Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08820

Full Text
aium xxxii. & i.
V
l
\.

I
K
Por 3 iiRv.es adiantadot -.sOOO.
Por "> miases vencidos IsOO.
10AKA Mil. 20 l)E JAXKIRO HE I85C.
DIARIO
Por anuo adianUdo ljOOU
Porte franco para o subacriploi
BUCO
EXCAHRE..ADOS DA SUBSOKIPCAO' NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervasio V. da Natividad* ; Natal, o Sr. oa-
>|unn 1. Pereira Jnior; Aracatr, o Sr. A. de Lemoi Braga ;
Cear. oSr. 1. Jos' de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquina Mar-
ques Rodrigues : Piauhv, o Sr. Domingos Ilerculauo A. Pessoa
(.enreine; Para, o Sr. Jusuann J. Hamos ; Amaioms. o Sr. Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda : todos os dias.
Caruaru Bonito e liaranlums: nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Bol-Vista. Eiu' e Ouricury : a 13 e '28.
oianna e Paralaba : segundas e sextas-eiras.
Victotiie Natal : asquintas-feiras.
AUDIENCIAS DOS TltlIil.VU.S DA :.\PI I Al..
Tribunal docommerrio : quartase sabbados.
Relac-o tercas-feiras e sabbadu.s.
Fazeuda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juito do commercio : segundas as 10 boros e quimas ao meio-dia.
Juio de orphaus : segundas e quintas as 10 lloras.
Primeira vara docivel : segundase senas ao meio-dia.
Segunda vara da civel quartase sabbados ao meio-dia.
EPIIE.MEIUDES Do Mi;/ lil. JANEIRO.
7 Lua nova as 8 lloras, i-S niioolo*, '.i seguodo* ila larde.
1'. IjusriuiTescriiie a 1 *ora,2i minutse 48 segundos da Urde.
22 Lua i-licia .i 1 hora, 10 minutos e 48 segundos da iu.iiili.ia.
Jo (Juartu iniuguutif as 5 lloras, lli uiioutose 18 segundoda m.
i'Kl \\lAi; <>K "' i
Primeira as heras e 18 minuto da tnanba.
Segunda as '> horas e 12 miuutosdl tarde.
DIAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Igttez r. m.: S. Palrocolo ui. S. Fpifaniu. |>.
22 Terra. S>. Viceule diar. e AiiasUdo mm. : S. li.m.leiicio.
23 Ouarta. ()s iliqiosorios da SS. Virgein Jl.ii de Den. com S. Jos,
2 Quinta. >. Nossa Seobora lia Paz; S. Tliimotlicu b. in.
23 Seita. K Convereao deS. Paula ap. S. Auanias.
20 Sabbado. S. Pottcarpop. m. ;S. T.niugiiies :S. Mathildas.
27 Domingo daSexagsima. S.Joo Cbrvsosiumo b. doutaf da I.
i;.\< Aitiu (.aixjs da sius. un:.\0 m >i i
Alagoas, o Sr. (.laudiso Kalr.io Dias : Babia, u Sr. D. Ihii.m
Rio de Janeiro, .,Sr. Joao Pereira .Martn.
E.U PlIiVAMIII (o.
O |iro|inetario do DIARIO Manuel Figueiroa de lana, tta mm
livraria Praca da Indeuoideiicia u fie H.
PARTE QFPCiL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Decreto n. IIMH de 21 de dezembro ate 1833.
Miera algumas disposicea da regiilainenlo interno
lo Brrala da corle que baixou com o decreto n.
li:t'.l de 27 de selemhrn de 181,).
Allendeudo ao que me represeutou o director ge-
ral do crrelo, elendo gavillo h secr.lu dos nea do imperio do conselho de estado : iei por bem de-
cretar u teguinte :
Arf. I. Os empregados da a.liiiiiiislracu d cor-
de orpb ios do termo de Sabara que o acompa-
nliou, no qual expa 1er encontrado ta exeeu-
rn do novo regiment de cusas as seguinles du-
vida* :
l.a Se os louvado no-inventarios devem ler os
mesmos emoliiinenlos marcados ans a,valiadores ud
capil. (i do referido regiment, ou s, como os ater-
viles, sii lem direitln a caminho e estada.
2.'' Se as ditrereut's hetnfeitoria* de que se com-
pile nina fazemla rural devero ser consideradas uu-
Iras lanas casas, e a respeiln da avaliac, ao de cada
urna r ibe aos louvado os emolumentos marcados no
arl. 171 do dito regiment.
3," Se a* barras deoro esto sujeilas a avalla-
res.* .l.i curto sero dividid* em qualro turma, a I cao, a se cabe aos lomados que a litcrcm o meio
prmi'ira -era eitrarregalo do Irabalho di mirarla- por cenio eslalieleridu no arl. 175, ou s^ devein ser
c.lu, a sei;uiida eticarregada da exportarn, a lercet-
ra da cootadoiia, aquarta da tliesouraria.
Art. 2. A quarla ou tfiesouraria euuliniiar a ser
organizada ua forma do arl.
27 de selcn.bio de IHl'.i
descriptas pel> valor legal, segundo o quilate indi-
cado na respectiva guia.
E > inesuii augusto senlior liouve por bem decidir,
do reclmenlo de | ,ult i^rmtu duvida. que te os louvado* .i que
i se refere pin municipal sa os perito* nomeado.
Arl. .1. bslalorma^era dividida am iluas c.;oe, pe|,,Zou pelas parles para darem valor aos ben<
urna das quaes servir d mauli.i e oulra de larde, I inventariados, perleeeesn-lhea o* ine.'mos emolu-
li.i.l:a deficiencia de olliciaes para formar o eonsellia
requisiui do direelor do arsenal de nerra daqiul-
les quee-lao empregados nessa repartieao.
21--
Ao inspector da pagadoria das tropas da Corle,
em reapotl* ao olliciu u. |(i."i de 11 do tetembra ul-
timo, que a uralificaco mandada alionar por aviso
He i dodilo Diez, ao eormiel graduado Ega Miini/.
Tello de Sainpaio, Iriienlil coronel l'oilino Elimo de
Oueiro/. Carraira, e lenenli. coronel graduado Pedro
Jos d Albuquerqueda Cmara, romo ut'nibroa das anuo, bel por bem, c
commissoei iie exente pralico das armas de infania- I i^s aeecnes reuuiila
ria e cavallaria be w reMliva ao lemp.i quo como
laes iivorein servido, islolhe, desda a notneafao al
coiiilu-a> il"s exames, luuiprindo uorlailbl que Ibes
mande pagar a que f.r relativa ao excreicio corre-
le, a passar-lhes lllolo^ divida que perlencei ao<
oulrosja encerrados.
atteruaii'lo^e as semanas
Art. i. A lerceira ou coiitadoria constara do con-
tador, que sera o *eu ebefe, de un segnodo ollicial,
ucu pralicanl e un escnplurario addido.
Arl. 5. Os rnais empregados formarlo un uuniero
igual a primeira c segunda turmas, cada uiua das
quaes ser dividida em duas secc,es.
Arl. ti. Cada una da* qualro seCCAae da pri-
meira e segunda turma ter.i um primeiro ollicial,
que ser o sen cliefe, e um segundo que o sululi-
luira.
Ait. 7. lima seccao de primeira u oulra da se-
gunda turma firo o Iralialbo da inanlia, c urna
- M-e.io il i primeira e oulra da segunda turma 1 u.i i
' o Irabalho ila larde. Alternarlo as semanas.
Art. s. Em Talla do administrador, seu ajudanle,
e du contador, fara suas vetes o prinietru ollicial
inais aoligo i| i" se adiar prsenle.
Arl. 'J. As secres da primeira c segunda tarrea
se coadjuvarao mutuamente, de manetra que os em-
pregados de urna servirn em oulra pur ordem do
administrador, ou quem suas vetes li/.er, quando a
necessidade o exigir.
Arl. 10. A designaran dos empregados que devein
lorniar as turmas ou seceoes dellas, perleuce ao ad-
niiiiislrador, que os podera passar de uina para ou-
lra, conforme julgar conveniente.
Art. II. Ouando em urna seccao for exigida a
coadpivaclo dos empregados de oolra. da ntetma ou
de oulra turma, sera o Irabalbo dirigido pelo diere
da seerjae coadjuvada. Ouando porem acontecer
que eii'| i ella pre.idida pelo segundo ollicial, sera
u traballio dirinido pelo pnmoiro ollicial rhele
da oulra sejeeajo da inesma lumia, se esliver pre-
sente.
Vn. 12. I o la- a vetes que a afflsjencia do Iraba-
lho de manilla exigir quesejam dwinados o: empre-
gados da larde, ou vice-versa.senlncliamados uAo so
Os chafes das succoes. como aluda sera avisado o ad-
ministrador. nu em scus impedimentos aquelles que
suas veges luer.
Arl. Id. As lloras du terviea da manilla e da
lar.le couliiiuam a ser as mesiuas marcadas no re-
gulaniento.
Art. II. O ajininislaador. c em seu impedimen-
los quem suas ve/..-s liter. nie deixar a adiuinislra-
co sem que esleja lomado o ponto dos empregados
da larde, que rubricar.
Art. 1 ">. Os chefes dassecces da tarde entes de
sabir lavraru a acia das oceurrennas do da, sendo-
Ibes para Isaa deiaados apontameatos pelos elides
das seceoes da manlia.
Arl. Ifi. Os ebetes das aecoOei da manbaa enlre-
-inlu aos da larde, a* chaves dos armarios mi cave-
las que asliverem : os dat Ir1e as deixar.lo sella.las
de roodu que na manilla seguinle se posea saber se
dellas se fet ou nSo uso. ,
Art. 17. Os chefes das serenes percebero a grali-
licac,u do arl. 22 do regulameutn de 27 de selein-
bro de is'r.i.
Art. 18. Os elaefea de (urina cunlinuaro a goxar
di faculdadu de mullarem ua perda dos veucinieii-
los de dous ate quilru das os empregados que falta-
ren! o cumpriineulo de seus de.ere-, na forma por
que se acba dispo>to to ; 2. da arl. 21 do regula-
nienlo de 27 de selembro do ISW, compelindo aos
multados o recurso para o administrador, quando
enlenderem que e Ibe le/. iii|ustics.
Arl. Hl. 1 icam revngalos o arl. 10 e lodos os
mala do regulameuto de 27 de selembro de 1810, ou
Iii.i--.tuit oulras disposuies em mirarlo.
I.uit l'edreira do Coulo l-'erra/, do ir.eu cousellio,
mioi.slro o secretario de esta.lo dos negocios do im-
perio, as'im o telilla eutendidn e fa(a execurar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de dezembro
de ISjj, 3i.'> da iudepeudencia e da imperio.Com
a rubrica de S. II. o Imperador./.uiz l'edreira du
Coulo l-'erra:.
mcnlos que os avahadores rnhram as esecucoea,
vis lo como lujadla ra/o plaosivel para fater i'-iuc-
r.lo, c nem o re^iineuln distngalo.
Olanlo a seuunda duvida, que *e devem conside-
rar raima pertciicenles ao mesmo eslahelecimenlo
rural ludas a ediliearnes que sfo delle dependencias,
e fm mam nina so propriedade, embora ojo eslejam
reunidas em um so eetno, fa/.eudo-se avallaeei di-
veisas unic^menle quando hajaiu propnedades se-
paraaise disiinctas do mesmo eslabeleeioMnt: leu-
do lagar no caso dse gastar malo da ou mais na
medidlo das Ierras, lian sii o salario de i>. como
lamhem o que vencem OSgvaliadores pela estada, na
forma do arl. 177 do eilade regiment.
o nulo Qnalmenle lerceira davida, qu as bar-
ras de ooro nao rarerem de avaliacilo, sendo sulli-
cienle que ejamdescriptai pelo valor legal, segando
o quilate que io licar a respectiva gola.
O que couimunico a V. Ese. para o fazer cons-
tar ao sobredito un municipal do Icono de Sa-
bara.
Dos guarde a V. Exc Jos Tliomuz Salmeo de
,traujo.Sr. presideato Ja provincia de Minas-Gc-
raes.
' MIMSTEKIO DA JISTKA.
Miuislerio dos negocios da juslica. Kio de Janeiro,
em i ile deiembro de Isv,.
Illm. e i.mu. Sr. lc.ii.ln levado ao c MINISTERIO DA l'A/EMI.t.
Decreto n. 1,692 >/e22 de itzembro dr. 1855.
Altera o $ 1 Ap arl, ;! dos estatutos da eaixa filial
do Sal.
Tendo em consideraeo o que me represeutou a
directora do Raneo do Brasil, hei por liem allerar u
S I do art. :l das estatales da cana filial do mes-
mo'Banco ua cidade do Rio Grande do Sol, ap-
provados pelo derrelo u. 1,580 de 21 do mar-
co desle auno, o qual lica concebido do modo ,c-
-uinle :
Arl. :'.. A caixa podera fazer as seguidles opera-
Ses :
I Descontar lellras de cambio, da Ierra, c uniros
ttulos eommereiaes ordem e com presa determi-
nado, garantidas por duasaadgnataras ao menos de
pesaoea iioloriainente abonadas, re-i.lentes no logar
em que se fizar o deaconlo, nu das quaes urna saja
residente no logar do leseaolo < .mira na cidade ,ie
Pellas, ou na de S. Jos rio Mo:te ; e bem .ismiii
escripias das allandegas e lellras cas Iheaaorarias -e-
r.tl c provincial. >
Com excepc.io de r*gra poderal urna so das mencio-
nadas assiguaiuras ser de pesaoa residenle no lugar
do deseenln a oulra le fora dos I ruares cima indi-
cados, mas a importancia .los lilulisaaslm desconta-
dos nunca excelera a dcima parle do [ando offec-
livo da caixa. NAO se farAo demonio* a prata maior
'le qualro metes, salvo dorante os gnalro primeiros
itinoa, no* qnae< no lero ser admillidaa a descont
lellras ale o prazu de seis metes, contanto que a
imporlaueia lolal nao exceda a Ierra parle do fondo
eOeclivo da caixa. mximo que ira diminuindn na
raigo de -z5 por cenlo annaalmente, a contar do da
em que a caixa entrar emoperagoe*.
O marques, de Paran, consisllieiro de estado, se-
nador do imp-rio, presidente do conselbn de minis-
tros, ministra e secreteMe de estado dos negocios da
fa/en.la c presidente do Iribuual du Ihesouru nacio-
nal, as.im o lenlia entendido e fai;a execular. P cio do Rio de Janeiro, em 22de d'etembro de 1855,
.'ti.5 da independencia e do imperio.Com a ru-
brica de S. M. o ImperadorMamut; de Pa-
ran.
Rio de Janeiro. Miuislerio dos negocios da guer-
ra, em ."> de Janeiro de IS'iti. Illm. Exm. Sr.
Ten.lo sido levado ao coiiliecimeulo de S. M. o Im-
perador o contexto da oflleio de V. Exc. sob n. s
de i do rorrenle, versando sobre as duvidas e oalros
'"'correncias que liveram lugar no l balalbao de
arlilbana a pe e uo lreRinieuto de cavallaria ligei-
ra, i >; iiivamcuie a eleico de thesoureiro e .le
igenle dos respeclivo.s coiiselhos econmicos crea
los pelo decrelo n. I.6<9 de li de oalobro do
anuo passitdo, e regidos pelo rc<:ulamento que
baixuu com este decrelo ;o mesmo augu-to Sr.
manda declarar a V. Exc. para sen conheeimenlo
e execucilo : 1." que sendo os olliciaes superiores
los corpos raembrui du couselbo econmico segando
a explcita dtipusicao do arl. I." du citado re-ula-
meniw, devem elles por isso coucorrer com seo vol
para eleieao do lli mreirn e do aaeule do con-
seibo, como alias se deprehluidu da cxpressiln collec-
liva da l.a parle do 'art. i> do regulameuto ; -t.i,
que a ihaiona a que se refere a doutrina deslo art.
i." be a maioria relativa ; S. liaalmsala, que sen-
do preceilu implicilo do referido arl. i." nao per-
millir quesejam thcsoureiros e agentes dos ennse-
Ibos ecouomicusolliciaesqueo livesscnsnlo da conse-
ibo, com funcces aualogai quer ellecliva quer in-
lerinameute, no anuo anterior ; esla por isso oulla
a eleie.iu daquelle regiment visto que o lente
.Manuel Jos- de feria, eleilo agente do conselbo
econmico para o semeslre actual nao podia -lo,
porque nos alliinoi metes do auno passsdo everceu
interinamente as tnncres de agente do couselbo
de aiiininislrac/m do rancho.Compre portando que
se proceda a nova eleicJlu uo m-in ionado rciinen|o
e as-im lambem nos mais corpos onde por venlura
ella s nao tenlia pr 'cedido segundo os principios
da presente declaraco iulerprelaliva, por cuja ra/o
esl milla.lieos guarde a V. Ex. Marfuez de
Carias.Sr. bario de Tramandalix.
Circular
Rio de Janeiro. Miuislerio dos nezocins da guer-
ra, 7 de Janeiro de 1856Illm. c Exm. Sr. Sen-
do um il.s olijecto- que se liveram em vi-la na ex-
linecao dos cnsellios a.tmiuisiralivos do farita-
iiienn dos corpos do exercito o alivia-tos desse en-
cargo oneroso que as constitua em vastas ollicina
MIMSTERIO DA MARIMIA.
Decreto a. I70S de 211 de deinnhru di: 1855.
Prescreve a forma do proces-o que se deve se-uir
na p.irhlba da somma cooce.1i.la pe i Ici n. Sil
de Ib de agosto do crranla anuo, como indeinui-
sarlo das presas das guerra* da indepriiileuria e
Rio .la Prala, aos oftleiaes do coren da armada ou
seus herdeiros que a inesma iademnisacJlo liverem
direilo.
Em viriuda da lalorisafio conce ii la pelo s 2. do
I. da leiu. Sti, de 16 da agosto do rorrenle
rOHi.ilo-iiie rom o parecer
de uu-rra e mariuba, e de fa-
xeada do conselho de estado, emitlido em consulla
ile 21 do me/ prximo pretrito, que ni dtslribuicao
da qo cao das presas das uerrw- I iudepeu lem la e Rio
da Prala aos olliciaes do cofpn -la armada ou seus
berdetlxM quo a nie-nn indeiniioac-o liverem direi-
lo. se observe o regulsmenlo que com e-le baixe,
assignado por Jo.iu Maoricio Wanderlev, rio meu
conseibo, miuislro eseerelario de estado dos nego-
cios da inanoba, quo a-sim n leubi entend loe
faca execular com os despacho- necessarii.
Palacio do Rui de Janeiro, em 2I de dexembro
de 1855, li." da independencia e du imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.JoBo Mauricio
II anderle/.
Uegaiameiiio para a di-inlmic i At qaantia de
iJi:000-s, volada un arl. I. I. da le u. 831 de
lujde agosto do correle au..... como iodemuisa-
c.io .lai. presas taitas eas goerrai da m lependeocia
e Rio da Prala.
Arl. I. Para dnlribuico da snmma de li2:iM)lls.,
volada no arl. I. I. da lei n. Sti de lli de agoste
deste anuo, como mdeiniiisaci.i la- presas faitas uas
auerras da inlep-u len.ii e Rio da Prata, tica crea-
da uina coiuiuisso de tres membr.is, nomeados pelo
auverno,
ca. que
pauhia.
boje esta cominatid.iu lu acuella com
iiuiucacno
GOVERHO DA PROVINCIA.
Expediente do da 17 de I ntln.
. Exm. coiniu.ldanle das arma
miar fater os reparos de
au-
Ortirio
loiisau-ln-o a
silain os dous saines do hospital da misericordia
tii li. alim de .iiii esUbelerer-n>si enfermarla das
pracas do i. balalb.ln de arlilbaria a pe, que forein
arcommeltidas do chelera.
Hilo Ao mesmo, inteirind......le lia ver c\pe-
didn ordem un so para que .eja Inu.porl.i lo para
a Parabiba no \ ipor Marque: Olinda a <.....me
l'iriin.....la I. .ol i R- ,- -i., fainilia, mas lamhem
lo delegado da Vieto-1 l.* Eater eoobeeer na Europa, e i^snaslalaaaaaa
i lo oque ni coiliii.....ica Vine, .nos E-lados da Allemaiilla. j, vanbatasia ejsai eoawo-
lo respond a elle, e ohiciei a Vine. ce esle paiz a emigraran asnela, e a. sofakaMMa-
Ibe as duas rarleiras homeopa- des de perOMneackt que praaaaMaa "uam-arawdr--
da
OH
bniilcm : por i
I ra ja baria s
llonlem mes
' Agora mandoasm i
. tilicas, qtie requisiia emaisui medicamentos, iu-'.ia son.dale
ja relajan remellen. ">. Eslabelecer um jornal que. i, a dircrr
O medico esl se preparando para partir seos de- snnudade,-irxa de oraiu a maoifnlacts do-
'}"* "i'C.'" '" '-();li '""se a Ihesouraria .1" ranada para re- ideas e de suas oeres-idade-, com irl.rcucia l.i
" le mellcr ai carleiras e os medicamentos de que se
" trata.
