Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08825

Full Text
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ANNO VWII. R. 14.
Por 5 meses adiantadot tfOOO.
Por 3 meses vencidos 4*500.
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DIARIO DE
ER MIRA 2!, JAMO Dt ISSf.
Por anuo adiantado lsOOO.
Porte franco para o subsc iploi -
MBUCO
BNCAURBGADOS DA Sl!BSRlPt:AO' NO NORTE.
Pirihiba. o Sr. Gervizio V. da Xaliwdade ; Natal, o Sr. Joa-
qun) I. Pereira Jnior: Aricaly, o Sr. A. de Lemos Braga ;
Cear, oSr. J. Jos de Olivcira ; Miriohao, o Sr. Joaquim Mar-
que Rodrigues : Piaubj, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
Crense; Para, o Sr. Jusliano J. llamos ; Amaionis, o Sr. Jero-
njmo di Cosa.
PARTIDA DOS COIUIEIOS.
Olinda : lodos os das.
Caruaru Bonito e (aranhuns : nos das 1 e 15.
Villa-Helia. Boa-Vista, Era' e Ouricury : a 13 e 28,
Ooianna e Paraliiba : segundas e sexlas-feiras.
Victoria e Natal : Das quimas-eiras.
AUDIENCIAS DOS THIIIl \.\KS DA CAPITAL.
Tribunal do commcrcio : quartase sabbados.
Kelai.M lercas-feiras e sabbados.
Fazenda : quartase sabbados as 10 boras.
lu/u do commcrcio : segundas as 10 huras equint.isao nicio-dia*
Juizo dcorphos : segundas e quintas as 10 lloras.
Priineira vara do civil : segundas e seitas ao mcio-dia.
Segunda vara da civel ; quartase sabbados ao mcio-dia.
EPUEMEIUDES Do MI / de JANEIRO.
7 Lta nova II8 boras, 18 minutos, (!) segundos da larde.
14 tjiiarlurresccnie a 1 hora, 2i minutos e 48 segundo! da larde.
22 La rlicia a 1 hora, 10 minutos c 48 segundos da inanha.
30 Ouarto miuguantcas 5 horas, 16 minutse 48 segundos da ni.
PttEAMAK DE BOJE.
Primeira a> 10 lleras e t minutos da rnanba.
Segunda N 10 horas e 30 minutos da larde.
DAS da semana.
2S Segunda. 0 SS. NoBWdeJctut : S. Cvrillo b. ; S. Lenidas.
2y Ten.a. S. Francisco de sales : S. Paulas .litado m.
30Quarta. Dedicico d.i Baziliei de S. Pedro dos Claricos.
31 Quinta, S. Pedro Nolaseo ; Ss. Cyro c Tacio mm.
1 Sella. Jejum. S. Ignacio b. m. ; S. Prunin presb.
2 Sabbado. >< Purifieecao da SS. Virgen Mai de leos.
3 Domingo da Quinquagesima. S. lira/ b. ni. ; S. Celeriuo diac.
PARTE QFPICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 23 de Janeiro.
(inicio Ap Exm. mareclial coiniaaiidaiile das
armas,aulor9udo-o eni vista de sua informaro a
coutralaru padreFrancisco Peivolo Duartepara servir
de capellAodo 2 balalhAo de infamara percebeado
a gnlilicacAo mensal de O5. Gimmunicuu-se .i
Ihesouraria de raienda.
Dilo Ao mesmo, dizemlo que pude mandar
abrir asseutamenlo de prara em un dos corpos cui
guarnirn nesla provincia como recrujido a J estimo
Aiiluuiu de Moraes, vislo que leudo elle viudo .lo
Kio Grande do Sul como desertor, verilicou-se nao
perleucer a alguus dos corpos do exereilo.
Dito Ao inesmo.coinmunicaudu haver remell-
ilo ao provedor da ssude o oflicir, de S. Exe. acerca
du destacamento existente no lazareto do Pina, alim
de que d as providencias necessnras na sentido de
ser salisfeilo o que S. Exc. requisitou em dilo o-
lino.
Dito Ao Exm. coosellietro presidente da re a-
c-io. coromuuicando que por decretos de 2b' de de-
zembro, segundo coustou de parlicipacao da secre-
taria do ministerio di juslira, fez-se merc a Joo
Carlos Cavalcaiilc de Albiiquerque da servenlia vi-
talicia dos ollicios de labelliu de notas e escri-
vao do civel, crime e orphosdo lenno da Encada,
ai Matliias de Albuquerque Mello Jnior da dos of-
licios de labelliau de notas o escrivo do civel, cri-
me e prsvedoria dn mesmo termo ; a^Franeisco Joa-
quim l'adilli.i e a Jos Cesar de Vasroiicellos da dos
oflicios di tabclliAes de olas e escrivaes do civel,
tiih: e orphflos do termo do Uuique. Fizeram-
sc as oulras conimunicacoes.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de r.noml:.,
Iransoiitlindo por copia o aviso da rcpartico da
guerra de 31 de dezembru ultimo solvendo as du-
vldaa que S. S. propoz acerca da BleUigencia da
circular de 2o de jullio do niesmu anuo.
Dito Ao mesmo recotniDeudatidu que remella
cora brevidade juiz de direilo interino da comar-
ca de Sanio AnlAo mais urna ambulancia e bem as-
sim duas pecas de baria.
Dito Ao mesmo, coinmunicando haver o Exm.
presidente das Alagoas parlicipado qu-i for.nn reru-
lliidx ao cofre da lliesouraiia de fazcnda os .11 i-ino-
que para aquella provincia foram ullimameiile en-
viados.
Uilo Ao chele de polica dizendo que pude au-
torisar o delegado du lermo do Rio Formoso a man-
dar substituir o encliamcl da respecliva cadeia, o
qual se acha podre e carcomido.
Dilo Ao direclor do arsenal de guerra para
que consultando a cscripluracAo daquelie arsenal e
ouvindo o* respectivos enipregados inclusive os mes-
tres das ollicinas informe coni a powivel brevidade,
que obras, concerlu ou cousa que o valha, se lem
all feilo para o uso do palacio da presidencia, e por
que urde ni, a contar de 23 d abril de 1833.
DiloAo niesino, reconimcndando que mande
apromplar e romeller ao cliefe do polica tuna cra-
veira para erem por ella lomadas as altara dos
preso que forem recolhidus a casa de delemAo.
Coinrnauicou-se ao referido cliefo.
Dito Ao juiz relalor da junta de juslica, trans-
mitiendo para serem relatados em sessAo da malina
jimia, os processos verbaes feilo aos soldados lenlo
Gomes de Oliveira, l.uiz francisco e Vicenle dispar
Cabral, Parlicipou-se ao marecb.il commaudaiile
das armas.
Uilo' Ao inspector do arsenal de mari-
nha, declarando que nao su npprova a comfira .lo
duzonlw paos de sicupira oflerecidos per Antonio
llamos de Oliveira, mas tambem que se offleia ao
Exm. presidente da Parahiba para rousenlir na
couduci.au de semelhanle madeira. Fez-se o ofti-
Cio de que se traa.
Dito Ao mesmo,coinmiinicoan le. llavero E\m,
presidente das Alagoas participado que mandou pa-
gar ao mestre da barcaca feliz Uo .llar o frele por-
que contraala a cou lucc.iu dos artigos de farda men-
t equipa ment c outros ullcriormeule enviado para
aquella provincia.
Dilo Ao mesmo, remelleiulo por copia o aviso
dei{7 de de/.embro uilimo uo qual o Exm roinisiro
da iininli.i declara que deve-su abonar ao manda-
doral oiliciiia de tanoeiros daquelie arsenal I ro-
ad Anjonio da Cruz anda que nao pussa compa-
f o jornal que percebia.
silo Ao juiz direiludo P o d'.VIbo. Em res-
ao seu cilicio de 21 do correle lenbo a di-
llie que sluto mo liavurcui anda cessado na
Bezia da (iloria os casos que se MpeHatn da
demia. Ja tcnbo para ahi enviado o soccorros
essaarios e ja maudci nao si um medico, como
I estudante de medicina. Cumpre .mimar a pu-
pola^ao e lulo deixa-la cahir em deslenlo. Vu as
duas carleiras bomeopatbcasquo requisita.
Dito Ao juiz dedireito de Santo Anlao. Aca-
bo de receber os seus oflicios de 21 do crrenle :
para ahi ja parti um medicina e um Mudante de
medica c levaram medicamentos alem das ambu-
lancias que I lie lenho remullido. Sinto que conti-
nuem a apparecer mais alguus casos suspeilus da
epedemia, e espero que com M socrorros que *para
ahi lenho mandado, se alai lie o desenvolviinento du
mal. De ludo Vine, me dan iul'oriiiaroes circums-
lanciadas.
Dilo Ao juiz municipal do Bonito. Tenho
presente o seu ollicio de IX do correle e lico inlei-
rado de lodo o seu couteudu. Pelo seu porladur se-
guein os medicameolos que Vine, requisita. Ne--a
comarca ja exislem dous facultativos o l)r. Araujo
I.ima e o Souza Fooles. Ambus elle com os soc-
curius que (eolio enviado podem servir de muilo aos
que forem accommettidos do mal. Espera1 do se-
ra das autoridades toda a diligencia c aclividade.
i:\c\r.ii.:.Ai>os da m itscitii>::Ao no Rt>
Alagoas, o Sr. I .l.iudmo Falcan Dias : llalua, o Sr. D. IIiimI
Rio de Janeiro, oSr. Joio Pereira Marlins.
Eli ri:ii\AMi!n.o-
0 proprictario do DIARIO Manoel Figueiroa de Farsa, na hu
litraria Prara da ludeptndencia ns 6 e 8.
em padiolas c do enlerramenlo ilos cadveres, para
cuja cotiducan baverau corros, carrosas e animan.
Os vigarios principalmeulp providenciarn para
que os cadveres sej.im logo enlerradus. ev ilando-se
toda a pumpa fnebre para nao aterrar a popu-
laba u.
Aos facultativo* se facilitaran os meios de condu-
cao para poderern mais rapdamcnle prestar soc-
corro.
Os facultativos providenciaran de modo que baja
desinfectantes em abundancia.
As autoridades compelentes prnvidenrinrilo para
que as lojas e casas de commercio de alimentos se
nao fechem : assim como que os vivere alimenti-
cios au lejao monopolisados, mus vendidos franca-
meiile e por precos razoavei.
Frtguezia de s. Fre PeaVo GonfalcM.
I'rimeiro dislriclo, cirurgiAu da armada l)r. I la-
ma/.io.Porto do ancoradouro.
Se,-undn dislriclo, Drs. Francisco oocalves de
.Moris, e Cosme de Si Pereira.Arco da Conrci-
r,lo seguindo em frente al o l'ilar, pelo lado
do ateante.
Terceiro dislriclo, llrs. Pedro Maduro da l'nnse-
ca, e Jnse Joaquim de Souza.Arco da CuuccicAo
seguindo em frenle ale o Pilar, pelo lado "do
poenle.
Joaquim Jos Alvcs.Inlerno do hospital.
Freyuezm de Santo Antonio.
Primeirn dislriclo, ra da Cadeia, Dr. Josc Joa-
quim de aluna* Sarment.Itua de Santa Isabel,
praia de S. Francisco, beceus adjacentus ;i mvsma.
ra da cadeia, dila do Crespo.
Segundo dislriclo, ra das Cruze, Dr. Carolino
I'. de I.ima Santos.Ra das Cruzos. beeco da Po-
lo, ra dos Ouarleis, praca do Panizo, ra da Flo-
rentina, dila de S. Francisco, da Florentina a da
Cadeia, Iravessa doOuvidor.
I'erceiro dislriclo, ra do Calinga, Dr. Joo da
Silva Ramos.Itua do Cabo .. largo da Matriz-
hereo Tapado, Travcssa do Oilo da Matriz, dita dos
Expolos, na c Iravessa da Roda, dita de S. Fran-
cisco, dita da Florentina ao rio, dita Helia.
Ijuarlo dislriclo, ra Nova, Dr. Jos Maria Se-
ve.Ra Nova, dila de Santo Amaro, dita do Sol,
dila delraz do Calabouro, dila do Calabnnro, dila
do Rom Jeras das Crioulas, dila dos Porldet, praca
do Capim.
Ouiuto dislriclo, ra do llor-imado, Dr. Manoel
Duarte de lana.Itua do (.lueimado, dila do Ran-
gel, dita do l.ivramenlo a Iravessa de S. Pe tro, di-
la do Foso, dita larga do Rosario, dita eslreila dn
dilo. dila das l.arangcira, dita do Cullcgio, dita da
l'cnlia, largo do Collegio, berco do Padre, dito da
Bomba, dilo do Sarapalel, dilo do Oueiroz, dito do
irem, dilo do Carcerciru, caes di Collegio.
Sexto dislriclo, Cambra do Carino. Dr. Pedro Dor-
nellas Pessua.Ra das Triiichciras, Camboa do
Carino, paleo dn dilo, ra das Flores, Iravessa das
dilas, ra do Cano, dita da Concordia, dila da Ca-
deia-nnva.
Scliinn dislriclo. Paleo de S. Podro, Francisco Jo-
s Cvrillo Leal.Kui da Viracao, Iravessa da mes-
illa, dila de S. Pedro, dila Direila ai. bteco dos pec-
cadns Morlaes, largo da Pcnlia, traves-a da dita,
ra da Praia e seus arredores.
Oilavo dislriclo. Iravessa do Pocinbo, Miguel
lelicio da Silva Ra da Palma e seus contornos,
dita de Santa Thereza, dila de llortas, ilila das
Aguas-Verdes, Iravessa du Pocinbo e dos Pcccados
.Morl.ies.
Roa das Flores, Andr Ferreira de Almeida.
Interno du bnspital.
Freguezia de S. Jote.
Primeirn dislriclu, cirur^i.lo Josd Anlonin .Mar-
ques.Cabanga, alerrn dos Alogadus atoo viveiro
lo Monis.
Secundo di-l.lclu, Dr. Forlxnato da Silva.Do
viveim do Muniz ao becco dos Ceceados Mnrlaes,
pelo lado du puente.
i I'erceiro .li-lrielo; Dr. Joaquim Antonio Alvcs
Itibciro.Dn viveiro du Mnin/. ao licceo do Josc da j
Pl'enha, coniprehendendo Sania Hila.
Ouarln dislriclo, Dr. Ignacio Firmo Xavier.De
S. Jos a Ribeira, pelo lado do leste.
Dr. Joao Nepoinuceno Dias Fernandas.Interno
do hospital. *
Preguezia da Boa-I'iala.
Primeirn dislriclo, Caelauo Xavier Pereira do
Rrilo.Aterro da lloa-Vita. praca da mesilla, bee-
co dos Furreiros, ra do Cmara, Hospicio, ra du
Ara sao.
Segundo dislriclo, Dr. Manoel Adriano da Silva
Pontea.Recen do Veras, dilo de Jou Francisco,
alraz da Matriz, ra velha, dila da Alegra.
Terceiro dislriclo, Dr. Joao Jos Innocencia Pog-
gc.Uecco du Tambi, ra du Rusario, dita da Cun-
ecifao, dita da Caixa d'Agua, dila do Pires, Corre-
dor du Rispo.
Ouarto dislriclo, Dr. \ illas-lluas. Ra do Sebo,
Soledade, estrada do Joo de Barros.
(luinlu dislriclo, Dr. Joflo da Silva Sanios.l'om-
bal, lleli'iii, Rosarinbo, Salgadinho.
Sexto dislriclo, Dr. Jos Francisco Piolo Guirna-
r.ies.Ra da Santa Cruz, dita de S. tjoucalo, Coe-
lh"S e seus arredores.
Scliinn dislriclo, |)r. Jos Muniz Cordeiro Gila-
'.Poule-Velln, ra da tiloria, dita do Coluvel-
lu.|beccndas Ra reirs, Mundego, Iravessa da Tiempo.
Oilavo dislriclu, Dr. Prxedes tjomes de Suuza
Pilonga.Ra da Aurora, dila Furmosa, dila da
l'niau, dila do Seve, Santo Amaro.
Nono dislriclo, Dr. Manoel Pereira Teixeira.
Chura Menino, Estancia, Maiiguinbo.
Dcimo dislriclo, Dr. Joao Honorio Be/erra de
Menezes.Cs ponga.
I'ui-deciino dislriclo, Dr. Ro/.cudo Aprigio liui-
mares.Alllictus, Ponte de Celios, Cruz de Al-
mas.
Dr. Jn.- Augusto de Souza l'ilang.i.Interno do
hospital.
gas para observar os aconlecimenlos no dislriclo di-
plomtico, e uelle merecen o interesas geral o Ira-
lado entre a Soecia, Franca e Inglaterra, resultante
gies borcaes, e que involve a Euripa com as mais
sombras nuvens ; possam igualmcnh; alaslar-se del-
tas |>ara scni|ire estes llagellns pesUonciaes nlu mo-
da missao do general Canroberl, e ratificado em l!l j nos devastadores que a guerra, ocliolera-nmibus c
de desamoro. Nesse tratado obrigou-se a Suecia a n vomito negro ; possam a cidade e a provincia de
nao ceder parte alguma do seu territorio i Russia, e IVrii.iinhurn, e permilla-mo acreccnlar o Brasil ill-
as uares llccideulaes obrigaram-se a manler intac- > leiro, ver desenvolvcr-se da dia em da c piuporces
a, c garantirain Suecia a sua iutegridode
A publica^Au desle tialado eausou urna immeusa
surpreza. Sabia-se da sua coiiclus,io,e ollciosamente
jai se havia dilo, que nelle ss achava estipulada a
inainres, o seu commercin mariliino. esta fonte inex-
gotsvel de i n ili-ar.io c de riqueza ; pussa crolim, em
luda a exlcnsan do imperio sol-aossricano, u Iraba-
Ihu agrcola se avivar e eslender-sesob acc.iu vigoro-
cooperacau mililar da Suecia cuulra a Russia. Mas < sa de tuna coionisaeflo de homens lufres. Eis os meiis |
nada disso se eucoulrou na couveni'o, e em lugar de votos primeiramcute para os seus issignanle. e de-
fazer cuucesses, a Suecia he quem a's recebe. Fiea- | pois para Indos os cidadilos >lo Brasil, e quanlo a sua
Ihe garantida a sua integridade, sein scohrigar ella pessoa, ineu charo eullaborador, |rinilla-me acres-
a cousa alguma em favor das potencias occideul es. i contar anda o voto de ver crescii '.auto ajoaato fr
O nico proveiiu que para estas ultimas resulla nao possivel o circulo de seus leilores !
he senao um proveito moral, e este nao mudara' pa- [ A dala da minha carta explica e desralpa esln di-
da na campanlia dn Balliro. e tambem au facilita
ra' u bumbarileaiueulu ile Kcunladl, uem um le-
sembarque na Fiulandia.
Maior surpreza aluda causara' as primeiras indi-
cias da missao do conde EsternaZ)'. Falla\a-se de
um iillimatum Austraco, cuja rejeiUcao pela Ras-
sia seria um casus belli para o gabiuelc Austraco,
mas este muilo Talladu ullimalum se reduzio a di-
menses bastante modestas. O verdadeiro etado do
negocio fui o scguinle: A Auslra no intuito de
estrellar de novo a allianca com as potencias occi-
denlaes, que no ultimo lempo se turnava cada da
mais precaria, julgou do seu inleresse fazer nina no-
va demonstraban a' favor dos alliados em frenle da
grsslo, |iuis que anda nos arhamas aqu na lelici-
laces c eiinjTifiienin dn prime'ro dia do Junio.
Agora volln ao ineu assumplo.
Aiiiiuiiciei-llia a partida para S. I'elershurgn dn
conde Eslbcrazy, e resum a comnuuicacao lao im-
portaule que .levo entregar ao czar.
O plenipotenciario auslriaco chc:ou a S. I'elers-
hurso a 2li de dezembru, o commuiicoii un dia se-
gointe so conde de Nesselrodc as pioposicns de paz
que a Austria sejulga habilitada i lser aceitaras
potencias occidenlaes. O chancellar do imperio, se-
gundo ditero, receben esla a>auiunicacao eom ex-
trema reservasen! dcixar penetrar a sua propria opi-
niiio, c limilandu-se a ileclararque sobmetteria no
Russia. Para esse lim ella entrou em negociircs I imperador as nlVerlas que Iba sgo (tilas. F.slas sai
com o gabinete de Psris e de Londres para lixsr I aa ultimas milicias, o o imperador anda se nao pro-
as condicoes sobas qoaei esses dous gabiueles se de- ] nuuciara. As-everam que o cunde Bslbcrszy devia
Cldiriam a concluir a |>az. Depui de tongas dis-
cusses as quaes lambcm el-re da Sardenha'sc
apresentou como mediador, combnou-se o segunle:
O Mar-negrn sera' neulralisadn, islo lie, Ucam
dellc excluidos os navios de guerra de lodos os es-
lados,leudo unicameiilc os navios decoinmercin o di
reilo ile entrada ; a Russia demulira' as suas forta-
lezas as cosas do Mar-negro,A Russia renuncia-
ra a toda prolerc,ao nos principados Danubianos,e
ao direilo de ingerencia oag questoes religiosas dos
subditos Turcos, e linalmeiite alim de garantir a li-
berdade da navegaeao do Danubio a Russia ceder'
o territorio da fuz desse rio na Bessarab.
A Austria se uncarregou de apreseular essas con-
dices de paz em seu nome i Russia, debaixo da con
deixar pasear a primeira delacAo at i de janeiro,
depois reclamara urna resposte, em una dclaeao de
12 dias al l">, dupois du que. se o ciar se calaste, ou
se a resnosta lino fu*sc urna acelaco pura e simples,
as rclaces oUlcises entre a Russia e Austria deviam
ser rolas, e o conde Estherazy voltaria iinmediata-
inenle para Vienn i. Eia-ahi o boatos mais aeredi-
lados, mas cslou longe de allianca-lus, au creiu em
tamaita resolui-ao da liarle da crle de Vienna.
Ao passo que o desenlace se prepara em S. Pelers-
burgo, acaba de ler lugar um incidente bastante cu-
rioso. A diplomacia moscovita sosia muilo de cru-
zar os (ios das sua"s manobras, de inaneira que dilli-
cultem o niais possivel as qaesloos. O emulo de
Nesselrodc sabia muilo bem, ha cousa de Lidias,
diean de-fazer sentir que a sua nao aceil.ic.lu de |iar- I que se prep.ir.iva em Vienna una comiiiunieacao da
lo do gabinete do S. Pelersburgocollo'caria o de ] qual deveria depender a paz ou a guerra. Nao im-
Vieuna na posic.iodc lalvez rumperas suas relueoes I porta o engenbosu cbanceller deu-e presna em lo-
diplomalicas com a Russia. mar a iniciativa o estaheleccr de alguma surto as
Com essas propostas o conde t'sterhuzv parti de condic.es da Russia anles de ler ennliccmeuto olli-
\ lenna em l!l de dezenibro, c cliegou em Pelersbiir- cisl das condircs da Franja a da Inglaterra. Com
go nudia 26. Falta-uos ainda as noticias sobre o i0,1'0 "m, dirigi a todos os agentes da Rotsia nina
accolliimenlo das prospostas da Austria, mas aqu circular em dala de 22 de dezembro. O lexlo desla
iicnhuma duvida ha que a Russia as rejetlar.V. Em circular ainda n.ln f.,i publicadu, aaas snese por via
todo o caso a missAo austraca nao he sean urna de- de confidencias feilas aos joruaese|ue parecen! exac
PLANO
/.int/uanlo a Procidencia Duina insertar-nos da
epedemin.
As qualrn iiegue/ia da cidade ser.io divididas em
dislriclos na furnia da relac'o junta, para cada um
dos quaes havera um facultativo, munido de botica
pnrlatil com os remedios de que cada um lenrionar
usar.
Na freguezia co Recife llavera um hospilal ou ca-
a de azylo, que sera a enfermara do hospital de ma-
rinha, ua de Sauto Antonio havera oulro no con-
vento do Carmo, que servir tambem para a de S.
Jos, e na da Boa-Vista oulro que tambem licara
prompto.
Cada hospilal ser prvido de cufcimeiros e aju-
dautes n.".o s para o servico .lo curalivo dos pobre
que uelles se rocolberem, como para iremoude bou-
ver falta de bracos, execular o que os mdicos Ibes
dotermiuareui.
Tera tambem um facultativo permanente para o
servico eOerlivo com lodos os ulcncilios proprios de
um hospital, com especialidade cobertores.
Se infelizmente apparecer n epedemia.
Cada facultativo leu um soldado de polica para
acompauha-lo de dia e de noile. no semen dos po-
bres, lano para conduzira botica pnrlatil, como pa-
ra buscar os soccorros de que precisar o ducnlc, que
os nilo tiver, como para levar as auloridades compe-
. lentes as parlicipaces que o facultativo Ihe deter-
minar.
A cada racullalivo ser distribuido um numero
sufliciente de bilheles modello junio numero 1 SOC-
corro de bene/icencia, a.signados e sellados pela com-
mi--on eocarregada de preparar e cuoervar lacs soc-
corros.
Os bilheles de soccorro de beneficencia sarao
destribuidos aos doeules, nicamente pelo faculta-
tivo do dislriclo, precnebidos os claros que os mes-
mes conten, com a indicacAo da qualidade e quan-
lidade da materia de soccorro, fiando cargo da
commissao de beneficencia verificar a raalidade da
pobreza do soccorrido, e o direilo de reclamar dn
mesmo o valor do que indevidamenle receber.
Todns os boticarios desla cidade sao obrisads a ler
aberlas suas bobeas al meia-noilc, e urna abarla
por sua vez atao amanhecer em cada freguezia.
I mu lisia geral da deslribuicAo desle servio ser
repartida por todos os lacollativos e holirario's.
Os facultativos licam autorisados au s a refaze-
rem suas boticas porlateis, como a mandaran prepa-
rar suas receilas passadas para os pobres ero qual-
quer botica, devendo cada urna dellas coDter, alm
do medicamentu, o nome dn beneficiado, a ra em
que mor e o numero da casa.
As autoridades policiaes e administrativas auxi-
liarAo os facultativos em todas as medidas que fo-
rem de ulilidade publica, c particularmente na con-
ilucSo dos doentes para os hospilaes provisorios, on-
de baveao ss'prccisas padiolas.
A lodos os facultativos Jos dislriclos sern drslri-
buidu bulelius impressns, segundo o modelo junto
numero 2, os quaes no lim de cada semana sern
remellidos : presidencia da provincia.
liaveYa urna sociedade de bencOceucia, que auxi-
lie coi conselhos, soccorros e bracos aos accomnel-
lidos da epedemia, observando-se o que se acha dis-
posto nos artigos antecedentes.
K,stabelecer-sc-li3o compaohias de homens Iteres e
escravos para o servico du condujo dos enfermos
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERMAMBUCQ.
IIAMBl RO.
."> de Janeiro de IHti.
Iloas ieslas e loiias a venturas durante o auno no-
vo, yue as rclaces reciprocas enlacad.is pela cmi-
graco se toruem cada vez mais largas e mais inti-
mas cutre o Brasil e a Allemauha.
A despeilu dos projuizos nutridos durante aunos
pela ignorancia e mi voulade, cada dia o seu paiz he
mais mohecido como vaotajoso para fazer a forluua
de quaiilos para elle forem com a firma intenejo de
se darem a agricultura que IAo pruveilusaiiiciiic pro-
melle forluua o Indos.
Tres grandes aconlecimeiilos concluirn! as cam-
pauhas militar e diplumalica do anuo de 1835a
capitularn de Krsa conclusu d'iuna allianca en-
Ire a Suecia e as potencias Occidenlaese a missao
do euviadouuslriaco, conde Valentn Esterhazy para
s. PelenboKu,
A capitularn de Kai. leve lugar em 2T do DO-
vembro. A ^uarnico turca se manlevc durante qua-
si seis mezes com inulta coragem, repulsando au s-
menle dillerenles allaqucs dus Rusus, cuino lulan-
do ao mesmo teinpu contra a miseria c lome. J
qoando u general Muramefl emprebendeu o seu at-
laque saiiguiuolenlo em 38 do [Miembro,, dentro da
fortaleza leinava a mais seusivrl penuria e a goar-
nirao havia rninccado a malar, os cavallos para Ihe
serviremde alimento. Em codsequencia do altaque
repulsadn foram to felizes deiillroduzir na fortaleza
um pequeno transporte de liois c carneiros.Aiudase
ignoram os motivos,porque uenliuuia teulaliva se fez
para salvar a cidade sillada. Kirs fieou enlragoe a
si mesma, a teme crescia de diaiem dia, assim como
a apademla anlre a guarnirn Y povoaco turca, e
finalmente a Irupa |ior causa da lome se achava
u'uin estado lo dehil que j nao poda mais fizar o
servico ; nada re-lava dn que oflefecer nina capilu-
lat^Ao, e o general MuravviecIT colheu u fruto da sua
inabalavcl perseveranea que nao o deixou levantar
0 assedioda fortaleza, apezar do rigor do invern e
das dcmoiistracncs de Omer-Paclia nu norte. Mas
ello respeitoo ao mesmo lempo o valor do ioimigo,
concedeudo-llie nina capilulacu honrosa. Os Ras-
chi-Rozuks e a oulra tropa irregular loram dissulvi-
dos c enviados para a sua patria, smenle a Iropa
resillar com seus chefes foi pr-ioueira de guerra,
ei'laindo romludu os fugilivos Pulonezcs c Hnga-
ros, os quaes do corlo liveram a parle mais activa na
defensa de Kirs, e furam poslos em liberdade a re-
qoisicllo do general Williaaasi que oegecioo a capi-
tularn. Alem dus grandes resultados estratgicos,
que a capilulaco de Kjrs asseguiou aos Rossos, fui
de igual importancia o destroc do exereilo asitico
da Turqua. Foradisso cabio as mos dus Russos
orna grande presa de material de guerra, pertode
2IMI canlioes etc. etc. Em breve se mostrou ainda
um resultado, lina parle do excrcito dn general
Murawaicfl se achava agora disponivel contra
Omtr-P.ich.i. fasu fez de repente parar a Sentar
turco, que j h'Via penetrado victonoamenl li
Ivoiai. Segondu as ultimas noticias OmerPaella
se achava de volla para a sua primitiva base da 000-
racau, Sachun kale. ,
Entretanlu as armas repousaram nos outros Ihea-
Ibroajda guerra. A alteeao publica leve horas va-
las, sobre que basas a Rusia quera regular o tercei-
ro ponto de garantios, obre u qual a conferencia de
Vienna nao pule entendero. Eis-aqui qual he u
resulamento que ella prope : primeirn, encerra-
uienlo dus eslreilos ; segundo, nenlium pivillio mi-
lilac qualquer que sejs fluctuara no mar Negro, a
excepcao das fuas que a Russia c a Porta, de com-
inuin accoido, julgarem necassario manler ueste lu-
gar ; terceiro, a qna'nlidada Jeslai lorras ser lixaila
por um accerdAo directo entre as duaspolencias ri-
bairinnas, sem parliciparao ostensiva das oulras po-
tencias.
Depois do ler indicado este meio de concluir o ne-
gocio, declara o gabinete imperial que esta roslo-
c.in ilo imperador ministrar um novo penhor dus
soiilinientns de conciliarao de que he animado, c dos
sacrificios que esta prompto a fazer pvA repouso fio
inundo. Cnnta no sentimenln impairtal das poten-
cia* que permanecern aatranlias a lata, eagoanla
a derisgo de seus inimiaus com tranquillidade e con-
dene*.
Confrontando esle ollimalum rnsaoeom n ultim-
tum auzlo-fraiiccz, rujo sentido Ihe resum na mi-
nha ultima caria, v-sc que lio impos-ivel que as
parles beligerantes chegom a um accordo. Assim
ns jornaes inglezes que lem muilo mais violencia
que os nnssos levanlam alie- gritos acerca da pre-
tencSo da Russia que, depois de lautos revezos, pro-
pe boje as potencias occidenlaes um ajuste qoc te-
moiistracan, o mesmo se liver lugar o ompimcnio
das relaees diplomticas, iso tambem nao ser na-
da mais do que una dcriiuustrne.io, e bm longe de
urna declaracAo de guerra, a Austria n t penga nes-
sa ultima altemnliva, porque continua a reduccao ilo
seu excrcilo.
Ao mesmo lempo que a Austria preparavs a sua
missao para S. Pelersburgo, ella cnnvidou a Prossla
para apniar esse passo. A Prossia se declarou pruinp-
ta para fazer au czar reprcenlaces de paz cm Re-
ral, mas reeosoo turnar |iarte as prospostas austra-
ca-, nao se querendu desviar da sua poltica at ago-
ra segoida.
Entretanto, osestadoamedianos daAllemauliat.ini-
> m se decidirn] de lomar parle na obra de pacili-
c, u da Europa. I m nomero enorme da diploma-
la ?iram para S. Peler-hurgo. os correius dos gatii-
nei i allemes voarim para lodos os lados, e os lele-
gra- >tios Irabalbaram dia e noite, mas ludo isso se re-
0' *. i) innita bulla por nada, u A Russia nunca
c incluir una paz, aeeeitando condirOes que s .-
eouerecerquema vencen de lodo. Por Isso nao
deve pensar em pa/,c quem tiver ainda duvida a
irespeilo, logo as perder,leudo a circular do con-
Nesselrodo de 22 de dezembro, publicada por cou-
-lueneiaantea da viagamdo cunde Eslcrbszy para
Pelersburgo, e sendo, segundo todas as apparenrias,
urna respul,i de aul-mo dada i mi mesmo. Segundo esa circular, a Russia aceitara a .
o terceiro punto das garantas da seguate ma- riam repellido antes da lomada de Sebastopol. O
""r'' : i qno as euclie de iudiguacAo especialmcnle he a cx-
I." Yecharem-se os eslreilos du mar. calo que a Rosna pretenda Imperas potencias
" -.." .Nenhuma baodeira militar sera admitlida no j uccideutaes, a respeilo das negociaces pelas quaes
" .",1'" IteoWi exre|ilo as [oreas que a Russia e a 'se faria o algarismo dos navios de guerra que os o-
lurquia. de comuiuiii accordo, julgarem necessa- vernos turen e russo pnderiam mauter nu mar No-
li res de entreter. gro. Com eOeite be esta urna proposjeflo inadi.ii-si-
I." A quota dessas toreas ser lixada por meio Vel que menos prezava os direilos da Europa occi-
d iimeiilendimenlo .lircclu enlre essas duas polen- dental no regulamenlo de una quosUo que Ihe cus-
cas, sem participado osleusiva das oulras pu- '
ii teen-. i
Os alliados exigem a neulralisaco do mar Ne-
gro, debaixo da qual eulendera a excluso da b.in-
deira rosea desse mar : a Russia aceita cssa ueiilra-
lisac.in, mascnleiide do seu lado -mcole a cxclu-
S>0 da han Icira dos nllia lo-, com isso termiuou a
campanha diplomstica de ISV>, e cumecou a de
I8.h.
.Na Austria as assignaluras para o novo c-labele-
ciincnto de crdito, segundo o modello do Crodit
Mobilier de Pari, foram mu superiores as soinmas
exigidas, no I .do crrente, esto eslabelecimeulo ro-
meeoii os seus trabalhos. Existe um prnjeclo para
se derlararem livroi lodos os ollicioseslabalecendo
o principio de liberdade de industria. O general
Hess, ruiihecidn das campanhas da Italia, feslejou
em 21. de dezembro o seu quinquagesimn annver-
sario de servico, emcuja orcasinS. M. o I. Ihe en-
Iregnu a Cro-cruz da ordem de Estovas. Como se
diz, havera em breve nina grande mudalira na ad-
mi nisIracAn militar, e ha de novo se formar om
verdadeiro ministerio da guerra dirigido por um ar-
chiduque
das provarfiee da vida do soldado, agradece! a Dos i sobre IAo importante ohjecio, que brevemente vos-
n ler-vos puupadu, e maicliaj denodadamente no sera presentada.
meiu dos vo-sns irmos d'arin;. n dadans, cujas acclamaees vos aguardam. > i viac.iu publica, lian s ininu meio ellicaz de pruinu-
Tern-sa procurado nesle discurso qu.il era o peu- I ver a riqueza do paiz, mas tambem cun o lim de mi-
s,imcuto do imperador sobre a paz nu a guerra, e 'lustrar emprego as clases pobres c prever nlilmen- '
lem-se jolgada ver um i aincaea dirigida a Pruasia le i sua subsistencia.
na phrase cm que o imperador dizque a Franja Estes trabalhos j em parle bao produzido re-
lem agora um exereilo nomeroso e. aguerrido, silbados; e o servico publico, bem como o comino-1
prompto a dfrigir-se onde aoecessidade n exija do dos particulares im seu transito e commuuicaces,'
lie islo cerlamenle urna ameaca. mas creiu que ella lem mellinradn con-ideravelmenle,
lem especialmente por alvodescidir a Prossia a se A atleaciodo Eoverno sobre ote importante
pronunciar aiin.it no mesmo sentido que a Austria, \ objeclo eslende-se a lodos os puntos do paiz, aenda I
de maneta que prove au czar que a sua causa nao as obras coulinuamcom a pu-sivel sclividade. Mas I
cncunir.i na Allemauha uem apote eHeeliVo, nein anda resta muilo que fazer. o que lude conseguir- i
svinp.itliiair.or.il, c qu^ elje lie para lodo u mondo, se pela perseveranea da adnimi-tracoo, e pelo auvi-
o perluibadnr da paz da Europa. Se com efleito a
Prusia lomasse esta siluacao, r, paz seria em breve
reslabelecida.
A esle respeilo dizem que urna approximacAo mu
assignalada se uperou entre as duas grandes puteu-
cias da Allemanlia, e que el-rei l'rederico (juilher-
me so decidi a apoi.ir com Inda a sua influencia
junto de seu snbriuho u czar as proposiees que o
conde de Estherazy conduzio a S. Pelersburgo. a
