Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08821

Full Text
\
ANliO \\\ll. R. 20.
Por j atetes adiantados 1*000.
Por 3 metes \ eneldos taoUO.
OLIMV FEIRA t\ DE JANEIRO l)E i8o.
i'oi .iiiiiu adiantado I580U0.
Porte tranco para o lubtuiptoi
DIARIO

fr
.
/
.:n<:\U1;.i;\imis DA srBSCRIPC.AO' No NORTE.
I'.ir ilnln. o Sr. Cervario V. da N'alividniic ; Nat.il, o Sr. Joa-
Ciar, uSr J. Josc de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
|ucs Rodrigues; Piauliy, o Sr. Domingos Hcrculauo A. Pe>soa
CMMM6; Har, o Sr. Jusiiano J. Hamos; Amaiunis, o Sr. Jer-
nimo da Cosu.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olnda : todos os dias.
Ciruaru Bonita e GariohaDI: nos dias lelo.
Villa-Bella. Boa-Vista, Kxu' e Ouricurv : a 13 e '28.
oianna c Parahiba : secundas e seitas-ciras.
Victoria e Natal : as <|uintas-feiras.
/
AU)IEN<:IAS DOS TKIIUWES ll\ AIMIAI..
Tribunal docommercio : querase tabbsdOS.
Relaciio tereats-feiras e satinados*
Tazeuda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juio do comnicrcio : segundas as 10 huras e quintas ao meio-dia.
Juiro deorphus : segundas e quintas as 10 horas*
Primeira vara docivel : segundas e sextas ai meio-dla.
Segunda vara da civel quartas e sabbados ao mrio-dia.
EPIIEMKKIIIKS lio Mi:/ HE .1 VNEIRO.
7 Loa nova ns s horas, tS minlos. 'J segundos da larde.
14 Quartocresceale a 1 hvra.Zvl minutos e S segundos da tarde,
22 La rheid .i 1 hora, 10minutoe aJaWgundosda manlia.
30 Cluar lo miuguanle as 5 horas, 10 minutse i8 segundos da ni
i-IO VMAIt o. t.o.W..
Primeira as 0 horas e 6 minutos da manliaa.
Segunda as 0 horas e 'tOuiinutosda larde.
IIIAS HA SEMANA.
21 Segunda. S. Ignei v. di. : S. Patroclo ni.; S. Kpifaiiio. I.
22 Terca. S. Vicente dac. e A naturio mm. : S. (laudencto.
23 (lalia. Os deposvrios da SS. Virgem MAi de U>o*coin S. Jos.
2 Quinta. S. Nossa Senhora da Pa/; S. Thimotbeo I, m.
28 Sexta. K CooversaodeS. Pauta ap. S. Animas.
"JO Salibado. S. Policarpo p. m. ;S. Toiiogines m :S. Matliildas.
27 Domingo da Sexagsima. S. Joo Cbrysostorao b. douloi da 1.
i;\t:\itio;i. \uos n\ si iim itips \o \o m r
Alagoas. oSr. Idaiidinn Fairao Dms : Baha, o Sr. O- Dupm
Rio de Janeiro, oSr. Jooo Percira Mul
l.\l
iWMltl O
O propirt.uto do lllARIO Mauoel Figueiroa de rana, na
livraria l'raca da ludepi ndencia ns 6 e 8.
OS GABINETES EiVS 1854
Quadro dos negocios geraes do mundo.
AS NEOCIACOES E A GUERRA.
./ allianca an dres.O tratado de i'onstanUnopta.Cumintt-
nicarao da conreara de Lon renum.Poltica e rada mm dettes.O*pu*i-
res da tllemanha.Tratado entre a Au*tria e
a /'ruKit.Ctirivenrao entre tt Jastna e a Tur-
qua*dcoiitecimentos militare*. Tratado en-
tre a 4uitrii, a Friura, ra (rao Uretanha.
Acertigo rio /'temante a aitianga anglo-franee-
za.Stgociac.ao para a paz.Conferencia de
f'ienna.ri*t&* s prujecta* don Kstaos-t-nido*
da .tmerica.Tendencias fatorareis Russia.
Sympathins do.< paize hispano -portugue:es pcla
Franca e a Inglaterra.listado do e.vtremo
Oriente.
A Minaran de que temos de il?>crever osfprincf-
psea tracoa este anuo aprsenla caracteres que era
ditlicil prever antes da crise arluai. N.io aomeDle
as questoes politios smxederaui a- revolucionarias,
mas os lardos formados em 1S1."> pelos gabinetes do
Norte cederam o luar seb u imperio de poderosos
iuleresses a lares iiuvos : o s\sienta ilas alliaiMjas
ludilirou-se prot'uudameute to coatnieiile. A Kran-
V,a e a Austria, que era no ambas consideradas os
dous pontos de apoio das dasfl ideas coiiirarias, do
ram-se as maos, e suauniao lirando a revolocRo a
principal probatnlidade leve por ell'eito no ponto de
vista diplomtica reslahelecer a Europa em sua ver-
dadcira posieAo.
Devenios reronhecer que a coudii;ao excepcional
em que forain poslos os Estados do ronliuenic pelas
tendencias to primeiro imperio francez. jusliAeara
ate certo limite a uuiaoque se lormira entre os es
lados do Norie priuieiraiueule para obiisar t\ Fran-
ca a vollar as suas fronteiras, em MCaodn luuar
para conlrabalana-la ; mas a Atlein.nilia nao pon-
derara lalvez com etc(id;l as cnnsequencias que
Iiavia de ler necessariamenle esta umao pela ata-
lude preponderante que lomara urna das parles
contratantes. Eoi contra a Hussia que 'ia .-\
lliendu os fruclos da victoria que a Mlureta ii.mli.i-
ra sobre nossos soldados apresentara-se Allema-
nlia como libertador. .Vj eiilliuia-ino do reco-
nbecimeulo a Allemanliao acolhera com esse mes-
nio Ululo, o grabas ao entliusia-ino inspirado pelar*
circumslaiicias bemeomoao ascendente real deum
carcter que sabia impor e agradar Alexamlre pu-
liera aposs;ir-se sem coiiteslar^Ao do papel de \~\-
memnot do conlinente.
He ventado que a Inglaterra por uin justo nnli-
ment *l" sua di^uiade individual e de seus inle-
resses nao acceilara lo fcilmente como a Allema-
nlia essa prepotencia. De sua parle a Fraiira.au
menos emquanto prevalecern! oocoosolhos previ-
deuies do principe deTalleyrand, nao deixou e des-
lumhrar por esse prestigio, > quanlu Austri.i, leve
desde ento como urn preentmenlo dos peri=o llie faziam corrers pretenres da Kussia itabsorpeau
ila^Polouia. lufelizmeute o tralado que os tres ga-
binetes de Paria, de Vieona e de Londres tinham
as4i^nadoem Janeiro de 1815 com o intento de po-
nan obslacu o a urna ambicao, cujo alcance compre-
heudiam, nao sobreviveu os tratailos que no lim do
nesmo anuo haviam decidido a queslio, em vista
da qual foram concluidos.
Pr.'valeceu espirito da sania allianca fundada e
dirigida pela Rosta, ea insurreirao hellenica leu-
do viudo seduzir Hiinaginac,es, vio-se ale os par-
fgorosas da equi lado. Oual era o olijerio dn sna ai-
llanca 1 que in-'in* pretendiam empregar em com-
miim para pre-u- lie-lo '.' He o qoe S arliaos do
Iralndo deiermitiavam l'romelliam artigo I. fazer
qiiflnln aellas denonnette para o reitabclecimenlo
da paz enlre a Kussia e a Sublime Porta sobro bases
solidas e duradouras, e para saranlircm a Europa
contra a tolla das lamen! ivei* complicace*. que
lio desLiracaiiamenie acalwm ile perlurhar a pal aje-
ria e
lidades da Europa e provocar a crise que teve o du-
plo eflWlo dn conileuiuar elle a Kussia. O i;ovenio beka
nln lar-tara em perreber que a elfervescpucia fac-
ticia la Dpintflo publica a favor do ciar nao era
mais do qii nn.i menillce perigosa. O re Leopoldo,
depois de batsr sido acusado de nao ler-lbe per- ra qu
manocido estranbo, coinprelitndera que a momento, Rusta
Inglaterra, mai* directo* e uns ninnom-
< K que os iiomos, e o ajoverno auslriaco nii pode
em faltar aos >e'i* doveros c sua forlona de.xar a
a .|uesl."i
eflo. ('.
fullas d
era mal acoUiido para contrariar a Franca e aflajtar
ral, O arl. 2. diiia que acbando-se a iuteandade a Rossia, e soobora spproximar-se a lempo daqueila
lo imperio ollomano violada pela oernparao das
provincias de Moldavia e de Yalarhia. e por oulros
movimenlos das tropas russas, as lu< poleucias ti-
nham concordado o ooncordariam sobre os meios
mais propritis para Nvrarein o territorio dn allalo da
jnvalfaiiiitira, e para cotiscstlirom D lim de-
terminado un arl. I. Para Ptfit elleilo proni.'Ui..m
iii-h r segando >> neoessidades da guerra aprecia-
das de rominum accordo as forcas de Ierra e de mar
sulhcicnles, caja qualidade numero e destino serian)
marcados posteriormente. Ouaesquer que. Rwsem os
acoulecimentos que podesse liaver em euti*equencia
da exocucSd detaa convengan as alia* partes eontra-
tantes nbriuavam se(arlu(oH.] a nfto acolheremiio-
nhuma pruposta lendonlt a ces.ic;lo das hostilida-
des ea nao enlrarern em neiilioin ariaiijamento
com a corle da Kn
viamente em rmniniim. t) arduo prclamava
que animadas somonte do deaojo de manlerem o
equilibrio europeu. nao leudo nenhum lim iute-
resseiro as alias parles contraanles renunriavam an-
teripailaineute a tirarem neuliumi Oantagem par-
ticular dos acontec me n los que podoaaem ilar-se.
Brafim declaravam pelo artigo "> que recehenain com
empenho em su*i allianca para cooperaren ao lim
nroposlo aquellas das nutras potencias da Europa
que nella quizessem entrar.
Nada poda exprimir melbor o espirito Com que
a Franca ea Inglaterra iu lUguravam essa grande
empre/.a. Preservar a Turqua ; depois pi'ih i. a auures-ao de que esse pal/, era objeclo,
ar.iniir ,\ Europa, contra a repelirao de semelhanles
aooniociroontos, tal i u bnico alv > *\uv iiuliam em
vista, o nico ganho que esperavam, e ninQoem
poda dizer que procu^avam neubuma corapeusacljo
territorial, Nora mesmo ve-se a qual noderiam el-
las propor-se, vi-lo qiie toda* as parles do territo-
rio aaaoacado eatavam] fora de sua esphera babitual
de aecao. Se as ojatmlpes lorritoriaos podiam torgir
ulleriormeiite do ileseiKVolsimeuto da lula e da sorle
feliz da guerra, era lie presumir que em vez de
proeurarem os bi'iielicios para si mesmas d sporiam
dellos camo moioa ilelrecompe;isart:in os serviros
que liv>'ssam rec-bido de alltados que esltossem
iit melhor pos^ao do que ellas para aproveila-bis.
E-sas evenliiahdades so apparcciain obscuramente
lessas duaa paiencias que mellior poda dannificar-
Ibe oii ser-lhe all. .Vuimado nossa mu laura de
all lude pelo exemplo da Inglaterra, etsosoborano
com ua saKacidde boro cunnerida o sus prudencia
ronsuuimada procurare occatiilo de cliogar-se i
Frang c de fazer o gabinete das lullierias esquerer
^s olTantas da imprensa u da opima i beloaa. Acu-
i'i"ii sympalhicamouto a allunca de lo de abril.
I'orem os votos que o goveniu licita forma vi pelo podi pois crer que a allianca
feliz successo de nossas armas eslava m mu i looge de eialonlo encontrara gran les l
auilar-sc re#olter-*e "em sua pnriicipa-
mlado a* presumpro-s contrarias nfto eram
fundamento, nom te vorosimillianra. Pa-
i inven imperador pedente afatlar-o di
ra lie mi-ier primeira man le romper rom
fortes Ira Uee-.es preconcoilos, e quebrar la;- que
elle mesniti "tuitiibiiira para aperlar no romero le
sen reina lo. Plia-se recelar que os ulereaos
foosona coinbalidos pelos hbitos. Pndia-^e temer
sobretu lo a influencia de mito porr.iii da alta -
eiedada do Vieuna, que esta mu', tmbuila un an-
Iqo espirito de hnttilidade contra a Franca eii^a
deaentimentoi de veneracAo .ib-otila que clas-
--rs aristncraticas voi.nn na .\ llemnilia ao pruleudi-
dosustentculo da ordetn na Europa. O Pieinoule
i Ausiria riim o tic-
Ucuios. e u sse c iso
da le .. iu I, jien i.'inrit do inpario olt imano ella j novamente a Vienna pelas potencias occidenlaes ;
enlrava com a llu--i.i nos pl ino< de nina partilha an- a*U* n,'i liuliam a i n lenca o de movi lar desta vez a
licipada. ,'iun a >^i ia-lo ; mas as he llagues da Austria
Foi ueiwe om *nos que houve a as-i ^natura do ira- ) em empenhai ->e para urna data li\n, e em conirohir
lado de Berln. O tratado indica va urna occupacAo j formalmenle a obrig tro de lom >r parle na deleza
la M 1 i"- V.il uin a pela (orea
luah la.le tb- iiirnrparai;o rus*a
nlia dos Balkns. Em lodoo c-i
ennt esteta decidido a fazer
pas no* principados ; p irm
na, o necup iu lo
Kn-sos livessem
!)' gualquer
das urinas iu even-
iiu ileataque <\.\ li-
u o gabinete de \ i-
enlrarom sua-- Iro-
ilan Iu milito a Kus-
sivamonle >
leixado.
uaiieir i
d principios q te abas ron se o lia em
/.-'rain de u >vo dellr'iir urna alhaiiri
vezes e que h ."in l,i baldava-ss [>
bnelo de Yionua.
TotUvia a siioaeao leu um p;i**o.
estabelecer, i
ja tenia.a iluas
Aus
a nao podia por o*
jv.s no territorio nM^n i :n ;n o raiis.-nliNi.,!i< i,i
i'iria. e ilovti concluir previamente em t^onslanli-
nopla um .Ir liado q Par. c inseguir !- > era impossivel dissiuiular que
havia da a'a-iar dosTonli i.i:;i>. '>'.;' q1- o
ip;
lu ires qiitf os tratado lora substituido pe i
'que fonnulavam com mais "\t*
do que n 11 das quaes i tus ira nc
Es-a* nulas destinada^ i \
. h
i le nuar-
, sabinete do Vio
! as provincias tur
qui* as da m ir -in
anta
i mamfaid^ra d
da inarsom direita ilo Danubio I lo senlto d
querda assu-tar.i muitn a Porta,! posiee* d
imporlanleii ii pilases ult
i ': m maior r; a -i
|uaes rom e*1 ''*> nao -e p
laura, .\s q;i.iiio ^a.a'ilns nao iiliam
jpostar a itu--ia no Oriente
que abn nao .o-.dher da pan-* la Ku^-ia. m-ii Uavririn ru-
curda lo entre ni, neiiliuina pioposla len lale a cen-
sarn das bostiti lades.
O artigo eslipulava que norao de qoe nt fv>-
se rt'siabelecida a paz no decurso do anuo olKaSI *-
bre as ba-es indicadas nu atlanji 1, a- parte* ronlra-
laotes deliberariam sem demora -obre o meir*
ul >i dn _ta- e;lirazes para akanrarem o objeclo de sua alli-
anca.
>. O projecto d* Km virludo do artizo I o tratad devia er levado
-; de S d- aeoslO roileclivamenle ..o conliprimenlo da Pms*ia, o m
o e mai* prensan polenctoaQjoctoravaaa so diapsolsa a reielcrem rom
, a- coiidi'-oe-, ii i fal- einpenlio sua adhe-o lu^o que ell-i promelles-e cih-
ici r rom* a Kiifrtia. DOTar 0 exeruro da oln.. r.inoioni.
eniar um papel lo Um rota apenasdopoit da MahnaUra a*aaM acaa
darris totah leciam iuiporunie o- ualmieles de Pan- r de |. m aratitias,
perar paz
qualquer ponsanionto de cooperaban. Ao mesmo | lena p a lij i la/er vanlaj isaru **- opa,
lempo que fa/ia proleslos amiga ven a Franca e a da ayancada da Franca e da Inglaterra contra a h- a qual alern disto compr^b"udia mais diflicilmenle denea da lurquu e perlurliar a paz do niiwido
Inglaterra, o re Leopoldo s fal la va de neuiralida-1 niia presum la do- gabinetes do norie. a hypolhe- do qui ninguem que a Austria pode-se solitrahir-se Rus-ia abusara do protectorado l s principados
de. He joslo dizer que oncerranlo-so nosttsjsloIsecoulrario ido oA"srocia aamssmas vautau~ ma do qual nao se po lia exigir que sahisse, poU| prente-. Em vez de ter a-r.Vi sobre a Au-I ia, o | brar-*e da poltica do principe Ueltrtairli em |KK, | geni que etcluia o cumprimenlo de so
que i
a baso de sua existencia nter nacional, a IM- i Piemonle aoliata-sa emponhao com ella na mesma
sem lerem deliberado pro- -ir* lem pralieado sem apparencia de mu vontade Iempreza ; ma, sr do piulo I- vi*ta do mierease
urna poltica que o-- inlaressea de suas manufaclu-1 particular linda menos proveilo a esperar, no pona
ras A Neerlaodia que em suas relaces com as gran-, cdo na Europa, da inftuencia a que po lia nOural-
des potencias lem sobre ludo em vista os interes-es le aspirar entre a-, potencias, linlu muilo a gml ir.
eumm-Tciaes, grae is aos quaes conserva posic;lo im- Ouanlo a gabinete sardo, su-peilo hos gov^r-tos
portante na familia europea, eaquem o habito da I conservadores pjr causa do sua cond teta em 1818,
liberdade poltica d mauiras assaz francas, deca- aecutado por cll-s de s ler em vista o pensairiento
rou que desojava < succosto das potencias occiden-
laes ; mas que,a que-lan suscitada eslava muiln fura
de Ma esphera de accao, para que poderse lomar parle
directa ou indirecta uosacouleciineulos.Tudu oque o
gaveruo neerlands poda fazer era vigiar e impe-
dir escrnpalosamente as tentativa
de guerra que -a flsesstm em -eus porto*. Em sutn-
m i a corle pelas suas al llancas niro deixava de ler
sympathia pela causa rusta, e o paz pelas suas leo
delicias era de sua parle favoravel as potencias occi-
denlaes. .Vio se pidia prever que urna deseas cr-
renles de Ideas prevaleres**sobre a outra, salvo se a mente u geiln que lomariam ascoona
confedoiacjlo germnica de que o re dos Paizes i altUude rellectida, etieia de recalo a M
Caixos he membro pelo Laxembargo e Limbargolnoetlorior poude sejuUar de suas disposir.net se-
tomaacorosoluc^oesproprias para influir sobre a !- Iras. Quantomaisa Austria approximou-seda Fran-
tiiuile do paiz. Domis uesse caso se poderia pro- ra. maia pi udencia e Hrmoza ella mostrou em suas
sumir que o gabinete da Haya deten lena al o ul-; relaces coma Italia, e no dia em que ppns.ui que o
limo momento o svstema de ueuirahdadc. Taes gabinete de Vi
de recomeear una tenlali\a balala, era bomoso
astociar-se aajma poltica de que o equilibrio eu-
ropeu era o principal cuidado. E nlim. sob um
um aspecto anda nuis larg era dar prova te uo-
breza nos sentimeotoB, e de louvavel anibc-lo re-
de contrabando i nuuciar aos mesquinlios beneficios da iieulralidade
I para participar dos Brandes negocios da Burop i.
Taes >.i > o4 raciociuios que sem duvida fez o gabi-
diiS esforcos de-se e*\* lisia para eslorvar a a(*ca
di Rusta em circumstanc anloga ; mas as tradi*
ri,,'- e o- t:>ios exomplos n un sempre n regra i-*
conducta para "s goveru e*. o a .Turqua nao susp-u-
lava que as boas i ti tonques do principe Mclloriiicli
que perm tu.'C-'ra.ii impoleuP*s ale 1828 p"Jesem
revi ver em isj e pas-ar desla voz nos fado*. r,m
ludo a poltica da Austria era natural mente rejoin-
mendadi em Constantinopla pata Franca e a Ingla-
terra, que e-iavan RHCio-a* por a-o'i i i miis es-
Ireilamente postivel o gabinete de Vienna aua a-"
cao. En i pois con luida nina coaveiieao entre a Tur*
qnia e a Austria cun a" data de Ir de junlio. \
Austria roconliecia no prembulo que a inteisrl lade
Jo imperio olio nana ha nacossaria a coti-rvacao do
equilibrio europeu, o qoa a ev-Kinra dos pnnei-
to Uinubio be urna das cuiidiro^sd
p.idos ilo Uinubio lie urna Jas cendico*silcssa inte-
netc piernn tez recebendo a comnniniacao da all- gridade e elle derlarava-se pro m po para roucorrer
anca concluida entre a Franca e a Inglaterra, pmlia por todo* os m-ios a sua disp -ico p ira -is med i is
dilncilmente decidir-se antes doler apreciado justa- captaos de asseanrar o lim do paci
m as vetlaudo as intel I uceles dittMMr^ies do gavaraia |we-
dura- OJOntoa a lomar parle no- grande-. noatSCSSMSal turt-
Ire obiec- pa nogociatom rom elle hu ecottaa)* an tratado an-
e Inda i as: glo-lraorox no 1" ieai.nl. oata rantotatcjaO aaaWar,
indepen lo entra linanceira que unplica^am um* cooperarao
\ j imuiediata. O re do Piemonle piomellia lornerrr
para I -> mil homens a alhanra sob roudicao ile que a In-
alla- glaterra adianUria a son magela le -arda a -omina
lees aunual de um niilh;1o e lilua- mlerlina- a liiulo
pira i-un o sult i : abusara de sua jursdicc^o ler-1 do omnretllaao al lim da guerra. E-e-t; a io>
r.l aial ns Ibx i" Danubio pn i impedir a navega- i conclnidos a 20 de Janeiro de IS-V aprtsenlado* im
ea i .lee i i.i em proveilo de O lesea ; shuaara do meamo dia a- 'amara*, aoamplaoaosala examinado* c
Colmenlo em que os tratados europeus tinham ralificados Usa ler e\ecc,ao iminediala e no* pri-
ireix ido a imperio Ollomano para enea as nutras po- aaairao dia- de abril n retno de exerriio pieinontez
leuciate i!as vanlagens qu? rcsult.:vani para ella -lo e-lava prompto a narlir paia a Oimca, mide rbega-
ferliamento doi esireihH, estipula l pelo tratado de : va i.....i-z -le maio re-dorao imprtenle iiiowi |Mr-
!*. de jullm le |8il : a bus if a tu lim M .facoldade <|ue accrescenlav L'imil atnaaMB pe IralaTo de K i- !-a-
p la sua
tderaco
o longo, e a opmiao publica que de ordinario evee- se pela sqj poslcao marHima, a liman
le muilo pe.au suas exigencias as ,t,s aovemos, h- cna-se por seguir qaasi a mesma linlu d
milava-se a ver no [eriiin da guerra, que com-'cava
a eonservacJio do nupi-nio ottomano e a roviso dos
tratados qua o tinham pus lo a discripcAo da Kussia.
Depois esta idea se delefminara e se iraduzira por
palavras do cessaco d* preponderancia russa no
mar Negro ; mas no coiaeco da guerra os dOUS go-
vernc* allia/los au gu expniniam em lermo- lao ca-
tegricos : couleiilavauwse de dizer qu;' propu-
nbam se a garantir a Enrop contra a repetirn de
senielbanle* comphraeoesS l'.icava ao lempo e aos
aconlecimentos militares tirar desta formula tu i o
que coittinlia
admiltir lod is a* muMauca terrilor
dos cmbales poda lomar possivei
Ante* de leiem concordado a Francsi e a Inglater-
ra deviam ler-aecombiiiadlcoinaTurqniaa reeneUo
do auxilio que ihe presta vana; a conveiieo de Lon-
dres de 10 do abril -upputiha o tratado le CoDstanti-
liopla le 12 de marco. Ascous leraCjOOS deae trata-
do liga va m a exishsucia do imperio ollomano ao iute-
rosse gertl, e o artigo l.u deieriuinava que a Franca
sao os Bonlimentot nm que a Noerlaildia receben a
CommonicacSo dn tratado de Id de abril.
Collocada em iituacan anloga para Com a All*-
inanha. p-irem mais directamente iulTe*sada na eri-
Dinaniarea e-fot-
e conducl i ;
todava esse interesan la> direclo que aconselhava-
Ihe ver com -ympalhia ii hita emprebendida pela
Franca e a Inglaterra conira a potencia predomi-
nante no Bltico, ii.lt poda deixar d ser notado,
eo contraste que oflereceu ei*,* cuidado 1^ conser-
var se a parle mm as consideracoes lao numero-as
que impunham-lhe <> iiever de confessar altamente,
urna preferencia cbamou mais parlicularmenle a
allenc,aO -obre a neutralidade da Dinamarca. A
naeao eslava o mais favoravclmenle disposla para a
poltica anglo-franeeza, pealo que a lombranca lo j obra Iflo felizmente
lie as piilenc s
Vienua. t> imp'i
ligo 1 esgol ir i
Iros para obler
'talrdeei I en-
representadas na conferencia de
idor da A"-irri pro mol lia felo ar-
los os meios de iieanriara* i G an -
ii evacnaco do* principa las lauu
rem es-e lim. expe li-las part
territorio ollomano que fo--i(
aillo promedia
O s
me-mo acolbiinoiilo ami'avel
a mesma conaiileracjlo qn
mas je emnn gadas
zas e hnla
tal ou tal ponlO lo
i oiga do conveniente.
que e-s^i tropas iceberiam o
e seiiam tratadas com
forcas na vaos rrance-
nas aguas da Turqu.i.
As partes contraanles promeiiiain rommanicar reei- 1l,e '
procamenle toda a prop
que Ib s f -si? leila, e a!
la I
na armisticio nom tratado tu
lili menta de -eus ciliado
paz ou de armisticio
iu di do o sullAo nao pede-
fnuiezas no espar de 'ti dia* qu:iu do- desde a Irnra das fortifcacAes do tratado O artigo i esiipalava a plena liberdade de accodos
exercilus auxiliares em suas operaces, as facilidades
que deviam adiar as aotoridadeaollomanas para as
iieceaaidades do sorvic/i, a manuien^flo da disciplina.
ii resp dio la prop ielade, e a? necesidades de previa
COIllbina^fln entre o- Ires cumulan lanles em hele
para o plano geral no caso de operarnos jsolad is e
para as acedes particulares no caso de operafoea
Cummuns.
lidna lim rae do Vo^ os p.o/.".- -I ^*ltiazun para >
ino lempo pelas tendencias icligio-asde seu gover-
no, e por falsos calculo- de eii^r-indecimento terri-
torial I'-Mirona c m ingenua Confltnca o V pontamonto russo, queso a Auslria (enlavaem vilo
combaler. e o tralado de Audriuoptde veio con-a-
grar a preponderancia dos czares un Oriente. Ilou-
ve entao urna tentativa de reacrito no Occidente
contra esse prugresso couliuuo de urna potencia a
qual |arecia que bastara querer para derribar o im-
perio ultomaiio, o lomar posires em que he fcil a
toda a mean inlelligeiite e activa dominar a Euro-
pa ; mas a Tranca eslava indecisa sobre os meios le
impodi-lo, e a allianct coma Inglaterra era mais
apparenle do que real. A Prus*ia e a \ustria cui-
dando sobretu do em afastar a influencia liberal, que
resollava do contrato dos dotis grandes governospar-
I a me ni eres do Occidente, temiaas separar-se da
Rossia. Sobrevela a revofueflo de 1818, e gracas
hbil allilude que soiibe ler o imperador .Nicolao
no coucuiso material ou moral que euipenhou-tt em
prestar ana aovemos, a Kussia aclmu *e sera esfOTCO
em pusieao anloga a que adquirir em ISM. A
Prus^i-s renunciara a lodos os seus planos de condue-
la na Alloma una, em parle para conjurar as ampa-
ras do czar ; a Austria fora livreda in*urreic.'io hn-
gara pela sua intervencao. Os pequeo* soberanos
allcmaes ja pro lispostos a es-e senlimenlu pelas al-
lianea- de familia, criara dever-lbe a conservacao e
a eslabilidade de sua coroa ; a mor parle do* es-
tado* da Italia participavam das mesmas com cees
em tal grao que o proprio pontilkalo esquecia-se de
suas oTeusas religiosas pan cuidar smente no* ser-
vidos prestados pela Kussia causa da ordem. O
imperio sobreveio em Franca, e vendo dispertaren!
na Inglaterra antigs desconfianzas o czar poude
crer que a Europa intuir era com elle, que tudo
Ihe era permiltido, e que poda contar ao mesmo
lempo com a cooperacio da Austria, c cora o as-
sentiroento da fuglalerra.
Comtuilo havia atrai des*a brilhantes perspecti-
vas um pengo que escapava previdencia do 2>-
verno roseo : o que Ihe parecer a occaaiflo mais fa-
voravel para dar andamento aos seos projeclos era
precisameule a pedra de tropeco, contra qual ha-
viam de eucalhar. Mudando de forma o govenio
da Franca tornara-se mais proprio ao genero de
acro que comprtam os inlereses de fra, c gracas
ao val t pessoal dos l'omens encarregados de diri-
girera os inleresses exteriores e*se paiz poda lular
diplomticamente cm inconteslavel superiorulade.
Levado de um orgulbo imprevtdeule o czar fornecc
ao goyerno fraucez o* mais legtimos argumentos
para inlere*sar os gabinetes em sua causa, o vallar
conira a Kussia a reuniao das forcas de toda a
Europa.
lie essa mndanga profunda as relares geraes das
potencias europeas que distingue principalmente o
auno de I85i enlloca do de alguma sorle natural-
inenlc entre o tralado de 10 de abril destinado a de-
terminar a a!luni;,i anglo-franeeza. e o Iratadc de -
de dezemhro pelo qual a Franca ea Inglaterra li-
garam ao menos moralcenle a Auslria sua po-
litica.
O annuario precedente mostrou como a Tranca so-
lada ua qntjstao dos Santos Lugares oblivera a priu-
cipift a cooperarlo da Inglaterra nos passos diplo-
mticos e as medidas martimas, que a mis*ao do
principe MensliickolV, a cooperarlo dos principados
do Danubio, o eslado de atierra entre a Porta o .
Kussia, em lim o facto de Sinope tinham provocailo
Vio se que a Auslria ea Prusaia nein lo'narem a mes-
ma allilude nao haviam recusado aos gabinetes le
Paris e de Londres apoiar sua opiuiAo em confe-
rencias, donde emanara orna serr de protocolos im-
portantes. Kesultava dotara protocolos que re*is-
tiudo o preteu^oes da Ku*sia a Franca e a logia
Ierra cumpriain somante um d-ver europeu ; mas
prestando-Ibes um concurso moral os gabinetes le
Kerlim e de Vienna nao julgavm dever romper
suas relares con a Kussia, anda menos declarar-
Ibe a guerra.
Se era de esperar desde entilo que a Austria nao
tirara nisso, havia tambera numerosas razos para
receiar-se que a Prussia engatiasse a ennapanhia, e
por urn irremediaver espirito de incerteza jogase
com 0 czar censurando ao mesmo lempo sua pol-
tica. Felizmente o ganho eompensava a perda. A
allianca da Austria figo era para ser posta era ba-
lanza com o isoLtmeiito eventual da Prossia, e alias
as duas grandes potencias occidenlaes eslavara re-
solulas a deerapiiliar sus, se preciso fosse, a tarefa
pie haviam aceito.