I'.irlari.i Ai director do arsenal de guerra, re-
rommendando que rom urgencia mande pdr a dis-
posic i. .Ininai in-li.il roiiimamlaiiie das armas '.I i a mi-
sa de .iil i i.i./.iiIi.i e 'I .!._ \- briiii. alim ilo se-
rem distriliuidas p >r -ele r crutai, e dous desertores.
par i que se pasae su
ollicial.Kez-se o ni.lis expe.lenle necesaario
tilo Ao mesmo, euviando-lha para ler o ron-
veniente destino, a relucen das dleraeoes occorridas
no niet de iiovembro ultimo acerca do capilao Joie
Aurelia ile Uoora que s acln servind,.....Pi.iuliv.
Dito Ao inspector di lli-nurari.i de fazeuda.
Iransinillindo para us eoiiveiiientes exames, copia
la acta do consellio adminitralivo pura fnrneci-
ineniii do arsenal de suerra, dala.la de I do cor-
rate.
!"
rli
|a irenli
e ...'coniiiienlo n aquelle j Parlic.pou-se aosupratido m irechal.
izare!" ,1o Pina.
IXTfiBIOB.
1)0 t.OM-
CORKESI'OKE.NCIA DO .loiiNAl
MEItt.lO.
Uonlevidco, de piueiro de IS":">.
Permilta-se-me eomernr por enviar ao no*so mo-
narca, i iios.a patri-., e .io' noos
l '* saudico que d.....limo da alma Ibes dirigimos
Dito Ao rninman.linle superior de >anlo An- | despcdii-se o anuo que acabou, e no raiar e-le em
Lio, declarando-lhe em reposta a., seu oflicto de I que nos adiamos
i:, dn crranle, que no Ibe permitlit..... seus in-, i;,,,,, effeilo. j'la val o memoravel ai.no de Isv.!
eommodos de san le conlina ir no exercicio do com-; oe ,.s ebysinus do passado prestes .. cnsumam !
mando superior daquelle muniripio, eonlbr......../, (Jue o lempo era breve consiga apagar os iri.les e
deve subslitui-lo o eheto de estado-maior, a na falla dolorasae .esligios de sua pa desle o coronel Manoe l.oucalves Pereira Lima, Sim, sobre a Ierra, porque bem pode dit-r que
con,,,, Mdanle do lialalha ... 2... faU| f ,. ,. 11,llldu inl(.u ,' Se )i)r
lo inariulia. para que, com|exemplo, nao toreo a guerra e o esteral...... que
no Oriente ceifod tantos militares de vidas precio-
menta B'.s inleresscs malrn.ic- dos cslrinsein. e
aos do pait.
!'.. itespeilar, e fater le-peilar. quanbi o |eriiiil-
Ic a quslidadedo estraogeiros, a- ..ni.ui ladi- fcaju-
limiimente conslilaidao,
7.* Ablere romplei.menle de toda t uu-eren-
ei na ipie-n... queaa Irvnm.ii. entraos fritm
l.i.liiie.i-. ,\ quebra l.-|.- prer,i p, ,|M
da a.ci i.! s-r.i ~-;in a pele sos esporaea drfji.
8.- Defender roalra ledo o atofua) illesal a- pao-
soase propriedadei dos anuriadas, rmprecando pa-
ra i.-u lo.lo- os inei-.. que nao seprn vedado- p.la-
leis do pan I .
!. \pe/ardeque oeaaajetor da amoatoMo aoo
nermille que sejam miada* nella .h, ridaila.e, .la B~-
publira, ollerece Couilu.lo a -na c. pelaran a oual-
quer oulra que .os fllho* do p.iz rurmaie'ro. e que
leilores, a miicc- l,,|,l,, exrlusivainente por lisas ohjerto-. ansiosos aos
meiicioiiadus nos arlleo* aulere.ienles.
A simples leilura de ui^iil .is imineiisas vaulaeeiis que de -ua niersoo
e po lera colher, snbrelod.. em nina apitail ,|,.
repelimos, a maiori.i dna babitautes e romp..e .le
eslranceiroa. Permita Dos, ()0|, ,|U. Fln |,^,Vc.....
leja orgaoiaada a aaasriagla de que -e ir.iia.
comece a funeciouar na- raailli l|j do
qoe
seo i-
-sivel brevi lade coillrate a con.liicc.lo de Ires
..-> conlendo pecas de brim deitmadas paran
arriado um delles de presdeme e oulra provloei* do Pan, ficanda Snc. corto de que se of-
dc secretario
Arl. 2. Logo que esleja inslallada. a commi-s.io
convidara por edilaes puJilieados no- iurnaes, a que
todos os olliciaes"da armada ou seus herdeiros que
sejulgarcui cura direilo a in lemoi-ir.lo supradi-
la. aprsentela ua* raclaraacues dncumenladas no|
pi.t/.i de Ires metes, estn.lo un imperio, c no
le seis e-tando fora ou na provincia de M illo-
tirosso.
S nico. Sern contemplados na dasse deofliriaes
de patente os in lividuos de que tratara o aseul > do
conseibo doaluiiranladndu 21) de iiuvemhro de I7'.I7,
e os arligos de declaraco du couselbo supremo ini-
cia ao direelor do arsenal de suerra, para por
itiapoicaai riea iiispectoria os referidos caixes.
Fe-se o oflicio de que -e trata.
DitoAo enseuheiro eucarresido das obras mili-
tares, para que com urseneia, mande nao sii fater
paqueaos reparos precises un quarlel .lo Pa-
rai/.o. mas laoibein caiar todos os quartei* milita-
res 'iesi.i culaie.Coininnnirou-seao marecbal com-
mandalllo das armas.
DiloAo direitor das obras' publicas, dixeodo em
addilamenlo .m oflicio de '.' do eorrente que appnrea
a delibera'io de admittir-se na obra da levada do
pantano de Olinda Irabilba.lores a I9UOO rs. diarios.
litar de juslica du 2S de Janeiro de IS2s, addiciona- i v'sl" "*" poder oiite-los por SOO rs. Commanicoo-
itos so termo de 2:1 de malo de 182J, approvados MA besouraria provincial
pelo aviso do miuislerio da niiri.iln ile II) de miro !
de 18-28.
Arl. :l. As roclamaroes devern canter o Dome do
reelamaule. a graduaro em qoe servio, e a bordo
do que navio, quaes a* presas a que se luisa cora
direilo e as c.reum-lauci'S em que foraui Celtas.
As reelamaoOes per presas ,ias guerras da indepen-
dencia e do Rio da Prala. anda que perleneeutes
ao mesmo individuo, sero aprosenladas c julgadas
separadamente.
Arl. \a falla de docmnenlos ollieieas exlrahi-
dos dos livros de snecorros, orden* do lia, procea-
DiloAojuitde direitodc P.in-d'Albo.Pelo mes-
mo portador do Sea oflicio de 15 do rorrenle, ag.ira
recebido, foi-me entregue oulro do subdelegado da
alaria, communiraado-me tuppor ler apparecido a
epedrinia. Apenas este rareber faca seguir para all
a ambulancia c p-ca de biela que remello, certo de
que com a maior brevtda I- lare partir um mlico.
O mesmo subdelegad nITereca-ine um sobrado na
pnvoacan pira servir de euforniari 1, aceiiei Uo loa
vivid ollereriinenlo. e rceommeudei Ibe lodo o
telo e aclivid.i.le em SOCC irrer a populadlo. Ja oar-
lir um mlico para acudir an- .1 nenies, lauto da
. sus de presas e parlicipacocs olliciaes, a coioraisso : 'aferida fregoezia como os do il'slrirln limilrophe de
de alfaiate e sapaleiro, c desviavam as respeclivas I adiuillir quaesquer iiulros equivalentes, ou que Ibe I Cacimba-, fn guetia de S. AulloOlliciou-se a llie-
srniuma.
I) -ovemoda tenlederaiao Arzeulina cv|*di., pa-
lo ministro d.. inlerior urna circular a.s s" ver nado-
tas da- primeira* naeOea .lo -lobo-, se. gracas anca- '* <'as resperlivas prnriatsaa, na qual rommuuicaii-
racler e ndole do pove brasileiro, e por reatara I do-lbea a resolaraai quo lomara de rhamar a eoo-
aiu la mais sahederla de suas iiisliluieiies, c a 111-' eurao lodos as lolclliaencias do pos* peca a easnassa-
legridade e illusIrar/Aodu seu riiefe. de dia era dia i la'.o de urna Memoria sobre venda de Ierra pu-
enmo que se lirma r se enraiza no espirita publico 1 alteas, e a melbor sxsteostkde provocar a cmurar*,
o amor lei, ao Irabalho c ordem ; levou-lhe io-1 lhes recommeods ootroMm o emprego d.- lodos
felitmeule esse anuo a pesie assoladra que fni fe- i "" meio para que ese appello nao seja' desallemli-
rir no roraco, a fonte principal da srandeta e pros j do, fazemlo ml-res-ar ..- humee.- ii.l-llisrnles do
peridade do imperio, a agricultura, arrancan- tpau as alias vi lo-lhe os bracos, i I.i diminuido* pela c-s-acao do l'e realisar coa -emelhaules Ir.ihalhos.
Iralieo, e desgrafadamenle ainda sem substituidlo! E-ta circular nos dcsperlou a leml.ianra da ui-
Oxalii que em cada nina da Iretenlas c snenla e i sent necessidade que sent tambera o Brasil de re-
pagioaa do novo litro que se abri com a uil *"'"**j|-'- r~Trr t nriadn puMioS* da Cileaha
me/, sii esen-va o Desuno a erando- '.'", E qual -era em verdade a sorle da ama la-
za e a prosperidade do imperio de Sania Cruz, a paz 1 *oura, -e Ibe nao acodera ilc pr.implo com e> re-
e 1 feliridade de lodos l'niver-u Taessu pelo me- !'O-dio'!
nos os iiiissiis mais ardenles volus. Denltadapajto remanga da Irahco. a-s,ilada peln
Ponen inleressain as oceurrencios que lem li lo lu- eholera, qual ser--, persunlaremos anula, a sorle da
sar nrsia capitaldepois da nnsaa nllime, SalTocada a 'voura no Brasil ? Eia p 1 rinmoaa su lamlwm a
revulla do lia 2-"i rte nevembro, a siluaco do pai/. soocorao todas as no-sasiiilellisenria- ; envideea-e
por assira dizer, cahio em estado de verdadeiro ma- goaeaqoer esfoiros para ejae *a roaelaja a prompta
rasmo. Como era de esperar, a desconli.ii.c.i apode- Inlrodaetio deIreballiadorn liviesuo pote! E por
roa-se dos aspirilos ; os ca pitees eacoaderam-e, o vealura nga oHereca elle baje ladoeas saraniia de
conseqoentemenle as uansaeces comraerciars para- Wraoca e de futuro, nao se arb, mesmo iiasrnndi-
lisaram, poique a pruximida lo da eleu.o dn novo C** ''' COnvi lar vanlajo.aioi ule emicraro e-lrau-
presideolr, que deve ler lugar era marco, o a in-! oir 7 De c. rio que mi. M is oteam 'hliaenna,
certeza do folura acnb irda lodos os nimos, afusen- ; "iais algatma peisevcr.inca, e n dilliculdades de-ap-
ta Inda .sempre/as! Eis-ahi os fruclus que deixam parecern. I'asemn poirma uulro assumplo.
sernpre as revoluefies! E-crcve do Paraguay a driesn.....I me .la IWeV
Ealretaalo, segando nos informa pes-oa diana de '""I lloeno-Avresem dala de II do pausado. n-
."i
ineiro dia desi
pracas de sen objeclo esp-cial o s-rvicn militar pro-1 pareeom precedeotes, poilendo ex-oflicio lomara
priaineute dilo, aconleceu que, Oepois d-i novo s\s- ; lesleiiiunbo da pes-oas que liveieui razio le saber
loma do ovtorinlstr-raO deesa ramo de rornerimea
lo, bivendo-e tolerado que o I .i 1 mauufaclurado nos quarleis, f.'iiieceudn os arse-
ii.i-s de suerra a materia prima c pagando os
cofres pblicos o importa lo corla e mitin das pecas;
ruiiiiuii.ir.iiu par e-a rada na mossns escala es in-
convenienlesque se preleudrrara obviare rcaaltarim
d'hiaboansps** naloerafoed pr^vem- p..- fjm 1,
hc.cio do exlinclo couselbo reginXeutal lise.alisador e
responsavel: por isso, querendn OgOVrrsjo inperial,
para extinguir de una vez esse abusos que prevale-
cam em sua pleuitude ni principios do resulamenlo da commiss
approvado peledeento n. 1,090 de I i .le draembrode mete
I.S.J2; determina que l'ora cm diante se nao mauufa-
clnre mais fardnin.'iilo iienbiiiu nos quarlcis dos
corpos que esliverem nos losares oude houver
arsenae de suerra, e sim sol a s-rencia dos raes-
do fado, e pmre.ler a qauesquer exames em livros,
proresao* e papis que exislam as reparlicies pu-
blica.
.Arl. A' proporcn que f >.- aprsenla.la cada
urna reciaiunro. seri resainidainenle piibiirata
para eoalieeimento ilos iatere**aalaa, esl s terlo
direilo de eonlesta-la, cora lauto qu o faeain era "ai-de acudir a a ral
Ierran breve, lo axceil ule uitu TSm* irpioro- rom a delata.....la Vn n
gaveis. dado ama ambulancia, re
Arl. 6. Assiui que furein iprescotada* as recia-1 baela. a com o subdelegad
urina para remeller a baela
DitoAo Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Silva
Sanios.Cumpre que Vmc. sem a men ir demoi 1
parla para S. Aulo, alim de deseropeiillar a rom-
misso .te que.e echa encarregado; e parque ha
noticias de que ippareceiu algoo* alaques de m ilcs-
lia qoe -e suppOe ser o cholera no di-lnclod- Cacim-
!>.i-. .issiiii como na fregnezla ila (loria, c niveo, que iireta e a miseii
mar
ida* 11-
es, irn sendo distribuidas pelo* menibro*
examinadas e julgades summaria
lixnedieiile do din 11 de iesembro de 1853,
A" Ihesouraria do Para.O marquez de Paran
presidente do tribunal du Ihesouru nac mal, de con-
foriiiida.le com o aviso do miuislerio 1I0 imperio de
lo do Brrenle mu, cominonica ao Sr. inspector da
Ihesouraria dn Para que tundo o iiispeelur seral da
medican e rtemarcaco das Ierras publicas da mes-
illa provincia consultado em ollici. de 3 de agosto
le S. M. o Imperador o on.cVde v/ExcTdal.ld ^l^S^*' *"''** u,.venc.,m."""". I"*1*
de 19 de selembro ullirao, sob ti- (i9l, acompanba-
Aquelle a quem a reelaune.lii for distribuida, f ira
uo prato de Ir dias o eu relatarlo por escripia,
que ser juuln au prucesso. Uisculi lo e volado, la-
vrar-se-ha a deciso, que ser assignada por lodos.
iiios arsenaes ; para qoe as pracas desses ine'iuos IS8 algoin declararse vencido, dar seu voio por es-
eorpo* seio mauladas cuna devnla anteceden- cr""
do do do juiz municipal do lermo de Macaubas,
qual pede ser esclarecidu.se detfrminandn o arl. I(i>
do novo regiment de cusas, na parte relativa aos
olliciaes de juajjca, que quando a ida. oslada e vol-
t.i nao elija espa;u maior de horas 0SOIKI, deve cn-
Icuder-se que as diligencias em que elles gastem
dous, tres ou mais dias percebero por lodos esses
dias o 69U00 sanenle, ou se esla qaantia em cada
um dos dias ; recebi ordem do mesmo augusto se-
tilior para declarar a V. Exc. que os elliriaes de jus-
lica nunca podein vencer maior caminho do que o
de (i-, qualquer que seja u excesso de lempo que gas-
tem am uina citac/10, pudendo nicamente acciunu-
lar us emolumentos de que trata o arl. Iti.l do citado
legimcnle. Oque V. Exc. lar constar au subrediln
juiz rauiicipal do termu de Marimbas.
Deus guarde a V. ExcJos Thmnaz \ahuro de
Iraujo.Sr. proideola da provincia da Babia.
Decreto n.i ,686 de 5 de dezembro de I8V>.
l-ixa a gralilieacoBS que devera perceber os empre-
ados da secretaria do tribunal do commercio da
provincia do Maranbao
r us ajudanle descnbislas, quando in
cumhidus dos Irabalho* que pelos arls. I9e2:l do
resulamenlo do 8 de inain de I8~ii por elle* podera
ser exerutados ; sesundu, se podem os mesuras aju-
danles ser empregados na qualidade de agrimenso-
res, quando rom isso nao sollra o servir ,1. inipec-
loria. alim de eveculai-secom mais brevidade a me-
dican das Ierras devolata* : S. M. o Imperador bou-
ve por bem determinar que emquantu us dilus aju-
dautes daaeupenharem as funecojes de que trata u
prirueiru qaesitu, se Ibe abone a gralilteaeta que
para os asriraeiisores fui marrada uo arl. 13do cita-
do reauliiiiculn, ress.indo no entonto os veucipieo-
los lisos do arl. II, parto sexuada ;e relatlvaraeo-
le ao segando qaesilo, quo nenhuin inconveniente
ha nu eiuprcso dos ajudanle* como agrimensores,
nina vet que isso nao prejpdique o Service da ins-
pecloria, suarda.la, poro), ueste caso a regra cima
eslabelccida, .planto aos venciinenlos.
A de S. Paulo.O raarquet dod Paran, presi-
dente do iribuual do lliesouro nacional, coiuiuuoica
ao Sr
Vs decisnes sero publicadas pela irapreosa.
Arl. 7. I.ilinl.ire-lia a coinmis-o a julgar ou
ngo, provado o direilo dos reclamantes :s presas
feilas pelu navio em que serviram, declarando e o
numero daquella, c a sua importancia provada
ou presumida.
Arl. 8 Das derioes da conunisso haver.i rerurso
ex-ollieio para as seceoes de guerra e m.uiuba, e
de fazeuda do conselho de estado.
Arl. 9. Julgadas era sesuu.la imtaBCia ludas as
re liiuaces, fara a cummissao dual relaces dos
olliciaes 011 seus herdeiros habilitados, que liverem
direito a iu.lemuisaco volada, por presas feilas em
uina e oulra guerra, declarando :
1, o nomo do reclamante.
2, u pesio era que servio.
d, as presas o que lera direilo, seaando a dispo-
-iene. ,ius alvams de 7 de dezeralmi de 1796, e 9
de maio de 1797.
Arl. II). Sero considera las como boas presas na
soerra da independencia Inda as que foram ledas
pela eequadra imperial ou navios solios, ainda que
por senlenca fossein julaada mas de aecordo *'\>\\\
o que di'pazeran as portara* de 21 de fevereiro,
e :b) de jullio de 1821.
Na suerra do Rio da Prala, ramate aquella
inspector da Ibesouraiia da provincia de S,
Paulo, para a devida iiilelligencia e execucjn, que
Coiiforuiando-ine com a consulla do tribunal do I? ",esm" lOboilil altendeu ao recurso que* Ibe iu-
ommercio da provincia do Maranho, datada de :|| lerl",z -" :l10*' Mnura Eialhu Jnior, ex-COllecuK
de outubro prximo paasedo, o visi. do art. s do ls r.ellllas ,,k< cidade de Pindamonhaogaba, ua dita
titulo nico da lei 11. .iVi de 5 de jiinbo de 1830 : I Provincia do acto da Ihesouraria. pelu qual foi inti-
b*j por bem lixar aos empregados .la secretaria do in"''0 |,:"a a,rr '""i Importancia d > alcance,
mesmo Iribuual as gralilic.ices constantes da tabella I l'rVe,l,e"te de lanoslos laucados e nao cobrados
que com esle baixa, asign'ada por Jou Thomaz .".a- ,le,,,r" ''" exercicio, por considerar eslas quautia
- -s retidos em podei di
1:0008
(illl)-S
1809
L>l).-S
esta
como dinheiros retidos cm poder do mesmo ex-col-
lector, e esle sujeilo as pena do decreto du ."> de ile-
zembro du I89 ; opiniae esta que cumpartilboo
larqbem o procurador liscal da Ihesouraria em con-
(radiccao cora 11 que disse. um caso ideolieo a res-
peiln do ex-rolleclor de .luuliahy, francisco All-
loiiin de Camarge, em de abril do correle anuo ;
cumprindu que u Sr. inspector faca suspender a
exerurolo determinada contra o referido eA-enllector
de Pindainnnbansaba, e remella em perda de lem-
po au tfiesnuro orna cania demon-lraliva do sen al-
cance total, na importancia de I:92l->i0, orsanisa-
da de modo que se ennbeca claramente de que pro-
veo! o alcance de I21?i Vi ; c se posas avahar so fo-
rgii bem ou mal calculadas as duas quaotias de
5Q96 e l2is>ii de juros : informandu, na mesmu
occasio. se lem procedidosemelhaulemenle com al-
suns oulros colleclores. seus iioines, a imporlaueia
dos abalices que assira Ihos liver formado, com de-
claraco das diversas parcellas que as cousliluem, e
o estado em que se acliarem seinelhaotes nego-
cios.
