Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08822

Full Text
fe
AKKO XXXII. fl. 21.
Por 5 meses adiantados i.sOOO.
Por r> mc/.os vencidos *500.
SEMA MU!A r, DE JANEIRO E I85C.
I*oi' auno adiantado l.~>,s(MMi.
I'orle franco para i sulisa iptoi.
DIARIO
K\C.\ltllK<;.\l(OS DA SUBSOR1PC.AO' \o NOltTK.
I' irahb.i. o Sr. Gervazio V. da N'atividade ; Natal, o Sr. Joa-
i|uim I. Pereira Juajor ; Aracaly, o Sr. A. de l.emos Braga ;
Cear, oSr. J. Jos* deOliveira ; Marais, o Sr. Joaqun Mar-
ques Rodrigues; Pauhy, o Sr. Domingos llcrculanu A. Pcs
Rerense; Para, o Sr. Jusliano J. Hamos; Ama/on ,., o Sr. U
uymo da Costa.
ero-
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda : lodos os ili >.
Ciruara .Bonito e (iaranhuns: nos das 1 elo.
Villa-Helia. Boa-Vista. Exu" e Ouricury : a 13 e 28.
GoiOMH e Paralaba : segundas e seitas-ciras.
Victoria e Natal : as quintas-feiras.
s
V
)
f
AUDIENCIAS IOS Tllllll XAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : quartase sabbadus.
Re u. > tercas-fciras e sabbados.
hunda : quarlas e sabbados as 10 horas.
iui/o do coiimicrcio : segundas as 10 horas e quimas ao mcio-dia.
Juiio dcorphaoj : segundas e quintas as 10 horas.
I'rimcira vara do civel: segundas e sextas ao mcm-ilia.
Segunda vara da civel' quartase sabbados ao meiu-dia.
EPUEHBRIDES lio Mi./ I. JANEIRO.
7 La no\a nsS horas, 4S minutos, -i',1 segundos da larde.
14 Ruarlo cresa-ule a 1 hora,SI minutos e 48 segundos da Urdo.
22 l.ua cheia a 1 hora, 10 minutse 48 segundos da manha.
30 Ouarlo ininguaiile as 5 horas, lli minutse 48 segundoda ni.
I'lll \M Vil III. Ilo.lh.
I'rimcira ts li horas e minutos da mantisa.
Segunda as 7 horas e 1S minutos da tarde.
DAS i>.\ semana.
21 Segunda. S. Ignex v. m. S. Palmelo m.: S. Epifana, b.
22 Terca. Ss. Vicente diac. e Anaslaeio mu. : S. (i.-iudcncin.
23 (juana. Os dc|>osorios d.i SS. Virgen Mili do lieos eotn S.Jos.
21 Quinta. S. Nossa Senhora da Pal ; S. Thimotheo b. ni.
25 Sella. A Coiivitmo de S. Paula ap. S. Ananias.
2ti Sabhado. S. Policarpo p. m.. S. Tonogines m. ; S. Matliildat.
27 Domingo da Sexagsima. S. Jo.io Clirysoslonio b. doulor da I.
LNTAItKU.ADOS DA sitimuii-cao \o SI
Alagoas, o Sr. I lauduio Falcao Din : Bahia, o Sr. I). Ilupm
Rio de Janeiro, o Sr. J.j.io Pereira Mimos.
E.M I'KIIWMIH IO.
O proprielario do DIARIO Manuel Figueiroa de lana, na sua
imana Frica da ludepi ndeucia ns 6 c 8.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Expediente de 22 de dezembro de 1855.
Circular.O marque/, ele Paresia, presidente do
tribunal do tbesouro nacional, declara aos Srs. ins-
|iectores das lliesnurarias das provincias do impe-
rio, para a devida inlelligeneia e execucao na parle
que llies loca, que nesla dala se orilcna u caixa da
amortizardo que ndo sulislilil.i d'ora cm dianle
notas dilaceradas, quamlu a parle que se apre-
senlar ii.i i ciceder a mefade ila nula, e nao Mr a
do lodo dn respectivo labio; e que aprrsentaudo-sa
esta parle, linda que imperfeila, e cun o nuinern
apagado deve a nola ser substituid!, se fir ver-
ili leir.i. *
A Ihesnnrari.t do Rio tirande do Sul.O mar-
quei de Paran, presidente do tribunal do lliesnaro
nacional, declara ao Sr. inspector da Ihesouraria do
Itio tirande do Sul em raspala a seu olTicio n. 2t(i
de 2ti de julho ultimo, que o mesmo triliunal.
lomando conlieciuienln do recur-o de Jos Mendes
e outros berdeiros do finado Domingos llorges Frei-
r, inlerposlo da decisio da mesma Ihesouraria,
que negou ciunpriniento a mil precalorio do juiz de
nrphos e auseules. mandando entregar-Ibes a hc-
ranra do dito Freir, sol o fundamento de que es-
lava prescriplo o seu direito, em face da dispusiees
do arl. 32 da lei de 17 de selemliro ile 1851, combi-
nado com o decreto de 13 de novemhr do mesmo
auno deliberou dar provimeulo ao referido recurso
vislu que a habilitaran c pccau de heranc.i fui iu-! tna substiluiclo diaria, romo para "asabida das que
tentada dentro do Brazo de que trata n rilada li; forera entregese dita caixa lilial. eonforme ailianlc
do Banco, e bahilila-lu para o cumprimcnlo do dis-
puslo no arl. ,",li dos seus estatutos.
A' Ihesouraria da llahia.O marque* de Para-
no, pre-idenlc do triliunal do Ihesouro nacional, or-
dena ao Sr. inspector da Ihesouraria da Babia que.
loso 'ni' o,|.'|a ah iustallada o fiiiiccionanilo a raixa
filial do Rauco ilo Brasil, mande convidar pelas |o-
llias e lugares pblicos, comneui occisies semelhan-
les se lem pralicado, os possuidores das notas de 50.^
da 2.* estampa, papel encarnado, actualmente em
cirrulacfio, a erjresenlarein-as nessa Ihesouraria, alim
de serem trocadas, dentro do pra7.o de nitn me/es,
derlarando-lhes ao inesmo lempo que, lindo esso
pra/o, toflreraD laes notas o descont do 10 por ren-
tu do sen valor em coda me/ de demora na apresen
taran na forma da lei de (i de otllubro de 1835.
Declara oulrosim ao Sr. inspector que a substitui-
dlo das referidas notas de 5UJ* devera ser feila rom
olas do Banco do Brasil dos mesmos ou de menores
valores, qoe para esse lim a caita lilial entregar a
cssa Ihesouraria a medida que fnrem sendo necessa-
rias e exigidas pelo mesmn Sr. insperlor, do que se
passarAo os cninpelentes recibos, devendo a me*n>i
Ihesouraria fa/.er esrripliiracdo dislincla ilesta ope .-
cao em un Hvro especial, no qual, sol o lilulo de
Operarles da -uli-liluicao das nulas do governo le
309 por notas do Banco do Brasilse abrirn lias
duas paginas fronteiras duas coillas, a saber : una
na pagina esqaerda, lano para a entrada das notas
do Banco do Brasil que a Ihesouraria fot recebendo
ila raixa filial dees! provincia, como para a sabida
que as nii'-inas notas forero leudo, em virtude de
substituirn diaria que se li/.er das do governo ; c a
onlra na pagina diroila, nao so para a entrada tiestas
ollimas notas que for tcii-ln limar por meio da mes-
cmn a declarac/in porm de que nao se deve veri-
ficar a entrega sein que os berdeiros aprcsentem a
deprecada legal de que trata o arl. 35 do regala*
lucillo de II de maio de |s _'. nitn bailando o pies ollicin do juiz, porquanlo ii^nbuiua le ha que.
dispensando aquellas deprecada-, permita o leva'i-
lainenlo por semelhaule forma.
E porque sejan os recorremes berdeiros colla-
leraes, devein pagar, antes que Ibes seja entregue
a quantia que reclamam, alm dos 2 ", de haluli-
lac.io e do sello proporcional das quaulias heredi-
tarias a decima da berauca, visto ler fallecido lla-
mingos Borges Freir antes de 1830, e perlenrer
por cunseguiule este imposto a renda ^eral. co-
mo declamo a ordem n. 36 de lli de feverciro de
188. '
/i.rpediente do da 2 de Janeiro.
A* caila de imorli/acto.Tcndo resolvido que na
corle e provincia do Rio de Janeiro se proceda a
solwliiuicao das olas do governo do valor de 50?>
da 2.a eslampa, papel encamado, fazendo-as trocar
por notas do Bsuco do Brasil de iguaea valores que
lioresle eslahelerimeiilo serio npporlunainente en-
tregues a essa caiva. ordeno a V. S. : I.' que para
realisar esla operarao mande annunriar por editaes
repelidos as folhas diarias desla Capifl, quo o tro-
co das referidas olas do governo enruecara nessa
repartic/io do dia I i do crrenle me/ em dianle por
espado de oito mezes, findo o qual far-se-ha, na for-
ma da lei de t de uuluhro de 1S35. o descont de
10 por cenlo em cada ni-/ de demora na substitui-
r das mesma- un,'* ; *>. que no principio de cada
semana entregue ao Banco do Brasil, cm notas no-
vas do governo, urna quantia equivalente a impor-
tancia das notas substituidas na semana anterior, co-
brando os competentes recibos ; 3.*, que as opera-
Ces resollantes de tal substituirn sejam es~iiptu-
das em un litro especial, onde," oh o titulo de
operOfoes da sabstiluifaO das notas do governo de
.'yis por olas ilu H.ipro lo Brasilse abram tres
contas as duas paginas fronteiras de modo que Hel-
ias se lancern nao sas olas do Banco receblas pela
se determina e se ve do modelo A que vai junto
No lim de cada dia ordenan o Sr. impociof que
se proceda eoiitagem e carimbo das Dolas snbftilu<
. depais do qu serlo emmicadas e aladas, op-
pou lo-so-lhes mu rotlo .'modelo B, em que se de-
clare o dia em que foram trocada', sua qiianlidadc,
ea importancia porque foramsubstituidas, com a lu-
brica do respectivo trocador. As notas as-im omina-
cadas se recollierao so cofre da siibsliluicao. e no
principio de cada semina os macos pertencciites a'
antecedente serbio remeltidos com offlco do mesmo
Sr. inspector a directora da caixa lilial, arouipanlia-
dos de nina relac.io, que se eslrahira dn livro de cs-
criplurncao modelo A,; rontendo o numero, valore
importancia das notas substituidas, devendo cobrar-
se do (hesoureiro da caixa lilial conhecinicnlo desta
entrega, o qual ficara comprovando a correspondente
sabida ilo dito livro.
Finalmente declara ao Sr. inspector que 'od
movimenlo da entrada e saluda de semelhantes no-
las dever nicamente cscri|ilurar-se nn livro de
que cima se trata ; ciimprindo yprem que nos lia
laucos mensaes que essa Ihesouraria remoller ao Ihe-
souro consigne una conta separada desta operanlo
modelo I"..
Imiaes a. Iliesoiirnrias de I'ernambiico, Maranho.
I'ars, .Mina* (ieraes, S. Paulo e Itio lirainle do Sul.
<) marque/, de Paran.i, presidente do tribunal
do Ihesouro nacional, ordena ao Sr. inspector da llie-
sonraria t}<> K-pmio Sanio que mande proceder
substituirn das olas de 50.5 da 2.-' estampa, papel
encarnado, fazendn para esse lim publicar editaes as
Tolbas e nos lugares puhlicosda provincia, convidan-
do os pesoilldores das referidas olas a que as opre-
enlera nessa Ihesouraria dentro do prazo de 8 me-
zes, e declar.iii-lo-lhes que lindo esse prazo solTrorgo
laes n.'l.is un ilt-scoulode 10 por cenlo do sen valor
em cada mea de demora na sua apresenlafflfl ao tro-
co, na" forma t.i lei de l de oulubro de 1835.
Oulrosim declara ao Si. inspeclor que devora fa-
zer esla substituirn com o producto da renda geral,
e quando esla nilo seja sullicieulc para tal lim. por
caija da mnrlizacilo, c por ella entregues em suhsli- meie de saques das noanlias que forem sendo uerc<-
luir.lo das olas do governo que se devem recolher, | sarias sobren tbesouro nacional, debitando em seus
mas taiiibem a entrada deslas depois de substituidas livros a conla crtenle deCaixapelo valor do sa-
pelas do dito Banco, e sua sabida para a caixa das
iuulilis.idas, quando as mesmas se proceder ao ne-
cessario carimbo, e por ultimo a entrada das nulas
novas do governo, quo deve lr lugar por passagem
que Ibe deve fazer a calta da substituirn, e sua sa-
luda para o Banco do Brasil no fin de cada semana,
como fica determinado, spgnindo em ludo o modelo
junio.
_ E porque as provincias de Minas. S. Panlo, Rio
I irande do Sul, Babia, Pcrnambnro, MaranbaO e
Para, onde foram creada/caixas filiaes do Banco do
Brasil, deve a substituirn ser feita lambem rom no-
* las destes cslalielerimeiilos, que scrao entregues pe-
las mesroas raixas as respectivas lliesnurarias, ;is
quaes passo a delerminar que emrezuom as nulas
do governo que forem substituidas, depois de ino-
lilisadas e carimbadas, s ditas caivas liliaes para as
enviaren) ao Banco, donde serio por lim remetlidas
caixa da amortizarlo ; ordeno oulrosim a V. S.
que entregue ao Binco em nulas novas um valor
equivalente ao que receber deste eslalielecimento
em olas do governo, substituidas e carimbadas pelas
Ibesourarias das indicadas provincias.
Ao presidente do llano do Brasillilil, e Exm.
Sr.Em resposla ao oflicio que em dala de 2 de no-
vembro ultimo me foi por V. Exc. dirigido, expon-
tlo-me as difliruldades em que se lem adiado a di-
rectora do Banco do Brasil para obstar o derre-ci-
meiilo do fundo disponivel desle e-laheleciinenlo,
ponderando a inconveniencia da importarlo de me-
laescom que al agora lem procurado supprir o des-
falque havido pela sabida da moeda rorrele, e pro-
poinlo-me como a medida ajis proficua para aug-
mentar esse fundo disponivel a substituirn de urna
parle do papel moeda circulante por olas desta es-
tabelecimento, leuho a declarar a V. Exc. que acalco
le expedir caita da amortizaran e s ibesourarias
das provincias as ordena constantes das copias jun-
tas, para que se proceda em lodo o imperio suhs-
titunj.il> das olas do goveruu de ~t)f, da 2.a eslam-
pa, papel encunado, mo fazendo nutro lano a res-
peilo das de 201X5 da 1.a eslampa por nao Icrem ain-
rla apparecido falsas uesla classe, nao diividandn com
queque liniisiir na prara, c creditando a conla
de TbesouroNacionalsobre o qual he elle feilo.
Cu.ipre advertir que a escripturacao do troco das
referidas nulas deven ser feila em ilvro especial
para esse lim creado conforme o modelo junio sob
n. |, )o qual nao jngara com a esriplurac/io geral
deesa Ihesouraria, devende-se com ludo no bataneo
inensal reinellido ao Ihesouro, consiguai urna conla
separada de semelhaule operac.ao modelo n. 2 )
No lim de cada dia ordenara o Sr. insperlor que
se proceda a conlagem c carimbo das notas substi-
tuidas, as quaes depois de emmaeadas c aladas, se
pora um roalo c.n que se declare o dia em foram
trocadas, sus quanlidade, valor c importancia por
que foram substituidas, coma rubrica do respectivo
trocador ; modelo u. 3.' fazendo-sc diariamente a
cscriplnracn dela operacao no livro competente.
As olas assim eminaradasse HeOlherfO ao rufre da
substituirn. para serem remedidas ao tbesouro,
acoinpaiihadas do urna relaco coiitendo o numero
de macos e a quaiilidade e importancia das olas
substituidas e remedidas.
i-'ia's nrilens se expediran as Ibesourarias de
Sania Calbarina, liova/. e Malo-lirnsso; esdo Cear
Paralivba e Itiu lirandR do Norte que deverau sacar,
sobre a Ihesnuiaria de Pernambiico quando nao bas-
tar producto da renda geral ; as das Alaaoasa Ser-
gvpe sobre a da Babia ; a" do Piauhv sobre a do
Uaraoliao ; ea' do Amazonas sobre a do Para'.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da l'.l de Janeiro.
Oflicio i Ao Exm. presidenta do Rio Grande do
Sul, rogando que se digne de expedir suas ordens
para que suspendendo-se o pagamento da prestacHo
de IO-; mensaes. que o capitao l-'ranciscu Antonio de
Sonta C imiso consignara de seu suido nsquella
provincia, remetta-se para aqui urna guia oo eertl-
d.io em vista da qual se pussapa^ar regiilarmenle lo-
dos o vecimentos do mencionado capiUo, conforme
elle pedio no requeiimenlo que remelle.
Dito Ao ICvni presidente das Alagoas, dizeu
do que segundo consta dos oflicios que remelle por
copia, nao Oliste na secretaria do comniando das ar-
mas ueiii na Ihesouraria de fazenda o couselho de
disciplina do soldado do S" batallnlo de infaiilaria
Romualdo Jos Ferreira de que trata o otlicio que
devolve do commandanle do mencionado balalhao.
Dito Ao Exm. presidente da Parabiba remet-
leiiilo o requerimenlo em que o alferes Anloniu Diu-
ni-io de Sonto lioiiilim solicita providencias pira ser
archivado no 2' hatalhao de infaiilaria o cmiselbo de
averigiiaco em vista do qual foi alie reeonbecido ca-
dete no extinclo corpo provisorio daquella provincia
atim de que S. Exc. sedigne de enviar o referido
couselho se nisto uo bouver inconveniente.
Dito Ao inspector da Ihesouraria de U/onda.
dvvolvendo os reilueriiiieulos em que Mauocl Jos
Chalaco pode que so lite passe litoilo de aforamento
de um terreno de marinha de que se aclis de posse
na ra do Apollo, atim de que S. S. proceda I res-
peilo, de coiiloriuid.i le com a sua nformacAii n. 31
dada cun referencia a do segundo lente Antonio
Egidio da Silva o ao parecer do prucurador fiscal
daquella Ihesouraria.
Dito Ao chele de polica iuleirando-o de haver
Iraiismillido Ihesouraria provincial para ser paga
estando nos termos legaes a cunta que S. S. remel-
len da despeza feila no mez de de/embro ullimo
com o sustento dos presos pobres da cadei i do l.i-
moeiro.
Dito Ao presidente do conselho administrativo,
recoinniendanito em vista da requisicao do inare-
cbal commandanle das armas que iiule|*miente de
auuuucios proniova com tuda a brevidadc a compra
das fazeudas e inais ohjeclos ineuciuiia.los ua rel.i-
e.lo que remede. l-'i/.eram-se as nOCOSSarias com-
miinicaccs.
Diln Ao commandanle superior da guarda na-
cional do municipio de (oianua, envan lo por co-
pia o oflicio em que o capitn do porto da as ra/.oes
por que foram matriculados na capitana as pessoas
residentes na inelle municipio que se empregam na
pesca margem dos nos.
Dito Ao inspector da Ihesouraria provincial,
cominuiiicaiido haver concedido ao procurador fiscal
daquella inesouraria bacbarel C.vpriauo Fenelou
l'iuedes Alcoforado dous me/cs de licenc i com veu-
ciiueutose sol a condicjlo de si'i poder goza-la lora
desta provincia.
Dito Ao i-apilao Brasilio de Amorim Bezerra
dizenilo que deve continuar nos Irabalhos da de-
uiau-acio da colonia mililar de l'imenleiras naoobs-
lanie liaver o capitn lenles partido para a de Leo-
poldina em Alagoas, lauto mais qiianlo lie de espe-
rar que elle volte logo quellio for posaivel.
I'tloAo delegado do Brejo,acabo dereceberoseu
oflicio de 15 do eorrente communicaudo u appare*
cimento de ataques que Buspeila serem da epe-
ilemia reinante. Em resposla devo di/ea--lhe que
para esta comarca ja cnviei um medico e alem da
ambulancia que mandei para Cimbres rcmetli tain-
liem nutra para o Brejo.
Diln Aojuiz Ju paz da freguozia de Barreiros
di/eodo que o governo imperial anida nao inaudou
execular a nova lei das eleic/ies.
s Portara Prorogandn par mais um mez a licen-
ci que por portara de li de dezemliro ultimo foi
concedida ao primeiro escriptuaarij da Ihesouraria
provincial Juaquiui Pedro llarrelo ile Mello Reg.
Dita Concedendo ao escrivgo de orphos do
termo de Garuar (iregorio Francisco do Torres
Vasronrellos dous me/.es de licenca para Iralar de
suasaiide. l'i/.eram-seas necossarias comiuunica-
ces.
Dita Ao agente da companhia dos paquetes de
vapor, recammendando que minde dar urna passa-
gem para o Maranho no primeiro vapor que para
all segair ao l)r. Antonio Buarque de Lima caso
exista lugar vago para passageiro ilc estado.
21
OflicioAo inspector da Ihesouraria de (atonda.
Hdn addilameiilo ao meo oflicio de I i de dezembro
ultimo, eas recommendacoes verbaes que varias ve-
zes he hei feilo, niivaineiile chamo loda .a allencao
de V. S. para o deposito que deve haver sempre
prompto a primeira voz, de cobertores, batas, leu
roes, travestiros, camisas, e o mais neces/iario para
as enfermarla* que Iceni de servir para os que infe-
lizmente forem atacados da epedemia.
DiloAomesino.Ao esludaiitede medicina Her-
minio Osar Coulinlio, que vai em cominissao a co-
marca de Santo Anido, entregue X. S. a quantia de
300 rs.
DiloAo inesmo.Mande V. S. com a maior ur-
gencia por a di-posic/io do Dr. Ignacio Firmo Xa-
vier, na povoai;lo da Varzea, na casi perlenceule a
Jos l.inn Bezerra oito ramas, oito culxues.oilo Ira-
vesseiros, oilo colxts, e viole c qualro lences para
de eiames pralieos dos oiliciaes, inferiores e cadetes,' por copia o aviso da reparttclo da guerra de 7 d i
duranle o lempo eul que elle servio na dita com- | corren le. deleriinii ando o modo poique se deve ma-
missao. nufai-lurar o fardamenlo, lano para os rorpos que
DitoAo mesino. reeiimmeiiil.iudo que mande pa- esliverem nos lugares onde liotiverem ars-naes de
gara l.niz llorges de Cerqucira a quantia ilcS3-'200 atierra, como p-ira os que Otislem em lugares un le
rs., cm quo segundo a conla que remede importan! o nao baja. Igual copia remellen ao mareclial
18 remos de faia quo elle ven leu para o escaler nj- commandanle das armas.
cioiial em servico na copilel do Km lirando do or- hilo\o capujo di porto, Iransmiltindo com co-
te, e declarando que nesla dala solicita do Evin. pre-. pia do aviso da repartirn da marinha de i do cor-
sidente d'quella provincia a expedicao das convc- i rente, pira leroin a conveniente poblicidade, os
nienles ordens para ser a ni'sma thesourarii in lem- exemplares das Ira lcenos dos auuuucios de ns. 27
nisada da mencionada quantia.Oflicion-se 0 res-
pello ao referido presidente, o communicou-sa ao
iu.pector do arsenal de marinha.
DitoAochefede polica, declaraiplo que a liic-
souraria provincial lem ordem para pagar, estando
nos termos legaes. a cunta que S. S. remelleu da
despeza feila com o sustento dos preso* pobres da
cadeia de Pao d'Allii, nos mezes do iullioa dezem-
bro do anuo prximo passado.
DitoAo joit relator da junta de juslic.t, Irans-
a 30, acerca de varios pitantes.
hilo\o eouitii io t.ioio do presidio de Fernando.
declaran 11, que polo coinman lauto da transporte
/.e/i/i lii-lr, sei.ii entregues a S-ne. |5:0!Hl5 rs., que
3o remeltidos pela Ihesouraria de fatenda, para oc-
correr .ni naganisnlo das despetas daquelle pre-
sidio.
HitoAoine-mo. coin.'iiiincando, que no trans-
porte Is-iitrMc vao reinelli las para aquelle pre-
lidin 35 sentenciados, cujos Domes cnn<(ain da rela-
iniltin lo para serrelaladoc.it sessao da mesma jaula | au que envi
o procesad verbal feilo ao sollado do N.n balalhao
de inlantaria Francisco dn Espirita Santo.P rlici-
pou-se ao Exm. presidente das Alagoas.
DiloAo presidente do conselho administrativo,re- Quartel general do commando das armas de
coinmeii.laiido. cm vista de requisic.io do.director do | Pernambuco na cldade do Rcclfe cm 21 de '
GOIVIMANDO DAS ARMAS.
arsenal do guerra que. independenle de annoneio*
promova compra do briai menciona lo na relarao
quo remelle.li/.erani-so as necossarias coininuiii-
cacn-s.
DitoAo comm tndanle superior ila guarda na-
cional da comarca do Brejo, iiiterandu-o, d- luver
aiilurisado o insperlor da Ihesouraria da fazeiida
provincial, a mandar pagar a importancia dos ven-
cimentos das praeas da mesina guama nacional, que
escoltaran! presos d'quella comarca para esla capi-
tal, urna vez que eslejatn nos termos lega.is os prels
que S. S. remellen.
|1,loi,, capilAodii parlo, remellen lo p ir copia
o aviso da repartirlo di m iriulia de39de dezem-
bro ullimo, no qual nao sd se determina qu;. sejam
enviadas aquella irpirli;,',! as conla'Ji rereita e
despeza do curre das mullas arrecadadas durante o
auno liiiaiiceiru de julho de 1851 a jiinho de IS55,
mas lambem que so reeommonde a liel observancia
do disposto n arl. ||3 do regulaineiil de l'.l de
maio de ISfi.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, trans-
miltiuilo p ir- copia o aviso de 31 do dezemliro ulti-
mo, no qual o Exm. Sr. ministro da marinha mh-
miiuicou liaver aulorisa Iu u rlicfc de divi-a i encar-
regadodo qnarlel general da marinha para expedir
as convenientes ordens, no sentido ds.-r a peei de
calibre 30, existente a bordo do brigue de fierra
(.'carente, trocads pela da bronze de calibre 21,
que servio no bri-iie escuna l.'naltdade, remetlen-
do-ie aquella eom a respectiva carreta e pala-
menta para o arsenal de marinha da corle.
DiloAo director das obras publicas, declarando
que expedir ordem Ihesouraria provincial, para
que i vista do competente certificado pague ao ar-
rematante da obra da pon'e da Capiliaribe. ni es-
Irada de Pao d'Alho a importancia da 3." prestaciu
a que elle lem direito.
DiloAo Dr. Vrenlo Jcronv-m > Wanilerlov.
Von de novo recommendar a Vine, quo se najo de-
more em segoir para a comarca do Mraoeiro apres-
tar os soccorros de sua arte.
DiloA cmara municipal do Recife. \ com-
missao de hygiennc publica trame ao meo conheci-
iiienlo o oflicio que essa cmara Ihc dirigir
MIMSIEKIO DA MABINIIA.
/..mediente do dia 5 de Janeiro de 1856.
A' presidencia da provincia de Sergipe.llven-
lo nimios menores ler licadu orpliaoa e desampara-
dos, cm rnnseqiiencia da epedemia que lem infe-
lizmente runfiado tantas vidas nesla provincia, e
endo lalvez siimmameute dillicultoso os autoridades
Iocaes dar-lhea deslino c educae.lo que os arrede da
miseria e do crime. tenho por conveniente reenm-
iiiPnd.ir a \ Evc. qu- baja de remeller para as enm-
panhias delaprendizes de marinha da provincia da
Janeiro de 1856.
ORDEM 1)0 DIA N. I'lll.
O mareclial de campo coiiimaiidante das armas,
cm vista das coinmiinicaces reeebSs da presiden-
cia dalailas de honlein, fax piliTicn para eonheci-
ineiili da "iiarnicAa e devida etleilo, os avisos do
ministerio dos negocios da guerra de 31 de de/em-
bro ullimo, e 7 de Janeiro do crreme, abaixo trans-
criplos ; o primeiro mandando que seja reprehen-
dido em ordem do da desle commando o Sr. len-
le do dcimo balalhao de incautarla Firmino da
Canhn Beso, pela irregolaridade e desrespeito rom
que se hoiive na qualidaiie de memliro de um con-
selho de inve-tiac,.in a que mandn proceder pre-
sidencia do tleji sobre a luga de mis presos no an-
uo de ISVI, quando este Sr. ollirial perteucia ao
meio balalhao daquella provincia ; o segundo de-
terminando o modo porque se .leve manufacturar
o fardameuto nem s pata os corpas do exercilo que
esliverem nos lugares, linde li.uiver aisenaes de
guerra, como para o* carpos que existiretn em lu-
gares, ondeos nao baja.
Rio de Janeiro iniuisierio dus negocios da guerra
em 31 de ile/emliro de 1855.
Iilm. Exm. Se.Determinando Sua Magostado o
Imperador, que o lente do dcimo balalhao de
iiifanlaria Firiniuo da Conha Reg, seja reprehen-
di lo em ordem dn dia do commando das armas de>sa
provincia pela irregular! la.le r desrespeito rom quo
-e h iiive na qualidada de ncmiiro de um conselho
de inveslig .cao a que iiiandou proceder a presiden-
cia do (;ara acerca di loga de mu presos no auno
de IS51, quando o dilo leueule perlencia ao nisio
balalliida referida provincia, assim n communicu
a V. Exc. para sua execucao.
Daos guarde V. Exc. Marque/, de EaxiasSr.
presidente da provincia de IVriiambiico.
Rio deJanoiro inini-lerio dos negocios da guerra
cm 7 de Janeiro de 1856.
Hiui. Evm. Sr.Sendo um losobjectos queso ti-
verainem vista naexliucc.io dos conselhos adininis-
Iralivos de l.irdaiiienlos dos carpos dn eximio o ali-
via-los desse encaran enerotuqudos constitua em
DECRETO N. 1695 DE 2 DE UE7.EMBR0
HE 1855.
Eslabelece no pe de igual forra lodos os sele hala-
Ihes de lu/.ilciios do exercilo, applicando p ira
osse liiu o augmento que leve o do primeiro dos
ditos balalhoea pelo decreto II. 1071 de 30 de no- .
vembru de 1H52.
Ilei por bem determinar que cada um dos sele ba-
tallles de fu/ileirus que fa/.ein parle d'arina de in- !
dautaria do exercilo, conservando o quadro eonslitn- '
livo que Ibe foi dado pelo plano que baixou eom o '
decreto n. 7S2 de |g de abril de 1851; seje eslabele-
cido na forra lie 878 praeas deprel, ficando as res-
perlivas primeiras compauhias rom !I0 soldados, e
v^\^ nina ila* nutras rom* S. r>se accrescimo de
loica sera' de In/id.i do augmento que leve a do pri-
meiro dos ditos balalhes pelo ilecielo n. 1071 de :|o
de novembro de lS52, ipie tiei por derrogado nesla
parle.
O marque/ de Cavias, do meu conselho, ministro e
secretario de estadn dos negocios da guerra, o tenha
assirn entendido e faca execular com os despachos
neressarios. -^.
Palacio do Rio le Janeiro em 24 de dezembro de
IS5., trigsimo-qnarto da independencia e do im-
perio.Com a rubrica de S. M. o imperador Mar-
'/ne: de Caceta*.
./ose Jnnifu'in Cocllin.
.EXTERIOR. ~
'X.SII
quamio em reiereucia a
um empregado que tralava de fa/.e r indigacoes a
bem do servico publico, conrean que essa cmara
sslranhe isso ao referido fiscal.
PorlariaNoinean do o bacb arel A lolphode Horros
Cavoteanli Lcenla, pan interinamente exercer as
fiinccoes de procurador fiscal da ili-sourana |irovin-
cial durante u impedimento dn hachare! t'.vpriaiio
lenelon (iuedes Alcoforado.Fizeram-se as neces-
sariai communicacoes.
22__
OflicioAo Exm. mareclial commandanle das ar-
mas, para recnninieiiilar ao Icnenlc do 2 balalbo
de iiir.inlaria Augiislo Lopes Villas-Has, que avis.
la da nota que remelle por copia, (rato de pagar na
recebedoria de rendas internas, a importancia dos
di re tos e emolumentos correspondentes ao aviso de
27 do dezembro ullimo lambem por copia, pelo
qual obteve dispensa do servico para concluir na es-
rola mililar da corleo curso de sua arma.Ollici-
oii-se a respeilo a Ihesouraria de 'atonda.
DiloAo mesnio, remetiendo por copia nao s o
aviso da reparlieRo da guerra de 7 do eorrente, mas
lambem n decreto n. 1695de2t de deiemhro ullimo
pelo qual foi alterada a forea dos corpos de tuzilei-
ros do exercilo.
DiloAo mesmo, Iransmiltindo por copia o avi-
so da reparlicao da auerra de 2S de dezembro ul-
timo, do qual consta a decisao que fui dala acerca
daju.lincacao de Jse da Cosa Piulo Itandeiraf que
na qualnlade de furriel fazia parle dn 10- halailiao
leiiifanlaria, e pretendendo reconbecer-sc l-c.ide-
a eafennaria das pessoas pobres atacadas de desin- \ lernmmelleii o crime de desnrrao simples
ludo ordena-lo quanlo s olas de 203 da 3. eslam- I Ituliia e desla corte aqnelles orphaos que esliverem
pa, logo que > troco das de 50>> esleja adiantado. c o
Canco habilitado com suflicieules notas desle valor
para Substituir as do soverno. Cuinprc-me accres-
cenlar que as olas substituidas as provincias em
que nao existirera caixas filiaes do Banco do Brasil
leudo de ser pelas respectivas ibesourarias remedi-
das ao tbesoureiro, serao por esle mandadas recolher
em desamparo, e nAo lenham a idade maior del.
annns. iein menor de 10, salvo se por sen de volvimento phvsico achare'm-se lias circumslancias
de comei.arem o aprendizado. As despezas com
transporte c nstenlo al sertm entregues nos res-
pectivos ananaes serao feilas por conla desle mi-
nislerio, pudendo V. Exc. adiaular as quanlias que
i caixa da amortizarn, rcccbenilo-se della o ten I pora esse lim forem de mi ler.
equivalente em nulas novas do enverno, que em se- Idenlicn i das Alagoas.Expcdiram-se os compe-
cnirU ira ser (rocadas por olas desse cslaheleci- lentes avisos ueste sentido a presidencia da proviu-
mento, para assim augmentar-so o fundo disponivel ca da Bahia <: ao qnarlel-gMMaSjl da marinha.
to a Vmc. miiiha mili, nao digo nada : he tima
'anta !
Rolando enlrava com a carta.
E Iu que podeste rrer que en era Iu i iuimiga,
tornoii a castellaa abaixandn os olbo--, ohrigada, leal
rapaz !
Fez como se a emncio a livesse abatido, e recado
obre o Iravesseiro.
Espero que meu marido na i lera soflrido lan-
o como eu, niiirmuron alim de nao esquecer uiu-
:uem.
Eslou Inm, araeas a Dos, Julia, disse o cas-
tellao, o qual moslrou i porta sua caliera calva. C.eici
bem, e von dcitar-nie. boa noilc!
Madama Des iiarennes crgiieu OS ollius ao co, o
que nao impedio-a de ver que Rolando linha a caria
na man.
D.i-me, dissj; ella em voz baila.
Rolando entreg lU-lhe a carta, a qual madama Des
Iiarennes abri com inao trmula. O inelbor que
podemos fazer he Iranscrever por extenso essa eps-
tola nolavel.