O tratado de 10 de abril veio dar urna sanecao
essa allianca, e marcar-Ibes o primeiro passu na se-
rie de convenciies que resuinem os esforcos da di-
plomacia a o* resultados da guerra durante essa
grande crise. As parles contratante- lembravam no
prcambiili qne e.-lavam decididas a prestar seu a-
poio ao solido na guerra que sustcnlava contra as
aggrossAos da Rusta, e que apozar de seus sinceros
e constantes esforro* para malarem a paz Imham si-
do levados a loriiarm-se parles belligeranles em
urna guerra que sem sua activa nlcrveucffo leria
amparado a existencia do equilibrio europeu, e os
inieresse de seos proprios estados, ajissim asdnai
potencias eonso/vavam se no poni de vi*ta em que
les le o principio se haviam enllocado, a aalter o iii-
lerosse geral, le pie dependa -en proprio inlere -
sr-. E o que dava lao grande forca a Ma posible,
lao in^onleslavel anloridade a sua liugoagem era
qoe sua conducta, como ninguem poda doscoQhe-
cor eriamente. eslava conforme as regras mais ri-
mimares tirar ilesss
npliciiamehe ; era as*a- larga para borabardeamenlo de Copenliagno nfto e*livesse stisa
unancati lerri loria es que a sorle da nleiramente esquocida. Vendo essa umao las
| duas grandes potencias orcideulaes ella pensou com
aleara que o pai/. ia sor litro ao menos moinents-
neamenle da inllueucia lao pesada que a Kus-da
exorce obre ella, principalmente desde a ultima
gu-rra que sustentnn conira a Allemauha. E-se
peu*amenlo era tambora o do re, cujo espirito he
franco e verdaderamente diuamarque ; mas a mor
parta los principes de sua familia, Lauto aquellos
'i i- silo chamados a berane i do Ihrono, como ,< pi I-
a ur^n,iesdi\i*oes de suas torea-, n.vaes que >e dirais- >* n,,p f"i aflastalo pelos ltimos arranjamentoa. ao
sem a GoiHtantinopla, o estendessem ao lerrilorio o I profunUaroonlo elimos das ideas de dedicarlo ao
ao pavilliao oltomano a prolerru que penmtiiam as 1CJwr *lu fnafl M* tem tantos prosolylos na AJo-
circumslamias, encarreaavam-se de cooperar anida manila. Em torim delles -<> jucava-se pela orani-
mais com u sulla. para a lefeza do territorio ottoma-! Ptoncia do imperador Nicolao, e ate o ministro era
no na Europa e na Asia contra a aggress russa. | Mrigido quanlo a p.lilica exterior por um hornera
Keseivavam a si empregar la
de Ierra numero le suas tropas \ pagado a.is meamos principios
aario para ennsegui-
Daudo a* duas po-
tencias occidenlaes os lestemunhu* le benevoleu
ca, de que pndiain nocosaltar suas frota* no Blti-
co, dava ai nresmn lempo a entender desde o mea
de malo que se snsteria coidadosameoto de tudo o
i|ue podesse ser con*iderailn em San Pelershurgo
cont quebra los deveres de neulialidade. Alera
disto, seguudo toda a verosiroillianca todas as vezes
| alsoni
(ou n
mnn-lerio servicds allianca anglo-franceza, apresen-
.i Rossia, cuino circuinslaora allenonnlc a
ra o i'oiilieciineiiio o o I Prttdencis que llie era imposta pela viaiihanca de
las rormidaveis esqoadras. Assios, eraquanta o
Be -na parle em virtu le do Lrl. :i a Tranca e a n- I '' pplauilia sinceramente noata allianca com a
glaterra lendoatcaurndo o lim lo tratado, proiueitiam \u-1 "J^"; overDO dinamarqooz senda secreto
evacuar ra mediata me 11 le o lernlorio dn sutaV,
mtentameulti e sem oosar fazer nada que po-
iiess "parecer em Paris ou em Londres hostilidad*
ou lirieza, eslorcmi s^ por (lermanecer o mais severa-
mente possivei bel neulralulade. Tui igiialmeule pe-
la ueutraliilade que iecili)-sc como membro ra con-
r'lerai;ao germnica todas as vozea que a Dieta de
Francfort Iraloa dis negocios lo Oriente.
A Supc i, sem sabir da neotralidade seguio tima
marcha mtU franca lo que a Dinamarca. .Nao li-
railoil-ss a leslemunbar a salisfacao que Ihe causa\a
o tratado de 1(1 de abrif. t)s suecos nao des^onhe-
ciara a analoga da -iluacao do estados scaudiua
A Tranca e a Inglaterra linham tomado sem du- vos do llallico com a do imperio oltomano. A de-
cadoneia da Suecia est mesmo ligada lembron-
eas das primearas tentativas da Kus*ia para encelar
o lerrilorio turco e adquiir o protectorado dos
cJiristflOS Vassallot do *ult,lo. A derrota de Carlos
XII em Pullava era seguida la campanha de Pedro
o Grande sobre o Prnll, e em poca mais prxima
de nos no comeco do seculo presente a conquista de
B.ssarahia effoctuava-so qoasi simultneamente com
a de Finlandia. Existen assim eslreitaa relaces
histricas entre os progresSOS da Kussia no norte e
sea augmento do sal, entre o enfraqaecinento Turqua e o da Soeoia, c a esse titulo a corte de
Stockalmo devia ser profundamente inpressionala
pela crise que coraecava no Oriente. Para urna
dymnaslia sem duvnia bem estabelecida, mas anda
joven era urna bella occasiao de dar provas de pa-
triotismo e de previdencia poltica. As duas mato-
res potencias ta Euiopa esclarecidas sobre os peri-
goa desso engrandecimento da Kussia continuo des-
de o triste da le Pullava, que raarcon Ihe o comero
nos annoosda Suecia, uuiamseus esforcos para redu-
zirem a justos limites um exces*o de farra lomado
inenniparOvel com > equilibrio geral. Nao era para
a Suecia o momento le ver se essa limitaran das
forcas da Russia no Envino poderia ser tentada no
viiia aesse tratado o papel de defensoras do imperio
otloinano, mas com lodo o acatamento que reque-
ra a digodade do snllflo, e as cnndcjoos impos-
tas a es-e soberano icsuilavam SOtoeutO do proprio
inieres-e de sua defeza. O (rolado de Constantino-
pa pennittia bim governns da Tranca e da Inglater-
ra dareiu a convencaa de Londres lodo u deeeuvol-
vimenlo sem encunlrarem obstculo* ila parle la
potencia, a favor da qu.il se linham armado. Era
imposaivel ser menos exigente, o de outra parte es-
se dc*interesse eslava conforme aos principios de
conducta que haviam alopiado osnabinelos de Pa-
ris e de Lon Ires. Se desse lado potlia-se entrever
vanlagem no futuro, ramenos para o Occidente
que para ns chrislAos do Oriente, em cujo proveilo
as duas potencias pretendan exercer a inllueucia
qoe os serviros prstalos Ibes dariam em Constan-
linopla. Assim a todos os re*peilos o s^crilicio que
faziam a Tranca e a Inglaterra uo poda ler para
ellas se nao resullalos rnoraes. e os chrislaoo do O-
rieule, com- o* grandes oslados limilrophes da Kus-
sia eram convidados a colber o* principos benefi-
cios da grande, lula que suslenlavara a favordo equi-
librio ua civili*a lirai-as ,i (".se de-inti-resse aAduas itotoneas nao
podiam dispertar no continente ueJium sentimeut I Ualticu'.' A perda da Finlandia anda esl i prsenle
de inveja ou de temor ; as*im quatido cominuiricd-
ram aos diversos E-ta los da Europa e da America
u Ir.llatlo de allianca que haviam concluido, rece-
heram por lada a parle testemutlhos de approva;,io
o do sympathia*. Pa venale houve graos na ex
prcssAo de-sas svmpalhias. Posto que nSo houvos-
sa em parte alguma duvida sobre o carcter la lu-
la que a Franca e a Inglaterra -usleiilavam, entre
os g.ivernos cada um apreciava a Stoa$3o segundo
a dose de luz e de firmeza que linha, ou segundo
o* hbitos e preconceitos da sua poltica. Assim o
gabinete de aples que do ponto de vista religioso
ao espirito da naeao ; as :*craces acluaes firam em
baladas entre o pesar geral que essa calastrophe mo
compensada pela acquisirao da Noruega deXOU na
k-mbranca lo p#|z ; .i allianca anglo-l'ranceza n.lu
era maravilhoso ponto de apoio para oma tentativa
de retvin licarAo que teria sido animada uu interior
e no exterior ".' Sem dar uenlium passo que com-
promelle-se a esse rospoto suas inlenrcs a corle
da >uecia approviu mauifestameiite o tratado le
10 de abril, e podemos des le entao prever que nossi
marrana seria recebida amigavelmeute nos poitos lo
reino. Se a lioguagom e a conducta do governo
devia ler se alegrado vendo mallngrarem-se as pie- soeco consurvavam corta reserva que nao permillia
tencoe* da Russia a exaltar a Oreja grega cusa
dn calbolicisuio, e que na qulidade de potencia do
Mediterrneo visiuha do imperio oltomano devia ler
applaudblo lodo o e*Torco leulado para afastar os
ru-sos do Bosphoro e dos Dardansloa, declarou
cora al-cl-irao i|ue prelentlia permanecer escrupulo-
samente fiel ao nystema de neutraliuada indilTeren-
le. aple* o espaiitalho do* demagogos, a columna do
par ido conservador na Europa, e naturalmente
prediaposto ao recelo o governo napolitano lentia
que urna allianca que era aos olhos de lodos os lio-
meus esclarecidos a salvaguarda dos inleresses ge-
raes, produziase pelo ronlrario a ruiua da ordem.
Via, pois, com urna esprie de lerroi a gran le em-
presa em qu- entrevara lao resolutamente a Franca
e a Inglaterra, e responden a nulilicac/io que Ihe
fui dada p-la proiuessa de netilralidade absoluta.
Na pratlca levou ess- svstema de neutralidades al
os escrpulos mais exagera los. Foi lalvez o nico teilr,es lao Tonvave
crerj em cooperacao prxima, elle lomara altitud
assaz sympatliica para que se podesse ao menos
conjeclurar que essa COOperacSo era pOSSvel. Para
leclir a saecia eram necessarios grandes snecessos
diplomticos e mihlares ; mas era provavt que ella
se dernliria logo que as coasas livessem tomado u
geito favoravel s potencias alliada*. Nao baslava
sem duvida que liomarsuiid llOUVOSSe succuinbi.lo ;
mas se a Kussia solliesse graves perdas no Oliente,
sea Auslria entraste tambera na linha era le pre-
sumir que Suecia sena entre os estados secunda-
rios una das primeira* em tirar a espada.
Todava, de Indas as potencias de segunda ordem
aquella que acollieu cora dtsposicdes mais amiga-
veis a coinmuuicaean du tratado de Ul de abril, foi
a mai* activa e a" mais realmente varonil, o Pie-
monle.
A llespanha leslcinunhara tavoraveis disposicaaos;
poretu ditllcoldadps interiores iam logo parausar i li-
lamente poda la-
iw..v.................-. Portugal
dos govemos la Kuropa que durante a guerra pro- \ /pr votos pelo feliz lUCCOtSO dos exercilos alliado .
a anglo-lranceza nenhum | n Piemonle sera estar livre de embarazos interiores
C exlenore* seno-se todava com astAZ vigor natu-
ral e recursos par.i| ler so foose preciso lugar honro
teatomnnliu de -> nipalhia
Na Blgica certo partida anda cmirnovido pelos
perigos ijiih o paiz linha cm sua opiniAo corr lo le so na ^erie de acontecimos que se abra. \ prm-
uina invasao arma la da Tranca, e que nao pode per- cipio seu pensamenlo dividio-sp lalvez sobre a uur-
suadir-se de que a conquista da fronteira do Kbeno cha que seguiriam esses acn I primen tos, e nao relo
nao sera urna idea lita do imperador NapoleAo, pen- que assOSCiando-se u polidca la Tranca e da lo-
sara que a Rusta era um ponto do apoio seguro glaterra, havia de adiar em um momento dado na
conira *emelhaiile perigo. O governo ru**u nflO mesma ordem que a Austria. Nflo he possivei que
detprezaia easa occeaiao -ie obter influencia sobre I a este respailo elle tenlia no comeco pensado que
um ponto em (pie sua accao diplomtica nflo fura as routns poderiom soeur outro caminho. taim
anda exporimontada. A instituirn de urna lega- efleiln, podia-p prever duas eventualidades, (aun
r\i> rn--a em Rrnxellat, onde n rzai nftn-era repre- quanln a Austria *e Ptnpenliassp le da em dia mais
sentado le*tle a crearan do reino da Blgica, lora pelos protocolos do \ lenni na poltica das potencias
acolllida pelos maiS e vallado-, do partido que --e i ii- oieidi'ul.ie;. u.io e-lava lemon -Irado pala lodo i que
cuica por nacional como acootocmento tan feliz |chogaria aconlrahir a obiuarao eventual de urna
nanlo ligeiro. Sua salisfac.lo durava aind.i quau- cooperaran militar. Os polticos podiam dizer : >
do a iniao Menschikofl veio dispertar as sntceplibi- I nter.1- -es da Austria lo idntica com o* di Tran-
iii
realmente a iuienrio de
unir-so a Franca no Danubio leu a entender qm
longo de procurar separa-las nis Alpes nao seria <
ultimo uu ponlode reuniaoqae se marcata no Ori
ente.
O tratado de 10 de abril foi igualmente commani-
cidn a lodos os goveru as de alen mar, lano ao sul-
Uodo M trrocos com a >s e-ladas grandes nu pe-
queos i.i America, e a Tinao lo norte foi lalvez o
nico que exprimiudo sentimentos sympalliic s peu
caus das potencias Bonlralaiitet cuidou un la mais
em aprovettar a crise europea como diversilo para
-mis projectot de encraiidecimeulo .loque em favo-
recer peas suas auimtcoos e pelos seus votos tima
empieza verdaderamente liberal e genero-a, que li-
nha a approvac.io do mundo iiileira.
Rtslavs a Tranca c a [nal aterra proseguir'.mu na
tnerada, tiriguem rom ener-
ga a guerra, rujo peso acceitavain retototAmente c
aproveitar urna silua^Jo diplomaiica mu favoravel
e.n seu tudu para arrancarema Europa de-en longo
entorpecmenlo, c interostaroin-iia mais directamen-
te em um negocio que tocava-lhe de tilo perlo.
O papel d i Allemanha tnha maior importancia,
e esse paiz appiovara ate entilo plenamente a pol-
tica dos dous gabinetes do Occidente. Tanto a Prus-
sia como a Auslria (inaam astignado os protocolos I
pie lliei haviam sido propoalos para determinarein
ascoudicOes de urna accommodarao entre a IVi-sia
e a Porla. Ao mesmo lempo que cnnrlua-se entf Lon-
dres convon^ao de Id de abril o* don* gran les ga-
binete* alb-maes hgavaiu-se em Iterliu por un Ira-
lado que lera a data de 20. Esse tratndo c*iav.i Ion-
ge de ler o carcter claro a resoluto da conveiicn an-
glo-franceza. Se o prembulo nao live-se leinhra lo
as obrgacoos iiioraes contrahidas pelos protocolos
leria >ilo dilVinl saber ao primeiro sapOCtO se as par-
les uuindo-se linham em vista < niesmo lim que a
Tranca e a Inglaterra* ou tiniplesmenle urna inedia-
co eventual entre Os belligeranles. Pelo artigo I.- a
Auslnaea Prus-ia g.ranti.im muluamenle a pi*se
le seus territorios alleni.les e nao allemes,
de Sprle que lodo o ataque dirigido contra 0
territorio de urna dellas de qualquer lado que
viesse rosto considerado como empreza hostil
dirigida contra o lerrilorio da nutra. O. artigo
2 declaravo que as parles coulralau.es couside-
ravsm-se igualmente obrigadas a protegerem os
direituae -s interes-es da Allemanha contra toda a
especie le oOfenta, e obrgadas a lefeza commum
cooi'a todo o ataque, mesmo no caso le pie >inia
ledas em conaoquencia de um accordo com a outra
te visse l'irrada a pastar a accao para proteger ns in-
leresses alleinaes. Nease caso conetniriam urna con-
veurau especial que fnnnaria pule inlegraiile do
tratado. Para darora condifoos da alliaiir;.ioffcn-
siva e defensiva ludas as garantas necessarias as par-
tes prumelliaui artiga '.Y m-uiler em caso de uecos-
sidade iKua purea > le sua- forcas sobro um p- com-
pleto de guerra lias pocas e nos pontos que seriara
ulleciormenle marcado*. Concordaram sobre a ex-
teusAo deataa forca-, o sobre o momento em que se-
riam postas em aclividsde bem como sobre a ma-
neira, pela qual seriara eslabelecinus nos pontos in-
dicados. Os estados da confederadlo *eriam couvi la-
dos a acceder o tratado (artigo Emlim a-partes
contraanles na i poderiom artigo") em todo o de-
curso da allianca concluir com qualquer potencia
uenhuma convenejio que oio estivesss em har-
mona perleita com as bates do presente ha-
lado.
Ese acto era desenvolvido por um artigo addicio-
nal que felizmente deterraiuava-llie mai* o espirito,
c Suas roasostades, dzia o prembulo, ni podorara
dissimular jue a oecopacao prolongada los temi-
nos do suliao sobre o liaivo Danubio petas lro|ws
russas poria em perigo os inleresses polticos, mu-
raos e maleriaes de loila a confederadlo germnica
lieui como os le seus estados, e lano mais porque a
Knsssia estendor suas operarles miniares contra a
Turqua. As corles la Austria e la Prossia uuem-se
no desejo de evilarem quaulo poderem lomar parte
na guerra ijue rompeti enlre a Kussia de um lado, a
Franco, a Inglaterra e a Turqua t\o nutro, c ao
mesmo lempo de aju larem o resiabelecimenlo la
paz geral. As duas coi les cousideram sobretodo co-
mo poderoso elemento le pacificarlo as explicaeoes
dadas recenleinunle pelo gabinete de S. Peleisburgn
em Kerlim, as quaes a Kussia parece contemplar a
causa primitiva da oceupa^So dos principados cuino
.fastada por conectados ltimamente f-itas e era
muilos ponto* realisadas a favor dos cbrisLlos vas-
salios da Porla, cas dua* potencias lamentaran!
profundamente que esses elementos le paciucac.to
nao recebessoin realisacao ulterior. Esperan] pois
que as roapostaa que se aguardam de S. Pelersburgo
as propostas de Kerlim leilas a S do mez de abril,
ollerecerao as garandas necessarias da promptereti-
rada das (ropas russas do lerrilono lurco. o
Ko caso de ano nao ae reatisssaem essaaesperan**
ras ficava couveucionado que a Auslria dirigira de
sua parle a Russia propostas leudo por objeclo obter
do imperador Nicolao que loem expedidas as or-
dena para suspousao de qualquer novo movim-'nlo
do avanrala doexerrilo rttSSO no territorio oltoina-
00, e que fossom lambem da las garanda* completas
fura a prxima evacuaran do* principados danubia-
nos. A Prussia promedia apoiar cun energa estas
pro|H>*(as. Emlim se contra lo las as esperanzas as
re-pos I as da Kussia nao dssein seguranca compl-ta
a respeilu los dous ponto-em quetigo, entilo seriara
execuioria- as diaposicdes 3do artigo 2 do tratado.
Todava -rnenle poderia baver acjao oflensiva ti ia
doas parles contratantes no caso le kncorporacjld dos
principados ou de ataque ou pas*agem da linh.i dos
H tik iu- pela Kussia. Esses arranjamontos eram com-
pletados por urna convenci militar, em virlndeda
qual a Prussia prometlla pf a disposieao da allianca
um elVeclivo determinado.
A Auslria lomava em serio estas prometeas.
Quera ao menos tirar proveilo da postrlo favoravel
que Ihe da\am no Oriente. Desde o comero la guer-
ra manif*sl*ra mais le nina VOZ a ind-ricao do in-
lervir activamente nos negocios. Cada vez que 1 sem
se prodozira qualquer agitacfta as provincias olio-1 ob*f
mana* vismhas le sua fronteira, sondara a* patencias
occideotaes afm lesaber.se nlo soopporiam a en-
trad i de mus tropas em um poni la marocn din i-
ls do Save. I roa posirao militar na Bosnia uu na
Servia Ihe leria convindo maravilh.isameiile. E**a*
provincias enllocadas para coma Croa iaea Servia
austraca em condiedet de influencia reciproca lem
i o mime
i? lim. O
auo*, e empregar no caso de necessidad
ro le tropas nece*i*ano para consegu! ?
artigo 2 confera exclusivamente para este raso i
com man dan (o em ehcfe imperial n direito i: liri-
gir as operaet'ies de son excrcito. E-l' leria I orla va
o cuidado de informar o lempo o rommandanl- nn
"hele ollomino de-eus nmvi npnlo. A \o-diaciii-
Irabia no artigo :l a nbricac.lo de reslahelecer de
accordo com a Porta nos priueipadof quanfo fotte
po*sivel, o estado le colisas lecal cmu resulla dos
pnvileaiosconredidos testes naized pelos sudaos.
Em virtude do artigo o gabnele Je Vi. una nila
entrara em nenhum plano de acco muodaran cora
a Russia que na*a livesse por ponto (* partida o* li-
reilot soberanos do sultn, e a inte cridado de seu
imperio. Al caneada o lim da convc ic,9a serttm to-
nudas em harmona as medidas pare que se reiiras-
sem com a manr brevidade que f*su po*ivel at
forjas austracas do lerrilori d s principalo* arti-
go .">. O ariiao (i delermiuava os rav ires las autori-
dades dos principlos para o alojamcnto v acampa-
mento das tropas austracas bem co no para a ma-
nutenejjo ila mais rigores i uisciptiiu e do re*p*iin
das propriedados da parle dos con mandantes aus-
tracos.
Nao he necease rio mostrara distancia que separa-
va o (ralada aiigl)-frane/ lo aus|rn-pr:i.siaiio; ha
vh entre ea08 dous arlos a me-ma lillerenra pie
ii i entre aeneraica rcsulu^Ao de dous auvensos que
sebera oqne querem e o querera vamuilraenl e
un erteza de dvus gabinel
lentamente seas inleresses,, .
tacau. Tul ivia o tratado d
importancia : marca va um
era le presumir ue a Knssi.
a All'Uiialia em seus lar*, se
que iu
decidom-se com lied-
lierliit linha alguma
*-.i le guerra. Nao
qu-* cuidav -ni reler
expoz s-e a provocar a
execueo lo tratado. Pode-sC mesmo crer que a
Prussia antes de assiana-lo cerldieara-so em San
| Petersbargo das dspoigdes do gabinete rusai
atacar a linha dos Kalk ins c a evacuar ns |
dos do Danubio. Para e-*a potencia I unida apezar
da vida amblcdo que re-ulla de urna posicTmg^o-
graphica incompleta, easai conccssies podio ersuf-
licieules. ('.omitido qualquei linha razAn de p u-
sar qoo a Austria socouieularia ineiio- 'ieim 'nie
cun isso. lie tacto os aconl^ciinanliH demonstra-
nrtn depois que o tralado de Berln no era sua ul-
tima palavra, eraais ronsiderado em si mesmo,
e relalivameniea sua dala elle eslava ments alas-
lado do (pie parece hoja daquetle q^e acabavam le
concluir as Ouas gran les potencias occidenlaes.
Embora o lim da guerra lo^se par essa* poten-
cias obler do czar gara n i las conira a repeti^o de
cnuiplinces semelhautoa aquellas que a* toreavam
a turnar as arnns, naa liuham lalvez anida opa
sanente forniil de emprehenderem conira a Rus-
sia urna guerra aggressiva, tara ao Oriente sobre
ludo para repollirem o ataque deque rra objeclo
o imperio oltomano, ni a liallopol, Up
Varna, e nao falliva-se anda do Seba-lopol. illim
nicamente defensivo da Ir.da loauslro-pru-sianono
impela que os gabinete*] de Pars e le Londres
deixassoio de eslar salisfeilos com isso. De sua
parle de lleiliu cdeVieuui nao podiam ter objer-
t.'> contra o tlieiir do tratado de Londres. A
vaga e iudefiuida que, ubi
iiardji de recommen lar seus correligionarios ao sal- esladoi
lo.
As nolis de Sde agostn declaravam : As rela-
res laSohlime Porta cora a corle imperial la Kus-
tia nao po i; ran ser restahelecidas sobre b^s-s solido*
e duradouras, primeiro e n;lu reasar de ora em
diant** o prolectoradii exercidn al o presente pela
corle imperial da Kitasia sobre ns princpa'tos Moldavia, la Valactiii e di S-rvia, c se os privile-
gise mcedtdos pelan sulto* a e--1- pro\ incias dc-
pendenles de s*"i imo no n i i im^m e di > .\<\>>~ de-
baix'i 'I i g iranlia collecliva das potencias em vh tude
-! uma oiiveiirioque dcvra ser concluida coma
Sublime Porta, e rojas di-p.-sires devoran ao mas-
illo lempo regular ti la^ .^ questos rircum-l mciae-;!
2l. S-; a navegaran do DanubKi ni sua foz nao Ii-'
car livre ie lo lo imnodinienlou e submeltida i an-
plic-c.io los principios consgranos pelos dci*s l
congesto de V'ieuii
:K Se o tratado de l:> dejolhode twl ngn for
reformada de accordo por todas a* altas paites con-
tra ules no inleressede equilibrio europeu :
i1. Se. a Rnssia |un doixar do reinvndiear
[o direito de exercet ora protectorado oflicial obrej
os sob I i tos la Sublime Porla, seja qn l f"r rilo a
I que perieneam, e ae a Franca, a Austria, a !jrA-
i Brelanha, a Prussia e a Rus-i. nao prestaren! sen
I mtu concurso para ohlorem da iniciativa do go-
i vernu ollomano a cun-iaraeri e a observancia dos
privilegios religoos i diver brisas e spproveitarcui no interaste commum de
1 seus corroligion ir ios as l;-h :* isas i oten res mamfes-
' la la- por sua iii,i.' sta |e o saltAo, *em qu* llall re-
*uii!,' uenhuma nflensa !.' su i di^nidade, nem da iu-
depen leticia I" sua coroa.
A* ir* potencias declaravam a'ein distoque reser-
va rama -i imporem ao reslabelecmento la paz as
conducios particulares que julaassem neeesaria, e
independeulemente la ela*licida le los qoat o pontos
r mi* 'ivavam a.na porl aberta pira tO'tas a* atinen-
cias iipplemeiilares,que andar dos aconlecimentos
Ibes p T'ili!i-*;' iuli odu/ir as in'.:ociaeies futuras.
Trocada* -s notas de H de ago-lo, que ia fazer n
gabi'i'ie le Vi una '.' Evi lonlemente eslava lonojj
de cuidar em fazer guerra. Cri i anda poder h-
icudem |pr polas nosociar;es o que a Frauda ea Inglaierra
prouravam pelas armas. Baslara-lh# concluir com
a l'ru*sia,e depois com a Porla iratadoo que davam-
ieallitn le n-,n;ador i para qu<* fo-s-m evacuados
ns principados lo Danubio, A Rusta vencida diaO-
ii de Silistria nao nodia resisiii na Moldo Valachia
aos au&lu-francezes que de liilioult Iinham-se
transportado a Varna, mas nproveit*ra a retirada
ue fora obriaada a fazer dando a entender Alle-
uicipa- manhi une rolirava-sc em aliengao aos seus votos
posto que olieialnip'iie os o'i ia--* rus-os hout un
all-galu motivos e-lral-gicos. \ A asira e*p-rava
I dvez 'la Kussia uma coneessao anloga, quaulo a>
olas de S le agosto ; ulgava que euibor i t: lives-
se a adliosito formal do gabinete de S. IVtcr-burgo,
havia le decidi-Io a nm passo qu poderia ou de*n-
leressa-la ou fornecer-lhe u n argumento para re--
lardar ain la a cooperario que Itie pe Ii un a Tranca,
e a Inglaterra.
A Rusta senla-se vivamente ferida pelas qualrd
garantas e apezar do grande detejo que linha oe ira-
pe I ir a eMiaiici que tenda a forma r-se cutre a A as-
ira e o Occidente, responden a communicagfto pie
lie fii feta das nulas de Vieuna por uma recota ea-
l! ^mii'a e altiva. lli*-o que tu:n poda consentir na
disrusta o I- -emellwnt -s prop islas antes ba\er--c
vistoreduzida ao estolamenlopor una lula desastro-
sa. Fallando assim a Rusta era sincera, e u mov-
- a ( ment de altivez que experimentara recebando esta
coinmuncacftu era verdadeiro cm soa pxpretsflo ; a
fall i irrcuiediavel de-a potencia era ler-sc pesio por
uma poltica injusta e imprudente na posicVo'xIe ou-
vii desde o comeco da guerra formulareiii-se tente*
I ha u tes propostas.
A An-tria nao vio nessa recusa um riso le auerra.
rfloclivo di
secundarios.
alhajo*, mas porque lava aus
Prussia, a n. -ma Auslria,
Franca e a Inglaterra constituan) se belligeranles j e julgoo o>verencerrarzsena pMi^odeespera;t>>da-
res. BO pa*so qu i a Austria e a Prussia declara- \ *j., comprehendeu q e havia ms*e passo urna leca- ,
denea moral le que convlnlm reslaneleccr-se. De j
outra parle os eiercilos anglo-frencezes linham del-
xado Varna c entrado na Crimea com >s mais lui-
lliaiiles suece**os. Em lim as qualro garanta*, so- i
bre tudo as duas prim ira- correspoudiam mai direc-
ta raen le aos inleressetda Austria para que o gabine-
te de Vienna uao se sentase obrigado a associar-se
mais directaraeole au* esforcos que linham por ob-
|ecta conseguir pelas armas n pie a Russia nlo que-
ra conceder aos pedido* di diplomacia. Ja unas
vezes lora billa la a neaaciaeao do um tratado le
allianca com os gabinetes do Occidente. A Austria
resolveu fazer nova tentativa, e loraou ella mesma
a iniciativa de um projecto de convencilo de tre
vara-so belligeranles eventuaea. As Mluaci)eter
mili distincta<; ptrem n,lo tinham nada de con-
tradictorias ; foi isso que os plenipotenciarios a*
qualro potencias recoilliecoraill na conferencia de
Vienna coinmunicandu reciprocamente <- d ius
(raalos. O laclo de seu accord i sobre este ponto
foi notada aflicialmenle eiq um protocolo de
'2'\ de maio (|U" lornou-se um laco entre os qua-
lro governos, unidos assim Luisa don*.
lufelzineiite como distemos a Auslria era luni-
lla e n.io havia cert -/a de que a Prussia fosse sin-
cera. O gabtiiete de lerliu parecen ler escolado
toda a sua eneraia ua conc|u-ao do Ir-ledo de 2(1
te abril e do pr dorlo do -\ de maio. lor-se-hi
dito que arrepeudia-te da audacia que julgava ter) Infelizmente este projeclonSo correspondia aespec-
laliva la Franca c da |iy>laierra, e punde-ae recetar
um instante que e-se inci I ente-fosse causa de nutro
adiamanto indefinido da allianca. Todava o gabi-
nete de Paris que lauto contribuir para appruximar
a Austria do Oecidenlp. e que linha o direito de
considerar um lano su i obra a cooperado di ploma-
dea que oblivera da Austria deu-se pressa em, sobi-
lllur por um novo projecto aquello que fura regei-
tado, e esse projecto veio a ser a base de negocia /es
que liveram enl pleno exilo.
A -^ de dezemhro dia anniversario da elevarlo ao
Ihrono lo imperador dus Francesese do imperador
da Au*lria, foiassigoado cm Vienna um tratado de
allianca enlre a Tranca, a Inglaterra ea Austria.
Derlarava qnoetaas potencias eatavam animadas do
d-epi le porem termo o mais brevemente possivei a
guerra actual pelo reslahelecimenio da paz geral so-
bre liases solidas dando a Europa uma (llena garan-
ta contra a teproduccAo das compliccoes que Uu
infelizmente Ihe linham perlurbado o repoaw, e
que ettavam convencida-le quenada sena mai*
proprio para cnoscfluir c**e resultado li que a onifta
rom pela de sen* e-forros alo a inleira reasn^go do
lim rominutn. Keeoiibeciam. por c.uisoginnlo.a ne-
ce-si lade de concorda rem sobre suas respectivas po-
%i;u '*, c -obre previses lo futuro.
O ar:iao I. record na as leclaracoes roui'las
nos prineipaet protocolns da conferencia de \ ion na,
na* notas de S de afl '*l0, e -mu eaquecei que i- p ir-
le- contraanles haviam reservado a -i < direito de
pioporeni -pgundo as cinoindancias as rnnilicoes
que ulgasaem necessarias no intertssa europeo -ti-
pulava a bnaa.'o mutua e reciproca d* nao enlra-
rem i ni niuliom airan; imen'o rom a rrte da Ku--ia
ante de lrem deliberado em commum.
O artigo -2 refer a-se especia!roente aposteaoda
Austria ii's piimipalos; o impera lor Tranci-c i.|o-
s> promedia defender a rronteira dos dous principa-
dos conira qualquer voll i das tropas russas. As tro-
pa- austriara* devio occttpai para esse efleila as po-
-i i"~ uccessai ia- a lira de garanlirem a Maldo-\ ala-
moslrado. Ouanlo a Auslria eslava salisfeta rom
a potcdo que (ornara e li/.-sra a Imidir em Berln
e desejava lirar daht o in-.ior proveilo que podes-
se mas duba evidentemente a esperanra de que
urna liabil ostra teala diptomtlici as a meara*] da
guerra sem a anerra seriara bastantes para miuzr a
Russia i conipu-irao. Em uma pdavn coutava ob-
ter polos meios pacilicos o que a Trancase a Inglaterra
procuravam purvia de armas,e coutava rom Isso lento
mai- porque as du is potencias fa/aain sua larefa, cal-
culo menos cavalleiroso do que se lem dito de una
parte, e m-Mio* i>g >isi;i jo que se lem ailirn idn le
nutra. Se com ilcito a futira carecen da esponta
neidade, doarroioquedslingoiramos governos rio
Occidente, devia tambera atiender s rm-ideraeoe-
de visintiam; i que acon-"!havain-Iie qu- lili t i--<>
lodo o ronlliiio corn a Kuia at que elle* esl i ves-
sem cnpenhados lireelameule. E-* is ra/.e* le pru-
denri reun las a > espirito le a pal panculo que be
proprin dos gabinetes nao inleiramonte ciarlos le si
Diesmo deviam de neceasid de retardar a cuope-
rar.io que a Tranca e a Inglaterra espervam da
Austria.
Todava as duas potencias nao dosespersvam de
oble-la. A Inglaterra lem lalvez menos eonfianca.
A* reliee- rio gabinete de Londres com o de Vien-
na luiham perdido muilo la unltoa cordial ida de du-
rante o* ltimos anuos de reviduclo.
Houve disiiuai;oesdaJparle da Inglaterra.e da par-
le la Austria represalias que linham contribu lo
muilo para resfriar tasa relajees, e dahi resullarara
mutuas deaconliancas que ao menos no principio
nao erara favoraveis a negocia^Au de urna allianca
iiiiun entre os dous paizes. O gabinete I Pars
nada desprezara para combaler estas prevucOos, e
um primeiro projecto de tratado en're o Occidente e
a Allemanha (era discutido no comeco de |SV(. Es-
se projecto mol m 'lera lo em suas clausulas deixa-
va a Kussia esperar o reslabclerimenlo dos seus an-
iigos tratados na paz.