A inesma. f) marquez de Paran, presidente do
tribunal .lu Ihesouru nacional, communica au Sr.
inspector da Ihesouraria da provincia de S. Paulo,
para a devida intelligeucia e execoco, que o mes-
mo Iribuual adrailiio o recurso quo Ibe inlerpot
Francisco Antonio deC-iraargo, ex-collector das ren-
das geraes da villa de Jumlialiv. na dita provincia
conlra a deliberarn da referida ihesouraria. que
maodou coniprehender no alcance verificado no acto
_ de liquidarn da -uas eonuMe quaulia de I3-5200,
provedona. orphos c eiecuce', devia receber o pmvenieiile de varias parcellas de imposto sobre la-
cmoluineuto laxado uo citado artiso, somenlu pelo 1 bensas que deixara de cobrar em ra/.o de seren al-
que repeila a abertura, numerado e rubrica dos li- "<>* 'los colleelado* indigentes, e oulro, alora disto
vrus .lo. nllicios de taliellies, ou se estes eslavam 'ercm recitado a -ua labernas loso depis do lan-
ciimpreheodi los oaquella excepfilo : S. M. o Impe- i S*nienlo ; campriodo que a Ihesouraria faga abrir
rador, licandu inleiradoda materia proposla, manda ,l'"1"'1 correle aos menciona.los colleelado, e pro-
declarar a V. Esc, para o fater constar ao referido I "oler 11 robraura de seus debito*, vi-lu ligo ser 1(1-
juiz municipal, que a excepi;io du arl. i| do no vo I onssivel a razio da indigencia allegada, por roo
regiment de cusas nao pode ser entendida lenau "
restrirlainente, e so quauto nos livros dos esrriies
que servirem peanle o juiz, devendo os dos la-
hclliesde olas, quer sejam estes nllicios excrcidos
separadamente, quer accumuladus cora o ramo judi-
cial, pagar os emolumento* de que hala o mencio-
nado arl. 21.
leo guarde a V. ExcJest Thontaz Subaco de
/franjo.Sr. presidente da provincia de Minat-Ce-
r.ie=.
de ja
beca du Araujo, do raeu conselho, ministro e secreta-
rio de estado dos negocios <\.\ josUee, que assira o
leol. 1 riiteiidn e faca execular.
Palacio do Kio de Janeiro, em de dezembro de
ISV). M.*da indepeudencia e du imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Jo< Thomaz Sa-
buco de .Iraujti.
Tabella das gralilicacOes lixarias ao empregados da
secretaria do Irihuoal do commercio da provincia
do Maranho,de que trata u decrete 11. I,686des-
l data.
Ollicial-maior........
2 escripturarius, a ......
I amanuense........
I porteiro.........
I ajudanle do me-iuo......
Palacio do Rio de Janeiro, em ." de dezembro de
IKV.Jos Thamuz Sabuco de araujo.
Ministerio dos negocios da juslica. Rio de Ja-
Hoiro, em de dezembro de 18.55.
I llin. e Exm. Sr.Recebi o oflicio de V. Exc.
de 15 de selembro ullimu sub n. 192, ao qual acom-
pauliou por copia uno juiz municipal d.i|lermo dejlla-
bira, datado de 21 de agoste, consultando se, vislo
eslabelecer o art 21 do novo regiment de cusas
que aus juitci mumcipae e docivel compele o emo-
lumento de 80 is. pur fulha dos livros cuja abertura,
eucerraraento, nuineracao e rubrica Ibes be davida,
rom eveepeao do livros perteuccole aos esenves
que servirem peraulc os raesinos juizes, e aecumu-
lar de urduiariu os labellies que tambera servem
cura os referidos juizes os olliciaes de escrives da
ca, c por turmas convenientes, ala de se toma-
rem as competentes medidas. Naqoelles logares po-
rem onde nao liouverem arsenaes e existirera corpas
du exercito o fardameiito de-lei podera ser manu-
facturado ous respectivos quarteis nu se dislra-
hiii'lo para esse lini iieiiliuraa du suas pracas mas
coniralaiido-se a nb d'obra com operaris civis
sob a vigilancia e lis-alisaco do eouselbo econ-
mico dos referidos corpos. ,
Dos guardo a V. Evc. Marquez de Coxiag.
Sr. presidente da provincia de.
Senhor. A lei o, tiis de 18 de agosio de 1852, no
5 2" do arl. II), aulunsuu o soverno imperial a alle-
rar a oraanisacao ,|0 exercito, rapprlmiado um be-
lalllia de infanUria, c crean.louiii regiment de ca-
vallaria. Em virtude denla aulorisirjga foi por de-
creto 11. |07 de30 do novemhro dodilo aniioeflee-
livamenle suprimido o 7" batalho de inlanleria e
creado o.'" regiraeulo du cavallaria ligeira, sesun-
du o plano da oreausacu do exercito approvado
pelo decreto 11. 782 de 19 de abril da 1851 ; e do
forra que compiinha aquelle batalho c.norine esle
plano, denoisde dedaizula a necessaria para o i re-
giraeulo. sobraran) 268 oracas. as quaes nu lermo
do arl..! do decreto de 30 de novemhro foram ap-
plica.lasao augmento da torca do I" balalbao de 111-' fanlaria, que passou a lera urgatiisaco constante do plano que baixuu cora este decreto, licandu em con- ram julgadas ms cm recurso de graca espeeial-
seqooucia cora um segundo sargento, 2 cabus e I mente,
anspecadas era cada corapauhia, e 30 soldados na I" I Ar* II- Organisadas c publicadas as relarOes
e 28 em cada uina das oulras, alem da forja que la i inenciimadas nu ,irt. 9. proceder a commi-sao
linha pela orgauisacao de 1851. | dislribuico p-los inlcresss-los das quanlias vola-
das, sendo 252 : 3519656 applicado* in lerani-
saco das presas feilas dor.iule a guerta da inde-
pendencia, e I7l:lis-:tii as do Rio a Prala.
A parle que a cada mleressado devera tocar,
ser regulada pelo qoe Jispda os arl. .5. il 1 alvarj
de 7 de dezembro de 1796 e 3, do de 9 de malo
de 1797, com a limitadlo prescripta no S I. do
arl. I. da citada Ici de Ib de agoslo: .revendo
porlauto uo caso presente a divisan da qunnlia que
perleuce as presas de rada suerra. ser feila em
-5 partes, em vez de 8. por seren excluidas deata
divisan as classes de olliciaes mariubeiros e e.pn-
pageui.
Art. 12. Se a quaulia de 621:0003 nao lr siilli
cienle para pasamenlo inlrji-.i' das rt clamacoes,
faro a coiumiso una distribulcuO proporcional
na razao du poslo de cada un: e du numero das
presas a roja captara foi jolgadu com direilo. Des-
la deciso bavera tambera recurso ex-aflicio para as
seceoes de suerra u mariaha, e de fazeuda do cou-
selbo de estado, nos lerinos do arl. S.
Art. Id. Se reconbecer-se qoe algum ou algtios
dos iiileressadosrecebeiin porcouta de presas qual-
quer quaulia, ser esla deduzi.ia do que Ibes tocar ;
e a ililferenca accrescera quantia total, para ser
didivida por iodos os intoressados,
Arl. I i. No caso de que o* inlcrcssadus, depais
de julgadas as reelamai;oc, proponbam receber as
quantia* voladas para a* dislribuirora imigevelmen-
le eulre si, passendo qiiit.tc.io, o soverno as manda-
r eulreaar cessaudu por esse faclu os traballm da
commissu.
Arl. 1.5. Os proeessos sern archivados ua coala-
doria geral da mariuba.
Arl. 16. A coinmisso celebrar duas ses-es por
sem na, em algons dos edilicia* pblicos, para '.,-
se lira destinado; lavrando acta de todas ellas,
cum declaraco dos volus c seus luodamculos re-
sumida*.
Para coadiuvaco de seus Irabalho* designara o
suvemo um dos empregados da secretaria de estado
dos negocio* da marmita.
Arl. 17. Cada membro i\^ rommissad veneerl
uma arniiiicaco menaal de IWlrj, u na lilla nu im-
pedimento de .'k'u 11 sera siibslituido por quem o
governo designar.
A medida do augmento da forra do I batalho
de iolanlaria teve sera duvida por causal as necessi-
dade do Borrica da auarmc,n da corte ; e sena por
venlura conveniente e prolicoa se este corpu tives-e
a Miaren e u carcter dos de auaruico permanen-
te que ha no quadro do exercilo, e se u numero de
seus olliciaes houvesse sido augmentado na razao
comparta daquella necessidades, e do incremento
que se deu ao das pracas de prct : mas sendo elle
do numero dos balalboes regulares de iufanlaria, e
' lendu a experiencia mostrado que uo convem ;i pe
quena (aclica do corpos regulares de uma mesilla
I arma e especialidade, aera a economa adminislrati-
i va. fiscal e disciplinar dos mesinos corpos que elles
I leub.iiii dironte riisposujao orgnica, me parece
Iconveaienle que as 266 praca.de que foi augmenta
I doo .lito balalbao sejam distribuida* pelos sete 1e
l'u/.ileiros que entrara na cuinpo-iclo da arma de iu-
fanlaria ; e assim. conservando lodos o mesmo
quadru da nraanisaco de I8..I, lica cada um com a
forca de 878 pracas pela leduccn das 1,066 que
lem o dilo I" balalbao por sui oraaoisac.10 especial,
e pelo augmento das8*0 que tem cada MI do un-
iros pela orgauisacao geral ; viudo a ler por esla
inoililirar.io a I companhia de cada balalbao 911
soldados, cada uma das oulras 81. Dirainiiiudo-so
por esle modo a forra do I balalh.n de nfantaria,
as exigencias do servio.1 deala suarnicin. que lalvez
moiivassem o auameiito dessa farra, podem ser a-
lisfeilassem incouveaieules, removeudo-se para aqui
mais um batalho de inlantaria.
Por ludas eslas razoes, e pira obviar os indieadoi
inconvenientes resultantes da medida que foi adop-
tada pelo arl. 3 do decreto de 30 du novemhro. le-
nhoa honra de subraetter a alta consideraran da V.
M. Imperial udecreto incluso que lera pur un es-
labelecer no pe de igual forja lodos o sele bala-
Ibes de fuzil. 11 os nu seulido da lllodilicacao que
acabo de expor.
Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1855. De V. M.
Imperial sulidiio reverente. Marque de Caxia*.
Decreto n. 1695 de >1 de de.embro de 1855.
Eslabclece no pe de igual torca todos os sete bata-
llles de l'uzileiros do exercito, applieaudo para
esse hu o augmento que t.'vc 0 d" I" dos ditos
b.ilalhoes, pelo decrelo n. I()7 do di) de oovembru
de 1852.
Ilei |ior bem determinar que cada um dos seto
batallles de fuzileiros que fazem parle da anua de
' Inane, eiileinteo.lo-se
, a quera ja leudo imn-
i-lt 1 igora nina pera de
da 1 l .lia, ao qual acabo
lo la a le que acaba do chegar do interior, o homeni
I n .ampo e-lo ileii.ii laineuie dlspoelos repellb
quaesquer tentativas dr nova revollas, parlara ella
de onde partirem ; protestara mr pida uidillereiif: o cilio, icvnlurioaario* que ptH
venlura reperculirera da capital EtUu can-Hilos de
Unas e Uto repelidas lulas fratricidas. A expenen.
j 1 Ibes .lem ui-trou que dellas resallam .1 po-
Convenceraiu e Dalmenle de
le enviar l.imbem uma peca de baela e uma .iiiiImi
Inicia.Deve Vme. eonimanicar-se com as aateri-
da.fe* locaes, iiifoiin.ir-se .le lirio, e participarrae o
qu" for necurrendo, fazendii -.s requisicoe* que jul-
gar preciso para seren saliefeilas.
Diiu Ao Dr. Vicente Jeroaxmo VVanderle>. Recusaul os eslancieini eiTder
Parlindd Vine, para a romarra do Limoeim, alim
1 all prestar os soccorros mdicos a qualquer pan- p,,r qualro e anda men s
que o seu bem-eslor, a sraadeza e praeperidadi'
da sua patria ni lepeodera da uniilo sincera .lelle.
da amor au Irabalho, do respeilo a religiao e as leis !
Aeereseenla ainda a pessoa ^ r]iie nos rele irnos
que o e*lodo da campailllS be com elleiln li.....aeiro,
nao .i pora nasa boa tendencia .ios rspurilos, coran
lamben) pelo inleresse e dedirarao com qoe -e van
lanzan lo no Irabalho, e pelo alio valor a que all
subi o principal i.hj.iio de o-unieriio o gado,
p.r dezeaei* pala-
o novillio que nao ha muilo lempa salregavara
lo da nie-ina comarca que for accommeltida do cho-
lera, espero que, enleodendo-se com as aoloridades
resprclivas, procure auxiliar o mais prompla e e!'-
lica/.ui.-ule pussivel a lodos os que forein atacad....
Para hija liz seguir urna ambulancia, e ora oflicio
ao inspedor di, Ihesouraria da fazedda para 111.111.
dar-lhe eulreaar a quaulia de 6009 rs-, que Vmc.
reuiiisilou.
Dilo Aa delegado da Victoria, llnje recebi
dous ulli:ios seu de luralem, dando parte de im-
par a epedemia no dislnclu de Cacimba*. Esl a
partir para abi um medico com mais medicamen-
tos : enirelanto vai ja pelo porlador a peca de bae-
la qu? \ me. reqiiisiiou. e reeoinmendo-lhe que u3o
o preste luda a ooadjavaggu ao dito medico, e f.r-
neca lodo o que elle requisilar, como que ministre
os prenso* soccorros s peesoas indigenles, lano da- I
qu 'lie di-lriclo, como da freguetia da (loria, 011-
de leudo lamhem suppondo-e ler apparecido a epe- '
demin, deve igualmente referido facolialiva pu-
tar os olli.ios de sua proliso. epreseule-me Vine,
una coila de lud pira ser s..|ileili. Remllen-
se rupia desle au juiz ila direilo de Sanio Aulo, e
ufliciou-se Ibesousaria de fateuda pava remeller a
peca de baela.
Dilu Ao subleleaodo da doria do Coila.A-
cabo .le receber o seu ollicio d I i do rorrenle e 011-
iinriando qu- 1. auverno d iquella lepulllira liaxia
eacorreaado .11 miaslo que lem de booht da As-omp-
co para a ruile do Rio de Janeiro, ao Sr. seueral
D. Iranci.ro Solano Lpez, no carcter de miui-im
plciiipoienriaiio ; porem eme, proreasmodo-aa a en-
tirniidade .leqii.. foro .-iroimneililo esle senhor. o
nao desojan lo deiiii.rar a dita mrasto, soverno nu
meara era sosa logar o Sr. D. Jos Verges, qoe tu-
va seguir lio vapor /tenos. i,Jr'< prximo a portar.
Ai osenla o rorreepoa leui |a -son.lo pare-
ce, o Sr. Verses lem a inslrurioes precisa para
chegar a umaccorlo .l.liniliv.. como Krasd. fazen-
ilo-ilie lo la a ronce-oes compaliv.....osa a honra
nacional : e diz mais qoe. a menos de nao haver
proposito deliberad-i por pule do imperio era levar
per fas ou per nefas a guerra ao Paragoaj, liluo.
i'-se ii-s cucul.- nni- lo m inlormados de Asump-
cao, que a inisso dar 11111 te-ulladn panino, rni
quebra para neo'umde fe* presuntos butgunm-
tts.Cantervamo* esla jlloua pbrasc em ca-ie-
Ihano.
\
paoh
silo de n.1
al
is rirrumslaiici.is, pois. se o* h.imens da cara- I O correspond.....c a que nos reler...... vai anda
repelimos, se conservaren! firmo no propo- j m"> '""se. o homrin sei.i dtii id-i I tmi.e raaVsja
acudir um grito* das levolunie ; e Pr eutro', por qaanlo e dia : qu dia he pirqaa
lisso for sincera e 1- denle manila .i lisa dos ll'"1 molivosoliicienles para ramalorer as inrtreecoe*
generaes Oribe e Flore* ; e pur iillimn ae a eteijio i floa leva o Sr. Verse.....trorraes que lesitasao
do novo presidenta rerahir em um cidailao que, re-1 oais uma \ei ao nladrslas de llr-il que o Par.aua
vestido do presliaio da probidade e da rerlidao, ins- jamis prelendeu eno o que de fuete e de dircio
pire a conliai-ra ao sen a 'vcroado-, c faca da aulo-
rnla le o devido uso, jo vigiando pela rigorosa eue-
cue-i das leu, ja procurando por meio da mal* se-
vera economa e necalisai-a'a ordenar as Bnanra*, ja
uiialraeule proclamando e promovende os mrlhura-
llienlo* mor.ies e nialerioee no pai/, rom razfto se
peder dizer que o aunu de 1856 abri uma nova
poca pira o Estado Oriental do Drugual.
Permilla uceo que Lio fagueiras
Irodojuiz de direilo dessa comarca da 15 cora- | ximo lica do territorio desle Estado
mullicando apparererem ne-sa freguezia casos que I governo da repblica, per intermedio da junta
parecer da epedemia. Pelu proprio portador f.11.0 saraiaria, lem cunslanlemcnle mandado publicar os
seguir urna ambulancia, uma peca de baela o uma oonselnos hjgieoicos e as medidas mai* ailapladas,
aenla do mal. e en- sendo para prevenir a iulro.luccn 00 mal. pelo me-
llerecimcnlo que al | nos para minorar-lira u- rOeito* ; o mesmo, cumpre
cinilessa-lo, na espbera dos pouCOS rccin-os de qoe
perane ts se '
realiseill, c que de nina vez para serapre desappare-
e.mi das magaslusas plagas do Plahi. e das v islissi- !
mas e feriis campias qUe ,\s burilara, o sanauino- !
leulos e-landaites da suerra riiil e da anarebia :.... 1
As apprebeu-iie e o lerror que u.ois ou menos !
duimiiaram os espirito* desile que aqui rhegou a no- r'isopensado e rija 1
liria da iin.i-ii dn cholera no Rio de Janeiro ubi- 0 Parasuav !...
ram muilo de ponto apenas soube-se (pie o maldito i E roiln Comme 011 cent tkitloire '. O Brasil,
uegcllo e b.ivia tambora nsaaifastado na provincia 1 ainda ha penco aaaovdona* eease roiaraa das aaojo*
no Rio lirande le S. I'ojrn da Sul, eaminhando ale ''" l'arasuav uma esqua.lra respaila 1 al em qurimar
au Jaauain. que. coran ninauein ignora, lio pro- '"" carliixo, ui disparar se quer um a lli" o
Brasil, roja poltica no exterior, principalmente para
Ibe perl-nce.
E concille por ultimo o correipooriente, derlaran-
do qoe apezar dos drerjoa de paz que reinara nu
Conselho* govemalreos, proaagot se all -em mler-
rupc.lo us liabalhe* de brtlIeafSo e desees, nao ..
sobre a cosa do rio, como lanibem no pe--oal do
everciln, e na esquadra, quese irala de ansmenlar
rom a compra de mais um apar.
l'-oinhequco governo impenal lenha roiihe.i-
menlo dada cnrrespoiidrnna, que bem pode eaent-
derar-se n/firiai, alenlo modo por que -e acba es-
cripia. Sea im-s.io do Sr. Verges nao liver nm re-
iilladn pacilico, lirai-se ha rulen leudo que he a
Urasil o un. rrspotiavid p |jsu-rraque de
llia quei a lodo o lianse cva
pie
poreo de l'nlhet-i obre o tral
vi.iieij.i am medien. Aceita o
Vine, do en sobrado ua povoaco para enfermara
dus que forein accumiiiellidos, u e-pero de SUS pln-
lantropia toda a actividade e cela em animar a pn-
pul.ijao, c prestar-lite os prccio soeeortos, Eslou
.1 olliciar au juiz de direilo quo nessa comarca .leve
sei o paulo central |iara a necessaria* providencias.
Eja preveni .10 delegado da Victoria que de la mes-
mo fnrncces.e u que fosse preciso em beoulicio das
pessoa* indigente* dea freguezia.
Portarla Keeommeudaudo as autoridades l-
caos que prefiera tola a coadjuvaco ao doulor era
medicina VicenteJeronymo Wanderlev, que aegue
em cnmmis.n para a comarca lo l.imo'eirv.
Hila O presidente da pro\iu-1.1, alien.leu.lo ao
que Ibe represeutou u duulor ebefe de polica, em
oflicio de II d.....urenie 11. II, resalvo demillir os
actuaos 3., I.", 5." e 6." supplentes do delegado .1 1
lauaras-ii,
i.ispe, lem providenciado alim de incll.orar a po-
lica das ma- p praias da capital.
Nao he piiiciii dn elleiio deesa*, o anula de quaes-
quer oulras medidas, que deve ratoavelmente espe-
iar--e que seja o Estado Oriental reservada do lla-
aello. A experiencia domonalrou ja que a cruel en
farmidade zumba do emprego de lodos os meios ra-
dicados pela ciencia paia embargar-lhe o pasa*I
Se pois nao visitar e |rcnr(er eia repoblira, se-
guramenle que seiuelhame cxrepco so podera ser
atlribuida a poeicHo lopographiea especial do pait, e
a rirrumslaiiria de ser quai constantemente lavado
pelos venios que com violencia soprain do qoadrao-
le do sudoeste, e que aqui lem 11 denominarSa de
pamperos. U que he cerlo be que. secundo as 1II1-
ilicias Minias .1. Kroilleira, o llagello, seo
bavia retrocedido
infaularia du exer
tulivu que Um fa
o decretu n.
lerma de lau.iras-u, us 2.", 3. e i. uppleole* do li-ausp-, a ludia para e.ie lado
subdelegadu do l.a .lislriciu da fresuezia dn mesmu ; em diuiru a porto Alegre
lermo e o 2." e ." supplentes do do 2." dislriclo da A proposilo do cholera : ouvimos, ha dias, a um
reten.la Ireaiiczia, .........ar p.ua os substituir au j dus mais antigs o disnetos mdicos rendente* ns-
eidaddos abaixu mencioaadus : la capital, lio......11 que, ;i longa pratiea, rene aian-
Mippleutes do delegado.