Meu \cilioTlioma/, pnis agora es Ihoinaz como
ranles, c o bello mime Des Iiarennes le sera d'ora
em dianle irrisorio. Nao ha grande mal nisso. meu
pobre coelho ; pois vivas muilo enfatuado. I.luaiiln
a prima, da-lhe meus allertos, era siinplesmente iu-
supporlavel. Nao eslou muito agaslado comligo por-
que linha tmente em la mao mil escudos, c comi
mais do qno es-a semina omina casal; assim pego
da penna para informar-la do que se passa, desejan-
du cuino Iiuiii prenle que de miabas noticias pussas
lirar proveito.
K O grande l.ama l'elcr Brislol ilignou-se de
aceilar a nllerla de Des Jardint, o qual alugoii-lhe o
seu jardim I'onho-te todo em palos lunpos por-
que lalvez ndo e-lejas capaz de entender o graceju
Cun a casa Des .lardins eseu pequeo parqueo
grande Lama Peder linslul tomn mna especie de
palacio contiguo ao (erraco. lia ah tantos aposen-
tos como lias Tiilheiias ; mas sao apenas suflicieules
para o sequilo, e os servos desse principe da linan-
ra americana.
o A linda mai/inlia madama lies Jardin- cncas-
qiietou-se de lineal-Ibe ao pesroro /-lia, i. o pai Po-
sitivamente ( o primo Des .lardins ) iiii.,|ra-lhe lu-
das as manillas para enanda-lo o retrato do lillio bas-
tardo de Ricardo Coraeao de Icio, fliie geiiliuha
tagai!
o Bem vs que nao perd meu espirito calhofeiro ;
mas he porque nao dei sallu mortal romo Iu, e por-
que Nindi i posic.iu lorna-se cada vez inelbor. I'o-
bre vejbo IborntZ! quererlas eslat em meo lugar?
OS FILIIOS D\ FORTIW. (*)
Pon Paulo Feval.
CAPITULO XVIII.
A cana.
C.onlinnai-ao.l
Lina caria de sele toldos! grilou o correio ba-
lendo com o baslio a porta exlcrior.
Madama Des Iiarennes assenlou-so no leilo e
disse :
De Paris'.'... a caria be de Paris'.'... Tragam-
m'a j !
ii Ao senhor, senhor Ricardo Des (iarennes, n
sulelrava o correio.
Des tiarennesque engolia u nlliino linceado, disse :
Chame o encarregado da correspondencia !.....
Depois accrescenlou com humor :
Tenho as vezes distracrOes... bem o sei... mas
nao eslou abatido cuino minha mulher '.
D-me, dme, disse Rolando ao correio.
E o dinueire pergnnloa este sera soltar a
carta.
Instinclivamcnte Botando mellen a m.lo no bolso ;
porm o bolso de Rolando eslava vasio desde muilo
lempo. A mai Ricarda nads linha, nem filo pouca
Camilla ; foi Morir, que pagou os sele suidos do
caria.
Enlao? oxdamava a castellaa emlom impe-
rioso, n.lo me ouviram'!
Nao temos diuhiro, minha mai, responden Ca-
milla.
A castellaa eslremeccu, esua pallide/ lornou-se
mais livida. Cuuleinplou allerualivamenle Camilla,
mai Ricarda, Anlouina cMorin, o qual media a mao
no bolso. Seu semblante niudoii-set TV- la-hiainos
reconhocido ajeste inomenlo, pois ella recobrou a
forea de dissiinular, e lornou-se quem era dantos.
Ab! disse rom liraudura, mereca en adiar lio
bous amigas em minha miseria !... Camilla, meu po-
bre aojo, obngada !... obriaada, Moriu, linmein ex-
relli'iiie, ohrigada, minha chara Antomua '.... (Juau-
* Vtde Diario o. 10.
lena.Cominunii-oii-sc au referido doulor
DiloAo mesmn, inleirandu-o. de haver o bach.i-
reljosc Maria Hoscoso da Veiga Pessoa, participado
que lando expirado nn da 13 do cotrenle o seu
qualriennio de juiz de orph.ios do lermo de ."x'aza-
relh. entrara no dia II nn exerricio do inesmo cargo
por ler sido recondu/.ido.Igual communicacilo se
fe/ ao conselbeiro presidente da relajo.
DiloAo inesmo, cominiiuicando, alim de que o
faca consiar quem competir que, com aviso do
miui-lerio da fazcuda de 7 do correle, foi remedido
presidencia o decreto pelo qual o guarda da al-
l'a n le ja desta i-1.i Je. Ma noel Gomes de Si,' foi
nomealo amanuense da mesma alfandega.
DiloAo meslo, rocommondande que* mande
adiaular ao director do arsenal de guerra, a quantia
de |O0#D0d rs., alim de que elle possa eflecluar a
compra do instrumcHlal uecessaiio companhia de
apreadizes do inesmo arsenal, devendo aquella Ihe-
souraria ser indemniaada de semcltunle quantia, lo-
ao que exislam fundo, di-ponivcis ns caixa ecuno-
mica dos referidos aprendizes.
DiloAo mesmn, transmillindn por copia o aviso
da repartirlo da guerra de 7 do eorrente, mandan-
do pagar ao coronel do csiado-maior de segunda
classe. Trajano Cesar Burluinarqne, os veucinienlos
que ib- competirem como membro das eomraistoei
Paciencia e roraaem, meu charo; nunca le restabe-
lecers inteirameule; mas poderos ir vivendo, se
nossos pareles nao te lanc.irein oas gales.
ii Ellos ili/em que Ibes cxlorqnisle fraudulenla-
mente suas eennomias. Augusta iustiguu de tal surto
seu innocente marido Massoiineaii que este depnt
nina queixa nn cartorio do procurador do rci assig-
nada pela lia Natalia e Supina des Baliveaux, e re-
eommeiidada pelo substilulo. Eulrelanlo Du Tail-
lis retitlha-tr a pede, e nao perde necasiao de dizer
no palacio que goza de triula e cinco mil libras de
renda livres de impostas. Dn tiuerel curado do amor
que linha tua Milla faz-le guerra de morle. De
l'Elang qnizera efogar-ta... mas parn ; la pusic.lo
nAo te permide rir de meus ditos.
o Eis-aqni agora o objecto serio desla carta : fui
admidido a apreseular meusrespeitos ao grande La-
ma Peler Brislol o qual parereu-me original e
bom sugcilo. t'.reio qoe se podes conservar alguma
esperanea, he unicaiiienle a elle qu se devem diri-
air leus esforcos. Nossos prenles le esfolariam vivo. I
Tu Os humilhasie e loinasle seu ilinliciro ; assim a-!
cho que elles tem alguma ra/ao. Mas o grande La-!
ma respira em alturas inroucehiveis, sua caheca lica !
cima da freclia do Paiitheon, nossos meai|iiiuhos
raneares e nossas miserias Ihc slo descouhecidas, e
creio que poderias rcrahir-lhe em arara'.
a Estavamos tres no sabio. Du Taillis que bira le-
var-llie um barril de cidra de primeira qualidade, o
artista que ollrecia-lhe pinturas sobre o vidro, e
esle leu servo que linha a cabera cheia do chistes. A
convcrsanlo caiiio sobre li e -obre tua familia ; Du
Taillis que gesta de fallar com franqueza, declaren
logo que eras um velbaro ; o artista acliou o termo
muilo brando : cuitado! linha tmenle us qiiarenla
mil francos, e qiianlas p'niluras au lie preciso fazer
sobre vidro para ganhar quarenla mil francos Eu
I delndi-le, como bem podes pensar, suslenlei que
I nao eras absolutamente um traanle, e que havia en
li antes falla do inlelligeneia do que oulra cousa. O
grande Lama foi de minha opiniao.
o O grande Lama disse-nos que lian le desejava
mal. pois um inilhao e seiseenlos mil francos para
elle he como urna verdade de liiuta sidos para nos
oiilriK. Elle vio ludo sein dar iiioslras de nada ; diz
que au pareces mao, falla de mai Ricarda rom cel-
lo respeilo, e ada a Rolando muilo de seu goslo.
I.oinhras-le como elle pleileou sua cansa no eonte-
lli.i de familia .' Apezar de seuseoslumM distingui
Camilla, e..... poupa-me n reslo.
o Mas, cousa singular, foi tem eonlradiccita a
prima quem o iinpressiuiioo indis vtvameiile ; elle
DiloAo mesnio, enviando por copia o aviso da
reparlicao da guerra de 2S de dezembro ultimo, no
qual se manda elevar o cadete do 10- balalhao de
ufanlaria M in-iel Ferreira dos Santos Franco, ao
posto de I- sargento que linha no carpo em qoe an-
teriormente servico, na caso de existir vaga no re-
ferido balalhao.
DitoAo nicsino, Iransmiltindo por copia o aviso
da reparlicao da guerra de 31 de dezembro ultimo,
determinando quesejs reprehendido em ordem do
dio daquelle commando. o tenle do 10- balalhao
de ufanlaria Firmino da Cimba Hago, pela
le guerra a materia prima e pagando os cofres
pblicos o importe do corle efeilio das pacas, con-
linuaram por essa ra/ao na mesma escala ns incon-
venientes que se pretendern obviar e re-ullarain
dalo abusos que n.io era fcil prevenir por faltar a
arciio do exmelo conselho regimental ncaliador e
responsavel, por isso quereudu o governo imperial
para extinguir de nina vez esses abusos qm- preva-
lecam em sua plenitude os principios do ragnlamen-
lo approvado pelo decreto o. 1000 de I i de dezem-
liro de IS52, determina que d'ora em dianle se nao
manufacture mais fardamenlo nenhum nos quarteis
dos corpos que esliverem nos lugares onde bouver
arsenaes de guerra e sim sob a gerencia dos mesmos
arcenaes para o que as praeas desees corpos seraO
mandadas a elles com a devila antecedencia o por
turnas convenientes, alim de se lomaren! as compe-
tentes medidas. Naqsielles luaares porm onde nSo
bouver arsenaes e evi-lirem corpos do exercilo u
fardamenlo desle poden ser. m>nufaclnrado nos
respectivos quarlei-, nao se distrabindo para esse
lim iieiibuma ue suas praeas mas rontrataiulo.se a
mai d'ubra cumoperariuscivis sobres vigilancia
e liscalisar'io do consellio econmico dos referidos
corpos.
Deosgu.-.rde a V. Exc.
presidente da provincia d
A-siaualo.
Marque/ de Casias.Sr.
C Peroamhii-'o.
Jos.I>ai/ ORDEM DO DIA N. l'JI.
Ouiarecb.il decampo commandanle das armas,
tendo em vista o disposio no aviso do ministerio dos
negocios da aiierra de 7 de Janeiro que pnr copia Ibe
foi Iraiisinillido pela presidencia com otlicio datado
de 23, ludo do eorrente mez. la/ publico pira que
tenha a devida observancia no segundo balalhao de
iiifanlaria existente ni aniriiicao desla provincia,
o decreto ahaixo transcripto, que altern a forra
dos corpos de fu/.ileiro do exercilo.
O mesmn mareclial de campo declara que hoja
coulrahiram novo engajamento por mais seis anuos
nos termos do regii'amentn de ti de dezembro de
T '""""" "a l.uiihi R-go. pela liregn- 1S52, prece ten do iuspeeeao de laude, os sollados do
.i i,'.A.PJ. rrCSp.ei,0runl I".1; sc .l"'."ve "I"'!'" I segundo balalhao de inlantana lanaei
dade de membro tic um Gonselho de invesliaac.i i a
que mandn proceder o presidente do Cear. '
Ditoto chele do polica, inleirando-o de liaver
expedido ordem a Ihesouraria provincial, para que,
Vista da conla que S. S. remelleu. pague a t'.liris-
lovao Jos lavares a quantia de iilrHKI rs. que se
despeiidcu com a construccAo de urna padiula para
o servico da casa do deten'cdo.
DiloAo inspector da Ihetetiraria "de la/enla.
Mande V. S. apsnmplar rom urgencia para seren
"nviados pelo portador deste ao juiz municipal do
Bonito, os medicamentos constantes da inclusa re-
laco.
DitoAo director do arsenal de guerra, enviando
diz que be inm mulher superior, mu bella c de ma-
neiras disididas. Nao sei se he bom conhece r a
esse respeilo ; reliro o que uuvi dizer.
" l'ur conseguinle se podesses fazer um romboi de
tua mulher. tua mai, tua lilba. e Rolando, eahir de
improviso cm casa delle, e representar nina boa sce-
ua de soppUcss cnleriiecedras, creio que nblerias
alguma cousa.
A familia toda esta a seus pe*, e haslar-Ihe-hia
fazer um signal para applacar as maiores coleras.
Agora, meu charo, deiin-le para ir a casa de
Vachelle onde hei de regalar-meesta noilerom liras-
sol, um principe russo e tres ingenuas dos princi-
pos Itiealros da capital. Improxisarei cinco ditos de
que j tome) nota, e sere applaudido como sempre.
One queres'.' viva a aleara ii.iu compro cusidlos de
nillhaQ e quinhentns mil francos. Passo boa vida, be
verdade, mas nao devo nada a uiiiauein. Ah se
pude-ses dizer oiilro lano! I.enibraneas prima.
" Suu, ele., ele.
o /.'. de l.o l.zcrne.
.Mam un i Des Iiarennes Icvou muilo lempo a ler
esla carta, seus ollius enfraquecidos ardan), c loda-
via ella n.lo abandoiiou a leilura antes de ler deri-
frado a ullinia palavra. Talve/. uo livesse o leilor
adeviiibado nella I.ma sviiipathia pelo eslvlo beo-
eio do jovial La Luzerue. Quando acabau cruzou os
bracos subre o leo I e disse :
Sinto-me inellior. e creio que vou dormir.....
Minha respeitavel mai, lamento o iocommado ija
Ibe causo... vao deilar-se. iiieus amigos
Nao he preciso mostrar Cssa carta a meu li
perguntoii mai Ricarda
Deive-u dormir Iranquillamenle esla noile, r'e-
plicou a castellaa cum alVeclo.
Mni in e Aiiloiiiiia reliraram-so.
Tra/.e a vela, pequea, disse *ma Ricarda a
Camilla. f
K-ia chegou-se ao leilo para obedecer ; ma- a cas-
tellaa tegurou-lne a mi, esperou que Rolando c a
velha salussem, e disse em voz haixa i
Deixa a luz ; necessilo della. %
Depoi-, attrahlndo a si a rapariga, accrescenlou :
Apenas elles liverem adormecido, vem fal-
lar-iue.
Camilla encaroii-a espantada.
N.lo deliro mais, disse madama Des Iiarennes
sonando Iranquillamenle. Ouve-me bem : Ir.il.i-se
de salvar leu pai.
Camilla,.....rliamou mai Ricarda no uuiro
q liarlo.
Francisco
das Chagas da segunda companhia, e Jos* Francisco
liiiilberme daquarla; bem como o da companhia
fixa da eavallaria, Donato ,lo- dos Sanios, os quaes
perceberao alni dos vencimenlas qnc por lei Ibes
competirem o premio de I0IV* cada um, pacosegun-
do o decreto n. lilll de lll de junho de IS54. c lin-
do o engajamento urna dala de Ierras de 33,5tK) bra-
cas quadradas. Se desertarem enenrrerao na perd
das vaiilaaeus do premio, e daqnellai a que tiver n-
reitn, serao lidos como rccriilados, iliseontando-se
no lempo do engajnmenlo o de nrisao em virlude de
seotenca, c averb.mdo-se este disconlo o a perda das
vantagens nos respectivos liluloscomo esta' por lei
determinado.
o PARAUi
Cordova, 2 dt .
A cxrcpca.i que o l'arauuv.
do Brasil procura fondar-se lio arl. i.. I
de 25 de dezembro, que diz : o l.oao que ascirruins- I
lancias o p-rmillam, nsdous Ro ver nos BomearaO ple-,1
nipolenriarius que ajustein as relaries do eoininer-
co e navegaPao u delerminem os limites de ambos os
paizes. o
Notaremos que nem ne-le nem em nenhum nu-
tro artigo daquelle tratado se da tal importancia a !
esses futuros ajustes, que -e faca depender delles u,
ev cirio e pralira do direilo de iiavegae.lo concedi-
do por elle ; mas continuemos esla relacao.
De aceordo rom o estipulado no arl. 15 do tratado,
ileu o Brasil ao Sr. Bdlcaarde. seo encarregado de
negocio* no Paraguas., us poderes competentes para
proceder de aceordo com o governo paraguaxo a
ajo-lar a naveaacao dos rioe. c celebrar as convcii-
coes de commercio e de limites.
O l'araaiiav exiaio enlao que se romecasse pela
(onven^ilo delimites; repellio porem emsecnidao
projerlo de riuix-eiiJAo i|iie Me foi apresenlado pelo
plenipotenciario imperial sob a base de uli pouide-
f/, apresenloo pela sua parle a exigencia de um
aiigmenlo de territorio qoe quera Ihe codease o
Brasil, pretenc.lo que, segundo parece, nao se fun-
dava na poste, nem nos auligos tratados entre lles-
panba e l'orlngal, quefixavam os limites das res- I
perlivas colonias.
Em tal estado, n plenipotenciario bratileira pro-
poz adiar a qucslao de. limites que apresenLava ja
aquellas dilliciil.ladcs. Iralaudo primeiro de celebrar ,
as coiiveueoes que deviam regular a naveaacao, e o)
commercio, proposta qu- foi iaualmcnle repellida,
sein que p ira isso se allcgassc motivo algiim plausi-
vcl ou sulliciente.
Neslas cirrumstaiicias relirou-se o Sr. Kellegorde.
Nomeado o Sr. l.-al pira subsliluUlo, oflercceu logu
ao governo paros/naya Ires pmjeclos de tratados,
conredendeIhe no de limites, que era um delles, a
linha de fronlcira al ao rio Apa, ilo lie. dando-
Ihe quasi tres aros mais do que nunca se leinbrara
|de reclamar a conla da llespanha pelo tratado de
11777.
O pre-i lente do Parasoaj empregou enlao o svs-
lema de procraslinaroOs, procurandb enlreter o lem-
po, e evitar a discu illos que foram subslllnidas por etiquetas ridicu-
las cum a pessoa do encarregado de negocios brasi-
leiro, e como este instases por iiim soliiclo ca-
Ihegoriea, rompeolemlim a neaoriac.io mandando-
' Ihe os seus passaporles acompauhados de nina nota
que he em ie.di la le mu dos documentos mais
oriainaes que pode apresentar a historia da diplo-
| inacia.
Segundo essa nota, cuja dala lie do 15 de agotto
I de IS53, us crimes por que Leal duba dado lugar
aquelle passo que sil pude desculpar-se por causas
muilo araves, eram a zoinbaiia a que cm suas con-
versacocs privadas e familiares sc entregara acerca
ila pes-ua de S. Exc. o presidente do Paraauav. as-
sim como a leilura que ii/.era em sua casa, em pre-
seuca, enlce oulrus, de um eidadaO boliviano, de
cello arliao de um peridico de Currienles em que
o presidente Lope/, era fortemenle ridkularisa-
do, aggravando este crime rom a circiim-lancia
de ter acumpaiihado aquella leilura com garaa-
lli.ila..
Depois A.t retirada de Leal, o governo imperial
-iispendeu por muilo lempo asnegociaroes diploma-
liras, sein iluviiia porque jtilaou, como prova a -na
posleiior conducta, que no estado a que liaviam rlie-
gilo as quesloos nao podi.i mandar oulro ministro
que nao fusse arompanhadn de unta fotca ell'ecliva.
sulli -ianle para livra-lo de insultos iauaos aos que o
encarregado de negocias Leal linha ja soflrido, ale que
o Sr. Pedro Ferreira de Oliveira. com urna e-qua-
dra de que era rbefe, (oi mandado ao l'araguav.
(encarregado da ueaociacilo e ajuste dus seguinles
punios :
Beslabelecer as antigs retacos interrumpidas pc-
. la i'xpul-a;J de Leal, devende exigir.previamente
ja salisfacdo do eslvlo pelo in-nlio que naquellc acto
ulsa haver receblo o guverno imperial.
Regular por convenees o commercio e nave
| gacau dus ros, cuinplelaoilu assim as eslipalacd^es
dus andaos tratados que liiiham adiado estes B-
jusles.
Celebrar por lim o tratado de limites que pu/e-se
termo embrnlhada serie de reclamac&ea, que po-
diam sui-'^ir a cada passo, dos andaos convenios en-
tre as respectivas metropolet.
A salisacao. segundo as inslriicccs do Brasil,
devia ser previa, e simiente depois de nblc-la po-
llera o plenipotenciaria imperial apresentar as suas
credenciaes e iniciar a negociarlo. No extremo
caso de que a satisfacao Ihc fusse negada, devia u
plenipotenciaria brasilfiro empregar a lorja tl ob-
le-la.
O [ire-i lenle Lope/ preston-se a dar. c den ehTee-
livamenle a satisfacao pedida, do modo mais com-
pleto. Em ola publicada no Diario O/fieiml de-
claran que, ao mandar os seos passapurles ao Sr.
Leal, nao leve nleucao de oll'ender o Brasil, e que
do contrallo eslava e linha sempre estado promplo a
receber qualquer individuo que- o governo imiierial
qui/esse acreditar junto delle.
No dia da publicaran desta nota foi icada na ca-
pital do Paraauav a bandeira do imperio e Mudada
rom 21 tiros pela arlilliaria desla repblica, atttdo-
c.lo a que responden iminedialamciite um dos vaxios
da esquadra brasileira.
Depois disto, o plenipotenciario de Brasil apresen
lou, cuufurine us desejos du .eu aoverno, as suas cre-
dencias, e celebren com o Panana) a convenees
que devein regular a navegaran e o commercio de
ambos os paizes ; porem. antes de assiana-la decla-
mo Lope/, que ella s lerum elleito de|M>i de a*-
siauado o tratado de limiles, e, eslipiiUudo-o, llisls-
to em suas pretencoes de um auaiuenlu de territo-
rio, em prejuizo do Brasil.
Esle pouco bebil proceilimcnlo enenntruo. como
devia suppor-se, urna seria repmvacao no enverno
imperial, que todava declarnu qae as convenrnes
celebiadas para regular o commercio e navegaran
eram aceilaveis, mas que nunca fara depender a
navegacjto dus riot, que llie fui virlualmrnle con-
cedida pelo arl. 3. du tratado de 2-5 de marro, das
coiidices que o Praguax Ihequi/csse un >r.
Tal he o resumo dos aconlecimenlos ale boje, o
Brasil, segundo todas as probabilidades, e mesnio
tesando os aronlecimciilos que ja se maiufeslam,
repetir aro/orma urna noxa inisso. encarregada
de aplanar us olistaculos que at boje se tem op-
poslo ao acaliameiito dos ajusles pendentes. Mas,
se, como lulo parece auuuuria-lo, o presidente do
Paraauav nao abandonar a poltica que segum na
ultima neaociarao, o resultado final -eia a guerra,
para a qual ambas as potencias se preparan! He ha
muilo...
-A C"."n"i':li> dos fados iigcre algumas ideas que
exporemos ao ifrHaar este ai ligo.
I." Oue o direilo reclaTrK 'o osle Brasil a nave-
gacao, est tnnitadu na cu,. ~3- de 25de de-
zembro de IS50, pela qual o Paraauav lli's cxt1rrfc_
den cm troca de aljum.s con liroes uneriKas pa-
ra o imperio, cundieses que foram" fielmente enm-
pridas.
2." Oue a negativa do Paragoav em dar eumpri -
menta ao estipulado n'uma cuuvencao solemne.
Otigindo novas vanlaaens para execular aquillo a
que de .men i se nhngou, be, a primeira vi-ia.
um aclo de prepotencia qoe pode autorisar o Bra-
sil a usar da foica em raso exlretnu para oblcr oque
se llie neaa.
3." Oue a conducta do Brasil cm todo ele nego-
cio nao pode, depois de i anuos perdidos em innteis
negociarles, ser acensada de abusiva e prepotente.
sendo ao lonlrariu nolavel |ior sua inu.lerac.io a ci-
Irema prudencia.
/./ Impanuil.
Jornal do Commtrcw do Rio.
i
A castellaa beijou-lhc a fronte, e disse anda ron-
lempTando-a rom allencao singular :
Vai, minha lilba, anda nao estamos iuteira-
menie condemnados !
Camilla retiron-se pensativa, Icnilo um vago ter-
ror no corai;ao. Madama Des Iiarennes seguio-a com
a vista, c loman a ahur lentamente a carta dizendo
eomsiao :
lie verdade..... En nunca a linha visto como
boje : Camilla In* mu formosa !
Seus odio, liiar.nii-se no vacuo, c algumas rugas
vierain-ltie a fronte.
Quanlo a mim, lornou ella ja perdida na me-
dilarao, estes poucos dias devem ler-mc mudado
lano quanlo de/, anuos... N'An ha cspelho aqui.....
mo passo medir a profuildidnde de minha queda.
Fet um geslo de desalent, e cnnliiiumi sein sa-
ber que fallava :
Eu lamliein era formosa... era mu formosa !...
lodo- m'n duiaui, e cu o va... De que lervio-me
isso .'... Todava ha mulheres a quem a belleza da a
riqueza !
O leilor leria snrprendidocomo un sorri-u nos la-
bios descorados da castellaa, llovemos dizer aqu
que madama Des tiarennes casara joven e virtuosa,
e que depois nenliuma desconfianza podera alcanca-
la. Posto que ndo ainasse vetdadeiramente o man-
do, n.io so nao coinmellra iienhuma das fallas tan
coiiimiins em nnssa civilisacao, mas nunca desejo
nem phantasia, por mais leve que se possa suppVir,
perturbara a calmara de seu pensamento. Seu co-
rac.lo era duro e pulido como o diamante; nenliuma
paix.lo u encelara, ncnhiiin supro o einbac.ra. Era
Ulna mulher lurte e certa de si mesma, que nem co-
nbecia o periau de amar. I-. era mu brilhanle a vir-
tude de madama Des Iiarennes, vislu que depois de
s la queda iienliiinia vnz s- elevara contra ella. On-
de a maledicencia nada pode fazer, de ordinario in-
siiina-se a calumnia ; mas ah a calumnia calava-sc
airas da maledireiicia moda. E (odava sabemos que
madama Des tivreiines duba muilos inimigos ; ssne
OJOS que SCUS inimigos eram daqnelles que vceni
alravet das fendas das porlas e pelos ruros das re-
citadoras: seus inimigos eram amigos intimas, a-
riiili-, servo-, l'aes iuimigos leriain acbadn defin-
ios talve/ mesmo na ariuaitura de Lucrecia ; pois
lem albos de lince que nunca si' fecham. Podemos
pois allirmar que a virtude de madama Des liron-
nos experiuienlada por essa tonga e minuciosa es-
preila brilbava claro como o dia.
Puis bi'oi, coiilieceinos pobres inulhere-, coracoes
dneiites e aloi iiieiiladus que estiveram mu perlo do
abjsmu, que Iropecaratn mesmo lalvez a borda du
Iacidcntes extraordinario aos retnados Sos
principes de Sabola, Plemonte, Saratatva a
Carlgaaa.
Os reinados dos soberanos que bao precedido ao
aclnat re da Sanlenha apreseulam incidentes mais
extraordinarios e romnticos "do que qualquer ima-
ginaiio pelos roinanliros ou podas dramticas. Km
aldieao a au-rra, revoluroes, exilios e madancas
de lineadas e principados em reinos, ires res d'enlra
sele abdicaran), e o pai do actual -ei surredeu ao
Himno em virtude da sua descendencia de um ante-
cessor commum dos limpies de Sabina era 15X1
proveniriii-s de matrimonios illcailimo- rnlre as
luis familias desde aquella remota dala al 1KII ;
quando. pela morle ib-Carlos Einiuaanel |V, tem
suecessao, Carlos Atbrrlu, principe do Carignan. foi
chamado ao lliroini creado sobre Inndamenlns qee
pencos geuealogisl.is poileram Iracar ; arbando-se a
exlincla casa a que elle succedcii, lias geraciles in-
termediarias, relaciona las por meio de casamentas
rom ludas as casas reaes da Europa, mrlosivc espe-
cialmente Franca, llespanha, Austria c Inalaterra.
A historia da familia que arlualinrnle orrupa
Ihronu da Sanlenha romeca ruin Cario Kinmanorl
I. duque de Saboia, Metida em I"ili2, cii|o seguodn
lillio, Toataso Fraucrco. foi o fundador do ramo
mais moco da casa de Saboia, de que desrende <
anual re. l'onb -no. de parle o remado dos du-
ques de Saboia, de Carlns Amadeo I. do en lilba
mais velbo. Villorn Amadeo I, e de eu neln, Car-
los Emmanuel II, cojo lilbo mais velbo. Villorn
Amadeo II. surccdeu-lhe como duque de Saboia em
1675, e nao fui -rnenle o primeiro rci. mas em
dos mais uotaveis lioineus, los da sua rara.
I'.m I7IS, pela tratado de \\ liechl. 'ajustn -e
que, atim de prevenir que os Ihrouns de Franca e
llespanha casseni vago, se o desrendenles' de
Filippe, if Aiijou, ndo de l.uiz XIV. rcronheri-
dos como Filippe V de llespanha. vii-vem a lal-
tar, a coroa de llespanha passana para o duque ile
Saboia, qoe foi pelo mesmo lialad.o creado rei da
Sicilia, estando e-la ilha enlAo na'|intse da llespa-
nha, ao inesmo lempo Ncea c outras ronqni>las
feilas pela Franca feeaesa reslilnidus a Saboia.
Tres anuos mais larde I7IS, pelo Halado da
quadrupla allianra entre a Franca, o imperador
da Alleinaoha. a (irao-Bretanha i\.\ llollanda, o
duqoe de Saboia reuiiiiriou o titulo de rei daSi'-i-
lia. enlioconquistado delle pela llespanha. em fa-
vor do imperador, e recebeo em troca a ilha de
Sardenha. lie por i-sn que o actual soberano lem
o titulo de duque de Saboia, prinripe do Piemontc.
e rei de Sardenha.
Alim de dar comprim-uto aos termos do tratado,
a corle de Vienna concorden por um tratado supple-
inenlar, c ruadjuvou a ensato da Sardenha pela lles-
panha, por va de forea armada, com a qual cno|e-
i oo urna esquadra ingleza, sob o commando do ce-
lebre almirante Bvug. Fntiel.inlo, a res-ao leve
luaar pacificamente, o, a S de agosto Villora Ama-
deo II fui formalmente proclamado re da Sarde-
nha.
Dizem que e-te primeiro rci da Sardenha coni-
parou a Italia a una alcachofra o que deve ser co-
mida folha a folba. u Parece que elle Uvera enlao
visites da nnidade italiana que pode ser u destino
desla gtr?rao ver rcalisada '.
Outro parallelo apparece as suas dilTerencas cum
o papa. Deteiidcu os seus direitos. e desaliou as
ameacas de escommouhao. Em 17lli expellio os ie-
i sudas de lodos os cargos que oceupavam no- colle-
gios e escolasmovido a dar om passo Ido encrcico.
segundo dizem, pelas moribundas palanas do seo
; coufessor, um padre jcuila, o qual mandoii-o cha-
mar, e. depois de ordenar que todos se rcdrasseni,
disse, a confundido ruin (oda a lw lude >/nc tanto
recebido da maot de costa migestade, niio pooo
precipicio, c que nao diriam como madama Des (ia-
reones, euibora fosse em uoile de delirio e de febre.
lia mulheres a quem a belleza d a riqueza N.io o
diriam, nem mesmo algumas a quem a maledicen-
cia tem podido morder! Ha cntao mulheres virtuo-
sas, cuja pureza esla natural e previamente ahaixo
de certas quedas? Ha coracoes que jamis podem ea-
hir, porque ja sao mui baixos'.' Ou llevemos pensar
simplesnicnle que madama Des Iiarennes scitmava
assim sYib a influencia da carta louca que fallava-
Ihe de improviso em principes rnssos*e ingenuas du
Iheatro?
'lornou a loniar essa caria grusscira e oslupida co-
mo n espiriluoso Ricardo que a cscievra ; leu-a
novamente do principio ao lim sem poupar nina sii
necedade, e comiucnlaudo a vontode as passagcni
mais tulas.
E-lava astentada sobre a cuna leudo a cabera per-
la da luz. a qual lliiminav a-a de Iravcz, c caba lir-
memeiite sobren papel ; via-se a esperanea nascer e
erescer nesse semblante ponen antes tao sombro ;
es-as latos que a doenca cavara auimavam-sc ao fu-
go de ndo sei que valor iiilimo adevinhava-se que
dispunha-te a combtter de novo, e que eslava mais
forle do que Uunco. lilla ia eraucr-se do Iudo de
-ua miseria, a herona iiidomavel, ia dar a ultima
haladla, ia tilvez vencer !
Como ja dissemos, nao linha dessai fraquezas que
parlem do rorar^ao, des-es pobres crimes qnc a mi-
sericordia de Deus perito,i a Magdalena : para peccar
pelo curaran releva ler corar.no. Ma- duba ludas as
paivdcs que embriagara acibera, cuino a inveja, o
odio vio,,ri,-,, e implacavel. a avarexa iosaeiavel, a
amhicao drsenlieada c o orgulbn i|ue resume ludo
isso e que da forea ans tiraros cansados ilos Tilans
deste mundo. Era grande etsa mulher vencida per-
correndo as bubas Irac.idas pela m.lo do tafo! imb-
cil, arando pela fraque/a de suas armas, pelo vigor
de suas aspirarnos. Essa carta era como a ma-ss gru-
tesca c lerrivcl que SansJo li'/. da qneixada de Jorro.
Ella a relia, i-ludava. sabia i.i de cor, c parava
sempre no paragraplio em que La l.uzerne dixia a
seu modo a impressuo que Pelel Busiol conservara
dos habitantes do caslellu. PesavH ludo, lauta o que
se referia a Des Iiarennes, velha Ricarda, Rolan-'
do e Camilla como n que referia-se a ella mesma.
No lim de lies quaitos de liora a polla dn quarlo
ahrin-se. e Camilla um linio pallla t-nlrou cun
piccancau. Vendo-a, a ca-lellai reprimi mu sorri-
so e dis-e Ibe :
Vem, minha lilba. e nao percamos lempo!....
Pens que me amas, porem pens lainhem que pre-
fees leu pai... leu razito ; he em iioine de ten pai
que te fallo... Eis-aqui urna caria que da-me um
meio de fazc-lo recobrar ludo o quf per.leu.
Tudo o que perdeu repeliu Camilla arrega-
lando os olhos.
Para isso be niistcr qnc leu pai, tu. Rolando e
no-s.i mai pallamos lodos amauhaa para Pars.
He preciso diuhiro para ir a Paris... ob|edou
a rapariga com melancola.
Isso depende de ti. Camilla.
Oue devu fa/er '.'
A castellaa encaruii-a um instante, depai mellen
as niaos trmulas ende seus grandes cabellos sollos,
e lirou una eorrente de ouru. que sem duvida ur-
cullara nn momento da calaslrophc.
Oue, senhora .' cxclamuu Camilla nesse primei-
ro nstenle, Vmc. linha i.so, cha qiun/.e das vive-
mos aqui de eemolaa!
Pensa cm leu pai. interrompeu a castellaa, c
u.lii me julgues.
Camilla abaixou os olhos rcpelitido
Oue devo lazer'.'
Esla rorrenlc de miro vale rincoenla lui/e-,
madama Des Iiarennes. S.u por aquella janella, c
vai a aldeia de Troves a ca-a do velbo Mver, neasa
auligo reudeiro... Elle he usurario, lem dinheim o
le dar.i lier.enlos ou qiialruceulus francos por isto.
A estas horas da noile ? murmurou a rapariga
I demula.
So Iciilui rnnfianra em li, cuida em leu pai '
Camilla dirigio-se a janella.
Espero... exclamou a castellaa, enlreaaras o
i diuhiro a mim tmenle.'
Todava, quiz Camilla objerlar, esle dinbcirn
be de mu pai.