O ga i duele a u* hiaco criticara e-- i excesiva mn-
' doraran, e essa*
I relenle asooni
lisposice* linhara parecido de ex-tqia rotilra Imlo o alaqur. Todava a oceupaca
, mas rei da Prussia approvaildu :o-tn .ca nao poderia-er p'pjndicial ao livre mov
nos
rva i- principios do Iralado re forrado pela* mrtm>i das | ropas ansio fraurezasou ollomana
es da A uslrit reru*ou astgnar um acto lAo meamos lerrilorio^ onda.;- forras militares nu o
clarara cu le hostil a uin soberano seu ruiihadn. For- lerrilorin da Russia. Tina rommiao formad i ile
i-o-o fora p i- renunciar innmeiilaiipamenle a um : p! nipalcufiarioa das qualro [Hitencia* seria in-li
com um protornln
roiilinha na ver-
grande importancia para a poltica la Auslria, e o
primeiro peu-anieulo de*a polcucia lena -ido res-
pon.le occupacio la Mol li-Vala-liia pela orcu-
paeau da Bosnia ou la Servia; ma* filia va ni pr-
textos, i -imple- mol i vos de [Hilica las fronieiras
n.io |.o.iiiiu ;ei 'ultieieiiie. para explcaf io. idho
ilessas provineias. la Porta, e da humpa uma rae
medida t"n> grave ; ler--e-lua podido pentai que em
ve/ de cooperar com n Occidente pira a intcii
ira,alo !' qoatro, c contenlar-ti
o de !l le abnl Ksse pro lor oh
lade eslipulaces geraes que haviam enlrado no
mesmo tratado ; ma* tornara-se evidente de* le en-
Iflo que se anda poda -e coular rom n concurso da
ferencias mu ditlicil seria indu/i-la
ir'uiu tril.idode qualro, V-im de-
luida era \ ienna para
que.i relativa* quer
visorio coi pie se .
P -- i.'.ni dos diver
mi m
-lada
rli ivam lis
exereitu-
11"
Prus
jamis
Peto artigo i.
Austria e i Ku-
e rompesietu
lia, o- d< -<
nm nobre exemplo le dedicaran a o- inleres-- geraes
de mraaem, e de honra.
A allianca de 2 le dOKOmbro nao eraain mesma uem offansslva nem sjQfasnioa : rnot havia de
o *er. s ., :1| r|e |e*-oibri. a Uuia uau li\--se ac-
ceiladu as bases e neguriacao delerminadas no Ira-
lc i >. i-l. he, a* qnalni garantas que repellifa cimi
tamanha altivez i m setembro. O te aeniilr-reria ? O
aabnele le S. Peler-burgo ewlarecil< peln-acon-
l-ciinenlese de*c-p-ran.io de re*i*ltr a esta lripia
al lia nra |trocnrara negociar'* Deten Batanai lempa
-i fal lava-te na Allnni->uha da acilac^o da qualro
garanda*, fie vordade qu*" gabinele ril*so annilli-
cian fu a Pros-: i que rm Oafesto nao e-Uva mu lou-
art de aceita-los pirecera lser es-e soorianno nica-
mente por co:np:ixlo illflcul'lade le lomar uma resolurai', que -eaund*'
a maneirapela qual intorprolava os qualro p*mtat
-lava mii longo de coinprebeiide-lot no verdadei-
to MMh |i,. O etTeito frlra tri-te. e a \Hemaolia por
ponce *en-i*el que fosso o orgulho d seu* enverno*,
clam.ra contra 'urna, O principe i.ort-cbW.f qoo
*u!i-tiioiri em Vienna o senhor de Meveodarg
leudo Bospettado o tratado que se nraociava fi-
/era, nm esforc-i supremo para impedir-lhe a con-
clu-.l'i. Na \e-pera mesmo da a*signaiora declara-
ra ao gabinete de Vienna que seu gxerno e*4ava
jnoinplo para tomar as Sjaalrw girantias rumo ot-
/. dli- negociables. Couidi lo o lala I" fora as-
-ignado, e logo no da scgoinle o ministro dos ne-
aocos estrangeiros da xsjttrii 'lera parte desee
pa*so ao* ministros de Tranca e de Inglaterra.
A Roana ochava-ao ajeh encerrada em cerlo li-
mite. Nao roustgnira impedir -signalnra da Iri-
pla allianca ; ma- retirar asm pal-**., v.h, era con-
fessar a poora sinceridade que tivera nesc nllisn*
passo Suslenloii--. e-pcramlo sern iiivida paralv-
sir a allianca que nao po lea prevenir.operando em
lodo 0 raso, e n.l sern algum fundamento, retardar
.i Au-trira execorAo do aii.go ">, e ganhar assim
lempo.
A Franca: e a Inglaterra linham r| ido letile a co-
meen da cuse mui'.a- provas le nr lerarAo para rc-
fieldrpm prior propottat seri^ ; mas nao deviam
Is-thir di reserva emquanlo Ibes nao fosse provada
| que as des*laracdet nnni-iroda Rsala em Vienna
linham esse carcter, O gabinete aostriaeo nhriga-
lo p-lp trata lo .ir "oVaeanra a nao entrar com a
lusfi i em neuliiTiiii uegociaC'lo separa.la -ubmellera
as nutras duas potencias a declararo do pimcino
UOftschakeaT; nao poda fazer mai* *era o a-seiiti-
ineiilo 1a Irn- e ri-iv-meiile ai pap. I de me lianeiro para tmar o lo
adiado e n no da mais ser OOSM circnmMawla se-
u3o portador de palavrat. O* governos da Tranca
e Ii Inslalerra disspr..:ii-lbequeiiao recusarum ou-
vir direclaiiieule a declararan i iniiii-:ii ila Kuia
rom tanto que sua iniciativa fo-ee bem pr<>* ada. O
enviado rusto occoil-ia esa coulirai. e ron-enlio
em l.i/er o p-'lido dlieial de negorianes.
Aillos de reeeheri-m o principe liorisrbakof estrs
pleoipot- nciarin linham redigi lo urn mleprelacia
oflicial dos qualra aarontias que patteM ass-curar
previ.enle enlre elo perfeilo aeorlode vi*la*.l oi
o objeclo le uin prolo do reserva lo. Alina 1* qoe
e-sa Interpretarla po4>*se s.*i*ir de resra na disc-
*lo que ia baver, que se ouhes-e e\*clamenle rin
qoe astenia va a idhoifo an enviado rtnaa, aa irrs
plenipotenciario- ctiavieraOB anida em exlrahirrm
do prulacolo a ni "sin a foratola a -pi.-i elle aVaata ac-
ceder para que livessem andametili as ueaiKiaec*.
Toi depois efe teretn lomado toda* et-*as medidas le.
prc .-.aran que o ministro dos negocios e*lrangeiros
da Austria eo ministra pl-uipoieui-iann da Tranca
reuturam-ae em cata de ministro da Inglaterra, on-
de esperaran! o enviado do rzar. 2S do dc/embro
de ih.">L
Testero o nhandii o desejn de entrar em neg.icia^*e*
olprincipe torisi liknll declarouao me-mo lempo saje
nao linha podere- -nliricnle* para adherir pura o
simplesmente a interprrttsjia que Ihe foi lida. Nao
r'p.dlta-a decisivamente; pedm quinze da* para
apresenlar a retpoota de seu governo.
A opioilo mais geral era que e^sa re-posta seria
negativa. De fado como accedera a- qualro garan-
da- COiliraenta las em termos que augmeutav^in-Ilie
o alcance! *p poucos mezo antes o gabinete rosto
pelo orgaodo ch neeller dn imperio declarara q-je a
Rossia nao poJena toma-las em cou*i lerarao sem
Confessar fraojaoza p e-uoUmcnlo .' Tora baldada
emanas np.rariVsoflensiva* contra OS I urces, (ora
abrigada a evacmr ns principado* do ilanubte, a*
ill.as de Aland liuluin sido atacadas c Bomarsand
arrasado, emlim fura invadida a Crimea, os exerci-
los ru**o* linham sido derrotados em Alma, em In-
Lermann, e Sebastopol ernbora illereces?-e mai- re-
sistencia ilji qoe se pensara a principio c-dava sitada.
Com ludo lacios de--e genero |Nir mais honroso- que
los-em para o- allia los n.Vi piinli un o rzar lora do
eslado le tontiuuar as hattMidadea. A eveuioalida-
de da piovmi c ioperaj.lida Ausliia rom i I ranea
e a Inglaterr Iiho n < sem duvida osats ditlicil a \>-
roclo ua Rusta ; porem o lernlorio russ voravel para urna guerra defensiva que pareca qoe
o imperador Nicolao levando ao litu a aventara em
que se laucara nao quereria ceder aiHes de lia ver
experimentado suas forra*, sai contra la o*, ernbora
fosse taimente para realcar o brillm le ana queda.
I'jtlia redrar-se c liga ; porm era menos glorioso depoi- .lo um ann*.
de guerra tratar iLanle da- baionel le eooa mil
analii-frauce/es, e las ampacas da Austria.
Todava entreva nos hbitos urna poltica caii-
letota tentar um saprontu esforcopara divnlir a* as>>
telirias aproveilatnlo os inleresses p.aticulares de ca-
da uma, e so prexocando nettorJorties en que -s; po-
da es-perar consegot-lo. A*sim ante* de lermina-lo
o prazu de qainte lias o imperador Nirdao orde-
non ao soi ministro pui Vienna que derlaia-sr qoa
adhera pura e simplesmenleas qulro garanda-. Os
plenipidenciarios reumram-se pois a 7 de |aiieiro do
IsVi para Onvirem a declararo drjprinri|>e tioils-
cbakutT. E-le diplmala lentou principio lar ulna
intorpretacoo da da-garanda-que nao deixava de
afatlar-se muilodaspolei.cias alliarla-: ma icplicoa-
se-lho apre-enlando de novo o exiracio OO protocolo
reservado que Ihe Lira lio na priun ira cnlrevi-la. e
foi a essa ver-o que elle leve de subsrrcvcr. An
menos os tc*plc inpolenciarios da tranca, la Incla-
lerra, c da Austria ;is-itn o rreram Tlevaraiii--.'
loso dovidoa. OsoraAotd.i Kuia na Alleraaulia
pozeram enj rircolactH) v cnmineniarm do principe
ti irtscliakoll como o nico a que adherir. \* p->-
l-u.ias occidenlaes pt.iclamavam o lonlrario. \s
Degociacdes iam brevemente esclarecer ludo ; por-
quanlo apezar da noifa conlianca qu? linham na
>inceridade da Ku--ia as potencias aoviasa Baatts>
nhada sua palavra, e queriim dar as oogoriaraaOjii
feluras o carcter mai--erin pnivel eusn Sal aasaV
rem quanto antas de uma iloargaO acera, -abercm
se podiam esperara paz, oatedVviam peto contra-
no duplicar eeart esforcos para lomaren a guerra
mais eflicaz. impar).iva alero li-lo I ranrae a In-
re'ila'r otUt as -'aterro solieren em que limite podiam t miar ran
excepcional e pro- n wncurso material ra \u-lri.. e era lambem ia
iirincii ados nuer a nlaresae ddsta potencia, raanae fs*e leil* a pa/ de-
lerrrilo- heixo da* <*.....Uce* le(enmnala. nao I rdar mais
| do que aleo lim ilo invern cm comecar at 1mlili-
lade*. \s.ini lod's. a exeep;.io la Rnasie denota-
p"|o
|mii* do probirolo ile _'1 de maio
urna buha de uinaii ende a alliaiu
v a da \u-li ia d i Pos-.a. n g .1
M.i : i.......u uti iieiihiliil i p i le u
Ou- i e|i millos lie- : i\u no-.
O pro}eclo de lala i" que n
I rederico linilhernie Imham fedo
qu
aiabelei. II
ailglo Iti-lie.'/ i
Hiele le lUlili
. pa--n roiiibiiu
mu uameut^
hrigav.im si
n -^i I.I le
I '
fo
-m all ni. i nll.....i\
.. empreg .i p ii a
. t ,ii forras .
.pr til loa
til.Mi.......lo
|iti*|Udadcs ende
i .nm- promediara
defensiva, e n-
ell'iln s.-ginilo i<
le i e le m ir. eu-
pie.i-n
do
i
icrupiilo
ada: lui levado
I
11 mi u.ienlu
Ir'll
Vrim s,Uer coro
venara lomar.
Oual era a poti
lua I i- iieaociar
h ilad da .de d
. lua apre-a?nI id
, .- iintratanb
i maior brevidde pie ie-du^io le-
' I i Pnis-ia na ve i
s I i foni ti p.n le
(da......un lo o ifH
enllee,, ,;m> lile j el l
i all, -.io lo gallineto
ra la abet -
nella. II
M d nli>'.i
ll^ i p.n. o
te Berln ,
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.. |hdeiici:is i roraeitian ariisn '. pnn-m eie elevara imrnedarnente ama -ene de ob
y


AftiG $i MMARSCfi yUirts* FEIM 24 DfJVRllRfi BE .lib
jecc.ues que sem lerem fun.lnuieulu er.nn defendidas
pur elle com sunco. Advenido gociava-se cm Vienna pedir em termos quasi
suppliranlcs Aiilria que nao h concluase. Via
coni urna especie de desespero essa potencia e
capai a poltica indecisa que prevalecen al eolio
uu-eio da confedeacau, o coolrahindo lagos estrei-
lotcon o Occidente dar a' Alremaolia imputa) no-
tayeljio meamo sentid". Comprehendia i> golpe or-
midavel qoeera dado nu svstems de neulralidade,
que lauto lavorecera ale enliio a Kussia : iiik
solucao la Austria eslava lomada. (.loando
mullicara ao gabinete de Berln o projocfo de tra-
tado fura pur que esse (rajado ja se achara couplui-
du em seu pensatuenlo. Era smente uina ailencan
que se leslemuiiliava anida a Cfle de Postdam, e
nao un cmiselhu que se llic pedia. As ubjecc/oes -la
Vrussia nao podiom versar sobre au ler aidu con-
vidad* a lomar p.irle nessa nogneac.iu. Nao s-
inenle lodos Icnibravau-se do que os eacropuloada
re 1-redcnco (juillicnue i'in assignar mu acto hos-
til au seu cuniiaiio o imperador ISicola'o liaviam
baldado um primeiro projeclo de-e genero ; loaa
iilucueiu podia esqueccr-se .le que o gabinete de
Berlun conserviira-se a' parle na upnca da* delibe-
ros, deque liuliain rebultado as notas de S .le agol
lo. Desde eulao sii.is inleiicoes lilil mi prenlo mu
duMdosas para que HJuIgsssB poder oliler sen COO-
enrso nessa prim ira medida diplomtica (lastres
potencias reunidas. Elle meamo aceitara voluul.i-
riaincule essa poeigio que linlia a vaotagem de nao
coiupromelle-lo para ruin a Itus-ia. Se recomiaen-
dara a S. l'etersbnrso as qnalro garantios, (ora aem
adopta-las officUltnenle e -u para nSo perder a alli-
tude. Adlienudu a ellas o imperador Nicola'o lo-
ria lirado do ambarara o rei Kraderico tiinllierme,
o qual a conliuuarau da suerra laiu;ava em todas as
perplejidades iuiagiuaveis ; mas o passo que seu so-
vemo dava em S. l'elcrsburgo apoiando as qualro
propostas que apresenlava a Austria, su liaba a seus
llios valor de qualquer nutro expediente proprio
para livra-lo do cuidado de tomar una resoluc.lo.
pondo lim a's hoslili.lades.
lie verdado que a l'russia aperlada pelas circums-
lancias e pelo sabiucle de Vieuua sstignara com
elle (5 de noveinliru de IsVi mu arlisu ad licioual
ao tratado de Jo de abril alim de determinar rom
mais precisao o sentido das prumessas fcilas, e que
cs cooveiifao suppleincular implicava um parli-
ciparao melhor definida da Allcmanlia na tafeas da
Austria no caso de que esta fosse atacada na Moldo-
Valacbia, e lambeta urna .illie-.li> da 1'ru-sin aus
qualro punios cap.ue- de assegurareui os iteressc
germnicos no desenlace da queslau ; mas cssas con-
cessoes t.iriiiameul-.' arrancadas a hesilares sem lim
o de|>ois de nina serie de objeccoes que moslravam
da parle da l'russia um apego incur.ivcl aosyslenia
da ueulralid.ide armada, essas roncesses tiiiliam si-
do ferias cum pecar, c a corte de I'ostdam nSo pudia
rnoslrar Sorpresa de no ter sido convidada a tomar
parle em urna alliauca, cujo principio era solidarie-
dade perfeita al a guerra inclusivamente.
O reseutimentu da i'russia dirigia-se menus as po-
tencias occidentaes do que ao gabinete de Vitan*;
ella declaroii que ai poda adherir a urna alliauca
cm que se tralasse de seus inierc-.es especiaes, o que
liavia no tratado de -1 do ilezembro cslipulaces que
nao Un- iuteressavam de maneira algn, taes como
oart. i relativo aos principados do Danubio. Alm
disto repousando o tratado de -1 de deiembro s-
menle sobre as qualro garantas desejava saber pre-
viamente a inlerprelac.io que Ibes linham dado a
rranca 6 a Inglaterra, Todavin nao recusava con-
cluir um tratado anlogo, com lano que fosse dis-
tinclo. As potencias aliiadas da Austria nao po>liam
satisfacer nesse ponto as susceplibilidades praasianM
sem a adhesao deesa corle. Allcndendo amenle
nessa eeraiilo ao bem commum eila consenlio. e as
duas potencias para approveitarem as disposiees que
pareca lesleuiunhar o rei da l'russia enviando ple-
nipotenciarios especiaes a Londres e a Paria, loma-
rain a iniciativa do prupnslas que era ni Interamen-
te proprias para aplanaierr.ss dilliculdades. se o ga-
biuele de Berln fos-e realmente sincero. Consen-
tala em una alliaoca separada com a PrmtU, cor-
tavain do tratado de 3 ue ilereml.ro as rspulacfiss
que refenam-se smenle a peal cao da Austria nos
principados do Danubip. Cumqujiilo nflo livessem
commouicado previamente a Au.lrTa a inlerprelac.io
que davaiu aos qualro pontos, eslavam pi limpias pa-
ra assigiiareincoui a l'russia um protocolo cnnleudu
cssa inlerprelacAo. Com essas condices a l'russia
entrava iiaturalmenle lias conferencias, das quaes
seu isolameiilo voluulario a lerin eicluido. tjuan-
lo mais moderadas eratn essas proposlas, lauto m.iis
justo era que as duas potencias nao lizessein muras
concesses.
Nao Ihes podia escapar que o principal movel da
J russia era o desejo de lomer parle nas neaociacoes.
Julgando pelo passado eslavam eulnrisadas a receia-
rem que essa potencia procurasse entrar nas confe-
rencias unn-aineiile para defender principios con-
'""os a rilas e apoiar as resistencias e as objeccoes
da Russia. O gabinete de Berliu pareda ler assig-
uado com a Austria o Iralado de 90 de abril so-
menle para aferrar-sc nao como auiilio, mas como
obstculo a lodos os seus passos, para paralysar-lhe
lodos os esforcus. Nao era com a mesma inlenco
que lenlava iralar com a Franca e a Inglaterra El-
las assiui podiam pensar. A opposi<;o que falia na
mesma data i mubilisacao dos couliuaentes federaes
da Allemanba. n liognsgeo) de seu plenipotenciario
na dieta germnica a favor da neulralidade armada,
seus esforcos para suscjlar a questao do armaineulo
das fortalezas alleinacsvisiiihas da fronleira france-
za, juslilicavam, loboso lieconfessa-ln, todas as do-
lidas que podiam (er as duas potencias sobre as in-
Icnces da l'russia, e aconselhavam-llies que se acau-
lelassem, que nao se empeulia-sein sem erem-se
ceiltlicado de que assignando o Iralado, o rei l-reile-
rico 11 aiihci me aceilaria todas as suas obngar,oes.
Sobre eslepouto nao poderam obler iieiiliuma satis-
lacSo, e era ja evidente que a corle de l'osldam u.lo
daria as garantas que se Ihe pedia, quando a morle
inopinada do imperador Nicolao veio ollerecer a e
sa corle um prcteitu de senlimeulo para adiar as
nesociaces. U rei da l'rus.ia declarou que a dor
impedia-o de cuidar na poltica, e que eslava
prompto para antiguar um protocolo coulend as
quilro garautias, mas que quanlo a Iralado nao o
podia diaule das cinzas atada quentcs de seu cu-
nbado.
I le ia a liberdade I
' .' ,i.i rcslava mais
i-Ios.....leu ihe aprouvts-i'. I patilla |>
a i ranea e a Ipalalcria no que '
a Ausli i ..a lumpi'iem as ne-
i.xia- ia que roinpendo-as
- > a Kussia um ca-o de
Huido ; ira que sua coope-
ein que Mr.
.i-li vollavan
i liavia toda a
enlen lereill-se c
^>u i.icn,'.. Imporlava
gabinete -..
suerra assaz clarnineule de
i vio loe iiiiiue lala No mollienlo
Urauyu de l.hin.e lord John lio
para o seu paiz no lim de abril do 18.'
probabilidade de uma
Na
re-1 projeclo de ollimalum que Mr. Broirtiidc
com- sellara em Vienna sem lodavia loma-lo di
Hidra seuAo sol beuelicio de apresenta^Au ao
verno era resellado ao mesino lempo em Pari
Ir, donde iiiiuei.l"i <..p>'lc.ii cin^avii de- nbt, r, quer ui Einopa, quer na America a .ici-e.
I
pas le haier aporta lo ainda mal
que se turnara siuualar osarn
Ir.....;a e a liulaierra ; pornn
de Lliuvs livesse julcado .lev .-i
uma resoliifio que Ibe parec i
anca da Austria com o Ucri .
Socios, ns inleresses periuaili
li -1i e diso dera pravas d'
romper o conflicto. O. ja lmeles de Pars e de
dres tinliiin pensado que sdopcjlo de retiras novas
nuil lilieraes e mu conformes as prHenfAes dos 1-.--
lados I ni los eni malcra de neutral! la I.....ai ilima
Ibes eooriliaria as boas disposices da l.'nio; a Kus-
sia Buameiilaiilo cooi haiHliofade as cnncessries de
dircilo que a rauca e a Inglaterra se linham ninlna-
menle feilo o liaviam onloresdo pola primetra vez
vvrdade olao inundo, propoz so eabinele le Wasliiinjtoii uma
l.luns ac-1 ileclaracio de principM. a ese re.-peilo mais adian-
niilr.i na- | lada anda. < ueila le/ a base de uma runvi'iic.i.i que
ii ao-1 tornee; ii a I uiau. pretexto para daraosorerno ru-
iin | si um nenhir de seus senlimenlos. A Russia tentn
le que | pocrilas. e hnrrivelmeiite sauaoiiiolenlos trucidavain periyosa. Muilus ,e acliam relumados na ojia le. e
I .... I ............j, .!..<%._____ I...........,1 ...... -...._. .-,____......-_..l......1- ....i..
em urna viaaem
s lacus que unan a
lo que Mr, Drouyii
ni roiisfquencia de
iiupromelter a all-
. relirar-se dos ne-
iii ns mesinos >te
dns estados iieulr
necessidade juslllca1
le i*un eslu par
anbtneic de aples,
pu lia-sc oppor em s
mas sempra dispnslo
ueu
essa enuv.'iii;ii >|ue iieiihuma
>i : mas passo nAo poda
'mi Revernos esclarecidos, en
UIU ios mais inlerc-sa 'ns que
guir a pol liea auuln-l'iauce/.i,
lauto no exlenor com i no in-
fazer o ronlrarlo do dever foi o nico que
s-iroalur.i ,i ennveucno russw.americana.
i gozar de aUum a/titlo, que u uiabo do lal llaballn
i llanto aos onlro* ca,os la America, a excepcjla da crena lu
lo Brasil que
pe|,
a ni'..o wr nos eco i
mine nas amlaei
mor parle enlreitues
ilepen.leticia, lie p.
de uma Ierra viraem
!!
m de vi-lllbaca (ni levad
le La l'laia. Ma historia re-
puJeinicas a que estilo pela
Je a pro"lamac i i de sua iu-
a Imirar que a colonsacjlo
e fecunda pela rac.i ainda lia
I
anillas a. parles, e nao eslava perillda Inda a espe-
ranza de caen*.i.ua r.ini .i a ibineto de Vienna
sobre um svslema commum que inanleria a uniftn
no i-.-s,. previsto polilira da Auslua ia assini ser suliinellula a una
provafAo solemne tanto para a Kuropa como para
essa potencia, la se saber al que grao fora sincera
nos passos que dera de aecord com a franca e a
Inzlaieri a desde dous anuos, at que poni evada- ponco lio visoro-a dos espauo-portoauezes s tenh
mente eslava reaolvida a ,associar-se aos seus es- produzdoquase por toda a parte a decrepilude social
rorro. ,. a imporlancia poliliea. Quando acallar essacri
Os acoiilecimentosde que a Europa era Ibealro Porque meios o Mxicoe os estados da America me-
nAo podiam deixar de terein echo na America, l-'oi ridional ou cenlral escaparAo a essas Iradures de
fcil ver-s desde o conuco da crise que a palluca guerra civil'! Se as repblicas sul americanas nao
das poteurlas occiileotaes encontrara mais svmpa- vginrem, se nAo recobrarem algum imperio sobre si
linas enlre os povos do Novo Mundo que Manos no- mesmas cliegarA um moinenlo em que Ihes sera im-
diam ajnda-la do que entre aquella de que tena po- possivel defender urna silnacao do da em dia mais
dido esperar un concurso. As repblicas hispano- aineaeada de Im.i e -o nessa evenlualidade as polen-
portngnezas, o imperio do Brasil viram na causa cas marilimas da Europa nao se achareiu com bas-
que dcfeiidi.mi a Iranca e a In-laicrr.i a da inda- lanle liberdade de accAo, ou assaz anidas para obra-
peudencia mesma dos ciados o de sua propria civi- rom cm coinninm quem poderu coolet o arrojo de
lisacao. A I ui.io do norte pelo contrario nao era in- amliicoes que indo eonlrihuc a desenvolver em urna
dignada nere sorpresa pelas pretenroes conquistado- repblica, para qual o dreito das genios he letra
ras da Kossia ; nAo desapprovava etemplos de en- mora.' Ju u Mxico lera experimentado os effeilos
granilerinieulo que lauto coiiciiidivam com seu lu- dessa ternvel visnhaca, j S. Domingos c asilhaa
mor. I'enlara em ISIS lomar na Eurn|ii um papel Sandwich beni como Cun esl.io auieara los pelos
conforme aos seus principios democrtico] ; porque me-inos iieriaos, c pouco a punco na la uin dos esla-
entao c nas circumslaucias dadas som-nle poda as- dos do Novo Mundo corra grande risco de aprender
pirara atarear uma influencia,e nao havia occasiao a sua cusa quanlo Ihe importa estar acautelado.
propicia para a salisfae.lo de inleresses mais posili A allencAo lAo occopa.la com os acoiilccimeulo- da
vos. todava posto que Rrandcs principios de lber \ Europa afaslou-se naloralmenle da Asia, para onde
dada Mtlveasem em jogo mis negocios do Oriente e I ern oulras epochas e lena dirigido cora iiileretse.
com quanlo a potencia qii'plrocin iva em IKtil os O. meio successn ublido pela expedicAo americana
refugiados peln- zea e huugaros em C loslaaliuopla ao Japao apenas fu notado ; as vicissiiudes da rovo-
parecesse dever par cousequencia n iiur.il nclianr-se lno chineza, e as medidas que ns eslrangeiroa fu-
para o lado nos gosernos que defendiera o imperio rain obrigados a lomar no nielo dessa dcorganisarAo
otlomaoo contra as aggreMues da Kustla, o icabiuele liveram dbil echo, e lAo ponco lempo reslava aoi
de Washinaton aeguio o ominho opposio. loi pela cepiritos para fixarem-so sobro os fados qne aconte-
Rnasia que moslrou preferencia : somante vio na ci.,m nessa distancia que ale a expeilicAo anglo-fran-
uerra que rompa na Europa uma aceaailo fsvora- cc/.a dirigida contra a cidade russa de Pelroiiaolowski
vel para experimentar cerlos planas de entrrandeci- em Kaintchalkaa pesar de seus incidentes dranialicos
iiienlo concebidos fora de tuda a consideracao de di- foi lu^o esquecidl.
reilo, e que collocavam-uo em face da equidade na- Se a lula omprehendida pela Iranca e a Inslaterra
lural no ine-mo pe que a Kussia c.ibicando o impe- contra a Kussia pela mesilla extenaAo dos recursos e
rio dos aullaos, do territorio dessas atades potencias abraciiva assim
Esses pianos de enar.iudecimenlo eslavam indi- o esparo de ama ii oulra exlremldade do globo, era
cados desde iiiuilu lempo ; porem nunca linbani-se smenle sobre um poni que o mundii linlu os olhos
manifestado lao claramente. A illia de Cuba era Utos : era na Crimea que e-lavao n da questAo.
ainda o principal alvoa que dirigia-se a amiiirao do Se a pal n.io fosse feiln com as rondicoes determina-
paiz, a prinielra conquitla que eonvinba fazer-se das palos gabiuelas de Paria e de Loudres, a guerra
aea olhos dos cidadoa da L'uiAo. Seo governoaraa poda envenenar-se e invadir toda a fronterra da
es-c resucito abrigado a ler mais ricato, se coudeni- j Knssia des le a Kiulandia ate a Porsia : mas Sebas-
nav.i oflicialmeule os pbihusteiros que depois de i lupol permaneca o objeclo cs.euri.il da accao das
moitaa tentativas baldadas nroruravan anda reeru-1 forjas aljalas na primeira phase da hostilidades.
lar noves bandos para nova agsressAo aunada, con
lessava altamente o peusameuto de obegar ao me-
mo lim por oulros meios.Se desapprovava a acqoisi
em uome de Deot a hamamdade
Ilouve quem live-se a ar.iilc/a un habilidade
de propalar que o brigue barca l.'imaran liaba en -
calhailo, nu perdidu-', mi sosobiado, ou dado a Cos-
a, ou desarvorado.
-Nada ili-lo aconlereu ; ji eslivemos com o -en
digno coinmrndaols o Sr. teiieule Castro, por quem
soub'Miins qn' o ll'iin'iv'i-ii foi que volloii com mul-
la lelieidade em sua cemmissio. Quem sabe que as-
sim como ha quem ambicioueque o cholera nos vi-
site, i.ininem ha quem deseje ao llamarae algum
fi-ara-soi Com ludo e-pecuam, ate com os males
alheioa ; que meninos das arabias.'! Iloje he sab-
bado! Aules da hooleni encoatramos nos dous ma-
rinheiros, dos quaes um nos parecen do Hammam,
que, asseolados no cae- llnitr. entretiiibam um dia-
loao bem Importante, Nos flzemos-noa rla e co-
loquemos-nos junio delira, oiiik podemos pilhar a
segulnle conversargo :
Neje por c.i !... ainicninho .'
Verdade! verdadel Vim i Ierra cun lieenca
.Vsconlereurias a!iriram-se, pois, cm Vienna, sera
a parlicao da l'russia. Se espirilos snperuciaes ou
prevenidos contra a publica occidental poderam crer
que a paz saldra desas deliberaroes, essas esperan-
cas chimeneas nao craui comparilhadas poraquelles
que conheciam as Jisposiccs da Kussia. e a pouca
sinceridade que livera na suas propostas de paz. Suas
armas liaviam experimentado derrotas sensiveis, suas
finaiicas suflriam, suas populacoes nAo preslavam-se
contiuuacao da guerra senAo sob a iiiHuencia de
um falso enlhusiasniu, c graeas a urna exaltarAo fac-
ticia, que podia raesmo tornar-se fatal ord'em so-
cial, lodavia fechava os olhos sobre as pardas j
sollndas, c sobre os penaos provaveis, porque resla-
va-l'.ie uma ultima esperanja a de separar a Allema-
nba da I'ranea, e da Inglaterra, e achar-se a-sim era
tnelhores condiee, para Iralar da paz.
As duas primeiras garantas estipuladas nas utas
do \ lumia nao eram as que haviam de suscitar mais
dilliculdades. Euibora fosse humilhantc o sacrificio
do proleclorado quai secular dos principados dann-
bianos. a Kossia renuuciava a ellcs. Couliava mul-
lo nessa concessao para desinlercssar a Alleinanha
no poni de visla pnliiico.Nao aora que nao sendo
reduzida impotencia no mar Negro e na fronleira
do lies-araIna poder sempre pela sua posicAode es-
lado limitrophc, e na qualidade de nai;ao grego-sla-
va recobrar facilmeiile algum da sobre o Dauubio a
iiillucucia de que fr despojada. Quanlo ao seauu-
do poulo, a livrc navegarAo do Danubio, a Kussia
nao poda recusar subscrever a elle sem pr-se cm
contradicrao tlaarantecom odireilo publico europeu
n.io menos do que com os inleresses commerciaes da
.\ lle-uanlw. e cssa qurslo, visto que nAo se eviaia
do .'.-ibine'.e de S. l'clersburgo madauca territorial
na foz do rio, nem deslruico de praeas" forles nao
podia ser causa de rompimenlo. Tanto sobre este
poni, como sobre o primeiro, a Kussia oslenlava
Allemanba apparente desiiiteresse. E se livesse ob-
lido que a discussAo sobre a quarla garanta fosse
encelada aules da lerceira (eria podido renunciando
ao proleclorado ollicial dos rayas gregos, do qual
seria iudemnisada por um proleclorado ollicioso "f-
cil de recobrar-se, separar lalvez a Austria da Fran-
ca cida Inglaterra ; pois era subido que o gabinete
de Vienna sem razo, mais seriamente considerava
a questao do mar Negro coico antes anglo-franceza,
do que europea. Os plenipotenciarios da Franca e
d.i Inglaterra oppozeram-se a ialenc^n que liaban
mauilest.idu os da Russia de invcrlerem a orden] das
leliberaees, e depois do lerem feilo prevalecer suas
Vistas no regulameulo das doas primeiras aaranlias
eviairain que se evaminasse a lerceira. Ao mesmo
lempo alim de tirarem Kussia Iodo o prelcxlo de
clamar contra a proposta que liavia de ser-lbe feila
paia por lernio a sua preponderancia no mar Ne-
gro, eflereceram-lbe a iniciativa. Seus plenipoten-
ciarios linham consultado a corle e eaperavam i ros-
pusla quando chei;ou a Vienna o ministro do neao-
cios ealrangeirosde Franca Mr. Drouvn de l.huvs.