!. Dr. Joan Vuloaio C.ir.ilriinli de Albuquerque.
i. l-iieiiie-ioroiiel Francisca Cixalranli Jaime
lialv.io.
.5. Cipilo I rbauo Jote de Mello,
ti. Sebastian Antonio le .Mello Albuquerque,
Suptenles do subdelegado do l.a dislriclo.
2. Julia leriiiodioo da Silva Mello.
3. Krancisco Cockle* Teixeira deArauju.
i. Ddioiro Comes Pereira.
Suppleme du subdelegada do 2. dislriclo,
2. Manuel do Regoe Albuquerque.
I. Jos Rufina Cacillo Catanho.
Communicou-se au referido chele.
18
Oflicio Ao Exm. manchal eommondanle das
arma-, inleiraiido-o de haver anlorisado o inspedor 1 lema* desta ve/. .1
da Ihesouraria de fazeuda a mandar abonar o lies Por decrelo de
metes desold que pedio o lenle Meado Aires
de Sonta.
Dito Ao Inspector da Ihesouraria de fi/end.i,
para maular entregar ao Dr. Augusto (..metro
Muiilciiu da Silva Santos a quaulia de oOtfcOIHI r.,
vistu que elle vai era COmmissdo a Sanio Anl.iu, ,1
bem da salubri.lade publica. P.irlicipun e
le somma de conlieciraeolos, adquiridos pur .Hura
dus e-ludos ; ouviraos, tornamos a dizer, que u ce-
lebre oalinalisla inglez Coilberine Pisn, esereven-
.1" no uieadit l. -vul passado sobre easa enfermi-
dade, a dera romo endmica no Hrasil, por aquella
poca, cora lodos os caracleres da que boje se chama
cholera aialica.
Eis-ahi um ponto mporleule para o exorne e para I all a mais peiTeito Iranqoilidade. .
as lueiibraciies da grande coofraria dos liossos rae-I recebido ollicios do general Hornos ale -Jl do p. ssosto,
.heos! Agora qoe, louvado lieos, se acbam elles I eommualcanoo que nada oeeaamra em Inda a diviso
mano* atarrfados com ulemivel inimigo, bem po-1 qm coinmanda e-le ebefe.
diam despender algumas horas indagando al qu O coronel li.iroi.1ooilici.ira do oulro lado do talada
ponto deve ser aceita a asserr.lo do naturalista a que em dal 1 de 2S, aiiuiin. nimio que sesma em marcha
us referimos. E emijoanlo tiles se uceupara disso, para u exercito com a sua diviso de :>m liomen-.
com a repblica i-inb..- lem si lo orna lonsa sene
de arto* de generas* auiizade c de londcsnudei.
cas, alguraa* |".r venlura evcessiin-, i,e asura 111.11-
gilario pele ralo de uma ddli- coeao dewRaaaaalo,
bellicoM c cotiiMii-ladiu I... Vallia-uns Di o !
Inlerr.impcmo- a n .a correspou 6 una para |m
sar os olbos p.-lo < 'oioerria del l'hta ih- sioje, que
anida nao haviainos lid... \elle ennnilr miie. noliii...
de Boena* Axres, Iraxidas pelo t'umUtu que honiciu
dali entrn.
A :)ll dome/ luido ches .rail; que le polio, prece-
dente* do Paraguas. 1. vapores inslet tenos .lyre-
e paraguayo Sueca-turdcos. arabacm um iui|hm-
l.mle larregamenlode herva mate, roiirns. Plr.
A bordo do Sueci'furdeos, e 11.10 do Hiieno*-. tit-
ees como alias o liana aiinundado o o espvndrMh
offieial da Tribuna, viera de possagci o Sr. D. J"e
verge* miuilro plenipotenciario do l'iraaua. jonl"
ao governe du brasil.
rambem por ua parle anuuiicia a Tribuna que
a iuslrucijs du plenipoleneiario paraauaxo .oda
0111 carcter conciliatorio, o que deixi esper.u que
o Brasil uo eaige ajgaaaaSoes i''ow/itiliifi. ... ,;
dijnida-Je do poten* do Paraguay, as nuaiisi.noi
pendenles l-r.io ptnmplo e feliz desenlace. E .111 r-
cenla que o carcter e os coiiheciuienln que p.sui'
o Sr. Vergea, um dos primeiros hoaneaM e..i, sao oulros lanos mulivo para coiiliar no xito de
sua miosgo.
Aeompanba a sr. Verse na qualidade de ccie
tarto, o Sr. '.). I cl'x Esuiqutza. Devini partir |utra
esa 1 coi le no prximo met de levereiro. Deis Ihe-
ponba a virlude !
Segundo as ultimas n.iltcias da fronleira. remava
mal* nerfeila itauuuiiidade. o governo baria
Palacio do Rio de Janeiro, em 20 de detembro du 1 cninmandatile das armas a sabida du meueiouail
doulor.
Hilo Ao mesmo. recommendando que ma
1855.Joo Mauricio II andertci/
t'.rpedicnte do dio 1*1 de ieztmbra de 1855
servando o quadro cousii
dado pelo plano que baixou con
Ao inspector da Ihesouraria da fazeuda da pro-
vincia da llallis, aecusauda a recepeo da oflicio n.
II de 21 domez prximo pretrito, em .pie. referin
82 ileJ'J de all 11 de 1851, seja eslabe- do-se au avisu de 1 de junho ullirao, pelo .pial-e
ofinislerto dos negocios da juslica. Rio
lieiro, .5 de detembro de 1855.
Illm. e Exm. Sr.l.evei ao conlieciraento de S.
M. o Imperador com o ollicio de V. Exc. da t.e Je
agoslo ullimu. o, 11. 152, 0 do jui/ municipal .
lar lerem elles pago o impo le I -(Ni, deixanrio de sallifraei 11 seral que he de
12.>SIHI, quando .icvi..... em caso da prclureucias,
pagar anlese seral, qoe conforme a duulriua do acto
adilicinti.il rmisiiiuico d> imperio, nao deve ser
prejudicado pelo provincial.
1 cenlo ua furca du 878 Dragas de prel, lieando as res
' perliva priraeiras compaohias rom 90 soldado, e
; cada uma das oulras com 81. Esse accrescimo de
I torca era deslazada do augmenta que teve a do pri-
meira dos ditos belalhoea pelo decreto 11.'1071 de
:lil de ouveiobru de 1852, que hei por bem derogado
nesl parle.
MIMSTEKIO DA l'il ERH .
pedante do dia .:.: ./ uV: inbrn 1- .
Anronim.iu I,me das .unta da'.rorle.eo reposta
o aeu oflicio 11.780 de 28-do rj.nenie, que para
ouipor
"I
so do 2h>do
onselho 1......1 jinieo do corno de ario
pode o ajudanle ser volado, mas n.i.1 a quarlel-mes-
Ire; deven, in o oniin >ni me do dilo rvrpo, quando
declatot qtiecompeliam dous criado- ao r.ipiio le-
nenie Jo-e de Mello Citrisla d'Ouro, na qualidade
de corainandaiite .la cnmpouhia de aprendites mari-
iibetros da dita provincia, consulla sobre a or.lein
ou tabelle que marca eos ulliciaes da armado, por
qualquer cumulando, mais 11111 criado alem do que
lite peilenre por sua graduarn; e dizeudo, em res-
O marque/, de tjixias. do meu couselbo. ministro '"''','1 '.",0lt" ollicio, que pelu disputo no arl
nos d 1 guerra
.altar cora o
crean., de estado do
liba a un euleu li lo .. fae
dio necessario**.
Pala.....lo Rio de Janeiro, em 2i de ile/em
18.55, !ll da independencia e doini|>erio. Com a
rubrica de S. \l. u Imperador. Marque: de l'a-
.1 /'(-.
o le-
le-pa
loo i|a
do lejiinenlo pioM-innal de20 de j
podem oasjjpvminiadanles le o noini
qoe eviae a riecoocia e represcnlar ...
e i|ue ao uflit 1 ae de qoalquel
cuiii.l.'i.i.los cuiiiiiiaulaules, ma
serv.;.,, di lloren le-,-en) pie e lem .
uvas vaiitagena na razgo .1 duas
111.11 uiheiio ; devendo porLmlu il
uiibn de 1706.
mero de rriados
... de 1 1111111
palenle, ,, ..m 1.,
empresa 1.. em
l.oaa lu .1- r-p,u -
criados esundos
II --o o Ule.mi,
ao primeira leiiente Mdiiuel Emesia de Sau/a Kra
le
abonar ao mareelral Auloniu Cmrea S' ira n quenli-
tetivo esii(nil.i 1. para compra do qualro cavalaa.lo-
ra, que Ibe competen! romo inspector do qoartu
dislrn lo militar.Coniinunicoui ao rele i lo ma-
recb il.
Dito AVjuii relator da junta le juslica, Irans-
inilliiidu, p.ua seren relaladus em scsso da
jniii 1, o din procesaos vertaos .1 >s sollados .tum-
llliano Jo-e .\oiie, lieraldo Antonio Iciie.r... In-e
Lucas de lliilo e JocCiiano .le Sou/a. Parti-
cipo.! se ao ni .i", lid .oninian I. me da armas.
Don Ai mspecloi -I arsenal He iiiarinha, rc-
coiiiuien laudo que uidcno .11 coiiiiiian lanle dn
Iraiisporle l*qnl\dade que .mies .le partir paro o
presidio de l ern in I piiteu.L.....m n uispeeloi 11
ll........1 n.i *|.. 11 'ii.t.. .......le receber delle ".I.
iilieitu que p .1 veiilui 1 liver d eii,iai ao corauaii-
danti* do mearan presiiho, pac, pagamenlo do dca-
lie.im-'iilo o -ni -u.-ta los ajli evi-leule.Ciiuillil
no o 00 iii.peeior di me.icinii.i'la lhe.uiraria.
Hilo \o pur de din-lio inleriuo da coniai.-a
.te .inl. \ni... Recebi os seus oln.-tusi1.iil... le
Da comraandaule de San Nicoh-, o coronel P.m
nem, h.ivia carta coludos ale :lt), c-uninuiin,m 1..
tambera a existencia de perrera tr.iuqmlidade, emi-
Ito-int que populacn linb vulla.luanccup.ire do*
argentes Irabalho* da colheila, qnri *n apsuaalan
multo ravoravel.O coronel lata julus elogies a cmi-
riucla leal e digna da aaloridade* da proerae*a de
Sanla-Fc.
Tehin- noticias da diviso imperial de 19da me/
le Rosas lora ah rice- liado. Pas-aia nesac da .1 linha divi-ona com a Ba-
lada Oriental;e, aeolbida no lerritortabrasBelve por
eulre a eolhnsiatla* arclamacoes de seu patricios,
bira no mesmo da acampar 110 lua.tr dooamioad
Pirohx lirande,Ditia-se all que o s,r. brisa-leiro
li.loi'ts lelle* da Folicea l'eretra Piulo eiilreaava
o eoniiiiaudo da divisas) -o. Sr. horu le Porlo-Alegro
11 qual licaria de observa ;.io com a me-iiia linca na
no-as Inducirs. >.in -abemos porem ale que pon-
i deva esle boalover aceito.
Regrcam asura para ca coiie.no Camilla o*
11.-111.1 tal, be sem duvida dig.....le consideradlo o apreco n ,-. barode Haon e rooolliatro llaarle da l'onie
propo-Hoem que parereeslar de reunir-** para os 1 Kibeiro. o primeira val, lelitmcnle. oua-i de tod..
uleis Un- que on-i un do programma que tormulou, j reslalielecido dos iucnmnio lo que -olma -. a se-un-
e queja lot publica.!o no fim'rrio del Piala. Para do, porm, arredila 11.10 haver colindo da Viagemaa
salisfater a natural ruriosi la le dos lellore Iradu- vantagen* que esperava.
'.......s bases ou arltgo. do referida programma. Segu I.....bem para essa rorte no Cumula a cera
passare.....< no* a resumir, cuno no-lo penoille
lado de nossa saude. as poucas Delicia* qoe
ar aos leilores.
1 do met passado foi finalmente
aceita a renuncia que cere* de 2 anuo* litera o Sr.
Mauoel Morena de Caalro du losar le cnsul acr.il
Je-la Repblica no imperio : -en.lo pur oulro decre-
lo da inesma dalanomeado pira subslilui-lo o sub-
idlo inglez liiiillieinie de l.ara l'upper, que reside
nessa nrle, e que no lemp
coasiil argeatina.
o governo ni.in.1.1 agradecer an ex-cousul geral us
bnn- serviros que preslou ao lisiad.1.
Trola-!' aqui, .1 -einelii.iue 1 do que se pralicou
em lluenos-\xres. da orgauisacao de um 1 socieda-
I.' .lo eslranueiros. que pule ser til se nao assumir
o rara, ler de u.....lado no rstado, llinltaudo-ie .ios
-en lius pliilaiiiropicn, e.......u verdadeiro rarac-
ler de tima asoriacao particular. Sendo, romo e
abe. eslraoaeira a maioria dos habitantes da espi-
to e apreco o
ir-se para us
l|UK>,1
I.-
eailllll
dijecl, de lien. 11 111 i
i" > li ni 'en.. |. ibr" p i'<11 qu
o 1 1 .0 un 111 1 dulil I. !.'
' n -.i 1.1 .111 ici .. .,
conten, iosas qui; p 11 venlura
Irangeiroo.
I.- I'rninnver n reiiuii. de c;.| :.i para 1-l.ibelc-
riM um 1 pe........rol 11111 :ricel 1 europ .1 1
^ 1 ncleo 1 in 1 de 1 nal
t, eollln -...Torrer
ie piel 1 iifermi-
I .1. Ih ll
quesles
entro e-
1 .1 le ..
. I in
bordo veio de Buenos-A*.res, o de-hurlo prafe sal
1..... \ iclor Riba-, .pie p ir lano auno. r. en ihi 1
1 un. -Ira .lo Ibealro Ivii.
ti rr. Riltas x 11 y, ,. ., .-0
|uet desemhai......ie la capital. O ca permita qoe
us are do Rioila laen o. onde mili .10 ,. iin,.. sem-
pre ne.lio e robusto, ihe reslitaam .1 lud pe li 1...
I lio aqui que a oriedade pode lomil a le
ve- o lendeucl.- a que icim allud


t'Mlu *| '!>iRUiO QUMTS FEH '23 L J'NUhO LE IM6
5 do janciro. Icedcnlea. He bstanle velho para lonibrar-se quo
t.lic.ou esta mandila de Boenos-AyrN o \ tporin- amplaraeiite Joun llull abnu .1 bocea quando ,1 re-
gle* Moitat, e a importante noticia que trooie-noal belltao > .1 auarehia abatan...... tlirono ilc seus pas.
convido a aecreacanlar aleuma liabas n nossa correa-1 l.ernbr.t-se mujlo bem do* .. 11 .- il> alecrn qoe a
pandeucie, que alias i eslava encerrada e ero eami- Inglaterra aleou qoando .. grande e no leroso impe-
l h o para bordo do Camilla. \ rio d' latirla Foi amentado Cum di -dina... As ron-
Etperava-se lodoa oa montelo! naquelta capital j juracues de Vienoa. a franca txmpalhia
as lela. I-
gar as duas n*
jumis c-in de
uiiigavci* e de inmmercio que datera li-i lonias hripanhoUs a avidez era qoe lodos eominun-
cujo* intersea nao pnitem calar gam e <(n- ..... lodos domina, a p >ni> .lo tud'i sullo-
uma iiHasa.Mli> Indios, que l-iii numero "avallado es-
l.iv.im ja alm ilo arroto balarlo.
O general Hornos, reconlieeendo inaolUciente para
lUca-loa a pouea forra que iiilta a sin disposiraai,
havia-ae recolando com todas aa lamilias da canapa-
nha ao dito arrota : e dalli participando ao giivcruo
da repitilica u occorreocia, requisilara o auxilio de
que carena.
Nao podeinoteoJher nutras oformaje. Na cor-
respondencia seguiule daremos couta do que hoover
de inlcres-c.
Jornal do Commreio do Rio.
SABUENIIA. IIF.SPANIIA E AUSTRIA.
Laucando oa olhoi l>ara algumas das potencias c.i-
lltolicas, o coraran alleruadauente se entristece e
legra. A rata de Sabina, oulr'ora a grande prolec-
lora da religiao, est agora em hoslilidada declarada
rom a igreja.
Em de-alin da jjuslca, da Iradiro, da le jurada e
las mai. -olemiies concrdala*, as orden, religiosas
bao sido roubadaa aberlaraente e sol a eanecao da
le.
r ni lis Ilustres prelados bao sido cruelmente
citado- por defeiidereiD, romo era do sen dever,
a- lber ladea da igreja.
Os libeHos inais atro/cs sao aliertamcnle publica-
dos por uin.i Imprema inliel contra a ju-Iira, a ra-
ridade e a tardada ; Soupm, (asadores de tratados,
salteadores, incendiarios e republicanos venncllios
de todos os climas, eslo agalludos naquelle mo-
desto reino.
I aleen que os imperadores calholicos de Franca, e
d'Aualria ordeuem a respectiva expuIsSo dentro de
poico lempo. Se elles proeedercm dett'arte, o lem-
po dir se aqueltes que ap|daudem e auimam Viclot
Emmanoel da -un insolencia e obslina{ilo para rom
a ania ednio temellianle conselho coulra csic
imperadores calholicos.
A Inglaterra nesla momento n esla obsequiando
eom janlaresa uvarese luda a iinprensa inliel e pro-
testante apresenta-ocomo un herocc umrei modelo
pelo seu desrespeilo e contumacia pura rom a igreja
de sena pas.
lalvez qoe dentro em (miro saina que o sen reino
e elle proprio lia', sido empregndos romo ni-iru-
meuios para perturbara pecdofeeos visiohos,dis*cini-
nara bereaia e adianlar a revolaran. Se a malenca),
a rapia e rebelliio o eipelllrem do throoo, 011 con-
liscareni as propriedades dos seus QdalgOS, lalvez se
leiiilirem dos precedentes que etlabeleceram pelo
roubu igreja.
Se algumas noraries ricseercm nos seus dominios
desrespeitosas e rebeldes igreja, lalvez que a ana
rara aprenda anda urna liego a sua cusa.
1'eza-nos di/.er que ni llespanha as cousas nao
sao milito nielliores. Cada rorreio Iraz as mais Irisles
noticias de rebellines descontentes e abafadaa na-
quelle inleli/ pas.
A soberana uao nassa de urna bon"ra nas masa
do lionieus perversos o velliacos. He obrigada a dar
osen nome aqualqucr decreto. Isabel he apenas
rainlia em nome. Sob o nome de liberdade. os prin-
cipios mais lincencioaos, as maiimas mais viciosas c
os designios mais intolerantes sAo disseminados. A
discordia, a anarrhia e o disconlenlainenlo, araulos
ccrlos de perversidade e de crimes, nadam nas aguas
perturbadas da infeliz llespanha.
lima imprensa licenciosa assalla eom mpunidade
todas as cousas sanias e grandes nas tradiries da Ba-
rato. As mais sagradas e veneraveis sAo ipostas ao
ridiculo e despreso. A maldirao da excoinmunhnn
pende sobre aquella desgrasada Ierraas ollera- de
paz ede reconciliaran que paternal coracao de Pi
l\lem feilo frequenlciiienleos tratados menos pre-
sadoss concordatas violadaso roubo franco
iureja--ee frailes empobrecidoso clero persegui-
doBS Ideas aliis lao indiislriosrmenle espalhadas
as calumnias desenfreadasos crimes llorriveis
em nome da liberdade : lodos estes percados uario-
naes bradam fisgaoca ao reo, e receamns que mais
redo 011 mais larde deeru aquella sentenciada e in-
feliz Ierra a justa retribuidlo do um Dos offen-
dido.
Todava lieos he ue bondade. Pode aquietar as
a;iias perturbadas e restituir a calma. A llespanha
pode einprehender o seu proresso, humilliar o seu
orgullio, e apreciar mais plenamente a grande d.oliva
da fe. As nac,es assim corno os individuos sao ex-
perimentadas no cryaol.
Lu grande e proveitosn fuluro anda pode caber a
llespanha. i) quo eramos mu ha SO annos".* Cor-
ta-madeiras e puxadores d'agna para os nossos a-
mos protestantes. EnlSo quem leria audacia para
predizer que em meio seculo o soaso paiz seria co-
berto eom bellas igreja* que raissionarios seriao en-
viados da melropole da Irlanda aos limilea extremos
do mundoque os calholicos leriam urna imprensa
rapa/, de rivalisar eom a de qualqucr paizem orna
pira
suuda-
sua casa,
Ko-siilh eos incendiarios, nsjanlarea e
coes que eaperaram os rrueis inimigas da
amia estilo Irescas u** sua memoria,
EniAo 1 Inglaterra bradou rom alegra porque
um unllgo imperio eatholieo foi ameacaidu rom disso-
loej.i. Herramos lagrimas do amarga rngauc,a por-
que a igreja de Christo est livre. 41 seu odio para
eom a icreja de qoo apoalatou be Ido inleuso que
priva dos inslincloa communs .'.; prudencia. .Vmu
papa nein imperador esla isenlo das siias obecnida-
dea c insolencia-.
