Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08823

Full Text
r
ANKO XXXII. i n.
I
Por 3 meses acuantelos ifQOO.
Por 3 mezes vencidos 4500.
SABBADO 211 lli; .JAMBO Di 18*1,.
Por auno adan tado ISfMO.
Porte franco pan o subscriptor.
DIARIO DE
ENCARRECADOS DA SUBSCRIPTAO' NO NORTE-
Parahiba. o Sr. Gervaiio V. ila Natividide ; Natal, o Sr. Joa-
quim 1. Pereira Jnior: Aracaty, o Sr. A. de Lcmos Braga ;
Cear, oSr. J. Jos deOliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mer-
ques Rodrigues; Piauhy, o Sr. DonriagOl Ilerculauo A. Pestes
Cearense; Para, o Sr. Justiano J. 11.uno-; Aniazonis. O Sr. Jero-
nymo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oliuda : lodos os das.
Carura .Bonito e liaranhiins I nosdi.isl e15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Kiu' e uricurj : a U e 28.
Ooianuae Parahiba i segundas^ sextas-feiras.
Victoria e Natal : as quintas-feras.
ACDIEKCIAS DOS TRIBCKAES DA CAPITAL.
Tribunal do cunimercio : quarlase sabbados.
Ui'l.n;... tercas-feras e sabbados.
Ka/enda.: quartas e sabbados as 10 boras.
Jui/o do commerrio : segundas as 10 horas e quintas ao mcio-dia.
Juio deorphaos : segundas c quintas as 10 boras.
Primeira vara docivel : segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara da eivel quartas e sabbados ao mcio-dia.
KPIIEMF.IUDI.S DO MI./ DI". JANEIRO.
7 La nova as S Doral,48minlo*.49 segundo da tarde.
11 Quarto creseente a 1 hora.21 minutos c -18 segundos da tarde.
22 La cliei.i a 1 hora, 10 minutse 48 segundos da in.iiili.ia.
30 Ouarto mingiiaiileas Shuras, ltt minutse 48 segundosda ni
l'l.i.A.xlAK lE IIOJE.
Primeira as 7 horas e i- minutos da rnanbaa.
Segunda as 8 horas e ti minutos da tarde.
DAS da semana.
.:> aexu# A r tu. r-... .i.. *>. i'aula jt>. s. Au.ini.is.
26 Sabbado. s. Policarpo p. m.; s. Tonogines m.: S. Isaluildas.
27 Domingo da Sexagsima. S. Jo.io Chrysoslomo b. doutor da I.
cmaiiiii i.ados DA sciMCq* xo si
Alagoas, o Sr. Claudino Filcio Das 1 Babia, o Sr. U. IluprM
Rio de Janeiro, oSr. Joao l'treira Marlins.
Eli i'i itwMitico.
O propietario do DIARIO Manuel Figurina de Faria, na mi
livraria Piafa da lude[Hiidencii ns. 6 e 8.
/
COMBANDO DAS ARMAS.
Qnartel general do comisando das armas do
Pernambuco na cidade do Recite em S> de
Janeiro de I8S6.
ORDEM DO DA N. 192.
O marechal de campo coraraandaale das arma*. I
(endo ajuizado as informarnos de conducta tos ofll- i
ciaes, inferiores, c cadetes dos corpos dn exercilo I
sob sua jurisilir.m, re.ilivas an segumlo semestre iln
anno pretrito, observou que nao obstante as relie-
xes qoe fizeraeiu ordem do dia 19 de agoslo iillimu
sob o n. 19, a respailo das irregularidades que en-'
conlrara tus informacoes de conducta do primeiro
semestre, afm de serem corregidas anda deparoo
enm alguiuas dessas irregularidades c ootras que I
ulgou comequeole publicar, na espectaliva de que
se nao reproduzamnas facturas iiiformacoes, e daj-
x.i de mencionar os corpos em que ellas se deram.
visto como lodos devero evita-las.
Os ofliciaes ainda nao eslavam devidamente col-
locados ; porque le mistura con os de lucirs, se
achavam os do corpo de saude.
Os sargentos, c cadetes tambem nao eslavam re-
gularmente eollocados ; por quanto convem que lo-
dos os sargentos, inclusive os sargentas cadetes, pre-
cedain na ordem de antiguidade, aos simples ca-
detes.
Foram indevotamente incluidos as inurmaccs,
capelaes e os laciillalivos engajados, pela razio de
que nem estes hiero paite do corpo de siudc, e
nem aquelles da reparlico ecc'.esiastica lo exer-
cilo.
Coromandanle lioave, que deixnti de darlar e ns-
1T a foHia qae lhe di/.ia respeilo, e oolros lac-
n e assignaram, sem o dever as nbservacen.
Jos Joai/uim Coelhn.
/
ao, |iaia que uuuviuuu os seus camaraua:,. inania
lumar a seguiute caria, que lhe foi endercradn;
que: que em seguida sejam igualmente pobliea-
PORTU.YL.
A commissao central dos olliciaes militares 1.: 1
liaba, do exercito couvencionado em Evora-Munle,
sempre desejesa de dar a m.iior amplitude i discu.
sao, para qoe couvidou os seus camamilas, manda
pu'
e q
das as seguales peras ofliciaes, alim do scu couteu-
do chegar ao conhecimeulo de todos, e mellior se po-
derera haver em seus juicos ;
1.a A capituladlo d'Ourem.
2. A capilulaco do Caslello de Vide.
:(. A couvencao d'Evora-Monle.
S-da das reiinuies da coiiiiii.-.'ni la de novcmbio
de 1853.
O secrelario,
. fV. da Silca l'ieira.
CARIA A OUE SE REFERE O AVISO SUHlA.y
Illustrissima commissao central,*
dos olliciaes da 1' liulia do exer-'
_* cito conveucionado em Evora-
Monie.
Aceitando o coavile, que tan judiciosamcnlc
fizles em i do presente mez, eu vou, nao diecatii,
mas lalvez illucidar o ponto da questAo. Publica,
sentares, o seguale apontamento chrouologio, e ve-
jamos o que a elle responden! os impugnadores.
Dia l de maio de 1831. Napier intima o go-
vernador de Ourem para entregar a prara.
Dia 15 de maio. He assiguada a capilula;ao de
Ourem, e nesla se estipula :
1. Qae lodos os olliciaes e soldados, geralmeute
lodos os individuos caae se acb.un ao serviro de I'.
Miguel, serio recebldos romo se nunca livessem
obrado coutra a causa de II. Mara II, e que lauto
os ofliciaes como os soldados cscollierio o sou fu-
turo desliuo, como mellior llies convier.
2. Que ser permillido aos olliciaes con-ervarein
us seus cavallos e bagagens etc., etc.
N. B. Aqu vemos considerados, garantidos e re-
coubecidos lodos os poslos t empregos ; mal lodavi
os ofliciaes que all capitularan! anda al boje nao
foram alteodidos, ao passo que os da avallara de
Chaves, que scu -chele posteriormente entregara,
esli no gozo de suas patentes Deve, ou nao o
governo os postse sidos aos olliciaes que [capitu-
laran! em Ourem '.'... Responda o Sr. Napier, res-
pondam as nac/>es signatarias do tratado da quadru-
pula-allianra, e responda o muudo inteiro.
Dia 17 de msio. O Sr. D. Pedro proclama, do
seu quartel general do Carlacho e diz, entre ootras
cousas < que a llespanlia ja rccouheceu o governo da
ranilla, e que as suas for;as enlraram em Portugal."
N. B. Rcpare-se que lie o proprio Sr. 'J. Pedro
quem dos da-ludo o direlo para dizerinos, que lo-
mos coagidos pelos oslrangeiros e que ellcs devem
seros garaules das capitulaijes quo Bzennos depuis
que inlervieram.
Dia 22do maio. O Sr. Jos Antonio de Aze-
vedo l.eino-, leneule general graduado, e comman-
daote do exercito de operaijcs, escreve aosSrs. con-
de de Saldnulia, e duque da Terreia, propondo-llii-s
urna suspensao de armas.
Dia '\ de maio. O mesuio Sr. Letnos propoe
aqoelles una conferencia.
Dia 2i de maio. Este dia foi abundatite em
peais olliciaes, e precisatn ser erludadas com pla-
cidez. *
\ amos euumcra-las.
O Sr. conde le Saldanlia ollica rcspunJcDiln
ao Sr. I.hiiio-, e commuuica-llie por essa, occasiio
i que S. M. I.'o dajaae de Braganca, resente em
lime da raiuha,e commamlanle cm chele do exerci-
lo, ja raticou o tratado foito com a Inglaterra,
Franca e llcspanba, no qual as qoalro potencias
se obrigam a ompregar todos os mcios de que pos-
sam dispor, e nao deporem as armas al pie os
(r
OS FMIOSJrK FORTOA. (*)
Por Paulo Feval.
CAPITULO \l\.
O ultimo recurso.
Era Um salan do palacete DesJardios. Peler Itris-
lol *rteitara com milita gra;a e mediante alugnel a
bafliitiir.li) do Nstor la Irib Ricarda. Um bom fogo
nidia na cbsminc, junto da qual Vaotier que esla-
va decididamente eslabelccido como monloino em
casa lo rico banqueiro americano, examinava a cor-
respondencia : correspondencia privada, liem en-
tendido, pois as carias de commercio chegavam ao
palacio sito do nutro lado do terraro.
Ali! senhor Vaotier. disse Du Taillis abran-
daudo a voz, ebeguei aqu ao ineiu-dia em ponto :
hora militar e suquasi qualrn boras...
Tiruu do bolso um enorme relogia le miro redon-
do romo urna rebota.
Nao lhe poSMl lar neiibum remedio, senhor,
responden Vautier.
Mcu charo, disse o artista que aquecia os pea
obre os ales da cliamiu, vimos aqoi todos o* .lias
enfadar o etcellenle senhor Petar Briitol... an menos
he justo qoe elle nos trate a seu goslo !
O artista emaarerera, e seu semblante pontmlo e<-
piimia nasfra melancolia ; rstavacoborlo do iucto pe-
los sens quaienta mil francos.
Charo senhor Vautier, pergnntiiu o substitu-
to, Vmc. pensa que elle nos receher boje, nao be
verdade '
Vida Diario a. 21.
ilou- prelendenles as coroasde Porlugal a de lles-
panha lenham sabido da Peninsiila. n
N. B. Ainda nao estar lemonslrado, que fomos
eoasjdoi a capitular, e qoe vergsmos sob o pe*i de
qnalro nanies eolligadas'.'
O Sr. Jos Antonio de Azevedo l.emos, len-
le general graduado, e cominaiidaule do exerrilode
operaces, acensa a reccpcs do ollicio anterior, e
diz que o seu governo enderei.'ou urna communi-a-
CO franca ao niini.tro de S. M. britnica em l.islma
sobre a abeilnra das intentadas negociacjlieg, e islo
pelos inlecedenlM convites que aquelle diplomtico
havia feilo etc. Diz mais. que naquella larde
ehagara ao sen qoartel general o coronel Wilde, ad-
l'lo i lesarao britnica, a dai-tbe parle do tratado
feilo com i Inglaterra. Franca e 11,'spanba.
N. II. Veia-se que vo eulrar em negociar^Ves,
a que he chamad a ellas o governo da Inglaterra,
por causa los antecedentes convites que havia feilo
o seu einhaixaitur.
O ministro da guerra, Agoslinho Jos Freir,
dirige do Paco das Necessidades um aviso ao Sr. lo-
que da TcTceira cm que lhe diz, que o Sr. I). Pe-
dro quer que sejnii applicaveis noinimigo aipiellas
generosas roneessoea, que lia pouro lhe ofl'ereceu
na sua proclamarao, e que est decidido a ra-
liliear.
0 mesmo ministro, em nddirionamenlo so avi-
so antecedente, liz ao dito Sr. duque da Terceira
que nao deve garantir a individuo alguin do exer-
cito rebelde os postos que lhe foram coufernto* pelo
usurpador, ainda inesiiio que tenlia feito serviros.
V II. Este aviso addicional lie um perfeilo
contraceiiso, e senao digam-no-, em que consistan!
essas generosas coucesses logo que se negasse a con-
lirmacao los poslos '.'
U mesmo ministro aeeasa a recepcao ilo nfli-
cio, em que o Sr. conde de Saldanha lhe participa
ter ih.'-.i I o Sr. (.urdes ai sen qiiartel general, e
diz que o Sr. I). Pedm vai responder por va do sen
ajadanle general.
O ajadanle general do Sr. I). Pedro ollicia
do quartel general as Necessidades. ao Sr. conde
de Saldanha, dizendo-lhe que despega 'mmediala-
ineule Antonio Joaquim (iiiedes. ordenando-llieque
declare ao everrito rebelde que ileponha as armas
deven.lo contar com a clemencia do Sr. D. Pedro.
N. I. Examiiifliidn com allenrao as pacas olli-
riaes, que ueste lia se expedirn) das Necessidades,
v-se a toda a loz, que ja reinava o desejo le so-
phismar aquellas generosas eoncessdea que eslavam
promeltidas. Quando o ministro da guerra ollicia
ao Sr. conde de Saldanha traa o Sr. duodcs por co-
ronel, indo asejm coherente com o scu aviso addi-
cional ; porem o ajanando scueral nto o enlende
assim, e para evilar couiproinetliinentos nao lhe re-
conbece |ioslo, e lrala-0 pelo seo nomo !
Assigna-se em Porto- llegre a rapilulargo le
Caslello de Vide, e nella encontramos :
i Primeira: Todos os chefes, olliciaes e mais tropa
que boje existen) cm Caslello de Vide perlencentes ao
exen ilo do Sr. I). Migoel so considerarlo como
apresenlados ao exertilo de S. M calbolica I). |-a- I
bel !I para conservarlo das suas bomas, Ooaprogos
acluars, ainda aos que quitaren) rouliuuar no serv
ro de S. M. Rdaussima 0. Mara II, como aos q
preferir) reitiloir-se s suas rasas, bens c I
zenilas. a
" Oainta : Os chefes e olliciaes que preferirn ir '
liara suas casa, e nao qiiizercm seguir o serviro le
S. al. lidelissima disfruclarao os sidos haveres le
seus poslos aoloaet, em lempo, modo e forma que
se conceder aos corpos do dito exercito.
i Sexla : Ficam garanli.las as anteriores roinli-
ciies pelo governo legitimo da Sra. I). Isabel II. ..
i Dcima : Toda a duviila que occorrer acerca
das prcccilenlcs condiccoes sera entendida a favor
dos que evacuam a sobrcdila prara de Caslello de
Vide.
s- B- Oue pode haver de mais claro e eiplicil,
lo que esta eapllaleclo .'... E comludo est anda
por riimprir.
Dia 25 de maio. O Sr. duque da Terceira nlli-
cia ao ministro da guerra. renietleiid-lhe por copia,
a resposU que leu a primeira mensagem do gene-
ral l.emos.
.\este mesmo dia tambeni o Sr. conde le Sal-
danha ollicia de Monte Mor Novo so lili, e Exm.
Sr. Jos Antonio le Azevedo l.emos, remetiendo
copia daa ordena que lem recebid. e de que nao se
pode desviar. Cmclue :
o Repilo que V. Exc. ser responsavel pelas vi-
da las pes-oas da real familia, que sa arliain~ei
Evora, se expozer a cidade aos horrores de um as-
salto. >
N. II. Oiiserve-sc romo progressivamenle va i
augmentando ,i cuaccan.
Ilia 26 de maio.O ministro da guerra, Agosli-
nho Jos Freir, ollicia ao Sr. duque da Terceira. c
cm lre> ve/es que se refere ao Sr. Lcmos chama-!
lhe .'r/ero.
N'. II.No dia 21 he o Sr. Cuede. tratado por os-
le ministro como coronel, e no dia 2( he o Sr. Lc-
mos Iralado por este mesmo ministro como general]
Senos disserem, que ao cscrever no dia 26 ainda
nlo i mili conheciinciiloda convenci d'Evora Mon-
te, respondemos qoe muito menos o podia ter no
dia 21. ou eulao fui derogado o seu aviso addicio-
nal.... Ouem sabe '.'
Eulaholou-se a capitularan como lhe chama
Napier e be a-signada em Evora Monte.
Lacenlos urna visla d'olhuf sobre esta peca olli-
cial.
Art. I.Amnista gcral.
Arl. A.Os ulliciars militares amnvsliados conser-
varan seus poslos legtimamente conferidos ; c o
governo se obriga a pcover i sua subsistencia, na
propoirao d.is suas graduarOcs.
/>. II.lio este o artigo sophismailo pelo governo
ha quasi vinte e ilous aunas ; lijas perguiitaremos,
Nao pens nada, senhor.
Ivssa lie boa substituto, exrlainnii Des Jar-
dins, como queros que o senhor Vaolicr sailia lal
roiisa '.'... Estamos aqu volitado para o esperar-
mos. Se n.io o virnios boje, vollareuios amanhaa.
Recoslou-se na poltrona, e accrescentou como se
o empenho dos nutro. Ricardos o indignaste seria-
mente. Ira !
Ahi eslavam lodos : Du Cuercl que approximava-
se o mais possivel de Vautier para cahir-lhe cm sra-
ra, La l.iizerne ainda um tanto resentido da ceia Va-
rhelte, a lia Natalia que tra/.ia descarailamente o
chale de casemira da ludia, emlim madama Des .lar-
lin- e sua amavL'l filha, a qual linha na man um ein-
brulbo contendo rhinellM de tapete. Zeta as linha
come;ado para a fest do primo Des Gaanes ; po-
rm as peaVois arruinadas nao (em mais festas, e /.e-
lia acabara as cbiuellas para Peter Bnstol.
Irra! repeli M.is-ouneau, ha oiin das minha
miilhrr diz-ine Imlas as mauhas: Vai ver o senhdr
l'eter llrislol... Venlioapenns levanlo-ine da cama,
lico aqui at a mul, e nunca o vejo !... Tenho ra-
zan de qneisar-me : irra !
K durante esse lempo que faz a prima Augus-
ta .' pergaoloo Sopliia Des lt.ilive.iuv.
1. -miiIh im.itii-iii itii-.i. responden oantigo ad-
vocado, para u evmiie do uosso pequeo.
Vaulicr fez um maro las cartas que arabava de
percorrer, niclleii-as dehaMi do braco c sabio.
Todava conven) que eu seja despachado, mur-
mtiinu Du Taillis ; meas negocios nao pndem estar
asiin abandonados I i iia Normaudia... Ksse senhor
VaoliiT ini'i i o.i- prnmellidn...
O qoe"... pergantaram Indos os Rieardaj no
mesmo lempo applicando o ouvdo.
Poij bem Disse Du Taillis, sej.unos francos
urna vez em nossa vida !
Sin), mas urna vez siimenle .' iulerrompeu La
Luzerne. o qual nao linha ainda empregado ne-
nhun de seus chistes.
seriam mais beneliras e generosas as instrucjies la-
das ao general Rodil do que aos dotis marechaes '.'..
Nao se applicafa a' convenci d'rivnra Monte esse
tao conhecido e usual artigo, que na capituladlo de
Cislello de Vide vem formando a decima condicao,
a saber : 'toda a duvida que occorrer acerca das
precedentes condenes ser cnlendnla a favor dos
que evacuam a prara '.'
Arl. 'i. Iliveiii cim os rmpregados eccle*a*licos
ecivisa contemplaran de que por seus areteos e
qualidades se lomaren! dignos.
N. II. lano aquelle legtimamente conferid'*,
de que trata o arl. 3, nao se refere a terem sido
dados os poslos durante o governo do Sr. I). Miguel,
que vemos nto reproduzir a mesma coudi;ao. a res-
peilo dos eeelesiaslicoa e civis. Que respondern a
islo os sopbislas ''Prosigamos. ^
a O cuminanilaule em chefe das forras reunidas
em Kvnra, lepois de aceitar a referida concessao em
lime de todas as pesioas nella compreheudidas
cunveiu para a levar a elleitu nos seguintes arligus
de execucao ele.
Art. i....... edividir-se-hao segundo a natura-
lidade das praras, un trupas que debaixuda respon-
sabilidade dos seus antigm ofliciaes marcharao pa-
ra as localidades etc.
N. B.As tropas marchan) dcbaixo da responsa-
bilidadc dos seus antigos olliciaes, sem di/.er se en-
tre elles havia algum clas-ilicacao de legitimo* ou
Ilegitimo*. No caso della existir sii podiam marchar
sob a responsabilidade dos que ainda fossein olli-
ciaes, pur iso quo os outros tinli.iiii deixado de o
ser, e nao podiam ohriga-los a nenhum servido.*
Succeucu assim '.'... nSo, e nao por urna razao mal
simplesporque lodos crarn, e licavam sendo olli-
ciaes, assim como os capitulados em Ourem, e em
Caslello de Vide.
Assignaiu aconvencao : duque da Terceira, ma-
rcclial do exercitoDonde de Saldanha. marcrlml
de ejercitoJos Antonio d'Azevedo Lcmos. tenen-
te general graduado.
N. II.Os dous marechaes reconhecem o posto ne
teuenle genera! com que asigna o Sr. l.emos, e to-
dos ires Certifican) pur esle acto a garanta dos pos-
tos aos convenciouadus.
Sii estas asignatura s.io mais do que cxuheriiile
prova, de qae a convenrao conserva os postos a fea"
os olliciacs.de que a legilimidaile dellrshe cuten lida
como a commissao eleita lia reuuiao de -' do se-
tembro tao nia^istralmente a deliino.
Anda ueste dia 2l de m.uo ollicia ao Sr. D.
Carlos o secretario da legarao britnica, e lhe parti-
cipa que o general Lemo* acaba de concluir um ar-
ranjo delinivo.
S. II.A lleapanha a a Inglaterra declaram-se
publicamente lladora das cnncessoesonlorL'adas pe-
lo Sr. D. Pedro : Rodil, no lia 2, liz pie licain
garantidas as condiees da capitularlo de Castalio
le Vide pelo governo legitimo da Sr." I). Isabel II;
D Sir liraiil. no dia a6, noticia que o general t.em<><
*\raha do concluir um arranjo definitivo, a que elle
asVisto e de que toma coiiliccimentu.
Dia 27 de maio.Os dous marechaes ollcan ao
ministre da suerra | Vcmlinho Jo.c Freir) roinmu-
niando-llie que liontem li noilc leve lugar a sua
entrevista com o general Ltuum, e que o\geiierul
l.emos parti pela meia noile portador d'um dos as-
signados, etc.
!\. I!.A conv cneji ja est assignada, e em
todo o seu ITcilo ; mas os marechaes nao Iratain o
Sr. Lentos por nenbom nutro posto que nao seja o
de general, por isso que a mesma convenro Ih'n
conserva e man -m.
He tambem oeste dia 27 de maio que o Sr. D.
Pedro assigna um ilecreto, que vem referendado
por liento Pereira lo Carino, Jos da Silva Carvn-
Iho, Agoslinho Jos Freiic, Joaquim Antonio d'A-
gniar, e Francisco Simes Margiochi. o qual lleve-
mos ter cm vista na questao presente.Ei-Io ein
extracto :
Arl. I.Aun xslia geral.
Arl. 2.Os amuystiados [lodei.io livremcnlo sa-
bir do reiuo, elr.
Art. :t.Os olliciaes militares amnvsliados que
uo prazo prescripto no arl. I (18 horas', jurarem h-
dehdade ao governo la ranilla conservara seus pos-
los legtimamente conferidos, e o governo provera
sua subsistencia na proporrao das suas gradua-
cocs.
Os ministros e secretarios d'estado do todas as re-
parti;iies o lenham assim entendido etc. eli.
N. B.Concluimos com o presente decreto
nosso anoolamenlo chronologieo, e pedimos a lodo-
o bnmem imparcial, sej.un quaes forcm as suas
craneal polticas, .pie baja le ser juiz na actual pre-
lenra dos olliciaes conveiicionados em Evoia
Mollte.
Para nltima e terminante prova do odio emnre
sustentado contra os militares, veja-se-se, que nao
Obstante a omissan, que se nota nu decreto de ilia
27 a respeilo dos empregados civis, estes feram al-
ientdos em :i de agosto de 1S.V1 etubora que com
urna injusta clasilicarao', ao mesmo passo que ha
aHda boje conscicncias tao emperradas, que se atre-
ven! a pr em duvida o uosso inquestionavel dirciln
aos poslos que tiuhainns no lia 211 de maio de
I8:ti !
Lisboa l.lde tmvemino de IRi.
I m i>lficial amngitiada.
O CORPO F. ALMA DAS FOUi.AS Rl SSAS.
De um correspondente polaro.)
Fomos obsequiados com a Icilura de cartas parti-
culares viudas das margen lo Vi-mia que derrama-
ran) nova luz sobre as fontcs donde he derivado o
pudre millar da Rus-i,i.
A Polonia e a Finlandia -ao acqiiisi;es da mais
vital Importancia para a Itiissa, e ao mesma lempo
as mais perigosas para as nacoes oecidentaes. A pri-
Todos nos sabemos, eonlinimu o criador, oque
-e pasta la cm Anjou... Madama Des Carennes est
mui ilnculc, e Des (iarennes cabio em demencia :
essa gente nao existe mais... resta sua casa, a qual
emlim vale aluuina censa.
O caslello nao eslava pago, fez. observar Mr.
Des Jardins ; infelizmente islo be cerlo !
E lodos os dias, accrescentou o viuvinlio, que
trema anda pensando como seus quiuhenlos mil
francos linhan escapado do boa, todos os dias dcs-
cobrem-^e novos oradores.
Se a familia livesse alguma generosidade, dis-
se o arlisla entre parenlhescs, se itileressaria pela
minha posi,1o...
Todas as nossas posires sao iiilercssanlcs I.....
exclemoo Do Taillis.
Posilivamenle !
Enl'regando-lhe easaa chineltas, miirinurava a
linda maizinha a Celia, dir-lho-has: Senhor, nao
ou-u fall)r-vos, lau commovida cstou...
E lingirei um eslremeciiuenlo'.'... interrompeu
/.elia.
E ahaivaras os nlhos... K dirs : Nao era Ira*
balho, era felicidade !
Sim, para respondcr-llic quandn elle tiver-me
agradecido.
E depois, conliuuou madama Des Jardins ; cr-
sueras os olhos para elle e o contemplaras como en
sinei-te.
Assim!'... pergontoii /.elia, cuja pupilla alnn-
^ava-so atrs das pestaas meio fechadas.
A lindn inizinlia nn pudo deiser le abraea-la,
1,1o brin feilo era isso Todava lornou :
Nao muito lempo. Rearas mui corada, e cor-
reros a raim para oeeollai o rusto no mea seio.
A polifilo de nos lodos he nlcressr.iile, eonl-
nuava Du Taillis, a proporcao da cirra ilc seu cr-
dito : isso he claro... Rogamos a arlisla que (U-ixe
de alormetilar-nos os ouvidos.
uieira he a foute principal la sua forca militar, r
tem proilozido, mesmo em lempo de p iz, un exer-
cito de observadlo no reulro da Europa : ao passo
que a ultima he reputada por loda a genle o grande
abran da mariuha russa.
Me por meio da anliga Polonia Vollnnia. (Ura-
nia e Podaba' que o czar desrarrega todo o seu pcs0
sobre a Turqua. He por meio da participaran e da
Prussia ueste crime atroz, do da participarn da Po-
lonia, que elle postile tal inllaencia as cortes de
Vieutia c de lUrlin. lie ; meio da Polonia e da
Finlandia que lem lal preponderaucia no resto da
Europa. a
Ailmillir que o impera. Ja Rtfssia, na cenclu-
san da guerra actual. uS *we perder territorio
alsum, mas snmeutc a sna marinha, he a mesma
cuusa que leixar intacta para sempre a cau orna _u-rra perpetua. A ambi^Ao de Pedro I, t'.a-
Iharina II e Nicolao tem mui pouro a fazer com o
negocio.
O pacifico Alexandre I e ainda mais (benignos
Alexandre II devem por neeessidade seguir a car-
reira das ronquistas. Em irneqiienci.i dn sompn da
poltica europea, e da i ivaldade da Inglaterra com a
Franca, sendo permillido Kussia invadir e subju-
gai miiilos paizes, e possuiudo agora um vastissi-
mn territorio, ueressita absolutamente, para a soa
existencia, os dous mares contiguos exclusivamente
para si,e renovara a lula pela posse delles cm quan-
to conservar a Polonia e a Firllaudia.
Pela mesma razao principal cuidado do Estado
russ he o augmento da organisarao mililar e da
conquista, especialmente por meio dos paizet sub-
jugados, de una maneira semellMiilc a do imperio
romano. Poremos de parle (considerarao da sua
for;a naval, por a respectiva construcr/in he mais
geralmeute condecida, e ter sido destruida em parte
no Mar-Negro ; e lomaremos a Ruasia como urna
potencia conlineulal.
Na existe narao alguma na Europa em que a pro-
lissao militar esleja collocada 13o alta como dentro
do colossosepleiilrional. Com ensilo, he eslima-
da pelo gnvcm como a umea 'honrosa occuparilo
do homem. As recompensa s|o ncjecipalmcnle con-
feridas os militaresem dmlieiro. propriedades,
decurarocs e outras liuuras.
Os peilos de alguns ofliciaes ruisos sao litleral-
menle coberlos com -.inlillantes estrellas e cruzes,
pira deslumhrar os olhos do observador-, co que
he digno de imitaran, he que as homens de mrito
geralmeute obtm todas estas dislinccoos e emulu-
mctitos inherentes as suas pessoas sem altenra i idea
de bom nascimcnlo.
Na Rnssia frcqucntcmcnlo se encontrara hroes
naronaes nascdos do povq mais humilde. Occasio-
nalmenle se eiicoiilrair^liqmeos opulentos que nao
sabiam ler nem escrever, quando, cm consequencia
da sua valenta, erain elevados i categora de ofli-
ciaes superiores e de generaos.
A apparencia do soldado russo na revista he mag-
nifica. Sao commummenle bem feitos, robusto- e
bem tratados ; e os trajo .io muito bon. Sao habi-
tuados ueile a infauaia f. nu, u rrumidods e
a calor, e a toda a especie de Mdigas o pnvaijes.
Mal alimentados como .io e constantemente op-
primidos durante a suerra do imuudicias, fadigase
miserias, se lornam o xerdadetrofoco e o reservato-
rio de pesies, diarrha e cholera. As sitas almas
apathicas sao estimuladas na balalha nao s pela
supcrslirao como pelo forte rodk (urna especie le
agurdente y e por aroutea dolorosos.
E-tamos em vesperas de ver as novas forras
russas chamadas pelo ultimo manifest do impera-
dor em acra alravez do imperio. O numeru leve
ser de iOO.lHK) homens. Silo desuados a coadjux.ir
oevercilo regular, destruido cm mais de melade ;
alguns para encher as reservas, e alguns para o-
perar separadamente, como a i Milicia Nacional', n
Seja-nos permillido laucar um rpido volver
d'olhos sobie esla forja militar desde o Ocano pela-
do at o Mar Negro, e desde o Paefueo al o Bl-
tico.
Excepto poucos homens illusrrados, a Europa des-
ronhee minios desses poxos. Disamos algumas pa-
lavias a seu respeilo antes que os anal)sernos no
campo do balalha.