O gaboele das Tulherias qoizera dar discussao
que a Iravar-sn loda a aravidade desejavel, e ao
mesmo lempo apreseutar-se dianle da conferencia
cum a maior auloridade possivel, lano cumpreben
da a oxtensao dos inleresses que eMavgo em j.iao .'
A Inglaterra tiuba de ana parlo enviado a Vicua
desde a abertura das conferencias um estadista emi-
nente lord John Kussell, e o minisiro dos negocios
ealrangeiros da Turqua. Ali-I'acha, um dos perso-
llSgens mais imporlanles do imperio cliegava a Aus-
lua poneos das depois de Mr. Droinn de l.liuys.
Os Huesosreeeberam depois de dtasele dias de
espera inslriicces qne Ihes ordenavam que nuvissein
ludo sem propurem nada, c que repellissem lodo o
principio de limilacfio. As propostas que r,s alliados
tiuhan de l'azer consisliam cm primeiro luaar cm
imsyslema de iieulrnli-.ic.au do Mar Negra que fora
deliberado em Londres enlre Mr. Drouyn de l.huvs
a aa ministros iuglezes. mas que a Austria nao e-
carregava-se de apoiar nas conferencias, em segun-
do loaar em um syslema de limilacao que rednzia a
qualru iiaus e qusllu fraaalas o numero dns navio-
que a Kusi.i poderia conservar no Mar Ni ato. Os
plenipotenciarios russos declinaran) os dous sv temas
prelemleudo que os eslreitos fosicn) .iberios lano a
Russia pare entrar no Mediterrneo como an-.-Ili.i-
dospara entrare......i M ir.V'earo. Ouviram-sea rsse
respeilo alias e duras verdade. sobre -mi silnacAo da
i' a de Mr. Drouyn de l.luns, e .|e lord John Rus-
Cuidan lo ao resultado da conferencia cm que
cAude Cuba pela violencia manifest nao coulcstava
que linlia o peu-ainento de (enla-!a a preco de di-
iiheiro i'.idava sootenle poderia cousegui-lo com
doas condicccs: inlimidaudo a llespanha, para a
qual essa colunia he a ulllma reliquia de uma gran-
deza Perdida sem remedio, mas sempre chara sua
lembrauca, e a^iroveilaudu a< dilliculdades da Fran-
ca e Stdos em defendcreui a eqiulihiio na America do
que na Europa. Cora efleito eslss duas potencias >le-
vem vigiar cum lauto mais cuidado a expansao da
sramle repblica analo-savuiVi.i, porque possue cm
sen seio lodos os elementas da farsa, c porque
diversos oslados nha sgolados por luisa inicuas sem lim o nao po-
dara oppor a menor resistencia a es rojo.
A Uniao bem o sabe e as loucuras da Uespaaha
mais a crise europea linham viudo evcilar-lhe a rn-
biea. O governo da rainha Isabel dirigida por ho-
rnea! pouco dianos da cunliauca do paiz, nao souhe-
ra previnlr urna insorreifAo militar irania la publi-
camente. A insurreicao assalsriada e dirigida pelos
cheles do partido constitucional moderado eslivera a
ponto de laucar o poder nas ui.'i is da demaeogia, c
ao menos linham assegurado aos liberaos exaltados.
Lm anligo demcrata francs naturalisade cidadAo
dos Eslados luidos, e entrado na diploin-ci por ca-l
minhos que n jo condiizeui a ella erdinaramente, re-
presenlava nesse rnomenlo o gabioele de Washiog-
loii env Madrid. Aclivamenle mettido nessas agita-
Oes, gravemente snspeiio de irabalnar para o Irium-
pho do radicalismo repoblicano. onnlriliuiudo lam-
bem para oenfraquecimeiilo .la lle-pauha |irom.via
os inleresses dns annexionistas ainda mala que os da
dcmaaoaia. As doas arailes put-.-urias martimas da
Europa posto que oceupadas no rlenle com ari-
vissimosnegocios nao podiam fecharas albos s,,,re
os perigos que essa siluacjto creava na America eoBo
dissinuilavamsena senlimenlos ao sabioele de Was-
liinglon.
Cuba nao era o nico objeclo da cobica americanas
e o nico poni era que o governo da" l'mSo poda
ashar-seem conflicto com a Franca e a Inglaterra.
A natoreza parece ler-se coinprazido em prodigali-
sar sua forca e sna riqueza ni Icrriorio e nas libas
do novo inundo. Ao lado re Cuba e em c.ndicfio
de ootro seero, mas n.io menos precaria acha-se
San Dominaos dividida em duas popalarese dous
aovemos ho-iis, Dina repblica e um imperio. Ah
tamben mmenso recursos, e nina posifAn estratgi-
ca maravilbosa provoca a ambicio dos ameru anos
da mirle ; o desacord do governo negro do Hait e
do gabioele de San Domingos, 'laudo pretexto a in-
IrrvencAo a favor do mais fraeo asseguram lambem
meios de influencia ede conquista a mu governo ero-
preheudedor. o ioleresse dos dous eslados da liba
lena si.tn concordaren! em vea de combalerera-se:
era o que dizi.i a Franca e a Inglaterra aquella dos
dous gaverneaqoe nessa desavenga era o provocador,
ao imperador Faustino. Aincacando a seauraiica de
S. Dominaos, manifestando projeclos de nvasAo
liara submeller essa repblica a um dominio, que el-
la BAu poda acallar, lornava-lhe nscessario o apoio
eslrailgeiro. Emquaiilo essa pequea repblica fora
administrada por noatons olelligenles e recios lora
as grandes potencias marilimas da Enrona que ella
pe lira esse apoio, e elle nanea Ihe fallecer ; porm
depois que Sanlana sueco lera a lliez na presidencia,
a colisas linham miniad.: e>sabine|e de Washiog-
lun achara accesso junio di -- no,o magistrado, e em
quanlo Franca c laglalerra prealavam llieoservl-
jo de dissnadir a Vauslin I do projeclo de expedi-
cJo conlra S. Domingos, Sanlaua cm vez do ser re-
couhecido a quem deleudia seus interesses cnlrrgava-
se a influencia q..e eonspirava par sua pona. Alli
lamben os americanos dn norte esperavam ser bem
servidos pela crise que allrahia para utios pontos a
'atiene in n a accao .a alli.inca anslo-franceza ; alm
dislo linham eacoberlo seus planos com o pretexto
especioso de neauciaciX's cuiiimerciaes; linham na
gociado com Sanlana um Iralado que snb cor de
commercio assegurava aos Eslados unidos vautageus
particulares c consideraves. Todava o laco era mu
grosseiro para que o paiz cahisse nelle e para que o
eongresso dominicano ractiheasse sem difliculdade a
conduela do goveroo. Aqu|a poliliea angto-france-
za era naturalmente ajudada pelos meamos inleres-
ses das populaces, e pele amor que COOservavam a
sua independencia. O presidente eucnilrou orna
npposicAo das mais senas s concessoes polticas que
preteiiilia fzer sob pretexto de commercio. Foi obri-
cado a secorrer a um golpe de eslado para Iriumphar
das resistencias do cougresso, c grnras as reprsenla
c.6es da Franca e da lualate
Ciunpria que sucrumbisae essa forte ci lade, a verda-
dcira base la forea asgressiva da Russia no Oriente,
pai a que fosse rcsbibelecida o equilibrio na Mar Ne-
sro. Nocomero de IK.ua Franca ea luglalerra
..... qoerlam mais do qae isso, e loriara Iralado de
boa vunlade em condiciies l.iu honrosas c lao serias.
Se depois eram obligadas a levar aauerra a outros
ponlos, e continuara lata, a re-ponsabilidade devia
recahir smente sobr a Russia. A historia Ibes rara
a juslica de que empregaram na direcco das hoslill"-
ilades a mesma uioderac.io e a mesilla firmeza que
liveram nas tiegoriacoes.
tniiuaire il<- Dcu.c Mondtt.)
PSRh
PAGINA AVULSA.
Nao sallemos se foi com a clieaada ilacoinpsnhia
Ivric.i quelcni-se desenvolvido em nos-a lena um
goslo pela muic.i espantoso: a nao -er um epigramma
a companhid he i clmenla multa voca{So. No se-
gundo andar numero cinco vezes Ires ha ludas as
nuiles nina herrara insolila, acoinpanhada de um
viohio cajos sons nos parece de um uranio lez-a. E-te
ametra infernal principia as s horas da uoile c faz
ponto ni hora, que dizein os poetas ser do demonio,
e bem s-.' parece cum elle nina lal reunan, COJOS
urros ja produzio convul-es a uma innocente do
sobrado fronleiro, que dorma tranquilla, e um ata-
que n'um informo, que se ochava ueste mesmo an-
dar. Os convites para os frailea sao felos das ja-
nellas as megerat, que por alii paasam e como cs>as
cntica* nao sesnlisfezem icom as honras dos con-
vites querem, qae se Ihes decm o jornal de qunn
liaaliia. e d'ahi a-iivas das risas aos murros, dos
murros as desromposlnr > em alias volea na ra.
Essa sent er de si para si. que urna ra publi-
ca, onde morara (antas fanjjilias iisadns imporla o
mesmoqne uma teozalla, uma estribarla, ou al-
gum quaiiiiilio de taberna oude mora um lapus, e
uma caixa de piuh .' Nao ; estamos em urna cida-
de de primeira ordem, inoramos circula ios do aenie
honesta, temos uma polica, que s nao compro o
sen dever quando se loma indolente.
O Sr, inspector da ra da Cruz do Recife,
v me. nAo ve esse concilibulo, que se faz cm urna
leuda da barbelro, onde caixeiro que se uililula
por Itarbier > be o mais reliuado detractor da honra
all...'.' Nao ve, que nesa icuuiao se diz de uin
negociante do Recife o qu nao disse Mafoma do
loucinho 1 Nao v os distnrbios e insolencias, que
ah se praliea '. Pois breve sr. salulalogado do
Recife lite tara" remesas da un. sntullias de sola
para o Sr. ver oque he deslas restrictas obriaacoes.
Ja' as jangadas servara de mesas de jugos. Em
lora de Portas dolado do nascenle ha lodos os do-
mingos jugo ejiigo ao som do embale das ondas,
aconipanhailo de lul'oos, e de vez em quando de
bofeles, ranel'e-, empurrOCS, moehicoes, pala-
vrcs, e ludo que araba em oes como prnStf...
Na ra do 'illar reuue-Se lonas as noiles mu
bando de eaUtnentet, mais depravados, mais ooaa-
dos, e impdicos, que esses hroes de Saluslio, e en-
to loraaram por devocao iasultarera com motejo!
desoaestos sigamos senfioras,qae cliegam as jauellas.
parece incrivel, que nAo baja nesse lagar quaodo
nan ara inspector ao menos uin ou mais pai. de la-
uilias, que repriman cum energa esses mancebos 1Uiu's acl,a empeiibado o raen reloaio, e entregar
arrbenla o espiiihaco como se levas-c
uma tunda de cal,,
A mi ni me scuulcce a m 'sino lu sullres com
serena e cu cum o amaldicoado cruzeiro, rmn a
ilaliaila dn evereiciu de pannu, e cun a arieneaada .
arlilhaia dos seiscentns mil ro/n/es!
E enl.in porque .'
Oh! que o tal nosso commandanls Castro he
um lucho que llo mis d.iva um memento ao ciinves
com nina injii pur cima da nutra.
Ilomein, dize-nte, o llamarae levara porahi
alauma solapada'.'
Oaal solapada fomose viemos com vento fres-
co, graeas a Senhora da Boa-Viagem.
Pois olha, j le linha rezado uin Grto etn Dos
por la alma de vixarro.
K pensas, que se cu levasse a breca me impor-
tara
Ora dize-me, alma de porco, como val O chefe
com o capitn do porto l1 Anda estarn puchando
a rtrarha'.'
Cala-le que o cabo e-t.i alcalroado.....ma-
aqui baixinho..., chilon I Parece-me que sempre he
algum angu' caire elles, lalvez cum o cheiro das u/a
fnrrcriii.
I ni !...
O' le se ha.....que !e digo lm que inuil.is vc-
zcs o meo immediata diz la aos camarades islo he
0 diabo I e cu pesco c|ue islo he por causa da lal
rleha.
Sira ?!
lili! I a iliztlamheiD que lia de a cenle es-
lar soflreado, o lambem o servico, e o arsenal, que
sii quer furmalidade ; papel emai- papel, ora resel-
le, ora nao quer dar o que esa na lahella.c os na-
vios aiidain romo trapos de bujarroiia ', Eu c son ca-
bo de m.irinheiro-, sei de inuila chuchadeiniiha....
mas bocea calada nao entra mosca.
E n cabo !... que de no cuslado !...
Sir, dos, mais do. as nosass soldadas. Nao
vistes oulrn da como eslava han concertado o esca-
ler daquellc navio de guerra ".'
Eslava como as privada* ilaquelle oulro na-
vio.
l'ois olha, para licar assim, assim foi preciso,
que o commandanle metiesen dentro do navio, e
mandasse o earpinleiro passar-lhe una labnadella
dos neceados; mas assim mesmo fiearam as prega-
dura* de ferro cm vez de cobre, e as laboas ve-
llias.
Nc verdade, quenmeslre do Capibarlbe aqu
mesmo ja se roeqimxou.quc viudo uma veraado seu
briaue vollou nao sei com que mazella, que obriaou
ao chefe mandar l.izer nao sei que visloria pelos
commandantes lodos que eslavam no porlo.
Ah faramba !...
Cjiii nial caramba fomn-nos mudando, e anda de
lonse o echo nos levou as palavras muros.....grade*
de ierra.... Frcila-.... alicerces.... rasa da salila.,.,
na.... ola......
lem s ile laucar as nossas vislas sobre algumas re-
partices publicas, que eoslumam deinorai som ne-
cessidHdeas parles.
Na uma senhora, que na Boa-Vila mora, cujo
diverliinenlo he o ananhar o periasle pclle) ile
urna sua escrava rom duplicados acoiles ; a nesra,
que nan lem pellede lixape s bocea nu mundo com
repelidos a quem d'EI-Kci, que assombrae apavo-
ra lodos os vizohos.
Temos cartas de Cimbres de i.'te 17 do corren-
le. que nos dizem qne cm Mochlo o Alague de
Baixo esto se acabando ludo, ecm inuilas fazondas;
felizmeule la esl.i o llr. Cabossii. O Sr. I)r. Brilo
mesmo .le longe lem prestado 'muitosservicos ao
Cimbreoses. Uens o ajude.
A entrega ae tita* carta* a Ros dirigida hon-
tcm
a Tenho um factn bem interessante a conlar-lhe,
que sein receio pode publica-ln em sua fagina
/frutar.
o Ei-lo : I ni corlo menino da moda, cujas ini-
ciaes sao J. S. C, entrando ha.poucos dias em casa
de um corlo csludanle fez-lhc a ararinha do lirar-
Ihe o relogio Isso conlou-me pesaos em quera don
Crdito), e como felitineule fosse domingo, e os casas
quasi Inda lechadas, loi empeuha-lu nas Cinco Fon-
las em casa de um lal L. ti. Stlverio ; peraunlar-
inc-h.i agora como ilescohrio-se ludo islo '. oonlar-
Ihc-hei. O esladaulo sanlindo ralla do reloaio as II
hora.- da ooilr-, .ii-r; para os cempanheirosfurla-
rain-mc o reloaio Todos disseram ao mesmo lem-
po fof o C ... quo entrou, conversn, e por lira n.io
despedio-se.
u No oulro dia sabio elleem procura do lal sugei-
liulio, loi seha-lo nao uio record bem'. se em San-
to Antonio, ou no Recite cm casa de un moro que
se di#. 'ldanle, felizmente o moco instando forle-
iiienle com elle, c al deilandn verdes para rolher
maduras como se coiluma dizor disse-lhoIlouve
quem visse Vmc. com o reloaio collorado dentro da
abertura da camisa, de sorte quo vio-se vezado, e
ultimamenle eoofesssa que o linha lirado, porm por
caisttada, c tanto lie verdade dizia elle)qu o dei-
xei guardado etn casa de um amigo ; fique aqui, es-
pere um pouco que vou busca-lo.O moco respoo-
deu-lhe que nao ; emlira sahiram e forai adiar o
reloaio etn vez do guardado empeuhado por .VralXX),
e o lal esludante parlindo forteinettle com elle, res-
pondcu-lliecu o deixei aqu desla maneira, por-
(|ub era um liaste de valor de -'Oirje como receias-
se que m'o podiam furlar o deixei aqui. e este papel
que exig delle [lirando-o do bolso', serve apenas de
uma garant] a mcu favor ; au passo que o lal papel
nole-se que elle liavia passado lambem um, ose
achava era poder do dono da casa eslava com todas
as formalidades.
Resta, porm, dt/er-lbe que no acto de tirar elle
o papel do bolso, o esludaulo vio reluzir um maco
de sedales, e lambem slgoiMs mcedas cm ooro, par-
lio sobre elle, e lomando o dnheii o. eram justamen-
te os .">II-,1)IKI rs. que elle liavia rocebldo, e mais5g
havidos nao sei como | !! o esludante disse para
a dona da casa pois seu marido ah nu eslava'
miaba senhora queira receber os .1II3OOO rs., pelos
oulru- por alauus eugennos, onde o mal nao pene
(ron anda,
O Di. juiz de direilo uterino, estando 'lisiante da-
qui qualro Icauas, apenas siiuhe que o cholera era
infelizmente rhrgado, velo para a cidade, e ronstan-
do Ihe que alguna do- fallecidos em Cacimnas alada
eslavam iiisepullos, requeren ao Sr. delegado provi-
dencias sobre islo, etunvdou-o, o mais ao Sr. l-
enle commandanle do deslacamenlo ireni visitar
este lagar, ecomeflelo para all parlir.nu os Srs,
Drs. Cirnc Lima, e Qneiroz, e vendo que anda so
careca de providencias, as fizeram dar ; viiilaram
alanos enfermos, anmaiidn-ns, aliui de que iiaosnc-
eumbissein pelo terror. O Sr. padre Brauco, chama-
do a este lagar, quando aleuas f rain atacados do
ternvel mal, porlou-ae com lodo aalmo e bnraicida-
de, romo deve um zelnso mloislro do Crucificada ;
slassislioa eondozlremalgims corpas para as se-
pulluras, c auimoii quanlo Ibe foi possivel II gente
que oeste caridon msler Irabalhavs : este laclo l-s-
lemunliado por nimios, nao deve possar desaperce-
Indo, c seria fallar a juslica nao Ihe dar os devidas
loovores.
Aqui pela rida le muilas pessoas leem sido alaca-
das da i holerin i. mas folizmeiile sendo loan socror-
ridas e hatadas, depre-sa se acliam rc'labeleridas.
Iluniem (domingo] appareceram us ataques em duas
mulheres com sympomas mixlos de cholera e o-lhe-
rico, o que lera causado alaum cuidado por nao se
distinguir I.....i a molestia. A falla de un medico
para esles, e alaons oulros eaos semelhantes nos lie
bastante sensivel. Ouvi dizer que um linha sido
uotneado para este lugar, porm al agora anda nao
he chegado.
A Itomeopalhi i lem sido quasi exclusivamente em-
prcaada, e lem produzido os melhoreselTeitos. Des-
de jo Ihe diaoqnesiii lorie partidario deste svsle-
ma ; o que rom ludo me lulo valen para ler a honra
de ser eonsiderado como incmbro de ilgumai das
cnminissoes, aqui cslabcleciilas, onde a par de alau-
nias pessoas dignas, se aeha lana miseria, lauto bi-
cho careta. Indepeiidenle de ser inembro de com-
missao. vou fazendo lodo n b.>m que pos-o, c lam-
bem dando a minha receilinha.
Muilo aqui se lem distinguido n Sr. Dr. Ritan-
conrl. Esse lioniem ceridoso, anda eoovalescenle
de uma arando molestia de olhos. lem prestado im-
mensos servicns o causa da hiimaiiida-le c sacrilicadu
o socego de que nooessila. por causa de seu incom-
modo. aa bem de seussemelhaules aliclos pelo lla-
aello. Elle lie uesla cidade o apostlo da homeopa-
Ihia, de que lem colindo felizes resultados. Sua easa
esla sempre cheia de apnle, a quem dislnliue reme-
dios. Tomos sido lextsmonha de ver ale S. Etm.a
senhora. que he dolada de bstanle nlelligencia,
junio cum elle trabalhando, apromptaodo remedios
c escrevendo inslrures para repulir rom lodos qu-
dellas necessilam. O Sr. doulor nSo podendo sabir
fora. manda seus dous lilhos, munidos dos medica-
mentos precisos aos logares, onde o periao se maui-
fcsia.
I.ouvnres sojam dados a lAu illuslre familia, que
lano se lem distinguido pela sua phllaalropiS e lelo
para com seus semelhantes. lie muilo diana da es-
lima de lodos que a sahem apreciar. Mais dira se
nao fura olfenler a arando mnleslia do Sr Dr. Bi-
laneourl. Eu nao sou lisonaeiro, mcu amiao, Vmc.
bem o abe, nao prostlloo a minha penna paro quei-
mar iuceiisoa podres a dolos sem rrenca ; o que lisa
desla familia he exaclo, eo publico "da Victoria o
atiesta, e he quem a proclama como beneroerils ; eu
cumipro uin dever de juslica (ransmillir ao respeita-
vel publico esla noliciji, que sem duvida lano vai
consular aus verdadeiros amiaos da humanidade.
Acaliei de saber que o cholera assallou o luaar de
Trahiras, duas leguas an sudoeste da cidade, para
onde corren iminedial.imcnte o digno lilho dn Sr. Ili-
taiicourl ; ainda nAo sei o que lia alli uccorrido, mas
brevemente Ihe participare!.
Nos engaitos Benlo \'elho e l'acas lom-se maiii-
feslado em srande escala a cholerina, mas sendo lo-
dos os doentes soccorridos ;i lempo pelos danos Srs.
Dr. Pedro llellrao e coronel Jos Cl.iudino, conlain
victoria, e se acliam em pouco salvos. He da homeo-
palhia que osles Srs. fazem sempre uso.
As pescas aqui da cidade esli muilo animosas, e
se lem desenvolvido na randado, a ponln de liaver
ambicio em soccorrer aos doentes : permillam os
ecos que assim sempre aeontecs.
Estamos bebenilo pessima aaua, e alo algumas ve-
zes ftida, e papando p-lo azedo : pedimos por can-
dado que se deem sicomas providencias, alim de inc-
Ihorarmos de laes alimenlna.
Os aenerus alimenticios vAo-se lornando carissi-
mos, e as leiras v.lo dimiiiuiidn alauma coasa.
Basla por hoje. Peco-Ihe desculpa de qualquer
falla que enconlrar nesla caria, pois foi escripia com
grande presteza.
Adeos. Seu velho amiao
o l'icioriense.
P. S. Disseriiii-me com certeza aaora que n Sr.
llr. Bilsneourl lem dado preservativos luinieopallii-
oos conlra o cholera a mais de :100 pesso is, o lem
curado aqui na cidade a ll) de cholerina, c a uma
meia duzia do cholera confirmado,
( Carla particular.)
rs. a roa, o mllho a Js i
carne a 69 c (ijlKI por arroba
fcijao a I i io, e a
t) l'ao d'Jlheit'e.
hlcui.
(COMARCA 1)0 BONITO.
1 de Janeiro.
>".....padre, em lempos como este dizem que
em quanlo se Irau-ptra vai bem o carpo, islo lic,n.io
deve haver medo da molestia, sendo poi- as-im, eo
rao me parere, us.re da saudaclo eapcia romo Ihe
a, te mor .' Alo o presente passo em uovidade
aiacasa quem c..... um simples nupro po le cm me-
nos de um ins......c a,.l,.,r cu.....lines de mundos,
qnaiiln mal- com urna pc,|,.,.....rrealura Seu
citolera, a quem me curvo respeiliMo, roulmua cu-
ino lera ido, lao hgriranienle, n.io haeanas arandes
ra/ncs de qu-ias conlra sus lerocidade por estas
aliaras, os aflecladoa oiu pouco lempo se levantan.
Ja' sobe a mais de cen o n.......ro dos atacados, ,- mi
na casa do infeliz Amaro mofreram :!, depois da
minha ultima caria perdeu rile ainda urna Dlha V.
Em Beserros mulos lian sido aec......neltido*, mas
nan se cunla victmia alsuma; por 11' lem au la : >
em voga n liman, .. macella. ns Csr.ilda-pi-. e ca'
Enlre >s males pliysaeos, que da vea i-m fli.i '
appanren:, contae a irreanlarnUde das sssterasos,
que he cau-a da c-c is^ez In- aon-ro. alimenliriw-, e
c.in-eaiiiiilernenli. da sii.i caresta. Ma- pM SOSpssM-
ean da Prnvidem la Divina, a irrea lacOes nunca so M ao ine-mo lempa em I la a fot le :
e assim a delticienca dos sesteros ss^snaisBWsa n oo
lujar polo -er sapprfda pela sua abondadel i ninl-
Irns. Se lien- he providenla quanlo 00 mus le phv
sico. ale o he men- qimilu ao moral. H innn.l"
physico, lem p -i- suas leis 8S0SSS S
m duvida neiihiima a aiande le da
nlereaws. Sobre ela le a-senla a
-""'".I ule ; e -e nA" osla no pmlei >lo
a. elle pude, i'liservaudo-a mi inlriii-
ie la.!- prospera ou miaeravel
delinli i. e perece. -*-* mal lie
mural, cum
uma dallas h
harinnnia
evi-leiri.i
hornera mud'-l.
aind i-a. lomar
S a si.ciedade soflr
*;
pois rievido n ifHorumm nu a. pai.ie% .los imni'-n-.
que descnnliecem ou dosreaamtom a le providencial,
a I i harmnica, que in-ntem a juslica na soriedaaV,
assim como as Iris plivsiras conservan! a ordem no
mundo malerial.
A le da bar,umita dos intere-s.s Ir. inq.i-s|iona-
velineni.. n prlarisHa nslural regola tur da indn.iri.i.
quando a impend do hninein BSai iiiiervem pai.i
ambargar-liiea sao an..io hssjilsasja. Kmvirmde
pouco menos i-so, a quina ca hnuieoiialhia.D V '''" 'rn"*trl*- Mn iriu.i>
Allinho nada sei au certa, inlormaiu-me que alh |,a so.i falla de vivero.-. '''" ""' ** lo'ali-am mis limares awh fjv.irav .. r
Tambem corre que Pauellas ja' saflre da epide-
mia, e que morreraiii .!, porem nrs-es lempo, bote
sempre i dedos de menos era ludo quanlo Ihe dis
seren. Sendo o Allinho e Panellss de oulru mu-
nicipio, para onde pouca relarSo tenho, depois do
passameuto d'aque
que ns producto. s., Cad e di.Irilniid... pela ..
netrs mais eonvesriesita netialao* das nossna neces-
idades, e seauudu ns me.....lo ',,,, ||. 'Aspr,
ludo ii pmlocto. como saiwinos, requ.r s.rrili-
ciusoii de.peza. da parle do productor, e I* fta de
dunda que .....auero dar-se-dia a nal,-lh-. de pra
passamouto ,1 aque le meii ex-compadre-he visto "r';'',' .,. '""-""" u.r-se-n,a ao iranainoue ,.,..
que nunca po.so saber bem as cou-.s daquolla, pa- "* s, H ,o r'' 1*1" *.' ""^ "-1" ">'"<*<"""
rogeos.Desla sim Ihe possa dizer de cadeira ou ei- In, .,el u **,'" urr"~*,~ *""""
ca.hedra, apezar de nao po-soir esta. Uereltos, de ?'"'' "."" '" '"f'-""r '" W '." ''"
?- f".! '- ....... Mrove.,r ., iHo-fado eol- f E^** L^T.....SL^S?
loga Paraliibatto e oulros ; coinludo p >sso sem me lo
de errar dizer-Ihe que a falta de lao prestimosos
aclitos em nada me he senctvel, moro bstanle
pcrlo da gente ullirial, e apenas hispo assim uin su-
g'ito com feices de ,m, i/wc. i/mid, ou desum, sa
/ai por.... bolo-o-lbe dous ou tres sin 1 vuu-me a
elle, como quem nao quer a coasa, oflercro-llie o
smavel torrado
vemaocaso, ,.
lemfio ) a llalli a ponen intentes o maldita esfrega ciencia7l
o olho, liro do bivo quanlo sabe, e o qoaulo cu de-
sejava saber.
Ainda a poneos dias me refer" um dos laes nio-
, cus o seauule :
Corlo Ful......morador no Bregnho (Bezerros
, uus anuos penlou om prelu seo escrava sem s-r velho ; alauns quizeraiu dizer que a murta tupila
que deram como portadora do nesrinho para Eter-
nidade tara motivada par un cunp n Uta un pe
dn oacido ; os lilhos e mullier do pobre Caetano
assim se chamava o prelo) continuar* omuet por
causa do i/uos cijo.... porm uma lilha qua ja' hoja
nao pisa no territorio tu**o Scelaroe que u ex
sejhor malln seu pai por aquello .modo e
monera, c a polica navindo fallar na lal
hislorg o/ trate manden, depois de ouvir ju.ii-ial-
inenle n lilha e mais um lilho, :l paisanos cora um
inspector agarrar o dita e man taes e taes cscravos.
que s infelizmeiile foram os encontra lo-, e que
furam sollos apeaos inierrogados, e amaohia vai
iusiaurar-se o proesssopars averiguarjso dn fado,
que alauus quercra dar como historias de uearos,
he em ludo bem triste a sirle desles para ellos cui-
tados ludo he excepcional '. '. mas a sonsa lem seu
caininhu, o quem n.io deve uai. teme, diz o nfu, o
humera logo que soube .las pesquisaspoliciaes abri
as vellas ao vento.
Nada mais se meoflerece a contar. O calor he
intenso, o sol esta' de qeeimar, la' para Bezerros
lem havi.lo araiide prejairo no ando ( nosso acu-
dinhn faUte, porque a a?ua que linha lizeram-ihe
ni pela ianorancia de In.im ni quanlo a nos I
cao do- elementos productivo.. yrr h.j p nem e>-
cesso de productos, quer d.-liri-ncia, a ,.in.-,., I
procos ser sempre 'sai ptoporc.io ssasor la que
da prniioieao nas quanlidade-: quem dizer.se a qavn
li lade do producto variar n'uina propoeeso aiilliiin
liea, a vanacao no preco ei.i na pro|M>rrAa :-mi,e
ico. Os faca continumosla verdade, que laril-
e vossisnoria bemi sabe quanlo raete se explica f"' lili da \\\"
ipproveils uma pilad.nha a seu que edesenvolv. noscompradore.. qnan lo ha .le., -
om proiliirln, e poja allrouv im-ni.. a
mesma concurrencia, quando elle he simulante : -
se a proaressAo a-omelric no aiiziucnla do 'rec...
quando o producto be deiiciem-. ? sos asansssansh
mais com o eensomn, nao segsw tade a "n iassaei i
vinwnlo, he |i"ln cnrreclivn da diiiiiiioic.io da proe
ra, que manteas os precaa doMra do eerios limites.
a', -e eslsbelecer a equilibrio entre a prodcelo e a
procura 4o produ lo.
Mas he tambem corlo, que o- preco-a-aviUm pora
um centre eomnMsn, que he o earasoda praashi
que nao podem estar oor nimio lempo cima oetn
abano deste eculri.; porque >e a qua ilidad de um
pro ludo lio excesiva, os pnidudnres i'nlei.-..mi em
diminu-la. e se fr delicienle. a alta do preco be m
inccnlivo assaz pod-ro-o para que oulr< appli
quem a moma prudurcao, e por este mudo licar.i les-
lahelecido o equilibrio enlre o mpprimeut-i e a paso.
CI ra, e sero hannouisados ns inleresses dea pNSMr-
tores e consumidores.
< Ira, se o> producios se creara c do-li i'.nem n-
luralmenle da maneira njsHS cunvenienle as iir-
inleressadas, que sa ios pioduelores e ronsamidere- :
se .i lei seral do catato da produrcao, que cnn-lilue
ileliiiiliv.iineiiie a valor ou preco das mu. i. lie ha- -
lanle para impelir a insulliriencia ou denwsia per-
inanenle dos productos, he claro que em uenliam
caso deve o aoverno inlervir directamente para abas-
tecer o mercado. Esta sua interven-.an lie escosada,
quando mi seja prejudicial. Ihco rsrmaia. porque
o govorna se uilromettc n'uui neaoriurm que o-par-
i licularcs se eniharcariam par inleres.e iirnnnn : ina-
mc'limr %'VrT'' ,, "7'"'" "" ?''',' ',"" "" ""*' i>C /"'""""". P"le nao que o soler.,..compra
n 1,'J, '' V" |,Cl "U ?M'"a-4eli'vclmeiileheocomroerc.. abandona-lo. por oflo
er i ,u r 'i'1'''0 'l"i,e,<"','i "" n,lu Poder eonearreream un. eosnpeMer que. aaVosvto-
nha omilho a >, petacas, o Je.- cando nadado seu. pode de.xardea.nhar. e ale per-
der. O supprnueiilo tira poi rcduzido s recucs
COMARCA 1)0 HKE.IO-
17 de Janeiro de 1836.
