a cnnlinuac/io da guerra ; mas essessen-
timentos, como ja dissemos, combinam-se com os
teus interesse* ; queremos fallar dos senlimentos de
orgul'io nacional, que fazem urna parle da forca
dos povof. A Inglaterra lem sempre sido firme e
corajosa as diirerenies occnrreiicias da guerra do
Oriente, mas nem sempre lem sido feliz. Tcm mes-
mo, por ura cerlo orgulho nacional, cxageraJo os
seus reveces para".inspirar o desojo, impor-sc o de-
ver de os reparar com maior grandeza. Ella pode
nllo querer acabar a guerra cm presenra dos succes-
soi ate boje inferiores s suas e*peranras, e de cerlo
me INao prcteinlemos seguramente intcrprelar a letra
temos 'bando a Inglezcs muito escla-
recidos, ou tuuV^naiito lemos'lido relativamenle
a neeessidade que a Inglaterra tem de urna organi-
sac.i" militar mais forte e mais completa, do que
aquella que exista al aqu. Todava estas pata-
Tras, em que lia mais zelo pelas insliluicoes milita,
res do que pelas insliluicoes polticas, cousa cx-
IraordiBaria em Inglaterra, estas palavras ufo de-
ven! passar desapercebidas ; ellas alleslam duas mu-
sas ; a primeira que a Inglaterra esla' disposta a
sacrificar neeessidade que scnle de urna orgauisa-
cio militar, uin pouco de seu zelo, cioso pelas sua*
insliluicoes polticas, alguma eoosa da sua repug-
nancia a renlralisarao. Se o duque de Wellinglon
vives-e anda, e quizesse, seria o dictador de ln-
glalerra sol prele\lo de ser o organisador militar.
Na falta do duque de Wellinglon, sii a guerra pode
O mesmo rnarechal faz igualmente cerlo, que lio- pela '"'^ da *<****'> <* organisaro mi-
je coolraliio novo engajanieulo, por mais seis an- i "l*r- 1oe s0 lornou a paixilo dos Inglezes, assim
nos, nos termos do regulamento de I i de dezemhro
de 1832, precedendo exame de saude, o soldado da
compaoliia de artfices, Thomaz ile Aquino Rosa,
o qaal pajacebera, alm dos veucimentos que por le
liie compelirem, o premio de ItV.ljOlH) rs., pago de
cooformidade com o dispostn no arl. 3. do decreto
n. I0I de tt) de junho de 18'ii, e lindo o eugaja-
menln urna dala de Ierras de 22,.)(KI bracas qnadra-
' das. Se desertar encorrer na perda do perdimen-
lo dasvanlageus do premio, e daquellas a que li-
vor direilo ; ser considerado como recrulado, dc
conlaudo-se no lempo do eiiL'ajamento o de prisao
em virlude de sentenc,a, avertndo-se esle descon-
t, e a perda das vanlagens uo respectivo titulo, co-
mo est por le determinado.
. Jos Joaguim Coelho.
Mr..Saint Mar liirarJin, o Jouriril des Debat
pul-tiV seguinle curiosj artigo acerca dos precon-
A maior parle deslas cortes soberanas cooperan)
pois ncsle momento para as negociacoes.
Mas a sua cooperacao he isolada, ofliciosa a sem
forra. Sao opinioes locaes, fraccionadas, de que ellas
sao orgaos ; mas nao he a opiniao geral da Eu-
ropa.
(al, mas (odas as quesles, suscitadas depoisdo con-
gresso de Vicnna, tej malograr-se a sua empreza.
Ilaver. algum interesse que nao se concille com
a pacificaran immedial.i da Europa'.'
A Prussia c a Austria mo estarlo impacientes por
reassumir de novn a influencia que o repelido ma-
Para que ess opiniao se formule e pese na balan- logro das diligencias comprometle cada vez mais
como a sua neeessidade.
A segunda cousa que leslemunlia o senlimento
que dissemos existir cm Inglaterra, lie a grande mu-
danca as influencias sociaes. A classe poltica pa-
rece perder o seu autigo ascendente, e urna classe
nova, mais numerosa, e por consequencia inferior
a primeira, urna cla-se de hometis mais oceupados
(los negocios da industria e do commercio, do que
quesles polilica*, comer por loda a parle a lomar
influencia. Diriamos de boa manto, exagerando a*
nossas ideas, para mclhor nos razar compreliendcr
diriamos de hoa incnlc que a hourguezia de segunda
classe eleva-se em Inglaterra, c esla elevaco m.i-
nifesla-se |i?lo enfraquccimeulo do espirito polti-
co. Se esla cl.i-se nova desejasse a paz, obrigaria
o governo a Ene-la ; mas csUl classe nao pansa a
sim. por dilas ra/.oes; primeira, porque ella ni', sof-
fre em cnnsequeueia da guerra, e mesma porque :\
ceilos que se oprniem i paz na [Inglaterra ; -oulr0(, suerra acluainionlo em Inglaterra he um grande C" "~'ri', ",,2 ..lia,
M- i___i a> (> lollll'jriHI" Un llU'IM S
/I intlrumenlo ric iguaMadc e do niNelarneuln.
arligo precedeule, que ja publicamos, tratou dcst<
oesmo poni com relarAo. llussia ; eis o arligo al-
ludido:
c Algumas pessoas nos tem perguntado porque nao,
lemos Dos anda examinado, segundo a nossa pro-
messa, os preconceitos e as preocupaees queoSstam
paz em franca e na luglaterra, como o fizemos a
respailo da Russia. A nossa resposla lie muilo sim-
ples, lie mais fcil dizer aos inimigos do qoe aos
aiuigoi o que se suppe ser a verdade. Alm dtsso
como aclualmcnle parece, que se arhain enlabola-
das ou quasi enlaboladas negociacoes, como lodos
parecam desejar a paz, tememos ser mal vistos fal-
lando dos preconceitos e das illuscs que se nppoem
paz. Isto poderia fazer pensar que,desejando ar-
dcnteinenle a paz, como todos, temos uella menos
t que a maior parle da gente, lie de cerlo um in-
conveniente para um jornal iiu se por de accordo
rom a opiniao publica da poca. Todava, luma
ez que aiguos dos oossos teem curiosidade de sa-
ber quacs sao os preconceito- a as paixes que se-
gundo a nossa opiniao, >c oppoem i paz, lano era
Franca como em luglaterra, tentaremos di/.c-lo, e
julgar-nos-liemos muilo felizes, se podermos auxi-
liar esta obra de paz, que lie nosso mais nrdenle e
anligo voto.
Mas em primeiro lugar deve enlender-sc que
fallndole dos no-sos anligo- votos a favor da paz,
nilo se deve suppor que julgamos que a guerra do
Orieule teja intil ou que se podesse evitar. A
guerra do Oriente nao poda evitar-se ; porque se-
ria necessario a lodo o costo impedir "a Kussia de
cliegar a Conslantinopla ; seria necessario a lodo o
cusi sustentar a independencia fulura do Oriente.
Para esle fim, era necessario um cxercilo francez
na Koumelia e urna esqudra inglesa no ilosplioro.
Ora, umexercilo e urna esqoadra no Oriente, cm
presenra da Kussia, era a guerra. Oue .esla guerra
fosse puramente defensiva ou que fosse oliensiva, co-
mo tem sido, pouco importa ; slo isto questcs de
estrategia q ue pertencem aos homens da gueira c
ass homens de estado. Oque lemos comoxcrlo.he
que a guerra do Oriente nao poda evitar-se sem
perigo pera a independencia do Oriente e por cou-
sequencia para o equilibrio da Europa.
A guerra do Oriente na o foi intil nem prejudi-
cial para a I -'ranea ; foi urna guerra poltica, feila
com a allbnra de Inglaterra e com a neulralidade,
mais vantajosa do que desvaulajosa, da Allcmanha,
orna guerra feila segundo o espirito da politira con-
servadora e que lem mostrado ao mundo inleiro
que a Franca uilo eslava irrevogavclmcnte ligada
poltica revolucionaria. Fsla guerra deu I ranea
a independencia da oa accao na Europa, e coma
Damos cm seguida o escriplo de que j.i fizemos
mencao, e que foi publicado pelos jornaes france-
zes, oceupaudo-se todos delle, parecendo que fez
grande sensacau no mundo polilico A Indepen-
dencia belga e oulros jornaes atlribuiram-n'o a
um alto personagein, mas a Patrie nega que assim
seja.
-\cccssidade d'um Coigresw para paci/icar a
l-.nropa.Por um homem d'estailo.
l'aris, -JO de dezembro de 1853.
A' medida que as probabnMades de urna solurao
pacifica lomam maior consistencia, certos orgaos da
imprensa ingleza tcntam compromelter por urna
polmica acrimoniosa, o elTeilo das judiciosas reso-
lucues e da altilude serena dos governos alliados.
Alterando a forma e o carcter d'um documento
que as chancellaras cumpria conservar em segredo,
diligencia ofTendcr a potencia a que a Europa exige
concessoes, quaudo o iulcressc geral he facilita-las.
Seria urna bucura acreditar que qualquer ho-
mem de Eslado da tira-Urelanlia deixe de con-
siderar com o maior |*sar esla lctica imprudente
Nos projeclos de ajustes que se acham com nego-
ciarlo, ninguein pensa em hiimilliar a Kussia ou em
diminuir a jusla parle de influencia e de aulo-
ridade que ella deve conservar nos conselhos da
Europa. ,
A Franca c a Inglaterra associaram-se para una
guerra justa, nao so porque lie jusla, mas porque a
sua propria historia moslrava Kussia que ella po-
da ceder sem deshonra.
A Inglaterra e a Franca liumilharam-se por ven-
tura com a obrigacao em que so cullocaram, a pri-
meira de recouhecer a independencia dos I-'.-l.i-
dos-L nidos, asegunda de renunciar ;is conquistas da
Repblica e do Imperio'.'
O resultado da lula actual atiesta o contrario.
Todava urna e nutra destas conceises foram ar-
rancadas pela forca d'armas. t'oi a Franca qiiem
obrigo a Inglaterra a abandonar as suas colonias
da America do Norte ; foi a Inglaterra qiicm ron-
Iribuio, mais do que qualquer oulfo paiz, para des-
ligar do territorio francez a Itelgica e as provincias
ih-lian.i- ; e a Franca c a Inglaterra esto boje n-
fimamente ligadas.
Altivas pelos seus novos destinos, leem de rcrlo
o direilo de proclamar que. fa/.endo liojc o sacrifi-
cio de iini i poltica incompativcl com a paz do nuin-
i'o, a Kussia nilodescahe, aules se engrandece na con-
. Vn-a e estima da Europa, o prepara-se talvez para
ii, i I 'iluro prximo de novas c preciosas alliauras.
.Noila situarn. 0 ilever do homem de eslado he
.llagar por que forma e em que rirciimstancias a
conciliar.! mclhor com a
diaoMade de uin soberano que, no da em que liver
signado I paz, mi vera irmilos nos seus amigos ini-
.ligos. !
Desde o congresso de Vicua, cinco grandes po-
tencias leem governado de rommum accordo os in-
lercsses europeos.
Tres deslas polencas estilo aclualmcnle cm guer-
ra, e a inlervcucjlo espontanea das nutras duas,
quer isolada, quer as conferencias, fruslra-se as
suas tentativas de reconciliac.o.
Ser para admirar que os meios ordinarios nilo
sejam suflicientes para pr termo a um conflicto
que aprsenla om carcter Io fura do cummum.
I. o i j ni ce n l n e viole millies de homens ; de um
lado morrem pela fe, do oulro pela juslica. Ketum-
bam milhares du pecas'depois de quaicntii anuos
de paz ; quatro mil millies sao consumidos em me-
nos de quinze mc/.es. e a Europa espera,des(c ul-
timo liolocaml > de sangue e de dioheiro, urna paz
illimilada.
Eis o que lie a guerra actual, iju.unlo liio nobres
c gigantestos inleresses se acham comprometlidos
para um lnn semclhanle, lia por ventura algum ou-
lro mi'io de reconciliar as parles beligeranles, a nao
ser por lia de um congresso '.'
E esta medida nao se acha por oulro lado sulli-
ciememcule justificada pelo fado incnnleslavel de
que. apenas corresse a noticia da convocaran de um
congresso, as populacoes consideraran) a paz como
concluida '.'
A que se deve altribuir esla conlianca anleci-
pada'.'
He que Indos cnmprelieodem que dora avanle
a nica ditliculdade consiste em achar urna conclu-
siin iligna da grandeza da lula, e que depois da to-
mada de Sebastopol c da destruirs da eopiadra do
mar Negro, a paz he possivel.
F.ll'ortivarncnlc esse grande acnnlecimcnte creou
una nova situaran que foi claramente desenliada no
discurso de Napole.lo III. aos expositores, c lias ma-
oifestaces ofliciaes que provocou nocxlerior.
Emquanto so mo alcancasse um successo definili-
vo, os alliados s deviam pensar em augmentar as
suas Torcas sobre o campo de batalha. Proseguin-
do, a custa de enormes sacrificios, urna empreza,
cujos beneficios serilo partilliudos por lodos, cllrs ni
ra alim de se alcani-ar a ultima victoria que ha de
restituir definitivamente a paz ao mundo, porque
mo dcixar apoz si nem vencedores nem vencidos,
lie misler que ella se manifest solemnemente n'uma
rriini.il dos representantes de todos os estados, on-
de osespirilos possam confundir-se n'um commum
peiisameuto, onde a vonlade n'um congrego, a Europa appareca e ah se aclie
toda representada.
As ambicocs sao.postas de parle, c as almas se
forlilicain ; cima de lodos os poderes existe urna
autoridade suprema que pode ennobrecer os sacri-
ficios, dar a moderarao o carcter da magnanimida-
de, por um limite salular as exigencias religiosas ou
naciouaes que a lula fez surgir, e restituir a cada
governo. urna plena liberdade de accao para com
os seus povos.
Muito folgariamos se a idea de um congresso cma-
nasse directamente da Kussia, e se, lomando em
cnnsiderac,,]o como base dos preliminares de paz as
propositos de que, em nonie da Austria, he porta-
dor o conde Eslerhazy, offerecesse deliberar, niio
em simples conferencias, mas n'uina reuuiao de In-
dos os soberanos, c depois das declaracoes sulemnes
e Icaes sobre a origem, o carcter o os resultados do
con Hielo.
Una semclhanle proposla seria um indicio mais
cerlo das disposices pacificas do gabinete de S.
Pclersbnrgn, do que a acceiUrao pura e simples
de um ultimtum, que poderia nao 1er outro lim
mais do que retardar a retirada do embaixador aus-
traco. Todos se lemhram quo una aceilarao seme-
llianlc preceden as primearas conferencias de Vien-
oa, sem comludo obstara que se fruslrasscm.
Sea Russia adoplasse cor.jofamenle esla marcha,
a sua liuguagem godera 1er um carcter de franque-
za, c de grandeza, que, affastaiido para sempre da
sua diplomacia ,1 imputaran de dobrez que Ihc (cm
dirigido, facilitarla consideravclmenle a paz.
Basta recorrer histeria contempornea para enm-
prcheuder que Alcxandre II pode seguir esla estra-
da sem huniilhar a Russia ; e se elle considera os
Nao aspirar a Russia a recuperar a sua propne-
dade interna, c a afl'uar honrosamenlc as Iradiccoes
de uina poltica, generosa na poca em que fura
concebida, mas que os resultados realisados, eslra-
nhos a ella, condemnam. e qual cedo ou larde de-
vora forcnsamciite renunciar, lauto no seu interesse
como no interesse do mundo '.'
A allianra anglo-frauceza he eterna. Conseguir
o fim lano nt hoa como na ma fortuna. Mas nilo
seria para ella urna fortuna Iriumpliar do momento
em que a guerra, nao podando levar em visla seno
a dcslruicao da esquadra do Bltico, fosse talvez
tornar saliente as divergencias de interesse e de si-
luacilo dos dous povos '.'
l-.mlim. se as potencias secundarias ronlribucm
directamente [para restabeleccr o estado de paz. >e
a Europa Ibes deve em parle a explnsao de infini-
tos trabalhos, de reformas c de pro-pon la Ir que se
deve seguir a esle grande aronlecimenlo. um se-
in-lli inte servicn mo garantir melhor. do que os
protectorados, a independencia dos fraros cm todas
as eventualidades foturai'.'
Paranlo, para lodos liavora vanlagem na reunifio
immediada de um congresso.
A sua neeessidade resulla da impotencia em que
se acham as cinro grandes potencias de se combina-
ren). A sua I irniar.ni esl em germen desde o ap-
pello de Napoleo III opiniao geral da Europa.
Este desejo anima a lodos ; c a proposla ollicial que
a formular nao encontrara nem um sii adversario,
nem uin so udilTereule no da em que alguma corte
soberana delle lomar a iniciativa.
I.i'-se no Times '
Os longos preparalivos necessario* para qualquer
empreza militar consliluem a ditliculdade da arte da
guerra. Na campanba que ltimamente so roiicluio
reconheceu-se que o comeen linha sido uin pouco
avenluroso, nilo haviam os materiaes necessarios,
nem a menor indicacao que podeast guiar os gene-
ras.
execueo. He, comludo, evidente que os alliados
lem uina grande vanlagem em possuir duas bases ac-
cessorias para as suas c^quadras. e inconquislaveis
pelo ininigo. Eupatoria eJeni-Kal estao lioje con-
vertidas em campos entrinclieiradns. que ameacam
Simpheropol e a retaguarda russa. O paiz he prali-
cavel, mas a principal ditliculdade he a falta de a-
goa.
talvez qoe esla causa faca com que se abondoncm
todas as operaees contra Eopaloria.
O inlmigo lem porem a vanlagem de urna pnsi-
eilo central, onde se podein estabcleccr torcas que o-
percm dos dous pontos da co-ta. Nilo duvidamos
que lado quanlo a sciencia militar pode levar a el-
feito, depois de 18 mezes de preparalivos, nos espe-
ra na nossa marcha contra as posiees misas. An-
da que o resultado seja iiifaMivel, lie do dever dos
nossos generaos rompra-lo pelo menos preco possi-
vel, c contamos por consequencia que as delibera-
ees do conscllio sejam sabias c previilentes.
A posie.ao da Asia nilo he menos digna da nossa
considerarao. Se Omer-I'achn tenia lomar Kulas,
Iralar de nm ponto importante, mas se esla traca
estiver fortificada, como lie de esperar, osRussos em-
pregaro all urna verdadeira defeza.
A lomada de Kars collocou em seu poder urna po-
sicao magnifica, e orna fortaleza poderosa. O svste-
made fortificacao orgaeisado pelo coronel l.ake he,
segundo se diz, um chele de obra do genio militar,
e estas fortificarnos eslao boje Decapadas pelo inimi-
go. Kulaise Kars formaran a sua extrema direila,
c sua extrema esquerda; pela parle de Iraz teraoTi-
llis e tiiimri, c ns sousreforcosdc soldados e depro-
visiesllie chegarao pelas estradas militares de Der-
bende de Bakoo, uas cosas dn mar Caspio.
Os russos, segundo se diz, leem recenlemciile di-
rigido toda a sua allenrao para defender esla estra-
da, teniendo que as passagens dfc Vlaclibankas fos-
sem oceupadas pelas tribus caucasianas, oo emban-
cada) pela nove, Pelo que se prepara pode-se es-
pirar orna defeza desesperada, e se se passar o anno
de 185fi sem que baja urna campanha na Asia, os
Russos licam sem duvida cm posieo de se onpor a
menor manifeslac.ao dos alliados naquelle paiz.
Tal he o estado das cousas no fim do presente an- cas que lomassem parte na negociarao
usam di influencia que podem ter para fazer predo-
minar sua idea fixa. NapoleSo, porem, nao be ha-
mem que se deixe levsr para onde nao quer ir, mas-
illo pelos seus melhores amigos. Ella tem plaaos da
dividir de oulro modo a Europa, osqaues nao peilnaa
realisar-se scn.o pela guerra, e as os abandonara
certamenle para fazer a vonlade a Mr. de Moran o
aos especuladores da bolsa.
Enlretanto islo nao o impede de prestar sea coa-
curso a todos os esforros que faz a A asina a as as-
tados remdanos da Allemaiiha para ebegar i eoa-
clusAo da paz. Posto que teoha apenas csaftaora
muilo mediocre no resultado jos pastos e caeainha-
das dos diplmalas alternaos, meo dever de ebrons-
la imparcial obriga-me a nao dsisa-lss em ajanarte.
A Austria que ve rom certo saslo anpraximar-se a
momento em qoe sera forrada a declarar-te aberta-
mi'iite pro ou conlra a Kussia, acaba de leolar am
derradeiro esforro no interesse da paz. Redigio ao-
vas proposlas bateadas sobre as quatro garantas, o
depois de as ter leito approvar pelas potencias silla-
das, encarregou a teu embaixador em S. Pe tai abas -
go, o conde Eslhcrazy, de sobmell-las aceitara
do czar. O conde Eslherazx levoo aquellas pronos
tas a conhecimenlo de Mr. de Neatelrode a 9H d*
dezembro, e pensa-te ajas a resposla da czar ala tar-
dara em taaconliecida. Demait muilo* indicia* ja
fazem prever qoe ella nao ser favoravel. A exalla-
eio dos espirilos que he maior dn aoje nunca na
Russia, a nomeacao do principe Menschikoff para
govemador militar de Oonsladl publicada no mes-
mo dia da checada do cood* Esllieraiy a S. Peters-
burgo, a circular He Mr. de Nesselrode de 22 de de-
zembro, nilo deixam a menor duvida sobre as dit-
pn-n_i es acluaes do governo rusto. Hoja a grande
preorcupacan Jos nossos polticos consiste em saber
que altilude lomar a Austria depois da recosa 4m
Russia ; mas he pouco provavel que a Russia ros-
ponda por uina repul-a rslbegorica, que forrara a
Anslria a pronunciar-te. Somos da opiniao da Mor-
ning Posi, o qual declarou qae se a Kussia ungiese
aceilar as proposlas levadas a S. Petertborgo pelo
conde Eslherazy, so poderia ser cora a fim do de-
morar o negocio, e tancar a sizania entre as poten-
llaqui resultnu que a execucao fosse (n lenla co-
sacrilicios muilo mais crueis que a oulras potencias I mo a conceprao havia sido inhbil, e a victoria fosse
lem sido obrigadas a fazer ao progresso da eivilWa- comprada rusta da olislinaeao paciente dos dous
excrcilos, c do patriotismo inflexivel das suas respec-
ro, -Jaia graeaa a lieos por ler reservado ao sen po-
Don*
anuos de gueira apenas lem contribuido mais pura
a isualdadcna Inglaterra, do que .viole anuos di
discussos parlamentare-. Nao nos admiramos pois
de ver esla rlasse nova inclinada o guerra. Ella u
que a guerra nilo prejudica as suas Iransares com-
merciaes, e coulribuc para os teus negocios poli-
lieos.
Sabemos que muilos Inglezes que leem visitado a
Franca, leem partido admirados do que ellcs charaa-
v.un indiflerenca da Franca pela guerra do Oriente
nao comprehendem como mis a lemos feilo com lio
bom resultado, mostrando deseja-la lao pouco. Como
se pode ser lao militar e lao pouco belicoso'.' di-
zeni-nos alguna visitadores muilo |csclarecidns. A
isto responderemos, empregaudo as mesmas palavras
dos inglezes.e usando da liberdade que clles lomam;
como se pode ser filo belicoso e lao ppuco militar'.'
lie este ell'eclivamente o contraste de senlimentos
que boje su uolam entre a Franca e a Inglaterra.
A Franca be muilo militar sem ser muito belicosa,
e a Inglaterra lie muilo belicosa sem ser muilo mi-
litar.
Esla dilTercnca explica-sc fcilmente. I ma na-
rao mililar, islo be, urna naco em que a conscrip-
cao se pratica sem excitar a menor repugnancia,
ondeos mancebos aninm a guerra, mais como urna
occupaco e como um ollicio, do que como uina
causa de defeza, urna naco militar que rombale
com osen sangue, sabe quanlo Ihe custa a guerra.
As perdas que soffre nos combates resenlcm-se pro-
fundamente as familias, c os lulos moderan), nilo
o entbosiaamomilitar dos mancebos, porque esse cn-
Ihusiasmo he nm sciilimenlo narional, mas mode-
ram o entbiisiasino da narao pela guerra, a menos
que a guerra niio seja muilo popular, e muito pa-
Iriotiea, como eram as guerras da repblica, quau-
do a Franca conbeela que aleclivamenle combalia
pela sua independencia e pelas iusliluices de 89.
A guerra do Oriente n.io lem nem pode ler e*le ca-
rcter em Franca. He urna guerra poltica que
se faz cura bom resultado, porque somos urna narao
militar, mas nao ligamos a ella o menor sentimcnlo
patritico, senilo pela honra da nossa bandeira : nao
Ihe damos a menor paixao belicosa, seno pela glo-
ria. Participamos de quanlo se passa na Crimea
pelo inleresse commum da Euiopa, grave inle-
resse que toca lodo o mundo na Europa, mas podiam admillir que a neulralidade livesse urna
que nos (oca a nos mais do que ao mundo intei-
ro. Eslas relexes explican! a maneira porque fa-
zendo-se admiravelmenle a guerra, niio temos por
ella grande paixSo, c como estamos mais disposlos
a termina-la du que a proseguir nclla.
Nao acontece o mesmo pelo que loca Inglaterra.
independencia o ascendente. A guerra do Oriente Niio leudo a couscripeo nem sufcientes engaja
nao foi perianto intil para a Franca ; foi pelo con-
trario vantajosa ; e quaudo fazemos votos pela paz,
nilo he para acabar, omais|brcvc possivel, como
urna guerra intil e sem causa, be para acabara
proposito urna guerra que nos tcm dado o que nos
podia dar, porqoe todas as vanlagens que podiam
resultar da guerra, conseguem-se boje com a paz,
e lie esla uuicamenle que pode consolidar a obra
da guerra.
He esla a maneira porque somos partidarios da
guerra. Ha apenas uina diflerenca e be que ao pao*
so que mnilas pessoas leem f porque desejam, nos
duvidamos porque (tosejamos heurna simples dif-
ferenca de temperamento. Tambera duvidamos por-
que anda vemos muilos preconceitos e preocupa-
rles qoe teoppem a paz, anda que esperamos que
esees preconceitos fio enfraquecendo.
Existe em Inglaterra um partido a favor da paz ;
dizem-nos e nos acreditamos ; mas esle partido da
paz parece-nos ser escolhido, e islo enfraquece o
mis.,1o ulil a minprir.
Mas lendo a Inglaterra, a Franca, a Turqua e a
Sardeuba, cumplido a trela, sem oulro qualquer
vo, n'uma crise idntica, urna psito privilegiada.
Quaudo chegoii a hora da independencia ameri-
cana, a Inglaterra niin podia imaginar que o en-
fraqucciiiieulo da sua velba poltica colonial fosse
um germen de deseuvolvimeiilo, sem limite, para o
seu commercio e para a sua roarinha.
No ni iiiiiiIii em que a Eeropa colligada lacia
violentamente entrar de novo i Franca napolenica
nos limites da amiga momrrhia, niiiguem po-
dia prever que o imperio rr-uscilado, enronlra-
ria no abandono das conquistas, o meio de e-leinler
sobre os estados livres da Europa urna influ-
encia mais poderosa do que a de l.uiz XIV e de
Napolen I.
Foi misler que a honra nacional dos don paizes
passasse |ior mais de meio seculo de alfronlas, antes
que podessem comprehencer os seus novos deslinos,
e se resignassem, um a peider as suas possesscs da
America do Norlc, o oulro. as conquistas da Rep-
blica e do Imperio.
Mas a Russia, depois de ima paz de quareula an-
uos, que iiiuduii a face co mundo, modilicou os
costantes, e rcconciliou as nacionalidades, gozou de
mclhor surte.
Desdo o dia immediato ulula, ella pode apreciar
e appropriar-se dos resollidos, c no proprio mo-
mento cm que ella renuncia a sua anliga polilica
oriental, v que esta pulilia au murro, que se re-
genera, e que, civilisando-se, triumpha !
Oual era o pensamenlo de Pedro o grande a res-
peilo de Conslantinopla '.' Um pensamenlo 13o ge-
neroso, laataate, como oque guiava o rci San-
I.uiz, Ricardo de luglalerr;, e Leopoldo d'AusIria
ao sepulcro do Quisto.
Por ventura seria para adnirar que esle pensa-
menlo, Iradiccilo viva de Unos os reinados, se lives-
se envolvido em nivslerios, que se livesse engrande-
cido a occullas, que niio arpareceise n luz do dia,
todo aamadn.senilo para sucumbir (ransfurmar-se
cm orna lula de gigantes?
Nilo. Desde que fora coicebido, era esse o seu
destino.
Era exclusivo, incompleb, porque nao Iralava se
nao dn emuncipacao e da ommuiihiln grega. Era
aggrcssivo, c invasor ; estaemancipaco imporlava
una mudanza territorial m Europa.
Mas a Europa, que o crador da Russia linha vis-
to exclusivamente merca til, cm Londres c em
Amslcrdnm, irreligiosa e tissoluta na corte do re-
gente, e que nan podia coiprebender o seu grande
pensamenlo, passava por una immensa Iransforma-
rao.
EmqiianloCalbarina e ieolo abriam lentamen-
te aos exercitos russos o cminlio de Couslanlinopla,
o vcllio edificio feudal doOccidente desmoronava-
se, e sobre as suas ruinas fundava Napoleo asila-
ses de urna polilica e de ma sociedade novas.
Em cincuenta anuos n pensamenlo de Podro, o
irande, encontrn diaulule si a Europa regenera-
da, impelanlo o mundo 'ricul.il a pratica dos seus
principios de ordem, de palle*, c de tolerancia, pe-
lo nico attraclivo das mravillias da civi-aro, e
metilos militares, a Inglaterra condece melhor o que
a guerra imporl i ao lliesouro, do que o que ella cus-
ta i sua populacao. Nao pretendemos dizer que o
sangue iuglez nao lenha corrido na Crimea ; tem
corrido muito e de cerlo o mais nobre. A uubreza
ingleza lem pago a gloria que adquirc cm urna guer-
ra, que deslroe os seus privilegios hierarchicos. Nislo
lia alguma cousa de elevado e de generoso, qoe deve
locar todas as almas. Islo faz recordar a vclha no-
breza franceza, que heroicamente se anuinava ao
servido dos rcis, que pela sua parle procuravam
destruir a sua preponderancia. Nao apraz a Dos,
poit qoe contestamos os sacrificios de sangue, que a
nobrea ingleza lem feilo na gueira ; tem, pelo que
Ihe respeila, o direilo de ser bolieoH, porque se tem
mostrado mallo militar. Perlendenios nicamente
dizer, que em um paiz onde nao sao lodos soldados
pela lei. e por urna especie de iusliiicto. os lulos de
familia resenlem-se de una maneira menos geral e
menos sympatica, r que ai paixcs bellicosas sao all
auxilio, iltingindo o fim material que linham cm j levantando a cruz na mcropole do islamismo,
visla, a posieo dos neutros pude ser encarada sol! i)cs,|e clll5o 0 ,eslame ,0 ,|e pedro 0 Grande,Bat.
um ponto de visla mais favoravel. Foi enlilo que, I va cumplido.
appcllando solemncmenle para a opiniao publica,! E quaudo no meio do lecimo nono scculoaRus-
alim de acabar a lula, o imperador dos Francezci l s,, .lirigia os seus excrcis o as suas esquadras so-
reconbeccu que. a so a Europa sedecidis.e a deca- me Conslantinopla, -omnellera um erro Uo grave
jrardeque lado esl a ra/.o, ler-se-hia dado um
grande passo para a solucilo da crise. o
Proclamen con. verdade e convicrao que na 6no- j I1U11CC saa propagandrisolada, venda exigir
ca de civilisacao era que nos adiamos n> triumpdos
dos excrcilos silo passageiros e que lie deliniliva-
mciito a opiniilo publica que alcanca sempre ',i ulti-
ma victoria,
Porlanln. no pcnsamanlo dos governos alliados,
a ultima victoria sei* a propria conclusao da paz.