Coniquanlu estivette Inira. a castellaa sallau fura
do leilo. Camilla vio-a arraslar-sc para ella varil-
lante e grande romo um phaataaoM, e balbuciou
, assnstada :
Senhora!... minha m.li!...
Si'lilin sobre o biacn a lilao fra da doeiite.
Da-me a minha crrenle! exclamou madama
Des Iiarennes, resliloi-m'a!... Ire eu mesma, se
for preciso.... Ah .' ii.ii> sabes que desaraca p<.la
1 cansar la desoliedicuria ;
Kn ire, senhora, disse Camilla ajiiil.ndo-a a
vallar para a cuna, e entregarte o diubeiroa \ inr.
mesma.
Fisin mais forte do que lulcava. peusou a ras-
I lellAa quaudo a rapariga sehin. odiada miabl
para a viagem... Dentro de vinle e qualro horas le-
le joijado iiiiuh.i ulliiua partida !
' <,CvntiHuar-se-lu.l


DIARIO Kf PERRiMBUCO SEXU fEIRA 2S UJVNllRB t USb
mostrar a minha gratidiio de uma maneira mais
eridriiir d i/ue dando-lhe umultimo eonsellm
Sunca l'iiha um jesuta por confetior. Nao me
pera os motivos de*le conselho, porque nilo me he
penmltiilo ro\p1.i-1.p-.
I m p.irallolo hislorito adilirimul entre a pogir.au
do re actual e o seu real bntopestsado podo ser fun-
dada na circum-lancia ile que l.uiz XIV de Fran-
ca, posto que receiosn de augmentar o poder d casa
de Saboia, era desejoso le ve-Ios IVito reis da l.oin-
liardia. Slas oppriroidq entre as duas mandes po-
tencia* rivaes do Franca c Austria, a pohlira de
Viclor Amadeo variou cora a fortuna da guerraem
menos de um me/, como observa Vollaire, elle foi
g'iieralissimu duimnciador, egeneralissimu de l.un
\i y.
Km I7dd alnlicou, se lu movido a dar este pasto
pela mallugracau da sua screla e duplice negucia-
rao com a llespanha de uin lado e a Austria de nu-
tro, ou pelo dmoslo real das ladinas do cargo, e
pelo desojo de repousar cum a comiera de Sehas-
tien, com i|uem casou-so naquelle auno, lie agora
dillicil decidir.
'.'mi. quer que seja, emhora seu l'ilho, Carlos Fm
manuel III, enrgicamente se oppo/.esse a este pas-
so, aconselhaudo urna retirada temporaria, elle oln-
linou-se, oa .11 de selemliro, ein |dena asscmhlca
de seus ministros e nobre/a, lodos desprevenidos
para o annuncio, leu ein alia* vozes a su abdica-
ran na forma, e com o ceremonial, usado por Car-
los V em l.'ijfi ; enlao dirigio-M c congratulou-se
rom a sua cunliada, e foi ouvir missa em sua capel-
la, onde o padre, desdando na occasiao de orar pelo
rei, sem saber se devia mencionar niiomedopai
nu do lillio, elle enrgicamente bradou -- Cirolicm
Emmanuelem
Mas em breve cansado de sua precipitada resolu-
rao e dp retiro em Cliatulicry, resolveu por oni fiol-
pe de estado rcassumir o llirono, e para esle lim
detci ininuii voltar, indo a Turim, ao passo que o
lillio ia visila-lo em Chamberv,
A conspiraran foi accidentalmente descohcrla por
um joven sacerdote, que, leudo perdido o caminbo
no caslello, com medo escoodu-se por Ira/ da la-
pessana ; quaudo el-rei e a sua consorte entraran!,
elle ouvio a conversarlo do ex-rei o da ondeca,
ou ames marquesa. O padre escapolio, e inmedia-
tamente infonnou ao joven rei.
Ilen'.ro de urna liora Carlos Einmanuel eslava a
cavado, passou o pequeo S. Ilernardo, e enlrou na
sua capital no mesmo da que seu pai, ignorante da
descoberta da sua conspirarlo tambem viajando se-
creta e rpidamente, entrn no Caslello-Kivoli,
perlo de Turim. A saudaeao da camin saudando o
tillio primeirainente uformou o pai de que era lar-
de de mais. So dia soguinle se encontraran!, am-
bos tristes e embaraado*. Esta entrrtela daria
um assumpto digno de um grande dramaturgo.
Vctor Amadeo, se leudo queixado de que o ares
de .Saboia nao llie agradavam, o tiln ordenou que
o caslello de Monlcallieri msse preparado para sua
residencia ; mas liulia-o cuidadosaincnlc vigiado,
embora tratado com o maior respeito. Pensava-sc
que Carlos Emmanucl resignasse o llirouo, mas a
r i val i i.i le da joven raiuba com a marqueza lornou
esle passo impossivel. n carcter da marqueza mo
era paro linlia sido amante do rei antea de se ca-
sar com o conde de Sebaslien, o o lillio n.io quiz
que a sua raiuba fosse substituida por semelhunte
pessoa.
O vcllio rei, depoisde sondar os priDcipacjiiiois
austraco* e os eonselheiros jezuitas, e sustentando i doas vezes seinanalinenle. Sustenta as i leas de con-
sob bAo vulgares dilllculdadesa liberdade poltica, eiliarAo nos verdadeiros termos e prega a dootrina
religiosa, social e commerctal .'
The ftlHtraled Condn .Ncc.
ERRATA.
I*,r engao do paginador toi publicado hoiileai o
artigo ilo exterior siib o titulo l'arle Ollicial.
S. PAll.o.
10 de dezembro de IS 11.
Scni minio que Ibe dizer, boje, aproveiln o l'a-
neme, ainda que seja para pregar um i figa a certa
radiaba que, segundo se me diz, jurou aos seus den-
ses dorribar-iiie deste HiHi*irr/o,pel"s graves crimes
que bei commelliilo. tirares e enormes, romo Vine,
nao cuiicebe; r.rrui/ir/ gratia, filiar a una cousa que
ellcs aqu chamam conveniencias do lugar ; cspalliar
na corle com pergo de nossos foros de lloldoes, que
liveiuos medo do cholera ;ns, que com una car-
ranca eramos capazes de por o miasma a marche-
marche.
Alen caro scnlior, elle entcudeni que eu doro ir
cmpnlgqjido os 800 que Vine, me d.i, nao para re-
gistrar o que val aqoi; tim para guardar precon-
ceitos de meia duzia de valorosos combatoules.
No que mais leulio peccado be em dizer que mui-
to resta a fazer-se, aqu, em materia sanitaria. Oh !
ment redondamente, ncsla parle, e aggravado lirn
ineu crime quaudo se ve que elle prova com solidos
artigo* da prinwira imprema, sobre a negligencia
aqu guardada. Alo um amigo particular do llr. Al-
ineida denuncuiu-llie pelo Diario que o seu corres-
pondente ile S. I'aulo o engala, l'elo dedu cu-
ubeci o sgante que sabio espora loso apuso arligo
do seu Jornal. Devia pois ser coiidcmnado. Mas,
agora brindo o seu lornal da uilima mala, vejo
urna analvse du bario do Ticte c llr. Oltuni, que
compile a commissao sanitaria, em que tedotenvol-
ve o mueravel estado em que nos adiamos, em que
loca a polica e lainbeni au delegado, sera embargo
da sua actividade, Ura,agora o amigo do Diario
que se pegue cum um Irapo qucnle. IJuem lie le-
riann IJueni menlio '.'
Oueira relevar o exordio : ollie que a deleza lie do
direilo natural, e que eu so respondo conforme con-
sidcio o adversario, E aquello de que se Irala.
quasi que juro que nao me quer mal.
Entremos agora na obrjgaro : islo foi palestra li-
cita. Komoreja-se algama cousa sobre svmptomaa
de cltoler.iia. Vou applicar lodos osmeus cinco -cu-
tidos, para que nao coiupromeltam o met bullanle
futuro, chamando-mu terrorista : sabe que son mi-
litar ; e se en, com tamaita durindana, tivesse me-
do de cholera o Sr. Cavias lazia-tne logo escurregar
para a 3a cla.se.
Os mdicos leni ltimamente observado em sua
clnica s\inplumas minio pronunciados da cholerina
sendo que felizmente nenlium enfermo leni sourido
mais que dous dias. Aqu se d.i o nome de andar.
O Dr. Olloni conlirma islo ; opina mesran que o mi-
asma j.i p-nelroii ein nossos dominios, como observa
ein sua clnica, i'odavia, be d- Fcc-.-r-e.s>sleiita que
as uossascoiiilicofs nat aquecer.im a inlensi-
dade do veneno ein $r. j ,,u| ;-,
ornara miros mdicos discordara;
- .|,ie,se as con liles naliiracs de
da solidarieda le circular. Ilw que se deve apro-
\t-ilar a uiolilicafo'des pailidos, a paz promovida
peloSr. I'araua', para se liazor as localidades a um
so pensanienlo. Da' os pailidos como modificados ;
t>* sHipiareiuasde ls'*2 coiiverlidos em conservadores
modificados, o nutras coasas que eu n.io cntendo.
\ idea de unilormi.tir o pensamento de toda pru
vincia acho racional ; a uuio moral deve ser urna
coiisequeiicia da di\ i>.m malerial dessas loe ilidndes.
Se cada nui piixar a cvusa para sen lado, vira' o av-
lenla de flobes ; guerra de um contra lodos, e de lo-
dos contra um.
A idea lia de achar seus bices; lia nauta genio
que quer pescar as aguas lunas.
Agora se sabe que elicsaram ao presidente ma's
coinmiinicacocs de ITialubae Arras.
Km Ubaluba rebeulou o citolera, ignoro se be no
nugmeotallvo un dimiuulivo. |>i i reserva be uc-
ee--, in,i ncslet lempos de relales falsos.
Consta qneahi chegaram uns colonos atacadas.
Motrcrain ti.
Em Aros deram-se dous rasos quo se rapilulnu
rhnlerina. Aquise acredita qiie em Arcas succede o
me-mo que em S. Paulo.
Em (iuaraliiiguel.r (piei\am-se dos laes incom-
modos, que cbamam andar, l'.m Pindamonhagada
lamben! o govemo ja mandou dihbeirn para todos
c-tes logares.
E adeus. (Carltparticular.)
Camaragibe.Ferro magntico do sitio denominado > ,|,. uma vida ..|in.riila. Igualmente admirei-me d 111ae lie erdnde, o que conla
-prorcU d.S 1.1' Ulbarina-S.......SR de feo. i "'"-'' circundo do digno pmmotor pul..,-1 J S;^ ffSZ
Muslos argilo-bilumiuosos. Sulphalode sosia 1 "^Uuimaraoa leixoto, |uc lite esta reservado priuuezemreceber um desvalido poriogu
com carbonato de magnesia, sal marinlio, etc.En-1 pelos sous inoreciiilenlos uiua corla ilc gloria na sendo encontrado na ra da Cadeia, pro-irado rom
.i siio iiidifcrcnles para a inlensidade
tros, ,em bo.n resultado, mandjju. ^mar o raar-1 dessa peconba, a sua opmiao n.io pude ser recusada,
quezdel Hurgo,, e requeW que Iba eulregatse o I pois assenla em um principio verdadeiro. E o Dr
aclo de abdicar:1" -fniarauej rec "
~marquei recusou. O velho
rej-neiKbu-s'e ..a saa cmara com grande agitaco
ale meia noule; enlao montando a cavallo, acoin-
panbadn por um nico creado, apreseulou-sc em
uma das portas da cidadella e requereu que Ibe fos-
se aborta. O goveraador, o bario S. Keniv infor-
mado do seu extraordinario desisnio, dingio-se
porta, e peremploriamente recusou condescender -em
ordem assignada por cl-rei.
Ao passo que o joven rei, informado da eulrevi-ta
com del llorgo, eslava deliberando com o seu conse-
llio, que iostavacom elle para que retivesee a coroa,
ebegou um mensageiro com a uulicia da tentativa
de lomar a cidadella. Os ministros, admoeslados
pelo e\emplo bespanbol, em que o primeiro aclo de
Eilippe, -.dundo novamenle ao llirouo, foi saciilicar
os ministros do irm.lo, guiaram a mJo trmula de
Carlos Emmanncl, quando com lagrimas nos olbos
assignava a ordem para a prisAo do pai.
O caslello de Muulcalieri foi cercado *por (ropas
a 17 de setembro de 1731. As portas foram arrum-
badas, a marqueza loi presa no momento em que
tcntava escapar envolvida nos seus vestido) noclur-
nos.e mandada em um carroso caslello de Ceva, mas
el-rei permaneca Irauquillo pela commocao n'uui
somno profundo que era urna das, sua particulari-
dades.
(Juando arordou. o seu cumporlamcnto e lingsa-
gein erara liio vilenlas que os guardas foram abri-
gados a envolve-lo na roupa da cama. Preso dejar-
le, levaram-o ao caslello de Kivuli. onde foi cslric-
t.menle visiado, com medo que se nao suicidaste.
Em um frenes de paUioquebroe um poco de mar-
more com uma pancada. Kol depois removido para
:llonlcalicri a seu pedido. A marqueza Ibe foi res-
tiluida, cnncodeii-se-llic ruceber visitas, o ah mor-
rea, a :ll de oulubro de 17:12, sem nunca mais ver o
lillio.
Carlos Einmannel III cumprio os deveres de um
re absoluto com grande industria, zelo e economa.
Coi na arcepeao exagerada do vucabulo, o rei mais
utilitaria que se leuda condecido: auimou a pintu-
ra como um dever real, mas dele-lava a msica c a
poesa.
Eslriclaracnlc ponlu.il e econmico, insista pa-
ra que os seus corlesos procedessem da mes-
illa maneira. A bistoria ni i se exprime desta surte,
us suspeitamus que elle modelasse o seu governo
sobre o relalo de um bum rei descripln por Cene-
Ion no Telemaco. Nunca permillHi que suas lillias e
oras Ibe appareccssem sem que fossem vestidas cor-
le. A sua carruasem pesnal era da primeira ordem.
Na illia da Sardenlia a -na memoria foi por muito
lempo venerada como o autor de muilas reformas
litis. Mas fui all i lo de-leal, e intolerante para
com a mais ligeira sombra de liberdade.
A sua lerceira mulber foi a irmaa de Francisco
primeiro "Austria. Murrcu em 1771. I'oi succedi-
ilo pelo lilbo. Vctor Amadeo III, que rasou-secom
Mana, irmla de l-ilipp V de llespanlia. Caaou as
suas iluas tillias com dous principen fraucezes que
depois foram l.uiz XVIII e Carlos X; e sea tillio
Carlos Kmmanucl, com a irma delles, Adelaidc
Oltoni be hbil protiasioiial
lia breadlas que a senliora do Exm. presidente da
provincia se acba sraveinenle enferma ; ouvi dizer
que o Dr. Ellis allirmara encontrar coincidencia de
sxinpluiuas da cholerina. Esle fado minio nos tein
maguado boje, nao s pela pessoa qfie sollrc, como
porque a cousa est ein principiar.
N.io sei se couielli uma imprudencia em llie con-
fiar islo : lalvez cousidereiu um passo ImpotiliCO em
relacao ao interior da provincia. Ms Vine, carre-
gue com este peccado ; pois coudcmuou a Ibeoria do
scgreJo. E eu quero ser solidario com a redaccilo
do risco para cima, como diz o apreciavel amigo do
risco para baixo.
Por fallar cui risco para haixo, se esle amigo esl-
vesse agora em alguiuas ridades do interior por onde
viaja a comp.iulua dramtica, seria carregado em
durla. I'izciiwnc que nunca se vio laub
ItIO DE JANEIRO.
:1 de Janeiro de 1836.
.l/useo nai-iotial.IS.V.
Imciibi-mo da iirela aunual de dirigir agradeci-
menlos os pestoas generosas que se dismlo fa/.er pre-
sentes ao Musen Nacional, como constantemente tc-
nlio feilo em lodos os joruaiH sfllciaes, laes como a
latela Qffietol, o Corrcto MercttUil e o Diario
da lito de Jan-ero. I) m lo publicidadc a eslesdona-
livos, o ineu iiui be, n:lo smente agradecer os favo-
re- recebidos, como tambem cbamar a allencao do
publico para o nico estabelecmenlo deste genero
que o paz possue, o f i ii 11 pelos pooeoi netos de que
polo dispor, puno ou mu lentamente podar pros-
perar-em o auxilio de lodm o-que so inlercssam
pelo aJiautamenlo das sciaacias quo nelle se culti-
vara.
Vera a proposito Icmhrar um meio do augmentar
a scelo do zoologa, sera custe para os particulares
c com grande vanlagem do estabelesimenlo. Hullas
pessoas desta cidade reeebem animaos de varias par-
tes do globo ; so estas pessoas livessem a bondade de
remoller os cadveres deslcs animaes, o estaboleci-
niento adquirira por esle modo grande numero de
especie-, que da oulra maneira inlo Use ser possivel
obler.
O museo, alm dos donativos particulares, receben
mullos objectos de grande nleresse para a industria
c pira as sciencias naturaes. O impulso que de cor-
la opoca em dianjo comecou a nolar-se as cousa- do
paz uo te lem felizmente limitado a Industria, ao
camnic'rcio. navesac.lo, ele, convera notar essa l*n-
I dela animadora, que deve enclicr de sali-fac.lo
j quelles que de-ej ini a prusperidade industrial desta
paiz e n seu adiauaiiiemo seientilico. Al agora jul-
gava-sc como dinheiro perdido qualquerquantia em-
pregada em exploracdes, quer scieulilicas, quer com
bus ni lu-inaes; comecou porm a manifrstar-se
uma rerelo em sentido contrario, que indica um
verdadeiro progreso as ideas, um protesto contra
os mesquinhos o deploraves precouceitosdu pagado.
Its Srs. presidentes de algumas provincia- tai mi..
dado fazer exploraeoes as suas respectivas provin-
cias, c enviado lodos o objectos que po lem ler qual-
quer apidirae.lo industria. Em verdade, oslas as-
ploraeoes sSo ainda lenta las de urna maneira tmida,
sem o emprego dos moios liecessarios, e, em soral,
com pequeo resultado relativo, por falla sobretodo
de peoas habilitadas, ainda que ebeias de zelo ; po-
rom, romo o primeiro passo esta dado, como conse-
guimos sabir di iio-s.i iiierle liilntual ni lelierenea.
be de cror que nao licaremos parados no comeco de
uma lao bella estrada de pogresso.
Mas eslas exploraeoes nao -e lera limitado somenle
.i pesquiza de substancias applicavcis i industria ;
os dous ultimo- Srs. ministros ,1o imperio ordena-
ran! Iraballios em diversos puntos de varias provin-
lliii- i c'as' ',i,r'' e,llr',cC'10 de objectos que s lem nileres-
se para o gelogo. Ilavendo dcscoberlo peixes e os-
, ele-
sofro nativo. Estas materias foram deseobertas pe-
lo Sr. c.ipilai do corpo de engrnheiros, bacharel
Joao do Siiiz.i Mello e Alvim a .100 braivis di Ulna
das margena dorio llajahy, perlo do arraial da colo-
nia nublar, nu municipio ,lc Lases.
Scliisiosbituminosos exlrahidos de grandes cema-
das di mono do laxo,'pelo Sr. Iiuiluerme Bouliech.
O morro de lavo perlence o municipio de l.ac,
c esla' a.10 lesnas do lilloial.
Itio Grande do Sul.Duas amostras do carv.lo de
podra, estrahidas de ramadas situadas a 7l palmos
de profundilado rm un puco aberlo ein mu dos dc-
posilus carbonferos do llerval, pelo miuciro Jobns-
ton.
losseis animaes,O Museo lem rerebido sraudc
numero de ornadas do mamiferos lerreslre, c iclilyo-
lilos das provincias das Alagoas, l'ernambuco, Babia
c Cear. Estes eesns foram colbidos pelos Srs. l-'er-
nando Malfeld, J. Ilriinel, Jiliz do direilo de Monte
Sanio lyenla de Cansansao e Drs. Jos Vieira
itodrigues Carvalbo de Sa e Mareos Anlono de Ma-
cado. Estes dous ltimos aenhores foram os que li-
zcrain asmis ampias colbeilas, o |irimeirodc os-a-
dasde mamiferos, c o segundo de peixes. O Sr. Dr.
J. \. II. Carvalbo de 8a cuviou S*i grandes caixoes
com ossadas colindas mi municipio do Peuedo por
meio de escavaeoes mandadas fazer por elle em va-
rios pontos ,las margena do no de S. Francisco. O
Sr. llr. Marros Antonio de Macado viajou perlo de
dous inezes as ridas planicies do municipio do
Crato, na provincia do Ceara, sujeitou-se a mil n-
cominodos e compromelleu sravemciilc a .sua saude
para eollier muito- exemidares ilo- |ieixcs fosseis que
exislom ilisseminados naquell.is vastas planicies, os
quaes cuviou em IS caixoes, assim como grande
numero de mineraes daquelle c de uniros munici-
pios.
Brevemente se publicai.i as inlercssanlissiinas
memorias drsles dous Ilustrados magistrados na lle-
tista 'l'rimensal do instillo Histrico, c no .'uu-
naba'ra. Neste ultimo peridico encontrara tam-
bera o leilor uma memoria com o litlo de A'o/i-
eia sobre o< fosseisanii, ae.ale, agora encontrados
no llrasil, onde adiar alcinnas informacoes acer-
ca deslcs iulcressanles restos da anliga animalidadc
do globo.
i. li.
llio -2 de Janeiro da 1835.
Jornal do Commtrcio do Rio.]
iristoerua das letiras.
A illuslrissima municipal cloroforinisoa-se por
uma voz ; ilorme o somno da muri.
Comiuutiicou-ini o IIoi|iiiiIki i|uq lia poilcos da-
nrn rma o malignaipenta castrado, um individuo
por urna mullid, cora quem sen maridn Iravara
uma lula : cssn infeliz lica liasianio enfermo. De
uulra occasiau Iho mlirirei mais minuciosamente o
occorrido, j que" l'roeopio Castrado procura,
loltx virilius avndicar o (acto, por que ja fot victi-
ma da niesina caridade,
Gnol liy, iny ilear. Saile, que
O lempo ila vida
.Se ilovc pon par,
Qiii o lempo perdido
Nao poilo vollar.
O lempo inm noihi
O lempo tem dia,
I", lem a iri-lc/a
K tem alegra.
O lempo al podo
Mudar ooranic,
O lempo, o ausencia
Arrcfeconi eorares.
ilij dcar nao te esquena
l)u quem liriue le aprecia,
K ncsla cruel ausencia
l'crdc a tua rmpanlo.i.
Helladona.
uma dr,e eslenoado de forjas por falla de alimentos
fui por mun mandado couiluiir aquello hospital, al-
ienta a sua qualidadc de pertuguez ; consistindo essa
repugnancia ou recusa em dizerem, que sem ordem
do Sr, Alenla, do director de semana, ou minlia a
n.io pudiam fazer ; quando be sabido, que nao leu-
do a polica ingerencia..... tal estebelecimenlo, lodo
particular, n.io poda lazer aeompannar o doenle de
ordem sua : accrescondii que leudo u,n de incus ins-
pectores, l.uiz tionralvea Agr Jnior dado psrtedo
uesepassava ao Sr, Beruardioo liomesde Carva-
lbo, que conslava ser um dos directores de semana.
l'aqina .Irulsa, rea- j por um seu escravo, o qual foi prr-o ni loiilineiOe.
mostraran os encar- O ca-ose ileu na ra de S. francisco da maneira e-
cenlc i -nuil.. : iu,lo o nesro enm a lina de de-nejo para a
isuez.qiie praia deiraiiioii-a na e-rad.i. brisaiidi. raixriro-
com o nesro, elle pe.-a do pao, Iraz, t.*i. trs-,
empurra na cabeca do seuliir. Fcz-se nuinediala-
mcnle corpo de delirio.
I/asa lelararo. srs. irdaotsrB i Leudo
ola manlia.i useu cuuceiluado Diario, no arliso
Pagina .Irulsa, que leudo fallecido primen,,
bartono etc., rege Vasos, queiram ssajasir-ea an
nunciarao publico que nao Lo primruo lialili.no
que fallecen, porosa o feliz asanla Sr. Feassrtu*
dallo-loniba, balsa pruluudo da rmnpanlua.
Apprnveilo i ocrasiao paia Ibe pallicipar q,,c a
coni|ianbia esl gavauda per.-ila aydr. e que ler'.a
nu quera mira da prxima ersasasa leta a isatu .i
este duendo que ia providenciar a resuelto, deixou eslrear-sc dianlc de-te inlellisenlc publico ; pnMi-
cum ludo passar duas ou Ireslloras sein que ippare- raudo eslas liubas inuilo nbsrqui.irao ele que lem
eesse no lugar, ou mandasse ordem para ser levado a Inora de ser de Vuics. alenlo, venerador e malo
ao hospital o supradilo l'orlusuez, sendo ueceasario
que a policia lomasse a iniciativa, mandando levar o
liouiem aquello bospilal ou ao de caridade, no caso
de apparecerera alsumas dilliculdades no seu rece-
bimeulo, o que succedeu, sendo preciso, para ellas
desapparecerem, quo o inspector se compromellessr a
levar a ordem do direclur de semana, que logo de-
pois loi levada.
I'odem pois Vv. Ss. fazerem de-la o uso que fr
conveniente, reslando-me confe-ir que sou com a
ni,or consideracAo, de Vv. Ss. inulto alenlo vene-
rador ele. ele. Jos da ('.osla Dourado.
Kccifc :l de Janeiro de IS Vi.
O Sr. Dr. Sabino O. I., pinlio. prc-idenle per- i
peluo da soeiedade llomeopalhiea Boneficente, nos
onliou alsumas carias de Alaccio, escripias a S. S
('. /. .1/. Ilamonda, Cmprezarin da cumpa.ibu
Ivrira.
iN.lo leubam receio as familias de l.a ub.ir na
casa para lal preparada pelo Sr. Aniomo ltaim,in,l
de Miranda. II i abi muila lioneslidade. Mpta I
asora somos iulormados.
Leilor, procuram-uos, c mis akmem.
0 .llr Mi/inAo*.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
FERNASIBUCQ.
ltl CHANDE DO NORTE.
Villa-Flor 20 de Janeiro.
M'jdcar.O lempo c a experiencia lom-mc
convencido que, os que cnienJotn, que renuncian-
do intciranienle a poltica sem se Jarean ao traba-
llio do pesquisar qual o caminlio, por.que condu-
zem o paiz, se esle caminbo lie directo, lorluoso,
perigoso ou nao, lem obrado rom acerlo, illudem-
so. Assim como nao quero quo so ponliam
pi'as ao governo, quo se Iha forgom embara-
zos, se llio lolliam o livrc a necessatio exercicio
de suas funecoes, lamboin nao approvo, que affas-
teino-nos ilolle, porque, os que governam sao sus-
c?piiveis de engaos, erros e paixoas; por eonsa-
goinic lie mistar "oe e;lndomos suas ntencoes, c
examinemos com madnreza o jiffto prudencial
sens aclos. Eslas verdades sao de primeira in-
Ujicao, todos llevemos conhoce-las, o senli-las :
Quando o governo erra o povo lie quem solTrc.
Nao lia paz vcrdadeii.i, nao lia uslabilidadc na
ventura dos povos, quando o que governam, nao
lem por bussola o liem gerale quando o inte-
reese particular falla mais alto, qifo o publico, os
povos gemem : purlanin nao me apraa ser indilTe-
rente, desdej. a marcha de governo do minha
provincia, porque quero dar a Cesar o que hade
Cesar, o a Dcos, o que ha do Dcos, o seguindo a
COMAUCA DO BONITO.
II nulo Jt de Janeiro.
Nuxcm negra que os areescarece
Sobre nossas calieras apparerc.
lie Iri-lc c alllicluo o estado de Papara- a diz-nw
uma peia que anata data receben uma caria de ti.
por pessoas unpui lanos daquell lugar, da> quae-nos'ra"!"",s: "l'aparaca be usa tseSN SjH Trujt mil.
appressamos em exlrabir os tpicos priocipaes que di- : B*"" murlanoade a um niiin-r.i cv. e-iv... e hn|e
z.in respeito a eseellencia da homeopalhia e da pro- c'ilcrramciilo dus cornns j est a carso !-.- pasma.
Iicunlade della no Iralameulo do i bolera. I'' "r- Amazonas sucumbi da pesie, e o Dr. \ ein
Asradccemos-lbo o presente, Sr. r., porque ludo es,l', ls portas da morle, mas se acba l->ra que lar a bem da bumanidade nao nos exbinnmos de "-0-"
liesis para
rain bem executadus. Islo toi paren
der dizer-lbe alguraa cou-a.
-Os bomens que aqui cbamam-se saquarcmas co- *" ff*0 aBe. v-duntariamento se
mecamamover-se. Uepoisdeum silencio glacial,! ^,B.!.'[f?,'iir.!?. 1"c i!
emque a publica se coiisideroii|um peccado mortal,
laulu que os depulados llyppuliloe Lima inollcraiii-
senas encollias e asarraram-se com a iniparciali-'
dade, falla-se na reslauraca da imprensu deslc ere-'
de, que a nao linda lia muito lempo. Dizem-me
que xai apparecer o peiiodico l'itaii do* Circu >>
cum a tim de arresiincnlar u partido, sol as ideas de '
cuuciliacao. Ouercui formar um ceutro na capital |
para lodos os circuios procederem de cumm-iin ac-
cordo no nleresse moral o malerial de cala um.Pre-1
(eudeuique a nova f-dlia receba os cscriplus ile cada \
um dos circuios que dcvtin ser solidarios coraos de
sen partido
transporto lestes iuteressaulissiuios restos da anliga
animalidadc do globo. Desta autorisae.lo, c do zelo
encarregram
seus csludos e
posic.lo social, resulluu a remessa de uma mullidlo
de peixes, -le ossadas fosseis de animaes terrestres,
de mineraes c ruedas.
I'rincipiaiei por dar conla das olleras, c depois
direi alguina cousa a respeito dos mineraes e ilos
animaes fosseis que se lem colindo em varias pro-
vin- ;as ditraurc o anuo passarin. A respeito desses
mineraes e roseis chamo a allenc.li ilaquelles que
qinzercm ler mais.amplos delallic-* para os .tttJilia-
dores da industria Saciomtl e Uuawbara.
is pessoas que lizeram olleras foram;
O Sr. JOBThomax de Oliveira liirbosa.l'm gru-
po do cornea, c S conchas, ei.tre as quaes -1 belices da
mxima do sabio Rousseau direi com elle: Silot
que quel qu'un dil des affiires do l*ttl, que
mporte'.' on iloil compler que l'tat perdu.
A impresa do uulro lado, que se resume no Ypi- 1 l'' :,~MT l '?' V ",'|,eri"'or, A1"
ranga, caramba valeole c ririe. As cousas vao li- ?? "? \)V "'*'0", e, 'lo \?F"*'" l'"k,"""
cuido assim disposlas ; o negocio ja cl.ei.a a allelo: l "\c,Ux ia *'*.' "11 "."lus'r,a Peroviana.-^palas,
creioque lindar* o aJoriiKc.n.e'nlo sera.. &\&>^}^l?T!!2JttJ^
quer que leja, como m bquiou o loligo sxstcnw iili;i*. quarlzo clllorilado* e um fragmento tic vegetal
bhgar con, facas e pistolas", c ora seu fugar se em- f",s" *' l' ',0. <.ran-le do Sul ;.. volu-
pregar.un os arsenal da rOHttUuin,,, %sses com- m*,le :su""'a"". -mpressos e gravados nos dous
bales radonaes polticos inleressarao ao nosso futuro I ul T' K*!?0!; oh^ h"le'""\.
ecivilisario o sr. Hodulpbn Warlinelds.l.ma mcdallia c 2
Cora a appariCau da nova folha formigam os perio- TTr^aaa- 'i C"'"i.' fSfu
dicos, n.io n.orrere.nos por f da de declamadora. Ja A ,d da Mocd" '"cdall.as
temo, o V/iiranga, vellio liberal ; o Amigo da /te-
tlgiiio, que enlcnde cura o Sr. bispo, assisnalandn
lodos esses lacios que a COnsciencia puldica re[iellc,e
quede cscripiopor pennas de prestigio; o Crrelo
l'aulislano. que de offi-ial, ou so mo lie oRlcial de
cadete ; a Camelia, que Irala -le lagrimas, suspiro-,
gemidos e roncos, c lodo esse negocio de amores
jornal-las senboras.) Asora a l'nio das Circuios,
que tratara de circuios,quadradus, augoloae Iriansu-
los. Veremos o que faz a nuva poltica geomtrica
Uta alluviao de lornaes para uma su localidadc
,i,,i ..,, -,, *-------l ."=,,-.,.," 'i/-/tn> i-dio una so i nano lie
Col.lde. Ella Irouxe-ll.c dons m.llioes de francos iraz falla de compositores, e mesmo de lypos. Te-
lll- P non- lo,.' nt'ti^ n .lr H l.1. .1,. ... _____... .C
de dote; e duas vezes mais o valor da sala do en-
ligo palacio do duque de Saboia em :l.xon.
Mas ao passo que as cousas i.ini muilo dem como
um bello ras.-fhcnlo. arrebeutou a rcxolocao fran-
ecza. A conquista da Italia por Kapoleao airui-
nou-o, compellio-oa renunciar o I iluto de duque de
Saboia, e dcixou-o na posse da pequen i inroiiquis-
lavel ilba da Sardenba. O Forte de l.i Uadelens
lem a honra de baver balido um alaquo de arlilba-
ria enmmandado pelo joven general Bouaparlc.
A Ib de oulubro de 17% morreu el-rei, arruina-
do e fallido, de um ataque apopltico, cinco me/es
depois do desastroso tratado Uo Pars, cm virI me do
qual elle cedeu lodos os seus dominios em Ierra
lirme e o titulo de duque de Saboia. Foi succedi-
do pelo lilbo, Carlos Emmanuel IV, que fora edu-
cado por um jesuta, e fui lo jesuta como um bo-
ineni fraco podia ser. Foi obrigado a refugiar-se
na ilba de Sardenba, onde ebegou, protegido por
uma fragala inglesa commaudada por lord" Neisou,
cm marro de I"!)!!, e foi recebido com enlbu-
siasmo.
A Sardenba linda sido uma especie de Irlanda do
Picmoule. tratada da mesma maneira que a Irlan-
da quando tlurke l'o reseilado por Brislol, e ale
depois que Sydney Smild escreveu as Carlas de
Pedro Plxmley. 11 O ultimo rei linda feilo muilas
concesioes aos sardos. O rei jezuila comecou re-
nunciando os tratados solemnes que linda assignado
com a Franca, e revogando todus as concess.'S fal-
tas aos seus subdilus sardos por seu pai.
Augmenlou as laxas, e apoiou os bornes feudaes
cm todas as suas eiaccies lyranicas. Aboli o con-
?ellio de Estado, e fecbou o'.S'ainenli ou Tarlamen-
lo local, i........lo experimenlou os insulares al o
nllimo poni parlio, sob a idea dereassumir o lliro-
uo do Picmonle, depois da victoria de .Snwarrou.
Mas a lu,illia do Marengo pfa termo a esle sondo.
Depois de succcssivamenle viverem I arenca, Roma
e aples, constantemente perturbado pelo progres-
so das eonsquislas francesas, cm mareo de 1SIIJ, rc-
sgnou o que elle edamava sua coroa de espinlios,
em Tavor de seu irmao, Villorio Emmanucl, que
lornoii-e memliro da ordem dos jesutas cm IKI,
e morreu no mosleiro desta ordem cm 1819.