noticia merece cunlirmac.in, e pela minha pirte te-
nho srando dilliculdade em Ihe dar endito.
Entretanto, fazam-se preparativos de urna inanei-
ra formilavel para continuar a guerra na primave-
ra seguale, 'lodos os arsnica martimos da Fran-
ca c Inglaterra esto em trabalho, e antes de algans
mezas terao aesmmolado meios do destruirlo de um
poder lal que golpes decisivos sern desfeixados su-
bre a Russia. c que esla campanha dever ser a ul-
lima. lien Rillicn que desta vez deve ser o prin-
cipal Iheatro da guerra; os alliados occiiparo este
mar por meiu de* um.i esquadra innnmoravel que
condusira um exereilo de desembarque: he contra
Cronstadl que se dirigiro os exforcos das duas po-
tencias, e e esla prara d'armas cahir em suas bsSos,
S. Pctersbourg dc-providn delud aprotecAo licara a
lescripcAo dos alliados, e a crle moscovita devora
lio que as curies Ihe prestarem
i A nos-a indu(ria concorreu expusiclo univer-
sal de Pars jior inaneira muilo honrosa para Portu-
gal ; o grande numero de premios, conferidos a ex-
posilores portogoezes, alleslain a consideracao que
ella mereceo. O servico. por parle de Portugal,
junto aquella evposicAo, foi dirigido e desempenha-
dn dignamente.
Dando cxeeiican a carta do lei de 2li de jinilui
du auno paando, decrclou u governo a nova divisas
lo territorio, augineiitaiido o numero das comarcas
judciaes, e diminuindo o dos concelhoa.
u Nao podo com ludo haver-se por completo esle
ulilissimo servico, e os inciis ministros vos apresen-
larflo as propostes necessaries para que a dvista enn-
lenha maior numero de comarcas, e se corrijara al-
suinas faltas, que possam dar-se na divis.io ja de-
cretada.
n Srs. daputadoi da n.ic.io portnaueza '. Servos-hlo
aprcseuladus os ore.imenlos da receita e despeza pu- i
blica : vos os examinareis com a alteocSo que ne-
rerem.
o oslado da fazenda nenhons receos inspira,
antes cnulianc no sen inelliorainenlo.
O governo lem ra.n de esperar felizes resulte-
dos para o crdito, e para o progresso dus trabalhos
retirar-se pira sui cidade capital de M wcow. Eis | pblicos, das uegnriaces de que foi enearregado um
ahi o que se Ora c o que e diz pur toda a parle,mas i dos meiis ministros as pracas de Londres e Paris
nada deve ser anda definitivamente assenla tu, pois negeciacoes que opporluiianiente sero entregues ao
que se anuiincia que um grande eonselho de guerra i vos.so etamt.
deve ler lugar em Paris sib a presidencia doirape-1 Dignos pare* do reino e scnbores depurado- da
radar, precisamente para BJuslar-se, o plano de cam- "aco purluguezas Enlre os mellmramentos, ne-
panha: neste eonselho talo assento, pela Franca, u cessarios no paiz, merecer a vosss sollicitnde, o aug-
general Bnsquei, o general Niel, o general Mirtim I ment o aperfeiroamento dos diversos ramos da ins-
Prev, represenlanda o mareclial Pelisseer, c o almi- Iruejgopublica.Ja se observam uleis resollados da
rante Peiiand; por parle da Inzlaierraa doque de lnlruef,So industrial. O Enverno vos apreaealari
Cambridge, oa cenerarsEyra ojones, eos slmiran-1 ro.in ooteas mua proposta de lei sobre a instraerjaa
les Dundas o Edennuel Syons, por pineda Sarde-1 militar. Importa que o exereilo, que Uo bous sor-
nlia, o seneral La Mar inora.
Conhecemos os promenores da capilulaco de Kars
a guamico se renden prisioneira de guerra; o ge-
neral MoorawiefT deixou aos ofliciaes sua espada ;
liccnciuu os redifs, nu vuliiularius, e guardos
vicos presta ao paiz, guse cun justo titulo da ennsi-
ileracao devida ii cultura dos latentes, e aos cstudos
que conven) a profisso das armas.
Tem o governo empresadu lodos osatenos para
augmentar a marinha de guerra, mas os meios de
te os soldados regulares en uumero de S mil. *lue pn'le dispdr su nsuiUcientes ; o as ueeeasidadea
luu lauto zangue, e que por oulro lado escobde mal
um laco grosseiro, pois que os homens de estado da
Porta, sciii|irc accessiveis au medo e algunas vezes
eorrapcao n3o poderlam existirsosinhos, face a face
com os diplmalas russos sem que se deixem Iludir
ou abator-ae vergonbosaOnente.
Assim nao heduvidoso um instante para lilil), que
se a Russia nao tem oulra inaneira de regular senao
esta, rcpellira pereinptoriaiueiile as odertas rt'Aus-
Iria, e que pur oulro lado a Inglaterra o a Franca
ero se quer quercrao ouvir fallar da solue.iu indica-
da pela Russia.
Comludo as potencias allemes coulinuam rom
grande energa as suas tentativas de paeificacSo eu-
ropea. Ja Ihe allei na siluieAonnva turnada pela Sa-
xonia e a Baviera, que depois de se lerein inclinado
liara o lado da Russia se voltea) presentemente para
o lado das potencias occidenlaes. Nao smenle al-
gumas nulas team sido Innsmiltidas a-S. Pelersbur-
go por estes dous gabinetes allemes, com o lim de
persuadir o czar a restituir a paz au mundo: buje
tenho um novo fado a assigualar-llie : o ministro
da Savonia em Paris M. de Seaberch, que be o gen-
esse respeilo ; ambas ascasas se reunirn de novo
us das, e I2de Janeiro. Dorante as feria r.i 11 u
cea O I." presdeme da casados senbnres, o princi-
pe Henriqae de Plcss.
No Hanoeer o anuo de 1833 se lerminou com urna
nova medida reaccionaria do governo, o qual abol
bilidades de um accordo entre ests duas potendal
vAo augmentando. Duvido muilo da venladedcsie
de-pacho, mas se fosse exaelo, a paz se tornarla pos-
sivel, pois que a Russia por mais obstinada que es-
leja, nunca ousaria eulrar cm lula com a F.urnpa
oqoatab,,,,,, \7&1tttJSiLr *"**
o ii iUiiii.H'N tif>- iiir.|ilu> para QDMtOM do ilicas ti t\p t k
ininr..,:, Mi. .L.... ...I .... .."."'. .". s Ao passo que se tculam dcsl arle fonos prova-
vclmeult! inulei para nos dar a paz, acabamos de
ler em Paris o notavel espectculo das lerriveis ini-
imprensa, pelo motivo de haver o tribunal dus jura
dosem Auiicb absolvido dillerenles penosa acen-
sadas pur haverem dirigido um enderezo a El-
Kci em neaocioa da lonsliluicn.
Em Meii.temburgii a Dieta' lerminou as suas dis-
cussoes. A sua mais uolavel deci-o foi a rejeicn
d'uuia proposta de se unir o gran ducado de Meckl-
leuiburgn ao Sollwrcin liga das alfandegas cuja
aceiuu.o o governo muitodesejava.
Aqu em llamliurgo leve lugar um aronlecimenlo
que eausou grande sensacAo. Olivreiru Julios Campe
ciliclur de militas obras liberaes, liona ha pouco | u-
blicadn a obra do Dr. Vcbschistoria das corles da
Allcinauba. Na historia da corle de Merklem-
burgo se acham dillerenles historias escandalosa* de
ateuus principes. Sobra lodo se achava muilo com-
prnmetlido u duque tiuillierme de Mccklemburgu,
coronel na guarda Prussiana.
O Dr. Velise que se achava em Berlin foi preso
de repente, e declarnu que o dctallie dessas historias
escandalosas Ihe havia sido foruccido pelo sen edic-
lor Julius Campe. Em ronseqoeocia disso o governo
Piussiano requertu das autoridades hamburguezas
que lizeasem o Campe declarar anrigein donde havia
lirado as milicias dadas ao Dr. Vehse. O Sr. Campe
recoaoa, c esta auloridade achnu nisssn motivo sulli-
ciente pau ordenar a sna priso. Em tal procedi-
mento das autoridades hamburguezas para com um
eidado haiuburguez, que ao mesmo teiu|m perteuce
ao carpo dos noteveia ; Erbgesesseuen | foi al boje
inaudito, e nao poda deixar de causar una inimen-a
sensaran. No terceiro dia o senado julgandn mclliur
nao fazer resistencia a opiniao publica, ordenou que
elle fosse posto em liberdade.Como se diz, o pro-
cesan contra o livrciru Campe lia de agora ser tratado
de modo regular a pranle os respectivos tribu-
naes.
PARS
7 de Janeiro de IK'di.
Permilla-me, ineu charo rollahorador, aprovcil.ir
a reiiovacfio du anuo, para desejar-lbe. a si c aos seus
leilores lodas as especies de prosperidades. J son
liara ns seus leilores um velho eonhecmente, porque
ja l.i vAo sele anuos que os paquetes a vela ou a va-
por Ibes conduzcn todos ns me/es, e quando be pos-
sivel dnas ve/.es por me/, as miuhas noticias cora
urna regelsridade incomprehensivel. Sem conhecer a
nenlin.n dellas e sem ter grande esperanca de ver em
alguin lampo as rxplendidaa ragioes que habilain,
ha entro ellos e in.ui um laen -.uipalhicu, e o,te ta-
co he o sen jornal. Assim possam clles continuar a
gozar em paz da segoranea que llies dio a prudencia
de seu governo e a aieellencia das suas iusliluices
polticas ; possa o cou desviar dclles para sempre os
horrores da guerra que ensauguentara as nossas re-
cras e das grandezas da Eoerra. Como Ihe an-
niineiei, a divio da guarda imperial que voltou
da Crimea, assim como, tres regimeolos que ebe-
garam goalroenle do iboairo dajguerra, lizeram no
dia 2'.l dn mez passado a sua entrada solemne na
capital. Nada era mais bello de ver dn que estes
roslos hronzeados pelo sol, em que respirava um
ardor nacional, mas que Ira/.iaiu anda o cunti das
fadigas militares : viam-se baudeiras crivadas de
balas, e cuja melada nao linda mais que a aguia :
era magDlllco/|e o povo de Parisapplaudio os ven-
cedores de Sebastopol com um eiilhusiasmu pin e-
uelicu : mus nesle espectculo havia um lado dolo-
roso que arrancn lagrimas aludos osolbo-. A
l'reulo de cada regiment havia um pelnlo de leri-
dos arrimados uns aos outros, mas aquellas que se
pu liam arrastar al as suas bandearas, uns Iraziam
no roete fcidas gloriosas, oulios linlian bracos c
perns de menos, ludo quanlo a guerra tem inedo-
nho e lgubre se o-lenlava na sua sublime nudez.
listes pobres mutilados foram eoberlos do iipptausos.
O imperador fura ao encoulro destes valenle* (ro-
pas: dirigio-lhes uma allocucu a liniravel que Ihe
nn llevo uniitlir. Ei-lo :
o Soldados, venho ao vosso encunlru, comn ou-
Ir ora o senado romane ia as portas de Roma au en-
coulro das leEiies victoriosas. Vcuuo dzer-vos que
merecestea bem da patria. A minha comean he
grande, porque i feleidade de vos tornar a ver se
junlam amargas Mudados por aquallea que au exis-
lem, e un profouda pezar por au ler pudidn ein
pessoa cooduzir-vos ao combate.
a Soldados da guarda, bem romo soldados ib, li-
nda, sede bem viudos.Vos ludos representis esse
excreiln du Oriente, cuja coragem e pcisever.inca
tem ile novo iiluslradu as nossas aguias c recon-
quistado para a llama um lugar que Ihe be de-
udo.
" A patria alienta a ludn quanlo se consumen no
tiiienle vos recebe com lauto niaisorgnlbo quanlo
mede os vossos esfurcos a resi(eucia obstinada du
iuimigo.
Chamei-vos, posto que a guerra n.ln esteja ter-
minada, penque be justo substituir lodos ns icgimcn-
tos que mais sollrecam.
ir Cada um ilesl'arte poder.i lomar a sua pule de
gloria r o paiz que inanleiii IItl mi) -nldadn lem
inlere" e que seja agora ero Franca un exereilo mi
merosn e aguerrido, prompto a dirigir --o anudo ne-
eessidade o exija.
i uardai pois cuidadosamente os hbitos da
guerra, fortific.ii-vos ua experiencia adquirida ;
cunservai-vos promplos, se fur necessariu a reapon-
der ao appello ; uus oeste dia uAo V0I esquecais
homens. FhIIhii-sc em Constentinopla cm distiloir
Ornar-Pacha, mas o governa anda n.i se alreveu
em dar esto pas-o com medo de desorganisar o exer-
cito toreo.
O prolongamcnln da guerra lem inlluiln de uma
maneira desagradavel sobre as boleas de Paris c de
Londres que lem sofiridn grande" baix.i. Os Ircs
por cento faancez eslava na bolsa de seguuda-feira
a ; fr ; os rundas ingle/es a S~ c l|S.
LISBOA.
Llde Janeiro.
Dou-lhe as boa fe-tas, u ,rs que me d a boas en-
tradas dn anuo novo, que jior ora nao nos lem sido
nimio propicio.
Sobre a eseasser dos genero de primeira necessi-
dade, que lem caoaaio uma caresli.i depioravel para
as classes necessitadas, vieram agora unas enovaa
lorrenciaes o ni.....laderas que ha quasi um mez lem
cabido, ameacando urna esieriliilaile Mal.
A azeitena que era de espasiteaa abundancia, tem
Cabido quji toda, c sido levada pelas aguas.
Os gados lem padecido muilo, por falta de paste
e com o fro. As aemanleiraa de trig > perderam-se
ludas, e as Ierras que ainda nu eslavam lomeadas
licaraniemsopadas para muilo lempo.
Pira completar esle qnadru desnladnr, tem bavido
algn alalos ite (erra, o hoiilem 12, sciiliu-se um
tremor, perlo do lucio dia, que assuslou principal-
mente o ompregados da secretoria da guerra, cun
edificio, posto que novo nao he la dos mais solido.
Sahiram lodos som chapeo para o lerreiro do paro,
praea que ha um scalo fui iheatro da espantosa ca-
testropha de 1735.
Nao hoiive purera nenlium daino nos edificios
nem parda de vidas.
Segundo alguus naturalista, estas chuvas. e estes
alalos de Ierra, podem ser causa reinula de um au-
no muilo frtil e prospero.
Eis porque Ihe disse que o anuo natura!, finita en-
trado com bem Daos modos.
Quanlo ao anuo poltico, lambcm nao dos vai sa-
hiodo muilo risoobo.
As cortes abriram-sc no da apresado, sem oceur-
renria alguma notavel, antes rom nina certa friesa.e
sem se perceber que era dia de galla.
Espenva-sa que o discurso da cunia fusse. dado de
primor, por ser o priuieiro que S. M. El-rei D.
Pedro V. pronunciara em abertura legislativa, ma
pelo contrario, o ministro do reino mandou-ii ali-
nliavar pelo caduco otlicial maior, da secretara do
reino, de sorle que lu copiado dos anligns, licando
mai, raso e insignificante de quintes se tem profe-
rido do tbiono ha mullos anuos.
Ei-lo aqui que nao me deixar mentir.
Dignus pares do reino e senhnrcs depulados da
ii.ic.ln porlugurzo:Cun verdadeiro salisfaraove-
uho boje pela primeira vez abrir a se.-sn das" cuites
ordinarias da naco porlugueza, e collocar-me no
meio dos seus representantes.
u Com u mesmo seutiinenlo vos annunciu que fe-
lizmenta coulinuam as relaees de amisadee boa
harmona entre Portugal e as demats potencias.
Pruseguem as iiegmares coma Sania S em
quanlo no padroado porlosuaz da ludia.
a EOecluon-ae a Iroca das r.itilieacoes do Iracladn
de couuneicio e navegacAn com a Repblica Argen-
tina, c a da convencAo com i.....perio do Brasil, so-
bre a repressn do crime de falstOcacSe da DWeda e
papis de crdito de ambus os govcriius coulraciau-
tes.
Pelo motivo da miaba asceusn ao Ihronn iior-
luguez recebi dos .oblanos notaos alliados expres-
siva.cnugralulacnes; c sua sanlnlade, bem como a
rainha da dr.i-Brelaulia, o rei do Saxouia, o impe-
rador da Austria, o rei dus belgas e a ranilla de llos-
panba noniearain representantes especiaea para este
lim.
u l'ein-se mauli.lo inalleuvcl aseguronca o tran-
quillidade publica no reinoe em todas as nrovncias
ultramarinas.
" Infelizmente, pnreni, foi o nosso territorio in-
vadido pelo cholera morbus, procedente das povua-
cesd.i Uespanlia frontoiras a raa : cominunieou-se
primeiro aos dislriclos da Cuanla a Braganes as
margena do Dooro, c depnis as trras do norte e sul
do reino.
o llou ve estragos deplora veis; mas gracas Di-
vina Providencia, nOo lanos eonio era do recolar
comparados aes que padecr-ram as povoa{et de nu-
bes paizes.
u Cun promptidgo se acodiu a Inda a liarlo anude
appareceu o lligell.i. A< autoridades adniini-trati-
vas O militares se esforraram em prevenir a inva-
ao.erm combate-la. o racoltalivos, lauto milita-
res como civi. empragaram lodos os meios de sor-
correr os inleli/es accommelliilns da fatal doenca;
o asAropas fizeram, noempeoho de preservar o rei-
lo servico naval chumara a vossa allenrao os pro-
poalas du ministerio sobre esle ponto.
Do ultramar nenhum.i necurreuciasbaveria que
referir, se nao fossem as ral unidades de mais de urna
epecie de que han sido thealro as libas de Cabo-Ver-
de. A ilha do Fogo padecen oa estragos do urna e-
pidemia, que, anda bem se uAo communicuii as ou-
minislro, conslava lerein sido Contratadas as lindas
de ferro para a frunteiri de Uespsnha e para o Par-
lo cora a companhia Grande Central de Franca.
Todas estas proposlas e negucjdra |em de er sub-
mellidas i approvac.io das corles. E par* se fizerem
os 11 i lia I lio preparatorios, he que se ellas addiaram.
O joinilismu da capital com o ouuo unvo, alargoo
e engrandeceu.
A Patria sobrepuja a lodas as toldas da capital
pelas suas diraeuses o peto pessoal dos seus coltebo-
radures.
Como sabe, o agente desle jornal, que foi ao Rio
du Janeiro grangear assignaluras, nao gusa aqoi de
lina reputaban ; por isso esle jornal leve grande* en-
calhes para obter que bouvesse quem escrevexe pan
elle. >'o necesaario que u rediclur principal. '. tau-
cisco Mai ia Brdalo, escriplur bem condecido laulo
em Portugal como no brasil, se ohriaawe psmil
menlc a ser elle o uoico redactor em ebefe do jornal
sem iiiletveneo ou aeran de oulra petsaa ; e si as-
sim p le conseguir que se compromellesaem a colla-
borar para o jornal os Srs. A. Ilercalaao Meniles
LealRebollo da SilvaT. II. daCarvalho Upe
de MendonraL. A. Palmeirnim Bolbao PatoR.
FelnerSilva Tulliu, Latino Coelho, emba as roo-
Ihores pennas que lemos na corte.
A Patria pode vir a ser um ptimo jornal ; ja ha
dus roelhores que lemos lido, mas anda uto este
como pode e deve sabir.
A lingera be de (i. Vil exemplares por dia, qoasi
tudo para n Rrasil. Dos Ihe ponda i virlode.
O Jornal do Commercio ampliou o frmalo, esla
cada vez melhor, e satisfaz cabalmente ao sea Ululo
e exigencias de um jornal pira lodos.
De novo n.1o appareeeu nenhum com o auno, nem
o do governo, intitulado Fomento, se anima* i
sabir.
Dos Iliterario publieou-sea Ilustrarlo /.H filora. de que esla enearregado o nosso mimoso pea-
la Meudes Leal, que escreveu a ielro.lure.lo e come-
cnu um romance.
O auno romera a ser deeepsdor de vidas illoslras.
Km Marselba tallecen a duqueza de Cadaval. Em
Rraga oarcebis|>o primaz. D. Pedro Paulo da I i-
gueiredo. e agora se diz que tambera morrfo em Pa-
rs o sabio conde de Sintarem.
lambcm lem estado muilodoenle o Sr.D.'Fernan-
do Correa,u novo cnsul de Pernaml.uco.qoa por isso
lem deixado de partir para o seu deslino. Coala ir
pelo D. Mora II. que sabe daqui uo din 34.
Sei que esla demora lem censido desconlianca ao
nnssosrumpatrinlas.suppondoque a Iranferaocla esta
destella.Descaucem,que oSr.Joquim Baptiila nao
poda jamis cougracar-se com os poituguezes rei-
deules nessa proviucia. Anda que o qae esla Bo-
rneado fallcccsse, uAo inodava o estado do negocia.
O nao ter silo publicado o despicho da transfe-
rencia, nem o da uoineardo uo Diario do Governo,
nao tem influencia nenhuma, porque as nomesraz
consulares uAo vAo ao Diario,
D'aqui a K dias, quando partir njt. Maria, ja lim
leva n llie-ir das prdpnslas lininrciras, que bao de ser
apreientodoa nn dia l!L E tambem uma projecl.ida
transferencia da empreza do raminho de forra do
Sanlarem. da companhia para o governo.
lie caso raro.
Iras. Sobrcveio a falla de subsistencia! por effoilo da
irrcgularidade das estacoes. O governo aoeonster-
Ihe a existencia, do mal acodo com providencias c
soccorros; e prosegue empandando as maiores dili-
gencias para remedia-lo.
A deserara daqnelles habiteotes lera excilado a
generosa aympatbia de nacionata e astnngeiros. Os
meas ministros vos anresentario as medidas que se
julgarem convenientes para mclhorar o estado d-
queiia provincia.
Dipnoa pares do rninn r nahaiai "apiiliiilni di
naci porlugueza Espero da vossa lliislrae.lo e do
vosso zlo pelo liein do paiz. a que lemos a dita de
perleucer, que vos OCCuparris do todos o meios de
promover sua prosperidade.
(i Esl.i aherla a sessgo. i
Depnis desta ceremonia, asrrta apenas se consti-
tuirn!, elegen-lo a dus depulados a inesui.i Dteaaa
du anuo paseado, e a dos pareaos meamos secreta-
rios.
E mais nada, porque furam nddiadaa para o dia I!)
do crrente. Eporque?
Porque lendo ebegado no paquele no dia 1. o m-
nislro da fazenda Fooles, da sua viagem ou commis-
so a Londres e Paris, ngo podendo apromplar us
projeclos linanceirosque lera de apreseular ns curtes,
fui uecessario addia-las. Adiamos prudenlc.
O ministril fui inuiln festejado sua cliegadi petos
seos collegas do gabinete o do parlamento. Ainda
se nao sabe, ollicialraeule o que elle por la fez, toda-
va parece que a opcracAo mais nolavel que elle eu-
labuloii toi este, a respeilo da cclebie queslAo do
Ciiunlio de ferro de Sanlarem.
O governo lomara a Mr. Sluw & C. todas as'
actes que elle possuir perlencentes a companhia
dn raminho de ferro de lesle, pelo prero que ellas
actualmente representan!. Compran mais pelo pro-
co estipulado no emirato lodo o material fizo c cir-
culante, as constroccijes provisorias ou dcliniiivas,
perleneentee a Mr. Shaw & C. que boje exislirem
cm l.ishoa, ou na linha de Lisboa aSinlarein.c bera
assim o material das obras que lem de couslruir-se.
n ludo isto ser pago em ires letras sobre Lan-
dres, una a duus niezes do valor de libras 10.1100,
oulra a qualrn meces de igual valor, a oulia de
20,000 libras a seis niezes. Pelo valor restante, da-
r o governn fundus de i p. c. a 13.
Mr. Schav, do uma parle, e o governo o a com-
pauliia dos camiobos de ferro de leste da oulra,
dAo-se mutua c reciproca quilaco de lodas as obr- (
gaeoes e encargos.
Mr. Shaw entregar ao governo tojo o raalrial
perleucenle a companhia por ello representada.
o Todos os pleitos que se lenham suscitado a res-
peilo desle negocio, sero suspensos lugo que este
contrato fiir assignado,ficando todava arabas as par-
les livres de recunieearem o pleito, se as cortes nAo
ipnrovarem estas condicoes. ale ao dia 1 de raaio do
correle anuo.
ii Mr. Shaw receben, nos termos do contrato, lu-
do quanlo Ihe fiir devida pelos trabalhos executadns
e material por elle tornenlo, desde a data dn ulti-
mo cerlifieado at qae as obrss cessarem. No caso
de haver divergencia, quanlo ao muanle do ultimo
certificado, a diuorenea queslinnaila sera dividida
entre Mr. Shaw e a companhia dos cainiuhn de fer-
ru. Mr. Shaw ser pago dos dividendos que Ihe es-
(Ao em divida, relativos a Indas as suas acedes.
A importancia de lodas estas soinmas ser paga
Cin fundos de .'I p. c. ao pnce do 13.
i Mr. Shaw nao ser mais obligado a entrar cora
prestecio alguma. relativa as 11,00 acc/tes de que
anida be pnssuidur, e as acees nao serAo confiscadas
pela falta de pagamento de qualquer preslacSo. o
governo guardara 2,000 desl ;s acees, como penhor
por qualquar falla nu dilTereuca na material e mais
utensilios que Mr. Shaw se obrlga a eutrcgar-llie.
Esle contrato Tica dependente da approvacAo do
parlamento.
o Mr. Shaw liaba pago por coala das suas acees
ale a 7.' prestar jo, islo be. I"> liliras por acrih}. "
i No dia 17 de dezembro deviam-lha ser confisca-
das estas acees por falla de pagamento da 8." pios-
laeAo.
Parle do material a que aa refere o contrate foi
transportado para Lisboa pelo vapor llaltler, e esta
depositado ua .i'1'andega.
o I ma purcau de carris fui hypothecada au hinco
por om empraslimo de I i eolitos feilo a Mr. Shaw,
e tres carruagensosliu no arsenal da marinha.
i Aicm disto Mr. Valentn, eugeiibeiro <'in cliefe
la coinniisan, deixa o servico desta medanle uma
e a, tropa, Iz ei.in nu empenhn de prese, varo rei- ndemnisaego de 1,000 llbra, pela qual se consi-
no de lamaubo mal, o maior e mais peos,. scrviCo. kl;, p,,go, e obrigando-se no acto do receber esta
Foi preciso que-., governo enviasso manlimeiilos e somina, a entregar i c.iup.......a luda, as plantas,
ren.eilins a algunas Ierras, que delta carecia.n; c ,Velai.,enlus. perlis e mais documentos desde Lisboa
ale Sanlarem. n
Alem disto, u nosso ministro foi ao stok Exchang
ver se lazia colar os nosso, fundos. Na parle relativa
sedii ida dePortugsLparcce queMr.Tlionitonseobri-
gnu a aceitar as disposires do decreto de 2 de de-
zembro de 1831, sendo garantidas pelo governo
lo.stiii libras animaos, pagas a datar do momento era
que a receita publica fr superior a despeza, ou quan-
do u governo so acliedesembaracado da garanta da-
da ao ramiiiho do ferro de lesle. pelo arl. '.>." do roo-
iral. com esla eompauha, e das mais garanta. desla
cm militas ootras, as rorpnraees a eslalielecimenlos
de raridade e devoran, curre|ioudcram dignamente
aos lins dn sen iiislilulu, dedicando-se a SOCCorrcr a
homanidada enferma e desvalida.
Fui orneo governo obligado por motivosile
prerauru, a suspender os saludos pblicos em
Coiiubia, amrne.ida de perlo da rpida nvaaao da
molestia; e ordenou depnis a coiilinuecao delles
oeste mez de | ineirn. por rousidcrar-sc a O estado
sanitario daquella cidade, e de lodo o paiz, favorvel
a e-la providencia, alias neeessaria. Mi as medidas
de prevenca i c vigilancia nao podem ressar anida. nalurez.i que tenlia ,. dar a quaesqoer nulras era
Conlinuou no> anno antecedente a eseassez da zas. Este oo/ms cssa logo que O l'ovciiio leuda tei-
pioduccoilos viudos, tanto os do continente do rei- j lo a reinissao dos h mds.
no, romo os das iihas mais ricas neste ramuda agri- j Em quanlo a auiprestimos o Sr. Pontea linha re-
cultura, rornon a apparecer a molestia das videi-1 rebido propaala de Mr. Devauz, Fould o l'sellc,
ras, ligo menos geral a funeste da que mis dous au- j para um enipieslimo de WKIO eolitos, e nulra da casa
nos anteriores, lie comtudo de esperar que venba i Caen de Anislcrdan c ootros, pan 40 milboes de
a acontecer entre nns n que ja so observa em oulro, francos 7200 cuiilus. Parece que os mutuantes se
paizes, o decrescimenle a a exlinccAo do mal, que combinaran! n'esle negocio.
felizmente nao ataca a vilalidade da planta. Pelo qno reapeite a camiulius de ferro, aprcseulou-
i( A eolheila dos cereaes loi abundante, em alan- se uma pruposta pela companhia Grarde Central de
mas provincias, mas nil.i geralmenle cm toda-, o i Franra, apoiada pelo Credilo m.,rel para levar a ef-
ianlamenlo da estacan invernosa desfruto parlo fallo a linda de Sanlarem frontoira de lleepanha.
iu. ui.i oda anlarem para o Porto; pareca pormqoena-
adjaceo- da se concluir ainda. Igualmente se apreseotara
iim,i proposla para oeaminho de ferro de Sanlarem
da leal i ue ainda havia junio ;
i tmnnp> engrossaram alagando ns campo
les.
o Estos lal-. e augmento do proco de lodas as
subsistencias, que pruvui de diversas causas, mnve-
ratu o ineu governo a preparar uma proposla de le
para o Porto por lira. Medion, l.afressange e Tour-
" our.
Por carias recebidas de Paris depois da partida do
LISBOA.
1:1 de Janeiro.
As quesles linanceiras e econmicas sie as qoe
boje prendem a atlcncAn desle paii. Assim ser des-
tas que eu lerci especialmente de oceupar-me e nao
no quesles polilira*. porque diso uinguern trata.
Todos us partidos se vAo accommodando eom a carta
reformada, porque lodos se convencern) que esle
cdigo Dto se oppunha aos progressos do paiz. O odio
.i carta, quo cellos partido em lempo Uo enrgica-
mente manifestaran! era davido aos borneas qoe fr-
uto ii.-ciip.iv .nu a poder, e que pe.. suas arbitrarie-
dades lanraram u paiz no camiuho das revolates.
Felizmente aquelles bnraens desapparereram da ace-
a, e crc'io que nAo voltario mais, a pezar dos esfor-
cos de rais doria d'indmdoo que lingera acreditar
que a regeneracao fui orna levulia reliz de algans
ha la Hies e u.m a explosao dos seulimtntos deuro
puvo ioleiro.
Qsntro asmas de inalleravel Iranquilidade publica
lem |iruvado demasiado que o paiz luspirav peto
sysleraa de governo que uus rege, e que as conval-
ses peridicas que nos aailavam nao eram senao a
justa impaciencia do povo para sabir daquelie esta-
do desgrarado em que o tinham laucado os insigni-
ficantes chefes de uma facrao.
Mas o que he notavel be que, depois de lamaubo
desengao, ainda essa f.iceao nulra esperanras de ir
ao poder, e que le.vassc a sua cegueira a ponto de
suppor que o joven mouarcba mil subisse 10 throoo
chamara alguus dus homens daquella pircialidade
aos conselhos da coroa.
O joven mouarcba confirmando o ministerio que
tiulia merecido a conlianca de seu pai, deu om dos-
cngaiio formal aquelles que se persuadalo que n
viseando da Carreara linda iuculido no animo do re
os principio reaccionarios que professa.
Sen vi-conde elucou naquelles principios o seu
real discpulo, uo o sei eu, mas o que sei da qae
S. M. ainda nao mostrou tendencias naquelle senti-
do. Pelo contrario, em todas is suis pitarras a os
seu actos mostra-se liberal e amanto do syslema re-
presentativo.
Assim. nins'iem acredita hoje na possibildade de
ir ao poder o partido chamado cabritilla. O qae po-
rin be possivel be que cortos homens que perlence-
r,;ni aquella parcialnlade que della se epararam pa-
ra nao seren arraslados na I orinen la de 31, enipu-
iihcra as rodeas da g .vernanca por uma desl. e-
vcnlualidades dilliceis de prever.
He desles que eu receto.
Homens de poltica uAo definida, capazes de tuda,
dobrando-se i* exigencias de lodos os partidos p.in
depois os Irahirem. mais fataes a liberdade do qua
os seus iuimigos declarados, de contra estes que de-
vemos estar em guarda. Mas por cm quanlo, apelar
das iiilriguinba que por ah da. a siluacAo nao mu-
da. O mini.ierio acaba de cunsolidar-se" com o boro
resollado das negociares do Fooles.
O crdito publico augmenta, os capilaes eslnn-
geirns acodem aqui, e dentro em pouco esle pas
nos apreaaatara nina face inleiramente nova.
As meditlas Tiuancciras do Fontcs, curan he sabi-
do, linbam feilo rom que o< nossos fundos nao fos-
sem quotadns na praca de l.nndre. A guerra do*
l'ond-ltalder* era prejudicial ao nosso crdito, em-
bora uAo fosse mortal, como alguem o linda suplos-
lo mas aquello prejuizo cessoo. O Fooles fez uma
campo-ico i ruin o boud-halders e o Slnk-Excliaoge
declarnu que os nnssos fundos sel i aro colados na
praca de Londres.
Esla uoticia fez immedialameiile subir os fundo
na prara de Lisboa. As inscripees que eslavam a
i2 e lano elevaram-se a ii e lano e as arenes do
Banco subirain tambem.
Sb da viagem do Fontrs nao colhcssemos oulro
resultado era esle ja bastante : mas islo foi o me-
ne. O lira da viagem do ministro era tratar da
um grande empresiimu, c com efleito coosegaio-e.
Diz-se que as smulas emprestadas soliera a ti mi-
llies de francos. As combines com que lal em-
preslinio foi felu lian sao geralmente sabida, o OU
apenas pude eider du pessoa competente as posteas
ioformacAea que se seguem :
Oempreatimo foi uegoriado a 12 c lauto rom o
juro de 3 por ceulo, viudo por cnuseguinls a ser o
encargo para u tbesouro, iiicluiudo commisaoas, do
7 c lautos por cem :
As entradas scr.lo fetas dentro de un auno a .'
.ippliciciu daquellas sumuias be deslinadi a estra-
das c vas frreas. Pircce-me ponen para lana cou-
sa, pois qualquer pequea linha frrea leva mailo
renitis de eolitos de rcis.
Diz-se tambem que as dilliculdade do caminho
de fero de leste furam remnvidos, e que se Iralou
alguma cousa a respeilo da do norte :
Alora deslas iuforuiacoes nao tenho oulras e os
mais rbegados ao iiun-lorin sahem lano como en.
Como as proposlas han de ser presentidas a cma-
ra, ns depulados n.lo se tem apressulo em pedir cs-
rlareriraentus, c de-te modo o negocio lem estado
em segredn.
A imprciisa da oppoeicge nAo lem ce,-adn de |>e-
dir ns proposla. como se o, projecln- anles de ela-
borados devessem ser apreseuliidos a publico, e par-
te la mesma imprensa que tanto gnloa contra a
capilalisacji', he a mesma que agn clima coaira a
roinposicAo que se lizera rom a Stok-Kxcdaoee.
E ha mais : os qae defendern! gnvernos qae nao
\ iveram sango de erapreeliaaoe, sao os que hoja mais
clamara cnica o emprestiino dos do milhes de fran-
cos !
No meu entender, essa gente nao lem raxo. Pa-
ra nrganisai as nossas Tmauras nAo havia oulro meio
senao recorrer ao svslema do emprc-lnnn.
Lvit n iu desiquilibrio entre a receita e despeza,
bavcudo um deliril permanente, dous meios se a-
preentavam para "cnuibaler o ni.il diminuirn
de despe/a. un auguieiili. da leceila iu. iienluini
desles meio, poda actualmente por em pralira.
Diminuir ;,tl,-pe/i em smulas eun-ideravti I,,.
quasi iitipussivel, e pequeas ecououiias uau reme-
diavaao nada.
Augmentar a receit, pedir mais ao paiz, sobre-
di regar o contribuinle quando as subsistenciaseo-