E dever-se-lia esse resultado opiniao da Hi>-
ropa, se por veulura intervier uas negociacoes,
se assistir as suas pbases diversas, e se poder pro-
nunciar-se nllicialmeute sobre (odas as dilliculdades
H mais circunislanciada, medida que a disctisso
es lizer nasccr.
S a rcuniao de ura congresso poder.i proporcio-
nar esse entejo.
A promplid.io com que os astados secundarios
partido. Ha grandes caberas mas poneos eorpoa ; |ulitfeilas, ainda qoe menosatroigndai. responderam ao appcllo do imperador dos Francc-
no ha concurrencia. A guerra aiuda Oie prejudi-1 Temos indicado quacs sao, segundo a nossa opi-1 zea, moslra que a Enrona csl.-i preparada para assis"
cou a Inglaterra ; temos lido ate que com o lauxilio i niao os senlimentos c as opinies que cm Inglaterra I lir a esle grande espectculo,
da guerra o seu commercio tcm irregiilarmente aug-j se. nppneni u paz. mas qnc n nao banda impedir, No momelo em que a Suecia awiguava un Ira
mentado uo Oreutc. A Inglaterra explora ospai- como euperamos, grajas n unio polilica dos dous
gabinetes de Franca e de Inglaterra. Arrepcndcmo-
nos mesmo de ler parecido por um instante, quo con-
sideramos, como preoecupaees, os inleresses e sen-
limentos que, cm Inglaterra querem que a guerra
do Oriente lenha um desenlace decisivo e grande.
Para a Inglaterra a guerra dn Oriente he de conve-
niencia nacional; esla imei e*-ada nesla guerra, como
o esli loda a Km upa, como o est a Franca ; defen-
de all a grande quesillo do equilibrio europen ; mas
zes que defeude ; ha urna combinacao feliz que f.
com que ella nilo lenha press.i em concluir a paz.
Na Inglaterra, os inleresses e os senlimentos com-
binam-se a respeilo da guerra. Os Inglezes foram
morosos em entrar na queslao do Oriente, e a ac-
cellar o duello de preponderanria na [Azia, que a
Kussia Ihe apresenlava ; mas apenas conheceram
qoe a .lula nao podia evitar-se, lomaram parle
uella com bastante reioluao. Presislem, porque
acreditara que a queslao do Oriente .enrerra duas, defendetambera a *ua preponderancia martima
lado, us governos da Europa central, contraanle ou
neutros, de primeira, de^segunda ou mesmo de ler-
ceira ordem, dirigan) corte da Russia representa-
coes amigaveis e nilo comminatorias, sem duvida,
mas exprimindo do modo o mais expliclo a neees-
sidade de se fazerem concessoes quo possam garantir
i potencias nccidenlaes que o objeclu da guerra es-
t definitivamente alcancado. Ao mesmo lempo
cada um delles informava a Franca e a Inglaterra
deste proceder, ronvidando-as a receber com modc-
raejtoas propoaictSes que a Russia podesse fazer.
coran se a tranca c a licdilerra tivcsaem recomer,
do as cruzadas. Mas rconlifca ella esle erro, rc-
a sOa
parle do protectorado cilectivo que a Europa edris-
taa couquislara, por vcilura I lie recusaro essa par-
le '.' Ignora por venina a Europa que os correli-
gionarios do povo russi coinpoem as tres quartos
parles da popularn da l'urqiia, que a ma vonlade
do gabinete de S. Pelecburm pode all crear difll-
culdades insoluveil ; eque ; sua leal cooperario
lomam pelo conlrario o clnenlo o mais rssencial
da regneraco pacificado inperio ollomano '.'
Tal de a verdade solre a uigera, carcter e resal-
lado* da lula.
Se a Russia adoptase esta, vista', se as negocia-
coes do gabinete lomissem le repente to largas
Paoporcdcs. e se no srio de um congresso, reunido
conforme este espirito de fraiqueza e de liunra, a
consciencia dos sbennos Iriinlliasse tanto como a
liadilidade dos diplmalas, [ira reedificar lealiucn-
te, sobre bases mais solidaai maisjuslas, o equili-
brio europeo, qucn ousarialuvidar do l.om xito
filial f
N'iuguem.
tii-po-ia- a eiplicarem eno si amigavelmente,
cm presenra dos seus pares as polencias alliadas
lie.n i.ni aulorisadas acouclirum armisticio como
testeinunho da legilimas esprancas que pruvinham
da nova forma de uegncinciii
I. bein depressa todas as dfiiciildades seriara re-
solvidas ; porque nao pode dinitlir-se que ura con-
gresso de soberanos, reunido para regular, em no-
mo da silijem commum, rio si o conflicto orien-
livas nares,
Se Napoleo invadi loda a Furopa central de nina
nica marcha, c levou as suas aguias al Moscou,
foi porque o seu plano de campanba linda sido o
fruto de ti mezes de esludo, c porque a marcha d.
cada una das suas divises, havia sido indicada an-
lecipadamenle uas suas cartas, antea da declararn
da guerra. Os nossos Mitotea Mo se bao de admi-
rar quaudo smiberein que se esluda o planu da nova
rampanlia. Ainda nao de larde. Quando a cidade
de Sebagjtopol cahin, lodos recoiiheceram que .iquil-
lo nilo era mais do que o primeiro acto de uina serie
de victorias, e que bastara compollir enrgicamente
o principe de CorlschakolV para que a conquista da
Crimea seguisse desde logo a oceupncao da fortaleza.
Ainda julgamos que se o pi incipetiorUcIfakoll tivcse
sido seguido de perto, teria hesitado sollrer o choque
dos dous exercitos de Franca e de Inglaterra; mas
nao se fez a menor operaco ueste sentido, c assego-
ra-se que a prudencia do que se deu prova, linha
sido legilimaia por innmeras tVSei,
Ainda que assim seja, v-se que a campanha con-
dujo por esle anno; < mezes de descanco deviam
reformar os notan regimenlos; maso exordio ini-
nigo derla igualmente aproveilar-se da demora pa-
ra se reorcar e preparar, alim de sustentar urna no-
va lula mais lurmidavel do que as antecedentes.
Desles (i mezes, 3 ja patearan. Daqui a :l mezes,
o invento da Crimea deve ler acabado, e terrinos
eulrado em urna eslacao era que as operaees milita-
res lulo de comerar. He defeque os alliados cora-
liinarao prudentemente os seus planos, de maneira
que os possam pr em pratica antes da poca em que
o sol tenha secado os pocos e destruido as paslagens
as planicies da Crimea.
Se a Crimea deve ser conquistada, os exercitos al-
liados, cuja forca sera de 230 mil homens devoran
enlrar em Campanha nos primeiros das do mez de
abril. Todos os soldados desle quadruplo excrcilo
lera de ser muuiciados por mar; (odas as beslas de
carga lem de ser compradas jcm provincias lungin-
qnat, e conduzidas ao thealro da guerra por meio
de navios de transporte a vapor. O inlmigo, em
quanlo poder, dislruir as cnlheilas de Irigo o niio
dcixara no campo moa herva, e mutili-ara os poros
aules de retirar. Cunvm, pois, que os homens de
Eslado, prudentes, examinen) com atlencao, c nos
seut menores detaldes o plano da prxima campa-
nha.
Esta campanha nao se assemeliacm cousa alguma
as precedentes. Os excrcilos inimigos acliam-se de
alguma maneira em uin campo cercado, onde ucn-
dum soccorro ibes pode cliegar dos paizes que os cir-
culara. Nlp lie uesle caso que deve dizer-se, que he
a guerra que deve alimentar a guerra. A inten-
dencia e o servico dos transportes, serio obrigadot
a fazerdespezas que ale aqu tem sid extraordina-
ria-. A -linar.ni do uiimigo lie ainda mais desfavu-
r.ivol do que a nossa, mas he mais um motivo |para
augmentar a nossa superioridade por meio de deci-
ses inimedi.ilas o de convenientes preparativos.
Soppomoi que dentro em pouco daver em Pars,
um conscllio de guerra, a que assisliro o duque de dir o publico. Indaga-so da fonle e sabe-se facil-
no. Os alliados leem lirado parlido ; eslo proenp-
los para continuar a campanha c alargar a guerra
anda a propon/es mais largas. Eslan porem em
face de dilliculdades, que he intil occullar. Cora
audacia, liubilidade e perseveranca, podemos coular
com os resultados ; mas nao ha erro mais sensivel.
do que jnlgar tira inimigo incapaz de resistir, por
que uina vez a -orle Ihe fui desvanlajosa, ou suppor
que elle esteja prompto a declarar-se vencido, por-
que a sortc das armas Ihe foi lima vez contraria : lian
he necessario preparar-nos para um lula mais lon-
ga, e mais seria, anles de pensar no desanos.
Jornal do Commercio de l.isbua..1"
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAIrBUGQ.
PARS
(i de Janeiro de IS.il>.
Futramos em uin auno qoe, segundo eslon con-
vencido, sera fecundo en) grandes aconleciinenlos.
E eiilrelaulo aqoelles que nao vcem seno as appa-
rencias exteriores poderiam Ulvo nutrir eiiEanailo-
ras esperancas. Todas as doslilidades eslo suspen-
sas, a Austria e os Estados secundarios da Allema-
nha com o assenlimenlo tcito das potencias occi-
denlaes inslam com a Russia alim de que entre em
ncgociaces ; a esta hora talvez vao abrir-se novas
conferencias; finalmente, ludo exisle calmo, mas lie
a calma que precede a lempeslade. Estamos as ve,
peras dMM grande guerra europea, que j taas ve-
zeslenho devisado ao longe, guerra que desenvol-
vendo-se, deve falalmenle despojar-se de seu carc-
ter polilico para (ornar-se urna guerra de naciona-
lidades, e lalvez mesmo urna guerra social.
Em minha ultima caria lallei a Ymr. de um mo-
ximenlo muito pronunciado que se manifcslava as
recies ofliciaes cm favor la paz. Abolsa eos jor-
naes ministeriaes grande parle do mez de dezembr0
viraran denaa esperanzas illusorias. Kllas haviam
lomado lal caraclcr de verosemeldanca, qoe. os mais
incrdulos romec-r.im a abalar-se. Cada dia um no-
vo successo, urna nova palavra do imperador davam
urna nova forra a esses boatos de paz. lioje conta-
va-se que Napoleo recebendo em audiencia parti-
cular um general vindo do Oriente Ihe dissera .-
general, Iranqullisai vossa mullior. nao voltarci*
mais Crimea : he lo certa a paz quanlo he eerto
estar eu diantc de ros, B No dia seguinle lia nutra
historia.
Mr. de Persignj nosso ministro em Londres faz
urna viagem i Paris; espalha-se que esl viageni lo-
ra feila por instigarlo de lord Palmerston, alim de
combaler a influencia que Mrs. Fould, de Mornv c
Walewski exerciam no animo do imperador cm fa-
vor da paz. O imperador, segundo allirmavam, re-
cebra milito mal a Mr. de Pcrsigny elhe dissera es-
tas palavras : a a paz boje esla no inleres-e da poli,
lira continental e no da minha : compre perianto
loma-la aceilavel Russia. A Inglaterra tem orna
polilica insular ; nitro a sua poltica c a nossa.exis-
c o Ocano, o
Ao mesmo |cmpo fallava-se cora cerlo mv>lcrio de
um folhelo que devia apparecer, e a ruja redaccao
o imperador nao Iota eslrando. Em una mandas
sabio a publiraro no Jornal dos Debata sb o li-
tlo de neeessidade de um cengresso para pacifi-
car a Europa : por nm estadista.
Pelo eslvlo c pelas ideas mais humanitarias do que
polticas conhece-se logo que linham querido illu-
Cambridge e sir K. Aivev ; sir E. Moni all se reu-
nir igualmente, e e*pcra-se lodos os das era Mar-
seiba. O objecto desla conferencia sera examinar
os planos da prxima campanba, c preparar a enr-
gica exccuc-lo das operayes. Assevera-se que o rr.a-
rechal Peltssier de quera mais ardenlemcnle pede
que esle couselho se rena.
Iodos se leinbr.im que era Miembro e oulubro, o
general francez linha grande confiuuca cm urna cam-
panha do oulono.c que diriga as suas columnas cora
mente que o pretendido estadista he um lal Carlos
lluvevricr. anligo sansimoniaun, coudemnadn cm
IS2 pelo Iribunal do jurx, juntamente com opa.
dre Enfanlin e M. Miguel Chivalicr. O escriplo so-
bre a neeessidade de ura congresso nao foi lomado
era coiisidciarao por pessoa alguma, nem mesmo
pelos espines da bolsa. Depois desla invslificai. io, os
lacs csperl'ilbes quizerara ainda apreciar anteci-
padamcule o discurso quo < imperador devia prole
lir ;is tropas viudas da Crimea, discurso que. segiin-
a maior aclividadc. O lelograplio que por interven- I do elles diziara, dava seguranca de una paz proii-
Cao de lord Paiimure, nos Iransmitlia milicias quasi I ma. A ceremonia mililar realisou-se no dia SKI, pu-
dianas, toinou-sede repente silencioso. As espe- blicou-sc o discurso, c, como Vmr. ver dos jornaes
raocasdas duas naccs edos seus governos chegarain franrezes de 30 de dezembro, elle nada tem de paci-
ao mais alto grao. i lico. Eijtiio lodas atillnsease dosvaneceram, ea
Os Fraucczcs patsaram o valle dcUaidar, tomaram Uiluaro reappareccu lal qual ella lie realmente,
posse das alturas da cosa do norle, impcliiram una tombria c omeacadora.
divisan para as nascenles do Belbek, o amcacaram I Oue papel cm sutiimadescinpenhoii Napoleo nes-
osdcsfiladeirosdeAitodorcde.Vlb.it. Por esla oc- la nova comedia de paz '.' Kslaria elle de boa fe?
casia manifeslou-sc a opiniao deque o plato russo, I Urauranienle acreditamos que nao : elle quiz quan-
cslalielecido em pique para o lado,do meio dia, e a- do muito provar ao mando sua moderaeSo. A im-
pelas conqoistavel porestrcilos desilila'lejros. nao po- j prensa ingleza cabio no laco ; ella lem (aneado fogo
dia ser a: icado, : e cdaioinas: os mais moderados diziam que Napo-
Mas OS militares Mltenlavam o conlrario e protn- ; lefio eslava cercado de vis lisongeiros que occulta-
diain que loda a cada do colinas podia ser toreada \ vam-lhc a verdade da siluaro. linalinenlc os In-
e torneada. O resultado prova que u primeira opi- glezes incitam lioje a guerra com um furor Derive!,
niao era fundada. I)iz-sc que o marecbal Pelissier, I Foi sem duvida para ahi que l.uiz Napoleo quiz
doc ler declarado que niio lia campanba po.-sivcl ; leva-lns : assim deve ler-se i ido basljile a cusa da
com a actual baze de operaroo. I colea c das exprobrares de John Itull.
tls lliissos, ha mais de dous mezes, linliain os des- | Entretanto as folhas inglezas leem razio al corlo
liladeiros com una forra que podia resistir a todos os ponto quaudo fallara dos que n cara o imperador,
assailos. As estradas eram escarpadas, c as eollinai | Muilos de nones grandes personagens do mundo of-
fiirlificadas. Deviam lornar-se inconquislaveis no
mez de abril, OU enliio para se lomar poste dellas,
haveria nina rarniliriua era presenra da qual Indo o
general deve reear.
O plano de campanha em que se ementar, be ne-
licial teem desojado a paz ; o desejo que nulrern lem
feilo julgarem-iia possivel. Mrs. Fould e de Mornv
silo os seus eampeoes mais intrpidos. Mais esperu-
ladores, mais Irafiranles do que polilcos, veem tuas
giganlesras emprezas cnmpromellidat palo eslado
i-essario que se conserve em enredo, al i hora da (Je guerra permanente em que se acha a Europa, e
O li.ir.ni de Seebach, ministro de Saie em Pac.
parti para S. Pelersburgo ao mesmo lempo ova o
conde Esllicrazv. Anles de partir teve tonga confe-
rencia com o imperador Napoleo. Annuneiaram qoe
elle f'ira encarregado de dizer ao czar a olliaaa pa-
lavra da Franca. Foi engao ; a misaao do bario da
Seebach nao tcm carcter ollicial. Como ministra do
Saxe em Paris, elle foi encarregado dos intereses
dot subditos russos, qoe ainda te acham na Frasca ;
como genro de Mr. de Nesselrode tem intimas reto-
roes com os personagens mait imprtanles da corto
da Kussia. Bata duplicado litlo permirte-lhe ap-
proiimar-se do governo, e diter-Ihe algoaant pala-
vras uleis as circumslanciat graves em qoe a Ea-
ropa se aeda. Mas sera elle oavido? Cromos qoe
lijo.
No meio do movimenlo diplomtico da A lletas-
nha, a Russi.1 continua a guardar, ao menos oa ap-
parenria. una neulralidade que a tala completa-
mente do resto da Europa. A A asira quiten artas-
lar o gabinete de Berln no pasto qae presentemen-
te tenia junto ao czar; Mas foi-ldc respondido com
a recusa. Ui.i, porem, vira em que lera apnlicario o
dito do Evangelio) qoem nao he por nos no con-
tra mis ; a Prussia acaulele-se ; a Franca sempre
foi feliz sobre o Rheno.
O tratado com a Suecia foi assignade o panucado
o mez pastado. Nao foi feilo, ao menos ostonsiva-
niente, em visla ila guerra actual ; mas he corto qoe
enrerra arligos secretos, os quaes nos astegwaaa o
concurso activo desla potencia. Carlas de Stockhstm
annunrinm que desde cerlo lempo existe nm ori-
niento fura do coslume nos arseiues e nos deposites
do material da marinha, e qne o governo sueco lem
feilo na Blgica compra consideravel de fozis e da
panno para renovar os uniformes do evercilo.
A Dinamarca nao se decide a imitar a Suecia ; o
governo dinamarqnez e aristocracia islo rasaos de
cirae.lo. s a neeessidade fa-los-ha unirem-se as po-
lencias occidentae?.
Napoleo, segundo se diz, esl mnilo preoceanade
com campanliu de Iftj, qoe de feilo vai temar
proporees gigantescas. Assegnram qoe mandara pe-
dir conselhos a Mr. Taara, cojos grandes trabalhos
histricos sobre at guerras do primeiro imperio, o
condecimenlos especites de estrategia podem ser-
illo uleis.
O rnarechal Vaillanl, ministro da guerra, lera de
ir muitas vetes ao gabinete do anligo ministro de
l.uiz Philppc conferenciar sobre esle grave aammp-
to. Alm disto, alim de ccrcar-se de todas as Iotas.
Napoleo leve a iniciativa de um grande contelho
de guerra, que deve reunir-se esta semana em Pa-
ris sb sua prcsiJenria, c para o qual foram convo-
cados todes os almianlese generaesdos exercitos al-
liados Cada um dot membros do contelho expor
suas ideas pessoaes ; mas nao lie de suppor que om
assembla lo numerosa se assenle no plano qne se-
ra adoptado definitivamente.
Lord Covvlev, embaixador de Londres em Paris,
esl desde certo lempo indiflerente com o conde Wa-
lewskv, nosso ministro de negocios eslrangeiros.
A publicaco do escriplo sobre a neeessidade de
um congresso, escriplo a que, segundo dizem, o con-
de Walevvsky mo fora completamente cstranho. a
os boalos de paz espalbados em l'aris por muilos or-
gaos do ministerio, t lem servido para augmentar
essa ndiflereucs. O governo inglez estimara muito
a mndanca lo conde Walewsky, qse he conbecids
como grande partidista da paz. Mr. de I'ersignv, nos-
so ministro em Londres, ambiciona desde muilo
lempo este pesio importante ; mas emquanto for
preciso usar da diplomacia para com a Austria e os
oulros estados da Europa, he provavel qoe o Impe-
rador conserve o conde Walewskx, homem sobrelu-
do ilc esrolhida sociedade, de polidez e de modera-
ran experimentadas, ao passo qoe Mr. de Persigov
lie domen) lu usen, Icimoso. ebeio de arrebataroen-
lo--. que muitas vetes comprometiera, (.loando clie-
gar o momelo de ir s do cabo, enlo Napoleo
cerlanienle chamara o conde de Persigny.
A recepcan do I.' de Janeiro as Tolheriat foi me-
nos ceremoniosa do que se poderia suppr pela le-
lura do ioniteur. A impcralriz conservra-te em
seu aposento pelo seu eslado de adianlada gravidez.
O principe Jeronvmo e o principe aparla tam-
hem deixaram de comparecer, nao se sabe porque.
Nao douve discurso ollicial. Mr. de Mornv muilo fa-
miliarmente deu ao imperador os bons aunes. O
imperador de seu lado desceu da mageslade de sea
(drono para confunrtr-se con) os membrot do corno
diplomtico. File date ao ministro da Dinamarca :
i espero que vosso governo nao se demorar em
imitar a Suecia. Dirigindo-se ao ministro de a-
ples, o vcllio marquez Antonios, disse-lhe bstan-
le alto, de sorle quo lodos poderam ouvir : Sr.
ministro, sinto muilo que nossas duas enres esto-
jara discordes. 'I vcldo marquez licou desapon-
lado com esla apostropde, mas sem mostrar t-la
comprebendido c com voz dissimulada pergunlou
pela sadc"ila impcralriz.
Sabbado 20 de dezembro^Paiis acbava-se em com-
pleta festa. Da Baslilha a prara Vendme urna du-
plica fileirn de tropas de linha e da guarda nacional
cobria as calcadas dos boulevards. Baudeira fran-
cezas, inglezas, turcas esardasllucluiv.ini de Indas as
j.mollas, rnatlrot empavesados, arcot de triompho
te erguiam de distancia em distancia, e nma mulli-


%. tl



pimo de nmum quwti fbm 30 oe j amibo.i i 8,6
io mmensa, cariosa e enihusiasllca dava auimacao
a esle magnifico quadro. Esperava-se a guarda im-
perial o dous regiment! de 1 infia chegados da Cri-
ma.
O imperador montado cm um soberbo cavallo
rabe, escollado de um brilhanle estado-mnior de
marechaes de Franca c do mais de cen generaes de
divisado'de brigada, precedido das suardas, dos
drago* da suarda e dos cem guardn, foi ale a pra-
ca da Bastilha ao encontr topol. Depois de liaier orado a esles bravos soldados
dirisio-se para a prar,a Vendme onde todos os regi-
ment deviain desfilar cm sua Ipresenca. Em
seu trajelo nossos hroes (pram accolhidos cora gri-
os e brava enlbasiastas. Todos eslavara realmen-
te enthusiasmados. Nao bavia republicanos, realis-
tas, booaparlistas ; lodos eram francezes. Os Teridos
|am ni frente de seus regimenlos levando coroasde
ouro oas mos. l)e iustante a inslante, velhos.mu-
Iheres, moras laucavam-se as flheiras para nbrara-
rem um pai, um temi ou un) esposo, e a mullidao
applaudia. O general Canrobert foi objeclo de orna
verdadoira ovario da paite da popularan e do ejer-
cito. Islo mesmo den lugar a um pequeo inciden-
te assaz curioso. Emquanto as tropas deslilavam na
prar,a Vendme, Napoleao contervava-se a cavado a
direilada columnae o general Canrobert a esquerda.
Os soldados da Crimea mais habituados com a figura
do antigo commandante em chefe do que com a de
Napoleao, davam mnilo mais vivas a Canrobert do
que ao imperador !
Caurobert que he um lino corlezao, du-se pressa
em subtrahir-se a um triumpho que poda olfeoder a
susceplibilidade de seu amo e foi collocar-so discre-
tamente alraz do imperador. A noite lodo a cidade
de Varis illuminou-se esplndidamente. He esta a
primeira Testa verdaderamente patritica, a que te-
mos assi .do depois do 2 de dezembro. Ella prova
mclhur do que todos os raciocinios do mando qaaes
sao as verdadeiras disposiees do imperador, guan-
do te quer a paz nfiosse procura excitar assim os ins-
lioctos bcllicosos da populara.
Por um sentimenlo de conveniencia, fcil de com-
l>reliender-se, e que umita gente lem eiplicado em
um sentido favoravel paz, deixou-se de conduzir
em triumpho na fesla militar de 27 de dezembro as
bandeiras lomadas aoi Kussos. Dous generaes, se-
gundo dizem, Gcaram tao desconlcutes com esta me-
dida quo se absliveram de apparecer na ceremonia.
Accusaram lambcm o general Canrobert de haver lo-
mado por si mesmo a frente do cortejo em vez de
acoropanhar simplesmcnte o imperador como seu of
ficial de ordenanra. Tanto se murmuro,, acerca dis-
to que o jornal ollicial publican no dia seguinte que
o general Caurobert hivia ecopade aqeelle logar
por ordem do imperador. Com efleilo, este Ihe ha-
via dilo na praca da Bastilha : general ide pr-vns i
Irenle deste exercilo q de conser vastes i Flanea. Ma-
ledicentes fizeram correr a noticia de que o general
Canrobert fora atacado de alienaeSo mental depois de
sua ovarao de 29 : felizmente estas noticias nao lem
fundamento alguiu. Falla-se sempre delle para com-
mandanle em chefe do exercilo do Bltico. Cairos
querem fazer crer que ser o imperador mesmo que
se pora i Trente deU expedido j mas isto nlo lem
neuhuma verosirailhanca. O imperador nao emprc-
hender em pessoa urna campanil! cujo resultado he
ainda muilo dovidoso. Se a guerra for levada sobre
o Kheno ser oulra cousa. Elle nao por.i duvida cm
seguir os pastos de Luiz XIV c de Napoleao
O imperador ha msiilo desejava ter em Paris um
salo poltico, presidido por urna das priocezas da fa-
milia imperial alim de propagar as ideas napolioni-
nss as alias espheras da sociedade. Elle havia ao
principio pensado oa princeza Malhildc recusou-sc,
nao se senlindo cara capacidade para desempenhar o
papel. Este locou a Cady Arclhur Crilonoy, que o
deseiapenhn segundo dizem muito bem. I.ady Cri-
lonny, mais condecida pelo nome de Misto. How-
ard foi durante lOannos a favorita de l.uiz Napoleao
de qaem leve dous hlhos. Depois do casamento do
imperador foi forrada a vollar para Inglaterra. Para
nao despertar altas susceptibilidades, nao.se Ihe per-
mittio entrar em Franca seno casada. Em virUde
disto ella esposou lord Arlhur Crilonny, major iran.
dez, sem fortuno. Miss. Howard he urna mullier
encantadora, ainda que tenha Irinla annos cmple-
los e seja bstanle gorda, lem tima tez olToscaule e de
urna alvura lctea que so se encentra do oulro lado
da Mancha ou na Scandinavia. Ella celebra tuas
reuuiou lodos os sabbados, cm seu castillo de Boau-
regard, perlo de Sainl-Cload, encantadora proprie-
dade qae ella deve a munificencia imperial. Cada
um de seos anlaret custa-lhe, segundo dizem, tres
mil francos. All encontram-se as altas notabilida-
des olliciaes, diplmalas, eslrangeiros de distincriln.
He de seu salan que partera as pnlavrasde ordem so-
bre os acontecimenlos politice- do dia. Os conviles
de Lady Crilonny sao muilo procurado?, e seu salan
poder tm breve concorrer com o da celebre prince-
sa Lsfnaa.
Dia de Anno-Bom fizeram-se, segaudo o costme,
numerosas nomesce* na ordem daiegiao de honra.
A mesma guarda nacional, tao desprezada depois do
2 de dezembro leve sua parle nos favores imperiaes.
Os homens de letlras roram mediocremente lisonjea-
dos por lerem como representante a Mr. Viorcntino,
autor de urna Iraducrao de Dante, segundo diz i fo.
Iba ollicial ; mas nao crea Vmc. que tosse esse livro
qae ninguem lea o que fez brillinr a fita r'xa na ca-
saca de Mr. Viorentino. Mas por um sentimento de
pudor, que nos satisfaz, o ministro no ousou dizer,
be esta a critica do Moniteur e do Constitucionel
que decoramos : porque Mr. Viorentino tem adque-
rido neste poslo ama replalo que merece onlra
cousa e nao a cruz de honra.
Ha 10 annos Mr. Viorentino faz a critica dos thea-
trosdo mesmo do que oulr'ora os piratas Argel com-
merciavam. Os desgranados artistas que se aventu-
rara sobre este mar perigoso devem pagar um impos-
to proporcional ao seu lalenlo ou a sua vonlade sol.
peiadeserem,acanhoados e subroergidos por esle
implacavol corsario. E se lies zangam-se e pedem
a razao de seus ataques, eslii sempre promplo a res-
ponder : M. Viorentino be um grande Tolgasao, ta-
lludo como o mariola Romano, que maneja tambem
urna espada como urna penna ; mas em geral os ar-
tistas nao sao espadachn* e preferem acabar o nego-
cio amigarelmeute. Mr. Vioreotino quando so ira-
la de nao-ocio he algumas vezes urna simplicidade
que admira, como Vmc. vera pelo que se segu.
Ha alguns annos, Urna dama, de cojo nome me nao
recordo.devia eslrear nc Opera nos primeiros papis.
Ella quena sihir-se bem lodo o preco, seos amigos
disseram-lhe qae Viorentino era o bomem mais (e-
mivel na imprensa, mas que era mu sensivel aos
bons tintares e aos prsenles. A dama envia incon-
tmenle um convite a Viorentino, que leve o cuidado
de nao tallar ; para servir a tal cliente elle linlia que
Irabalbsr. Na mesa, desdobrand o gmrdanapo ella
deixon cahir orna pequea couzinha sobre o pralo ;
ello abre-a como suscito acoslomado a esses sorpre-
zas, sorri ka principio avisla de um encantador relo-
gio da Genova ; depois lorua-se serio, encara a da-
ma com ar admirado, e Ihe diz:.. e a cadea, a eme.
litante phrasc.ii.io foi esquecida.
O anno paasado por occasiao d,. dcsapparecimento
subtlo de madama Cruvelles, fez-se uma pesquisa cm
casa de*la cantora para descobrir-se a causa da .a
fuga. Lma das pessoas presentes, encontrando entre
os papis esp.ll.ados sobre a mesa o livro das despe-
gas de madama Cruvelles, leve curiosidade de per-
correr ; entre a ola da lavadeira e do laberneiro
seu pan beber, a Viorentino. 1(00 francos.,, Como
ra por ser representa-
Cousidera-sc como imminenle uma declarado de
guerra entre a Suecia e a Russia.
PARS.
(> de Janeiro
Eis mil oilocenlos e cincoenta e seis que romera,
eis a quarla vez que o anno se ronnva desde que o
grande snreesso oriental lem prcoccopado de uma
manen.i seria e instante o velho continente euro-
peu -, com o pensaraento das graves o lonsinquas
e incalculaveis ennsequencias que pode ler, toda a
gente romera com felicidade, c al com inveja, a
laucar os olhos sobre o sen admiravel paiz, lAo bem
rollorado fora de lodos os cunlliclos, de todas as
complicaroes, que entro n.,s parecen) agilar verda-
deiras quesloes de reaovar;lo, sobre o seu Brasil que
gravita do uma maueira' lio uolavel em a nova c
robusta prosperidade das suas instiluiroes polticas,
das suas industrias e do seu coinmerrio, sol, a in-
fluencia Irez vezes beniTazeja da elevada pruden-
cia de um principe de mrito cxclarccido, de I).
Pedro II, da immorredoura riqueza do seu solo,
e dos maravilhosos recursos da sua siluarao lopogra-
phica; poesam* longos anuos de progre-so e desen-
volvimenlos rcacs condiizi-lo scguramcnle e sem
abalosa grandeza a que elle lie destinado.