O reinado de Villorio Emmanuel pode ser des-
cripta cm urna sculenca. Depois da Reslauracau
cm tsit, que junluu Genova ao reino da Sardenba,
Von Kauniur refere que cl-rei pcraiintou a o que se
deve fazer '.'.- Por sele pennxs, Sr., respondou
um vellio ininislrn, marques de Carabas, vosea ina-
sestade po-le por as cousas na meldor ordem imine-
diaiamenle. Compre um anliga calendario do Es-
lailn feilo para o anuo de l71M),e colloque ludo co-
mo vossa masesladc adi encontrar. El-rei are-
lou e pralicuu lillcralmcnlc este prudente conse-
Ido. I'e.-".lmenle foi um domem rcspcilavel. En-
Irara em um solemne romproinsso cora a casi
d Austria -< nunca dar aos Picmonlezcs nslilUicOes
liberaos. .- E quando, em seguimenlo da rexolu-
c.io despalillla, arrebenlnu a revolucXo italiana,
ellnabdicouem favor do irmao Carlos Felice.
Enlao depois de poucos dias appareceu, como re-
gente c sustentculo da constiluico liberal em Ta-
rn, Carlos Alberto, principe de Carignan, do ramo
mais moco da ca'a de Saboia, ramo esqueci-lo du-
mosaqui apenas tres Ivpograplna-,entre ellas s a de
Marques IrinAo esl bem provida. Scdalu viesse al-
guera com luja do papel, inesmocom sua ofliciua Ix-
pograpbica, creio que faria vanlagem. Pede-se prc-
JO fabuloso por qualquer publicado.
O corrcio das villas, qneehega neste momento,
nada Iraz de inleresse. Em S. Hoque um infeliz,ru-
jo come n.io imporli, encontrn a inullicr em acto
illicito. Malou-a, e lusa cntregou-se expoulanea-
mente as juslicas. Pcnsou, lalvez, que anda vigo-
ran o antigo Direilj / ,. o .
mcdalbas de cobre cu-
nbadasem honra de S. Thalberg, uma m unala gra-
var pela soeiedade de msica, c oulra pelo llo-picio
-le Sania Tberesa.
O Sr. Jos Riueiro da Silva.l muedas de ouro,
prala e cobre, rus-as e multo antigs: urna canoa e
duas obras de nsso de balea, industria dos habitan-
tes das libas Aleutas.
O Sr. Jos Antonio torres.!i niocJas do cobre,
de diversas minies.
O Sr. Joao de Dos de Mallos.10 passaros de
diversas especie*.
O Sr. Alfredo Sohier de (iand.Uma funda rom
as competente* bailas, arma oHensiva de que lisio
os habitantes das ilbas Madivas.Um Polvpeiro
Aluininilo com Melautena.Um Iragmenlo'de quar-
lzo dx alio ronlenlo no interior crxslaes de aguas
marindas, de Mina*.
OSr. Jarques Uriinel.rnalos de penna do inJ
digena da provincia da Paraliiba do Norte.Itii-
i.es, cascas e frnrlos, proprios para lintoraria c USOi
medicinaes,lina massa de benjoim.lina amos-
tra da bella madeira de marcenara condecida cum o
nome -le paovioleta.Varios fosseis, animaes du
Una nurem prende -1j graves acontecimentos
era esperada,, parcoindo toldar o nosso horisonic :
caminbavamos a passo* de gigante para umn crise
demasiadaassustadora, oque tom sido -empre fa-
tal, porquo a provincia (\n illo lemporo seus pre-
sidonlos) tinlia de exercor o mais solemne dos"ac-
tos, em que os cleilore--. neis representanlesdo no-
vo, tinham do fazer uso dt seu im.T.enso poder, de
sua soberana einfuu approximava-sa as eioic para doputados provinciae, iratava-se [lorumoda
feliz ou a fatal senteiica de nossa futura sorlo.
As enses vilenlas por que lem passado oslo meu
nindo lao amado, de corla poca para ni, quando
lratara-ee do eleicoes, sao do paiz inieiro lioiri sa-
bidas, seus clli.'ilos sao ainda onsivjis, 08 estra-
gos quo aps si le:n dcixado. ronlinuam essenci-
alinonte funestos, c finalmente os desmandos eclio-
canles arbitrariedadess leis n cada pass calcadas,
a virio,le enlmenle ultrajada, a moral vilmente
sacrificada e o mrito sacrilegamente deprimido por
invejosos acobertados do poder, ludo .. ludo, ain-
da oxisle gravado na memoria de todos ; c memo-
rar essa poca que felizmente j l foi, o recontar
fados de fria moldado, s servira de agurar o pu-
nlial, que nos foro, a dor quo intimamente nos
pango.
Duranio essa poca de ferro, o cm apuros itio
crticos, o vicio nercorria livremenie de eolio er-
guido, a Segranos de propriedadu, na pliraso do
Sr. I'imenla liiiuno, pedra angular, e primeiro fun-
PAUAIIIBA.
IS de Janeiro,
l'.m nina de minlias ullunas, commuiiiquci-lbe a
ebegada de dous mdicos, e uns estu.lanles da Ha-
ba, para auxiliar a populacao na lula com o chole-
ra, sendo d'e-les lies Paraliidanos ; asora. purera,
leudo somenle a acre-rentar, -pie quedes Hlela-,
discpulos de Esculapio, que linda as receilas pando-
radas na porta du leinplu, exisiram, os formados,
vinlec cinco mil riii* diario* ein quanto cholera n.io
llOUvesse na provincia, e quareola loso que lives-em sendo -le inconstante r
O prazer de descubrir o primeiro caso ; e os e-lu- rere-meque be n ni t
danlcs lambeni se foram aquindoamlo. ue parceria
com o bolicano, coinseus dez mil res diarios, cm
quanto a bumanidade nao gemesae, e viute quando
ella cumerasso em sen canto de fllicc.lo.
Os esliijanles queriam mais, que o governo lizes-
se o impossivel de garantir-Ibes o anuo crrente
acadmico ; e lodos esigiram todas as despeas pa-
gas, levando uma csageraco ou boin gosto de pedir
um par de botas, coxim, e um boin selluu ; o que
n.io aliaiicu. porque nao fui Mcrelle.* quem me con-
loo.
S. Ese. salvando a gar.inlia do auno, que nao po-
dia ilar, e pequeos detlbts de commodidades, como
bolas e sellun, accilou, por furca das circomstan-
cias, a alentada proposla, e quiz ante* sull'rer a larga
sangra nos cofres, do qucdelxara popularan sem
soccorros.
Me cerlo que mudos pensara, que podamos liem
dspeu-ar laes auxiliares, nao so em vi-la da pobreza
ile lio-:* provincia, como porque qualquer iulelli-
seuci.i mediana pode curar boje o cbolera quando o
paciente bouver Ut resislir a inolcslia ; mas en como
nao sou fatalista, enlendo que .empro be bom ler
os bomens -la ario.
feilo o ajuste do quantum c len-lo alguna oidem
de-alur para os lugaresameaeedos do Dagello, por
existir elle n'os*a pruviucia, em lugares prximos ;
ei- que principiara novas exigencias, dizendo dous
d'esla provincia que queriam os codres -ira, porque
llies nao la/cin mal ; mas com a cundicau de lic.ir na
capital para soceorro de suas familias no caso de so-
rcm anudadas, e oulros que n.lo queriam perder o
anuo, e por isso desejavam no coutralo a clau-
sula de deixar a commissAo quando llies aprou-
vessoa
Seria cerlamcuto laes eoiltratos a realisarcrn-se,
os inodello- aos contrato* para os vindouros.
Assigua, nao assigna, sade, nao sade, recusou in-
leiraniente um, e outro que recusou arrependeu-se
ein Viole e quatro doras ; e assim vamos an-lando
qualro dia*. sem poder pl-los a caminlio \ e nao sei
se doje to-narao a estrada,
lie mais un dos lligcllns, com que nao con-
lavaraos, o tal contrato de medicas o seus a-
deptos.
Devo mencionar os noracs if ellos, afira de que o
paiz Ihesseja grato, pelos seus sacrificios.
Drs. Manuel Munteiro dos Sanios Peona, e Elov
Jo* Jorge.
EsludanlcsFrancisco Antonio FernandosFaus
publicar
e ..... I culi i ura badil pliarraaceulico engajado
na Babia na dirceco de uma pdarmacia nesla ci-
dade por conla do soverno. Elle lera preparado o
espirito de rainpliora, que faz parle dos medicamen-
tos liomeopalliicos por V. S. aconsclliadns no Irala-
meulo do cbolera.
o .....Era algumas localidades da provincia o cito-
lera vai sendo combatido exelusiramcntc cum a ho-
meopalhia, c mnrlalid.ide por ora nao de grande.
Nesla cidade o Dr. Manos Porte xai l'azeudo im-
poitantosservieos. Me um liouiem lodo devolailo ao
inleresse e bem -la bumanidade. O u-o do limito xai
II nosso II unto nao vai mal denlin. no arrabal-
des da villa e cm Bezerros; por que a molc-ha con-
tinua benigna, porm nao em uma e nulr m.r.em
do I na. B irra do Kiacdao, terreno SSJBS lermo e de
Caruaru, ol'. dor! esta nina Papacara em nonio
pequeo, piincipalmenlc para n nutro la-ln; f,,i an-
Ic-lioulera que ca rliezou a noticia, e loso o delega-
do pedio para ir all a ncaiisavel Dr. Pindeirn. .pi-
de la xollou borrori-a-lo, r Imnlem cabio com os sis-
naes da dneuca. pateas amanlicceu m- lli-jr.
I luje -egue para a Barra do Ko.cli.io r Cala n Sr.
.lo-a Mana Uraincr a inslanria- do delesado que Ibe
prometleu orna sraliliearao, na xer-lade -e elle -
ullado nesla provincia. Pa-iOSMumhar a commissao, como el,mi que de-rmne-
rma f.ilal no OiO do* igno-
Hfyttes. Nesla cidade a sua applicaco lem sido be-
nigna, mas cm eral lera sido presidida por mais
ou o,-o", illuslrac.l......a l> i Eim. Sr. Sa e A bu-
querque, em i do correte.'
..... Sinlo o desapoiilnmeiiln [inrquc passou V.
S. qiieiendo reineller-me as carleiras bomoupalbi-
ca*. '1 em feilo muda falla. Espero-as brevemen-
te segundo V. S. mandou diaer-me.... Do raes-
iiiesmo. em IT do crrenle,)
<* ..... Com prser acedo a recommendacan que
faz.es do Sr. Marius Porle. Propuzeram-lde diver-
sos sendores de enscubos grandes vantasens para
que elle fosse para o centro : cu e alguna devotos de
llaiilieinaiin. nos oppuzemos sabida -lo Sr. Harta
nhnri, porque lem sua pratira de curar, e lano que
alo bem pouco lempo foi nesla comarca delesado lo
anliso conseldo de salubrida-le ; be digno de boa re-
miiiicrae.ln, pois, pobre como lie, c nnrrada de na-,
pequea familia, be mn srande -ai cilicio drita-la
para ir brisar rom a morir; leva arroz, hnlarh, a<-
sucar; da la absoluta falta dossas seero e muda
miseria, a morlandadc lem sido mais por Ma do
ressuardo.
Con-la-me que o rirurgialida rolonii queja li ir-
qui.-dado ira para Lase (irande. ,ui-le mal e vai
manifestando, c levou urna familia inleira, man I-,
mulber, J fildos e ora neto '. linhaui ido ao Hu-
ellan.
Aqui, romo ja disse, lemus mais recurso-, n.-rqr
la capital, eIbeasssguramos um partido de tao? **'* *ef*Jr curas, prnicipilm-nte baaanMeas-
rs. por mea em quanto duraase O cholera. Nao le- ticamente e ale eu, -ir rompa,Ir.r-iou feilo bmnil I-
mos do que arrepeuder-no- -le-*e passo :
o Sr. Ma-
rius lem sillo incansavel em acudir a pobr.eza, u lem
concorrido para que os estragos do cholera nao sejam
(ao grandes como se teniia. O llr. Baha (medico
servo da doulriua dos srmrlltautr*; porquanln be
condecido rauda vsattasjaaa sasa simples medM-ma
no mal que reina ; e se lorem adianto minba- ron-
vicr-les, como creio, brevemente por-en inlermrli.
illopalda nosso medico assistonle leudo empresado o '"' *r- J'r- Sabino imnlia prolissao -le Ir
Iralameulo bomenpalbico, Inita-se. de urna -lenle
quiz ouvir o Sr. Marius a meu pedido, e enlao live
-le appreciar lo-lo respeito de que lie disno es-e ca-
valleiro. O Dr. Badia aquiescen as indicacocs da
Sr. .Marius : a doenle esla boa...: Se ale aqu como
sabes, tenbo arredilado profundamente na exceden-
cia do sxsleraa, asora com o [ralamente -lo cbolera
lenlio-mc maravilliado a liomeopatlua lera feito
conquistas; nao da um medico allopatda, que nao le-
uda feilo eusaios c experiencias, c licain maravilla-
dos : Assim eslou muilojdsposlo a coa Ijuvar com to-
das as minlias forras a homeopathto, e como prest-
lente de Sergipe eu faria os inaiores bens a aquclle
H; Ca u.iru Ihe copio o trerlm/inho de uma rarla
de um amigo d'allr: A epidemia oa ainda nao ap-
pareceu neeU villa, como querem un, c aprr-
-enlou cora carcter Uta benigno, conforme outro-.
que anda se nao fez conderer de um modo positivo.
Alguna duvidam le sua existencia, mus ea perleu-oi
ao numero dos que prcleiidera que ja algn* ea-
lem havido, e a bemgnidadc rom qac se aprr^anla
nao -leve admirar, porque esas 11 i-ell rn-ttim en-
trar cm qualquer lugtr sem srande rumor. # ve-
zes de raudo irapcrceplixel e duvidoso, e depois que
lem explorado o Ierren] a sua vontade. asosla suas
baleras, onde mclhor Ihe couxem, eraliarsa a- ave-
Bio tirando do Norte t Cear.Fm grande numero
- j ue Janeiro. de mineraes destSS duas provincial e da Parabiba
uons annoi a Vroc, e parabens a'cidade do Bio do Norte
tJTZ"\ ,S?" '"lu"'u' 'li",J" : c '"""""' i O Sr. Candido Mondes de Almeida.-Schutos ar-
,1,7;,!! ,'"'" !?,{? eS-nl"- ?' ,0 I -.'"-"Icreos betuminosos,lo rio Meanm; liuconilo
10 dizeui osci(/..,n.,o cbeira bem de-! ,i, n,., de S. l.uiz ; cobre nativo da Chapada, colin-
do a .HH) bracas do riorajaliu : tu-lo da provincia
pois de :i das.
Aqu vamos desassombrados : o; repelido- rodales
falsos nos foi habituando com a idea liorroro-a, c a
coragem ja* vera chegando. Tardos, mas nao fal-
tn !... od que me comprometi fallando assim...
Itcliro.
iiulij-lbc auaunciadu que a sendora do Exm.
prcsidenle licava gravemente enferma, que o Dr.
Ellis capilulou a molestia de cholerina.
Foi segundo rebate falso, meu caro senbur, con-
formo asserera outro doulor ; hajam-se la'. O que
Ibe posso aniinnciar be que, efolizinenlc, S. Exr. se
acba livrc de pergo ; quo nenlium oulro fado in-
novo na quadra epidmica, se tivesse o auxilio de al- j "iJi,s c "aU> Je fazer fogo. Por aqui ha seo medo
guns mdicos homeopathas... Do Kxm. Sr. Cor-
roa de Sa, presdeule do Sergipe.Em IS do cr-
renle.)
..... O Iralameulo dumoopatliico esl raudo
acreditado era Macci. e -cus remedios sao procura-
dos de preferencia. Vu*sr sosa aqui lo raudos cr-
ditos, e seus mcdicamenlos, e seos livros devein ler
prometa exlraoao.... ( Do Dr. Pinbu. medico alh-
palba.Era 18 do crranle.)
O puvo tem tomado uma eouli.inei imnien-
pessoas da porern que parecem disno-las a romhaler
o ininigo cm seus cntriuciieiramenlos e a ferro fro :
veremos como se portam no da do r-m.bair.
Amand.la, ouxi dizer, que sabem para Capoeiras o
delesado e o Sr. versaos* Joao Pacheco Atoas, quo
nos vai r.i/eii'o acus serviros.
Aqui felizmente al boje nao tem liando egoi-mn.
O nosso vigario semprc esta promplo as asjaasssaea,
cmdora dos afcrlados, assim como o coadjutor que
esla re-i.lindo em Capoeiras. O Sr. Souza Srrodi de
Panellas lem feilo aclos essa eandosos. ja dislribuio-
do esraolas pelos nccessilados, ja ainmaiidn--. t>
|ierln de
sa na boineopalbia, e o lerror pnico que linba apo-
derado o povo, lera desapparecnlo cora as curas fedas .
pela homoopalhia. Aqu ralo ha mais lerror. As au- i ="" r?"'' "n Kt*ao do Corres.
toridades dcsla cidade estilo muilo salisfedas com a "'-"[ ue dalos, -ule rema a epidemia.
bomeopatliia, assim como de minha esla-la na cidade. \* "'egoo o novo promotor enlrou era exerrino.
lo Nominando Ueira de V.isconcedo's-jesuino Ar-10 numero de boticas que Ibe lem pedido o .prest- .J^S*. me" """I11"1 c miso ai.- oaMra e m>
gusto dos Santos Mello uarahibanosiAntonio Pe- denle desta provincia, lie uma prova do lavor que;for vnocoim espero na imn-ladc de Dros. .tu re-
reir -la Souzae pnarmaceutico Jos Caetano Pe-
reira Piinenlel.
_ Devo tambem declarar o nome do dittncto l*r.
Costa Carvalbo, que. tendo edesado com o Exm.
Sr. Cosa pinto, ainda nao Iralou de diubeiro, lem-
se pie.la.la gratuitamente a lodos quanlos, pobres,
solicitan! seus serviros em quaesqner molestias, c
lera muito (rali libado na factura das ambulancias,
no arraujo das eucoinmemlas das drogas, e era lu-
do quanlu a bom da provincia lite lem sido exi-
gido.
Nlo esqueccrci o do nosso patricio o esludaule
Abdon,que esleve aqui cncarregado da commissao de
visitas emalguiis lugares do interior, c tendo urgen-
te neeesshlade auno lindo, o inalncular-se no crrente, ollereceu-
se ao governo para vollar. logo que livesss concl ui-
do, sera fazer quesl.lo de quantum pecuniario nu de
commodidades.
Correo, da Ires dias, que o cholera linda invadi-
do a sorra das Mocas, c Aiagoa do Mouleiro, do ter-
mo de S. Jou d'esla provincia, [inmediatamente
oza ella..., lio I ir. Marius.l
-i .... Esla capital \> esta escapa do cholera, epi-
demia val declinando, q os caaotfao menos iulc;,-
sos. Temos brincado com os casos fulminantes, ap-
pl cando logo a campUora, c so tem morrido gente
que, despresando a molestia, ou qnerendo alara-la
cora ellas ou com limito a dcixara rdegar a poni de
nao ler mais remedio, c oulros por gulosos. Becom-
mcudo-llie muilo a camphora e a ipecaeutnhei, Es-
sle-j dous medicamentos sempre lem sido bstanle
para impedir a maleslia de fazer progressos.....
O escriptor acrcsccnla que Ires mdicos allopallias
que licaraiu na capital curam lioineopaldicanienle, c
cora resultados felizes. ;llo mesmo.Era 18 d-> cr-
renle.)
.... Pcrnamboco (era lalvez um l/indon mons-
Iro () se o governo nao favorecer a liomeopatdia, e
se os allopaldas forem leimosos. jCousta-me que a
allopaldia vai empregando o e-pirilodc camohoia
ilcdaixo-lo iinuie deSalva-xida.... Do mesmo.
Em III do concille.
-< ..... Iloliiem pelas nove horas da manhaa ca-
bido
lo Maranlin
OSr. llr. J.J. Raposo.Pynles cubica cmbulida
cm Cranwak, scbislo-o, dcS. Paulo.
OSr. Augusto Francisco Caldas. Craphtoen-
contrado em sua Calenda do Cabaugo, perlo d; Nic-
Iherohy, provincia do Bio de Janeiro.
O Sr. lieinini.ino Ferraz Moreira.Dous diaman-
tas do Sincora. provincia da ltadia.
O Sr. Dr. Jos Antonio de Souza.l.'ni oraba rei
vivo.
O Sr. Ilenriqae Antony.lima urna contendo
Ossadas de indgenas do Alio-Amazonas, encontrada
Paralo^ du^das\^' t^r.it'auTcu^ I ,. ** ""'......' ^ "U *^" -
sou que capilulode falso ; de a genio da sciencia.que I
pode brgar a'sua vontade. Apena* vou allestandn
que loda esla genio esl sua como um pero ; a' ex-
cepcilo dos guardas nacionaes avisados para o des-
tacamentos, dos funeconarios pblicos que solicitan!
lcenea, dos empregados pblicos que acordao tarde,
e dos ollciaes .la guarda nacional, que, aqui para
iij, ja ralo he essa faeeira guarda nacional. Esla'
llcando fia. Depois querem balidos, e cominen-
ds !... Ab Lmeii Dcos, que bem pregadas logra-
ees I... Pois se ludo quer pintar a casara. Os Srs.
ministros, que ueste caso fazem de pintores, lie que
pagara a bv pudiese.
Como curre doje esla penna parece a lal de palo
ou gan aposto, combina coinigo sobre a ultima jiarte do pa-
ragrapho. Viremos folha, c vamos au meu canhe-
ndo. Aqui esli,'..Banco de S. I'aulo.
Eslreou elidanle o joven .Vi. Abrio-se caixa fi-
lial do llano do Brasil, para ventora dos ricos e in-
fedri-lade dos pudres, que semprc sao lioracns sem
acedes.
A abertura bancal den sou tom a esta cidade ; ia
seouve fallar rreqocnlemeiile em acroes, deseontos
c entradas. I'icou isla com rara de prara ; e all na
ra Dtreita una casa cubera de caas, e'-la' boje no-
va c moeelona, razendo ligas aos ladros, c aos po-
bre- lamber osbeicos.
Iieixo ile eneher-lhe columna*, fazculo urna gran-
de lirada sobre as grandes vantagens desta instiloi-
roes de crdito : c*tcs lugares rommiins eslo muilo
ranlolresenlosannos pela n.lo violada deseenden-1 vistos: lulo ha ah marcador de roldas qoe n.lo lenha
cia na linda varonil do ramo mais velho. lisio Blancdi, ules de saber *c devia ir entregar seu
s austracos ulfocaram a revolucao descobcrla diubeiro para animar especularles llliejas. Limilo-
o Sr. Juvenci Mauoel Cabral de .MenezcJ. 37
Antonio Jo*-' Alvos Suido. 1,'in srn' real.
Jos' Firmion Marques.I m bellissimo
ida com o nome
na Dalia. Carlos Felice, saliendo d.i abdicarSodo
irmao, publicou uma proelamaeSo dictada pelo du-
que de Modena, era (pie amiuuciava que, lonsc de
consentir em qualquer mudenca, via a rebelliao c a
revolucio com lodos os seos furores sobre a pleni-
inc a dizcr-lde que boove uma vanlagem correlata
cora a apparicao bancal. As nulas do Banco do llra-
sil, que aqui andarn rumo lidias engaitadas, ja
acharara ura cslabelecimeido de caridade que asre-
cebesae em truca do papel fiduciario, queja circula.
lude -la sua aulori-lade real.]0s seus primeiro* arios | Cesson o agio. Assim sao as coosas da Ion;
foram a condemnaeao i morle ou a galle* -los du I ra he quo a especularlo ia dando, e -pie vein o Sr.
Ban-o, licitar agua na lerviira.
les revolucionariosa .diolirao da liberdade de im-
prensaencerramento das universidades de Torin e
-le I rnnv.irestaurar os jezuilas c rullocar a edu-
cara......tetramente na* suas mos. Sob oulro as-
pecto i-.....n moeareha benigno!
Morreu era abril de Is 11, c o ramo licou, feliz-
raenie para a Italia, exUiicto. Os arantes, remon-
t.m.lo-.-e ao scciil-i XVI, eiicunlrarain Carlos Alber-
to, prineepe de Carignan, o legitime successor ao
llirouo da Sardenba. Asna vida, anua abdicaclo,
sao parles dd historia dos nosso- das. File
II I un lo de reserva be provisoriamente de :|IHI eoli-
tos, e ralcula-sc a emissao necessara era biKi. Ficou
assim coii-ldiiida a directorio: Baranda Iguape,
O Sr.
0 Sr.
c.l-i -la e-pecie vulgarmente co'uhec
de Principe Alberto.
1 m Sr. esladante da escola de medecina.Um
crneo de macaco ; um -ilex um fetos humano con-
crecionado, e uma amostra de ouro era quarlzo, da
serra da Barriga naprovincia das Alagoas.
O Sr. Augusto Leverger, presidenta da provincia
de Mallo-Grosso.Esle senllor envin uma grande
quantidade de amostras de ferro olegsln e magntico
do morro de Potvarinho, as visnhanras de villa
alaria: de carbonato de cobre nialaehite) da gran-
de mina do Jauru' ; de sal inaiiulio exlraliulo d.s
Salinas do Baixu-Paraguay ; da resina denominada
Po-lireu. appllcada naquella provincia ao calafeto
da* embarcarles, a pedido do mesmo Sr. presiden-
ta ndicaram-se alguns meios de approveilar oslas
materias, racos que necessariamenle dsviam *er su
bordinailos ao estado industrial daquella provincia
Uto remota.
listes -ion* donalivospropriamente laes, relies di-
rectamente por particulares. Agora passarci a fa-
zer orna sucinta revista dos mineraes e fosseis colhi-
dus era varias provincias por ordem espontanea dos
respectivos presidentes, ou por recommendacan e a
expensas do governo geral.
Provincia da Babia.Oca vermclhatires argilo-
fcrrugiuosiiSrliislnsiicgrusciiin fragmentos de cora-
busiivcis.CalcreosLignitos terrosos, scbisloides
c compactos.Petrleo c oulros bduincs.Madeira
fossil alterada.Sulphalos e sulpburetos de ferro.
Ferro oligisto. Estas sobslaneias foram colindas pe-
lo Sr. Jos Francisco Tilomas do] Noseimenlo, cn-
carregado de fazer explorarOes no interior da pro-
vincia da Badia, era vanos lugares dos termos do
Marau, Itarrcllos, Cainainu', ele.
Carbonato verde de robre apandado nu riacho do
Amendoim era Sanio Antonio do Calu', lia Ida I la-
parir a. Por ordem da presidencia procede-se a exa-
rae* para derodrir a mina ou minas dc-lo metal;
descobcrla cuja importancia lie fcil 'le avahar, nao
i ..uiiente polo valor da inaleria c -eusii-n-, cuino no-
oinmen.ladnr Sanios Silva. B ,r.i...... helo, I Hoinaz I la lacil-lade de sua exlracca-, e transporto de um
.uiz Aive-, senador Ouciroz. Ul,dr ,,-, uraximo,,., ,,,,,,1"
niho, nosso prsenle hospede bem vralo, lizeram o Por tratar de rireulos. Verilcou-
Fallao mudo lias vantagens incalculaveis -lesle
estabelecimento ; mas a^crescentn-se que a idea
aventada pelo senador Multa, romo live orcaaiao de
i noliciar-lhe o anno passado, era mais vaiilajosa a'
u I lav.nir 1. I ii opinhlo de m ni lo* crculos
e a appiric.ln
Provincia do Maraubfio.Uesso fibroso, do lugar
denominado Pedra Branca, seis leguas abaixo da
villa da Chapada,
Provincia -la* Alagoas ivori.-is rorhaf, laes co-
rno arsila* Ideosa., com fragmento* de Lignito*, Po-
lillos ferruginosos, Schislos bduminosus, .gnitos e
seu reinado prospero e feliz, resellando os con-clho, 1 do peridico ra-lo d-,, CircuU,,, ,u, *o 'publica I slrure" \T ^nlolZT^arsins'do no
lamento c baso do edilicio social, em nenliuma
pariese jttlgava salvo das arrojadas tentativas do
poder, o pai dosvellado condetnnado a miseria, o
lilbo aguardando ser recrulado: etnquanlo que a
ignorancia, a caprichosa ignorancia ctnpunhava
orgejhosa o abominavel scepiro, que apezar das
pai\es, a felida ambico, fabricara cm damno
dos devores e direilos mais sanios.
A razao du ludo isso? llesponda qucn, inllini-
mado por fojo satnico, hndava: so os planos do
governo bnrlarem-se, un (eu d'mfer destruir os-
la bella provincia, romo outr'ora o vesuvie iiinun-
don Pompea.
Moje felizmente gotamos do uma poca de ou-
ro ?.'.
A provincia, scmclltanlo ao naufrago, que til-
lando rom raivosas ondas, agarrado com a dorra-
deira lalioado despedazado Lall, desfallecido pela
la.lis 1, vendo ao longe lona, por quem suspira,
recobra as torcas perdidas, e filando a lista sobre
a praia amiga, afanoso a busca, como porto de
sua salvarn, assim ella caneada de sofTrer c de si
mosina envergonuada, o desesperando de sua salva-
cao, ciicoiiiroii o Exm. Sr. Dr. Pasaos, que escu-
dado na le, c leudo por fanal o bom a doria deseo nomo, a lem administrado com zo-
lo e sollicilude, fazondo desappafacef odios o des-
coufiancas, acalmando os nimos, extirpando vo-
llios abuso*, c laudo discordias, cingiodo-se final-
mente opiniio esclarecida o dominante.
Gracas a Dos chegoil a poca das espeaiicas
em uns, o dos rocotos em oulroseleicos*,um
lugar de invocar-so(eu d'enferouvia-se par-
tir da residencia do governo aquellas cntbuslasti -
cas palavras, que symbolisam a civilisacao de um
povo ; que l/.cram rom que o iminorlal Brulo 1011-
cilasse os Romanos vinganca das maldados do
orgulboso Tarquinio ; com quo a cidade eterna nos
lempos de sua gloria resistiese ao audaz Porcuna.
aos san.susedenlo- Gallos, ao inoxoravel Pyrm, ao
viclorioso Annilial. Fot com aquellas palavras
quo dez mil valemos Grogos Iriumpliaram do du-
zculos mil esccliiidus Persas : (ni rom ollas que a
poderosa Grecia aimiquiloii os inimigOS cm Pla-
tea, o vendeu-os em Salamina.
Nao foi, seno a patria o a liberdade, que ani-
mando-nos, l/or.im-iio- independonles, quebrando
abominadas cadeias : |mr amor dolas a briosa
Franca, oa snica Albion lem proli-'.ili-.iilo seu
sangue ; por ollas finalmente o vcilio Portugal frac-
lurou, como sabemos, os pesados o ignominiosos
grilboesda mais dciestavel lyrannia; loi lambom
por ellas quo iiiinln pruviucia buje respira ; o um
subiio impulso do fciticeira alegra o d-: gloria subs-
liluo ao mais desapiodado abatimento o servilismo.
O amor sincero e acrisolado pela patria e li-
berdade, lie nicamente quem da brio e rorarjem
aos povos, solle he capaz de ennobrecer o espirito,
o prepara-lo para .grandes empiezas ; por elle
Horco: a Franca, os Nortes-Americanos, a pode-
rosa o fria Inglaterra ; por ello morroram osAlbu-
qnor-pio.*, ns Leopoldos, os Romas, ele.
Nao fio n vil inleresse, c nem lao pouco a male-
dicencia, quem me apara a penna ; nao, presumo
sor ndepeudcnlo, c com Tbomaz Paine direi,
Indapcndence ( and Liberty } is mj happineet,
aitil i uien> Ihinr/s as thcy are wilhoul regar
lo place or/irisan ; uuj rOinUrlJ il Ihe toortd,
and mij religin is lo ilo good.
O lllm. Sr Dr. jitiz. dediroilo Gusta Lolm por
aqui andou. Tive o prazer de lomniuntra-lo, e
lmenlo-pie um jurisconsulto do lamo e lao variae
dos c.ioliecimeidu-, de om carcter demasiado "in-
cero nao nwreca. um lusar distinelo, que o relegu-
S. ElC dclerminoii, que seguisse para alli oeslu- '"" lulmiiiado por um forle ataque do cholera onos-
so cozinheiro escravo. Koi soccorrido immcdiala-
ineute, e gracas a lionieopatdia da algumas esperan-
zas de vida. (Do addilamcnlo ao Bolclim do Sotl-
r.iador .aguaito de 17 do crrente assignado pelo
I viii. Sr. presidente de |Alagoas.
'Pernos mais uma carta do Sr. Tidurlino Pinto
de Almeida, delegado de Sanio Anuo, c asombro
importante da coramissAo de lOCiedade Homeoptica
lleuelieenlc naquella cidade.
lllm. Sr. Dr. Sabino Olegario langero Pind.
As minlias lidasse lem multiplicado de maneira.-pie
linda ralo pude escrevsr a V. S., o que agora fa^o
louriicr
.Vil
branca
mira '.'
.1
. I.ollcgi
1 o J., a seu \\
cu nao de S. S.
Iiaraiibuiis nolicia--na*, lem
enlao ia .. <--qucrea de
Carla particular.)
danta fausto Nomiosiido com urna ambulancia ,
mas reousando-se e*te fez seguir o Sr. Aulunio Pe-
reira de Souza, bem como o Sr. Fernandos para Ca-
liaceiras, Jesuiuo para Campia, c Dr. Elov para o
Pilar.
Nao tamos al doje lido oulras noticia, que veri-
liquern as prinieiras, e au contrario corre que
aquella n.io be exacta. Dos assim o queira.
Anosaasalubridadc lem soflVido alleracAo.e vSoap-
parecendo urnas conslipaees de mao caracler, que
lem iii-rlo algumas pessoas.
Anle-liunlem livoni-s unas fortes cliuva*. c creio
que estamos cora o invern. Os serlts estilo inui- mesrao cm um momento em que sou avisado de ler
lo seceos. Os genero-alimenticios leeni subido a I *do acommeltido om individua no lugar da Ponte | se lem erapresa-lo a quola da-la annualraenle pela
COMARCA 1)0 RIO FORMOSO.
Cidade do Kio Forinoso 1.1 de janeiio.
Cltarissinto SSBHSr. Era materia de -iconlc-l-
inenlos nao be possivel haver uma qairena inai- es-
tril ; nada ha de novo ncsla vclha Ierra, e |wr iv>
ja v que eslou cm tallas para rabisrar urna Ir n la
narrativa do que por ca' lem havidn.
Seao monos di-pozo-da inlclligcr.ria.bom sost-,
c sal deque dispe a redactor da sua l'aeixn /-*/<
que me parece ser o velho aldea de Ipojuca .en-
lao cscoldcria um poni ou lugar c-numum, como
cli.un 111: o* enlendidos e sobre elle dicriara ; mas
usudl... minha penna b muilo rombudasmh.i ;
nao da* para lauto.
("ora ludo semprc direi alsuma cousa, ainda que*
seja do auno passado : mas em que fallare! ?
Adi lio que eta' a Hitarle, gordio oa a-
j do como diz o t'.oiinbra u litizilis, o A-k -/>,/- /--
iaoor al.
fallar-.1 -obre o estado de njina, de filia de aosaSa
da nossa matriz?
.lias o que posso dizer. se nao qu le -i hividi a
maior delaixo, o maior indefercnlismn no que -li/
respeito a liraprza, c esatsaroaajao do templo qae no-
serve de malrii".'
Esse templo nao esta' I nimbad-,, lem o Icrlo ar-
ruinadissimo. lalla-lbc um forro, a- parole- e-tao
denegridas por fora. que 1,-r-ui medo ; 0.1,1 lem em-
liui os arranjos liecessarios e nem a devida limprza
de ura templo cdrislao. Eulrelaiiio nao sei em bsm
um prere exagerado, devida cm grande parle aos
especuladores que esla 1 comprando e airainlllaiido
para o lempo critico que e-poram durante a epede-
rnia. Esse escandalosa mercado faz-se na inesma
casa do mrcalo, e por ordem de alguns empreados
da cunara o lalvez vercadores.