TT


DIARIO OE PIMIMRUCO TEftt FEIU 29 D JANEIRO IC 18)6
carecern! pela .liiiiiuuirAo da produce, quando a
agricultura trata ile solfrer Brandes fferdas era Cal-
vez dai o igual pra uina explosilo.
Que havia pois a fazer ? Appellar para o Futuro.
Conlrahir um grande etnpresliino para dar impulso
aos inelhoramcnrDs pblicos, e esperar que cmm
roelhnramentos augmentando a materia Iributavel,
cotlucassctn o paiz eui circunstancias dp p >.U-r pa-
gar ni,.!-. Foi o que te fez. Do aperfeicoameote
da agricultura, d,i aclividada do coininercio, edo
dcseiivelviinento da industria lie que nos liau da \ir
os recursos. Mas estas taes cousas eslo depeudeu-
le* das vas do communicac,ilo. Tr.ii.ii de as f.uer,
eis a grande quesillo, eis o man.te remedio para o
nial que nos aflige.
ludo o mus sao paliativos. O paii deve fascr um
esforro roaiimo para crear aquelles inslrumeiilos
de prosresso, porque a sua felici.lade depende dahi.
Como he poasivel que o pai< prospere, apezar de
algumas leis em favor da agricultura, apezar do) di-
reitos protectures em favor da industria, se faltam
as vas de comiuuuicar/io para eoodotir os produr*
los de um a oulro ponto do paiz, se enlre cidade c
cidade, villa e villa, al lei.i e al.le.i nao ha spn.lu
um pessimo raminho coberto de obstculos, elieio
de precipicios'.'
O que admira lie que chegassemos mi cslado em
,que nos arh.imos, tendo a lular com tudas aquellas
dilliculdadea.
As cmaras foram aberlas no dia J com loila a
pompa do i-ostume. O rei leu um extenso dicono
que nao oll'erere nada de nolavel, nem d lugar a
grandes coujectiiras.
A resposla hila do Ihrono, espera-se, que n;lo
dar lugar a acalorados debales, e hom ser. Nao
havia nada mais absurdo do que gastar diasedial
com aquella discussao e einpenhar todas as torcas
parlamentares naquella halalha que por lim nao
conduzia a rousa alguma. Moje consiilera-se a res-
posta falla do throno como um cuinprimento, un.a
formalidade e nada mais. Acabou-se com a ruim
pralica de considera** aquello negocio como una
quesLlo de vida o de moro.
O conde de Thomar ainda o anoo passado quiz
fazer reviver s amigas praticas, mas Ish.o-ee
mal da peleja, e espera-se que esse anuo se calar.
Voremos.
As cmaras mal elegeram a mesa foram adiadas
al odia 19. Nao me parece que este adiamanto
fosse de absoluta necessidade. A opiniao publica
mo o recebeu bem, emliora notenha a gnilica-
rao que em mullos casos costomam ter taes actos
do poder moderador.
Multas vezes um adiamenlo he quasi um golpe
de estado, he urna Iraicao, um allantado contra a
soberania popular. Mas desla vez, felizmente, nio
foi nada disso.
Enlendeo-so que devia ser adiada a cmara al
qne o ministro da fazenda livesse promplas as prn-
postas que lem do submcller-lhe, e o parlamento
licou adiado por 14 das.
A crise das subsistencias que ia denapparecendo,
he provvelf que torne a fazer-se sentir, em conse-
quencia do rigor do lempo. A agricultura tem sof-
frido perdas immensas com as chelas. <) campos
de Coimbra e do Kiba-Tejo eslo alagados, as estra-
das iolransllaveis ; a apauha da azeitnna por algons
sitios nao pode fazer-se, eos trabnos pblicos res-
saram em muilos pontos.
O novo anno apresenta-se pois com mos auspi-
cios, e he de recear que lenhamos a lular com gra-
vissimas didculdades. O governo ha de ser ator-
maulado pelos clamores de certos publicistas, que
entendem que o remedio infallivel para acudir a
ci ise das subsistencias he a prohibidlo da exporlaoao,
mas eu espero que o coverno se conservar lirme
nos bous principios, c que nao ce.lera ao vilo receio
a que cedeu o governo da Blgica adoptando o yi-
lema prohibitivo.
Os botlos que incolcaram, llavera 15 das, a res-
peilo da sabida do ministerio do Krederieo Uoilher-
mo da Silva l'ereira nao se verilicaram. O gabine-
te nao soffre mortificaco at s novas eleices, ex-
cepto se entre os ministros se manifestar divergen-
cia, oo a maioria desertar o governo, o que nao he
provavel.
Ainda nao est nomeado minislro portugus pa-
ra o Brasil. Ilonve idea de dar essa legacilo ao
barSo de Seic,ol; mas elle mo quiz.
O ha rao de Sania Quileria Irabalha para obler e
er tirado de Vienna, onde he enrarregado de ne-
gocios e promovido a ministro residente no Brasil,
mas duvido que o consiga.
Continua a fallar-se na Hornearlo do Cunda Soln-
Maior, para eucarregado de negocios na Dinamarca
i- Silera, roas creao que ha a este respeilo suas du-
vidas as altas resine- do poder.* Comlndo* he possi-
l'ouco lempo depon) suba o Sr. Jos tenanles Bas-
tos, indicia,ido-me o inesmo acontecimento, dizen-
do mais ser o doeule alreiln a es.,1 ddr, o ucres-
cenlaud* por ultimo le-lo feilo ja remover para me-
lhor lagar, e haver-the ininislrado'.ilguns soccorros
euiijuuctamente com o Sr. Jos l'edro Marquesita
Silva, em virtude dos quaeselle iloenle se acha-
va mais aliviado. Mas nada dioso obslou a que eu
nessa mesina occasiAo pedisse ao Sr. Bastos, livesse
a boodade de dar os paitoi neeessarios para que o
doeule fosse com a possivel brevidade Iransporla.lo
ao Hospital. O Sr. Bastos, preslou-se boodosamen-
le no ineu pedido, eeoidoa-se immediatamente en
atrancar as d.icuiueutos precisos, que | embora cr-
iadamente julgavunius iu lispensaveis pira a recep-
cilit do doeule no Hospital ; fiassei um atleatado
ulliaiirando a naluralidade, e indigencia do doeule
mas de torca eia um segundo, o qtul leve de ir ha-
ver-se do Sr. Carneo, depois do que Uve de fazer
ainda um requerinieiilo ao lllin. Sr. I'rovedor, c
que entregan ao Sr. Baslo.
Assun ae n.i.lava em regolarisar o transportado
doeule, quanlo sunLe que o Sr. Dr. Doorado havia
feilo e.uiilu/.ir o doeule ao llo-pil ,linliripindo assim
o- seos servicos hamanllariosauii do Sr. Bastos. Pol-
gae mullo Srs. redactores, com nina lal delibera-
eao, porque em suuiina, era um novo acto de pie-
dade chrisiaa, com que o inesmo Sr. Dr. Dourado,
ideia, mas olho para os filhos, lemhro-me d'aquella
cana grande que se Ve da punte da Boa-Visla e nada
lar.....n.ia pe hr a lieos jusiioa para laet malvarlos.
Homeiii ia eu para o meo Irabalho, e qoanda pas-
aya pelo lal aeougae, vejovozei alias e algomag
pe.soas reunidas, desliugui bem eslas palavras
osla preso a or.lein do lab-delegadoqiian.lo i-su
OOVi sent cerlo choque quo me fe/, tremer, u-ais
ven.In que o negocio era com o carniceiro ou lallia-
dor de carneo tutlo se Iransformoo em um i espe-
cie de prazer, e a ininhii coriosidade chamou-me
sabor o que era aquillo, e eis o fado :um hornera
qne eu cunheoo de vista fui a.. acalugue e eomproo
nina libra de carne, pacn, e sabio ; mais chegando
lora recnnheceii que ca mnilo punca a carne, entra
eni uina veuda vi-mlu pele ao venilelliAo, que Ih'a
peze, e qual OSO he a sua indignaoo qiiando v que
eni ve/ de nina libra nao (iiiba nem Iresqnartas o
hoinein se entrete, val chamar ao c.irniceiio e mos-
Ira-ihe a I .id ru ira. o carniceiro diz mullo senbor de
sii-.so he o nexo do aeougue que mais pequeo,
entilo erila-the o liomeinel i preso a ordem rio
subdelegado,o va dar parle ao inspector de quar-
leirao ronlaodo-lhe o oceorridn ; Nossa Senhora da
l'a/ niclle-se no niein, Indo liea em nada, e o ui-o
boin carniceiro la etla hoju no acougoe coniinuando
na mesma la.trocir.
lu este l'aclo.senliores re helores da Pagina ami-
das em consequencia de comidas e desvio |de rgi-
men. Tcnho dado preieri'atti'nx varias pesaoas,
e estas al o presenil vio em paz.
Ato esse inompnlo ludo corra plcidamente ; pa-
reca que^a unirle lecuava dianle de dous anjos fi-
lhos do Dr. Billancoiut, qua voavuin a toda a parle
levando os soccoroa homeopalhitos '.
rondas com pleno Iriumpho. A forleleza dominado-
ra da Azia Menor, a fortaleza de Kars rendeu-se
com toda sua guarnidlo, arlilharia e grandes dep-
sitos de armas e inunices. t) exordio da Analolia
composlo .le trinta mil liomens n;lo existe mais ; seu
(niriiii ni i inip em clo'fehe oosso prisioaeiro. Agra-
leco le ludo o c> racilo tilo glorioso feilo, que reves-
pela lirine'a
resisleiici.i
alto ment
orge ra sc-
VriS-us feilos
ae illu-trava. Neste lempo parlia ja para a Sole-i a, quema fea depor por um in-iante a nnnlia .
da.le um empregudoda casa do Sr. Bi>los, com o chala, e pegar na peona para Ih'o communicar, pa-
requerimeato em forma para ser despachado pelo diodo-llia que por sua bondade o paUiqoem etomem
Sr. Di. Almeida. Infeli/.meule achava-se nes-ediu cunlas ess s ladroes pblicos, Eu poremia que es-
o Sr. I'rovedor, lora da cidade, em consequencia do taheleci relaees com Vmrs. r.s irei orientando .lo que
que voltou o portador sem o despacho, mas ao vol- por estas lasarejoi se lor pajsando, por lauto priilem
tar foi assim inesmo mostrar" os papis ao enfer-! contar d'or* em diante com este seo criado.
ineiro, era ao lempo em que chegava ao Hospital o I Estrada de Bellem *23 de Janeiro da isjti.
doeule aconipanliado de uina ordeuanea, o de um i Ojornaleiro.
inspector. Continen nnssojornaleiro, que em us encon-
O enfermeiro equivocado, como eu insisti na trar em quantn Dos quiaer um advogado con-tau-
aprcseiiljcao de urna ordem quo o izentasse da res- ; le do povo 11 pobreza. .No. lainbem somos do povo.
pousabilMade, de um fado, t|ue lile, pareca contra- A poliria que atlencla-no
rio a letra do e-lalulu da casa, mas doeule foi re-
colhido emquanlo o portador vinlia buscar a miiiba
ordem, e pi.uco lempo depois manilav.i eu pelo mes-
ino puitauur.e /irlo pelo Sr. iuspeelor que nem vi
mais ) urna ordeal tanninaule pira que o doeule
fos-e rerehido no Hospital.
Eis o lado. Agora os corollarios.
I.' lio ver.lade nao ler eu comparecido no lugar
do incidente ; io i- que imporla m o Sr. Bastos, ob-
seqoosaineule, e a pedido meu se ochava deligen-
eiando o transporte rryniar do doeule ?
-2.'- He verdade anida nilo ler eu mandado ordem
para que o doeule fnsse levado ao Hospital ; mas
poda eu. ou devia fazu-lo persuadido cniiu eslava
da uer, -sidade dos precisos documentos para a sua
rece pello ".'
3. He anda verdade haver-se a polica anleeipa-
do no transporte do doeule, mas revcllar M0 por
ventura nella maior somma de zelo, e amor do pr-
ximo do que em mim ou no Sr. Basles .' l'ma af-
lirmacio, seria una consequencia fardada. Cir-
eaoMlaociaa accidemaes favorecern) oSr. Dr. Dou-
rado, como foi a de lera m.io, promplas una lipoia
e conductores, o que nos nao linhainos, c alein disso
o prestigio imperioso de urna auloridade policial,
cujos mais simplices acenos sAo sem a menor hei-
lac.lo acatados e dbedecidos. Deu-se urna demora
de ditas lloras, be verdade, mas esse lempo foi dia- abusos
pendido no ciiniprimei.lo posto que errneamente
judiado iiccessario das formalidades prescriplas
pela lei.
I'or ultimo Senhores redactores, se iiohouve pro-
posito, ou premedilaco nesle proceder, pelo me-
nos assim o aparece alias minguen" se soceorreria no
laclo para soiire elle asseular nina censura arre, e
t) mala I uno lo gado esla enleiramenle abandona-
do, desorle qoe anula iin-smo quando all tinha a
existencia (por algumas bura de um guarda munici-
pal se cniniueiliain muitos ahosus.qnanto inats boje
que est linio a merc nao sabemos dequem! N;lo lia
da. em que nio baja um do naait hus de tlngui, o
qual dando logo signaes de pom-us uiomenlos ile vi-
da, be mmedialamente condazidoaos empurres, ou
quasi carregado] para o maladouro, a depois de tra-
lide. no 'lia senoiiile esla un acensu !!!
A limpeaa do pstjbolerimeolo causa horror na
quadra aclaal : iudependenle da vista, basta apro-
ximar-se para senlir o man cheiro que exala esse
ladrilho, e paredes mal lavadas, e rinda mais, rober-
as de p-lles das carnes que alir.im as paredes por
diverlimento.
t sangoe .las carnes he lavarlo com lal agua, que
ale.n deserenfuiiio de lama, sempre lem em si frag-
mentos de eiilesliuos eme-lado de putrefacto !!
Sabemos mais quqiiem lem seu boi de carie ran-
eado, ou afrontarlo, recorre ao utatadoaro, pois est
serlo re o nao perder; porque endo o transporte das
carnes bstanle extensa, e rom o rigor da pre-enle
ostacilo, nao ha boj que resista por mais de l.'i ou -.1)
dios lano mais quanlo a eslrada na maladunro para
a eslrada re-I, he una deagraea, he o inferno!
I'inalisamus rogando s autoridades, a qiiem esses
ompelem reprimir, de lancareiu com tre-
quencia, para all suaj vistas : c beni'assiin a lllm.
cmara municipal que ao men.s conrloa a segunda
casa de inalanca, pois a falla das onnveniciiles com-
modidades concurre mallo para esses abusos queso
resudan em damno da saude e bolsas publicas
Srs. redactores da Pagina risa.-xpruvaitan-
dii-me dos oirerecimentes que nos foram feilos, na-
Com razio allrhue-se, como uina das causas de lio as armas da Bussia de novo renome. Bncarrego
inlensidaile e evlen-o da epedemia, a' emigraran dos vos lamheni de expressar meus cordiaes agradaei-
bahilaulcs .le Cacimbas. II privo deve convencer-se
da verdade de que a luga n;lo o iivra da pesie ; c
pelo contrario, partee que Dees, para punwio do
deshumano abandoaa em que deisam seus pala, mais,
lilhos, irinaus, prenles, amigos, o, em unta pala-
vra, aos seus temelItaDles, o indigilo para de nrele-
reneia ser atacado, soirrer enlfln a pena de Tallo,
deixaudo-o nnirrer no mesmo abandono, com que
dexou ao sen prximo.l.euibre-se cada qual que
mu da lia de morrer. e que, romo is.o he infallivel,
mclluir he niurrer rom honra, romo chrishlo, rio que
como infame cobarde. A eoragem he urna viilude
que illuslra o honiem em sua vida
de sua morte. Aoooselbainos com I ido o funda
menlos ao eiercilo de vosso
e eoragem cmn ipie vencei
do iolmigo Km leslema
niunein-vr.s cavalleiro ila
emula rla-se. rlslinecan te que
vos leudes mosirado inronleslavelmenle merecedor,
e permaoero, com impen.il i;rara. vosso minio af-
feieondo .lle.nintlrr. .
L-se no resumo poltico da l'atria :
u Os boatos de pez prxima i,...nl s,i| arolhidos
com salislacao pela povoacao de S. PetersborgO, on-
de se assegiira que a boa intetligeacia se restbale.
honra depoisl......entre o imperador Alexaiulre e o gran duque
Constantino ; mas em Mnsrow. a guerra cenia an-
menlo, i|.,e nlngueinfoja.de suas habitaron em- i da numero-es parlidarioi.
quantn durar a epedemia; njngueai tenha o me- Em urna correspondencia dirigida ao faily
or receio de servir e soccorrer aos enfermos. Aosl.Ve/rn, le-s que a reeepcHo o Incalido, relaliva-
que adoptain a Immeopalhi.i diremos que devem I lOOlile aos despachos do geaeral Mourawieu*, anoao-
Inniar r>s pr,rein,is, na certeza de que licarao|ciando a capilalacHo de Kan, pruduiio um srmil
lenlos dafpeste, ou pelo menoapoucoaonWio ; an elleilo em Moscow, Os habitante! dcsia cidade jul-
gam lirni'ineiile que Moorawieff, seu favorito, que
que nella nao acr-dilam, pediremos que por arara,
por hrineadeira, oopor pama-lempa faeam essa as-
ncira, que nao tera'a primeira nem a uliima que
leiihaui feilo on poesam lazerem sua vida. E se es
mediros allopa has nos podessem onvir. Ibes dira-
mos : aliram a horra, fcrhrin ot n/lio', e enqulam
alle.rnaclawr.nl'. algn* glohulaa dr nimpritm, de
teratrum e de artmicum, o depois digam o que
quizereni conlra a lioineopatlua.Dr. .Sabino Ole-
garlolMftro 1-inhn, presdeme da aocledade,
llerlfeai de Janeiro de 1856.
perlenre ao velhn partido moscovita, alcancen a
mais linlhaiitr- victoria, e que se colirio de alona.
r o pariido moscovita ou piriidn da guerra, ma-
niiesia ardenlemenle n su enlhusiasmu ; exalta a
prcveiican .le imperador aclaal, e aaaaaeidade que
meios de defender o paiz e sobre os ponlus estrat-
gicos mais proprios para bao. Em todos os arsenaes
Irabalha-se com a maior aclividade, fuadem-se pe-
cas de mande alcance e nmil-ii de nova invenrao.
Em Franca e Inglaterra nao se observa menor "ac-
lividade.
Uealivamcnle ao qne se passa ueste segando paiz,
le-se no Time* o seamnle :
i As principal fundieses em Liverpool teera es-
tado oceupadaf na laclura de imincnsos projcrlis e
enormes petas de ordeoaoca. Os stabeleeiioeutos
de fundicao de acoe fermem M irzey, em conlinua-
co factura da arlilharia monelroque lizerad.. pese
de -2i lonelarlas. para comportar halla- de :tiMI liliras
e do alcance de cinco uiilhas, eslao eonstroindo dooa
morteiroi .le ferro, susceptivas de admillir hallas de
:l(> pillegadas de dimetro. Nos estabeleciinenlos dos
Srs. Fawcotl a Presin eslfl i-se eieeolando 90 mor-
teiros para hallas de 13 pollegadas, sendo .Vi para
serviru de mar, e ill para o ser?iro de Ierra. Na
lundiro de Vaoshall lemse eooalroido crande
quanliriade de hallas de S, 10 e |:| pollegadaa, lendo-
s- feito 7:IKKI lonell ida della. ilur.nle os ultimes (i
meces. A' indias lem se carregado l:MO iniciadas
de hallas para Voulvvich. Aquella firma
lem execulado algumas duziaa 1:1 pollegadoa, para o servifo .lo Ierra e .le mar, e >
morleiros de Ierro fundido, para halla-ile IK polle-
gadas, ja foram experimenlarlos, e suppe-se que se
rhainaro Pacificadores de Palmersloa. u M.
John l.aird esls lambem coiislriiiii.lu t bombardei-
ras helire, de 210 toneladas, e da torea de lid ca-
vallos cada urna.
Kuiquanlo que o mar Braoco c as rostas ihi
ili-lrirln de Lapland, perlencenle Russia, estas.
obstruidas pelo gelo antes do mvsado o mar que banha e no circulo polar, por um singular capricho da in.
lureza, est desemliaracaila lo gelo duranle mda
asestac,,es. A inmensa |irofun plios lian rlianfram o rurorlam esta rosta setva-
gem bu soin iluvida nina das causas do plienome-
tiO. A iulluenciaila curren le do Gult slream,*
cii|js aguas anda nao perder tu iiiluiramenleo sen
calor Iriipu-al depois de o haver coinmiiiucid.. ;
cosa oesui quenlaquc a leste tal \)a evi.lenlemenle a outra
causa rteslo fado nolavel.
Seja como for, Ardongel est n]eaila, .lu-
anle S mezes do annu, por uma e.siieas^ amada
'j gelo ; os ponos ilo mar d'Okliokst sao Umbem
uaoBssivcis, c duranlu esu; lempo, a aavde de
lambem i Ilemineilorsl situada naolongedn pollo lem um por-
loaberlodiiraule todin, anno, c os seus habitanles,
luttge ile Seren victimas Ja inlluencia leiliargica do
vent arclico, empregam-s.; durante as comprida .
noitesna cara ou pesca. Os [Kirlos deste paiz sao
vastos numerosas como ja dissernos ; a propri
baha de Sobaslo|iol etn rotnpararo, lie apenas nina
I".-1nena enseada.
Lima longa ror.lilliein de rodieilos de que lo-
desapieda.la. Parece que de proposito se aprovei- I ra dar ^publicidade na PagiwtAKullU do que tem
tou o entejo para levantar e expor aos olli.is .tas tur-! por lim velar nos inleres.es pblicos, como sejaml:
has a nio de onde s a furlo, e as accollas doveria [ dispertar o zelo das autoridad, s e mais eocarregados
escapar-se o beneficio; mas daihi inesmo que algiiem da seguranza publica, quando o exigirem as
quizesse valer-so como falla, .lo meu equivoco rela-
livameule a intci prelacAo de una le novissima,
edirecjilo de um esutbelecimenlo lamhcm novissi-
mo, parece-Ole, Senhores redactores, que atienta a
miaba pouca pralica, muio mais airoso Ihe Reara
o desculpa la ; pelo menos assim o aeousellia e man-
da a jusiica equi.lade. e esse meanaojeapirilo de cari-
dade cuja falla no< utios be lao|aspeiame ile rcpie-
beurlida, e coudemnada.
Kogo-lhes, Senliores redaclores, a aserrSo deslas
poucas linhas com o que mullo ouriaanlu o de vos-
sas seuhorias ltenlo venerador e servo nbrigadis-
simo
llernardino (.'orne..- de Carratho.
Herir > de Janeiro de is."*.
Agradecemos muilo as providencias que to-
mou o Sr. inspector de quarleirao rio paleo de
vel que as duvidas se desvaneram o aquella caval- Cruz para acabar com o alarma, que ah razian) as
leiro oblenha a nomeacAo que .le-eja ; pois parece I quilandciras. Kesta ainda desmanchar com um
que a melhor recomraendacao para o guverno lie
ser opposicionisla. Se o gabinete mo livesse urna
maioria i,io compacta, explicava-se aquello proce-
der, mas de cout/ario custa a perceber.
A tolerancia he uma bella cousa, mas he preciso
, pratica-la de modo que nao se descontenlem os ami-
gos de orna sitiiacao servindn rom pcefereucia os ad-
versarios. Se nesles te enronlra algum de mrito ele-
vado e sem rival, enhlo prefin e ; mas em igualda-
de de tireumstaneias, enlendo que he justo allender
a'poltica dos concurrentes a um dos altos cargos da
repblica.
Ja saliera do casamento Ida falls do marquez de
l'ronteira com ofilho mais novo do marqoez de l.ou-
l, mas o que talvez nao saiba, e que eu vou dizcr-
Ihc, he que a enhora infaola I). Auna se oppoe a
esle casamento.
A sociedade de Lisboa diverle-sc pouco este inver-
n. As casas que costumavamdar bailes, n.lo abrem
esle anno seus sables, e o clob, que dava qualro
funcedes, esle invern d apenas urna.
Conslou que no l'acohaveria dous bailes, mas nao
se verifica tal cousa. S. M. 1). Pedro V gosla pou-
co de feslas, e assim teremoseqne contcnlar-uns com
grupo de vadios, que se reane na oseada de um so
brado desse inesmo limar.
O Sr. Jos Nuiles, ourive- no pateo ile Santa
Cruz nao !ic o mentira.
tallecen o acadmico Sr. tranco do S.
Deixou esle mundo ainda no verdor dos anuos ; e,ra
morijerado e geralmente Considerado. Dos Ihe .;
um descanso eterno.
Appareceu no domingo o cadver rio escravo
do Sor. Arauju, qoe noticiamos haver perecido
afneado, junio a ponte da Boa-Visla.
Na ra Imperial do la.lu da maro arande ex-
isten! salgudeiras de couros, que s o filare aroma
que exalam he capaz Ue ulular quanlo rhotera pur
mais barbudo, que liouver.
,\a i.:.:,i.le Nova, ou lius tht ra da Aurora,
existe uma casa que tem uina dnzia de criuula
cumstaiicias ; conservar o estado sanitario da prnviu
ca, indicando os lugares que precisan) de ser repa-
rados por meio de limpezi ; eslirpar a< fraudes, os-
la pesie da sociedade que minio se desenvolve no
unsso povo e notar finalmente as Irregularidades
em qualquer aclo publico, queremos lambem con-
correr para lina empreza l.lo ardua, quanto til
para a provincia e honrosa p)ra seus encarre-
gadns.
lie diauo da esima snrial aquello que com zeln
se dedica em prul da hiiinanidade, como soem os re-
daclores da Pagina .Jvultta.
He rom o maior acanlianienlo possivel que esrre-
venms para publico porque nos faltam os predi-
cados que requer uma lal inissito; mesmo assim sen-
do accedas as nossas fraeas rell'xoes, iremos rme-
sando, nao s o que for re melboramento material,
eomn moral. Tambera pretendemos nleirar aos se-
nhores rodadores, 'pie io poss.im aozar laliva de certos acUis, que se denominaradivert-
menlos cunpeslres ; ,-.>iin handeira, noven ,s,
realas, do que aoubermos a tal respailo, valo estar-
me-, na (uarlra ein que ahonda lude i-so,
Em lodo oosso Irabalho guardaremos as preserip-
ret ile Vincs.. tratando smenle rio quo nao liver
rolaran com a vola privada de carta um, que deve
ser mviol .vel c respeila.'a par lelos ; o apun-
taremos a doiilrina do bem contiendo Carapo-
ceirn:
i'um,larri nrula folka us rearan lina*.
Do* ririo* fallarei, iio dat pe/toa*.
Na actual crise, em que se esp-ra di um pira
ootro momelo qae appareca entre mis a reinante
epedemia, o nico meio de evita-la ou mitiga-la.
em parle, he a extinecao d miasmas provenientes
de cellos focos de imimindiciaa : be para lastimar
Diario ^c %?ecii a mbnco.
De-ejanilo S. txc. o Sr. presidente enviar um me-
dico i Sanio Amaro Jahoaiao. por sa haver (tratarlo
existir all o cholera, ollcrcceu-se para esse lim o
Sr. Dr. Aquino l-'onreca. o qual leudo partido do-
mingo larde, voltou pela meia noile d'esse da,
declarando que apenas all se llin havia aponlado Ires
lenles, ps quae nao apreonnlavam symplomasda
' molestia ; e snmeMte soub que fallecer all um ho-
rneo) cuja molestia fura apellidada de cholera. No
seu trajelo iafamaou-ae o Sr Dr. Aquino rio estado
da salobridad, e lulo enronlrnii ve-tigios do mal.
-WMtWHWre-
llonlcm eorremm boatos moi trisitos da cidade da
Victoria ; felizmenteporm honiem inesmo receheu
o covernn oflleiis do delegad... que nada innoven
do que Inmune- Dr.Carueiro Mnnleiro, o Vgario a 0 commandaiile
do dcslacaineni que aqu se .leu em periao de vida.
A presidencia recebeu honiem nolicial ofliciaes
do delegado, e D-. Wanderlex, medico eiislenleem
l.imoeirn, di/endu ipm e deram all dous rasos ile
cholerina benigna, e algnns em Taquarilinga. mas
que nenhuma v-ctima tinha feilo.
ConslaVnes que as autoridades da l'arahiba 'a pre-
leiln de Competencia emhararain a -alvacilo da bar-
ca americana Shurtinij Slarr, por parle'dm encar-
reaados pela capitana do Porto d'esl.i provincia fun-
ilando-s a competencia em .irhar-se esle navio na
ensalada da Taquera nerleoceule a aquella provin-
cia, e assim ser-Ibes exclusivos os ilireilns fiscaes re-
sullaoles dos ubjerlos salvados .
lieos queira que um Ha mal entendido egosmo
nao sirva de prejaizo a pronriedade, alni da verao-
nba que dahi resalla, por ser o navio eslrangeiro.
Punco imporla seja o navio salvo por esla ou aquel-
la provincia, e que a responsabilidade caa depois
em quem juslamentc competir.
as craves recepcoes dos domingos, em que os ho- leudo oolicia, deque o cholera assolava o BioGraode
pardiohas, as qnaes todas as noites lornam-se per- j que, prncedendo-se a limpeaa na- mas da cidade
feifmenle pituriana*; damam a 'varsoviana com
os lonnnles, que de elarinalas, tralos, pislons, e
nutros inslrumeuliK diablicos, fazem urna algasar-
ra, que nem lodos os nlartelloa c mallos, do Sr.
Slarr riesbancapi-aa.
Dizem que na ra da IV.ia dous armazonarioa
mens nao fallan) rom as senhoras
Esperamos at uliima hora para dar as noticias
estrangeira do correio de boje, mas pouco adianlan,
aquellas noticias.
As esperancas de paz vao-se desvanecendo. A lu-
calcularam (que gemetras) que uestes li mezes de la
nilo poda vir carreaimenloalgum mais. c atacaram
o resln da carne que havia no porlo, guardando-a
In iu auardadnha.
Estando a venda no aoouguc da .ibeira de S
ta, qoe .lepis da lomada de .Sebastopol lem estado | Jos na quinta feira carne corrupta a .'IsvSiO a arro-
em suspenso, assiimir proporees gigantescas na pri- "
mavera prxima. Os govcrnns de Franca e de Ingla-
terra preparam-se para nma guerra vigorosa e deci-
siva. A Hussia por sua parle nao descanra, c zello-
xa da sua repulac.lo militar organisa uma defeza de-
sesperada.
Nao obstante a diplomacia Irabalha, c as alin-
enos se fizan) na inissao do principe Eslcrhazv
viado pela Austria a S. Petersborgo com as condi-
c/Ves de paz, Cr-se, porm, que o principe nao ser
feliz na sua miss.m, e ale ja corria a noliria de que o
czar tinha regeiladn o ultimtum.
A alitude da Bussia contina sendo equivoca, e
emquanlo esla polenria mo tomar uns resolucao
definitiva a paz ser diflel. A Allemanha he nesle
momento o arbitro dos deslios da Europa, c sobre
aquelles Estados pesa uma rcsponsabilidade in-
mensa.
A lomada de Kars foi mais imprtanle do que se
dizia. Dezeseis mil liomens fiearaaa presioneirns dos
Kussos, e Omer Pacha leve qoe retroceder ein con-
wqoeocia daqoelle desastre. A campanba na Azia
apresenta-se pois com nm aspecto favoravcl aos
Bustos.
Em Sebastopol nao tem havido negocio srin. Pa-
rece qoe os dous exercitos se estao mediado para ao
depois melhor se dilaceraren).
O tratado com a Suecia encerra, como he boje sa-
bido, estipulacoes secretas queleem por lim assegu-
rar aos exercitos alliados os meins de melhor pode-
rem corobater a Bussia no Bltico.
Imprimio-se ltimamente em Paris uma broebu-
ra, intitulada Necessidade de um congresso para
pacificar a Europa que fez bastante impressae no
mundo poltico. Dizia-se qoe era escripia por nm
liiimem de Estado, e al houe quem suppozesse
qoe lioha aquello eacriplo sido inspirado pelo impe-
rador. A impressao porm desvaneceu-se depressa,
e hoje falla-se daquella brochura pira a censurar
acremente.
o Times escreve nm artigo vilenlo protestando
contra a idea de rennir um congresso. Os monar-
chas ros pequeo- Estados neulraes sflo tratados na-
qurlle artigo de um modo inconveniente.
As corles hespanhnlas oceupam-se com a discus-
s.lo do otcalrieolo. Os demcratas vao-se tornando
mais razoaveis. Na verdade a guerra que moviam i
O' Donell era a mais impolitica possivel, e linha
muilo de ingratidao para ser appruvada pelas almas
generosas. O' Donell foi o primeira que. lirnu a es-
pada conlra o governo de Serlorus, e por itso de-
via merecer considencao aos liheraes. A exaaera-
C3o em poltica, como em ludo o mais nunca pode
coodozir a bom resollado, A llesnauha esl rela-
lhada pelas farroes, e o governo que quizer promo-
ver a felicidade publica precisa nnir essas facc/ies
n'um pensamenlode utilidade cnmmiiiii, e pralrar
a tolerancia como nos aqui o fazemos.
I iiiham corrido rumores em Madrid de rric mi-
nisterial. Dizia-se que Bruil' ahaodonava a pasta,
mas at i sabida do oorreio nao se verilicaram aquel-
les boatos.
Valerear-soemMadrid uma sociedade anouvma
de crdito publico industrial e comtnercial. As "suas
operacoes ser.lo em grande escala, e esperam-so p-
timos resollados daquella inslituicao. '
As farroes carlistas estilo aniquiladas, e a Cala-
luulia esla socegada*
ha, e leudo sciencias disto o subdelegado supplentc
immodjaiamente appareceu, mandando enterrar ."i
arrobas e "> libras, que na verdade eslava podre.
Se a polica nos ajuuar terrinos de ver em bem
pouco lempo ludo mudado.
Certo acouaue na ra do Bangel fez ina-
lanca de porcos na madrugada de sexla feira, que
en- acordou a [oda vizinhanca, e o mais he
constantemente, ainda peroaaueca miarlo um mon-
tura no oilflo de urna das casas o Sr. Tasto, situa-
da no boceo rio Vieira em Pora de Podas. Nesse
luaar lanca-se rouslaiilcmenle lixo. esrremeiilos,
etc., e anda nao aoffreu mnima limpcra : e os en-
carreaadus daquelle luaar que respoodam, se he
possivel.
Anda conlinun a zombar da poliria do Pocojda
Panella o hrinquerlo Boi ; especulacao de 'meia
desujeilos que querem viver a rusia da gente
Pelo vapor Thmnnr, entrado honiem de Soulhanip.
Ion, depois de ler tocado em l.isbna. Mndeira, Te-
nerife e S. Vicente, recebemos as cartas de oosso)
correspondentes de Paris, llamburgn e Lisboa, Irans-
cnplas em oulro luaar desle Diaria, e bem asim
aazeias inglexas, feancezas e portngnrus, alcaocan-
do as pnmei.-as c segun.las ale 8 do correnle, c' as
ullunas al 1.1. ,
Tres alo os fictos mais importantes que lentos de
communicar aos leitores. \ lomada de Kars pelos
Kussos, a envialora de um embaixador austriaco eoui
propoatas de paz ciirte de S. P.lersburgo e o Ira-
lado concluii ii eulre a Suecia de urna parle c a
Franca Inglaterra de orilra.
| Foi aos il de noveinbm do auno prximo passa-
do que a valenle guarnirn de Kars, exhausta de re-
amzsjs) pelo rigoroso asse.lio em que os Rosaos li-
nham a praca, perdida a esperanca de ser soccorri-
da, e nao Ihe restando mais nada de qn alimentar-
se, visto que ja o proprios doenles, que subiam i
perlo de tres mil, eram saslenlados com carne de
. ivallo, renden so ao general Mouraniell, seaniulo a
capitularan We com elle concluir algum di.is antea
o aencral Williarjt.
Eis-aqni os arligoa dees capilulacao :
l.- A fortaleza rende-se com lodos os nbjeclns
militares que eonlm e no astado em que se aeha.
\s boceas .ie fago n.ln poderAo ser eneravadaa. As
general Moer iwiell, de quem -e esperara arailes
sncres-o.. O ol.jeclo capital que esle partido lem
actualmente em vi'la he subililair Mouravvieff ao
principe deGorlschakoff nornmniando do eiereihi
da Crimea ; evi-lem muilas intrigas para esta fin). 1)
Depois da lomada de Kara o general aloarawleff
publicou urna proclambalo, convocando toda a po-
pulacho de I mereca, liuriel e Minarelia a fazer
guerra de exterminio ronlra os iniuiiaus da Cruz.
Omer Picha sihendo da queda de Kar- e lambem
dessa proclamaran do general roteo, julgou prudente
relirar-se para Soochum Kalcb. abandnuaudo assim
seus projectos conlra Kalais. De/, mil liomens de
suas tropas com algnns oalroa iam ser enviarlos a
I rehi/onrla para eehrrem Kizernnn. que receia-se
ser brevemente alaeada pelos rasaos.
A popularidade do geueralissimo torco, conlra o
qual se lazem gravea acousasoes liaba diminuido
milito em Constantinopla. em consequencia do moo
aurcesso de sua prsenle expedican. Parece que sua
estrella comeea a empalidecer. Ainda ha pouco era
1 gloria da Turqua, entretanto que boje pela bocea
pequea ib o acensara ale de traidor.
i* Da Crimea na,la ha de novo, a nao ser urna in-
significanle ivccajo a S de dezinbro enlre russose
francez.es, aie,io de que den parle ao aovernn o m.)
rechal Peliasier logo ao inesmo dia. Dois a Ires mil
infames e. iiiii a 501) toldados de avallarla atacaram
Baga,Orkusta, e Skavaka. retirando-ee ao caiiu de
urna hora .le vivo fago rie inosqoetarta com perda de
poneos morios e oO prisioneiros, entre os quaes dous
ofliciaes. Os franeezes si) liveram dous morios e II
feridos. preleu.liain os rus-us apodorar-se .las prin-
eipaea posifdes fraurezas no vallo do Bai.lar, e dos
piquetes que a defendan), e de que ellcclivamenle
sornrehenileram um de pequea larca. Aquelles Ires
lugares eslflo situados a norte do valle e a leste de
Batoklava ; sao tres aldeias distantes meia lecua
urnas das nutras, droximo a' tnscente rio Tcbernaia.
Vinle prisinueirns declarou iortschakolT ao seu en-
verno havereni licarlo em poder dos russos naquella
insignificante acc .. Igualmente Ihe parlicipou lior-
hrhakoh* haverein doas coinpanhias decostacosdo
Don disper-a.lo um esqna'drao de ravallaria aiialn-
lurca e feito prisioneiros um chele d*csqiiadr.lo e 17
soldados,
Desabou em loda a Crimea um borroso temporal
qne levnu por ares e venios a maior parle das bar-
racas do alliados. Todos os regalos se transforma-
ran) em torrentes caudalosas, inundando os campos
viznhos. OTcliern.ua cresceu a lal ponto, que den-
Iro em punco alagou as po-icrles mililares. Su avan-
cadas russas sp puderam conservar lias alturas de
Inkerman, vendo-se a maior forja doexerrito obri-
ga a recolber-se ao interior. Cabio ao mesmo tempo
nev em grande abundancia, e por (al modo alagado
e deslruido lirn por Inda a parle o raminho, que
mpossivel fura ipie osdous ejrcitos inimlgos,anesar
sem cm aaare lir-se. al que vadle o bom lempo, n
que provaveltuenle s la paia a primavera acjnlece-
ra. He por isso que russos e alliados, lano em Se-
bastopol como as duas margeos do Tcbernaia, como
cm Bnpatoria, como em Kimburn, como em Kerirh
como por loria a parle emlim, fazem os seus quartei:
do invern o renanciam por em quanlo a haier--e
N.lo obsl.i porm o m io lempo a que os russo
conlinueni o fago cotiira a parle meridional de Sebas
1,6-se lambem no Morning Cltroniele :
o A esquadra ingle no Bltico lera esle anuo a I
mostrousuli-tiliiindooronlede Worouzoll, e dan- l'orca de 20 naos de linha de 81 a 1:11 buceas de fu- .. cor"llliein '"e rocne.10 I
do o rommando supremo do exercilo do Caucase su ao ; de Is fragatas de 28 a (10 peras ; de IH corve- llas ;is ,"las eslu0 coberlas, protege a navegarao
las de 8 a 2 pecas ; de o har.-os de vapor de ro- |>3ra o sttl, eeni potiros das, nao ou.sarnos fixar a
das com (i pecas; de 3 baleras llucluanies. e i seu numera, tao periiir.-no lie.as essiuadfts podortan
grandes bombardas ; 1, grandes eanhoneiras, lo
mais pequeas, e II navios auxiliares ; formando um
total de 20 navios de guerra movidos a vapor, a ex-