I'ranrisco Jos, emanripando a igreja nos seus du-
niiuios, comer urna nova era para a Austria, mere-
ce approvaraa e os honores la lodos os homens de
bem. e indubilavelmente chamar sobre si sobre a
sua illuslre rasa e sobre o sen poderoso imperio as
henraos e favoresdo Allissimo. A sua cunesrdata he
franca s esceprional. Ite-liluio a i^n'ja os seus esi.i-
lulos o liberda le. e de-Tarle levantara* cm roda do
seu Ihrono um rlero agradecido c um
feilo.
n espiritual e o temporal. ciA^ um indopendenle,
gvrando em ana esphi ra respectiva, ha de harinoni-
Mr humanar e consolidar o seu poder, e a Austria
apir--alara'ao mondo, em quanlo estes prudentes
eoirselhoa prevalecerem, um povo compacto e unido saudnr a S. Ec. o S
contra oqualde halle arrebentaro guerras c re- res do governo do I*
'do, o governo da (.onfceiaraii I car, tcui servido de nevn esla dispmn ., acreditar junio do Exm. presidente nuo pstiesse vincula nae.....al prestes a romper-se ;
do l'aragua; un ministro plenipotenciario, alim de urna romo espada amear .dora de Dainocles, sempre
que esle rumpra as acertadas vistas do consres-o, e suspensa sobre a existencia dessa repubblca, poile
colloqueas relates entre as las naraes em termos | cm qnalquer dia de eleirio, em qnalqner horade
que assegurcm a traoquillidade e bem estar de urna I lula entre abolicionistas e seus a.iversarios, entro
I A/r'ii/'-.\o/i/i'/-' e os seus contrarios, deaprender-se esplos'ies etc
para | do tenue lio que a segura. piejo II I
acertada
relaroes entre .:s la
isegurcm a Iraoquillidade e bem estarde un
e de otilra.
o O governo do abaixo assignado escolbeu
desenipenliar esla niissAo nina pessoa do indispulavel
elevacao de cara'cler, e que se portara rom modera-
ra < e lino no manejo de um negocio que de\e ven-
tilare por inspiraciies da juslira mais recta, do res-
peilo reriprnr.i e das sympalhi'as mullas ipie levem
coneeder-se dous povns da mesma origom, e chama-
dos a alcanzar os meamos destinos,
t> Sr. general l>. 'I'iinmaz lisido, senador tU*
taingrc-sn Federal, be a p.-ssoa em ipiem recado a
eleicfio do governo do ibaiao aasignarto para.a rnissAo
indicada, o e-perae eom fuidamenlo que ella sera
bem aceita por S. E*r. o presidente da repblica do
Paraguay.
o Conimimiramlu estes antecedentes a S. Exe. o
Sr. ministro das relac,ii*s exteriores da repblica do
Parasnax, o abaixo assignado lem lambern n honra
povo satis- ] de deixar respondida a respeilavel ola de S. E\r. de
lo de agoslu ultimo, em que se recommeudava que
o tratado de *i do inllio i'o-se levado a ronsiderarao
to cougresao argenlioo,
o O abaixo assiguado, ministro das relacdes exte-
riores do governo da confederaran, lem a honra de
. mioi-lro das relacocs exterln-
raguax eom a mais ali.> consi*-
indica laca e laes lugares detormiuados para o fa-
brico dos lugos.
Como he que um artista dease genero de artefactos
qoe mal pode alimentar urna numerosa f.imilia p-
dela 'Irixira sua cusa e ir para s estrada de Jodo
de Barros a(ing ir urna ca-a dislaolc do mercado e de
oulrss romraudblades para nina familia '.' Se a i ti
veurao he, romo deve-accrer, para obstar incendio*.
i idemos invejar pira a no-a pa- qualquer logar onde nao luja visinlwnca poder-ae-ha | so pesado lenho, sem que nos afasle, ao menos de | nao quero a pa.ij
r.oiife-samo-1
Iria a Borle, a prospendade. a civili-orao de algum
n,r;.io ; mas a dns Estados-Unidos! nao por certo.'
antes mil ve/es sermos o que nomos, eom I ido o
trazo dos elementos de prosperidade material eom
que luamos, do que termos mil estradas, mil canaes
milboes de curros r de hircos de Vapor, e a par da-
lo a violencia dos precooceilos, das paltes desre-
gradas, injplacaveifl, que os dilaceran).
uobre collega ullimainoule lancoaat toas VMla> de cabrea, nem deso, o Irazer sempic o pes meh
para a ribelra deS. los. Oh! que foco de tratan- do- n'acaa salgada.
lili encontrar, lano na praca da Manda-me ilizer lamiicin. i-to ~-ja dilo rm ron-
inercado do peixe e da ramo lianra e lique em sigred.i, i|ue por la'-e m-na que
io llnbre collega, qoe insista em querem mandar ron-ullar-iiie -e acreilo ou nao vina
pi- rom issofara um importante jolas pastas..... .Masderiililauonle nao quero : e o
mais be quee-lou rom rereiri que me inandeni agai
rar. nioasio mais a ueste, sasla, nasla, dex> ar^M-
, e que por meio dcllas nao liquem mis faz o uobre rolleca di i:rl, l'ermwiburniw, nos lelar-me. O que en quem nao me d.io. v. .. I
is casas viiinlias, segue-se que em ota faremos lodo possivel para plantar;aoMlcaWo o nos-j rector das obras i.ubhcas, j,>o Nadas, psti barajar
les nao vai elle
i.u inhs romo no
verde '. Rogamos
-nas : urzdellit*,
-erviro a biiuianilade.
Agradecemos mu curdialmeuleoe4>nceilo'qusde
febrienros fogos arliRciaes. Alm disto, um artista saogue fiio da senda, que o escriptor imparnal de-
xoluroe--. derarao, ainiz.ide e reapeilo.
Sea llespauhaeaStrdenhadesejamser grande-. u Juan MariaCnlism:.
merecer o respeilo do mundo, e rcassumir a sua au- ( a Ao Exm, Sr. ministro das relaedea exteriores da
liga gloria, e chamar sobre si as heneaos de um Heos repblica do Paragoax. i>
de juslira, teiu diaute de si
um uobre exemplo.
The Tabtet
I inenu c re*
Isidenle des
i ebrio, quo
RIO DE JANEIRO.
I"J de Janeiro de is.v;.
As noticias Irazlda* pelo paquete tiigie/. '.'amitla,
eulraiio do Kio da Prala, -aa -alisfaclorias quanlo
ao Estaslo-Oriental, onde continuou a reinar a nr-
dem depoia do sauguioolenlu conllido de uovembro,
A etclliirao, que he natoral appareca coin a Ici-
cAo linhalamda manifestado, lalvez por estarein lodos
lemb'rados daquelle confltclu,
A liga dos gMicr.ies l-boc- e triie >a!i-i-(ia,e del-
la p.ueri.i depender a ronseivarao da ordeni deque
gozava a repblica. As disposices do jiovu em geral
si'io para a paz e para o trabaibo. Se os boineus po-
lticos, em cojo numero au podemos dcixar de con-
tar esles dous generaos, sacrificaren] suas pretenroes floeronvide o governo do Paragoax a rcm
individuaes aos in ipreciaveis beneficios da paz, po- -."r|arai, alim de pie fiquein salvos os di
de-se coutar que o estado paeilicu cm que boje se '' '"nfedera.a.. Argeulina que o congrewo
cha a repblica sera doradouro. prejudicados, e rheguem a ser bem explic
t) Sr. Bastamente, actual presidente da repblica. I _?ro",a arrardns. anniinriando que par
conituusva a ser geralmenle apreciado por sua inu-
derarAo e prudencia. Nelle se concenlram aclual-
menie todas as esperanzas das que desejam que a
crise de marro lermine sem novas dsgracas c com-
moriio da ordein publica.
A divisan impciial foi acolhida rom vivas deruous-
trari'ies de sviup.ilhias em todo, os lugares da cam-
panlia por onde passou. As-ini se devia esperar da
pacifica e laboriosa populara da caiupaiiba, e as re-
cominendaroes do presidente ila re|iublica deviam
concorrer lainhciu para csses acloi de
cortesa.
O Sr. vlsconde de Abaele dtspunha-se a partir de
Montevideo para o Paran,nudo lem de tratar rom
o governo da Confederaran Argeulina a bem das re-
lac es de amizade e dos mutuos iuleresses dos dous
paizes.
A cid.ale de Baeuos-Avrisconliiiuavaa prosperar
mas ns deva-taces dos indios na campanba (iobam
subido de p.mlo e ameacaxaui a propria capital.
Passa por certo que esses telvageos s.io boje dirigi-
dos pelo general Flores, que tantas tentativas lem
feilo para revolucionar aquella provincia, e que ul-
liiiiaiiii-nle a invadi pila fronteira de Sania l'e. .No
dia :l do crrante receben o governo parleipaejao
oflicial de quo o iuiuiigo marcliasa em grande forja
sobre o centro da provincia, a se aeliava j no Ar-
roy,. Salgado. O .rener.il I lomos,' cncu regado da
defensa da fronteira, leve de rel'.rar-se diante de
forjas multo superiores, c de pedir auxilio ao go-
verno para canter cssas horda- de brbaro--.
Das provincias da Confederarlo nada ha de im-
portante.
Olanlo ao Paragoay, annunciam as foi has de
Boenoi-Ayre a chegada aquella capital do sr. Ber-
ges, noiuead'i em substilair.io do general I), l-'rau-
n-co Son Lopes, enviado extraordinario o minis-
tro plenipotenciario do Paraguay lia corle do Itrastl
para o ajuste das queslo-s pendentes.
O Sr. Bergea lie a mesma ,iersou.tgem que repre-
senlun o Paragoax junio aos goveruos do Estado
Oriental, de Entr-Ros c de Corr totes, quanlo se
allianca eoulra Rut
Viva a repblica do l'aragua;, /
-< Ministerio das relaees exteriores da replublica
do Patagii i\.
i Aoniprar. .'itl de novembro de IKV,.
_ Ao Exm. Sr. ministro .las relaces cxleti res .la
C'iofe lera rao Argeulina.
abaixo assignado, ministro das relacOi < exte-
riores da ropublica do Paraguay, levou ao c nheci-
menlo do Exm. Sr. presidente da repblica a nota
que eom dala de tdooulubro ultimo. dirigi a eale
ministerio o Exm, Sr. minislrn das relaroes jxlerio-
res da Con federaran Argeulina, participan -lnlhe que
na legitlalura qua anab de encerrar-sc o rJngre.-,
nacional reaelvru na-i appr ivar o Iratndo eqlebrado
eiitie o Exm. Sr. presidente desla repblica e u
Exm. Sr. director provisorii da ConfederaVao Ar-
gentina em l.i ilejiillm de IKU, como cJnsla da
riiiniiiiiiiir.irrio dp rilada congr.s-o nacional i" Kxro,
governo >lj eonfedrrarao, eommunicarSo di que V.
Exe. iuclue cipia legalisa la, c na qual reci inmebda
ngre-so argenliiio ao governo da conl
1.1
Molestia reiiiaule. Cnitiiiiiain a
nas as indicias da el lado de M icabe
pontos cm que a epedemia
las Neves. Ilavia dous da
i salisfacto-
.los diversos
ppareeeu na fregue/ia
em dat,i de 7 do ro -
ederarao
rar a ne-
eilos da
nsidera
os os re-
isso 110-
Sr. pre-
'ai;' ilen-
l'hotnaz
dveu acreditar junio do Exi
la repblica um ministro pl
sera o Sr. senador general H
finido
" Nao sorprenden a S. Exe. n Sr. preai
la repblica a repulsa do dito tratado, po
niuilo lempo e por diversos canaes *e mu
so ; o que o orprendeu nicamente Tora;
tos que o coagresso argentino altribue co
tavel sagacidade ao mesmo Iral.idn ; e
amizade e''l"e congre-so argentino deixasse pa
tres anuos sem se Ihe nppor e sem indi
que agora escogitou para reparar essa fal
do-sc assim um lempo precioso e irrepara
ra poslo em nutra pusicAo os intereses!
cornmereiaes de lodos as provincias da c
e da repblica do Paraguay, que so podei
de condjao pelo aceordo, concurso e ut
de arrao e recursos dos goveruos de aml
blica*.
Nesla eonformidade, o governo da re uhiira esla
disposto a rereber indicado ministro argentino eom
as considrameos devida ao governo da reifederarAo,
llean lo prompln a dar reeebcr as cxplJcaroes que
se iulg irem convelientes.
Picando assim respondida a nota drj Sr. minia-
lente des-
que de lia
uciava is-
i os defei-
ii mili no-
phreludo
r mais de
ar o meio
a. perden-
cl, que le-
polilicos e
nfederaco
i melhorar
'ormidade
i- as repu-
llavra. que Mtornaiaiiios rname !l""s- **. ''"e
!b m>hiiidi..s I e,"a celebrosj eom o plenipotenciario brasileiro c
eom o general Urquiaa nao foram approvadoa pelo
tea governo, Pazemol votos para que o Sr. Berges
se conservo nas mesillas disposijdes que entflQ ina-
oirestava, oque seja mais feliz para eom o seu go-
verno.
Nutrimos esperanza* de que Ato se realisaramo
i.oiii eueito, unipuiinado de ve Maros sem prine ,,;...,; ... *------' ,'....., ,
lise despejados lem sucesivamente laucado o I "'e'' T,T. r ve .o no inol.vo da ej. er-
.az na confusa ;tod..s os demagogo, procurando "*f" ff'"*i lS!" T ^"ci"'"- ,'
tmenle o* seuaiiroprios inlcresses miseraveis, ,e.n ."! S*S Sf- "iW h! "T "" {mmM-
ij narao calholic
A rondicAo da llespatiba preseiitt-nicnlc be me-
laneolica edeploravel para aqnelle-que se recordara
da llespanha catilotica. E rom lulo, be roma sin-
gular, o coracAo do povo he saoi llespanha ainda
he profundamente calholira no corarAo.
Com clleitn, ura punhado do vell
I
I
somonte os seus proprios interesses miseraveis, lera
cnebido a trra de crimes e auarehia. Os m,eri le-
para urna grande potencia calho'.ica anda exislem
na llespanha. ludo quanlo requer lie um espirilo
reguladorum enrgico c vigoroso enlendiineulo
corno o de l.uix Napoleflo, para punir o crina, res-
tituir a orden), desenvolver os seus recursos, e dar
connanea a sociedade.
Pobre llespanha, o curacilo sangra, o espirilo des-
fallece, a lmagios{ao se enlrislecc a idea da sua que-
da, llespatihi. a Ierra da ravalleria c da poesaa
Ierra du romance e dos feilos heroicosa descobr-
dora de mundoso baluarte da religiaoa sede da
Ilustrarano terror dos eclaroio iuimigo dos
inimigos da igreja do leo*.
Ao passo que as trovas estAo espalhadas sobre a
llespanha e Sardeiihaao passo que eses renovos
oulr'ora grandes docallinlieisraoeslaomurrhandosob
u:ua poltica fra, material e mundana, seja-uos ner-
luiltido volver os olhos para orna scena mais agrada-
VC'- *
se ha algum paiz que allrahe presentemente os
olhos ik um eatholieo mais do que' oulro, be a Aus-
tria.
Depoia dos Estados da igreja e da Irlanda, lalvez
iieuhutn reino ou imperio seja mais amargamente a-
commettido nesle momen'.n do que a Austria.
E porque? Porque, ao passo que a llespauha e a
Sardeaha e deixaram embabir por enladislas velha-
ros e primeiros ministros incendiarios, Francisco Jo-
so, <> joven e c.tvalleiroso imperador da Auslria, rom
o prazer c edificaran do mundo eatholieo, poz de
partea Iradires mundanas dos seus predecessores
piebraudo os grilhoes que por lauto lempo Bsela- Ml'l,r/|u-e as
tro das relaroes exteriores da Con federaran Argenlt- ; vre, 2 mulheres escravas
renlc, que nao linha sido allanada pessoa nlguma
da epedemia, e julgava-se que eslava exlincla. No
arratal do l-radeuao linha continuado, nem consta-
ra cato algum em Carapebus, (uissamao, e llana
de S. Jo.ii:.
A villa de Saqtiarema continua i-enta do cholera,
mas a coqueluche vai lizimau.lu moitas crian; i- de
ambos os sexos, e de ludas as cure, al a dada do
lo anuos : algumasi.....tas adultas lamben) lemsof-
trnlo da mesilla molestia, mas sem resollado fatal.
IKi "Ji de dezembro al 7 de Janeiro ilerara-se cm
Uaugarltiba JUcasos benignos do cholera, sendo l
em eseravos e 8 em pessoaa livres, das quaes tres
apellas ficavam em Iralamento. Mj anteriores af-
fectadas falleceram 'i pessoaa, durando una dous
das e meio, e as oulr i- Jl liara,.
Do municipio de Campo* lemas noticias al (i do
correnle. NacHade e uas freguezias deS. Sebas-
Itao, Sania Hila e S. ti un;lio, era satisfalorio o es-
lado sanitario. Recradesceu porem algoma cousa o
cbolern nas Cacboeiras da Uuriah, fazeudu aug-
meular a morlahdade.
As noticia* de S. Fidelis chegam al 3. Na Villa.
Aldea da Petra, i; Vallan dns Vtados, ptrece ex-
mela a epedemia. .\ji obstante, a enfermidade
eoulinuava lavrar :!. faieudas remotas daquellas
povoares. A freeui zia de Sanio Anlonio de Padua
nada linha soOrido do llagello.
Em S. Joio da liana, ale7, eoulinuava em dimi-
nuidlo a molestia. Do 2i do pastado al do cr-
reme linham sido afieetadaa .1 pessoas, e hoove o
fallecimento de um prelo viudo de fura. Em \ ati-
na adoeceram duas pesaoa*, que licavam em trata-
manto ; no serto de Cacimbas 7 desde o dia 19,
dos quaes tallecen un), n.io ten lo procurado recur-
so algum. Em Itauapoamaeslava inteiramente ex-
lincla.
Al o dia II desle uiez c.tnservava-se era liom esta-
do Mcilario o segundo distrlclo da freguezia de S.
Jos do Kio Pelo, na l'arahiba do Sul.
Conforme noticias de S deste me/., a epedemia lem
declinado muilo nas aiaigens do Uto Negro, era
Canlagallo, reiu.iu.lo ainda porem rom forra no lli-
beirao dos pa-sos, na. mrgaos do Rio Grande, leu-
do npparecido nas Arras, na fazenda do Sr. Kaphae|
Ignacio da Fonseca l.onlra, onde ja se deram dous
caso fataes. >i freguezia de Sania Mana ,11 igu-
leos comeca a la/er estragos, e reappareceu na po-
vosean do Porto Velho do Cuoha.
Em Alarapicn fallecertm, de I a II do correnle,
21 pessoa* livre*. Na fazenda do Pantanal,perlencen-
le ao Sr. Farta l.emo-". lem succumbido louilos es-
eravos. Na Jaguara lavra a epedemia, e no Sapo
morreu o bzendeiro Daniel j>aqura de Saot'Aona.
Nesle ultimo pnnio lem prestado valiosos servicos o
cidadlo C. L. Talles de Macedo.
EraMaraptrii lem si.lo ineansavel o Sr. Faria I.e-
mns nos socorro, prestados a pobreza e a lodos os
visinbos; o meslo -e pode dizer do Sr. Domingos
Jos Claro.
Na fazenda do Sr. capillo Sav.ii. contigua a do
Pantanal, apparecea tambera o eholera.
Ilidhclira do cholera. Falleceram do cholera
no dia l.'l do correle :| pessoas, sendo I liomeui It
le fogos ptide ler um amigo qoe Ihe oilereraseu sitio
ou -o i iv-a nos arrabaldei para o fabrico delb'-, mas
nAo podera tililtsar-so desle nlerecimenio. porque
a lllma. cmara marcatae* e laes lugares positiva-
mente.
Portento nos enlen liamos em soaso fraco pensar
que pvder-se-hia lubricar /ojos arttfictaei naqutl-
fea luyan*! >/ue por aaai prnporre* nSo wJessem
offewlrr m ro.s.is '. Ii/iir/os por perla nos rasos de
CXplOKe* r iltrtli'li'tt.
Consideramos tambera demasiadamente pesada a
pena de Hdas le prisgo e :Hly.K)J de mulla, porque
be quasi luexequivel rumprir-se essa ordam de tretn
para um lugar determina lo artistas que poden) mai-
to bem evercer a so i prolissAo em uutrn qualquer
habitando em lugares que eslAo deacordo rom dis-
postrAo da IIIiim. cantara muniripal.
lie teima '. por un lado iiiullaudo-se, por ou-
tro trausgre itnilo-se e a Pagina fugo !
Continuara os despejos nas praeas, largos e ras,
sem a menor con-iderarao a* positivas ordena da
lllma. cmara. O patento Collegio por exemplo se
v uifesladu por femzes fi/rr\<,qiie iioclurnaiiieule s-
crosdo o iiouudam a trra. Podere-lita solfrer
aguas de hanho ede lavagens das coainhasetc., mas
nAo : s.io aguas polridas e tan mlannotctu que fa-
zem liuir a- leguas ojo s quem esla nas verandas
como us qoe iiitelizmeule por alli traiisilao.