Todava quanlo a nos Europeus, relleclindo pro-
iniidaineiile, podemos rbegar, sesundo nos parece,
a considerarles capazes de nos tranquilisar sobre
a sorle da civiliac,ao moderna, a con-iderare- ca-
pazes de nos convencer da asjeeajfbo prxima da
Russia aos beneficios da vida moderna, emliin a con-
siderares capazes de nos suhtraliir a qnalquer ap-
prehensao de ver o velho continente se tornar rus-
so um dia.
O poder dos czares lem oulros perigos a temer
que nao mao xito das suas armas ; os seus inimi-
gos mais poderosos, mais orneara.I re-, estilo lalvez
menos na Crimea e na Asia, do que cm Moscou e
em S. Petresbnrgo. lem por si 7IMI leguas de ter-
ritorio, deserlos medonlio-, geadas Iprolecloras,
sessenl i c cinco millmes d'almas, Csquadras nume-
rosas, exercitos ,qua-i inesgotaveis, ouro e ferro
a sua discrieao. lem contra si a ausencia do almi-
rante-, de generaes, de diplmalas, a falla de to-
das as capacidades as espheras elevadas da admi-
nistraran civil e militar, lem especialmente rontr,.,
s| o espirito novo que alue todos os dias obra do
absolutismo elevada por Pedro tirande, Calharina
lie lodos os principes da casajdc Romanof.
Com ell'eilo, aflirmamo-lo com toda a seguranra,
por non ler laucado um alenlo lauco d'olhos so-
bre a verdadeira siluaeao da Russia, muilas ver-
dades lem escapado observarlo no esludo da
queslilo do Oriente, e se examinasse de perto
e com imparcialidade n estado dcsla potencia que
perlurbou por urna sede sega de invasilo a paz
europea, ver-se-hia quo o czar Nicolao nao come
(una, ncm os perigos creados para a sua existencia
como corpo aristocrtico.
De qualqucr forma o czar Alexandre II recolhcu
nina pesada heranra, sen pai escnlheu a guerra, el-
le toleroti-a, e nao evilai por este meio a revolu-
rao. A victoria linha podido relarda-la, ella nao
aoubera embarga-la, a derrota a conduz com sigo :
nos dous casos, a era aberla por Ivan III e Pedro
I est formada, o czarismo no seu sentido arislo-
cralido se extingue, c com a sua nobreza singular-
mente diminuida e aniquilada, com a sua burgue-
zia que aspira a uma existencia poltica, rom a sua
servida.i rfue he o objeclo da reprovacilo de todos,
a Russia est inaiiil'eslainente cm Irabalhn de ins-
tiluiries livres, e os lempos ronslitucionaes vao
Bascar para ella sem embargo das conjecluras pr-
senles.
Entretanto, os preparativos da guerra vao conti-
nuando sempre aelivos sobre todos os pontos da he-
ranra de Pedro e de Calharina : Irahalha-se para
habilitar os alliados a alacar as regies septentrio-
naes e a propria capital. Traba I ha-se sobre todos os
pontos principaes do golfo de Finlandia na ronslruc-
rao de bombardas e se armam as hateras coalajraj
aom novas pojas de mu longo alcance. Trala-se
seriamente de fortificar S. Pclcrsbnrgo e Moscou c
algumas deliberaroes ja tem tido logar a eslc respei-
lo, fibricam-se peras c morlciros desuados especial-
mente defeza de S. Pelcrsburgo, no caso de nina
invasao inimiga ; julga-se que a commissau institui-
da para esle fim propora que se estalielera junio de
lodas as estarces obras armadas de pej.as.
Cada urna destas obras ser defendida por um ba-
lalbao da milicia enrarregada ao menos de garanli-
la contra uma sorpreza de alguma guarda avancada
inimiga. A formaran das druschinas e dos novos re-
crulas vai progredindo rapidamenle, e depois que
a nevo est coberta de uma crosta de gelo, enormes
combois de carros vao por Pcrekop a Crimea ; os ar-
mamentos cexercicios se fazem em grande e-rala.
Todos esles esforros sao motivados pelas perdas
mmensasja cxperimenladas tanto as Torcas de (erra
como as forras de mar: duremos a medida diste
quando ds-crnios que urna Trola de cont e vinte
navios, dezeseis naos, ele fragatas, cinro crvelas,
doze brigues e seis navios de guerra a vapor, ele.,
frota magnifica nos primeiros dias das hostilidades,
est boje completamente destruida, que quinze naos
foram metidas a pique no proprio ancoradouro de
sebaslopol. assim como grande numero de fragatas
orvclas, etc., e que o reslo foi aniquiliado no mar
d'Azoir, as cmboccailoias do Don e do Dniper,
que alem disto a Rossia perdeu urna artilharia naval
exccllentc e numerosa que Tora posta em Ierra para
concorrer na dcTeza da grande fortaleza do mar Ne-
gro, e que emlim deslruirilo de lodo esle material
naval ruin pro acresrenlar nina parda ainda maior,
a das suas ntelborea equipasens de linha, a flor dos
rou debaito de vaos pretextos de uma prolerrao re- seus mariiiheiro-, canhnneiras e de grande numero
ligiosa em favor das raias ede puras iiiiaginaces de olliciaes gen*rae-. de olliciacs superiores e de ofli-
a vingar, esta guerra iniqua, nicamente para rea-
lisar o pensamenlo de Pedro I, de Calharina II, de
seu irmao Alexandre I.
Por mais poderoso que Tosse, eslc movel nao seria
suflicientc para dctermina-lo a abdicar a poltica
prudente dos seus preleudentes, que procuraran) o
triumpho dos seus designios no Oriente, menos cm
uma aceto aberla, do que em invases sucressivas
hbilmente dissimuladas, e lauc,a-lo temerariamen-
te a si e a seu povo nesla grande c mxsleriosa aven-
tura.
Se depois de vinle nove annos de reinado, elle
reiiunciou o seu papel de defensor da ordem, a mis.
sao de pacilicador universal, a todas as bellas appa-
rencias de cavallaria que cmhalarain e illudiram a
Europa crdula, foi por uma causa muilo mais se-
a, por uma causa decisiva, foi porque, seulior ab-
soluto de ludo, comerava ja a nao ser senhor de
nada.
Ao lado da auloridadc inonarchir.i desle omnipo-
tente czarismo preparado por Ivan III, ori:aiiisado
por Pedro (irande, e que augmentara obseussuc-
cessores, no exterior pelos acrescimos da conquista,
ciaes de marinha.
Para limitar tanto qunnln fr possivel a asgrava-
ejloda semclhaiiles desastres, NicolaielT e nnutras
rulado- .lo sulso o objeclo de IrabalhosTormidaveis;
mais de qualrocenlas peras de tolos os calibres a
dcTendem de lodos os lados.' l)cmoliram-se ras
inteiras, composlas de ca-as cslrcitas, e tem-se cons-
truido em seu lugar immensos quarleis c lio-pitaes.
assim como armazens de miiniroes.de provisoes an.t-
brigo da- bombas ; o edificio do almirantado ha sido
'ransTormado em Torle. Odessa lornou-se o quarlel
de invern do general l.udcars,Olchal-ofl recebe tro-
pas considernveis.
E depois. romo o dinheiro lio antes que linio o
ervo da guerra, ogovernn roseo e-la negociando na
Mullan.!a um emprc-limn de rincoenla milhes de
rublos cm prala ( canto e noventa c seis milhoes.
scleccnlos e rincoenla mil francos ) dividido em
cem mil acoles de rubulos de prala cada uma e ao
portador.
A amorlisacic comerar cm mil oilucenlos e rin-
coenla eoilo, ter lugar por via do rcssnle das US*
cripre- quaiidn nao forem quolsilas ao par.median-
( I ('as inscriproes j aninrtisailas. Ao partir de 187
no interior pela generalisarao da b.ixeza c pelo con- lc "'" f"'"1" ,lc "< ** '.. augmentado-se
lagfo da invasao, ao lado" desle edificio construido ^."'^"mo nommal do emprcslimo com os juros
sobre a servidle, a eorrupclo, a ignorancia, o
nalismo, mantido longo lempo pelo knoul, se ele-
vou em silencio nutra fori;a, o espirito publico se
manifesloii, o pensaineuto da naro se formou e se
produzio ; ella agilou-se, e se aguando, agiiou (u-
dia em dia, creou-se laborusamenle uma classe
que sem ser uma burguezia, esta mui perto de lor-
nar-se um rfrceiro-e-lqu'o, capaz de ollereccr a re-
novarlo social promotores convencidos, ardcnles
\elile-.
As educaroes sociacs formadas em paizes eslran-
geiros, as guerras emprebendidas em nome da or-
dem iniciaran) e campouez, o horaem aos seus di-
reitos ; a critica se despertou, o slavismo, forma
duplico de opposiro do moscovilismo contra o ger-
manismo, do espirito moderno conlra o anligo se
moslrou olferecendo urna arma de dons gumes, que
na mao do czar arnearava a Europa, na mao da na-
c,a n czar.
E o czar Nicolao 1 no Tastigio do poder humano,
senlindu-se de repente lomada de grande fraqueza
governotera a facol.lade de resgalar ao par todas as
incripres que existirem em circularao; as inscriproes
lerao .," de juros e serlo revestidas de drrlararoes
pagaveis no 1 de abril c no I" de uuluhro de ra-
da mez.
A bullante cimpanha dos Turcos na Asia empal-
idecen ante um rruel revez : depois de longa e he-
roica resistencia Kan rendeu-se a JH de novembro
ao general MourawielT ; Vassif Pacha, oulros oilo
pachas, a-sim como o general Williams c toda a guar-
nirSo foram leilos prisiuiiciros de guerra.
Toda a Europa cercou com as suas homenagens
esla gluriosa defeza em que toda a honra pertence aos
vencidos. Entretanto o general Mouraniell Iratnu
honro-amcule a guamicao, guardou cinco mil prisio-
neiros perlenrcnles ao exercilo activo, conceden li-
berdade plena c inleira : primeiro, a todos os refu-
Kiados polacos, hngaros no servido do exercilo de
Kars ; segundo, a lodos os empregados civis e a lodo
o corpo medico ; terceiro, a todos os reifs (soldados
da resma) e irregulares, clevaudu-se ludo a 7,000
homens pouco mais ou menos. Concedeu a lodos os
Este alvo su ser allingido saccessivamente, e o
tratado com a Suecia he um dos degraos que a ella
devem conduzir.
Este tratado he segundo varios correspondentes
i'companhadu de um artigo secreto. Dizem alm
disto que se eslava preparando uma approvimaco
entre a Frailea, a Inglaterra ea Austria : Por falla
desla approxiinac.ii, os gabinetes de Londres, de
Vicnna c de Paris nao se tem entendido sobro as cou-
dic/ies que he misler propr a Russia para ebegar-se
ao reslabelecimenlo da paz, estas condinjes filadas
de commum accordo enlre as tres potencias sao pro-
postas pela Austria a Russia.
6'. .1.
PERaAMBEflQ.
compreliendeu que o principio de que emanava per- I
.. I otlieaaes o Tavor ,le guardar as suas armas, como una
dera a sua sciva, comprebendeu que subindo com i
as mares, esob um impulso nniTormc e irresistivel,
a idea de rptorm bata cada vez mais a Ibeori a
rarunchosa do velho despotismo al entre os ho-
mens de estado mais enTeodados ao sysleraa. al
a,pipiles mesmos que, lendo sido instrumentos aeli-
vos e regos do passado, se (chavan mais directa-
mente amparados das coleras do futuro.
Foi a iutelligcncia desla siluarao que arrancou ao
czar Nicolao I as suas bcllicosas resoluriles de 1853.
Em presenra dcslcs fados irrscusaveis, Ihe era prc-
ci-o oplar entre a emanciparlo da gleba, a organi-
s.-ico.i da burguezia, a reforma da naeilo, a reuo-
vae.lo da sua vida, a abdicarlo de seu papel de do-
lo e a inauguraran de uma guerra que eoganaudo o
sentimenlo nacional, pondo em perigo a houra da
Russia, sobreexcitando a idea popular da possessao
oriental, absorveu momentneamente todo o inle-
resse cm uma cobira patritica : esles dous parti-
dos diversos que elle buha a lomar, e que consti-
tuan) dous abvsmos iguaei, fez uma escolba.Con-
siderando as perspectivas terriveis das renovarnos
polticas e s H-iacs, vendo a sua onda subir de dia e
de noite, e senhor de todas a forjas maten.ios de
-rironla- Ir.:na- de e-paro ede mais de sessenla
millies d'almas, senlio-se mu Traen para embar-
ga-la.
homensgera, disse elle, rendida ao seu valeroso com-
porlamento.
Pela sua parle Omer Pacha continuou as suas opc-
rardes (aulo quanlo Ihe permittio a e-tar.io. Esla-
belcceu o seu quarlcl-gencral em Redant-Kal : di-
vidi o seu exerrilo em Ires corpos, o grosso cstii sob
o seu commando direelo e pama o Kopi ; o corpo de
cavallaria sol o commando do Iskender .Pacha que
foi obrigado a cobrir estas operaces junio d'O-urg-
hcli, rom ordem em caso de ataque de Dio retir.ir-se
para llalouui, onde as tropas auxiliares egvpnasj
eslavam, e marchar sobre a estarn martima de
Poli.
O lenle-general licbulolTem Kulais esta promp-
lo para a lula e Allcnd, seu adversario, Mingrclia e
(iouriel eslao oceupadas pelos Turcos, c a posse des-
tas duas provincias he um laclo considcravel que nflo
poda compensar para Russia a lomada de Kars, lan-
o mais que Velv Pacha, pela sua parle, oceupa os
desliladciros de UasMO Kalek, ao passo que o grosso
do exercilo devg proteger Erzeroum. Preso entre
dous fogos, o general Moarawieff se acharia na im-
possibilidade absoluta de aproveitar-so da victoria, c
por outro lado e em lodos os casos se m cslaeao n;lo
fosse um obstculo para todas as operaroes na Asia
assim como na lluropa.
Se o invern embargar a obra militar das polen-
E, pois, que nma potencia mais formidavel que a cias MV^ ,l0 ,la ao mcooj ^ ig mrU ;i
sua, a do lempo, obrava cm sentido contrario, pois -
deto estar orgulhusa a litteratu
da por esle bravo litleralo.
lojenaoha noticias nem despachosimporlan.es.
Lma carta particular de aples explica indirec-
tamente o repente do imperador ao marquez Anto-
nimnareceprao do 1,, de Janeiro. Parece que o
baiao Breurev, nodo novo embaitador em aples
estreiou mal sua miss,!,,. No dja cm que e.-.regou
a credencial, tomou a liucrdade de conversar com o
re. sobro as queitas das duas corles alijadas, o que
oliendo o, usosadmillidos. O rci inlerrompeu brus-
camente nos.,, embaitador, dizendo-lhcque elle bem
que o progresso roulava as horas, pois que era pre-
ciso a todo o custo um derivativo, abri os diques
da guerra, dirigindo-a sobre Conslantinopla que os
Russos consideraran) como sua heranra nalurel, a
base da sua fortuna, u poni de apoio da sua ex-
pausao, de um lado para Vienna, do oolro para as
Indias, ondea Iuglaterra, depois de urna lula inau-
dita, deve receber o golpe mortal, n'uma palavra,
como um nico caminbo que podesse conduzir a es-
ta iluminaron, um nico caminbo que podesse
conduzir a esta dominarau universal, tilo eterna-
mente soiihada. perseguida com uma lenaiidude tao
invencivel, e parecendo lionlcm anda na vspero de
ser conquistada.
Tees ieui sido a Talalidade, a causa e o alvo da
guerra de 1833 : nao foi uma caberada, foi acto de
desespero.
Os iuimigos do poder se precipitaran! urda rom
ardor, e este ardor todava nao he o enlbusiaiiio do
nico patriotismo : Iriumphns ou derrotas, clles
ccinpreliciidcr.im que esla suerra era o preludio das
IransTormarOes, a velba nobreza que nao gosta da
autocracia, que aborrece a sua sociedade, que se
isola sistemticamente dos negocios, c que formara
em todo o imperio e especialmente em Moscou, um
ncleo que vai sempre engrossando, se associaram
ao inovimcnlo para driui-lo, dest'arlo lomaran) po-
siran para a futura rcorganisaraojsocial.
Assim, a guerra lem um carcter duplo : se ella
arredilado pela primera vez junto a I responde
uraa corle se""u.T,n ", iT'r '"""T T'""'" res',0"dc "s iu',s,,e '-^..ndecimen.o c conquisla,
ig es cmm Lr fTC' l'"e SaberK' 1" la""'=' ''o reforma e Ir......orniar.,,,,
ZSSTSZZ ....."-'" ana,, ser pelo !oc,,r deCarando-a, lauro., a sua cor,, sbr o
ilustro dos negocios cslrangeiros. O
barao llreurev se lera provavelmcnlc chocado rom
esla lirao .le etiqueta, c ter referido esle pequeo
incidente de modo favoravel a si.
A ultima iiquidacao da bolsa foi muilo desastrosa
para os espectadores da alia, (irande numero den-
tro riles fallirn).
Fallava-se boje na bolsa de uma carta de Was-
hington qne annuncia aexis(encia de um tratado se-
ranipo de balalha, enrarrecaudo i. victo, a que Iba
Irouvpsse, o triumpho poda absolver a perturba-
rao provocada nos h,teree- moracs e materiaes,
pois que uma nacJao que cresre quasi que nao con-
la dos meios empregados, mas as derralas collcca-
rama autocracia em condires mu crticas tira-
ran) aos olhos das massas populares o seu prestigio
myslico e a sua invenribilidade ; indisponlo toda a
n.ng.0. que anniiuc.a W d. um tratado se- oobreza, que era perdoar.. o golpe desfechado no rul, lo. .enlmenle mZ aW* cotureio
ce., asstguado ealr. os Estado, -Ln.do, r,*,., renlme rn, nem deiord#ni laO,da sa ^ | ^ ,,, m ^J'J^Zll*
diplomacia : o tratado concluido enlre as potencias
occidenlaes e a Sucria he prcsenlcmente conhecido.
Se exaininarrno-ln smente no seu Icxlo litleral,
conslitue da parle da Suecia 00 da Noruega direito
algum de oceuparao uu de uso sobre aquello Icrrilo
rio ou sobre aquellas praias, c do repcllir ale pela
Torra qualqucr prelencao que pos-a levar a Russia
a eslabelecer a existencia de algum dos seus di-
reitos.
Da |,arle das potencias occidenlaes conten) o rom-
promisso de Tomerer ao govemo de Slockolmo as
Torras navars c mililar,rs neressarias para resistir as
prctcn^les, s aggressies da Russia. Alem disso
qualqucr propositad feila a Suecia pelo govemo rus-
so, ou para uma cessao de lerritorio, ou para o esla-
belerimenlo de um direito de uso qualquer, deve ser
inmediatamente communicada a Franca en Ingla-
terra.
Tan sao as eslipulaees leUuaes do tratado de vio-
le de novembro, a respectiva pulilicarao den logar a
apreriaroes mui contradictorias : mis viran nislo um
raminlio para a paz, oulros pelo contrario so tem
querido ver ueste ilocumcnlo um novo alimento da-
do s hoslilidadcs e nina causa de irritaran arresecn-
lada as pretendidas queixus da Russia.
Esla ultima apreciaran be pouco fundada, a acecs-
silo da Suecia e da Noruega a poltica occidental he
cerlamente um passo de mais dado para o alvo que
ella procura allingir, para a paz. ||c uma resposla
aoappello dirigida polo imperador Napoleao Illa
lodas as nifdei europeas : Sede pro ou conlra
nos. o
A Suecia c a Noruega -e pronuncian) mi favor do
Occidente contra a Russia, nao sera evidente que
quanto mais estas adhesOos se manifcslam. lauto mais
nuinerosas serio as probabilidades de paz 1 (.lucrcr
islo dizer que a paz esla eminente '.' Nao '. Sabe-se
que nao compartilhamos a este respeilo as illusoes
que alguem ha procurado explorar. A paz futura
n.lo podena ser um fado exponanlo. Para que se-
ja dnradoura, compre quo Sfjn por muilo lempo dis-
em
aajaajl represe
PAGINA AVULSA.
Aliancam-nosque alguem lem continuado a pro-
palar que a raliflcirao por nos dada, a respeilo do
Correio foi fitka da orneara.
Nao eremos: reiielimo-, nao eremos, que um mo-
ro, que se diz geralmcnte ser circumspeclo, falto
com a verdade de ama maueira tao vergunliosa :
e como abjiiein lalvez supponha. que somos algum
menino que tem recelo de caretas, passamos a ex-
por como a nossa residencia velo o Sr. F...
Eslavamos em casa quando o Sr. F... apcou-se e
pioeurou-nos;lizeniosenlra-lo. e peguntamos a que
vinlia. Enlaoo Sr. F... disse-nos pouromaisou menos
o scguinle:_yue se ochava elle e seus collegas mui
envergonliados no Mouleiro|pelas alluses do Correio,
e que a soa condic.ao de acadmico era mui melindro-
sa,etc. etc. Nos cnhecendo qneo Sr. F... c seus col-
legas Iniham razio do sobra, di-semos-lhe que al-
guns amigos do Sr. F...le nossos, ja nos haviam in-
lonuado o contrario do que bavia dito o Correio.
que tanto cstavamos certos de que taes rousas nao
se der.iui. tihat a esle respeilo, e com elleilo a no ja lelerancia
levou-nos a mostrar escrplo o que tinha de ir pa-
ra o prlo. O Sr. I"... sempre com manciras que nos
iapiivavam,disse-uosque se notfouepossltel dizer
mais alguma cousa a respeilo, que era um favor do
qual elle muilo terin que us agradecer. Annui-
inos, e adiantedo Sr. F... que mu satisfeilo fumava
o seu charuto, e cooversava com mais alguem, que
comnosco se achava escrevemos oque honlem sabio na
iin-s.i l'iigina .iritlm. O Sr, F... pergunluti-nos se
era possivel que conliassenioso aulographo para elle
mostrar e tranquillisar aos seus collegas,dissemos-llie
que sim, e com (oda vonlade pissamos a oulro papel
| que linhamos no autogr. pbo, o que feilo demos ao
Sr. F...! que muilo e muilo nos agraderea ; leva*
mos-lhc a nossa porla, vimos-lhe cavnlgar o partir
cheio de prazer por ver o seu crdito restituido.
Releva notar que o Sr. F"... perguntou-nos se qiiem
nos bavia enviado oCorreio morava uapera ou no
Monteiro, e nos llie respondemosque era sere-
do, e que muilo respeitavamos o segredo da im-
prensa.
I'er.'unb.ii-no- mais se era o Sr. Vctor l.ieulliier
-^-dssemos-lheque alanravamos mo sere-se Sr.
Emlim eis ludo. Quando demos a copia do aulographo
ao Sr. F... foi porque estavamos dispnstos ao nao ser
perlidos a Smc.c ratificar o que entendamos que de-
vamos fazer.
Somos exccssvameotc tolerantes quando ronhe-
ceinos razo, mas insultos, iraposires, ordens oh !
nunca.
OSr. F... deve estar lembrado, que Ihe dissemos
Fique o Dr. e.erto,iae [aco-lhe tile [acor por ver,
que o Sr. procuroit-nos com muila palidez, que a
ter um desses orgulhosos, que querem fazer da im-
prensa o que Ihes parcce,a racti/icaro se dara mui
surcinta.
Nos informados da conduela do Sr. !'..., e de seus
collegas n.lo hesitamos em reslitiiir-lhes seu crdito,
tanto mais qunnlu leu) sido este lodo iiosso mais
constante anhelo.
IHr o contrario o Sr. I'...".' Um i.Limos mailo por-
que tinalisainos com o principionao cremos.jnao
eremos que um mueo que se diz gei alenle circums-
peclo Talle com a verdade de nma maueira (ao ver-
gonhosa.
Estamos dispostos a tirar (odas as duvidas, e a de--
mascarar quem em proprio nome, ou de oulieni quer
Tazcr arles com quva uossa 'agina emudcra.JCoin
* Os moradores da roa Imperial claman), que es-
lao bebeudo agua Tcrrogiiiosa, e i ni ni u n la di. cba-
Tariz, e al lao felida. que nem serve para o uso or-
dinario. Mandara ao chafariz do Carino se querem
beber agua estaran) padeceudo pena de Tntalo
se nao fosse islo. A companhia, que perca algumas
pipas d'agua, alim de inelhorar a sorle dos morado-
res d'aquella ra ; clles tambe. dio seu vinlein, e
por islo nosc deve negar-Ibes aquello elemento,
como um nos disse lio precioso. Abram-se essas
lorneirus, corra essa sgua felida, feclie-se depois,
que ah esla feilo o negocio.
() moco das caira- depravadas lenlia inaiscobro
cm sua vida, considero que as familias bono-tas
onde Smc. paisa constinleincntc quasi descomposlo,
nao eslao disposlas a verem loes ligunnos. Falla
em nossa Ierra um tribunal de polieia correc-
cional.
Hespontabilisn-iM na faria Ja /ei.Fulano de
lal assim he que deve cada um respousabilisar-
se, notando, que deve estur no gozo de seus direilos
polticos.
POSTSCRIPTUM.
Iloa noite!
Srs. redactores da Pagia.Jiulsa.Heconhecemos
0 til servico qae Vmcs. irestaii) a esta cidade com o
seubom dia, e Heos oajude para poder conti-
nuar ; porque cousa boa nao dura ; mas permillam
Vmcs. que nos de quando em vez tratemos d'alguus
Tactos, ou de suas circunstancias, ja tratados por
Vmc., considerando esse nosso voluntario Iraballiu,
como prova do nosso recouhecimento pela sua coad-
juvacilo a polica, c pele eiilrelenimcuto, que nos
dilo com a le.tura de sua Pagina caita, que era ou-
tro paiz seria muito galarloada na pessoa de seus re-
dactores. (: Cootamos esa su imparcialidade para
a ii.lnii-ao do que livernos de reTerr, qfte sempre
sera verdadeiro, o se uaomerccermos esse Tavor sem
que h iiicinos de.penado-, procuraren) os oulro ve-
hculo para publicarlo il.quanlo livermos de reve-
larjao respeilavel publico
Vamos ao qta nos coudiiz
l'r'aj u.la-l.i -m sua cruz.
Consla-nus que olisci-tda Boa-Visla drigio-se as
casas dos fabricantes Ce fogos artilciaes, cem pri-
meiro lugar a do Sr. Al'es, no beceo do Veras, onde
encontrn um poucu de tslopim, uma porr.lo de
massa composlu de euxore e salitre, e uma arm .. .lo
para figura, pelo que millou a mulher doSr. Alves,
pois esle nilo se achava im caa, e d'alli Toi o fiscal
casa do Sr. Santa Ama na ra Vclha, onde Ihe
brasa apresentados algins logeles, em raafo do
que lambem mullouao Sr. Santa Anua, o sssim
tambem ao Sr. Quiuliuo.a quem encontrara fabri-
cando fogos no sitio do !r. Manuel Joaauim Caldei-
reiro. Acompanhado o ocal de varias pessoas diri-
gio-se i rao da Conceca, a casa do Sr. Rufino, um
dos fabricaules apoolado, onde ao entrar, dizem,
que despira a carranc. c prazenteiro, passara da
sala ao corredor. segundo fora ler ao quintal, e
passaudo u.n rpido ulhaino lelheiro, situado no di-
lo quintal, onde esl.i pos a fabiica do Sr. Ruliuo,
gastara o lempo em exaoinar o jardini exisleule no
uiesino lugar, encareceni o bom gosto do Sr. Rufi-
no, e frlicllaodu-o pela osse do lio bellas e di-
versas llores ; e que por liu dissera ao Sr. Rulino,
que su lallavaa sua labriascr examinada por um
eogenheiro, e sendo-o lanbein elle Rufino ; dito o
que desfazendo-se em umprimcnlos, retirou-se.
Agora pergunlaraos as, seria assim qae deveria
proceder o fiscal".' correua casa, ea do rancho per-
lencenle ao Sr. Hulinu, qt lica junta e tem com-
iniiincar.lo.Nao se sabe que u Sr. Rulino eslava
fazendo o fogo para ser apeseotado na povoaeilo de
Santo Amaro '! Deveria : o liscal n'csse mesmo
dia i casa do Sr. Rufino, leudo-se com elle encon-
trado na casa do Sr. Alves.' Nao he sabido que o
Sr. Rufiuo, pelos meios de\ue dispue, he quem mais
Irabalba nosic genero de ugocio? Nao se diz, que o
Sr. Ruliuo tem sempre asa fabrica cheia de ligu-
ras, rodas, Tugeles, c muta plvora, servindo-se
desla lauto para o uso de sa arte, como para vea-
d-la aos malulos, que fre nenian) a sua casa de
rancho 1 Nao Toi publico enolorin que o Sr. Ruliuo
esteve a pontos de perder ui lillio, e um escravo
por causa de urna evplosilo a plvora unir.....ruto, o
que nao faz milito lempo .'l)c ludo sabe o fiscal
porm nasua mente oquintl da casa do Sr. Rufino
esla situado fora da cidade ;< dinnio, e de mais
os oulrus fabricantes, se Ib zerem algum tavor,
su poderan agradecer com o-l)cos Ihe d saade.
Sao pobres c carregado- d(onerosa familia, traba-
lliamlo na sua arle, coiiTonn Ihe permilte a or-
tica c habilidade, e nao segundo as regras ensilla-
das pelo licra frunce:, que nanda baler forte, ou
mais, e vestir liguras, socar kguetes, pizar plvora,
vend-la aos matulos com raiudu ; sem que baja'
novidade ; se o cabo da guada o F for amarada,
Meus charos Srs. da 'ajina nalsa. Dos lomaremos
breve ; porque temos nuda ibra feila para a loja,
c nilo devenios continuar boj, porque para a pri-
incira vez, Tomos comiriilusE que devenios ao
1 Sr. Ilom dia, se Vmcs. iceitarem DOtsas obras .'
lie urna das granles poicas vergoohas I'm
artista, que deve estar ireupalo em seu liahalho
para dar o pao a sua lamn, e viver ItonoslaoMole
oceupa-se com o maior ios escndalos em nina ra
publica a namorar mu debale de congo, c com
lies mmica-, que faz rrodar das varando* as se-
nhoras, que gozam derepolauJo. Se continuar, p
nosso agente, que no- avise para se declarar o
nome da ra, a proliss. do arista, e o numero da
jogadores foi durinho a orelha da sola e foi-se ludo.
I.embramos ao Se. inspertor, que de vez em quan-
do va tambem rahir rom seus rohriuhos, e ver se
filia algum valcleziulio para leva-lo do mimo ao
sola.
Medidas
Convm, qne acompanhia de Ribeirinbosman-
de queimur todos esses monluros que ha pelas
praias de S. Jos, Sania Rita, e muilos mais, pois
para servir de deposito de inleciao bastimos arou-
gues.
Nao seria mao, que ns Srs. rommandanles dos
rorpos rnmprassrui barriras de alcotro, alim de
que dentro dos seus quarleis fossein desde ja quei-
maudo.
Honlem le/a companhia ly rica seo cnsaio ge-
ral. Islo de msica so ouvindo-se : nos felizmente
temos lioni ouvido.
He falsa a noticia de que perecer o acadmi-
co (lodov em l'aparaca ; leinos carta desse prestante
mo^o de 15 do corrcnle.
O povo nilo lema a epidemia, que seria o mes-
mo que duvidar do auxilio de lieos. Resignarlo c
coragem !
OQUARTO DE PAPEL.
loa larde '.
Srs. redactare* dn Bom Dia. Muilo rslimei
que a minh de 1 do correnle, que muito corre pa-
ra quem paga casa, carra de aloBOol e letlras enm-
mcrciaes e nilo commerciaes, u Tosse achar com per-
feila saude em companhia da companhia que o acom-
panha (se he que a lem e que estahgualmenle o en-
contr robusto e vigoroso, para romplela salisfarao
das pessoas sensatas e qu .librado-, que sem o co-
nbecerem vi-ualinenle muilo o apreciara pelos seus
relevantes serviros que diariamente Vmcs. preslam a
esla provincia com os seus c-criplos. Dos os aviveo-
la e os Torlalcca, para dar figas aos que os odiara :
no en!.mo :
.Vio lenlia, mea Bom Dia, medo delles,
I a-llies dando de rijo, fago ttelles.