Branden varas anuas, desde as tancas europe-
as al machados e os piques, arcos c selas, e at o
lace. Estamos pelejando com n epitome da histo-
ria lo genero humanocom as antigs IradicSes
rnm ancias grosstiras como aquelles que exisliam
antea do estabelecimentu do christianinja c rom
a idadcmilia, coailjuvada pala arle da cvilisarAo
mnderna material.
toda a popula;ao chamada s armas pode ser
classilicada da maneira seguinle :
Os /lussos proprios, cslabelecjdos aparte selemp-
Irional e central do imperio. Compocm nao mais
le 12,',tlD,0on do popularao dos dous sexos. Sao
considera los como os mais patrilas o ; norm. em
consequencia de varias doa repelidas, ja lendo lado parlo de 130,000 homens
eslao muito exhaustos. Almdisso, uesse eoracSc
do estado nunca existi uniao algumi ; e, ao passo
que algum ucontecimento causa em S. Petersburgo
alegra c festejo, em Nowgerod, Pleskow c Mosrniv,
profundas morinura^oes sao estrictamente obser-
vadas.
Os Polacos, os liabilantea da anliga Polonia nunca
sao incorporados com a milicia mas com o exercito
resillar. Fan quanto a cora do usurpador estiver
exposla a grandes perigos, elles sao natoralmonte
suspeilos de arvornr pensamenlos profanos para
recobraren! a independencia nacional. Portante o
governo se esforra para tirar sausue, at exliaurir
rom violencia selvtica, da poputacao maacalina da-
quelle povo guerreiro cm bulas as gera;es.
Presentemente lem dous ohjectos em vista, a sa-
ber : salvar a Kussia, e tomar a inminente insiii-
reiejh) dos nolacos intil ou impossivel. Nao roulen-
A vossi's resta anda a menos alguma cousa...
qin/, dizer desgranado P.i Secco.
Irra exclamaram lodos.
I. Des Jardins accrescentou :
Oue homem fatigante!
O activo da casa, proaegala Du Taillis, pie
cliesar.se minhaainformaeOessao exactas, a um mi-
Ihao e quinhentos ou seiscetitos mil francos...
Quando muito.
Os inilhoes de que fallava-su sao phanlasma-
soria !
Ah'. velharo'. vclhaco! presou-nos srznde
calote '
Em presenca deste activo, continuava o cria-
dor, ha o crdito Pelcr" llrislol que ahsorve-oj in-
teiramcnle.
Oh! exclamou Massonnran, minha inulber
nao enlende assim !...
\ia tambem nossns crditos, c muitos outros
quechegam igualmente a um milhao c aeisceiilos mil
francos... A liquidara e as rustas da deuiauda di-
minuir oulru lauto a mana... A nica probabili-
laile de salvara que temos he o proprio Peter
llrislol.
Positivamente, atlirraou lies Jardins, isso nao
he novo !
Convoni que Pelar Rristel lome a casa Des Ga-
reuues... Mas, re lamente, nao drixara seus escrip-
Itirios de alcui-mar pur um negocioque para elle he
como um pedari) le pao... Ser neeossario um ad-
ministrador, e o senhor Vautier liuha-me promet-
lid. .
Meo pobre Du Taillis. interrumpen n vinvi-
nbn rorrindo, creio que te sngauns se nutres essa es-
peronea i
Sem duvnla I... arcrescenlou Des iardin
He precisamente para isso, exclamou o sinselo
Massonneau, que minha nuilber disse-ine que pro-
curasse calor na grara le Prior Kiislol.
Era evidente que lodos os Ricardos h.ivam litio a
le com islo, a policio vai razendo una mu extraordi-
naria propagandaadulando os habitantes na Polo-
nia propn.i, na l.ilhiiauia. Samugilia Volhvuia e
em outras anliga- provincia polacas.
Este plano esui ligad a projedada residencia du
imperador em Warsovia no invern luturo, que foi
adiada em razio do descontenlamenU scral c exci_
lamento naquelle paiz.
Segundo cartas particulares daquella capital, he
representado aos patriotas polacos pelos agentes ros-
sos que Alexandre II lenciona mclliorar o projerln
le Alexandre i. pela crearan de um reino mais lar-
go da Polonia do que foi eligido em 1SI.*,, se os
polacas morercrcm islo. n
i Nao podis esperar nada, accresrentam elles, do
cgoismo das potencias oecidentaes. A a narao dos
mercadores de retalhos o permanecen sempre indif-
ferente an desmembramenlu do vosso paiz ; e a re-
pblica franceza, menospresando as suas promessas
era IT'i vos abandou sob Koacinsko. Sabis pie esle
hroe era mais admirado pur Paulo e Alexandre do
que pur soberano algum da Europa: doe muilo
pie elle ns nao appreriasse. Fsles 111 j !i I e en-
gallados por Napnlcao, e parllcnlarmenle nos anuos
de IWMi1812, atad aos seJ5 estn darlescomo
cegos instrumentos da sea ambiraoa vossa celebre
valenta e o vosso sangue nacional.
i! A despeiln de ludo islo, foslesenlreguesfa Kiis-
sia em 1813 pelas mesmas potencias oecidentaes ; c
esla foi a rosaa mellior fortuna. Uesrespeltastela
por um momento, e. abandonndoa nOYOmenle pela
Franca e a Inglaterra, cabistea em 18.11 victima da
Vossa propra luucura.
Na suerra actual e-las potencias vos ni-sam ale
qualquer esperanca para o futiinve iberiamente re-
cusam organisar as lesioes polaca. Conheceis as des-
granas dos vnssos crdulos pas, rmeos e lllhos no
exilio, iiiorrrm de naodades, de fonie a sem que pos-
-.iiii ver a sna chara patria.
So dosenvolverdes umzelo real, e manifeslardes
euergicameute a vossa conspicua valenta em defesa
da nossa cnnimum Ierra n, l.l da nossa rcpnbliCj
slava, nao he a humiliadora pietlade, mas a inveja
das naries que seguir a vossa biilbante carreira.
Os jovens polacos no exercito aSv ostensivamenlc
mais acariciados que os rasaos, ese observa com do-
loroso senlinieiito grande Damero delles, de vinle a
viule cinco anuos de idade, usando de trez a sele
cruzes russa. A commissao permanente para pro-
cessar ollfncas polticas e a polica secrcla esli abo-
lidas cm Varsuvia, e a cada um na sii he permilli-
do mais animado a dizer o que pensa.
0 que a maioriadoi polacos pensain desla propa-
ganda pode ser fcilmente conjecturado. Mas nesta
cuiijiinclui a de tatitos perigos coroa, pergunlai o
que a nova serado dos proprios russo pensam. Na
caria cojo trecho cima rilamos, lz.cm que ultima
mente pparcccu um pasquim cm Mosco, repre-
sentando o pavilhao da milicia, com a seguinle ins-
cripto :< Valentes defensores da Santa Rnssia !
Lembrai-vos que somos o nico paiz que saniamente
conserva escravidao pelo kno)t! a
A provincias 'inV.i/.--se a.imn tambem exce-
sivamente exhauridas pela repelidas eoirseripcOes, e
o ultimo ukase isenta alguna deltas da nova leva.
Os habitantes fallam orna linguagem entre a polaca
e a russa, porem astemelhando-se mais primeira.
As suas gratas liadinies sao Indas polaca, e sao sus-
peitados nos regiraentns como os proprios polacos.
A rara letonicat principalmente a lilhaaoiana,
os samogilianos e os kuiospor muitos serillos fo-
ram espontneamente incorporados com a anliga
Polonia. Consequeiilemenle sranile numero desla
intrpida popularao foi em presada no exereiloresular
nao lhe sendo permillido servir na milicia cuja dis-
ciplina bode necearidade relachada.
Em geral, a Polonia, com todas as suas antigs
provincias, ja tem ministrado ao exercito mais le
300,000 homens. Cerlamente nao he culpa sua que
os polacos pelejom contra mis, ou,o qnebesfao-
nx mo, contra os seus proprios e mais charos inle-
resses.
Folsamos de ver que alsuns prinlenles peniamen-
los de Napoleao tenham sidocifados ullimimente e
eommentado. t'.umpre que os noaaoa estadistas cs-
ludein seriamente o que este o hroe do seclo dis-
se cerca da certeza da leso'aijao e ruina que a
guarda a Kuropa se a curie le S. Petersburgo conse-
guir amalgamar a Polonia com a Kussia.
OaeOSSaeoSique sao urna mistura dorara po-
lacas, rosioiaca e trtaraeompOem urna cavellaria
ligeira regular, algomas ve/.es enlre os regulares e a
milicia. A maioria delles servio na ultima campa-
nha; restante fui chamado a encher as vasas cau-
sadas por niorle e accidente, lia grande variadade
delles. Os rossacosde l'krania, ooli'ora subditos da
Polonia, os mais numerosos c guerreiros, e por suas
iradiccs linguagem c maneiras, mais polacos do qu
russoa se aaerilicaram grandemente na ultima ram-
panha, especialmente na Asia.
A defecrao desles cossacos da repblica polaca foi
o primeiro passo para o auiquilamenlo Icsle paiz,
assim como foi a sua divisao para as invases geraes
do czar sobre o restoda|Europa. Os rossacus do Don
. lizcni ser os mais fiis ao governo i compein a ex-
rellenle c.ivall.in.i ligeira los Irregulares ; sao pre-
Benleroenle mui favorecidos pelas autoridades: lem
torneado :||>,(H)0 homens.
Alim le liga-Ios mais dymnaslia reinante, o her-
deiro ao llirono becoiuiuuuieiitc Horneado o|llrlinaii
dos cossacos do Don. Sao sempre recrulados ao foli-
an d Don, e nos governos de KkaJerinoslaw, Voro-
nee, Saralof, e no Canease. Os pulks distinclos
dos cossacos do Volga, os cossacos de Mosdok, os
cossacos le Terek, os cossacos le Crebenskia, os ros-
sacos Seymeulz, nao Bao numerosos, e tuna parte
delles usavam guardar as importanles localidailes do
interior.
Os rossacus lo I ral oulr'ora le \aik', que pro-
| duziram o famoso prelcn lente cora, um campo-
mesnia idea de cnoverter o desastre presente em um
lance de fortuna, e aprnveitar os deslrocoa do nau-
fragio do primo Des i.ir.nnr-. Para esse tim Du
Taillis dora cidra em quanlidade, c niuilos presuntos
escolhiilos. Du Taillis creav i um boi para o concur-
so, e eslava disposto a sacrilica-lo para oflerecer na
mesa le l'eter llrislol um lomb. qual nunca nin-
guem aovara, i taha declarad essa inten;a a Vao-
tier com sua franqueza ordinaria, e cuuliava muilo
uisso. Para o mesmo lim Des Jardins ceder sua ca-
sa, e cada um dos outros, inclusivamente Masson-
ueau, havia feilo que podera. O salboleiro La l.u-
zerne eticbia as alsibcira de bilhotes de theatros, e
a eabeea do chistes velhos para lornar-se gra-
davel.
I nido essa revelaran cabido rom um pomo de
discordia no meio dos Kirardus, elles encararam-se
com olhos tarles, e cada um procuro novas armas
para matar seus competidores. A viuda de IVier
Bnstol foi le-ejada com mais impaciencia ; todos es
lavam anciosos por verem chegar o mumenlo decisi-
vo da balalha, cqueriam acabar com iss no mes-
mo lia.
II relogio do salan dava cinco horas quando Vau-
licr enluiii c disse :
Senhores, Pelcr llrislol enearregnu-mc do an-
niinri.ir-llns rjue nao os recebada esla tarde.
Oh!... exclamou Du Taillis com colera.
Vautier eni-arou-o. O e>for;n que tez o criador
para serenarse lornou-lbe o rosto vcrmelh.
telilla a bondade le desculpar nosso primo,
disse periidamenle o viuvinho.
E sobretodo,accreseaBTtou i : lardin* nao nos
faca rnmplices.-
Du raillis aperton con**nlsvamento as mo; se
livesse apanhado em um cauto a DesJanlin e Du
litierrl.l-losdiia loso e-transulado.
Charo senhor Vaotier, balbucan elle, sou co-
nhecnln aqui... Coso de fallar fraticanienle... Oh!
nez, Puuhalcbcf; os coasacos de A-iracan. os coa-
s.icor da Siheria, os cussacos le Sluboila orisiual-
inenle nascidos de l'kraina os cossacos de l'chci-
aomorskie, ou I mar Negro ; Diurnamente os
cossacos do loug e os le Tchousouief, san parti-
cularmente movidos das suas moradas, lieralmen-
le lall.ndo, nunca sao empreados em batalhas or-
denadas.
As raras teutnicas e acaudillaras nao s.io inac-
tivas na deleza do Ihrouo. cima dt ludo, a no-
breza gernauica, os burgueses c marcadores dos
governos la Finlandia, EsUionia, Livonia e Cour-
Irtli.l. o inultas colonia allemars e-labeleri.l.i- nu
interior, rivalisam com os r-.ssos no seu zelo para
com o imperador. Fonnam .'imcipalmeule a aris-
ucracia do exercilo e da a i ministrara. Entretaa-
(o, os suecos na Finlandia c as coalas do Bltico, e
os diuamarque/.cs que habitan) as ilhas de Vomis
e Roog-liross, na sao diligentes em pegar em ar-
mas.
O povo di rar i d >s/7;i;(.\ que ,s chamam .>'-
mo pelos russus denominados Tebou-boalz)t que
vem as praias da baha da FiaMadia, as costas
do l.adosa, e na Finlandia cm geral. ecom elles is
Ibes, os Uves, c ns krivisses, nos governos de Risa
e Revel, s.io lnri;os,iiiienle eonduzidos, como os po-
lacos, ao exercito reservado. Os seus prenles, os
Lapiandcrs, os Syriaine, ni Wogulos, os Permiske
ns \ oliakes, os TcberemUses, os Tehouvasclies ni
Mordvinea, osTepliares e os o-tiakss de Obi, nao
sao poupalos.
A race trtara forma o corpa separado la raval-
laria iricsular, rumo is cossacos. Iloilosdelles ser-
vem les le que comecaram as hostilidades rom a
l'urquia. bio -arios. Os trtaros proprios estabe-
leciilos na Crimea, nu Canease, perla do Terek e lo
Couma, as parles meridionaes lo Valga e do Ou-
ral. na Sillera, no lado do Toma, e nos governos
le Oreiiburs, Casan, Nijnei-Novgorod, e Tambos),
mandaranf tantos soldados a cavallo qoaolos po-
d era m.
Alem dos outros tillaros. ,,s Nogais, osCoumvs,
os Boukhares, os Barabines, os Taleonles, os Col-
lines, us Batir, s Vakoules, e os Ueseheriakes,
r)rncccm os seus contingentes.
Os poros Cauauianoios Urusiaas, os Lesguians,
urna parto dos circassiauus, os Anchases, os Osscies
e os Midzglugisja serven) enire a cavallaria irre-
gular.
A raca Uongolianaa saber, osmongolianos pro
prios. se nuivein da parte meridional da Sitiera, das
margena da Selenga e.doCliilka ; e, ao longo dri-
les, os seus prenles os Bouri iles, os kolk maior numero, os Calmonks, ou Oclus, descenden-
tes de (jhengnis-Khari, ele.
A raca los Samogede', as cosas I ocano ge-
ladoas margeos do Peieliora e Jeiutssev, os Coi-
bds, os Caragasses, os Soites, etc., na s deixado
tranquillos.
A propria raca do Mandjonre, os Tounsnuses, e
a raca particular .da Sitiera Oriental, os Knriakcs.
os IVhouktchirs. os Voukaguires, os Canlchadales,
osCourils, o Al'.'oules. os K.quimoux, o Tchourkl-
clios, o Jxit gues, os Khui.alclie, os Konaiges, os
kenailzes, tem mandado os seus representantes ar-
mados ao campo da balalha.
Das ua|oes asiticasos Jcws, os Armenios, os
o Tadjikls, ou Boukhorcs persas, os /.isaois, ou
rtra Uipsy, os llindoos. ns rabes, e os Persas, lio
conipreheDilido na leva geral.
Comludo. os povos lielerngeneos da Russia, cujos
nomes impressionam os ouvidos lio desasradaveI-
mente, dillicilmentc setao sullicienlrs para romple-
lar urna nova leva le iOO.000, como f.i ordenada
pe ullimn manifest do imperador. A sua ellica-
cla tambem para proteger o oslado he mais que du-
vidosa. Numerosos bandos de eslrangaladoret c
desertores deslas droiicliina< ja rommellcram furtos,
roubos e assassinalos as estradas rose.
Na Russia propria, na Polonia e Lilhnania alguns
proprietarios lerriloriaes foram cruelmente morios
por elle*. Combinado com semelhanlea elementos,
todo exercilo russo apresenlara o mais variegado
aspecto em Mefies, trajes, armas e seiilimenlus.
Dentro d acampamento do exercilo russo resalar c
irregular perlo de alienta idiomas sao fallados. Tal
brbaro concurso de varias tribus armada, que e
v,1o encontrar com nosco na prxima rampanba
nunca foi visto nos annaes do mundo, ainda mesmo
no lem|io de Altila, famcrlao e "heogiiis-hliaii.
i The lllu'lmtd l.ondon Ven-'.
PAGINA AVULSA.
S3DEC ffiflai 8
Atirimos mait um esporo tara o hoss cr-
relo do Monteiro.
Srs. redactores la Pagino .tciut'i.
Ha niuitti lempo que a imprensa pernambui'a,ld
no gozo da sua liberdade constitucional, se rr-enlia
da falta de um los sen mais importanles caracte-
res, o i\a critica, entendida na sua verdadeira accep
(SO, id rst,restricta aus limites da moralida le c do
bom senao,aplicaudo-se uuicainente ao que se tor-
na exterior, aos fados, que o publico percebe c a-
precia, reprova oo jusUfica, Esla laruna vai asora
preeuchendo a Pagina Multa, que o Diario de
l'criiambueo adrngou como lillia lesilima da sua re-
darcao, por convicc/u. que lem do seu importante
papel. K nem oulra cousa er., de esperar do deca-
no representante da imprensa pprn.imbucana.
A Pagina Jouba, Ir, pois,o ultimo complemen-
te da digndade da nossa imprensa ; e, considerada
no seu justo litlo, he tanto mais Bel 00 progresso ob
o artigocostemos, piaulo popular, rom ser j.io or-
gao da voz do povocontra o que lhe parece man e
reprovavel. A redaccao da Pagina Aftba recebe
de quem quer que fnr, Indo que merecer publicnla-
queria eu dizer : dar-se-ba cas que n digno senbur
l'eter lln-lol esleja indisposlo *.'
Nao, respondeu Vautier, elle passa maravi-
Ihosamente bem.'
O sorriso ananime da Iriliu Ricarda acoliten essa
insoleitcia. Todos tevanlaram-se : Pao Secco de co-
raijio mui Irisle, La Luzernc de estomago mu pe-
sado. Massonneau, ruja sinceleza exprima sempre
o peusamento commum. disse lomando o chapeo :
Tornarei a vir amanhaa bem cedo.
Depois accrescentou :
Faca-me o favor de oflerecer ao seuhur Peter
Bnstol os riimprimenlos le minha miilhvr.
/elia mellen as ehincllas no bolso. A familia De
Jardins sabio adenle, c a tribu toda sesuio-a.
Pouco deppis ouvio-se um si ate no vestbulo, c
tndos os Ricardos lanraram-se au mesmo tempo para
a porla-roehcira aherla.
lie impossivel!... li/.ia Des Jardins; impos-
sivel !
Tenho boa vi nheci mal Ricarda.
\; Camilla, que i.l na banqueta da frente, ac-
crescentou Du Taillis.
E Rolando, que eslava ao lado do cocheiro,
aflirmou o artista. ^
Os outros repelan): Vosscs sonharam ; nao iie
possivel !
Esse sonho, rs.a xi-ao que tanto alvornrra a Iri-
b aprescnlara-se riebaise da especie le DUM rar-
ruasem mui carresada que segnia ao trole penivol
de dous semteiios a ra da ChaosBOO d'Anlin. Avis-
(ava-se ainda, ma por tetras, e a liscusa eslabe-
Hbeo-se sobre a qoeslgo te sa!ier se n rapar, que ia
junto d corhriro era ou n.".o Rolando Ricardo.
Mens bons prente, disse i a Luzerne, en li-
nha smente mil oseados na rasa lies liarennes.....
nao era bastante para prelemler a administrarlo...
e demais vaaaej sahem que son bnm laful... Aquel-
la carruagem Iraz com elfeilo loda a familia do nos-
de seja nu genero da cnlica, -eja uo las dela(ne>,
,i'j.i no das quoivas, reclaiuaciws etc.. ele. Ella o
disse, lem mostrado, e por esta vez, licames, que
mostrar, trauscreveudo o <|ue segu :
Aniabilissimos leilores Sabei que boje salicni a
campa qualrj csludanlinhos alidalgados.
Dos que se chamam brasanles.
Dos que querem ser chibantes.
De amores lernus filantes,
Apaixouadus amantes,
Extremosn-, delirantes ;
E, por lim Jo constantes
Sa"o refinados pedaole.
Sao acadmicos machos, o que quer dizer que sao
da Celite, la semina, da nata da classe academira.
Panana a fcsia no Monieiro e hoje vivem sospiran-
do pela Franra.' .im, meas douloirs. a Franja...
quem nao amaro a Fraura !! ... ErhiVem no vi~-
enrace os suspiros de Jersev, os Iriles acmidos da
Ivra le Iluso ... suspirai ela Franca.
O' rites, pacilica 7rfe< .' Teus amo no Mon-
teiro licaram liance.es de curacao.' Pois ulha a Fran-
ca, elles o sahem, he como urna d-sa dooiellas
lourcir.is. que se enamorini da monarrbia pura, de-
pois da representativa, d.pois da repuldica, e asira
est aos abracas rom um pasmas sem tilul e sea
uome. Amam elles a iucon-tancia ?
Mas, deixenms os amores da Fraura. Dir ca nu-
tra r .usa, Untes. Com que, entAo, aa leo inua
san un cniipiisla1nrns da idade media... heim !!
Oual fui dos quatro aqnelle que trouxe o troplico !
(Jue bello troplico Ibis qualrn nao ; |iorqae um
sabemos ajs que esla muils louse de ser conquista-
dor, aor.de as armas de Congo r de Nagor san no-
Ir ni renhir com liimeza. t^ueremos fallar do mc-
gro-noro. Do oulro tambem um he urna (epeira,
que anda as tenias, e si v o que se lh cliega an
nariz nao pude, pin-, conquistar. Quanla* rs-
talo, Brites? Dous. I.'m he donniuboco, ronceim.
na i lea aclividade palo conqoislas ; o oulroah i
este sim! lie um cortezao le escova Me aa le-
me de futialioiis '. Oue lino he o delle para lude
qnt he bom, que seduz c qur encinta One per-
foito camaphcu Nao pode haver duvida, Britr ;
bu e-te que trouxe o Implico, lie este a coaqari-
laJor.
llevo liiiilar aqui, tintes ;^ mas cu le piHurltu
que muito breve me veras no niCMiio posto,
l-a/endo ramullas,
Causando dolores, .
A quem te derrete
Pelos laes doalore,
A <|uem tem a dita
De ser seus amores.
Pode a redaccao da Pagmn Armha inlilnlai-iiie
o l.orrriu do Monteiro, em quant ase assigam
O ttmnihtit Cacmang-1.
Recife 33 de Janeiro.
.I.i nao existe a caa de jogola na do Retarm
estrella, e na falta temos mai dua : urna na nu
das Iriucliciras ; nutra na do Collesm Escondan.
ecnndam ese biralhiiiha, minha sonts flfKeni
a polica !... esta Iwn...
.Na.i sabemos se he lemeridade nossa lembrar
a illuslrissima cansara municipal a estrada so sjbjbbV
terio, pois a actual lem cau-ado sravr prejaiios *'''
carros fnebre-, e di- arompanbanieiilo.
Os amigos do fallecido Dr. Amazonas pre|M-
ram-se para mamlarem sullragar por sua alma cuna
urna uiissa, e /.ibera me. Excedente iemlnanra.
Por rima da cjixa d'agua coslamam alsuas
vadioi jogarem a marimba, e devassar a casas xizi-
ili.is. Meninos voss nao lem medo le cahirem I
Oue traveinhus ".' Oue peraltas I)
Se a vezes retardamos em pablicar alssmat
nolicas dos nosos correspondentes, be jiorqne nao
temos o don) de decifrannos bverogbphico.
O Sr. subdelegado de S, Jas ja bante du
templo us bxpocrijas pbariseos, islo lie, da Ribeira o
alravcssailoresViva o Sr. subdelegado I ten o
gjudc, nao passe a tn.to pelo cafiello-lonro dr--j
genle.
Coma-nos, que o Sr. deles a do mandava para
a Detenrao veuder fazends bralas aos detento toa
gerente* la enmpanhia Tiro Sr. delega-I-
que obra le cari bule .
O IHriio-molle da ra do Cildeiiciro Inga, qae
se lhe daV. S.tica em parla duro, quando se
lhe nesa o Iratamenlo dos iesembarsa.lort V. S.)
lira como urna vbora, de-peja sobre o mitad im-
properios horriveis, e no lim de todo vai muilo sa-
cho lentiar-se ao loucador da taberna da e-qiinha
da R... Que desabafo !
O consistorio de Bacho la pisr i da liidrpeti-
dencia transformou-se ein casa de labolasem, onde
nos lominsos tanto*, que ganharam na semana all
dcixam dessro;adameiitc. All a polica !
ATre. redactores. Viva sorpreza e profunda
magoa, causu-me a Icilura da Pagina Acuito, na
parle em que seu faceto escriptor refere um dialoga
entre dous mariuheiros, dialugo que encerra ama
acerba e immcrerida censura ao digno inspector de
arsenal de miriuha, o rapilAo le fragata Elisiarin
Anlonio dos Santo Bata censara be unto meim-
i,iiu.li. quanto al-n de muito zelo no < umprimeu-
lo de seus devores, cte empregado maslra nimia
"' Aceitemos rom prazer, nao o esla como toda
as mais reclamaces, que temieren) a rehabilitara
do crdito de quem quer que for, rico ou pobre,
(idalco ou pago. A nossa Pagina Acuita esta em
principio, e o letor sabe que si se pode clsrgar a
um lusar ilepoi* de se ter encaminhado par elle,
ou por este ou par aquelle camiuho. As rerlaoaa-
res san justas, e a publicac.in da milicias he ex-
c lenle. A Pagina he um tribunal onh -e defen-
de eaccasa ; lie nesta cinlradiciao onde *e podra
rolher o prnveilo, que os li uiteii. cixilisado podem
anhelar. Ouem liver cnnsrienca da veracidadeda
P,n/ina na narrarai de cerlos fados nao redamara
|ior corto.Amen.*
so pobre primo, o qual vem visilsr lainhern o gran-
de Lama Peter Bri-tol.
Os Ricardos encararam-se pasmados emqaanU La
Luzernc r-quivava se. e Massonneau fcsaigaal a um
mnibus dizendo comsigo:
Vea levar ansa noticia a minha mulher?
Na -specie le palacio em qae resida o famoso
banqueiro le Boston smenle havia um quartn aw-
biliado rom simplicidade : era o seu. todos o mais
crain accaaadaa pela scu sequilo. Iic-.tr qae ebega-
ra, tra(ara-se como princi|e. e o alto commerrio pa-
risiense jIutiii;" a-se porque corra o boato de que
decididamente Peter llrislol ia eslab, Irrrr ama casa
cm Pars. Todava podemos aflirinar que elle nan
oceupra-se muilo de negocios durante sna oslada
na capital. As enormes empreras transatlnticas de
que era a alma, nao ttasaaiu nellc junto de nosso ca-
pitalista um advocado muito eieaaassjaa. Nio visi-
tara a niiisaem, e o que be ainda pesar, fechara ana
porta aos grande vassollos aa feadalidade rom-
mercial.
Era um homem muilo extravagante, selvagem por
carcter ; o sobreludo evrrssivameiilc pregairosn.
Enlretivera.se nosas pastea srniana rom o Mli-
mento Des tiarenues. como se o (allmenlo Drs Ca-
rennes nan feasa para aHa pura < Baaaalaa basaiella.
A razao di-so era um ringnia. Il-viarm torno de
Pelcr Bri-lnt gaate inaerasana em 'adcvinhar-lhens
menores segredos. Os Rirardns que r-|H-ratam-ni
na aatacamara rom paciencia lae chrislaa, lnikam
jiilsado entrever cerlo mysterio phantaslico. A car-
la le La Lozeroe, embora leuha parecido eslnpida
ao leitor poderia esclareccr-n. .
T.. raras occasi^s em que a tribu Ricarda era atl-
millida a apresaabr seus respeilos ao craade l.aana.
este diriga -eiuprc a ennversaca sobre lamilla
Des liarennes. Pata qoe oceunar-se mais roto e*aa
cenle arruinada sem recurso Peter llrislol saa
vira urna vez, e o acolhimeuto qae recebera na caa-



DIARIO RE PERMIB'fO S4BA00 >6 K JINEIRO PT SS6
url.auida.le c subida iiilelli^euria na dirccrSo da
reparlic'.o a sed cargo.
Permilta-me, pois, que ao ine-in i passa que, cu
ergo a inioha traca voz em favor do inspector do
arsenal, eu lmenle que a redaccao da l'agina
Acuita, queira, segundo parece, seguir um ru-
mo que a levar pela iulliieucia das correles, e
pela forja do vento que sopra. a un porto inuito
diverso daquelle em | *.-? procura dar fundo.
Castiga! rideudo moro, lie esla a maiinu que
llie cumpre adoptar, e da qual e aflatar ale per
de-la uo todo de vista, se continuar a sua derrota
actual, tomaudoqualquer i./iiis fatuut por eslrela.
qualquer fogueira na costa por pliarol.
Tara que a l'agina Acuita, nao lenlia I surte
que tem quaft t.idas as tentativas nohres c genero-
sas, todas as pul.liraci.es uleis e morilisaduras, en-
tre nos, releva que ella m abaleaba de receher to-
das as noticias, informares e boatos, que Ihc vie-
ren! dos diversos ponto* da bussola : o que per cer-
ta inuilo contribuir para que seja apreciad por
todos os lioiucus honestos e cordatos, que applau.li-
ram o seu r.iiar aleare e risoulio no liorisoule, e
que llie apelecem um caminhar sereno, c placido ale
o seu ni 11- remoto ocaso.
Taes so os votos do
Telescopio de Htrschtl,
Correio dos Afogados.
Segundo me informa o Canindc dos Afogados. pc-
de-se aodiguosubdelegado da respectiva freguezi.i,
que lia ja de laucar suas vistas sobre esse boa gente
que vive de agenciar cavallos albeos as horas em
que os mais dormem, confiados na vigilancia das
autoridades policiae9 ; e ao Sr. fiscal que baja de
vedat, que os tllemenos deem a beber garapa aos
cavalloi pelas calcada", fazendo assim urna liorrivel
lameira, que impede por ellas o trausilar-se ; tam-
bem pede-se ao Sr. subdelegado que v ao lugar do
Aterriubo que encontrar umjogo de mererr que
nelle se rouba, nos domingos e dias-sanlos quantos
eseravos e IIim familia ha no lugar, c romo o Sr.
Vianna subdelegado pode ignorar i-so,rogamos a S.S.
que v atroz da olaria do Sr. Mello, que debaixo de
una ramalbuda manguelra que alii lia, adiara S. S.
O iulluentes do mencionado mercrc.
O Pedestre.
As Cocos que moram no I". C. inrommodam
todas as nuiles a visinhanca com um alarido atroa-
dor, e o Sr. inspector lera receio das Cocos '.'
Nada, roeu Sr., diga as Cor. que na delenco lia
lugares feitos de proposito para Cocos.