Os dous liscaos, dos quaes 1 lie leudo dado co-
nliecimeulo, estilo suspensos por falla de cumpri-
menlo de seus deveres.
Na Ara dous irmaas cae indo, loinuam-se um
victima, e oulro assassino, por easoalidade ou pro-
posito o que ignoro, em cousequencia de desfeiur-
se urna arma.
Na lu-lopenleticia dous Ihuggs desfizeram-se de
um pubre dumem sexagenario cacelada*
leste cidade, c pira onde seguio ininedialamciile assemLlea provincial, e csmulas tos liei*.
um tildo do nos-1 Inmuno Dr. ilitaucourl com os; Pude ser que agora da unpresso cansada pele la-
remedioa bonieopalicos. Appareceu o mal em Ca-I rorda ira divina, que nos aroila rom o lernxel lla-
riinbas, e por omieswdo Inspector veio esta faci ao Reto da |>c-te, resulte alguns mellmrameulo* |..- ,
meu c.inlio- iinenlo, depois que li non o primeiro ac- I esla nossa matriz ; ai-n como que seja cora lui-L-
comraettidn, quando ja cxisliam D enfermos, dos cciniterio publico fundado, da um anuo, e que ain-
quaes nesse mesrao da alea noule pereceran f ; 1 da se aeda como o deixou o Hxd. iins-ionario rapu-
lancei mao do altores Molla Canto, o qual esleve > cimillo, seu fundador.
slli um dia, mas sem proveito, porque os medicados I Se noque diz respeito ao culto divino ha luda
por elle vcreio lora de lempo lindaram, c ale hun-
tem suecumbiram I : pcssoai.
Ilojc lem alli estado todo o dia o lilbo mais velho
ilo nosso Dr. Hdancoiirt, e juntamente o reverendo
padre francisco l-'errrira de Souza llranco iralau-lo
de 7 .lenle- que exislian segundo a revista que
Foi recolbido a esla cidade, viudo do luga, An- Il,l,lem jandei fazer pela policia, e ale e-le 1110-
onio P. 101ra do Nascimeulo, criminoso de tenlali
va de morle, era 1SS, contra Joao da Cimba.
Em .Nal 11 lia nao douve cleicao, porque no aclo
-Telia a mesa reliroo-se coma urna para casa do escri-
vao de paz ; e o povo tomando issu em considerarao
laucn mao das armas de Sanio F.slevao. Sua Exc.
raarcoii o di -27 do crreme para as novas eleieoe*.
Em S. Joao comecou a chaina,la pela qnalilica-
rao ile IHli, mas coiilieeendo a mesa o erro addiou
a eleieao. E-la marcado o dia -211.
Era Uvramento ia havondo Idta, a urna andn
ora via-sacra : 111.1* lornou ao eenlni -ein matar
oovidade, -lo que argoma murraca ou esperinha-
ineiilo, e o habito de um Irado quo dizein Unir
oscilante na pona de uma estaca da cerca. Oucni
lera roupa* frouxi* na 1 oa.-i em losar aperlado.
Aqoelle negro pendi, q-.e sacudido polo venlo i "
acenava paz, fea por cuniprir os deveres de que o,
religioso *c lima e-q-i culo, excitando a desaven- j
ca. (hl f*se devido ao fnebre pavilbo oft ao
amor a pode o caso he que o negocio como conxi-
iih.i licou em nuda.
linda -
menlo t doras da larde
isso n.lo commonico a V. S. o rcsulla-l-i.
Ncsla cidade s lem dado nao poucos ca-os. mas
acodidos a lempo pelos empregadns dos dairros, que
de cerlo mcreceni lodoO elogio, inlu lera sueruinhidu
algiini dus accninuiellidos. Alio ha ducida alguiua
Sobre a ef/icacia da homeopothia.
Ainda escrevia esta, quando volla da Ponte o lilbo
do Di. BilancooM. c diz-ine gue a pessoa accom-
dose den signal
lo, qae suecum-
dira doje a- '2 doras da larde um accommeltid-i no
lugar Ari'c
sepultado -
ou por pe
iiesam. V
.... --------., ^ .,.--
mettida, logo gue xt/ia applicou a
de eida. Agora mc-ano sou avis.n
-onligiio a C iciinba*. o qual lera de -^r
.no lodos o- mais o l'orain, pela polica
oas toralas por esla, visto como *e
S. verla lio Diario dr l'erimmlmra a
miseria, que idea devera' fazer do mais?
A cadea, 011 antes o curral de pao a pique, be
una ea.a velda, imniunda e sera as ne, e ana- ac-
coinmod.iecs. Nao temos um edificio publico.
Tendo aesperanca-leque ole anns a nos.a .-
embica provincial, da qual lie inembio o noss, jaiz
municipal, a instancias drlle laucara' suas piela>
voltarain, e por 1 e misericordiosas vistas para esla cidade. c no. baba-
litara' rom os matea oecessarios .10 sea melhora-
titcnlo.
O lerrivcl caniinhanlc, (esle brni.no prolerlor isa
tilho.s todos os lados, rada da a|ierla o cerro, e a lodo* m
raouiento* esperamos ura as-allo.
Uraeas as providencia* que s; xlo (nniiudo e ees
exeiaplos de coragem. dedieacao an bem -la linova-
uidade, que llanamente dio os 110--- jmz ac di-
reilo, juiz municipal delesado. i-re-identc ,1a cuna-
ra e reverenda viajarse, o nansa povo ma-tia-se m,i-
anini.i-lo. e c.lidiado
o momento em quo
Como Ihe diosa
Deas gue sr digac
na misericordia divina, e-p-1,
Heos quena punir suas lata.
ia pasosla, a retaseos manda
lirme nesse principio, e para
dividimos a cidade para melhor dar-lhe prova -l.i lunilla iiuparciali-lade quan la Ihe
eommodidada dus socorros ora lempo, c por um des- escrevo, parlicipu-lbe que a no-so delegado, a Di.
cuido 011 por falla mesmo -le lempo nao commuiii- l'heodoro lem uestes da- -Icseiixolvi-losiaodc aclixi-
quei a V. S.. do que Ihe peco por-la. uma vez que -la-le na per-esuie.lo ,1o criniimn,os ; c. Ac liamio-
assini se ileveria ler leilo. Meu araiso, nao lenho nia com os ci-la-l.io-linn-los, Irala ,lc rel'oriu.u I
lempo de tralar dos meus negocios somenle lodo em-1 montar a policia, caja pcopo-la ja' remellen, ou
Em tolo*
cia, loi a eleii
lugares, donde
leudo noli-
11111 ou
mal .
1 leda ein paz, vencendo
ou o accor-lo de aiiiui*.
impossivel dizer-se quaes sejam os
dentro os quaes deve sadir um liem
oalro lado,
Ainda lo
Iros felizes
aventurado
Eu eslou com Idc disse, fora de cmbale c
creio ine-in 1 quo anula mu milagro do* mais
estupendos, me au poda fazer senador.
Os camp.ilas so preparara para a nova lula,
quo prometiera ser renhida.
Cada qual quer preparar seu circo, c alli enlao
entrar 110 pugilato.
lieos pimun! 1 i|u*ou o. veja, por que hesignal
que escapci do cholera, e a cura.
Sal', e quanto de bom Iba ilesejo por infinitos
anuo*, cora ludas as ventura*, e quanto desoja.
pregado na salvacao d 1- meus oniiculadaos, e Dos xai reniellcr ao rhefe de polica
rae queira dar forjas e conservar livrc do mal para Este metate testbor iniiiln se lem dcstinguid-. r
prestar os serviros a liiiinaiiidade
Balamos festejando .1 OOSSO or.lgo Sanio Ailo.
.Mudo c-linio sua san le, 0 aqui rae lem disposta
para o sen sen serviro. Sou de V. S. raudo lenlo
obrigado, venerador e criado.
Tibttrltno Piula de Almeida.
Victoria 211 de Janeiro de IMti
grande parle lera as prxidencias ltimamente ,la
-la* para soccorrer-se a as que loem asacados 44
epidemia.
taz |iarle da eeeaotissao ciicanegada da eaaaetai
cm favor da pohffeao.
Oucr Vote, saber de una rou-a '.' I'oi- oura.
(jasado Uso eommuoiqoei a rc-uiudo do tMeeott
P. S. ChegOU do Cacimbas o lilho d-> Dr. Hilan- 6/ctMfo, disse-lhe que o llr. Uruinmmid fora virlima
court e o padre llranco, o ileixaraiu salvos d acconi- da* intrigas dos laes migo-,la hura.inidadr. e qoc
nietli-los. e aquellas pessoas a gaem anteriormente o Sr. edefe de polica n.m sabendu c,m qurin li.la-
PEi
T'af1
A>L4
deram os pre/ercalicos, nao lem sido acrommet
lidas. ; AsS horas da nodo.
lie cliogado, c se acba no Pina o hbil acad-
mico do medicina o Sr. francisco Neix da Fonseca,
K-leinoco no-so patricio prestou i Boma relevantis-
simosserviros, c agora mesmu vera de Alagoas, onde
era Parlo de Folhafl so distingui 0111
aos aneciados do cholera
v.i, fra entraado. Saiba agora que a* Batanos ic--
leniuiiba* i.i proco- 1 sao es que por aqui alcunliaoi
de injusta, c inlinida-la a piuniincia conira o IH.
Diiiiiiinoiid. a quera denomnalo de 1-oaV m,i.. 11
cnipapci rom a pdra-e : p-ra .10 amigo I'... que me
deeifre esla phrese Ja' vi e li nirs alie-lado da-
scus curalivos i cuja- no* quaes dizei que de l.d.o. mais lal-.1. e
lal-i-uno tu-lo quanto -o dis-e do doulor ; ruilim lie
PAGINA AVULSA.
1L ffi2i\ 3
AVia c o Sr. Dr. ilmeida.
la l.o-ta Dourado.OSr. I'r.
provedor di
A roa da Concordia esta tranformada ein una poslo por ellas, c ellcs nos como- da la
devasta Sodoma, do preciso qoe o inspector olhe I cenca da palavra, que. n.io tai ao be paria
para ella sera receio de so nielainorphosear em esla- cmpapativa .
! tu, de sal. E enl.lo que me diz a bat .'
Oh Sr. inspector! racu ncnhor por quera i.'uc laes sao o. menino, de-o Scr.io
I de ... lance s suas vistas para una quitan,leira que perlos que os dr /-' !
rom li
leaitar . 11
mai- IX-
mora no paleo da Sania Cruz, em cuja casa se abo-
lllin. Sr. llr. .lose
.lose U.Mnenla Soarea de lama Basto
Hospital Poriiigucz de Beneficencia, reclama ar-ia
redaccao sobre a inexaclul.in de una noticia que 'lea
a l'agina .Ictthii do nosso Diario, a respeito d'um
porliiguezreinolti.il> por V.S. para o Hospital l*OT-
logiiez Beuelicciilc, e comodetejamossatisfaier ao
Sr. Dr. pedimos a V.S. que nos illucide a este res-1 JJJ's
peitv) alim de que a resposta de X. S. sirva de recli- ,
licacflo.
Somos mili respcilosamenle, de V. S. denlos ve- [
neradore* 1- criados, iu un.
S. C. 21 -I- r-vereirn de ISCM.
lllm*. Sr, leiirioie-. t omsuraroo praxerres-
pondu .1 mu apreciavel e alleneiosa carta que ara-I
10 de ler a honra de receber de Vv. Ss., dizendo' ,'j
-.0 a vizi-
C--.I dei-
desairosa
lelam laido* esrravos, e n.io deixam repoi
nliauea nuil lanasvozerias. .Iniquile-im
dade da tiuin por honda,lo tua '.
Recebemos urna caria -uuiinanicnto
a um Sr. padre....
Pedo-sean digno subdelegado na i--, oc/.ia de
Sanio Antonio, que lauco -na* vistas sobre a na do
Calabouco velho, na dora conhecida vendla -le ura
onde vende-sc al

\'e|a era que .IraUn eslevo o llr. ohefe -le i-dnia
com que linorkis li-lou.
II 110-0 novo prouiolor publico ia aqu te acba
cora toda a familia.
Aquello amigoe grande talador da lil-ridad, I,-.
OUlrOS que sollOU OS |U,-,,. rm llairrilii- em o -mo
passado, dicen que c-t.i' maraad.....m a -ul- lastaja-
1I0 lie I na.... I 111 ..... a ni 1 ipieni meno- anda x.'i
O Antonio Ionio ja' e-i -pai-i bom da '
tnherer do dia sala tormo osada petaliamtMrae que levou.
agurdenle. o que tem resultado embriague/ e Kae foi nada, fui um pao pelo olho. Ooizeram
lesnrdem eciicuniinoilo a luda a xisiuhanra : islo soinciile tarar O duvida, ot o rouro daqoellc linl,., ^
pode o x isinho que constantemente be eneommndado 1 re-i-tenci 1 do de Kinoccronle, ramo du nui. pn- o
por rau*.i do tal vendelhao. la' Dui-li, nio enaule baila enea do rote be -n
I. .i. B. de C rnnhecido par I. das xiidlas re- cunda vos quo servo do ales
ceben lionlem dopoi* da* horas uma caceta 11 dada n-o Ihe pa*-am as hatl.* ,1a pello
1.0112,1 y.1 o seu.'iiii,
Os experinienladores Jo coeiu
1 em sanio ocio.
Ii.icaniaiie g
alhci- cohliiiiu
TT


De Sorinhaem nada me consta de novo, a excep-i sopliin polilica ilo lempo ral
cao da deinrtean do coronel Menczc de delegado, e | as ranse* da soriedado !
a sua suhstitoir,o pelo major l'ortella. Ouo a een*ora moderad.i e
Nao sei o que mnlivoii a deinisao do coronel Me- i invernaran seja urna das mai:.,
neiet, depois dallo etcjgiado pelo enverno. Imperial, j payernos livres. he eofaa que, nao pode padecer da-
::.a:-'C J^HB'O SEXTA FEU 25 0! JANEIRO SE 856
l>fl
pele presidente da provincia, c chafe do polica co-
mo li em seu Diario.
Iiizeru ns malvados de ni que os motivos nasceram
do u.-lo pelo qual fura elogiado.
Meu amiga, esse negocio osla Iflo intrincado que
nao mello dente. Cumiado hei pedir ao mea
amigo T... de lii que iuo de alguns esclarcemcoloa
a respeito.
l'.ir.i quem Rio tinha o que dizer na verdade
nao foi pequea a (irada.
(lomo raceaheea que tenlio mea geilinbo para mas-
saiite fac punto, deaejaodo-lbe como seos leitores
vida ; e nenhiimn sociedad,.-
liem constituida e orsani-ada
os erras e estiemal
e poderla rousidor.u
C o direiln de accosar
isar os erinVet dos asentes do no-
rt,("r P.....T" ""' tom orna di, eondirnos esscnciaet
de Mas ncohoni prudente diraLue o ataque directo,
.....Sgrestao positiva ao p,L,.ai dos so,,.,,, mies
urna horrivel epidemia
dades
de eaudc, dinheiro
O ffo-fornnneu*e.
Htm.)
felici-
te V.
rerc-
e-
BEFARTJJJAO DA POLICA
l'artc doilia i'i de Janeiro.
tllni. c E\m. Sr.Levo ao coolieciinenlo
Etc. que das dillereutes participar/es liujc
bidas ucsta repartirn, coosla njueso derama
guintrs ocurrencia-:
Koran presos : pela su!, lolegacia da fresuc/.ia de
Santo Antonio, Antonio Mafia de Seivas, 'que din
chamar-so Nicolao Pereira Salgado, por desorden).
E pala obdelogacia d i fresuoia da Boa-Vista,
o pardo Jose Mues do Rosario, lanibem por de-
sordem.
Dos suarde a V. Exc. Secretaria da polica de
1'ernamboeo *21 de Janeiro de ISit.IHid. e Exm.
Sr. conselheiro Joso Kcnloda Cunlia e Plgoeiredo,
presidente da provincia.O chele de polica, l.ui:
( 'iritis de I'aica Teixeira.
que
saja um progr
linlmenle, que o
arena.....le -e Iravein as dis
rcr-sa no mundo exterior i
Ixsc sobre os (arlos que Lai
can-a pnhlica.
Confundir, non, himem P> W.kI.. rom n lo
nano publico, lie urna Irracionalidad
Co E o csrriptor quajdeixa de Icr por norte a us-
ura, |>or base a decencia a por mxima invariavcl a
impamalidarie mai*
derramando por todas ja administraran da provincia do l'ianhj" nao era cou- i Baenne-Ayres por Montevid
>a impOMvel, ou anda dilliril a um homem que I eSaudade, AmorUn IrmS
clarenla ao actos da I dlsponease dmenos recursos d* lulelligeoeia, de
las prerooativas dos hour.idez e de experiencia do que o Sr. Ernesto.
(iSr. Ernesto Jos Baptisla, filho do Piaohy, um
dos i,,ainrcs prop'rietarios e ncsociaiitei da provincia,
relacionado coin as pamas mais conspicuas e im-
portantes dos ilous partidos em que se divido a pro-
vincia, deputado o assembla provincial desdo mui-
los anuos, i, era ronlac'.u immodialn com lodosos
presidentas e rom a< repulirnos publicas, pela cx-
lonsn de oas relaooos polticas a rommernaes, as
ugo dison de sran.te somma de ronliecimenUis cm
materia de adniinixlrarilo, lem ao menos grande ox-
I"'1.....ca noes nes.......s. o ,.,., ora preciso reror-
rer a eonselhu para desempeuhar rabal e alisfacio-
ramenlc cargo de presidente, as rircomslanrias
em queso acha j provincia, NAo pedia encontrar
embarace* por parlo de s-ns a Iversnrioa publicas
porque conla muilo poucos desallcclos entre riles, a
a poca ea descricito do Sr. Ernesto conspiran) em
rommiim a fazer que laes embaraces nao appare-
o as nslituicoes : ninsuem dir
10 \\ vida intima soja
em vez de oser
i icvcridade da ana-
menlo se lis.mi ;
ra-
se,u qualiuca-
IO Marra bra-ileira
ios (V ompanhia, 'i(Kl
barricas assurar bronco o ina-cavadu.
lina do S. Miguel l'atachoportugus eAICreiloa,
l'onsrra Mcdeiros &Companhia, i:|j saceos e -2
barricas assurar branco e mescavsdo.
Liverpool Barca insleza Reciproeilx., Jame-.
llrahlreeOv' Companhia, \,2(V} sarcos anucar mas-
cavado*
llaroborgnllrisue ingle/. Ereendt, Tin.ion Mon-
tn, 1,851 couros taleadoa.
HavreBarca rrauceza liuslave i-. Lawcrrc &
Coinpanbia, ttJl,saceos assurar bronco o masca-
."i muros p
rimeiiio iio arsenal de guerra ~2'.\ de jauciro de
iKVi.lirrwirito l'crcira (lo ('firmo Jmnr, vosal
e secretario.
THEATRO DE APOLLO.
alisoriao.
cera de carnauba,
l '-
restricta na aprcciac.1o dos far- rain
pensara que conserva os foro- de ente necessario t Nao poda ii ovhaurido n. ri.frcs, porque a eco- i
no circulo em que vivk e que lem direilo a ser arre- nomia rigorosa be um do s,;is honrosos allribulos,
', '""' ;"'' "H-smo respeilaJo 1 .Nao quando al- i Era pobre e lodo- o- lien' que possue foram adqui-
guem oscorrega por bosto e por volitado da esphera ridos rusia de extraordinarios esforco* e deligen-
i J'.' 'i '"""'-|"i: quando posterga aeintosanieo- cas, e pois quem salir quanto cusa a adquirir, lem ,
ir o- sanios deveres ra moral social, que pre-rreve i senipre mulla ililiiculdade em prodigatisar > seu. ou I
cunos .1 lu-iir;,, rrspeilo u honra,e veneradlo ao bn- o albelo. Nao poda lor provocado des&oslos, por-
mrm. lem necessarfomente cahidn no desespero de, que he naturalmente juslicciro, e eslou alm disso
lodos e no ridiculo pas proprias turbas qu
con lu/ir e Ilustrar.
I recamos estas li/ihas sob a impresslo des,igrada- respndeme de Tberesina. N.lo po lia impedir qu
va.lo. :l\
III
portacao .
deuova, polaca -arda rtBaebaelinar,
la.'.,-, coiidiinn o seguinle : 1.JIMI
1 -OIVI arrobas de assucar.
r.iraliiha. ltale hrasileim aCamoesi,
l.i.las, rnuiluzio o scsuillll
estranceirose nacionaes,
J raixa- raH\
KECEKEUUKIA HE KBNDAS IMEKiNAS (i..-
KAES DE l'EKNAUMI CO.
le !'H i lone-
-.0 eos rom
do :il i,,,n-
iii'.l volumes gneros
arcas caf, it rulos lu.oo,
lOffl
Josc Nocueira de Souza inudou sua oHicina dr
encailcrnar; ,1a ra do lill sin para t ,ua d Cres-
po ronfroute ao arco de Santo Vnloino, cdifirin do
Sr. commemlador MasalhAc- la-tos.
i
-nppoe informada que. ao contrario, mo dexou dr-.ifeir.
por causa d" sen governo, como aflirma o Sr. cor-
Meiidimcnlo do da 1 a 'S.\
dem do da "_'i. .
|N:l'.MI-'ii,.
I.I7_';X||,
BAILES N4SCARAD0S.
A dirt-ccao convid'l aos senliores a-sociailos a
mandarom recebar sens carlfiesde cidrada, oreali-
sarem o pagamento da mema, ao secretario, na ra
de Apollo n. iA.
I'.l::lli:l-Jl.' i
CONSULADO I'
Kendimento de da I ,,;!
dem do da -i ,
ilIVINCIAL.
... 71:
uriro
dos diuheiro-;
Ellm. e Exm. Sr.Cumpre-me passar .! paos de
V. Exc. o relalorio la ronlinuar.o ,|o servico do
assclo das ras dcsta cidade, exeeutado sob iiiinba
direcrao, do da 17 a 1 do corrente.
Foram novamenle lulipas nasqualro fiesur/ias as
sesuintes ras, traveseas, ele. :
Itua do Eiieautameiito,da Lapa, .Mora. Codorniz,
C,aeiinba, Sen/.alla Nova, dila Velh.i, travessa do
Moin Jess, ra da Cruz, Guia, Tanoeiros, travessa
do Apollo, ,1o l'orlo das Canoas, da ra do Vigario,
do Mareaba, lio,,,, Campello, Lama. Jlo Pinto,
Miudinhas, Chafariz, Quareama, prara do Corpo
Santo, ra da Cldeia, ces do Apollo, tarso ,1a A -
sembla, ra do Crespo, prara ,ia Independencia,
ra do Cabus, paleo da Matriz, rua Nova, do Sol,
de Santo Amaro, do Mundo Novo, da Iluda, traves-
sa do Calabouro, paleo do Paraso, rua i>* floren-
lina, de S. Francisco, Iravessa do dilo. rua das Cru-
lea, larso do Rosara, eslreita do dito, rua do Qnei-
inado, paleo e rua doCullegio, praeinha do I ivra-
neulo, boceo do Padre, dito da Bomba, palco do
('.armo, rua de SantaTbereza. da Cencorxtia, palco
de S. l'edro, rua de Moras, das Aguas-Verdes, dos
Marljrios. DireiU. palco da l'eulia, rua da l'raia,
pateo do Terco, rua das Ciiito-Pontas, Augusta, do
l'adre hloriano. largo do Forte, roa do IN'ogoara,
da Assumpcao, das Calcadas, paleo o rua de S. J-
se, dita de Sania Cicilia, do- Copiares, ,1o Jiiidun,
aterro da Boa-Vista, neceo dos Ferreiros, rua do t^i-
narao, du UospiCO, prara da Ida Vi-la, ruado
.Lisio, da Coneeicjlo, Iravessa da dila, do l'ambii.
ua do Rosario, dea l?ires, pateo e roa daSanla
uz, Kilo'iri. l'oulc-VelliH, rua da Slalriz, Velha,
Gloria, da Alegra, do Colovellu, do Moiidesu e
el no*.
.impou-se novamenle as praias dos ees do pas-
, de S. Josc e da rua do Sol.
uiiuua-se a aterrar a rua do duro, a exlremi-
la rua de Santo Amaro, a fazer-se alguna re-
, e a asseiar-se em coral lodts as ras, Iraves-
etc, as qualro freguezias, cuio trabalbo be
lado com resularidade e proinplidao.
ervico foi feilo com 30 Irabalhadores e apon-
a; a folha das ferias mporlaram em -2l- , .jet de rarrncas que Irabnlharam lias quatro Ire-
, .va- lns>; einprcil.i'l.i l'.ola no alerru que c-tou
ocedendo na rua do Onro luis.
He ludo quanlo lenho a honra de relatar a V.
Exc
Dos guardo j( V. Exc. K*cife -Ji dr der.embro
de I85..lllra. e Exm. Sr. Inrao deCapibaiibe. pre-
sidente da cmara municipal.JVwio din Simias
l'orlo, \dminislrador gcral da companlna de ribei-
ruibot.
Conforme ; o secretario, Manuel b'erre'tra .lc-
lioli.
no- ha proilu/ido es.,, modo pouco rorlez r o me-lrc das obras I.
|,.,ra ii.io dizermos peconhentu e injusio, rom da provincia: nao poda demitli-lo, porque os cni-
pregos provim iac-lorain al pouco lempu xil.r.icio-,
Lthfritt lem uestes nltimns da
oiiselheiro Joso i hoinaz Nabuco
BUEETIU DA S00IE3ADE IIOMEOPATIIICA
BEMEFICENTE.
A commissao de e-mol.,- da cidade da Victoria
participa ala sociedade o sesuinle : A epede-
mia joiiliiiuj m Cacimbas rom inlen-i.ladr: a ho-
mrnpalhia lem aalv.nlo a minios ; e aquellas qo
Inmaian os preslrvalivos i,Ao lorrun ale ora .>r-
eommellidos. O Dr. Uiibaurourt mandn um san
filho de couipanliia com o padre llranco para tratar
alli dos enferinus. Os morios tem sido enterrados
pela policia, porque o povo nao qner prcslar-se .
esse servico. O coronel Tiburtino ja na qualidade
de oelecadu de pulida, ja na de mamhro da cominis-'
sAo lenitmpresado lodos os scus esfurros ,ara adn- -"
car os sourimculos dos tnfelites. N- cidade teiiaVn,,,,,cPi' em M
apparecido algons casos, pue atlribuimos a choleri i. c l^'/oi-Barro
mas ale aqu na lem morrillo ninsuem
vel qu
pulid
que o redactor d
accomnieltido o Sr
de Araujo !
Des le o -cu elevad,, carcter de juiz ate o do sim-
ple- cid libio ; dr.de o seu reennhecido rrcdilo ile ho-
rneo! abalisado as scencias -ociaos e jurdicas ale o
de homem privadoludo, ludo tem sid
desapiadadamente por ese inimigo implacavel. em
cuios instinclos de o lio e viuganra n.lo ha reinissio
po.-ivel para us victimas'de sua e'xccrac.lo !
I'" qo<.....vo motivo de mdisii.ir.io dara o Sr. Na-
ttuco ao redactor dn IJbernl '. np clculos Ihe sP.
Mam rontrariadoa, oque ambicnes Ihe poderao ser es-
lorvadas pelo Sr. Nabuco ?
Dnr-se-ha caso que seja rao a perspectiva de al-
guma competencia futura, n'algum encalo eleitorall
l'ois o liomrin que se aprega o ura< lio c dolo da
opiniao, o centro de loil.i ,, movimento societario, o
fuco, cmlim, donde |iarleni tu raios de luz que illu-
minam a ampia esphera das intelligenciat humanas,
pode recelar perda de causa nesse combate cojo so-
nho a o alormeiila ".'
Mas prrsunlarcmos m.s ao redaclor do LKrl : O
meio de lixisir os caminlius do ton triuinpho, ser
assredir .ilro/nirnla o seu oppo-lo adversario, im-
pulaiido-lhe rallas inmerecidas a farindo-o at na
sua juobiilade de juiz, como seu crdito do distinelo
magistrado fotae cousa que podesse sar ahilada pelas
vorireraries do riespeilo, da inveja c do odio '. Nao
v o insigne publicista que esses ineios de que. nos
paroxismos da colora, se va i prevalecciHlo, mui Ion-
sede damnificaren! o Sr. Nabuco. Ih lulo de dar um
novo realce m, eoiiceiln da provincia r de spiis nu-
merosos amisos ? Qual er., o Pcrnambucano qu".
afora o redaclor do liberal, deix ira de reconheccr
osdireilosdo Sr. Nabuco aos sulTraeios deste povo,
em cujo telo tem vivido desde sua infancia, ecom
cujoi inleraates te lem Io intimamente ligado E
nao ser urna prov.i deia vrrdade a cruzada inslita
que eonlra elle boje levanto o Liberal*
Perianto, tenhor rio IJberal, se queris passar por
eseriptor ilncero e desnpaixonario, aplacai .,s vosaas
iras; estendei em oolro campo ,,s vos.,,- Iinhas de
ataque; oulras devem ser as minas a explorar. A
rcpulacao ,1o Sr. Nal,,ico de Araujo. a desppiln dos
furiosos embales ,|a calumnia e dos manejos da inais
torpe aleivosia, permanece inconcu i na estima dos
bous Pernambucanos, que tabem abslraliir do que he
moro accidente, quando se trata de avahar as srau-
dcs ronsideraciics que lisaine li causa publica, em
rojos aliares, admitlidas certas especialidades consa-
gradas pelo lempo e pelas rircnmslancias, sacrifleam
esses preconceiloi que boje asilis por mera esprru-
lacio. e nao por zelo pelos foros e digniriade da pro-
vincia. Kccordai-vot do vosso pasando e ahi acha-
ris a raprovacao viva da vosas tinreridtute rm ina-
leria dainnrifamsino provincial.
O aeodamento c desaccnnlo com que procuris fe-
rira victima de vossas Invectivas vos nAn permittem
a raima m-ressaria na a|irr,iac.,o do- fados. Alro-
pcllais ludo, inverles lodo. '..'. rom o llm de illu-
qiliardesa f dos liomcns sinsellos prl.i ronfusao, e
na csdarece-los pela anahsc sucrinla c verdadeira
do- acanteeimenlos.
Se l:il nao loase o vos-o proposito, nao veramos a
ineai lolao palpitante de vos.-as assertfies, quando
lu pouco dissrslms que o Sr. N.duiro. ao pasao que
dcslaea para, oulras provincias moros distinctos, no-
"......' Mmente para Prrnambuc Crnot Harria t
('araliaiiH.i. Pretcindindo do que ha de sdico cu.
drclaiuues desla ordein, persunlamos iinieamcnla
an redactor do iMirm, se o. Sis. Barros l.acorda,
juiz municipal na Paraliiba : Dr. Jn,1o Cavalcanli,
|ui miinnipal no Espirito-Santo ; Dr. Manorl t: i-
faTranh, juiz municipal em l.oxaz ; Dr. Joso da Sii
Cavalcanli, juiz municipal cm l'ar.ui. r boje de Ta-
c Dr. Vicente Juttiniano Cavalcanli, juiz
(icraes, nao -erAo CacalcaHtix
:!.:!. is-i.:;i;
:Mli-Wi
P'
o aquello gatuno esl no go/o dessa prrrosaliva;
niln poda responsabilisar, porque ledas a- pesqui-
sas fcitas desde o lempo do Sr. Saraiva para dcsco-
brir-lhe ^,s ladroeiras taom sido infruclifcras,
Oceniitcrio publicoda Tberesina, comeranrioa
revolvido receber radaveies eni lins de IS.V! nu principios de
Is.'i'i. eousenava -c sem um rcuolamenlo. Convar-
s.uiibi com o Exm. Sr. Pctcra de C.uxalho. o fa-
zcndo-lbe notar corlas irresulardados as mlinma-
riiesea necessida le do n sulamcnlo, respondeu-me
queja linha |wnailo niss.i o que o ira organiaar. Se
0 n.m Irz.leudo (aulo lempo pira i-soe muilo matar
aplido, nao he le reparar que o nAn liccsse n Sr.
Ernesto, que almim.-lraxa liavia ..uro. ,|i,, ,, pro-
vincia.
fin.iln.rule, qn.ilqner que seja > face, [irla qual so
qurira encar.u ., adniiiii-lrarao ,',., Sr. Ern/lu. a
censor.......antes os diatiibri, q...... Ihe prode>ali-
s.i, -ao reilam-iiie milita immerecidas, e sem querer
depreciar o Wnlo da que -, Ib,, segiiin. erria qu
um naralleloentre ellas nenliuma vantagem deixa-
ria ao -cu jecessor,
l'enho lana fe nos senlmcnlos de honra c de ho-
ur-iiilade do Exm, Sr. Il.ildoino, ,.....oelcvaacs-
, isual a que
^oiMtnirodopil-o.
porar de sua parte urna rcctilici
bo de fazer, para confusiin de s-
gisla.
Kccifc 18 de Janeiro de I -M>.
ca-
lisongeiro apolo-
'. r.
.\ario.: eiitr'irl* no da i.
Rio de Janeiro-X dias, brisuo brasilciro u.Manan-
na, de IS lonelad,,-, cipilo.o Jos da Cunha Ju-
ii.o. equipasen! l, carga, pipas vasias c inais
seiirros ; a Manorl Isnicio de Olivcira. Paasi-
sriio-, Antonio Elo) Marques o a familia dn ca-
pil.io. l-icou do quarentena por lo dios
Xew-York' 1 dias, barca americana Miquclou.
do IS2 toneladas, cipil.ia Savnrj, equipagem 10,
carga 1,'HKI barricas com fariulia do Iriso e mais
gneros; a Bostron Rookar xV Companhia.
.Ytirfos %ahidof no menino tlia.
i Malii.i lliale bra-iloiro uDous Amisos,,, capilao
Juan ftodrisiies \ launa Dantas, carga azeile do
encpalo r milis teneros. Paasageiros, Manorl
Miqurliuo de Almcida, Jos padre, Joan l'eixolo
dr .Miranda Veras. Joao Aiisuslo llullo, Lucindo
Mondos de Frailas o 1 escravo.
(ibraliarPolaca sarda aUaialca, capil.io Ciacome
Schiofino, carga tssuear.
Oh-ervarfo.
S.iliin pira rondeai no laraeirao o nrigoe sardo
Pasto gnel-iempo Eneas, para acabar de carregar.
(vDitaCv,
l>n l-.l .. 1 >.: i I i- l'SItil tl'intill ^C Ulx|l|'i"tl
lio falsa tal not.c.a, que .al fac- Wlc pe, ,,,,.
.^!'"'."'^elf:,!.^hhl" "''"." Seeriuria da Ihesooraria provincial de Pemam-
buco -2\ de Janeiro de ISod. O teeretario, Antonio
Penetra da Annvnciinoo.
HOSPITAL PORTGOEZ DS
BENEFICENCIA.
Illm/. sYs. rcJ-rtorei. Leudo boje na /'saino
./' ulna carregada com sombras horriveis a noticia de
nao ler sido recebido no Hospital Portugoez de Me-
iielicenria um porluzuez que eahira doenle na rua
da Cadeia de Sanio Antonio, sob n frivolo pretexta I ''.' a,
de n.lo leyar una nrdem iniiiha, rumprc-inc
surai a Vracs. que he tal
lo se nao deu, que
mesma occashlo, e sr arliii em tratamento ; c se al
suma pequea demora bouve tai a nocearia para
lesulaiisar-so a -ua entrada, ao que o primeiro en-
lormciro se jnlgou abrigado, porigonr .r que rin caso
de inciden],, irpenlino qualqucr doenle p,ida ser re-
colindo ao Hospital iiiriepriiricnlcmcnle de qoalquer
furmalidade, como|o determina o respectivo estatuto.