Meus bous senhores, asan me vendo em apuros,
mesmo naquelles apuros apurados, alambicados e
aperlados ; eslou em talas, e naosci como sabir des-
sa enlaladura, olhem que entaladura he termo
portuguez ; e quando nao seja, que tem isso? To-
do o cidadilo he livre e pode usare servir-se dos ter-
mos que quitar. K saliera Vmcs. porque estou enl-
locado nessa mais que medonlia crise ministerial sem
ministerio '.' lie porque live a indisrriclo ; iudis-
cri|.r.i,i J .Mais ol-uina cousa ; he por ler cabido na
grande e grandissima asneirade dizer na roinhacuja
referida de -':! que Ihe dirig, que en habitava, mo-
rava e resida no-te valle de lagrimas, onde existe
muila mora bonita c Teia. Sabem Vmcs. o que isso
me cuslou e o que lem bando ? Eu Ihe conlo :
sim:
En cont o OMs/como o caso Toi
O tolo he toKirao, o boi he boi.
I raa senhorila (spiriluosa, rom quem eo u'oulro
lempo, nao se me dara de adjeclivar-me, rasar-mc
(por ser don/.elo, com qoanlo seja vclbusco, mas
ainda frescalbao;, pelo Tciliro que ella occulla nos
bolicusus olhos ; sin) :
Olhos lindos c faguciras,
Ollios de maga c.iprcssaa.
Olhos qu'inspiram amor,
Olhos de miaa paixo,
apenas leu a pobre Iloa tarde, enfurercnilo-se, lan-
tou uiilu da penna e escreveu o seuuinle :
.Sr. redactar da Boa Tarde.OU l j sou re-
dactor Iloa he a miuba Ierra Mas o que digo eu '.'
E o que he ser redactor nesla uossa Ierra t com mui
puncas excepees, n,lo he mais nem menos do que
um copista do que nutro- ji disserara ; e islo ss ve-
zes he foilo por tal forma, que causa nausea o ver a
maneira de que se>ellesservem para impingir-uos
galo por lebrc. Mas vamos ao caso. Como escrip-
tor brioso disse a lal menina; queira Vmc. declarar
abaixo desle abaixo assignadas, se as mugas de quem
Vmc. Iratou na sua Boa Tarde sao as que mo-
ram na .ra de Dos o guarde, etc., ?etc. E
consta que (cm andado de porta em purlaadquerindo
assignaluras. A imitarn desta todas as mais de to-
das as ras desla cidade, eolio fazendo o mesmo,
porque a cousa passou de bico em bico. Ora vejam
Vmcs., em que eslou meltido. Emlim. eslou resig-
nado a ludo ; venha o que vicr, que Dos me ha de
ajudar a desenvensilhar-me calhcgoricamenle ; islo
he, com cathegoria cathegorica.
Varaos as nolicias:
Os lilli'os querido-du Dos barriga, coraeffeilo, de-
ram um puto ; deitaram ou mandaran) enterrar
alsuma carne podro ; be ,\ rr.la.le ; e louvores Ibes
sejam dado.. Procedan) sempre assim, que o pobre
Boa Tarde ha de ser sempre delles um bom amigo.
Mas, e anula mais, n z?od'/arde quer mais alguma
cousa, c quer mais alguma cousa porquea lei o qaer.
B o que quer a lei ? (Juerque os queridos lilbos du
Dos barriga, nao manden eulerrar smente a car-
ne pessiina ; mas tambem a ma, como succedeu ou
deu-se ua quuila-Ceira 2 do andante, qne um delles
mandou eulerrar (i arrobas de carne TeJoreu
dc.tando que se vendeate a
O Irabalho he uma uccessidade que Dos irapoz ao
bomem. o nao um castigo, como indiscrelamente
alguns dizem, porque Dos nao rroou o horaem para
viver com uma mao sobre i oulra, esperando que
Ihe caiam du co :
l.aranjas,
Mangabas,
Melle-
E gniabas.
Uaxiies,
Qniabos,
Tomates
E nabos.
.Nao, senhor, o bomem, para rugir ao ocio, que he
um rimo, deve :
I rabalhar e Irabalbar
II aballen ale murrer,
Deve sempre Irabalbar
Qaem rom honra quer viver.
I'omo I lenla.Ir de remelter-lhe a seguinlepa-
rodia, feila por um nosso patricio cm critica aos
amizus comeles .- aos papa-jaotares.Eo romo nao
entendo do riscado, nao pos dizer se a parodia
esta ou nao bem feila ; ah a lem :
SONETO.
Oa Merlos, raen Franzino, que ah vao,
Com pouras e mui raras exceptes.
N.lo pas-am d'uns lamilos eouieloe-,
(0)0 amor s mostrara ter au leu piro.
Ouve, charo Franzino, co'attcnrao
Estas mulla.-- amigas relleves.
Nao des a taes pelintras leus feijcs
E, qiiauh, antes, franzino, emenda a mao.
Nao jolgucs qu'esses ctijos, qu'a porlia
A' tua mesa ehegara prrssurosos,
Qae le lenhara sincera syeapalhia.
Nao serven) pr'os momentos perigo-os,
Porqa'a mira s lem c a phantasia
Nos leas bellos peliscas sonorosos.
Ora. viva a patria Desla vez a cousa Toi em prosa
e verso. No eulanlo creiam, que conlinuo a ser, sem
cousa que duvida Tara, e sem ser grara. de Vmcs.
venerador c criado. o Boa farde.
At amanhia.
COMARCA DE NAZA.RETH.
. Tt de Janeiro,
A ordem do dia boje lie o cholera, porlanlo prin-
cipiarei por elle ; va la.
A uosia cidade al agora acha-se livre desoe lla-
gello ; naonlistantc, ha grande receios, de que nao
scja:nos a-sallados por elle de uma hora para onlra,
mormenlc estando, como asseveram, cm Alagoa do
Carro, distante daqui qualro leguas, onde dizem ja
ler Teito algumas victimas. Ouro dizer que a requi-
sirao do Rv. vigario da matriz de Tracunliaem ser
enviada ho|e para alli uma porrao de remedios ;
mas o que valen remedios sein quem os sai"' ap-
plirar".'...
lambem oesjo dizer que o Etm. Sr. presidente
ila provincia encarrilara ao Dr. Sinfrnnio de acu-
dir aos necessitados ; mas esle nega-se a sabir da-
qui para onde quer que Tor, e de alguma forma
acho-lbe razao ; o Dr. tem seos cominodos, lem sua
clinica, lem comprometlimanlos a certos respeilos.
e, descalco por descalco quem nao lcmabolas.
Apezar desses receios que me parecen) verdadei.
ros, bem pouco e tem feilo ov sentido da bvgiene !
Ouasi todos os focos de immundicias existen) ; os
enterramentos as igrejas, as porcarias pelas ruase
beccos, e a falla de liscalisarfio nos gneros alimen-
ticios continan). Tambem para Ihe dizer a verda-
de, acho boa essa apalhia, ao menos nao leremos
motivo para uma verba de mais no arligo despezas i
o diabo, porem, ser que essa verba appareca, como
aizemja ter succedido, sem que todava o publico
perceba dabi a menor vanlagem. ,
nanlo au mais vamos bem, islu he, i respeilo de
salubrulide ; ale uola-se uma cousa bem singular,
e he, que ninguem morrn ainda nesla cidade,
nem em seus arrabal.le-, de|iois que enlrou o 18(i.
No dia 90 do crrenle leve lugar i instalaran da
pinta revisora da qoaliBeceao dcsla freguezia, "e, na
forma do louvavelcoslume os membros da mesa, com
excepcao do juiz de paz e seu escrivao, reliraram-se,
e, deixando a alagados em seas lugares ; lamben co-
mo a dita junta be soberana, e nilo ha quem possa
lomar conla desses escndalos, (asesa muilo bem.
j Quando cl.ega o lempo de eleires, nao falla quem
!f[ n3o queira ler a honra de ser cleilor ; mas quando
ia ; se aquella por pc,-
sima, Taz e cansa grandes males, esla por raa, n 1lle lempo de revisao, uns eslao doenles, oulros leem
.. fa eg'>'' moendo, oulros casa de negocio, que nao
pode prescindir de sua presenta, ele. etc. Por esse
iue moilos.
que se deem providencias, que nu se conlii ,
a vender bacalho podre c viuho venenoso as.,
liornas, como, romo maior descarne escndalo .
vendem a vista do publico. E que diabo de reservsb
esta que os senhores liscacs temparacom ns tubernei
ros 1 O que be isso ? Esperamos que os senhores
liscaes atiendan] ai noaaaa snppUeaa e que emenden
a mao. v
Va a quem tocar, poslo que nos parera baldado ,
islo he, de balde ou de caneca. Ha um'sujcito mui-
lo csbranquiradoque Toi cabo de l.linha,queboje *.,i .,,, rnrro,llo
he cabo de tambares da guarda nac.onal.que sccous "
tiluio, a lempos ha esla parte o maior alravessador
de peixe ; elle he bem conhecido, menos do fiscal,
que no dia -2'i do correnle, mandando prender a al-
gunsatravessadores, Tez delle eveeprao, porque mis
o vimos na ribeira de peixe. Inflo 'venden.lo, mas
junto a outro testa de Trro que Tazia as suas vezes ;
e isto pela maneira a mais criminosa possivel, pela
approvarao ou reprovaro que dava aos procos que
olTereciam ao seu alter ego.
A proposito desse alravessador ; em uma das noi-
les chuvosas, ouvi cantar as segrales letlriiihas :
Ha ni ribeira do peixe
llm grande alravessador,
Compra cacao, compra arraia,
Curimaa e voador.
prero tambera esloo prumpto para ser eleilor, c con-
Tesso que bei dodeseuipcnhar o encargo inelhor do
O auno por aqui nao principioo bem a rerlos res-
peilos, e ameaca ser climatrico ; he auno de Tome,
le pesie, de eleires, c emlim bisexlo !
Agora duas palanas ao Dilelaoto do Diario de
Consta-nos, que o li. da Sjii.le exige do admi-
nistrador do lazandonc cobra dos quarenleuanos
os pratos, que quebrare,, para oque ja mandou
que aquello enlrasse ron um fiador !
Os quarenlenariosi|ueixaiii-se, quo nao lem
agua para beber, nei para lovar-aa : a culpa
he de quera lem dever le remossar para o lazareto
ludo quanlo a bem doiquarentenarios Toi pedido
pelo administrador.
Na ra do Calabouo confronte ao 10 babilh.io
lia uma casa dejogo, qu lem por lesla de ferro um
billiar. Conta-se ah um historia de um sujeilo que
veio de (ioianniiba ro J$oO0 e por seducrao dos
i*l Nao temos de qui nos arrepender. l>s sanios
do rasa lambem fazoni lilagros,
)*s Bit.
Arrc-l c' o tal peixeiro,
Arre-l c' o (al tambor ;
Han-lam-pliin, tara-plan, (am-plan
Marcha, avaura carador.
Couslii-me por pessoa fidedigna que para a ra
dosMarlyrinsmoram duas meninas orphilas, que por
suggestocs de urna corta Sra. viuva derara-ll.e uns
magros vinleiizinlios a juros, e islo ha muilos annos,
eal o preseule nada e mil vezes nada, porque ellas
nao tem podido cobrar da lal Sra. viuva o principal, e
iiem lao pouco os juros. Chamamos a allenrao do
Sr. juiz de orphaos em favor dessas infehzes."
Em cerlo | rimeiro andar da ra da Cruz do
Recife. dorine uma sucia do rapazes peralvilhos, que
alem do muito barullo, que fazcm incommodaudo os
vizinhos, portamse de maneira 1,1o indecente quan-
do de dia chegam I varauda, que lem obrigado as
familias honestas a vivaron) fechadas, depara desejar
que o Sr. inspector dessa ra ponha cobro a isso.
Consta que Raphael l.ucci,italiano denascimeolo
e futuro emprezario da fiiluri empreza de 8 anuos e
-O mezes de espera, pretende, mas nao, quaudo che-
gar esse lempo :
Mosquitos por curdas
lliivemos de ver ;
I', olgomas cousinbas ,
Do incu eulendcr.
Heroinmon la-sc a cerlo logisla, que quando
Ihe nao agradar um raixeiiu o ponha no olho
da ra, mas que nao o maltrate, como ltimamente
pralicou rom o ultimo que Uve, a ponlu de dar-lhe
bofeladas. Veja que dar bofetadas he um crime e
um crime...; nao sel se me ruten lo Mas a respeilo
de bofeladas, Srs. redactores, vou contar-Ibes a his-
toria dos hofeles. Com sua Uceara, li vai :
Historia das bofetes.I'm bofeUfl dado na cara
Toi sempre lulo o llovido pela maior injuria que se
pode fazer a um bomem de grvala lavada. Uma
boa tambada as cosas, un um alentad., sorco i in-
glcza pretil.licim muilo mais, porem ollendem muito
menos a quem us leva. A razilo desla dilTerenra he
histrico. E quem dina que os boTcloes seriara tam-
bem historeos!
Auligaineiile s os pees he qne combatan) com
a cara descebarte, e porlanlo s clles be que podiara
ser Tcridos na cara. Assim, quando a uu) caval-
leiro se dava um bofelO na cara, era o mesmo que
trala-lo como peao, ou degrado-lo da nobreza, que
era a maior atiranta que se Ihe poda fazer.
Nilo he pois, de admirar ludo o qae as chroaica
I nos dizem acerca ,1c alguns bofetOes historeos. O
; papa Booifacio VIII morreu de paulo, purque Sci-
arra Coloiina Ihe deu um bufelilo, estaiulo presente
Nogaret, embaivador de Filippe o Bello, rei de
I ranea.
Isabel de Inglaterra den nm dia um tremendo bo-
fet.lo no conde de Essev, seu valido c amante. O
cunde mellen logo mao a espada, purera lomando a
si depois de um momelo de rellexilo: Sra., Ihe disso
elle, indo he permlUldoo uma mulher ; porem juro
por ranilla honra que llcnrique VIII nao metera
frito impunemente semelhonle aflronta.
Moje os boTeldes das Sras. pas-ain por oulros
lanos fMircs. A mulher do infante de llespa
nha D. francisco de Paula, deu um lemivel bo-
fel.lo em (Jaloinarde. sendo elle ministro de estado ;
e elle em vez de se aflligir mullo rom isso, beijou-
1 lio a mao pela Hierre e .; j.. |..| ';
'radar algum alitio ao pensamenlo
D'importunas queslet ap'iqnciitada
/.'/ owa capote emhnrado,
l'or ser dia ile china e muilo rento
.a fui ler a Boa-lisia.
Que d" lar cm que mora muila dista ;
banro esle onde residiramos so podes-cino-, por ser
aleare e fresco, e porque nelle inorain a. bellas, a-
mais bellas de lodo |n inundo. Andei, virci. c al
que casualmente deparei rom uma nova rasa de
modas fraurezas uirsino no aterro, de n. -J-J. Entrei
c admirei ; a casa est elegantemente preparada, e
conlein um lindi-iu.o sortiinenlo das melhores fa-
zenda- que pre-enteinenle lia em Pars ; os pre-
c,,s sao razoaveis, e a all'.ibilidade de madame
Scasso, pornambncana do uarimealo, c o seu porte
grave raplivain aos que a rominuniram. Permita
Heos qae ello ae imitada por entras de sen sexo,
e que nndam pe ah 10 boleo- pela preciira a que
se eulrc.iini.


Sr. Diletante, he verdade que ha lempos n.lo da-
mos copia de nos ; nao por cslarraos combinando
nmeros a maneira dos Egvpcios, como quizesles
dizer, nem tao pouco trabalhaudo em dcscobrir a
quadratura do circulo ; igualmenlc nos nao entre-
levo a serio de diverliraenlos de que falla.lo-, puis
a iieiiham delles assislimos, .leudo apenas nolicia de
lodos: alguma causa porem existe, para que uos
1.-libamos esquecido por um pouco do serio compro-
mellimenlo que jalgamos ler cum a redaeso do
Diario de Pernambuco, ou com o sea diguo proprio-
tario, e essa ser dada ainda em arligo especial,
quando assim jalgarmos conveliente ; por agora
nao ; pois nao nos julgamos cm circumstaneias
desesperadas: por ora, vale.
\ nllan.lo ainda ao cholera, digo que muila con-
liaaea poera os habilaules dcsla cidade em una ca-
pacidade medica que o acaso nos Iroute : a vinda
desse bomem por aqoi foi mesmo uma providencia :
assevera ter corado iV) doentes de Tebre air.arella
na matriz da Varzea em Ittio, depois de lerem to-
dos lancado prelo. e isso por meio do emprego de
acido prossico Venha para ca o cholera que o
nosso Esculapio Ihe dar a obra. |
A natureza, que 1,1o mesquinlia selmostra com o
geral dos homens, he prodiga de mais cora alguns :
esse de que trato, alem dos conliecimenlo- mdicos
ecirurgicos que possuc em alio grao, he versado n
utroque jure, e be. alem disso, pbvsicu, rhclorico
e poeta, astrlogo, hvdraulicn c geouraphico. pao-
Miado de mais a mais u.na garganta admiravel.
Ha Ires dias que temos abundantes chavas, Iro-
ves e relmpagos.
Os gneros alimenticios gozan, em geral de ura
prero subido.
Al mais ver.
S
.... Jam prxima fardel CcaUgVH !
Em additamenlo a que Ihe enderece) com dala de
boulem, tcnboa dizei-lhe que infelizmente se lem
verificado a existencia da epidemia reinante na po-
voaeiio de Alaga do Carro, tendo feito j., cinco vic-
timas, e estando oulros afectados.
lambem asseveram-me, que para o ainanbrccr de
boje succedeu um caso da mesma epidemia na povoa-
cao de Tracunhaem, que disla daqui duas leguas, se
lano.
Como nao temos cordao sanitario entr'esta cidade
c a dila povoacao de Tracunhaem, ou oulro, qmes-
quer lugares, unde se tenha declarado, ou baja de
declararaepideraia.be be, de suppor que d'enlie
de muilo pouco lempo leremos por aqui esse hospe-
de incoinniodo, e perigoso.
Estamos 'bonito-, para rccebe-lo ; mas DtMSSM-
per ommia !
Coarta UM que se preparan) aqui par., o folgaedo
do carnaval, com alguma pompa. Isso mesmo he
mundo, o bem mal e.-lariainos sen.io livcssemos es.
sas o oulras corapensares \.
^Carta particular.
I llm. e Etm. Sr. leudo V. Exc. aeccitade oof-
l.'re iinonlo que |/. honlem a larde, de ir i m media-
Uniente a Santo Amaro de Jabo.il.lo, alim de verifi-
car se era exacto ja lere desenvolvido alli chole-
ra morbos, segundo se dizia, e havondo partido ape-
nas, me (oicnlreuc o ollieo que V. Exc. dirigir ao
delegado do segundo dislrieto, levando comiso oi-
gan* medicamentos meus de qur poderla precisar,
encaminhei-me para o eogenho Calende em quo ,e
achava o leooolo-coronel Francisco Antonio Pereira
da Silva; e leudo regressado a esla cidade, onde
rhcnuei a me.a noite rom alguma cepbalalgia, n.lo
me Toi possivel rummunirar loso a V. Evc. o que ba-
via oh-ervado.
Apenas ebesuci a Calendeprorurei obler iuTorma-
cnes, e pedindoque rae houvessein de referir o que
linha sido observado, me foi dilo pelo delegado que
um iudividuoilc llonm Antonio Alves bavia suecuin-
bido no dia anlecedcnle. apreseiiliiudo lodos os
symplomas do cholera inurbus que me lorain referi-
dos, o que se aehavam doenles Amonio l'hemoleo
Jos l'hemoleo c Honorata, viuva du Tallecido ; e
querendo eu examinar esses doenles, alim de ver se
com elleilo essa era a ellecelo de que solfriam, me
Toi dado um guia que me condol ao rasa de rada
nm ; mas lendo-os vislo, nelles nao reennheri emp-
lomas que me fizessein rrer que c aehavam acema-
inellidos por essa affeccao, sendo de nolar que Jos
Themoleo mais de uma vez me disso que de nada su
qoeuava. Desojando saber se mais adianle na i
Imam doenles, dirigi-me ao engenho Morenos
lendo estado com o coramendadnr Antonio de Sna'u
l.eao. ui informado que alm desses doenles oolro,
nao aavia, e que Antonio Alves linha passado a pri-
meira noile em que fora acommellido, sem Irala-
menlo, cxposlo ao ar fri e hmido, bem sensivel na-
quelle lusar, accrescentando-se que dias antes de
ter se desenvolvido a epidemia em Cacimbas dous
prelns de Calende haviam suecumbido com os mes-
mus symplomas que aproaealara Antonio Alves oc-
currcnc.a que me nao referir o lenente-coronel Pe-
reira da Silva,
Posto que se nao possa dizer ainda qne a epidemia
principia a mamleslar se naquclle dislrieto. mesmo
quaudo hvesse suecumbido do cholera Antonio Al-
ves e Manoel do Nascimenlodequem me faliaram
cm casa de Antonio llicmoleo, ledavia estando San-
to Amaro de Jiboalao contiguo a Santo Anlflo. onde
lavra essa alleccflo, e convindo proporcionar com
antecedencia aos desvalidos meios de que posaam
precisar, son de opiniSo, e assim pensa o delegado,
que se deve eslabelecer na puvoac,ao uma enferma-
ra provida dos meijs therapcuticos e de 30 leilos
podendo se-lo na casa da anliga residencia dos viga-
nos, sendo essa enfermara dirigida por algom fa-
cultativo ou pessoa que pngsa ministrar promptn e
"o la.lamente os .nrcorros mdicos de que cirecc-
rem os accommellidos; e corno quasi por toda a
parle encontra-se dilliculdade em ler pessoas que se
presten) a uhumarflo dos cadveres, o qae se dea
cono a de Anlouio Alves, se for preciso, e isto pede
0 mesmo delegado, um destacamento que nao .,
ronrorrera para a m.iiiulenr., da urden), seoflo se
prestara a servico que em algumas circuraslaacias
se lomam indispensaveii e urgentes.
Uesejando saber se o socco do limao linha sido
empregado. fu. informido que nem essa. nem al-
guma onlra substancia ha sido applicada coro rego-
landadee a proposito, porque, segundo parece.todos
querem qae a molestia ceda sem esforros, parecen-
do-Ibes complicado qaalquer Iral.imenlo, por mais
simples qi-c soja. Antonio Alves tomou qualro co-
Iheres de limao e paramo os vmitos que jajaj m
pararara lambem com a applicarao desai substa'ocia
nao obstante anda apresenlar auciedade, passadas'
horas Ihe foram applicadas duas oulras eolheres qae
nenhum resollado tiveram, suecumbindo elle'loso
depois. Pelo qae ob lulade que se va. dando nos lucares accoromeilido.
pela epidemia be mnis devida falla de promplo- e
ineil.o, ico. soccorro, do que a iniensdade do mal,
que he dill.c.1 remediar, porqo.nl nao pa7.ee
fac.1 acudir a popular-oes diseminadas sobre gran-
des su|,erl.cies, princ.piimenle nao bave.ido Unto,
Taculralivos quanlos sao precisos, mesmo em ci-
camslanc.asmais favoraveis.
Tendo a Commissao do llyoieoe Publica pedido a
V. fcxc. que se diguasse de dar providencias alim di
evilar-se a cmigrarao de pes)is vindas dos focos
epidmicos para esla cidade, eu n.lo poda deinr de
recotumender ao delegado que a embaracasie mis
sendo Tacis os meios de communicacao. creio au
nada se conseguir. ^
Dos guarde a V. Exc. Sala dassessoes da Com-
missao. 28 de Janeiro de lK-it._I||m. e Etm. Sr
cousellieiro Jos Benlo da Cuuha o Figoeiredo nro-
s.denle da provincia.Dr. Joaqoim d'Aquiuu Foo-
scca, presidente da Commissao.
BEPARTigAO DA FOZ.ICIA.
Parte do dia 28 de Janeiro.
lllm.cExm. Sr.Levo ao coohecimento de V
Exc. quedasd.nerentesparticipaceilionlemehojo
receb.das nesla rcparlicao, coosla que se deram is
seguinte occurrencias:
Foram presos: pela subdelegada da fregoezia de
Sanio Antonio, o pardo Antonio Hibeiro dos Sani...
por briga, Jeronymo Emiliano Oornes da Fonseca'
e Joaquim Antonio do Bisarte, ambos por soapnlos
em crime do rouho, os prelos escravos Jos, por f-
gido, e Pedro, por furto. *^
Pela subdelegicia* da freguezia de S. Jos, Jos
Mana dos PrazereseJoao Evangelista Soares, por
mrrarrao de posturas municipaes, e a preta Anna
Joaquina do Sacramento, por briga.
Pela subdelegara da fresuezia da Boa-Vista,
Jos Kodngues Peitolo, por aaasaoaa phisicas. Jos
francisco que diz clumar-se Sevenno JosedeSan-
t Aona, e o prelo escravo l.uiz, por insultos.
t a reqnisicao do depositario geral, o prelo es-
cravo l.azaro.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da policio do
1 ernambuco 28 de Janeiro de 18.*.Illm. Exm
Sr. conselbeiro Jos liento da lanilla e Figoeiredo
presdeme da provincia.O ebefr de policio, /.;
(arlos dr l'iica Teixeira.
29
Illm. e Exm. Sr.Lava ao ronhecimentn de V.
F.xc. qne dasd.drenles parliripacoes boje recehi-
das nesla repariie.-,,, consta que se deram as oe-
giiintes concurrencias:
Foram presos: pela subdelcsacia da freguezia do
Recife, Manoel Amancio da Sania Cruz, eJoao Cec-
ilio da Silva, por brisa, Manoel Jos Germano, por
fuilo, e a parda Alexandnna Mara da Conceirle.
por insultos-
Pela subdelegacia da freguezia de Santo vuloo
os porlaguezes Joao da Silva Ferreira. e Autn.uo
da silva Moreir.i, por espancamento, K.i.friJ.j .'se
! das >Cves, por Tarloem peso de carne, o mirnjo Ri-
. chard AIKer, e a preta Horlcncii, por ebrios.
I, I ca subdelegacia da fresuezia de S. Jos, Jos
Muslino Evangelista, por nfraccao de posturas ni.-
Iniripaes, eo prelo Jos, por fusido.
Pela subdelegacia da freguezia da Vanea, n par-
lo escravo Manoel. por suscito em crime de roilo.
t, a reqaisicao do depositario geral. o prelo escr-
ro r rauciscn.
Ueos goardei a V. Etc. Secretara da policio de
Pernambuco 29 dejane.ro de 1856. Illm. o Exm
Sr. conselhe.ro JoscBcnto da Canha e Fisoeiredo"
presidente da provinciaO chefe de polica. Mi-
rarlos de Paira Teixeira.
.gtajg be ^emaubuco.
O F;xm. presidente das Alagas, por um expreso
enejado hontcm, parlicipou ser falsa a noticia do
ler fallecido en. Papacara o eslodanle de medicina
UM Antonio de Godo) Vasconcollns ; o qu- esle o
seu companbeiro, Olavo t:,rr*a Crespo, conlmua-
vain a prestar bons serviros naquella fregaezia.
Keceberam-se honlem noticias da comarca da
Boo-VioU, Flores e Tacaral, o em todas ella* a sa-
lubndade publica nada deixa a desejar ; tend, ases-
ino dcsappareeido os casos de cholerina, que se ha-
viam dado na ultima, como meihor se lera no om'cie
seguinle :
Illm. e Exm. Sr.lenbo a satisfarn de rasa-
municar V. Ex. qoc a epidemia por aqui resla-
le parece ir em derrcscimenlo grabas a ineffavH
hondade de Ne**a Senhora da Saiide I. poi < de-
rorrdos nove da- c nenhom caso ha appareridw.
At esta data lem sido accommellidos do mal aturra
das ruis desla villa .12 pessoas, das quaes Irn pere-
ceram, e no me ronsla que por outro* lugares do
muir,p,o Icnln apparcrido la Icrrivel agollo. A
popularo acba-se annn ida. e isto mo s devidn ao*
meus ofoicos, como pelos medicamentos ollima-
mente enviados por V. Etc., qae cliesaraiii a lem-
po de salvar muilas vidas.
Dos guarde a V. Exc. por muilo* auno-. Vil-
la de Tacaral 2!> de dc/embru de IK.V,. Illm. a
Exm. Sr. conselheiro Jos Recto da Canha o r"i
guciredo, dignissimo presidente desla provincia.
Marcos rorrea da Cmara Tamarindo, jo mo-
uicipal e delegado.
As noticias chivada- hontcm da cidade da Victoria
continuos a ser dr-lavoraveis. A* pessoa* alaridas
do mal misturavam os Iralamenln*. e oao con*ervo-
vam dieta, o que oorigara os medico* mandado* pelo
galerno a eslabelecerem urna enermarii publica, pa-
ra onde ronduziam os .lenles, alim de srrem tratados
resolarmenle. Monlavam a 1117 as victimas qsre tt-
nham sncnmhido a mal al o dia 28 as 10 horas do
dia. Viraos uma calla qne diz o segointe: 1 op,
marrlla. m.i-tar.la. rl\ teres de somma e vinh, .1.,
porte tem melhorado a muila gcnle.
Espalhou-se honlem o boato de um raso de chole-
ra na ra Augusta dcsla cidade: sobre o qual rece-
ben o Exm. presidente a rominuuirarao infra:
Illm. o Exm. Sr.Coostando-me boje pela- 2
lloras da larde, qoc na roa da (turo da fregaezia d
S. Josr, se achava ura individuo accommellido peta,
rholera-uiorbus, a soa rasa dirigi-me, e teado-e
examinado e procurado obler infurmare*. rissr a
expor a V. Exc. o qae obsorvei c rolhi :
Hermenegildo de Paula Albuquerque. Iirane. wl-
teiro, de idade de 21 auno-, natural desla ct.li.le
--liria habitual nenie do estomago, e lendo estado m
domingo 27 do correte em Sanio Amaro de Ja-
boalao, ahi passara o da : honlem jinl.ua sallinka
lorrada com Tcijao. e comer pela* nove boa- da
noile, depois do cha. duas espiga-, de milho, lemh-
comido antes don* lillni*. Pela ineia nuile prnr-
pi.ir.i a sollrer de auciedade, alsnmat rairabras e
vmitos, e sen. soccorros passara ale as seis limas o
meia da manlnn, em que cometan a sor trotada
homeopathiramente ; mas, tendo continuado mal
em ua marcha, acliava-sc no estado em que disse a
\. F;xc.
A casa, em que eslava l'auli Alluqurrque, lie um
pequeo sobrado situado a niarscn do rio, e cunt-
suo esse alagado, c,.licito por pequeo* maugnas,
deque Iratou a Commissao de llvgieue Publica em
seu ollicui relativo ilinipeza das ras, proras e praias
desla cidade.
Deossu.inle.i V. Exc. Sala das -e-s.ve-.ls (,,>m.
inis-jo 2!) de Janeiro de 1838. Illm. a Exm. Sr.
conselheiro Jos lenlo da Cuuha e Fisuciredo. pre-
sidente da provioria.Dr. Joagmin de .quino h,m-
*eca, presidente da Commissao.