Antes de hontem roorreu afogado um preto ce-
g la para o aterro das Cinco Ponas : be bom ex-
pediente para nao se dar o sustento a um csrravo, e
cego, deixa-lo pescar em lugar onde ha perao !
Tarobein raorreu a miugua urna pobre rapari-
ga, moradora na ra do Hospicio. Nao se podar
dar um geilo para que o desvallido nao morra a
mingua'.'
t'orreio do Itio Formato.
Srs.redactores.Nao pensem Vms.queeuqueren-
do-rne inculcar de chronista, queira lainbeui occu-
par un cautiuho la ni soa Pagina, nao: eu ca sendo
carcereiro da cadfia desta cidade do Rio Formoso.ape-
naseulendo de briro alsapao da gaiola paraadmiltir
algum ctoariozinho.le filar por isso ji cobre, para ir
passando assim, assim ; mas como sou informado de
urnas cousas e testeinuuha de outras, que sempre
aqui estao aconteceudo, quero approveitar o eusejo
da ida para ahi do amigo I.iborio que a toda presta
vai comprar instrumental para a msica checheo fa-
zer os cacos pela testa do glorioso mrtir S. Sehas-
tiao, e com.municar-lhe com o maior segredo, ja se
sabe, liiuii "'
Cerlo visinho meu, que tem duaslillias, esla' aper-
lado eom a conquista que a urna dellas tem feilo cor-
lo ligurao de bigode grosso, o qual mullo embora ca-
mandam varrer e-sas fumas, remover esses depsitos
de aguas ptridas, em cujo meio, esta' o misero
agoiiisante, para poder o padre applicar a Sagrada
horma.Nao lie, senhores, ao pobre padre a quein se
deve fazer ase favor ; lie ao domo e vosso Deos.quc
fgdignou entrar em vos
i-endo n'nni humilde presepe, pde'rnin ludo u'uro
pice da trono pensamenlo aniquilar-vos, e a tod.i
vossa aeraran, reduziudu-vos ao ultimo extremo ila
miseria, confundiudo-vos com aquclles indigentes,
que por vos s.'io lo deshumanatiiciile despiezados.
Se nao fosse una falla de cahdade, e nao expor ao
enfermo a perecer tan esle tao precioso Sacramento,
nos aronsrlhariamos, que o pa.he que rondozis-c o
SS. Viatico, vollasse logo que visse o delaiio com
que ca tao Inimen-o Hospede recebido...
Temos il bailes c 1 semanas sanias !! '
Allianra offtntiva e iiffentlta. Promella-
nos o sacri-l.io da matriz da Boa-Vista por cobro aos
moloques na lorre. que nos Re afianzamos desde ja'
nao desejar-lhe mais o ser de um badllo. l'alavra.
l'i ..melle .'
No engenho Soeeorro, consla-nos, que de qun-
reota escravas que leem cabido de diarrhea, s una
fallecen por comilona : oleo de ricino e clxsleres de
pimenla tem salvador i, -
No sibh.do asS horas da noile liouve um fe-
cha-fecha na ra Helia occasionado pelos gritos de
mis vadios pega o ladra Ncm assim as palia"
Ibas accudirain com tanto rumor !
Consta-nos que no Iti^ar denominado Jca-
ro, la' para as bandas de Bebe-Tibe, houveram suas
focadas o bordeadas, por occasio do leila qoc se
fez cm um presepe.
A polica lance suas vistas para a casa qoe foi
de Iteranger na Florentina, poia consta-nos qae slli
se rene a beber una p.indilha inslita.
Morren na quarta-feira um preto, que viudo
D ama alvarenga (suppomos que dormindo loi de en-
contr a um dos pilares da ponto da Boa-Vala e
/oi-se.
l'or junio ao sitio do J. Pedro houveram no do-
mingo unas Taradas, proveniente este allcnlado de
dous aumentos, e nao nos consta ale h"jc que a po-
lica fosse sabedora desse facto.
Ale anianliiia.
o seu esplendor, lie notavel a falalidadc que per-1 l'orlanto, ineus senhores, oulro rumo : DBo espe-
seguo aos mdicos allopallias, em cujas mitos (se-1*" 1* con essa linguagem desenfreiada de que
gando elles allirmam) aliomeopathia nao somente lie
improfieua, como ale mu perl jota ; ao pasco qoe
as dos curioso! ella oflerece poderosas armas para
conihater as mai- allerradoras molestias !
Ilr. Sabino Olegario l.ndgcro l'iiiho,
l'resi.Ionio da sociedado.
Ri'Cifc de Janeiro de 1836.
.ritirio ) ^niiiitilMico,
S. Ese. o Sr. presidente nuadu n lomar a> providencian tle rauicllr. para sp
infcnieule clietfar a epidemia ate esta capital, nlo
eslarmos ilesprevenidoi.: consU-nos (iip fo lem coin-
pradii porra i le pera* le hada, e preparado leilo*
para us lioipitaei que brem uece-warios ; e qoe se
filan apromptando rom loda a dihfiiria ai enfer-
maras Jo lioiplal mil i lar. e qu S. Exc. a* lem pea-
soalmenle visitado,
lloulein mandn elle doo> facnlUlivoa com d-
nlieire para a comarca de Bonito, e alRiimaa cargas
rnrit medicamenios e seeros ahmeiilicios ; bem co-
mo meiramenlus o baelas para Santo AuUo, Glo-
ria, c para esses tusares \w mandar mais dous lacul-
lalivos; assim como medicamenloSi baetas e TiOOS
para Cimbresa
osaea, a popularao lance prasa ella j;i niio '-1.1 incauta e ar.i justiiM ao Sr. conse-
Hi"i: 1 .1 1; ni 1. Ideantes fexer penitencia, e
pedir a Misericordia Divina (pie so-penda seu a-
gello. Jutlu*.
^'orccvpouOnicifii?*
tar de sua mai na pona de S. Antonio; Ires de j almosphera : mas o cholera nisto se parece rom to-i hao inlinitainenle mais pectileoriae*. I. inL.-m di-
seus vj/.inhiis foram loso depois alacados. n mesmo las as moleslias ConiaglOSM que, em suas 'lurma* ab necesorio detinreclar ironvdiaUmeute as imUii ,
siiccede as roa. S. Joao. do Klol, Masn\ e do Col- mais violentas, deisam sempre. h-h/menle para a expellidas neloscbolericos* o rhloro e os Hilorore-
leaio ; os primeiros doenles tiuham ido cuidar de j humanidad?, um srande uumeni de prasoas sem
cnolericos nos quartelrOes InfeeUdos. ISo fallo das, que spjan. accommeldos.
Mtmlpm rece hemos carta da Alagoa do Monleiro,
de 17 Jo correte onde eontinoava a srassar a epide-
mia, da qual luiliam perecido :ts pestoa. O visario
da Alacoade BaUo licava restabeJecido, o o mal li-
nda minorado nesla povoadlo, a poni de nao ler
reilovirhma alsuma nos ulliinos quatro di.is, cho-
cando a S7 o total ilos Tallecidos.
Sesuudo noticias recenitUs d>>Oruaru, tiulia all
appareeidn a epidemia, porm benigna; dandose
apenas um vi nutro caso de mvrle.
Ititcu lionlem as pedrasd.itialem trente a
barra He tioianua a barca norlc-anicrirana Shnrting
Star, que depois de refrescar ueste porto se havia
feilo a vela para Boston nn dia :l do camota rom
rarrepameiilo de aulle* (iracas uos bous ervicos
prestados pola eapilania do porto jn hoja se aclia pai>.
le do seu rarreganieiilo salvo, tralando-se auora do
resto e dn rasco.
Srs. redactores. Parceando-mo interaasanto,
principalmeule as cirr.uinslanrias em que se arha
esta provincia, um artigo que se encoidra na Itn-iie
Ihirapenlii/ue tnt#co-cMruricale de l'aris.de 15 de
abril do auno passad|Orogo qaaae ilignere do dar pu-
blicidadeem o Diario de l'crnaiiiharo a sua Iradue-
{90.
Sou com toda a consideradlo, senhores redacto-
res, etc. |)r. Joaqun d'Ai/uint Fonccco.
23 de Janeiro ile |s:,(i.
I CHOLERA E DOS MEIOS DE
PREVENI-I.O.
I'oiem IS-JM, que ueslo seclo o rbolera appare-
ceu pela priroeira vez na Europa. Desde "ssa poca
al nossos das urna uiultidao de houieus dislinctos
lem publicado numerosos c iiistrurlivos esrriplos
acerca desta lan grave molestia ; mas taulo e-forros
bao lirado completamente esteris, e nos adiamos l;lo
pessoos aflectadas saccessivmenla na niesnia casa...'
Depois tlestes fados e do oulros do masmo genero, o
autor nao pode dciiar de declarar-ie cm favor da
enntasiau.
< Dr. Brorhard pnblicavaem ISM urna volumn-
sa e interassanta memoria sobre n uatoreza con-
lajiosa do cholera c sen ileseinohiineiilo em
Nogent-Ic-Rolron. O aulor nos diz que urna ama,
leudo ito a Taiis husror hu menino para crear, esle
A importaran do cholera em Ncufcbaleaii por
nina Iroxa de vestuarios, em Bono e em sua pro-
vineia por homens saos, mas rojas roupase armas
achav.im-se impregnadas i|e virus cholcriro, basl.i
para explicar aa pretend las anomalas que pr-
senla o desenvolvinienlo de.se ungeilo. \ssini una
pe-soa sahindn de urna atmospliera infectada pelo
cholera 8 aUavessando a mullido, na ra, na igre-
ja, no Ihealro, por loda a parte emliin, em que he
le idade de einco das apenas, leve o cholera em ca- encontrada, podera diseminar a molestia as tdiiec-
minlio e morreacliegando a Nogenl no da -t) ile mar-
eo de IsV.i. A ama morrea da mesma molestia no
diaS de abril settuinte. No dia t de abril morrea
urna das Iros enfermeiras ,\.i una, a que a tinlia
amorlalhado ; nina das iluas outras leve a cholerin.
Anda Ire pewvas sucenmbiram do cholera. Desde !l
le abril a mnlrslie sp ilecl.ira na ra que lira vi/.i-
nlu au cemerio e cm urna rasa que Me tira mu
pnnima. Depois solirevieiam muilos oulros casos
ferindu vixinhos a enfermeiros. No dia lo fez-sauma
procissao em roda la cidade : no dia se^uinlo. seis
casos novos se apresenlarain. De mais de doze mil
(> oiiini.iiii.i'i.i}.!.
Iraramcnie desarmados contra este lerrivel mal babitanles apenas morreram 117. Foi pelo exame
quanio estafamos, ha vinte a einco anuos. ornis aliento da chegada e propagacao do iliolei a
Oual hc-a causa da nossa impoencia t Esla pro-1 em Noaen, que 0 |)r. Bru,.|,ard declarou-se em favor
cede ile que os mdicos se arliam divididos em dous de Sua conlagMo.
.ampos. Emum se proclama o contagio do cholera: I Em IKi na plair dos Vosges, nm homemde
em oulro nega-se esse caulagio : eonsiderando-se so- j Saint-Manyes foi ao enterro le seu lilho. r.iorto do
mente esta moleslia como epidmica c infeccionante. I rbolera em alatlaincoorl i ."i leauas de distancia I.
Paradeagtaca da humanidade, esta ultima opimao Volla e morre do cholera en. Saint-Manyes, onde
prevalecen o prevalere anda, nao obstante as duras ';, moleslia inanifesloo-se depois e fes l victimasso-
lii.ocs da impotencia de seus senarios por elles mes- ( bre li'i habitantes.
mos Maleteada. Em Dompairc, sempre uos Voges, o cholera foi
Esla divergencia, no corpo medico, sobre um pon- j icvato pelos criados do Sr. Marnn de Himeaocoorl,
lo dj tao graude inleresse, procede de liieoriaa exres- e ,:,|,M1 ,n-us ,ie .2ly\ pes-.ti.is sobre i'.SHI habilan-
svamenle absoliilas.a.inplada por grandes escelas, n- l05. Rimcaucoarl e-la a dez leguas de Dompaire ;
cerca do contagio e da infercao. Sao os Di. Devze 0 cholera al.i fez militas victimas, e loi levado de
e Nacquard sobre ludo que derarn vega em Kranra j nlr|, p,r um bomem desse lugar que morreu. Em-
a estas doutrnas. Esle ultimo di/.ia, com malla ra- ; (im operarii-s, sabidos de diversos pontos de nossas
lllm. e Esiu. Sr.Tenhe a honra de Iransmiltir a
V. Kxc. o relatori da conliui.aeao doservirodo!
assei das roas desta cidade, feilo sob minba di-
recrao, do dia ->\ a -J!) .lo rorrele.
Foram novamente limpas as quatro freguezias as
seguinlea ras, Iravetsas, etc. :
Un.i do Codorniz, da Lapa. Moeda, Seu/alla No-
va, Velha, Torres, t.uia, travesea do Apello, ra
da Madre de Dos, Iravessa do Bom Jess, berro
da ra do Vigario, do Noronl.a, Chafariz, f,ama
Joa. Pinto, Crioolas, Miadiohas, t'.ampello, Qoa-
reama, Arco da t'.onceirao, prara do Corpo Santo,
largo da Assembla, ra da Koda. Iravessa dos Qnnr-
leis. beeco do Calabonfo, Iravessa da ra Nova,
paleo doCarmo, ra do Rosario, do Crespo, prara da
Independencia, ra do Cabula, Nova, pateo e ra da
Penba, berro de Joao Patriota, ra do S.. Jos, de
Santa Bita, do Nogueira, Sania Cirilia, da Assump-
rao, beeco do Serigado ra das Cinlo-Pontas, do
Corte, Iravessa do Dique, neceo do .Marisco, llibeira
ra Augusta, dos Martirios, travesea do dito, alerrn
da Boa-Vista, Iravessa c ra da Conceicau, ra do
Rosario, Aragao, da Alegra. Velha, da Matriz, Pon-
le-Velha, ra da tloria, de S. Goncjilo, Bibeira,
roa c palco da Sania Cruz, Corredor do Hispo, ra
dos pires. Soledade, Trempe, ra do Sebo, dila do
Cotorello.
Conlinna-se a fazer rom ponlualid.ele o serviro
do asocio das ras, as quatro fregue/.ias, e jan-
lanienlc os aterres na roa do lluro, e na extremi-
Nio pode cliegar a mais o desreuramenlo da im-
prensa '. Causa ledic, erevolla a facilidade rom que
qualquer rabisca.ler laura mo da penna para at.rar
duesl.is as repulares mais illibadas, as auloii.lades
mais respetavris.
Qoem ler o lieho de 22 do 'oriente, a nao estar
prevenido contra es-a desmoralisacSo, e oslado pros-
lilnido da imprensa, pensar., lalvez que o actual ad-
ministrador da provincia he nm carrasco dos Pet-
nambucan.rs. ou pelo menos dolado de nina indo-
lencia rriniiii.isa a poni de ensurderido aos Clamo-
res dos seus administrados accommetlidoa da epe.le-
mla, deixa-los ser victimas do m.is cruel abandono.
Mttilo ...isa a maledicencia felizineule porem lo-
dos sabem que Ir* boje a imprensa, nrincipelmen-
le o/-.'(Vm, c ninguein llie dar crdito: e domis,
quein liver acnmpanliad a leilura do expediente do
governo reconhecera prima facie a alelvesia daquelle
peridico.
Sim : quem cmjboa le nao conbecer que o Exin.
Sr. rouselheiro Joso liento, sem prcripiaeao nem
espalbafaclo, mas com pruileniia,e aclivida,le. tem
enviado socorro* a loda a parle ein que se fazem
elles precisos Diga-se a verdnde, e sempre a ver-
dade.
A provincia tem um territorio mu vasi... ronlem
.">" freguezias, alsnmas dellas milito e mullo exten-
sas, e com diversas povoaj_es, e em grande distan-
cia, deveria pois o presideuic, seria mesmo possxel
mandar com muita antecedencia para rada una del-
las ambolancias, medico., dinheiros, vveres, e es-
lalielerer bospilaes, e ineemo dar ronier ti invita flew-
le so porque havia pcssilnlidade de serillos invadi-
dos pelo chelera'.'
O que S. l-'.xr. fez foi oque riimpria-lhe fazer.
Na rapilal reuni a rommi'-a i de bygiene, divi-
zao, no grande Diccionario das trtCHCtat medicas^
uo arliao contagia:! : .< Qaaesqaer que sejam o lem-
po, as rircumslancias, os lagares, em que so examine
urna molestia verdadcir.menle cunlasiosa, be essen-
monlanhas, indo reifar as plantees de r'rancl.e-
Comto e des Vosges, onde reinava n cholera, volta-
rio! as suas casas para morrerem dessa molestia ;
elles a eommanieam a algumas pesaoae de suas fa-
cinlmenle sempre a mesma, reronhecendo-se quando I miliar, sem que d mal nunca passassa o hlenle das
milito olgumas variares em seos phenoineuos an-
nexos...., porque a molestia, tirando sempre sua
oriuem de una ootra moleslia simillianle. ja desen-
volvida, n.io he mais do que urna mesma afi'ecrao so-
bre un individuo dilereule. o Elle nao recudiere
entretanto como contagiosas as molestias transmil-
liilas pelo ar. quando mesmo estes conservem todos
A falla de densidad do ar be
causa disto, como veremos mais
casas infectadas.
provavelmenle a
adianle.
lodos estes lacios eslabelecem da maneira mais
completa que o cholera se propaga pela ronlagiSo :
os lacios que e seguem provaro que as roopas,
os vestuarios podem empregnar-sedusvirus cholerico
os seus caracteres, alravez das traiisiiiisssf.es mais no- c eonaerva-lo por muilo lempo.
merosas, porque islo conlrara o que elle disse de | Km |S:l.., ma familia de NeulVhaleau foi accom-
su.i segunda e-pecic de epidemia, a inferrao, Esle meltida pelo cholera, que anda >3n exislia nesla
sado. dirigi varias carl.nh.s i pequea, que depois rtadl.,., (Ic Sinlo A,nar0- ,, ,ado ,,, m,1Ir_
r,iliin.lo estas no poder do pi, quasi ha o diabo !
Mas afinal anda o negocio mais acalmado ; mas mes-
mo assim nange ou que quizesse eslar na pelle do
tal presis. Elle he mais feliz que o lira denles,
pois alcm desla, mais qualro tentativas sei eu que
elle fez.e qoc Icnlalivas! !! O rapaz parece gos-
larde peixe do alio! Mea charo Sr., como sei que
as bichas nao pegaram, por is'o anda me afeito a
dizer alguma cousa, que do contrario, vai-le pao
que me importavu a mim No cnlanlo, dous dos
que tinham de sollrcrpozeram-se ao fresco, c ahi es- I serjr de amparo aos aterres que se cstao pros.guin-
lao r.iuqiiilloi:e um delles sabendo do trama consta- a ,ii, ,. -x. ,.,... .i, ;.. _____;;
lueqoe se quizera fazer como fazem eom ai tanajuras,'
Comparcceraui apenas xl Irahalliadorcs c aponla-
.lores, cuja falla de operarios me parece haver pro-
cedido da fcsla do Nalal ; todava, com o numen
indicado fez-se o servir que arabo de referir a V,
Exc.
As folhas das ferias das qualro freguezias impor-
laram em "K-\"it.O ; alugueis de carrosas que traha-
Ihararo diariamcnle 999: aierro feito por empreitada
na ra .o lluro .">.">; ; por sita bracas de .derrmenlo
execut.ulo na mesma ra do lado do occidente, para
motivo poda ler mnlo valor nos olhos do mui cho-
rado Dr. Nacquard ; mas. quanlo a nos, o nao leva-
remos em conla.se fados cvidenles vierem em inulli-
dao demonstrar-nos o erro desta classificaco.se, prin-
cipalmeule, acharmos ainda no virus do cholera um
oulro carcter commuin com os virus contagiosos, o
de preuder-se, sem allerar-se, aos vestuarios, aos
movis e oulros objeclos do uso dos homens.
O cholera da ludia he unta moleslia muilo anliga .
cidade, pomos .lias depois de ler recebido una troxa
de vestuarios que haviam servido a prenles que
acabavantde morrer desea mole-lia em Delouzee
dosquaes cs'a familia her.lava. lie de sub-prefei-
lo dessa poca que sei dess helo : elle o liulia por
si mesmo veriflcado adminislrativamenle.
I'm regiment dcinlanlaria, parlindo de Marse-
|ha para llonc, perdeu durante a viaeem desoilo
roes mais oppoatas,
As correnlcs dar que podem transportar o vira-
clorerieo a distancias, cujo. limites anda nao sao
condecidos, vem aecrescentar mais um elemento n.
e-lado de sua marcha alravez das popalarAea. K...
lim o cholera, cono todas as outras molestias con-
tagiosas c epidmicas, poupa povoaeliea inleiraa,
lado de ras, sem que al boje conheramos a le
desaaa immanidades. Islo depende sem duvidada
correnlcs d'ar. bastantes poderosas para separar o \i-
rus dos objeclos contamina los. e para dissemiaa-lo
a tal poni que nao possa man ser nocivo. Modi-
licaroesna quali lade do ar, devidas a certas cma-
nai.oes do solo ou das materias que o cobran, ainda
podem ser invocadas aqu : iu..s o fado existe, s.'.
seu esludo aliento poder., dar explicado.
N.lo fallo aqui das pretendidas modiliraci.es lias
eondic.'.es da electricidade, nem lias variar.'.es do
ozona ainda ponco couheri.lo, com rujo auxilh.se
quiz explicar a causa do cholera o roa propagara...
Sao ellas h\ pedieses ii.leiramente gratuitas, enlre-
lanlo nunca molestia revesliu caracteres mais eviden-
lemenle contagiosos, urna molestia tragn maleta-
talmente sua vereda, de sen berro as extremidades
da Ierra I'ara que pois recorrer a bypoUieses, quan-
do estas sSo tao pooco u. .cssarios'.' A opiniae que
allrit.ue a mar- ha do cholera ao transporte dos fo-
cos epidmicosUmbem he mal fundada. Nunca se
viu a febre amarella, lao mortilera em sen foco, fa-
zer por esle modo a volla do mundo'.' .! (I lypbo,
que segiu a infeliz campanha de 1813, invada onns-
so continente? Demais nao he com um corpo de
exercilo, um.i caravana que be preciso para levar ao
loi.ge o rbolera : um so homem hasta, nn he neees-
sario mais do que um vestido iuferlad..!
Em verdade o imperador Nicolao, cuja ambicio
be a causa nica da nvasao de cholera na Europa,
deve ser mui agradecido aos mediros por tercm sa-
bido laucar sobre urna qaeslaoUto clara nina lao pro-
funda obscuridade. e por baverem desviado de sua
poltica desastrosa e indignara., do inundo! Nao he
depci. que o ciar faz a guerra aos habitantes do Cau-
case que suas (ropas \ao buscar o cholera ao pe des
sis monlanhas e envenena., a Europa'.e a America'.'
Que cada um o repita, que rada um saina a causa
desse medonbo llagello !
Mas que ganluremos de saber que o cholera he
contagioso.' l'or acaso em IS. is:lil e IS'II a llus-
.ia nao llie op|>oz iuollimente numerosos cordoes sa-
nitarios! Ro prseme ella iiiultimeiiie o sola-
mente .los .lenles e das rasas infectadas .' I'ara que
pois servira renovar essss imitis experiencias, ae-
n.lo para justificar estas palavraa do Dr-. Biuhelot:
" A palavra ronlagiao sempre *er sxnoiiymade tor-
ios d.un, ser preferidos como desinfedaale
Convm reduzr ao estricto nrressarie numero
das peamos qae iralesn a cercamos chotericos: os
seus cadveres levem ser cuidadosamente desinfec-
tados e couduzidos duc. lainrule e sem acoinpanha-
ment.i ^o re...leo. (|Ue empre deve ser -ullirie..-
lemenle arreaMe dis hibilarr.es.
lie limhem preri-o desinldar cui.lad...ameiile os
piarlos, t ioupa, ..s vestuarios dos rbolericos cu.a-
l.is ou fallecidos, passar ao chlorn e queimar .lepis a
palha de seus leilos. i|e precito enlreter a mam
iimpeza em lodas .s hnvtans aaaMaafMaa lod.e.
as dias ; porquanlo as materias fecaes das rholeriau
graves e do cholera enmmumcain coro grande laeili-
ladc a mole-tia. sendo prnriea que estes ..Hunos cal-
lados se satandera as ras desxiadas e beerns. a toda
a palle eu. que poderem sei ei.ro..iradas malcras
contagiosas.
As reuinoes nnincrosasaa barajes, irwiradqs, ida-
nos devem ser sexeramenlc prohibidas as cidade
infectadas pelo cholera, e desde que principiar a d-
euxolver-se a molestia, be prenso aronselhar a emi-
grara,, todos aqoclles que poderem recorrer a este
meto. Os paizrs uiuulaiihosas nao sao el postas a*
Hiolera. Na parle de leste da Kranra, os Vosese
silo Jura nllererem as>lo seguro. N inno lindo.
liveaaea em Plambres moiio. esirancrirosproredni-
les depaizes infectados, sollrendo chuleriuas grave :
lodos s reslaj.eleceram pron.ptamenle. sob a dapla
inlluencia do tralame-.to a do ar das inniilaul...-.
A immunidade, de qu- gozam nesle raso es peizes
mont,iiihosos,procede sem envide de que o ar menos
denso, nao p.ide obrecarre=ar-se mais de miasmas
Chalrteos em quanlidade sutuYienle pira reprodg-
/ir a moleslia : saaraa lie moi provavrl que, .,. ,1^.
lera passou alrm das radeias rlevadas das monlanlia-
da \..a, o fez auxiliado por cornos de tiereilo-, ou
por viajantes que alravessavam rpidamente estas
no.iiiaiil.as, brranda comsis o veneno qae haviam
colindo as planires.
Se nossas populares, no principio do citolera, imi-
tando em icoaes rirrum-ii.,UJ, Enreos tus ci-
da.les da India, fossem arampar-se sobre a altara,
a algoma distancia de suas hibilar.v,, fariam r^
esle modo diminuir muilo a violeiiria di epidemia-
mas ese arampimenlo nao seria peeeWal senao du-
rante o vetan, de outra sorte tornar-se-hia lalvez mais
dispendioso do que a emigraran, e seria raerms se-
guro.
II que saheiiMs da fiejlilade rom qoe o cholera
eapalha, do quartv do docnle para a casa, para a roa.
para a ridade que este habita, demonstra sailicieale-
uienle lodo o perico que ha para a visinhanra. para
a popularan inleira. de deixir as eminares cholen-
cas accumularem-se em torno do doenle', e deimms-
ra lambem que estrella solidariedade aae entre
>>s habitantes, pois que os miasmas acmmul:
cidade em quartelrOes ou dislrieos, cada um ,
m sen medico, rada um dos quaes rom nina holi- P*lospaizes vizinlins, comanla maior lenlidaoquan-
masemlim, uson do seu barato, e tralou de accelerar
suamudanca; foi prudente.Acho hom que o dito cu-
pido trate si de sua familia, e nos continu a forne-
cer com o primeiro elemento. () A. sendo oaaVora a
espinha de garganta desla mosica cltecMO cu-
jos membros so aspiravam espichar-lbe o couro, lioje
lieo meslre da mesma msica porque a elle curva-
ram-se. OS. V. passau um caga-fogo meslre ao S.
e os que juntos a elle liligavam com um menino bom,
que estando esle na cadeia com lodos os arraigos ne-
cessarios, em virlode de quebra fraudulenta, e trai-
o a seus credores, tal untura de ebn da mazurk
houve, qao S. fez um nnlagre digno dos de minha
lernnha ; e para en acabar por onde principiei, di-
go a Vmcs. que no. levaulamento do alrapao para
sahir esle canario, de que acabo de fallar, filei mcus
cobrinhes, e os credores do meco baba'o. O I.ibo-
rio esla' com muita pressa.
Adeos. Seu atiento venerador,
Alexandpe-rlco.
Accuda-nos lirada-nos un morador da Boa-
Visla : o beeco da riheira da Boa-Vista esla' immun-
do ; ao p d arougue do Ricardo existe um foco de
infeccoes ; as c?rnes desse arougue pessimas; as ex-
halarles felidas fazendo delluxo ; o cholera pe.ln-
do-nos UcenCJ o que sera' de nos ? !
O currcio de lpoucn.
Tudn ahi marcha sema menor novidade : lem
apparecido algumas ligeiras indisposices mas
que passam logo. Fez-sea mesa da irmanda.le de
N. S. do O', sahindo por lliesooreiro o capelln ; se
o compromisso nao inhibe a accmnulacao dos dous
, lugares Wanseat, mas se sim, enlo esta' nulla esta
elcic,ao, proce.la-se Olra como he de dever.
do naquclla ni. :'n- ; concert da pipa para a irri-
garan das ras, e de 7 rarriiihos de m3o 28860.
lie ludo quanlo lenho a houra de relatar a V.
Exc
Dos guarde a V. Exr. itecife 'A dedezembro
de 1R5.I.lllm. e Exm. Sr. har.io deCapibaribe, pre-
sidente da cmara municipal.Joao dos Sanios
Porto, administrador geral da rompauhia de ribei-
rii.l.os.
Conforme : o secretario, Munoel Ferrcira Ae-
cioti.
BOI.ETIM DA SOCIEADE HOMEOI'ATIIICA
BENEITCEME.
Mai.ilcsto.i-sc a epidemia em Caruai comarcado
Bonito.
A respectiva commissao de csmollas rommunica
sociedade o seguinte :
'< Aqui fez a sua entrada o lerrivel llagello, que
lautas victimas ha feilo em lodo o orbe. O povo
est inteiramente atlerrado, apezar das admoesta-
{Bea animadoras, que se llie faz. l'or ora so temos
3 victimas, e vinte tantos fura de perigo. O espiri-
to .le camphora sendo epplirado em rontincnle faz
milagres ; e oque mala aos infelices enfermos he o
peccado da gula ; pois anda bem nao melhoram j i
querem comer, e a salisfacio .leste perrado os leva
i sepultura. Muita (em valido as carleiras homeo-
palhicas, que ltimamente vicrau. Nesla occasio
reqoisilamos mais -JO com os competentes foihelos,
e vidros de espirito de camphora, que sao inteira-
mente indispensaveis ele. ..
Muilos serviros tem prestado unquella villa os
lllms* Srs.alferee Antonio dos Santos Caria, labe-
lia. Jos Joaquim de Almeida (-astro, major Silves-
tre Anlonio de Oliveira Mello, e capilSO Miguel
O Sr. que mora na ra da Conceicao da Boa-1 l'crrcira Velloso. Todos estes senhores animados do
Viola, que tanto gosla de fazer gasto a's quitan,leu as | evanglico espirito da caridad.- sao encontrado* em
da genero limpoe que seja affavel, que lie, que con-
fie, que afie e ludo que acaba em ic, lembre-se
que tem familia e que llie esta' dando urna licito ex-
traordinaria de impudicicia. Olhe que bn memoria
limito feliz!... *
No dia 19 a's9 horas da noile, la fulgurante,
povo muilo. tomaram liando nuzinhos cinco mar-
manjos junio a' ponte, correndo, sallando, c nem se
lemhravam que nao poucas familias passavam pela
ponte Mas o que quer, se nina palmilla, que nos
bancos de pedra cosiumi assenlar-se, nao eslava al-
l I Kefreaqoem-se .'
Pedimos pelo amor de Dos aos a cerlos senho-
res que quando manlarem pedir para sua casa o SS.