Acrescenlarei anda, que nao smente a demora pa-
ra o transporte do doenle foi diminua, como lamhcm
foi a despeza deste salisfela por conla
pelo Si. Carvallio.
I-Vira para desojar, qu? por parle da redacto da
Vaifna .traten liouvossu um pou.-o mais do r-crmuilo
c prudencia na puhliearAo .las sitas utirlas. ,\ ,,..
daceo poopar-sc-hia assim ao desar de um dr mon-
lido, e a iiiiii, naupar-ino-hia n desgoslo de ver-inc
Forrada a coufiriiia-lo. Son, lllms. Sr-. reda* li rrs,
le \ mrs. ltenlo venerador e obrisa lo. Jns de Al-
mcida Soares i\c Lima Ra*lo, provodor.
Recife J: de Janeiro dr 1s",(i.
O Illm. Si.*inspeclor da Ibcsouraria provin*
c:al. rm cumpiimeuln da re-oIucAo da juma da fa-
zeu.la, inanda fa/or publico, que no Uia 7 do feve-
reiro prximo viudouro, vai unvamenle a prara pa-
ra ser arrematada a quem por menos 6zer, a con-
servarlo permanente da estrada da Victoria, por
lempo de 10 mezes, a contar do l. de maree do
cu ente auno e pelos procos aballo declarados":
I. lermo.....'..... 0.T7.-0IH)
-'" dilo........... ii:.7--smi
I." dito........... <>079OO0
a;iOJOOO
E para constar so mandn allixar o presente e pu-
c'iMiifnn.v
O Illm. Sr. inspector da Ibcsouraria provin-
cial, em cumplimento da -oluc.jo da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que no da :ll do for-
rante vai viovanieiiioa praca para cr arrematada a
quem por menos fizar, a obra do embarroaiiienlo de
um pequenn lauco da estrada do sul, tavalado cm
lo Hospital | 990300U rs.
E para ronslar se mandn allixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
huco l dejanoirodelK.il>.O secrelario, Antonia
lrreira dn AnnunciarUo.
O Illm. Si. inspector .1 Iheaouraria provin-
cial, cm cuinprimenlo da resolocao da junta de fa-
zenda, manda fazer publico, que no da 7 de Tuvo-
rciroprximo viudouro vio unvamenle i prara para
~ re......unialada- a quem por menos lizer, as obras
supplemeulares da punle sobre o rio Capibaribe na
estrada de Po d'AIno, avahadas em 12:8919822 rs.
E para constar so mandn allixar o prsenle e pa-
joso Nngoeira de Souza lem ., satisaraodaannuu-
ciar ao raspeitaxel publico, que abri uin novo esla-
brlcciiiienlo de livros o mi- ...,,:,- tandeles ao
mi'-uio, na rua do Crr-po, cuurriinte au ,;rc>, de .*-.,::
b, Anlonio, rdilirio dohr........irnriadnr Masalhes
Bastos, onde espera receber.. prolecrjlo de sens
rrcgiiezes e amigos, o rio publico cm garal como al
boje.
Rnga-tC a qual,pin pe< o ., quem srja olferc-
' *a nina barrica de liacalhan marca Kscova de a
Ipprehender e levar ou dar parle na liberna da rua
rga do Rosario n. ."2 a Caolan Asapilo de Souza,
quo sera' roconipousada.
I
\
i(A(..A Di! HECil E-J lMANEIRO AS3
II'IRAS DA TARDE.
Colaces niliciacs.
into de lelil-I t i.....icz.
t'rcderico llobilliard, presidente
/'. Borge*, lecrelario
blica polo Dtario.
Nao ha duvida que a homeopalhia he poderosa
nesta doenra Cem o espritu do cainphora, dalo
logo no priucipio, a cura he iufillivel. Tem-se fai-
fa alguiu.a foguairas, mas nao lautas quanlas sa r.i~
zem mistar, e nos desejamos; vamos empreando
nossos asforros para varmos soconsasuimos que el-
las sajam mais abundantes, pois muilo confiamos cm
sda eili -acia.
Kecabendo esta eommoiiicic.io a sociedade llo-
ineopalhica Bcnelconte, nflo pode dcixar de agra-
decer desinteresse c humanidad, rom que os lllms.
Srs. Dr. Bithancoarl, padre Uranco, e coronel Ti-
burtino se tem prestado ao servico ,1a linmanidade
sofredora. Como esles, outros caracteres distinctos
axisiem na cidade da Victoria, que, apezar da iiulil-
ferenca criminosa de muilos, nao -epoupam rm soc-
correr aos scus semclhanles. Seus mimes terSo de-
vidamenlo recoiumendados per esla sociedade es-
tima publica.
/>r. Sabino Olegario Ludgero Pinh",
l'rrsidenle da sociedade^
Recife 22 de Janeiro de IS",i;.
^omuuiuuio-
ATIENCAU!:!
Chamamos a atlenc/o dos amigos <].\ hum.inidadc
sobre o trecho seguinle de urna carta escripia do
Macei a'um sectario da allopathia o qual fez-nos
favor de mostrar a consentir que o publieassemos !
Mordam-sc, inimigot da vordade, e amisos so-
mente du teu inior-.-e II
Comi, pois, avance n redactor dn liberal lio rs-
ranhak fal-idades He milita falla de ravallcirismo !
le muilo pouco amor a xerdado Eis-aqul porqui
tamos b- que os vmitos negros de un i.il adversariq
nao pi| lam damnificar o Sr. Nabuco ; porque .....
iiliuin I, imcm justo deixara de reconheccr nes-as
Basresipes o requinte do odio c da crsucira iiol-
lica.
Enlnalanto, quando eslasconsas sedizcm Iranc.i-
niente,! sra o redaclor do liberal, quo a- defeza*
que -a fazein ao Sr. Nabuco nSfl exprimem se Ao o
sentir de ais,ma individualidade amiga do ministro :
m is o que exprimirn snas ag&resses, sa nao os
odios de rua alma, e nao os sentimental do seu par-
tido, que elle me-ino ronfessa j.i nao exislir '.'
All he a voz apaixonada do inimiso llsadal cen-
tra o roagitlrado probo, contra o poltico nlrlligente
e contra o homem honesto : aqu be a palavra Irn-!
quilla o desinterada do amigo, que protesta vigoro-
smenle eonlra as assresses quesa fazemaoami- A|,|
su ausente, sema possibttidade de defender-sc de Rondimculo dodia I
ir"mr'o- dem dodi;,:!. .
I) publico sensato que sirva de ui/. enlre i mora- I
lidado da aecusacao c a moralidade da defeza.
I
i.-< IIIII
lo p
CAMINOS.
!n*e Londres, -2H l|2d. por l-r.
i'.'ri-,::;.s i-, por r,
a Lisboa, O-ipor 100.
Rio do Janeiro, ao par.
cenes ,lo Manco. ',(i 0,11 de premio.
Acei.-s da companhia rio Bebcrihe. .
Aceces da romp.uihia Pernamburaiia
" I lili la le 'uhlir.i, :;n pui ecnlode premie
o liidrmiiis.ulura.sem vendas.
Disconlo de lellras, ,1c 12 a I. por 0|0.
METAES.
Ouro.Onrns liespaiibolas. .
.Mora- de Ir-ili) velba- .
ii u tfctflt) nova- .
n li IjtJOtl.....
Prata.I'alacocs brasileiros. .
Pesos coluniiiarios.....
o mexicanos......
Secretaria da lliesourari.. proxiiicial de l'ernam-
biico 21 ile Janeiro de 1856.O secretario, Antonio
Icrreira da Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da Iheaouraria provincial
cm rumprimeiilo da rcsuluoao da junta da fazcuda,
manda fazer publico, que nos dias 12,13 e l de fe-
vereiro proximu vindouro, peraale a mesma juola,
so ha de arremalar a quem m.-us ,1er a renda do sitio
na estrada de lelcm, com casa ,la vixauda, 2 cacim-
ba-, portan de inadcira, 1 viveiro o diversas fru.lei-
ras, avallada annonlmcnlc em 1708.
A arrematarlo ser reila per lempo de 2S mezes
a cnnlar do l.s de marro do rorrele anuo ao lim de
junlio de IS5S.
As pessoas que se propozerem a esla arremataran
compareram com seus liadorea nos dias cima decla-
rados pelo meio da, ua sala das sosaesda mesma
junta.
E para ronslar se ii:ndou afjixaro presenta o pu-
Iriear prlo Diario.
!lj(!|lO Secretara da thesouraria provincial de Pernambu-
liiNKKi co2l de Janeiro de lrt."i(.O serretariu.
liiNimi
93000
290011
s^OOO
l-.SWI
AIS DEC
a 2-. .
?
:i7S:iiy.li2|:i
I7;i21l2ti
:i7..:i:iii-.(:m
Ko
Vi'vriMl^illiiUv
Detcarregam kajt :.',lr uncir.
lirigue norluguez 'orujo Iliversos gneros,
llrisue inglezlilark l'rincr mercaduras.
..,. j, i- ,, "linca inglezaHinilubacallao
.sr... rea^e/or.-tm IHauhyente amtgo Je .na { Brigue ineJez-C/nudio-idem.
pronucia dirigiu da lliorc-ina una ccrraspnnilcn-
cia a \ mes. que foi publicada no Diario de.
(i do brrente, tazendoo eloetada administraras
provinci.,1 do Exm. Sr. lenenle-coronel Baldono
Somenle i homeopaihia he quem cora o rholera, '0,': 'oelho.o a apotheosit do mesmo Sr. Baldoino
e os laes amiguinhn vilo macanale envan lo mi-
niares de viclimas para os ccmilcrios : quercm no-
mudar a us todos para o oulio mundo.
Consultnriu homeopalhico rua Nova n. ">2 pri-
meiro andar. Dr. Lobo Moscozo.
Trecho da caria a que no referimos.
Macen 19 de Janeiro.
O pnvotam-se iuquisilado rom os hospitaea ; por-
que quasi lodos quautos la eulram lahem para o ce
mil. no ; porque a molestia nao admita demora,
porem aqui cbam i-sc o medico e quando ella se
disna acudir ao chamado ja a molestia lem tatuado
conla do doenle, e o remedia he motrer. Lina
africana cabio no mercado, mura, sem falla, tula
fria. esain bulir rom lirado nem perna, .lo- Gabriel
que eslava prsenle, mandn conriirzi-la para a lin-
lica do Rabia, la Ihe deram a canfora, veio para ca-
sa,de|iois lomouoiilra dose deiperariiauliasuuumul-
lo, r quando foi a larde eslava como coosa que na-
da llie tivasse acontecido, leve a dieta nerearia,
salven se; a urna de Jos Anlonio Marques aconl -
ceu o mrsmo, foi para o hospital e de la para o re-
miten ,labi a :! hora-.
No Fontal da Marra, pequeo pavoado ao hu
desla, est o Sr. Pedro Cesar dessa provincia, an-
da acadmico ; lem morrido lli ou mais pessoas,
c atlribiio quo a morlandaile aqui na cidade lem si-
do pequea, porque todo mundo cura, ea homeo-
paihia he santo remedio para o cholera, ha aqui un
capilao do 8 que nao orne, vive montado em um
cavan* de mauha a noite, o Xavier he o mesmo,
Paula Hesqoita, um rapa/, irmao do tieremias dessa
provincia. u.\te Cosa, padre Mello. Anlonio Igna-
cio, Joso Lopes o muilos outros, do maneira que
muilo lem servido a pobreza laes mediros; cllcs;
lamben lem feiio Uoi do limo e com proveilo, po-
rem como d.-r.im com a homeopaihia, e os limcs
asnra sao vasquems, lem empresado mais osla : o
Dr. Zacaras, que era antagonista da homeopaihia,
ja nao anda sem a competente carteira. Em Tape-
raga* ja lem moiridn mis:) o tantos, c os mdicos
dalh sao Mello Sovcriano e Jos Joaquim, no onlan-
lanlo que as Alasoas estao dous mandados pelo go-
verno, alem dos de la. o rtizcoi-me que s alli x.io
pissoar a cavallo. Porlanlomnna-se de boa car-
cojo serviros, para faze: o correspon lente mais va-
liosos c considerados, encarece alem de seo justo va-
lor, quo guie mais he, rom detrimento da repulirn
de sen anlecessor e particular amigo, o Exm. Si.
leiienlc-coroncl Ernesto Joso Baptisla, um dos hu-
men* mais distinctos c dos mais nobres caracteres da
qnella provincia.
1 m lal procedimeplo, que nao pode ser approvado
por iieiihum l'iaithyeive amigo de na provincia,
iHfm nwsmo pelo Exm. Sr. Baldoino, revela um
profundo senilmente de riespeilo, de odio, ou de ent-
ine para com o Sr. Ernesto, o respeito do Sr. Mal-
domo um desprc-ivcl de-ojudo lisongear.
Colillero a bolla provincia di |,iaiih\, runhrro o
Sr. Baldoino, o anda mais particularmente conheeo
o Sr. Ernesto, Perinillam-nic pois Vmcs. que
disaalsunii cousa a respeito, para rerlilirar pe-
je mesmo Diario, na opiniao de seus leitores, os
juizos menos ovados a que puderiam ler sido levados
pela bolina d.iqueila correspondencia.
A muilos repellos cacha o Pi.mhx rm um estado
superior aquello, rio que por aqu se taz idoia ; mas,
considerada de baixo do poni de vista administra-
tivo, he aquella limadas provincias da ultima or-
deno, t) Irabalho da adminislrarito rncerra-se ordi-
nariamente no de mero expc lenle, e os negocios
pblicos ma-cliam sem Irunecus da quebrar a r.,bo-
ca, a provincia, prlo carcter pacificoegenio labo-
rioso de seus habitantes, permanece lia muilos anuos
no mais perfeita socego. Sua posiro central, |,oi-
que a costa ha de meia du-ia de lesnas o pouco fre-
queni id.,, e a experiencia de nao lor alli anegado a
tabre ainarclla. lem-n'a posta sempre a eoberto des-1 ai-tado."
s-s terrores, de que s,io viclimas as provincias rio li- I sc%ic
toral, pela aproximaritodo epelcmiis, importadas
de paizes rslrangelros, A segnranca publica tem-so
prosressivamenta malhorado, desde" a almiiii-lracau
do Exm. Sr. Dr. Paretli, e boje ho mais que 1111111-
una realidade, ponpn se arha no cxercieiodo cargo
chota de polica o Sr. Dr. Juan de Carvalho ler-
Brlgue americanoflcllendem.
Urisiie belga/iQiasotamcrcarioiias.
Brigue brasileiroDamopipas e barricas xa-i,-.
Patacho brasileiro/). Fran israfui c abito.
lliale brasileiroAuroraseeros do paiz.
ilia I o brasilciroOucido IMPORTAD/YO'.
lliale brasileiro Catiro, viudo da Haba, rin-is-
uado a Domingos A Ivs Malheus, manifeslnu o sc-
suinle :
I barrira rosarios de missanga ; a Vaz A
leal.
'.) caixas charutos ; a Domingos Alves Malheus.
I dila eslamca, Is: barricas xa-ia-. Tu .arco1
rata, S'Kl mullios piassaha, 7-J fardos o 2 barricas
fumo, 700 caixas charutos, i raixotu miasen- : a
orrifin.
Brigue brasileiro Mari.i l.aUa. \indo dn Rio de
Rio de Janeiro, ronsisuado .1 Anlonio ,1 : Aln, i,I.
Comes manifeslnu n segainte :
50 teroos barricas vasias ; .1 Icrreira iv Araujo.
loo volumes barrica, vasias : ,1 M. li. dr Oliveira.
I.Ypipas vass ; a J. .loaqnim de Lima liairao.
Ilil) caixas sabao ; a Antonio de Almera Comes.
200 pipa, vasias, V votamos harneas visias, S"7
Ionios c meio ditas ditas, t r.-.ix:: rhapeus ; .1 nr-
dem.
Barra osteza / milg, viuda rio 'Ierra Nova, ron.
signada ; a .Mr. Cnlmoiil. Ox '-, manifeslou o se-
guinle :
o.'i'.i'.i barricas bacalbo ; a,,- consignatarios.
Ibisuo nstaz lnina, viudo dolera Nova, con-
tignado a lohiislou Palor \ C, manifeslou o se-
RUiule:
2.liiin bairiras haValhnii ; aos consignatarios.
Malo brasileiro Aurora, viudo ,! 1 Aracalx, r,i.
Aununciaco.
ti Illm. Sr. inspector da Iheaouraria provin-
cial em enmprimento da rctolnrita da junta da fa-
zanila manda fazer publico, que no da 31 do cor-
renta vai novamenle a prara para ser arrematada a
quem por monos fizer a obra dos reparos do arudo
de Caruarii. avallada em I:2ll3l00.
!. p ua constar se inandou allixar o presente e pu-
blicar pelu Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de l'ernam-
I011.0 :\\ de Janeiro do IS.">(.(I secrelario,
A. !-. d'Annuuciac.io.
A rulara municipal desla cidade faz publico.
qnp, para meciirao do arl. _'. das |KMlnras addtciu-
ncs de ii prazo ila 6 mezes, contados da dala da publicarn
deste, para, no decurso dclle, os proprielarios'ile
lerrcuos dernlntos rienlrii da cidade, ou moi prxi-
mo della, os cercarcui com muid-, incorrendo as
penas ronmiinadas un nicsinn arlgu os que n nao
li/.ciain 110 mencoiiarin lempo.Marao de Capibari-
lie, presidente.Manuel l-'crrcira Accioli, secrelario.
*4/l
rliinuocv
ti luale
uanhila
Corre i o g
'-.. alan'i 1 recebe a
'.'- ao iiiciu da.
.ral.
mala para
RIO DE
Janeiro.
_^._ t) brigue nacional Mura l.nzia vai
scijuir com brexidade, tem a maior par-
-- do -011 cairrsamenlo promplo : paran
^!!S?Tfi? 'esto que Ihe falla, pa-sisviro. o escra-
"-.-.^rt^:., vos a frete, aus quaes da .1- melhores
aecoinnindacocs, irata-sc rom o consinnalaro Auto-
lio -de Almcida Gomes, na rua do Trapichen, lli,
tesundo andar.
PARA" E MAKANHO.
Segu com brevMade o patacho 'Sania Cruzo, ca-
pilao Marros Joso ,1a Silva : recebe carca o pa 1-
Reiros: a tratar com Cactano Cxriaco da C. M., ao
lado do Corpo Santo n.:!".
BAHA.
O palhabole Corroio du Norlcn rrrelic rar^a : a
tratar comCaclano Cx riaco '\.\ C. M.. to lado do
Corpo Sanio 11. 25.
RIO DE JANEIRO,
Scjjiie para o lliodc Janeiro cotn mui-
tawbrevidudc, por ter h maior parlo da
carj;;! prompta, o velcra patacho I).
Prancrsca: para o rusto c pussaguiros,
taatn-se com os consignatarios Novaos &
C, na rua do Trapiche n. ~>\, primeiro
anclar. 1
PARA 1 RUI Dt JANEIRO.
Segoe com mulla brexidade por ler parle de seu
carrcsainonlo promplo a bein ronhecida barca .1/a-
thilde, capil.io .Icionx......los Telles, para o resto,
passasciiiis, e oscravos Ja lilo, para quo lem etcel-
lenles commodos, Irata-sc noeserlplorio de Manuel
Alves liiiorra, na rua do trapiche n. L-
CEARA',
SegUO ne-lc- dias 11 hialo /..citaran ; para o resto
da carga Irata-se com Caetano Cynaco da ''.. M.,
lado do Corpo Sanio 11. 2".
PARA ') PORTO.
A barca Fernandes', I vai sabir com muita brexi-
dade ; para carga e passaserros Irata-se com Barro-
ca i\ Castro na rua da Cadeia do Recife n, i, ou
com o capil.iu ua prara.
Para Lisboa pretende sabir com a maior bre-
xidade a nova o acciada barca porltlgueza aConslan-
leo, capitn o Sr. Silverio Manuel dos Meis : quem
na mesma qui/.er carrcsai 011 ir de pas'agem, diri-
ja--e aos eonsignalarioa Thomaz de Aqoino Fonseca
Ox l'illio, ou ao capilao, 11.1 rila du Vigario 11. II*.
Para o Mo do Janeiro pretende sabir rom
a maior brexidade possivelo brigue brasileiro Irisa,
capilao Anlonio rio Souza Maciol : quem no mos-
inu qui/.or carregar ou ir de passagem, para n
quo lem exccllenles commodos, dirij^-se ao consis-
natario .Manorl Alxes tiuerra, na rua do Trapiche
11. 1 i. ou 10 capilao a bordo.
Para Lisboa prclende sabir com a maior lue-
viriaric possivel a barca portuguesa Tejo, c.apibln
Jo.io Isuacio tic Mouezes : quem ua mesma quizar
carregar ou ir de passagem, dirija-so ao- consignata-
rios Amorim 1 maos k\; Companhia, na rua da Cruz
11. '!.
Para o Rio de Janeiro sesue emplleos dias a
polaca brasileira Zelota II. pregada o liirradade co-
bre, e de priineira marcha ; (em maja carga prom-
pta. : para o resta lr?la-se 110 cscriplono de Isaac
Curio 0, Companhia, rua da Cruz 11. iO.
Paca o llio 1I0 Janeiro
sesue cm puncos dias, por ler a maior pulo dn rar-
ga prompta o brisuo Canceiro, eap tilo Joaqoim
Ferretea dos Sanios: para o raslo e oscravos a trole,
para o que lein bous commodos, Irata-se no cscrip-
lorio de Mainel Alves (iucrra, na ru.i do Trapiche
n. l.
Para o Rio de Janeiro sesue com brexidade o
bem condecido brisue brasilciro Dam.jo, ja lem
grande parle do sen carreiamenta promplo : para o
resto, passageiros e escravos, Irata-sc com n eontig-
nalario Jos Joaquim Dias Fernandos, rua da Ca-
deia.
Para orna viagem desle orlo com destino to
do Rio da Prnta, procisn-se dr un pillo que leiiba
caria : quem so adiar ueslas circum-lanria-, dirija
se a rua da Cruz n. II,escriptorin de Amnriin Irinios
.s Companhii.
Ueal companlliade paque-
tes iuglezes a vapor.
Ni* Htn do
mez espera-M
ty .i p n r e -
llCtila rnlDp.l-
11 hia, o qual
flepois Ih lo
mora do cos-
ame sesuiri
panto sul: pa-
r p.Ka^ciiti*. elc, Uali-so rtitn ns aucnles A Min llnwic v\ (.., na Ma ilo l'rdpirhe Novo u. i.
Companhia brasileira de
paquetes a vapor.
l'irn.s.i-.x"-ili-.i(l;i:;ill)(li .. 1 tnv-
iiini por rinatro inc/rs. pura in-
4)
1

le ral" ccM.i (|iiantia, rla'-sc' por ^'
sr iiraniii una li'ia moliilia, tille 9
val l:->00.s'00li: (jirtm (|ii/.cran-
niiiirii' pr.ra ser procurado, pa- (T/
f'a-se a lii'siii'/.a dn aniiiincin. ''*/
O ahaixo assignado, morador no engenho Serra
Nova da rreguczia la Cscaila, tas srienlc an pul lu o,
que desde o da I,- do corrente annn ebegou rm sua
rasa um piolo do nomo lo-o, rrouta, idade pouco
mais ou menos, :!i a 11 nos, e diz ler sulo escravn do
linado Vrenlo l'a.lilb 1. quo morn na lascada Bn-
suico do serijo do Cabrobsi ; boje de quem por
dirrito competir, vislo .l;.cr o mesmo prelo que seu
linado senhor era portugus e snltaro,' c n.lo buba
Paculo algum naqaelle bisar, e querendo oabaixn
assignado arredar de si toda e qualquer rcspnn-abi-
l lade, 1.1/ o prsenle annoncio pira ronhecimeilta
de-ou tasilimo dhnn. Serra .Nova II de Janeiro de
l'v.b.l.uii Urbano da Cunha r Andrade.
Precisa-se alus.ir para o servir de una Umi-
li.i insleza, nina prela que s-iba lavar, engommar o
coser : na rua do Trapiche Novo n. 10.
II Sr. Anlonio Jo- Copes de Vaseoncellos lem
mna rncominoiula viuda da cidade do Porta, na pr.i-
ci da Independencia 11. 2\ .1 3(1.
O Sr. Antonio ,1o aula Fernandes Biras f.o.a
favor do rhosar a rua da Aurora n. 38, primeiro an-
dar, a negncio de seu nteresse.
*.?'*-j-'
o Ceam
a Joaquim M.irlin. ,.\ Ir,naos, luaniVcstou o
d
nandes \ eir, bem condecido no paiz, pidos rcle-
vanles serviros que presin a provincia dn Maranhao
como delegado de polica de Casias, lia ua secre-
taria do governo alguna cilios empresados de urna
longa pralica.e na capital muilaspessoas llloslradas
letra homeopalhica, se for das linderas melhor, he eoJseonselhos o experiencia muilo pod_.ri.un servir
o nico remedio, que so deve dar aos docules
epidemia se ella urelinmcnto ah appareccr.
da
f
1 urna pessoa, imvica na sdininislraci 1
O Pinuhx lem pastado por algumasepoeascrilicas,
e so entao -o aclia o governo da previncia em rir-
comstaneiat dr sabir dn irabalho rotineire do expe-
dienta ordinario, c se vr forrado a desenvolver i-
game aclivid.ide. As nltimas oeeasies, qne so de-
I rain para isso, foi a da niiiilanc.i da capital,
em que so premeditava nm rompimenio de opooti-
rao, ea crise linanecira, que tucceden a ossa mn-
,laura, conseqnencia du pessimo sj-loina de arroen-
dacito das rendas, e de sganlas despegas mais consi-
dciaxcis que a mudanca exisiu. .\.i primeira, era
presidente o l-.xin. Sr. Dr. Saraiva, r na segunda,
eslava do posse da administrarlo o Exm. Sr. Dr,
Paiva Teixeira.
Em urna, rumo em milra deslas duas eenjunrta-
ras,,era preciso que oadmiuinislrador fosse pru.len-
ta o cauteloso; m is nem urna nem oulra exigiam
grande tino administrativo, lodoso te/, entilo do
melhnr modo possivel. A transferencia da capital
rlIeclUMii-se.-em a propalada rrisleucia,c a crise li-
2i tacras somma, I barrica cera, : embrulbos
peonas, 22'* mi i.11 de sol, 2 caixas penuaa de 0111,
2 barucas e I cusa s,.|i,, 2'J inolhns pellos de rabia,
I 2 barricas ralea.I.i, S.VI csliu.is a ur.lem.
Hiato brasileiro Crrela do Sorle, vindo do Ara-
leal), coiisisnado a Caetano Cx riaco da Costa .M,.rei-
r, manifeslou o seguinle :
_:1T sucos cera de carnauba, ir mullios roarinhoa,
J7o meios de >ol, :'. lanos calcado, 2 barricas
de abelha ; a ordem.
;.i.'.SCi.Aiiti tiBRAC,
Rendimento di. da I a 2.) ....
Idcm do di,, Ji ..... ,
A mala qne deve condu/r a sumaca Coneei-
"ii para Santa Catharina, sera lechada amanbaa
{Si ,10 meio da.
As malas que lem de comluzir o hiale Lindo
i'aquel para 11 Pai o JI irtnhao, ser fechada hoja
2'i as i horas da laclo
Polo fiscal ila Iresue/i 1 da Roa-Vista, scsunihi
a sua parlcipac.io taita 1 cmara municipal, de 22
I do corrente, foram multados no da 2\ .lo-, | i.,-
cis-u Alxes Monloiro, Joaquim de Sant'Aniia Mon
[ Icir'o o Oiiinlino Jo-e C)rillii de lluros. 1,1,1,1 um 11,
quanlia de iii~ por -r acharen fabricando fosos ar-
. Iiliriaes nos lugares nao desisu.idos pela mesma c-
mara,
Secretaria Janeiro de 1836.0 secrelario,
.Manuel Ferrelra Accioii.
Pela mesa do consulado provincial so fai pu-
blico, que do da 15 de Janeiro cm diante princi-
pia-sc a mular os :!) das olis para n pagamento do
imposto de J|", sobre diversos estabelccimenlos no
auno ilo 1855 a I8V, lindos os quaes inerrem na
mulla .e :i lodos os que delsarem do pasar scus
debitas do referido auno.
BANCO Di: PEKN'AMBUCO.
O Banco tic Periiait.'buco sacca a vista
solMe o do iasil noBio de Janeiro. Ba-
en de l'crnnmbuco
I s.";.'>.o secretario
tt REDACTOR DO LIBERAL E O SR. N \!il (O
DE ARAUJO.
Apreciadores sinceros e apaixonados ,;o prosresso
material, inlellcclual e moral desta provincia, onde
nossorrio a aurora d.i vida, nao podemo-nus ublra-
bir ao seiilimonhl de drque nos causa esta obstina-
cao perniciosa e encarnicada quo linda mauifeslain
alguna espiritas em manler enlre os a divlsao du.
.ininiiH, exhuman,lo quolidianameple as iradirocs
barbarescas dcssjs pocas que passaram, c dn que a
provincia ss nao record sem minio pe/ar e nrofnn-
Mo horror.
Iluando observamos que em Indos os pontos do im-
perio pululaiu sMupiom.is vehementes de urna nova
pbase regeneradora ; quando ve.....s que lu lo indica
na marcha des aeonteeimentoi verdadeiro proposito
de esqurcer um pagado de lulas acerhas, de rer.rimi- nanccia desapparrceu pela reforma do estarna da
nacoes violentas e de invectivas brulaes. como indi- arrecadaco; gracat ao Exm. Dr. Saraiva, que di-
do provavel ou certa do rancasso dos mimos, 01..... risiu a prim-ira. e ao Evm. Sr. Dr. Paiva Teixel-
bom accordo e allianSa de todas as ioUlllgenciaa no | ra. que ansilloq a primeira c dirisiu a segunda.
sraude poni ne xista de chamar a 11111 cenlro com- Depois dcslct dous aronlecimenlos notavels. e de-
mu.-n ludas a, harmonas ciaMi elevando o paiz as pois que o Sr. Paisa Teiselra dexou a adminislra-
alluras de SMS condicues de etvilitacBo progresso. o, os negocios pblicos correas na maior placidez,
doe-nos dentro dalm que so Pernambuco, 011 al- o que nilo ronrorreu pouco para que a ultima pre-
ran epiritos obsecados por velhos rancore. ainda idencia passasae de todo d-appercebida
Mo pariieipa.em dis novas inspraees que a philn- Tudo o que >a dita serve para demon-Irar que
cera
Si!:".ii;1-:i;^
:si;iI-m ;
s7:::i,-i:;i;
de dezembro de
1I1 tliiecrio, Joio
20
Pernairibiii o loma dinbei-
confonnidade (unos scus
'c Pernambuco 2 df
naci
i 1 >a 11
do
umvkrsa:
Rendimentodo da i
dem do dia 2i .
PROVINCIAS.
:7n:.s(,j;i
idS'ill
.>:Jlis||n
ESP.xCHOS DE B\PORTA) <> PELA MESA
UOCONSI l.xlHi DKSTA CIDADE NO DI \
-' DE JAMBIRU DE IK5G.
LiverpoolBrigue ingles uEmma, Johnslon l'aler
, Companhia. 701 sacros assurar masravado.
ValparaizoBarca sueca Menoua linde va, Viuva
Amorim iS; Filho, T.'iO saceos assucar branco.
PortoBarca porlngunza Santa Crasa, Uanecl ls-
naeio do Oliveira e Francisco Alves da Cunha. 7tlii
sacros assucar branco, ,. Viuva Morcira v\; Com-
panhia, 100 tilles dito brinco c mascavadu.
LisboaBarca portuguesa Constante, Thomaz de
Aqoino Fonseca & Filho, di cascos mel, 139 sac-
eos c caixas assucar branco e masravado.
StoeLolmBrigue sueco Superior, S, O. Bebcr
& Companhia, 2,000 punas de bol.
LisboaBarca porlngawsa -Tejn, Amorim Irmao,
(i Companhia, il pipas agnardentn, e Carvalho c\
toimarief.. 10 saceos asracar branco e masca-
ndo.
Ignacio di: Mcdeiros Ilt
O banco '!
ro :: juros, di
estatutos. Banco
novembro de !S.">."i
luiros Reg, sci retarioda direccao.
COSSELIIO ADMI.MSTRM'IVa
O rnnscllio administrativo, cm cumprimento do
arl.I do regulameulo df l dedc/nnbru de IS.'iJ,
publico que foram aceitai ;,s propostas do Do-
I minos Josc Ferrara UuimarAcs, Joao Fernandes
; Prenle Vianna, Manool Jos Freir de Andrade e
Jos Ferreira Cnelho. para fornecerem :
O I.", I^ duziat de formOes de ico sorlidos, a
J~im rs. : li compacos de (i polegadas, a 100 rs. ; li
ditos de S dil.is. 1 2'tt) rs. ; 1 Irado de :1|1 de polc-
gada, por IXKMl rs.; I dilo de l|s" dila, por son is.
I) s., li dii/.ias de verrumas sorl,,l.,-,a 7.'itt rs. : |*J
anchoes de far.il, a INOOrs. ; II erras de mo de
22 polegadas de coniprimenlo,a -UMIrs. ; t duzias
de guivas soi lid.i-, a s!HHl rs. I_! paialu-os para ban-
cos de campia, a :!-.'iOO rs.
il.", ;'. ,lii/iasde hadamos do potagada a l|i,
aSMOOrs.; :! serras do mo de :ll polegadas de
comprimeiilo. .1 |i>100 rs.
'i .", I i duzias de laboas di assoalho delourode
I i polegadas de largura c-Oa d palmos de coro-
primento, a iK.*tWKl rs. ; KOmaot Iravessas de ama-
relio, a llKlrs.
E avisa aos supradifot xendedores que devem ro-
rolbe, ao arienal de "urna os rcffridtlt objeclos no
din 38 do crrenle me?.
Secretaria ,io contelhn admioisintiro para orne
o vapor Imperador, commandenle o lenlo
Torrezao, deve cheflardos porlosdo norte a III do
corronle 0111 sesiiimeuto para os ,|e Maccio, iiabia c
Rio, recebe p.issacoiros, carga e encommcuilas
agencia, na rua do Trapiche n. O, legando andar
Para o Rio muita brevidade, o Iniu con lieitido bri-
gue SAGITARIO, o (|ital lem a tnaioi
parte do seu carregamento piompto :
para o restante e passageiros, trata-se
com ila noel francisco da Silva Carrito,
na ruado Col legin. 17, segundoandar,
011a lioriiii com O capilao Manuel Jos
Bibeiro.
SeiI5<
Virlor I.asnc firi Ieil.lt> por Jnler\Pnr,lo do
ajenie Oliveira, de variado sm lmenlo da fazemlas
de BliiodlOe I111I10. 1,1 e de seda, as mais propriM esl;i);,,t> : sfvla-l't'ira lT do correnle, S ll* horas da
iiKinliM ita roa da Ouz do liecife.
^iVt^py Xivn'u>.v
0 Sr. Joaquim Octaviano da Silva
rjueira dirigir-se a esla typograpbia a ne-
gocio sen.
Preeisa-sc de urna lavadeira que la-
vede \ a riela, c de CQnbecimcntos da sua
l'cssoa: nartia de llottas 11. i:, casa de
I mi I a7.ul.