cepc,lo de um navio deposito, e .le oulro para o hos-
pital.
o As qoatm bombardas, Burotai, Sealmne, Forlh
o lloratio, bao recober um fono arm miento, (.loan-
do os, sera fcil fazer mover rpidamente a esquadra
por meio de uma esquadrilha de .Via 110 navios mais
laeiros. Pelo que respeila asequipageus, sao exeel-
lenles ; a maior parte ras pi..eas re que se cniupem
j teem estado por duas vezes no Bltico, e algumas
leein soeeeMivamente servido naquelle mar e no En-
ao abrigo dsles bellos porios, regreasar para In-
glaterra. He. na verdade nolavel, que a Bussia
lespenda tan avulladas sommas para a formacio arsenal e de uma fortaleza no sal e ,ae lenka
lopol, fago as vezes Vlviasimo, e em que rievem ler I ullimamcnle do oriente : a rerepcao foi solemne
consumido basteles provisiles de guerra, sem loda-1 imperador foi espera-las ,i praca "da Basiilha, .,i,, ,
nio aos allia ios eonsideravel |ire- j passoa em revista, e depois enlloeop-se ionio do mo-
va liaverp.ii
juizo. Trabalham lambem entretanto, no que pode
os soldados do occidente. Consiruem e armamba
rias para bambearen! os fortes com 360 pecas de arlilharia os enlrinrheiram ..
do valle de l'rliernaia, a que nao checa a iiiui. el
cao. cas alturas das motitanhas vigiabas; al e
minas, emlim, pira destruirn completamente a>v
cas .te Sebastopol,
"le
... curiosa o que a esle resneilo escreve d'all
carretas c as espingardas sera,, entrego no sen es-1 wldado do occidente. Anda oue ,..,- adiamos
nem le destruir, ,1o- guerra as n
lado aclaal. N;lo se dislrahini
enmanto algum dos archivo-. As Iropas que evacan)
Kars deixaro posto* d gnanla nos punios mais im-
portantes. Os quartfis, os arsonaos, ele, sera,) en-
tregues e reeelmlos por eommiasarios Horneados pe-
las duas parles. A entrega lera lugar no dia inme-
diato a evacenlo da fortaleza,
-" A gui-rnirao que se OOOSlitoa prsinneira de
guerra, deixa i fortaleza rom Indas as honras milita-
res. Km teslpir.unho de sua valerosa defeza conser-
vam a sua espada os ollinaes de todas as palenles.
o As Iropas gahem da fortaleza com osen arma-
mento completo, ao som de tambor e de bandeiras
despregadas: formarlo urna grande columna por ba-
Ainda que no-
oceupacoes silo uiteirameule p
lu/ia
tola : eo qne mais admira he que seinpre lenham a
seu favor a benevolencia .|.....iloridades Se lo-
dos peiisasseiu romo nos, nao consenliiido semelhan-
le batuque em suj, porias, ,i m.is a mais mediante
uma paga, por cerlo exlinauir-se-ia seinelhanle per-
turbador do silencio publico e bem se pode dizer bilbes. iis redifs e bachi-houjnnks em separado, .
zombador da moralidade, I dislanda de meia versle. Depois que a guarnicao
Na madrugada do da ->'i levanlou-se a handeira I "verdoposlo s armas, o mocherse approiimar do
de Nossa Senhora da Samle, e por amura ver- seneral em ebefe, e Ihe entregara a relacao de suas
dado nos compre declarar que milite desmerecen a j ""P** e "* mappas dos objectos mililares. l'e-soas
que nos |''e minios anuos anleiiores ; pelo menos dos que I designadas pelos Bussos coniecarao a fazer ao mes-
informazo, que guarda no quintal 20 a .MI, leudo temos ronlieciinenlo, pois, leudo sempre sido cele- m,> l'mpo o arrolamentn doaj ofliciaes e soldados do
no mesmo quintal nm cano de esgolo que em ver- brada ,em grande pompa e lilaila concurrencia, na exercilo turco.
qual grande parle lomava o bello spvo urna nada I Va milicia
dado be a n.elhor refestetanio, que pode haver.
Oue prcos !
t)ue fucos !
Oue gcnle !
ijuc ente I
Sr. Accioli nao esmorera: Irancalie no
cliiliiiilm da detencao esses Irafiranles, mais veja
que alem dos qualro. que S. S. Irancaliou-us ani-
da exislem IOpla Itilieira de S. Jo-.
OSr. En que nos envin aquelles pon/ur* quei-
ra ler a especial boudade de re-|iunsabilisar-se pelos
eos pon/iir*. qne nilo terenfs dovida em publici-
lO!
PAGINA AVULSA.
lSa: XE)S.dfi, 2
Cumprindn-me por minha vez responder ao se-
gundo Inico da caria do I lian. Sr. Dr. Dourado
boje insera na Pagina AiiUm, na qual se arha o
meu nome ligado ao fado do transporte para n Hos-
pital Porluguez de Beneficencia de um pnrliiguez
que no dia 20 do rorrete adoeceu repentinamente
sirva igualmente esla advertencia para lodos que
nos quizerem obsequiar com noticias, que dallas di-1 cooeSreuTe da partid'
manen) responsabilidades. He esrusado dizer que acompanbar a handeira
0 sigui da imprcnsa he por nos proluiidaiueule
rrspeilado, '
.in nnsso correio ila I irtorin.Perguntamns-
llie, se a sua assigoalora baptism.il na carta que a
mis dirigi, se importa o mesmo que respoosabilisar-
se, porque a ser, nao teremos a menor duvida de
publicar esss fados nefandos de que nos falla.
Ao Sr. que nos remelleu uma caria em que
no- relata um fado brbaro perpetrado em um es-
cravo dentro desla cidade, queira ler a bondade de
responsabilisar-se poi ella ; do contrario procure-a
onde deposilou-a.
Sendo a roa do Nogucira e as contiguas
mesma muilo baixas, resulla que qualquer rliiiva
faca com que as aguas liquen) eslaanadas, privando
a passagem dos que por ellas Irausilam, invadinilo
as casas mais baixas, vendo-se os moradores obriga-
dos a ailaren) com agua pouco aballo dos joelhos.
Causa lastima veros prejuizos. que esves pobres mo-
radores lem tido em seus pobres movis. Klles n.lo
moram em sobrado !... Iiem feito Ihe* *pju quem
man mu que fosse'm pobres .' Muilo lem roororrido
para esse mal o calcamenlo do palco da Penha por
que Orando com mais elevacao claro psla, que Irans-
uiille grande parle das aguas, que recebo das ras
adjarenlcs ao mesmo paleo, o que por cerlo nunca
aconleceu, segundn nos informamos ,|e alauns mo-
radores ,1a roa do Nogucira.
Qoeizam-se, inlo sabemos so com rli/.lo, ,1o
subdelegado da Varzca. Temos nesle seutida uma
caria, lodavia pedimos ao lllui. Sr. Dr. cliefe de
polica, que mande examinar o que lia.
Iltms. rirs. redactores da Pagina aruba,A mui-
lo lempo lia qoe eu de.sejava sparecasse n'esle misos
Itecife um honiem que como Vmcs. puzes-e noolbo
da roa as melaoeiras de corles lafues que entendem
para si devem viver a cusa d.....oralheio, c para isSo
deaeovolveado qaaate h*ampolinagem Ibes vem ao
beslaoto, iam passandu vida falgada e milagross
sem ler quem os encommo.lassp ; mas em lm per-
meltio Dos que Vmcs. compenelradosd'esses abusos
lomasum sobre seushomhros ISo ardua larefa.e eis os
laes marrecos cm conliiiuo desasooego ; mas l.lo en-
eanecdos esiao ellos em -eus crimese m.dversacops
que ainda a despoite d'issn, algum quesejolga fura
1 das vislas de Vmrs. vai rnnlinuaiido rom suas ladroel-
I ras, c he por isso que boje me dirija a Vmcs. para
jibes relatar cerlas couzinhas que se passam por esla
I eslrada de lielem mide eu liabiln.
sexo, urna parle I
arompanhando, oulra cantando, pererra algumas 1
mas daquello lugar : desla vez pelo contrario se nilo I
ouvirain os inavmsn- versos, que lano reaniman) se-
inelhanlc arlo : oHo peroorreu mas e fai arompa-
nbada ale a hasle por pequea irman.lade. Talvez a
fesla s.ilisfaea maisa especlaliva piibli-.-a do que a
handeira.
Ilouve no Caldereiro una partida, e nos pare-
re ler-se darlo por oermiao da handeira. Foi
concurrida, e muilo principalmente pele sex.
nio, segundo nos disseram : pois la n.lo estivc-
inos, nelo que na.la po lemus dizer a respeilo que
nio seja por informarnos. Uzeill que o madamismo
lo se quiz prestar para
pelo que houve seus ,|es- |"":1 '* "^ pessoas que podci
gustos da parle,le alguem, visto lerein dado a m-
sica pira a parirla rom a ,-ondicau de ser no dia na
banileira. pa assim o aclo loruar-se mais lirilhan-
te. na forma do cosime : poram sabio o in-
verso.
As novenas lem -.!o penco concurridas; nao sa-
bemos se pela rluivaque nao lem convidado aos ami-
gos das novidades.
Heconimi'ndauos bstanle aos Srs. liscaei qne
nao se descuiden) de um artigo das posturas, que
prohibe as corridas a cav.llo .enlro da cidade ; pois
ja vai soecedendo, que ns malulos -leixain de andar
a passn, como Ibes lie indinado, as mas contami-
narlas de lama, emporcalhaiidn. militas ve/es, a quem
nem -empre he fcil pagar roupa lavada e engom-
ma.ta, para e iuulllisar por quem quer andar a ga-
lope rnnslanlemer.' as ruis da cidade.
Pedimos an SrDr. subdelegado da Boa-Viste,
que laoee suas vista"sobre a Cidade Nova de Sanio
-uare. All apparerom una deseriores ra (.ova de
lid Braz, que com Mario Garrafa ; e mais unas
ilair.rltinhas tem nrinmrnin* ira/.ein ein couti-
I nusiins sustos os moradores d'aqoelle lado da fie-
gaezia.
Ha qaem graclotamenlf lem propaladoque
a raclilicaeaa, que ficemos honiem sobre a noticia
is quaes he permellido recnlher a
seus lares, serao dirigidas para Erzeroom pelo moti-
le Sasan. Os que dentro ein viniee qualro horas de-
pois ,hi ultimo alio na hase do dito inonlo, onde pa-
rar a escolla russ.i, unan hoiivereni transpnsto, se-
rao considerados romo prisioneiros de guerra.
o Mdicos e eiifei metros lurcos licarao em nume-
ro sultirienle [iara tratar dos doenles e feridos.
-I.- Sera respeitada a propriedjde particular do
ponen i soldado.
i fetni- *" milicias sao despedidas.
5." Os individuos que n.lo fazem parte do exer-
cilo aclivo coiiimissarios, interpretes, enfermeiros.
etc. pndem reeolber-so a seus domicilios.
ti.- O general leri ., facoldade de apresenlar
.lodeao relirai-se a seus
lares com iipprovar.ao do general Mnnravviell: nao
senlo excluidos desla lisia mililares sub lilos de urna
das duas potencias belligerantes.
< 7-. Todas a pessoas romprehendirlas nos arli-
gos 1.-,"> e ti.- darn a sua palavia de honra de
n.lo servirem oolra vez conlra o imperador da Bus-
sia na prsenle guerra.
0 8.- Os habitantes enlregam-se a geoetosidade
do governo ruo, que o. lomi debaixo da sua pro-
tecrilo. Envlailo ao general Moorawieff uma depu-
tacao. que Ihe eatregara as chaves da cidade c Ihe
prometiera orna mbmUsnn absplola. Senlo respeila-
dos os inoiiumeiitus o ns t'dilirios pblicos da ci-
dade. e
1 ir.i:,mi prisioneiros de guerra de sele a nilo mil
hoineus de tropis regulares ; indo para suas rasas os
lurcos irregulares, o sen,lo poslos em lihr,!ade ,is
Polacos e Hngaros, qoe foram os que mais parle
lomaran) na defensao da praca.
i Eis a proclamac.lo que o general Mourawlefl
dirigi as suas tropas depois da capilulacao de Kars:
No acampamenlo de Vladi-kars 2S de novcin-
lirod" 1855.
a P.irabens. eiimpanheiros d'armtl'. Como lugar-
lenenle do soberano eu vo-lo agradece.
A' custa do vosso singue e das vossas fadigas. o
que nos dora o correio do Monleiro lora foronda por I otloarlo da A/ia iiienor. foi pro-Irado aos pea de S.
uma ameaea cal cal c Si. F. S. S. que I
por maneiras l.lo benignas nos c,i ilou a inexacli.iao
dessa nnlicia. e que de nos receben nao equivocas
provas ,1,. noss.i impareialidade, de nussa franqueza,
e da eortvier.ln em que licamoa da injuslica que fez |
a V. S. e aos seus dignes coulp uibeiros o crrelo do i
Monleiro. lenbaa bondade especial de por estojar-1
' feusa com o seu est,,do-maior, e-lo nossos prisio-
neiros. Milh-ires de prisioneiros turcos se rcliram
para os seus lares, un le proclamaran os faius fallos
d'armas.
u Anula se nao inventariaran! os grandes abastec-
Oiipiii se i m0"1."* ('e armas e effrilos do governo
nal. ou por oulro qualquer dizer liml'iinpor'liin (e"
lim o que fallara I
M. o imperador. A handeira russa trmula lias mu-
ralhas de Kars, e proclama a victoria, da cruz do
salvador.
i. Todo o exercilo ,1a Analolia, cm torca de Irin-
la mil homens, desappareceo cuno urna "sombra. O
seu comnundaiile em chele, com lodos es s-os pa-
chas e ofliciaes, e o general ingle/ que dirigi a do-
go i/uein
Pedimos aoSr. fiscal do Recite e subdelegado,
que nao se descuiden! dns acougues daquella fre-
ha all um monopolio torrivel
lieos. Cada um loma as preraufc- neeemriai i
resistir ans Hgores do invern, que se aproxima
passos largos.
As recor.laeos do anno passado fazem enm que
lodos sejam industriosos, c cela soldado lie boje ar-
cblecto, pedrelro, earpinleiro, scrralheiro, ele O
campo be um grande arsenal, onde parece enns-
truir-se uma nova Babel. Crande paridlas Inn-
ebeiraa bao desappareeido, c o (erreno tem-se apla-
aadosenaivelmeate, nao so as proximidades da el-
dade..como lambem em S-baslopol, porque as balas
do inimigo leein incendiado e deslruido muilas ca-
sas, sem que ns nossos soldados hajam concorrido
para essa obra .le destruirlo. A madeira dos predios
demolidas he arrancada rom o maior cuidado e ser-
ve paia novas rnnslruccoes. A cada passo a orgo-
Ibosa Sebastopol -e abana um palmo para o nivel
,1a ierra, e nao esla longo o da em que esla ,-idade,
niilr'ora 19o altiva, uo sera n.ais do que um grande
monteo de enlulho. o
A campanil a de .Vi encermu-se pois por uina vic-
toria alcanzada pelos roaasos. Balidos na Crimea e
oulra parles arbain-se agora (riumphanlcs na A-ia.
Dos queira que isso coucorra para que cedendo
nm pono de seu orgulho aceitara as propostal de
paz que Ibes levara o embaixador auslriaro.
Acerca dossaa proposias escrevem de Trankforl
ilazcln de tiiqsburgo o segointe :
,r A miasaodocoode Ksbrhazy he o resallado da
mais completa inlclliaencia enlre a Austria e as po-
lelas OCCldeutaes, Desde o principio da crise on-
enlal. noin-a os tres gabinetes esliveram em lio per-
falto accoldo, j pelo que respeila as cundiees da
paz, ja pelo que lora a ,n\ln ,-ommum no raso deslas
I coudiees serem regeltedos.
u As cnmiuiinic-c-rs teitas sobre estas eondicdss
pelo Morning Post SIDO de accordo com a verdade
quanlo a estas pontos essenciaes. Acrrescentaremos
porem osseiroinles esrlareciinenlos.
o O primeiro poni, a renunciada Bussia a lodo
o protectorado sobre ns principados, he redigidu de
urna inaneira l.lo claia c l.lo concliid-ule. que a
Kussil aeceilando-o nao poda exerrer influencia al-
guma sobre as negociarle*, relativas a organisae.lo
desses principados, e solirc a sua propria orgaoi-
sacao.
aElfeclivamenle -e Ibe exige dar paramente o sen
asentlmeuta qoanlo a organisic.lii qnehoover de ter
luaar, sem participar .las deliberaroes e das resolu-
ees que s" lomaren! a esle respeilo.
e Km relacao ao st>guu<|o poolo, a Bussia deve-
ria rononciai a lela a sua posicao sobre o dallado
Danubio, o a Imita Iraeida afasteria eonsideravel
inenle o sen limite desle rio.
o O lerroiro nonio, relativamente a neulralisarb
do mar Negro, exclniria a existencia de iodos ossu
arsenaes un fortalezas an longo da cosa russa : a
Bussia pollera apenas \r una cslacao de algnns
pequen, s navios de guerra as embocad oras do Da-
nubio, para proteger a navesae*.o.
o Oqoarlo poolo diz respeilo ao protectorado
commam dos subditos cliristeas da Parla.
o Taes sao ,,s propostaa de paz aprespnldaa pela
Austria. As potencias acridentees ninlarain a i-to
a condicao de admissao de consoles europeos nos
pnrlos do mar Negro, o a ohrirfjrHjlo de n.o fortificar
as illia- do Aland.
o Estes piepi-ias |em, sem a menor duvida, o
valor .le un: ulliiiialoiu. por parle d'A usina. He
do interesase gerai que s saiba promplamcnle quaes
sAo aa iotences da Hussia. N.lo so deram mais do
que llldias,i Bussia para se decidir, devendo con-
tar-se ircsale a cbeada do c.....le EslerhflZV a S. I'e-
lersburgo. que deve (,.r logara 2i ou 2"> de de-
inbro. No raso de recusa por liarle da Itnssia
sujeilado duranle lanius anuos a ver-sc rfleorraiU
as limitadas e pouco profunda! aguas da Ballieo,
em que os gelos parcem ligar-oc rom as esqua-
,1ra- inimigas.
Ncstes ltimos anuos, a Ki>sia compreben-
ilcit loda a im[iori.incia do que acabamos Je de
crevet ; urdi as mais sagaz-s intrigas, |kw em
campo ,li-.fan;adas exigencia-, pis-aiirlo da lisonja
a menea, emlim de ludo lancon mao para cm-.-
gnir do reino nnido da Suocia e Noruega, a -,--
sao da um territorio apparenteinenlc sem valor,
ondo ella nao teria deixado de se fazer senhora des-
la cosa preciosa. Urna ostaeao de pesra sobre
a haliia de Varanscr, eis a que sereduzom os seos
modestos ttasjoa.
A baliia de Varanger lem -!0 millias -le coos-
irmenlo sobre 6 milhas de largo, e lie protegido
nela Iba de Skogesko, ponto este em qoe algn-
nins hatterias poderiam desaliar um inimigo forte
e numeroso. A haba tem duas sabidas, e dista
apenas dO milhas da act.ial fronleira rusta, a najo
profundidade varia de 5 a 15 liraca?, tera pee
em obundanria, e. na pane do sul, olTerer* om
ancoradouro soguro para grande numero de .navios
de alto bordo.
Pode-sc f acilmenlc suppor que a simples rs-
lacao ,1o pesca, plida [ma Hussia, teria augmen-
tado c teria sido, dentro em pouco, transformada
n urna estadio para as suas naus a eslarao cm por-
to fortificado, o porto fortificado om fortaleza de
primeira elasse, e a lorlaleza ile primeira classr
em arsenal militar e naval, para inspirar teceios e
conler a Snecia e aincacar as praias da Europa
ncridcnlal.
Sentimos o maior prazer ao snnunriar qne
todos estes planos ,le ambico invasora foram com-
[iletanienle frustrados, e que existe agora uma bar-
reira insuperavel contra es agressivos da liusaia, c
torea mpossivel o seu to desejado estabelecimen-
to sobre o atlntico do norte.
Lir. tratado acaba de ser concluido enuo as
potencias occnlunuies e os reinos unidos da Suecia
e Noruega, pelo qual a Suecia, de um lado, pro-
tnelte quo nao lia de ceder uma polleeada de ter-
reno liussia e do oulro lado as potencias occiden-
taes garanten) Suecia as suas fronte iras acuses
e se enipetiliam a defende-la conlra as uvasesab
Russia para o norte,cproni.'tt'm estnrvar osmaso*
de so apoderaren) Ja itnpurtaiuejilha de Ciothiand.
o I'or osle ajodo, es|irainos que se lera con-
seguido Ir.i.-ir urna linha inseparavel i amlii-
r;o russa.
Ter-se-ha linalinenlepusioulislaculo a essa in-
va-o constante e grajual que, desde dous ai I
tintos serillos, riseava do mappa da Enmna a pro-
ente foi uumerosissima ; por quasi toda a parle ha-*vlncias ninas apoz oiitras, e aiastando-as da n-
vi.ve. emblemas a laaeripejles allasoriraa ao, vatanleslAvoneia da rivilisacao o do progresso. Ibes iranu
"" (ttaridos marebavan, na frenle das seus regnnen *T ^ 'V' ^"' "* taf"
los, e rlamorosos vivas reluinh ivam. qnan o passa- "'"'''' retr,)>!r:,d.1. evemost-r plena cnnliaara nos
vam agilavam-se lencos e levanlavam-sc os g;r los | !rntad. cotilo o que acaba de ser concluido, fon-
,le rica a linha ncaa oa Mioroi: ritan os cacado- .lados sobro as solidas bazes da mutua enveoien-
j ria o da inleresses recprocos, que ha a lirroe roao-
a Pelos novos navios devem distribuir-s? as-trino-
lacnes do u Sptimo, o ,1a ,i Albon, e de oui/m na-
vios de vela qoe esle anno nao ligaran) na expedic-
rilo. A tropa de mai nili i real, e a arlilharia de ma-
rinha esl completa, o as canboneiras -erao guaine-
cidas por arlilbeiros esrolliidos.,.
lie cerlo que ha em Inglaterra mais dispnsiQfles
para a continoacao da guerra do qoe n i Franca.
O seguales paragraphos de um discorsa pronun-
ciado ulliinamenle em Burv por Mr. |'e-l. subsecre-
lario da guerra do gabinete daquella naeao provam
bem o que acabamos ele dizer :
Dizem-nos que combtenos sem um fin), por-
que n.lo piulemos especificar as coiidni-.s em que
lerininariamos a guerra; mas balo be om erro, por-
que sabemos o motivo purqoe tomamos as armas,
'izeino-lo porque a Bu-sia nao eslava dispista a ob-
derer as leis da juslica internacional e de-prezava a
lei i ee.uili-.-i i i pela Klirop-.
O objeelo da guerra, como mis a sustentamos,
deve ser linmilbar a Russia bravos), rausar-lhe dam-
no por loila a parle onde pdennos bravos prolon-
gados aflmda que ellaeonheea que quando as po-
tencias da Eoropa se nolrem para itafaa ler iusti-
ca. qualquer (inder por mais forte qaa sepi he forca-
dn a curvar a cabera (bravos prolongados.
,< Esle objeelo lodavia nao he realizavel pela p iz.
O campo da halalha nao he o camp i da diplomacia.
Nao pariendo homilhar a Bussia em um Iraelado ;
uma paz. deste genero nao sera dura,loma ; mas
quero que as neaociacoes consoli lem a seguranca
futura da Europa.
,i l-'azem-se girar boatos paciflcos. Nao sei que
confianza se pude dar a esses boatos, mas dire que
sea Bussia olferecesse proposlas de paz que salisli-
zessem as condicoes que leiihu indicado, en asac-
ceitana, ainda quando vies-em directamente ou por
iuleiyenca.i da Austria. Mas se a Bussia nao quizer
prnpr cundieres salisl'aciorias para o futuro, o nos-
so caminho esta bem Iracado ; nos redoblaremos de
esforcos para proseguir na guerra com resultado, e
para reforear as uossas operacdel na prxima pri-
mavera. Convireis coinigo que be o nico meio de
garantir nma paz prxima, e .le aprestar o mutlenlo
mu que a Iranquillidade seja darla a Eoropa, e a
santidade do diroito internacional estabeleeida sobre
eslas bazes, ser.i, como espero, iuvari.ivel (bravos
lirolongados >t
No Jornal do Convnerro de Lisboa re Di do cor_
rente l-se o segunde :
No dia 20 entraran! em Paris as Iropas ebegadas
nameota de jalla, por ruja rrenle destilaran! as
tropas ; asststia teda a guarnidlo de Paris; o general
t'.anrobert com un brilhaote sla lo maior. As Iropas
formando em circulo, e ac liaodo-se o imnerador no
centro, este dirigio-lhes a seaniulo falla; r|T
A concurrencia ile povo a ver os soldados do or-
Meu-sonhores.sou nm pobre jirnaleiroque a nica
cousa que p- ssnn he uma inchada. e tenho uma mu-
Iber que Dos me den ii face da igreia.e seis lilhinbos
menores frtelo do nosso consorcio. Ja vem Vmcs.
S. que somos oilo pessoas o comer, nao fallo no ves- '
lir porque isso tenho entregue aos cuidados ,1a mu- BOLICI l\|
Iber que lamben) Irabalha em lavar roupa ele. ; com
nimba inchada Irabalho e ainho 720 res por dia.
governo. que exislem ) relaees diplomticas -era',', 'desde'neo' inlerro'mpi-
JOlgar pre,,l,cau recorra a ,,.,.. | "' alB ; P"rcm, sen. contar as peca, e as bandeiras ,|aS enlre esl.............,,, ,- a \, ri "-""'""
Camilo morlo enterrada ni-o.Ilizpin que um h>"iadas an iiiimign no deruiso da campanba, mais
Cuelbos, '"' pecas rao enriqueceros nossos arsenaes. Nunie-
' \ rosas bandeiras ornario os sanios templos da Bussia,'
e. recordarlo as vossas enstenles virtudes gucr-
reiras.
,, Companlieiros li'annas. eu vo-lo agiadeco des-
que lem por nome um sanio I(lp Primeiro ale ao iilluno.
Valentes camarades, recehei os ni
cavallo, que lora ser enterrarlo la para
como morlo ,. tora ainda vivo ; Dizem '.
BogHRios ao Sr. subdelegado do Recite, qne d
providencias a respeilo de certas inmoralidades pra-
lica, lalao publicamente por um guarda nacional do
hatalliiv de arlilharia
que nao naseeu.
llonlcm pea. ; horas di noie, rsbordoaram un
paleo do Carmo om inglez. Poram presos inronli-
nenle os delinquenles, pelo Dr. subdelegarlo.
.//i- iiiniinlian.
\<\
junlu as obras do Sr. I.uiz Comes Ferreira. julao Isa 1 facao agora omaidea, rooosbonssenhores,eoi
dispensavel ames u> imlo resiabeleccr onfacio, romo i de l, 20 e-2i patacas a arroba, lariiiha de :!20 reis
o faci se passou, a lim de e-talvelecerlo de|
o devido r omnenlo.
No dia 20 do corr-nte eram 10 horas da manala
pouco mais mi menos, quando me appareceu em
casa o Sr. I.uiz Concalves Aara .1 unior, noticindo-
me, que junto as obras do Sr. I.uiz Comes Ferrei-
ra, se acbava um Porluguez pobre accommcltido de
una dr, e rpio jii.'gava conveniente, que eu o fi-
/ es-e Culi lll/ie a O lloSpilirl Pili II L'.ie/. .|e (te 11" I i cene i a .
Depois de algumas palavras trocadas enlre mim e o
Sr. Agr,agraden-Ib" a partccpai;3o, e afianeei-lhe
que ia dar as necesstrias providencias atnt sentido.
a cuia, como sera possivel snslenlar-se mo pe:
mais enifim como lieos ajuda seus (Ihos, vamos vi-
vendo, o consolados com a volitado do Altiaaimn. O
que me faz desesperar, c rom que nanea me hei de
consolar he eom a ladroeira do lalhador de carne do
acoogne da encriisilhada de Belem. Ora, mens se-
nhores, don 100 reis por duas libras de carne, e
quando diego ein casa s enconlro libra e meia, e ti-
rando os ossos na i lira mais que nina libra, quando
muilo, io para comerem odo pessoas de cerlo he
para um homem desesperar,* ronfassn-lhes.aqoi para
nos, muilas volitad boas me lem passado pela
O
bol,-
SOCIEDADE IIOMEOPAIIIICA
BENEFICEN I K.
uniram-noa da comarca de Po d'Alho, qoe
a continua na povoacao de N. S. .la I,lona.
All ','lem empregado o liiinio, rom oque muilos
inelboiam ; ma., apparecendo a sede devoradora,
apenas os doenlesbebem agua, morrem.
Acommiinicacoes da cidade da Victoria sao a- se-
guinles ;
O cholera vai lerrivelmenle assolando ; lem feilo
bstenles virtiaus depois da ehegada .los mdicos,
ignorando-so a causa disso ,- parece que uina das
causas be, haver o povo de Cacimbas emigrado para
a cidade. Teuli > Irahalhadn milito, n.lo pudendo
ainda dizer-lbe o numero dos que tenho curado,
mas posso as-everar-lheque a bomeopalhia tem le-
Nearo algn
passaria de
nicamente
poderiam ir
dade, sendo
nielo Igual.
leen
igraden-
meotos. A vos devo a fortuna ,lu causar lamanha
alegra ao nosso uiouarclia. I.evasies ao cabo nesle
anuo, o que bavieis iniciado no decurso dos dous
anuos anteriores.
i, I ni-vos.i i,imh. para dar gracgi an Dos dos
exercuos, que nos seus imperscrolaveis ,leer,dos nos
concede a victoria depois da- provaeoes porque ha
pouco passamos.
" '" ,M ,),vi";', ,,1?'.......c mente ,. v-s ,.s- .,,.,,.......t, ,.orli,,. .,
pirita gnerreiroe.uipic.i a. Voss.s freas. Bmpre- deriam ni parle relativa ,........vi.
henderemos novos Irabalbos cimbados na proto,.>. -
,1o Todo Poderoso.
o Motrrairie//. o
Em S. PelersburgO, onde ja eram ebegados nu-
merosos Iropheoa viudos ,|C kars, houve gran.le rc-
gosijo pela loina.la rlia cidade. O Imperador man-
dara celebrar por BSSO molivo mil TeDeiiw na ca-
pella ,1a curie, e ascrcvra a aegoiolo cria ao gene-
ral que e-sa aielorla conseguir :
A peresveranra resoluto, a romeen) exemplar
e a circnmspeccao guerreira que han a-signaladn Inda
vanlado mnita gente. Tem havido terriveis rerahi- vosss conduela na Turqua d'Azia, foram agora co-
ii o Jornal le l'ranc/ort julga-se safficienle-
mente ioformado, para poder dizer quaes sao as iu-
leiiciie- da Bussia, relativas a neuliahsacao do mar
Negro. Esta patencia |iarece que declarara que
ac-.-ilava em "eral .. principio .la neiilialisai-ao,
IMirein com du s coinlie-ies, ,, saber : cm primeiro
lugar que um Iraelado separado acerca desle punto.
seria relebrado ,-ntre ella o o governo do Salteo ; cm
segundo lugar, que a Bussia pn.leria ler no mar
i i.i.i- .i gii..ira, ,-ujo upraoro nao
a'. Estes navios scuam bmpregados
na pulici- daquella mar, e portento Uin
de enconlro ao principio ,ta neulrali-
ileni.n. perinitli.ioa Tiiiqui.ilei um 00-
i'.'uiliii'iiie o jornal quo citamos, as po-
n.ni.es talvez c.Miseiiiis-ein un tratado
porem nao ce-
le guerra, man-
iendo a sua oxrlosaoabaolula. "
o conde .le Nes-eliode. sendo informado da mis-
so,, do embalxailor austraco, traiou logo de annun-
eiar previamente aos minslroa rus-ns junio das dif
('renles corles estraugeiras ,le qoe ni..do doveria -er
regulado o lerceiro poni das garantas formulado
as conferencias de Vienna para que nello podesse
o c/ar coiisputir.
Enlretanto qu" ---a Irali de paz de ambos os iados
fazem-seos maiores preparativos para aguerr.-i.
Em S. rOloraborga um cnn.eJhn do oicaes ge.
neraes discuta sobro os mclhores e mais efiieazes
A vista do- uniformes osados, e das bandeiras es-
bur,cadas pelas hallas, piodu/iaui um cnlliosiasmo
lillicil de descrever.
.Muilos geueraes feridos, e enlre oalros o general
Mellinel, que traz uina profunda cicatriz na face
direila, foram lambem nhjed de ovaees |,opn|ares.
As a guias das Iropas que lorinavam alas fan.,ul ron-
da.-una, e os tambores mfavam quando o, soldados
do oriente passavam. Os ofliciaes da guarda nacio-
nal -.|l,i.iin da llleira e offereriam ramulhctea de llo-
res aoiollicias em nom .le suas eompanhiae.
O Journal des Debis fallando desla -olem i I .I",
exiirime-se nos legoiotea termos :
a Todo o Paris recebeodo honiem os sol lados ]da
t'rimpa repeli iaiialmenle ; Bem viodo sejaos, o O
espectculo que apreseutavam os (tanaferorata era
grande e.cnleruecednr, e nessa universal mullid! i
que via passar os soldados vencedores e os soldados
lerilos. na havia um so coraran qu- nao palpilaoia
ao mesmo lempo de nrgulhu e'de tristeza. Pela pri-
meira vez a aeracao actual sss|a a nina dessas fc-
las bernicas e melaiieolicas, que os nossos anle|>assa-
dos tantas vezes preaenciaram, e que para nos pare-
ca so p"rlncer.-m a bisioria e a appete. Temosas
sislido a grandes revistas, mas quan dilVereute di
cena de honiem I As bandeiras esboracadas, os ros-
loslo-lados, o ar marcial e as feicaVa extena ls dos
soldados ; e a frenle de cada balalh.lo a cohorte des
niutildados e dos feridos revclavam em caracteres
de ferro e de fago, de lulo ede atolla, a re.lel.,,le so-
lemne da guerra. Nio poda haver, e nao haviam
nm -o senlimenlo em ludas as almas, e ra um den
-es das, e um desses mmenlos na vida do povo e
que su lia um eoracn. .-> ha um vol, o
O Moniteur publica nm decreto com a dala da
10 ,ln em 21 ,le novombro, enlre a Franca, ,i reino uni-
do ,1a Graa-Bretanha e Irlanda, c os reinos da Sue-
cioeda Noruego, cujo theor be osoguinte:
i. Arl. 1. S. M. o reda Suecia eda Norue-
ga ohrioa-se a nao ceder a Russia, nem ,i trocar
cor com ella, nem a eoascnlir-lhe a oerupanao de
algum dos territorios lertoncenles as ornas da
Suecia e ,1a Noruega. S. M. o rei da Suecia e ,1a
Noruega obriga-se mais a nao codera liussia ne-
nhum dircito depastageni.de pesca, ou qualquer
oulro, seja de que Datare fr, tanto nos,lilos ter-
ritorios i-odo as costas da Suecia e da Noruega,
ea repellir qualquer prelencao que a Hussia pos-
sa ler a existencia dos mencionados diredos
Arl. 2. No caso em que a Russi.) dirija a S.
M. o rei ila Suecia e da Noruega, qualquer pro-
posta ou pedido, tendo por lim alcanc.ir ou a ces-
so, ou a troca de qualquer poreao'dos territorios
perlencentes s coras da Suecia e da Noruega,
mi facuMade de oceupar certos ponlus dos preci-
tados territorios, ou a cessao ,le Jireilos de pesca,
ile pastagem, ou qualquer oulro, nosses menino*
I lerrilorios o as rnslas da Suecia e ,1a Noruega, S.
' M. o rei da Suecia e da .Noruega se liri.'a a dar
inmediato ronbccmiento desla propostaa S. M
o imperador dos (ranee/os e a S. M. brilannica
e SS. M.M. se obrigam, por sou turno, a fornecer
a S. M. o rei ,1a Suecia eda Noruega, as forjas
navai's e mililares, su Ilicin les para coo|ierar com
as forcas navaes o militares do S M. referida,
com o proposito de resistir s protenroes ou s ag-
gresses da Russia. A natureza, a imitortencia e
n destino das fnreas de que se traa, soro, dad i 0
caso, combinadas de rnmmtim
tfC:
lucao de (azer respeilar, formulados de um modo
claro, preciso e por um molivo bem definido, para
nm fin bem comprehendido (las duas partas.
Qitao difJerentes sao estes alliancas, das ame
nos faziamos lia algnns anuos, cm quo se apror --
lavam proporsii;oes by|xirritas, destifii las ,W i
ccridade, e si falta- para serem regeilaJas, a\ -
Iiiinlo assim, durante algum tempo, a attenciio
diplmalas.
Ignoramos se o tratado actual ser.i scgalu
una allianc,-) de aMor alranc.;. Acaso as poten-
cias occidentaes e os estados scandinavus pegaran
juntamente em armas para alterar o inimigo rom-
t
iiiuui, cc\fon;ar-sepir lindar a guerra, coneen-
Irando osseus ataques cas suas fon-as ronlra
Croiistadi c S. PeliTsliurgo : Nada disto ainda sa-
bemos.
Mas.ein todo o caso, alcan importante : os estadosscamlinavos lomaram orna
allilude firme e digna contra a liussia, oppoodo
assim, nos lirmemeitic,. esperamw, um nbstanilo
insuperavel realisacio dos mais raros ilesejo* dfiw
oveaitoinvasor: islo be um porto n'um mar que
os gelos nunca nbstrucm, e donde, rom algnns das
le trajelo, -e poJc atliugir as praias de Franca,
le Inglaterra e da Allemanha.
Ld-ea no Journal du IIarre
O rei de Tanjaour inorreu em 29 ile onliihrn.
.. Anda que a sua familia seja numerosa, diz n
.lrViinmi, nao Jeixa nenliiim hecdeiro legilim.
ile sorieque a companhia vai recelier mais hcram;a
riquissiitta. n
.rei defitnlncra o uliiniu ibsccndenh' la dinas-
ta Mabratler que deven a sua fortuna a Sev.-iji, e
ruja elevarn an llirono be coulcaiporanea da cpoia
em que nos estebeteatosem IVin.lii-lierv IC74).
He a este dvnaslia que devemos as nossas aasa
principaes possess,K.< ajg coMa de Cornmtndel.
lasodo IT99, r, rei Tanjaour estar redurdo )
feudatario pensionario ,. abandonara a administra-
rn do sen territorio rniiipanria, reservan,lo-s,-
apenas a i:risdio;o sobre os dous fortes da capital.
cuja popularan de urnas ilt-OOO almas viva qua-
si exclusivamente das pensiles saja, aJagOBI .Iu
sob os mais frivolos pretextos. \ heranca do re
de Tanjaour d companhia milites propalada
ron-ideraveis a um renlimentn de, ponen mais
menos, U-IOronlos de res por anuo.
Como o nababo d>- l'.arnalica, ltimamente fmll>--
ciilo o defunlo rei Tnjaoo* caira n'mn aassaj ,|,-
ilebilidade intellirlnal a moral que faz ram iia>-
nenliunii importancia pnlitira l.-nlia a sua BMa.
Ileral cahira en. poder dos persas e esla tari,. Iraz
inqilelos es inaleze- na India.
us Ksladns-| nidos o cougressvo aindi c achara
sem presidente. as .liderenlc- eleie,.,- a qu m
tinha proredi.lo nenlium candi lalo olilivera a pien-
sa maioria.
Mr, Bsnksnblivera Id", volos: \lr. Kn-hanhan.
TI e Mr. Pallar, :!T. Kallava-se na reinada de.ir
ultimo.
A i'.esinlelligi-uri.i entre a l'ai.lu e Inglaterra
ainda nao eslava completamente ajustada. Gar-
ra que o galnu.le americano exiaia do goveinn in-
gle/, enlre .miras roaoai a revocaran de Mr. t'.ramp-
public i ile s.iiefar'.-. da
inesina iniportan.-ia.
Ih> Mxico cansa que -c retirara n mimslcrin Al-
vares.
Ksie abandonado pe t'.omoufori, j,ilg i--.- qN# <^.
reinara para o sol,
A roiiiijr.., ,| |i;i|, rri prior qn> .nuca. Pr t.
I.i Suecia OSeil jda a parte eram intrigas, revdl.,-. c roubo-.
.i liaran Slier-i ._''"' l-oiirlres licaraui cn-oli lile-, s7 l|>s a
s< t, ; os cinco por rento l.ia-il-tro- a lis :i|fc ; ...
qmiiro porrela partocoezesa l.i (|-_' r >as .tnaiio
por renta bol nidez, sa 91 :I|S.
:i ropei-
areor.lo enlre as "......"<>
i ion ou algum oulro
potencias. ,
O- plenipotenciarios desse Iralado, foram por
panela Franca o son enviado extraordinario ni
Birlo da Sttgria Viclor Lobsleio, por parte da Ira
gime ra,o seo enviado extraordinario, m mosAia
curie, A. C Magoniz; c iwr pan.
uiinistro dos negocios eslraocciros
n.-1,1.
O Journal des Debat ,li/. o scgitinl
'.o deste iralado :
Ijomn se ve, o alcance praticn dcsto Iralado,
com relacao = grandes quesles que se agitan), he
anula lillicil de apreciar. Naturalmente eonlm
um artigo secreto, Qual ser o sentido c o lim
desse artigo secreto, se he que existe? lgnorauo-
locomplciamente.
I) Zmei porem explica no sogainlo ortigo as van-
lazeos que elle proporciona a Franca e a Ingla-
terra :
'i I) He n qne se Ion caria do
denle de Pars.
*{$ttbltcaft!o a m i>i>i.
no-.s rorrespnri-
f
Ao meu amigo o lllm. Sr.
Carlos Pereira de Bu io-; ?nnce r
Lea'o. no dia 29 de Janeiro antii-
versario da sepa'ac' de siiamu-
lher a 111 ma. Cxma. D- There/n
Adelaide de Siqueirc Cvalcamti e
Fucos-
Homem diaperli, nao chore* 1