Aproveito e portador para dizer-lhe que a chole-
ra, depois de ler feilo nlgauss victimas pelos arre-
baldes desla villa, sppareceu finalmente nella, ata-
cando as 10 horas da uoile um soldado, que veio a
morrer boje as !1 boros da manilla. Achau-se ata-
cados aimla uma mullier e um meninn, que sejul-
aa nAo escapar. Sao esles os casos que se lem dado
al este mmenlo, ( sao duas horas da larde Dees
se amrele de nos.
Iloulein aqui chegoa una carga de medicamentos.
que"o aoverno maudou ; porem islo n.io he sutlici-
enle : a miseria he grande, e a gente pobre daqui
muilas vezes, ou aor.ilmente nao lem real para com-
prar o que he oecessorio. Esa aenle vive cm com-
pleta nulez, apenas lem a roupa que Iraz sobre o
corpo, e vista dislo, como he possivel que os re-
medios llie aproveilem ? Esperamos que o aoverno
mande para aqui, alora de uin medico, dinheiro e
preparativos de um hospital. Elle nAo deve contar
com a giiierosidade dos inlliieiiles daqui, porque esla
generosidads pudo fallan
( Carla particular. )
jao a 15 a cuia.quc he o niesuio que 3-t-> o alqueire.
A carne vai a 1.3 e I i patacas.
flier am, lome seus bandos
La' 110 Puco e 110 Moni. 11.1 ;
Tenha na pnrhe dinheiio
Para comprar os meloes
E zombsr dos toleirOes.
Que em prejaizo da barriga
Su o quer euthesoiirar
PAa alaum dia gastar
I in que nada Iheruslou
Adeosinho, al mais ver,
Sir compadre.
.la relourner.
N. B. As noticias ehegadas honleni de uin poni
deste termo oode limita com Allinho.Barrado
Kiachao, io sAo boas, lera hav ido nao pequeo nu-
mero de morios, para alli foi boje o Dr. Pinheiro a
pedido do delegado0 Dr. Manuel Rodrigues Pi-
nheiro lem-se prestado mallo, e he digno de lodo o
elogio, porque sem interesas alaum nao teni duvi-
dado sacrificar seus eommodes, nulo al como foi
boje a i leguas daqui para sorrorer os doentes.

lissolulds Em uossa (erra ha de ver-se ludo infe-
lizineule !...
Consta-uos, que coiamandanle do destaca-
meato do lazareto do l'ma em maltratado os passa-
geiros receiilcmenle alli e-Iacionados. Temos adian-
le de nos uma caria ueste sentido, oude alguera se
qiieiv.i amargamenle do que a poaco soflreu desse
militar, e como damos iodo crdito a peesoa que cs-
creveu. nao luvidamos mu respaitosamente pedir
a S. lxc. o Sr. eonselheiro providencias a lal res
paita, para que novos confllclos mi (onliain logar.
O encarregado do Pina tai alheio a lulo iso, o tai-
voz por causa dallo mi livessem conseqaencias essas
arbitrariedades.
No da 17;an Ion de llerodes para Plalos um
pobre caixeiro do Sr **, queso acliava bstanle
doelilc, a poni de se dizer que eslava cholenco ; a
pobre victima ja' mal so podia sUsler em p, e es-es
borneas do-humanos impsssives, alo quo o Sr. *
a pedido de muila gente se dignou recelher 110 fun
do He seu eslabelecimenlo esse pobre caixeiro. Islo
he quo he philanlropia, e humanidade .' Toma
liga...
Temos jago fresa : fresco porque he novo, o
le lem lugar por Iraz. da raix.i d'agua.
ma ijruz lis
ida lo sua por
commercio.
A mesma poliliea invasnra do gabinete de Was-
hington ciironlrou dilliculdades analngas em oulro
poni : do oulro lado do Atlntico enlre a California
e o Japo ultimamenle sastam franqueado em douj
poulus ao commercio americano os marlobeiros sn-
i.uniiaram o srchipelsgo Sandwich admiravelmeata
liloado 110 meiu dessa vasta derrota como ponto de
arribad.!. Desde muilo lempo os misionarios mc-
Ihodistas da luan linham lucio a alleneao sobre
esse ponto, e linham preparada a seu mudos cami-
nbos |iara a influencia poltica de seu paiz. As po-
pulacoes vizinlias do estado sol,aa Mil que habilain
es-as iliias. o os chefes meo civilsados, que as 30-
vernsm guiados petaiiistinctn liaviam loan adevnhs-
do que ,,s analo-saxonios da .menea orara falsos
amia --: porm estas eslavam man prximos dn que
as grandes potencias europeas, na bandelra pudia
apparecer mais frequcntemenlc nessas agoas, linham
pelos seus mssionarios e | I is seus romnierc mies
relarOes mais segaidas cum .1- portas do srchipelt ro,
i e as poloces podiam recelar que livessem mais re-
cursos, mais meios de aej > o de condransimenlo.
11 pi ri O era pi is quo o s lieiauo das ilhas San Iwicb
fosse inlmidado e que seos vas' los perseguidos por
uma incirasavel propaganda rhesassem a erer que li-
nham in'eresse em serem .muevo- como colonia ao
territorio ds Uniao. Ahi lambem o gallineta de Was-
hington proceda pur meio de ne:'nciacs c.nnmr-
ciaes. Os vicios do soberana reinante K.-iineliame-
halll dominado pola ;.t.;.i !.i paixAo do alcool
lao hcquenle e lio violenta uestes povos, linham
dado algumas esperane >. aos colonos c ios mi
os partidarios da anuexAu. De oulra parle
sonco de alanos vasos ileaoerra americanos 11
le Koilolulu inlundira um nionicutn os rcei
--.amaeo a n p ito d 1. 1 is 1 lera si-
aus....... -- iremos de pedir aos Srs.
deem providencias a esta respeilo.; quaa-
ellaremos para a Sr. Dr. chele de p-
senos :
< iza 1 >
1 iril -
e chami
sua 1.1-i
lar 111.11
nisli-.
amercan
que .1 lili
a i-1
a osquadn
I: 11. piliiis ir
loua-
|,re-
porta
mais
lian-
es-
iiubam repallido as proposlas dos alliados pedirum I do dobo
puim a 1 li"gada d.
Pacfico n.in lardar
1 a morle do rei, direvindo nesse inlervallo,
mil an poder o:n inven principe zeloso pela
ppemleiicia [Kanehaineha IV viera spreseii-
- um ohslnciilo ns coinbinaciies 'ios annexio-
Corao em S. Domingo', como em Cubaos
mes do n irle liaviam confiado na dreccA
perava > -eu favor ocrupando rr-
da Inglaterra na mura estremidade
As re
lo re, eli la
liscaes, que
-ni nAu p]
in ia.
11 maldito do moleque das talcas lur.i o tambor
com 1:1:1.1 perfoirAo exlraordiiiara, sr permllido
esse inlrolcnimonio'.' Bemdiass-nos um amigo: aque
em nossa torra o ponto eslava fazer-se uma colisa,
inda que reprovada, quo logo passava em cosame a
.Sumas informados pelo Sr. Dr. Pereira do Car-
ino, que nAo se enlende com elle, nem com o Sr.
Dr. rerreir a nossa censura -ubre a deshuinanlda-
le com que um Sr. Esculapio Iralou ao v lira, que
fura pisado por una earroea aa Caponsa, pois S. S.
nAo Ir.'.lou da lesa 1 liavi.la'n.i peni do pobre por
mi 1 |i ir estojo, mas que Ihe alara .1 poma nina li-
ga lua, rumpadecendo-sa do oslado dcpluratel em
que vii.1 o paciente.
Crinosnas palsvras do Sr. Dr. Pereira do Car-
ino ; lalvz que rsse pobre velho e diricisse a cas.
de alan.11 gracioso, que se intitulara por medico.
A policio lance -nas vistas para uma taberna
darua do Calabouco-Velho, onde se veodem bebidas
espirituosas luda uoile, haveii lunjunlamenlo de ne-
gros e inalherus prosblulas com a ni ior algazarra
possivel.
I ...il.-se nina caliera, nasce oulra ; poi ni corlan-
d .-i.las liea-.; n Iruucn.
""i. S..... cuida lo rom .1 |dieia .'.....
Consla o roobrf reito a caixa de beneficencia da
sacie ido Miillmtuia de JW>0(l reis, c niats um
Imleii le .-asqninha e lies binas de eaperraacete.
Oh! que ladinos.uiilen'avei-! Pmsol'.e, leilor, que
he forae canina do roubar. Isla n.io foi ronbo, foi
uma pep propna do lempo dn carnaval.
alloceu o bartono da 10111.0111110 Ivrca Fo-
lelo qne vemos
m'o, a mullier nSo dovidando faze-lo, chamuu Icslc-
niunba-, o em proseara dalias enlregou o (elo-
gio, c recehida fio.ou dos ."iDstXKt rs., que eram os pro-
prios, visto que empenhendo elle o relogio j larde
da uoile, divcrliose al mala larde gurdeme so-
gre.lo! (alvez na moma casa porque a mullier in-
sensiveliiienlc lallou-lhe em jogo! I cmjogo!!!
Por lim sslliudo, disse o esludante cauinhe Sr. C..,
agora resta-roe eiilrega-lo a polica, e viuba com es-
le destino, porem euconlraudo pessoas que Ihe pedi-
rain que o mi Uzease, den lugar a que 11 lal liiclii-
nlio ande boje por esla cidade bem a fresca. Quer
que Ihe diga mais .' lem isso por cn-luino ha muilo
lempo, porm ersna sompro cousinbas de .Vi, Hrj,
ele, etc., etc.
Sen venerador e amigo que desoja muito e mui-
lo a contiuuacao da Vagina Acuita,
O olho nvo. o
Sr. rodador do Botn Ditt,Honra seja dada a
soa illuslre pesaos c muitos anuos do vidae saude.
Nao era das nimbas iiilenoijes o laucar 111A0 da penna
para Ihe asseverar os se^uiules fados, que aleo pr-
senlo ainda V. S. n.io foi sabedor,lalvez por descuido
sna pohcia secreta, que nAo leona prestado alien-
cao ; porni, chimo a sua pesaos para laucar as
suas vistas sobre a seguale narracao que passo-
Ihe a 'vper :
l. Na ra eslreita do Rosario ha uma casa de
joisos prohibidos, cujo dono he inspector de qunrtei-
rao da propria rila.
n 2." I'm bilhar que lem alraz do quarlel do 10."
balalhSo de tnf man 1, aonde se Bjanls Dos gente,
para nao dizer aenle ruim : o dono he um soldado
dn corpo de polica.
3. A taberna da Uelro 110 caos do Runos de um
portugus para nudo, tambera deve-se prestar al-
leneao.
.' Lm sillo dos liairros-B'tivos.que lem 11 banhoi-
ros, aonde he doro de sapportar-se, nio pelo preco
de ceda pessoa qne tums bnnlioa rasgo de Nii. rs..
mas -un pelos escndalos que praliea a rdpaziada,
l'erleiue a A. S..eo seo boleqoim lie 1 ao peda casa
'lo banho.
n .-' O ho.equiii da ribeira de San Jos, son .le
lem boa genio fora de horas com seas toques, e as
boas palavras que diz esla goiitiaha I
o G.s Osgran lesadjanlos que I11 as run do F020
e esquina da ra de Hurlas, que iiiconun idam 1.....1
o transito publico 1 ale s palmillas goslam deles
pagodas, o
' m de una polica.
.lie aniiiuin'ia.
COMAKCA DKSAXIO ANTAO"
Victoria-JI de Janeiro do ISiti.
O cholera !... ei.a expresase breve qne sabe de lo-
dos ..s labios : elle (em absolv,lo a alleneao publica
de toda esta cidade : cm oulra causa nao se falla.
Este mal invadi ., dia qninta-feira 17 do crranle
repenliti iiiiciilo o losar do Cacimbas, distante daqni
-las leguas, eale a dala mil qu's Ule escrevn 17 pes-
ram infeliz s esses pobres boim
vu debutar em Sanio Araai >. >,.
acouseliiamos que, quanlo aules,
sua compaas ; n sla i"ira ha en
rada. Seiilinio. lia pniler uin i-
paratazerem segunda proposls em nova reoiio qne
Ibes fot concedida. Insisliai..... principio do fecha-
menta dos estrenos snb coudicAo de que o sullAo
Por es
leando
coiisjilerai ;>'
iuli iranicnl de
I ;
i de Wavhliietan
sin i de prlici
: rima '>
- ib
prela .-
cum i i
coracoes 1
Esprame
>. .\:
lili i:-.
.. ... cm in
1 ime, na
i-, '>
na ios c ii besao lana sede de vinganca.
'I'- se Isui >i se lem rnii l rantu
a ca-a ie-.a
nc -.>'-. i
ipi I .
suas leem sido suas victimas. Fiusrsra-se mais pela
rovardia e desamparo dos -os do que pela molestia,
quo amistada e combatida heroieai.....iicperde a sua
eneraia. o jumis cansa lano- damoos. Apenas sa-
bida osla l.io In.le nova, foi enviado a pedido do Sr.
''' "'.......Ibe delegado Tiburliuo o Sr. Alexandrc di Molla Calilo,
retire n r<-ata da que rhesando no lugar, e vendo o estrago quo ia fa-
do bol eider- rendo a doen ;a, loiaou-se de medo O aiiaudoniiii o
': < l 'i i oslo do hour i, qne Ihe linha confiada.
- dos qu i dleccran foram n......lados en-
COMARCA DE PAOD'ALHO.
Kspirilu S.iit -Ji) de Janeiro.
>s liil.ilaiito-i desla comarca se achiiin possuilos
ile >us(o e lerror com o aj.parecimcnlo inilm- na frt'noe/i.i ilo INn-isa Setthura da Gloria do
oitei, disidnie qualro legaaa desla villa, onde, ne-
i;iiudo nolioias \eriaicas lera ddo inuiUs peasuas at-
salladasda epidemia.
li*se lerrivfl inril piinripioa a na irrup<\iu em
Cuieiras, Mafambo, ierras de Pao d'Alho, qoe li-
inilain como a comarca difllanla deste.
.V visla tlese estado lao a^ delec.tdo da (iloria, o rapitao Jos Mara dns San-
loa Cavalcanli nao s dirimo-sa ao Dr. juiz da direi-
lo desla comarca daudo llie nolicia da exislencia da
molestia reinante ll aquella localidade, como tambera
ulliciou ao Bim. presidente da provincia, solicilaii-
do os toccorras uecessarioe aos iufelizes haliitante^
do atea districto ipiu eslavam sendo victimas daquel-
le (lagello. Apeotts o Gxm. presidente recebeu lo
iiiIhusI.i parliciprirao enviou sera demora ao Dr. juiz
de direilo tuna .imhuUnna o baeta para ser reraet-
lidaaosubdelestdo da tiloria, commumeando iuu;i!-
raeiile que linha feilo parlir um medico para Santo
Anio para curar aos doenlcsdc Cacimbas c da Clo-
na. Tendo a ambulancia chegado na villa de Pao
d'Allio hoalem pelas 11 horas do dia foi logo manda-
da ao subdelegado da (iloria.
Era noice dos nosso* comrcalos da Ijlona agrade-
cemos a *ua t'.xo. a promplidAo cora qu den as pro-
videncias que o casi urgas enviando a ambulancia
e um naadicu para Santo Aulao pura soccorrer aos
doentes de Cacimbas e do (iloria. Todava pensamoi
que seria conveniente haver um medico na Gloria
para acudir a lempo aos lenles de-se lugar, por
dislar Cacimbas duas leguas da parasem da 4iloria.
onde esta qrathindo a epidemia.
Confiados na Providencia Divina erramos que o
Huello qua aola ln*- aus nos o irmii.< da Gloria
desapparera cm breve, mormeiilo *endo o Exm. pie-
si.ii-iiU' da provi'icia uliritu, ctino se ba mt^irado,,
em adoptar medidas loudenios a acalmar-llies os
Bollrimenlos, lano mais quanlo lomos entre hi.m-
uma carta da tiloria datada de boul<>m, da qual
consla que a epidoiui i se aprenentou alli con aipec-
lo benium. para conheciineulo do* leiioresdo Dia-
ria de l'etniiinbttco julsamos a proposito Iranscre-
ver la rilada caria o lopiro se^uinle:
.Os habitanlea desla resuexia se aeham bastante
aterrados e ja raulUs familias cslao couerlas de lulo.
Nesla semana morreram 1f> pessoase muitassuc-
cumbirara a talla de tralamenlo, entregando-se a
deacriprao .la molestia. Existe grande numero tle
doente.
Honlem < lar le rs,hi, *oito d* Franca, inspector
do Mufombo, onde esla" .. epodemia e lambem em
Cuioira** e Carimba*, ler ra de Santo Anillo, onde
di/ein ler inorrid nmila nenie.
N'uma ca*a era Cuiem pereceram marido, mu-
llier. filil e sosra p-r falta de iratamenio!! 1 t>-
p l"iu Iralado ;.".> com grunde inelllera c <> mal
par.ee nenisiio.
Olimaotem produzidobom efleilo; porem loi;o
qu<* os doentes *< sonlein inelbores, nao lomara re-
medio, e apena* lem seceura, babem mnil > asua e
I morrein em pouras horas. O inspector .Ur:to de
franca \ai lto|e inellwr, Muil.i i.di.i no> faz .* pre-
senta d um mi'diro*
tiraras ao Omnipolenle, alo este momento esta'
livre da molestia reinante a freuuezia de Pao d'A-
llin. a qual desde tnaiu d anuo prximo Qndo, lem
oslado em Iu:.i rom .; pe le ''* bexisas, que lem pi-
rado muilas vida e presentemente lem apparecido
I aluuns casos de i
(Vi)!!MUUlliilDi>-3.
Sesoio liontem lanle para Santo Aallo o Dr.
Aasusto Caraeirn Munleiro iln Silva Santos em coni-
misslo do uverim prestar nssoccorrvs medicas aa
pessoss siseadas >lu cimlera.
.N'aila cerlumtiito lie m.iis nobra e honroso ilo que
ver-sc em crises ariscadas mancuos iiisiinrlus, qoc
Rosam 'le cuusiileraij.in real, ileiiarem suns familias,
seus uniiiis, esqoeceoilo ludas as raaosideractei de
iateressa individual r al da propria conservaran,
para acudirem ao reclamo du liem geral, e coinpar-
lilharem s sorte dsqaelles que lalam com os males
da humanidade, mormeule quando a par de toda
esla dedieaelo apresenlam rasoes lafflcientos p-ra
crer que nAo serta baldados us seus rsrriOcios, .il-
linla s sua sptido e pericia.
O Sr. llr. Carueiro Munleiro lie jiislamenle um
lis mancebos que merecem especial e honrosa nifii-
i.o, pelas nobres qualliladcs que o urnain, c pela
iiotavsl impavidei e lio.i rontade rom que loman so-
le seus liomhros a ardoa .arela de que fui onrnr-
regado pelo governo da uroviacia, raspondendo sbss-
pre, aos que timoratos Ibe fasiam eoservae&ea le-
denles a sua eommodldade, ausorPo de sa familia
c a sua propria evislenria. etc.. que a a medicina
era um verdadairo sacerdocio, e que assim como os
mdicos dn espirito devino! adiar so em Inda e qual-
quer parle, e por a-sim diser voar para oude quer
que sua accao se Daesse neressaria aos prereilos da
re i si Jo a a vos da earidade evanglica, assim lam-
bem os mdicos do corpo devia.n calcar aos pes lo-
diis as considercoes para segis nicamente o im-
pulso natural da perleila roinprclieus.io de seus de-
veres e da grandiosa misado que a soriedade lhs<
conlinu.
Compenetrado ds principios lio saos e patriticos
ini que s spartoa de oda este amigo sincero, esle
lillio extremoso, esle mancelin distinelo, que deve
uins cnusiderar como i llor de espernocas que dar
mil Frutos. B
K enm elTeito na he o senlimenlo da anisada que I *, piuque
nos ecgs, nao he o desejo de rcinler liomenogssM e '
tecer um elosio ao uosso amigo; nao, senlimenlos
mais illos e sublimes l'.illain porous, a verdade que
relu/in In cun Indo u s"il esplendor jamis pude ser
obscurecida, esse seolimenlo Intimo que domioa,
sciin lodos, a mor parte dos habitantes desla capi-
tal. I.i/.endo vcr.ladeir.i juslica an mrito, cnulirma
ii nosso jui/.u uccrca do Sr. lr. Carnairo Honteiro,
apreseniando-o como um dns mancebos de mais es-
lierancis, que cunla hoja a nobra e disuada pro-
lissAo da medicina.
do snvernn, que. seja qual (brasas imnorlanria,
mui fraros, relalivanienle a ^randera da nere-si tart.-
que lie misler ssttsfssar, e nunca pudeni igualarais
que a commercio pode fornecer.
Se n que levoditu lie o resultado da olisesac dos
fados em lodos os lempo-, excepto os Ha infancia da
socic.ladc, ein que o Oa*SJSSM era ao mesmo lempo
administrador e productor ; he claro que, exifir rio
enverno a sus inlervenc-io directa para ..lu.tecrr
o inerccdo'de un cnero. que vai eca-eaMiJo :
querer que elle o compre no roercido etler*.
t a siiarde para vende-ln pela cusi em unasir. p-
.lor.uiij, lie rcalmrnle Impar Bis o qne no inlere--,-
do incsmn publico elle nao deve faier ; e liara sjm a
esle respeilo uenhoir.a duvida lique nas animas das
leilnres. psssilisi > examinar qoaes ns ronseqiienrias
da medida proposla ao enverno de acudir .1 fume qoe
nos bale s pnrlas, sesiind;direm, la/cndo om pro-
rimenlo de foriana cellciro publico, e c.-ninlauto
com quem nos torneen a carne verde.
Vamos primeiramnle dea do r-lleiro publi.-o.
eseja-me permitlid di/cr de pa.-a.u-in. que. -e o.
que aventam esla i.lca. >e dssein ao tranall de .-
mdar os fartns. par ceno que se ola Icmbrjriaui >!'
reprodu a sm nu'llicaeia. Celleiro. publicns m-. os Iniuve
realuieulc santa na raaTaotla ita sanada I s lasas o-
irojectosa este ri-pei!n, que -e Ii.lo formado posii-
nrmenle, se leem mallo&ran.
Os q*e i|iiereni que o foxcruo IssJS quanlu ante-
nina pruvisao .le familia para su|.pnr as neee. idade-
d.i populacao, que se v ame a .1 la de uma mue im-
niineule, Mpplan natarstlssqala que a ec farinlia so.-a exlcn-ivaa muito, p.nloa da proMiiria.
onle esle^geuero be a ha-e do alimento, que >er> dorar por uin crio lempa, e que neulium oulra se-
ero alimealicio. quer ualnr.i!. quer unp.irlado. ha-
vera, qoe posas supprir .1 I .linha ; porque e o bou-
ver, pouco sensivel ser-nos-ha a l-lta deste genr.n.
oo pelo menos o mal nao "er.i iriemc liave.
Demos pois e>sa hy|iolbesc lansods da escaxa da
familia e de oulro qualquer ganara aluiu-ulicn que a
siibslilua ; deaiusquc o pas,o que o .ilimenlo ., lor
lornaiiiiu inais raro, e mais caro, a aliado preco nan
roimilur os commerrianles a man lareui vir ltMa-
leaeias de oulros mercados, como srniprc ;/ -i..-
ueste Poroaasbaco sem manir BjraxraBSS para S ranso-
inidur, do que pagar um pouco nii- Ciro o seero,
o que he uma cousequencia uecessana la desproisnr
cilo enlre a i,//erla e a procura, e mirla- veres ale
um remedio conlra o tsxssjrasss da care-lia. porque
ulirisa o consumidor a diminuir o seu coasumo, em
quanlu nao luellmran as cirromslanrias.
l'ois bem: acaso os que exisem do governo a compra
aulecipada da l.rinlia. ou a forma.;i de um cellei-
ro publico, para acudir a Tome, com qoe diiem so-
mos ameacados, pensaran! bem sua deapexa eiwrnie
. e .ainda assim mesmo insulicirole que sera
msler ao governo fuer nos rxlravios que se bao de
dar na condcelo dos gneros as di;l renles los-ali-
dadea da proviucia e nos abusos da sua uin dislnlini-
CAo, quando elle se buuvcr de vender ao asas. Per
certo que afta pensaran! cm nada dislo, pawsa pea-
sassem alo lasisUrisai esa que o soveruo msinaie
celleiros. Se pois no ca-o usurado o commercio nao
nos Irouxer o remedio ao mal. mi 1 he BOStasa ule >
soverno que nos lia de salvar da lome.
Nao duvido que se o cholera invadir esla cidade
do Keeile. sed mmiientneaueule a falla da lari-
nossos malulos, ainedronlado do- mal
n.io a Iranio a prara, mas note-s.- que sala pea'., li."
marilima.qae aso esta lao lonse do. mercados, oatc
se vende a lariulia, para lerums serias apprclicn-- -
de que os negaCMBlea deixem de impnrla-la. e ue-e
smanos n.io he. Dos lomado, o oosao Kecife. 1*0
de-lit.n.io de oulros seeros alimenlicins, que bem
podem supprir a Talla da familia da mandioca, qne
he o nos-o pao habitual, lie raras ajas 1 batata
preseulemeiile esta rara, cuino sempre nniuma e-i
lod '4 ns anuos por esle lenipu ; mas em aboa li
verdade o seu piara anida se afta poe dizer rxoi -
DiSliogoindo-se desde a infancia e.11 lodos ns seus hilante, que so o fora bastaran proprio inten< ds
astudos, sendo seinnrc considerado por seus mestres coiiimercio para curar esle mal, aosmnilaii.'.o i-
e comp inlieiins como nina das perulas mais preciu- I m-.cadu o suppriiiieuto da f.iriuh.i, una ver qur lie
sas, como lim dos tlenlos que mais avtill.ivam. a : llvre *"' imporlaco.
ponto de ser premia 10 na academia da medicinada'. Do que tenho expn-to, e conclue exi.lciilenienle
llaliia. o Sr. Dr. CartMiro Monleiro snobs preparar- I flaa seja qual for a li\ polasss qoe -< queira lomar.
leve pedir aaauxern< i-iomiI.-iii 1.- ,-i.n.ra mu
mal que lem naluralinoala de -er curado mm sakai
alais habis. I:iiu,.i ligo : que a metida que a lamilla 1 .re : e en,an-
er, o luremivo do gaako convidar., stailaa posti-
a in iiid.ireni-na xir de millas prnsnicij-. e
le-le seneio i:iavi.ai pala o -cu ccnlio na
Basa
se para enrrtar n lirilli.niie rarreira que -e Iho anlo-
Ihava. Alli, ainda eouio esludante, lev.< occasi.lo >!e
Talicar uin aclo de cmplelo herosmo, qual o de
salvar com alguns companheiros uma ramilla que se j
sedara entregue aos horrares da de.sesrH*ra una casa que se desmorouava o ouercria um qoadro colare
coiisternadnr, rumo j f.ii publicailii uosjoriiaes des- l,r*''.'
la colado ; o que minio concurren para auuuieiHar- ll"'1' lo costo da prodcelo ; e .mquanl .
Ibe a nonieada que gozava, de sorte que logo depnis I alllogi-lo, o cou-umo da far.uha sera menor, sais Sa
da iormsdo leva de pralicar aclos inherentes a sua I *1"0 lorcni menos ricos iec-irrcro a oulros ssassa
nrolis.ao que muilo o honraran). |,,e liiiientaco. Xn baja pois medo que aqu nasal
Itecollieulo-se a sua provincia leve do merecer ai Kecife niorramos a lome. Barajas na. UtS 1 laaTsaha
ronlianca e 11 devido apreco de seus concidadSos, e "Cl".'' l'uaco que se d u inesuio mal nos hsgmsi
esl'nrcaudo-se porcoiltinuar a merer-la lem inces- prximos a esla cidade, para oud" a fannha pasdr-
sanlemenle mostrado tlenlo, artivnlade c u.n.i 1110- .scr Iranspnrlada fariluieulr. Ooanl.. aos nosso, ,.(-
ralidade a loda pro va. laaejoa lie saludo que elle- nao fa/em da I arinlia o
Por occasiao *ia organisafllo da suarda nacional' luuiiaineulo da sua alimentabas, porem risa #J
foi honrado coma nomeaegnix medien aulbae do feijaa; o a> etsea grajea ibas fai.areen
le S. .lose. pela sarco, nan ha meios de atailir-lbaj
E-l btlecido o hospital noiliisnc/ de henelicencia ; dilliculdades da remessa.pois qoe essa se*
-a qoe o pre'*" 4v Rei.er,, tirana l.iia
.Nu- ltimos di.:- do dezembro um o*eravo .! 1 mos-
leirodeSan Rento, residiilo noengenho M -
pe perlencenle quelle tnosletru assassinou a fa
un sen parceiro, escraxo do liloaleiro, por can
K5 que i>-!i> li..* devia. t> assassinn foi pies..
Iregae a ju-lu.a pnh ica pelo D. atibada Fr. Kili|
N'uuia '.as nuiles -
Jos Harria de Smiza llamos :'.tlll^ eni duiheirn, .
, las
eii-
foi elle o primeiro uue oflereeeo grataitamenie os |
sen- servic. s. que alias foram areitiis o apidaadido
sen proeeniraealn pela respecliTS i*ommiss3a I-,
reciura.
C 'in a approiimar.a'o da eiudeinia, qne nos .inici- i
ca, itividio-se a colado em di-riclus mediros, e a Sr.
Iir. Carneiro Monleiro levo de mereier mais ama j
provs >le loidianca dos que -o a< barata s '-"'' de se-
melhanls rao ida.
Finalmente, solicitando Ao gox'erno gerol um dos
tusares de cirurgiao >.i ,
altendido : de serle qoe
Sr. I)r. Carneiro Moniei
I .-. olhos vistos nara s-r
eo medir 1 da rovmri
l-'n/emns votos 11 1 q
Monleiru br-.n
que, resliloldu ao sei,
go7 ir -le Indas as vanla
. .le aneii > .le .s':
SltOall aa
isa aaasss
o alcance
ledo o nra.
lo foi proinplnnieiile | Ci,do, lie |
lo. meios peenniart da eenerali lade ..
doras.
Sejamns vos francos em eaof*ssi une
ilurtoestaojeito a illorualiva, -'1 '' exc-a e'ors
da deficieai 11, mas .; i cm virio i- de asna loi ;rrai
suppriracoto londe oatnralsnaalea pr"i>oicionar
sea procura eOectiva, segunda as meios proalarlivo-,
de q.......aodi :n dispoi : que se nnt 11 sas
11.1! e procura la rao hi pi 1 Ior. ; .1 ti m.l 1 so mor-
:'.-'tci
bem
ro 1 iuiiii!)
nina d.t-"
1 '
1 n M
: I ll lili
o su.1 illuatre
sua quo I
di/ei que o
sressivamen-
icil is repnl.i-
lr.
Carneiro
" a I lir-s.*, ,. e
I imilla, p
rereiloi
ll J. ro f
1 iiiada -per- torrar pela polica
le rii
te '-ni
"J"......''" ........:......I r.eaquesia.. ueprnici- familiar do Sanio (lllicio ahau-lonc nanlo ante
pioecut-Jaudu su nos inleresses s-ua notsvelsym- i esse coi tejo de lusrtvrios com que ootr'ora oshy
que vio obrigsds, segundo 011-
m dizer, a agarrar senle .1 |.>i._-a :> .ra esle lim ; mas
lu mal I!/rain le -.tuco. 1.. quem pansa distan-
le ti 1 rap Ja. -ir: qu..... 1 ni |i ,-.|,i sepullaibis,
senle a cliilai i putri la, que eles laucam ; do ma-
neira que a volla dos habltanlcs desta lugar para as
suas respectivas casas he por di_;uui lempo bstanlo
dn us Indi
este iwihii
que veiu!.
, 1 le
qu'lll In -..
Ul'i .11.1 -.-.
pela ,1
Os :
i.
ios 01 Irado em ras;, ,|j rnubado quaud .
nal. 1 f-i/er ama VI '.la. e lili- a 11111a prola
mili -' leu 1 1 -i 1 -- raulio dexido
... -ni 1 ni fechar a porta da i'-K-i
di 11. ni'...ir- desses roubo-11-o po-
i-rlo.s, ..,.' /.ir .1:- diligencias follas
las 11 irles prrjc.dira I .
alimenlicl
ll 'oicmiio 11:111' lric in'.-.'' irnotoriir-
rlmritto d. i:w' .'ia m- ;3 ;i:f:u-.u-.