".-i! -.,... Si' Wrissiino Anlonioda
I n Snaivs, de dirigir-Sv' ao .iina/.ctn
i,- 1 adciras da rua fio So!, 11. :!'>. ,1 ne-
gocio
O al'.iixo assisiiado avisa aquellas pessoas que
Ihe fa.ir.nn na cslamenha para haliilos de lerceiros
de S. I -..: -. 1 ro. que a mesma be rhega la e se echa
II 1 I- ;.; .a rua do ,,>:ir:m.ulo 11. )2, aonde a devem
procurar al o da lli do corrente, o que dos-odia
em diento se vendero a oatro qualquer, dim de
aproveilaroni para a procuHao ,'.e tanza.
1 1 -' .'I irretiuu da R.wa.
- Aid a-e o u indar o robredo 4* ras
de x, At ten rao.
O ahaixo usslsnado lurna annunciar que compra
c-rravo- de mor;.lie 1, ai I stins c pe lias ench ola-, quo
sejam moros : na rua da Soledad" 11. \2.
.Manoel Borges de Meudonra.
I'erdeu-sc .. ; ix-oajo de Santo Amaro de
Jaioialao os sesuintes nhjeclos, que julga-se seren
adiados r levados para 0--.1 praca : nina paiccira de
cabello do modello de nma cobra, encastoada e es-
maltada do azul, un par de rozlas esmaltado de
azul c verde, um pente de tari roca de sesurar ca-
bellos, o,it lenco de relroz amarello com franjas
brancas o um dilo de man de ramhraia de bul,, rom
listrasa roda : rosi-sc aqnemtar offerecidos ditos
objeclos os apprehcndam e lexcm i rua dn (jnelma-
do n. 5a\ leja de ( portas, qne se recompensar s-
gnndo o valor dos ditos adiados.
l'usin do ensonlio Sitio da Meio da fresiic/.ia
de La, comarca do Rio-Formoso..... da "i de 011-
tubrodo anuo prximo lindo, o negro Cosme, crioli-
ta, reprsenla ler do idade :!', anuos, cor fula, altura
regalar, ollms redondos, lo-ta saliente rom pequeos
cantos, cicalrizes de relho lias costas, pe-Lusos, pro-
ra barba, denles perfeilos, Irvando roupa denlgodao
,,/.ul e chapeo ,!e palia, sendo oflicial de carreiro : o
qaal eseravo foi|coniprado nesta pra^a a Jn.lu Fie-
lierieo de Abren Reg ero I:) de inain de IS.1O, do
(no rosa-se a lo las ^- auluridadet policiaes e eapi-
les de campo o npprcbondam, entregando nesta
prara o Sr. Manuel .\!vo- Ferreira, 00 ni mesmo
engolillo a sen senhor Leocadio Francisco Cavalcan-
li de Albuquerquo ; protesta imp'.r-so as penas da
le sobre qualquer pestPa que o lecha occu;lado.
- ni 1 cozlnliar e
a : 11 rua l'ireila
Precisa-sede urna ara 1
fa/.cr o serviro inlcrno de 1:1:1,1 r
11. '.'1. segando andar.
O illm. Sr. thesnureiro manda fazer publico
que se. achain a venda os bilhclea de tercoira parle
da terceira lotera do lxmnasio ^ornarobocano, cu-
jas rodas andan! no da I. de fevereiro : oulro sim.
que pelo plano ahaixo transcripta he que serao o\-
Irahidas de boje cm vanle as loteras da provincia.
Thesouraria das loteras 2\ do lanciro de I8li. O
escrivSo. Antonio jar Duarte.
PLANO.
1.000 bilhelct a listaMIr......-_l:l0(i>
fienclicio c sello 30 5......, :X(Krs
I premio.
1 dilo .
t dilo .
1 dilo .
.1 ditas .
., ditos .
s ditos .
21 ditos .
M ditos .
ir," ditas .
i.VI!) premiados
Sliol blancos
1!):'2009
. ci:IMNI->
. iiU09
. 1:1100a
OttS
illOo
sooj
400
too
olKI?
~-.:**\r>
I9:300f
Bilheles 7-'"ld Recebe
Meios :t-s.)iiii i
Torcos 0- i 11,1 n
Ouarlos I.VnIIII n
Ouintos ISHfl p
Oilaxns !Kkl !l
Decimos 760 .'
\ gesimos ,ihi t
.'. lusliaito 1
J(),l-!)ll!)
1009000
."dHNMI
li!->tMM> ,
Ki-i'i.i .
b-'l'H) .
.ooo bilheles.
Thesoniaria das loteras s de Janeiro de 1836.1>
llicsooreiro, Francisco Anlonio de Oliveira.
Approvo.Palacio do soverno de Pernambuco lo
de aoeirodc 1838.Fouoiredo.
Couforme.Aolonio l.ccdo Pinho.
loteras n\ pbowja.
O can te lista >Salustiaiio
de Aqui no Ferreira
avisa ao respeilavel publico, que tendo sido alterado
o plano das prsenles Inlerias da provincia para
i,mil) bilheles ua importancia de 24:1X109, lem resai-
vido fazer firmes os procos dos bilheles e cautelas
como ahaixo se demonstra, os quaes sao pasus sem o
descont de nilo |ior eeolo da le as tres princiras
serlos grandes em quanlo esistir o plano actual,
pelo qual sao exhaladas as loteras desla provincia.
Kilos oslan rxposuas venda lias tajas do rosluino.
Sil he responsavel a pasar os nilo por cento da le
sobre os Iros primeiros premios grandes em seus bi-
lheles inleiros vendidos cin orisinars.
ir inleiro 6:0009000
i> :i:000s000
3:0009000
o 1:.MI(HMKI
1:2009000
TugOOtl
o GOO9OOO
o :',ii,i.-"(mi
11 caulclitla
.guio lerrelra.
L0TEtt\s dv mmm.
1 cautelista Salusliaiu*ie Aquiuu Ferreira tomn
a ro-soluran de vender 1,. seus bilheles e cautelas as
pessoas que 1.0111 rain [rara negocio, sendo a quanlia
de l'K)s paia cima, dinbeiro 1 visla, pelos procos
abaiso notados, na rua do Trapiche u. :ii, sesundo
andar, em quanto existir o plano actual de 1,000
bilheles na importancia de i:000$, Desudo esles
preces firmes. Ules s.u, paso, sem o descont de
olio por renta .11 Ici nos tres primeiros premios
Recebe por inteiro GtflOOgOOO
n IWWUSOOO
d:000al0ti
>/ l:.VMi.-SMHi
1:2009000
u o 75OSOO0
t GOO9O1KJ
> :iih)joiio
o caulelists
Salir.Huno de Ai/aiim Icrreira.
Oiiem precisar de um rapa/, para cobraucas de
dentro c lora dos arrabaldes dista provincia, dando
elle inlorni'icao de sua conduela, dirija-sea rua l!i-
reita n. 11.
Publicac3.o Iliteraria.
Aeha-sea venda na llvraria classiea do paleo
do Collegio n. i por :> cola um eiemplar, ns apea-
lamentos jaridicos sobre is | rocuraces exlrajiidi-
ciaea rom a reropilario da- bis, rcsulameiitos e or-
den lio soverno rerca das mesillas proriiracocs .
ludo convenienlemenle ananlado r -csiud,, de um
indire seral alphabelico bstanle illuslradov di ina-
leria. pelo bacharel formado Jos Mara da Triada-
de. Csta obra be de gr-inde nllidade para as jies-
inas que iral.im de negocios administrativos, c de
particular interesse para lo tas os empregados pbli-
cos, principalmente para os de fazenrla.
Uesejando o abaiso assignado obviar davldas
para A fiiluro, e querendo ao mesmo lemiH) destruir
qualquer jui/.o desfavoravel que alguem quoira 111- !
COlir un anime de pessoas ilesapncehidas, rosa asi
pessoas que cempoein o rc>.oil,ixrl pnbiicu, de por
intermedio deste jornal, derlararem rm obsequio a
verdade, sr ,11 baiso assign ido descende de 111:1.1 .i-
railia, que pelo- -cus tristes fcilos era ronhecida pe-
losCangicaspor quanlo pertanrendo oabaixn as-
lignadoa familia ,10 Antonio J,,-o Teiseira de Albu-
querque e de Maris Ignacio do Sacramento, son-
pregados pas bem eonhecidos nesla cidade. apparcre
alsucm que da proposita para o descvnciderai no
conreilo do pubiir,, o da- pessoas qoe Ihe -V< rharas,
propalando descender .. ahaixo a igns lo daquell 1, ei
n.le desla familia.- Ifan >cl Antenis rei.eir.1,
Madame Seasso
modista,
No aterro d.t Boa-Vista
n. y,
avisa .10 1,.; eilaxri publio. que alem ,le sna "fin 1-
IIa de apronipl.,1 \ill,lo. p.,;., ra-amenliis. iMlta.
Ibea.ros c p-s-rui, r ,,. mais prilrnr,., pararnm|dela
bulellede nina srnhora, que de lo.jr emelanjal )
aberlo o -011 esl...hrleriii,rnln, o qual se arha *,*-
ldu ita fazendas de modas -rsuiule-: carlesi Or. ves-
irlo ,],< -od., rom o liiulo dr poiiprlina. dilo*de |ar-
lalana rom babados proprio- para bailes, chapeos de
seda para callara, rrepepreto, lifes e notoeza da
i.i.l.is .,- cares, cbalr- de eaeeoaara lisos e bordados.
ntremelos de rambraia, bai,a,linbns de cambraia de
iHinitoa padew, bjeo vcrdadrlre de blondr edeli-
nlio, um rico s. lmenlo de lilas de seda, sazer sro-
dcuapnle lavrados o detallas as laisurJ-, ditas do
vallado de ludas a. largara*, etrasflikaa, lervaa 4a
Jouviopora I,.......1- n tiatliaiaii. ditas de seda lisas
o bordadas para seuiuira, ditas lias para InMnem,
ditas para menina, meias muilo linas de seda bbbj
uoiva, ditas |iara horneas, ditos para in.nioa-. pul-
ce ir.,- dr r.ibrlln .Ir sol ,, mai. moderna, entalles
pr.i rabera, loineiia- o rhalr. ,le relroi I riladaa
matiz, ivix.is de ores aa todas as r.,ir-, rote iras
pretas |iara lulo li-.is e bottlada a xidrilho eaaati-
suilo- da mesma qaalidade, raamnlue a mangail*.
do cambraia bordado-, o linalnirnle lado o mais qoe
diz re-p.-ilo 1 modas e ao bom goslo.
Gi'ande panora-
n.a diorama.
Wil\!HMIUsrO\.|| \mki.
O propiiclario desle panorama aliaiua ao respei-
lavel publico que be o mai- rico c -un,pino-, qn-
lem sabido da Franca para oulros paites. As xislas
cxposla-10 publico acham-se ahaixo declarada-, as
quaes nao I14 precisa tecer elosios, porque en. Mi-
mos bem li/riii ronhecas seas bondades; esta eta-
bolecimonlo oslara aberlo nm dias de semana da >
l|:i botas k 'I Ja noile, e nos .Ion, 1 uso- c ,1,,,- -.,,,-
los de suarda, das 2 as :, horas da tarde, dn as
lu da noite ; a mirada de rada pessoa he .(llrs..
e .,- ni.inca- alr .", anuos leeui entrada sralis, sen-
do pcr,c:tcoulo-s lamillas que lenham Ir honrar ai-
In e-labrlrcimcnlo. O propriclario declara quo
lem srande numero de xslis, c todas ellas as ota
ricas que be possixcl haxcr, c toda at veze* que
houvrr mudaiica de xi-las, e tara publico por ole
jornal.
A dolrtiirao da lorre di Main-i.
L'ltmio.s momentos le Nosso Senhor Jess
! Clnislo no Calvario.
Praca da Concordia c GunjMis-EIvsios na
Franca.
.\ linda cidade Je llavaaa.
A ;iainle e linda cidade de liiwpm.
Entrada co S M. a 1.1111I11 de Inglaterra
cm Pars.
Bombatdeamento de Odou, os Kussos
ruin ns Adiados.
Grande batallm de Irkcrman, os Kiisso
com os aIIIuiIos.
Deleza de mlistria accomtnetida pele
Kussos contrae* Turcos.
11 cande balallia de noite peiaa adiados na
tone le M lakoil.
O cautelista Antonio Josc aVistVieiia
tic Souza Jnior, venden a sortede iOtMKv,
cm vigsimos, cm o 11. i 42, e avisa aos
|!ossiiiiloiis cclii'i sem ti descont dos ff por renln, lo-
{;o <|iie saltica lista jjeral, em sen escrip-
loiio, na rtia do Collerpo n. til ],rimci-
ro indar.
Preci$Me de uma ana para casa de
pouca familia: na niadeApotn n. 19,
primeiro andar.
i'recisa-sc de um bom cozinheiru. pasa-se beoa:
na rua da Mocita 11.Ti.
Lotera doGvm-
e>
nasio Pcrnai-
bueano.,
Aos 6.000 2:000; e 1:000*0000
Corre 110 dia sexta-feita 1 de levereiio
prximo.
Os hillietesc cautelas do cautelista An-
tonio Jos Uodrigues de Souza Junior,
nao estao sujeitos ao disconlo dos 8 por
cento da lei, os quaes se acham a venda
as lojas da praca da Independencia ns.
i, 13, loe it), rua Diceita n. 13,1
Praia n. 50, ruado Crespo p. 5.
Os premios sito pagos logo <|uc saia \
lista geral.
Bilhete inleiro 7.s00u li:0(Ml.siMMI
Meio bilhete 3(500 5:0tt|MI
Tercos -JsiHI 2:OM|OM
Quartos I.s8t0 l:50lfOM
QuintOt l.S f .0 :^l(MKMI
Oilavos 900 750JMt
Decimos 760 iiOti.sOtMi
Vigsimos oo r.oo.stMMi
O referido caulclista declara que s na-
ga nos scus bill.cles inleiros, os 8 por cen-
to como lem anniinciado.
Terceira parte da tercei-
ra lotera do Gyinnasio.
Acham-se a venda ns billielcn e caulc-
las da lotera su|ira, as lojas ja' annun-
ciadas, cuja e\!raccao lie no da l defe-
vereiro, vespera da l'csla de NossaS radaSaude. Os piceos sio os al>ai\u
notados, garantidos.
Rilhcte uilei O ~sOM li:(MMMMM)
Meio TmMW .i.lHMI.xtMMI
Te no .xtlt i.-OMfJMi
Quarlo l.xSOO 1 :.i
Ottavo IOO T50J0M
Dcimo TliO ISMfOM
Vigsimos O!) soQfnon
srainlcs.
Bilheles |.-.;.ii.l
Meios iri'M)
1 o, ... 2ylUL
1 .luai l<, i(mi
Quintos i>iii
Oilavos Sil)
Decimos liM)
Vigsimos 360
Oscaulelislas, Olivcia JiinionV C
OcautelistaSalustianoile Arniino Fe
rara avisa aos possuidoios dos -2 meios
liieles n. 13311, da segunda parta da pri-
men-a lotera do collegio dos orphaos. em
qne sanio o premio de 2:.i(l0.s000, eilous
meios billietes n. II.V. da referida lote-
ra, em ipie saliio a sorle podem vir receber na rua do Trapiche 11.
|('. segundo indar, logo picsaliir a lista
gcral: os2:..(().s00() $jio pagos sem o des-
cont de 8 por cento do imposto geral.
Pernambuco 2i de Janeiro de I8.il!.O
caulclista, Salnsliano de Aipiino Ferreira.
I'recisa-sedc urna ama forra ou captiva, ,|ue
saiba rozinbar, cnsommar e lavar de salan, para
cata de joiuca ramiba : a Iralar na rua da Madre de
Dejos, armazem n. j.
CHAROPE
O
BOSQUE
0 uniciidcpositoconliniia a ser nabnlirade Bar-
tholoineu liaiiriscodi Souza. na rua larsado Idea-
rio n.36; Rarrafas srand, ".-.VIH c pcquriia-.INMI
iirmAm para mui
l'ara 1111 a de phli- ira cm lodos ee se,,,. .Iiilrrenlc-,
Urans. quer motivada por ceatetiparaca, i-sr, .ih-
nia, iibun/. rscan,. no saiisuc, i'i.W ,lr rosl.nlo-e
peiio, ; nlpilac.....o corar.,. c,,,|,ir|r|,r. bionrhlle
dr iiasiisaula.c lo.lasas molrslia-dv-uisan pul-
monares.
VAR*SAS E RllEiV.
1 111 lindo e variadu soilinienlo de modellos para
carandas e pr.idaria- de la moib-rnixiina : na
iinidi' "io ,l.i A.....i.i .tii 11,1. (mam eaaapsaV
la di iiiKm na ,.1 1 p,,
k\ l I
nsr
11
1% i


OlARIO 01 F-BMiBU- SEXTA FIlRA '26 OE JANEIRO DI 1856
* PEORAS
?:
HUMOSAS.
Adereces 'lo brilhantes,
diamantes e perolas, pul-
rciras, alliuelcs, brincfM
e rozetas, boles e aunis
ln ilillorrnlos rosIos o ilc
divenM pedraa de valor.
Compran], vendem mi
[ Irocan piala, uaro, bri-
t Ihanics, diamntese pero-
las, e itiili.is quaesqoer
.. joiasde valor, a dinheiro
* uu por obra.

M0RE1RA 4 DURTE.
LOJA PE OIRIVES
Ra r.o Cabuga i. 7
Rece be m por to-
dos os Vapores da Eu-
ropaas obras do 111-iis
moderno gosto, tan-
to de Franca como
III |',o I. IMi.VI V
Altareros oomplelus de
ouro. meios ditos, pulcei-
ras, allincle-. brincos e
mielas, rordocs, trance-
lias, medalhas, correales
u enfeili-s para reloejo, e
uniros nimio* objectos Je
nuru.
\i iiolin- completos,
ile pral i, para cha, ban-
dejas-, salvas, ralicae*,
rnlhere* de sopa c de cha,
o minios oulros objcelos
ile prala.
dos.
<&) CONSULTORIO <$)
UtnilKOI* ViElH .
2S. Kun das Cruzes 28.
Gratuito para os pobres.
o Mr. CtttUHora da cousullas e fa/
|uiilqucr hora
t

/ii.i-
11
I,
.lo
lia.
mesmo ronsullorio vende-se
IT.ATAMKMt) IIOMOI.ol'MIII-
iri'sirrfitiro e ruraliro tl-> rholef
.irm/v, acrtimmodado a hilellisencin do
|H1V0. rada fiillielo...... '.I"'
Culturas de I- nirdicaiuculos
*

de Lisboa, as quaes vendeni por

preeo eoniimio romo eosgui.iai.i.
Terceira edieao.
TRATAMENTO HaiOPATHJCQ.
Preservativo e curativo
para o cholera, a s> c l:WMHi.
tica le Indura......ls4M10
I ubi avulsos. h .too, :.ooc Ir***'
Carlcirafl ile lodos o* .aiiianlios
minio em tuil,1
,N. It.O* medicamentos homu*opalhi- /,**
*"s que forem comprados por cunta do ^o- *v'
vci mi icsU prn\ incia, lerao o a barullento (jj)
do20por rento obreo valor re (|lie oidi- X
nanamente se vendem ao publico. vj-'
AluKam-ei mi vendem-e ricos vestuario* para
baile* mascarauus, tanto a rara**lcr como a pbanla-
ia, por iiiinni'.an preco, na ra c-lreila ilu Rosario
n. 12, segundo Jjndar. lie escudado n annuiieiauU
declarar n r|uaWede de sens vestuarios, pois ba ."
1* anuos i|ur se lem dedicado n c-sr trubailio, bem tein
/ I mostrado oquanto so esmera ein l>em servir aos que
' o procuran., mui prineipjilmenie esie auno, ioe com
ff j U*mpM ye inunio de bi.f razendaSi riri* enfeiles e

uiit.iNieuh' .te bellus li^uririo-..
&$m\}Ul&.
Agencia
DO CH0LERA-3I0RBUS.
PELOS DRS.
2.im-'ti?s*'Jii-: : .lelil
ou iu^lruer.'io ao povu parase podei curar desla eofermidad,, adininislrandooa remedios mais ^ellira/es
para alallia-la, eniquanlo serecorreao uiediro.ou mesmo paracnra-laiodapendenle (leales nos lujares
em que nao os lia.
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DI!. P. A. LOliO MOSCOZQ.
Esles.dons opsculos eonlcmas indicaeoes mais claras e precisas, o pela sua simples c concisa exposi-
can eslaao alcance de lodas as otelligcucias, n.lo su pelo que dii respoitaJos meios curalivos.conioprin-
cipalmente aos prcservalivos que lemdado of mais satisfactorios retalame enloda a parle cm que
elles lem sido postea em pratica.
Sendo o Iralamenlo homeoplihico o nico que lem dado grandes resallados no cu ra i vo detta horri-
velenfermidade, juliiamosa proposito Iraduzircostes dous importaoles opuscalosem lingoa verncu-
la, para desl'arlc facilitar a sua leilura a queni innorc o francea.
Vcnde-se uoicamenlc no f'oiisuUnrindu traductor, na N'ov n..'iU, por -sflOO. Veodem-se lamliem
os medicamcnlos precisos c boticas de I:! lulios com um frasco de lindura IV". iimadila de :il> lulos rom
livro e 9 frascos de tintura rs. 2O00.
O Dr.Ribeiro, medico pela L'11 i ver-1 r>s*iaa-ee te urna preta que encomme com per-
. 1 j r 1 fecao pira urna casa
sidade de Cambridge, continua a residir paga-ae liem sendo fi
aa ra da Cruz n. l.
SOCIEDVDE EM IMIANDITA.
pasa-se liem sendo liel e lemlo boa conduela : para
Iralar na ra da Cadeia do Kccile n. 38, loja.
Itaguerreotypo,
eleetrotypo e
stereosepo.
($SSSS-Sa>Sd@Sa)
de passaporte <;
bllia corrida.
i l.iudir'i tio Itesu I.ma, despachante pela rep.tr-
lic;"io ta polica lira pasaportes para f e ilenlro, o lollia corrida rom protnplidao e commo-
(!> pirco : pama da i'r.n:i, jirlmiro andar n. :>.
IVecia-t ile um amasador que veja boin *u*
cnleoda do servicocoro perfeir*0o, pasa-anbom or-
denado : na ra da Samada Nova parlarla n. 30.
yastmBSBB ffiBBBnw&Ba&Bm
| AO PUBLICO. |
y< No ;um.izem de f.izenii< bata- &?
las, roa do Collegio n. 2, KJ
vende-te um completo sortimento h
de fazeodas, linas e grossas, por ^
prcroa maisbaixos do i'ic cmoii-
tia qualquer parte,tanto em por-
roea, como a rctallio, aflianrando-
si' nos compradore* um so preeo
para lodos este entalielecimento
alio-se de combinacSo rom a
maior parte Has casas conunerciacs
inglezas, irancezas. allentSas e uia-
Sas, para vender fazendas mais om
cotila do que se tem vendido, o por
islo olleieeendo elle maiores van-
tagens doque oulio qualquer ; o
prop ietario deste importante es-
tabelecimcnto convida a'lodosos
seus patricios, cao pulilieo em ge-
ral, para que venham (a' liem dos
seus interesaos) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Compra-s nina preta ou parda de IS "i an-
uo, de ida.ic, que co/.inlie o cngomUM : lia ra Nova
ii. 17.
Compr,i-sc a clironicada compatihiii
(le Jess, ou o llal.nl" dascoiisas do lir.i-
sil, por Siman de Vasconrellos: na livia-
na da praea da Independencia ns. li e S.
Compra se hico e renda estrella da Ierra : im
roa do ('idleuio n. loja dej. falque.
lioinpram-se duas csrra\as de :ll almos, que
sejain de boa conduela c que lenliam a- habilidades
necessarias de urna rasa, paua-sc fem afrailando ;
na roa da* Croles n. 0.
Al) BARATO!
Na ra doCreapo, loja n. I. vendem-se por lodo
o preco faieudas de pnmeia qualidade. para araliar
nao se ollia a preco.
Vende-so uuu Maula de eliauu com n liocacs
forrados de metal, caita de madeira enxcrnisada,
com nina chave, por preco commodo : na loja da
Boa I,una n. 33.
Venda ae por proco comraodo um piano de ja-
caranda, un loocador com seus videos de cheiro pro-
prio para niiiv.i, e um berro usado : em casa do Sr.
ijuijiiar.ios se du.i quem vende.
Vende-so superior doce desojaba, arara c ba-
nana, poi proco eoinmodu : na ra It l.ivr.iiucnlo.
uadaiiade Francisco do prado n. 'ii.
Vende-se nina Kiande pmc.io do Iraves dt
boas qualolades de 30, n e al I palmos de comprido, \
Iraves de louro e encliainei*, n una canoa 'le :t"> pal-
mos, mullo s.'ta. ludo por preco commodo : quoin
ipn/.fr procure a Antonio l.eal de Barros, ra do
\ igario o. I".
lu terreno com meia legoa de matia virgem,na
riheia de Sanio Anlomo liialidc. na provincia da-
Alagoas, pi .puo para orna fazenda de calo ou engo-
lillo de assucar, e pode ser d'agua por ler iiiuila
abundancia, e da copeiro : os preleiideutes laltem
com Anlomo l.eal de Marros, ua ra do Yiario
n. 17.
.\us masca nidos.
se linda la/cu.la de cores, matizada de
na ra do Ondina.lo, loja de miude/a-
Reoslos
inglezes de pa-
tente,
os melliore
llenrv l,ili
Fabricados em Inglaterra : em
un, na ila Cadeia do itorile n. '
rasa de
para engenhos.
de ferro de l). W.
rua , continua liaver um
l:ii\as de ferio
8 palmos de
No aterro da Boa-Vala u. lerceiro andar, con-
| linua-se a lirar retratos por lodos os s)alema* anli-
p ___ Tn-mmxri ^ ix !-'"s e modernos, o ah seaclia um rico sorlimento
rAlUlLA DtHAU I-.TLCKH ALCOUA'O, Me arlelaclos de ouro. e oulras ipialidados para a
collocacao dos relralos.
A pial oceupa diariamente para mais de
00 aprendizes ou obreiros nacionaes
de 10 a 12 anuos de idadu para rima.
CAPITAL 300.-000.s000.
UlllIlCO.
serii -em dovida de ulilididc aos
Socios em nome colleclivo serenes responsaveis
ssenliores : Antonio Marques de Amorim. Jusliuo
l'ereira de Farias, Manuel Alvos Guerra.
Firma social: Amorim, Farias, Guerra .\ C.
Asociedadc lem j numerosos assiguantes, que
prefazem para mais do valor da inelade do capital.
Ella continua a admitlir no decurso desle me/
socios de 1008 al 5:0008.
As pessoas apianantes das primeiraslisias, quede-
/ejam contribuir para a prumpta realisaco oa fa-
brica silo convidadas n nao'demorar suas respectivas
assi^naluras, que devem ser ptssadas no livro da so-
ciedade.
No tira do correnle os socios gerentes reclamaraoa
primeira preslaeau que sera' de 10 por rento do ca- I jj
pital subscripto, c passaro os compelemos recibos.
As vaolagens que a fabrica oflererera' loco que
ella e-livor em pleno andamento sero :
I.'' 19 por cenlo sobre o beneficio aiiuual que ca-
da socio recebera', alem do seu direito sobre o fun-
do de reserva, que ser de i a 7 por cenlo do ca-
pital.
2." Oecopaco diaria a mais de 200 operarios, ou
obreiros nacionaes.
3. Consumo de 30 a 40 mil arrobas de algodao
nacional, o qual al agora nao lemoulro comprador
senao o exportador.
." Tecido de qualidade superior liso ou lavrado
. !H\ a vara, eui losar de 260 ou 280 que se venda
o da Baha,e hoje nao ha roesmo a mais de :!20reis,
I>reco da ultima venda.
A facilidade das entradas, que nunca serAo de ,
mais de 20 por cenlo do capital subscripto,-permilte !
a lodas as pessoas que poderem dispor de urna eco-
noma mensal de 5o p:u loe/, entrar como socio
de 100.
SeAdo as entradas de 1(1 por cenlo e os pasamen-
tos espadados de pouco mais ou menos 2 metes, se-
rao precisos 18 a 21) para ser resinado o inleiro pa-
gamento de cada subscripcao.
Os scnliures que residem fora da capital, e qne
quizerem entrar nesta til sociedade, poderao diri-
gir suas cartas de pedido a qualquer dos tres socios
gerentes, ou ao socio de industria F. M. Ilupral,
que lem em sea poder u livro dassubsenpeoes.
Elles declararan os seus nomos por eslenso, do-
micilio e o nome do correspondente nesta capital,
encarregado de elfecluar o pagamento da- entradas
das preslaecs, quando forem reclamadas.
Lina copia irapressa da cscriplura da sociedade
sera' entregue a cada um dos socios na occastto de
cll'ectuar o pagamento da primeira prcslaeao do 10
por cenlo do capital subscripto.
Pernambuco 3 de Janeiro de I8li.
/". W. Ihipral.
_ lllm. Sr. presidente e mais membre-s da com
misso de bygiene desla provincia.Diz Paulo Lula
tiaisnouv, doolisla trancez, que precisa a bem de
PUBLICAQAO' LITTERARIA
Repertorio
IC-la puldicaeao
principiantes queso quizerem dedicar ao exercirio
do foro, pois nella encontrarn por ordem alplialie-
tica as principaose oais freqoenles oceurrenciaaci-
\is. orpnanolosicas, eoranterciaes eeeclesiasucasde
nossol'iiro, e.un a- remissoes das ordenacoes, leis,
avisos e roeulameiilos por que se res O Brasil, 0
bem assim rosolueoes dos Praxislas anliaos o moder-
nos em que so lirmam. (.onlem semelbanlemeiile
as deeisoes das quesles sobre si/.as. sellos, vellios e
novos direilos o decintas, sem o Iraballio de recorrer
collcccao de uossas leis e avisos avulsns. Consta-
r de don* volunins em oilavo, grande trances, eo
primeiro sabio .. lu/ e est venda por 8? na loja de
ivrosn. li o 8da praea da Independencia.
asearada
versal.
uni-
AOS RAPTES MOC&S DE
GOSTO.
lale porta o carnaval, c um rapaz de alsuma
repulaeo nao podo dispensar um trago completo a
carcter, assim como luda a meca que for do bwu
Coso nao dispensar collocar urna bella mascar em
seu lindo semblante, e ouroupar-se n'um rico ves-
luario da corle de Heoriqae VIII; psraoqueoan-
no -tianlc offerece a cada um ou cada urna, por aln-
suel ou venda, e por coinmodos procos, al'un de clie-
gar ao alcance do lodas as bolsas, o mais completo
sorlimento dos mencionados trapes, para ravalleiro
ou peao do -erlo de C.lovis. Carlos Macno, Henri-
que l\ l.niz \l V, da conveneu nacional e do con-
sulado ; as espadas e laucas de pao hnlliam como
ac, e nos Irases femeninos os brillianles e perolas
o perfeitamente imitados ; emlim lodos os soslos
encontraran onde eseolhcr, na ra do Collesio n. 18,
primeiro andar, onde se v asteada urna HA.NDF.l-
RA ENCARNADA. As pessnas que quizerem ver
o ti.un aceio c bom gesto dos veslaarios, (indero di-
risir-so a casa do aiiiiuncianle das II as9horas da
noile, que a adiaran ricamente Iluminada, emlmra
nao queiram atusar o- me.-mus vestuarios.
CARROS FIERRES.
Agr adminis-
r.oii,
gio II. z,
di
Jj Antonio Lui/. dos Sanios & Itolim. Kt
asm &mmttMB sajsmeamaa
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-sea venda os novos bilhetcsda
lotera da estrada de Mag, que devia
correr a I ou ii do prsenle ; as listas
esperamos pelo vapor nacional que deve
partir 2>, ou pelo vapor potingue/.D.
PEDRO II, sefor tiansferida asuasahida
de 20 para 22 po
sao pagos a entrega
A familia eatranseira, que un Diario de Per-
namhuen procura duas molheres, urna coslureira e
"iilra ro/inbeira, se quizer urna preta de meia ida-
de, boa cozinhaira, costnmada a cozinhar em casas
eslransciras, desemlmlsaudo 2St>8 para a sua lolal
alforria cm retribuicau do seu servico pelo lempo
que se couvencionar, procure na cua'do Sebo n. 22,
que adiar com quem Iratar.
SetfDa&
folliiiilias
PARA 0 GORRENTE ANNO.
FoUunhat de algiheira eoulcndo o al-
inanak administrativo, mercantil e in-
dustrial deslaprovincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos impostos ge-
raes, piov'mciaes e munteipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, (emiteno,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
menlos e exportacao da provincia, por
500 rs. cada ama; ditas de porta a 100;
ditas ccr.lesasticasou de padie, com a le-
sa deS. Tilo a lOOre'is: na livraria n. f>
e S, da praea da Independencia.
No escriptorio de Domingos Alves
Mallieus, lia para vender por coinmodos
preeps, os artigosseguinles:
Ricoscelegantes pianos.
He/.erros engrasado.
Ditos envernizados.
Mor de Tilia.
I'iassava cm molbo.
\eudem-se doas meia- cabelleiraa de eaivos
n eua doQ-ieimado, loja n. IS.
(liante : os premios
das mesillas lisias.
O
trador.
Acba-se prompto a qualquer hora do dia ou da
noile em o mesmo eslabelecimenlo, confronte a se-
seu direilo, Va. Ss. sercm servidos examinar a pro- i "dara de polica, em um armazem perlencenle aos
paraban deque se serve para chumbar denles, c de- ; re''S'osos Franciscanos, a de-einpenli.ircoin lidclida-
nominou liia,sa adamantina, em ordem de verificar- : ('e' ze" c promplidao qualquer enlorro de que for
se que a dila prepararlo difiere iiilcirameulc de lo- [ sncarregado o mesmo administrador, f..merend e
das as eonbeeidas. I'ede a Va. Ss. sejam servidos de- dando lodos os passas iieeessarios ao mesmo enterro
ferir-lbe como requer.E. H. Me. iscl" 1ue '"j* menor incommodo dos lloridos, po-
. ;/'aii/o m: taignoux. deudo os pretendenles para maior commodidade di-
A massa denominada pelo supplicanto- Adaman-1 'igic-_taillbeni arcado Qoeimado, casan. I, ou
tinae por elle apresenlada commiss.io de bvgie-
ne publica, difTcre de lodas as aprcsenladas iiessa
mesma occasio por oulros; sendo a confrontacin
eita na preseuca de Indos. Sala das sesses da co'm-
missao 30 de iutbo de 1835.l)r. A. Fnnscca.
00#O00>00 fi 99
: DENTISTA FRNCEZ. i
Paulo Oaisnoux, denlisla, cslahelccidn na
.
na da Cadeia de Santo Antonio u. I
Massa a lamn.tina.
He senilmente reronbecida a. excellencia dcsta
prepararao para chunibar denles, porque seus resul-
adossemprefeli7.es sao j do dominio do publico.
Sebasliao Jos de llliveira faz uso desla preciosa
massa, para o lim indicado, e as peanas que quize-
rem honra-lo dispondo de seus servidos, podem pro-
cura-lo na Iravcssa do Visarion.1, luja de bar-
beiro.
giiarda-livros
brasileiro.