Vialico.componham com decencia o apozenlo do en-
fermo. He lastima, leilor, que homens liajam, que
nem sequer deem para a cama do seu cscravo urna
cubera inaiilimpa. para com decencia, poder rece-
ber o Scnior ; he ; i mente o maior indellerenlis-
mo, lie a mais rexollante ropie.la.le Nem ao menes
(oda a parle, onde existe a allliccao : e a sua snti-
cilude e zlo pelo bem da humanidado deve aquello
povo o escasso numero de victimas, qoe lem ha-
vido.
Em urna rrise lao caiamilosa, a exonerarao que
araba de ter tugar, do distincto Sr. alferes Santos
Caria de commmaudante dn destacamento de C-
mara he irreparavel. Elle he um dos bravos do
nossoexercilo que saliendo desprezar a vida em de-
feza da palria, corre em auxilio da dos seus seme-
ntantes onde quer que a dor icclania sua presencia,
e seus serviros em Garuar nanea sern esquecdos
por todos os que elle lem salvado, mediante a ho-
menpathia, das garras da morle.
No Allinho o lllm. Sr. Dioni/io 1-erreira Jacobi-
na, joiz de paz da freguezia, lem sido incansavel
em acudir aos infelizes. Aluda mesmo dnlciloc.m
que esleve .lenle, nao se poupou ao arduo porem
nohre Irahallio de sOCCOrre aos seus semelhaules.
,A homeopalbia nesla epidemia le.n oslenlado lodo
ca porlahl munida dos inedicamenlos que elles re-
qui'ltaram, e comprados as boticas que escolhe-
ram : eraantsau o plano para a deslribuirao e exe-
cujao do irabalho n caso da iiivaso do mal : den
algumas providencias bem da salubrida.lc, ja man-
dando rernlher os mendinos a um asilo | o que nun-
ca Imuve | ja mandando proceder a liinpeza da ci-
dade, irrigaran das mas, ;i mu.lauca do maiadoiiro
ele. etc.
Mandn organisar, imprimir, c desiribuir urna
colleccao de prescripres hygieuiras.
Exped.) por diversas vezes rircnl.res s cmaras
iniiuiripacs. aos vigarins, s autoridades policiaes e
indiciaras, aos rommandanles superiores, recom-
inc.idan.lo medidas preventiva-, e dando convenien-
tes providencias.
Acouselhoii que as freguezias se organisassem
rommisses para subseripcOeacm favor dos pobres.
Ileqiiisili.u a nuda d* mdicos c estudanlcs de
medicina, que com antecedencia havia mandado
apalavrar ; ebj sollicitou a remessa de barcos com
farinha.
Mandoa fazer um deposito de baetis, cober-
tores, canias, elen^es, travesseiros, camisas etc. etc.
Kecummei.dnu as autoridades locaes que avisas-
sem iinmedi.il.menle qualquer apparecimento do
mal; e apenas tem tidoavisotemsidopromploem en-
\iar soccorn.s.
E assim, logo que eonslou-lbe ler apparecido a
epidemia em Papacara j comarca de (iaranhuus |
ofliciou ao juiz de direilo que ITataBSe de soccorrer
a qualquer ponto de sua comarca, a lem Iheremel-
ldo iliversas ambulancias, cobertores, baelas e di-
iitieir... alem de urnas puncas de cargas de gneros
alimenticios ; ordenando ainda que de Santo Aniao
se llie enviasse maior porra., de farinha. Mandn
dous mdicoso Dr. Amazonas com JH).^IHII) reis,
e depois KISMKI e o Dr. Souza Velha com iOOOOO
nai ebslanle laja eslar o pliarmacculico l.avenerc, e
de dever la rhegar o cstudanle tiodox. que tioha l-
cado de ir d.is Algoa*.
Do mesmo modo mandou para o Allinho o Dr.
Francisco Marciano de Araujo Una, e ordenou que
o cirorgiflo Siniplicio de Souza Fullles percorjresse
de Pimeoleiras ale Bonito. I'ara esses lugares lem
mandado ambulancias, perai i'c baeta, ordem para
fornerimenlo aos indigentes, e carleiras homeopa-
tbicas, nao quantas que llie dita seu genio mcsgiii-
nho como diz o/-.'e/o'mas o numero que llio ha
sido reqaisilado, lano da referida comarca, cuino de
outras i.arageus.
Paran Brejo e Cimbres mandou iiimc.lial.imenle
com lltrsrs. um medico o Dr. Cibu-sii, rom inedi-
camenlos. ruup.ts de lila e preparos de -cama que
elle quiz levar, alcm daambulancia e baeta que ja
linha ido : entretanto que segundo una carta a que
se referi um dos ns. do Diario parece que honxe
rebate falso quanlo ao Brejo.
Alem de ambulancia e carleiras homeopalhicaa
enviadas para .. Limoeiro, mandou com i.iii'-n i.i rs,
o Dr. Wauderlex, que leva proviso de lenroes, co-
bertores, r..upa de laa rlc.
Mandou para Sanio Anlao e freguezia da liloris
(onde se montara nmaciiferinaria n'u.n sobrado que
o respectivo subdelegado oll'ereceu o Dr. Augusto
Carnciro Monteiro cun ..imi-jiui rs.. e o esludaule
lierniiniu Cesar Coulinho com illKi-timi rs.. alem
de ambulancias, e ordem para soccorrer a pobreza
desvallida.
Apenas noticiaram-llie que na Varzea apparecera
o cholera, envin iu cunliueuli o Dr. l;irino para
examinar', c apezar de n'io haver all tal molestia, e
sun cmaras de sangue, mandou montar urna enfer-
marlo, aliviando camas, lenroes, travesseiros ele. c
ordenando a visita diaria do Dr. firmo.
Aulnrisou urna enfermara em S. Amaro Jal.oa-
tao, c auloiisou e j fui visitar outra no Poro da
l'.in.lla.
O que queresa mais que faca um [.residente .' que
abra os cofres .i Uirto e d ilireito ".'
lambem invena o maldizcnlequu S. Exc. manda
aviar os remedios em determinada botica de amigo
sea : j>rl< Diario vemos que S. Exc. nao se lem in-
gerido em compra alguma : elle rommelleu essa in-
cumbencia a quein devia co.omelter ao Sr. ins-
pector da Ihesouraria de fazenda ;,o Sr- commeil-
dadorjoao (...nr.ilves, pois. he quem ha comprado
os medicamentos e mais soccorros c continuara a
comprar onde os bouxer rnelbores sem predilecrio,
ou patronato si esle ou aquello. O crdito de S.S.
est acuna de qualquer elogio.
l,omens acconimetli.los pelo cholera : i sua chegada
ella dala sem duvida dos primeiros lempos da liu_ i ,, frica, mandaram-no acampar a algumas leauas
manidade, daquelles em qoe a India comerou a ser de distancia de Roe cen receio que nao com-: ro, abandono, dese-per... com a ti i-te consolara., de
habitada pelos homeQ.. lie em Bengala, no delta municasse a moleslia. O eslado sanitario des-e | algumas dedicacf.es blo-ubi i mes qoanl. slereis ; a
lo Ciaiig", essa parte do Tigre, que nasce o cholera ; regiment era cxrellenle possados oilo .lias, quan- doctrina da contagian nao sabe inspirar seno a fa-
do urna de sua- companbias leve aulorisacao de -a, nao sabe pro.luzir senao eordes sanitarios. |..ze-
entrar em Boue, onde o cholera desenvolveu-se no reos e qoareutenas. n Ss a doctrina, que ea de-
dia seguinte. Dito das depois urna outra rompa-
nina do mesmo regiment ia ao interior do nail cm
occorrn de tropas, qoe -^ urhavam cm lula com os
all elle he indemico, mas quan lo as cirrumslancias
o favorecem, torna-se epidmico ; espalba-se enlao
to as populares ahi sHo mea
eommunicaroes mais raras.
embastecidas, e suas
Algumas pessoas peiisam que o cholera era conhe- rabes. Posto que depois de quinte dias nao hou-
cidodos Hebreos desde o lempo de Moizcs. Com el". Uesse caso algum de cholera nes^e regiment, essa
feilo, no DeuterniioruQ, depois de ler feilo a nomen-1 companlua leou comsig a moleslia por lodosos
entura dos malea qu ferinto osjudeosse forem iu- lugares que leve Je alravessar. -1 Ser de lollo Des Garennes nao era proprio para deiiar-lhe
agradaveis lembraueas. E todava follava sempre a
esse respeilo com persistencia que pareca realmen-
te inania. Todas as vezes que os Ricardos queriam
tratar do inleresse commum, l'eler Bristol achava
sempre algnms (rausirao para rhegar .. familia do
fallido. Cou'a ainda mais calrauha era que elle falla-
va dessa familia a Vaulier, o qual nem a conbecia.
Iviiliin. f.ira.duas vezes Touraine para tornar a ver
u castello abandonado.
I.a l.ozerne era sem comparacao o mais eslouvado
dos Bicardos ; nenhuui oulro levia ousa.to dizer tan-
to como elle em su.i carta ;. mas o diabo nada perda
com isso, e a Irib leudo SJfecurado durante qmuze
dias a decifrac,an do enigma, declamo unnimemen-
te que o grande Cama eslava ruamorado de Camilla
oo de madama Des (rennos" lalvez mesmo de am-
bas ; porquanlo a tribu Ricarda ennsiderava a Ame-
rica Septentrional como paiz onde sao permitlidas
todas as excentricidades.
l'eler Brido! fallava lano de madama Des Garen-
nes como de Camilla, c os Ricardos observadores
achavam mesmo que elle compruzia-sc mais em Ira-
lar da primera que da segunda. Ksse bomem ex-
traordinario fura sem duvida impressinna.lo pelo va-
lor que desenvolver a CSSlelUu na ultima lula, e to-
dos saltero que be sempre por um lado extravagante
que mostra-se vulneiavel c. rorarao dos originaos
Americanos.
Vauticr. e islo be mais grave, era lambem da opi-
ata* dos Bicardos. Peler Brislul addira Vaulier
sua pussoa. este nunca o deixava, e sem o dizer esla-
va persuadido de qoc seu amo (inha amor madama
Des Carmines.
Era no quarto de Peler Bristol, urna hora pouco
mais ou menos depois que retiraram-se ns Rirardos ;
- o banqoeiro de Boston vestido de roupao e lendo os
psao logo, fuinava silenciosamente seu longo ca-
chimbo. Alraz da poltrona Vendrp.li ronservava-se
em pe. O ar de Paria f.'.ra favoravel a ene bom ser-
lieis lei de Dos, seu legislador accrescenla que
esses males nao foreni bastantes, Dos saliera lma-
los mais lerriveis e Ibes enviara o peior mal, em he-
breo r/io/i-ra ; mas uenhuina dcsciipra.i dessa mo-
leslia permille de assirailha-la ao rbolera indio.
Salomao, no Ecclesiisle, ainda emprega a palavra
cboli, antes para designar um dos vicios da humani-
dade, do que urna molestia.
O Gangc, esle rio de toma, como o denomina apro-
piadamente Viotor Jacquorr.onl, deposita um lodo
espesso c cbio de materias orgnicas sobre as vasta*
planices qoc inunda peridicamente cada anuo,
principalmeule perlodesua embocadura. Esse lodo
nao larda em adquerir, dchaixo do sol tropical da
India, um grao do pudridao que exrede muilo a dos
charcos mais infectos. O cholera he o que disso re-
sulla, e por esta razie conserva alguma smilhanca
com as cuicas fehres dos charcos, mas miquillo que
ellas lem de mais lerrivel. A febre perniciosa lgi-
da lem muilos trajo communs com o cholera, l-
mente se cura mais fcilmente, e nao se propaga
alem do foco limitad', que llie da origem. O mesmo
succede com a febre amarella, e com ladea as moles-
lias que, devidas iicecaii nao se rexcslem depois
com o caracles contagioso. I
O cholera he pois. cm sua origem, una moleslia
produzida pela iiifeceao : mas desde que, sabido de
seu berro, o venios caminhar com as caravanas, os
corpos de exercilo, Iranspor os mares sobre os navios
e invadir o mundo, conservando lodos os seus carac-
teres, sem receber inlluencia nem do fro nem do ca-
lor, nem da sequidao nem da hmida.le, junio ao
p.do o sih o eqtiii.lor, evidentemente aprsenla ludo
que eonslitee una molestia contagiosa, e rccusar-lbe
islo porque o ar transporta sen principio contigioso
adManehu ainda mal limitadas e provavelnieulc
bastante pequeas, be negar o fado no que elle lem
de mais caracterstico, a conlagiao no qae elle ofto"
recede mais perigoso.
Vou citar algnns faros para no dexar duvida al-
guma acerca da conlagiao do cholera, lirarei as
primeira de urna noticia a respeilo do cholc-
ra-morbus observado em Cbalons sur-Marne,
em 1832, pelo Dr. Salle. .< l.m cholerico, che-
gando de urna cidade iniciada,diz esle sabio obser-
vador, vem morrer em um quarleirao que ollerecia
suflicienles eondic.'.es de salubrida.lc ; poneos das de-
pois todas as casas, que eslavam na viziiihanra da
sua, achavam-se infectadas 0 eui cada nina diversos
lenles sucenmbiram, A mulher que tralou esse
doenle, leva a mole-la a outra exlrcmi.lade da ra,
e Iros sao as victimas que morroin na mesma ra-a.
lina casa da ra da Esrola perde rapi.lamcnlc qua-
lro de seus habitantes, e o primeiro, que morre, he
mu rapaz que morara no quarleirao de Mame iulec-
lado. O primeiro doenle da ra Pidieron he nina
rapariga qu linha Jo Iratar de seu irasao no arre-
hable de Marne : ella snecumbe rpidamente e nao
passa .lente em sua casa senao algumas horas. Islo
bastava para infectar a rasa, que era asseiada e al ;
qualro de seus babilanles veem-se surressivamenle
accommellidos, e Ires morrem. O primeiro doenle
da ra S. Jaiques he urna mulher que linha id Ira-
importanle de um medico principal do exercilo, do
sabio Dr. Boudin.
Talvcz objeclem que, se o cholera fosse contagic-
fendn, nao devaste ler senao esses resollados, lano
o melhor Valeria o erro do que. a verdade. Mas nlo
he assim, e quando ctr. presenro. desse llagello os
mdicos naocoutagioiiislas sao toreados a c.nfes-
sar por loda a parle sua impotencia, os mdicos eon-
tagionislas, pelo contrario, poderiam minorar mui-
lo as devastarnos do cholera, e mesmo delle dcseni-
baracar a Europa, recorren lo a medidas que a Sfi-
encia approva, as quaes Iranquillisarin as pnpula-
ees e Ibes n.io iniporiao mais do que pequeos iu-
tOS na residencia do pola-e. podem cla-gar SSJ os pa-
lacios dos ricos, poruma inlinidade demejosde traae--
porle, a que nad se pode samar.
Mas a falla de ar as habitinios, ..-.ttrwi. ato
deveslnarios .penles e de una alimentara* r
cente e -aa. sao as condir,>f mnt favoraveis a
paga.;,.,, da molestia, lie pois desde logo de-
rease mais urgente, non as popularles, proceder i
maneira. niesmn a' rusta do maiem s.,rr.lirios, me
e-sa. rnndires deplorveis cirsappareram inlrira-.
inenle. *
O inleresse de lodos os habitantes de urna cidade
esta pois e-lreilamenle ligado ao do mais pobre cala-
da >. rujo abandono, em lempo de cholera, pode is-
nar-se una raus.i da mais iclivas da propasara ib,
llagello. Assim. ja que estamos r xr .wlns. tal* par
rnuilo lempo anda, a e-la peste, sera indtspensavet:
I." applirar por loda a parle rom rigor a lei relativa
sos al,lamentos in-alobres: -!. e-labelecer em casta
povoarae. principalmente pelos cuidado dos serer-
.lotes que nella reaidirent, seriedades de pesaos* aja*
se dedicaren! a tratar ns rliotrr,.: X- dMribsii
vestuarios c vveres aos indigentes, e evitar tinto
pres familias asglomrradas em ratas olrnr>, I
I quanlo lor poh el loda- as miseria-. Emlim ns ca-
so, deven,, rerirlodos aquellos que -u achassem en. co.nmodos, nl,,., h,glene dev(,,, contacto rom os cholencos ou que vivessem em sua I Se fosse pessivel boje rectificar o curso do Cenge e I ,,;lra ra,er in-neccionar cada ata o. habitantes Isjsaa-
sanear Bengala, esle paiz em que. con... diz Jaeqoe-j voacftes invadidas pelo cholera, e deverio estar -
moni, a agua dos nos nao pude encontrar um de- mados de autond.de bastante para poder ohrisar
ler, profe-sor en. Munich, em sua obra.Moao~ -le'Hw "" "y": propugarti de chotera, publicado em IKo-l, *nt em-en berro. Mas, pira rhegar a trabadlos de-la i medidas de as-eio, de are, .melo, de de-into" :...
qual se leem estos palanas : As pessoas accomiuetli- emporUncil, he preciso nm mava de rivilisara" yj-jm, ualat, c d<- nint. pm forrar n- >nnnM.
1 epidemia j,,da nao chegou a humanidade : he preci-o que a y ^
-ande lei da solidariedade buniana seja nieilw.r e- r_A
dada, melhor compre!.eudi.lj.
v' a guerra aclual enfraqucccr bastante os
Se nada die ale aqui acerca da diarrliua premo-
irando-us para longe, para bem longo do Ceucao.< nitoria aa etwlerlaa, t Un aliliilali dr rvnbaie-i
a Europa sera preservada por mu.lo lempo do dio- j|,e prqliei ., ousUllic recoul.ecer que eMa me.li-
lera ; mas os mediros dos reis n.lo sao, pela mor- ,u |,e milj,0 ll0ai ,|,vn di,e( ,,II1Dfm ^af mmameaj
parte, parUdarios da conlagiao dessa moleslia: per j inteiraaseate baipeteasa em isli m sjsmmj provm.
isso deve-se temer que se deixetn os Un-- senho-
res dos lugares em que, depois de trila eciuroan-
rii.s, elles vao buscar e-se llagello.
Nao se podeudo ainda destruir O cholera em sua
fonte, no Bengala, e nao se pndendo lambem empe-
dir o imperador da Bu.sia de envenenar de hoje em
_' Os faclos aposentados pelo Dr. Turck
acliain em hariiioiiia com o que diz .. Dr. !' ;|. i.i, !
las de diarrha mesma ligeira, durant
cholerica, podem eapeUiar por -imesmas os ger-
mana da moleslia; idea ja emiltlda e desenvolvi-
da pelo Dr. Curin cm IS-V! e IS'.l na liaseta me-
dica de Pars, de que he|o redactor em chefe. Em
seu apuio aprsenla o Dr. I'elteiikofer os segumos. ,, expellindo-o- completamente do mar Negro, a-
factos :
ri-n que a I" a ,|ar a sua cnsta alojamenlo. de orna maneira
aelher es- [ J"s ,3, aaaaato lodo o t-mno de epidemia, as r*-
hres familias ngglnrn
Ras- ,.s e insiillirienle-.
1. Os JJ."i guardas do palacio da Industria de
Munich rspalbaram o cholera em lodos os quarlei-
r.'.cs respectivos, nio se sch indo ellos accommetlidos
sena:, por urna ligeira soltura de veulre.
J. Em l.lirarii, a epidemia rcbentoii na pri-o.
depois da chegada de um preso viudo de Munich, e
que apenas Bolla nina ligeira diarrhea. A lava-
deira que rui.lou de sua ronpa soja pelas materias
recaes suecombio promplemeole ao cholera.
3. Em Ralishniina, o guarda livroa da fabrica de
porcelana voltea de Munich com a diarrhea : dous
dias depois o cholera declarou-se em sua casa, e elle
uiurreu teguindo-o em penco lempo cinco loca-
tarios.
. Na prisa,, de Kaiserbntmt o mesmo resultado :
a chegada de um eslrangeiro viudo de um lugar in-
tecia.lo e julgan.Io-se em bom estodo de saude, nao
ando um
cas. A-sim, em Sanl-l.nHp. p,-r exemplo. peqoe-
na ridade do departamento da Alla-Sa.'.ne, de mi
populara,) habitual de -J.Siai asVas. redozidaa J.H.
un xerin ultimo, em ronseqnencia da emigraran,
qualro mediros de asalto mrito tinham enlre si di-
vidido a popularn, cujas serroe* cada um in-nerria-
dianlc peridicamente nossas regies, he preciso, na 0.1T;1 regularmente lodos o, dias. sem canecer urna
familia : os mdicos ln.li.sm ajudanles mlellig-nle.
siluacao em que nos adiamos, recorrer a todos os
nicios que poderem retardar na marcha alraxez de
nossas regies, e muilo diminuir o numen das pes-
apresentondo senao um desarranjo de enlrenhas ;, soas que elle alara. Ileestc principaluienle o gran-
periodo de incul.arao de oilo a vinte um dias, se- de servico que a iiiedicina pode prestar; a cholera
gutido o estado mais ou menos hmido da atmos-
pliera ; a epidemia se declara, lem seu periodo de
he um veneno lan vilenlo, que poneos recursos dei-
progresso, seu periodo estacionario, sem de dimi- Xl1 a ar,e 1ua"Jo lem invadido a economa. Os pra-
nuirao e por vezes urna recrudescencia, principal- I ticos sempre se julgarao felizes quando, nesses ra-
ineule, se novos eslrangeiros chegam a localidadc.
para exccularem suas prescripres c cnmtuier. e-
forradamenle lodas as rl.olrrin.is que e deseniol
vc.-eni. I'ois liem apezar dos cuidados meas es-
clarecidos c loda a soa dedicara, elles (wr.leram
em consequencia do cholera, o mino da populara..'
I m deseas mdicos era o Dr. LakBST, .le l'iris. r.,-
v iado pelo gaseaae ; elle fazia doinferlar as male-
vo : eslava gordo, su.i pelle reluzia ; linha os bracos
cruzados sobre o ventre bem comn 11 negro que adia-
se sobre a insignia de um relojoeiro no posseio pu-
blico de Saint Denis.
Jante de l'eler Bristol. sobro nina meziiiha, havia
algumas folhas de papel legradas como as paginas
dos livros .le commercio.
Nao ouvi urna carrusgrm entrar no paleo'.'
perguniou elle applcando repentinamente o ou-
vido :
O negro dirigia-se A janella, olhou pela vidrara, c
dis-e :
lie o enlior Kohiu-on que volla.
I'lcr Bri-l.d recohrou a iinmohilidade, mas de
quando em .piando sua vi-la inquieta c impaciento
vollava-se para a porta.
Kilo tarda muilo !... murmuroii no lim de um
minuto.
Devo ir rhama-ln .' pergunlou Vcndredi.
l'eler Brislol nao sabia se fallara. Nesse momento
a porta abrio-se, c Vaulier entrn.
\ ai ceiar, disse o banqueirn ao negro, rujo sem-
blante largo alegrou-se a rasas agradaveis palavras.
Vaulier i.liauloo-se para a chaniin. l'eler Bris-
lol acenou-llie que se assenlasse, Vaulier sabia ia
de cor, se assim podemos exprimir-nos as superficies
do amo ; sabia que e>le nao o interrogara irninedia-
lamenle pur inainr desejo que livesse de saber. Pe-
ler Bristol lomnn rom" geslo iu.lilleienle e pregui-
eeto as folhas solas que eslavam sobre a mezinha, e
disse :
CaaMcasle mal Vaulier : espero que acabars
bem... O que eu conbecia de ti uao era brilbanle :
has de concordar que eu linha o direilo de experi-
mentar-te... Assim o fiz.
Eu nia lenho nenhuma espec? de direilo, res-
poiideu Vaulier francamente e sem liumilda.le vite.
: Vossa senhorie ezperlmeatoa-rae, fez l*m... Etpe-
I rimenle-me anda se llie apr.nner... Son-lhe dedica
I do iialnraliiienli', e islo 111 falla de outra eoUM Iiiiii-
Se c,.n.ull,e,,,.,e <-Apo,,to,ncntos para a his- i *"\ BMW''" V""'""" ""^ "**"* *" ''' "* "**** pe'' ****, mas por meio de
loria de limlcra-morlms no Par em IK.">">. publi- I e" sulfalos de ferro c de zinco nicamente, qae estn
cadns ltimamente pelo Dr. Pranciscofda Silva fias- "' no'' Ojaarlos dos cholcricos principalmente aue j |-e.iieslc caso, de valer ocl.loro e osbvporhlonle-
suas prescripres a esle respeilo n.lu erain bem esc-
rutadas, .valen, disto n.lo desinfectaran! os vestua-
rios, os leilos, o- .piarlos : etes cram quis sempre
insollicienles a pouco arrjadns. llana emlim mu
Saint-l.oup. romo cm oulros mnilst lugares de
l-'ranra. urna mullida de familia* qoe e-lavam 11.,-
meliiores con-iieoes p^ra roulrahir c propagar dio.
lera. Esla moleslia. muilo enflaquecida pela o-
larao, existe entretanto cm mulls parles da Enta-
pa, ella pode, ... prxima primavera, rirr.er novas
dcxaslacocs: ja se lem eu-aiado coulra ella urna
mullido de consas. que todas lem pouc mais 011
menos o mesni valor i.eg.iino: porque e nao en-
saiaro meios preventiva, que ,i pelo mei :.io poderosos quiil o ontro, segando
rela; sueanpUeacaa seria fcil e pouco aaaaaiaaaa-
-a : a razan e a aciearia os apprnx am : pos-am eile
ser f.noraxehneiile arolhi.lns por aqueile que c-l.io
no caso de provocar sua applirar 1. .mmejiato '
Dr. /."moldo Tirek.
Iro. enronlrar-sc-ha 11 pagina 26 o seguinte : poderemos ser ulei, eombateodo os miasmas que
Se se ajumara islo sicerfesa.de que enlre as pri- delles se desprendem, empedindo-es de accnmula-
nienas xiclunas do cholera se conlaui -ele pretos, I ... ,
eseravos do Exm. Sr. baran d'Ar.rv. que por orden, i "> ul^rande quanlidade.elornarem-sepor
.le sen senhor vinhain da ilha de l'.uijnl.a em um I "le modo multo mais perigosos, emlim arredando
hatelao cum pedra, lenh.i. e nulros objeclos para dosdoei.les a dos morios as pessoas que nio sao indis-
esla rapilal, e que por desdiia delles atracaram a ga- ; .^maveis ao serviro, e que forneerla a epidemia pus-
iera no dia I 1 de niaio, qu.in.l.. e-laxa ancorada a ,, ,
baixo da rorlaloza da barra, e l toram vender le- |lo mM< -''"'"^"'e. Os raclea, que clamos, e a que
lllm, e peix, dos quaes pretos seis sucenmbiram uns' potleriamos accrescenlar urna mullido de oulros nao
apos oulros, dentro de poneos dias, uns na dila Iba : menos significativos, provo al .1' evidencia que se
c oulros na .asa de sen senhor nesla capital, para ; desprendem dos corpos e dos cadveres dos rlmleri-
onde eratn con.lu/i los .lenles, e ah pouco dura- -,. ,
vem : se se juntar aiia que a bord da crvela cni ,n,i,s'"',s eonlagiosos. lamben. e desprendem
a vapor Pnraensc foi onde o cholera comerou 'das malcras expellidas por esses .lenles, e segaado
primeiro a demonstrar a sua mu. ndole, e que esle l.ienig, islo em lugar no lim de Ircs ou qualro das,
S leve lugar depois que para la foram engajados co- ,, qad0 essas malelas entr.io .111 fernirnlarao
n... foguistas dous dos relcridos colonos viudos na -. ,
Defemor ; que o mesmo acontecen no balalhAo 11 ', Pot^W,' 1ue ,n,," se ,,eve ""'"" '"li,-," '
do cacadores de linha, em virtude de estarem os sol- De pois da maior importancia renovar incessanle-
dados desse corpo de exercilo de guamicao no ar-1 mele o ar nos quarlos dos cholcricos. nao sopor
seal de marinha, quando para la foram no dia IS Mles !lCliao por aquellos que os Iralam : sem isto as
de malo viole dos uiesmos colonos euuaiadus nclo!
governo para a fabrica do corle de madeira,Tn MBlagtosas, accaraulaudo-se, lornar-se-
me perfeilo hoinem de l.em ale ao momento em que
eu fr desped'!.).
Peler Bristol sorrio. c di:- em lom de Ir anca af-
feir.lo :
EssM palavras sao calculadas para que cu le
conserve sempre. Dixem que ha mais alegra no pa-
rarte por .11.1 percador convertid que por dez asios
perseverantes.. Crein que nao us separaremos mai-,
amigo Vaulier. Meo Deas, sim, rnntiuuou elle rom
accento inleirainente dislrahido, e amarrotondo os
papis que linha na mao, leus manejado boas som-
mas... I'uz um averiguador em leu encalco... Nao
ha um cntimo mal empregado K lu.lavia devias
crer...
Curiar a pobre gente a quem vossa senhoria da
asmlas inlerrompen Vaulier eom alguma tristeza ;
mesmo no lempo em que en era aventareiro... falle-
mos claro. raioteiro, en 11,10 Iciia sido capaz de tal
cousa !
Assim o creio... Nao quero dizer que esleja in-
teiramente satisfrilo...
Ach que alaiguei-me muilo .'
Pelo contrario.
Alto e man lenho gasto mil Iranios por dia.
E que be issu nesle grande l'aris. onde ha lan-
as miserias!
C-.-tarei o dupl.....1 triplo, se vossa senhoria
quizer, meu charo e digno amo, dis-e Vaulier mu-
dando repentinamente de lom... Bem sei que sai
generosidade he inexgolavel... mas porque atormen-
ta o espirito para afsstar o ol.jeclo de conversaco
que deseja encelar'.'
Peler Brislol rarregob o -obrolho, mas recohrou
logo o -orriso, e murmnrou com hondade :
Nao se pode fingir comligo, Vaulier... Eia, fa-
ze-me leu relalnrio.
Elles rnegaram... dise o confidenteapproxr-
maiido sua |inllrnna.
Clieo.iram !... irpel.o l'eler Brislul sen. diasi-
miilar mais <> .nleie^e que t.nnuv.i uesse icnli. .-
Acara, os quaes antes de segiiireni ]
tino peii.oil.irain por duas uoites no
ira o sen des-
lito arsenal, '
I A sua Iransmissa,. .. Europa nio.lra que com
e ahi travarain relacocs coro os soldado-, e fizeram I ella pode dar-se o que se da eom o cholera. V ra-
trorasde roupiis, e oulros objeclos ; e finalmente -ao esa em que com elle ha mais cautelas naqnel la
que foi cm Obi,los. a -2IH1 leguas de distancia de-la
capital, onde a epidemia primeiro se oslentou ....
interior da provincia, a DI do junb, poneos di-
parte do mundo.
I O que be certo, he que no Brasil se lem desen-
volvido o cholera uaqiielies partos, em que sanie
vl) Se o Dr. Tuilv livesse observado a febre ama-
rella na America, vera que essa allecr.lo procede
do mesmo modo que o cholera.
[Uo traductor.
ment, tu Ibes enviaste drnbeiio para fazerem a
viageni'.'
Vossa senhoria no ni n linha ordenado.
De verdade... mas enlao ?. .
Meu Dos corla genio lem sempre um ultimo
recurso... Madama, lies lituennes peale pagara va-
geni de loda a laimlia, o sua bolsa nao esla inteira-
mente desprovida.
Clles nrhavaui--.' '-ai !al miseria la eni rasa da
ba velha Ricarda dio l'eler Bristol, o qual pare-
ca ler sido informado da ludo.