I'udo e que se passa 11a aature/a I llello las >-
_ raes, que o Sapieolissimo Cread 11 '<> is
sas constiluio e conserva p-ra maiiler a ord 111 nu
universo. O misino mal ph>sico be um resultado
- 1 :- ; bem longe de ser um (>..-i: irb da
ordem, lio no pensar dn phiicsn] ho, <> -..:,. ,
i'liu-l.io, uma coiidir.1i.....ra a 111 silla nrdem, poi
que ,1 ..:, pr-c 1.1 .. -ilnu ao |H.nlo
dev-ucci ssdiflieuldades us mis pr..du-r.iu, aa im-
p.iii.u.an. Chegado este inomral he 1.10' rata, ,(T1(
ella ha'desor produznla o-.i imposta la qs r,-..i,
r sei....... sbsnrd : q n>lo |mm una rirr isas.
i- > a qnalq t um aea > i>. u ;,, ,-.,., ,, 1. .. ,
su prido em lanianlii qn.ioii 'a.i,. .-..nn, iequ-r
1.....amo, a meio de p< r leruva ., caresta be caasa-
mir menos, poique linda me-an 1 que os rastras pay
lili os se sbt em en, beacSrM dos 1 lasa 11 men res
n na epnclia ri* earaalia, nem por 1--.. bausjls
mais para c.usiin.ir. e o r,-u'. .. -.,. asroslo naa
-cria muro srao nina ni,-.:........| nit. S.m
lem as populare, a 010 le .1.1. a .. inuil.,. oeri asi
dades a satisfaz que 11 a sai > .-! laratitaftW, e nao
silo alias por ventura -,ii-i.i .- uiui rsgalaisarulq
>em iieiihuma iiiier.enc.iu do IMVeraa, e al> n.in
alistante as osVaa imooatn paa ialerr e.liulaean du. po lucios 1 > 111, ellas o sao p lo
......iiieiciu uuraudo sob a iuiluem > u. -m.i.ia .lo
iateressa dns prodaclore,, ,.......1, rciaalsi
dores, e da livre ceocarreaea entro
csi.in por alio preso. A I que Osos sendo esseiicialmeula bom, adopodescro \emiedures. I'oruue ra/.i
nsoiin-
mpra.l u ,
fsrinlia ven leu-ie na lena de hunteiu .1 _',H. o 32U j autor do ui.il
siippriiiiciito d*
I un -euem slimeolicio ha de -er eacptasao da le


DiMto be nmmro ijtm.T* rt*a a .*.* wm fK6
r
onimuin que rogo lodos os mais supprimeulos '.'
IJuereni que o goveroo, para acudir a una careslia
ilumnente, faca provisoes de farinha, e os que arre-
incnsam osla i-iei no meio cen! lodos os seos resultados, porque se o guveruo
procurar comprar u'uulia provincia una grande
quanli.lade do farinha, .iiiiu de le la de reserva para
aqui disUibui-la em oocaeiao opporluoa, essa pro-
Cura extraordinaria do governo bastara por sis para
elevar o prei;o da lamina na provincia, donde Cor
importada, a un poni mais subido, do que se dei-
mr obrar as especulares do commerciu livre. que
saliera ir graduando o supphibeuto as nossas neces-
cidades pelo modo mais conveniente, e sual-aido u
prec,o do genero por (oda a parle, l'or esta forma
uao crear pois o goveruo luslaulaiieaiuenle mili ca-
resta citraordiuaria n'oulra proviui-ia |iaia MOitir
n mu lempo mais ou in-u,- prximo as neeessida tes
dos periiaiubucauos ; ueiu lia pouco os detentares
desle genero u'outras provincias sent iu luzidos a
sobtrahi-lo actualmente ao mercado, na sopposhjao
de que a lome sera' duradoura em Pernambuco, e
o podarlo reputar mellior em occasiau mais adequa-
la. Seo governo pois da provincia lora tan atlallo
qifedesse o passo errado do inslitPW um celleiro pu-
blico, o frucl i da sua estulticia seria priiiieiraiiiente
encarecer a familia em toda a parle doude ella he
exportada, a em segundo lugar achar-se a Drago coui
as maiores dilliculdades, logo quo o celleiro publico
se f.ir csvasiaudo, e se en|a sador dos gneros alimenticios que subsliluem a fa-
milia, aido po\o, por cujol ioleressoe creeui pugnar
os queexigem do goveruu um remedio contra a lome
e ai do governo, a quem o povo uo donara', veudo
suas esperanzas frustradas, de allribuir os seus aof-
frimeulos. .Viuda mesmo que o goveruo pela sua
intervenido uao produc os males que acabo deex-
por, lenhoc-.iiio cerloque ette nao devo piover como
productor, iiem como marcador, al uecessidad^s
uiateriaes da sociedad-, liem inlromeller-se lias
operac,oes delinadas a sausfaie-lat, porque a sua
a 'Mu hla I', a sua vigilancia, as suas luzes e os sen*
meios de accedo nunca pndein igualar a acliwdaiie, a
vigilancia, os couhccimtsiilos, e os uieios de aceito de
lodosos que por seu nileresse nesoal sao levados a
pceduir e fornece'r ao consumidor, sob as mrlhores
condicoes poaorraia, ainaior quantidado possivcl da
cousas uecessanaj. O syslema dos provimenlus
poda ser excelleole para as familias dos palnarcha*
que se achavam no primeiro .:i ~ do desenvolvi-
meulo social, mas boje applicado a economa publica
lie absurdo.
Acerca do foruecimeuto da carne direi somonte
iluas palavras, a saber : que lio lito e-peciaes as
nossas circmostancias, alUulo o t-slado de secca dos
uossos serloes e dos circumvisiuhuspesiado este que
se ha tornado permanente ), que emquauto ellas
forem as mesillas, o mercado sera' sempre mal top-
priilo, quer o governo contrate, qner ileixe it Con*
fr.it ir, porque como a secca na.i permute que a
crearn medre, uem que o gado teja faciliilenle coa-
dotado a fera, he o forhecimento da carne um ne-
gocio em que a concurrencia nao pode livremenle
obrar. Pecamos poi* a Dos que se aiu tomando regulares as eslaces nos nnssos serles.
que a carne sera' boa e barata.
Dr. Autran.
iSoticebpowcn
e :t0 barricas atracar
llampo \ Lima,
le
na, I:! cascos agurdenle,
branco.
LisboaBarca portuguesa Tejo
-Jti mullios estopa.
LisboaBarca portuguesa Constante. Thomaz
Aqunio Ponseca, 15 saceos assncar branco.
demBarca portuguesa Sania Cruiv. \ cenle Al-
ves de Sou/a Carvalho, I.J.-ji ,,,, assucar bran-
co e moscovado.
Genoval'olac tarda Harliaolinan, Bailo & l.e-
ines, HM)saceos otaocor blanco.
HavreBarca francata Gustavo la, Lasaerre &
(.onipanliia, IHKI saceos assucar mascavado, e 6:2
aaccaa alcodAo.
Mil de S. MiguelPaladn perdigue/. Alfredo,..
larvalho& Iriiiao, :t barricas e :l saceos assucar
branco e masca.ado.
LiverpoolBarca ingle/. atienovevae, Aneaste Mu-
iii/. Machado, 800 arrobas di ossos.
R&CUBEUOHIA HE KBNDAS I.MKHV.S liK-
KAKS lili PKKNAMRIICO.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco O lllm. Sr. Ihcsoiirciro manda facei pulilico
sacra .i vst.i;''"'"" ,lm" Vl'1"1'1 *uilhelea di terceira paite
' i da terceira loleria do Gymnasio l'ernaoiuucano.
SODIC oiio brasil no Kio de Jjuciro. Biu-|jaa rodas aodam no dia I
o de Pernambuco ">
1855.O secretario <
dr de/xmbro de
i ilitt'cviio, Joo
Ignacio de Medeiros Reg. '
O llamo de Pernambuco toma diiihci-
ro s juros, de conormidade com un seus
estatutos. Banco de Pernambuco 'i- de
noveinbro de IS.">."(.Juno Ignacio Medeiros UegOL, secretario dn direecao.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
i) conaolho adiiiiuisiralivii. imii cuiiiprimi'iilo tUt
fi'M'iciro
millo
serai
un.
e\-
J i
qoe pelo plano abaixo tranacriptu lie que
Iraliiilaa de boje em vaola a* loteras da nioviucia.
Ib sumaria das loteria-, -Ji de |.ineiro de F">t. '
eanrlvto. Jntonio Jntr Ditarle.
PLANO.
I.OtrO billiele a (LaUOOr......t:000a
Beneficio esello20',......... i:NiH)-5
Kendimenlo do da
dem do dia 1,
I a 2
I6:6WS320
IS:l!l(l-',,;
7
Srt. redactores. Affei'a a ser pobre, lenho por
innmeras ve/.es experimenlado com paciencia pri-
vacoes dos objeclo-, que sio mais ncicriairifll a vida ;
mas nunca me alUigio tauloa dolorosa cnndico em
, que mola collocado mirilla na estrella, comoquau-
do, peuhorada pelo que a gralidSo leai de mais su-
blime, acho-me inhibida de solver lo primoroso de-
bito, e al de offerecer alguma deesas provaa, que
.i.illienticain o recouhecimento.
Desde algiiin lempo ameac va a morle corlar na praca para ser arrematada
.'DDrillHti) t)i> ^iMl'O.
ntKiw entrados nn dia 21.
Asm'10dios, biale brasilfiro Novo Olinda, de
Si toneladas, niealra Coala lio Jote Vianna, equi-
pagpm S, carga sil ; a Tusso Irmos.
Aracalj I.') dia, biale hrasileiro iiDiividnson, de 37
toneladas, meslre Antonio Manoel Alloiwo. equi-
pasem i, carga couroa c mais gneros : a Marlios
i\- I rmaos.
demI i da*, biale bra neladas, meslre Balacio Meudcs da Silva, equi-
pagem carga coiirus e mais gneros ; a Nortina
iS Irmos. Panaaseirm, .. Dr. Jos Mario da Al-
baqnerqae e Mello, sua seahon, :l lilhos, escra-
vos e I criado.
Boenos-Ayree25 dios, barca ingle/.a Sappho, de
lili lanciadas capilo Kobeilo llel liettrt equipa-
gem Iti, i'm laslro ; a ordem.
Asso'8 das, potadla bratileiro .'Sania Cruz, de
III (oneladas. Diestra Marcos Jos da Silva, eqm-
pacem S, carga sal e mais geni-ros ; Caetano Cv
riaco da Cosa Moreira. PasaageiriK, Joaiiuim
l.ui/ dos Sanios. I'i.uicis, o Ji.sc le liveira, Joo
llenriqii'S l'etsoa.Ji.s l.oorciico do M"llo, Josi-
Teixeira de Azev-do, l.luiniino l'. Atovedo, Josd
Goncalves'de Castro.
Xaoidt tahidot no mesmndia.
Now-VorkGalera americana Shooting Slar, ca-
pilo \V. E. Kingmau, carga a mesm.i que Irouxe.
Siispciidcii do lameiro.
Rio de Janeirollriaue najozda guerra Eipreao,
eoiniilaii.laule lieurv llovs.
arl.22 do regulaiueulo de l edezembro de [$:>>,
raz publico que (oran aceitas s propoalaa de Do-
mingos Jos Ferreira tiiumares, Joo remandes
Prenle Vianna, Maunel Jos Freir de Andrade e ,
l:.i"ii'fl'J(i! ,'os'' PcrrL''ra Cnellio, para lorueccrein : .
_________; II !". I duziaa de forinoea de ac sorliln-. a!
llt) rs. ; ( compacns le ti polegados, a llill rs. ; i.
dilos deS dil.is, a 2ill rs. ; | nado de :1|) de pole-
glda, por l-SMM) rs. ; I dito de l|i dila, p ir XU O .a. ti du/.ias de verriiuus soitidas.a 7aO rs. ; 12
eoehea de fozil, a l-di>0 r-. ; : nerraa de sai ao de
22 polegadas de comprimenlu,a l-i(K)rs. ; li duzas
de guivas surtidas, a -sii:KI rs. 12 parafusaspara ban-
cos de caropina, a :l~ii(i is.
03.", 3 duziaa de hadantes de potreada a l|i,
a 2-rilio rs. ; .1 ierras de mito de :li polegadas ile
Comprmanlo, a l-lmi rs.
'> I.", I i du/.ias de labo's ileasSOalkll de loliro do
I poleg ida. de largura o 20 a 22 palmos de cum-
plimento, n K:-otHi rs. -, so nios travesas de ama-
relio, a 29100 rs.'
Y. avisa aos supradiloa vendodorefl que dovem rc-
cnlberao arsenal de guerra os referidos objoctu no
dia 28 do Curenle me/.
Secretaria do cnnsellio a Iniinislralivo para fnnic-
cimento do ..i-enal de guerra 23 de Janeiro de
IS'iii.Bernardo Partir do armo Jnior, vogol
e secretario.
THEATRO DE APOLLO.
i premio.
1 dilo .
1 dilo .
o ditos .
1 ditos .
S ditos .
20 dilos .
50 dilos .
1130 ditos .
1333 premiado
2II1I brancas
2no-ooo
loogoou
.'lO-slKKI
2ll"ilHI .
|HU0 .
lijOOU .
19:2008
ii:iKM)>
2:lKHI?
1:000
3009
100
Loleria doGym-
a>
nasio l^eriiaiik-
hucaa.o.
Aos 6:000.s, 2:000 e 1:000 0000
Corre no ata sc\ta-ieira 1 defevereiro
prximo.
Os bilhctesc cautelas do cautelista An-
tonio Jos Rodrigues de Soii/.a Jnior,
uo estao sujeitos ao d'isconto dos S por
v1"1" centoda le, os quaes se acham a venda
j'Ml. as lojas da piara da Independencia tu.
3009 '">, 15c O, na Direita n. |5,ruada
P9i Praia n. 50, ruado Crespo i, .
I9:20U)> Os premios sito [lagos logo tjue saia u
---------' lis ti
Bilhete intei
Meio bilhete
Tercos
(loarlo
Quintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
7g00u
5.S500
SiOO
l .s-soo
IsUO
100
7(i(l
ill)
(i:00OjO00
5:0008000
2:000j(000
1:500 1:200x0110
75O.S000
liOO.sOOO
."iOO.sOOO
ihitat'$.
1,000 bilbeles.
rii.-souiaii i das lolarias S de Janeiro de 1856.< i
Ihesiijireiio. I rancheo.Antonio de Oliveira.
Approvo. Palacio do goternu do Pernainliuro li
de imeiro de l.s'ii.Kaueredv.
Conforme.Antonio Leilde Pioho
BOTERAS DA niVEMU. '
O cautelista Salustiano
de Aqu uo Ferreir
avisa ao respeitavel publico, que leudo sido allerado
o plano das preatule* loteras da provincia paaa
1,000 bilheles na imporlancia de 2t:0008, iem resol-
vido fa/er lirmes os preeo* dos bilheles c cautelas
como abaixo se demonstra, os quaes sao pagos sam o
deteoato de oilo por cenlo da lei as tres priireiraS '
sones grandes em quanlo existir o plano actual. I
pelo qual san .'\iraliid.s as loteras dcsla proviucia.
Elles esto OSpostoS venda as lojas do coslume.
So be n-sponsavel a pagar os oilo por cenlo da lei i
>oiire os ires primeiro* premios grandes em seus bi- ciadas, euia extraceao lie nu dia I de le-
dos em Ollglliar*. i ,.. i V
No novo eneliimenlo da ra da
Praia de Santa llii arinuzem n. I".
apromplain-se cncoiniuendas para se en-
cier pipas com a'iiaitc, eS|rito e
a/.eite, linio milito bein ruiidiciiiiiado e
de boa qualidade: os pietendentcs po-
llera dirigir-se a este estul>elecimento iiue
aelii.rao coni tiuem tratar, ese fardo ver
as vatitugcns que tem ; tmltem se pode
recolber pipas va/.ias, por tei nimios
commodos e bom desembaitrue.
HOTEL DE JAMATAl.
Domingo, 27 do rorrenle, be o dia em que com
loda a pompa e magnificencia ilo eoslumo se cele-
biara a uranio lala do glorio o Sania Amaro de Ja-
boalo ; e o novo proprielaro do Imlel do mesmo
nomo ha caprichado, invidando lodosos saaseafor.
tos para que as peoas que -e dignaren! nesse dia
bospedar-se em sen eslabelecimenlo, leiiham a mais
completa salisfsrao, nao s no gozo da maior fran-
quea e liberdade pnssivel, como do rvccllenle pas-
sadio.
Mara Je/nina ik Mnraps, brasileira, relira-se
para Kuropa. levando em -na cnmpailllia
Uabel Emilia ib- Moraese n
sua
de ; anuos.
lilha
Arnii/.i'm lo sol.
Pedio vnbmio eiM'irat.nmataesc.iiiliiiiu coni
sen annazen..... manais, i,., roa ds Concordia n
26, ernm a i.ir.-n.i.proii i.iid.ioqu. semprc er*K> a
lodo- os sonhores que a lem honrado ,ul roB.
(lauca. DeiiniiiMtou o proprielaiin rom este lilil"
o sen aiuiazei......i verdad? he lien, merecido, por-
que no periodo de 6 amos de san evaHaantn tt) sa-
leliles un estrellas errtiles I lie lern querido roabar
o en laillm, mas-e lem submergidn no SNaaaajB]
linalmeule o proprietarm lem robusta convirrao qu
sn Dos rom um diluvio arrazara o sol, porqia lia o
fuco cniuniuro de lodos as aslro..
Agencia de passaporte e
(blha corrida.
Claudino ilo llego l.ima, despachante el,, renar-
lic.io da poli, i., Un passaporles para fura do imperio
e antro, c folba corrida rom prumplidao e rommo-
do proco ; Mina da Praia, primeiroaaajaa n. l.l.
.Nos abaixo ssi^uados laicnios sciento ao res-
peilayel publico o espeaalwwiH a corno do eosa-
mere,,, que temos disa vid., imigavelmaule a soeie-
Jlade que lilil uno. na luja de miudetas da ra do
C.ibuga- ii. 1. a qual -ira, sol. a liruij de Castro i
Irmiio, Dcando HqoidacSa laolo do activo com,.
(.IB1.\ETE PRTUilEZ
E LEill'RV
paaivoa cargodo socio Mano-I Joaquim Mies do
Castro, lican lo deMiiierado da praca o socio'Joa-
quii Mil,mo Ibas de Castra. Manoel Joaqi
Di is de CastroJoaquina Aulnuio Illas de Castro
Rcrife 21 de Janeiro da lK"ili.
tjuem precisar de um r.nxeim. dirija-se a i
ilo Kncanlameiilo n. Tfi A.
Nao se leudo reun
bros do ciuiselliu deliberativo para a sessao ordiua
ra de l.l do correle, novamente se convoca o n.es-
I releiiilo eaillelisla deelaraipie sopa-lnio consellio para o dia 21, a* (i horas da larde.M.
II. de Sonta Barboza, I." secretario do cnsellio.
uOtinua andar fuuida a preU Merencia, cri-
olita, idade de 2H a :10 ailnoa, (muco mais ou menos,
ga nos seus liill.eles inteifO, os S por cen-
lo como lem annunctado.
Terceira parte da tercei-
ra lotera do Gymnasio.
Acham-se a venda os bilheles e caute-
las da lotera supra, as lojas ja' annun-
Precisa-*e de una ama jorra ou captiva pa
i numero sullicienle de rnem- serviea inlerno de urna cas de pnura familia : no
alerro da lloa-Vi.la n. 72 K.
Precisa-se de um amarador que "eja bom que
enlenda do servico com prtatela, pasa-e bom or-
denado : na ra da Samalla Nova padaria n. .'MI.
Precisa-sede una puta que engomme coro |ier-
iiin das urelhas rasgada piovenienle
quem a pegar (ave-a a ra do Broiii,
assucar n. 12, que ser bem gratificado.
Joo Jaeinllio l-'erreira Maia, retira-sc
lora do imperio.
los brincos :
armazem de
para
Recebe por inteiro hmmnimkhi
" >. :|:000bU00|
vereiro, vespera da esla de NossaSenho-l
san us abaixo'
BAILES MASC\RADS.
O lllm. Sr. nispecloc da Ihesiniraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do E\m. Sr. pre-
sidente da provincia de 15 do crrante, manda fa-i
rer publico que vai novamente a praca para ser ar-' -* crao convida aos sonhores associados a
rematado a quem por menos li/.er uu Illa 7 de leve- i mandaren! lecelier aeus carines de entrada, e reali-
reiro do correte anuo, os reparos'de que precisa a **rem papamaolo da mesmo, aosecretario, na ra
juveulude o fio da vida a una lilha querida, a quem
amo com sincero amor de mai : um cancro, que se
llie desenvolva em um peilo, de da em da toma-
va proporcaies mais assustadmas, de modo que ein
breve Ihe corroerla as entrauhas, se a medicina nao
viesse em soccorro da infeliz.
Nessa situado lerrivel confrangia-se-me o cora-
cao as angustias da indigencia, que tomata quasi
iinpnssivel a cura de minlia lilha. porque eu nao pe-
dia recompeusar os servidos do medico, que fiteose a
operac.lo e couliauasse o Iratam-ulo ate a cicalri-
sacao. I.'m nico refugio se apresenlava i miaba
Iribularilo : era iuvocar aos senlimeulos de candado
de algum medico para quem a humanidade fos.c
mais alguma cousa, do que um objeclo de experien-
cias mediciuaet, ou um campo destinado a ses lucra-
tivamente roteado com um escalpello : eu lancei mao
lesse meio.
Ilusquei o Sr. Dr. Carolino Francisco de l.ima
Sanios, que me foi indicado, como ooss compasivo
e ja experimenlado em diversas eperacOes dilliceis ;
oi meus pssos nao foram baldados, porque o Sr. Dr.
Carolino preslou-se a minhas instancias sem oppr
o menor obstculo.
I'endo-mc aprazado um dia, oSr. Or. Carolino
veio i minlia pobre casa (abobada da Penlia n. ill
acompanhado do Sr. Dr.Seve, o em poucos minu-
tos a ..perneao eslava complela, o cancro axlrabido,
e eu possuida da mais lisongeiras esperancas pela
saude de minha lilha : mas esle moco caritativo nao
liruitou os seus servicos a operac.lo snlanle, elle
receiloo o que era necessario a cura, e repeli suas:
visitas at que se complelou a cie,iln*acilo.
Sem li.ii.iliiace- para elogiar a pericia do Sr. Dr.
Carolino, como operador, posta apenas dizer, que a
operario feila em minha lilha foi a mais r ipida pos-
sivel, nentium incidente sohreveio, que ameacasse
perigo, e o mais feliz resultado corona a obra da ca-
ridade.
Segundo o que teoho expoato, quem pnderia Ira-
car os l mu le- de meu agradeciiuento ao Sr. Dr. Ca-
rolino:1' Elle libertara minha lilha das garras da
unirle, que lentamente e por um dolorosissimo mar-
tyrio ira dislruindo-lhe as Torcas pela ocelo corro-
siva de um enorme cancro, e rujo lamanhn ja pouca
dillerenca fazia do volme de um puuli.i ; elle se
presin a repelidas visitas al completar a cura, e
ludn ito fez com tanta diligencia c boa vonlade, co-
a ni se estivera trataudo do algum amigo, cuja sade
casa da cmara municipal e cadeia da cidade
Ulinda, pelo novo orcamenlq de.JrtiiOoOOO rs.
E para constar se man.Ion afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario. .
Secretaria da Iheaoararia provincial de Pernam-
buco 17 de jaueiro de t.Sili.I secretario. ./. /'. da
Aiiminciaro.
O lllm. Sr. inspector da lliesourana provin-
cial, em i uuiprimeuto da resoluc.io da junta da fa-
zeu.la, uiauda fa/.er publico que vai novamente a
i quem mais der no dia
de Apollo
iA.
\'lu!-.n; sl!HlrHXO\.
l:200?IHNJ
" S 7.J05000
> ii oOOgOOO
k a '.(iiiNii.ii
< i eaulelisla
Salustiano de quina l-erreira.
ia da Saude Os preros
SSS ""otados, garantidos.
I..HIU~inK) n'll I a ae- I
ifjoosMio Bilhete mleiro u>l
i.S ii
loteras da provincia.
< cautelisla Salusliano ue Aquino i'erreira tomou
a esolucAo de vender os seus bilheles e cautelas as
pessoas que compran para negocio, sendo a qiiaulia
de IO0Q para cima, dinheiro visla, |ielos piceos
abaixo Dotados, na ra do Trapktte ... ",i'., segundo
an lar. em quanlo existir o plano actual de 4,000
bilheles na importancia de 21:000;, ficando esles
piceos lirmes. Ellosslo pagos sem o descont de
Ires primeirus premios
Meio
Trro
Oiiaito
Oitavo
Dcimo
li:IMMI;
."i: 01'''
S:0(.o$0tMJ
t
\ ijjesimos
500(IOO
750S000
OOOJJOOO
."oo&'oon
olio por cenlo d.i
grandes.
de fevereiro do corrpnle anno, a litio na eslrad
de llelem, avallado em :I:37S00U is. *
E para constar se maudou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 17 de Janeiro do Isti. O secretario, .!.,/'.
d' .tniianciarao.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, fiscal da regoe-
zia de S. l'rci Pedro Concalves do bairro do
Itecife etc. <
Para que se nao allegue ignorancia', publica-se de
novo o artigo primeiro da pealara addieioual proxi-
oria de 20 de novembio do auno lindo de 1853.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprinento da resolucao da jaula da fa-
zenda, manda fazer publico, que no da 7 do feve-
reiro prximo viudouro, vai novamente a praca pa-
ra ser arrematada a quem per menos lizer, con-
servaran permanente da estrada da Victoria, por
lempo de lo mezes, a contar do I." de marco do
correle auno e pelos preros abaixo declarados :
I. Icrmo.......... OjJJOO
2.' dilo........... 03790110
X" dil............. 2:<)57|000
'."lili............ 2;2orooo
E para constar >e mandn allix.r o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de Janeiro de 1836, O secretario, Antonio
Ferrtira da tnnvnciarSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em rii'uprimcnlo da resolucao da jimia ,1. la-
zenda, manda facer publico, que no da ',1 do ror-
renle vai novameiiie a praca para ser arranciada a
quem por menos lizer, a obra do enibarrcameiito de
um pequeo lauro da estrada do sul, tavaliado em
.U05000 rs.
E para constar se maudou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Iheaoararia provincial de Pernam-
buco 21 de Janeiro de IS."il.O secretario, Antonio
Ferreira da Aiinitiiviaro.
O llliu. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, eui Comprmanlo da resolucao da junta de fa-
zeiula, manda fazer publico, que no da 7 de feve-
reiro prximo vindouro vio novamente a praca para
seren arrematadas a qurm por menos li/er, as obras
supplenieiilaros da ponte sobre o rio Capibanhe na
RIO
Janeiro.
I Bilhole
Meios
! Tercos
j Quartos
Onitiliis
! I Illa vos
decimos
\ izesiinus
(isUOO
29100
292 ill
I liSO
19360
so
oso
ICO
lei nos
Keceue
por mleiro
O brigue nacional Mara fMZia vai i
rjj.oo
S400
I.SSOII
!)00
Tlill
wo
Oscautelistas, liveita Jnior&C
OcautelistaSaitistiunode Aiptino Fer-
reira avisa aos possudores dos i meios
bilheles n. 7i7), da segunda parte da pii-
metra loleria do collegio dos orphaos, em
que saiiio o premio ele 2:500.sOM), edotis
meios bilheles n. 11511 da referida lote-
ra, em que sabio a sorte de OO.S'000;
podem vir receberna ra do Trapiche n.
>li, segundo andar. lo;jo (juesnliir a lista
7.iii>M0igt;,';|l: os2:.")00.s(llli) sao pagos sem odes-
lioo-SMio cotilo de Spot- rento lo imposto gernl-
* Pernambuco 24 de Janeiro de I8:>l
cautelista, Salustiano de Aipiino Fer
! com os sigunes seguinles : falla de denles na frente e | feSlo para nina rasa eslraugeira de pouca familia,
paga-sc hem sendo Rol e leudo boa conducta : para
Iralar na ra da Cadeia do Recile n. :tK, loja.
Prccisa-se alugar nina prela para o crvlco in-
terno de urna caa de punca familia : na txpogra-
phia desle Diario se dir quem precisa.
Ilailes mascara- @^$&$$s&$^
t ^ Dr. Fumo medico, miidou f$f
||i; J"si \W s"!i reridesicia para a ra .Nova
j^l n. >'>, primeiro andar, e conti-
Aliigam-se ou vendem-se ricos veoiuarios para lS! nua n"*"*pcicio de*u> pnwtiftaai
bailes mascaradas, lauto a carcter como a olanla- X.--. ^.^ ..-. ^ _. _.__ __
AULA DE LATIM.
O padre Vicente Perrer de Albu.iuer-
zia, por diminuta prern, na ra estreita do Rosario
n. 12, segundo andar, lie earusauo annoncianlo
declararla qoalidule de seus xiMuarios. puis ha .",
anuos que M lem dodirado a ene Irahalbo, bem lem
mostrado oqudnlo se esmera ein liem servir aos que
o procuram, mai principalmente este anuo, que com
lempo se muiiio de 'izeudas, ricos enfeiles e
enlmenle de bellos ..^uriiioS.
Mu
mazem da na da Praia,
do pal cele 'marello:
a-seo a
n. 27, por baivo
a tratar com liuilherme Sel'
(Illerecern-se 2 criados |i\ --
nha de lomo e fogin, < o segando li oom c

ffite continua com sua aula
da -2 de Janeiro em dianie,
maneiri e sob as eondires
ciadas.
de l.ii un. do
pela me.sin,i
ja' annun-
et
ipe
li:OU09000
:i:0009000
2:0008100
I :JOU30O0
1:2009000
ambos niuilo inlelligenles c sem vicio algum: quem I ?j?
pre-
ar dinja-se a ra Nova n. loja.
aseas'ada uui-i
i riATiiii
versal.
'
Ucauleliats
Salusliano de Aquino I'erreira
seguir com brevidade, lem a maior par-; ~ '.'uciii precisar de um rapa/, para cobranzas .le Precisa-sede una ama forra ou captiva, que
do sea carregaineiilo promplo : para o : "entro e lora dos arrabaldes dasla provincia, dandolaaiba cozinhar, engoiiimar e lavar de sabio, para
reala que Ihe falla, passaaeiros e enera- ''" J '"lonnacao de sua con lucia, dirija-e a ra Di- casa de pouca familia : a Iralar na ra da Madre de
vos .i frele. aos quaes da as lucidores relia u. .1. i Dos, armazem n. ."i.
aecommo.lacnes, ,r.l.-se coa. o consignatario Ant..-1 -Domingo. Rodrigues de Andrade A Campa......\ Prccisa-se para lora da capital de urna pean.
o,,,,.aranp,,rr.!e,,,.lo!,r.A...o,o Jos de Oli- habli.ada para ensillar trance,, 1,1 im rhe.oric,
xu ,, i.asiio c.i>-.r. liancisen Antonio Carueiro mediante um ra/oavel nagamenlo : a fallar romo
n meiohilhela n. 1820 da qi.ai- barharel Seraphico. na ra Direila n. 117.
toA0S rapzes e mocas de
GOSTO.
um de Almeida tiomes, narua do Trapichan. H
segundo andar.
PARA' E MARANIJAO.
Segu com brevidade o patacho .Sania Cruz... ca-! u ,eria concedida'a'bei.iici.'i daVmp'rs/a
pilAo .Marcos .lose da Mlva : recebe carga r passa- ,|, ,jc x|ilS(; ,| n j,, jancjrQ
goiros: a tratar com Caelaou Cxriaco .la C M., ao [
lado do Corpo Sanio n. 2"i.
BAHA.
O palliaboie aCorreio do Norle recebe carga : a
Iralar eomCaeUno Cxriaco da C. M.. ao lado dn
Corpo Sanio n. 23.
ida a inrra qne l'or do bom I MMrgJjf ?.'*:"a Mocar ...na bella mascar em '
k
da esla-
sso
ta
iu i M\\m.
Segu para o liiodc Janeiro com inui-
brevidade, por lera maior parte da I
No
ame
modista,
aterro da Boa-Vista
n. 29,
avisa ao respeilavel publico, que alem de sua ollici-
ua de iiproinplar vestMos para casamento*, bailes,
Iheatros e p.ssem, e os mais perleneea para completo
loilelle de una senhora, que de liojo'ein dianie lem i "eoeio de seu inleresse
muilo ll.e iuteressasse ; de mojo que se eu gozasse leslrada de Pao d'Alho, avahadas ein Iat:80l8ti32 rs.
de alguma opulencia e huuvesse promellido nina
vultada rccouiuensa a uro medico para aquella cura,
nao seria servida mais meu conteni.
Eis o debito que eu repulo insoluvel, a que torna
mai* afflictiva minha indigencia, porque me iihibe
a maoifeslacilo mais simples da gnlido, que devo
aquello que restituir a sade a minha lilha. supe-
rando pela arle os perigos de um mal morillero.
Mas, na fallencia absoluta de outro meio, que pa-
tentis o meu leconlio'. iiucnl i. soccorro-me an pre-
lo, alim de fazer publico o -enliinenlo que domina
men coracjlo. Km regra um pobre nao p le fazer
mais ; e pois espero que o Sr. Dr. Carolino. bem co-
ma o Sr. Or Seve, a quem lainbein devo grandes
obsequios, se dignem de aceitar os meu sinceros
votos de ivcinhoi menlo, ohlacao hem lenue, m-s
que he a eipressao sincera de minha alma. Aquclle
que erigi a caridade em preceilo Mies saliera me-
llior remunerar.
Recife, '22 de Janeiro do 1836
Francisca Joaquina Telles.
carga prompta, o veleiro patacho U.
Prancisca: para o rcslo e passageiros,
taata-se com os consignatarios Novaes &
C., nu ra do Trapiche n. -Vi, primeiro
amlar.
PARA RIO DI- JANEIRO.
Segu com mulla brevidade por ler parte de seu
carregameiilo prompto a bem conliecida barca Ma-
thilde, capitn Jernimo Jos Telles, para o resl, I entretnoios da c.inbraia. Iiabaui.l.os de ca
paisageiros, e e-crayu ,a Hele, para que leni excel- l,.,us padrOOS, bico verdadeiro de
Precisa-se de unescravo co/iuheiro para casa
cslrangeira : na ra da Aurora n. 38,primeim andar.
Precisn-se de mna ama para o seivieo de casa
de pouca lamilla : na ra des Marlxiio-, casa n. 22.