E os despejos das janella* ? Nos queremos de
-ameuso* banhos sslafares, que muiia genio de
grvala lvala lem chupado quan lo m il pensAo de
ve Irilhsr. No entretanto o uobre collega, como es-
crniliir poliiico ajuzaia i que terrivel evluhicao es-
laiitos expo-lo-, sujeilii. ao parecer desle nn daquelle
critico, que, qual a rao-ca ludo suj !... Nos iremos
nosso eaminho, cerraremos nottot ouvidos, o ein-
quaulo nao tivermosseisoeia de que pralicamos um
mal e eraquanlo pdennos, conlmuaremos, porque
como diz Pope :
Gustoso he decidir-se menos szo,
lem quera escreve mal ou quem mal julga;
Mas antes oes da tedio nos consumara.
Que os ostros o jatio nos estragem.
Em caria fechada foi-nos reuiellida a seguinte
caria Declaramos ao seu autor, que guardadas a,
conveniencias do nosso programma, cora goslo acei-
tamos suas chistosas o espirituosas niissivas.
O QUARTO DE PAPEL.
Roa larde .'
Sr. Redactor da FAha ,ii-,lsa, ou do Bom Dia.
Permita Vmc, V. Hvin., Exe, Eminencia,ou oque i
quer que lenba sido uu seja, que a mais pequeinna :
debidas as creaturas que hbil.in nesle glnlw trra-!
queo, ou que so deixaiu escorregar por esle valle de
lagrimsa abaixo. oud
1 bolicario de quera Vmc. ja' Iratou na* ~ua bata
conceiiiiada folln, que pralieava acrnrs olisen -la
enfurecido contra Vine., e dizeni que lem dil-. que
o menos que Ihe ha de la/n I.. ...
I'ralandu delle a das p4ssa4o-, disserani-inc que
lal bolicarinholieboin quedo'*. sstsHB messaai a-Baaas
e amarello lie da venia, nao Ihe -, ,,-..i eaaaata>srisaaa
raalha, e lano he assim que empre roslumi visii
urna casa la' para n ra do Jardirn. em que morain
i macolla-, -elido :l da vidcae 1 pequea, m,- i;n.
ja' vai ihegando. a quem elle, segnndo dirrin. r-la'
amansando. One lal he o hnlirariiiha '
O lal inspector de quarleiro de quem \ mr' tam
bem tralnn, unid u a casa de jugo pato una d.<-
pracasds largo de Sanio Antonio. Vierta Sr. Ilou-
rado, alerta novio .'... (libe que o te-la as lesea
Iessa casa de jogo he o bem condecid.................
^o mais sou, setibor redaclor, de Vmc. sein rsoMi
que duvida faca, seu venerador e criado.
nfoa-Toril'.
P. S. A sua resfttsta servir-nie-ha de ossaias.
.lie aii'imh'i i.
REPAUTigAO DA POIaTCIA
Parle .in dia Jl de Janeiro.
Illm. e Exm. Sr.Levo ao coiinrcimriiio
n........--------------- mora molla gente boa e in.i, ,
inuila inora bouilae feia, Uie dirija, rom lodo o res-1 b(c-'loadas ilillereules parliciparoe- boje rere-
peilo I j se sabe) as mais sinceras felicitacA-s pela b't'.i,s "cs|a reparlirao, consta que derama- se
honrosa cm!. .ra penosa larefa de que se encarre:ou I SU1."1" occurrenriis :
le por palele, mesmo ao oibiiiho do sol, e a xi-la .. '"ram presos : pela sublel-cna da freguezia s>
de lodo o liel chri-IAu, M mo ou Judeo, as mel
sa- varan la-. I i se querem oli-ervat, nolein os le-
lores da-II em dianle com se abret.i as cataratas -""'<* <]"" f' saliendo, e os faclus criminosos que
das vareadas, e cahem sobre as calcadas suas lor-1se a ntrenos, e que pelo svslema da rolha vio,
on para mull ir dizer, taiii passaudo desapperce-
le 'i de uulobro ultimo,
nado olfererer a S. Exe. as
Ueta considcraca i.
i ao nljaixa assig-
egurancas dti mais dit-
Mcolas I II
Por decrelos de 7
13
du correnle inez
rae;.
loraui Humea-
Jlorlalidade lolai dos cliolericos al anle-h nilem
i,(Mi:!, sendo :
l,9W ; homens l.-JII, mulheres 7:IN
MU; 1,506, si
Livre
Eseravos .
Coudicoes ni-
dos'
Tencnle-eorom l-commandanto do bataliio o. >
da guarda nacional da provincia do Para, .Malinas
Felii Alarinho.
Capilao quartel-mestre do rommando superior da
guarda nacional da comarca de Camela, u capitao
teerelario-goral Joaquira Marques Ribelro.
Par; rapilao srrrelano geral do rittu cominainlo,
.(K,:
le para justificar a ubslinar.io do govern.) para
guavo. Sinceramenle dizetnas que nAo parlilbamos
eale* recelos porque julgamos o Sr. Berges muilo
digno da mistao do que vem encarregado, e porque
uao podemos aliar com o intereste que leria o Pa-
ragua; em eonservar-se desaviude cora o Brasil.
Acerca da mssao do Sr. Berges e do estado das
relaroes entre o Paragoay e a Cnufederarao Argen-
tina, Iranscrevereraos a seguinte carta da Assump-
rao:
ii A.ssjinpcA), -2\ de dezembro de ISTi.
Hepois da minha ultima de lo do crrente, pun-
co, mui ponen lem occorrido de novo por aqui.
o Como enlAo Ibes annunci.iva, parle boje a bor-
do do vapor Aon, /urdios, e r ira a iuleurao de se
demorar ah, o Sr. t. Jos Berges, alim' de de-
sempenhar a ms*ao que Ihe cottliou esle governo
por decirlo de 't do correnle.
ii No prembulo to dito decreto verAo Vracs. o
ohjeclo da missao diploraala do cavalheiro Berges,
que vai munido de iotlrucces de carcter lal que
d.io fundados motivos para crer que as dDerencas
existentes entro um e outro governo, e que pouco a
pnuco se letn ido augmentando, lerAo urna soltirAo
vanujosa para ambos. (1 resollado dcsta missao
mostrar se estou on n.1n em erro
a Falla todava fallai-lhes das notsai relaroes
com o governo da Coiifeder.trAo. A julgar pelo"es
litrito da sua imprensa c pela lioguageo) ura tanto
exagerada e pouco comedida rom que se falla desle
governo, rliegando ao exlrcn.a de aventurar juizo
sobre fados ainda naj condecidos, poderla algoem
ssas lel.n
estavam completa
ram a igreja nos seus dominios, e desfazendo o que
os seus aatepaasados, na sua prccipilacaoelnucura,
cilecluaram cora lano Irahallio e ingenuidade.
Na Auslria a igreja vai ohlendo liberdade de ac-
;o, porque os seus governadores sabem que, para
ler bous o leaes subditos, homens que suslenlem o
Ihrono e Ihe obedecain por amor da oonscrancia, que
ro,, .ii lem e couservem ordam e a sociedade, cnni-
pre prinieiramenle ter bous paes e mtles, bous lilhos
e lilhas, liaos cidadaosn'uma palavra, ludo o que a
acc.lo sohrenalural da religiao pode so effecluar.
Assim. o joven imperador, cora Ml)ffa{ao de lodos
is calholicos venia leiros, teraelimiiiado dos seus es-
tatuios as ilelerininaces penacs do seu predecessur,
.lose II, i|ue alaram us braros da igreja, toritou-a
ubi ao estado, neulralisou a sua eflicacia, e solapou
a sua independencia.
A fria e mundana poltica do i i/.t .1 igreja crca-
Inra do Balado, bauindo as orriens, religiosas, collo-
caada a educaro da mnrdade nas maot de intieit
sem principios, apartando o governo dos hispo* de
reir de unidade, segregando o clero da pedra de
Pedroo fot-o cm que os seos corantes se aquecem
lem este efl'elo, que geraroes de homens crescera
sem principio algum filo ou enraisado, sem reveren-
cia algunia a autorldade. qne sao soprados como as
areias do deserto por qualquer venlo de doulrina,
segundo o selvacem capricho ou phanlasia de um
incendiario hbil.
Os Boorbons de Franca deram a esla poltica o
pleno desenvolvimenlo. Semearam as sernentes de
rebelliao contra a igreja, c furam victimas dalla.
I'rocuraram goveruar a igreja de Heosapossar--e
la cruz assim como do sceplroda milra assim cuno
da coroa. iiamram as ordena religiosas-o reme da
religiao--oencheram lodos os lugares de inslruccan
publica cora lufieii aslulns.
Pralicaiido desla sorte lizeram rebeldes para Heos
pora si proprio. Cavaran ama mina debaixo dos
seus proprios llirono.-, que com n correr dos lempos,
e.plooa e feri-os, a toa rafa infiel e na suas Iradi-
.ies jansenislas de franca, lalvez para sempro.
l'rancis-o Jos,o imperador apostolice d'AusIria,
deprerando e-ta poltica, musir qoe nao he insen-
sivcl aos aconlecimentos pastados. Vque a religiao,
rom a sin allavel e sania influencia, lien sustentcu-
lo do s?u imperio ; que une c liga as ragas etptlha-
las sob osen dominio, e por isso d liberdade a
Esposa de Chrisloreserva a Cezar o que Gozar, e da a igre; i de Dos o que Ihe he devido.
A icreja calholira na Auslria lem dormido por
nimio lempo em grithes ; a sua accAn esleve consi-
deravelmenle parausada, ea casa de llap-hurg, se-
iiielbaulea dos Boorbons, lera permanecido por
rouilo lempn sobre nina mina.
Libertando a religiao da sua ewravidao, o joven
imperador in lubitavelmente lera de desaliar os fa|-
sos preconceitos do secura, os motejo* do, esladistas
sera esrropolo, e o odio amargo dos governo- inflis
e liereticos.
Ja a imprensa anlicalholica da Inglaterra co.nc-
ruu a levantar a seus huivos lgubres, liuanlo- en-
i'ommodos os negoeioa d'Aulria dAo a es-es plilanlro-
pos liberaos ] Veema igreja de Deoa livre das pres-
rriproes vexolorias do Estadoveem-oa -olla levau-
lar-te lio seu poder e gloria, e, em vez de alegrar-so
rom o Iriumphn da liberdade. que pretnidem ser o
sen principiolevantara grito* medoobus contra a
Austria e o en joven imperador, o* quaes podemos
tmente comparar com os ullimns gritos e crois la- sigua : le
las do demoiii), quan la c deas ordens do exor- a esla nal .
''i-1.1- K-i mim .... .
Entretanto, a censura on louvor da, imprenta in-1 na lo o obrigacAo I
gleta on dos esladistas inglezes perlarbam muiln raguai irenovarai .
pouco o joven imperador d'Auttria. Felizmente iianucllc memno d icum
o lenle Mariano Aagu-t.i de Castro.
Por decretos i'e S do dtu mea :
Foi exonerado do cargo de chafe de polica da
provincia deMalto-tiro**i,e juz de direiloAntonio
.loaqoin M.iiite.ro deSamp
Foram nomeados os jui loaqulin Augusta de llollanda Costa Freir para
ch.fe de polica ila provincia de llallo-Orosso.
Vntonie Joaquim Houteiro deSampnio pira a co-
marca le Piralinim, na provincia de S. Pedro do
llio tirando do Sol.
Por decreto de lo do dito mez :
Foi recoiidii/nio o eoDselbeiro Antonio Ignacio de
Azeve la no lugar de presidente da relacao de Per-
uambuco.
Furam nomeados :
Juiz municipal e de orpligog dos terme
2,-'i> 1321
IniM larin. He l'elropulis nos escrevem com
.tala de 1:1 do corrale, dando milicias de nina iniui-
ilae/J.0 que all cansn a lormenta d'agua que rabio
toda alarde e grande parle da r. ule de 10 desle
mez. Tratbordaram os canaes, alagando ras e pra-
eas. Muias pontea furam lavadas pela endiente
e pelos madeiroa e arvorea que orara derribadas e
levadas pela lorenle.
lie esla a maiorendiente de que se lem allico-
iihecimento.
I'eu-- Por i!-, reto !'; 10 do ro rcnle mez
foi i on elida a viUYa e lidios do Dr. Jos Vleira ito-
dreuea de'' rvalhn e Silva a peiisio aonoal de
1:001/5, rep ..Jam .:, palo* aervicos por ass pres-
tados na provi i :ia ue S. Pedro do Sul, onde exer-
cia o cargo de cliefs de palela, por necasiao da e-
pedena reinante, da qual foi victima.
Por decreto de S do correle mez foi lambem
roncodida viuva elilhodo .ilfrrcs do corpa poli-
cial da provincia de S. Pedro do Sul Vicente l'er-
reira lias, a pensao aonoal .le mi->. repartida-
mente, peloi servicos por esle prestados por occa-
siAo. da epedemia reinante, da qual foi victima.
NomcacAo.Por decreto de 10 de Janeiro cor-
reles diluvioinfecanles !
Cada dia a carne verde se torna mais denegri-
da, mais cara, mis ftida, mais inonopolisada Pe-
dimos, que os Srs. liscaes nao se descuidero dos
arougiies.
Algon-e aheleo maulo- levara a lal poni a iuob
-ervanri.nia- posturas que em vesdevarrerem e irri-
garem as tes! ola-do. seus e.l.iiirle.'iuieiil is laoraiii
pelo contrario all q i.in'.a |i ip-lla.l i, u lininoil licia
ha em suas tojas De qu serven) as posturas mu-
uicipaes, -e por falla de observancia Qcan no gre '
Sabe o leitor parque zombim assim '.' He pelo rau-
do illegal que se mulla, e-obre esle ponto nos nos
occuparemos brevcineule.
O Sr. subdelegado da Itoa-Vista, que lao promp-
lamenle lem providenciado a respeilo do que cen-
suramos em nossa i' / i i -ia i a bou lade de an-
da no- alien ler. fa/.endo dcsapparecer om eorliro
que lia na nii de Fernn les Vieira, onde se d em
grande escala a dissiluc..ia com lodo seu u'/Mero:o
cortejo.
Foi remellido pela polica para o hospital o
bcspaiihol da riheira da Boa-Vitta, tueslre adulador
los loorinhos do along. Pobre Vasconto !
Tambera fii despejada a furua do aterro da
Boa-Vista.
Ue conoludcnte, que na i se devendo jogar li-
mas de cheiro nAo se possa vender, mas nAo aconle-
ce assim, porqoa no beexn tapado no paleo da rna-
triz de S uno Antonio era urna casa vende O as pu-
blicaraenle, ajiinlando-sc na me,ras casa un huido
de repaze* e meninos, que fazera alli grande alga-
sarra como que chamando a polica.
Cansa qoe foi boiileui roubada a l.oja.'. da ra
de S. Francisc i: quando ha ladres que roubain
tae< ca$at o que nao roabaraa !
Oi despojos s poderAo servir ou a algum esluJan-
te de atlalhomla ou alias a algum pedreiro que nao
seja....
(Jue profanacAo inaudita '
No nulrelautii compre que a polica d providen-
cias para a captura dos rrinainosot.
Correto sinialro.Falleeeceu ura cantor da corn-
paohia lyrica, osoulros erapurraram-te para bordo,
e parece-nos quo nao lerenios de onvir.
Acabam-ae tantas quenas o recritiiinanies, o pu-
lir fui qnem inorreii...-
tirande lesta rainpestra leve lugar no engenlio
Palmelra : dizcm-ur), que lora ulna festa de nyni-
pias era sombros e encantadores bosques. Esli-
ramos dar una noticia exacta desse snberho passa-
lempo que nos informam ler sido completo !
Entramos pela primeira vez e Heos queira que
nao lem'ianios mais neccssidade de l:i irnios, em um
nao sabemos dizer mesma o nome desse lugar an-
tes de entraos, vimos o- -ripio na parado Casa
de paslo dupofs que entramos ; misericordia Que
pas'.o, paslo de barata-, le ral is.e dequaultis insertos
le arca de Nu laliiram depoitdo delovio universal !
Qoe mmandicia As paredes denegridas, cli?ia de
aranbat, e baratas As masas elieiaa de azele. sebo,
ebolor! Toalhas. pra'.o-, ininii.lis. par.ellas, rozi
nba, cozinheii... socio e u proprio dono da casa exa-
lavarn ura gaz 'ncphilico capaz nao so de produzir o
cboiera, como todas as pesa epidemias e contagios
ue lem :iss.a.-da o iiimi lo uler". Parlo do f.igo
esla colinra.lo um cuba que s-rve de deposilo de ex-
cremento liomaoo quando nnt eomem outrosdes-
comem'. ti nssucarnao lem ilcrcnra de farello ; a
comida vem temperada ram szas c ovos de barata !
E, esla porcaria be veulida ao artista, ao enifirega-
do pabliro. que nao lera familia, e :\o m.;iil > por
Inim dinlleiro '.! Sr. fiscal, pedimos-lhe que tape
os canaes respiratoriot e d por essg Intel um pas-
tis.
No dia -JO do correule. m ra da CSdeia de S.
nido
Tomo gualmenlo a liberdade de Iributar as mes-
mas felicilacoes ao digmi propriclarin do Diario de
Pernainliar'ii, a esse vralo ineansavel. qoe arrestan-
do rameases despez* c sacrificios, s trata de en-
oruambucatw. ilutan
ni um jornal l. interawanle
'!' Penuimbu
graoderer uiaise mais o u.iinc I'
do esta i i .,ni -.a <
como s Ve ser o iari
sempre mostra na escolha do- -ens red
(Ira, a fallar a ver lade, bem rugeiilm-a que he
por cerlo, a iuvencao de pialaratus com os biqui-
uhos da penna, quer seja de pato ou pata, de pera'
ou perua, de ferro e ac, ou de canalla de gallinlia
que sAo as peonas mais moderna- aquillo que a
g.'iile lera arrmalo no arsenal dos milos, e limito
bem escondido no armazem do iulell
zer na cachola, vulgocabera. A nan
Kerife, Francisco Jos,- de Siiil'Amia. Ilennqsrla
llana da Conceir.lo. e Idalnia Mana Ii lMi|.li_l
Sanio, lodo- par bnga, llieadora Mam la lastjtrn-
cao, por insullos, e prclo etossaa Hmniiis, par
mallratar a um ras. .
Pela sulilelegacia da frcgo-ziade Sinlo Aiilnm..
a prela Mana n A-unprAo dos Pnzerc". i>r de
sordera.
Pela suh.lelesacia da freguezia do Po.;" da l"a-
uella, o prelo esclavo lui. | .i asassaa* pi.i-ir
E pela tstHlelesaaa da freaoeaia da Varara. J.....
pelo tino que JawtesBjtl lilgoeira e Man...| se Melle I-.,1c. se
Heneaea, ambas par e/tate de triaaaatss
Por ollicio desla dala refere-. I lllltli do pnmei-
ro ilislrnlo de-le leraao, que ne da p.l d.. rorrele
pelas duas horas ,|a l.rde. lora arcrnuieldo de i.ii
ataqoa apsatelies aeaaada aatctacaraao o ia.-iiii.,n
vis no ezaaae a que prore.leram, o taasaaj Rranoi
Burle, que em poneos raanlo I fallerna. en la |
, qaprii di- mwl* l|e,i'1'1 '"S le'm frai.ee* tirado os
llave.- esse | rl P" lavar-se no banheiro de Claudio Hulicaiix
maravilhosi soccorro, en nao dira lana causa como en) occasiao que se acliaxa nnlispo-l
j disse, e lenho inuila volitado de dizer; mesmo! E pela sob loicgaria da freguezia da Ui-\i.i,.
muila. muila vnnlade, porque do contrario, eslsnro, ^eos "uarde a V. Exe. Secretaria da pulira d
e arrebroto comq a sigarra pelas costa*. NAo sei co- lernambiico Jl de Janeiro de Is ii. lllin.eEx
no nAo deram cora o lal inventar dos caracteres al-
phabelicos se he que o ilouve, que en nao sei dessas
cousss la bem dentro das espar isas c frescas salas
da santa inqtiisicao, como, segundo dizeui, atirararu
cora o lal auimalejo que inveulou o relogio.
Me verdade, que las, etsagracs) se faza na-
quelles lempos ferruginosos, supersticiosos e carun-
ciosos,hoje nAo; gr.icas ao progresso; ha meninos por
alli (Ao habilidosos, que fa/ein relogiot cora o cato-
vello e patseiam ramio bem a vastada por essas
rilas, sera que uinguem ineelia cora elles ; mas o que
Sr. conselheiro Jos liento da Cunlia e Figsire.|...
presidcnle da provincia.I chefe de polica, / i.
Cario de Paira Teijeira.
2
Illm. e Exm. Sr.Levo ao ionhecimei.tr, de \.