Gosrda-se nm diamante, lornou Vaulier, nm
aune!, una cirrcnl. de 0:1ro, alguma cousa emlim
pata tentar nina derradeira'caropanha... Elles vie-
ram siinplesinenle pela orla do senhor I.a l.u-
zerne.
l'eler Brislul fez um geslo de esfregar as mos,
mas conleve-se, u seu semblante recohrou .1 expres-
S&0 de Irieza.
Elle ama-a '... disse comsigo Vaulier que o
observava. O melhor serviro que posso prestar-llu'
he cor.il-o dessa doenra '.
I la simiente i--o que leus a dizer-me '.' pergun-
lou Peler Bristol.
Vaulier leve um surris*) va.loso. e responden :
Elles cheg......as qualro horas nula e nuco
minutos pulo romboi de Orleans eni cariuagem de
segunda classe... O mari.b. ea mulher, o rapaz, a
rapariga e a velha Ricarda... Na oslaran tomaram
urna carruagem de aluguul, e apearam-se perto da-
qui na ra de Ir os I-reres no hotel de Saint licor -
ges... Tendn ahi chegado vossa senhoria coueehe que
me pertenciam '
Como enlao '.' pergontou l'eler Bristol.
Sobre a siunuia, que eu linha a minha disposi-
ran, abr nm pequen rredito que iuscreveremns nos
livros rom esto ola : l'hanlasias do palriio... l-oram
alojados em nm quailo, no qual graeas aos nossos
dollar- eaUto rom ou. .una gaiola, anda os pe*sar-
nbos e-ivuaearu i vista de lodos.., Pos. dizeiav.).-
depois de lereui lchegado IHII dos meamos colonos observam essas medidas. A historia heni triste do
que para alli haviam embarcado nn vapor Tapa-1 cholera no Para, Scrgipo, e Rio tVrande do Sul ele.
/. a IS de maiu por ordenado governo, eremos que o mosliao.
nenhum escrpulo, repelimos, llavera em admillirI Nos palies quenlcs ,1 fermentara se opera
se como real, e ver.ladeira a iiupoilarao do rfto-1 mais rpidamente.
lera pela galera Defensor. Da traductor.
-a senhoria ledas a- suas acedes, e repelir todas as
suas 1 alan.--.
Carlaruboi arudira a- faro- paludas de l'eler Bris-
lol. o qual I,. lavi 1 proiiunrioii em voz baixa e com
nina especie de vergonha.
IJiie lem elles reilo ".' que lem dilo '!
Mr. Des Garennes na parece ler nerfcilamon-
le ronseiencia .lesna desgraca... Cabio em demen-
cia... E cumiad., rcsja-lhe ainda algum juizo, bem
em vossa -enhoria vai er... |.,w depois. .1.. rhe-
gada, a mulher liaiu 01- a parle e disse-lhe. Temos
ainda um ultimo meio de salvar i..... Peler Brislol
I arha nossa lllha linda...
o banqu uro cslremeccu, o murmurou abaixando
1 s olhos :
, Ah '.... Madama Des Garcnn s di-e isso *
Heos me perl.'.e, di/ia ein voz haixi Vaulier,
elle receia que ella lonha Clames !
Sim. re-pondeii em voz alta, ella disse isso...
, E como man.l na rnniprclicndia, pi" ludo em
pralos linipos.
l'eris. que tr.liava--.' .le casamento, iuterrom-
| pon anda Pelar Brislol.
Ah ah !... tomn V antier rom znmharia.
Depois vendo a palliloz rrescenle .1 amo, a.-res-
ccnlou :
i, Com eil'eila IralaxM se lalvez de casamento.
Que responden Mi. Des Garennes'.'
Responden clara o francamente como linmeiu
honrada que provavalmenle foi oulr'ora: Nunca
venderei minha lilha !
l'or 11111 1111.. irnenlo involuolario as niaos de l'eler
Brislol apoiaram-se contra peito, e elle disse como
a seu pozar :
Boa respo-la !...
IC mudando de lom, lornou :
Mas de ....ira parle visto que dizesqne essa
bornein e-la demento...
Vaulier inor.leu s be.eos, a roiiliuili.il :
ntrela.ilo -e vn -a senhoria livesse vi I eia
l'AIIIIIIIA.
Ijanar.eir.i -Ji. de dezcnilirn de Is"..'..
I 'rala-se u.i prsenle quiuzciu d juraJos. clei-
..-s-enal..rae-. c ueste ronslanle rebolir,. xivcm -
cspiril.x agitados, c .lisio e-cl ircridam-nlc prenecu-
pados, de sorte que ninguem s.- naaaara eaaaaai 1^-
draslos hetiiieia qu parseaaaaa a huroauladr e
que seus eminentes olleilos nos lununriim .revi, i
ruina, i-l. he, peste lome e guerra !
mu canto do quarto oulro grupo composto da velha
' Ricarda, do joven Rolando u de Cituilla. ra bella
inocnha...
l'eler Brislol fez um geslo de impaciencia.
Esses he que pareccui amar-se !... prosegua
1 Vaulier, es-es he que n'u. descoufian nem mesmo
,:. ...i.- nos;,, mundo ha vilezas e infamias!
D"poi- da respo-ta d marido, pergontou l'eler
Bristol framente, que fez madama Des Garennes'
Mas, nao pode Vaulier drivar de diz,., vossa
senhoria nao inleressa-se por essa pobre rapariga,
, lao formse '.'...
Com cll'eito he mu foriiiesa. responden o I
! ....nciio :a^' inleresso-nie por ella lalvez mais do
, que penses.
Vaulier encarou o pairan eein urna especie de es
panto, e julgon ver-lhe nos olhos nao sei que raio
vivamente accendido.
Aprol dtsse comsign; nao conllevo i>sseho-
( iiiem ha muilo lempo... So elle ti/e-,- dez 111 l lian- j
1 .s de e-molas por se,nana para ruin vinle mil
i I lauros de peca lo- \
I'iz-le una pergiinla. disse l'eler Bristol sec- !
camcnle.
K vu icspoiider-llie... Madama Bes Giren-1
lie- den as rostas a marido -ein acrcsceiilar mais!
11111,1 palavra... I'ocou a campaililia para pe lir nina |
carruagem, c ilirigio-se .1 ra l'igaie.oude mora Jas-
lina, -na anliga camarista.
Seguiste-a V
Com. couvinh.i.. \ eu referir o que passoa -e.
deixaudo a vo-sa senhoria .. cuidad de tirar as con-
I sequencias... Madama Des l.aienucs esla muilo 11111
dada depois da doene:., e seu Irage de viagem nao
era proprio para supprir as graeas que perdeu...
lnlrando em casa de Ju-lina, disse-lhe : Minha pe-
quea, nao venhn lomar os ..l.jeelos que me fur-
lasle...
Juslina lamia porque sua amiga ama Inrava-lbe
ni i., z.-ll ..
I
I'ranqaillisa-te, lornou madama Dr- ".areane-,
a casa e-iava entregue a saque, iirasie- liinbem lea
quiuli : ah minha pequen., na., xej mil atojo...
Bestonvmc aumsatJ etoica imzes, ejaaaa te darn
se qui/eres f.i/er-me un. favor.
Oue favor? pergunlou a serva recobrando lodo
o seu desembarae.
Madama Des Garennes respondn quasi iimida-
inenlr.
Empre-lar-me nm do- meas .r-ti,r..'Se le re.ia
ainda algn, que i.a tenuM acru..la.ln ai* lea er-
ijo... emprestar-eae um i- maos chale miz. p*r aa
brinco- de orcinas e Indo a que he preci-o para -
lir-ine esla noite... ueiilear me rosao ...ili'ora. V11-
iiln chara Justina... emlimilix'ar-nie anda imi xeV,
embora leva ser a ultima !
A respirarlo de l'eler llrislleinhaiacivi-ellic .,.,
peit.
t.ue mais .'... di-e elle xendo \ autier ralar -.
Me Mmente i-so. re-penden e-le.
Mas para qae esas estraaka pl.aniasia de vr--
luari;'
I'eiiso que xos-a -cid.ori.. saber., r-la BOtto.
Jaleas que ella quena xrr'... peraaaatoa Pe-
les Bri-lol. cu|< cm..,;.o era vi.ivel.
Ai.n.incir.-lhe o tari bruto, ic-|>.u|ea X ...i
lier. sem enearregar-nie de dc.lo/ir as rnnsrqurn
cias... lina rou-a que tiuhi-iiie esqaecidn ,lai-
zor-lhe beque o reatada familia RoIumIo. C.milla.
a velha Ricarda o lilvez Umb-m Mr. D.-> 1 atesines
vira esta Bolle tentar um ultimo meares pinto le
vo-sa senhoria.
I'eter Brislol rcllccli, c disse :
I'ara-entrar madama Des Garennes nn sala,
mandars aereoder s hasama e ,.,i..iiai-.
E os oulros ... percuntou Vsn'.ier.
l'eler Brislol relledi ainda.
I'.iras enlrai aqu Rolando r i aiu.lli... A ve-
lha e Mr. Des Garenur .1 ..ni..
\
MI IT1I ATSn
11
i\ #1



OlRIO OE PIRIIIBUCO SABIDO 26 DE JANEIRO II 18&6

I,


Fltenlo* priinsirameile do jurado, ou de suas oc-
currencias na sessao presente : oilo criminosos fo-
ram julgados, e desla vez lie torra confessar que a
severidade dos Srs.juizes defacto subi de ponto,
que a punirlo do criroe se torna urna necessidade
palpitante para o liem estar de nossa sociedade 13o
cheia de maiella-, he cousa de primeira iutoico,
mas que a precouisada rectidao dos juitea degeue-
re ero flagello da Justina e da innocencia, lie o que
se torna iusupportavel, lie justaucule o que nece-
sita de um correctivo que veulia salvar a innocen-
cia de nossos semelhanles umitas vetea opprin.ida
c exposta ou a iguorancia- do juizcs ineptos para
cnlrarcm na apreciadlo ile urna verdadeira rrininia-
lidade, ou a prevenrao daquclles que, leudo por
uuico elemento de aeus espiritos a vinganca, sallam
por tudo quanto he justo e liuuesfo, com lauto que
leveui por liante a obra de sua iniquidade e mali-
cia 1 oh quanto he horrivel, brbaro e cruel seine-
lliante precedente '.' Ou no ca-o contrario e-sa ig-
noraucia sempre ha >le so manifestar comlru o
paciente Oilo cidadios foram julgados nesla
villa na presente sessao do jurv, e a eveeprao
de dous que saliirain livres, todos os mais fo-
ram coudemnados, iiaminha humilde opiuhlo, des-
proporcioualinenle aos deudos por que respon-
dern! : assim, por exemplo. Joao Anaslacio de
tal, que foi condemnado a gales, houie licita con-
deronac.a'o dous grandes deleito* lia maioria dus Srs-
juizes de facto que couipunhaui o respectivo eonae-
Iho, que foram peffeits ignorancia em saber res-
ponder justa e coii-cicnciosaraeute lodos os qoe-
silos apreseutados no cunselho por parle da justica
publica e zelo escessivo da parle de oulros em de-
trimento da mesma justica. .loan Anaslacio he ac-
ensado de luver inorlo a um seu irniao, mas no cor-
no do processo contra o reo nr^auisado nao se en-
contr urna su peca donde se possa Jurdica e legal-
pieule concluir que Tora o dilo reo vrrdadcro autor
do delicio, nein lestemuulial ueiii docuiiicnlalmenle
se poderia cnebergar cora jnslica. urna prov.i que iu-
duzisse i juizes rectos levar a condeninarao do in-
feliz Anaslacio eo mximo da pena pedida pela jus-
tica publica, e que alinal Reara em galos, a roen
ver tamberu injustamente.
l'resumpcoes, segundo a doutrina corrcn(r en
nossa legislaron criminal, mo podem servir de base
legitima para imposic.3o de penas de lana gravida-
de, como Torca, ou -ale-, e se o depoimeulo das (es-
temunhas que juraram contra Anaslacio era apenas
de ouvida vaga, accresceudo o dcpoimenlo de una
nutra testemunha que fundara o seu dito em una
mera supposicao ; nao resta duvida que em taes cir-
cunstancias a imposirao de una pena, qual a que
leve Anaslacio no seu ulgamenlo fura destituida de
jusilla e rectidao. Scmtlhaulenienle a este jul-
gameulil appareceram oulros opposlos a ra/Ao, a
Justina e ao verdadeiro espirito de humanidade:
fallo em huiqauidade, pnrqoe se com cuello na maior
parte dos casos lie uccessario que os priucipos ju-
rdicos de justica icjain obseivados, anda que se
upponhain aos preceilos de humanidade, porque as-
sim o exige o bem social sem que se torne necee*
saria a observancia da rigorosa mxima do ialju*-
tilia ue penal mundus; comlmlo, casos ap-
pareccm, em que podendo-se conciliar as regras
de justica com as de humanidade, pede a boa ra-
zio, e o int-ino bem social que discrepemos um [ cu-
co dos rigores das leis criminad).
Em idnticas circumstancias ciiteniln en ehava-se
o cidadao Leoncio de tal, que sendo acensado felo
criine de furto, nao se Ihe devia impor a pena de
20 anuos com Irabalho : primeiramenle porque a
sariga prsilo des-e lilbo do peccado Ira/, cornsigo a
desataca total de U filhos anda menores, e urna
pobre iSulber que balda de todos os recursos da for-
luua, nesessariameule ter.i de esmolar o pao da mi-
seria, exposl coro lao enorme familia, aos rigores
da fome, da tiudez e da proslrarjlo Ao depois
ara um hometn con-
siderado mais ou ajenos na sociedade. (|iie deseen-
de de familia illuslre .segundo ouco dizer e que
pela vez primeira comparece as barras d'um tri-
bunal acensado de um crime lao injurioso razao
que si por si baslava para a sociedade esperar asoa
correcrao e emenda. Pesejo, he verdade, ver os
coslumes dos meus eoocidadio eivados de vicios e
corropcao. porem be
xiinemos desses lempo
em que a civilisacao romn i se punha em lula'
uooiaai.ie rom barbaridade do* prives Jo f.o.i-
Como cidadao devolado peta causa da civili-ar;
do progresso do meii paiz, nunca deitnrei de c,
correr coro o meu fraco coiiliugenle para a sua re-
generarlo, e principalmente na parle em que se
tornar oecessaria a manutenco da legenda Ke-
pressao do crime, mas para isto atlendamos as
circumstancias, o lempo c as pessoas sobre quem
recahir a punieao de dolidos, e nesle modo de pen-
sar en von buscar razes de conveniencia publica,
e de humanidade para poder bem conciliar o prin-
cipio de que a le Heve ser igual para todos, quer
castigue, qner prenuje.
Foram advozados : do primeiro reo o Sr. Cupaba
que apezarde nao ser formado discutio com bastante
pralica, e mostroo hahilidade r.a demonstradlo da
innocencia, do sen consliluiule. e iln segundo o Sr.
Joca Borges que tambem nao be formado; pnreni
nao deixa de ser bem versado na legslcao criminal:
nao desgoslei de ouvir a ambos os advogado-, O Pr.
tlhrispim, que tambem fez defeza e ineia, foi bem
succedido como era de esperar.
Foi advogado da celebrrima queslao I liorna/ c
Fansto o Sr. Claudiauo alumno do quinto auno do
curso jurdico do Recife, que apesar de sejulgarma-
nielado pela benigna accusaeo transformada em def-
feza, desenvolvida por um seu collega e amigo com
a summa habilidade que lodos reconhcccm, todava
o nosso advogado confessando a retirada do seu plano
de defieza, disse alguina cousa einhnra desagradavel
ao jniz processaule. e concluin a historia mostrando
a improcedencia da criminalidade do seu constilu-
inle, merecen lo assim o applauso ile seus nuviules,
licando excluido desle numero os seus desafeicoados
que na mesma occasiilo o foram ouvir, lalvez de
proposito. Mas lalvez se espanlasse Vine, quando
fallei de questao cclleberima Tbomaz e Fausto, pnis
bem. darei a razio do nieu dizer :
A celebridade dessa questao consista no modo
inaudito porque perseguir o ex Fausto ao infeliz
Jos Thomaz, o qual sendo inspector de quarteirao
e tendo em cumprimento ordens dg delegada do
termo de ir fazer urna diligencia, succedera que no
acto de ser eflecluada, foram aggredidos horrivel-
mente os soldados da lei, comn conslava do dcpoi-
menlo unnime de todas as teslemunhas, e do corpo
tle delicio tirado contra o aecusadu, e como dabi
livessem resultado mortes e ferimentos em que
nem o inspector tomn a menor, parte e nem de forra
alguma coocorreu para que se dessem laes alienta-
dos ; enlendeu o juiz daquelle lempo que o inspector
linha sidu o criminoso, e sem importar-sc cen o
resto da tropa tratou de. passados lempos, amarrar,
eucorrentar e perseguir a pobre viclima, que ia
pasar urna culpa que nao era sua. sendo preso o
homem poda recorrer na forma da lei de seme-
lliaule crime, mas antes que rnmplelasse us 5 dias
de reenrso lora conduzido para n cidade d'Areia,
para que assim falhasse o recurso da pobre victima,
donde se vi que foi calculada a perseguirn feila ao
dito inspector, no cnlanto cusa crer, mas be verda-
de, a rifz.lo de lao atroz e barbara perseguic,ao con-
sista em ler sido Jos Thomaz inspector do dele-
gado que enlo servia, c de quem era misero adver-
sario o cjtliz Fausto lleiijaiuin. los Thuma/.
porem vendo-se em tito aperhnlas circuinslancias
nunca pode responder av jury, e pastando dous
anuos na cadeia resignnu-se a soifrer os leniveis re-
sullados de lao inaudita perseguido, sendo pobre e
viveudo do fraco contingente resultante de sua in-
dustria agrcola, liaviam de necessariamentc ralbar
humanidade '. Quando fallo d'um Fausto nao fallo
de um magistrado, cujos feitos nao linha dellcs o
governo imperial conhecimento lalvez perteilo, fallo
d'um magistrado corrompido conlraquem existe nos
archivos da secretaria da i residencia desta provincia
um decreto de suspendi do empreso que entilo uc-
cupava nesla villa, e ao mesino lempo ordem para
que fosee responsabilisado nao sci porque visto que
eram innmeros os seus defeilos. Assim portante
se iTOUXe a frente as mazellas deste homem peque-
nino, nao foi senao para l'a/er bem patente faltas-
que sendo coulrarias ao bem da sociedade, Ufo de-
vem liear no esquecimenlo, para que a mesma so
ciedade trate de prevenidas por seus agentes enear-
regadoa de dirigir para a estrada da salvarlo
commQiu.
Devendo auora patsar a historia da eleicao sena-
lorial com que arjualmente se preocupara os espi
ritosdos bellicosos polticos desta Ierra, deixarei de
o lazei por ser bastante tardo ,l_* horas da noote o
que prouicllo a Vine, tratar com to los os rr. c ff. na
primeira epstola que livor de dirigir-lhe, e entilo
Iratarei do papel imprtame que lem sido represen
lado pelo nunca assaz esquecido/.o de .Mellode
eternas laminaras.
O nosso estadti sanitario nao. be dos inelir>res, p
lodavia as eufernndades reinantes se mostrara be-
nignas. Os rigores da terca sao excessivos, e con-
tamos por corto cora urna fome devastadora- Ja
causara por aqui leves recejos a approvimacao do
infernal c sempre fatal habitador do (ianges, te-
nhamos fe ua inlioila boudade do ente supremo.
Vamos entrar na Testa do natal, e j.i parece-nos ver
inaugurado o e-laudarte dascoutraned.ides no negro
horizonte sobre que nos apparece o novo cincuenta
e seis, esperemos sem desesperar.
O coinmereio declina de sua forra, e o vclbo M.i-
galliaatgeiiie e suspira pela bondade do mercado,
embon t de Mello o contradiga.
Saude e felieidade dezeja a Vine, o
MdeUt}.
WIX
(>uo lem saude somenle
Sao o Curt, e as ronfeas.
One mo deixam ile ser feias.
NiuEuem, vltconde, por ora
As bailarinas namnra.
\X\
Adeos, mu bem, vqu despir-me,
Oue san horas ile dormir .
Sao sinlo o lot bulr !
Como darme quieiinlm !..
IIoas imites, meu bicliinbo.
Jira:. Tir.aim.
*|'iii>iicucni? ti i.H^r>o.
:^iiriDa,i-.
luncmaoaus enanos ue vicios e:
i necessario que nao nos appro.1
os inquisitonaes, ou d.tqncllesi
L-_____________________i ___I..1-I
os meios de subsistencia a sua honesta familia, e de
fado assim suceaden. de scmclhante calado de cous-
terna>ao c dor, seguio-sc a loucura de sua mnlher,
que reduzida aos ltimos apuros da miseria, c co-
bcrla de trapos esinolava pelas roas desta villa, tra-
gando anda a dor acerba, por nao le podido mau-
lar illeza a honra e honeslidadc do seus Ribos, que
desamparados dos auxilios palernacs o.iu duvidarain
coi caminhar o caroinbo da piostloieao pro dolor '.
E poder liaver quem descrea era nossas palavrasl
Dovido e duvido muito, porque se assim aconlecesse
Jg me fallaran! recursos legilimoa para fazer res-
labclecer a verdade do que palenlcio. All esl o
processo montlro organisado contra a pessoa de
quem se trata, e as suas folhas constituem o maior
padrSo de opprobrio de vergonba para esse ma-
gistrado corruptor e corrompido, esse assa d jualiru e da lei, e homem qne lano abusn
do leu poder aulorUiade para miwecrat a pobre
CAIMA DA VISLONDESSA HE klMKIKI, |A
Sfcl. ESI'OSO, VlsCD.MiE DO MES.MO li-
TLO.
I
Manclinho, dou-lbe parle
Oue a iniulia gala inalleza
Oue linha tanta belleza,
h que ale, sou tesleiiiiiulia,
Cacava ratos itnlia.
II
l'asseava no lelhado
Namoraudo um galarrau ;
Eis que C uiu Irambulbao :
Foi Idl a des^raca sua.
Oue veio calur a ra.
III
Por acaso, por dchaivo
Da janclla as eamblaa dava.
Lili rapaz que nauorava
A filha de Dona Itita,
Menina muito bonita.
IV
A ininba gala, visooude,
>"o desgraeado boleu
Amarrolou-lhe o chapan,
Eu terrou-se-lhe no centro
E uietleu-lbc a copa dentro.
Km a hora do namoro
.Mesmo o despegar d'agolha,
O rapaz fez nimia buha :
Kerra, grila, envergnnhado
De se ver era tal estado.
VI
Os sarotos Iba lizerain
l'reineliuuda sumada,
l'ciueuiua gargalba
Oovo-ae enlo ; era ella
Oue se ria da jmila.
Vil
A' vista disto e injoeiiilni
Ouebra o bic da razo.
A casa do cidadao
Invade com furia (anta
Oue em verdade me a taran la.
VIH
Corre otdegra'oa dous a dous.
Cbega a' porla da cotinba,
E se lila a campanilla,
I. ao hdalo se agarrou,
E o badalo escanealhou.
IX
E assim viscunde rae vi
l'rivada douicu ldalo.
Sent um Iremendn abalo
Nos ervos : au sel se o diga,
Deeu-me ate a barriga.
\
0 meu Jwmim colladiuho.
Corren a' porta a ladrar, .
V- o setvagem sem pecar
1 m pontapc Ihe arruuiou
Fi dous queixacs Ihe quebrou.
XI.
\er o meu loto geniado
Sobre o rhao enaanguantado;
Ve-lo por liiii desdentado '.
Sem denlos e sem focinhn,
Tive d de meu bicbinlio.
XII
Ku grilei aqui d'el-rei
Cora instancia, com furor.
Mas nada de regedor,
Oue eslava com ecliricia :
.era um rabo de polica.
Mil
\ eio a junta da paroebia,
E o senbor juiz eleilo,
E depois de terera feito
O auto que manda a lei
Os feos salarios paguei,
xiv
O rapuzte atrevido
.V cadeia foi dormir.
.Mas o Jasinm a gair -
Sem os seus denles queixaes!
Islo visconde, he dentis.
XV
Desde eulao, primo, perd
A Tontade de comer.
Nao laeo senao gemoi,
E pasear as nuiles su
Ao lado do meu loto.
XVI
Ja teulio febre no pulso,
Ja si uto pal pi (acns,
Ou he typho ou sao sezes;
Sera cholera lalvez''
Veja o mal que islo me fez .'
XVII
l'erder assim o respailo
Ao ollar de li laluia !
I'oii o bruto nao sabia
O'ic o rm*u Jasinira, coitadiubo,
Era o meu validoziuho!
XVIH
Meu visconde, m.los a obra ;
Vinganca. vingauca cu quero,
Alias en desespero !
Veja n senbor o que faz ;
Cumpre punir o rapa/..
\l\
Corte,primo, itatHewUr,
Maudc-me urna portara
Que fira logo : en dalia
Por ella, meu doceenleio,
Qiiatro carros de seuleio.
\\
Onalro anuos pelu iiuaos,
F>n Caconda, e as talos,
Trazendo grilhela aos pos:
Nu sendo aasinj eu nao sci,
Meu visconde o que l'arei.
\\l
So for preciso dir
Oue o rapa ho demcrata,
Oue os nobres ledos maltrata,
Oue nlu fa/ caso das leis,
Oue abomina o Papa, u os res.
XXII
Dir inesuio se quizer
oue nao lem relgigo,
Que be jogador, que he ladr.io,
Oue al ralba sem mvsterio
Dos actos do ministerio,
XXIII
Diga tudo, mas que venha
Sem demoia a portarla :
Se rae pilho arease da,
De lauta vinganca chelo,
Crcsrodous palmse meio.
XXIV
lie preciso que esmasotemos
A fatal democracia ;
Se cedemos, qualqiier da
Nos poeni e p no petcoco.
Sern ler espiuhn nem osso.
XXV
Aflora mesmo, visconde,
D.i meia noilc na S :
luda velo, inda ando a pe.
Em volla do inen loto, .
Ja' mastiga pBo-de-l.
XXVI
Ja' mandei encomnieuda
Dous denles de bom marlim
l'ara os por no meu Jatmim,
Muilo o bicho tein sollrido !
At Ihe falta o ouvilo !
XXVII
Por causa do pen loto
Ninguem mais rae vio sabir,
Nem mesmo ao Ibealro ir.
e>ao vi a (emma, e nao sei
Se perd, ou se ganhei.
XXVIII
O tenor esta' doenle,
As piiina-donuas tambem.
Dizem que n Iheatro lem
Cariaba dr Lazareto,
Mas eu n'isii) nao me molla.
A EPIDEMIA DO Clloi.lItV-MOK.H S
a i-iilaJe Ue Larai/geirai.
Em lodo c quilquer lempo bom he narrar os sac-
eessos qoe se passam enlre nos dando-lhee pnbli-
cidade.
Nao be larde, portaoln. Nacarinos agora alsumas
liulias acerca da epidemia do cholera-morbos, que
ha um niez invadi esta cidade, sem respeitara ron-
1 dcocs, e em sua marcha astolava a ludo, Miando
seus pastos soleados com lagrimas, e a pos si centena-
res de victima-.
Foi a i'i de oulubro que ess lerrivel Rogelio se
declarou. I.ogo ao primeiro lia ceifoo um lao gran-
de numero de vidas que soltremaneira alerrou a po-
pnlaego, e a tal ponto, que a nenna por mais hbil
I nao podert pintar o espanto, o susto e o terror qoe
se ochava impresso em iodos os semblajiles.
O desanimo foi geral, e os senliineulos de huma-
, uidade couiecavan a desapparecer, c desapp.irece-
riain se as principaes pessoas desta cidade nao des-
sera o exemplo de rctgnarao. -occenrreudo aos in-
felizcsdoenles. prestando lodos os deveres ile huma-
nos e ile verdadeiros chrislAos.
O cholera alucava com violoocia, auginenlando de
momento a inumenlo o numero dos morios. Os ca-
dveres eram amonlnados o sepultos em grandes val-
lados em o luuar Tramandahi, marcailo para ce-
I iniei o ; a cada inslaule ciuv-avam as carracas ou
rels trazendo corpo-*. e muitoa licaram insepultos
nos irredor.-. do cemile lo, sendo enterrados su no
oiilro da.
Caleulava-se a niorlalidadc de 110 a 100por da :
: numero extraordinario e desproporoiondl em rela^So
a populacho.
A morle desolava a ludo, e as lagrimascorriarnTe
1 lodos os olhos ". era um castigo, e pareca que Dos
quera mercar eslaxidade para novas e eslranhas
geraees.
Fi'.erain-se preces, procissoes, niudaram-so as
imagens de uns para oulros templo*, liiialmenle por
rail modos implorava o povo boudade de lieos.
Aon le quer qne l.incassenios os olhos eram sceuas
triste, e que lia/ia-nos a eonsternacao.
O governo se tem prestado para ludo, porem de-
pois de mil diflicoldades estabeleccu-se um ponto
sanitario, e a casa di cmara municipal foi escollii-
do para elle.
Foi o posto sanitario eulreaue aos cuidados dos
Drs. Ferias, cuja morle foi geralmenle sentida,
llra-aii. i, medico hbil e de grande inen cimento.
JONSULADO tjEIIAI..
Kendimenln do dial a 2i .
dem do dia -25.......
I nesla freguezia se adiar lezada no peso, deve
87::iio.>:lt> i querer o repeso, o qual .rha-se na ra do Kan
i:i.->is:o
sS:.">IH-;876
1IVEK5A9 PROVINCIAS.
He.....ineliln do -I I 824. ."):-tijll(l
l de ni do dia -'"....... 1*021
5:2479131
oil
DESP.vt.lOS DE FAPOKTACAO PEI.A ME--A
liOCOXSIHIio DESTA CIDADE NO Di x
J". DE JAKEIKO DE 1836.
PoiloBarca portuguesa uSaola Cruz, Francisco
Alvos da Cunha, 70H saceos assucar branco e mas-
cavado.
LisboaUrigue pnr-lnguez uTarujo I, Manoel Joa-
quii llamos e Silva, i,MI saceos assucar masca-
vado.
iSxnortacao .
Babia, biale bratilciro Dous Amigoso, de IIGIo
nela las,conduzio o seguinte : 13 caitas ratendas.
I dita lauca de porcelana, I caixao aruiacoes de cha
pena de sol, 3 ililoi rerramenta usada, I caita colche
lej, 1IH1 barricas haralhan, -Jll ditas bolacbiohns in
glezes, :t ditas alvaiade, 50 caitas passas, lllsacca-
arroz, IIM) dilas millio, I Inditas e S barricas cera de
carnauba, ',.", pipa-, -X meias ditas, *J'i berrs -te 'i.*,
c :I7 ditos de .". azeile tle mamona. 1 saceos cernen-
tea de carrapalo,- caitas velas de carnauba, 300 di*
las sab.o, i barrica assucar, I caita retina de bala-
la, -_'o garraes alcool.
Sania Calbarin.i, sumaca brasileira nConeeiCtlo,
.le 50 toneladas, ron lu/ao o setfointe : 15 barri-
cas baealho, I fardo algo tan americano, K botijas
tdeu, t pecas Imite. _' ditas de lio de vela, 00 barricas. 30.....las
tillase 'l\yi saceos com 2,719 arrobas o l libras de
assucar, i bairiqainhas com 7(i arrobas e30 libras
ile assucar retinado, 50 meios de aula, II caitas ve-
las de carnauba, i rardo.algodao da Babia, lio mo-
Ihos piassaba, I arroba fio de algodao, arrobas cera
iimarella, 700 cocos com casca, IIM dotiaa de ditos
le beber agua.