Sr*. redactare*.Eslava dispo-h, ., entrar com a
| principal esrriplor do Ulorod Prriiamimrano, o Sr.
i Dr. Fcitoza em orna discassilo scienlica .cercada
iulervencao directa do govemo no Tornerimcalo da
feriaba e da carne. Mas, como o I j be ral ..mero '.Wit
i sabio 01 ja rom o redimi, e nesla arma me eeaheca
j mili Traen, desisto da empreza ; senlindo haslaale qaa
, uma lolha da nppiisiraii ferhasse a parln a amo dts
I cossilo, s porque a doulrioa que si-:o, o que be a
\
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ri itii a


CURIO QE rtMllBUCO QUARTA FER* 30 Of JANEIRO f E 856
dos oais eminente* economista* modernos, que por
f crio ii.lo aprendern) ni escolla do mgico, vai con.
trariar mi dna plano* de a^rcssao coutn o fcvin.
presdame. Seja-me poreni permitlido enderezar ao
mgico esla palavras. Nao necessito, Sr., de in-
at censar ao povo, nein 13o pouco ao governo, contra
minha consciencia. Meus pas foram plebeos, e
eu lambemo sou. amo pois cntranhavelmente ao
poyo, e com elle soflro e gozo. Sou pobre, e com a
caresta sollro juntamente com os meus irm.ios po-
bres, pois nao posso antecipadamente fazer provi-
o sss; mas ora por isso grito, nem peni ao go-
verno que faca o que nito (leve, porque alinal
a emenda ser pcior que o soneto. Tambera
nAo sou invejoso da sorte do tico, nem insullo o
povo contra i propriedade alliea, ." porque nao
lenbo carros, nem movis esplendidos, nem sitios,
" nem joias, nem as commndidades da vida ; e se for
mister comer com of meus irmos as capas de to-
" dos os livros de economa poltica, por ato baver
farinha, eu as comer, com toda a resignara.., c
certo deque serilo menos indigestas ao es(omagoa
do que o sao para o espirito cerlos arliguinlios. Se
nao pc^o ao governo p he porque o maldito do Adam Smitli e oulros,
que queimaram as peslanas no estudo. porque nao
a sao mgicos, me encasquclaram que isso nao lie
possivel; e estou mas pelo que diicra aquelte mal-
dito e seus discpulos, do que pelas chalaras de
a om mgico anonymn, que anda nao exhibi ao
publico os seus ttulos de meilre. Emfm lie mis-
te ter que o Sr. mgico saiba, e fique emenden !n.
que nao troco o mcu amor ao povo pelo seu : te-
a olio dado provas delle exuberantes, ja na cadeira,
ja pelos men* fracos esrriplos. e j pela cduci.cAo
* que dou aos meus fllios, eusinando-lhes iocestan-
teniente que nao recuera a nenhum perign, quan-
ir do se trata de fazer bem aos que soll'rem ; porque
a minha moral he a do crucificado, e nao a dos
.t demagogos, que querrm o exterminio dos ricos
.. para bem do povo "Tsso sim quo he uma moral
toda cliristaa, e obra perfeiltssima de misericordia,
n que a rapaziada dcsentolla, que frequenta as casas
" do Hospicio, anda nao ouvio dos meslrcs encarre-
g.dos da .-na educarlo. Tambem nao admiti a
oulra obra de misericordia do mgico ( que nao
u acbo na cartilha por onde appreudi ) e que be en-
u sinar ao povo a exigir carne e farinlia do governo,
.. quando estes gneros sa. raros : E se o governo
nao se puder prestar a cssa exigencia, pegar em
. armas para depo-lo, invadir os armazens e escup-
ir torios da aristocracia comroercial, saquca-los,
destruir essas provises que ella a tanto custn
amonloa parajvender o genero na necasio ein que
o Ik.iiver mas iiecessiihde delle ; epancar, matar e
esquartejar os negociantes, que sao verdadeiras
(i sanguesugas do povo. Pobres negociantes! sois
i sanguesugas do povo, porque especulis e arriscis
* os vossos capilar- para ter um lucro '. Vossos ga-
ir ohos sao illicitos, porque nao vendis au povo
o pelo cusi (e por isso deve o governn fazer o com-
(i mercio. ) Nao sao porem illicitos, por excmplo, os
ganbos do advogado que defend' a causa do pre-
potente coutra o desvalido, oii que exige uma boa
paga por urnas razesinhas militas vezes de cabo
d'esquadre ; nao sao illicitos os ganhos do sapaiei-
rn, do alfaiate etc. Malditos negociantes, arillo-
cratas infernaos .' grila o mgico. Oiieni me der
e va-los lodos na forra! E depois, Sr. mgico ?
ii Sira, quando nos virraos livres dessa rale maldita,
ci quando um governo paternal tomar im conla o
. commercio para prover ao povo o que Ibe for ne-
cessario, entao nao llavera inais fomes, nem rari-
dadedos (Teneros para o consuinmo. Enlao o cor-
" no da abundancia ilerramar-sc-ha por toda i po-
li pulac.au ; todos andarn de barriga cheia ( sem ser
das* capas dos livros dos economistas,) bem nedios,
" tjeSjjeslidos, bem calcados ele. Mas eu que pen-
ii so diflerenleinenle, receio milito que, se o gover
i no abracaste as ideas do Liberal, licasse o povo re-
duzido ao apuro da mizeria, e a comer papas do
- baratas, senao melhores, do que as dos livros
,. d'ecnuoinia polilica. b
Rogo ao publico qoe me de-culpo por me ter apar-
tado do serio, e fique sabendoo Sr. mgico, que po-
de.passar-rae a desandadeira que Ihe apprnovcr
cu iima povoacaode Ipojuca, como fez com a grau-
de e soberba cidade de Jerusalein, cuja destruirn
principiou pelo magnifico templo, que o sabio "rei
Salom.in com tanto cuidado inralciilaveis despezas,
fizera edificar em muilos anuos : o islo pelas con-
tinuas profamcoes que se pralicavam dentro delle.
Paran estas e oulras le.nbranr;as que me preoecup.-
ram al que Apollo 'lardejando seus raios fez desap-
parecer o liuinidn e sombro manto da noite.
No ilia .1 do mesmo mez mndu/.o-se em procissao
da capella de Nossa Seuliora do t) uma imagem ilo
donoso S. Uoquc. que l.i eslava depositada desde
outuliro do prximo lindo anuo, para o memo con-
vento a que pertenee, e foi acompanhada por Ires
mil pessoas pouco mais ou menos, e ao recolher a
prons-Ao pregou o mesmo Kvm. orador um sermao
de penitencia, que foi um deban improvisos de um
genio sublimo ; pregou ulliinanienle no dia seguid-
le um panegyricoao mesiuo santo em estxlo nao me-
nos transcendente. J a me esquecen.io de difer-
irla quo esta fesla ao glorioso S. itoque foi do peui-
lencia, imploraudo-sa ao mrsmo que ore a Dos por
nos, para que nos livre do agallo que tanto leui
devastado os nossos irmaos !!!..,
Ilouve cnilini na capella da povoacao de Nossa
Senhora do O' uma le-lmlia a mesma Seuliora a ex-
pensas dos Ik'is.daquella povo.icio. leudo se negado
fazo-la a Illraa. irman.i.-.de ; "nao sei porque.) Na
larde do mesmo dia quo foi u da f .'1 .leste me mez, limive prooissao rom al.uns an.lorcs, e o San-
lissnnoSacramento dcbaixo do palliu, acompanhada
da msica, all organisails pelo IIIra. Sr. lenenle-co-
ronel Manoel Gamillo Pires FalcKo, c seus dignos
olliciaes, a qual ailcndeiido-se ao pouco lempo que
conla de exislencia, ja desempenha bem o sen pa-
pel. 1'oram eleitos juizes, e nova mesa para feste-
jaren! a mesma Seuliora para o anno de IK.Y?, e di-
zem que algiinsSrs. juizes tambem nAo sel porque
preleudem fazer uma reforma a radie nos negocios
da rele ida innaodade. Dos os i Ilumine para pres-
laren mais nesta parle bous serviros a religiao.
Esla agora be do Tica. Arrombarara algumas ca-
sas tas povoacoesde Ipojuca e de Nossa Senhora do
O nao so pela festa do natal como depois, de uma
dcllas que arrombaram no O', levaram du/.enlus mil
reis de um mojo. Cuidado e mais cuidado com es-
ses vadios, que por se sublraliiram ao IiiIiiUiii e
qocrerem passar a grande, andan mvadindn u azilo
do cidado honesto, furlai.do cavallos a torio e a di-
reilo e al galuiiando lias igrejas a nlhos vistos. He
de mister que os senhores da poliria sejam anda
mais enrgicos e vigilante* do que ao em mandar
prender esses malfeilores, c erapreguem no lugar
le inspectores de quarleirao hoineiis de lecunherida
u Lisboa, 92por 100.
u Km de Janeiro, an par.
Acjies do Banco, W 0|0 de premio.
Acces da companhia de lleberihe. 54|0Q0
Acedes da companhia Pernamburana ao par.
Lililidade l'uhlic.i, :il> porcentode premio,
n n Indcmnisadora.sem vendas.
Disconlo de ledras, de \ i a l.'i por n.
HETAES.
duro.Oncas liespanbolas. .
Uoedaa de t>tw velhas
i> u 69OO novas .
o a 4JJ00O. .. ,
l'rala.Palacoes hrasileiros. .
Pesos columnarios. .
11 mexicanos. .
JO a as>VKI
. Ili-'HM
. Ili-^KKI
. it^KMI
. 23000
. '>IKKI
. lNiO
ALFANDEUA.
Hendmi "iiI" do dia I a 28. ..
dem do dia 21)......
i"K:'J622i7
-'O.IK.jlldi;
2!:I2HMS:1
Oete.arregam koje 30 de ianeiro.
Barca americana-Miguelondiversos gneros.
Barca inglezaKmilgbarallisn.
Iliale brasileiroIm'.liafaino e charutos.
..INSUI.AIIO JEKAI..
Kendimento do da I a 28 !H:.Vl2j.*iO
dem do dia 29....... l:9b\J8.I2
96:t89i36
IIVBR5AS PHDVINCIAS.
Kendimenlodo dia I a28 .... 5:390ijO6
dem do di 20....... 7S0SK
>:466jI3I
DESI'aCUos DE BXPORTACO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA l'.IDADE NO 1)1 A
20 DE JANEIKO DE 1836.
Itambur^oBrigue ingle/, b'reeiids. Timm Mon-
sen i\- Companhia, 60:1 couros salgados.
LisboaBarca portugueza Tejo, Domingos l-er-
reira Maja, Amarina Irmaoi \ Companhia e Luiz
Jos da Costa eSi Araiijo, 150 saceos assucar bran-
co e mascavado, ll> barricas goinma.
LiverpoolBarca lindeza uKeciprncitx James Cra-
blree iV Compaiihia, 40 saccas algiidao.
PortoBarca portugueza .(Santa Cruz, Carvalbo i\-
Irmaos c Lola tote de S c Araujo, 21 saceos as-
sucar blanco.
probidad.' c energa que nao trepiden] em paree- LisboaBaa portugoeza ConsUote, Misoel Joa-
8a'"'0* '|uim da Cosa o Thomax de Aquino l'onseca, :t.".0
(.onfesso-llie, que quando desapparece o astro be- s#ccos a*surar branro e mascaxado.
"u..ie?\1l_,e.Preadeao.Jla,.letl!u 'l'Tlinha da mi-I HavreBarca franeeza ..Gustavo I. Lasscrrc 6
nha pobre chonpaaa, lapada a' murros e taponas, e
passo toda a noite alerta, recelando que algum per-
verso venha arromba-la e levo o ineu liucepbalo de
amba-las sellas segundo dizem os rustiros romo eu'i
que tambem dorme debaixo de chave em um quar-
liulioque fiz junto a chamiuc, o que por sem du-
vida me causara grande Iranstomo, porqie enlao
nao leria mais com que man.lasse Beata (traja com-
prar alguraa cous .ilimcnlicia para Torrar o estma-
go quando tivesse um viutein. c finalmente ficaria
privado de montar nunca mais o niou potro de de-
zoilo anuos, em que bolo a miuha gramniatica, que
bem me cusa a sacendir e lirar-lhe os lacra'os, ba-
ratas e M(roa iosectoe, saio moHo ancho c, ou le
me parece, vou avalista.
lemos tido ptimas chavas desde o principio des-
lo mez, e esta semana, que linda boje, foram conti-
nuas, a modo que as plantas ja eslao vegetando bem.
com o qoe eu, como roceiio, estou milito alegre
de alegra segundo diz o Tica) pois estou na espe-
rauca de fazer na safra vindoura meus cinco paes de
assucar c 1er brevemente algara! roca para beijs, e
tambem meus iuhames, batatas, uiaxiics e oulros
prsenles de Ceros.
Dir-mc-ha Vmc. que ja esla enioado de lanas as-
nairas; mas eu Ihe digo que lenlia paciencia, cada
qual no que lida, diz o adagio. O quo ha de dizer e
desejar u.n pobre camponez como eu. senao aquellas
me.inascousas' Vmc. dceja ter muilos mil assig-
nanles para o seu Diario, oque Ihe cu desojo ex-
corde, eos padres desejam que venda o cholera para
encherem as algibeiras, segundo disse. pouco mais
ou menos, em sua missiva de 12 do rorrenle no Dia-
rio de 17,o seu correspondente de Mamaiiguape, que
comquanlo seja um aslro luminoso, que dispona ao
norte da Ierra da Sania Cruz, oclipsou-se, por baver
tratado esla classe lao importante e proficua soeie-
dade. como be a dos discpulos .lo Crucilicad.i, a
qusl forma a jerarchia ecclesiaslica, com tanto des-
preso, livelaudo-a a dos coveirus c sineiros, quando,
tratando do padres, sacristaea, coveirus e sineims,
etc. disseeu que nao goslo desses MMilwraa... Ser
por ventura. Sr. correspondente, por ler sido Vmc.
ollondido por todos os padres do orbe calhohco, que
os odia".' Se Vmc. lem ogerisa a algum padre, se-
gue-se que deve detestar essa classe a mas auxilia-
dora da lniii ,111 ai./ .'
yuanlo a miro, como camponez. lenho milita tym-
paihia aos padres, e se om algn* diviso oarlos de-
feoe, que anles me cnulrjsiam, do que me iudis-
isiu, !>. .....es me imii 1 i-i.ini, .10 que me luds-1 ^-""
I pem, leiubro-me, que elles sao boroen', e corno laea *%
un. -iieii.... e nota considerado, rdo os posso abur- .*^|i
corto' de que Ihe oao darei mais respotta. 1 ,iuanto ao
Sr. Dr. Keitoza, asradejo-lhc cordialmenle as ex Prcer: a domis, Vmc. bem sabe que em qualquer
.^oli^mui^ongeirasdeque usou .J^S^tXCS^C
romigo ui uroaa du "-.------- .....-a.il..'.......a----------
ineu
no )anode 21 doconenle.
eomioumcado inscrtol
Dr. .luirn.
Ipojuca 2(i de Janeiro.
Srs. redactores.Pela pritueira vez lenho a lion-
ra de drigir-nie Vmcs.,rogando-lhes queaceitcm e
faram inserir un seu bemconceituado jornal estas tns-
oas luihae, alim de que apparecain llarabein algumas
noticias desle cautiohn do heroico 'eruamlmco. So-
bremodo Sinto nao ter os precisos dados de escriptor,
pcravjar a satisfaccao de srr contado no numero dos
us os .levemos odiar? Se eu livetse a honra de o
iconliecer de perto, literaria uma refiexao; todava
I (Com a dexida venia, leinliro-lbe que o nosso Divino
Salvador nosdeixou exprcssaineiile dilo .\olile lic-
.der cArittos meot. *
. E quaes sao estes nugidos di Senbor senao os sa-
ferdoles, a quem tambem elle denomina pupilla do-
iteusolhos'.' Ouer mais Vmc. saber o que be um pa-
dre, a quem Irala com lano vilUntaalo! f.dliee e
eia 11ra grande escriplor do presente scalo Mr. de
/Lamannais. Eis como se elle exprime, dirigiudo-se
aos pretendidos philosopbos, inimigos da reli.iaude
Jess Clirislo.
aimpanhia, 301 couros salgados e 190 saceos Cen.
de carnauba.
LisboaUrmne porluguez iTarOJO I, Jos Antonio
de Carvalbo, :|02 saceos a-sucsr branco e masca-
vado.
Buenos-Ayres |ior MontevideoPolaca licspaubola
Prompia, Bailar (V Oliveira, GO pipas agur-
denle.
RECEBEDOUIA DEKENDAS INTERNAS t.li-
IIA ES DE PEKNAMBUCO.
Kendimento .India I a 8
dem do dia 20.
21:101*738
87IJ20S
. 21:07,.j0ii
CONSULADO PROVINCIA!."
Hendimento dodia 1 a 28 79:943)707
dem do dia 29....... Iu">62j827
Melaes.
Pecas de 8-sll(l0. .
Oncas lies 11anlilas
Ditas mexicanas. .
Soberanos ...
Onrocerceado. .
Patacas hetpanholas.
Dilas brasileiras. .
Ditas mexicanas. .
anco francos. .
Prala rmarco.) .
Aginas de nitro dos
Estados-Cuidos .
Pecas de 20 francos.
Metal sonante.
Compra.
7980
159200
li.-SH)
4170
1*970
050
jots
8922
9805
7rv.HIO
I83I.V)
3*500
Venda.
S5III1) a ouro.
15*300
14*100 ..
1348(1 a prala.
1-3990 a ouro.
3970
955
8930 o
gaos
730:10
1S3250
3*550
As pe^as de i oilavas vendein se 1
Hendimento da alfandega grande.
No dia 9.....3:889*257.
Dilo 110 dia 10. 2:950*036.
83010
$m
Voi-ios sonidos 110 din 29.
ParalabaIliale brasileiro ..Conceieao Flor das Vir-
ludcs, meslra Izi.loro Brrelo de Mello, carca
lanadas e mais entraros. Passageiros, Missimi-
lianoSlefanelli, hlice de Pielro'Antonio, Barlho-
lomei Mei, (lio Antonio Perccini.
BabiaBrigoe ingle/. ..Era, capitn Borrder, raiga
bacallio. Suspenden do lameiran.
tiihraltarPotara sarda ..Passo-guel-tcmpn Eneas,
capilao Ansaldo, carga assucar. Susperideu do
lamcirao.
lalmoulbBrigue dinamarquez eSidoea, capitn
llolsleiu, sarga couros e mais gneros. Sospen-
deu do lameirao.
S. franciscoVapor ameiicano ..America, coin-
mandanle W. M. Ilusin, carga a mesma que
trouxe.
ditos de panno azul para capoles, a 1*155 rs. ; 903
ditos de baela para forro, a 750 rs.
O ti.", 316 esleirs do palha de carnauba, a
:100 rs.
O 7., 305 bonetes para o K. hatalhan com o res-
pectivo numero de metal amarello, a I$180 rs.
O 8., 1,270 bol.ies de metal bronzea.lo cora o 11.
8 de metal amarello,a 120 rs. ; 3,050 ditos peque-
os, pelo mesmo preco.
O 9.", 39 groras de ditos prclos de osso. a 2(0rs. ;
20 ditas de ditos pequeos brancos, a 2I>0 rs. ; 305
pares de clcheles para sabrecasacas, a 20 rs. ; 258
ditos para capotes, a 30 rs.
O 10., 31 ,' grozas de boles brancos de osso, a
210 rs. ; 1 ceios de pennas de ganro, a 800 ts.
O 11.*, 10 masaos de ebreiai, a (10 rs. ; i ceios de
pomias de ganen, a I.3I2O rs.
O 12.", i inilheirosde brochas de sapalciro bati-
das, a li'iO rs. -
E avisa aos supra.lilos vendedores que devem re-
colher ao arsenal de gucn.i 05 referidos olijeclus no
dia 30 do correte mez.
Secrelaria .lo couselho administrativo para forne-
cimpiito do arsenal de guerra 28 de Janeiro de
18.")G.Bernardo l'ercira do (.'armo Jnior, vogal
esecretario. <
(vMt:ae3.<
81:506*531
PAITA
i/o.- pnros corrate do assucar. algodSo, e man
teneros do pas, que se despachan) na mesa do
constelado de l'crnambwo, na semana de 28
i}tntiroa de fecereiro de 1858.
Assucar cmcaixas branco I." qualidadc ai >
mase.........
bar. c sac. branco...... .
" masca vado.....
refinado..........
AlgodSo em pluma de i." qoalidade
2.a i.
3.
coi carneo. .
Espirito de agurdente
Agurdenle cachaca .
de canoa .
rcstilada .
do reino .
liencbn.......
Licor .
ranada
ranada
botija
caada
garrafa
M piladoduas arrobas um alqucirc
em rasca...........
,1cetc do mamona
caada
seosjgno.corresnondciiles.como o do Rio... da Pa- I ,, Sabis vos o que he um sacerdote, vis a quem
v3 aqU.e aqi" 1"",d"u'se Para essa P"S. so est. nome irrita, ou faz rir de desprwt lu sa-
?.71*m d.0,A*"} e oolro? 1",UI""' ,,,.e """ 8e cer.lotebe. por dever, o amigo, a providencia viva
lem distinguido pelo seu eslxlo e erud.rao com que de todo., os infelizes, o coi.soladur dos affliclos o do-
im os fados dados em sens lares, c discuten. | laoaor do quem quer que he indefen-o, o apoio da
qualquer materia, por mais transcendente que seja o
seu assumplo ; mas lo.tavia segundo o mcu-obtuso
engeiilin, com a minha fracs penna, tosco pincel,
indicar-lhe-lhei em nina missiva por quiuzeoa o que
for aparecendo de mais notavel ueste pobre torran.
Principio pela igreja. l'eve lugar uu primeiro de
Janeiro .lo presente anuo no convento dos religiosos
de S.*Francisco, a lesta do Senbor Santo Christo, ce-
lebrada com pompa e enthusiasmo religioso ; oroo o
eximio prosador da capella impelalo Rvm. Sr.Jon
Capislraoo, que na verdade fc exlasiar o auditorio ^f
oluineiu eerUmeola be digno d> lugar que oceupa.
Deerjei pedir-lhe o papel para mandar imprimir ;
mas recetando ollender sua modestia, deixei de o fa-
rer. Na larde do mesmo da saino e percorreu a
ra uma esplendida prucissao em que ia a Sr. Santo
Christo em um carro, ricamente adornado, mais al-
gn* andares, anginhos ele. Huuve noile, depois
ds prucissao, umTeDcum-audamus,em que p
mesmo Rvm. pregador desempenhou exuberante-
mente o seu lugar. EinQm a fesla f..i boa ; mas a
auarebia e o pouco decoro as cousas sanias, muilo
rae fez despostar e :i3o sei se Ibe diga, que esluu rc-
solvido nunca mais ir a tal fesla, s para nao ver
no adro da igreja uma cmplela feira de bolinhos,
doces, cocadas, lilas, frua-,Irmase oulra. qoejandas,
e rooito menos ver passar-se pelo Santissimo Sacra-
melo sem reverencia c ruinar nos corredores da
igreja e oarua,acomp^inbando S prorissao em que ia
o Sanlissi.no debaixo do palliu. Estranho muilo eslas
musas, porque, com quaulo nao saiba lalim, sempre
leohu ouvidu dizerSnela snete Iraclandasunte
da mais uao alTeilo a eslas cous,s, e a n3o pratica-las
smbora me considereataxsaUM peccalorum ja-
mis deixaria de cslranba-las. Anda nAo lie ludo.
Contou-me o Tic do Douradu, que furtaram da sa-
cristis, e de oulros lugares da mesma igreja, seis
chapeos novos e de bia qualidade. alguns dos quaes
foram vistos em certa parte, serv.n.lu de abrigo a
certas rabera-; mas seus verdadeiros dones olbnram
com os olhos e couieram coma testa, muilos chales
das raberas das molheres e nimia cera dos altares.
Nao Ihe neg, creia que estremec, quando ouvi
contar semelhantes fados. Nao era para menos :
porque alh enlrava gente de lodo calibre, c bem ve
Vmc. que tiestas occasies lis preciso baver minia
vigilancia e cuidado, que obste aos raloneiros : mas
que ha vigilancia, que os impcc,a a lazcr suas es-
prtelas e a dar suas unhadas '! Elles nao respei-
tam nem a Deo, elles furtam al a* imagens !!! e
esla ha enlre elles urna erenra supersticiosa c im-
pa, que as imageos furtadas sao mais milagro-as!!!.,
muilos males e horriveis attenlados causa a ignoran-
cia e a rea educarlo !
la-se dando, e talvez em castigo de (aulas profa-
narse*, uro raclu bem triste e laoientavel de|iois de
acabado o aclo : et-lo: Em occasio que solrava-se
um balao, foi este cahir por sobre o tocto da igreja
to indicio de um grande incendio, .1 qual suppoubo
qoe por um milagre do Senhor Santo Christo, dei-
xou de ter logarjporque em menos de roeia lioraino
se sabe como, (apagou-se o fogo.cujas vorazes linguas
ja mu eomerando a lamber u ledo. O ino'ncher
moosieur I ja vio desinaios. alaridos, choro., gritos
de alarma, rebales de sino !.. era um lm de mun-
do ..'. E com razao, porque de cinco edificios sa-
grados, qoe nos legaran) os nosso* anlepassados po-
de-se dizer que he o nico que nos resta nesta'po-
bre a desamparada povoacao, digna de me bor sorte,
o qoe anda pode zumbar muilos anuos das ioleni-
peries do ar se for reparado, Siin,apagoa-sa o fo-o
Eolio creei alma uova. e leudo ja dilo com pala-
vras mieienra las desolurosacabou-sc Ipojuca'"
coosolei-me c Iratei logo iiela mesma noite depois
de ludoacabadode retirar-me, lodo manado e in-
eummodado dos empuxes que leve entre a turba
mulla nos corredores d'oo.le pude ouvir a misas c o
sermao, e con, os pe* loados machucados, para o nieu
pobre alvergue, oue~clieguci meia Baile,fui
festejado pelo mcu leal e fagueiro H.-mpe-nuvem. e
eslirando-me em ineu giran, pastel o .esto dauoiie
viuva, o p.u do orpbao, o reparador de (odas as des-
orden, c de todus os males, que as vossas paixes e
as vosas funestas doulrinas produzein. A ma vida
inleira be um longo e heroico sacrificio felicidad.;
de seus semelhantes. Qual d'eotre vos conseotiriaem
trocar as alegras domesliras, lodos os gozos, Indos os
lieos que os homcos procuran, tao vidamente, como
faz o sacerdote, por Irahalhos obscuros, develes peni-
veis, por funcees, cajo exercicio parle o coraego,
desgosla os senlidos.nan recolhcodo muitas vezes ou-
rro fruto de lanos sacrificios marido que o desden), a
iagralidtro c o insulto? Vos aind; estis inergulhados
em um profundo somoo, e ja oltomeio da csridade,
preveoiodo a aurora, |recomrrou o cursadas suas
benficas obras, alliviou o pobre, visitn o enfermo,
eoxugou as lagrimas do infortunio, e fez correr as do
arrependimen.o, instruio o ignorante, fortaleccu o
fraco, lirmou ua virlude as amas perturbadas pela
tempestado da. paixoes. Depois de um .lia de tan-
tos benelicios, ebegaa noite mas nao .1 repouso. Na
hora mesmo em que o prazer vos chama aos espec-
tculos, as festas, corre-se a- toda a pressa casa do
ministro sagrado; um cbrislo toca os seus ltimos
iiislanles; vai morrer, e talvez de ama molestia
contagiosa ; n.lo importa, o bom pastor nao deiiara
expirar a sua ovelha sem ado;ar-lhe as agonas, sem
cerca-la das consolacoes da esperanca e da f, sem
orar ao seu lado ao Dos que morreii por ella e que
Ihe da nesle momento, um penhor certo de immor-
tahdade no sacramento de amor. Eis aqu o padre,
ci-loaqui; nao lal qual se compraz a vossa averso
em figura-te, julgando sobre algumas escandalosas
exceptes ; mas lal qoal elle existe no meio de n.
Portelo, Sr. Agricultor vigilante, aos padres nao
so deve tratar como soe Vmc. tralar. Agora ro"o-
Ihe que nao me lique teodo em vistas, oao s.i por-
que na sou padre e se o fura Vine, me deveria des-
culpar, vislo alo me cnoberer; como porque em coli-
sa alguma o olfendi, fazendo-lbe esla ranalo.
i.iiiani.. a' salubridade vai sollrivel, graeai .1 licor.,
anexar de que apparereram por aqu cc'rlos casos,
cojo* symptomas pareciam ser da rholerina, como a-
lirmam alguns que lem suas experiencias acerca da
tal epidemia; ma. felizmente ninguem murreu ilcsta
andai-o, que qnasi ja desappareccu, e Dos permita
que elle ocsapparera no lodo sem nenltuma victima
fazer, e que aqu mais oao torne. .Imen.
Alguns 011 quasi lodos, que foram alfeclados delle
(omaram o limAo e oulros medicamentos, e com o
favor de Dos se resiabeleceram.
Corre de plano que o lllm. Sr. lenenle-coronel
Manoel Catnillo Pires Falcan, lem promovido uma
subscripcao que monta a 2:000", 6 beneficio das pes-
soas desvalidas desia freguezia, caso appareea e nos
venha visitar com colera o cholera, esse audaz e ler-
nvel peregrino, que lanos estragos lem reilo por ou-
de passa. Dos se compa.lec.a de mis e de oossos ir-
maos, e o faca banir da lace da Ierra, l'er omnia
tiecuta sascutorum. Amen.
Basla por hoje.
Desejo-lbe saude e oulras venturas, aeompanha-
dasdeuma paciencia acrisolada para sollier as ira-
lierlineuciasdo />//,., camponez.
uma
um
a
ceolo
Ht
pubicaclo a pi'bi.fco.
lllm. c Enn. Sr.Tendn Coinmiss.ie de Higie-
ne Publica verificado que .los Antonio de Souza
Uueimz, residente na ra do Kangel 11. 35 lem um
deposito de purcos no becco denominado de Manoel,
Caetano, onda 01 mata qootidiaDameole, do que re- |
sulla cxhalacilo de miasma, em coiisequeucia das la- I Ponas de lio. .
mas que se encontrara no deposito desses animaos, PiasHva
a do sangne que procede da sua malanea ; e sendo c,,,
Sola ou xaqut'la .
Sebo em rama .
me.idubim e de coco
do pcixe .......
" icau.............
ves araras .......
papagaios.......
Bolachas ............
Biscoilos............
Caf bom............
u resslollio..........
com casia.........
uido ...........
Carne secca ........
Cocos com casca........
Charutos bous .........
ordinarios......
" regala c primor .
Cera de carnauba.......
era velas.........
Cobre novo mo d'obra ....
Couros de boi salgados.....
verdes...........
espixados.......
de 011ra........
cabra rurlidos .
Doce de calda.........
goiaba........
seco..........
jalea ......
Esipa nacional........
eslrangeira, m.o d'obra
Espanadorcs grandes......
pequeos.....
lannlia de mandioca.....
niillio.......
araruta ......
Eeijo.............
Pumo Imm .........
urdinarin..... .
cm folha Ix.tu......
.< ordinario.....
rcslolho......
l|>cracuaoha..........
'.omina '.........
Ccngibre...........
I.enha de acbas grandes ....
pequeas.....
loros.......
Praochas de amarello de 2 costados uma
o louro.........
Costado de amarello de 35 a 10 p. de
c. e 2 ', a 3 de I.....
de dilo usuaes.......
Costa.linho de dilo........
Soalbo de dilo............
Porro de dilo...........
Costado de lour...........
Costadinbo .le dilo........ ,,
Sualho de dit.............
Forro de dilo........ B
.. cedro..........
T.iros de (alajuba ,
Vana de pnrreira.........
aguilhadas........
o 1 quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
cixos
Melaro...............