II autor nesta obra musir os dilferenles melhodos
de oscripluracao al asora conhocidos, nao s ao
cummercio om peral, mas em especial ao commercio
a rclalbo, c de urna mancira claia, succinla e con-
forme a lei. O fiuarda-livrns brasileirn moslra os*
lensamerite a roaneira esnw s-e eseriplnra ns parti-
das no Diario e oulros mal* lirros, em partidas do-
lir.i.l.i-. mista e singcla<. Tambem moslra o quaniu
he import.inlo um Vmoftropitadoresle he um
livro iniporlanle que faz desappareccr iminensas dif-
licaldadcs que liao para que urna casa de retalho le-
uha cscripluracao resillar. Alem disto he um qua-
dro perfeito em que o nesociaute observa cm um
lance de vala o rjiovimentn mental de.sen .commer-
cio. O aulor nao pnupou exforcos pura no lvdo sa-
bir perleita esta obra. (I mesmo lem langa pratica
do commercio do Brasil. O aulor do guarda-litro*
lirasileiro cotila com a valiosa proteccao nao su dos i
Illm.s. Srs. assignaotes que |ii se ilisnaram subscre-
vor, mas lamliem coiu o de todos aquellos a queir. o
sen Irabalho se lome til. O autor jnlga osla obra
de mudo proveilo a nobre proliss.o de ijuariUlti-
rros de que be humilde memoro. Espera-s esta
obra por lodo o corrate mez do Itin de Janeiro. Re-
cebeiue axisnaluras nr Vellia da Recite, loja n. 22. I'reco l>8 pasos no en-
Iresoe da obra, e esta sera distribuida pidos digois-
SimosSrs. asslgnaules, c nao se vender avulsa.
Desapp.-.rcceu no dia 17 do correnle, da rasa
ilo advogado Francisco Carlos Branda, na ra do
Collegio n. I(i, una sua escraVJ de nome Anni, ra-
l.rn. de idade de II. anuos, pnuro mais uu menos, a
qual lem sido vista nesta cidade e nos arralialdcs :
roga-ee a quem a conhecer, que a faca prender e
condnzir a casa du dito sen senlior, c aos eapilea de
campo, e entras pessoas que vivem de prender escra-
vos fogidos, promelle-se urna boa gratifcai'&e. Os
signaes da referida esclava san os seguales:' plida,
lindo aisiinns marras do bevisa no roslo. Id esia-
lura, si-.-cn ilo corpn, falla um pouco gaga, e bem
vestida.
Precisn-se de urna ama de leile, prefer n a qualquei cliegada do mallo : a trillar na ra tarso
do Rosario n. :i. loja de niindezas.
Alusa-se o primeiro andar dn sobrado n.35 da
ra larga do Rosario : a tralar na loja por bailado
mesmn sobrado.
iratide baile de
mascaras
iSuperior farinha dioca.
A bordo do hiale nacional Catiro ha para vender
mullo superior farinha de mandioca de S. Mallieus,
por precn commodo : para Iratar, no escriptorio de
Domingos Alves tfatheiis.
Vcnde-sum ptimo jogo de livro*
Diario e.Rakuio, com capa de couro.
de muito bom papel paulado < rucado
com peil'eicaoi na ruada Cadeia Vellia
do Kecife, loja n. 22.
IECHANISHO PARA ESE-
IHO.
NA FUNDIf.AO DE FERRO 1)0 ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWNIAN. ,SA
ItUA DO BRL'M, PASSANDO-0 ^IIA-
FAR1Z,
ha sempre um srande soriimenlo dos scsuinles ob-
jacios de mechauismos proprios para enkenbos, a sa-
lier : moendas e raeias moenda da mais moderna
conslruccao ; laivas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaos, de inda* as propor-
oiles ; crivos c .basteas de furualhae resislros de bo-
eiro, apuillies, ton/es, parafusos c cnvilboes, moi-
uhu de mandioca, ele, ele.
NA MESMA FUNDICA'O.
se eveculam ludas as encnminondits com a superior
ridade ja conhecida, c com a dcvida prestezae com-
modidade em prego.
Em casa deN. O. Bieber&C, na
da Crti/.n. \, vende-sc :
Lonas da Kassia.
Bri ozao.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de urna duzia.
Saceos de eslopa.
Espadas para msicos ('cornetas.
Por coinmodos piceos.
Vende-se om sitio na letrada de Sanl Auna,
ronrronle a taberna .lo fallecido Nicolao Rodrigues
da Conha, com cas., de murada, leudo bastante ter-
reno de eomprimentu c largara, diversos pea de la-
ranscira e oulros arvoredos, e grande caciinln do
superior asua : quem quizer comprar, dirija-.e a
loja n. :t.v da roa lar^a do Rosario, que adiar com
quem Iratar.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba ; na ra Nova n. 2.
Pipas vasias.
Na ra da Cruz n. 10, vende-se una porcSo de
pipas vasias, muito em emita.
Vendemo tres arrobas de massa de lmales
liem conservada a :l-jn a libra : na mu da Cadeia u.
I-i, loja de llnursard.
Vende-se urna rasa ua ra de Santa Thereza
n. :il : a fallar na ra estrella du Rosario n. 2(i, loja
de encadernador.
\ende-se nina linda mulata de 20 anuo, que
engoman, cose chao, coxinha o lava, e nina erioola
Com iiiiii, cria nula!.ii!m de um auno, com algumaa
habilidades, lodas para fura da provincia ou para o
na ra das Cruzes o, 22.
Vende
praliad.i
n.2.
Xa loja das seis
perlas.
Em frente do Livramento.
Chita-(sioras de liom panno e Una sesura a meia
pataca, cainiinhas deeambraia parasenbora a sello,
manguito decainbraia bordados a qualro patacas o
par, vesiidinlio- ,ip -e.la para mollinas de qualru a
seis anuos .i rls mil res rada um, diales de -oda a
olio mil res, dilos de eamlii.ua aseda a qualro mil
reis, dilos escaros para rasa a duas patacas, lencos
com bico para inao a doze vinleus, dilos piulados
para meninos a qualro vinlens, e oulras muilas fa-
zenit ,'s por preco que faz cunta Irorn-las por scdulas.
Para quem est de luto.
Riscadn trancez preln a meia pataca ocovado, lina
dula prcla a don- luslos, melim piem, alpaca de
todos ns preros, meia- prelas de algodSo linas a pa-
taca : na loja das seis portas em Irente do lavra-
mento.
Vende-se urna porrao de taimas c um excel-
lenlo balean, ludo peilencenle a urna urinaeo que
se desmaiichnu : na ra Nova n. S.
NICO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeira e iucomparavel
iijua dentil'rice doDr, Fierre, muito elli-
i.i/. na eonse vacio dos denles e bom ha-
blo da bocea : na botica dos Sis. J. Soum
&C, nico deposito que existe nesta ci-
dade c provincia de l'erniiinbuco.
Vende-se una ca roca com seus com-
petentes aneios, para um cavallo, ludo
em muito bom estado e por barato pre-
co: na ra da Cruz n. 2<, primeiro an-
dar.
Tai xas
Na fundirn'
Itowmann na
do o cbafari/.
completo sorlimento
fundido e batido de r> a
bocea, asquaes acbam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-sc ou carregam-secm cario
sem despeza ao comprador.
Rclogios de ouro
inglezes de pa-
tente, de salio-
neteedevi dro,
chpsados pelo ultimo paquete, vendem-se |>or prero
ra/uavel ; em cas* de AumisU C da Cadeia do Kecifen. 18, primeiro andar.
Tahoadn de pinito d.i Suecia, alr.ilrAo e pite.
Mr. r..ilmonl \ ('.ompinli;>, leudo teceludo um
carrefEamcolo deste* cenen.- peln tingue sueco/).
/A'''-/;,/. r|c i.nt lit'inlii. in .:. \endet.o) os BMUMSI
relalho por pne'.os baratos: olahoado acba-M rero-
Ihidn no armazem dos Sr*. Carvallio <\ Irmao, ra
du lirimi.
Aljodao uionstro a 900 rs. a vara.
\ eiitle-se o \erdadeiro :ilcodrio monslro, rom
palmos de largura, pelo baraii^simo prero
(/i misas de meia
de puralaa.
Veudem-se superiores canusasde meia de Im, pa-
lo barato |.rcr< de :t- : na rus do Oeeimado, l"|.
de mu ir/as da Boa 1 ama n. II.
Vende-se cal cm pedia cliegada iioid-
tuno navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no limen de|K>silo da i n..
de Apollo d. 2It, deA.J.T. Bast. ,\
Coinpanbia.
POTASS E CAL YIRGE1.
No anligoeja Ix-m condecido deposi-
I.) du ra da Cadeia do Kecic, escriptorio
n. 12, lia para vender muito superan
potassa da llussia, dita do Rio de Janeiio
e cal virgen de LsIkm em ped a, ludo a
piceos muito lavoraveis, com os quaes li-
caro os com pradoi es sa tisleitos.
FARINHA OE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccasque lem um alrpicire, medida
velha por rijjOOO reis : nos a i ma/.ens ns.
', 5 e", e no ai mKeindeln'inte da |>orta dai
allandcga, ou a Iratar r-o cscnplotio d<-
Novaes A Coinpanhia na ra do Tra piche
11. ~<\, pt iini'ii iianiiar.
A3$500
Vende-se cal de l.i-bna ultimameiiir rbeeada. as-
sim como polassa da Rassia verdadsira : na pra.a dn
Corpa Sanio n. 11.
Vende-se ac em cimbeles de om quintal, par
preco muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni ,\ Cnmpanliia, praea dn Corpa Sania) a. 11.
VINHO XHOB.
Vcnde-se saperior viiihn de Xere em Larris d,.
I|i.emrasa Je K. U. Wvall : roa de Trakhe
u. i.
simo
na ra do Crespo ti. 5.
de '.liin
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
L\TUAIII1J0 DE HL'OFF E BOEN-
NINGIIALSCN E OLII'.OS,
< poslo em ordem alphabetica, com a descripeo
abreviada de lodas as molestias, a indicafao pbvsio-
losica e llierapcutica de todos os medicamentos lio-
meopathiros, seu lempo de ac^n
seguido de um diccionario da si
os termos de medicina e cirursia
das pessoas do povo, pelo
DI. A. J. DE
Os Srs. n$s!?nai>te& podfin m.'.nd^r bocearos seu
exeroplares, assim como quem qui/.er compr.ir.
i$) O Dr. Fumo medico, miidon fj
(^ a sua residencia para a rita Nov;
^ n. 27), primeiro
ik nua noexercic
ra larca do Rosario n. 3fi, sosuiido andar, 5
f colloca denles com a pressilodo ar. e chumba i 9&'&9&999*^9'9:9999l&-99 as noites de 7 e ., de
denles com a massa adamantina e oulros me- M tTain Braminn S """" ,. c '' Hl
laes- < .1. .IAM-, Dr,MISr\. I
Q?.9 Se@RS'; 0 contina a residir na ra .Nova n. 19, prmei- 0
I'recisa-sc para lora da capital do urna |ies,oa
habilitada para ensinar fram-oz, laliin e rhelorica,
medanle um razoavel pagamento : a fallar rom o
bacbarel Seriiphicu, na ra Direila u. I7.
O SOCIALISMO
Pl.LO GENERAL ABREU E LIMA.
- iKU'iii iiiiiiitu- no- ;.. i I ......i
3o e concordancia. I a "'I81 evcmplnres enqoaderaados, l ra homem >,
unificaco de todos 1.a ."Tf'. 'e'"1'1 "a'"Ja de livros dos sonbnres
, e |ioslo ao alcance e cm c do au|ol> pa|eouo CoUegio,casa amaiella ul",, rilsa ,le '
1 n-----'__. Ll__ _. S___ lili,' -111,1.,
no primea o ailar.
.No sobrado da mu do Pilar n. sa, prerisa-se
alagar urna pessoa livre oa escrava, une sailia cozi-
nhar alsuma .rousa, para ser empregada ursle *
n'oulrosserviens ordinarios de urna casa de pequea
familia, a oxcepcin decosommado, preterindo-se
desla ultima condiean, edo se\o masculino ; pasa-se
bem acradando.
levereiio. na (asa
em (pie lot o Recrcio Militar, praea da
Boa-Vista n. .">(i.
Ela casa lie a mais apropriada para diverlimpiilns
deste genero por ler alem de (res excellentes salas
para liailc, Indas as cninmodidades evisidus para ns
aampluosos e inagnificos diverlimenlos, que devem
ler lucar nosdius iirimn referidos. As s horas da
noile lodas as salas e de man aposentos estarn lui
Ihanlementeadornados o Iluminados, llavera boa
musir, o a irclhor ordem, visto que os directores
sao os me-mus dos diverlimenlos que liveram tusar
na ra da l'raia pela l'ascoa. As entradas sao : pa-
2->, c ra senhora 1t.
-se de nina ama para todo o servico de
imilla : na roa Nova, sobrado o*.23.
audar.
tesando
No novo encliimento da ra da
l'raia de Santa Rita, armazem d. 17,
apromptani-seeiicoinmendaspara se en-
eber pipas com agurdente, espirito e
a/.eite, ludo muito bem condicionado e
de boa qualidade: os pretendentes po-
malto
Vende-se cera de carnauba de superior quali-
dade, por menos pieeo que em nutra qualquer par-
la : na ra da aladre de lieos, loja u. ;li.
Vndese ou alusa-se para o lempo du rama-
Mil nina cnbelleira muito bem leila,
uso: na praea da Independencia n. I.
Vende-se urna preta de naciio, moca
ecoin algumas habilidades: na' ra da
Guia, taberna n. 0.
e com punco
No
venda
nita.
lorio
urna
ATTENCAO.
da rua Nova estar'
vacca de leili
boje a
rorda e bo-
AULA DE LATIM.
o
para pretos, -2 co-
piares, porlflo de madeira, bom quintal plantado.
padre Vicente ferrer de Albuquer- sendo na Capnnga. canto d# roa dos Uroges: os pre-
lendcnles podem dirisir->e a rua do Oueimadu n. 7.
que continua com sda aula
dia 2 de Janeiro em diante,
maneira e sob as condicoes
ciadas.
de latim, do
pela mesma
ja annun-
t l'reciii-se de um oflicial de pbarmacia ou pra-
lieante, com baslanle pratica : na praea da lloa-
Visla, botica nova n. 1.
I'recisa-se de una ama perita cozinheira, im-
2SS55ES^iS-X-^?^^^??^K -se bem : a iratar na roa da Cadeia do Kecile,
mwiiiTBiBri^j^j.^
HiHEOPATHlCO.
(Gratuito para os pobres.)
lUia de Sanio .Imam, Mmido-Smn n. fi,
O llr. Sabino (llesano l.udsero Pinbo d
cousullas todos o dias desde as S horas da
manhaa ate as J di larde.
Visita eaenfermos em seus domicilios das
J lunas em dimito : mas em casos repentinos
e de molestias laudas c (travos as visitas serSo
feas em qualquer hura.
As molestias nn\.....- merecen) Iralamenlo
especial segundo meios hoje aconselhados
pelos^raticos modernos. Estes meios evis- _
roo consultorio central. W
dous ricos veslaarios de velbouna em bom eslado
liara o baile masque : na rua do Oueimado n. ill.
Arma/.ein do sol.
Pedro Antonio leivoira Ciuiniaiae- continua com
l sen armazem de materiaes, na mu da Concordia n
i 211, e rom a inesm.i proioplidiio que sempre servio a
i todos os senbores que u lem honrado rom a sua con-
I lianca. Ilenoioiuoii o prupinlirio com oslo titulo
o sen armazem, ua verdade lie lien, merocidn, por-
que uu periodo deli anuos de sua OM-lencia la sa-
tlites ou estrellas errantes llie tem querido roubar
0 seu brilho, mas se lem submorsido no sen opaco ;
linalmente o proprietario lem robusta coaviccio que
s Dos com um diluvio arrazara o sol, porque he o
foco commum de lodos os astros.
HOTEL DE .1IHUATAO.
Ilominso, >. do correnle. lie o dia cm que com
toda a pompa o magnificencia do coslume se cele-
brara a srande fesla do Glorioso Santo Amaro rieJa-
lioatilo ; e o novo proprietario do lintel do mesmo
nome ha caprichado, lovidando lodos os seus esfor-
eos para que as pessoas que so dignaren) nesse dia
hospedar-M em seu eslabelecimenln, lenliam a mais
ccmplcla salislacao, nflo s no bozo da maior fran-
queza c liberdade possirel, como do cxcellenle nas-
sadio.
Continua andar fusid.i a preta Herencia, rri-
oula, idade de 28 a \<*\ anuos, pouco mais mi menos,
com os signaes segnintes : talla de denles na liento o
nina das arcillas rascada proveniente dos brincos:
quem a pesar ieve-a a rua do lirmn, nrmazoiu de
assucar n. 12, que sera bem gratificado.
Trasoasaa-se as chaves da loja da rua llireila
n. e vende-se nina cama de arnaco em mnilo bom
esladn a tral ir na mesma.
Alusa-e una casa mallo boa na l'assasein da
Masdalena, com srande quintal e Irm leiras, cacim-
ba e hmilio no fundo : a tratar na rua do Queima-
do n. 7, loja.
Precisa-se do urna escrava cozinheira para ra-a.
eslrangeira : na rua da Aurora p. .".primeim andar
Relogios.
Vcndem-sc relogios deoaro patente inglez: no
escriptorio do senle (Hivcira, rua da Citdcia du Itc-
cife ii. (i2. primeiro andar.
Vendem-se charutos superiores, cal-
initas de 100, a .sOOO : na rua do Cres-
po, loja de quatro portas n. ."i, prximo
ao arco de Sanio Antonio.
O corte de ealca
5,000 rs.
De casemirs prela : Da rua i (Jucimadn n. 33 A.
a peehineha
1,600 rs.
Conlinua-ses vender pelo barato proen de IsfiOO o
curie do rassa dula de boas goslos, com" varas
rua dn (lueimado n. 33 A.
Obras depure
As mais escoliidas.
Osabaiiu asslgnados, com toja de onrives aa
do Cabogn O. II, confronle ao paleo da matriz O
Nova, fazem publico, que estilo lecebendo contiui
diimeiile multo ricas obra-, de ouro dos melliore- si
los, lano para sculioras como par.i boiueus e meni-
nas, os preces coutinuam mesmo baratos, e pasM-se
conlascom responsabilidade, especilicando a quali-
dade do ouin de I i ou Iti quilates, tirando aasim'su-
jeilos os me-iuos por qualquer llovida.
Serapbiai iS Irmilo.
>a nova loja da rua larsa do Rosario n. il,
ba bonito surtiinenlo de miu.le/.as e qiiiuquilbarias
pelos procos mais em cunta, cuino teja toacas de
lia/inlia de lindas cores o moldes mu proprios de
meninas e sculioras e alsuma* que podem ser apli-
cadas para os litinquednsde mascaradns, rujo sorli-
nieulo fui ebesado pelo ultimo navio, hlalos gran-
des e menore-. asulli'Scurias e ciimpndiis, surtidas
liabas de iitivelras. carrileis e de meada e marca de
ns. Iti a 120, corchetes ffaueezea em caria e de un-
irs qualida.l,-. palitos de denles ordinarios a HOrs.
o maco, papel iilinaco. pezo e de cores. Iranias de
laa de cores c branca e prela, Irancolms de borra-
va e dilos de relio/, lavas de pellica a I (ill o par,
contas azues encarnadas, piolas e duurad.is.aljulares
dourados e de oulras cores, brincos preln?, dour.i.lns
0 cores, ro/elas domadas linas de novos padrcs, le-
vas prelas de lineal a SIM rs., alar adores pretos para
horsesuius, voltas de perolas para pescoeo, aljofares
ou brincos de aljofares, altinetes pretos paro pello,
caixas de rap de mola! principe e oulras qualulades
asnillas em caiviuh.i-, medidas de inarroquiui para
al! nal., a 12(1, chaves de retusios, suspensorios de
e-cruliis, rosarios milagrosos por va da peste : um
bonito surlimeiitn de lucos c rendas, oculto? para
sent velha o pulir. panel,agalhas de chapeos e lar-
da, conloes linos e grossos para vestidos, lilas de ti-
iilio e de en,, holes fino* de cateas c dilos de ca-
rnizas, miidoperola enulrasqu.di.lados,frasco?de titi-
la preta, linas penase de sc,o,canelas linas e ordina-
rias o tupis linos e creoes pintados, seampas para
cabellos, nenies de alar cabellos liiisindo larlaraga.
Vendem-se camas de ferro de superior quali-
dade. e por preros cuiiunndns : om casa de Jomes
Crablreec\ Compauhia, rua da Cruz n. 2.
Veudem-se no liapiehe l'elouriubo saccas de
1 iiinha de alqueirc, medida velha, a -nisi.
IsTIJOLiSPAM BORDAR
Neiidom-sc Unlijolasdouradeifa praliadaa pn*piias
I r,i bordar vestuarios para o h.iilu masquo : na rua
do Qoeimado n. "
Tinta preparada eni oleo.
Na rua do trapiche Novo n. IS, em casa de E. II.
Wjaii, vende-se eicellenle tinta branca, preparada
em oleo, cm latas de 2S libras.
Eixos e arreios para
carros.
Vendeme superiores eivos e arreios para carros :
rua dn Trapiche Novo n. IS, casa de K. II.
Garlas france-
sas.
Vendem-se superiores carias francez.is para vol-
larele a VHI rs. o baralbn : na la d
loja ile miadezas da Boa fama n. 33.
ROL'O FRANCEZ.
lie novainemle cliegada esta aprecia-
vel pitada no ultimo naviofrancez,eesta'
a venda por barato preco: na rua da
Cruz n. 2ti, primeiro andar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos, irancezas, mmto proprias para caca
dtimamenle ebegadas ralo pieeo : na rua da Cruz n. 20, pri-
meira andar.
Vendem-se Irascos com rolhas de
vidro, proprios para conserva i toda a
qualidade de rape, e for baratissimo
prero: na rua da Cruz. n. 20, primeiro
andar.
Vende-se muito superior cham-
pagne eincaixas, o melhor que lem ap-
parecido no mercado e por commodo pre-
co, licor de Kirsch tambem em caixas e
mnilo em conta : na rita da Cruz n. 2(i,
primeiro andar.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pr%-
9a do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Rostron Ro-
oker <-C.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimcnlo continua a ha-
ver um completo sorlimento de |moen-
das c meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os lamanhos, pata
Qacnado, | dito.
I.ACVRIMIIOS.
Na rua da Oh ii. 34. primeiro andar, rnnlim
a liaver sorlimento de boas ubras de labvrinllm
venda.
Vendem-se em casa de S. P. Joh
ton 4 C, na rua de Senzala Nova n.
Sellins inglczes.
Itclogios patente inglez.
Chicotes de carro c de montara.
Candieirose casticaes brou/eados.
Lon asinijle/.as.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para cario.
Ban i s de grasa 11. 97.
Vinho Cherry em barr.
Camas de fe
ro.
COGNAC VERliADEMO.
\ eude-se o verdadoiro cosoac. Unto esa garrof
como em sarrafists : na roa da Cruz a. 10.
V
Pipas
:fai
*"7<
7semri
Mu
I ...- |-,.iii -1 iiiii-i. inn
atOiiScis finas coca?"!*y? -
t'!ta* oc lioloe imu^ pra ca
Iions gostos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos loques com plumas botla, e
espelbo a 2-, luvasdc pellica de Jouvin o melbor
que pude liaver a t?S(MI o par, dilas de soda ama-
reliase brancas para hornea c senhora a 1?280, di-
tas de lorcal prelas c com bordados do cores a 8011
rs. c 15200, dilas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as cores pura homem e senhora a OO rs., dilas
para meninos o meninas muito boa fazeoda a 320,
leniiiibos de retroz de lodas as cores a I?, toacas de
laa para senhora a lO, peines de tarlarusa para
alar cabello, fazenda muito superior a ditos de
vasias.
Vende-se pnreAo de pipas vasias proprias para en-
caer do asuardenle. a prero de 17.- cada aeae : a
Iratar no escriptorio de Mauael Alves Gasla, aa
rua dn trapiche n. H.
UOIlllACAir.
O arrematante, da toja de miudczas da roa das
(.luarteis 11. 21, qoereudn acabar as miadezas que
evistero. vende barato alim de liquidar em peda
de lempo.
I ranja com botlas para cortinados, pee.
l'apel paulado, resma, de pesa)
Hilo de peso, resma
l.aa de coi es para bordar, libra
l'eutesde blale para alisar, dn/1.1
t'ivelas douradas para caira, ama
ihiuia de obrei. iiiuilo linas
I Lencos de seda linos, rico padr' l.aixa de liulias de ro..na
Meias pata senhora por
surar cabello
lennos
asaca
Meias prelas para senboia, du/ia
lillas dita? para homem
Lacre encarnado mullo lioo. libra
l'npel de cores, maco de 20 quarirrnns
Ihizia de rolseles
E-p.llios de lodos os nmeros, duzia
l.iuhasde oovellos grandts para bord.r
Ricas lilas e-cncez.i- e de sarja, Uvradas,
larcas
Meias croas sem cnslura pira homem
Hilas de soda n. 2. |eca
Traafaa de seda braura, vara
Iaiivii? de raiz, duzia
l'eeas de lilas de cus
l.apis Iii,k, evasa
j Corda* para vestido, libra
Toara? de blondo
taja*
a*
2W
tf 23ta
sfn
Jtum
l?ei
lam
72a
2>."mi
li*
*i
:s?:i
lsi
.i
Jslm
penura.w, uuusoe .... para menino l2(.i
alisar lambcm de tarlarusa a :t?, dito de verdadei- "-''"I"''"* de mer.....bordados para menino l^aai
ro btalo para alar cabello imitando minio au< de e ou""": ln,,""s "'gos que se loriiam recoenwseadj-
larlarusa a I-2S0, dilos de alisar de bfalo, fazen- vr" p'" "** bo"s ""odades, e que 11.10 se davidar..
da minio superior a :I2 e :>0O rs., lindas meias de I ,, "m P"ua,1'nho mais barato a aquello senaar la-
seda pintadas para rrianras de I .1 :l anuos a I5MO0 f'. f fSMa a dinheiro comprar asis harata
AOS SENHORESDE ENGENHO.
Avisa-seaos senliores de engenho
para facilitar o uso do arcano Jo
Slolle para ptirilicarao de assucar, ven-
de-seo mesmo ao preco de .l.sOIMI cada
lata de 10 libras: vende-se em casi
N. O. Bieher &C, rua da ('.ni/, n. i.
que
l)r.
ae
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acba-se para vender ara-
dos ('-ferro de 9rr qualidade.
Vendem-se dous pianos lories de ja-
caranda conslruccao vertical e com to-
dos os mellioiamentos mais modernos,
leudo viudo noiillinto navio de llainbur-
go : na ruada Cadeia, arina/em n. S.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de f. Slarr c\ Compalibia
em Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de caimas todas de Ierro, de um
modello ei.in-.iiii. 01 muito siiprrimv.
PIANOS.
Vendem-se em esa de llenrv lriinr. i\
C rua da Cruz 11. 10, ptimos pianos
chegados no ultime tavioda Fiirop .
na
Wvall.
Candelabros e lustros.
Acba-se a venda em casa de E. II. Wvall, na rua
do'trapiche Novo n. IS, um completo sorlimento de
candelabro- o losUOs l'ton/.eadus de .'I ,\S tu/os.
Vinho Xereze Porto.
Vendc-so vlllio \erc/e l'orlo em liarrisdy quar-
lo : cm casa do K. II Wyatl, rua do I'rapirlic .No-
vo n. 1S.
Na rua da lidia ii..i. aesnndo au^ar. ven-
ilcm-sp *J,(MMI >arcas de millio de alqueirc. ;t" pipas
rom a/eile de carrapalo, "rll dilas ichalidas para
a^iianlpnlc, c \0 tonelete! par cubos le alambique:
a contratar com Joaquina (onc.aKe* Allniqucrque
Sil\a.
ECONOMA.
Vendem-se caixas com aletria tcm -" liliras
propria para spa, por diminuto prero : no caes da
.iMaihli-iM 11.7, aiin.i/.om de Jos .loaquim l'ereira
de Mello.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade.. por
menos prero doque em nutra parte : na rua da Ca-
deia do Itecifc, loja u. -0, defronte da rua da .Madre
de Pros.
Cal de Lisboa barata.
I*ara lechar cuntas vendem-se barris com ral de
Lisboa, pelo diminuin ,"'cjo de :i.-J'Mr, assim como
ha una porrao da lila cal sulla, nplima para raiar
pelo seu brilliaiilisnn e dura rao. e encbr ->e urna
barrica que lenll.i do do lia alhso por '? 11.1 rua
da ( i'Ip.i ilo Keefe n iO.
Civ
pn 11. 12, loja de
deiu-se cubei toces
Na rua di
Campos >. l.iiiii
de laa petpienos e grandes.
Vende-se um cabriolel em bom uso ; a traa
ta rua do Collegio 11. 21 .primeiro andar.
olpar, dilas de lio de Escocia tambem de bonitas
cores para rriai.cas de I 11 III anuos a 320 0 par. cs-
pelbos para parede com etcellenlos vidro* a .">(KI,
700, l^e I900, louc.idoresrom pesa 19300, lilas
de velludo de ludas as cores a 1110 e UO a vara, es-
covas linas para denles 11 100 rs., e linissimas a .VHI
rs., dilas linissimas rom cabo de marlim a Ii?, tran-
cas de seda de lodas as cores o tentaras .TJII, 100 o
.VHI rs. a vara, sapnlinhos de la para rnancas de
bnuilos padroes a -Jll e :\JI>, aderecus prclos para
luto cum brincos e altinetes a Ir-, toncas prelas'de
seda para chancas a I?. Iravessa da-que se usam
para sesurarraliello a t.-?. pislolinhas de metal para
erianra* a -JOII rs., Balheleiras para areile e vinagre
a AkOO, bandejas muito tinas e de todos o lama-
nhos do 13, ii?, 39 c i?, meias brancas linas para
senhora a :>(l e MI) o par, dilas prelas minio boas
11 10(1 rs., ricas caixas para rap com riquissimas es-
lampas a H^ c $5Q0, meias de seda de cores para
homem a 610, rharuleiras muito linas a 'J5. (>lc
para bengalas a 40 ri., pastas para suardar papis
.1 SIMI rs.. oculos de arinacao deacoprateados e dou-
rmlosa (iiil, 1.3 e IrjiHl. lelas roa aro debtalo
e lartarnca a .VKI rs. e I?, superiores e ricas beaga-
liulias a :?, c a VKI rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo peqiioiios e fraudes, fazenda mullo supe-
rior a 610, Kn, |a, I900, ISaOO e 2>, atacadores de
cornalina para casaca a 3-211, penles muito linos para
sui-sa a 500, escovas finas para cabello a 610, dilas
para casaca a 640, capachos pintados para sala a
Itill. meias brancas e ornas pura homem, fazenda
superior a Itil), 200 e210 o par. camisas de meia
mnilo linas a l.-s e 19200, luvas brancas ei.corpadas
proprias para montana s 2f(> o par. meias de cores
para senhora muilo lories a 220 o par, ricas atioloa
duras de madrcperola e de oulras mollas qualidades
e goslos para rllele- e palils a VHI rs.. fivelas dou-
radas para calcas e rlleles a 120. ricas fitas linas
lavnidas e de todas as larguras, bicos linissimos de
honilos paitroes e lodas as larcoras, riras franjas
bi ancas e de cures para camas de noivas, lesuuri-
nhai para costura o mais lino que se pude encontrar.
Alem do tildo isto oulras muilissiinas colisas muilo
proprias para a fesla, o que ludo se vende por pro-
co que fa/ admirar, como todos os freituezes ja sa-
ben!: na rua do Oucimado, nos qualro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas di Boa tama
n. :i l.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se oexceente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de Breta-
nlia, 2 vohimes por IsOOO rs., na livraria
11. 0 e S da praea da Independencia.
Meias prelas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meia de laia paia padres.
pelo baratissimo preco do I-Mili o par. dilas de al-
idao prelas .1 6(0 o par : na rua do tlueimado, loja
,le miadexas da lloa lama n. 33.
Moinhos de vento
ombomba-derepuvopara regar borlase baila,
dooapiui. iial'iiudicaode II. W Dow man : uarua
do Bru ns. ti, Si e 10.
dar fes*
lo que se compra em primeira 111*0.
Vende-se azoile de eatas em boilias, pelo pre-
co de I-i.iira.ta hitija : n. rua da Crac a. 22.
Vendem-se Hafaas boas a 119 o ceule, carne a
SaSOO e 69 ; na rua da Praia a. 1.
NA LOJA DE ADAMA
Tlieard-,
Aclta-se um rico sorlimeiitode vestidos
de seda bordados e de blond para casa-
mento, ricas mantas de blond bordada,
capellas para noivos, llores, franjas,
I trancas, lilas, como nao ha i;;uaes. rico*
' e lindos enfeiles de cabeca para tbeatm,
glande sorlimento de chapeos de seda c
de pal lia tanto para senboras como pa-
ra meninos, e meninas, bons velludo de
lodas as cores para vestidos, muito lindo,
e muito em cotila.
Oculospalentes para ibeatro.ditosdc
alcance, ditos de armacao, dcbufalo.tdi
ac, de tartaruga edeouro, tanto para
vistas caneadas, como para miopes,
blancos 011 a/.ues, oculos de vnlios. e
lmelos de lodas as cpialidades : encop-
tram-se sempre na loja dos relojnciros
Cbapront di Iterlrand, piaca da IndeiKn-
deneia n. IKeSO.
Relogios de mesa e de parc-de. dilos
de algiheira, tanto de miro cono de piu-
la domada e (oleados, itatentc ou liort-
zoiitac :
tmenlo,
pi'niil A
dencia 11.
acba-se sempre um {pande soi -
na loja dos relojoeiros Cba-
Bertrand, piac ,la Indepcn-
18 e 2.
Navalhas a contento.
Na rua da Cadeia do Rerife 11. N, primeiro an-
dar, oscriplorio de Aususto i., de Alirra, ronii-
nuam-se a vender a K54HHI o par prero fivo. a j..
bem cunbocidase afamadas navalhas de barba, frii.i-
pelo hbil fabricante que foi premiado na auaahgao
ile Londres, as quaes alem de durarem eilraardia-
1 Lmenle. 11.111 se -entein no roslo na an.ao d corlar ;
vendem-se com a coudicao de, nao agradando, .vT
derem oscoir.pradore-.levolve-lasale Ii diasdeim.
pa compra restituindo-se o imperle.
l>'i'rrfltoo& fuojbo*.
Curtes de rassa |iara quem quer ilai
tas por pouco dinheiro,
Vendem-senirles decassa cliila de bom insto ,1
29, dilas de p.i.li.M-- trnceles i2Viim, casaos ru\as
para aleviar lulo, Jilas pn-tas depadr5es miudos a
29 o i-orle, alpaca de seda de quadrus de todas as co-
res a T20 o covado, lencos de bico tanto piulados
como bordados a 1120 cada um, grvalas de seda pa-
ra homem a I? e l-i.nii ; lodas estas 1. /en.la- veo-
dem-se na rua do Crespo n. t.
Faginas aa manhaa do dia M do correnle
cscravos un por nome Ibeodore. tala, nonio, pr--
eador, balsa, coraolenla, com muito* caticlle* br.n-
ros pela haiha c peito-, idade :l"i anuos Basaa m.u-
ou monos; ouiro de nome lataa, mualo, bata*,
aereo da corpa, peaca barba, aaaavaaa da eaaaaW .
lem du ladoesqiiordo do rosto una cicatriz ele cs-
rravo fui do Sr. Mauoel I Imui. / et-rarcerett-o ;
cou.luziram ras. siso aaaaeaia, na qual levaram
toda roii|ni que I inhalo, i-alfa, o catabas de .ik-od.-..
7iiibn de luir-, eamisis de inada(-,d.,.i, mna dil. .le
liaeta encamada |n aseda e raasatare*: raaa-ia*
.........dado. |toliciaes e rapablis de eaaaaa qur. .|.
pieheudiim r levem .1 1 ua da Cucoidu b. -.11, anua
sea* de maleriae. ajaa aerea geaeeoaaaaeaat saaaaa-
peosades.
^
V
l'F.KN. : TVP. I)B M. F. DE FAKU.-l*
aa a A
TT
-sr