Aenracii, hiato brasileiro, aSobralensea, de '.17 lo-
ueladas, condoli o seguinte : lia voliiroes gne-
ros eslrangeiros, 3i barricas ssiirar, :t .litas botijas
de genebra, pinas aeoardeote, barrica aarrafas
de licor, bar is agurdenlo, rolos fumo, I barri-
ca bolacha, latas iiscoilo, t caixa salido, :l duzia.
tic couros, 3 saceos cun 1" arrohas tle ussucar, i
barrica cora ti arrobas e 1N libras de dito refinado.
Valparaizo, brigue sueco oMenona Uudeva>, de
III toneladas, conduzio o seguinte : 1.433 saceos
cora 23,198 arrobas e 4 libras de assucar.
KECEBEDOKIA DE ENUAS INTEKNAS GE-
KAES l)E PEIINAMHUCO.
lendiinmlo .lotlia I a I'.l::!(i:3'.l
dem do di 23........ '.i;.)iu
l'.l:li.i-S:;
CO.NSl'LADO PKOVINCIAI..
Kendimenln to dia I a i 7!:M::-">S!1
idem do dia ....... l:l5;.Vj
7.))(>50!)l
W5
%0t>imcnt0b0p0tti>.
iactutahido no ilin 23.
I'arahibaHiele brasileiro aCantoess, mcslre Ma-
noel Sophio da Penlia, carga bacalluio a mais g-
neros. Passageiro, Joao francisco de Lima.
liibrallarBrigoe hamburgus Olinda, capillo
C. Maass. cirga aasnotr.
ereceu-se graluiUmeole aoExm. presidente da I uverpoel por Macen. Barca ingina lloaling
___:.._____. __._.._ .. ,..^;.. ^ i\- t..i^. l"l.>J. _..! a. \*' _____ ______ i
provincia para qualquer cHi!is-a o Dr, Aulrai
moro ile muilo lalenlo, e <|ue no tialanipnlo ilo
'1iuUt,i-iii>: iius prandwreratudoi olitcve, mIiiuIo
i|'ia>i $empre vicloriusu. O Dr. Aulran prestop-nog
relev.inles serviro-, loinou a scu carjjo o liospiul tic
Caridsde c O posto aoiUrio, omlo rom o maior ile*-
velo piL'*lav;i is sorcorros da saa wlre
Ouiue iliu-* uvumi ilecorrido ibpoi da aprwrcci- i
manto em que se pu>ieue foier sepulturas, c por io su f,v.
oulrn em u l'.uio dos Olloiros*
.Ne>le catado lamcnlavel .-i,irnn-sc vjnlo di.i-.
I'roprielarios lionvcram que licaram >em escra- |
vos.
o diolera lorira a lodos, a uns no corarflo e a ou-1
iro* no* interesset : quem ni. derramoa sentidas .
lagrimas ie\c grandes p-rda>.
*ntraram no j --I" sanitario VX\ cliolerico, sa-
hiram curados s e nmrrer'ain 85.
No hosoiUI da Caridade recollieram-se ^, tive-
ram alia l\ e inoireram M.
f O numero dos mor lo- fin toda a cida le, alo o pre-
sente, sotM a tlnti- mil v. tantos individuos.
Oeosuiivin nosas supplicas: irtuatmonle o mal
i diiniuuiido, o numero dos enfermos derre-tvt*, t*
diolera ataca tieui^iiamente.
O coinmereio, qno >e aelinva paral\sado, cobra
vi*Ia. os ganaros que nos laltavam j.i nos iflo lm/i-
dos, enitlin tudu t.omeea a entrar em sua marcha re-
gulara, e a cidads de novo se anima. l>ons ou lrc->
individuos por dia sao lioje aflectados do cliolera-
i morbus ; este monslro parece querer dasar-nos ;
i Dos assim o permita, e 'le tito funesta visita nos
; evite Elle sempre.
.V> cometo da epidemia, e na quadra a inaisussos-
I (adora, grande numero de petnoas sacrilicavam sin
vida pelo aiii'r d.i Immanidado.
Ni'i nos be poi'ivcl eunmera-llias; porem merece
elogios o proceder do delegado,sempre promptopaia
tudas as medidas e uncres de seu cari:o, o do l)r.
,'ii/ df dircilo que dades, (caudo em sen posto de honra 1:0 logar em
que com mais inlcn-idadc re nava o cholera ; o do
lr. Bragauce, que po-to soltrassa orandas magoas
per-linde varios ir.cmhros de sua familia, nili) dei\ um sii instante de prestar se com a caridade que Ihe
he habitual ; o do Dr. Autrau encontrado a toda a
hora e a*todo instante por Indas as ras desta cida-
de, n.io s<> prestan.lo o* soccorros de sua prolisrao,
como destrihuin lo medicami>htos consolando e le-
vaolaodo ao eilformo pobre do humilde leilo. abra-
cando-u, anlmunil t-o, o com as lagrimas snpplicau-
do a sujetar-se ao tratamenlo,
O cierno recoiihecim^nto tle toda a popnlacao est i
Clouda, capit.'io \V. t.arne, carga assucar e al-
u'odao.
lienovaPolaca sarda Kadnelina, capillo Paulo
Canisa, cari-a a^snear.
(^b'ittt.
acouguc 11. 62.
1 para rjue lotlos leuliam sricnci,i do ciladti arti-
go, lavrei o prsenle que ser publicado pelo Diario.
I'iscilisacao da Iregueiia de Santo Antonio i\ de
Janeiro de IS-'ili.O fiscal. Manoel Jnai/iiitii da
Silva llibeiro.
"jlCompanhia brasileira de
paquetes a vapor.
^i'Clilliuin
BANCO DE PERNAMBUCO.
Keconvociidu a assembln geral dos
accionistas i!i> Banco para retiuiao orlinai'ia, tjue na con-,
tormidade do eitatuUn tli.i ~t\ dr jaiicifo, ilim de (|tn" tftilia r\o
Mico O disnoslo no ail. Titl dos inesmos
stiittilos; no lurat' Grande panora-
ma diorama.
Y\Rl\!)OCiiESHn.lrvm\l.
VUtas novas que muito devem a(p*adar
ao pnblici).
O propiietano deste panorama declara aa pa-
blico, que aNianliAa dnnuituo, este elabclerimento
eslar.i aberlo "I's *'hor.is ila maiihia .is da Urde,
C das (i da tardo as 1(1 da noitc, e m* dias da sema-
na continua lias mi -mas lnr.s j ann*iaciada*. As
vistas novas e\p*i** aasauMo ao puUIko afta ba-
v> declaradas, oniiiMiaiido a fcar essas messaas
visla* al saliith. J le fevereiro.
11 vapor imperador, coinmaodante o 1* (Miente 1
TorreaSo dava chegar dos portos do aorta .1 31 da
Krlecc^.^^ I,o.ul.,lea.nento de S.eabo.-;;.
agencia, na ra do trapichen. 1t). segondo andar. I "ti Itiissia.
Para o Kio de Janeiro sane rom
milita lircvidade, o liem conliecido bri-
lla em ponto. Recileil de janeiiodelguj, saGITARIO> o <|ual lem a maior
IX.">b\&irSo de Camoragibe, presiden-1 parte ,|u Sf.u carregainculo prompto :
te.Jone llernardo Calvao Alt-oloi-ado, ])V, i-ettajite c passajjeitxw, trala-se
secretario. ,om Manoel Franciscola SilvaCarriro,
i'cla mesa do consulado provincial se Taz pn-j na ra do Col legin. IT, segundoandar,
011 a bordo rom o capitao .Manoel Jos
de
T lernaia, na
Kus-
lilico, que to tlia l.'i 'le Janeiro em liante princi-
pia-sc a conlnr os 'Mi dias otis para o pagamento to
inposlo tle i sobre diversos estabelorJlDeBlOS no
anutt de l^.'i'i a ls.",ii, tintn, us goaea inrnrrem na
uiulla tle lodos oaqoe deitarem le pagar seus
dbitos do referido auno.
BANCO DE PUKNMBICO.
O Banco de Pet'uaipbnco sueca a vista
sobie o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-I
co 'le Pernambuco
1855.O secretario
Irrnacio tle Wedeiros Re
liilieii'o.
' de dezembro de
da dtreceao, Jo i
O banco de Pernambuco toma dinhei-
ro ;: juros, de conlbrmidade <:oni os mus
estatuios. Raneo de Pernambuco *l\ dv
novemr.ro de 1855.Joo [guaci de
Hedeiros Bcgo, secretario Ja direcrio-
CO.NSEI.IIO AU1II.MSTRATIVO.
O eonselho administrativo, em eumpnmenln do
osnpanhia
de naveieo a vapor
LS0BRAS1LEIRA,
l>e boje ale
amanba epe-
ra-se ueste pnr-
!* o vapor I).
/V//*o//, com-
maii'laiite Vie-
::is rio IV, e
di'P'Ms da rom-
i te" demo-
i i seiEuirai pa-
5- ra Lisboa pe-
-'"'" !-f-rHl.f: pa-
ra pa*smcros e onrommendac p cartas rom o poc-
IS.il, e (roeadn na mr-ncia, rua do Traptclie n. -ti.
Para a Haba pretende sabir enrn rauili lir-vi-
daic o biale brasileiro Amelia por ter j parte de
sen carressmeiito prompto: pira o resto, trata-ai
;, com o sao consignatario Antonio Loll A/cvrdo.rua da tiru* n. 1.
VIim.h^ Xi$et'&0'$,
arl. 11 do rogiilanieiilo de l dedezembr
lax poblieoqoe foram aceitas :.s proposlas de I);
mingos .loso Ferreira GoiinarAcs, -loio Fernandos
Prenle Vianna, Manoel Jos Freir de Andrade e
Jos Ferreira laiellio, para l'tirnecerein :
ti t.". I: ilu7.itis de formcs de aoi sorlidoi
2>oo i-. ; l cora pacos tic u poles^adas, a Klli r. : ti
ditos de S ditas, a ltl i s. ; I liado de :l|i de polc-
gada. por 1-000 rs.; I dilo de l|^ dita, por Silo rs.
O 1.", t ttu/.ias de rerromas sortidas.a 7.KI rs. ; \l
onehes defozil, a I9IUII rs. ; :l erras de nao de! -" ...
22 poicadas de comprimento, a IMUOrs.; 6duas O Sr. Joatumn Oetaviano da Suva
tle g. ivassoriid.is, a Isuuo rs. 12 para rosos paraban- riueia dirieii-se a esta h noflTaphia a ne-
cos de carapina, a :!>ilH rs. 1 1 11 1
tct.", :i duxiasde badames tle '.. noleaada a l|i, gc, -"
..^ioors. : :l serras de inAo do :'i polegadas de j _pi.(jcisa^u'ae ,na lavadeira nue la-
corupriuieni:). a I>i0r>. ... ,
o .", II dozias de laboaa de assoslho do louro de vq de varela, ede fonliecnnentos de sua
I i polecadas de largara c 20 a 22 palmos de com-1 nessoa : na nrn de lio: las 11. (J2, casa de
i polegada, de largur.i c20 a 12 palmos de cora- pessoa : nai'US
rimenlo, a iSgOOO rs.; HU inflos Iravcssas de ama-
P
relio, a D5I00 rs.
E avisa aos supraditos vendedores que devem re-
collierao arsenal do guena os referidas objeelos no
tli.1 28 do cnrroule mor..
Secrelaria tlu cousellio administrativo para forne-
eimento do arsenal de guerra 'S.\ t\s |ani ir* tle
iNti.Bernardo Pereira do Carino Junmr, vogal
e secretario.
(I lllin. Sr.iinspecturda tbosouraria provin-
cial, ra cumprimento da rcsolugo da juma da fa-
zeoda, manila fazer publico, que no dia 7 reiro prximo vindouro, \.ti novamen'e a praca pa-
ra ser arrcmalada a quojn por menos fizer, a coo<
servarlo permanente ds estrada da Victoria, por
lempo de IU metes, a conlar do 1." de marjo do
.....rente anuo 0 pelos preeos abaito declarados":
' lenno........... 2:11579000
-'' dito........... 2:057UOO
ll. dito........... 2:<)579000
''"'lito........... 2;20900Q
V. para constar se mandn aflltar o presente e pu-
lilirar pelo Mario.
Seerelaria da thesourara provincial dp l'eruara-
liiuo -A de jaueiro dv I.V.ti. t) secretario, Antonio
Ferreira da AnminriarSo.
O Illm. Sr. inspector d.i Ihesoararia provin-
cial, em cuiupiiuienin da resolaego da una da fa-
zenda, manila la/.er publicu, que no dia :ll do cor-
rele vai novamenie a praca para ser arratnaiada a
quera por menos lizer, a olira do embarrearaento de
ni-1 pequeo lamo da estrada do 1 ni, 'avaliado em
'.l'.IO^OOO rs.
K paro constar se mandn arrisar u prsenle e pu-
blicar polo Diario.
Secretaria t'.i lliesouriiria provincial tic Pernam-
boco 21 de Janeiro de 1836.0 oecreftrio, Antonia
t'rrreira du AHHttndarSo.
t) liini. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da resoloeo da junta de fe-
zonda, manila fajer publico, que no da T de leve-
r,'irii protimo Vindouro >.io novamenie a praca para
seren amulatadas 1 qutiu por menos lier, as obras
supplemenlares da ponte sobre o rio Capibarihe na!
estrada de Pao d'Alho, avalladas em 12:8913822 rs.
K para constar se inaodoo allivar o presente e pu-
blica pelo Diaria.
Secretara da Uiesoorarlk provincial de Pernam-
buco 21 do Janeiro de1856.O secretario, Antonio
Perretra da AnnuneiteSo.
O Illm. Sr. inspector da llicsouraria provincial
em cumprimento da resoluco da junta du fazanda,
manila fa/.er publico, que nos dias 12,13 e II de f<-
vereiro prximo vindouro, peante a mesma junta.
THEATRO DE APOLLO.
BAILES imiUDOS.
A dirtccfio convida aos senliorae asociados a
mandaren) receber sciih ca to< s da entrada, c reali- i
tarein pasamento da mesma, ao secretario, na na
de Apollo n. A.
VDJ505 $UttW&.
RIO DE
Janeiro.
I) brigue nacional Minia l.uziii vai
segnir cora brevidade, lem a maior par-
do seu carregaincnlo proinplo : para o
resto que Ibe falla, pataageiroi e osera-
vos a Irele, aos quaes dli as inelbores
accommodacOes, Irala-se com o consignatario Antn-
uio de Almeida omes. na rua do Trapichen. 10,
segundo andar.
para: li MAHASHAO.
Segu cora bri vidade o patacho uSaola Cruzo, ca-
se lia de arrematar a quem mais der a renda do sili,i pj|g0 Marcos .lose da Silva ; recebe carga e pasea-
na estrada de Betem, com ras. tle vivenda,2 cacim-, g,.jrus- ;, iratar com Cactaoo Cyriaco da C. M., ao
has, porliio de madelra, I vtveiro o diversas fru.tei- lado do Corpo Sanio n.25.
II.VHIA.
o palliabole Crrelo to Norlo recebe carga a
atar eomCaelano Cvriaco da ('.. M., to lado do
u. l'i.
1110 ni: .lAXKIKO.
Grande Itatalha
sia.
Lina vista de Nantes, na Franea.
Ijrande cidade de Londres, capital glaterra, vista da torre de San-Paulo.
Prara da Concordia e Cam>os-EI\sos na
Fran<*a, vista eom odia iern claro.
Tomada da grande torre de M; lakoll. n>-
la de dia
A linda cidade de Cacii/. na Ilespanlia,
vista da baha.
O porto de .Marsedle na llanca.
Palacio dasTuIheriea em Paris.
Cidade deS. Francisco, na California.
Piveis.-i-sode-iima ama deleite forra
Ou eserava, que lenlia linas (jiialidades e
bom lei te: quem pretender ditija^e a
ruadoCoUegJO n. 15, arma/.em-
l'ngiu no tlia 2 de Janeiro do correule anim, do
cngeuliti Malemba. coatORa de l'.in tl'Allio. um mu-
lato de neme Fenotipo, quer i pintar, eoSsonaa re-
gular, e urna negra i MaOM llainiana, bsita, ninilt
regrlsta : qnem os appreiieuder leve o enaenlmci-
ma menrtnna -- Ausentoii-se n. dia 20 do corrente a preta e
crava Joanoa, alta, seeea, roto comprido e eisod.
cor fula, talla de denles na frente com bstanle
marras de azorragae na rustas ; soppe so estar
nesla cidade > com es[ieriali lade para a Boa-Vista,
onde costosas aeoitar-ee; lesrattsVs panno da Costa
lialrado de branco e encarnado, e vestido atoa) rom
llores brancas : roga-se a tods a antoridades poli-
ciaos e eapiUet de campo a apprehendam e leves a
casa de sru senbor. na rua estrella do Rosario, so-
brado n. 2H. lertetra andar.
I'recisa-se de nina ama t!e leile sem filho, pre-
ferc-se dn mallo, e que ejt limpa. pasa-se bem
agradando : na rua da Koda n. .Vi.
OaTtreca-se nmaama para o servir* inlerno de
urna casa : quem pretender, dirija-se a rea Impe-
rial n. 11.
lazem-se calra=. cnllelcs e casacas da merino
francs para lulo, por peana commodo : na roa No-
va n. :>i.
VESTUARIOS PARA BAILE DE MASCABAS.
Alugam-s no vendem-se '.i vestuarios do aajoanM-
na, Indos eurritados : na rua do tlueimad* n. 9.
SYSTEHA MEDICO DE IIOLLOWAY
MLLLAS HOLLONVAY
'. -le i.'CsIimitveiespccilico, composto inteiraaoeii-
!; de liei .as medicinar?, nao conten roercerio. neta
algi-.ma nutra (obstancia delerlere*. Bcnieoo a saail
I, un int'aii, ia. e a rumpleicSo mais delicada, ka
igualm ule rompa O secura non tlesarraisar o mae
ni.:. .i i na com leicAo mais robusta ; be inleirarueule iaao-
J"r-V,;'l? V- -,. :-''.....; "'' ""'?"' '''c-i.:,. e,n.,.asopera^eeeall7e^oaaioas*>
ncadcn,H,at. .!:..:,, do i 1..-S--T-. .. ara :, r a. '-''. nm, as doenca, d.'qHoer especie e aro, n*
io eoiit.outc a arco de > .. ;n .,,:... cd.lico do b leateo qoajTerfaaii;
>r- coro""..... tsiir, milluire. de pessoas curadas com este re-
medio, muiliis iiue ja rstavam as porta, ila finarle,
preservando em seu uso, consecuiram recobrar *
' saude e Tortas, depois de baver tentado ioulilaaeole
lodos rs nutr- remedios.
As mais aflticlas nao devem cntreear-se a desespe-
JoaNogaeira deSonza tem asalisfafaodeaanun- raco ; facam um competente cnsaio Jes erfleates
ciar ao respeilavel publico, que abri inri novo esla- elleilos desta ateeOBoasM medicina, e proales reca-
I belecoiealo de vros o mais objectos lendentesao J perartoo b?nelicio da saude.
, mesmo, na rua do Crespo, confronte ao ar-'o de San-i Nao se perca lempo em lomar esse r*m odio par
t to Antonio, edificio doSr. commendadnr Magalliaeslqualquer dasses;uintesenfermidades :
tente azul.
Pede-seaoSi* Vcrissimo Antonio da
Cruz Sores, de dirigirle ao armazem
de madeiras du rua do So!, n. 2-">, a ne-
gocio-
O abaixo alienado avisa Kjnellas newoatqoa
Ihe raliamni na eclamenha par !it'i:<'> le |prccirni
rte S. Kranfisro, q-.i** a nipsnia lie riipca ia a fo artia
in lujada i i .i do i_!-:-iiv dn ii. -, anndt* \ Ippui
procurar ale o iia '29* >\ > corren!, e 'nt* >'--*? >Ii^<
i'tn diani 5 von-lcro .: h-to nualifupr, afim de
aprovallarpm mu ;> pcoci?* n imu.
.Ip- .:' lino i Rosa.
Aluza-1? > nrtmair aml.i i! i t ira I ro>
do Queimad i :. ,!-2 : a (ral r i i :
O
; icira
:
oiiiera
ligado ao nonio du Dr. Autrau. que jumis SO apa-
gara de no-sos corarles.
lodos os sacerdotes coiaprirm com muila gloria a
sua honrosa inis-.iu, compcnelrados da nobre/.a de
seus deveres.
ti vilano Campos, < barbadinho Ir. Candido, n
franciscano Fr. I irmino c o padre llomlini que de-
pois de lanos sacrilicioi espiroudeisando-nos cena.
Icruadus pela sua morle inerecerasuhidosencomios-
O p ivo Ir/, a proinessa de acabar a igreja de .Nos-
sa S?uliora da Couceirao, c leva era romana os ma-
leriaes para a obra.
Varios obreiros se oficrercraui glaluil.iiiKiile pala
a ediflrarjlo do templo.
Siiliem (odas as lardes a peilir esmoles para oaea-
bamralo da igreja o Dr. jui/. do dircilo, o vigario
Catnpor *o barbadinlio Ir, Candido, eos negoeianlea
Ago-iinbo Ribeiro tioimaraes, c Chavantes.
Es o que se lem passado entre mis.
Heos nos lome sub sua prulcccao, e nos de un
fnturo feliz..............
Esla nair.ir.11 pedimos ao Sr. redactor que insira
lias columnas do s?u couceiluado Jornal do Com-
mereio, pelo que muilo UlOS agradecern.
('..- Larangeirentei.
I.arangeir.is, U de dezembro tle 1855.
Jornal do Coinmereio do Rio.
ras. avaliada aniiunlmcnle era 1709.
A arreinalaro sera feila por lempo .le JS nlezes
a conlar do t." de marro do enrenle auno ao lira tle
junbti tic IS.Vs.
As pessoas qne sp ropo/erem a esla arrematara.!
compareram com seus lia lores nos das cima derJa-
ratlos pelo meio dia, na sala des seesdes da mesma
jimia.
E pira constar se m udou afiliar o presente
bliear pelo Diario.
Secretaria da llicsouraria provincial de Pernambu-
co 21 de Janeiro de
(.113 11. .1 I
lIYOlSOt's.
| Bastos, ondo espera recebar prulrrcau de seusl 4ccideutcsepilepticos
freguezes e amigos, c <\o publico em geral como all Alporcas.
lioje. i Ampolas.
Rtiga-se a qunlqner pessoa a quem aoja offere-1 Arelas mald
cida orna barrica de baralhao marca Bsceva de a Asi
appreliondcr e levar ou dar p ule ua laberna ra rua
Oca do Rosario u. "'i a Caelano Agapito de Sonto,
que sera' recompensada,
0 abaito assignado, morador no engeobo Sorra
Nova da freguezia ra Bocada, faz scieule ao publico,
que desde o dia !." do torrente anuo chegou em sua
casa um preio de nome los, crioulo. idade pouco
mais oo menos, 2\ anuo-, e diz ter sdn escravo do
luatlo Vicente Padilha, qoe morn na fazenda En-
guio do .serillo tle Cabrob : e boje tle quem por
rlireilo competir, visln dizer o mesmo prelo que seu
(inado senhor era porlugue/. e solleiro, e nilo Irnlia
Col
Con
liebilidaslc 00 cUrnua-
co.
Debilidade ou falla de
forcea para qualquer
roneo.
Desinlerio.
Dor tle garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlrc.
Iiircnle algum naqoelle lugar, < querendo o abaito BniatanotaoTesao ligado.
asaignado arredar de si lodae qualquer responsabt-
lidade, faz o presente annuncio pira cordiecimento
de sen legitimo dono. Sorra Nova l dejaueirude
1856.l.uiz Urbano da Conha e Audiatle.
Ira
Corpo Santo
i c pu-
ti Sr. Antonio de Faula Fernandos Eiras tara
favor de ebegar a rua da Aurora n58, primeiro an-
dar, a negocio de sen inloreate.
venreas,
lnvaqueca.
Er \ si pe a.
Fcbres biliosas.
inlermitleulcs.
Febre toda especie.
Ilota.
Ilemorrboidas.
livdropisia.
Ictericia.
Iniligc-lt.es.
t nU :innat;..c-.
Iirrcularidadc damcas
Iruaco.
I.ntnbricas de lodaespe-
ci.
-Mal-de-pedra.
Manchas na calis.
Obslrncrao de \colre.
i'lilitkaoa consum|icau
pulmonar.
ielencao d'onrina.
I'firsmttissnii
S> f.idoma, seeondarios.
1 einores.
Tico doloroso.
I* leers.
\ cnereo 'mal.
Venilcm-sc estas plalas no eslabelecimeuls cera
tic Londres, n. W. Strand, o no lujado lodos os
i boticarios, droguistas e nutras prsso.isenrarregaria*
i da toa venda em luda a America da Sal, llavaaa e
x llrspanba.
aasicnado lorna'.nnonciar que compra Ven.!e-sc asbocelinliasaStNi rs. tUda della
Segu para o Riode Janeiro com mu.-l emurpb... areslin,i^m**.octadH.qno -^ZZ^JEST*** "^
. i-ii ... : ,. .>..<. An 1 sejam mocos: na roa da boiedade n. 12. r
la brevidade, por le .i t.iaiot p.nieil.i! Manoel Borges do JaHudoaca. deposito geral l.e em casa do Sr. Soomphar-
atacllO ii I). ... ... nueeolico, na rus da Croa n. em Pernam-
Attenc&o.
ti abaito
fc.v.11 secretario,
A. 1". u'Aiinunciarao.
O Illm. Sr. inspector da llicsouraria provin-
cial em cumprimento da resoloeo da pinta da la-
senda manda fazer publico, que no da 31 do cor-1 andar.
reine vai novamenie a praca para ser arrematada a
quera por menos lizer a obra dos reparos do acude
de Oiriiaru, avaliada em l:^li? li para constar se mandn afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diaria.
Secretaria da llicsouraria provincial de IVrnain-
butoil do Janeiro de IK56.U secretario,
A. F. d'AnniinciaiAo.
carga pi-ompla, o relero pala
boco.
a-"''
|*erdeu-se na povaacdo le Siinio Amaro ^t*
Pranci&ca: |);ii o reslo e passa^irosnjaboatflo oasejcvinlea objeelos, qoe jolsu-se ierem.
taatn-se com os consignatarios Novaes & achado e levados para es*a j>r;ira : ama poleeira <*p 11
-, i -i- i -T i cabello do modcllo de mua cobra, encatoada e ea-
C, na tita do lia pichen. ., piimcuo inallm|l deM0|, |lar de rozetai esmaltado de
] azul e verti, um ponte i! larliruga de segurar ca
' bellos, um lenco do reros amarello eom franjas I
DI'. .IANLIIH'. brancas e um dito de man de ranibraia de linlio com i
por ter | arle deseu ] ,,,., ., |.,,rt., r_.,,.4,, ., ,,,.. r,.r oaTereeidos ditos '
objeelos os apprehendam e leveni rua do tjueima-
do n. :>2. loja de < porla, que se recompensar se-
gundo O Valor los tillas adiados.
O Illm. Sr. inspector da llicsouraria provin-
cial, u cumprimento da retolo(ao,ila junta da fa-
renda, manila fa/.er poblieo quo no dio l de feve-
reiro protimo vindouro, vai novamenie a prara para
ec ancmaladn a quem por iiicnu.. li/.er a conserva-
ran da estrada do tul avaliada em .">: iOUfOD rs.
A armnalarao sera feila por lempo tle III metes
a contar do I" de marro do corrente anuo.
E p.ira constar se mandou allivar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da llicsouraria provincial tle l'criiiini-
Imro -J5 de \
d' Innum-iae
Sesos com initita brevidade
carregamenlo prompto a bem conhecida barca .l/a-
MiVde, capillo Jeronjmo .lt.su Tolles, para o resto,
patsageiros, e escravo Ja froto, pina que lera escol-
enles commodo, Irala-se nocscriplorio de Manoel
Alves tueria,na rua do trapiche n. 1 .
CEARA',
Segu nostes dias o hiato Exalacio: para o resto
da larga Jrala-sn com Coelano Cviiaco da C. M., ao
lado do Corpo Sanio n. 2~>.
PARA O PORTO.
A barra remandes', I val sabir cun nimia brevi-
dade ; para carga e p.issageiros Irala-se rom Barro*
rVa t\ Casi.o na roa da Cadeia do Kecifc li, ou
com o rapl.io na prara.
I'recisa-se de urna ama que saiba cn/inliar c
fazer o servir eterno de urna casa : na rua Dircila
n. I .''i. segundo andar.
L01EBIVS l)\ NIOVIMIV.
O cautelista Salnstiano
de Aqui no Ferreira
avisa ao respeilavel poblieo, que lendo sido alterada [
o plano das presentes loteras da pi ivincia para
- Para Lisboa pretende sabir eom a maior bre- i 1.000 hiliWwiia impoit......i. do *MO, '<" 'sol- |
i mio.r., .lo |r6. t secretario / f -dade a nova c acolada barca porlagoeu aContton- vido fa/.er firmes os precos dos btlhelos o camelas !
ac,-,. 'i te, eapillo o Sr. Silveno .Manuel dos Res : quem como abano se demonstra, os quaes sa.. pagos sem o
diri-
(N"ouuun-io.
i'KAIjA l)t> lECII b >:> DE JAMilll AS.I
HDItAS DATAHDE.
(.otares ofilciaes.
Nao liouvoram eola(0es.
'rcderii-o RnbUliard, prestdoole.
.". Horgeet secretario.
CAMBIOS.
Sobre l.oiidre-, -JK I|*i 11. por l>.
.1 Paris, SIS rs. por r,
" Lisboa. 'Jiprir 100.
ii Kio de Janeiro, ai. par.
Acfbea do Banco, I0 0|0de premio.
Acoses da companhia de Beberibe. 518000
Accoes da companhia l'eruambucaua ao par.
o i' Ulilidade Publica, :ttl por cento de premio.
tt Indemnisadora.sem ven.las.
Disconto de loltras, de 12a l~i por (>|0.
ME I" A ES.
(uro.Onras hespanhola......WatlOtl
Moedas tle (i.- 11 ) li-i(lil novas .... li-SKHI
^ii!.......UgOOO
Piala.I'.iliii.....- br.isileiros......iSOtl
Pesos coluinnaiios......JIMIO
mevcanos....... l-*si;o
O Illm. Sr. inspector da llicsouraria pruvin- I na ine.-nia quizer carregar ou ir de pas-agcni
nal, era cumprimenlo da re-olurao ta junta da fa- Ja--o aos consignatarios thomaz le Vqoino Fonseca
leuda, rivaida fa/.er publico que no .lia l de leve- iV l-'ilho, 011 aj>capilao, na ruado vigan.i 11. I!),
reno prximo vindouro. pcranlc.1 mesma junta vai1 Pr llr>' de Janeiro pretende sabir com
uovamcnle a prara para ser arrematada a quera por a >""' brevidade posaivel o l> i",
a ipi..m
menos lizer a eoiircrvsra.o permanente da estrada do
norte por lompu da til inc/.es, a cuitar du Io tle
marco do correule anuo, e pelo preco de l:iii!>7is.
Ii para constar sr mandou allivar o presente e pu-
blicar polo Diarlo.