Milho............ \ \
i'cdra do amular.........
lillrar..........
roblos ,
. um

. alqucirc

. alqueire
. a'
alq.
a)
cont
quintal
diizia
par
caada
8
8
3*200
2-vtOO
3*810
5**00
5*000
1*600
1*350
*650
>'.o
8180
S80
8650
9580
210
>580
9210
GSMO
19600
9800
'i.221'1
1*600
5*000
10*000
39000
5*120
8*960
I95OO
39OOO
3*500
(50O
6*900
:i*8W
19(00
5600
300
99OOO
II3IMIO
9100
9235
SI 20
?2O
I-SIIKI
SI20
9260
S200
5800
sioo
19280
1*000
2*000
I9OOO
.13200
29300
39300
8*000
1I3OOO
6*000
9*p00
59OOO
1*000
38*000
39000
I95OO
2*100
9900
IO9OOO
24*000
16*000
30*000
12*000
830tH)
OtHKI
3*300
8.3000
I.34MM)
33200
29OOO
3300
13280
19600
13920
19280
11*000
209000
32IO
O lllm. sr. inspednr da llicsouraria provincial
em emprmenlo da resol.icao da junta da fazenda,
inanda fazer publicu, que us lias 12, 13 r 14 de fe-
vereiro prximo vindouru, perante a mesma junta,
so Ira de arrematar a quem mais der a renda do sitio
na estrada de Belem, com casa de vixenda, 2 cacim-
bas, portan de madeira, 1 viveiro e diversas fru.'lei-
ras, avahada animalmente em 170*.
A a.reioatarao ser feta por lempo de 28 inezes
conlar do l.e de marco do coiienlc anuo ao Ion de
junbo de 1858.
As pessoas que se propozorcm a esta arremabicao
compareram com seus fiadores nos das acuna decla-
rados |icl.> meio da, na sala das sesses da mesma
junta.
E para constar se inindou all varo presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da llicsouraria provincial de Pernambu-
co 21 do Janeiro de 1856.O secretario,
A. I*. d'AonunciaCao.
. O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em riimprimeoto da resolucao da junta da fa-
zenda manda fazer publicu, que no da 31 do cr-
reme vai novamente a prac,a para ser arrematada a
quem por menos lizer a obra dos reparos do acude
de Caruar, avahada cm 1:211*100.
E para constar se maudou allixaro prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 31 de Janeiro de 1856.O secretario,
A. I*'. d'Annunciarao.
O lllm. Sr. inspector da Ihcsooraria provin-
cial, era euni(.rmenlo da resolurio da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que" .10 .lia 11 de hie-
reiro prximo vindouro, vai novameole a praca para
ser arrematado a quem por menos lizer a conserva-
cao da estrada do sul avahada era 5:100*000 rs.
A arrematado sera feita por lempo de 10 mazas
a contar do 1 de marco do correle anno.
E para constar se mandn allixar o presente o pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pcrnam-
buco 25 de Janeiro do 1856. O secretario, A. F.
d .Innunetaciio.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm cjoiprimcnlu da resolucao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que no .lia II de feve-
reiru prximo vindouro, perantn mesma junta vai
novamente a praca para ser arrematada a quem pur
menos lizer a rouservacao permanente da estrada do
norte por lempo de 10 mezes, a contar do I de
marco do cnenle anuo, a pelo preco de 1:201*728.
E para cuu>tar se maudou allixaro presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da Ibesouraria provincial de Peroam-
ooco 2". de Janeiro de 1856. O secretario, A. /'.
d Annunciariio.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumpriineulo da .rcsulorau da juula da fa-
zenda. manda fazer pubico que no dia II de fove-
reiro protimo vindouro, perante e mesma junta vai
novamente a prar,a para ser arrematada a quem por
menos fiter a couservacao pe mancille da estrada do
lao d Alho por tem, de 10 mczes.a conlar do I" de
marco do corronte anno e pelo preco de 1:0009000.
b para constar se man.loo. aOixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesuuraria provincial de Pern.un-
buco 25 de Janeiro de 1856. o secrclario. A /'.
d Anunnciacao.
Manoel Joaqun da Silva Ribeiro, fiscal da fregue-
zia de Sanio Aotonio ele, ele.
Publicando o artigo abaixo transcripto chamo a
adencao de lodos a quem inlcsessa.
Posturas de :X1 de jiinho de 1819.
Titulo 4.
Arl. 18. Os repesa.loresdos aeuugues pblicos se-
rao obrigados a repesar a citrne comprada, logo que
Ibe lr por qualquer pessoa requerido, e adiando
falla no peso avisarao logo ao fiscal se cslivcr presen
te, c nao eslodo lomarao tres tcslernunhas e oot
do infractor para aprcscnlar ao fiscal, rom declara-
cao dos nomos das teslemiiiihas, obrigando immc-
dial.uoeole ao carniceiro a prehencher a falla da car-
ne : o repesador que assira nao pralicar pagar., a
mulla de 69, e na reincidencia u duplo, e o vende-
dor da caruc fraudada 8 .lias de prisa., c na rein-
cidencia 16.
Pelo qoe, cm visla do cxposcio cima exara.la
luda c qualquer pessoa ,,,. cooipraudo carne
oesla rreguczia se adiar lezada no peso, deve ;rc-
quercr o repeso, o qual acha-se na ra do Itangcl
arougue o. 62.
E para que Iodos tenham ciencia do citado ani-
so, lavrei o presente que ser publirado pelo Diario,
listalisarao da freguezia de Santo Antonio 21 |de
Janeiro de 1850.O fiscal, Manoel Joai/uim da
Silva llibciro.
alqucirc 2*000
islo nocivo .1 tanda publica, veinella rugara V. Exr.
quo se digne de dar providencia* para que cense es-
se aboso, *:
e abuso, vhIo que o fiscal da cmara municipal dei- Pelles de carneiro urna
.a de cumplir a sua obrigaefo. 1 Sal>a narrilh.
Dos guarde a V. Esc Sala dassess-.es da Com- ', ............^'
missao 13 do dezembro de |8V..lllm. e Exin. Sr.
m eonselhctro Josa1 liento da Cmilm e /'iinieicrth,
lodo pensativo fazendo mil slellos e lembranlo- presidente da provincia
ma do lempo da minha juvcnlude, lempo para mim
de audoa recordar,!,1!
I.wibraya-me juntamente que, lendo-se incendia-
do a matriz de S. Misuel dcsla freguezia em 1811 ;
si mensnon la-cu fuissel esc destruido oulras igre-
jas, como bem a do Rosario, a de S. Roque, c acban-
do-se a de Nossa Senhora do I.ivrameolo em eaftdo
tao ruinoso, que nao bavera muilo lempo, nao de-
sabe, sendo em summa o convento amcacado de ser
redondo a ciqzas, e segundo o Mntiuiento commum
dos padres da igreja, que quando Deo* quer acabar
rom um lugar principia a sua desiruisSo pelos tem-
plo*, pareca que Daos quera acabar com a anli-
<0mmerrfo.
PRACA DO RECIPE 29 DE JANEIRO AS3
HORAS DA TARDE.
Colarf.es olliciaes.
esconlode iellrasI lil", o 1 1|2 \ ao mez.
frederico fobiUiard, presi.lenle.
Sobre I.r>dre*, 98 1|2 a 28 3*4 .1. por 1,3.
' Parisv348 rs. por f,
uni *610 6*000
II >SIK)
rento 1*1710
lliolho 9320
meiu 2VKKI
.a (..MXI
nina 9320
17NNK 3*000
cent 3210
11. 3120
una 9160
11 milhciro 309000 59000
Tapioca
Coilas de boi .
Sabao .......
Esleirs de perperi
Vinagre pipa .
Cabreas de cachimbo de barro. oii
LISBOA 12 DE JANEIRO DE 1836.
/viudos pblicos em 12 de Janeiro de 1856.
luscripces do assenlamenlo do 3 % 13 ;4'
Inscripccs rom coupoos de 3 X43a 43 '(.
Acroes do banco de Portugal, 505* .1 510*000.
Arme- do banco do Porto, 2.15 a 240SOOO.
Noiaa do banco de Lisboa 4S775 4>78&.
Xccarac5ei5.
DE
Si. ISABEL.
Por hnvcrcn gravemente adoecido alguns proles-
sores dos mais imporlanles da i.rcheslra.nao pode ler
lugar a representarlo lrica aunuocia.la para boje,
licando transferida para amaohaa quiola-feira 31
do corrente.
Janeiro.
o brigue nncional.Mara t.uzia vai
seguir com liTC\iilade, lem Jo seu rarro^ainenlo prompln : para
rcslo (|u** Ihe IriH.t, piss.T^oiro^ e e vns., h d'ii', ,i.- (pues da as melhores
accummudares, irala-oe com o constonatorio Auto-
alo de AiniH'i.i Gomes, na un o Trapichen. 10,
*egundo|<]iidar.
HIO ii.: JANEIBO,
Scjjuc panto Kiode Janeiro com mili-
ta brevidade, por ter a maior parto da
carga pt'ompta, o veleiro patacho < D.
Prancisca; pata o rcslo e panageiros,
taala-so com os coiisijpiatarios Movacs 6
C.| na ra do Trapiche n. "), primeiro
andar.
l'AKAO BIO l)K JANEIRO.
Segu com inuila biciidadu por ler parle de seu
carregamenlo prompto a bem cuiihccida bal i Ma-
Ihilde, capitao.Jcroiii aro Jos Talles, para o resto,
passageiros, e escravus a (rete, para que lem escel-
leoles coinuiodos, Irala-se o escriptnrio de Manoel
-Vives tjuerra, na ra do trapiche n. 14-
PARA 0 PORTO.
A barca h'ernandes\ I val sabir com muila breii-
.ladii; para carga o passageiros Irala-se cora Barro-
ca i\ Caslro na ra da Cadeia do Rccife u, i, ou
cun o capilao na [iraca.
Para Lisboa pretende sabir com a maior bre-
vidade a nina c aceiada barcaporlugueu ..Coustan-
teo, capilao o Sr. Silverio Manuel dus Res : quem
na mesma quizer carregar ou ir de pas-agem, diri-
ja-se aos consignatarios Thouiaie de .Xquino Fuoseca
c\ Filho, ou an capilao, na rila do Vigario n, 19.
TiPara o Rio do Janeiro seguc empneos das a
polaca brasilcira Celosa II. pregada e furradade co-
bre, e de primeira marcha ; Icol meia carga prom-
pia : para o resto irala-se no cscriplono de Isaac
Curio & Companhia, ra da Cruz n. 10.
Para o io de Janeiro
seguc om poucos das, por ler a maior parte da car-
ga pruiupla o brigue Conceirio, cap dao Juaquim
Ferraira dus Santos: para o resto e cscravos a Ircle,
para o que tcm buns conimodus, (rata-se no escrip-
(urio .le Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche
o. ti.
Para o Rio de Janeiro segu com brevidade o
bem conheci.lo brigue brasileiro ..llama.., jalera
grau.lc parle do seu carregamenlo promplo ; para o
resto, passageiros e escravus, Irala-se com n consig-
natario Joso Joaquim l>ias Fernandas, rua da Ca-
deia.
Pata o Rio Me Janeiro salie com
muita brevidade, o bem conhecido bri-
gue SAGITARIO, o qual tem a maior
parte do seu carregamento promplo :
para o restante c passageiros, trata-se
com Manoel Francisco da Silva Carneo,
na ruado Col legio n. 17, secundo andar,
ona liordo com o capilao .Minoel Jos
Ribeiro.
Para a Babia prclen.le sabir com muila brevi-
dade o Inale brasileiru ..Amelia por ler j parte de
seu carregamento prompln : para o resto, trata-se
com o sen consignatario Antonio l.oiz .le Oliveire
Azcvedo.rua da Gru o. I.
Para o Rio de Janeiro ?cgue imprelerivel-
inenle quarta-feira, 3U do correle, o brigue brasi-
leiro ..Iris, por se adiar com o sen carregamenlo
prompto : B apenas p.idc receber cscravos a Iretc :
a tratar cun o consignatario Manoel Alves '.tierra,
na rua do trapiche u. 11.
CEARA.
Segu uestes das o hiate l:\calaciio ; anda p.ide
rereber carga : a tratar com Caetano Ciraco da C.
M., ao lado do Corpo Santo o. "2o.
Cear e Maranhito.
Segu com brevidade o paladn Sania Cruz, ca-
pilao Marcos Jos da Silva ; recebe carga e passa-
geiros : a tratar com Caelano Ciraco da C. M-, ao
lado do Corpo Sanio u. 25.
O Tribunal da Relacao principia as suaV-e
suas no .lia I. de levereiro prximo fuluro, iia>aa
queoulrora foi da cmara municipal desla cidade
na rua da Cadeia do bairro de Sanio Anlooio
BANCO DE PERNAMBCO.
He convocada a assemblea {eral dos
accionistas do Banco de Pernambuco,
para reuoiao ordinaria, que na con-
formidade dcw estatutos deve ter lugar no
dia l de Janeiro, alim de i|uetetilla e\e-
cucaoo disposto rrb art. 30 dos mesmos
estatutos ; no lujar do costume e ao meio
da cm ponto. Rectfe >l de Janeiro de
1856.Barao de Camaragibe, presiden-
te.Jos Bernardo GaivaO Alcolorado,
secretario.
BANCO DE PERNAMBCO.
O Banco de Pernambuco sacca a vista
sobre o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
1855.O secretario da direccSo, Joo
Ignacio de Medeiros Reg.
O bncb de Pernambuco loma dinbei-
ro : juros, de conbrmidade coni os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 21 de
novembro de 1855.Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario da direceao.
Perante a cmara municipal desta cidade osla-
ra em praca nos .has -."J, 30 e 31 do crrenle, a
cnislriircan da estrada para o Cemilerie publico, or-
eada em 3:81103 : os prclen.lenles pu.leni enmparc-
ce. no Paco da mesma cmara, nos indicados das,
manidos de Banca i.lnoca.
Paco da enmara municipal do Recite cm sessao de !
K de Janeiro da 1850.Barao de Capibaribe, pre-
sidenlc.Manoel l'erreira Accinli, secretario.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
Oconsallio administrativo.em cnmpriroonln do
arl. do regulamenln de de .lezemb.o de I83 I
faz publico que lorain aceitas as propostas de fran-
cisco Hacia) de Souza. I'imm MoosenvV Vinassa,
t.uilherme da Silva Uimaraes, Fos lirol lera. James
Kvder, .loaqiiim Jos.; Das Pereira, Doioii......Fran-
cisco l unalbo, .loso Haplista draga, Jlo' Fernn-
des Prenla Vianna, Joaquim Jos' Itias l'creira, Ri-'
cardo de Ireilas o C. e Magalhaes & Silva para for- ,
oercrem :
II I-", (i:>2_pares de sapalos. a I38OO rs.
I) -2.", 1,553 varas da brim para frdelas e cales,'
a .i rs. ; 79 covados de panno prelo para polainas,'
a 99000 rs. ; , sas, ,11.0 rs.
O 3.", 1..VJ.-J. covados de panno verde para sobre-
casacas, a i,3b.) r. ; 77', corados de panno azul pa-
ra capoles, a 1j>i-V> rs.
n,V* li'1 cova''"'' < naasaira enearnsda, a
I30OO rs,
O 5.0, 1,183 covados de iloilands, a 90 r.-. ; 774
acusen
C. J. Aslley <\ Conipauliia farjlo leilfte, por in-
lervenrao do ii^enle Oliveira, do mcllior sorlimenlo
de fazcmlas de alzod.lo, l.i, tiulio o do sed, a mor
parle i'iopiiiis para a prxima qu a resma : quinta-
feini, :; I do correule, a* 10 horas da maiiliaa, no seu
rffisjienii rua da (.adeia do Hecife.
^Dttfy ^it>ei*)iJ.
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva
(jueita dirigir-se a esta i\ pograpbia a ne-
gocio sen.
Precisa-sede nina lavadeira que la-
vede varela, e de conliecimenlos desna
pessoa : na rua de Hoi tas n. 62, casa de
frente azul.
Do enjwnho Poeta, no dia!2S do correle, fu-
gio um mulato acabralbado.de ida.le IS annos. alto,
cara espinhoia ; levou um cavsllo ruco, sellado :
quem o pegar e levar ao dilo enge.ihn, ou no Rccife
na rua de Apollo n. 6, ser. gralilicado,
Aluga-se o segando andar do sobrado da rua
do .lai lini n. 71, lia- ui! fresco, e para grande fa-
milia : quem prelen.ler. dirija-se ao palco do Car-
ino, primeiro andar n. ti.
Oflcrccc-sc um caiieiro para qualquer eslabe-
leciioeolo mi cobraDCa, para qualquer parle da pro-
vincia : a pessoa que .le seu prestio se quitar uli-
lisar, dirija-se a praca da Independencia n. H eS.da.
'.I huras da manilla ao meia di. ; o mesmo da fiador
a sua conducta.
Nogueira
Joso Nogueira de Sorna mnduu sua oflicina de
cocadcrnacao da rua do Cullegio para a coa d Cres-
po coi.lronle an aren de Santo Antoniu, edificio do
Sr. comineo.la.lor Uagalhac* laslos.
IXoffueira
Josc Nogoeira de Sonza leu. a ralisfarAo deaunon-
ciar ao respeilavel publico, que abr um novo ca- I
belecimenlo de litro, c mais nbjecl u temiente, ao !
mestlio, na rua do Crespo, cnulmnlc an are. de Sao- j
la Antonio, edificio doSr. i'oinioro.la.li.r Magalhaes
Bastos, onda espera receber a proleccdo .le sens
licgiii/c- e amigos, p do publico un goal como al
buje.
ESPECIAL FAVOR.
Auna Joaquina do Sacramento pede cncarecida-
mcole aos amigos de eu preza.lo filho o fallecido
clrurgiae l.iuo .la Penba de Franca, o qual foi vio-
lima da epedemia em l'iassahussu'. prestando o. soc-
corros de sua arte (segundo informa o Diario de "21
de dezembro pela amizade que Ihe liaban] hajam
de mau.lar-lhe participar os promenores de sua mo-
lestia e morlc. por carta a este rorreio, ou a rua dos
M.rlyrios ... Iti, do que Ibes ser. eternamente rala.
Prerisa-se de una ama para fazer o aervico
interno de uma casa : na Iravcssa do Corpo Santo,
loja de calcado o. 9.
Precisa so de um. ama para comprar ecozi-
oliar ; na rua da Praia o. i.
I) abaixo assigna.lo participa ao respeilavel publi-
co, que adiando-,, pas-aodo a fesla oo Mooleirn,
dallando sua rasa na rua .Nova, segundo andar do
sobrado n. S> fechada, succedeu que boc (i do cr-
renle, viudo a praca o que he de coslume vir lodos
os .lias para seu negocio acbasse sua casa toda
abarla e arrombada a porta dn sala que rnmmunira
para o gabinete da mesma, c igualmente anombada
uma gaveta de uma uunmoda onde se ochava um
pequeo bahu que tambem foi arrombado, contan-
do n seaninte : KOOa cm inoeda papel, coobcciioeo-
lo do Rauco, ouro e prala. uma cadeia de ouro para
relogio, chala, com 3 cornalinas encasloa.las cm ou-
ro, um tranceln! de ouro ruin um passadnr e mao
que prende o relogio, uma crrenle de ouro para
relogi em I pedacos, uma chave do ouro para rclo-
(io, um allinele de ouro pequeo para o pelo com
pedra crisolita, tres anodines lavra.los. tcn.lo um as
iniciaos J. II. A. M o qual eslava empenhado, c
oulro com o primeiro nomo por etteoso do abaixo
assicuado, pesando esle ."> oilavas, e mais algumas
pecas de ouro de menor imporlancia ; ludo isto foi
roubado, licitando o roubadnr 7 chavinhas de gaveta
ein cima da mesma rommoda arrumbada, seo. duvi-
da para ver se alguma dallas poda abrir as Envetas
seo fazer maior rumor : o abaixo assigna.lo ruga as
autoridades polici.es se dignara fazer as oecessarias
pesquisas alim de se descobrir o autor de scmelhante
atici.la.l3, c ofl'ercce a qualquer pessoa que Her no-
ticia cerla do ronlm, ou parte .lellc. ou de seus au-
tores a quaulia de .OD&de gralilicacao.
Justino Pereira de Andra.lc.
A aula deniiinin,ida Santa Ilusa, que exista oa
rua Augusta, par. o ensillo de meninas, pelas lilha*
de Firminn.1. F. da Ro.a, muduu-se para a ruado
Vigario. segundo andar da casa do Sr. Thomax de
Aquinu Fonscca \- Filho por cima.le seu escriplorio,
ao.ide rere berilo as meninas que seus pais Ih'as qui-
raremconfiar para ensillara quesabem, o vem a ser
o segoiole :
l. cnsinarao a ler. n.rrever, conlar, etc.|
2." coser chao, lahynutho, cacun.l, bordar de sus-
lo e icol.'hna.lo, marcar de lo las a* quididades.
3.'' lapetc, lapecaria, matiz, nuninua e ouro, etc. ;
o lambcm se faz qualquer dcsles objeelos a feilio
por preco* raxoaveis. A aula principiar oo dia I.
de fevereiro.
Aluga-sc um primeiro andar na rua Augusla,
defronlo do chafariz, he muilo fresen, tem muito
bous comoiodos c nao be devacada, (era boa visla :
quem o pretender, dirija-se au mesmo ou a taberna
quo lica (ior bailo ; assim como um carroceiro para
Irahalhar com boi.
Pretndese comprar a taberna que possue An-
tonio Jos omes de Oliveira. sita na rua de Santa
Rila, casa u, I ; e sealgucm se jular con. direilo a
ella por q.nlquer onus a que esleja sujeita, dirija-se
nopra/o de 3 dias por delraz da .lila taberna, casa
lerrea o. 23, que lindo* os quaes nao se lica respon-
savcl por cousa alguma.
Precisa-se de um feitor que seja bom trabalha-
dor para lomar conla do um silio com alguns cscra-
vos : na rua da Praia, loja de lazcn.las n. 30.
No .lia :!l> do corrente apgareceram -J cavallos
com cangalhas : quem for seu dono, dirija-se Es-
tancia, delraz da Igreja, em casa de Anlia Ferrcira
Saldanba, que dando os signa.* cerlos se Ihe eolre-
garao, pagando as despezas.
Na Roa-Vista, rua Vclha n. Si. precisa-sc de3
olliciaes charulcirus, 2 de tres por daos e I de II) reis.
OITerccc-se um rapaz brasileiro para qualquer
arrumacau, exceptuando Ubcma : quem precisar
annuncie ou dirija-tea rua da (iloria n. 91).
Na noite de 24 para 20 do crten-
le, furtaram lo quintal da casa grande
de (jtiatro jancllasc t;ma porta, lor;o na
entrada da rua de Joao Fernandos Viei-
ra, uma grande hacia de rame : a pes-
soa que a entregar na mesma casa ou
della der noticia, sei a* gratificada.
ilesapparcccn no dia :!7 do ianeiro de 1856 um
preto de nome l.uiz. de narao Cabinda, idade pou-
co mas ou menos .VI anuos, estatura hai.a, grosso
do corpo. con falla de denles na frenlc, olhos gran-
des c vcroieihos e alguos cabellos brancos na canc-
ca, leudo oa frcole mais. com una das maus que nao
abre bem os dedos, pos pequeos, lera uma cicatriz
em uma das pernal, proveniente de uma queda : le-
vou vestido camisa de algodao branco com mansas
corlas, calca de ganga a/.ul 1.1 velha, o por rima des-
la roupa camisa e ralea de hacia azul, levou mais
cinco pecas de roupa : roga-se a qualquer auloridade
policial e capilcs de campo que o apprehen.lam. c
sendo roadoxido ao seu senbor rua do Sebo n. 37,
na Boa-Vista, uenerosamente sen. recompensado.
Precisa-se alagar urna ama para casa de p.iuca
familia, e se fnr cscrava sera mcllior : na rua dos
(Joarleii n. 24, loja de rniu.lczas.
Prerisa-se de om bo.nem diligente, qoe se en-
carregue de fazer compras c lomar a a.lminislracao
de una eotiuha onde deve haver muito asseio c or-
den) : quem prclcnder, dando fiador a sua conducta,
dirija-se rua do l'ocinho casa terrea de vidracas,
das 9 horas as 1 .ia larde.
ijucm quizer ceder um ramarnle Ha ordem Ro-
bre para algumas das nnlea de sua rcprcsenlacao :
dirija-se a loja n. 3, prxima ao arco de Sanio "An-
tonio.
S. SEBVSTli 0 XV \TRIZ DA B0\-
VISTA.
Moje pelas 7 horas da noite llavera na matriz da
Roa-Vista uma ladainha soleme ao glorioso S. Se-
bastian, espera-seo comparecimenlo dos devotos do
mesmo santo.
O abaixo assigna.lo, inveulariatite dos lien* dei-
xa.los por seus fallecidos pais, Josc Andr do Olivei-
ra e sua mulhcr, pede a pessoa ou peisoas aqu no
Rccife, em cujo poder existir as procuraees bastan
les que lhs lem dado osroherdeirosJosc Andr de
Oliveira Figucire lo, da cidade da Fortaleza. previo-
Ca do l'.cara, e Jo-c Maria de Sonta, da freguezia da
Escada desla provincia, para seren jimias aos autos
de inventario que se est procedenda pelo juizo de
orphlo* desla Idade estrivo llrilo, de assim o faze-
rem al odia 31 do correle mez, afn) de evitar de
sob-carregar anda mais aos ber.leiros da cooliooa-
rao das crescidas despezas que ser o anniinriaole
ohrigado a fazer com carias prccalorias, ele. Reci-
fc 29 de Janeiro de IUVi.
lonoralo Josepb do Oliveira Figueirc.lo.
Sabbado, Jti do rorrenle, um prelo deixou Pi-
car na loja de Calendas no arco .la Conceifio o. (i,
um caixaO com lenca, o levou 3 cateas, dizrndo elle
que seu senbor as mandaba buscar para escolhcr
uma, a qw quando vollasse pagara seu importe, e
como alo lioje o nao teolia feito, o anouiiciaule roga
au dito senhor do estrave baja ler a bondade. diri-
gir-se a dita toja para fallar a respeito.
Joo da Silva Ramos, medico pela l'niversida-
de de Coimbra, continua a receber em sua casa, na
rua do Cahug n. Ili, dasS as 10 horas da manhaa,
e das 3 as 1 da larde as pessoas que o queiram con-
sultar : hem como a sabir a qualquer hora em que
eja procurado, e a fazer viageus para o mallo quan-
do sej. chamado.
- Na rua do Cabulla n. 1(i, precisa-so alagar urna
prela captiva para cdzinbar e engoramar.
Deseja-se fallar cem urgencia ao Sr. Manoel
uaplista Crrela, e como se ignora a sua morada, ro-
sa-se de fallar oa rua do Aroorim n. I, no bairro rio
Herir, c o mesmo ao Sr. Joao Nocueira de Azc-
vedo.
Aolooio Josc da lincha faz cente ao Sr. An-
tonio Josc Ferrcira, lavrador do engenbo Hom'lim,
que no dia -JS do rorrenle chegou em sua casa o seu
cscravo Manoel, Benguella, a pedir que o annon-
cianle o comprasse ; e como este nao qu.-ira rspou-
sabilisar-se por foga, ou qualquer nutra evenloali-
dade. faz o prsenle, alim do Sr. l'erreira mandar
procurar o .lito seu cscravo.
Os collegas do fallecido Dr. Joaquim di Sil-
va Araujo c Atnazoir.s, eonvidam a lodosos
seus amigos, c os do mesmo finado, para assis-
lirem a mista solemne, que se lem de sclchrar
na nialriz da Roa-Vi-la no da 31 .lo c.rreiil.
as 8 huas da manhaa.
Attei
Alteiu'o.
O abaixo assinado torna aniiunri,ir que compra
escrsvo.de morphea, areslina c peruas enchudat, que
sejam mocos : oa rua da Soicdade n. i_'.
Manoel ilorges.le Jltndonca.
Fsxem-aa cicas, collaUs c casacas de merino
francez pala luto, por preto commoJo : na rua No-
va o. .">2.
VESTUARIOS. PARA BAILE DE MASCARAS.
Aluoam- e..u vlldem-se 3 vestuarios de lelhuli-
na, lodos enfeilados ~*a rua do QtjeJJMdo n. .
ncao.
Ilontcm, 29 do crrente, perdau-se na tua do
QaeimadOi an alrave-ar de um para o oulro lado,
una carleira .le cauro, conten lo varios titulo* de di-
vidas, eolre os quaes se notara os sesointes, a saber:
1 Iellras aceitas por Joo Baplisla deCarvalhoo Jos
Vicente Pereira de Carvalbo, lodas a vencer, e no
v .Inr de 3:33K5.>6fl ; : .lilas ja vencidas, aceitas por
Joao Antonio C.dlaco Di.s de r*. 1:3Jti.3S!K>; I .lita
aceila por I III...... da Cruz Ribeiro a vencer, de
r-. !Mti3l-J.; I dita areila por Sloreira i\ Primo
do 371-3300 ; I dita aceila por Jos Joaquim de Son-
ta Lemos c garantida porMureira v\; Primo de 300:
I.lili aceita por Francisco Ignacio do Reg de
l'J7.>: I .lila aceita p..r Antonio Fernandos Tor-
res de :i."i!i.3li ">; I .lil.. aceila pur tlanoel Mora-ira
Campos de 10\- ; -J ditas aceitas por Josc Joaquim
de Souza Lemos .le 1:1579360, c....... mais papis
que se presumen) de oeiibuin valor : a pessoa que
arhou dita carleira queira ter a b.m.lade dirigir-se a
rua do Oucimad.i n. 30, aonde sera gratificado ge-
nerosamente. Oulro sim, achao.lu-se sciente alguns
aceitantes das ditas Iellras e oulros prestes a seren
avisados, luda c qualquer lran*actio que com ellase
fai;a lica sujeita a duvidas, pelo' que se previne aos
aceitantes que nao as paguen* sem que oulro aooitn-
co nao declare a posse dellas. arompanh.-indo-a* urna
justilicacao judicial.
Precisa-se de um rapa* para i-aixeiro do urna
taberna : Da rua Imperial u. 41.
Grande e rico
panorama dio-
rama.
n..rl..do mmw t iim.
O proprielario desle panorama declara o pu-
blico que lodos o. domingos lem de apresentar no-
vas vistas; portelo a. ncswasque anda nao viram
as que eslao expostas de.de domingo, devem apro-
veilar al sabbado, para que nao acootaca romo j..
arooleceu. He algumas pessoas lerem Icado coro
seolimento de nao lerem virio o Calvario e uiras
vistas que a semana paasada estiveram exaaslas.
Ksie i-i,.l..'lcriioi'o(u estar aborto todos os Has das
l ',' lloras da (arde ate as !l da noite. e nos dttnin-
gos e dia. sanios de guarda da. i 10. A entrada
do cada pesso. be de ,VJO rs., o as cnaoca at a
idade de S anuos, perlcucente. a. familia, que quei-
ram honrar esle eitabelcciaienlo, teem entrada gra-
tis. O proprielario desle est a belecimenlo afianra
que he mell.or panorama que qui lem app.reci-
do, c apezar de ler tido grande oiicurrencia ialga
oao tirar bom resultad., pela razao de ler taita gran-
des despezas em montar um cstabelecinte.il gjae
em ludo agrade ao publico, assim como lem agra-
dado a lodos os que o lem rrequenlado : (as vistas
t ral.liadn cipnsta* sao a* segointe.:
Grande cidade de Londres, capital de In-
glaterra, vista da torre de San-Paulo.
Uma rifiuissima vista da cidade de Nan-
tes, na Franca.
Grande bombardea ment de Sweaborg,
na Runia.
Grande batalha de Tclicrnaia, na Ru-
sia.
A linda praca da Concordia e Campos-
Elvsios na Franca, vista de dia.
Tomada da grande torre de Milakoll', na
Russia.
Cidade de Cdiz na Ilespanlia, vista da
grande bahia.
O porto de Marscillcna Franca.
O lindo palacio dasTuIherias cm Paris.
Cidade de S- Francisco, na California.
DO GYMASIfl PEKUI-
. BDCANO.
Scxta-fcira 1 de feve-
reiro, ves per* de Nossa
Senhora da Saude, he o
indubitavel andamento da
referida lotera, pelas 10
horas da manhaa, no es-
pasoso salao da roa da
Praia n. 27. Os meus b
Ihetes e cautelasque estilo
no resto acliam-se venda
as lo jas jconhecidas do
respeitavel publico. Per-
nambuco 30 de Janeiro de
1856.O cautelista, Sa-
lustiano de A quino Fer~
reir
GRATIFICAC.VO.