Exe. quedas dilbienles parlicinacws hn.e n-cel.i-
sat nesla reparlico consla nicamente que tas*
preso :
Pela subdelegara da freguezia do Poco da I*-
nella, o prelo eaeravs Uaagals. por fusido"
Heos guarde a V. Etc." Secrelaria da polica de
)ia\io h ^IrrmimOuco-
querem, se elles sAo grandes cm obro de nuii, e de 11 ernainbiico > de Janeiro de IH"*.Illm. e Exm
raaisa mais, lao cidadAos livre* '.' O cerlo he, que j *r- conselheiro Jos Beut da Canha e Figueiredo
don infinitat graras a Heos Nosso Senbor por BMI Pjealdooia da proviaala.O chefe de polica. I.m:
lercm meus pais mandado ensinar a fazer a meu ja Cario de Paira Teireira.
megao p-l-s a randa anliga. 'ligo a moda an-
liga, porque j vi era urna loja de fraucezias, de ca-
lungas e hnnecus, e o mais be de mistura com ima-
gen* de santos, urna labnlela col que se la o nome
do lal fraucez cscriplo einlellrasoacom lellras de i lasas* a xista jornaes do Kio a Haba xlindos (irlo
gente; r. c/., uro n T representado pela figura de v''l,or ingle/. ./eats que alcanzara os primeira. a II
um bomem em pe e era os bracos iberios, um V I **guinlos a l'J do correnle.
e foi com o que de mais o cav'aco, por oulro com a Sr- "r. Joaquira Caelano da ;-lva. rurarrega lo
cabera para o chilo. e as perita* levanladasau ar c '? up-"clos do Brasil em llaxa foi agraciado por .
bem 'iberias, e assirn ludas as mais Miras ; de sorle '.' .1'idelissima com comiuenda da Drdesa de
que, foi enlAo que alinei, que aquelles homens pin- ''|r,sf"-
lados eramos afmalas homens de ledras e tretas' ''u' confirmada por decreto de !l do correnle a
do seculo 19. i iioincacao inlerina. que havn f-ii., aruataVaate 4a
Pois bem, siga quem quizer as soas modernices, | l'rov'ncia do Kio (raode do sol. do Sr. Candido J.-r
qne eu ca rae vou agallan le conforme posto, com os ] terreira e Alvina para o lagar de llie-o.ireiru .la
meus jamegoes pp-ll-s* ; porque eolito nao Ihesouraria da fazsada da ine.ina provinria.
Mavia anda o melliod.i de Caslilho. pelo qual e com ; "or decreto de :tl do pas-adn foi r-inlivijo u |H.
o qual a gente cantan loe dansando aprende ler e alanoel llenrique Ceirdiai do logar de jaiz toaniri-
a escrever. Benza-le Heos teculozinllo l'J Tcns s-1 R" rovaass Se Iguape e Cananca para o* .te
do frtil cm descoberlas, em iinenres e em tildo ; \\- >eoaslo e \ilU-Bclli, da piovinria de >.
que araba em es, al mesmo em r-voluroes.
Agora vejo que ainda nao iliss-'ao que vira
pois
perior da guarda nacional da Ca-
teueulc coronel Manuel Pedro
, rente loi oomeado juiz roumcipal e dcorpbaos dos Anlunio junio as obras do Sr. I.uiz (jomes Ferreira
..'v ... -"-; "-"; termos reunidos do Pilar e luga", na nroviurii da ; foi accoramellid i repenlinaraenle de urna dr un
l.ui! da Sdva .Mour^' "' \ l'*r*< ''^'^ Accesos. O continuo da Ihesouraria da pro-
vincia de Sergipe, Jo.io l'eieira de Araujo, foi no-
meado porleiro da mesma leparucao, por decreto
de 12 do correnle.
Soccorro* para a ilha de Sanio Aolio.II Sr.
cnsul geral de Portogal lem embarrado no vapor
D. Pedro II, :!0."i taceoa|de farinha, .iO de lavas, -Ib
de leijo, -Ji de bolachas, 10 barricas de nemear, e
10 de carne salgada, produelo da subscripto que
continua a piumovcr.
Jornal do Commerrio do Kio.
Paulo.
No da 1:2.1o corren!-- o Sr. rniim-ndal.it (llivri-
sn, l'< rdt.lome Id que e:t Uu do*. Mas antes que- ';' Bamleira d-M-ll., enr.iT-aa.ln de negocios do
ro dar-lhe una copiadesla mulla figura figurativa,e artugal, leve a honra de apres-ntar a S. M. a lai-
do meu lodo era geral. para que Vmc. fique-rae co- P? "J srAa-cruz de Sania l-ibel que o ata
uliecendo. sera me eonhecer ; porque eu mesmo me .'tonarcha havia ollerecido a mesma augusta aa-
oAn ronieco. Tome tenencia e dignte prestar olhos "hora.
e oovidos : Eu chamo-nie o llou Tard' e '* Srs. Ernesto de Mernlla. .-rielan.. ,|.i lega..,
e nn sou o Boa Tarde son velho e nas s..u "* DnasScilias na c.'.rle, fui Iranafariau no aaSsaaa
carcter para a de l'ari" : i:uaaa linssa, arinal
secielano da legacAo Slrjliana em Ma.lnd. lol n..-
vellio, > nao s ni mor e -> i...i.;o ; emam, sou c
nAo son, n uro sendo o que son e o que nao son ;
porque, ponen iuipnrla a Vmc. saber que eu sou,
parque eu lambem nao quero indagar, porque mes-
rao nAo devo, qnem Vine, be, por n.io xir i-so ao
ca-n.
A' vista, pois, destes traen* tragado* que nesle
QuartO de Papel, acabo agora de Irarar, licara
Vmc. eonhecen lo quera eu sou paY. sempre
Amen palavra latina que en:
zer : .Issioi neja.
Commaodaola s
mot, no Pala.
(ioncalves Coelb )
Tenente-coronel commandante do balalho n. 11
da guarda nacional do Para, o capitn Knraualdo
Antonio da Cosa.
Foram re'orm ios na forma da Ici :
O coronel da exlincla legiao da guarda nacional
do municipio de S. Bernardo, no Cearn, Ignacio
Kibeiro le-'sa.
() niajor ajudaule d'nrdens do caminando supe-
rior das extiuclas 3." e ". legies da gnarda nacio-
nal da provincia do Kio de Janeiro, Antonio da
Silva Pinio.
Por decreta de II do .(lo mez tiveram merc da
serventa vitalicia des ollicios de
EsrrivAo do juizo. especial do coninienio de Per-
nambuco, Francisco Ig.-.acio de Torre* Bandeira.
Esctivo dos orphaot e ajenles da eidade de .\l-
eantara, no Maranlito, Jeronvmo da Costa l.eiie.
mente intcrrompidaa com a autoridades do Paran;
mas felizmente n.io he assim.
o Como antes Iba aononciei, os Irabalhadorea de
Apipe ja vollaram a lomar conla das suas madeiras,
ajudados peles ualuraes do paiz, aosquaes o guver-
iiu nrdenou que preslassein lodos os auxilios aos
Correntines que se occopassem naquelle trabaibo.
i lie pois ura sarcasmo fa/.er-se passar como de-
cididamente julg.nIn um aconlccimenlo a que se den
una importancia que 08o lem, o em coja narracAo
se faltn curaplelaiiiente verdade.
o Pelos peridicos que com esla IIips leva o Sr.
Berges, frar.in Vmcs. scenles dos aclos que prece-
draui a oidora do despejo expedida contra os ira-
balhadoret, c que foi u lliejpa de lanos c lao viru-
lenlos arligos dos pavas da C infedcrarao contra o
governo do Paraguay.
a Nao prelendn negar-Ibes o direilo que lera de
escrever o que mais Ibes couvenha, eque mellior sir-
va a teus inlcresses; mas creio que tralandu-se de
om p*z viziiiho e amigo, e qui sempre deu prava*
cloqueles do desejo que lem de vver em paz com
o* deioais povo- cora que confina, nao ta devena ler
recorrido ao diccionario do* .Hienas, chamando f^-
rannos e piratas a quem est bem looge de merecer
tal qiialiiicarao.
i. Mui justo be suppor que para o fuluro se negara
esle governo a deixar passar embarrarnos correntina*
cora destino o riacho do Ouro, pnis nio leudo sido
appravado pelo congretse argeoUooo tratado em vir-
lude do qual es-es Irabalhadorea vinbam corlar ma-
deiras, claro esla que deven) suspender-se os seus
effellos. H suppira alguem que itto seja um acto de
pintara digno de Rotas e de Oribe?
i N.io o sei, e prefin n.io entrar era consideraciies
a esle respeilo, deixando que o ;. mpo se encarreaue
de decidir a qoeslao.
I I.' A miss.io do general Cuido, annunciada pelo
miiiislro das relaroes exl"nores da confederacao em
s.ia nula de 'i de nululiro, npera-te aqui de um inn-
menlo para o nutro, poli leuda respondida este go-
verno que eslava promplo a receber o eommitsionado
argenlioo nao creio que possa demorar-te a chegada
daquelle seuhor.
o lano nesta quesillo como u.i do Brasil, o Para-
guas, e-l dispOstn a dar man urna prova dos de-ejos
que lem de ver definitivamente definida* as sua- re-
lacees de amizade e commercio ron. essas duat na-
res. is quaes nao pude Oonvir siluarAo de ruuluii i-
do ah ana e desslden i..-.
a Para qoe a opiniao n.--a f.irmar-te r ;.i mais
exaclido, Iranscrcvo aqui a nula do Sr. liulierrez, e
a re-|. la desla governo, pela qual se vera a pouca
deferer.ci i com qoa nroce leu o governo da Confe Ii -
ra ;.i Argentina, responden l. era de oulubro ulti-
mo .i nula .pie com .: '. i de o de iigoslo Ihe foi eu-
m ida, peilindo-te-lhe qu ocenp e da revisan do
trata i Bit a ola :
Miiusle... das i I
., ._,___ .. ,. -j i rao lempo servindo. lia minio lempo que eu ando
inizero porluguez, qua se '-ccuiiava nesta cida.le em ,' ... f
____ ... i.., '____., i ... I embuchado c sem poderloguir nem mugir; eu que-
serrar madeiras no arsenal, in is pelo seu estado de I r ___ ', i ......?:.
moletUai que ha mullo padeca o priva, de fazer "" -f'"',r' *a,e"* r;ll"
uso de seu ollicio perla le umanno. Sabendo o ios- "* I"'"'1,0* "S^V**^ T" ~
. *. .i lli'i nin> nn iliu l.i\:i 1.1 l-iii .14 Hura mis i*.
esle individuo portuguez ede urna pulir,M CSJ '^ da para uniros ; e eu que des-java, ja ,
(rema, recorren lo senbor C... um dos encarrega- f-'H-'r. ma, gritar, clamar, e ale certa punto
1}
lietaeUU'l'mdo'.
Oque lenio. exposlo acercados E-la.lis Cuidos,
sullirienle para dar-nos a eonhecer estes povo- uo
como os apresenlam os tonhos do liberalismo demo-
crtico, nas como realmente -m, liabilila-iios do su
bejo para lirar, a conteqooocia a que nesla ezposl
cao quizemos chegar.
Ames porem de o fazermot, extraamos das nar-
rarues dos joruMH americanos mais una occorren-
cia.
Em Atchiusn, no E-lado de Arkansas, um pre-
gador melhndista. suspelo de ter viodo a eidade
com lencao do eslu lar os rneios de transportar para
Texas nina populacio de colonos recratados mis pe-
nitenciarias do Norte, foi preso pela pnpulacao, pos-
to cm nma jangada, e abandonado merc de Heos
no rio Missouri.
I in jornal de Atcliinsan assim refere os pormeno-
res desse aelo dojuttifa e de toleraivia :
Examinaram-te diversas meios de dar cabo do
pregador abolicionista ; assenlou-ee que o mclhnr era
po-lu com a sua bagagem e algum po, em nina jan-
gada coinposla de dnis paos bem amarrados um ao
outro. Antes disto marearsm-lne a testa com ura
K. inicial da palavra Itobber que quer dizerla-
dras.
a Essa jangada a enl'eilada rom nina grande han
ilera, era que as mitos das Sra.. de Atrhiuaon Ii
nhara bordado embl mas e divisas irnicas.
Muios dos nossos eoncidadaos a aeumpanharam
em boles por algum lempo : vendo porem a facilida-
de cora que o rever ido doulor atravesssva os pas-
tos mais dilliccis, deram por fin lo o pouco divertido
espe.; iculo.
Tal o trnlamenlnqiie devera eaperarot que aqui
liaren) com tenrau deperlorbar a* noatas instilui-
ces dninesliciis: us nossos eoocidadaos minio liilga-
ra cm poder Castigar do mesmo niodo quanlo- /ne
totler* abolicfooislas e uniros arehileclos do discor-
dias Ibes cahirera nas mito*. ..
Bata. Conctuamn;. (is Esi.i.in-Inidos podara
aehar-m em nm gran eztraordlnarin de de-euvolvi-
uieulo industrial a de sppnlenrin. Se foase esse o
lira .....ro. on ao menos o principal da rivillssr.io,
iiiconl.-l.ivclmeiile esi i ropublica sen. nm paix'ci-
vilitado ; se nitto exetosivaraaale ran-i-ii--- a i>i_
eidade que o liomeui pTOCOra 00 deve procurar nas
assiiciac.'.es cavis. feliz seria esse povo, po leria ser-
vir de exemplo, e excitar ralladores mi iuvejosos.
Mas prim .odo sotue odeaenvolvimento material ha
n ile-eiivolvimeiilo mora), e uesse ponto mil teste-
niuuhoi se ergucm par i jtislilicar que os Eslado*-U-
nidos ue.-.a segn !a me:.ni" do sei ulo \l\ estfo em
ver.l ideirn tlrazo; -.i., brbaro*.
M .- .a feliri.lade do liomem na socie la le civil nao
consislctar:! nos qozo* m itei iaescomo na liberdade
do seo cu, do -eu jiensaniento, das snss opiuides, e
na pg iranca da sua pe .,.. do- eus direitos; nos
Esic.diis-I.'iii.los mil ie.i o,o:., ... ergitem para
mo-trar que nem por sombras
que nem por so nbras ex-.la essa liberdade
1 "eriores. ess, ...:, ..,.,.
n Paran ... eulubr ,!. |hm. ||.. ,.,..,. ,i,smo d..s miis fern/es i .ranns nerci-
r..Na legisialu i qr a. in de enrerrar-e lo- da pela il ni igo: in; bu a lula dcsreg na dessas (, -
Ilion em r uisid racJo c na nacin il argentino roes demaggicas igu es cm tu lo, era ludo nm,,,.,
Irala I i de l.'t de julbo .; H'rJ. lebiadu piltre o eombaleuda-secora igual luror..........,. de sen- in-
1... director provisoria da l'.oniederacu Ar- lcrose* enc-unlrados.
i'
.j. lilil | e mi,
ragua.. : nlveiido
qu.- ., ii-l.in da iiunula
oidor rxeculi) i por aq
la de I! al-
l tiln
a iioara de piular
. inte .' i ropublica do Pa-
re i-.'.i nial -na no- termo*
...mi mi. .; lo enviada ao
lie eorpu soberano rom da-
la qual o anaixo as-
pa leg disida
Einiiui. povo coinpasn do amalgama de lodosos
povns que ;. ra ah despejan) o qne lem de mais n-
Couilll ido pela sua andar:... pela -na e..,ira.pela sua
aversa a lodo .. freio de Iris o de inoraidarie, nao
ile-raeni elle .losseus eleiuentos, e documenta aunl
[lili ..i.i/ uriqine i^iii.
gove.. i
.-.i o Kxin
abaixo assig-
avern do Pa-
it exposl.s
SSO, O rom o vivo
P.lll la a ruiis
i ."io i'-s.'v elenie
PAGINA AVULSA.
,\em sempro *' o*pir(a llevo wender-se, li*ibiluar-
~c ou mtiteritlisitr'sr om iicna t cousa seja p|Ii
qual itr. Kis p lor, loco em pniiripiii con oulro objeclo que Dfio a
chroDtca diaria ; queremoa kva-lo ao ameno o 11o-
riilo prado Iba musas, para depois innos a o cslcril
campo las DOTdades.
tm dos notaos jovenn patricios ijoe vai colvan-
do com i.ini goslo a poesa nos lo/, n favor remoller
a segunle, qoe s>?ndo dedicada ao nomo de Mara.
nome da lainlia dasvirgeOJ uao Irupidaiuosum mu-
inciilu t'in pdblca-la.
Se o leilof prole-sa as ideas di impiedade, se lie
desse- libertinos por calclo uu por moda, que em
ludo redicalarifAo os objeelos mais sagrados de nos-
sa r.'lii-Mo o pnlao vire ollta ; m.i> M lie dcvolado
a Mi Sanliasima,se nella lem as suas esperau^aa
leia esta poesa.
A devooao a No*sa Senbora lie um siuual de pre-
destiuacttOs
MARA.
leu nomo he doce magia
i.'.. me inspiN a poesa
llediUwiuoa branda lyra
\)\f. u leo eo'iiealeona .
Aiiinr. e ui.iis s\ inp.iilii.i.
A ininlta ahiM que suspira*
Tcu.iij'ino lie grato niaoa
Com que o Seolioi 0 seo | iimi susleittoa :
> 1 ma palavra querida
leu uumeme uliioenlou.
lio leu nome saula crenra,
Sublimada, pora, iiomeusa
Humo a creiica de Abralido :
Perdidas as esperancas,
l'd-s.iJo o mar de l>ni.auras
Achei uelU* a alvar,1o.
EP leu iinine formo*
lio o lallsman pneioA,
i iu** diiiite a mmlia rida ,
Ha como a vara do. Aro .
Sacia u mea coraba
Jo .,n\an a m:iis sabida.
leu nome houm nome-naejadu
Pelo r!irSlaos venerado :
A Mi ilo Kllhode Heos
Tambera eluraou-seMario !-
l'f :.i! nomo primasia
(laulam <> alijos nos roo--.
lie t mi nome a miaba erenoa
A mi nba paUao iatensa
i meu euiiliuuo scisinar :
NAu nial- soroi dt*sdlo/.u,
Porque | -ei vecluroso
Teu uoiue pronunciar.
Ha nimios ainiios i.Ut'S, como nao se ignora
iloudeveru duer-se t/ucha muita Martas to mun-
do ; poli.mo nao -o eiilnda que o Sr. Jos l'Vrnan-
des, oiuivfs n.i iii \ 4 ti.i e o ii Oaxoia-
iiienln a: ha -ian :.: ilmiancia entre m dous (azuzas,
A ,M>lie.aMeu u n varrjo em casa.diM fabrican-
tes defoii < artille i a cu, i. lautlou-o* nrcanilo-lbes
um pra/.o para n uiuvereni .-s seos estqpieeimenlos
para ..* I usures m Meados na p.-liiia municipal res-
peeh\ a.
Na ca
dos du hospital porluftuei, nira nelle fazer reeolher
o infeliz, sen patricio; mas leudo deeorrido longss
horas o sabdelesado fie Santo Antonio sempre pres-
liinoso, cari losameole o fe/ conilu/.ir para o hospi-
tal. Aflsiffl levado .h hospital aoumpanhadupelo ins-
pector o ordenaoca dti respectivo ub t>le:;a'H<, ah
uo o qu;/*rafO recebar, pelo frivulo pretexto, que
nao era acompanliado du ama ordein du Sr. Almei-
da, nao ofsianle ser cunliecido porluguez e ter nc-
cesaidade dos mala urgentes soccorro* pelo seo estado
de muribundo!
Diiam >> tte fazer qitae?qucr redexes Mihre c f.iclo...
Conlinuam os caradores com seus lirnleios
pelos sitios do Hospicio, succedendo licar urna moca
fiiha do porleiro do rciuilorio sem um itac) 'le seus
helios cabellos per elle i lo de una hucha. Felizmen-
te procurou para a cabera, e digam, que os cabellos
do urna mallier nao sao rincKeiras dos milos...
Tambora um escravo do Sr. desembarga lor Firmiuo
de Sou/a ia sendo victima de>ses novos ZoUBvet de
lata rcenle. NSo seria DMO que a polica lizesse-se
rossa, o desse "una refrena uesses bravos de Argel,
au menos como que fezeudo de.....i -. He verdade,
que aira/, do ralo val o ualo, c lio preciso um cuida-
do iraiueuso fiara segurar urna rolinlia.
I a M.
Mellior seria
Muc n'ura baldo
Konem aos ares
Pegar mao.
oiitom pussamos pel.i ra de
calcada opposta um apaivonado, que
eu, compro-a a li, e mesmo rsu co-
mer, a lal me nao animo, pela cor qoas prela que I
loma, c pelo ftido qun exhala. K no enrelanli os '
Srs. Hscaes sabem de todas essas censas, ponin o
clamor he geraliuente,e ellos vho fa/en lo oovidis >le
inercador. (Jue sa imporUm ellos c >m u po\o eo-
mem e bebem do mellior, c os mais que se .iran-
qem. Se liouve-s todo oescrupulo na inatanca. nao
ifone&ponbemia*
Sr*. redaetoret. H-|..ian ... am ma'corrr-
pondeocia insera no Diario ie pemamb'-. de |j
do correnle Ii rom admirarac .. prosraninia da lr--
tividade d. Conreir.io. In pouco .cidrada ac-le
not veramos forrados a comer carne podre epsf alio t.onvenlo (Hioden-e. que s curri^pnodeale dmia i
preco. tem, na mesma eonformidade. r uno d nm ineu i vel Ordein Terreira da Penilenria, nelle SMets, n.
compadre, os vinliot. Pois Vmc. asta persuadido I fateno teleer>is at|oaaa asaisalo a nina. ,..na..
que aqui. preneiilemeotebebe-*e vinlio de uva ".' tito nao -o tire taaaaiea para a referida Ic-i.. como Uin-
' s.-nlior, o xinlio nuos-- li'be lie leilo de ccrlos inare- DOM coatesaialeinente roaperet mosco r>|.|andor
I dientes venenosos, ane no< xflo matanJo leolamea- Besado desi'arii- caasaraaaalUaa aara esas .. rul.ii
Quena imilar aos costumet de .Madrid va que, e s ll(, vin|l'0 ,, ,.,. () |,m 1)lie ,,., ,1C co. qU.ln,, lllc ,,,Iclm Calum,,',r
seja. INxis paramos, o a forra de ouvi-lo repclir-fin-
prc a niesiiH foadi/'h'i, cliegamos a decorar. Ei-la :
s
meado encarregado de aegsttat n. corla do Kio d-
laneiro.