Secretaria da Ihesoursria provincial de Pernam-
buco 25 de Janeiro de ISli.O secretario, .1. F.
d Aniiniieiaro.
ti Illm. Sr. inspector da Ihesonrana provin-l
capitn Antonio de Souza Maciel : quera 110 mes-
mo quizar carregar ou ir de pa-sageiu. para o
que lem enrllente commodo, dirija-se ao cousig-
nalari 1 Manoel Alves Guerra, na rua do Trapiche
11. i i. ou to cupilao a bordo.
- Para o Rio de Janeiro segu empoucos dias a
I :>; rasileira elotu II, pregadae forradade co-
bre, v de primeira marcha ; Icui meia raiga prom-
eta : pan. o reslo traase no escriplorio de Isaac
da Cru/. 11. 10.
cial. 1:11 cumprimenlo da resnlur,, da jn.,1.. da a- E'*? ffi-ZS5. n
.mi., manda fater pubieo que no dia II do feve- Corio '- "M.''"ua, ro
Para o Kio de .laneiro
ri'iro protimu vindouro, peranle a mesma junta vai
liovainente a prars para ser arreinalad.i a quem por
menos lizer a consrrvncSo permauenlo da estrada do
Pao d'Alho por lempo de lOinczes.a conlar do t" de
marro do correulo auno o pelo proco tW; l:OHOdH0O.
E para ron-lar se mandn allivar o presente e
puldir.ir polo Diario.
Ser 1 ciara da Ihesouraiia provincial de Peruum-
h en > de Janeiro 1I0 iMfi.O secretario, a. I'.
d'Ailuii.iciaro.
Manod Joaquim da Silva llibeiro. lisca
zia de Santo Antonio etc., ele.
Begne un poucos dias. por ler a maior parle da car-
ga prompta o brigue CVnceirito, cap ilio Jnaquiu
Perreira dos Sanios: para o reslo e escravos a Irelc.
para o que lem bous comoiodos. Irala-se no escrip-
lorio 'e Manoel Alves tiueira. na r;:.: .o Trapiche
n. 14.
Para o Rio de Janeiro segu eom brevidade o
bem con herido brigue brasileiro o I laman, ja tem
grande parla ^o en carregamenlo prompia : para o
tesconto de oilo por cento da lei as Ires priireiras
orles grandesen> quanto cvi-iir o piano actual,
pelo qual sao etlrahldas as lolerias desta provincia.
Elleis estilo etposls a venda as lojas do coslume.
Sii he rosponsavol apagar os oilo por cenlo da lei
sobre os tres primeiros premios grandes era seu- bi-
Ihelet inleiros vendidos em originaes
Bilb'tes 75Xal
Meios :i-.>ti
torcos aioii
Ruarlos 1-- i
Quintos :-:i
lilavos una
Decimos Ttill
Vigsimos 100
llecei.i* por inleiro
la trege-' reslo, passageiruso escravos, trata-so com nconsia-
i Hilario Jos Joaquim Dias Fernandos, rua da Ca-
>oblicando o artigo abaito Iranscripto eliamo a e' Par |M vafiem de#,e |lorlll oom ,iesiiuoao
ALIAMUitA.
Kendimenln do dia I a J, .
I dem dn dia ii",......
. 375: !ibt:i:!'.i
- I>:.i'i."i,-iis'|
:W0iU"'ris
Deiearregam hoie 2(i de Janeiro.
Brigue inglezC'/nuiiiOT-tiacalli.io.
Krigne portugus'1 orujo Io reslo.
Urigue brasileiroSagitariopipas vasias.
Brigue belgalloufmlrmercadorias.
Patacho brasileiroD. Frnnritatfumo e ahilo.
fale hrasilfiroVoro OlindavetinaiAo pair.
lalicncao de lodos a quem inlesessa.
t'O'lvrat de:! de inulto de ISl'.l,
Titulo i."
Ait. i>.. tls rcpcs.nloi..-.-.los acougiius publkos --
rao obrig.des 1 repesar a i-ame innraila, logo que
llir lr pni qu, I ucr pc-sna req.tfrido, o adiando
falla no peso avsar.in logo aolised ser-livor prc.-rit
le, i! "an estando lomaran ii le-lemonhas cuota
do nifra-lor pira iiprcsciitar ao li-ial. com ilerlara-
codos nonios t'as tesleniunhas, oliriganfo 11111:1c-
diahuneute 10 earniceiro a prehencher a falla da car-
ne : o repesador que assirn nao prittirai pagar a
mulla de <>?, c ua reincidencia o duplo, o o vende-
dor da carue fraudada S dias do prisao o na rein.
ridencia 10.
Pelo que, em vista do etposeati cima azarada
Inda e i]tiali|iier pessoa que comprando carne
Ido Kio da Prula, precisase deum pillo que lenba
1 caria qoem se arh ir nesla cin .inistaiicias. dirija-
SC a rua ta Cruz 11. :>, esciiplmio tle Ainoiiiu Irmiios
1 & Conipauhia.
I e'c.iIc; panhiade paque-
tes iuglezes a vapor.
No lu .lo
mes espera-so
da Europa um
dus vapores
desta compa-
nhia. o qual
depois da de-
(i:il|HI>(IO0
:!:IKill-0(10
JilhMl-sKNI
1: :(K'~.ili:-
i. 1:^00^000
703000
M liOOSOOO
n :ioogooo
t) cautelisla
' Salusliano de Aquino ferreira.
No dia lil locorrcnle. orna prcla cojossis-
u.ics nao se osla presente dirifiio-se ao segundo an-
dar do sobrado li. I da rua eslreiia do Rosario, em
nome de uina seuliora de noin I). Mariauna, conhe-
eid 1 ti.1 famili 1 qne rio momo cima mora, tic quem
disse a mi sroa preta s r escr.n t. pe lu in mandil r otra moslraaleunsvc.lid damndapora
por ellos fazer oulro 1 qu.....auio levar as peras
seauinles : mn vestido l *v e quadros de cores
diiereoit ron: dou bali los recortados u ferro, um
reopgo de ca*sa eom a>seiito branco i- rom ramageos
encarnadas e pard 1-, lidia loalha aberla tle renda e
circulada de bien iguala 111 111:1 renda,ludo11 nina
bandeja ; mas ten.lo a dita pe-soa que emprestes)
ditos objeelos necessidaJo miles, mandn saber da!
AO PUBLICO.
"Jo armazem de fazendas bara-
tas, roa do CoUegio n. S,
viMide-se m;> do lazeodas, linas e grossas, WkW
presos in.ii.s baixos do pie -01011-
ti qualquer parte, tanto em por-
i'es, romo a retallio, aflianrando-
ss: aos compradores 11 m s prevo
para lodos : ecte *lalx-locirnenlo
alirio-se maior p.irk- i is "asas coinmi'ix'iaet
nijlezas, li.i.v/.'f, alleinaasesms-
..- ,p ra vender !'a;a odas mais em
ronta do que se tem rendido, e por
islo olferecendo elle maiorj-s van-
tagens doque outro i'tialqner ; o
proprietano deste importante es-
tabeleeimento convida a'todos os
seus patritios, e ao pulilico em f*e-
rnl. para que venliam (' bem dos
seus interessesj comprar fazendas
baratas, no anLuzem daroado
Collegio 11. -2, de
J Antonio Lisia dos Sanios A Rolttn.
?s^Hs!rnaiffi,iEsa-E
CHvaOPE
DO
BOSQUE
t) iinicodcposijaconlipua a cr na botica de Bar-
Iholomeu FrancisVo deSonza. na rua largado Rosa-
rio n. :ii; Barra fa- grandes .'tcOO c pequeas .IfOtS)
IWORTAYrr P\R\ 0 PIBLICO
l'arj c,,r'' ''e phljMca em lodos os seus diflerenlo
graos, quri aiulivaapor conslipaces, losac, esto-
ma, pleuri/. cscarros de sangue, dor de costados e
. j peilo. palpitadlo no coracao, coqueluche, bronchite
lila senboia para quqm ella sappoz quetivssa man- dor nagirgaiita.c lodaaas molestias dos oreas) pal-
dado pedir, fni-ie por ella respondido que lacs oh-
celos nao h.ivia uiand.alo \- du*. tronilo veio a con-
cluir-se que ludo era falso : rosa so portento as au-
tondades policiaca quo appreliendjm ditos objeelos,
caso sejam encontrados, e gratili a se rom .Vi-anti a
! quera dcscobrir a autora de seniclhantc rouho.
i GABLETE PORTUGUE/
DE lElPtll.
.Nao se lendo reunido numero sullicieiile de mera-
mora do eos- bros do con-clho deliberativo para a sessito aiinuu-
lume sequir
ra plsiaceiros. ele
para o sol: pa
irata-se rom os agentes Adam-
<0n llnftip 6 C., na rua dn Trapiche on 11. i"-'.
ciada para 'l'i dn corrente. novamenie se convoca o
mesmo consuHio para o da 28 as li liaras da larde.
II. F. de Sonsa Barbn, I.* secretario lo con-
;;ellin.
Naval lias a contento.
Na rua da Cadeia do Kccife n. iS, primeiro an-
dar, cscrptorin iic Aiiguslu t' de Abreu, ronti-
nuam-se .1 vender a ?O0O o par proco tito, as ja
bem conhecida e afamadas navalbn* de barl feila
pelo hbil fabricante que foi premiado na et'asstrS*
de Londres, as quaes alcni de duraren! ettraardina-
riamente, nao se senleaa relo aa noate 4 corlar;
veudein-sc enm a ou.hran de, nao agradamlo, po-
derem os compradores devolve-las ate 15 diasdepois
pa compra reslituiudo-se o importe.
ARADOS DE FERRO.
Na Inndieao' de C. Starr. A C. em
Sanio Amaro adia-se para vender a ra
dos i1" ferro de >t i .ptalulade.
ti
.
A II



(SIMIO DE PERMiMUCQ S.BAfaO >>6 O JANEIRO 01 1856




PEORAS PRECIOSAS-
Aderaros de brilhaulos,
diamantes e perolas. pul-
ceiras, alliiieles, brincos
* o rn/.i,!., botes e miis
da difl'erenlcs so*'* c do
? diversas pedriu de valor.
Comprara, vendeni nu
3 lroca ni prala, ouro, bii-
... llianles.diamaidrsepero-
* las. o oulras quaesquer
joias de valer, a diuheiro
"ii por obras.

H0RER1 & DARTE. |
I.0.1A HE JP.1YI-S
1
Ra do Cabula' a. 7.
Recebem por to-
dos os vapores ;la Eu-
ropa as obras do mais
nioderno osto, tan-
to de Franca como
as quaes veni
orno i:ii;aia-
>
Adeieros completos de .-.
ouro, ineosditus, pulcci- ;
ras, al neles, hiuicos e
roialaSi cordOes. trance- %
HltS, Mil'. 1,1II1,i-., COIltMltC* .
c enfeites para reluci, e iinti<>-> minios objectos de ^
OI1M1.
App.ircllms rompidos,
de prala, bara cha, bau- J
dejas, NHvas, ca-lit;.ie-,
collieres ilc sopa u liecha, -
e minios oulru* objectos
de prala.
'
Agencia de passaporte e
blha corrida.
I.laudino do Reg Lima, despachante pela repar-
tirn di polica lira passapuiles para fra do imperio
o dentro, c tolda corrida cun prumplido e coinmo-
do preco : iu nu da Prala, primeiro andar u. 13.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Aih un-se a venda os novo bil leles da
lotera i- da estrada de Moge, que devia
correr a 21 ou 22 do presante ;
espetamos pelo
partir a 2">, ou
PEDRO II, seforansieric
de 2(1 para 22
s lisias
vapor nacional quedeve
pelo \afior portugus! I).
LOTERAS l)\ provincia.
O cautelista Salusliano iie.Vquiuu Ferreira tomou
a resoluto de vender os seus bilbetes e cautelas as
pessiias que cunipram para negocio, sendo a quanlia
de 1003 para cima, diuheiro a visla, pelos presos
abaixo notados, na ra do Trapichen. 36, segundo
andar, em quaolo existir n plano actual de i,000
bilbetes na i(npcirtaiicia de 21:000;, Reando estes
preros hnii,'-. Elles silo pasos sem o descont de
oilo por ccnlo da lei nos tres pruneiros premios
grandes.
Recebo puf inleiro
Bilheles
Meios
Tercos
lunarios
Quintos
Oitavos
por
.asna saluda j ei........
diante : os premios | Vigsimos
enm
29300
2*240
I. i>'-'i
I5.WO
sil
C.HI I
:ko
de Lisboa, as quaes veiulem por
preco cotnsnnio como costuniam.
Terceira edicao.
TRATAHETO HOMOPATHIslO.
Preservativo e curativo
DO CH0LERA-M0RBUS,
PELOS DRS.
at^sffjB ag*. C(i<: m+2 J^iS.KRSSIKC,
ou iiislruccao au povo parase podei cu ra 'i esta eufermidade, administrndoos remedios mais "elcazes
para alalba-la, emquanto si recorrcaomedico,ou niesmo paracura-l. iudapendentcdcsle- nos lagarta
em que nflo os lia.
TKADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO l)R. P- A. LOBO MOSCOZO.
Esles;doos opsculos ronlmas indieacoes mais claras c precisas, c pela sua simples e concisa exposi-
c,ao eslao alcance do lodas as intclligcncias, ni\o s pelo que diz respeilo aos meios curativos,como prin-
cipalmente .ios preservativos que lemdado os mais satisfactorios resultados cm loria a parte em que
elles lem sido pos tos cin pralica.
Sendo o Iratamenlo lioineopatliiro o unicoque lem dado srande-resultadosnocuralivo desta horri-
velenfermiriaric, iulcamosa proposito Iraduzir restes doos imprtanles opsculos em I i ngna verncu-
la, para desl'artc facilitar u sua leilura a quem ignora o frauccr.
Veode-se unicamenle no Consultorio do traductor, ra .\ov n.52, por 25OOO. Vcndem-se lamben
os mcdicamenlos precisos c boticas de 12 lulms com u"i frasco de lindura 15a, umadila de 90 tubos com
livro e 2 frascos de tintura rs. 25al)0O.
O l)r. Ribeiro, medico pela Univer-
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. 13.
SOCIEMDE EM COHMANDITA.
FABRICA DEFIAR E TECER ALGOD.V'O,
Aqual oceupa diariamente para mais de
200 aprendizes ou obreiros nacionaes
de 10 a 12 annos de idade para cima.
CAPITAL 300:000s000.
Socios em nome :olleclivo serenes responsaveis
saenhores : Antonio Marqaes de Amorim. Justino
Pereira de ranas, Manoel Alves Guerra.
Firma social i Amorim, I- arias. duea & C.
Asociedade lem ja numerosos assisuanles, que
prefazem para mais do valor da melade do capital.
Ella continua a admiltir no decurso deste me/
socios de 100 at 5.000?.
As pessoas assigoantes das primeiraslillas, quede-
zejam contribuir para a prompla realisac.Ao da fa-
brica sao convidadas nao demorar suas'respcclivas
assignaluras, que devem ser pastadas no livro da so-
ciedade.
Nofim do crranle os socios gerentes redamaraoa
primeira preslaco que sera' de 10 por cento do ca-
pilal subscripto, e passarao os competentes recibos.
As vaulagens que a fabrica offerecera' loco que
ella esliver em pleno andamento .serao :
I." 12 por cento sobre o bonelicio aunual que ca-
da socio recebera', a lem do seu direilo sobre o fun-
do de reserva, que ser de 4 a 7 por cento do ca-
pital.
2. Occuparao diaria a maisde 200 operarios, ou
obreiros nacionaes.
3." Cousumo de 30 a 40 mil arrobas de algodao
nacional, o qual al agora uao lemoulro comprador
sen,lo o exportador.
fio I%"tlL\l^^e"0^l^Vl^ -..'a. e porcommodo
aguerreotypo,
clcctrotypo e
stereoscopo.
No aterro da Boi-Visla u. i, terreiro andar, eon-
1 linua-sa a lir.ir retratos por lu>tos os svsleuias anti-
sos e modernos, ah se ada um ri.-o iorlimenlo
; de artefactos de ouro, e oulras 'qualidades para a
collocaro dos relalo..
PUBLICACAO' L1TTERARIA.
Repertorio jurdico
Esta publicarlo sera seiii iluvida de utilidade nos
principiantes que se quizercm dedicar ao esercicio
do foro, pois nella encontrar.lo por ordem alpliabe-
lica as principaesa mais frequenles oceurrenrias ci-
vis, orphanolosicas, commerciaes ercclesiaslicasdo
nosso foro, com as remissoes das ordeiiaroe, leis,
avisos regolamentos por qoe se rece o Brasil, e
beni assini resolucoes dos l'raiislas antigot e moiler-
nos em que se lirinam. Conlni semelliaulemenlc
as decisoes dasqaesUea sobre si/.as, sellos, velliose
novns direilos e dcimas, sem o Iraballio de recorrer
rollerro de nossas leis e aviso avulsos. Consta-
rdedous volunie- em oilavo, grande francez, eo
primeiro sabio luz e esla > venda por 8; na luja de
livrosn. 0 e S da |#aca da Independencia.
Mascarada uni-
versal.
AOS RAPAZES E MOCAS DE
GOSTO.
Bale a porla o carnaval, e um rapaz de lignina
repularao nao pode dispensar um Irase completo a
carcter, assim romo (oda a iimca qne for do bom
goslo niio dispensar collocar urna bella mascar cm
seu lindo semblante, e euroupar-se n'uin rico ves-
luarioda corle dellcnnque VIII; paraoqueoan-
nuncianle offoiece a cada um ou cada urna, por alo-
sa o pagos a entrega das mcsinas listas.
O guarda-livros
brasileiro.
O autor nesta obra mostra os dilTeientes melliodos
de esinpluraeao ale agora condecidos, n.io s au
cummercio em geral, nas nn especial ao i.oiiinierrio
a rdallio. o de urna inaueira clara, soccinla e con-
forme a le. Osuarda-li\ros brasileiro inoslra e\-
leuskiuenle a maueira como se escriplura as parii-
das 110 Diaria e ootros mais livros, em partidaii do-
bradas, mixta e dgelas. Tamlipin 1110-lia o quanlu
lie Importante um livro/lempilador-osle lie um
h\ro iuiporlanle que faz desapparecer imiiieusas dif-
Renldades que lio para que urna casa de retallio le-
nlia cscripluracao regular. Alem ilisso he um qua-
dro perfeilo em que o negociante observa em um
lance de vista o muvimenlo mental de seu.rommer-
co. i) autor nao poopou esloreos para nu lodo sa-
bir perfeila esla obra. O inesmo lem louga pratiea
do roinmerciu du Brasil. O autor do guarda-litros
brasileiro coola com a valiosa prolecc.ao nao s dos
lllms. Srs. asslgnantes que j se disnaram sobscre-
ver, mas lambem com o de todos aqudles a quen. o
seu trabadlo se torne til. O autor juina esla obra
de rnuilo provcilo a nobre profissao de guardali-
btm de que be humilde mimbro. Esperi-se esla
obra por lodoo correle mez do Kio de Janeiro. Ke-
cehem-'e assianaliiras nesla prara, ra da Cadeia
Velha do Itecifc, loja 11. '2-2. I'reco ( pauos 110 en-
tregue da obra, e esla ser distribuida pelos dignis-
simnsSrs. assignanles. e nao se vender avulsa.
Hesappareceu no dia 17 do crreme, da casa
do advogado francisco Carlos Brandao, na ra do
Collegio n. 10, urna sua escrava de nome Anua, ca-
bra, de idade de 1(i anuos, pouco mais ou menos, a
qoal lem sido visla nesla cidade e nos arrabaldes :
roga-se a quem a conhecei, que a faca prender e
rouduzir a caa do dito seu senhor, c aos capilaes de
campo, e oulras pessoas qoe vivem de prender escra-
vos rugidos, prometle-sc urna boa araliticarao. Os
Signaos dt referida escrava sao os jeauinles:" plida.
I: ndo algomti marcas de beiiua no rollo, baa esta-
tura, necea do corno, falla um poucogaga, e bem
vestida.
KM009000
3*00*000
J-.0005IIX)
I :"i(Hi;t)(MI
l:-JO0S0O
7909OOO
BOOsOOO
IIOOSOOO
a 210 a vara, em lagar de 260
Ocaulelisla
SaliKiiai'ti d .Hiuiiii i'crrrira.
Quem precisar de um rapaz para cobrancas de
dentro e lora dos arrabaldes rlesla provincia, dando
elle informarlo de sua conduela, ilirija-se a ra l)i-
reila 11. '.).
Bailes mascara-
os.
Alii^ani-se ou vendem-se ricos vestuarios para
zailes mascando!, tanto a carador como a phanta-
1a, por diminuto preco, na ra eslreita do Rosario
n. t2, segundo andar, lie Mcnsado o aiiiiunciaute
declarar a quahdade de seos vestuarios, pois ha .">
anuos que se lem dedicado a esse Iraballlo, bem tem
moslrado o quanlo se esmera em bem servir aos que
o procaram, mni prineipalmenle es|e auno, que com
lempo se muni de boas blandas, ricos enfeiles e
un!.menle de bellos Hgawinos.
Cera de carnauba.
Vende-sc cera de carnauba ; na ra Nova u. M.
Vende-aa um.i casa na ra de Sania Thereza
11. :ll : a fallar na ra eslreita do Rosario 11. 26, loja
de encade! nadur.
Vende-se urna linda muala ile 20 annos, que
engmala, coso chao, eotinbi c lava, e nina crioula
com urna cria loulaliuliH de um anuo, com algumai
habilidades, lodas para fura
mallo : na roa d
raude baile de
mascaras
0mpta&<
Compra se biroe renda esircila da (erra : na
ra do Coflcgio n.4, loja dcj. falque.
Compram-se duas escrava de 30 annos, que
sejam necessarias de urna casa, paga-se bem aeradando ;
na ra das Ciu/e- n. 20.
Comprarle urna canoa de familia,
para 12iiessoaj: no becco do Capim n.
III).
Sett&a*.
POTASSA E GAL YIRGE1.
No autigo e ja' bem uonliecido deposi-
to da rita da Cadeia do ltecife, escriptorio
11. 12, lia para vender milito superior
potassa da Kussia, dita do Kio de Janeiro
c cal virgen) de Lisboa em pedia, ludo a
s para fofa da provincia ou para o presos 111 :n I o (avoraveis, rom o.s quaes li-
as Ornes CaTo os compradores salislititos.
Vcnde-sciea de carnauba de superior qali-
dade, por menos tueco que em oulra qualquer par-
la : na ra da Madre de Heos, loja 11. l.
Vende se on aluaa-e para o.lempo .lo carna-
val una cbell.na mullo bem leila, e com pouco
uso: na prara ca Independencia 11. I.
Vende-se tuna prela de narjjo, moca
ecom algumas habilidades: na ra ta
Guia, taberna n. !.
ao barato:
Na ra do Crespo, loja n. I. vendem se por todo
o prero (a/eudas de primeira qualidade. para aribar
nao se olba a preco.
Vende-se por proco commod.i um piano de ja-
caranda, um loucador com seui vidrm de ebeirn pro-
prio para noivii, e um berro ando : em casa do Sr.
liiiimar.ies se dir quem vende.
Vende-se nina grande porgan de travs d<
boas qualidades .le 30, il) e 50 palmos de eomprido,
travs de louro e enchameis, e nina canoa .le 33 pal-
mos, muilo saa, linio por preco conimodo : quem
quizer procuro a Antonio Leal de Barros, ra do
v icario 11, |"
rolliinnas
o da Baha, e boje uao ha mesrao a mais de 330 res,
preco da ultima venda.
A facilidade das entradas, que nunca serao de
mais de 20 por cenlo do capital subscripto, permitle
a ludas as pessoas que poderem dispor de urna eco-
noma men-al de j por mez, entrar caajjSsocio
de 100a.
Sendo as entradas de 10 por cento e os pagamen-
tos espadados de pouco mais ou menos 2 mezes, se-
rao precisos 18 a 20 para ser realisado o inteiro pa-
gamento de cada snbscripcao.
Os senhores qoe residem fora da capital, e qne
quizerementrar nesta otil sociedade, poderao diri-
gir soas carias de pedido a qualquer dos Ires socios
gerente, au ao socio de industria V. M. Uupral,
que lem em seu poder o livro dassubscnpcoc.
Elles declararao os seus nomes por eile'uso, do-
micilio e o nome do correspondente nesla capital,
encarregado de eflecloar o pasamento das entradas
das prestarles, quando forem reclamadas.
Urna copia iropressa da escriptnra da sociedade
sera' entregue a cada um dos socios n. ocesiao de
cITecluar o pagamento da primeira preslacao de 10
por ceulo do capital sobscripto.
Pcrnamboco 3 de Janeiro de 1850.
F. M. Duprat.
Illm. Sr. presdeme e mais membresda com
missao de hygicne desta provincia.Diz Paulo L'iiz
t.auouuv. dentista francez, que precisa a bem de
seu direilo, )/s. Ss. serem servidos examinar a pre-
paraban de que se serve para chumbar deules, e de-
nonirnou massa adamantina, em ordem de verilicar-
se que a .lila preparadlo differe iuleiramentc de lo-
das as conhecidas. Pede a Vs. Ss. sejam servidos de-
ferir-lhe como requerE. K. Me.
IPauln Lu: Gaignoux.
A massa denominada pelo supplicanle- Adaman-
linae por elle aprsenla.!a commissao de hvaic-
ne publica, differe de Indas as aprcsenladas essa
mesma oceasiao por outros; sendo a confroiilacao
fe la na presenca de lodos. Sala das sessoes da com-
missao 30 de julho de 1855.r. A. lonseca.
% DENTISTA FRAICEZ. 8
_ Paulo aignoux, denlisla, eslabelccido na
J ra larga do Rosario n. 36, secuudo andar,
.. colloca denles com a pressaodo ir, c chomba
00 denles com a massa adamantina eoulros me- flk
" taes. r.
Tend. wr ,, ,|c>nce (lc t0l|.is a, i,,,,.,,.
I presos, alim de che-
r_as, o mais completo
sorlimentn dos mencionados Irages, para cavallero
ou pean do seeulo deClovis, Carlos Maano, llenr-
que I\ Luiz XIV, da convencao nacional e do con-
sulado ; as espadas e lanras de pao brilbam como
ac, e nos traites femeninos os brilhanles e perolas
sao perfeilamente imitados ; emlim todos os goslos
enconlrarao onde escolher, na ra do Collegio n. 18,
primeiro andar, onde se v asteada urna BAMiKI-
RA ENCARNADA. As pessoas que quizerem ver
o bom aceio e bom goslo do vestuarios, .podero di-
risir-se a casa do annunciaule das ( as 9 horas da
noile, que a adiaran ricamente Iluminada, embora
| nao queiram alugar os mesmos \esln irm-,
Massa adamantina.
He senilmente reconherida a eicellcncia desta
preparacao para chumbar denles, porque seus resol-
lados semprc fdizes sao j.i do dominio do publico.
Sebastian Jos de Oliveira faz uso desla preciosa
masas, para o lira indicada, e as pessoas qoe quize-
rem bonra-lo dispoudo de seus servicos, podem pro-
cura-lo ua Iravessa do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
eaae3i*a3: 333*
i .1. JANE, DENTISTA, I
% continua a residir na ra Nova u. 19, primal- A
fa) ro andar.
as noites de e 5 de evereiro, na casa
em (pie oi o Recreio Militar, praca da
Boa-Vista n. 56.
Ela casa be a mais apropriada para diverlimenlos
deste genero por ler alem de Ires relenles salas
para baile, lodas as commodidades evisiilas para os
sumpluosos e magoiQcoa ilivertimenlos, que devem
ter I usar nos dias cima referidos. As 8 horas da
noite lodas as salas e de mais aposentos eslargo bri
lhaulcmenlc adornados c Iluminados, llavera boa
msica, e a irelhor ordem, visto que os directores
sao os mesmos dos ilivertimenlos que liveram lusar
na ra da Praia pela l'ascoa. As entradas sao : pa-
ra bomem 2>, e para senhora I?.
l'recisa-se de urna ama para lodo o servir) de
urna casa de familia : na ra Nova, sobrado n. 23,
segundo andar.
Traspassa-se as chaves da loja da ra Direila
n. 5, e vende-se urna cama de angico em muilo bom
estado : a Iralar na mesma.
Precisa-se de urna escrava cozinbeira para casa,
eslrangeira : ua ra da Aurora n. 5S,primeiro andar
Terceira parte da tercei-
ra lotera do Gymnasio.
Acham-se*a venda os bilbetes e caute-
las da lotera supra, as lojas ja' aiiiiun-
ciaclas, cuja e\traccao he no da 1 de e-
vereiro, vespera da festa de Nosso Senho-
ra da Sande. Os precos sao os abaixo
notados, garantidos.
Bilhctc inteiro 7JO0O
PARA 0 CBRENTE AHNO.
Folhinhas de algibeira conlendo o al-
manak administrativo, mercantil c in-
>|dustraldesta provincia, tabella dosdirei-
tos paroebiaes, resumo dos imposlos ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
dealgtunas posturas, providencias sobre
incendios, cntrudo, mascaras, cemiterio,
tal)ella de feriados, resumo dos rendi-
mentos c exportacao da provincia, por
500 rs. cada urna; dilasde porla a ICO;
ditas ecclesiasticasou de padre, com a ro-
sa deS. Tito a 400 res: nalivraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Xo escriptorio de Domingos Alves
Matheus, ha para vender por commodos
piceos, os artigosseguinles:
Ricos e elegantes pianos.
Bezerros engraxados.
Ditos enverni/.ados.
Flor de Tilia.
Piassava em inolho.
(>:000.s000
."):000.s000
2:000x000
1:500.s000
T.'iO.sOOO
liOOsOOO
TiOO.sOOO
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS.
c posto em ordem alphabetica, rom a deseripeju)
abreviada de lodas as molestias,
losica e therapeulira de lodos os
Meto 3J00
Terco SSlOO
Quarto 1^800
Oitavo 000
Dcimo 70
Vigsimos 400
Os cautelistas, Oiiveira Junior&C.
OcatttelistaSaltislianodeAtpiinol'er-
reira avisa aos potSUdores dos 2 meios
bilbetes n. 1539, da segunda parte da pri-
meira lotera do collegio dos orphaos, em
trae sabio o premio de 2:5006*000, edous
meios bilbetes n. 1159 da referida lote*
ria, em que aliio a sorte le ."iOO.sOOO :
I podem vir receber na ra do Trapiche n.
")(i, segundo andar, logo que sabir a lista
geral: os 2:500$000 sao pagos sem o des-
cont de S por cento do imposlo geral.
Pernambuco 2i de Janeiro de 18.")li.O
cautelista, Salusliano deAquinoFerreira.
Preciaa-eedl orna ama forra ou captiva, que
alba cozinbar, ensmnmar c lavar de sabao, para
casa de i mica familia : a Iralar na ra da Madre de
Dees, armazeni u. .">.
Madame Scasso
modista,
No aterro da Boa-Vista
n. 29,
avisa ao respeitavel publico, que llm de sua ollici-
ua de apromplar vestidos para casamenlos, bailes,
Ihealrns c passeio, e os mais pcrleuces para completo
toilette de urna senhora, que de boje cm diar.te lem
aberlo o seu eslahclecimenlo, o qual se acha sur-
tido de fazendas de modas sesuinlcs: corles de ves-
tido de seda com o titulo de poupeiioa, dilosde lar-
lalaua com babados proprios para bailes, chapeos de
seda para senhora. crep prelo, liles e nobreza d
lodas as cores, chales de casemira lisos e bordados,
cntreineios de carabraia, babadinhos de cambraia de
bolillos padres, bico verdadeiro de blonde cdeli-
leliles oii estrellas errantes llie 'lem~queTdo"roubar i ll">' um ''CO s',,l"l'e".l,,de Hlaa de seda, saze e ros-
lo, mas se lem submersido no seu opaco
com o
Precisa-se para fora da capital de urna pessoa
habilitada para ensillar franrez, latim e rhelorica,
mediante um razoavel pagamento : a fallar
baeharel Seraphico, na ra Uirei'.a n. 137.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Aiuda exislemalgnus ejemplares enquadernados,
e acham-se venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de l'reilas & C, esquina da roa do Collegio,
e em casa do aulor, paleo do Collegio, casa amarclla,
no primeiro andar.