Da'-se20s00l) de ;rati"licacao a qi.cm
inculcar uma ama de leite fon a ou es-
clava, que tenha boas qualidades c bom
leite: quem pretender dirija-se a rua do
Collegion. 15, armazem.
dous vestuarios
ele velbutina.
Aliisam-so dous ricos vestuario, de velbutina. em
bom eslado, para o baile ma.qu.-, por barato nrec* :
na rua do (Jueiroado n. J, em trente ds becco da
Longregacao.
Hoje a* t e meia liora da larde,
subir um mnibus de Apinuea
|>ara o Recite e regressa para all
lepois que *e acabar o Ibeatro ; os bilheles veodmn-
se no cscriplori i da rua da Cadeia de Sanlo-Aote-
nio n. 13.
Precisa-se de uma ama para lodo o serviro de
uma casa de pouca lamilla : na rua ds Sania 'llil.
n. 3.
Precisa-se de uma ama que saiba enzinbar e fa-
zer o serviro de nma casa c lazcr as compra. : na
rua Nova n. II, primeiro andar.
Agencia de contabilidade
com mere ial.
Cbrislovo Guilberme llreckenteld. Iialnliladu
cora o* couheriiuentos praiu-..-. qoe em materias de
curumercio tem adquirido durante muilos anaos que
as tcm etercido nesla praca como caiieiro, saarda-
livros e ;erenle de negocios proprios e allieios, olTe-
rece ao. negociante, desla e das oulra* praca. do
Brasil, assira cuno a ..iras qusesqurr pesies o sen
presumo para o lm de dirigir ludo o que se refere
conlabilida.lc. romo sejam : rever c ajustar conla*
de qualquer nalurcza, nriMiiuar balancn a rrcula-
risar liquidarjues de fallimcnln-, de sociedades, ra-
leios, regulacesdc avanas, inventarios e partilhas
amigaveis de qualquer especie de bens, eitrahi,- coa-
las crrenles cora joros ou sem elle., por em dia es-
criplurares alraz.das, lomar conla da quaktaer
nova escripturacao por partida dobrada, milla oa
simples arbiliamenlo. judciaes, contraas rnmssw
ciaes de qualquer nalureza, etc., etc Encarrega-M
nutro sim de dirigir qualquer nesocio judicialmente
quer perante o juzo curnmercial, quer perante o
tribunal do commercio em primtira a segunda ins-
tancia, para o que lem a rooperarao de om dos mais
babililados advocados, e de um .ios probos e nlclli-
gcote solicila.lnrcs do foro. P.rs esle flor tem .
niiiiutica.'lc aberlo seuescriptorio na ruada Ca-
deia de Santo Antonio ... 21, onde pode ser proca-
ra.lo das S lloras da inaubAa as ? da larde. O anun-
ciante espera merecer desta o de oulras oraras om
bom acolhimenlo, sendo o seu eslabelerimeolo da
ruis reconberida nlilidade.
Ordem terceira do Carmo-
<> prior da veneravel ordem terceira de Carrera
dcsla cidade convida a todo* os sea. rs)ari.s*a*ui ar-
maos em ceral, a compareerrem na igreja da mes-
ma ordem, paramentados rom seus hbitos, no dia
t. de fevereiro, pelas > horas da tarde, para aceespa-
u'iarera a procissao de Cin'za, alim de sali.far.er ao
convite da mesa regedora da ordem terceira de S.
francisco.
Ordem terceira do Carmo.
Avisa-se a lodos os irm.lo* terceiro* de N. S. do
Cumio, que nao (iverem hbitos, para os fazer, afim
de assistrcm o* aclo. da q.i.irrsma e procissSo de
Iriumplio da mesma ordem.
Ordem terceira do Girino.
O prior e mais irmaos da veneravel ordem terceira
do Carmo desla ci.lade. contristados pela, noticias
que correm por lodosos lugares da capital, das vic-
timas que lem reilo .. cruel flagello do eholera-mnr-
bus em diversas paragens da provincia, hio delibe-
rad.. e\p.r todas as noite. na isreja da mesma or-
dem. as ini.sens do Senhor Ecce Homo o de sua
mil SS. a Senhora da Scledadc. alim de que o* lew
lia r.unandn aos pes daqu.llc Senhor suas lagrima.,
nossam alranrar de sua msseraraa u.n preservaliv.
a esla Ua morlitera inTc-rao ; iaveodo enlao no dia
de scxta-fcira a adorara,, dos Pa-sos do .Senhor com
uma ortica recitada pelo reverendo padre meelre
r"r. I.ino do Monte Carmcllo. E.peram pois a con-
currencia de seus irmos e> devoto, para Uto pi.dss
aclo Tcr.do principio a dila eiposirao no dia 30 do
correule.
A \iuva do l'ui.idu Domneos Alfonso remira
e seus lilhos, convidara a ludo* os seus credore., para
no .lia ullimo do proiimo mez de fevereiro compa-
rereiem por si ou pur seus procuradores, na villa do o
Cabo, era casa do Sr. Julias Pereira .Mallo..., aHas
de convenconarem nos meio. dos ilesamente, de
suas dividas, e all acharan com quem tratar conve-
nientemente.
I)erere-sc uma ama portugueza para casa de
um liomeiii solleiro on de pouca familia qaem pre-
cisar, dirija-se a Boa-Visla, liceo do rerreiro
n. 1.
Aluga-se melado de nina Ima casa terrea na
rua Velha : a paseas que prclcnder. dirija-se ,.u
alerru da Boa-Vista n. 711. uberna do Almeida.
Reioffiot de mesa e de parede, dilns
de algibetn, tanto de oui'ocoieo de pra-
ta domada e (oleados, patente ou bori-
EOutaes: acha-se sempre nm jrande so+-
lim.'iilo, na loja dos relojoeiros Cha-
pront >\ Hertrand, praca .la Indepen-
dencia ti. I8e2.

II
l\/r-i
kAl ITII KTSTS



DI RIO Di PlnM.vB.tO QjARTA FtiRA 30 DE JANEIRO OE 1856
Terceira edicao.
TRATAMEJTO HOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO
4
;iu pin
i k c. a. a, s
administrndoos remedio mai eflicaze
racara-laiudapeodeoledeclei nos lugares
CHOLERAMORBUS.
PELOS DRS
oa ni Iriicr.in ao povo parase podercurardeala entermid ,
para atallia-la, emquanlo se recorrcaomedico,ou mesmo'
em que 11A0 os lia.
TRA.UUZIDO EM PORTUGIJEZ PELO DU. P. A. LOBO MOSCOZ0.
Ksles;dous opsculoscontenas indiearocs mais claras o precisas, c pela sua ampese concisa expesi-
Co ta a o alcance do lodas as inlelligencias, nao so pelo que diz respeto aos meios ruralivos.coinuprin-
cipalmenle ao preservativos que lemdado os mais salisfaclotiosrcsullados em (oda a parle em que
elles tem sido postosem pralica.
Sendo o Iralamcnln homeopaj|jO o nico que lem dado grandes resultados nocuralivo dcsla liorri-
velenrermidade, iulgamosa proposito Iraduzirrelies dous importante opsculos em Hagas- verncu-
la, para rtesl'arlc facililar a sna leilura a quein ignore o franrez.
Veode-se unicamcnlc no Consultorio dn traductor, roa Nov ii.ft, por 25000. Vendrm-ee lamben
os medicamentos precisse boticas de I2(uhuscntii um frasco do lindura t.V, umadila de :0 tubos com
livro e 2 frascos de tintura rs. .i-mi.
O Dr. Ribeiro, medico pela l'niver
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. l.
SOCIEDIDE EM (0,1,! Wlll'l \.
FABRICA DE FIAR E TECER ALGODA'O,
A|ual oceupa diariamente para mais de
200 aprendizes ou obreiros nacionaes
de JO a 12 anuos de idade para cima.
CAPITAL 900:000*000.
Socios em nome conectivo renles responsaveis
ssenhores : Antonio Marqoesde Amorim. Justino
Pereira de lana, Mauoel Alvcs Guerra.
Firma social: Auiurim, tarias, Guerra & C.
Asuciedade tem j numerosos assignanles, que
prafazem para mais do valor da melada do capital.
hila conlinna a admillir no decurso deste mez
ocios, de KM).? at 5:000}.
As pessoas nsaignantes das primeiraslisias, quede-
zejam contribuir para a prompla realisaco da fa-
brica slo convidadas nao demorar ,u..9 respectivas
aisigoaturas, que davem ser paseada no livro da so-
ciedad.
No lim do crranle os socios gerentes reclamarnos
primeira prestado que sera' de 10 por canto do ca-
pital subscripto, c pasferao os competente recibos.
As vaolagen que a fabrica offerecera* loco qoe
alia etliver em pleno audamenlo serSo :
ll* li por cento sobre o benelicio aunual que ca-
da socio recebera', alem do seu direilo sobre o fun-
do de reserva, que ser de 4 a 7 por ceolo do ca-
pital.
3. Occnpacao diaria a mais de SlO operarios, ou
obreiros nacionaes.
3." Consumo de 30 a 10 mil arrobas de algodao
nacional, o qual at agora nio temoutro comprad/ir
scn.lo o exportador.
guerreotvpo,
electrotypo e
stereoscopo.'
No aterro da Boa-Vala n. i, lerceiro andar, ron-
IlDua-M a lirar relalos por lodos os svstema anli-
gos e modernos, c ah aeaclia uin rico lorlimealo
de artefactos de ouro, e ouiras qualidades para a
collucuco dos retrato*.
PUBLICAQAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esla publicacAo ser sem duvida de ulilidade aos
principiantes que Mquizarem dedicar ao exercicio
do foro, pois india encontraran mir ordem alpliabc-
lica as principaes e mais frequentes oceurrenciss ci-
vis, orpliauologicas, roinmcrciac eeerlosiaslirasdo
itoaaofrOi rom as reaaiaaoea das onleoacoes* leis,
avisos e reculamente- por que se rene o Brasil, a
bem assim resoluces dos Praxistaa satino e moder-
nos em que se liimam. Conten semelliaulemcnlc
asdecisoesdasqucsli.es sobre sizas. sellos, velhose
iiovos direilos c dcimas, sem o Iraballio de recorrer
i collecro de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
r de dous volumescm oilavn, grande franrez, eo
primeiro sabio ;i luze esla venda porK-i na loja de
livrosn. (> e 8da prara da Independencia.
O guarda-livros
hrasileiro
< aulor neata obra inoslra os differoiilrs melliodos
de CMripluracao al agora ronherido, nao so ao
commercio em geral, mas em espacial ao commercio
a rclalno, o de uui.i maneira clara, succinta e con-
lorme a lei. Oguarda-livros l*aaileiro inoslra ex-
tensamente a maneira como se escrlptnra as parti-
das no Diario e oulros mais livros, em partidas do-
bladas, milla e ringclav. Tamhem morir o quanio
lie importante um livrollicopilador--esto lie uin
livrq impoitanleque faz desapparcrcr immenaat dif-
luuldade que bao para que urna casa de relallio (<-
Ma cseripturae.lu regalar. Alem disso he um qua-
dro pcrfeilo em que o negociante observa coi um
lance de visla o movimento mental de aeu.commer-
cio. (l autor niln poupou exforros para no lodo s,i-
liir peifeila esla obra. O mesmo tem lonua pralica
do commercio do Brasil. O autor do guarda-lirrns
braxileiro conla com a valiosa protecciin nao j tos
lllms. Srs. assignanles qoe ja e dignaran) lubtcre
ver, mas Inmliem com o de lodos aquellrs a queu. o
sen Irabalho se lome til. (I autor jalga esla obra
lie uiuilo proveilo a nohre piolissio de guarda-li-
trtn de que be humilde Miembro. Espera-te esta
obra por lodo o cerrante IDez do liio de Janeiro. Rc-
cebem-.e asaignaloraa neala praea, ra da Cadeia
Vellw ilo Kccife, loja n. -2 l'reco li? pagos no en-
Iregne da obra, e esla ser distribuida pelos dignis-
simos Srs. assigunnles. e mo se vender avulsa.
Gratule baile de
s
loteras i\ provincia.
O cautelista Salustiano
de Aqu no Ferreira
avisa ao respeilavel publico, que leudo sido alletado
o plano daa prsenles loteras da provincia para
i.mili lulhcles na importancia de 24:0009, tem resol-
valo faxtr lirmes os preros dos lulheles clhulclas
roma aballo se demonstra, os quacs sau pa^os sem o
desroutn sortes grandes em <|naulo eiiatir o plano actual
Pelo qual aSO exlrahidas as loteriiis dcsla provincia.
Kilo-.esloeipoaloa venda as lujas do eosluuie.
Si'i he rcsponaavel a pagar os oito por cnitn da le
sobre os Ires primeirbs premios grandta em scus hi-
Iheles inieiros vendidos em originaea.
Bilheles 700011 Kerebc por ioteirn
Aleios 3^300
tercos
Quarlos
Quintos
Oila vos
Herimos
\ igesimo>
>ll(l
l?S'!(l
1-n
IIIHI
760
tiii
li:000000
3:OUUfOO0
0003000
I:OUgOOO
IriOOsOOO
709000
1,1111-111111
WllljlKHI
' cautelista
.StilmlUtno de Aqmitii herreira.
mascare
N.is 111 utes di- v ."1 le feveil
<:tn cjtie ioi o Ruerno Militar, praca
Boa-Vista n. 56.
na casa
1 .la
lllil-
Masearada
versal.
AOS RAPAZES MOCAS DE
GOSTO.
Bala casa he a man apropriada para diverlimeillos
ue-te genero por leralem de tres eiccllenles sala,
para baile, lodas as commodidndes exigidas para os
suinpluoos e magaiflcoa divcrlimenlos, que devein
lar lugar nos das icima referidos. As S horas da
noita todas as salas u de mais aposentos atlarao bri-
inaniemenle adornados c illomlnados. llavera boa
musir, e a irelbor ordem, visto que os directores
aao os mesmos dos diverlimentoi que liveram logar
na ra da Praia pela l'ascoa. As entradas sao : pa-
ra homem 29, e para senhora 1-.
Madame Scasso
modista,
No aterro da Boa-Vista
11. 29,
avisa ao respeilavcl publico, que alem de sna oflici-
na de aprnmplar vestidos para casamcnlos, bailes,
theairos o passeio, e os mais pertenece para completo
toilette de urna senhora, que de boje em dianle lem
aberlo o sen cslabelecimeiilo, o qual se acha ur-
I tido de fazendas de modas segoinles: cortes de vea-
Bato porta o carnaval, e um rapaz de alsuma !"" 'lc S", T, ,i,ol de P"upelioa. dilosde lar-
rcputae.lo uao pi.de dispeusar um Irage completo a I i?.f .m.J5?f l'roPrios para bailes, chapeos de
carcter, assim como toda a mora qnc for do bom '
goslo nao dispensar collorar urna bella mascar cm
seu lindo semblante, c enruupar-se n'un rico ves-
i luarioda crle de lienrique VIII; para oque o au-
I.* lecnlode qoalidade superior liso ou lavrado ; nunrianle oflerece a cada um ou cada urna, por aln-
a 210 a vara, em lugar de 260 ou 280 que se vendia : -uel ou venda, e por commodns preros, afim ile rhc-
o da Baha, e boje nio ha mesmo a mais de 320 reis, -ar na alcance de lodas as bolsas, 0' mais completo
preso da ultima venda. scrlimento dos mencionados Irages, para ravalleiro
A facilidade das amuradas, que nunca sedo de ou pe.1o do aerulo de Clovis, Carlos Mazno, llenri-
mais de 20 por eento do capital subscripto, permute 'l"e IV, l.uiz \l V, da ronvenrAo nacional e do con-
a todas as pessoas qoe poderem Uapor de orna eco- sulado ; as espadas c lauras de pao brilham como
nomia mensal de por mes. en
de lOOS.
Sendo as entradas de 10 por cen
los espadados da pouco mais ou ntino _
rao precisos 18 a 20 para ser realisado o inteiro pa- KA ENCARNADA. As pessoas que quirerem ver ~, ', 'l"*"'* Qualidadc. camisetas e in.insui'.o.
gameulo de cada subscripoio. o bom areio e bom uoslo dos vestuarios, podero di-' y cemDraia bordados, e Imalmenle ludo o mais que
Oa senhorea que residem lora da capital, e qne ricir-se a casa do anuunciante das (i as '.1 horas da I re'l'cll,'a modas e ao bom gosto.
quizerem entrar nesta til sociedade, podero diri- I "oito, que a aeliarao riramenle illiimiuada, embora
se la para senhora, crep prelo, lifes e oobreza de
tudas as cores, chales de casemira lisos e bordados,
ntremelos de cambraia. babadinhos de rambraia de
bonitos padres. hiro vardadeiro nbo. um rico sorlimeiito d lilas de seda, iaze e gro--
deuapole lavrados e de lodas as larsurds, ditas de
velludo de todas ar, larguras, esparlilhos, I uvas de
Jouvm para homeus e senharas, ditas de seda lisas
e bordadas para senhora, ditas lisas para homem,
ditas para menina, meias muito linas de seda para
noiva, ditas para homem, ditas para meninas, pn!-
r |'i' vj' UHIO t=V ----------- a..j.aaiaBa. ., """,oa "I. |'at IMIi.i.MII I I I i i J 1 (, I "--------
Mirar como soiio aro. e nos Irasea femeiiinns os hrilbanlcs c perolas ',"e"" "e-0*1" mals moderno, eneiles
de perfeilamenle imitadoa ; emfim lodos os goslos i'".'? r3"e'^- romriras e chales de relroz bordados a
aloe os pacamen- 'encontraran onde esrolber, na roa do Collesi n. ts, "l! "'"' de flore de lodas as cores, romeiras
leos 2 mezes, se- primeiro andar, ende se v asteada urna BANEI- !'"' 'I'1" '"lo l,sas e bordadas a vidrilho e man-
. i, i i,-. eillhis ilj iiiu^.ii ilia-a. -___:__ ._ .
nao qoeiram alujar os mesmos vestuarios.
Maesa ailamanlina.
He Eer.ilmente reronhecida a excellcnria dcsla
preparacao para chumbar denles, porque acn rcsul-
l-'i'los sem pie feliics sao ja do douiioio do publico.
preciosa
gir suas cartas de pedido a qualqner dos tres socios
gerentes, ou ao socio de industrial'. ,M. Iluprat,
que tem em seu poder o livro dassubscripries.
Elles declarai-ito os seus nomes por extenso, do-
micilio e o norae do correspondente nesta capilal,
encarregado de eQecluar o pagamento das entradas! Sabaslio Josc de
das preslaedcs, quando forem reclamadas.
lima copia impressa da escriptura da sociedade
sera' entregue a cada um dos socios na orcasio de
eflectuar o pagamento da primeira prestaran de 10
apor cento do capital subscripto.
Pernambueo 3 de Janeiro de- 18-Vi.
F. M. Dupral.
Illm. Sr. presidente e mais niembros da rom
missio de hygiene desta proviucia.Diz Paulo l.uiz
liaisnoux, dentista fraucez, que precisa a bem de
seu direite, Ve. Ss. seren servidos examinar a pre-
paraban de que se serve para chumbar lenles, e de- i
nomiiiou massa adamantina, en ordem .le verificar- j PELO (i ENES AL ABREU E LIMA.
se que a dita preparacao dillere inloirainente le lo- i Anda e\islcm alsuns cxcmplares enqu..domados,'
i acham-se a' venda na loja de lima dos senh
^>mprai5.
Vende-se ac em ciiuhetas de um quintal, por
preso muito rominodo : no annazem de Me. Cal-
moni Hasearas.
aixono, i.siiiM e2S000 de
na i na da Cadeia do Recife n.
Compra-se urna arle poeliea IVila pelo Dr. Se-
raphiel): quem a liver e quizer vender, annuiicie
pata ser procurado.
Compra-se urna escrava de meia idade, que
nao leniia vicios : na ra da Paz n. :IS.
Compra-se papel pan embrnllio Diarios ,a KM!
rs. a I,lu ; na ra do Ko.aiio n. .'." ao ciiegar ao
patee da Sania Cruz, na padaiia.
Gompram-se dous Balequca de idadn de l( a
IS aiiho*, de benitas lisuras, e urna nesrinha l.uu-
bem da mesoia idade : na cocbeia .po Ioi do Pedro
Allain, no largo do Arsenal.
Compra se cHectivaineiite brome, latan e cobre
vclbo : no deposito da fundirn da Aurora, na ma
deBrata. lego na entrada n. 28,c na mesma fundi-
eao, em Saulo Amaro.
&ettfea&.
tllivetra faz oso desta
massa, para o lim indicado, e as pessoas que qoize- ,
rcra honra-lo dispoudn de seus servkos, podem pro- i
cura-lo na .Iravessa do Vigario n~. t, loja de bar-
beara.
S .1. JANE, DENTISTA, %
9 continua a residir na ra Nova n. 10, primei- 9
40 ro andar. m
O SOCIALISMO
p
#
mo por quatro mezes, para in-
teirar certa quantia, da'-se por
M';;iitai;ia nma boa iiuiliilia, tic
val 1:500(000: qnetn quizeran-
nttncie pr.ra ser procurado, pa-
]a-se adespeza doannuncio.
1
Koltihiiias
PARA 0 GORRENTE ANNO.
I iillniih.is de al;tlieira coiilendo O al-
maii,ik administrativo, mercanfl e in-
dustrial desta provincia, tabella dotdirei-
tos parocliiaes, resumo dos imposlos ge*
raes, provineiaes e mnnicipaes, extracto
dealgumus posturas, providencial sobre
incendios, entrado, mascaras, t emiteno,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
mentos e exportacSo da provincia, por
500 rt-cada ama; ditas de noria a 100;
ditas ecclesiasticasou de padie, com a rc-
sadeS. Tilo a iOOrU: na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Vende-se esceilenle panno prelo a 5 por cada
covado, o mais btralo qu se tem vendido : na loja
de portas n. .'I prxima ao arco de Sanio Antonio.
Vende-se junco de primeira c sesonda -rute e
palha preparada com toda a pfrr >>. por preco
mais barato qoe cm qualqner parle ; i visla do com-
prador nao e deian de fazer negocio : na ra das
Cruzes n. I(i.
MASCABAS.
\ endem-se mascaras de rame, lano para homrm
como para senhora a IZmOO cada urna : na ra do
Collcgio 11. i, casa de i. Falque.
Vende-se nma casa terrea cm hom dado na
Ponte \elna n. 13 : a fallar'na ra do Sol 11. 13.
'* ptimos e verdadeiros charutos l.anceiros
de marca C. '.. rhesadna oltimamente da Babia ;
vendem-se nniramentc as fabricas da ra estrella
do Rosario n. i.",, c l.ingucta n. _'; por pre-o com-
minln.
: Jf" lc-e ou arren.la-se um sitio na estrada do
eipinkeiro, o qual lem muro novo : quem o pre-
Icoder, dirjase ao mesmo filio.
W'lldcin-s.
rame
15.
Goiiinia do
Araeaty.
Vende-aa na armi.zem de I), n. Andrade l\, Corn-
panhia, rna da Crnz'n. I.'i, excellente gamma do
Ararais, em saceos de '1 arrobas, e por commodo
preco.
Vende-se milito superior leijilo em sacras, viu-
do ltimamente ,|,. Aracalj : na rua Nova, loja de
Joan remandes Patente Vlauna n. JO.
\ ende-,e a armario de nina taberna o seus
|i-rleiices, sita na rua da Lingoeta n. III, lu-ar pru-
prio para qualqner estahelecimnlo 011 mesmo de in-
dustria : a tratar na meante.
Vendem-se sacras com faritiba de mandiura
inuilo em conla : na rua da Praia n. :|ii A. annazem
de Antonio Comes de Carvalho.
_ Vendem-se lingua a l?o rento, carne a
39300 e B9a arroba : na rua da Praia n. .
Iiiquidafoe
(i arrematante da leja dama do Crespo 11. I, jun-
io a casa nova da quina, confronte ao arco do Santo
Antonio, querend,. acabar com as fazendas qoe'eakv-
lem. vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. 1 rlncen pela de boa qualidade a 300 rs. o
covado, alpacas finas de superior qualidade a HOO
re. e I? o covado, lucias prctas de algodao para se-
nhora a 2UO rs., suspensorios a ttXl rs. u par, corles
de cassas linas france/.a, a IrsitX), e SfOOO milito li-
nas, lencos de cambraia linos a -1M rs., dilos de -oda
da ludia minio linos para homem c senhora a 1V(IK).
romeira de cambraia lina do laros de seda para sr-
nhora a J>, manteletes de seda linos a i;, mantas de
seda para senhora de superior qualidade a :>, cortes
de rlleles de lAazinha para homem a ."i00 r-., lencos
de seda branca muito linos a I?, corles de funto
para colleles .1 lin c s cortes de vestidos .le cambraia c seda mullo linos a
3f e lis, cones de cambraia com bahados lino, a :!;,
dilos de cambraia de c.ir a >**), brelanba de linbo
de I varas a peca, fina, a jJOll, chales de larlalana
a 8ll rs. c I9-1O, ditos de caasa c seda mullo linos a
29300 e Jf>, lila para vclido de arnliora a 330 o co-
vado, cmbrala-, de cores finas a :IJI e IK) r. a va-
ra, pica de lil para mosqueleir de 90 vara a :i5
a pera, corles de meia casemira de superior qualida-
dr a Iglion e -25 o corle, meias para -riib.ua lina a
20 e :I20 rs. o par. inada>olao e algodSozinho, e
nutra- mullas fazendas que por seren inuilas nao e
podem mencionar, c qne se vendem por lodo o preco,
na mencionada luja.
., \ 111.!,'-Ve nm ou mai vilelio : na taberna do
Andre, na cucruzilhada de Bclcin.
Vendem-se saccas rom millm muito hom, e dei-
lo cinco quarlas, mr.lda silba, p-lo precu .le ,".,
sem aacca : na rua da Odcia do Itecife, cj-.i 11. .'"..
Vcnde-e urna rica eaMIeira em molo bom
e-lado, propna para imagen* ou mesmo para maya-
ra,lo: na 1 r.....i da Boa-Vista, taberna n. i.
Atteng&o. '
Vende-e miiilo barato solirivcl vinho, prero de
1011 r. a _:.. rafa, c em ranadas a -tHXII : na rua da
Senzala Velha, taberna 11. Itii.
Milho e farinlia
#em saccas.
Ven lfin-se -acras ruin milho c lariuh* muito su-
perior, e por baralo prero : na rua de Sania Hita,
i.ibcru 1 n..'.
Vende-se nina e-rrava para lodo servrn .la
urna casa, laxa bem rnupa e co/inha o diario, sem
a tratar
das as condecidas. Pede a Vs. Ss. sejam servidos de-
ferir-lbc como requer.E. K. Me.
}Paulo l.uiz GmigHouf.
A massa denominada pelo aopplieanle Adaman-
tinae por elle apresentada commissao de hvgie-
no publica, dilfere de Indas as apresenladas iiessa
menina occasiao por oulros: sendo a rnnlr.111l.n-. ,.
feita na preseneade lodos. Sala das scsscs da roin-
mi-san ;to de julho de 1853.Dr. A. Fonscca.
DEHTISTA TRANCEZ.
Kicardode Ireitas t\- C, esquina da rua do Colleaio,
e em rasa do aulor, paleo do Collegio, rasa amar ella,
110 primeiro andar.
.No sobrado da rua do Pilar n. SJ, precisa-se
alugar urna pessoa livre ou escrava, que saiba cozi-
nhar akiima cousa, para ser empregada ueste a
n'ootros serviros ordinarios de urna casa de pequea
familia, a excepcao de engnmmado, preferiudo-se
desla ultima condico, c.lo sexo masculinu ; paga-se
bem agradando.
X Panlo Caignoni, dentista, estabeleridn na
rna larga do Kosario n. 36, semin.lo andar,
--. rollera denles com a prtssao do ar, e chumba \%
k denles com a massa adamantina c oulros me- at
taea. -
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAIIIDO DE RLOFF E BOF.N-
NINGIIALSEN E OLTKOS,
P*to em ordem alphabelra, com a desrripcao
abreviada de lodas as molestias, a u.li. ..-..o I.- -io-
locica e Iberapeotira de loda os medicamentos ha-1ll Jo?t'
anesspatbirvs, sen tempo de acr.lo
aaoaiaW da aan diccionario oa*
1 de naedtrina e cinnxia
Lotera doGvm-

nasio Pcrnann-
bucano.
Precisa-se alocar para o servico de nma rami-
lla inglcza. urna prela que saiba lavar, engommar e
roser : na rua do Trapiche Novo u. 10.
loteras di mmm.
II cautelista Salustiano de Aqaiuo Kerreira tomn
a reaolnejo de vender os scus bilheles e cntelas as
peasoaa que compram para negocio, sendo a quantia
de tuu- para rima, diuheiro visla, pelos procos
ahaixo no.a.los, na rua do Trapiche n. Mi, secundo
andar, em quanlo exislir o plano aclual de t.OOO
bilheles 11a importancia de Ji:(MKr-, ficsu.lo esles
preros firmes. Klles siln pagos sem o descont de
>ilo por ccnlo da lei nos Ires primeiros premios
lirtMKbOtK)
3MO80O0
J:IKH)5lO(
lougotM
hJtatMKM
730*006
6009000
:woioo0
Salustiano de .11,111111, lerrrira.
Precisa-sede una ama que saiba cozinhar c
fazer o servico interno de urna casa : na rua Dircila
n. I?0, segundo andar.
Para bailes Ai
mascaras.
grandes.
Bilheles VlGOO Kcccbe ior inteiro
Mcios 29300 o a
1 reos JJiO B 0
Uarlos 1. '.MI )>
l.luinln- l.-ilill 1,
1 bl.no- sin
Deamos '.su i. >.
\ igesimos :iini a .
Aos 6:000 \ 2:000s e 1:000-0000
Corre 110 da Mxi-feira I dclexcrciro
pro\imo.
Os l.illietcsecat.tclasdocaiilelisl:iAn-|y vendeHM um completo aorlimcnlo
3 de '
AO PIBLICO.
No :nmazem de fazendas bata-
tas, rna do Collcgio n. 2,
Rodrigues de Sou/a Junior,
fazenda*, linas e
? povo, pelo
H. A... DE 1ELL6 10H.ES.
a. mi ,mu andem maaalar bo-"-aro- sea
1 01111 comprar.
TLZEZfc r'r"VS'/,O,",Jei,0s "' *** *" P F"';o>naiS|,aisoSdo".|.,ecmo- I
..epostoao alcance rentoda Ic, M":' a-wni a venda g{ Ini qualriuer parte, lano cm por- M
as Iotas da m-ara da Indenendcncia ns. \i eea m,..,,-_. .,1 .11. ..ir,-------------1^ -?J
w O Dr. Firmo medico, mndoi 1 ^
M a saja n^da^ncia para a rna Xova ^
fj^ n. 25, pnmeiro arelar, e rnnl- tA
<0j niaiiocrvaxkiodcMiaproiiaasio. m
lujae ja .innno-
n kU DE LATH.
O padre Vrenle Ferrer de Alb.K,uir-
3ue continua rom sna aula de Llim. do
a 2 de Janeiro em dlaale. pela mestna
maneira sol, as condi
ciadas.
P^Ctla-edc'umaama deleite torra
ou escrava, que leuda boai qualidades e
bom leite : quem pretender dii ija-tc a
rua do Collegio n. 15, ar.na/em.
N* aierro da Boa-Vista n. t>, primeiro andar,
eiiale nma carta de Macen, para o Sr. Francisco Pi-
res Caraeira.
Precisa-se alugar urna pela livre 011
escrava, para todo o servico interno di-
urna casa de pouca familia': no lerceiro
andar doaolirado amarcllo, defronlc da
iniliiz.da Boa-Vista.