Traspassa-se as chaves da loja da ra Direila
n. 5, e vendarse nina cama de angico em milito bom
estado : a Iralar na inesma.
I-ugio una negra por nomo Thereta, com ida-
de de 10 a 50 anuos, estatua regular, com um rom-
bo ni orelha esquerda, e com um dedo da mao di-
reila abarte diilerenl dos entres ; I- vou vestido de
azulan e panno da Costa da mesma cor : quem a
apprehender, lexe-a a ra das Croesn. 9.
Roga-se ao Sr. Jos francisco liento, que lem
leuda de ferreiro defronlc da fortaleza das Cinco
Ponas, a bondade de apparecer na rua Nova n. (i, a
late porta o carnaval, e um rapa/, de alguma
reputacao uio pode dispensar um Iragc completo a
carcter, sssim como '
gesto nao dispensar i
sen lindo semblante, e enroopar-se n'nm rico ves-1
tuarloda corta de lleuriqae VIII; pra o que o an- '
nnncianle onrece a cada mu ou cada nina, por ala-1
guel ou vend i. e poi coiiimodos recos. alim de che-
gar ao alcance de Inda:; as bolsa-, o mais Completo
ortimento dos inenciunailos traites, pira avalleim l
on peodn serillo deClovis, Cario Mag.no, lletirt-,
que IV, l.uiz \lv', da cnn'nc.i. nacional e do con-
sulado ; as espada- e hincas de \::o brilbam como
ac, e nos traaos lameninoa os brilnantas e aerlas I
Siio pcrfeilaincnle imitados ; enilim lodos os goslos '
enconlrarao onde ese. l'or, na rua do Collegio n. IR, 1
primeiro andar, onde so vi> salea la ama l!AMKI-1
RA ENCARNADA. As pessoas que quizerem ver'
o bom aceio e bom gosto dos vestuarios, pedern di-1
rgir-se a casi da annancisnle das (i as'.) horas da I
nojle, que a acharan ricamente illuininada, embora '
(MsLLTOIIO CEMRVL
Gratuito para os pojare*.) ^
llua de SaMn Amaro. Mundo-.Soro, n. B.
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pirho d
consultas tn.iu o das desde as S horas da
nianh.la at as 2 da larde.
Visiia os enlormiis em seus domicilios, dos
2 lloras em dianie : mas em rasos repentinos
e de molestias agudas e grave as visitas sarao
retas em qualquer hora.
As inolesiias nervosa merecem tralamento
especial segundo meios hoje aconsclhados
pelo praliros modernos. Es(s meios eife-
l.'iu no consiiliorio central.
I
i
I-
CVCt,
i'KACAOO RKCIFE-2:) DE JA.NEIRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colacf.es olliciacs.
Nao houveram colaces.
Frederico ItobiHiard, presidcule.
/'. Borgn, secrelario.
CAMBIOS.
Sobre l.oudre. 2X l|2 d. por 1$.
i. Paria, 348 rs. por f,
Lisboa, 'J2|.or Iiki.
,< Rio de Janeiro, ao par.
Accies do Banco, iu (i,n de premio.
Achiles da ciimpanhia de lleberibe. ."lislM)
Aci;es da companliia Pernambucaiia ao par.
o ii Ulilidade Publica, ol por cenlo de premio.
i< o ludcmuisadora.sern vendas.
Discouto de lellas, "de 12 a 13 por tljO.
META ES.
tluro.Uncas liespanholas...... 2!*3 Moedas de JillO velhas Iboiio
o i) I-300 uovas .... !i.-. iini
.00U....... 99JJOJJ
Piala.Palacnes brasileiros...... 2.;u(JO
Pesos columnarios...... 2900(1
mciicanos....... Ir-KliO
E para constar se maudou allixar o prsenla e pu
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 21 de Janeiro de 1836.-O secrelario, Antonio
Ferreira da Annuncioiao.
Ignacio Jos Piulo, liscal da freguezia da Boa-Vista
dcsla cidade, ele, ele.
taco publico paia o devida eonhecimento de lo-
do, a quem uuei essar possa, adisposicao do artigo
abaixo Irauscnplo da postura addieioual em vi-
gor :
> Postura addicional de 20 de iioveinbru de 1833.
w Arl. 2. Os proprielarios de Ierras devlalas
denlro da cidade. ou mu prximo della, alo obri-
gados a te-las muradas ; e nos seus suburbios sao
obrigados, pelo menos a cerca-las: os infractores
desle srgosoBretaa a mulla de ISOtUOO rs. a
E para que uio appareea ignorancia sobre seme-
lliautc disposico, lavre o presente que sea publi-
cado pelo Dia lio.
l-'iscalisacAo da rrcguezia da Boa-Vista 21 de Ja-
neiro del83ti.O liscal, Ignacio lose finio.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provincial
cm cumplimento da resolucao da junta da roseada,
manda fazer publico, que nos das (2, 13 e I de fe-
vereiro protimo vindouro, parante a mesma junta,
so ha de arrematar a quem mais der a renda do sitio
na estrada de llelem. c;m casa de vixenda, 2 cacim-
bas, porl.io de madeira, 1 vueiro e diversas frudei-
ras, avahada aniiualuieiile em 170;.
A arremalac/io sera i, na por lempo de 2S mezes
a contar do l.e de marco do crlenle auno ao lim de
juulio de is'is.
As pessoas que se propozerem a esla arremalacao
comparream com seus fiadores nos dias acuna decla-
rados pelo meio dia, na sala das scssesda mesma
junta.
E para constar se mandn a
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincia', de Pernambu-
co 21 de Jaueiro de 11136O'seeretaiio,
A. t;. d'Aiinunciaco.
entes commodos, Irata-se no escrlplorio de Manoel
Alvos tuerra.na rua .lo trapiche n. 14*
CEAR.V,
Segu nesles dias o ltate /.> da i irga lrala-se com t^aelauo Cyriaco da ('.. M., ao
lado do Corpo Sanio n. 23.
PARA O PORTO.
A barca Ftman4t$x l sai selurcom muda brevi-
dade ; para caria e passageiros Irata-se com Barro-
ca c\ Castro na roa da Cadeia do Recife u, i, uu
com o capitao na praca.
Para Lisboa prelen le saliir com a maior bre-
vidade a nova e acetada barca portugueza Constan-
te, eapilo o Sr. Silveno .Manoel dos Res : quem
na mesma quizer carregar ou ir de pas*agein. diri-
ja-se aos consigualarios Tiloma/ de Aquino l-ouseea
,\ falli, ou ao capilao, na rua do v'igaiio u. 19.
abarlo o seu eslabolccimento, o qual se aehs sef-
lido .le f.izen a... da modas segalutes : coi es da x .--
lido de seda com n titulo de peapelina. dilos de lar*
latana com hallados proprios para bailes, chapeos de
se la para senhora, crep prelo. lile e nohre/.a .le
hules asrores, chales de casemira lisos abordados,
iraia de
blondo edeli-
nho. um neo sirlimenliide litas de seda, gaze e gros-
deuapole horados c de lodas a- larguras, ditas de
velludo de todas as largaras, esparlilhos, luvas de
Jouvinpara homtns osenjioras, ditas de seda lisas
e bordadas para senhora, .lilas li-as para homeni.
ditas para menina, meias malte lina da seda para
j noiva, dita para liomein, ditas para meninas, pul
| cairas de cabello de notle o mais moderno, enfeiles
paraicaheea, romeiras e chales de rclroz bordados a
matil, canas de llores de lodas a cores, romeiras
prelas para lulo lisas e bordadas a vi.liillio e man-
guitos da mesilla qualidade, camisetas e manguito-
de rambraia bordados, o liiialiiienle lado 0 mais que
diz re-pciloa modas c ao bom gosto.
Desojando o aballo assignado obviar duvidas
para o loluro. c qoerendo ao mesmo lempo destruir
lualquer juizo desl'axoravel que algueni queira i ti
Para o Rio de Janeiro pretende saln cen cutir no animo de pessoas desapereebidaa, rogs
a maior brevidade po-sivel o luigue brasileiro ..Iriso,
capillo Antonio de Souza .Maciel : quem no mes-
mo qui/er carregar ou ir de p^assagem, para o
que lem excellonle- commodos, iiiriji-se an consig-
natario Manoel Alves Guerra, na rua do Trapiche
n. li, ou ao Ciipilao a bordo.
*- Para Lisboa pretende sabir com a maior bre-
vidade possivcl a barca porlugaeza Z'e/o, capiliio
Joao Ignacio de alene/es : quem na ine-ina quizer
cal regar ou ir de passageui, dinja-se aos consignata-
rios Amoro) Irmos A. Compaubia, na rua da Cruz
ii. 3.
PARA A BAHA,
o bem conhecidu e muilo veleiro palhahole brasi-
leiro Dous ^Imfoor, pretende sahir nesles dias por
estar quasi com lodo o seu cariegaiiieuto promplo :
para o reslo e passageiros, traase com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, rua da
Cruz n. I,
Para o Rio de Janeiro segu empoucos dias a
polaca brasileira '/.elosu II, pregada c forradaile co-
bre, e d' primeira marcha ; lem ineia carga prom-
pla : para o resto trata-se no escnplorio de Isaac
Curio Companhia, rua da Cruz n. 40.
Para o porto segu iiifalivclmeule al o dia -2N
do crrenle a barca poiugueza Simio l'ru:, a qual
j lem a maior parle do carregameulo promplo :
para o resto da carga o passageiros, traa se eoin os
coiisigiiaiiiiios Praucisco Alves da Cunha Compa-
Aluga-se urna casa muito boa na Paosagem da I
Magdalena, com grande quinlal e fructeiras. racim- :
ha e hanho no fundo : a halar na rua do flueiina-;
do ii. 7, loja.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os noves bilhetesda
lotera \- da estrada de Mag, que devia
correr a 21 ou 22 do presente ; as listas
espetamos pelo vapor nacional ipiedeve
partir 25, ou pelo vapor portuguc/. D.
I'EUKO II, se l'or tianslerida a sua saluda
de 20 para 22 por diante: os premios
sito pagos a entrega das mesmas listas.
A familia cslrangeira. que no Diario de Per-
nambuco procura doas mulheies, urna coslureira e
oulia rozinheira, se quizer nina prela de meia ida-
de, boa eoziiilieir.i. cosaimada a roziiibar em casas
eslraiigciras, desembolsaudu 2t>5 para a sua lolal
alforria ein reliibuicao do sen servico pelo lempo
que si' convencional*, procure na eua do Sebo u. 22.
que achara com quem tratar.
Veslem-se anjos para procissoes rom
nan queiram alugai os mesmos vestuarios.
GARBOS FIEBRES.
Agr ad.ta.inis-
tra
Aclia-sc promplo a qualquer luna do dia ou da
nuile em o mesinu eslabelecimenlo. ronfionle a se-
cretaria de polica, ein um arma/em perteiicenle aos
religiosos franciscanos, a desempeuhar com adeuda-
da, zello e proinplidfio qualquer enterro de que for
encarregado o mesmo a liniuivlrador, fornereiulo e
dando lodos os passos aneces-arios ao mesmo enterro
sem que baja o menor luco.....iodo dos dorlos, pu-
dendo os prelcndeiilcs para maior c.immodidadc di-
rigir-so lambem ama do Oucimado, casa n. I, ou
na da Cadeia de Santo Antonio n. :i.
lf agiKrrrcotvpo,
eleetrotypo e
sereoseopo.
No ateiro da Roa-Vista n. I. lercciro andar, con-
linua-se a tirar retratos por ledos os -xsiema ami-
gos e mo lernas, e ubi neacha um rico svrlinienin
de artefactos de miro, eoeUraa qualtdades para a
collocacau dos rclralo-.
PUBLlCAgAO UTTEKABIA.
Kepet torio juridieu.
Ksla publicacAo sera era duviOa de ulilidade ae-
principianles que e quiercm dedicar ao exercick.
do foro, pois nella enconlrarn por ordem alpbabc-
II. r,.^ prtn-rtfj >- c n*t ixiquenlr* nccii.iri.vla. .1-
vis, orphaiiulogiciis. comnierriaes e ecclesiastiras do
nosso fiiro, rom a remsoes das ordenares, le,
avisos eregulanienlos p0r que se rege .. Brasil, e
hem assiin resolucdes dos Praxislas anlisos e moder-
i nos em que se lirmara. Conleiil senieihaiitrn.entv
1 as decisoes das quesies sobre si/as, sellos, velbos e
! novo direilos c dcima, sem o trabadlo de recorrer
collercao de nossas leis e aviso avalaos. Consta-
ra de dous volme em oilavo, grande franrez, o o
primeiro sabio a luze aali a venda por 8? na loja de
livrosn. li 0-8da pnea da Independencia.
Attencao.
da
pessoas que compoom o respeilavel publico, de por
intermedio desle jornal, declararen] em obsequio a
venlade, se o *baivo assignado descende de urna a- 'UllOO esmero e gosto pOSSivel, assiin CO-
inilia. que pelo,.eus irisie relias era conliecida pe-1 mo aluEam-se azas para os mesmos, tildo
lot.jnmcaspor quanlo iierlenrendo o abaixo as-'____ i_
sigaado a familia de Antonio Jo-Teiseir^TIlbu-1 Pr l!" 1,em rKMTO! n" l":1
querqua e de Alaria Ignaeia do Sacramento, seus
pieza,los pais bem condecidos nesta cidade, appaicce
algiiem que de proposito para o descoiiciderar no
l'1"""'......'o publico e das pessoas que Ihe -ilo charas,
propalando descender o abaixo assignauo daquella, c
nao desia familia..Manuel Antean Teixeira.
miento pereira Corde
que honraran!
I). Mana Jo Kea
agradece a lodas as
soas presenras no dia 21 do'corrrenle ao acto
fnebre do eu presa lo marido Antonio Cor-
deiro da Cunha, na icreja inalrii de Sanlo-
Aulonio, ao remllerio publico. Recife 2i de
Janeiro de IS3I.
Cruz do Recife n. 27. segundo andar.
O guarcla-livi'os
brasileiro
.^Cv'tiiriici>t:v.
xaro prsenle c pu- nhia, rua do Vigario n. II.
Para o Uio de
Hgac em pouros tlia--, pur ler
K pruuipla o liruuc Conceif
I'erreira i"s Santos: p.ua u r
para u i|ue teiii Iwns cominot
Grande na ora-.
I li,
ha diorama.
VVRlADOCRESPftY.il VMIVH.
...l'AMJliCiA.
Iteudimeiito do dia 1 a 22. .
dem do dia 2:1......
j\:'.17t)sOOS
2l:IO.I;2(l3
Correio eral.
A mala que tem de condu/.ir a lancha Coneeeno
Florea I ir ludes para Paralaba, ser fechada ama-
uhaa ao meio dio.
torio de Mano.-I
II. I i.
jaiieti o
i mai'or parto da ca- < exposl*
i->, cap ilao Joaquini guaei
ilo e eacravos a lele,
s, Irata-se no eacrip-
Alves Guerra, na rua do Trapicha
para Paralaba
;i38:07:l2l:l
j-- DescarTtgatn hojciKit Janeiro.
"SrtfMe ingleiacl; Frinc mercadorias.
Itrigua inglezEinmab.icalho.
Brigoe inglezClaudia i lem.
Brigue americanoHelteni han.
Brigue ingle? Amelnyetcemento ebreu.
Brigue francezManchal Bxelautdiversos g-
neros.
Brigue belgaBoussole mercadorias.
Itrigue brasileiroMario Luziapipas vasis-.
Brigue pnrluguez'iarujo Iliveroos gneros.
i-.sruua brasileiraZclota II.mercaduras.
Barca inglezaFoAlijbacal lian.
Illale In as.len., Correio do Sorte gneros do
paiz.
CONSULADO CKHAL.
liendimenlo i!o .da 1 a 22 7K:'..Vr-(ll
dem do dia I....... 3:346$
S2:^ii:l;!l22
|.'IVEil.iAS PROVINCIAS.
Kendin.enlodo da 1 a 22. .
dem do dil 2.1.......
:5M*ttt
IS!l.-20:i
4:7S3sf,2
UESP.vCliOS DE EXPOHTAC.U) PEI.\ ME-A
l)OCON>CI.\l)0 DBSTA ClrUlIK .NO Ll|\
1\ DE JANEIRO UE liG.
ValporaiteBarca sueca Monona Godavae, Vlova
Amorun ci Killio, 1,500 saceos assucar branco.
IdeinBarca hamburgueza aTombolao, Viuva A-
m,roo ij l-'ilho, 4ii0 saceos dem,
tilia de S. Miguel Patacho pnrtuguez aAlfredui,.
Vijiiiu A; Coiupdiihia e Jua i Mara Ordeno l.i-
O hiale Camba recebe a mala
boje Ji, a I liora di larde.
A cmara municipal dcsla cidade d principio
a primeira seotao ordinaria dn correle auno, nu dia
2(i desle me/., e porque nesse inesiiij da telilla de
principiar n aporacSo geral dos vol para membroa
da iisseinblea desla provincia, convida aos culadao,
que quizerem assistir a ewe seto, a comparecerem
na casa de aun KaSBas da. hora, da manb.la em
dianie. Paco da cmara municipal do R-cifc em
se?:io de 2 de Janeiro de 1850. Bario de Capiba-
ribe- presidente. Mancel Fireira Accioli, ccic-
lario.
Directora geral da iosiruccao publica da
provincia.
Pela respectiva teerebnia se la, publico, para ro-
nlieciiueiito daqiielles a quem ronvier a iiileressar,
que se acliam vagas a. cadeiras .le iuli uecao ele-
nieiiliir do primeiro grao dn exo mascnlino de S.
I.nuieneo d- -Malla. T acaraiu', Brejo, Cabrobd, Uol-
iiniia. e do segundo rao da Cidade de Olinda; a
mais a cadeira do sexo femenino da dita cidade de
oianiia ; e que fica marcado o prazo de m das a
contar da data desle para a lnciipr>, e procosso de
habilitaeao dos cindidato, ., f...un, dn arl. 21 da
lei regulanieniar da inalrneeio publica n. 3liil de I i
de malo do anuo prximo paseado, pela qual se re-
gula nao OOproeeSM da babililacaii do. candida-
tos, como o concurso para proviun das sobredi-
las radeiras.
E para constar se inandou publicar o prsenle pe-
la Imprensa.
Secretaria da
ilei)C>.
,.!',
'iiiiica.
A liinl.-i cidade dr* Hnvr>ni.
.V grande e linda cidadede -
I -ni... 11 ii,- S M.
Clll l'.ll is.
e Cnmpos-EKsios nu
directora eeral 22 de aneiro de
USili.t) secrelario, Iiaucisco Pereira Freir.
Pelamesa doeonsulada provincial se faz pu-
blico, que do dia 15 de Janeiro em dianie princi-
pia-se a contar us :KI das uleis para n pagamento do
imposto de i ", sobre diversos estabelecimenloi
auno de H.75 a lS-ili, lindos os quaes iiicorietn i
mulla de :l ', lodos os que deixarem de pasar seus
debil09 do referido auno.
O proprielaro desle panorama abanen ao respei-
lavel publico que he o mais ri-o e SaroplaoH que
lem saludo da I-ranea para oulros pailas. As vistas
io publico acbani-s- abaixo declaradas, as
nao he precisa lecer elogio, porque seus ne-
me* uem l'azem eonhecer suas ion.lados; osla asla-
belecimento eslaru aborto nos dias .le semana das li
l|2 lloras as II ,la noile, o nos domingos e das san-
ios la guarda, das 2 as 5 horas da larde, e das ('. as
10 da noile'; a entrada de cada pessoa he 500 rs.,
e aseratieas al 3 anuos teem entrada eralis, sen-
do perlencentess familias queleuliam Jo honrar di-
lo eslabelecimenlo. (i proprielaro declara
i agente horja rar leilAu em seuarmazein, lem grande numero de vistas, e todas ellas as
na rila do Collegio n. 15, de om glande e vanado "ca- que he possivcl llavcr,
sorlimento de obras de marecneria novas e usadas. I hoove mndanra de x islas,
vanas obras de ouro e praia, relogios para algibeira, jornal.
varias ojaiaquilbarias rraueezas, loueic vidros para j i i i> l l
servico de meza, e oottos iiiuitu. ohj'eclo-, ele., que ueslruirao lia torre se adiarlo paleles no mesmo eriiiaicm, o quaes se 11 Itimos momentos ele .So-so Senhor .lesos
rnlrt-garao seu) limite de qualquer proco : quinla- rin-ialn no faalvirin
reir, 2 do torrente, as 11 horas en; ponto.
Viclor Lasiie far.i l.-ilao por inlervencao do
agente Oliveira, devanado -i.elimcnlo de lazendas
de algodao, linlio, la e ,1- seda, as mais proprias da
ei.lac.Ao : sexta-feiia 23 do corrile, is ll' luas da
manilla na rua la Cruz do llecife.
Barroca & Caslro coiilinnaro o seu leilao de
la/en,ias iuglaxas *; franeexes. acrrescenlabdo oatras
recentemente despacliailas, no dia quinta-feira 2i Boinhardeatnenlo
,lo crrante pelas II) liaras da inanhaa no seu anua-: com ->s Alli.i.i..
/em ,la r.....la Cadeia do Recife ii. i. .-. ,, .
Iitande linlalha i!"
com ns Adiados.
Dili/.a de Silislri.,
Itussos con I til os
litinde hat.illi.i de uoitc
torre de Mtlakoll'.
U cautelista Antonio Jo
deSou/.a Jnior, vendecr a surte de 5:000$,
.i vigsimos, em o u. 'ii, e avisa ios
possuidores di: dilos vigsimos a vil em re-
ceber sem o descont di s S por cenlo, lo-
eut >i'i: escrip-
ii. 21 Diimei-
O aulor ncsla obra musir os dillereutes methndos
de escripluracio ale agora conhecido, nao ao
Cummercio em geral. mas em especial ao commereio
a rclalho, e de una maneira clara, succinla e con-
forme a lei. Ogoarda-livrbs brasneire mesira e\-
teusamente a maneira cuino se escriplura a parti-
das no Diario e outro mais tivros, em partidas do-
bradas, mixta e singelas. lambem moslra o quanlo
te imprtante um lixrolltcoiilndoresle e om
vro importante que faz desapp.recer iiiimeusas dif-
licolilado que bao para que urna casa de rctalho te-
lilla escripliiracu regular. Alem disso lie um qua-
dro perfeilo em que o negociante observa em um
lance de Vista o movimenlo mcnsal de seu.commer-
eio. O aulor na,, poopou cxfuicos para no todo sa-
bir perfeila esla obra, ti meamo lem lonsa praliea
do commerciu do Brasil. O aulor do guarda-Ucros
brusih'iro em.ta com a valiosa proteccao nao s dos
lllms. Sr. iissiguaiile que ;a se dignaran! subscre
ver, mas lambem com o de lodos aquellas a quen. o
seu Iridiadlo se lome til. (I autor juina esla obra
de muilo proxeitn a nobre prolissao do i/narda-li-
i r is de <|n he humilde memoro. Esnera-se esla
obra por lodo o correte mea do Kio de Janeiro. Ke-
cebem-ae asslgnalaras nesta praca, rua da Cadeia
Velba do Recite, loja u. 22. Pi eco bv* pigos no en-
tregue da ohra. c osla sera distribuida pelos digais-
siinosSrs. a*sienantes. e nao se vender avalas.
Ilesapparecen no dia 17 do crreme, da casa
do adxog.olo Francisco Carlos Urando, na rua do
* | Collegio o. Ili. nina sua oscrava de mime Aun-., ca-
iii,lis ou menos, a
jual em si lo visla nesla cidade e nos arrabaldes :
rosa-00 a quem a eonhecer. que a faca prender e
condu/.ir a -asa do dilo seu senhor, c nos capitaes de
campo, e nutras pessoas que vivem de prender escra-
xos fgidos, promelle-se nina boa gratiliraciio. Os
lignael da referida oscrava sao o< seguinles: plida,
leudo aleuur.s mareas de bexiga no rusto, boa esta-
tura, recca do cor|io. falla um pouco gaga, e bem
vestida.
Precisa.se de urna ama de leite, preferinilo-se
Sr*. ireguezes, marralheiros de bilheles compra-
dos liados, queiram ir pagar suas ronlas na casa do
Desengao reliz, no alerro da Boa-Vista n. 36.
Precisa-se de 21HI? a juros por pouco lempo,
dndose um molequede la 13 anuos para eju-
rauea da mesma qiiaulu : da-se o dito moleque para
seivir a mesma pessoa, nu xier : no aterro da Boa-Vista n. 70.
Domingo, 27 flo correte, llavera mnibus pa-
ra Santa Amaro de Jnhoato, cusa i- o bilhele de
ida e vollii. e eslSo a venda ate as :! horas do dia 2ti,
no .'! iplorio da rua da Cadeia de Santo Anlonio
o. 13.
Maesa ailamanlina.
lie ger.ilmenle reconhecida a excellcncia desla
preparacao para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes_ s-o jai ilo dominio do publico.
Sebasliau Jos de Caivnra faz uso desla preciosa
maesa, para o lim indicado, e ;;s pessoas que quize-
rem honra-lo dispondo de seus servicos, podem pro-
cura-lo na Iraxessa do \ icario n. 1, loja de har-
beiro.
a i ee ee9i > um- wummi
I J. JAME, IIEXT1ST4, ti
9 contina a residir na rua Jova n. IU, prmei- |j>
H ro andar. (|
Precis-sc fallar com o ^r. Manuel Mele-
I'erreira tiuinarac, ou rom pessoa encarroada dos
(fompra.
Compra-se urna prela ou parda de 18 a 23 an-
uos de idade, que cuzinhe e eugoromc : na rua >ova
n. 17.
Compram-se Irascos de agua de Colonia va-
sios : no hacen Largo do Becifc, taberna n. li.
Compra-so ate urna duzia de radeiras e urna
mesa de meio de sala : na rua da Florentina n. Vi.
Compra-se una prela qoe eusaboe c rozinhe a
diario, cujo valor ale exceda de lOOs : quem qui/er
vender annuucie.
Compra-se a clironica da companhia
de Jess, ou o tratado daseousasdo Bra-
sil, pbrSimaode Vasconcellos: na livra-
ria da praca da Independencia ns. ti e 8.
.Compra-se hic e renda enireila da Ierra : na
rua do Cefleaje n. i, laja deJ. Falque.
Compram-se duas escraxas de 30 annos, qoe
i-jan de boa con inda e que lenham as habilidades
necessarias de urna c:ia. paga-se bem agradando
na rua das Crazes n. 2U.
Gnt&tti*.
fio..iilias
PARA 0 CORREN TE ANUO.
I-olliinlt.is de algibesra contendo o al-
lerreira iiuimaracs, ou rom p"ssoa encarregada dos; ._..".. ..
negocios do mesmo: em casa de Paln Nash & Com- i ,naaK administrativo, mercantil c m-
panhia, rua do Trapiche Novo n. 10.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
dustrialdesta provincia, UbeUa dosditvi-
los parochiaes, resumo dos ir.|iostos j; -
raes, prounciaes e mnnicipacs. extracto
'iT'
que '
B lod.
loda- ,,s eses que ,|ril_ j, w,He' ,,e 1(j ., poow
Iu,. publico por esle
Anda exislemalguns cxemplarociiquiidcrnados, .'lealjjumas posturas, proxidencias sobre
e acham-se a' xemla na loja de livrus dos senhores incendios, cnliuilo, mascaras, cemileno,
Ricardo de rrelias c\ C, esquina da rua do Collegio, .. i ji i
c em casa do aulor, paleo,lo Collegio,rasa amarella,
no primeiro andar.
No sobrado da rua do Pilar n. 82, precisa-se
alugar nina pessoa livre uu oscrava, qne saiba cozi-
nhar algoma cousa, para ser empregada ueste c
n'outros servicos ordinarios de una casa de pequea
familia, a excepcao de engommado, preferindn-se
desla ultima con neiio, cdo sexo masculino : paga-se
bom agradando.
Estelen para alugar na Pausasen! da Magda-
lona, anles da ponto, 2 sitios rniu casas de sobrado,
as quaes leudo commuiii' acan interna, tamhrm po-
ilem servir para urna so familia : a Iralar na rua da
Cruz n. 15.
Aluga-se una grande casa com soln. qunr-
los. cozfnha fura, estribara, casa para pretos, 2 co-
piares, portan ,|e madeira, bom quinlal plantado,
sendo im Capunga, canlo da rna dos lirones: os pre-
lendenles podem dirigir-so a roa do (jaeimadu u. 7.
a de feriados, tcsiirco dos rendi-
ineutos e evporlarao da provincia, por
500 rs. cada urna; ditas de porta a IliO;
ditas ecclesiasticasou de padre, com a re
sadeS. Tito a iOOres: na iivraria n. i
e S, da praca da Independencia.
No escriptorio de Dominios AKc*
Matbens, lia para venle por cowtswdoe
precos, os arli'osscjuiiiies :
Ricos e elefantes pianos.
Bezerros enera\ados.
Ditos envernixados.
Flor de Tilia.
Piassava ";:i molln
I'reclsa-se de um otlicial ,!i
i macia ou pra-
uTiedat dn Kaaaj,
que vendo diaria-
crpooi.
rain lia de ludalerra
O.lc
SS,I. os
lilis
a qualquer chegada do malto : a Iralar na rua larga i 'icaiile, com bstanlo praties : lia praca da Iloa-
| rio Rosario n. 35. toja de mindezas.
Aluga-se o primeiro amlar do sobrado n. :I5 da
rua lama do Bosario : a Iralar na loja por baixu do
iiiesmo sobrado.
Ipkcrman, os lussos
^luiv^ itJii>eci3ai3
Os senhores que lixer.ui comprado na linaria
ns. II e K da praca da Independencia folbinhasde l-
gibeira de 20 rs. e quizerum Ir irar pelas ite : \) i-.,
pagando a dillerenea. podem ta/c-lo, ostaado aquel-
las ein perfeilo estado.
O Sr. Joaipuin Octaviano da Silva
queira dirigir-sc a esta t\ pograpliia ;i ne-
gocio seu.
.1.
iiecomiuclid
urcos.
icios
!
los alhiiilii
ni.
\ isla, blica nana n. 22
Precisa-se !
ga-sc bem ; i. iral
hua i
lloilrirtiCS
Precisa-s
ve de varela.
pessoa : na rua de
lente a'/.III.
Pede-seaor Verissimo Antonio da
no i Cruz, Soares, de dirigii'-se ao arnia/.em
de madeiras da rua do Sol, n. 2."i, i tie-
ROCO- inania da iloedi n. 27.
oiie;:io
un],i uvadeira rnie la-
ed eonhecimentos re sua .'i" '!':'' s;irii lisia gei
llortas ii. ti:>, casa de """o. na rna do C
i ro .un1 ii .
Precisa-se de
ponen iinilin :
primeiro aiidui
mascaras
>,is imites de .i c .i de li^crciro, na casal
cm ipiu loi o Itccrcio Mililar, piara da!
l'n.i-'\ isla n. ni.
I-..!,, i-i^.i he a mais apropriada pwa dixerliuientos
desle genero por ler alem de lie, eirellenles -das
para baile, lo.las as comiiiodidadea exigidas para us
sumpluosos e magnficos divertiineulos, que devem
ler lugar nos dias cima referido.. A- s horas da
noii- lodas as ..das e de mais aposentos e*larao brj
Ibanlemeiilo adornado e illnminados, llavero boa
nn-.ii-,i. e a nellior ordem, visto nne os directores
una ama perita roxiubeira, pa-,'|,. ,,. ,P irnar
ar na rna ,! i Caricia do Itecilr, | motivo por .pie s.
iUI.\hSK0. \IWafSE
mis ii'
.ra u li.
r-lii.iim>
masnur :
i.' veluiuiei
na n'.t Iu
esUdo
i. iu.
\ nulot i Ubcraa -:a no
muilo IVi*i:ur**'ida i.r.i i i ti ;.
mcnli1 Ifl? n -J1"*, o nu >t aliaiir.* an mnipraiclur, e a
Can i-ron- snin8CM h.h |*r muilo-rom-
modo

tlil.uil mulo dimiiKil'i, r o
por | i se vfiiilt* st thr4 .. c quem a i>rcli>iiitrr. i.iri|a-si> a rua da >on/.ala Nova
n. -(*. ou .i nir-m.i I ilicriia, qtae rliar mni qurm
Iralar.
Vendem-M ilt> mria raltellrn^ *lc thm :
iit um doO'ieimadn. ir;: u. Is.
*urto tic 5 eavallos.
N.i iioiu* !' I \ mi a aiuanlicccr do da
">, Lurlaram do sitio lo lasso, na cruz tic i ^-ksk ..
Almas, ,l pon.e de Lcliu, tres cimillos. ^"CrtOS 6dtSi:obtTlOS,pe-
RELOGIOS
los
aleados,
" ra rules, v ou-
ro, patento ingles.
' um disimilo oiiit ijii.ili ,
: cora ditas esponjasen! cima das mos, sen-
do a da mfio direita mais |ieiineii on-
, ,. !, \ i-iiilein,- no esrnplnrui de Nmlliall >le!lnr .\
tro rtisso canluo, com as orellias muito Companhia, ,,.., o i.-,, d.. KeeiUa ., o.
tcal>ajiidas, lem marcasile puchar carro "sais superiore relosim rtTiiii a diaiaaoiiaa. |-
itosesi.rnal d,: (t-r lido mna esfo- T"'""u "' '"'^ Z" 'H'e,"e i'""1"', T
'-' Liverpool, viodo pelo
-los melhores f; lineantes de
i1 sijjna
..ion ni,.mo dos ilivertimentos que lociam lugar I Imlura no meio do .uili un : e Oillro I nltimo paquete mu
na roa da l'raia pela l'asroa. Aentradas silo : pa- melado, com dinas e raio I
urna ,i,ii;] para
na rua de A pollo
. i de
ra bonica) !>, e para senhora l?>.
rrciM-a-se de una ama pata
i K
Una e;,,i de f,iiiil;.i : na ru.i >,i-,,i. s
ii. l --, |(efundo andar.