--.
1 #1 I
ir


MWlQ flt PfBMWBU>-0 TERCA flIRI 29 Of JIHEIRO ii IN6

t

i
i

*
l)e que le serr soffrer t
Ves a loz da madrugada
Tilo bella un amanhecer.
Vejo o* primeiros clarfies.
Descubro os ureos listoes,
(Jub forma a luzenle aurora ;
Mas que importa essa alegra
A' quum lein a alma ja Tria,
A quem mi te e dia chora '
Vs a flor como sorrio-se,
M.iis garrid a e m.ii luur.'.a".'
Ooe bafejos amorosos
Da-lhe a brisa da manhaa. !
No entes essa frescura,
Oue se embebe na durara,
Que sobe cm ondas ao ar
Do perfume dessas flores,
Que crescem nos arredores
Ueste suh-rlio pomar'!
Nao naves essa harmona,
Que humano nunca iimlou '.'
t eco de tantas vozes
Tua alma nao disperluu '.'
Onde pode liavcr mures
Como desses trovadores,
Que sua ardenle p man
Exhalan) nenes seus caulus.
Como a dor desfaz-se cm prantus,
Como em lavas o vulcao ".'
U ruido da cscala
l'ur entre selvas bulhaudo,
Que se perd un retiro,
ao louge soa lao brando,
JVao te nivi.l.i a penetrares
Por esses iuvios lugares,
' Oude humano au enlrou,
' P'ra vetes as maravilhas
Ueste ente increado lilhas,
Que em ludo se retratou '!
Das bellezas do universo
Nao le inove urna, se qnar ;
Para li he ludo fro
Nem j eres mais na muiher?
Ai llir.li., nao digas tanlu,
Se nao queres novo pranto
Dus nlhos ver-iiio saltar
Mulher e lilhos...amei-os ;
Quiz-lhes inais... lolalrei-os...
OMaram me abandonar !
Quando me viste lo triste
Neste desertu lunar,
Len-iorava-o*...(/. boje un auno !
Saudades....tenlio i rarlar !
Voi um ruurtu que lizeram
Aqoelles que u ser Ib'a deram,
Mais que nao podem serpas.
Nao me a deram, sim, rout>ei-a,
Mas do modo que Iralei-a
i'estemuiiho stu ineus ais.
Foi amor perdidu, intenso,
Ess amor, que entao Ihc dei.
Ja vMe .un..r de dous anjos '.'
Que oulru assini baja nao sei.
lia o amor das crealuras
Ao Deas, que habita as alturas,
Chelo de trenca e de ardor.
l'ui-i este mesnio perjuro !
Sagre au ente mais puro,
Que liz meu dolo d'amor.
O, Tilbos... Bardo, se sabes
Como se casan) doos ton*,
lirado d'um inslrunientu.
Formando um de duus sous,
Sabes como en os amava.
Como a ella idolalrava,
Sean quebrar minha afleirilo,
A' ella os temos carinhos,
A fago aos innocenlinhos,
Nascidos do corarlo.
Viv assim, era um sonho
Essa vida, que eu gozei ;
Talvez fosse encantamento !
Se foi delirio nao sei.
Nao sei que pnssa o insano
Conservar ipz um anuo
Essa leinbr.iiica lao pura ;
Se a conservo, lie que essa vida
Passei-a cm gozo embebida
Embalado da ventura.
Ne cor.ic.io das malheres
Quando brota urna alleieao,
Mas sincera e verdadejra,
llin sabes como ellas sao.
Ja disst* alguem, que pai'cia
Esseocia, que se imprima
Sobre um vaso transparenle ,-
Bem podem vazar-lhe o ciieiro,
Mas o aroma lodo inteiro
No vaso sempre se .ente.
E qual ha que ellas cunservem
(Jomo esse amor paternal !
Sempre os pas furam na infancia
Nosso primeiro ideal.
Klla amava-oa ; quit ir ve-Ios,
l.evei-lhe os lilhos Uto batios,
* Penhor de nossa amisade.
Nao sel que oceulto interesse
Pez, que o pai nos recebetse
Codi d maior intimida.le.
O trama entilo descobrio-sc,
Era ludo simulado
Quando quiz vollar de novo,
Vi-me i forca sepaiado.
Clamei embalde !. O suspiros
Perdido nesses relima
Nao acharan) corara.
Smente os montes gemiam ;
T as [ledra- se parliam
Por esta separaco'.I.
Estremeces, Bardo *Escuta :
i lun lo fuga me obr.garam,
desist... nao pude !foulos
Como lobos me assaltarain.
Quiz poupar, sequer a vida,
A paitao arrefecida
Ueuou-me ver o perigo.
Pugi e fui oceultar-ine,
Pui i dor abandonar-me
Onde me deram abrigo.
Desde enlao, amigo Bardo,
S As nnites pa*so velladas
So da vinganca a meditar.
Tudo mo cama tristeza,
J nao contemplo a belleza
Desta Ierra lAo formosa ;
Vuu poniendo a mocidaiie,
Vai-inc matando a saudade
llessa vida lao ditosa.
lio iloro o caula singcllo
Do pasvarinhn gentil,
Nn ramo pousando bello
Pelos lilis do lloren abril ;
He doce o brando trinado
De frauta ao longe escotado,
Quando rahe almn lti.tr ;
Me doce a fresca bafagein.
Que se sent na ramagem
Mansamente ciciar ;
lio doce o soar do sino
Da capelliulia da aldeia,
Quando chama pequeniuo
As horas da frugal ceia ;
E o nanar da criaririnha,
Enloado a noilezitflia,
Une nn frouio leilo chora ;
Mais doce, portan, dulrissimo
He r> canto suavissimo
Da mnlher, que nos adura.
lie bella a luz da alvorada
No matutino arrebol ;
He bella a flor orvalhada,
Sorrinilo aos beijos do sol :
Pdica virgen) parece.
Que ri'amores estremece,
Mas, se foge ; quer voljar ;
E nessa Vulta vencida
Nao resiste enfraquecida
Do peilo cede ao impulsar.
He bello o cao malisado
De seinlillanles pharoes,
Eiteuso maulo azulado,
Onde fulguran) mil sites ;
Mais bella, perm, que a aurora,
A mnlher que nos Hora
Sempre foi sempre ha de ser ;
Bello eco, onde fulgura
O nosso aslrn de ventura.
Que nos promelte prazer.
Bardo Bardo he ludn bello,
Qoandn amor nos ri assim,
Como ria esses das
To felizes para mim !
Hoje tudo he mudo e triste !
Olanlo vs e quanto existe,
SenveMa olo quero ver.
Sei que lem p'ra li encantos ;
Mas em mira despertam pntntus,
'Avivnrn mea padecer.
9 de Janeiro1856.
F. A. Cetario Azecedo.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholas. .
Moeda de isiii velhas
ii-iilli novas
i) > 4000. .
l'r.ii.i.I'aiaces brasileiros. .
Pesns coliimnarios. .
i> mexicanos. ,
28a985Q0
. 1GWKHI
IG3UUU
93000
2300(1
28000
1*860
^*
ALFANDKC-A.
Kendimeulo do dia I a 26. .
dem do dia 8......
aoi.-.spii
17:107521.1
.{08:962021
Detcarregam hoje 39 ata Janeiro.
Barca americana./(/'"'oiarinha de trigo.
Barca iniilezaBmilybacalhio.
Brigue inelezClaudio idem.
Iliate brasileiroAm'.liadiversos gneros.
-ai.NSUI.ADO CEU Al..
Kendimentodo da 1 a 26 90:218*719
dem do dia 28....... t^3137&i
9sH53a|S04
IVEliAS PROVINCIAS.
Kendiinentodo da I a2(i. 5d56#l5l
dem do dii 28.......
o deposito he de 6,316 caitas da Havana, entrelanlo
que as existencias m Is.Vi compreheudiam no Ia de
Janeiro 2U,0t)t) .mas da Havana, KO do Brasil,
ji.h saccas o II feixos.
Loudres 8,de Janeiro.
Caf.Calma ultimamenli', r romo os detentores
so ollerecem pouco a venda, os preros parecem de-
ver se -ii-iunl.il. Nos quinze piimeiros dias de de-
zembro as Ira
sido r
sil ne,
da II1
los do
co se
obra as sorlesda India tiaviam
nimadas. Das sorles do Bra-
8 a 11 dedezemliro 300 saccas
lo II a l.'i.dous carregamen-
para o Mediterrneo por pre-
Sa 22 um canegaincnto do Rio es-
HLSPaCHOS DE EXPORTACAO 1'EI.A ME?A
* 1)0 CNSUL*DO DESTA CIDADE NO 1)1 A
28 DE JAINEIRO DE 1K56.
Buenos-Ayres por Montevideo Barca hrasileira
Saudade, Amorim Inmlos & Companhia, 1,600
barricas assocar branca e mascavadn.
PortoBarca porlugueza Sania Cruz, Francisco
Alves da Cimba, 480 sacros assncar lirauco, Jos
l'ereira da Cunta 20 barricas assucar brauco, c
Mauoel de Freilas Pires Cuimaraes 4 garralOes
agurdente.
LisboaBrigue porlugucz (Taraje I, Manuel Joa-
qnim Ramos e Silva, 22 barns mel, e MO saceos
assucar mascavado.
LisboaBarca purtuiiueza Constaute, Thnmaz de
Aquino l-'onseca .'Oi) saceos assucar brauco.
HavreBarca franceza utiustave I, Lasscrre &
Companhia, 350 saceos assucar mas LondresBarca kigleza Rosario, Me. Caiiiimil iS;
Companhia, 60u sarcos dem.
IlamburxoBrigue iiiRlez Free ~ds, Timm Mon-, -\aV\
sen, 359 muros salgados. i tons.
PortoBarca porlugueza Feriiaullcs !, Antonio
Jos Rodricues da Cunha, I .HMi ponas de bui.
Ilha de S. Miguel Patacho purtuguez Alfredoa.
Franja tV Companhia, 10 saecus e 26 barricas as-
sucar branen e mascavado.
MontevideoPolaca hespanhnla Prompla, Bailar
4 Oliveira, 3">0 saceos idem.
StnckolmBarca s-ieca Elizahclh, N. O. Bichnr
'#& Companhia, .55 barricas assucar hranco.
JBxportacao .
(ibrallar, briuue sardo Passo suel-lcmpo Eneas,
de 401 toneladas, conduzio u scguinle : .),200
saceos com 26,000 arrobas de assucar.
Valparaizo, barca hambiirgueza Tmbola, de
280 loueladas, conduzio u seguinle : 2,320 saceos
com 14,137 arrobas e 16 libras do assucar.
Parahiba do Norte, lancha hrasileira Conccicao
Flor das Virludes. de 26 loueladas, conduzio ose-
peradt deCotheinlioiirg a or.lein foi negociad
Trieste a 16 ib. o quintal iuglezde 22 a 29 2001
saccas do Rio fbrain vendidas a prero de 4b a 16
sh. 6 dinheiros, e 17 pela boa qoalidade. De enIBo
a esta parle oram tfflmta negociados alsuus peque-
nos lotes insignificantes.
As importarles n0 Reinado-I nido em 185. foram
cerca de 2000 toneladas monos que em 1854, ao
passo que as saludas do roi.sumo apresentaram um
excedente de 2.">HPlonellailas. e as para a exportadlo
um dficit de 1700 tonelada das deposito em toJo o
U'-ino-l nido a 5 de Janeiro do crrente auno
12,000 loue.ladas contra 12,900 na mesma dala do
auno passado.
Assucar.As Iransarres recahiram cm Metra
.i.W.i.i^ calma durante e mor parle ao mez de dezembroO
deposito, reduzdo em lins de novembro a 29,700
lonelladas, augmeiilou-se eolio com as cnagancas
dos diversos portes do continente e comporta boje
Ml.OOO toneladas. as vendas effertuadas depois dos
nossus ullunos avisos uolam-se : 350 lonelladas do
mascavado de Prrnambuco para Londres n 1:1.6, um
carregamento do brauco da Babia a sh. 33 .armage-
nado;para a etporlacao,1,600 saceos do masca-
vado de Pernamhuco a 28 sh. 011 42.9. (direitos pa-
sos)3,800 saceos de Pernambuco e Paralaba a sh.
28 armatenadi.
Quanlo a marcha dos assucares na Inglaterra do-
ranle o anuo de 1855, eis os dados eslalistins ;
Itnportacoes. Consumo. Deposito em I
de Janeiro.
Prore-
1835 1854 1853 1831 1833 1834
Aguias i
Metact.
ouro dos Es-
tidos Uuidus
l'alacas liespanliolas.
mexicanas. .
Iii.-iIuii.i-. .
Vinle fraleos. ...
Cinco francos. .
183150 a 199250
9.51) a 965
922 a 930
945 a 955
39500 a 39550
95 a 955
/ievi.'la dn mercado.
De II de dezembro a 13 de Janeiro.
Depois da sabida do vapor iron, as transaees em
senerus dn Brasil leem-sa limitado nicamente a
vendas pata consumo : e aluumas que lera havido
para i para o mar lean sido iiisignilicantes ; om gneros
colomaes luuve Iransaccoes de consitleracaii, rom
melhoria uta precus.
A importaran lem sido regular, dn Rio de Janei-
ro chegou o Tai), I). Mara II, e Meninnrn c./-
!' : da Babia o paqueie Saudade, Ito'bin, l.i-
lierdade, e Anguila : de Pernamhutn o l.aiu II,
e Contlawa do Maranhflu o Ihia F. e Ptiwa-
mtnla : do Par a Flor do l'ei e o Triumphn :
das Colonias eidraram afaiaua r.arrcgainenlos.
5:3908016
26 pipase 120 barris de vinagre, 10 barris de azei-
te, 100 canaslras de batatas, 105 barris de car-
nes, 30 caixas e 500 molbos dn rebullas, 150 barris
de cal, 50 saccas do feijao, 180 saccas e O barricas
com semeas, 12 de amendoa, 6 de cevada, 12 caitas
de vellas, e varios gneros e mercaduras.
18Par.Escuna ingleza Sharh, capilao.......
com a carga de sal com que entrou de Liverpool.
30 de dezemhr.i.Rio de Janeiro.fulera ingle-
za llelweliug, capilo Keed, com 63 pipas, 1,122
barris e 72 caixas de vinho, 117 barris de azeite, 100
ancoreas de az^ilonas, 13 barris de carnes, ,'M bar-
ricas de grao, 27 de noies, 10 caitas, 32 barricas e
30 fardos com drogas e viilros, 30 rana-tras de cas-
laulias, 10 faidoscom amendoa, 2,000 molhos de
cebollas, 155 muios de sal e i voluntes diversos.
31 de dezembro. Calera hrasileira al'almira,
capitao Maciel, rom 7o pipas, 8 meias pipas, 267
barris, 610 ancorlas e 90 caitas de vinho, 50 barris
de vinagre, 181 de azeite, 120 de Inucinlio, 95 ,de
carnes, 10 de batatas. 30 itomaoteiga, 30 canaslras
I e 6 resteas (fainos, 12 canas e 997 mullios de rebol -
lea, 900 barricas d familia de trigo, 158 ancorelas
! de azeilouas, 55 caitas com Ugd, 130 saccas de fa-
A exportaran nans lem sido mu inferior a de relias, 20 voluntes com drogas, 31 barricas de einlo
igual periodo dos anuos anteriores pela elevacao e animal, 23 de amendoa, 551 moms de sal, e mais
escacez dos gneros, como pelo rigoroso invern,
que impede os embarques e obsta a entrada de ca-
hotagem : lem sabido apenas para o Rio de Janeiro
a l'almira e HelweUing : para Pernambuco o Ta-
njo I, e para Porto Alegre a Cibelle : os carrega-
mentos destes navjos niontaiii a 161 pipas, 8 meias
ditas e27Ll barris ou ancorelas de vinho : 26 pipas
o I7n barris de vinagre, e 293 de azeite, 250 barri-
cas de farinlii, H barris ou ancorelas de azeilouas.
333 barris de carnes e lourinlio, 12 caixas o 3107
molhos de ceblas, 110 canaslras de batatas, e 706
moios de sal, e variosgenerus e mercadonas.
O mao lempo lem impedido a sabida dos seguin-
les navios : pira o Rio de Janeiro a Ijxurence : para
a Babia o Mondego, e para o Para o Camella : a com 30 pipas. 16 meias pipas, '.i barris e la
carga destes navios monta a 97 pipas. 21 meias ditas ] ta de vinho. 10 pipas, W meias pipas e 5 ...
1267 barris on aneoretas de vinho, 21 pipas, 2 meias'de vinagre, 75 de carnes, 10 de inanterga de Mr-
volamos rom genoros e mcrcadorias.
31 dedezemliro.Porto Alegre (Brasil .Escuna
porlugueza iCybelle, eapitto Oliveira, com *20 pi-
pas, 200 barris, i 10 ancorelas de vinho, 8.1 barris
de azeite.
Naeiot prnmfiloi a safar.
Rio de Janeiro.Barca belga l.'iurence, cap.
Jausen, com 59 pipas. 1116 barris, e I caixa de \7-
nlios, 10 pipas de vinagre, 20 barris de azeite, 99 de
carnes, :W barricas, 6 caixas c 21 alcofoes de fructa,
17 caixas, 22 barricas e 2 fardos com drogas, 15 cai-
xas com rarvao animal, 55 moios de sal e varios g-
neros e merradorias.
Babia.Brigue gorluguez Moodego, capit. Dis
ancore
pipas, -il) meias pipas e 5* barris
I ditas, e 75 barris de vinagre, 35 barris de azeile :
105 barricas de I anilla ; 221 harrisde carnes e lou-
1 Clono, 559 ancorelas de azeilouas, 220 caitas de
mssus, 100casate 1,700 mullios de rehollas, 250
, canaslras, de hlalas, 60 barricas d bacalhio, 270
i moios de sal, e varins.geiiaro e merendonas.
O mercado de fondos em 24 de dezembro, luniou
animarn em consequenria da alia que as nossas
\ insrripcoes liveram em Londres : alguns especula-
-----------------------------------------------------------------I dores logo que souberam esta noticia compraran)
lodaa as que havia no mercado a 12 1i2 o a 13 : foi
361,000 173.09o 490,189 oa.Otn) 72,110(1127,00 | esle fado que principalmente dclermiiion aquella
encas.
Colo-
nias la. 247,000 291,093 471,500 274,500 44,000 39,000
Estran-
geiro. 99,000 161,017 113,000 113,000 22,800 61.000
Retina-
dos. 15,000 19.983 13,989 14,500 5,500 7,000
Havre 7 de Janeiro.
Cafe.O merca.lu foi muilo mais calmo iluranle 11
perjndo, e afora algumas vendas dos do Brasil, cojo
1 retallado ah aprsentenos nada se fez de notavel
! Vendas 300 saces dn nao lavado do Rio a prero de
61 a 66 francos por .50 kilng. (arma/.eiiadu;ilKjn
ditas diln de 72 fr. a 76 fr. 50 cent,.5118 saccas dilo
sabida.
s poasoidortl nediam 1,5 O|0: pequeas parrellas
se vendern) por esla colacao, e os maiores precus
que airaiir.ii.im al au lim dusuno foi 13 l|2 41, e
mili ponen a 41 l[2.
No principio de Janeiro os preros declinaran! I |'i
p. c, e ltimamente baixar.m l|2 p. c. Poucas ou
a entregar pelo J'itle de /lioos lavados a 76 fr.. os 1 nenhumas vendas se lem feito desde onlio, regu-
nao lavados a 65. Eslas vendas liveram lugar de 8 a I lando as insciipciics de assentamento a43 l|le
1.5 de dezembro-; ,ic 15 a 22 sv sh vendern) 10 113 3|4para os coupons de 12 3|ial3 3|8,a divida de
saccas do Rui a 71 fr por .50 kilog,de 22 a 29 no- j Icrida tamben) derlinou de 22 a 23,veio ullimamen-
nhuma venda dirarla ; em Icilin foram adjudicadas le a 21 3|1 a 222|:eja convertida alcanca mais
116 saccas averiadas do lavado ,- nao lavado di Rio. 1|2 p. r.
yiudat pojo Imperador do llrasil preco de 110 a : Nos meados de dezembro lamhem as acresde
131de 29 de dezembro a7 de Janeiro 553 sarcas do banco de Poctugal animaran! : no illa 25 ven liam-
nao lavado do Rio a prero do fr 59 a 62.50 c. por 30
kilogrammas sogundo n ineiitu. I8 dilo do lava.lu
a 75 franc.Deposito 1.238.627 kilogramims.
uinte : 165 voluntes generus estrangeiros,' 20 do 1.538 saccas do Hait, 4 da Havana. IU Laguav-
saceos arroz, 1 barril espinlu de vinho, 1 caiio cha-
peos rapados, 4 bandeiras de ferro, 2 saccas caf,
119 caixas charutos.
HbCEIIEDORIA DE RENDAS IN IERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimenlo do dia 1 a 26 20.9t0s.IS0
Idem do dia 28........ 191;358
21:1019738
i
ra e Porto Cabello, 3200 Pnrlo-Riro, 19. Santiago,
(099 Brasil, 3(57Ceylao, 1376 Java, 10 Manilla,
130 fardos, 1.57 majos fardns Maka ; ao ludo 14,850
sacs. e fardos. Contra 32,578 sacs. e fard. em 1855.
so ao par. Antes do lim do auno ja era dificultoso
Itavellas por 39 de premio, em Janeiro ja ohttveram
109, mas ltimamente e premio derlinou e boje s
alc.iiiram de 3f a 69.
Diz-se que o goveraai dissolvera a companhia do
caininho de ferro de lesle.loinando as acroes
para si.
Estas acues nunica foram coladas.o mn passado
Assucar.As transaCfjOea foram ponen impartan-1 lizeram-se algumas vendas a 12 e 13 libras as que
tes em dezembro por causa da pouea importancia | ja tinhaui pagua oilava prestaeio.
de nussos ahasleriiiieulos. Nao huuve queslo a res- O novo banco de commercide agricultura ainda
peilo do assucar do Brasil do quat ai resta, alias,
mais nada nu mercado.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeiilododia 1 a 26 77:2618856
Idem do dia 28....... 2:68185|
79:9439707
REVISTA DOS PRINCIPAES MERCADOS DA
EUROPA.
Hamborgo 4 de Janeiro.
Caf.llouve a maior calma a respeito deste ar-
tigo durante o periodo. As venias imitaram-sea
pequenns lotos dn Brasil. Todava a pusirao dos
cafs continua a ser considerada como favoravel.,
Os detentores pouco abaixaram em seus prcjoS, o-as'
principies mesnio nilo apresentam-se n> mercado
prevendo urna nova alca. Vendas 0000 saccas do
Brasil de 4 1|1 a 5 l|i sch. Foi colado ullimainen
te o real ordinario desla procedencia a 4 7|8 sch ;
masesle prero he purarnenle nominal. Odp-isilo
rnmporta 18,500,000 ii. As imporlares do anuo de
1855 foram de^91,000,000 i.
Assucar.Ein consequenria da estarau adianlada,
edo lorli..moni,1 da luvej.ico durante nina pirte
d.) mez de dezembro, e principalmente por causa dl
reduccao das existencias, nada se fez uesta mercado-l
ria. Foram colados, do Brasil, o triauairo de 23 a
21 3|1 m. r.., diln banco25 1, a Of,m. b.-Do Ha-
vana nesociaram-' algumas i-entenas >l caixas por
proco bail, eo de Java falla inteiramenle. Im-
liiirlaooos geraes dn annn 60,000,000 t, conlr.1
-2.tHl,000 i. em 1855. Depwilo 2,O0O:0Ot|0 de.,,'
na Elba i contra H.lHHl.OOO
no passado.
Couros. Muito procurados, porm ha inteira fa
(a na prara. A entregar foram pagos pur mu ni
los preros^ 0
Amslcrdam, 6 de Janeiro.
Caf-Assim como em Hamburgo n arligo per-
manecen calmo, e nao leve .nimaran deoois da rea-
rao, que bonve quando viran) que as entregas dos
cafes da ultima venda poblica na lindara alcanzado
o algarisnin que se esperava. O de Java, posto que
rompleiaueiite inactivo. se%na)ileve Arme a preso
de fl, 33 l|2 por 50 kilog., do bom esverdinhado,
e o do Brasil bom esverdinhado a preso ir 11. 28
1|2. O deposito toiiil he de 342,000 quinlacs con-
tra 111.000 no primeim de Janeiro de 1855.
Assocar.Apczar de urna grande baixa de cerca
de 5 1j2 flor sobre os preros de novembro. As ne-
goriases pennanecem nullas e os preros sao pura-
rnenle nominaos. As mesmas causas "que Ictaram
ao extremo os presas desle artigo cxisteiu plena-
mente ainda hoje demaneiraque he permiltido pre-
ver que a reaccJio nao ira mais longe As importa-
res de assurares do Brasil oa Hollanda foram em
I855.de 6,300 caixas, 29 barricas contra 1,600 caixas
oiKcamt-nle em 4851. O deposito desta sorte era
-J no Io de Janeiro de 1851 de 260 caixas, e hojo falla
absoluiaiiiFflTtrna Hollanda, onde o deposito ger.l
he de 4,000,000 de libras dos i'aizea-Baixos contra
6,500,000 libras no I" de Janeiro de 1855.
Eis os mais altos e os mais baixos precos do aa-
soear do Brasil dorante o uno uliimimnte lindo
e os preros acluaes por 100 kilograinmas.
Assocar brulo do Brasil.
15 de abr. de 55. 15 de novm.de 55. I dejan, de 56
Brama 29 a 33 fl. la 47 fl. 38 a 41 fl.
Soincnos 26 a 28 n. 12 a 11 II. 16 a 38 II.
Trigueiro 21 a 25 fl. 3,5 a 41 fl. 29 a 3.5 II.
Couros.As prncedem-ias da America liveram
pouco negocio, por falla de escnlha e visto as pre-
tencoes mais exageradas dos detentores. Depois
das vendas de abril os preros lem constante-
mule subido e a maior alca he de 5 a 6 cnti-
mos por 112 kilog. Esperase receber na prima-
vera 11,000 couros de Buenos-Ayres o que reanima-
ra' um pouco o mercado desde muilo raimo por falla
de provisoes. As imporlares das dill'erenles sortes
un annn de 1855 foram de 115,888 muros. Neste
algnrismo o Brasil ;Perna>nbuco e Babia) so entra
com 1,500.a mainr parte perlence a' Java .53,000 c
a Bucnos-Ayres e Montevideo 38,000.
Existencia no I. de Janeiro de 1856 :
Buenos-nos-Avrese Montevideo, seceos .
Dito diln, salgados........
Java, hoi...........
Dila. bfalo..........
Bengala, iaiculla. Madras, ele.....
OSASSl'CARES EM INCI.ATERRA NO ANNO
DE 1855.
Londres 30 de dezembro.
O mercado nu annn de 185.5 soDVeu
nos presos como nunca se vio depois da paz (de I89 .
Asigualdadc dos dtreilos e a adiniss.lo ao ronsuuin
dos assucares ealnngeirus, leve ao principio pur cf -
feito fazer haixar os preros e augmentar o consumlo;
ao cabo dos seis primeiros mezes do corrale annn,
lornou-se evidente que as chegadas apie um delirit ronsideravel sobre o medio dos amias an-
leriores : tamliem cm jutho, os procos enmeraram a
subir, e o inovimenlo Continuando, a quola de ou-
tnbro ae cstaheleria em alri de sh. !t por quintal
sobre os precos que se pagava na primavera.peno de
>S por eenlo em arinazenado. O algarismn reduzidn
do deposito sobre Indos os mere.dos do Reino Uni-
do lornou-se a|p.irtir desde o momento da preercupa-
caoceral do commerrio, e segoio-ae e:n novembro
nina procuro activa, por e-pecnlaco, que em urna
s qiiinzeua, fez suinr os precos de sh. 15 sh. 60,
sendo urna aba total de sh. 30 sobre acotaran de
abril.
nao esta organisado.
Como se v pela nossa colacao, c. cambio sobre
Londres nao tea snlTiido alleracao. Accresccnla-
remos que poucas transantes de cambio se lem
realisado sobre esta praga.
O Pars nao alcanza por ora n prero qne os pns-
l!ii-iiiar. i ,"':ores exigem, conservandii-sc por'isso o mercado
1 mui frouxo.
Sobre as oulras pravas nada diremos que inerera
mencionar-se.
Netataos qoe o cambio sobre Hamburgo nos lins
de dezembro ollereceu nolavt ilifferenra, pois de 19
passou a 18 5|8 e 3i e rouliiiuou a ser procurado a
5|8 at boje punca dillerenca aprsenla porque, se-
gundo a nossa oot.ir.ii esla'aH3|i havendo indi-
cios de subida.
Importado.
Algodao. Enlraram*3H sircas dn Maranlo, o
110 da Babia; continua em opalina e a precos no-
miiiaes.
Atroz. C.hegaram 370 saccas pilado e il'Uil-
queir.es em casca do Para, e .50 saccas do Marannln :
as vendas lein-so limitado tuncamente ao cjuisum >.
AssucarAs entradas fciam I7i raix
ricas do Rio, 184 caixas o | barrica, I eixc e 153
saceos da Babia, 1090 saceos de Pernambuco, e 50
barricas do Para. Depois da saluda do Avon o
mercado lem estado m.u, frouxo, para o mar nao
o vendas, para a Ierra tem sido regulares,
Rio de Janeiro
co, 150 canaslras com batatas. 9 caixoles rom 00-
zes, 100 caixas e 700 molhos de cebolla-, 26 moios
de sal. 205 podras de cantarla, o vanas merrado-
tlaa.
Par.l'atachn porlugiiez Cautelan, cap. Vaini-
ca, 8 pipas, 8 meias ditas, 71 barris, 30 aurrelas c
18 caixas de vinho, 1 pipas.6 m-ias dilas, |.> l.irrjs
com vinagro, 15 barris, 12 caixoles, 2 bilhas de
azeile, 10.5 barricas de familia de trigo, 60 de baca-
lliao, ,599 ancorelas de azeilouas, II harrisde banha,
13 de turinlio, barris e 1 canaslra rom carnes,
10 saccas de feijao, i de grao, 220 c.ixas com m i--a-.
15 barricas de cevadinha, 1000 mullios de cebolla-,
l'O canaslras de hlalas, 82 caixas, 39 caixoles cun
cera em vellas e varios voluntes curo, dillerenles
merradorias.
Narios ii carga.
Vapor parltigncz /). Mara II. .
sabe a 21.
Barca a Paquete Saudade .
" Mara ....
Brigue o IMampago .
a Amelia ....
brasileiro Mendoura e Julia.
Patacho porlugiiez ."'. Jos .
Barca porlugueza Fmpreza .
" Figueireiise .
Brigue Nona .limzade .
brasileiro .luna .....
Barca porlugueza Maria Jos .
Brigue l'iajanlc. .
Patacho /lapido. .
ii Conslanru .
Brigue pnrlugnez Flor do \/ar.s .
Barca porlugueza Flor do l'ez.
Brigue Ugeiro. .
11 ni-1 franceza .Snint Man-.
O 10., 34 >t grozss de boldes brancos de naso, a
240 rs. ; 4 ceios de pennaa dn ganro, a 800 re.
Ol., 10 massos deubreia, a 60 rs. ; i cenlos de
peonas de gancu, a 18120 rs.
O 12., 4milheirosde brochas de sapaleiro bati-
das, a 610 rs.
E avisa aos supradilos vendedores que devem re-
cnlberao arsenal de guerra os referidos objeetoi no
dia 30 do crrenle mez.
Secretaria do conselbo administrativo para forne-
cimento do arsenal de guerra 28 de Janeiro de
1856.Hernardo l'ereira do Carmo Jnior, vogal
e secretario.
DE
A companhia lyriea italiana dar' a sua primeira
represenl.iro qoarU-feia 30 do crrenle com a
opera
O TROVADOR.
Adores cantantes..
Sras. Adele lo-selle Kobussioi, Sr. I anrrede |{e-
morim. Angelina-Remorini, Jos D'Ippolilo, Justi-
na tjallo, Cezar Savio.
Mestre.
Sr. Innocenzo Snioltz.
N. B. Serao ounllidos os pedaros que canUva o
bailo profundo, por ler esie fallecido.
Os senhores que atsigoarajn camarotes e cadeiras
para as cinco represenlaroas poden mandar recbe-
los e salisfazer seu impurle em casa do Sr. Luiz An-
tonio Siqueira, ra da Cadeia do Recife.
Os bilhetes de platea e algnns de cadeira esiao a
venda no escriptoriu dn theatro.
RIO DE
Janeiro.
II ihil
l'ernamhucn
a
Miiranhao.
. Para.
Kio Grande dp bol.
A barca ingleza ll'ailei//icld que entrn arriba-
da em Lisboa em 12 de deieiabro procedente
defl.ivcrpool, com do-lino para o Rio do Janeiro
esla anda reparan I.) as avarias que fez na sua ar-
ribada.
O brigue nacional Marta Luzia vai
seguir cun brevidade, lem a maior par-
do sen carregamento promplo : para o
reslo qne llie falla, passageiros c esrra-
vus a frote, aos quaes da as melhores
accummodares, Irala-se rom o consignatario Anto-
nio de Almeida liom. s. narua do Trapichen. 16,
segundo andar.
- RIO II. JANEIRO.
Segu para o Kio de Janeiro com umi-
ta brevidade, por ter a maior parte da
Carga prompta, o veleiro patacho l).
Praociscan: para o resto e passageiros,
taata-se com os consignatarios Novaos t
C, na ra do Trapichen. 34, primeiro
andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com umita brevidade por ler parle de seu
carregamenlo prompto a bem conhecida barca Mii-
lliildc, i 'opilan Jern.-mn.i Jos Talles, para o reslo,
passageiros, e ocravu* |a.frele, para que lem excel-
Icnle commodos, trata-se noescriplorio de Manoel
Alves Cuerra, na ra do trapiche n. 14.
PARA 0 PORTO.
A barca Fernawte I vai sabir com muila bre>i-
ilade ; para carga e passageiros tratase cum Barro-
ca & Ctro na roa da Cadeia do Recife u, 1, ou
com o capitn) na prara.
A barca porlugueza /lapida que deve largar para
n,,d!.0s1,h,Jra!'o-rr1.C0'U r?'" Pe'" ''"''" ""'J;' ,'',r'1 li^"a Pte"'e c-'m m"i(>r ure"
lo ,' ata c-'a'.\" ,""V,U; r vidade a nova e acelada barca porlugueza oi;oustan-
hira nma'iit,'' '" B hmZjm '" le. capilao o Sr. Silvem. Manuel dos Res : quera
, "m f?"-" Prl"a que se suppoe ser da inesma q,llwr carrci,dr 011 jr ue pa^g^n. din-
emCrasrao. r.fn".Ver'' *', C'" '",'"' fu"' e",u ja-e aos con-igualnrios TI.on.az de Aquino Fonseca
ut Cascaes .leu 3 iros e eslava de bandeara cnlhula ^ pm,, 0|1 l0
(edindo sorrorro, foi Irazida a rehoque para dentro
da barra, hoje ;I2 noilepnr um vapor de guerra
porluguez e deve tundear cm Belein.
Achando-se assim nosso; preces muilo cima dos
Me corran) nos diversos m-reados do conlinenle, 'ihaVd'
Na barra do Dotiro nao lem entrado nem sabi-
do embarcarse alguma para u Brasil por causa do
lempo.
Obligue Manlciro l, qne eslava nn Porln promp-
lo para sabir para o Rio de Janeiro no dia 28 de de-
zembro arrelienlaram-lhe as correles a meia nnile,
e veto sobre o caes de Mirogaya : fiindeiiu all ten-
ar- do primeiro estado em perigo.
A barca lloa l'iagem, da Babia com parle do car-
regamenlo anda a bordo, leve de Tundear na
amarrara dp descarga da alfandege no mesmo d-
as, parti a borda das empeas e sollrcu algumas