- Hicardn Karrcua da Silva tai a Porleiral. e
11. a 1 nada dever a peasoa ak-uioa. ma. algaem -a
lulgar seu crcb.r aprewnle .uas ronlas ale II da
crlenle, na rea da I.a.lea \clha n. ||
M"
ri:0Ot)sHV
sMMM
-I-.iHHisiy.vi
I :-~0nsfM>O
I:200s0ll0
rsmsOMt
SfMfW

mrip .1
|s"a..
"7 V..^- ,Uit,''n, Viu' 'lo "" 'I lucir M pra-
zo .1* III das, 'por ).. ler ido avisado rmr escripia
litar os seu, paadnrea qB- a-l.am em raaiaai
abano assaznad. ha mai, de Kanno-, e ., i,,,o fazen-
'lo, passa a rende-lo. par pa-amenlo .1
e parte do, iuro. Rente J o> ,,,
J. C. Leal.
9 No da I! do rineaea, moa perla rnp>s aja.
Ma Mtai pre^nl. aK>t a., -70,-1. .
dar Um vanead- n. I a roe aalreHa I.. |(......,. ,
nmm* de:aau v^lK.ra oe > |i. Mari.ni.a. rajafaa-
'. J""IM 1"' n" nw**!" rima nana, ,| ,.Mrm
laaenatapcHa er esrraxj. ir.....b. ,|,M u-
' pa: .amo-ta aitn e-'i.W ..a mla p.rj
lazer *MlON. n ,p,e ron r-.n-. |, srfl ,,4 umr**
*-< nm vctid.. 1, seda de -|a.lro. .le emir, mlM
dm-.-.l. 'Mil do... I,al.j.| irtnflfUm. a lerr... ano
lampas, le r~a xm a--rula l.iam
as k>jas da nai.ii!a Independencia ns. j 3
i, 15, 15 c M.rua Oiieila n. I5,randa[&
Praia n -?, rnadu Crespo p. 5.
Os premios sao pagrw lo^o |ue saia
IrsX.a geral.
l;:!lieff inteiro 7sOOn
Meo iibt-le r,s."iOll
Ta'rros. -t< ''.'
(.hurlo. :-:s,r>
.hiinlos I51IO
Oilavos 9iO
llerimos 760
Vgesaroos OO
O retendo cauldsla declara que so pa-1
ga nos stias, blLetes inlero*. os 8 por cen-
to a-onto lem annuncaado.
L0TERUD0M0BEJAIE1R0. \
Arliam-sca venda os novus bilheles da
lotera i- da estrada de Mago, que deva
.-orrir a 21 rm 2 do prsenle; as listas
espetamos pelo vapor nacional qnedeve
partir 25, ou pelo vapor portngue/. I).
PEDRO II, se for 11 auslerida asila saliila
de 2 para i por dianle: os premios | ^)
vio pagos a entrega das ini-smas listas. fi.
I'reri'a-se de nina a.na para aSaja lia liso ala .'A
urna rasa de familia : ni rna .Nova, ;e|,radn n. i'., \ T?
-.-:ui:.l.' andar. 1 ,S
PHLBBBBBHHLaHBI
colutorio axmi
IIOMIEOrATHlM.
GiituitO pata os pobres.)
lina dr .sai'l tirirn. Mundo- \nrn ti. 11.
O Dr. s.bn.o llb ano l.u.l;et l'nh.i d
conHllas lodos os das de-de ... I hora da
m.mi, 11 ato a J di larde.
\ i-ila ns enfermos em .en, dnmirilins. das
I 1 horas em .liante : na* em ra-.* repentino,
e .le mole-li.i.a.ui e ziavr, a visitas
MbB em .p. bpi.-t Imr 1.
A mnV*lias nerv .|m-ci.iI aaafaasala nw mmft ar-.iiM-lhad...
|m-Is pralirm aaeab 1.- t le- mrm esi--
3 Irtn n 'on-nlloi
IBS
gl'ossas, por
ue cm un- ti-
fo cm por
riles, romo a relaliio, alianrando-
se aos compradores 11 m so preco
para lodos : este esiiNlecimiiilo
ahrio-se re combinanio atm a
maior parte d-s c;i*rs commerria%
inglexas, lranc-7.1 :-. alemaas e suis-
sa*,par venderfa-jikL-w mar em
conla dorrriese lern vi-rrlido, epor
olo oili-T-trenalo elle maiore* van-
tagens <*oqnc oulro qnalquer ; o
pro; rrfarao desle importante es-
labiei-ment convida a'todos os
ser patricios, e ao pnMro em j;e-
ral, para qnc venlaam (a' bem los
seus nleresses) comprar fazenias
baratas, no arma-m da na do
Collcgio n. 2, le
Antonio I-iirr. JosSanie* \ Rolm.
SS?~FSaSSSa,SS5,
DrwjJ aaVer o*Hle aanara talm 4j Sil,, |
**. *6 d- |j-fc*a : na* (jmtm roatas a 71.
\ 1 ncjo->e dous lindos ve'tna.io.
bailes, e urna bonita eabelleira
niadn, loja 11. 17.
Peixe
prnprio para
na rua do yuei-
secco.
V ende-se peixc secco : na rua do Uueimadn, loja
n. II, '
SS-@@ :M0#sM
Velas estearinas, pedrasdemar- w
W more para mesas, papel de peso
ingle/,, papel de cmlnttllio, oleo <$)
<$ de Imliara em botijas, cliicotes ()
(0f para carro, pianos de armario, uk
() lona ebrias de vella, cementlo- (A,
y. mano, armamento de todas as S
s qualidades, cabos de linbo e de S
2 m.tnillia, pt\e da Suecia, cliam- K
W pdgne e vinhos linos do Rendo : W
vendem-se no arma/em de C. J.
'$) Astie, i\ C, rua da Cadeia 11. 21. <&l
TAIXAS DE FERRO.
Na fundirn' d'Atnora cm Sanio
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e del'ron
te do Arsenal de Marmita ha' teman
um grande sortimento de taiclias tanto
de lalirica nacional como eslrarigeira,
batiilas, tundidas, grandes, pt>ruienas,
razas, e fundas ; e em amitos m logares
exislcm rpiindasles, para c.irregar ca-
noas, o carrf livres de despe/a. O
preros sao' os mais eommodos.
f r^-Oculospalcntcspara llicalro, dilosdc
arcaiH-e, .1 ,t.,s le armatyo, le bfalo, de
ac, de tartaruga cde nitro, lano para
vista* caneadas, como para miopes,
blancos 011 aziies, octiIo* dar vilros, c
liincfo de lodas a* ictalda'lc* : cncor-
lram-se srmpre na loja lo* relojoriro*
Cbapronl A Bertrand, praca la IndVpen-
deiwia n. IKe20.
ileleii.i aUoin. com ii anuos na rua da Seniala
Velha 11. 70, ergnndo audar.
Vendem-se.lua negrinhas rrieula!. mniln lin-
da, de idade de 1 i a IX anuos, rom priueipin de
varia habilidades : na rua llireila n. 3.
Vende-se bijao em Meca* -raudos, rhega.lo .lo
Araesly : na rua da Croa n. .11, primeiro andar. 1
Vendem-se barrica e meias dita* propria. a-
ra aasocar, c per mdico prero : a tratar cura o al li-
so assignadn.
Salustno Ephlgenle Carnetra da Cnalur
Vendem-se .arcas com feij.ln mulatinhn muil,-
iipenor. do Araralx : na iravessa da Madre d
lieos, arma/cm 11. I".. ,
Vende-se eslamenlia para bablos dos Ierren,
franciscanos : na rua do i.lueimado. lojn n. 'el.
Vetidem le iluas cabelleiras para o baile de
mascara, sendo nina inleira oulra meia : i|uein qui-
/.er dirija-c ao sierre da lloa-Visla n. 2, primeiro
andar.
Bichas de Hambnrgo.
Na rna eslreila do Hosatio n. >, loja de barbeirn,
conlimia haver muito boas bichas de amburgo, que
se vendem aos ceios e a rclalho. c lamben, se ala-
gam por cominodn orre..
Fazendas prctas
para a qua-
resma.
Corles de seda prela lavrada rom lli cavados e al-
gum impie de mofo a IA5 o corle, sarja de seda pre-
la a l?7tK) o covado, dita a *>, dita hespanhola legi-
tima a 2870O, srosdenapnle prelo a Ijllll o covado,
dito superior a 19700, dito adamascado superior a
2*/iOO. "arja de seda adamascada a -29300. rhamalole
prelo para vestido a >. velludo prelo a 3S300, dito
a 3, uiln muilo superior a ,V"iO(l, selim prelo ma-
cao a :foV)0. dilo a IfBOO, maulas prela de blonda
de seda a II?, los prelos grandes a !>-. ilitos muilo
superiores a 11->, um completo sorlimenlo de pan-
nos prelos dos preros aesoinles: panno preto de
29,'iflO, X;. 9t3m, .-. :). ti;, '.r> n |IQ o covado. ca-
semira prela a |.->7II(I, -J9. 99SO0 e 39 o evado,
a.sim romo nm complrlosorliinenlo de chapeo pre-
lo franeezes de mnt superior qualidade, corles de
rllele de camir.. prela bordados .,-> o corle : na
loja do sobrad alnurllo. ajaa qualr.. calilos da rua
d> 1,1'irima.lo n. J, de Josc Murcie. l.o|ie.
Pipas vasias.
%t fN *tt Crn n. tO. ende-sc umn port;Hn d
pi^M Mi.*, moilo fin ratita.
31adapolao com avaria
VtrM .le madapnlo com loque le avaria a don
mil e, toas) mil qainhenlo, e tres mil rci : na
tova da se por I a, em frente di liar menla.
Relog*os.
aaerbi**? ,0,S'OS ** "ro Pa,D,e '*:
tfoTeS ^.'^Olive*!, rua da laieia a fe.
ene n. ha. primeiro andar.
IECHAHISIO PARA EHSE-
HHO.
XA FliNDICAO |)E PERRO IX) ENr.r'.
NIIKIRO DAVID W BOWMAX. ,vA '
RUA DO BRUM, PASSANIK) O JIA-
baseinprc um grande suiiimeiilo dos scninles ofc-
jectos de inechanismos proprios para eiiicho. a sa-
lier : modula c meia moen.la da mais moderna
conslrnceao ; tanas de ferro fundido o batida de
superior qualidade e de todos os lmannos ; reatas
dentadas para agua 00 animaes, de lodas as 1 ces ;-crisos e boceas de fnrualhae reglalras %m
eiru. aguilhae, bromes, para finos ecaviiiioe- am-
nhu de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FUNDICAO.
ic'execulam lodas as enrommendaa com a snpeviar
ridade ja ronhecida. c com a devida prstelae eem-
inndi.la.le cm prei.o.
\ eudc-sc um cabriole! em bom aso ;
na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
No escriplorio de Domingos Alves
Matlictis, ha para vender por r^mmodos
piceos, os artigoseguiilc:
Ricotcele-gantes pianos.
BexerrOS engraxados.
Ditos enverni/.udos.
I'lor de Tilia.
Piassava em inollin.
Camisas de meia
de pui-alaa.
\ endem-se superiores camisasde meia da IM, M-
li.r.l".!' I,r^n :?: "> - de iniu,le/.a da Boa Fama 11. 3:1.
Vcnde-sc cal empctlra ebegada no in-
timo navio le Lisboa, e potassaamercanii
Ja mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Rasto A
Companhia.
FARIMIA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinhn de mandioca
cm saccas velba por .>#000 reis : no 11rma7.cn ns.
1.5 e 7, e no armzcm delrnte da porta da
allandcga, 011 a tratar no escrtptOTio de
Novne .V Companhia na rundo Trapiche
" "V, primeiro andar.
A3SS00
\ende-,ecl de l.i.hna allimamenleclMcarla. a-
im como potasas da Roala veraavtra : lia prara to
.orno .santo n. II.
VINHO \KM-.y.
Vende e aaprriev Mnho de \erer em tuirr.-. ,l
l|.rmeasa .le B. C "fjall : rae rto Trarefe
n. 18,
AI.KNCIA
Da Fundicao Low-Moar. Hnatla
Senrala ova a. 4f.
Ncte ctabelecimenlo continua n hn-
ver um completo sortimento de ^ven-
da c meia moenda pma engenn, ma-
chinas du vapor, e tnixn le ferro laaHair.
c coado, de trnloo tamauhos, neara
dilo.
I.ARVKIMI|is.
Na rua da I lar n. :il primeiro andar, roolma.
I a haver .orlime..'o de boa, obra e labsrrafa* a
>rn.la.
Vendem-se em casa de 9. P. Jvnrs
(ton A C.. na rna de Sensata Nova n. RS.
jSellins 11gl1-7.es.
Kelngio* prenle inaJaT.
, flaSCOtW eWaMrrn c tta aajajaaafsfH
\ endeui-ie. uperiore. caria riancea para v..l-,, r.||1(y11.-...'..... ._____,
trete a 500 r. o baralho t na raa do t>.ieimado, ^""",".n"*< iln,ai-s hmnreados.
UM avtngle/avs.
Pi le snpateii-n.
Vapicti Barr de graxa n. 97.
VnihoCluMiv em Ivarri.
Cama de ferro.
. Ot.NACVEmiM^tati.
como em garrafoe,: na raa to tjtn n. ra.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos prero do que em oolra parto : oa rua da Ca-
deia do Kecife, loja 11. mi, delimite da rua da Madre
de lieos.
Cal de Lisboa barata.
I'ara fechar coulas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 3$jOO, assim como
ha urna poreao da rtila cal sola, uptima para caiar
pelo seu lirilbanlismo e duiaeSo, e euchc-se urna
barrica que lenha sido de ibacalhio por 3f : na rua
da Cadeia do Hccilc n. SO.
Tinta preparada em oleo.
Na rua.do Trapiche ,\o\o a. IS. em casa de E. II.
Wytl, vende-se evcellente Unta branca, preparada
em oleo, em talas do 8 libras.
Eixos earreios para
carros.
\ endcni-se superiores eixos c arreios para carros:
na rua do Tiapiche Novo 11. IS, casa de K. lli
Wyall.
Candelabros e lustros.
Aeha-se venda cm casa de B. II. Wyall, na rua
do Trapiche Novo 11. IS, um completo sorlimenlo de
candelabros c lustros broiueado de :i a8latea.
Vinho Xerez e Porto.
Vende-se vinho Xerez e Porto em barris de .piar-
lo : em casa de E. II. Wyall, rua do Trapiche No-
vo o. IS.
POTASSA E CAL YIRGEI,
No antigo e ja1 bem conhecido deposi-
to da rita da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potaaa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cilvirgem de Lisboa em pedra, tudoa
preco muito avoraveis, com o quaes i-
caro o compradores satisfeito*.
Relogios
ingleses de pa-
tente,
o mellinrea fabricado em Inalalcrra : cm caa de
llcnry i.ib.on, rua da Cadeia do Herir 11. Wl.
Taixa- para engenho-.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rua do Brum, pastan-
do o chafariz continua haviii- um
completo sortimento de taixas de ferro
funilido e balido Je 3 a 8 palmos de
bocea, asqtiaes acliam-c n venda, por
preco cornmodo c com promptidao' :
cmbarcam-e 011 carregam-sc cm carro
Sem dc*pe/.a ao comprador.
Relogiosdeoiit'o
ingleses de pa-
tente, de sabo-
nete edevidro,
chozado pelo ultimo par|uclc, >en.lcm-cpor prreo
razoavel; em .-..-de Auauala C. da Aln en, na na
da Cadeia do Itecife 11. |k, primeiro andar.
Taboadn de pioln da Suecia, nlratrao e pU.
Me. Calmnnt \ l>mpanhiii, lendu rccebldu um
rarrcsameiilu deatea (enema pelo brigue sueco I).
Thereza, de Cnlhenihourc, senderan n tnrimoi a
retallio por prero barato: olaboado a. ha-r reco-
lindo un .11 ma/. ni i|o> Sr. Carvalho c\ lim.o., rea
d III lili!.
Carlas franee-
zas.
,v
loja de miude/as ,1
Itoa lama n. :i:l.
Cousas finase de
bons goslos
NA-LOJA D BOA FAIA.
Pipas vasms.
\ ende-e poreao de pipa v<4a inmia,
cher de aso.idei.te. pr^, a, H rada
iralar no escriplorio de Manoel A|vt
raa do Irapiche n. H.
_ I.IQITUAI \v.
II arremtame da toja dr lanulrras
yiiartei.n Jl, neerenOo acabar a.
cMstem. vende barato afim de
de lempo.
Kranja com boleta, para rotlinado,. pera
apel paulado, resma, de pee
I lito de peo, resma
l..li de core para bordar, libra
'entes,i,, blalo para alisar, duna
I ivela donradas para calca, ama
tiroia de brelas mniln fina*
Lencos de seda lino, rio padi,.-
Calva de linhas le atarea
Meias para senhora per
l|entes de tarlarnca para srevear cabrito
(roas de canelas linas para peana*
Hila de l.ntes fino para rasara
Meia prela- para -rol,.na. du/ia
Hilas du,. para homem
Veisdc-sc urna prela de nac.'io, mora
erom a|rpin.i* habilidades: na' rua <.i
VewtJeTO-ssrr Ion pianos fm-tes Je ja-
rarauxLn onilnu-rao vertical c rom lo-
Jos os mcliW>ransento* mai* modernos,
Icndo vmlonoullmo navio le llunlnir-, (,i, lalwnran 9.
Ifjr: 1.1 iii.l.iCi.lij. ..nii../.in 11. X. 'M
74a raa ipo, |..|. ,,. I, vemlcm-sc por lodo
o peer la/riela- A- primeira .p.ali lale. para acabar
nm -k olha a ffeeo.
, REL0GI0S
%^^=%S^^fkS^^ Cobertos edescohertos,pe-
2 uKmmc,. L ^e^fc
8
unco DEPOSITO.
ro. patente inglez.
S. Rua las Crii/- 1*. va. nmttmm no wri|d>rto de So-.ii.aii MsfaSf i
QratUltO para O* pobre. V Ompanlna, na rna da Cadeia da Rento n. .111, mt
IH-. rmillll d.i ron olla e faz vi- /!""" ***** *<*o- r.drto e dcscobcMo.. pe-
aHaa a aaalwsf hora ato Ha. Z* '""""' s'ae.to*. de o-m. wlenle ,n2to/. de nm
9 -- -iimi aaaalliilt Tsn< a '*''''? n""""e' ''biiranicto l.itrp.i, vtattoa ,.|
1 II: Al AMK.V.'O IIOMllKlIP AIIII (, """" !"' -'/.
Cf, iirr.erratiro e enmuro di rmnlera 1 |
BHrln, acrommodado .1 intelli^-run. aja ufj)
pnvo, rada folhelo.......ii
l.ar.'eiras de IJ medicamento
para .. cholera. a I mi.; 1 .le liiiluia. ..... I -.a.
I iiIhi. .....|.., a jai. 01 c I nio
Cadena, de I,.!., os l.nunli,-
111111I0 em la.
V II.II loe.liram-lil... hnni.. palhl-
'*/' asna l.itena rm|iadsH ps* roi.la .b, ,,-
lgt venia to.la proiinria. IcrV. < l-lmiri,,
^^ dr Jll |K>r rulo sobre.. Val. ib ,|n ,,
\J) llanainenlr -r s-n I. NI a.. | ..bl.r...
f
l
l
CHAROPE
no
BOSQUE
IciMM K a vcnladera e 1111 nio|>.n ,im I
ajjua ili-ulili ii c do Dr. Pierre, inrnloelli-
ob na cootei v.n ,m iIim dente) e m
liloila bocea : 111 botica ilo Srs.lJ. Soum
AC. uiliro ilcposil-i ipie e\iale jliesla ri-
le e proviiii i.i (|- flIniimlwa
Vendem M ricos loques com plomas, bolota,<-
sspetbo a i-, luvasde pellica de Jouviu o mrlhor
que pode haver a IsHOtl o par, dila de scila ama-
rella e brancas para homem e tenhora a IjJctO, di-
la, de torral prela* c com bordado de core* a 800
rs. e lySOu, dita de lio de Escocia branca e de to-
das as core para homem c enhora a mu ts., dilas
para meninos e menina, muilo boa farenda a llO,
lencinhos de relroz de toda a core a I-, Iucasde
lia para senhora a tiiO, peine de tartaruga para
alar cabello, fazenda mullo superior a'sf, dilosde
alisar lainbcm detarlaruaa a :la, dito deverdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muito aade
tartaruga a I -iso, dilos de alisar de bfalo, Taien-
da muilo superior a :t0 e ."DO r-., linda meia* de
oda piuladas para eriui;a de I 1 :i anuo a IfMI
o|par, dila de lio.de Escocia lambem de bonila
core para criaiica de I a 10 anuos a .Vil) o par, es-
pedios para parede com excellente vidro* a 500,
700, l. e 19-2OO, Inucadore* cum p a Ij.VOO, lila
de velludo de (odas as cores a KM) c-JIO a vara, es-
coras lin, para denles a 100 re., e linistimas a on
r., dilas liuissimas rom cabo de marlim a 19, tran-
ca de seda da toda a rore e laraora a lo, 100 e
VDOra. a xara, sapalinho de laa para rriancas de
bonitos p ..I. oes a -2t(l c :l0, aderecns prelo para
luto rnni brincos e .illinelc a l~, loura* prela de
e.la para rriancas a I?, Imana da que se u-.im i Lacre enrnrnado mnilo Irao, libra
para aegnrarralicllo a 19. pislnlinha de melal para Papel de cores, maco de jn aaadervm
.ti ,in;ss a -Jim 1 ... -albrieira para azeile e vinagre 1 Duria de rnlvelr "
-"200, han lejas muilo finas e de lodo o* tama- 1 Kpelbo, de lodo, o. numero daria
libo de 19,, 38 e i,-, meia brancas lina para l-inhasde nevrlles erando para bwd.r
enhora a Ji ci :I20 o par, dila prela muito boa* I Rira filas oeoceras e de aria tmuSai
I a 00 r.. rica raiaa para rape com riquisima* es-' larsa
lampa a 3| c rOO, meia de eda de core par Meia croa sem eoslnra
homem a bil, charuteira moilo linas a -2f, radei INle de arda a. i. pera
para bengala a 10 r., pla para guardar papis Tranca de seda branca,
a HOO r.. oculo de armac.lo de a^o pralea.lo e don-1 Catana de ra/, dara
radoaa (iO, l| e i/SDO, lunetas com aro de huate Per, de lila ib: eos
e larlaroga a ."itai r. c l, superiores e rica henga- l.api fin, srora
linh.n a 29. e a OO r. mai ordinaria, chirote pa- t^ordao para vestido, libra
ra im s a lio pequeo* e srande. fazenda moilo supe- Toara* .le Monde nara meni
rior a b.O, ww, |5. t*m, 1-OO a *. alaradore de "
cornalina para casaca a :\-Jf, penle mnilo finos para
aiasa a ."INI, escova fina para cabello a filo, lila
para eaaca a in, capacho* pinlado* para *ala a
BlO, meia hranra e croa* para homrm, fazenda
nperior a IWI. Jll III o par. ramia de meia | moilo tina a l"> e 1^2110, tova branca* eiirnrpadas '
propria para monlariao i'l o par. meias de core
para enhora moilo forle a fafj o par, rira ahoioa-
dnra de madrrpernla e de oolra mnila* qnalida '-
e goto para rollete* e palito a on r.. fivelaa daa-
r.nl.i. para ralea a rllele a 191. rica fita* fina*
lavrada e de loda a largara, hiro fini*imn* d
Imnilo* pa.lriif r Inda a largara, rira* franja*
branca e de core para cama de noiva, te-..i ubi. para rostura o mai* lino qae e pode encontrar.
Alem da Indo ila nutra .onii..m.i ro.ia* nnile
prapria para a fela. e qae lado e vende aov pre-
da- C" "|ne faz admirar, romo lodos.fregnere | -
brm 11 111.1 do i.i'irima,'. no, q.i.frn ranln. na
liem onbcri.la toja ak mmdeza da Itoa lama
a. II.
pera
Cbiqaile de merino bordado, para
e oolra* mmto. arlisas m^n *e tornaaa
vei por sna* aaa* qnahdade. e qae
dar nm pnnqninbo nial* barate a
gila. qae qarrra a dirriViro romprar 1
Vende-e arrile de cnlr ew
na de lHirada botija : ao raa 4a Crae o".
iv*cr*t>* u*B*.
da
1 i- iImum .1>i'ii.i>I'>*>. rinti !>( 1 Ir i
I' I j|HS 1 r?. II, rnnffinlr o |>|r>n
Hm*m U/rm |HiMir>*. >\mr f-I.i" tPf\
f.ifiirnliv mm\mura+ {n** 4r ur
l#-. Iriiils |M(4 ri.rv.-l-i-v r
n*. p**r rmmtmnmm im**mm !
i*.*mi fm ri'*-jMi! l#-, mintv
O u.iifo.!iKvei;r-orilinia rr na k-n'irj a|p Hjf.
llH*l4.
Obivis de onro
As mus (wcolli(
na na
malii/ caa
to r.almaa-
narllMar aVa.
>enarai.
wnt-*-^^a^^ iirm.m p\r\ o muco
fltO UTaHaSi- |- rf f1ll<|S>|
XZ23BEX. X 3X57m*>3M
II. Ihanuria .1. \Hi.mI.- Albuq-irrq,,, l\|rl|..
pMtjaaaafa ala iikh.. Irll.a- ala lai A- RaajaaajS,
iu irsiinru para a iua .1 >-' iHi. taaa
ti. Himeii" andar ; aaaaaaS atavajaaa fmmit-
da-, un, ba S^VSKl ZttXJST '...... "
bamieja; ma lendn a dita pe-a.a qae ein|eton,bardar de linba. ti*
I'lr, .... '- mu.- rr.ada paa w-rw-.. ,V nrui Pava Ola-Ir ;-:.li.. -a ca l.l.... .
rana 4e faaaa i.-n.ii, rm .'u,.' lt -, g~.qari a^.s-d. i~-r roaMipar.
daDr. eavaavl I awalu. !. ptoari* r^aia .le Majas. '<
I >". paV|Hia*ar no cora.
lisa.
-r aaaarsaala.e
nrs.
..Iidrrrwi^ __ .saleas 1 cenan ata tara
'*" **- dadr r ,-, |r-r..m,- ,
4rr^l..r ,4;,,ir, y _*,,.,,,1,,,. HJ (
'|Ha'b.b>Mar|MO.
~la a, aaal. Iia-,l.,..,:/..
dilo. bjnirM a.eeaaidaaV cielr, mandn '- da
dila enhoia pata i|ue.u ella npfaa quo l... .^. nuua-
darfo pedir, foi Ihe por ella respondido que taes ob-
leelos nao bata mandado pedir, d'onde veio a con-
rlnir-se qne ludo era falso : rogase prtanlo a* ao-
tondade* policiae qoe apprebendam ditos ohjeclos,
raio sejam encontrado, c raliltca-sa com .lOjOCO ..
quem descobrir a autora eroelbaole roubo
p. riu.'iirz... aiilbnMlKa. do.
Lord-.r, lat.jriDthrr, mairar.'
wla. lazo tapeto*, ele. Ku-
s.m rom iod-. .lei.r..i.., .. ,P,|, lade, e la/ to bx
o:- ^u pata ... aaa* iduniamnil.
H're.. .a-e de um raiieiio pata laberaa, qoe
lnha pralica do mesmo negocio : na rua da Cruz
aVSjtt.
1-rancisco Cope Vofjue.ra relira se p,.i,i h-ra
do ii.ipeiio.
q*ri.
I" \<*J| ,
Xrwdea- -e .iis..-.<*aa .Mi
|-*.|fla ytA -*J. j, diaai.an
I-..,!,.,.- .i Kl.. dr lat ti
llal. Ir-a i*.
.to Meia.
',. Ilia-I -Mi .Ir Jmv
. IHm,-
r.. aaa ras-, da
a.|iM Prrrna
Puna dr aaii aaM .Ir l.iir laMaaacapr
|. I. i.l. l-aa r aloaai-laH. 11 .1- latir. pa^a--c
aaavasdd i'i/r- laU-nia i.. J", -< du qo-a '
, Navallias a contento.
- IMMMI m |..ii rtii.. fl\i. ,v .' ^ '.* sr \rt ti.fr-r llgHtla mnmeirev. n
ll.-s siripi), i, ,i"i.' i'itliin- .lfl.U ntn. rli Mf ii|..|rt... rai rt->
. a ara : h- nci |u iir|n
.
l-r-ri-s r nm nnm oteiro na -
I... da !>. Mlain, Batoaaaj ,i Alquil, aeSaari
quem liotar.
Precisa se de orna pessna que queira ir enm
brevidade a povoaeao de Panella, distrirto de i"i-
ruaru, para condiizir un nio licsvment,. : a Iralar
na rua do Crepo n. 10.
icdioMnei
-Idar, iniiptari
....un r .. ..-ii,ler
beu. oi.l..-. i.l.t r ..fri..ia.*alia.ai..
prl.. Ii.tl.il falinraiile .pie I... preu.i.id.. i... pa|aa)l....
de Londres, a quae .ili-iu de .1......,... el Ira ataba
riaineule, n,io se sentem no rosto na arcao ,1 rollar ;
ven.lem-se rom a condico de, nio aeradando, po-
derem oscompradoresdevolve-lasal !."> diasdepoi*
pa comprareslitoindo seo impnite.
Alfjnll.ua mi.li-lis.
I.F.ONOI, I) AMROISK.
Vriiili-s<- ncMT-lIcnlc rntrami hisloti-
CO l.coiini rAmlmi'c. Iih|ih / He Rnl.i-
nha. i vulnmes por I dial i., na livraria
n. > t ei N ra |ia ra.toaa-aa> .apunaie i
(U baijlMoa |,.--a
g .*. aajala. a >! pa*
aV aHaalrra. 4a %-m I anas
fea
do advngarf.
C.iW.un n. I>. aaaa
br*. de i lade de fa
qaal lesa o* srMe
ros- a
coMn/n- a r
rsmmt,. aartra* pn a. i
Vaa> basaato. mrmmmmltm-^ mmtt Sw
"- da H4a wvaeaa 4a aa
Iradr Ummw- 1... a. aa> b*ajaaja
l-wi.

aaaa. 4a l,ta fmt
' ** faar. *+ da aS>
a rata *m ifmru4m, U*
Moinbo- 4 valo
Mabx.ba.drrrpat.pata tr-.i baftaaS b..a. 7 jT, "aju ^^'rmntj-'^ f^*. ****
Krar.ra.nal.4Ka-4c !.%.. B-..a.a. m.tmt m.4m .^. fm^. mmrU.m^mZlC'mJSi7
(......*.. iem4.la.l-.^-r,4.4-.^Zrt^.^rav;
......_________a rase i'. 4 a. Maaaarl t*i i ,. .
.I>nle> th; i'.i>a |> n >|u. m ipn i
1.1* jo>. laiuisi (M-ia..,
i.. I lo
rnndatnam ria :> aaaa raava, aa
bada ..ai a qae lishatn. r>|rM ,.,i ,,
Na rua do Cre.*|>o n. 12. loja de
Campos & Lima, vcndei rse uflieiioria
de laa pequeos agrande
V m.*rm-r r.^r 4~ r*m r..< Am
'.f. ar p*......^ w.w. .Mt.
para .... lu... 1.1. (ra .Ir'pailr.M. ihihiI a
" o i ..ilo, alpaca deda .le quadrn, de lodas as er-
res a 7-20 o covado. lencos de bico tanto pintados
como bordado i 't-.*fi cada nni. prvala* de .oda na.
ra homem a 19 e IjMBB ; bala esla farroilas s,n
dem-*e na rua do Crespo o. ti.
h-m na. .""'," d' ,,,ri-, ""*** ** "apatia. au dita V
-------------- "'"'-"I-|..,II.|... e saladar. 4* raaapa a>aaa|
I i.lirn.lain r les en, a rua da lamc.i.lia M. X acma-
zemde n.al.-riar* que lio Kriwr.awale roeaen-
pensados.
I'EHN. : TYP. I>B II. F. DE MHU.-.r,...
II tr/^i\/tri
i.