I'recisa-so de urna ama que s,i
-,- deuinjiera cozinheiro, pau i-c bem: i engoinmar para urna pessoa : un alern
I la u. 70, se dir quem precisa.
hranco, com
todo o servico de \ mareaOocl'o;;.! n.i pa' direita: i
' Superior Wrinha de man-
il.ia.lo n.2l,' -i-s a:- aiitoi idades polieiaes e mais pes-
soas rnie os virein, os (iiieiram anrirelieii-
i ci /inhai e
da lloa-Vis-|
'i'
!-
. ,. ., ; i
I com enerosidade.J. J.
:.i ;;i;..i ic .ra
l'asso Jnior.
(I loca
A bordo.!,. 'ii,.,-
muir, npcrioi !'..ru !
poi prero comm i,> : para Ira
Domingos Af>e> Malheut.
l/ro lia par i \. n !, i
"i n lioca ,'.. Millo o..
., no e- ripiarla ir
II
1% I


SIMIO 01 PEMIMUCU QUINTA FEtRft 24 DE JANEIRO ME 1856
AO BARATO!
Na rua do Crespo, loja n, i, > leu; >: |>ol lodo
o prec/j fazenda* de primeira qualidade, pora icaba
11.10 se olh.1 i preeo.
Publicoslo Iliteraria.
.\cha--e .1 veod* ua imana clstica "I" pateo
lar, apou-
(dinvulus jurdico* ohrc as |rocurajO eilrajoili
naes coiu a recopilbalo ua- iris, regulamtntoa o oi-
deus lio co\oriio acerca das ine-.ui.is procurar/do* .
ludo convenientemente anublado e Mgliido 'le un
ndice geral alplialielico bstanlo illotlrador da ma-
teria pelo bacharel formado Jos Mara da I rinda-
de. Ksla obra lie de grande ulilidade para as |ies-
>o.'.s i|iie Iralam de negocios a.lmiiinlr.itivus, e de
particular interese.,- pura toilo* oooiupregados pbli-
cos, principalmente para os de fazenda.
Vcnde-se una Nauta de abano eoui os boeaes
forrados de mlal. caita le maotira envernisada,
cono nina ch-.ve, por preeo cominoilo : ua luja la
Boa Fama n. .'1:1.
Vende-se por preeo coiDmodo un piano do ja-
caranda, un loncador coni scus vidros le cheiro pm-
prio para noira, e mu boreo usado : em casa Unimaraes so dir qiietn vende.
Vendse una nciira que sabe co/inliar. lavar,
engommar, etc. : na ra dos Uartyrios, casa n. 22.
Ven.le-sc superior doce dogoiaba, arara c ba-
nana, por preeo coir.inodo : na na do l.ivrinenlo,
padaria de Francisco df Prado n. 32.
Vende-se urna Brande porra de travos d
boas qualidade* de 30, 10 e.50 palmos de comprido,
travs de louro e ench.iineis, e una canoa de 35 pal-
mos, muilo saa, ludo por preeo eoinmodo : quem
quizer procure a Antonio Leal de Barros, ra do
Vicario n. 17.
l'm terreno com meia lei;oa de malla virgem.na
ribeira de Saulo Antonio Grande na proviucia das
Alasoas, pr.-prio para urna blenda de calcou ense-
nlio de assuear, e pode ser d'auua por ler muila
abiiudaucia, e la copeiro : us pretendemos fallero
eom Autouio Leal de Barros, na ra do Vigario
n. 17.
Aos musculados.
Vende se linda fazemla de cores, matizada de
frailado : Da ra do Oueima.lo, loja de miudezas
n. 25.
Ka laja das seis
portas.
Em frente do Livramenlu.
(.hitas escuras de boin panno c tinta sesura a meia
pataca, camizinhas de cambraia para senhora a sello,
manguito* de caiohraia bordados .i qoalro patacas o
par, vesti.linhos de seda para meninas seis anuos a seis mil reis cala um, chales le seda a
oito mil reis, ditos de cambraia eseda a qualro mil
reis, ditos escures para casa a du.ns patacas, lencos
com bien para mao a iloze vintn.. ditos pintados
Pitra meninos a qualro viulens, e nutras niuilas fa-
zendas por preeo que faz conla Iroca-laspor sedulas.
. Vemlcin-sc charutos superiores, cut-
ii 100, u sOOO: narnu do Cres-
po, loja de ijit.iito pottas n. ">, prximo
ao ateo df Sanio Antonio.
!> corle de calca
5,000 rs.
I'u casemira preta : na na do (Jueunado n. ,l;l A.
\ pcclimcha
1,600 rs.
No escriptorio de Brender a Hi.ui-
'ftss'vC., na na do Trapichen, 10, ven-
UC-aC :
Lona superior, a i mi la eo da da Rus>
sia.
Salitre ret nado de Londres.
Papel para eserever ile todas as tptali-
dades.
Papel de coro para cliapoleii'os.
Alvaiadede /neo muilo Uno,
Pregoi dearame.
Tapetes finos.
lio americanoauiiei ior.
ECONOMA.
\ i- n dora- se caigas com alelra cun J> libras
propria para silpa, por diminnlo preeo : no r*v* da
albudeca n. T, arma/.cn de Jo-e Joaquiui l'ereira
de Mello.
Vende-se panno de algodao da fa-
brica de lodosos Santos da Babia, milito
encornado, de primeira ijualidade e man
larjo (pie o eoinir.iim, muilo proprto
para suecos de assticar e roupa de pec-
ios : em casa de lama JiiiiiorvN C, ou na
roa de Apollo, arma/.em n. I i ; assim
como Improprio parapaviosdevella*.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos preeo do que em nutra parte : na roa da C.a-
deia do Kccife, loja n. SO, defronte da ru.i da Madre
de Dos.
Cal de Lisboa barata.
ROLA'O FRANCEZ.
He nov.imeinle e liega du esta aprecie
vel pitada no ultimo navio Iran e/.,cesta
a venda por barato preeo: na ra
Crin n. <, primeira andar.
Vendem-se espingardas d< -.
nos. Irauce/.as, milito proprias pata caca demiudezasda Boa Pama n. 33.
Meias pretas pa-
ra padres.
d
Ven lem-sc superiores maia. de laia para padres,
pelo baralfsiimo pre;o de 19800 o par, dilas de al-
" i sodao pulas a (>iO o par : na rua do Queimadu, loja
ltimamente
barato pieco
tneiro andar.
i ii
o'
das d<
na rita ta
vento
ara regar borlase baila,
nafundicadc IJ. W. Bowman : naroa
doBrum ns.li.iSe 10.
Para quem,
e luto.
r.' Kiscado ll*1-** -.o a meia palaca o corado, boa
"jjJaa^rrela" ilu. lustoes, metnn pelo, alpaca de
Todos os prejos, meias pretas de al^odilo linas a pa-
laca : oa loja das seis portas em frenle do l.ivra-
menlo.
Vendem-se alguns escravos, entre elles urna
parda de > annos de idade, de bonita figura, boa
engommadeira, sabe arraujar urna sala, co-e e nao
lera vicio iiem molestia de qualidade alcuma o que
seafianra ; una prcla crioula, de 80 unos, bonita
figura, boa coziuheira, lava desabao r barrilla; urna
crioulinlia de 7 auno e meio, niuit i bonita, e muilo
propria para qualquer urna menina ; ludo '0 vende
barato por sen dono se relirar com sua lamilla para
Europa, e bein assim vende-se Inda a mobilia da
casa, de Jacaranda e oulra de amsrello : para ver e
ajustar.n rua do Hospicio u. I, sitio d senhora
viuva Cunba.
Vende-se um terreno na rn.t da Concordia na
esquina qoe taz treme para a cadeia nova, com :t
palmos do frente ;quem o pretender, dirija-se a rua
do Kaugel n. tai, sobrado.
. Vende-se a taberna do depilante, no Hospi-
cio : os preteudeutes podem dirisir-se ao armazem
da Vicente terreira da Cosa, na rua da Madre de
Dos.
Vende-se urna porfo de tabeas e un excel-
lente balean, ludo pe (encent nina armacao que
se desmanchou : ua rua Nova n. 8.
NICO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeira e incompuravcl
agua dentifricedoDr. Pierre, muitoeHi-
pa/, na coi"tt*rvi;iio dos dentis e bom ha-
Itloda bocea : na botica dos Sis. J. Soum
<\ C, nico deposito que existe nesta ci-
dade e provincia de Pernambuco.
Vende-ce urna carioca com scuscom-
petentes arreios, para um cavallo, ludo
cin muilo bom estado e por barato pre-
eo: na rua da Cruz n. 2G. prmeiroan-
dar.
(.iiiliim.i-c n vfiiiT pelo b.irato prern delMilK. u
Corle de c..-s^ rliila de bous uo-lo*, com 7 vara* : ua
roa li Qtteimiido n. :UA.
Vende-sc una pequea rasa na travessa do
I'ascoal o. I,eiii Pura dr> Portal: quem a pretender,
dirija-se ao armazem de assucara na ru.i la Cruz
u. is.
Obras de our
As oais escolbidas.
Otabaiiu aaftignados* com loja de ourlvea na rua
do Cabog n. II, runfime ao paleo da maira e roa
Nova, faxeo! publico, i|uc eslfto recebentlu conljnua-
datneiite muilo ricas obras de ourodos uielliores sos-
los, taulo paia leohoras como para liomens e meui-
as, os proco* coniinuam ;: -mu baratos, e passa-se
conlascom respuusabilidade. especificando a quali-
dade do ouru de l ou IS quilates, licando assim su-
jeitos os meamos por qualquer duvida.
Serapliiru (^ lrmao.
>a nova leja da rua larca do Rosario n. :r,
ha bonito sortimenlo de miodetas e qiuuquilliariHS
pelos precus inais em cunta, como seja loucas de
l.i.t/iiili i de lindas core^ e moldes mu propnos de
meninas e senhoras c afumas que podem ser apli-
cadas para u- bnuquedos de mascaradus, cujo sort- i Uf,"ir; W* ,pnha. ,i"^,, de barolh.o por :t
menlo l'oi ehegado pelo olllmo navio, balaios gran-1 da t-ade,;l do Recite n. jO.
des e menores aRU|b,scuiU* ecompndassoa.dasj _Na rua do C D |2f loja de
hnha* tle iiovellos. carnleis e de meaila e marcH de n c i- i i
Df. l a Incordeles franceses em carta e de ou- C'ai"|,os cN Lima, vcndcin-sc cobertores
tras qualnl.ules, palito- de denles ordinarios a SOrs. : (Jo \,\;i pClIRTlOS (' JTrail(lrS.
o maco, papel almajo, pe/o e de coies trancas de
la de corea 6 branca e preta, Irancelto* de borra-
va c tiiin- de retro/, tovas de pellica a H'mI o par,
GOflUs atoes encarnadas, pretas e domadas,aljofares
uour.ios e de oulras cores, briucos pralos, doiirados
e cores, rocelasdouradas linas tle novos padroes, lu-
vas preasde ittrral s StM) rs., atacadores prelos para
borsecuins, solas de peroles para pescoco, aljofares
ou brincos de aljofares, alfioeles pre Callas de rap de metal principe e uulras qualidades
aguIhaS em caisinhas, me lid* de marroejaim para
alfaisle a l0, chave* de. os, sospeiisorlos tle
escrolos, rosarios mi*s*rosoi por \ia da pesie ; um
bonito sorlimenltt ~,e bicos e rendas, ocnllos para
aenle vellia e. pobre, papel,i^ulbas do chapese far-
da, eorl6> os e groases para vestidos, fitas de h-
nti" es linos de calcas e ditos de ea-
i oulras qualidades,frascos de lin-
prelaa rioas peuuas de aco,canelHS finas e ordina-
rias e Lipis finos e crees piulados, grampai para
cabellos, peules de atar cabellos lincindo larlaroga.
Vendem-se camas de ferro de superior quali-
dade, e por prcrns commodos ; em casa de James
CrablreeOt Coiupsfnbia, rua da Cruz n. \2.
Vendem-se no Irapnlie l'elourinho saccas de
farinha de alqueire, medida vellia, a Niti' i.
LVMIJOLAS PVIiV I50UUVK
\eudem-se lantijidasdour.ida-e praliadas preplias
pora bordar vestuarios para o baile masqut> : na rua
do Quemado n. O
Franca, e por Moinhos de
rus n, 20, pri-laombombasderepaio
deeapim
i "lo
Vendem-se Irascos eoirl rolbas de
vidro, propnos para conserval toda a
ciualidade de rape, c por baratissimo
pceo: na rua da, Cruz. n. Hi, primeiro
Pipas vastas.
\ ende- piin.au de pipas vacias proprlaspara en-
clipr de agurdenle, a prei;u de 178 cada nina a
' Ir.ilar un cscriiilorio de Manoel Alves Gutrra,
rua do Trapiche ti. O.
Vendc-se um rico palito de veludo prelo, ludo
ForradudeMda, propriu para o- piotima> ma-cara-
.las : na rua do (.Ineiniadu n. :IK.
I.KA.MIK SOIUIMEMO.
jgOOO.
Palilus de aluaka prMa a
I kilos ile lirim de 'ore a
Hilo* ile panno prelo a .
..SU
:i-">uu
IIWIOII
Para fechar conlaa vendeni-ie liarris cun cal de
Lisboa, palo diminuto preeo de lljOO, asim como
lia urna por^ao da dita cal sulta, uplima para caiar
pelu sen hrillianlinino e durac,ao, e onchc-se nina
na rua
/teloirios
inglezes ele pl-
lente,
os melhorpi fabricados em Inglaterra: cin casada
llenrv tjihson, rua da Cadeia do llecife u. 'r2.
andar.
Vende-se milito superior cham-
pagne emcaixas. o mellior cine tcm ap-
ila retado no mercado i' por com minio pre-
eo, licor de Kirsch tainbem em caixas e
muilo em conta : na roa da Cruz n. 2(,
primeiro andar.
i'ratos ticos patentes
para conservar a comida
quelite: vendem-se na pra-
ga do Gorpo8anto, arma- Vende-
zem n.48,de ioatron Ho-
ker ^C.
(]amisas demeia
de pura la.
Vendem-sa aapcrlom eamisaade meia de l.ia. pe-
lo Inralo prec,0de 3$: na rua do Ijueiniadu, loja
de iuiude/.H da lloa lama n. 33.
Taixas
Na fundicao'
Bowmann, na
do o cliafariz
Tinta preparada em oleo.
Na rua do Trapiche Novo n. 18, em casa de E. II.
Wjall, vendc-se encllenle lint.i branca, preparada
em Oleo, em lalas de & libras.
Eixos arreios para
carros.
Vendem-se superiores ei*os c arreios para carros :
na rua do Trapiche Novo ti. 18, casa de K. II.
Wyall.
Candelabros e lustros.
Acha-se venda em casa de E. II. Wyall. na rua
do Trapiche Novo n. 18, um completosorlimcuto de
candelabros c lustros bromeados de :i a8 luzes.
Vinho Xerez e Porto.
Vendc-se \inhn V-erc/e Porto em barr'de quar-
lo : em casa de E. II. Wyall, rua do trapiche No-
vo n. 18.
Na rua da Goia n. li, secundo ailar, ven-
dem-se U.IMHI saccas de millio de alqueire. 35 pipas
c... araiio rie nurapal., ."O ditas roLnli-lo* par.
agurdenle, e 30 toneletes pava cunos de alambique:
a contratar eom Joaquina lioncalvo Albaqaeeaae
Silva.
Madapolao lino
a 5,000 rs. a peca.
Na na do (lueimailo, loja n. 17, vende-sc mada-
polao lino com loque deavaria de agua doce a :g<)U0
cada peca. .
para engenhos.
de ierro de D. W
rua do Bruin, passan-
, continua haver um
completo soi'tiii'ento de taixas de ferio
fundido e batido de. a 8 palmos de
bocea, asquaes acbam-sc a venda, por
uceo commodo c com promptidao' :
ernbaream-se ou carrejam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Relogios de ouro
inglezes de pa-
tente, de sabo-
neleedevi dro,
eheasdoa pelo oltiino paquete, vendem-se por preeo
raioavel ; em casa de Augusta C. de Abreu, na rua
ila Caileia do Kecifeu. 18, primeiro andar.
lahoado de pinbo da Suecia, alcalrao e pUe.
Me. i. iiinmii i; Companliia, tendo recabido um
carreaamento dcstes seeros polo hiiitue sueco I).
Thereza, de Ijolhemboura, vndenlo os mesmosa
relalho por precos baratos: otahoadn acha se reco-
lliiilo no armazem dos Srs. Carvalho i\ limo, rua
do Brum.
Cousas finase de
bons gostos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos lequcs com pluma, bolota.e
eapallio a ?. luvasdc pellica de Jouvin o melhor
que pude haver a IJMO o par, ditas de seda anta-
reliase brancaa para hornero e senhora a I?"i80, di-
las de lorcal pretjute con bordados de cores a 800
rs. e IK200, ditas deBO de Escocia brancas e de to-
das as cures para homeai e senhora a .MHI rs., dilas
para meninos c meninas muilo boa fazenda a 320,
Icnciiibos de retroz de todas a- cures a lo. I"ucas de
Uta para senhora a BtO, peine de tartaruga para
alar cabello,fazenda muilo superior a >5, dilosde
alisar tainlieiu de larlaruca a .'lo. dilus de verdadei-
ro hualo para atar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a t>280. ditos de alisar de hualo, 'fazen-
da muiln superior a .!J*' e ai;b rs., linda meias de
seda piada para criancaa de t a :l anuo a 11800
O pr.r, dilas de lio de Escocia tamhem de honilas
cores para criancas de 1 a 10 anuos a IJO o par, s-
pellios para pareile com excellenlcs vidros a 500,
700. Ie 15200. loucadores com ps a 19500, lilas
de velludo ile ludas as cores a 100 e i a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e finiswimds a 500
rs., dilas liiussima enm cabo de marfim a l>, tran-
cas de seda de todas as cores c largaras 330, iOO e
500 rs. avara, sapalinlios de ll para chancas de
bonitos padrees a i e :t0. aderecos prelos para
lulo com brincos e allinetes a 1?, loucas prelas de
seda para chancas a 15, travessas das que SO usaui
para setirarcabcllo a 15, pislolinhas de metal para
criancas .1 200 rs., aalheleiras para azeile e vinagre
a 2-500, bandejas muilo linas e de lodos 05 taroa-
nbus de 1?, S. .'lo c tS, meias brancas linas para
senhora a Jn e IIJO u par, ditas prelas muilo boas
a iOOrs., ricas caixas para rape com riquissimas es-
tampas a :l> e 2>500, mci.is de seda de cores para
linincm a liO, cbaroteiras mnito linas a 29, stoes
para bengalas a O r., pastas para guardar papis
a 800 rs.. oculos de -m m r.in de ac pra loados e dou-
radosa 640, 19e 1j200, felas i-om aro de bfalo
e tartaroea a llll ts. e IS, superiores e ricas benga-
Cortes de. cassa paiaqnem cpier dar fes-
tas por pouco dinltetro,
Vendem-se corles de cassa chita de bom costo a
3, dilos de padroi". francezes a 30O, cassas rinas
para aleviar lulo, dilas pretas de^padres miudos a
2? o corte, alpaca de seda de quadros de lodas as co-
res a 7:20 o eovado, lencos de bico tanto pintado*
como bordado*a 3S0eada um,
1 1 boniem a 1> e lBlK) ; te
dem-se na rua do Crespo 11. ti.
;-se cal em pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no tnico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. i. T. Basto &
Companbia.
Vende-e na roa do (Jueimadi. n. :N, em frente do i metilos
y becco da la>nsregac^ao.
RUA DO QUEIMADO S. 38.
Iticas chitas tiance/a-.io bonitas core- pelu barato
proco de :i.tt r. o eovmlo, d xaiido o penhor.
L1QIIDACAO'.
I O arrematante da loja.iie mmdezas da rua dos
guarleisu. i:, querenilo acabar a miudezas que
i existen), vende barato aiim de liquidar sem peda
de lempo.
' Franja com bolotas para cortinados, per,*
Papel paulado, resma, de peo
i I lito de peso, re-ma
l.aa de coie* para bordar, libra
l'enlesde hualo para alisar, dnsia
1 Fivelas douradas para calca, una
: Ijroza de brelas muilo linas
( Lencos ile seda tinos, ricos padroes
Caixa de linhas de marca
.Meias paia senhora por
C. STABH S C.
espeitosamenle annuncian qoe no cu eilens es
abelecimeulu ero S-mlo Amaro.conlinuam ,1 rabrtca
Ui com a maior perfeicao e promptidao, toda a qoanla-,
de de inachinisniu para o uso da asricultara, na-
vegacao e manufactura; c que para manir rurnmod
de seus numerosos fresuezes e do publico em geral.
leem aberto em um dos graudes rmateos do Sr.
Mu-quita na rua do Broto, alrai do arsenal de ma
riada
UEPOSIIO lE MACHINAS
cunslruidas no dito seu e>lal>k'finienlo.
All ai-liaran .1. i-umpiadon um cmplelo ***>
ment de moeiidasde caima, coro Iwlos o melhuca-
alguns delles mu u- c 11;...... de que a
experiencia de lnuil.is auno- lem inoslra I.. a neces-
sidade. .Machinas de de baixa e alia pn.-..,
taixas de lodo lam.iulio. loado halida- como tundi-
da-, carros de mito e dilos para condunr t.tni- do
assuear, machinas para moer mandioca, pien-a- pa-
rclito, fornos de ferro balido para familia, a-ailn- ite
Ierro da mais approvsda consirucrao, lundo- para
alambiques, envos e porta, para lornaltias. e ama
infinidad* de obras de ferro, que sena enladsyibn
enumerar. No niesmo deposito existe una pcv-oa
SOOO iiitelliente e habilitada para recelier todas as en-
ityKK) cummen las. ele, etc., que os a ominen ule- cotilan-
J57IKI do com a capacidadede suas otlicinas e marlunismo,
T-^ani e pericia de seus olliciaes, se cninfiromidlem a fater
'Jiiini executar. com a maior presteza, iierfeiro, e ciarla
100 conformidad!' com o> modelos011 deseuhns.e imlruc-
que Ibes forein fornecidas.
111, sravalas de seda pa- ; penles ,,e lllrUru.a uilra seaorar b
d.seslas fazeudas ven Mirozas de -anclas finas para pennas
ligUOn
'^{o SYSTEMA
M
MEDICO DE H0LL0WA1
para penin.
tilas de botes linos para casaca
Meias pretas para senhoia, duzia
Ditas dilas para homem
Lacre enramado muilo fino, libra
Papel le cores, maco de "211 quadernos
lluzia de rolxeles
Espelhns de lodos os nmeros, du/.ia
Linhas de novellos grandes para bordar
Iticas filas escocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem costura para homem
Ditas de seda n. 2, peca
Trancas de seda branca, rara
Caixas de raiz, duzia
Pecas de fitas de col
l.apis linos, groza
('."lilao para vestido, libra
Toncas de blonile para menino
istmo i
atm 1
:2300o 1
3*400
?800
IjMKI
600
7d0
s.'ioo
11600
900
39300
:()
ion
l.-lil!
.100
2;'.oo
i-;J(ki
ItttOO
laOOO
carao os compradores salisleilos.
FABINHA DE MANDIOCA.
MODA-
POTASSA GAL YIRGEI
No antigo e ja' bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
11. 12, lia para vender mnito superior
potassa da ftussia, dita do Rio de Janeiro
e cal virsem de Lisboa em pedra, tudo
piceos milito lavoraveis, com os quaes Q-1 Chiquito de merino bordados para menino
... .1_____...:..r..:.__ 1 e onlros minios arliaos que se lornam recommemla-
1 ei por suas boas qualidades e que nito se duvidara
' ar um pooquinho mais barato a aquello senhor lo-
aila, que qoeira a dinheiro comprar mais barato
vende-se superior tarinha de mandioca do qoe se compra em primeira miio.
em laceas que tena um alqueire, medida
vellia por ."sOOO reis : nos arma/.etis ns.
o, 5 e ~, e no armzem dernte da porta da
alandega, ou a tratar no escriptorio de
Novacs iV: Companbia na rua do Trapiche
n. oi, primeiro andar.
A38500
Vendc-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Rossi* erdadsira : na praca do
Qorpo Santo n. 11.
Vende-se ac em cuubetts de um quintal, por
preeo muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont ^ 1'.milpaiiln.i, prae,a do Corpo Saulo n. II.
VINHO XEKEZ.
Vende se periot -.inho de \ercz em barrisdo
||t,emeaea Je E. t?. Wyall; rua do Traiche
n. t8.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua d a
Scnzala nova n. 42.
Ncstc estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de |tnoen-
das c metas moendas para engenho, ma-
linhas a -J3. c a .500 rs. mais ordinarias, chicles pa- cnnas Je vapor, e tai'xas de Ierro batido
ra cavallo pequenos e crandes. fazenda mullo supe-1 1.1 ,
Algodao monstro
a 900 rs. a vara.
Vende-se o verdadeiro alsodilo monstro, com)
palmos de la^uia, pelo baial-sinio pieco de '.luu
rs. a vara : na rua do Crespo 11. 5.
(garlas france-
sas.
Vendent-se superiores Carlas fiancezas para vol-
larete a 300 rs. o baralho : na rua do (jueima
luja de inimlezas da Boa lama 11. 33.
upe-
rior a tiiO, 800,1.5,1*300, 19300 e -J?. atacadores de
cornalina para casaca 320, peo'ea muilo finos para
suissa a 500, escovas finas pora cabello a (10, dilas
para casaca a l>0, capachos pintados para sala a
"ilO, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a 160, -JtH)eiO o par. camisas de meia
muilo linas a 15 e 1-3200, luvas brancas encorpadas
proprias para montana a 240 o par. meias de cores
para senhora mnito forles a 20 o par, ricas abotoa-
durasde madreperola e de oulras muilas qualidades
e soslos para cnlletes e palito- a 300 rs., fivelas dou-
radas para calcas a odeles a lO, ricas filas finas
lavradas e de lodas as largura, bicos Doinime* de
bonitos padroes e todas as largaras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, tesouri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
\lfndo todo 1 lo..|.!r>- :iiuilic>iir:is COUSa& milito
e coado, de lodosos tamaubos, para
dito.
I..YBYKINTHOS.
Na rua ila Cruz n. ;! primeiro andar, continua
a haver sortimenlo de boas obras de labxrintho a'
venda.
Vendc-se um cabriolel em lium uso ; a trata
na rua do Collogio n. 21, primeiro andar.
Vendem-se em casa de S. P. Johns
ton Sellins inglezes.
Helogios patente inglez.
Cbicotes de carro e de montara.
Candieirose castieaes bronceados,
le/.as.
Challv do melhor ^osto possivel, iheaado ltima-
mente de Franca, para vestido de senhora e meni-
I na, (ieln preeo de \s cada covado: nos qnatro can-
1 tos, rua 1I0 (luoimndo, loja do sobrado amarello
1 n 20.
I Vende-se excedente taimado de pinho, recen-
temente chesado da America: na rui de Apollo
trapiche do Ferreira. a enlender-se com o admi-
nistrador do mesmo. ,
CHAROPE
1)0
BOSQUE
0 uiiicoilepositocoiitinia a ser na botica de Bar-
(hnlomeii Francisco de Suuza, na rua largado Rosa-
rio 11. 3(; arralas grandes jgOO e pequeas33OOO
IMPRTAME PARA (\ PLBLICO
Para cura le phtbiea em todos osseusitiflcrente4
graos, quer motivada por conslipacoes, losse, eslb-
ma. pleuhz. escarros de laogue, dr de costados e
peilo, palpitarlo no coracilo. coqueluebe, bronchite
dir nacariianta.e todas as molesliasdosorgo pul-
monares.
VARAMIAS E GRADES.
l.m lindo e variado sortimento de modellos para
>aramias e gradarlas de goslo modernissimo : na
fundicao da Aurora, em sauto Amaro, e 110 deposi-
to da inesma. na ruado Itruni.
Reloo'ios.
PILt'LAS HOLLOWAY
Esle iiie-limavelespecifico, composto inlciramen-
le de bervas medteinaes, nao conten merroro. nem
alguma oulra substancia deleclerra. bVnicno a mail
teura infancia, e a compleicao mais delicada, ha
isualmeute prompto e aenuro pata desarraigar o mao
na compleicao mais robusta ; he inteiramenle inno-
cente em suas operuc,oes e ellelos : pois lu-ra e ee-
inuxe .1- desaaejM de qualquer es|iecie e uro, por
mai- animas c tenaces que sejani.
Entre mi I liare- de pessoas curadas ron esle re-
medio, muitas que ja eslavam as porta da morle,
preservando em seo uso, coiiseiiuiram recobrar a
saude e torra-, depois de haver tentado intilmente
todos os oulros remedios.
As mais afilela- nao devem entregar-s* a ile-e-pe-
racao ; facam um rumpelenle ensaio dos efbeates
efleilosdesla assombrosa mediciua, e prestes reco-
peraraoo heueficio da saude.
au se perca lempo em tomar esse reme dm pat
qualquer dassecuiulesenfcrmidades :
venden le sepile pilcos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas mal d .
Asi lima.
Clicas.
Convuls(,es.
Debilidade uu extenua-
^o.
Debilidade ou fallo de
Torcas para qualquer
coosa.
Desiuleria.
Dor de nrgaata.
de barriga.
u nos rins.
Dureza no venlrc.
Enfermidadesno ligado,
u venreas.
Enxaqueca.
Erxsipela.
Felires biliosas.
inlermillenles.
iebre toda opec'ie.
lila.
Iteniorrhoidas.
Ilvdropisia.
Ictericia.
Indigcslues.
Iiill.iirimaiiifs.
Irregolandad* danicu-
Iruai.ao.
I.onibrigas de todae-|>c-
cie.
Mal-de-pedra.
flanchas na culi-.
bslruecao de ventre.
I'lili-ii a 11 1 01,-u 1111 .
pulmonar.
Helenio d'ouriaa.
Hlirumati-mn.
S>Diplomas secandarios.
temores.
Tico doloroso.
I leers.
Veneren mal.
33.
proprias para a fesla. e que ludo se vende por pre- 1
50 que faz admirar, como todos os fregnexea j sa- j on a8ln-
bem: na rua do (.inclinado, nos qnatro cantos, na FO de Sapatcil'O.
5cida loja de miudezas da Boa Fama j Vaquetas de lustre para carro.
Barris degraxa n. 97.
i Vinlio Clierrv em barris.
Vende-se o excedente romance Instori-1 Camas de ferro,
eo Leonor d'Amboise, diiqueza de Breta-,
'-!nlia,2 voli.mesporl.sOO.)rs.,nalivraria' COGNACVEBDADEIRq.
"< 1 .. Q 1 1 j 1 vende-se u verdadeiro cosnar, tanto em sarraf
n. ti e M (la praca Ua lllltepenilencia. .orno em aarraloe: na rua da Cruz n. 10.
LEONOR D'AMBOISE.
Vendem-se re'ocios de ouro patente inglez: no
escriptorio do asente Oliveira, rua da Cadeia do Ke-
cife u. (2. primeiro andar.
AOS SEXHOKES DE ENGENHO.
Avisa-seaos genitores de engcnbo que
para facilitar o uso do arcano do Dr.
Vendem-se estas pilota!, no eslaheiecimealo cera
de Londres, n. 211. Slrani, na loja de lodos os
boticarios, droeuislas e oulras pessoas enearrecadas
de sua venda em toda a America do Sul, llavera e
llespanba.
Veude-se asbocrlinhas a SU r. Cada urna della
cuntem nina in.lruri;,iii em portnsuez para explicar
o modo de se usar destas pillas.
O deposito aeral he em casa do Sr. Soum ph.u-
tnaceulico, na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
buco.
PIANOS.
Vendem-se em casa de llenrv Bruun|t\
C rua da Cruz n. 10, ptimos pianos
cliegados no ultimo navio da Europa.
t>*cra*?05 fttgital.
Na manhaa do da 20 do rorrenle fasiram do
engenho Auoa-fria da frecuezia de S. I.oarenr* da
Malla, dous earravns, -emlo um de neme Antonio.
de naci Cacanse, de altura onliiiaria. pernas finas,
olhos fumacenlos, talla dcscancada e representa ler
:U) anuo- poueo mais ou menos : ootro de non*
Culmina, mulher do dito, representa ler a mr-ma
idade, he mais liana do que o marido, he lamben
de nacao, e quando anda pucha al:uma coosa por
Stolle para purilieacao de assuear, ven- ^.ZTiFSJT'^L"* """ 0m ",hi
de-se
.- foram comprados esa
O Illesmo aO preCO (le .i.SOtltl cada leil.ln, e foram escravos do finado Carlano P.lionral-
lata de 10 libras : vende-se em casa de "* da Cu"n* I""" apprehender lee-i ne-ta
\ (1 |;k,. A r ...... J r,-,., > '. praca a rua da (,uia 11. (I primeiro andar, oo no
. U. hiebci M... rita da Lt ti/, n. t. I referido engenho que sera" pago cm K.nenadado.
DOS PREMIOS DA SEGUNDA PARTE DA PRIMEIRA LOTERA A BENEFICIO DO C0LLEG10 DE ORPHAOS E ORPHAAS. EXTRABIDA A 23 DE JANEIRO DE 1856.
NS. PSKUS.I NS. l'KEMS.I NS. REMS. NS. I'KEMS. NS. I'KE.MS. NS. l'HEMS. NS. l'UEMS. NS. I'KE.MS.
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