avarias. ,
Exist. nn I-
riadas de Franco, da Hollanda e. da Blgica, d-i-
ando dpsle mudo 115 principaes mercados do col-
mente quasi sem existencias, entanln que na nossos,
ao contrario, seachavam sobrecarregadoao que der-
, em igual dala do au-' rnlon os calclos da especalacJo, a qual nao centava
lena., com os abaatedmentns ordinarua vin.lns dos
OS,arca de prudurrao. Resiiltnu urna sorte de paul-
en na prara, e urna rearcao em baila de sh. 10 sobre (;on,m
o maior ponto .1 qoe lem chegadu n bom mascavado i.;,llliri.;
cerca desh. 12 11 hvr^ dos direitos. Esses precos, -
todava maicarn anida tima aira de sh. 12 sobre a
cola do anuo lindo em igual epo'cha.O deposito ur-
inal de todos os porto* da Cria-Bretanlta uhio, a
72.000 lonneis, contra 129,000 no lim de dezembro
de 1851.
UOLlTIM.
LISBOA 13 DE JANEIRO.
Pircos lorenles dos genero de importaron do
Bratl.
Pur baldeara.
Algodao de Pernambuco ." .
Dilo do Maranhao e Para. .
Assucar do Pcruatnbuco brajnco
Dilo mascavado.........
Dilo da Babia b.........
Dilo mascavado.........
Dilo do Kio de Janeiro 111. .
Dilo do Para bruto.......
Dilo dn Cabo Verde......
Arroz da ludia.
C P. ord.
I.so
200
5,700
.550
2,907
'fl
10
19850
15700
IrslMKt
1S600
19600
19600
27100
5?200
51400
6200
69800
700
2*S00
2J500
29100
Total n.!i;i
ommercio.
1
i-HACA DO RECIPE 28 DE JANEIRO AS3
HORAS DATARDE.
Cotacos oDiciaes.
Nao houveram cotaroes.
Fredtricn llobilliard, presidente.
rs
1 CAMBIOS.
Sobre Londres, 28 lt2 a 28 3|1 d. por 1.
- Paris.SiSrs. por f,
Lisboa, >iapor jqo
Rio de Janeiro, ao par.
Acooes do Banco, K) 0|0 de premio."
Accaies da companhia de Beberibe. 519000
Aceces da companhia Pernnmbucana ao par.
c Ctilldade Poblica, 30 poreentode premio.
1 ix Indemoisadora.sero vendas.
Disconto de leltras, de 12 a 15 por 0(0.
Antuerpia 7 de Janeiro.
Caf..Na primeira qiiii.zeua de novembro se e-
tabelecen um avanzo de 2 ;, a 3 cent, e pagott-se
de 28 % a 29 cent., alfanilogado', pelo do Brasil
bom ordinario e ale 30 U cent, (alian legado", pela
bella qualidade. Desde enlAo leem sido as transar-
me, muito calmas, porm os prerns em primaira mao
sao mui bem sustentados. Algumas vendas se li-
zeram por preco om pouco reduzido, mas o alga
reme he insiguiflcanle ; porquanln as prnvises em
segunda mo sao bastantes limitadas. A alca do pre-
co do de Java na Hollanda, foi na paridade da do
Brasil sobre nosso mercado, e a disproporrao que
existe entre os precos des duas sorles (Brasil liom in-
dinara rutado a27 l|2 cent, (armazenado) Java 3.5
1|2 cent... he inteiramenle em vanlagemdos cafs do
Brasil. As imporlares geraes de cafo em 18.5.5
alcancaram um algarismn que excede de malta
as dos dous amios anteriores, entretanto, que as
provisf.es mostram apenas pequeo augmento ; so-
bre o que resulla que o consumo dn caf, apezar da
caresta das subsistencias e as suas consequencias,
tem muito aogmentado Elle he intrnduzi.lo cada
vez mai, como bebida alimenticia, as classes infe-
riores ; o uso se generalsa em proporres a que se
nao podera assignar limites.
Imporlacps. 18.5.5 1851
Imp. directas 190,82fi saccas 181,68*
Estados-Unidos. 07,107 32,612
5.238 10.580
75,991 8r.,.5S
Dilo Jo Maranhao
Dilo dito melhor........u
Oilo dilo superior.......
Vl'ls,a............. A c.
Caro do Rio primeira mirle. a
Diln diln segunda dila..... 11"
Dilo diln leranica dita......
Dilo dilo esculla boa......,
Dito da Babia........
Dito do Cabo Verde......
Dito de S. T. e Principe. .
Cacan do Para........
Dito da Babia.........
Dilo das Colonias.......
Cominhos...........
Cravo girle.........
Dilo do llaranba........
Cra amarella.........
" de B.-ngucll,). .
Cutiros seceosdu Rio de Janeii
Diloaespichados da B.lua .
Ditos de Augol.........
Ditos sala, do MaranhAi.....
Ditos .le Permimbucu ....
Ditnsdito da Babia......
Dilo das ilhas.........
Hilos dilos de Cabo Verde .
Chin-ea pequeos d > Brasil C. 30-tKHI ill-slKlO
Denles de marlim le......< 19150 i>:t!il
Dilos dilos mello. .
Ditos ditos esrrv ....
Erva-doce.......
I'.innii 1 de pao. ....
(ionima copal......
Oleo de copahiha ....
Diln de liohara.....
Ouruc.........
Pimenta da India. .
Salsa parrilha Santarem.
Dila dita Cumpa*. ,
Dita diln Rio Begn........ fc-j.509 69OOO
Tapioca............s 151O 15(00
Ursella de Angola.........H| fijioo 69300
Ditos de Benguella........ |ts,-,j (onrj
\ aquetas do Maranhao.....urna 19300 1JSO0
l'ipirlflcao}
Agoardeote de 30 ar. encase. P. 2I590OO22OIOO0
2--500
l9'WK)
3>500
:19200
2-tsimi
3)600
120
155
1.52
KiO
132
1.12
122
160
145
115
IOS
29300
19850
29050
19750
19850
1,-sSOO
29500
540U
59800
698 k
79200
7S0
290O0
29OO
29200
I9OO
298IKI
49500
39650
39300
299OO
39200
1-sOOO
200
I Sil
27G
2S0
202
1(12
IOS
112
1 .1
122
17.5
lao
alq.
a
bar.
ii
I9OOO
300
29100
700
19900
1/150
900
2f300
750
(i.-'Hlit
339OOO
120
150
1(0
99600 109000
7-s2(KI S-slHIll
100
100
105
Cortos da Europa.
Hollanda pelo Int.
18.53.
148,213
1,583
11,125
61,568
Total 339,165 313.460 28.5.519
As existencias sao de lil.OxM) sacras i3t,(MJ0 do Bra-
sil contra 56,500 '29,00(1 do Brasil' cm 1855 no I"
de Janeiro.
Assucar. As ncgociares foram completamente
lnguidas durante o mez de dezembro, e todas as
vendas do assucar de Havana nao excedern) 100 to-
neladas mtricas. O havana n. 12 (pavilliOo nacio-
nal) esla lirme a 19 flor, e 19 1|i, em reanlo que era
novembro eslava a 22 e 23 1|1.
Imporlares no auno de 1855Havana 81305 cai-' Amsterd.
xf.esBrasil 512 caixas, 982 feixos; em 1854.Ha-' Hamburgo
vana 122,599 caixas, Brasil 1,189 caixas e 3,383 fei- ; liibrallar
xos. Em fevereiro de '1855, o Irigueiro da Babia
por pavilhHo eslrangeiro era pago de II 3|4 a 12
flor. ; o de Pernamboco obleve em maio de 11 3|4 a
11 3(8. e em jolho 11 3|4 flor. ( pavilhao eslran-
geiro ;.
Hoje ha falta na praca das sortes do Brasil; todo
Azeile doce. .
Amendoa em milo, doce.
Banh. em rama (anlol bar.
Batatas...........
Cera branca em grumo. .
Dita dila em velas.....
Ceblas...........
Carne de vacca ;i arrobas .
de porco.......
Cl.ouriros.........
Figos do Algarve: ...'..
Farinha tle triso.....
Manleisa de porco (barril)
Paios............
Proselos.........
Sal.............
Toucinho..........
Vinho tinto .encsenlo .
Dito hranco ..'...
Vinagre linio........
Dito hranco.........
Londres
Pars
Cenova
30
00
90
loo
d|V.
d|d.
d|d.
dpi.
.1 mpl.
3 mpl.
3 mpl.
S d|v.
al.n. J.-'XIM 29900
a. 596OO 69OOO
19500
'.SO
. t 310
. 360
. M 90 100
B 119000
. 18-9000
. li 3921JO
. 1. I9IOO 19300
. bar, ll9(KH) 109500
. |) 2p400
. duz. 700
. arl.. 39600
. inoio 29600
. a- 29800
. pip.1259O0OI329OOtl
...... I29000t32j000
.......> II9OOO iS-sIMK)
........ '109000 509000
Cambios,
. 5 l| nominal,
. .51 5|S ell.
. 543|4
. 521 papel
. 520.
- 13 1)2 nominal.
. 1S3|1 ell.
035 nominal.
Inser pees de 30|o
Coupons.........
Divida deferida.....
AccSes do banco de P. .
Acc. do B. do Porto. .
Accoes e fundos.
43 l|l
1J3|1
4234 a 13 3|8
21 3|4 a 22 3|4
"O09OOO a 5009000
230JO00 a 2409000
-Vi.
vendido tamben por menos 50 rs. : os mascavos
lem lido pouca melhoria nos precos.
Do novo chegado ltimamente nao cor.sla vendas,
os po-suidorrs axigem maiores precos que os colados.
O inovimenlo do assucar nn mez de dezembro ta I
limo, foi:
Caixas i-'eix. Barr. Sarcos.
.... 382 9 481 2468
.... 61 1 3221
dejan. 2115 53 2ifi 7097 .
Desle odia I at 12 de Janeiro tem-se despachado:
Caixas l-'eis. Barr. Saceos,
l'ara consumo. 2:|0 151 871
Para reuxporlar. 56 313
Cal. As eutradas r..ram 2022 saccas du Rio, e
10.51 dai Colonias : em dezembro lizeram-se algu-
mas vendas para reexportar para Marselba, Cenova
e Hamburgo; mas cm coiisoquencia das uulicias
que se receheram da baila do genero uestes mercados i
ellas se saslaram. Em Janeiro pouco se lem feito e !
unicameule'para consumo, m prero estilo Ornea e
a pn.neira sorte inelborou cm 100 ra. por arroba.
O deposito no primeiro de dezembro era 6,030
sarcas do Brasil, e 3,252 das Colonias.
Cacao.Entraran) 278 saccas da Babia, 50 do Pa-
ra, e uina pailida das Colonias, esla tem sidn vend
da para consumo, o du Para foi lodo vendido para
1 eexportar para Cenova, dizem que a 39300 : oda
Baha anda esla no lazareto, cerca de 20 saccas a-
cbam-se Hvariadas.
Couros. Venderam-se em dezetnbru alguns sec-
eos do Rio limpos de 22 arralis 04 de 31 foram pou-
co procurados ltimamente sao s puuco procura-
dos os do 25 a 28 os mais empalados.
Dos espichados 1.0 meado de dezembro houve al-
gumas vendas da Babia : porm actualmente slo
pouco procurados.
Piteraro-se vendas em-dezemhro do salgados de
Pernambuco, Baha e de Cabo Verde, nos lins do an-
uo nao houve Iransacces, e hoje so pouco procura-
dos os de Pernambuco, etem-sc fcln algumas ven-
das nos do Maralo.
li .mina copal.Enlraram de Loandii c Benguella
310 saccas, 15 barricas e 1779 arrobas a granel, c de
ilocamhiqne 95 saccas; nos meadosjde dezembro
pouco se fez em consequeucia da falta que havia de
qualidade superior, porm leudo chegado alguns
soi lmenlos, vendeu-se a superior a 69000 a dinhei-
ro: : |u int-i qne a ordinaria lambeta achou melhor
venda: cn Janeiro as vendas continuaran! pelo mes-
mo proco para a superior^ e ltimamente tima par-
tida coiu mil c tantas arrobas da ordinaria alraiio.ui
2?lt' 1 a diul.eiro.
Ooroc*. Enlraram IOS paucirns do Par.i : al
ao lin. de dezembro nada se foi. porcm esla semana
realisou-so nina venda de 51 paneiros para o mar a
150.
Sata parrilha. Enlraram 513 paneiros do Para:
o mercado tem catado muilo froaxo e apenas ltima-
mente consta que se fizera ama venda para o mar a
prca/, que nao Iranspirou.
Vaquetas. llouve alcmnas vendas as de Per-
nambuco, as do Maranhao bao poucu procuradas.
Esportelo,
Azeile.Desde a saluda du lAvon que a concur-
rencia 110 mercado tem sido limitada nao so pela fal-
la doa transportes romo pelo atraco das colheita*:
os preros para o Brasil regalaran) do 2)890 a 29000.
Km Janeiro a roncurrenria foi ainda mais limita-
da, em aliebran ;io rigor do invern o apenas rheea-
ram alguns cascos dn Riba-tejo, que se vendern)
logo.
Se o lempo melborar e coneorrar ao mercado ha
toda a probahilidade para que o genero derliue.
Tem-se feito alguns embarques para o Brasil re-
gulando os precos de 29800 .1 29900.
I'aiiiihad trigo. Os preros l.aivaram 500 rs.
Nan consta Vendas: tima partida de 100 barricas
que c*la na Plor do Maro par,, seguir pan o Mara-
nhao e de vendas anteriores: a cxnorltrao pela
barra lom sido muilo limitada.
Sal. Os precos susleul.ini-se : as vendas para o
mar san limitadas e a sabida pela barra he insignifi-
cante.
Vinho.Todos n das se condece a falta que hou-
ve na ultima colheita: lia poneos viudos novos pr-
prios para enmarque: as vendas sao poucas, em 1851
exportamos para diversos mercados da Europa
12739 pipas e o anuo passado apenas enviamos 732*,
he preciso notar que naqueUe anrioja exista a mo-
lestia em grande escala.
Os pnssiiidores visia drstaa circomslnociss nSo
vendem por menos do 1259 '" ootros por 128, ehe-
gandujia haver vendas por 1329; falla-se em precos
fabulosos para a prxima primavera.
NOTICIAS MARTIMAS.
Lisboa t de dexembro a 12 de Janeiro.
Untrada*.
17 de dezembro vapor D. Mara II, Rio do Janeiro.
.. idem, barca PaqueteSau hulea, Baha.
18 idem, brigue uMeiiilonra e Julin, Rio de Janeiro.
idem, brigue Roliin, Babia.
19dem, patacho Lib.rdadc idem.
.. idem, patacho Triamphoo, Par.
21 dem, barca nplor do Vez, dem.
dem, patacho ..Boa Pe.., Maraiihan.
28 iiiem, patacho aConslanco, Pernambucn.
5 de Janeiro, brigue Lela II, Pernambuco.
(i idem, vapor (Taya, Ki do Janeiro.
Seguio ein 7 para o norte.
idem, brigue Auguslo, Baha,
lo idem, brigue Pensamenlo, Maranhao.
Sabidas.
16 do dezembro. Brigue portugus Tan/jo /,
capitao Fanceo, com 8 pipase 104 bariis de vinho,
\ao$ entrados no dia 28.
, >'"'' dM Ui,rril Ingleza Mar\ llartle>, de
108 toneladas, capitao Bastelt, equipagm t(i,
carga laa e mais gneros ; a nrdem. Veio refres-
car e segu para Liverpnul.
Terra Nova29 dias, brigue inglez Eran, de 201
toneladas, capilSo J. I). Borrdcr, epuipagem II.
carga 2,700 barricas com bacalluo ; a Me. Cal-
moni & Companhia.
Rio .le Janeiro20 dias, brigue brasileiro Rerife,
de 226 toneladas, capitn Leopoldo Bento Vianna.
equipacem 12, carga 300 barricas com farinha de
trigo e< mais gneros; a Manuel Francisca) da
Silva Carriro. Picoa de quarentena pur 10 dias.
Soulharaplon e porlos intermedios19 dias. vapor
inglez Thamar,commandar.teT. A. Bevis. Pas-
sageiros para esla provjnria. o cnsul frane.ee para
a ui-'.ui,i, visennte de l.emoiil e sua familia, pre-
derir premnnt. Aune Leoiafe Laparl.
Rio de Janeiro21 dias, brigue brasileiro Dous
Amigo*, de 216 toneladas, capitao I., urono.i Ma-
chado, .ujuipagora lo, en. teatro ; a Nov'acs
Companhia. pcou de q.iarcuteua por 10 dias.
Callin de Lima 89 dias, brigue inglez Amelia
Illl, de 307 toneladas, eapil C. Thmis, equi-
pagem 11, rarga guano : ao capitao. Veio refres-
car e segu para Voleara.
Xacio sahido no mesmo dia.
Ro de Janeiro pela BahaVapor inglez n'|h.imar).
cominandante Bevis. Passagiiiro desta provincia,
Janet Jolfiav e 2 lilhos.
capita.., na ra do vigaiio n. 19.
Para o Rio de Janeiro segu empoucos dias a
polaca brasilea gelosa II, pregadac foiradade co-
bre, c de primeira marcha ; lem meia carga prom-
pla : para o reslo lrala-se no esenptono de Isaac
Curio iS Companhia, ra da Cruz n. 40.
Para o Kio tle Janeiro
seguc em poneos dias, por icr 4 msior parle dn car-
ga prompla o l.rigue Conceirao, cap ilao Joaquim
Perrera dos Sanios: para o r.-sl e escravos a frete,
para o que tem bous commodos, lrala-se nn escrip-
torio de Manoel Alves Cuerra, na ra do Trapiche
n. ti.
Para o Rio de Janeiro segu com brevidade o
bem r.nili -culo brigue brasileiro uDaiiiaou, ja lem
grande parte do ser. carregamenlo promplo ; para o
reslo, passageiros e esrravos, trata-se com n consig-
natario Jos Joaqun) Dias lrernaudes, ra da Ca-
deia.
Para ama viaecm desle porlo com desuno ao
do Rio da Prata, precisa-se de um pillo que leulia
caria : quem se adiar no-las circunstancias, dirja-
se a ra da Cruz n. 3, escriptorio de Amorimlrmaos
S Companhia.
Companhia hrasileira de
paquetes a vapor.
Offerece-se om rapaz para caixeiro, adminis-
trador ou feilor de ama olaria, do que lem bulante
pralica, para a praca oa lora della : quem precisar
procure na fabrica de lelhas de Antonio Caroeiro da
Canln, na Boa-Vista, largo dos Codhos.
OHerece-so um caixeiro part qualquer estabe
lectnento ou cohranca, para qualqoer parte da pro-
vincia : a pessoa que de seu presumo se quizer 0I1-
lisar, dirija-se a praca da Independencia n. 6 e8,das
9 horas da manhia ao meio dia ; o mesmo d fiador
a sua conducta.
Nogueira
Jos Nogtieira de Sooza mudou sua oflieina de
encademarao da ra do Collegio para a roa do Cres-
po coufronle ao arco de Santo Antonio, editi-io do
Sr. commendador Magalhaes Bastos.
rVogpueira
Jos Nngaeira de Soaza tem a satisfarao de annnii-
ciar.ao respeilavel publico, que abri um novo eata-
belecimenlo de livros emais objectos tendentes ao
mesmo, na ra do Crespo, confronte au arco de San-
io Antonio, edificio doSr. commendador Magalhaes
Bastos, onde espera receber a prolecrao de seos
rreguezes e amigos, e dn publico em gara I como at
Attenca.o.
Oabaixo asstenaeo torna .nnuneiar qoe compra
escravos de morpliea, aratliu. e peims enchadas, uue
sejam moros : na ra da Soledade n. 42
Maneel Borge, da Muidonja.
Fazem-se calca, rlleles e casacas da merino
francez para lulo, por preco commodo: na rea No-
va n. 52.
VESTUARIOS PARA BAILE DE MASCARAS.
Alusam-se ou vendem-se 3 vestuarios de velbotl-
na, todos eufeiladoa : na ra do Qutimado n. 9.
Vestem-e anjos para procissoes com
todo o esmero e gosto possivel, assim co-
mo alugam-se azas para os mesmos, tudo
por precos bem razoaveis: na.rua da
Cruz do Kecife n. 27, segundo andar.
Offerece-se om rapaz brasileiro pira qualquer
.111 iim.'io.ui. exceptuando liberna : quem preciaar
annunrie ou drija-sea ra da Clona n. 90.
Precisa-se de urna ama de leite sem Gibo, pre-
fere-se do mallo, e que seja limpa, paga-se bem
agradando : na ra da Roda n. 52.
Na noite de 2* para 25 do corren-
te, furtaram do,quintal da casa grande
dequatj/ojaneljaseuma porta, logo na
entrada da rua de Joao Fernandos Viei-
ra, urna grande bacia de rame : a pes-
soa que a entregar na mesma casa ou
della der nolicia, sea' gratificada.
Hm virtude da muila di uva ficou
transferida para a tarde de hoje, 29 de
Janeiro, a procissao de Nossa Senhora dos
Remedios.
Precisa-se do lima criada para o servico de urna
casa de pouca familia : cm Sanio Amaro, em casa
do Sr. coronel Lamenha.
Precisa-se de ama arpa de leite, forra ou cap-
tiva, que tenha hom e abundancia de leite, paga-se
bem : na rua dasCruzes, taberna n. 20, ssdir quem
q.'er.
Embarra para o Rio de Janeiro a escrava An-
tonia, parda, ib- Domingos Rodrigues de Andrade.
ESPECIAL FAVOR.
Anna Joaquina do Sacramento pede encarecida-
monto aos amigos de aeu prcza'do lillio o fallecido
cirurgiao Lino da Peuha de Franca, o qual foi vic-
tima da epedemia em Piassahossa', prestando os soc-
corros de sua arle (segnndo informa o Diario de 21
de dezembro) pela amurada qoe lhe linliam hajam
de maudar-lhe participar os promenores de sua mo-
lestia e morle. por carta a* este correio, ou a roa dos
Marlyrios n. 16, do que Ihes ser eternamente grata.
Precisarse de ama ama para fazer o servico
interno de urna casa : na travessa do Corpo Santo,
loja de calcado n. 29.
Precisa-se de urna ama para comprar e coxi-
nbar ; na rua da Praia n. 4.
^ecamcoev..
SANCO DE PERNAMBUCO.
Ue convocada a assemble'a geral dos
accionistas do Banco de Pernambuco,
para rettniao ordinaria, que na con-
fonnidade dos estatutos deve ter lugar no
dia 31 de Janeiro, a lim tle trae tetilla e\e-
CUCSo o disposto no art. ."() dos mesmos
estatutos ; no lugar do coslume e ao meio
dia etn ponto. Recife 21 de Janeiro de
|S.")(J.Baraode Camaragibe, presiden-
te.Jos Bernardo Galvao Alcolotado,
secretario.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca a vista
sobi c o do Brasil no Bio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco "> de dezembro de
1855.O secretario da drecc3o, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O hunco de Pernambuco loma dinliei-
ro a juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco '21 de
novembro de 18.").").Je
I;
oao Ignacio Medeiros Ucrjo, secreta lio Ja lirecciio.
Parante a cantara monicip I desta cidade esta-
r cm praca nos dias 29, 30 e :!l dn correle, a
consliocclo da estrada para o cemilerio publico, .li-
rada ein :l:S(HI- : oa pretndanles po.iein compare-
cer no Paco da mesma cmara, nos indicados dia,
munidos do Ranea idnne.i.
Paro da cunara muairipal dn Kecife em sessSo de
S8 do Janeiro de IS.1t>.Bario da Capiharibe, pre-
sidente.Manoel PerTelra Aayioli, aecrelaro.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselbo administrativo, em rumprimenlo do
arl. 22 do regulamcuto de 15 de de/.pmbro de 1858,
faz publico que foram coilas as propoatas de Fran-
cisco Maciel de Sooxa, Timm Monsen ^ Vinsasa,
Ciiilherme da SiUa.tiimanles, Fox Brolheis, James
Ryder, Joaqoim Jos Dias l'ereira, Domingos Fran-
cisco Ra.naibo, Jos Baptista Braga, JuSo Fernan-
dos Parete Vianna, Joaqaim Jos Dias perelra, R-
eardo de Irritas & C. c Magalhaes < Silva para foi -
necerem :
O I., 632 pares de sapillos, a laSOO rs.
O 2.", 1,553 varas de Urina para frdelas e calcas,
a :!*( rs. ; 7l covados do panno prelo para poiainss,
a 29OOO rs. ; 790 varas de algodaoziolio paia cami-
sas, a 1711 rs.
O 3., 1,523 covados de panno verde para sobre-
rasaras, a 2HJ5 rs. ; 77 Covados de panno aaul pa-
ra raples, i "
o ,.', ti:
lf>S0tl rs.
O ->.", 1,183 revados de Hollanda, a ;id rs
dilos de panno azul para capotea, a 1(455 i
ditos de baca para forro, a 750 ts.
O (>.", 3l(i esleirs do palha de cainauha. a
:!0tl rs.
O 7.", :I05 bonetes para o S. balalhilo rom o res-
pectivo numere de metal am ..ello, a 15'Wi) i-s.
US.", 5,270 botOea de metal bronze.ido com o n.
8 de metal amarello.a 120 rs. ; 3,050 dilos peque-
os, pelo mesmo preco.
O 9., 39 crozas de dilos prelo? de osso, a 2fi0r*. ;
20 ditas de ditos pequeos branca
pare de clcheles para sabrecasacas, a 20 rs. 258
ditos para capotes, a 30 rs.
l-.y> rs.
covados de
casemira curan.ida, a
77
903
ti vapor Imperaior, rommandante n 1* lenle
Torrezno, deve chegar dos porlos do norte a 31 do
correle em segniineuln para os de Maeoi, Rabia e
Rio, recebe passageiros, carga e eiicoinmeinlas:
agencia, na roa do Trapiche n. 10, segundo andar.
l'ara o Rio tle Janeiro salie com
muita brevidade, o bem condecido bri-
gue SAGITARIO, o cpial tem a maior
parte do sen carregamento prompto :
para o restante c passageiros, trata-se
com Manoel Francisco da Silva Carriro,
na rua do Collegio n. 17, segundo andar,
ou a bordo com o capitao Manoel Jos
Ktbeiro.
l'ara a Rabia pretende sabir com muila brevi-
dade o Imite brasileiro Amelia por ler j parte de
sen carregamenlo prompto ; para o resto, lrala-se
com o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveire
Azevedo,roa da Cruz n. I.
Para o Rio de Janeiro segu imprclerivel-
nieule quarla-leira, 30 do carreule, o brigue brasi-
leiro ulris, por se acl.ar com o seu carregamenlo
prompto : s.i apenas pule receber esrravns a Irelc :
a tratar com o consignatario Manoel Alves Cuerra,
na rua dn Trapiche u. li.
CF.ARA'.
Segu uestes dias o lale F.valaro ; ainda pode
receber carga : a Iralar com detono Cyriaco da ('..
M., ao lado du l'.nrpu Santn n. 25.
Cenr c iaranllfio.
Segu enm brevidade o patacho Sinta Cruz, ca-
pitn Marcos Jos da Silva ; recebe carga c passa-
geiros: a Iralar com Cactano Cxn.ico da C. M., ao
lado do Corpr Santo n. 2.
Para mascara-
dos.
Casacas e capas, roopOes, cabelleiras
Ue usns mingos e d'oulras maneiras
Se vendem agora por pouco dinheiro,
Rua do Rosario, loja de selleiro.
n ahai\o ass=naj0 participa ao respeilavel publi-
co, que achando-ssj pascando a festa no Monleiro.
dei\audo sua casa na majiova, segundo andar do
sobrado n. 2j fechada, acceden que boje 36 do cr-
reme, vindo a praca (o que be de cosame vir todos
os dias para seu negocio), achasse sua casa toda
aberta e arrombada a porta da sala que communica
para o gabinete da mesma, e igualmente anombada
uina gaveta de urna commoda onde se achava um
pequeo bahu que tambein foi arrorabado, contan-
do o seguinte : 2:5005) em moeda papel, conhecimen-
(o do Banco, ouro e prata, urna cadeia de ouro para
relogio, chata, com 3 cornalinas encasloadas em ou-
ro. um tranceln) de ouro com um passador e mao
que prende o relogio, urna correle de ouro para
relogio ero 3 pedacos, nma chave de ouro para reo-
slo, un alfinete de ouro pequeo para o peito com
pedra crisoliin, tres ar.nelloes lavrados, tendo um as
iuiciaes J. B. A. M o qual eslava empandado, e
outro com o prtmeiro nome por extenso do abano
assignadn, pesando este .> oitavas, emais algumas
peras de ouro de menor importancia; tudo islo foi
roubado, deisando o roubadnr 7 cbavinhas de gaveta
em cima da mesma cumuanda .rrombada, sem dovi-
da para ver se alguma deltas poda abrir as gavetas
sem fazer maior rumor : o abaiio assignado roga as
autoridades policiaes se dignem fazer as neerssarias
pesquisas am de se descobrir o autor de semelhante
alleiilado, e nllerece a qualquer pessoa que der no-
ticia certa do roobo, ou parle delle, ou de seus au-
tores a quanlia de Oode aralitcaao.
Justino Pereira le Andrade.
A anla denominada Santa Rosa, qoe exista ua
rua Augusta, para o ensino de meninas, pelas lilha
de Firmino J. F. da Rosa, mudou.se para a roa Jo
Vigario. segundo andar da casa do Se Thomai de
Aquino Konseca & Filbo por cima de sea escriptorio,
aonde receberao as meninas que seus pas Ih'as qui-
zerem conliar para ensillar o que sabem, e vem a ser
o seguinte :
1. ensinaro a ler, escrever, contar, etc.|
2." coser chao, Ubyrinlho, cacund, bordar de sus-
to e acolchoadu, marcar de todas as qualidades.
3. tpele, lapecaria, matiz, mitanga e ouro, etc. ;
e tambero se faz qualquer destes objectos a feiiiu
por precos razoaveis. A aula principiar no dia I.
de fevereiro.
&dlpei?.
Timm Momsen Winnassa farao lei-
lito, porintervencaodo agente Oliveira,
ilas melhores fazendas para a prxima
quaresisa, COntistindo ca pannos, case-
miras, sedas eoulras muitatque patentea-
rao a etu bons fregiKV.es, a ipiem pelo
presente convidam: terca-l'eia -2!) do
corrente, as 10 horas da manhSa, no seu
aiina/.em, no largo c defropte da igreja
do Corpo-Santo.
O Sr. loaquim Octaviano da Silva
queira dirigir-se a esta typographia a ne-
gocio seu.
Precisa-se de. urna lavadeira lite la-
vede varela, e d conliecimentos de sua
pessoa: na rua de llorlas n. 02, casa de
[rente azul.
Pede-seaoSr. Verissitno Antonio da
Cru/. Soares, qyeira dirigir-se ao armazem
,i;
Attenyo.
ares, queira ttirigir-se ao armase
de tcadeiras da rua do Sol, n. .">, e no
caso de nao o fazer se publicara'qual lie o
negocio,jque por repelidasye%es tem sido
chamado ao dito armazem. tt
Do engenhi. Poeta, no dia 25 ^ corrente, fii-
gio um mulato acabralhado, de idade 18 annos, alto,
cara espinhoaa ; levou um ravlln ruco, sellado :
quem o pegar e levar ao diln enaenho, oa no Recife
na rua de Apollo n. t, ser gratificado,
Aluga-se o agotado andar do sobrado da roa
" cS>' ?^ d J,r',im n- "I, bastante fresen, para grande fa-
milia : quem pretender, dirija-se ao pateo do mo, primeiro andar o. 9.
A mesa regedora da imperial capella de N. S. da
AssoniprAodas Fronteiras, rica stimenle de eloriosas
recoriiaroes e daqoelle zello Religioso qoe moslroa
sempre o fundador da rapella, o mestre de campo
llenrique Dias ; a mesma irmandade me ordenou
que parliripasse ao respeilavel publico, que tem de
solemnisar a fesla da sua divina padroeira no dia 2
de l'cvereirn do crreme auno, nilo com a pompa de-
vida a tilo sublime Senhora, mas ao menos stvm al-
guma deetncia, ainda qne dulornsatr.ente vivemos
em cuidos pelo csiad de ruina em'qoe se acha a
nossa igreja, mediante a grande carencia de seas re-
paros ha dous annos, qaasi que esparamos pela lo-
leria que para e-lc lim foi concedida, mas al hoje
privada ; porcm glorioso em eslejar a Santissiraa
Virgem, baver.i urna missa novo celebrada pelo re-
verendo padre Manoel Simplicio dajjgacraraento, 0f-
ferecida em lenrao do augusto inonarcha, juiz per-
pelun, oSr. I). Pedro ||, e igualmente- a lodos os
.levlos que coucurrerem para a fesla. Advertimos
mais i]ne_o leva..lamento da handeira he na vespe-
ra pelas horas di nnile, que saldr da mesma igre-
ja,para ser colorada. Na fesla sera o orador o Sr.
Fr. Lino do Monte armello, prega.Inr da capella
imperial e provincial, e no 'l'e-Ueum o reverendo
padre mostr capethlo interino Francisco Dtiarle
l'eixolo. Consistorio ein mesa 27 de Janeiro de
IRVi. Joilo Silvestre Francisco de Mello, escrivSo
actual.
Alnga-se um primeiro andar na rua Augusta,
defronte do rhaf.ni/, he muilo fresco, lem muilo
bons commodos e njo he devarada, lem boa vista :
quero o pretender, dirija-se ao mesmo ou a taberna
que tica por haivi ; assim como nm carroceiro para
Irahalhar com boi.
Prelende-sa comprar a taberna que possue An-
tonio Jos Comes de Oliveira. sita na rua de Santa
Rila. ca3a n. t ; e sealguem se julgar cora direito a
ella por qualquer onus a que esleja sujeila, dirija-se
no prazo de :l dias por delraz da dita taberna, casa
terrea n. 23, que lindos os quaes nflo se Rea respon-
savel por cnusa alguma.
Precisa-.se de um feilor que seja bom Irabilha-
dor para lomar cunta do mu sitio com alguns escra-
vos : na rua da l'raia, loja de fazendas n. 30.
No dia 2fi do frrenle appareceram 2 cavallos
rom cangalhas: quem for seu dono, dinja-e a s-
lanaia, delraz da igreja, em casa de Antao Ferreira
Saldauba, quedando os signaes certos se lhe eatre-
garSo, pagando as despezas.
Na Boa-Vista, rua Volha n. S4, precisa-se de3
olllciaes cbaruleiros, 2 de tres por dous e 1 de 10 reis-
Precisa-se de um bom oleiro : na eocheira qoe
foi do Pedro Allain, oo largo da Arsenal, achara com
quem tratar.
Precisa-se de urna pessoa que queira ir com
brevidade.i povo*sao de Panella,. dislriclo de Ca-
ruaru, para condazir uns medicamentos: a tratar
na roa do Crespo n. 10.