No sobrado da roa do Pilar n. 82, prerisa-sc
alugar urna pessoa livre ou escrava, que saiba cozi-
nbar alguma rousa, para ser empresada ueste e
n uniros servicos ordinarios do urna rasa de pequea
ramilla, a excepeo de ensommado, preferiudo-se
desta ultima .-ondica.., cdo sexo masculino : pasase
bem agradando.
Armn/.era do sol.
Pedro Antonio Teiveira lluimaraeseonliiuia com
seu armazem ! 20, c com a mesma promplidao qoe sempre servio a
lodos os senhores que o lem honrado rom a sua con-
hanca. Ilenominou o propriclario com esle lilulo
o seu armazem, na verdade he lien, merecido, por-
que no periodo de ( anuos de mi existencia lOsa-
Vendem-se doas mcias cabellen as de caixos :
na ra doQueimado, loja n. 18.
Superior farinha de man-
dioca.
A bordo do hiato nacional Catiro lia para vender
muilo superior familia de mandioca de S. Malheus,
poi preco commo.to : para tratar, no escriptorio de
Uomingos Alves Malheus.
Vende-se ura ptimo jogode livro
Diario c Razao, com capa de como,
de nimio bom papel paulado e rucado
com peri'eco: na ruada Cadeia Velha
do Recite, loja n. 22.
Vende-se um sitio ua [estrada de Saut'Anna,
confronte a taberna do fallecido Nicolao Rodrigues
da Cunha, com casa de morada, leudo bastante ter-
reno de comprmanlo e largura, diversos pes de la-
ranseira e outros arvore.tos, e sraude cacimbj ile
superior agua : quem quizer comprar, dirija- loja n. 33 da ra larsa du Rosario, que achara com
quem Iratar.
Tipas vasias.
Na roa da Cruz n. 10, vende-se urna porran de
pipas vasias, muilo cm conla.
Vendem-se Ires arrobas
bem conservada a 320 a libra :
15, loja de llourgard.
Pelo barato preco ven.li-sc o scsuinle
Casacas de panno lino de cores com holoes
dourados
Hilas de dito prelas com holoes de scliru
Colleles de foslao bramo para hornera
Dilos de seda de cores pjra meninos
l_)ilos de setira prelo para ditos
Sobrecasacas de panno lino de cores
Oilas de dito prelo
Jaquelas de brim pardo
Hilas de riscadoa
Calcas de brim
Chapeos franeexes para hoinem
Vendem-se a diuheiro vista, na loja n. 2
Nova.
."-tJni terreno com meia lesoa de malla vireem.na
ribeira de Sanio Antonio branda, na provincia das
Alagoas, prepon para nina azenda de cafeou cn-e-
nbo de assucar, e pude ser d'agua por ler mila
abundancia, e da copero : os prelendenles tallen,
com Antonio Leal de Barros, ua ra do Vigario
Aos malcarados.
Vende se linda fazenda de cores, matizada de
praliado : na ra do Oucimado, loia de miudezas
II. 2j.
\a loja das seis
portas.
Em frente do Livramenio.
Chitas escoras de bom panno c tinta segura a meia
pataca, camizinhas decambraia para senhora a sello,
mnganos de cambraia bordados a quatro patacas o
par, veslidinhos de seda para meninas de qualro a
seis anuos a seis mil reiscada um, diales de seda a
oilo mil reis, dilos de cambraia e seda a qualro mil
res, dilos escures para casa a duas patacas, lenras
com bico para mo a don vinlens, dilos piulados
pira meninos a qualro vinlens, e oulras muilas fa-
zendas por preru que faz conla troca-las por sedlas.
Para quem est de luto.
Macado rrancei prelo a meiaSpalaca ocovado, boa
chilaprelaa dous tusloes, melim p.eto, alpaca de
lodos os precos, meias prelas de llgodjlo linas a pa-
taca : na loja das seis portas em frenle do Livra-
menio.
Vende-se ama poreaje de laboas c um excel-
lenlc balean, ludo peilenceule a urna armado que
se dcsmaiichoii : na ra Nova n. 8.
NICO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeiro e incomparavel
agua dentfrico doDr. Pierre, muito elli-
ca/. na conservacao dos dentes e bom h-
lito da bocea : na botica dos Srs. J. Soum
&C, nico deposito que e\iste nesta ci-
dade e provincia de Pernambuco.
Vende-se urna carioca com seus com-
petentes arreios, para um cavallo,' tudo
cm muito bom estado e por barato pre-
co: na ra da Cru/. n. 2(i,
dar.
massa de lmales
ra da Cadeia u.
5500
55000
l.-tKKI
.500
.500
6SO00
6)000
MKM)
15000
rtjoot)
.55000
da ra
Vende-se a taberna da ra .la Roda n. Is, bem
alieguezada para a lena, e o motivo por que se ven-
, comprador.
de se dir
o seo lril
ndicacao physio- linalmenle o proprietkrio lem robusta
euapole lavrados o de lodas as largura*, ditas de
velludo de todas as laboras, esparhlhos, luvas de
medicameiitos ho-' ><> Oeos com um diluvio arrazar o sal porque be o '*r:l noraells.e senboras, dilas de seda lias
meopalhico;, seu lempo de acrao e concordancia, I fcn commum >le lodos os asiros,
seguido de um diccionario da signilicacao de lodos
slennos de medicina e cirurgia, a post ao alcauce
das pessoas do povo, pelo
D. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignanles podem mandar buscaros seu
aexemplares, assim como quem quizer comprar.
($) a sua residencia para a ra Nova
n. 2o, primeiro andar, e conli-
i
Lotera doGvm-
nasio
hucano.
Pcrnanii-
am ntia noexercicio de sita prolissaO
M#909S:SS:ajj\>$Ss$$
AULA DE LATIM.
Aos 6:000.s, 2:000, e 1:300 OOCO
Corre no diu sexta-ieira 1 de evereiro
prosimo.
Os blielcsc cautelas do cautelista An-
tonio Jos Rodrigues de Souza Jnior,
nao estao sujeitos ao disconto dos S por
O padre Vicente Ferren.de Allniquer- cento da lei, os quaes se achara a venda
as Jojas da prara da Independencia ns.
i, 15, 15e iO, ra DiPeita n. ir., ruada
Praia n 30, ruado Crespo i>. 5.
s premios sao pagos logo (pie la 'a
3ue contina com sua aula
ia 2dejaneiro em diantc,
maueira e sob as condteoes ja" apnun-
ciadas.
de latim, do
pela mesma
j-mmKxesBBtam.
C0!\SILT0RI0 CENTIAL fil
M(E0P4THie0.
(Gratuito para os pobres.)
Hua de Sanio Amaro. {Mundo-Novo) n. 6. jjf i
O Dr. Sabino Olegario Lndgero Pinho d \t
w consultas lodos os dias dcdo as 8 horas da r*'
V nianhaa al as 2 di larde.
; Vsila os enfermos cm seus domicilios, das
2 horas em diente ; mas em casos repentinos
e de molestias asadas e grave, as visitas serao
felas em qualquer hora.
As molestias nervosas mererem Iratamenlo
especial' segundo meios boje acousclhados
pelos pralicos modernos. Estes meios exis-
ten) no consultorio central.
J2
lista geral.
Bilhete inteiro
Meio billiele
Tercos
Quarlos
Qi i i n los
Oilavos
Decimos
Vigsimos
O referido
T.sOOii Ii:000.s000
3s3tMI 3:000j|000
2.S00 2:000.s000
I.SSOO l:500$000
l.sO Ir'iOOsOOO
000 ".".O.sOOO
760 OOO.sOOO
00 500JJOOO
eruto cautelista declara que s pa-
ga nos sefis hill.eles inleiros, os S por cen-
to como lem annunciado.
Alusa-se una casa muilo boa na Passasem da
Magdalena, com grande quintal e fru.leiras, cacim-
ba e banbo uo fundo : a tratar ua ra do Oucima-
do 7, loja.
e bordadas para senhora, ditas lisas para bomem,
lilas para menina, meias muito linas de seda para
uoiva, dilas para bomem, dita* para meninas, pul-
ceiras de cabello de soslu o mais moderno, enhiles
pra cabe-.a, romeiras e chales de relroz bordados a
matiz, caivas de llores de todas as cores, romeiras
prelas para lulo lisas e bordadas a vidrilho c man-
guitos da mesma qualidade, camisolas e manguitos
de cambraia bordados, e linalmenle tudo o mais que
dix respeibi a modas e ao bom goslo.
f^i Precisa-se de 300^000 rs. a pre-
fOk mo por quatro mezes, para in-
. teirar certa quantia, da'-se por
(j* seguramja urna boa mobilia, que
g v.,1 l:.)00.S000: quera qui/.er an-
>W nuncie para ser procurado, pa- $)
(*9 ga-se adespeza doannuncio. fj5)
Precisa-sede urna ama para casa
pouca familia: na ra de Apollo n.
primeira andar.
Publieaco Iliteraria.
Acham-se a venda na linaria classica de paleo
do Collegio n. 2 por 25 cada um exemplar, os apon-
lamentos jurdicos sobre as procurae/irs exlrajudi-
Ciaes com a reropilaao das leis, regulameulos e r-
deos do governo cerca das msalas procuniree ;
ludo roiiveiiioiilriiiniie annnladu seguido de um
iudiee geral alphahelico bastante Ilustrador da ma-
teria, pelo bacliarel formado Jos Mana da Trinda-
de. lisia obra he de grande ulilidade para as pes-
soas que Iralam de negocios admiuislrativos, < de
particular interease para lodos nsempregados pbli-
cos, prineipalmenle para os de fazenda.
Precisa-se alugar para o servico de man fami-
lia regleta, urna preta que saiba lavar, engummar o
coser : na ra do Trapiche Novo u. 10.
O Sr. Antonio Jus Lopes de Vasronccllos lem
urna eucummenda viuda da cida.le do Porto, amVa-
ca da Independencia n. 2i a 30.
m
0
tic
19,
Uadapolao com avaria
Pecas de madapoln com loque de avaria a dous
mil res, dous mil ,. quinhenlos c Ires mil reis
loja das seis portas em frente do Livraincnto.
v en.le-se um escravo muilo robusto, proprio
para lodo o servico, principalmente para armazem
de assucar : n tratar ua ra .lo Qoeil.....lo n. 0, se-
gundo andar, das 7 as !l horas da manilla.
fazendas prelas
para a qua-
resroa.
Corles de seila prela la\ rada com Ib covados e al-
Sum loque de moro a 125 o corle, sarja de seda pre-
la a l.-Ton o cavado, dita a 25. (lila nspanholi lesi-
lima a 2S700, srosdenapolc prelo a ISiItMI o covado,
dilo superior a 15700. dilo adamascado superior a
29500, sarja de seda adamascada a 29300, chamalole
prelo para vestido a 2?, velludo prelo a 39500, dilo
a 19, dito muilo superior a ,5>500, selim prelo ma-
cao a 39500,Jilo a 25SOO, manta, prelas de blonde
.le seda a 115. los prelos grandes a 9S. ditos muilo
superiores a 11-9, um complelo sorlimeuio do pan-
nos prelos dos precos segoinles: panno prelo de
^"l'. :t?, :is>500, t-9, .VS, (O. V* e IO5 o covado, ca-
seiniras prelas a 157(10, 25, 25-500 e 3JJ o covado,
assim romo um completo sortimmto ile chapeos pre-
los franeexes de muilo superior qualidade, corles de
rllele .le casemira prela bordados .rs o corle : na
loja do sobrado amarello, nos qualro cantos da ra
lo Oucimado n. 29, de JaMoreiea Lopes.
NA LOJi DE MADAMA
Theard,
Acfia-se umricosortimentode vestidos
de seda bordados e de blond para casa-
mento, ricas inanias de blond bordadas,
apellas para noivos, llores, franjas,
trancas, litas, como niio ha igttaes, ricos
e lindos en lei les de cabera para lliealro,
1 ande sortraento de chapeos de seda e
de pabia lauto para sen horas como pa-
ra meninos, e meninas, bous velludos de
lodas ascores para vestidos, muilo lindos,
e muito em conla.
Octllospllenles para lliealro,ditosde
alcance, ditos de armacao, de blalo, de
ac, de tartaruga ede ouro, tanto para
vistas caneadas, como para miopes,
illancos ou azues, octllos de Vvidros, e
lunetos de todas as qualidades : encOP-
train-se sempre na loja dos relojoeiros
Chapront&Bertrand, praca da Indepen-
dencia n. 18 e20.
primeiro an-
Relogios
ingle/es de pa-
tete,
os mellioies fabricados em luglalerra : em rasa de
llciuv (lilisou, roa da Cadeia do liedle n. 52.
Taixas para engenhos.
Na fuudicao! de ferro de D. W.
Bowmann na ra do Brum, pastan-
do o chalan/. continua haver um
completo sortraento de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e cora promptidao' :
embarcain-se ou carregam-se em cano
sem despeza ao comprador.
Relogiosdeouro
inglezes de pa-
tente, de sabo-
neleedevidro,
rhesados pelo ultimo paquete, vendem-se por preco
razoavel; em casa de Augusta C. de Abreu, na ra
da Cadeia do Kecife n. 18, primeiro andar.
Taboado de pinho da Suecia, alatelo e plxc.
Me. Calmont i Compauhia, tendo receido um
carregamenlo desles gneros pelo brigue sueco/;.
'J'hereza, de tiolhembours, venderao os mesmos a
relalbo por preces baratos: o taboado acha-se reco-
Ihido no armazem dos Srs. Carvalho & Irmao, ra
do Brum.
Algodao monstro a 000 rs. a vara.
Vende-seo verdadeiro algodao monslro, com *.!
palmos de largura, pelo haratissimo prero de Do
rs. a vara : na ra do Crespo 11. 5.
Cartas france-
/as.
Vendem-se superiores carias francezas para val-
trele a 500 rs. o baralho : na ra do Oueimado,
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
ROLA'0 FRANCEZ.
He novamemte ebegada esta aprecia-
vel pitada no ultimo navio francez, cesta'
a venda por barato preco: na ra da
Cruz n. 2, primeiro andar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos, francezas, muito proprias para caca
ltimamente chegadas de Franca, e por
barato pieco : na ra da Cruz n. 26, pri-
meiro andar.
Vendem-se charutos superiores, ca-
xinhas de 100, a 5000 : na ra do Cres-
po, loja de qualro portas n. .1, prximo
ao arco de Santo Antonio.
prc
O corle de calca
5,000 rs.
Do casemira prela : na ra do Quvimado n. 33 A.
a pecliinclia
1,600 rs.
Conlimia-sc a vender pelo baralo preco de 13600 o
corte de eassa dula de bous goslos, com 7 varas : na
ra do Oueimado 11. 33 A.
Obras de ouro
As mais escolhidas.
Vendem-se irascos com rolhas de
vidro, proprios para conserva toda a
qualidade de rape, c por baratissimo
preco: na ra da Cruz n. 2(j, primeiro
andar.
Vende-sc muilo superior cham-
pagne era caixas, o melhor que tem ap-
Em caa de llenry Brunn A C, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Kspelhoscom moldura.
Globos pan jardint.
i'deiras e solas para jardim.
Oleados pai-a mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
(,nimia lacea.
TINTAS DK OLKO.
Vende-se tintas de oleo soriidas da me-
lhor qualidade que tem vindo a esta pra-
ca e por preco commodo : na casa de
Adamson llowie &C.,roa do trapichen.
RELOGIOS
Cobertos e descobertos,pe-
quenos e grandes,de ou-
ro, patente ingJez.
Vendem-se no escriptorio de Smilhall MaSlT &
Coinpanbia, na ra da Cadeia d Hecife 3S,
mais superiores relosios colierln. e ,1.....bsitai. pe-
inen,,, e grandes, de ouro. patente ndex, ata ana
dos melhores fabricantes de Liverpool, viadas neto
ulliroo paquete ingles.
PIANOS.
Vendem-se em casa de llenn, Brum. A
C ra da Cruz n. 10, ptimos pianos
chegados no ultimo navio da K.irop.
(]a 111 isas de meia
de puralaa.
\ eudem-se superiores camisas de meia da Uta, pe-
lo baralo preco de 39: na na do Oueimado, Iota
de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Luboa, e potassa americana
da maii nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Bailo &
Companbia.
FAKINIIA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em sacias que tem um alqueirc, medida
velha por SfQtt res : noi armazem ns.
3,5 e 7, e no armzein delronte da porta da
alandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na ruado Trapiche
n. 34, primeiro andar.
A3*500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente elwgada. as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : ua prara 4*
Corpo Santo n. 11.
Vende-se aro em rundeles de um quintal, par
prero muilo commodo : no armazem .'da Me. Cas-
moni & Companhia, prara do Corpo Santo a. II.
VINHO XEKEZ.
Vende se superior -. inho de Xerex em hart itrio
11 i, era casa Je K. fc". Wyatl : roa de Tratrb*
11. ttt.
AGENCIA
Da Fundicao Los
Senzala nova
Neste estabelecimento contitrua a ha-
ver um completo sortimenta de |moen-
das c meias moenda para etgenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todoios tamauhos. para
dito. V
Jw-Moor. Ruara
iova n. 41. /
Os abaixo assigna.los. rom loja de ourives na ra
do Cabug.i n. II, coiifronie ao paleo da malriz erua
Nova, faxem publico, que esUo leccbeudo continua-
da mente muito ricas obras de ouro dos melhores gos-
los, lauto para senboras eomo para liomeus e meni.
as, os precos coiitiiiuam mesmu baratos, e passa-sc
cotilas cun rcspoiisahilidade, especificando a quali-
dade do ouro de I i ou 18 quilates, licando assuu su-
jeilos os mesmos por qualquer duvida.
Seraphim i\ lrmao.
Na nova loja da ra larga du ltosario n. 35,
ha bonito sorlimento de miudezas e quinquilleras
pelos precos mais em conla, como seja loucas de
liatinha de lindas corea e moldes mu proprios de
meninas e senboras e algumas que podem ser apli-
cadas para os brinquedosdo mascarados, cujo sorli-
menlo oi chegada pelo ultimo navio, balaios gran-
des e menores, agolluscurtas e eompridas, sorlidas
llenas de novellos, carrileii e de meada e marca de
ns. Ib a 120, corchetes fraucezes em carta c de ou-
lras qualidades, palitos de denles ordinarios a SOrs.
o maco, papel alinaco, pezo e de cores, Irancas de
laa de cores e branca c preta, Irancelins de borra-
va c dilos de relroz, luvas de pellica a IGO o par,
conlas azues encarnadas, prelas e douradas.aljofares
domados e do oulras cores, brincos prelos, dourados
c cores, rosetas domadas Haas de novea padroe<, lu-
vas prelas de torcal a M00 rs., atacadores prelos para
borsegoins, vollas de perolas para pescoro, aljofares
ou brincos de aljofares, allinetes pelos "para pello,
caixas de rap de melal principe e-oulras qualidades
asolhas em eaixinhas, medidas de inarroquim para
alfaiale a 120, chaves de relosios, suspensorios de
escrotos, rosarios milagrosos por via da pesie ; um
bonitosortimenlo de bicos e rendas, ,,aillos para
gente velha e pobre, papel.agulhas dechapoj e far-
da, conloes linos e BTOSSOS para vestidos, litas de li-
ndo e de Cns, l.otes lluns de calcas e ditos de ca-
rnizas, mndeprrola eouliasqualida,les,frascos de tin-
ta prela, boas peonas de ac,canelas finaste ordina-
rias e lapis finos e creoes pintados, rampas para
cabellos, peules de alar cabellos Uando tartaruga.
Vendem-se camas de ferro de superior quali-
dade, e por precos commodos: em rasa de James
Crablree cV Companhia, ra da Cruz n. 12.
Tinta preparada em oleo.
Na ra do Trapiche Novo 11. IS, em rasa de E. II.
Wyatl, vende-se excellenle Unid branca, preparada
em oleo, eiu latas de 2S libras.
Eixos e arreios [tara
carros.
I.ABVRINTHOS.
Na ruada Cruz n. .l. primeiro andar, continua
a haver sorlimento de boas obras de labvriutlwa
venda.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
parecido no mercado epor commodo pie-1,on na ra de Senzala Nova n. .
co, licor de Kirsch tambera em caixas eSe"'n.s >glezes.
muilo em conta : na ra da Cruz 11. 2,iRcloG'* patente inglez.
nrimeiro andar. *CO*es de carro e de montara.
ndieirose castices bronzeadoi.
^on asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vatpietas de lustre para carro.
Barril degraxa n. 97.
Vbiho Cherry em barril.
Camas de ferro.
COGNACVERDADEIRO.
vende-seo verdadeiro cognac, lano em garrafi
como em garrafcs : na ra da Crox n. 10.
f ,
Vendem-se superiores cixo
11.1 ra
Wyatl.
lo Trapiche Novo 11. IS, casa de E. II.
Candelabros e lustros.
Acha-se a venda em casa de E. II. Wyatl, na ra
do Trapiche Novo 11. IS, um complelosorlimeulo de
candelabros e lustros hronzeadus de 3 aS lozes.
Vinho Xereze Porto.
\>nde-se vinho Xereze Porte em barrisde quar-
to : em rasa de E. II. Wyatl, ra do trapiche No-
vo 11. IS.
ECONOMA.
Vendem-se caixas com aletria ,com 25 libras
propria para sopa, por diminuto preco no caes da
alian.lesa 11. 7. armazem de Jos Joaquim Pereira
de Mello.
Cera de carnauba.
Vende-se cera do carnauba de boa qualidade, por
menos preco duque em oulra parte : na ra da Ca-
deia do Kecife, loja 11. .50, dcfroule da rna da Madre
de lieos.
Cal de Lisboa barata.
Para Tediar conlas vendem-se barris rom ral de
Lisboa, pelo diminuto preeu de ;1>2IM), assim como
ha nina poican da .lila ral sola, ptima para calar
pelo seu brildanlismu e duracao, e unchc-se una
barrica que tenba sido de bacallao por 39: na ra
da Cadeia lo Recite n. SO.
Na ra do Crespo n. 12, loja de
Campos & Lima, vendem-se cobertores
de laa peepteos e grandes.
Vende-se um cabriole! em bun uso ; a Irala
na ra do Cullegio n. 21,primeiro andar.
ousas finas ede
bons agostos
NA-LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques com plomas, dolla, e
espelho a 2?, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a I38OO o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para hornern e senhora a I528O, di-
las de torcal prelas e com bordados de cores a 80U
rs. e 1S200, .litas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para bomem c senhora a 500 rs., dilas
para meuinos e meninas muilo boa fazenda a 320,
lencinbos de relroz de lodas as cores a 15, loucas de
lila para senhora a (iiO, remes de tartaruga para
atar cabello, fazenda muilo superior a 58, ditosde
alisar lambem de tarlarusa a 35, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muito ao de
tartaruga a I72S0, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda pintadas para enancas de I a 3 anuos a 1)800
olpar, dilas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para erial,cas de I a 10 anuos a 320 o par, es-
pedios para parede com excellcnlcs vidros a 500,
700, if e IS200, tunca.lores cum pes a 1500, lilas
de velludo de todas as cures a 100 e 210 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e linissimas a .500
rs., ditas linissimas com cabo de marfim a 1?, tran-
cas de seda de lodas as cores e larsuras a 320, (OH) e
500 rs. a vara, sapatinhoa de lila para enancas de
bonitos padres a 210 e 320. adereros prelos para
lulo cun brincos e alunles a la, louras prelas de
seda para chancas a lj, travessas das que se usam
para segurarcabello a Is, pislolinhas de metal para
criaiic.s a 200 rs., galheleiras para azeile e Vinagre
a 2n200, bandejas muito finas e de lodos os tama-
uhos de Ijj. 25, 35 e i, meias brancas linas para
senhora a 2II e 320 o par, dilas prelas muilo boas
a 100 rs., ricas caixas para rap com riquissimas es-
tampas a :to c 29500, meias de seda de cores para
hornera a (10, edaruteiras muito finas a 23, cister
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a800 rs., oculos de aimacao dcaco praleados e dou-
ra.losa 640, 1!> e 1*900, lunetas com aro de huTalo
e lartaroga a 500 rs. c 1?, superiores e ricas benga-
liulias a 2?, c a 500 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos c grandes, fazenda muilo supe-
rior a 010, SOO, 1$, lifjoo, ts500 e 23, atacadores de
cornalina para casaca a 320, pentes muilo linos para
suissa a 500, escovas finas para cabello a 040, dilas
para casaca a 640, capachos piulados para sala a
040, meias brancas c cruas para bomem, fazenda
superior a 160, 200 e210 o par. camisas de meia
muilo linas a la e 15200, luvas brancas encespedas
proprias |iara montara a 240 o par, meias de cores
para senhora muito lories a 220 o par, ricas abotoa
duras,le madrcperola ede oulras muilas qualidades
c gostos para colleles e palils a .500 r., (velas dou-
radas para cairas t colleles a 120, ricas filas linas
lavradas c de lodas as larguras, bicos linissimos de
bonitos padres e lodas as larsuras, ricas franjas
brancas e .'e cores para camas do Horras, lesouri-
nhas para costura o mais liuu que se pude cneonlcar.
e arreios para carros : Alem de tudo isto oulras miiiti proprias para a resta, e que ludo se vende por pre-
eu que faz admirar, como todos os freguezes ja sa-
bem: na ra do Oueimado, nos qualro cantos, na
bem condecida loja de miudezas da Boa Pama
n. 33.
Pipas
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excedente romance histri-
co Leonor d'Amhoise, duqueza de Breta-
nha, 2 voluntes por l.sOOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da piarada Independencia.
Meias prelas pa-
ra padres.
\eiidensc superiores mtias de laia para padres,
pelo baratissimo preco de I98OOo par, .lilas de al-
godao prelas a OD o par : na ra do Queimado, loja
de miudezas da lloa tama n. 33.
Moinhos de vento
'0111 bomba derepuxi, para resar borlase liana,
decapim, nafundicaodc D. W. Bowman : narua
dn Brum ns. 6. 8 c 10.
Corles de eassa para quem quer dar fes-
tas por pouco diuheiro,
Vendem-'.-corles de cana cliila de bom sosln 1
2.J, dito de padres fraucezes a2SiGO, camal r.ixas
para aleviar luto, ditas pretil dcpadres miudus a
2a o corle, alpaca de seda de quadros de lodas as co-
res a 720 o covado. lencos de bico lano pintados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra bomem a 1 e laGOO ; lodas estas fazendas ven-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
r
vastas.
Vende-se porraode pipas vasias proprias para ear-
, ber de agurdenle, a prero de 179 rada asna : a
tratar no escriptorio de Manoel Alves Guerra, na
ruado trapiche n. II.
LIOLTDACAO'.
O arrematante da loja de miodexas da rna aW
(Juarleis 11. 24, qoerendo acabar a. miudezas que
existen, vende baralo alim de liquidar esa peda
de lempo.
Franja com dollas para cortinados, pees
Papel paulado, resma, (de peso
Dilo de peso, resma
Lila de cores para bordar, libra
l'enies de bfalo para alisar, diixia
Fivelas domadas para ralra, orna
liroza de obnias muilo linas
Lencos de seda linos, rico padn.es 1
Caixa de lindas de marca
Meias para senhora por
Peales de tartaruga para segurar cabello
Crozas de canelas finas para hernias
Dilas de holoes fiuos para casaca
Meias prelas para senhora, duzia
Dilas dilas para humera
Lacre encarnado muilo fino, libra
Papel de cores, maco de 20 quedarnos
Duzia de colleles
Espelhos de lodos os nmeros, dozia
Lindas le noveilns grandes para bordar
Ricas filas eseoerzas e de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem costura para bomem
Dilas de seda n. 2, peca
trancas de seda branca, vara
Caixas de ra/, duzia
Pecas de lilas de eos
Lapis linos, groza
laudan paia vestido, libra
I nocas de bloodc para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e ontros minios arlisos que se turnan) rmasitnda
veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidar..
dar om pouquinho mais baralo a aquello senhor In-
sista, qoe qoeira a dinbciro comprar mais barata
do que se compra em primeira inao.
Veode-se azeile de cnlzo em hojtias, pelo pre-
co de latido cada botija : na ra da Cruz o. .
Vendem-se linguas boas a I ij o cento, carne a
5.3.500 e lia ; na roa da Praia n. 4.
joto
31000
XT700
7JO0TI
ii-aooo
100
lina
IXvaSS)
2HI
210
lft-00
2JWWI
2MKKI
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xwn
isnoo
600
720
25500
lasan
3*3tn
wa
eo
25:00
1521'
l*2Utl
I9OOO
fS&CtatO* fWQ-4ta
I-agio do eiiscidio Silio 1I0 Meio da fregurzia
de Una, comarca do ltio-1 ormoso. no dia 5 de au-
lubro do anno prximo lindo, o negro rjaaxaj crien
lo, reprsenla ler de idade 3o annos. cor fula', aliara
regular, olho. redondos, testa salieote rom pequeos
calilos, cicalrizesde redo 111, cosa-, pes largos, pou-
ca barba, denles perreitos, lavando roupa de algodao
azul e chapeo de palha, sendo ollicial de earreira ; o
qual escravo foi|comprado nesla prara a Jalo rre-
denco de Abreu Reg em 13 de maio de 1830, do
que rosa-se a todas as autoridades policiaes e cap-
liles de campo o apprehendam. entregando nesta
praca >o Sr. Manoel Alves Kerreira, 00 na meste
engenho a seu senhor Leocadio Francisco Cavalcan-
li de Albuquerque ; e protesK impi.r-e as penas da
le sobre qualquer pessoa que o lenha ocruUado.
Oonlinia andar tosida a preta Mereacia, cri-
oula, idade de 28 a 30 anuos, pouco mais ou senos,
com os signaes sesuinlrs : falla de denles na frente e
nina das urelhas rasgada provenienle dos brinco* :
quem a pesar leve-a a ra do llrum, armazem dej
assucar 11. 12, que ser bem gratificado.
tugiram na inanimado dia 10 do corlale don
cscravos um por nome Theodoro, prelo, criuulo. pes-
cador, baixo, cu polenlo, rom muilo*cabellos blan-
cos pela barba e peilos, idade 35 auno, pouco ajis
ou menos; ouiru de nome Jorge, mualo. Iiaivi,
serr do rorpo. poura barba, quebrado da verilha ;
lem do lado rsquerdo do roslo urna cicalriz este es-
cravo foi do Sr. Manoel id,,m.,z ex-carcereiro ;
condoziram com siso nma caixa, na qual levaram
toda roupa que lindara, caigas e ramisas de algadao-
7inlin de lislras. caruisas de madapolflo. urna dita .1*
haeta encamada jo asada sinrnl-rl.,re ; inga-sea*
autoridades poli.iae* e capiUaa de rampo qasossp-
prehendam e levem a ra da Coucordia n. 26, arma-
zem de maleriaei que seriio generosamente recom-
pensados.
l'EKN. : TVP. DK M. F. DE FARlA,-t856


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