F IIFCUFI


flURIQ DE KMlBUCO TiRQA FURA 29 OE JANEIRO Dr. 1856

Terceira edicao.
TRATA1EHT0 HOlEOPATEIGO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
ta ..<*-. ana. H: JEQ --:-m. n ai mw.
ou inslrucgo a povuparase podcrcurai -desla eufermidadc, administrando! remedios mais 'eflicazes
paraalalha-la.amquanlo serecorreaoinedico.ou mesmo paracura l iudepeodenle dcsles nos lugares
em que nao os ha.
TRADUZIDO EM PORTt'GUEZ PELO DR. l>. A. LOCO MOSCOZO.
Esles.doos opsculos eonimas indieagoes mais claras e precisas, c pela sua simplese concisa oipnsi-
eo eslaoalcance de lodas asiutelligencias, nao s pelo que diz rcspeilo aos meios curativos,como prin-
cipalmente ais preservativos que lemdado os mais satisfactorio- esullados cm toda a parte finque
elles tem sido posto* eni pralic..
Sendo o Iralamento iimeopathicu o nico que lein dado grandes resultados no curativo desta horri-
velenfermidade. migamos a proposito (raduzirresles dous importuntos opsculos em lingua verncu-
la, para dest'arte facilitar a soa leitnra a quem ignore o trance/.
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov n.52, por 29000. Vendem-se tamhem
os raedicamenlos precisos c boticas de 12 tubos com um frasco de linclura 159, umadila de 30 tubos com
hvro e 2 frascos de tintura rs. 253000.
O DrRibeiro, medico pela Univer"
sidade de Cambridge, continua a residir
uarua da Cruz n. 13.
SOGIED.IDE EM 0MV\NDITA.
FABRICA DEFIAHETECERALGODA'O,
Aqual oceupa diariamente para mais de
200 apreadiz.es ou obreiros nacionaes
de 10 a 12 annos de idade.para cima.
CAPITAL 300:000,>000.
Socios ern nome cullerlivo gerentes respousaveis
bsenhores : Antonio Marqaesde Ahiorim. Justino
Pereira de I-arias, Maooel Alvos Guerra.
firma social : Amurim, Finas, Guerra & C.
Asociedade tem ja numerosos assignanles, qne
prejazem para mais do valor da metade do capital.
lilla continua a admiltir no decurso desle mez
socios de 1009 at 5:0003.
As pessoas assignanles das primeirulislas, quede-
zejam contribuir para a prompta realisacAo da Ca-
brio* sao convidadas a no demorar suas respectiva?
asignaturas, qne deveiu ser panadas no Ipwo da so-
ciedade.
Noflm do crranle os socios gerentes reclamaran a
primeira preslagao que sera' de 10 por cenlo do ca-
pital subscripto, e passarao os competentes recibos.
As vaotagen* que a fabrica ollerecera' loco que
ella esliver em pleno andamento sero :
1." 12 por cenlo sobre o beneficio animal que ca-
da socio recebera', alein do seu direilo sobre o fun-
do de reserva, que ser de i a 7 por cenlo do ca-
pital.
2.o Uccapaco diaria a mais de 200 operarios, ou
obreiros nacionaes.
3. Consumo de 30 a 40 mil arrobas de alsodo
nacional, o qual at agora nao lemoulro comprador
senao o exportador.
4. Tecido de qualidade superior liso ou lavrado
a 240 a vara, em lugar de 260 ou 280 que se veudi
l

I
aguerreotypo,
electrotypo e
stereoscopo.
No aterro da Boa-Vista n. lerreiro andar, con-
linua-se a tirar retratos por lodos os svslenia. anti-
gos e modernos, c ah se arlia um rico sedimento
ile artefacto! de ouro, e outras qualidade- para a
collocaro dos retratos.
PUBLICAQAO' LITTERAUIA.
Repertorio jurdico.
Esta publicarlo sera seni duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, poisnella encontrarlo por ordem alphabe-
lica as principaes e mais (requemes oceurrencias ci-
vis, orphanologicas, coromerciaes eecclesiascas do
nossofro, com as remissfles das ordenaroes, leis,
avisos e regulamenlos por que se rege o Brasil, e
bem assim resolugdes dos I'raxislas anligos e moder-
nos em que se firmara. Conlm semelbautemenle
as decises das quesles sobre sizas, sellos, velliose
novos direitos e decimas, sem o trabalho de recorrer
collccrio de uossas leis e aviso avulsos. Consta-
r de dous volumescm oitavn, mande fraucez, eo
primeiro sabio ,i luze esta i venda por 80 na luja de
livrosn. 6 eSJa prega da Independencia.
Masearada uni-
versal.
AOS RAPAZES MOCAS DE
GOSTO.
Bale porta o carnaval, e um rapaz de alguma
reputaran nito pode dispeusar um Irage completo a
carcter, assim como loda .a moga qne l'or do bom
goslo nao dispensar collocar urna bella mascar em
seu lindo semblante, e enroupar-se n'um rico ves-
tuario da corle de llenrique VIII; para o que o an-
nuDCianle ofierece a cada um ou cada urna, por alu-
_JU I Suel ou venda, e por coiuniodns preros, alim de che-
o da Baha, e boje nao ha mesrao a mais de 320 reis, \ gar no alcance de lodas as bollos, o mais completo
'prego da ultima venda. sortimenlo dos mencionados trages, para ravalleiro
A facilidade das entradas, que nanea senio de [ ou fao do secuto de Clovis, Carlos Masnu, lienri-
mais de 20 por cenlo do capilal subscripto, permitle que IV, Luiz XIV, da convenrao nacional e do con-
a lodas as pessoas qoe poderem dispor de urna eco- solado ; as espadas c lauras de pao bnlliam romo
nomia ineusal de 5$ pur mez, entrar cumo socio :<>> < Irages femeninos os brilhantet e perolas
de 100;. sao perfeilamente imitados ; emlim lodos os goslos
Sendo as entradas de 10 por ceulo e os pagamen- encontraran onde escolher, na ra do Collegio ii. tS,
loa espadados de pouco mais ou meos 2 mezes, se- \ primeiro andar, onde se v asteada una BANDEI-
rao precisos 18 a 20 para ser realisado o inleiro pa- i KA ENCARNADA. As pessoas que quizerem ver
gameolo de cada subscripto. o bom aceio o bom gosto dos vestuarios, podero di-
Os senhores que residem lora da capital, e qne riair-se a casa do annuncianle das (i as 9 horas da
quizerem entrar uesta ulil sociedade, podero diri-
gir suas carias de pedido a qualquer dos Ires socios
gerentes, ou ao socio de industria F. M. Ilupral,
que tem em sen poder o.livro dassubscriprdet.
Elles declaradlo bs seus nomes por extenso, do-
micilio e o nome do correspondente nesta capital,
encarregado de efTectuar o pagamento das entradas
das prestarfics, quando forem reclamidas.
L'ma copia impressa da escriptura da sociedade
sera' entregue a cada um dos socios n uccasiao de
efleetuar o pagamento da primeira prestarn de 10
por cenlo do capital subscripto.
Pcrnarobuco 3 de.Janeiro de 1856.
F. M. Duprat.
Illm. Sr. presidente e mais membros da com
misso de hygiene desla pioviucia.Diz l'aulo l.uiz
Gaisnoui, dentista franco/, que precisa ,i Geni do
seu direilo, Vi. Ss. erem servidos examinar a pre-
paraco de que se serve par|piinbar denles, e de-
nomiiiou inassa adamauliaMi Bem de verificar-
so que a dita prepararJtd^HHHpirameute de to-
dasas cuBhecidai. l'ede*Vs. Ss. sejain servidos de-
leric-llio com requer.E. R. Me.
jl'auln Luiz Gaignaus:
A inassa denominada pelo supplicanlc- Adaman-
tinae por elle apresentada commissilo de hygie-
ne publica, dilfere de lodas as apresenladas nessa
mesma occasiio por oulros; sendo a coufrontac.no
feila na presenta de lodos. Sala das scocs da com-
rouso ;$0 de ulho de 1855.Dr. A. Fonseca.
?$'*
S DEHTISTi FRANCEZ. *
^ Paulo Gaignoux, dentista, estabelecido na
J ra larga do Kosario n. 36, segundo anJar,
colloca denles com a pressaodo ar, e chumba $
9 denles com a inassa adamantina c oulros me- A
taes. Z
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RL'OFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
posto cm ordem alphabelica, com a descriprao
abreviada de todas as molestias, a indicaclo phjsio-
logica e tlierapeulicn de todos os medicamentos ho-
roeopathicos, seo lempo de acr,ao e concordancia,
seguido de um diccionario da significarlo de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO 1I0RAES.
Os Srs, assignanles podem mandar buscaros seu
exemplares, assim como quem quizer comprar.
O Dr. Firmo medico, inudou
a sua residencia para a ra Nova
ii. 25, primeiro andar, c conti-
nua naexercicio de sua prolissao.

'
AULA DE LATIH.
O padre Vicente Ferrcr de Albuquer-
a"C CjP'"* com sua a"'a ^elatim, do
la 2 dejaneiro em diantc, pela mesma
maneirij e sol as condices ja' annun-
ciads.
Grande panora-
ma diorama.
NAHJAMCIESPO N.I2 TANDAM.
Vistas novas rque muito devora agradar
ao publico.
O proprietano desle panorama declara ao pu-
blico, que amaubaa domingo, este estabelecimcnlo
estara aberlo das i horas da manha as 2 da larde,
e das 6 da lardo as 10 da noile, e nos das de sema-
na tooliuua nasmesmas horas j auuunciadas. As
vislas aovas cxposUs amanuaa ao publico vio abai-
xo declaradas, vontiiiuaudo a tica, essas inesmas
vialas al sabbado 2 de fevereiro.
Grande bombardeamento de Sweaborf,
na Russia.
Grande batalfia de Tcbernaia, na Kus-
sia.
Urna vista de Nantes, na Franca.
Grande cidadede Londres, capital de In-
glaterra, vista da torre de San-Paulo".
Praca da Concordia e Campos-Elysios na
Franca, vista com odia l>em claro.
Tomada da grande torre de Mdakoll", vis-
ta de da
A linda cidade de Cdiz na llcspanha,
vista da baha.
O porto de Marseille na Franca.
Palacio dasTullienes rin Paris'.
Cidade deS. Francisco, na California;
Precisa-sede urna ama deleite orra
ou escrava, (|ue tenlia boas qualidades e
bom leite : quem pretender diiija-se a
ra do Collegio n. 15, armazem. .
No alerro da Boa-Vista n. 12, primeiro audar,
existe ama caria de Macelo para o Sr. Francisco Pi-
res Carueiro.
noile, que a acharan ricamente Iluminada, embora
nao queirain alagar os niesmos vestuarios.
Massa adamantina.
ile gcrluienle recnuhecida a cxcelleucia desla
preparacao para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre fclizes sao j do dominio do publico.
Sebaslio Jos de Olivcira faz uso desla preciosa
nana, para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rem honra-lo dispoudo de seus serviros, podem pro-
cura-lo na Iravessa do Vigario n." 1, loja de bar-
beiro.
,1.
A,
9 continua a residir na ra Nova n. 19, primal-
d ro andar.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ARRE E LIMA.
Ainda existen nlgiins exemplares enqaadcrnados,
e acham-sc a' venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de Freilas & ('.., esquina da ra do Collegio,
e em casa do autor, paleo do Collegio, casa amarella,
no primeiro audar.
No sobrado da ra do Pilar n. 82, precisa-se
alugar urna pessoa livre ou escrava, que saiba cozi-
nhar alguma cousa, para ser empregada neslc c
n'oulros serviros ordinarios de urna casa de pequea
familia, a exceprao de engommado, preferiudo-se
desla ultima cndilo, cdo sexo masculino ; paga-se
bem agradando.
O guarda-livros
brasileiro.
O aulor nesla obra moslra os differenles melhodos
de escripturajao al agora conhecidos, nao so ao
commercio em geral, mas em especial ao commercio
a relamo, e. de urna maneira claro, succinla e cou-
formealei. O guarda-livros brasileiro moslra ex-
lensanienle a maneira romo se escriplora as parti-
das no Diario e oulros mais livro-, em partid do-
nraoas, muta e singlas. Tainbem aioslra o quanio
ne importante um livroftcopilailoreste he um
VITO imprtanle que faz c'psappareccr inmensa* d,f-
iiculdadcs que bao para que urna casa de relallio le-
nlia cscriplurac.lo regular. Alera disso he um qua-
lance de vista o movimento mensal de scu.coinnicr-
co. () ulor nao poupou exforcos para no lodo a-
mr perreila esta obra. () mesjno tem lonsa pratici
do commercio do Brasil. O aulor do guarda-livros
OratUefro conta com a valiosa protecrAo Dio s dos
lllms. Srs. assignanles que j se digaarao subsrre-
ver, mas lambem com o de lodos aquelles a querr. o
seu trabalho se torne ulil. O aulor julga esta obra
de muilo proveilo a nobre prolissao de gitardati-
mu do que he humilde membro. Esper.-sc esla
obra por lodoocorrtDlcmezdoKio de Janeiro. Ke-
ccbem-e aignaluras nesla praca, ra da Cadeia
\ elha do Kecife, loja n. 22. Prego 63 paaoa no en-
tregue da obra, e esla ser distribuida pelos diguis-
simo Srs. assignanles. e nao se vender avulsa.
Grande baile de
mascaras
as noites de ") e 3 de fevereiro, na casa
em que loi o Recreio Militar, piara da
Boa-Vista n. 56.
Esla casa he a mais apropriada para diverliinenio-
desle genero por leralem de Ires excellcnles salas
para baile, lodas as commndidadcs exigidas para os
sumpluosos e magnficos diverliiuenlos, que ilevem
ier lugar uos dios cima referidos. As 8 horas da
noile ledas as salas e de mais aposentos estarao bri-
Ihanlemenlc adornados e Iluminados, llavera boa
Mica, c a ii clbor ordem, visto que os directores
sAo os mesmos dos ilivcrlimenlns que tiveram lugar
na ra da Praia pela Pascoa. As entradas sao : pa-
ra liomein 2?, e para senhora 1s.
Hdame Seasso
modista,
No aterro da Boa-Vista
n. 29,
avisa ao respeilavel publico, que alcm do sua oflici-
na de apromplar vestidos para casamenlos, bailes,
tliealros e paaselo, e os mais perlences para completo
toilette de urna senhora, que de boje em dianle tem
aberlo o sen eslabelecrmenlo, o qual se acha sur-
tido de fazeudas de modas seguiules : corles de ves-
tido de seda com o titulo de poupelina. ditos de tar-
lalana com babados proprios para bailes, chapeos de
seda para senhora, crep prelo, lifes e nohreza de
lodas_ as cores, chales de casemira lisos e bordados,
ntremelos de cmbrala, babadinhos de ci rnbr.ua de
bonitos padies, bico verdadeiro de blondo e deji-
nho. um rico sorlimenlode lilas de seda, gaze e gros-
deuapole lavrados c de lodas as larguras, ditas de
velludo de tortas as larguras, esparlilhos, luvas de
Jouviu para bornens c seuh*ras, dilas de seda lisas
e bordadas para senhora, dilas lisas para liomem,
dilas para menina, meias muilo finas de seda para
noiva, dilas para homem, dilas para ineniuas, pnl-
ceiras de cabello de goslo o mais moderno, enfeiles
p-ra cabera, romeiras e chales de relroz bordados a
matiz, caixas de llores de todas as cores, romeiras
prelas para lulo lisas e bordadas a vidrilho e man-
guilos da mesma qualidade, camiselas o manguitos
de cambraia bordados, e finalmente todo o mais que
diz respeila a modas e ao bom goslo.
I'recisa-se de um caixeiro para taberna, que
lenha pralica do mesmo negocio : na na da Cruz
u. 28.
eseja-se saber oude mora Anlonioda Silva
Machado, alim de se llie'enlregar duas artas viudas
de Lisboa : as lauco l'Onlas u 71.
Francisco Lopes Nngueira retirarle para fora
do imperio.
-ompruv.
Compra se urna arto potica ftila pelo Dr. Se-
raphico : quem a liver quizer vender, aiiuuncie
para ser prucurado.
Compra- urna escrava do mcia idade, que
nao lenha vicios : na rut da l'az u. :t8.
Compra-se papel parnemlirulho Diarios;, a 100
rs. a libra ; n.i ra do Ho-ai lo n. 6j ao chegar ao
palee da Sania Cruz, napadaini.
Cumpraiii-se 18 auno., de bonitas figuras, e urna negrinha lam-
bem da iiifsina idade : o-a cocheira que oi do Pedro
Allain, no largo do Arsenal.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
&>ar.>i>*
I'recisa-se de O.s'OOO rs. a pre-
mio por quatro mezes, para in-
teirar certa quantia, da-se por
seguraoca urna boa mobilia, que
val 1:5000000: quem quizer an-
nuricie para ser procurado, pa-
fta-se adespe/.a do aniiuiicio.
i
i>ublica9&o .luterana.
Acham-se venda na livraria classica do paleo
do Collegio u. 2 por 2 cada um templar, os apon-
lamentos jurdicos sobre as procuracoes exlrajudi-
ciaes com a recopilajao das leis, regulamentos c or-
dens no coverno cerca das mesmas procuraces ,
ludo convenieulemenle annolado e seguido de um
ndice geral alphabelico bstanle illuslrador .la ma-
ten.!, pelo bacharcl formado Jos Maria da Triuda-
de. Esla obra he de grjude ulilidade para as pes-
soas que tratara de negocios administrativos, e de
particular interesse para lodos os empregidifs pbli-
cos, principalmente para os de fazenda. '
l'recisa-se alugar para o serviro de urna fmi-
lia ingleza, urna prela que saiba lavar, cngnmmar e
coser : na ra do Trapiche Novo n. 10.
Lotera do Gym-
av
oasio Pernam-
bueano.
Aos 6:000,. 2:000.-,' e 1:000 0000
Corro-no dia sexta-'eira 1 de fevereiro
prximo.
Os hillietese cautelas do cautelista An-
tonio Jos Rodrigues de Sotiza Jnior,
nao estao sujeitos ao disconto dos 8 por
centoda lei, os quaei se achata a venda
as jojas da piara da Independencia ns.
4-, 13, 15 e 40, ra Direita n. 1^, ruada
Praia n. 50, ruado Crespo i>. 5.
Os premios sao pagos logo que saia a
lista geral.
Bilhete inteiro 7|00a G:000<0nO
Meio bilhete Ti.s.'iOO o:000,s00()
Tercos 2#400 2:000.^000
Quartos 1 800 1:500^000
Quintos LsUO l:200s000
Oitavos 900 750!000
Decimos 760 00000
Vigsimos 400 300|000
O referido cautelista declara que s pa-
ga nos seus bill.etes inteiros, os 8 por cen-
to como tem annunciado.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos billietcsda
lotera 4- da estrada de Mag, que devia
correr a 21 ou 22 do presente ; as listas
esperamos pelo vapor nacional quedeve
partir 2.", ou pelo vapor portuguez D.
PEDRO II, sefor tiansl'erida asuasaliida
de 20 para 22 por diantc: os premios
sao pagos a entrega das mesmas listas.
Precisa-se de una ama para todo o servido de
urna casa de familia : na roa Nova, sobrado n. 23,
segundo andar.
I
LOTERAS D\ PROYIMl.
O cautelista Salusliano de Aqoiuo Ferreira lomou
a rcsolurAo de vender os seus bilheles e cautelas as
pessoas que comprara para negocio, sendo a quantia
de 100j> para cima, dinheiro visla, pelos procos
abaixo notados, na ra do Trapichen. :)6, segundo
andar, em quaolo existir o plano actual de i,000
bilheles na importancia de 24:000, liesndo esles
presos firmes. Elles sao pagos sem o descont de
oilo por cenlo d.i
grandes.
Bilheles
Meios
Terjos
Quartos
(Juiolos
Oilavos
Decimos -
Vigsimos
6)600
25300
23210
l#6B0
1M80
840
680
3C0
ei nos ires pnmci os premios
Kecebe por inleiro 0:0008000
u a 3:000j000
2:0005100
0 1:."i0UC o u 1:2003000
7JO00O0
1) M tiOOsOOO
l> B 3009000
w
mxmaaaBm
COfiSlLTORlft IMTRiL
H0KE0PATHK0.
(Gratuito para os pobres.)
Rita de Santo Amaro, (Mundo-Sovo) n. 6.
t) llr. Sabino Olegario l.udgero Pinho d
consultas lodos os das desde s 8 horas da
maullad al as 2 di larde.
Visila os enfermos cm seus domicilios, das
2 horas em dianle ; mas em casos repentinos
e de molestias guilas e graves as visitas sern
feas em qualquer hora.
As molestias nervosas merecer Iralamcnlo
especial segundo meios boje aconsclhados
pelos pralicos modernos. Estes meios exis-
lem no consultorio central.
I). Thomazia de Alhaydc AHmquerquelMello,
professora de primeira- lelras da ra do Haogel,
mudou sua residencia para a ra das Cruzes, casa
n. 22, primeiro andar ; recebe alumnas pensionis-
tas, exieruas e internas ; ensiua a Ier, esrrever o
contsr, gramniatica porluguza, arilhmelica. dou-
Iriuachristaa, Wier, bordar, labyrinlhar, marcar,
bordar de liuha, la a e seda, fazer tpeles, ele. En-
tina com loda a delicadeza e docilidade, e faz lodos
os esforros para os seus adiantameutoi.
A pessoa com quem Irocou-se um chapeo de
sol no dia > do correlo no consulado geral, quei-
ra fazer o Cavor ir taberna do Sr. Calmeira A Bel-
Irao, a praja do Corpo Santo, ufim dedesrazer-se a
troca.
U cautelista
Salusliano de Aquiw Penetra.
LOTERIVS DA PROVINCIA.
(/ cautelista Salustiatio
de Aquino Ferreira
avisa ao respeilavel publico, que (endo sido alterado
; o plano das presentes loteras da provincia para
,000 bilheles na importancia de 21:0003, tem resol-
lido fazer firmes os precos dos bilheles eciulelas
I como abaixo se demonstra, os quacs sao pagos sem o
descont de oilo por cenlo da lei na* tres prirreiras
sorles grandes em quanlo existir o plano acluil,
pelo qual sao exlrahidas ai loteras desla provincia.
Elles estao exposlos i venda as lojus do coslume.
So he responsavel a pagar os oilo por cenlo da lei
sobre os Ires primeiros premios grandes em seui bi-
lheles inteiros vendidos em originaes.
Bilheles "3000 Kecebe por inleiro
-Meios 33.J00
para o corrente anno.
rolhinhas de algibeira contendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos direi-
tos parochiaes, resumo dos ircpostos ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, cntrudo, mascaras, cemiterio,
tabella de leriados. resumo dos rendi-
mentos e exportaoao da provincia, por
500 rs. cada nina; ditas de porta a 160;
ditas ecclesiasticasou de padre, comare-
sadeS. Tito a 100 reis : na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
flascaiTas.
Vendem-se a I.^OOO, I$600 e 2x000 de
rame: na ra da Cadeia do Kecife n.
15.
lima lio
Araeaty.
Vendc-sa no armi.zem de 1). K. Andrade A Com-
pauhia, rna da Cruz n. 15, cxcellcnle gomma do
Aracaly, em saceos de 4 arrobas, c por commodo
prejo.
Vende-se muito superior feijSo em saccas, vin-
dn ulliinameiilc iln Araraiv : ni ra Nova, loja de
Joao Fernandas I'arenle Vianna n. 20.
Vende-se a snnacao de urna taberna e seos
perlences, sita na ra da l-ingoela 11. 10, lusir pro-
prio par qualquer esUbelecimento ou mesmo de in-
dustria : a tratar na mesma.
Vendem-se saccas com familia de mandioca
muilo em conta : na ra da Praia 11. 3t A, armazem
de Antonio (Jomes de Carvalho.
Vendem-se linguas a I4S o cenlo, carne a
j3>IXI e 63 a arroba : na ra da Praia n. 4.
.L:(|iii(li<;o.
O arrematante da loja da ra do Crespo u. I, jun-
io a casa dova da quina, confronte ao arco de Saulo
Antonio, quereudo acabar com as fazeudas que exis-
ten), veude baralo para liquidar, sem perda de lem-
po. Princeza pela de boa qualidade a 300 rs. o
covado, alpacas finas de superior qualidade a 800
rs. e lo o covado, meias prelas de algodo para se-
nhora a 200 rs., suspeusorios 100 rs. o par, corles
de cassas finas fraoceiu a I3OO. e 23(100 muito li-
nas, lencos de cambraia linos a 20') rs., ditos de seda
daiglndia muilo finos |ra homem e senhora a 130O,
romeiras de cambraia lina de lacos de seda para se-
nhuru a 2o, manteletes de seda linos a 10, maulas de
seda para senhora de superior qualidade a 53, corles
de rlleles de hlazinh* para hornera 11 500 rs., lencos
de seda branca muilo linos a 13, cortes de fustn
para cohetes a GiO o 800 rs. de superior qualidade,
corles de vestidos de cambraia c seda muilo linos a
3 e 09, corles de cambraia com babados finos a 33,
ditos de cambraia de cor a 23500, bretauha de linbo
de (i varas 11 per, fina, a 23200, chales de larlatana
a 800 rs. e 13200, ditos de ca*sa c seda muito linos a
23500 c 33, la para venido de seuliora a 320 o co-
vado, cambraia* de ceres tinas a 320 e i 11.1 rs. a va-
ra, pecas de lil para mosqueteiro de 20 varas a 3-3
a pe^a, curtes de meia casemira de superior qualida-
de a IJtriOO e 23 o corte, meias par senhora linas a
2t e 320 rs. n par, madapoln e algodaoziiiho, e
oulras rauitas fazeudas que per seren inuilas nao se
podem mencionar, e que se veudera por lodo o preco,
na mencionada loja.
Vende-se um o mais vilellos : na taberna do
Andr, na em ru/.ilhadj de Belem.
Vendem-se saccas coiumilho muilo bom, adei-
Uo cinco qua'rtis, medida vclha, pelo preco de 59,
sem sacca : ua ra da Cadeia do Kecife, casa n. 55.
Vende-se nnn rica cabelleira em muilo bom
Oslado, propna para magens ou mesmo para masca-
nidos: na praca da Boa-Vista, taberna 11. i.
UNGENTO IIOLLOWAY.
-Milharcsile iudividuosde todas as naces podem
teslcrauiliaras virludesdeslcremedio incoraparsvel
c provari'in raso uccessario,que, pelo uso que dclle
lizeram, tem seu corpo e membros iiiteirameiile
silos, depoia dola ver empregadoinulilinente oulros
Iratamciilos. Cada pessoa potler-se-ha convencer
dessas carasnurarilitosas pela|eitura dos peridicos
<|ue Ih'aa relatara lodos os dias ha inuilos anuos;
nalor parle dellassao lAo sorprendentes que admi-
rara us mdicos mais celebres, (lnulas pessoas re
cobrarara com esle soberano remedio a uso de seus
bracos e pernal, depois de 1er permanecido longo
lempo nos hospitaes, mide do.vi.un sollrer a amputa-
do 1 li,.|a. ha muilas, que haveudodeixado esses
asvlus dapadeciineulo, para se n3o submetlerem a
essa operaran dolores, forum curadas coraplela-
meolc, medanle o uso desse precioso remedio. Al-
gumas dasiaes pessoas, ua efuso de seu reconheci-
menlo.dccUraram esles resultados benficos dianle
do lord corregedor, e oulros magistrados, afim de
mais autenticaren! sua aflirmativa.
Nin-neni desesperara do stado de sua saude es-
tivesse bstanle conlUnc para ensaiaresle remedio
constantemente, segniidu algum lempo o trala-
menloque n.-cessilas-c a nalureza do mal, cujo re-
sultado seria provar incoolcslavelmenle : Que ludo
cura 1
O ungento he ulil mait particularmente nos
seguales casos.
matriz.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
nanceres.
Corladuras.
Odres de caber.-,.
das cosas.
dos membros.
Eufermiilades da culis
m geral.
E"lerm*Kj0i,Illls
trup^es escorbticas.
Iislulasno abdomen,
rnaldadeou falla de ca-
lor as extremidades.
1 iii-im-,
(jengivas escaldadas.
Iiulineo,...
Inllammacno do ligado.
Lepra.
Males das pernaj.
dospeilos.
de olhos.
Mordeduras dcreplis.
Picadura de mosquitos.
Vuliiiocs.
Queimadelas.
Sarna.
.Stipnrares pulridas.
liliha, em qualquer par-
le que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras ua bocea.
do ligado.
dasarliculares.
Velas torcidas, ou noda-
das as pernas.
.. la Mitiga.
1 lu_see;>teiinguciiln no cslabelecimcnlo geral
uc l.ondres.n. >ll, Slrand.e na loja de todos osno-
carius, droguistas c oulras pessoas cncarregadasde
mu venda era loda a America do Sul, Havana e
Hespanha.
' ,i, aS"" ris cada bocelinha.contm una
'/!, C em Prlui!uez para explicar o modo de
fazer uso dcsle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar-
buco11 ""rua da Cruz cm Peri,am-
a T .v?n(le,"-s,ll|as negrinhas crieuias|, muilo lin-
das, de idade de la 18 aunos, com principios de
vanas habilidades : na rua Direila n. 8.
Vende-se feijao em saccas grandes, chegado do
Aracaly : a rua da Cruz n. 31, primeiro audar.
Vendem-se barricas c meias dilas proprias pa-
ra assucar, c por mdico prec.0 : a tratar com o abai-
xo assigoado.
Saluslino Ephigonio Carneiro da Cuuha.
Vendem-sc saccas com feijao mulalinlio muito
superior, do Aracaly : na Iravessa da Madre de
Ueos, armazem 11.15.
Vende-se estamenha para hbitos dos lerceiros
franciscanos : na rua do Oueimado, loja u. 42.
Vendem-sc duas cabelleiras para o baile de
mascara, sendo urna inlcira oulra meia : quem qui-
zer dinja-se ao aterro da Boa-Vista 11. 2, primeiro
audar.
iridias de Hai.ibnrjjo.
Na rua cstreila do Kosario u. 2, loja de barheiro,
continua haver muilo boas bichas de i.un burgo, que
se vendem aos cenlus e a rclalho, e tambera se alu-
gam por commodo nrerd.
Fazenclas gretas
para a qua- -
resma.
C era de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos prego doqueem oulra parle : oa roa da Ca-
deia do Kecife, loja u. 50, defroute da rua da Madre
de Ueos.
Cal de Lisboa barata.'
Para fechar coutas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 33200, assim como
ha urna porcao da dita cal sola, oplima para caiar
pelo seu hrilhanlismo e durado, e enche-se urna
barrica que lenha sido de bacalh.o por 39 : na rua
da Cadeia do Kecife n. 50.
Tinta preparada ulil oleo.
Na rua do Trapiche Novo n. 18, em casa de E. II.
Wyall, vende-se excellenle 1,1,1,, branca, preparada
em oleo, em lata* de 28 libros.
Eixos e arre ios
:ii
carros.
Vendem-se superiores eixos e arreios para carros :
na rua do Trapiche Novo n. 18, casa de E. II'
Wyall.
Candelabros o lustros.
Acha-se i venda em casa de E. H. Wyall, na rua
do Trapiche Novo n. 18, um completo sorliroeuio de
candelabros e lustros bromeados de3a8luzes.
Vinlio Xerez e Porto.
Vende-.e vinho Xerez e Porlo em barris de quar-
to : em casa de E. II. Wyall, rua do Trapiche No-
vo n. 18.
POTASSA E CAL TIRGEI.
No antigo e ja'bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedia, tudoa
preros muito lavoraveis, com os quaes i-
cai-o os compradores satisfeitos.
Attencfto.
a prcen de
na rua da
Vende-se muilo baralo sourivel vinho,
OO rs. a garrafa, e em caadas a 2J280 :
Sen/ala Vclha, taberna n. lu.
Milito e farinha
em saccas.
Vendem-se saccas com milho c farinha muilo su-
perior, e por baralo ,-ireco : na rua de Santa Hila,
taberna u. 5. .
Vende-se urna escrava para todo servien de
uraa casa, lava bem roupa e coziulia o diario, sem
di-iodo algum, com 30 anuos : ua rua da Senzala
Velha n. 70, segundo andar. .
MOE.NDAS SUPERIORES.
Na findioao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, achn-se para vender
moendas de canijas todas de ferro, de um
o, modello e <;onstuccio muito superiore.
Terjos
Quarlos
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
2^400
18800
13H0
900
760
400
6:000*000
.1:0005000
>) 2:000i0(M)
1:5005000
1:2005000
7.5H$000
tiOOSOOO
3005000
O cautelista
Salusliano de Aquino herreira.
Precisa-sede urna ama que saiba coziohar c
fazer o servico interno de urna casa : na rua Direila
11. l'iO, seguudo andar.
. No dia 19 do corrente, urna preta (cujos sig-
naes nao se est presente) dirigio-se ao segundo an-
dar do sobrado n. I da rua esleeila do Rosario, em
nome de una senhora de nome I). Jlarianna, conlie-
cula da lamilla que uo mesmo cima mora,, de quem
disse a mesma preta ser escrava, pediudo que Ihc
inandasse para amostra alguns vestidos da moda para
por elles laler oulros, o que consigui levar is peras
seiiumtes : um vestido de seda de quadros do cores
dilicrenles cora dous Babados recortados a ferro, um
roupao de cassa com assento brauco e com ramagens
encarnadas e pardas, urna loalua aherla de reuda e
circulada de bio iguala mesma renda, ludo em una
bandeja ; mas endo a dita patsoa que emprcslou
dilos ubjeclos Bacessidade delles, maiidoa saber da
Uta senhora para quem ella suppz que livesse man-
dado pedir, foi-lhe por ella respondido que laes ou-
jeclos nao luvia mandado pedir, d'onde veio a con-
cluir-se que ludo era Talso : rogase porlanlo as au-
toridades policiaes que apprcbendan dilos ohjectos,
caso sejam encon Irados, e gratifica-se com 36)000 a
quem doscohrir a autora de.semelhanle roubo!
Precisa-sc alugar nina preta livre ou
escrava, para todo o serviro interno de
urna casa de pouca familia': no terceiro
andar do sobrado amarello, defroute da
matriz da Boa-Vista.
O Ricardo Terrena da Silva vai a Portugal, e
julga nada dever a pessoa alguma, mas se alsuem se
julsar seu credor aprsente suas conlas alo 31 do
crlenle, na rua da Cadeia Velha n. II.
O Sr. Joaquim Vital do Amara] queira no pra-
zo de 10 dias, (por ja 1er sido avisado por escripia .
tirar os seus penhores que se acham' cm mo do
abaixo assignado lia mais de 8 annos, e o nao fazen-
do, passa a vndelos para pagamento do principal
c parlo dos juros. Recifc 25 de Janeiro de 1856.
J. C. Leal.
Cielo da (osla Campello e francisco Roielho
de Andrade silo procuradores de Francisco Jos da
Costa Campello.
VARABAS E CUIDES.
Um lindo e varrado sortimenlo de modellos para
varandas e fjradariajs de goslo modernissimo : na
fundirlo da Aurora, en, saulo Amaro, e no deposi-
to da mesma, na ruado llrum.
Em c**a de N. O- Bieber i C, rua
da Cruz a. i, veide-sc :
Lonas da Bustia.
Brinzao.
Tintas em oleo
Ultramar.
Cognac em caixas de nina dtizia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos e coi netas.
Por eommodos preros.
Relogios.
Vcndem-se relogios de ouro patente ingle/.: uo
scriploro do agenta Oliveira, rua da Cadeia do Re-
cife n. 62. primeiro andar.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Avisa-seaos seiiboresde engenlio <|iic
para facilitar quso do arcano do Dr.
Stolle pura purKcacao de assucar, ven-
de-se o mesmo b preco do .s'000 cada
lata de 10 libran: vende-se em casa de
N. O Rieber&C.. fita da Cruz n. i.
Em casa dellenrv Brunn & C, rua da
Cruz 11. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espellioscom moldura.
Clobospara jardins.
adeiras c sofa's para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas ilame-
llior qualidade que tem viudo a esla pia-
ra e por preco commodo : na casa de
Adamson Howie &C, rua do trapiche 11.
Relogios
ingle/es de pa-
tente,
os melliores fabricados em Inglalerra : em casa 3e
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 52.
Tai xas para engenhos.
Na fuudicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rua do Brum, passan-
do o cbafariz continua haver um
completo sor timen to de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Relogios de ouro
inglezes de pa-
tente, de sabo-
neleedevidro,
cheiados pelo ultimo paquete, vendem-se por preco
raznavel ; em casa de Augusta C. de Abren,- na ra
da Cadeia do Recife 11. 48, primeiro andar.
Taboado de pinho da Suecia, nlcatrao e plxe.
Me. Calmont 4 Companhia, leudo recebido um
carregameuln desle gciicros pelo brigue sueco O.
Tltcrc:a, de Golhembours, venderlo os mesmos a
retalho por preros baratos: olaboado acha-se reco-
lliido no armazem dos Srs. Carvalho & Irmao, rua
do Brum.
Cartas franee-
zas.
Vende-se um cabriole', em bom oso ; a trata
na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
No escriptorio de Domingos Alves
Matheus, ha para vender por eommodos
precos, os artigos seguintes:
Ricos e elegantes pianos.
Becerrea engraxados.
Ditos envernizadoj.
Flor de Tilia.
Piassava em mollio.
Superior farinha de uian-
diuca.
A bordo do hiate aacioiul C'osiro lia para vender
muilo superior farinha de mandioca de S. Matheus,
poi preco commodo : para tratar, no escriptorio de
Domingos Alves M.llieu-,
Pelo baralo prego vande-se o sewiinle :
Casacas de pauuo liuo de cures com boloes
dourados
l)ls de dilo prelas com boles de setim
Collelesde fosio brauco para liomem
Ditos de seda de cores para meninos
Dilos de setim prelo para ditos
Sohrerasacas de panno -filio de cores
Dilas de dilo preto
JaqueUs de brim pardo
Ditas de ri.r.'idos
Caigas de brim
Chapeos francezes para liomem
Vendem-se a diuheirn vi Nova.
-se a dinheiro a vista, ua loja
Camisas de meia
de pnralaa.
Vendem-se superiores camisasde meia de Ua, pe.
lo baralo prego de 3: na rua do Queimado, loi.i
de miudezas da Boa fama o. 33.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2-B, de" A. J. T. Basto &
Companhia.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por fOOO reis : no; armazens ns.
, 5 e 7, e no armzem defronte da porta da
alfandega, ou a tratar do escriptorio de
Novaes 4 Companhia na ruado Trapiche
34, primeiro andar.
n.
Curies de seda preta lavrada com 16 covados e al-
uum loque de mofo a I23 o corle, sarja de seda pre
U 13700 o covado, dila a 2?, dita liespauliola leg*
tuna a 25/00, grnsdenapole prelo a 1j)300 o covado.
dilo superior a 19700, dilo adamascado superior a
2330(1. sarja de seda adamascada a 2*300, chamulule
prelo para vestido a 2>, velludo prelo a 33OO, dilo
a i5, dilo muilo superior a 59300, setim prelo ma-
cio 395OO, dito a 2>S00, mantas prelas de blonda
de seda a 113, los prelos grandes a US. dilos muito
superiores a 115, um completo sortimenlo de pan-
nos prelos dos precos se=uintes: panno prelo de
29900, 33, 39500, 18, .18, 69, 99 e 108 o covado, ca-
semiras prelas a 18700, 23, 28500 e 38 o covado,
assim como um completo sortimenlo de chapeos pre-
los francezes de muilo superior qualidade, corles de
rllele de casemira prela bordados a 53 o corle : na
loja do sobrado, amarello, nos qualrn cautos da rua
do Queimado n. 29, de JoscMoreieu Lopes.
Pipas vasias.
Na roa da Cruz n. 40, vende-se urna porgao de
pipas vasias, muilo em conta.
Vende-se a taberna da rua da Roda n. 18, bem
afreguezada para a Ierra, e o motivo por que se veu-
de se dir ao comprador.
Uadapolao com a va ra
l'egas de madapoliio coro toque de avaria a dous
mil res, dous mil e quinhentos c tres mil reis: na
loja das seis portas em frente do I.ivramenlo.
\on.Je--o um ascraVO muilo robusto, proprio
para todo o servico, principalmente para armazem
de assucar : a tratar ua rua do Queimado 11. 9, se-
gundo audar, das 7 as 9 horas da mauhaa.
Vende-se tima preta de nacao, moca
ecom algumas habilidades: na' rua da
Guia, taberna 11. 9.
AO BARATO!
Na rua do Crespo, loja n. 1, vendem-se por lodo
o prego fazeudas do primeira qualidade, para acabar
uao se ol,a a prego.
Vende-se nma grande porco de troves de
boas quahdades de 30, 40 c 50 palmos de comprido,
travs de louro e enchameis, e urna canoa de 35 pal-
mos, muilo sa, ludo por prego commodo : quem
quizer procure a Amonio l.eal de arros, rua do
\i--ano 11. 17.
Um terreno com meia legoa de malla virgem.na
ribeira do Santo Antonio Grande, ua provincia das
Alagoas, proprio para urna fazeuda de cafou enge-
11I10 de assucar, e pode ser d'agua por ier rauita
abundancia, e di copeiro ; os pretendiles fallem
corn Aolouio Leal de Barros, na rua do Vigario
u. 11
Aos mascarados.
Vende se linda fazeuda de cores, matizada de
praliado : na rua do Queimado, loja de miudezas
NICO DEPOSITO. .
Vende-se a verdadeira e iucompar^vel
agua dentirice do.Dr. Fierre, muito elli-
caz na conse vacao dos den tes e bom h-
lito da bocea : n botica dos Srs. J. Soum
AC, nico deposito que existe nesta ci-
dade e provincia de Pernambuco.
Obras de ouro
As mais escull idas.
Os abaixo asignados, com loja de ourlves ua rua
do Cabuga n. 11, coufro.ile ao pateo da malriz c rua
fViva, fazem publico, que estao recebendo continua-
damenle multo ricas obras de ouro dos melliores gos-
los, lauto para seiihoras como para homeus e meni-
as, os precos continuara mesmo baratos, c passa-se
conlascomresponsahilidade.especilicando a quali-
dade do ouro de I i ou 18 quilates, licando assim su-
jeitos os mesmos por qualquer duvida.
Seraphim A; Irni.o,.
Vendem-se camas de ferro de superior quali-
dade, e por precos eommodos : em casa de James
Lrablree Companhia, rua da Cruz n. 12.
ECONOMA.
\endem-se caixas com alclria (com 25 libras',
propria para sopa, por dimiuulo prego : no caes da
alfandega n. 7, armazem de Jos Joaquim Pertira
de Mello.
Algodo inonstro a 900 rs. a vara.
Vende-se o verdadeiro algodflo monslro, com 9
palmos de largura, pelo baratsimo preco de 900
rs. a vara : na rua do Crespo 11. 5.
Na rua do Crespo n. 12, loja de
Campos & Lima, vendem-se cobertores
de laa pequeos e grandes.
i3$500 v
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada. as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Santo n. II.
Vende-se ago em eunhelas de um quintal, por
prego muilo.commodo : no armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, praga da Corpo Santo o. 11.
VINHO XEREZ.
Vende se soperior-.inho de Xerez tm barris do
1|i. euteasa Je E. ii. Wyalt: roa do Traiche
n. lo.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Roa da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de |moen-
das c metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
, 1-AliYKINTHOS.
Na rua da Cruz n. 34. primeiro andar, coulihna
a haver sorlimeajo de boas obras da labvrinlho a
venda. J
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton Sellins inglez.es.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candiel rose casticaes bronzeados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Vendem-se superiores carias francezas para vol- Barris de graxa n. 97.
arele a (X) rs. o baralho : na ru do Queimado, 'Vinho Cherrv em harina
l0J^de mradezas da Boa Fama n. 33. ^,M dc [J^ ba" *
I^OHSaS ill.'lS P,lp v a C0<^-*C VERDADEIRO.
j Vende-se o verdadeiro cognac, tanto em gerraf.
como em garrafes: na rua da Cruz n. 10.
bons gostos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-sc ricos leques com plumas, bolola.e
espelho a 2o, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a 1j>800 o par, ditas de seda ama-
relias e brancas par homem e senhora i 12b0, di-
tas de lorral prelas e com bordados dc cores a 800
rs. c 15200, ditas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para homem e senhora a 500 rs., dilas
para meninos c meninas mnito boa fazenda a 320,
lencinhos de relroz de todas as cores a 18, toucas de
Ua para senhora a tul), peines de tartaruga para
atar cabello, fazenda muito superior a .1?, ditosde
alisar tambem de tartaruga a 3$, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a 1s280, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo soperior a 320 a 500 rs.', lindas meias de
seda piuladas para enancas de 1 a 3 annos a 1J800
olpar, dilas de fio de Escocia lambem de bonilas
cores paracriai.gasde 1 a 10 annos a 320 o par. s-
pellios para parede com eicellentcs vidros a 500,
"00, t/e 1200, loucadorescom ps a 19500, fitas
de velludo de lodas as cores a 160 e 2*0 a vara, es-
covas finas para denles a 100 rs., e linissimas a 500
rs., dilas fiiussimascom cabo de marfira a 15, Irn-
gas de seda de lodas as cores e larguras a .120, 400 e
500 rs. a vara, sapalinhos de Ifla para criangas de
bonitos padrdes a 240 c 320, aderegos prelos para
luto com brincos e allineles a 18, toucas prelas de
seda para criangas a 18, travessas das que se usam
para segararcabcllo a 11, pistolinhas de melal para
criangas a 200 rs., galheleiras para azeile e vinagre
a 28200, bandejas muilo finas e de todos os tama-
uhos de 1, 28, 38 e 48, meios brancas linas para
senhora a 250 e 320 o par, ditas prelas muito boas
a 400 rs., ricas caixas para rap com nquissiraas es-
tampas a 38 e 28500, meias de seda de cores para
liomem a 640, charuleiras muito linas a cssles
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armago de ago prateados e dou-
radosa 640, l8e l.i200, lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a 500 rs. e lf, superiores e ricas benga-
linbas a 28, e a 500 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos e grandes, fazenda muito supe-
rior a 640, 800, la, 18200,18500 e 28, atacadores de
cornalina para easac a 320, penles muilo linos para
suissa a 500, escovas finas para cabello a 640, dilas
para casaca a 640, capachos pintados para sala a
640, meias brancas e cruas pira liomem, fazenda
superior a 160, 200 e 240 o par, camisas dc meia
muito finas a 18 e 18200, luvas brancas eucorpadas
proprias para monlaria a 240 o par, meias de cores
para senhora muito fortes a 220 o par, ricas aboioa-
durasde madreperola ede outras muilas qualidades
e goslos para colletes e palils a 500 rs., lucias doo-
radas para raigas cuteles a 120, ricas fitas finas
lavradas e dc todas as larguras, bicos nissimos de
bonitos padroes e lodas as larcuras, ricas franjas
brancas e de cores pra camas de uoivas, lesouri-
nhas para costura o mais fino que se pode encontrar.
Almde ludo islo outras naiUaaimal cousas muil
proprias para a resta, e que ludo se vende por pre-
go que faz admirar, como lodos os freguezesj sa-
bem : na rua do Queimado, nos quatro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa lama
o. 33.
LEONOR D'AMBOISE.
Vendc-se oexcellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza dc Breta-
nha, 2 volumespor LsOOO rs., na livraria
ii. 6c 8 da praca da Independencia.
Meias preta s pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo haralissimo prego de 18800 o par, djlasdc al-
godn prelas a 640 o par : na rua do Queimado, loja
dc miudezas da Boa Fama n. 33.
Moinhos de vento
om bomba s,l o ropuvn para regar borlase liana,
derapim, nafundicade L). W Bowman : naroa
do Brum ns. 6, 8e 10,
Cortes de cassa para quem quer dar fes
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se cortes de cassa chita de bom goslo a
28, ditosde padroes franceses a28100, cassas roa*
para aleviar luto, dilas preta depadroes miudos a
J o corle, alpaca dtseda de quadros de todas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico tanlo piulados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra homem a 18 e 18600 ; ludas estas fazeudas ven-
dem-se na rua do Crespo u. 6.
Pipas vastas.
Vende-se porcao de pipas vssias proprias para H-
*- 178 cada orna : a
Alves Guerra, oa
tratar no escriptorio de Maooel
rna do Trapiche n. 14.
_ L1QLTUACA0\
O arremalanle da loja de miudezas da roa dos
Juarleis n. 24, quereudo acabar
eiistem, vende barato
de lempo.
Franja coro bololas para cortinados, pega
J apel paulado, resma, (de peso)
Dito de peso, resma
Ua de cores para bordar, libra
Feotes de bfalo para alisar, duzia
Fivelas douradas para caiga, urna
Groza de obreits muilo finas
Lengos de seda linos, ricos padroes
Caita de lililes de marca
Meias para senhora por
Penles de tartaruga para segurar cabello
Grozas de canelas finas para pernio
I lilas de bolucas finos para casaca
Meias prelas para senhoia, duzia
Dilas ditas para liomem
Lacre encarnado muilo lino, libra
Papel de cores, mago de 20 quademos
Duzia demueles
Espedios de lodos os nmeros, duzia
I.mi,a de novellos grandes para bordar
Ricas lilas escocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem coslura para homem
Ditas de seda n. 2, pega
Trancas de seda branca, vara
Caiiiis de ra,/, duzia
l'egas de filas de cus
Lapis finos, groza
Cordao para vestido, libra
1 oucas de bloode para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e oulros muilos arligos que se toruam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que n3o se duvidara
dar um pouquinho mais barato a aquello senhor le-
gisla, que queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira mao.
Vende-se azeile de colzo em bojtias, pelo ura-
co de 19600 cada botija : na rua da Cruz ul22.
as miudezas que
afim de liquidar sem peda
45000
30000
-'5700
79000
3000
100
(3000
I5.VHI
240
240
49000
29000
28000
39200
280O
15800
600
720
29OO
19600
900
;tjs3()o
380
400
19600
300
25400
19200
lt200
19000
<&croD0& fugfou
F'ugio no dia 2 de Janeiro do corrente anno, do
engenho Malemba, comarca de Pao d'Alho, um mu-
alo .'e nome Faustino, quer j piolar, estatura re-
gular, e urna negra de nome D.imiaoa, baia, muilo
regri.la : quem 03 apprehender leveao engenho ci-
ma mencionado, que ser gratificado com 309000.
Dtsappareceu no dia 17 do corrente, da casa
do advogado Francisco Carlos BrandAo, na roa do
Collegio 11. 16, urna sua escrava de nome Anna, ca-
bra, de idade de 16 anuos, pouco mais ou menos, a
qual tem sido visla nesla cidado e nos arrabaldes :
roga-se a quem a cohecer, que a faga preuder e
conduzir a casa do dito seo senhor, e aos capilaes de
campo, outras pessoas que vivero ds prender escra-
vos fgidos, proinelte-.-e urna boa gratificagSo. Os
signaes da referida esclava sao os seguintes: plida,
leudo algunus marcas de beiiga no rosto, boa esta-
tura, secca do corpo, falla um ponco gaga, e bem
vestida.
No diu 18 do crranle fogio do encenbo Fra-
goso, termo de Olioda, om mualo de cerca de 20
anuos de idade, acabocolado, cabello corrido, sem
barba, e he sapateiro : quera o apprehender leve-o
ao dilo engenho, ou a rua da Aurora n. 11, que se-
ra recompensado generosamente.
Continua andar fgida a preta Merencia, cri-
oula, idade de 28 a 30 aunos, pouco mais ou menos,
com os sigoacs seguinles: falta de denles na frente a
urna das orelhas rasgada proveniente dos brincos :
quem a pegar leve-a a rua do Brum, armazem de
assucar n. 12, que ser bem gratificado.
F'ugiram na man,nado dia 19 do crranle dou
cscravos um por nome Theodoro, prelo, crioulo, pes-
cador, baiio. corpulento, com muilos cabellos brin-
cos pela barba e peilos, idade 35 annos pouco mais
ou menos; oulro de nome Jorge, mualo, baixo
secco do corpo, pouca barba, quebrado da verillia '
lem do ladoesquerdo do roslo urna cicatriz, esle es-
cravo foi do Sr. Maooel Thomaz es-carcereiro
eonduziram com sigo urna caixa, na qual levaram
loda roupa que linham, caigas e camisas de algodao-
zinho de listras. camisas de uiadapolAo, urna dila de
baeta encamada j usada e cobertores ; roga-se as
autoridades policiaes e capilaes de campo queosap-
prcliendam e levem a rua da Concordia n. 26, arma-
zem de malenaes que sero generosamente recom-
pensados.
PERN.: TVP. DB M. F. DB FARIA.-1856
i
39000
1 59000
19000
500
500
69000 i
9000
laooo
15000
39000
59000
11. 2 ds rua
-t
r
r
V

.
.


.TOADO