Ero nina Carla c-.-iipla .! Rio I nudo rom dala as
I0 do corrale, e publicad......// ,/.i Hahia. -
le o tostiiate:
a A epedemia em sua marrlia de destrate,**) lem
aiuinenlado a numero de viclimj.nos-ili.i. SBBsaBi-
r!iio,ie/.qn-r di- "i,J"sS. lenlo do I olala e Murar) e nos lialnlann -
lis Ierras do enueolio Aramare.
Vamos ao que serve e ao que nao s-rvr., c ao mes- ; Altrihun nesle- Inuares reiterara, do mal a
i lempo servindo. lia inuito lempo que eu ando '''',i, resillar da aliineiilaria. i.irijii u'.-.le. di-lnr-
'lisuAn mi lialnlar.i familia, .uminamrute asaaaaa.
romo descuidadas dos mislercs sa vida. Alimeulam
se cea) otase d? imbanba mulungut '.
DiaI qoa boa) dia lavado liom di* para uns el ',' OSr. Ur. U llarhallio Mullir I niu lem deseo
c coulierendo ser |. # volvido com os pobres todos o. devore. ,|. um.. .rr-
D'crrar,; dadeira candado : de uma !n*ic que mandou aer
actlOi mu bom entejo llit seu BoiDin pira Pia os eus escraxos lem aafjstad i s*Matwos*>*s.
farlar o meu ilesi-jo ; islo posta, e-lou disposlo. n.io divittteaa-as esta as |-.bres ; al.-m ftmm iWataer,
faja raso desse oslo lisio niio sempre, pnrna qoando '""nforuie as rirrum-taiuias visas do Porto a sata,
m f.'ir possivel. a*ajuda-lo rom o m.i fraro e tem dinliciro a muro, para aHaaaatsejta -tr.
fraco coutinsciile. Se assim o permiltir, liitue Vine. Sr- padre ineslre Fr. Joao da.JIrrrrs e .s>r-.
cerlo, que llie liei de dar sempre milicias gran les e Siqneiras lem pn-cncliido Indo* o> deverc de atasaa
pequeas, aotieiat alias e blixal, uolicns boa e mas, "**** e 'd'S'a-
o lirias curias e compiidas, oMieias alesrss e tristes, e "'"Ie di/m ao.iiesmo iornal : rli
e uolcias e mais noticias, e Delicias -obre as ine-mas |lcrH es,rl "J "'\'"* P*s'"ra. e para la foi .. Ir. Leo-
uolicias,peromnia tatutaue-alomm. pjddo llapiisia M.dureira .om medicam-nlo. s dt-
Ora, como eu '.lie ia conlanio. tem ser dinlteiro, ">etrs, que inaudon para a pobreza o I.-, latas \ ir
pn.uvera a Daos que o 13ra, dige-lhe e dka-lbe do ds Carvalks, joU ea.aairip.ie deles do aqst.
veras, e com veras, que estu de venia luchada coln l"-''veuieiile de urna snl.scripcao. .
os Srs. liscaes, geral e particularmente fallando, pe- >'",a "' aaota digno de meora... depoi, las ataMa.
la criminosa inercia e apalhia que oslrnla'in e com I'1" em oulril ,'',rtc PBW'caiao* das que aqjt
garbo' no cumprimento de eu- devores. Ha mu- aamo>.
lo que nos acoiicues se vende carne de gado .lenle.: Hcaram carregtndo no Km para esla pr..m'n
nas vezes Telilla BUaeteabonda ; os laes lisraes pas- I "" 'sainles navio,: lirasil.lro.. bmue e-ritna Vi
san e repassam c fazem a visla sorda ; quem qinier 1 ''"'' l'"-"c Dtspii/ne de ll-ni;; o aaor porlnsurr
0.1:11er cante boa, 011 quasi boa. x-se obligado a pa- I '> ledro II su partira segando eslava aliii.uia I .
ga-la a raiSo de ii patacas, eo pobre, asstm como \
bella a quem de licava sen
atinado xtolao, e cantava.
'' eslava ii" i
por baixo da j
amores loc.iva n'urn des- I
Miaba Uarilia,
Meu charo Iban,
Solne ininlni alma
Dominio lem.
/. Irilalho.
leus lindos albos
M'eslao guiando,
l.a da janella
K-lao futilaiido.
Se lo me amas,
Itoi-'c-peranra,
Para qor- me leus
lana rsijuivanra .*
I.iliibilko.
leu- lindos aillos
MV-lilo guiando,
l.a da janrlla
KslaO fii7ilanda !
\i ln/ilando
Fn.... la ... lu/ii.i.idn.
e ipir
unuro, por alio pivro, e que n.io ebega para o beiro lie nolorio, be x.r/. |iopular qoe mis-a os I m
.'lo Boa Tarde, e para os quebrados. 'letra, novenas e prtrtiale no di. | r .l.-.rmla-,. ,
E no entretanto.j>i tae* Sr*. Ilscae* tabeo de lo-1 asas pcoiimo passsos esta escasa. o-Dtm
do issp e providencias nil.lis ; m.s esleja Vmc. rernllier Ira a cx|iensa- da referida Itratta Irrrei-
lient livre que elle^n.Va bebaiii do preri.i.o. Ora ra ; eque o aelo da festividad? no da fj ,|.. ,
bravos!! ja inrn.i..nad.> roo-lanie da impeisi. loaos /-
I lem a ainda ilcm, iinn e eternamente tem, >
baealhaa podro* ardido, quo esla exposta mesmo
porta das tabernas por onde diariamente lran*flam
01 Srs. liscaes, lie a prova a mais exliulieranle do de
Drnm rom ... (res srimoe- foi l-il or iniin arlaal
adin.ui-lrador, fazenda -aon-nlc pnn.nra eaot a
lerreira sata fesas na roururrencia .1* rekloidadr.
i-.mqiiaulo ao lirlianlisino da proci--.n. e mais ,
Pensamos, quo .or rima do suseilo nSo estara al-
euem. psrm nas eoKanarooa. I. eslava um vulii-
iprrar de oslar lonas nolei que
libo de mullier
churavs.
lira quem cltora por lal Aemttl i de ni mora do. n3o
lem qoe fa/.er ; pois minha dona, Vmc, pode ler
amor a um ru f romo e*e '.' Vejam s que reale
para nirn eilrangular um coraro iodo r-heio de
ervo*.
Ai' ftil indo,
Fn... fu... fu/alando!
um peleleco para nflo ser
ho
n coltega Jo peridico
iiilciii.
.mia ao i ol- ja para lraiisrre\i.T em
tlrecliode su peridico, que notilM
Quem ruzilasse o r.
peliscavel.
ii que di: /' in
Pernambueunu de h
Pedimos pi
nossa /'u./i/i i
i -pollo :
n U collega da Pagina Acuita do Diario lem fei-
ii lu om loipoi lao:-i ia iro rom os seus bem olaiio-
ii rado* ,,rtttfos : os roas de policio, letn-on-n os
o inlr.trl.no- o- postura niuuieipae* re.-uam, etfe-
i ramenle aquelles, que tsm o seu rabiaba de pa-
ii Iba, au.liiii espantados II i nm rhuveirn de ru-
.1 no--a pergutilaretu a loloinundu quem be
i. redaclm d.l Pagina luisa':Oraistol H.eni
leixo o criminosa incuria desse* lilhos do Dos bar- lo que o Sr. correspondente afrinna lor.no lonliai
risa, que leudo a delle farta. vai lodo bem. les. eu lambem. comquauto aastacatS para dar esta
Estou cerlo que a*autoridades principas* da pro- a lal respeilo, o confesso ; ma n.io pic-nnu .. .ti-
vincia ignoram luda is-o. e lie por,is'r. sint por i-so. turbio de ninleqties em >eu trajelo, roen, asta
ijiip eu llie cont ludo uno, para que Vmc. ronlinse mesmo osrretp.....lente, porquanlo jamai- ataaastrvi.
a despertar com o-eu laleso juslteeiro as aulorida- ja aasaeipreie aa 'eligan, que lar- de-rr-p-iio- te
des secundarias em qnem conliatu as anloii lade- dtetn ne-las orra-ior-. e as nalon la.te p.di. mes .
primarias, para qne acordeffl do criminoso tomno da caacarolet cunugo no inouin psvjtstaaT,
iiulolencia, ou la conveniencia, enmn nulrus li/cm
Muilo cusa por rerlo, vver mu bonieui pobre boje;
no enlanlo por abi se di/, viva a patria, vamos em
progresso.
Abi nos est"hslenilo a eleiro por circulo, enl.iu
ludo ira bem e navecaceinos em um mai lis ro.'.is,
sera' em fim a patria salva, er.la patria ,
Patria, patria dTuroos,|heroes ramosos, inlrepidos
tlenle*, belicosos.
N.io llavera' mais cholera ruerbn, nem febre ama-
rtilla, e -e comprara' ludo em r.'tiia barato.
IVelicias,
Ventoras
S'esperam
Futura*.
t) mais lie que encaixou a historia da elrirlo.
Saib.i Vmc. que Idilio lettl icfies ou l.nroes lome
la" romo qmicr de ran.dalar-me. quero dier, de
apreseobtr-me .indi lato : ito ht depntasae eeral,
que hacavalla sorda, porque a depul.ir.lo provin-
cial be eslreilo mbito para eu poder n meu conten-
i, eslender, e estirar as minhat idea*, cooslilocio-
naes, liberaes, e e .ir-, e muila- vete* aes a f.vor
de palri.i e povo,
Ilavia I" chegar a minha ve/, e n ida mais a rr '-
po-ilo do que pelo svsli'in.i cirrular. Agora, quer
queiram, quer n.io, h*i de encalvar-me por fa/ ou
por nefas, amia que me reja .brisa :.> i sanclifl-ar
os l-rai-s larri nii-. n It direi dtqoe ni" ronla-
liiii acerca do*, negocio* linanceiros le certa Ordetn.
K-per.i que os iiieii.. ainiJos mr ajlldarao recom
Son. Srs. redarlnres. *eu. ele
Fr. Joo Bapiista do fajtJrvjfo Sanl i, saatrtka i
fomntmio.
.i;a(.a no recipes nt ja.nlihh as 3
HOltAS llATAlinh.
Colaes i.ilin., -.
CamBio abre LondresMI|9M d|v.
l'relede assucarl.'q _tl| ecm p.xrj Iave,...|.
I'ilode aPnlaa-7|ii, ,i. rata pasa liittpael.
Preterir* i:biUiard. pre-i.b-n'-
/'. Bor /es. -erielario.
C.VMBHrS.
Sobre Landre, js:t|iii. por I-.
l'ari*, Mx rs. p.r f,
.1 Lisboa. Upar IfK. "s
. Ki i de J jucir... ,,. por.
A......cs do Banco. In 11,11 ,;t premia.
\r...'.es da riuiip.iiiltia de B. Iiei le.
l.oiirs da raiiipanltia Peiiiaml.u. ana
a a I lili.lado l'iil.li,..., Ul
o o litleniiisadnia.cm \
l'iscnnlo de ledras, os l a U
MICTAKS
duro. Onras assaanhotaa. .
Moedas da 19100 velh ..
t r.-iitm auvat
ismnl
.



,| Mld.
i \.ir t muilo lempo unidos em na- do- vesliui
i "o* l Vi repugnantes io I109IW t laisora que
Silo lereui'is nitis .| 1 rn?n d; 1 de presenciar aln mulla par!
cena iijual ii di- i-rreiro iia polirea
ser peni eino i ls poi (andino *.' i aenAn laWncat
ijiie l'iM,:iri,i-. -in hu lal fabrico. (*ra
ilo 'I.hI.- as providencien, naa qu*>ea
iiveni'-. ciiinpre-iio4 fallar aavor det-
uneus, que nulroa recursin 11 So leeiu,
t lana. \ ii.iinn- demasiada
1. -,i>.
i menos mi,
.1 tuppottios
a quem sal
.1 iiiii. mas
que n 11.ib
ni iidan lo-iiie para o circulo da
flO feio eu rsloil -Ci VI |0, e i ..ul.
Agora iiie-iu reeeb i urna
Bonito, qn- pi
r mi elle.
o Cabelleira'. Nos'pelo \gnra mesmo receba ama cari i di mea
le.....a di-l.....ia b 1111,1 do ronl.....e lo: reapondenle d corle, em qoe inanda-nie dizer
-01 algum barharel que lie smente aquillo por la'vai as-tin, assim, na que o qoe
.-..'i \ .1 .'or.i gr Ii'
..| I la .iili-lll li'il,
llega I.mi -.1
ra o
Piala. Pala.
I'r-a,"
1 J ....... tii '"'"'' retiuifiiie iiiiqu. .10 un-.....iioritm m rara isso, o coio o vivo serpente seme oos poi Ladino.' I sean lal.....arem eus lugos, icln........leuiasla.la-| n que o nolire collega lem sola apreciado por luslos me elle quodizemosme para -1 e para osen pala, elle coultece os seas anle-J desej) de estabelecer de una man ira clara e precisa. OstsUdu-l mos lem evitado a sorte das ex-co-1 meiile veuloria esta delermnasao muuicipal, que I u comexceprao daquelles, ci'/ot cima telendos. OI esse plienoineno devido a elle nao usar de chapeo, nem
< /'. pimenta el.-, cans all ur.m.l adm......'" he vei
i|u In- reilo lia, de assur ir na.1 foi ainda alacado
apreciada por lados me ello quadizemosmetlirotm us
do rliob
ibalisi I
enr-
ipie
It -
pu
a. Diz-1
pie lie !
lO* bra-ileiro-.
roliiiiinario-.
mexicanos. .
tsaaa
ao par.
... caaes .1. Bastaos.
a, la*.
I ol 11,".
.i-i
l.-"m
li.-tai
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,11.
Ueudimeiito di.
tilein uo .'.ja
11,
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a 12. .
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I- -"- Jll,
n. ''7iiax
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i? UTO
h"*B O QUftRTA WM 23
JNEIRO E 6
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s
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/
Ufcnrrtgam hojc'Xlde iantiro.
Brizne iagtozAmetkgttmereaijorias.
Briuue ingklBlaei l'rhice calar*).
Itri-ii-' ingloaCaimabaoalhao.
Brigue inaleaClaudiodem.
BrigaetMnericanuHelltndem.
Ilriuno inuler.John ll'altercarvao.
Brigue ir.inceManchal Ultiman|>i|ias de \i-
idiu.
licijiii' portugusluriija Ilagedo, tal c batata*.
Brizne brusilofo('oneeiraoo resto,
'ii.tle liraaileiroCastrofunut e cliarulna.
Encana bailiraZatos* 11mercadotias e pipas
vasiis.
IMPORTACAO'
Brigue |iorluatit Tarujo i, viudo di' Lisboa, con-
signado a Mai.....1 Joaquim K un a Silva, mani-
teatnu sesuinle :
100 fiedraa de inlio, 5 anearalaf carne, 6 lae-
oos eevada, ditos favaa, I linrril peixe saldado, :t
fardos folli.ia de louro; a Jordao Jos de OH
veira.
I barrica Ooriloaabugueiro, 1 dita macolla, I dita
flor de litia ; a Anlnnio Padre da* Nevea.
I 1 caixfio sapalos; a Jos Joaquim da Cosa.
- eaiaaa cera em vela* ; a Joa. Tinto de Lomos.
2 fardo* nancloi ; a Joaquim l.uiz Vieira.
5 irris vuilio, 10 pipas vinagre; a Manuel .Vi-
ves i. m-rr.i.
li.'i barril c 10 pipas viuajjre, 30 barricas familia de
Iriso. ISO saceos larello, 1 barrica flor de tilia, loO
barris cal era podra, .'iOO mullios eebolH, 40 pipas
ahalidas.l calite tliesouraa a Maiioel Joaquim Ra-
mos e Silva.
S pipai c JO barris vinho, 35 Jilos e (1 pipas vina-
gre, I raitolinho rotraw, ualAo e rede ; a Tliomaz
de Aqiiiiio l-'onseca k\ Filbo.
2 barris vinbo ; a Isaac, Curio ,.\; 0.
10 canas cera eni velas, 1 dila lialanca de ferro,
t dila ponte* e livros ; a Alelan Iro Jos da Silva.
HX) aurrelas azeilouas ; a Beulo Cairdido de -Mo-
laos.
.K dita* dilas ; a JoSo Carpiuleiro da Silva.
I catasta drogas, t caixinha frascos de vidros va-
sios ; a Barlliolomeu Francisco de Souza.
.barris vinho ; n l.uiz Jote deS Aranjo.
-1 calinos inadeira para viola e Irardoa : a Jos
Joaqaini Borgesde Caslro.
lo liarns azeile doce. ; a Francisco Severiauo Ita-
l.ello.V liltio.
I bwriea flor de tilia ; a Domingos Alves Ma-
llieus.
:tO canas ceholas, JO suecas foijAo. 100 canaslras
luala, fu barricas aineiuloas, ti) ditas tornea, 10
ililas estada, 100 barriscliouricas, (UMt volumes le-
gado ; a J. J. Tasas Jnior.
t barril vinho ; a ManoelJos Carneiro.
S dito* ezeitona*; a Feliciano Josa Gomes.
." pedras de cantara tarrada ; a Bernardo Jos
Bodrigucs Pinlieiro.
I raivile rapo ; a Jos Velloso Soares.
I barril \inho ; a l.uiz Antonio Barbosa de Brilo.
I pacole palas de bonetes. 1 caixules lerrageus, t
dilo rap, I commnda, 1 cama de ferro e seus per-
loneea, 1 garrafao viulio, 1 aaqninbo ervillias, I pa-
roluili'i bordes. I L'aiola canarios, I dila galos, I
saquinlio diulieiro ; a ordem.
UINSULADU lifiBAI..
Bendimenlo do da I a 21 .... 7i:lJ!loC!t2
dem do dia > -. 4:77o'JO'.l
porem
is mullo al-
as pelas que
\ iilni do Pono Notamos una venda
pipa* ilo 320* a 3509, un lote do liO :i
nutro ile vinho velho de i.'i^ o .')50?.
Exportaqao.
I) cal lem-se sustentado eia pceo
ponen SC Icm leilo por seren uS pre;
ios. As noticias pelo AVON, segu
trouxeo AMELIA do New-York, nduziram o
vendedores a pedir mais ;0.) a 300 rs., por eli-
jo motivo as trnsatenos teem sido miiiio.liini-
ladas.
As vendas lolaesdo inez foram de
3,100 saccas para os Estados-Uuidos,
1,700 para o Canal a Norte.
,50o para o Mediterrneo,
3,300 para o Cal..
i.">,800 sac.-d?.
Us luies para os Estados-Unidos leni regulado ile
5?200 a 55400. s para o Canal e "Norte 'le
;>? a 03)400.
Em ser 50,1)00 sacias.
Ucspachararo-sedo 1 dome/, ale boje75,923
saccas, das quaes :
Para os EslaJos-Unidus.....38,.'70
de 70 inora por luenos li/r. a obra do embarrearaenlo de
iin ,, i un peoueoo lani;o da estrada do sul, avaliadn era
'"'I 0900000 r*.
K para ion-i.ir se inaudou .iiliv.ir o presente e pu-
blicar pelo Diaria.
Secretaria da Ihe^ouraria provincial de PeriMin-
buco i\ di1 Janeiro de IK-'d!.U secretarte, Intiwio
hiTii'ii'a ila flHtlltttrQrlo,
o lllui. m. iiiapeclnr dn lliesoui'.:ra prnvin-
rial.eui cuuipriraenlo da reulur.iu da junla <: la-
crala, manila l.wer pablico, que no lia T de feve-
reiro prximo indooro Ao novenieiile a praija para
seren arriroalada* a qutm por menos ficer, a* obras
supplemenlares >'a ponte sobre o rio Capibaribe na
eslrada de l'.io d'Alli i, .v.iliailas em lS'.H-?SJ2 rs.
E para confiar se inaodou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diaria.
Secretaria da Itiesnuraria provincial de Pernara-ij
lineo l de Janeiro delS'ii.II secrefirio, .Itttoliio ti
t'i'rreiru ta .laiainiiarao.
Ignacio Jos Piulo, fiscal da (Vegoeiiada Itoa-Visla
dfsta cidadr, ele.,,,le.
|;aeo pulilico para o devido ro:iiei'imi'lilo de lo-
do, a nuera inlereasar possa, a disposiifto do artigo
abaixo Irauscriplo da postura addicional em vi-
Balliinorn. . 13,381
New-Iork. . 13,1588
I'liiladelphia. 4,801
Mobile. . 3,650
Charlcstort. . 1,650
Boston, . 1,500
10 para o Canal
Copenhague. . .0
Consiantinopla
Hanibur'o. .
Havre. .
Cabo da Boa Espera nea
.383
0,0 10
10,692
1,0^:1
4,280
7S:").-,7;(iOI
ItlVgRSAS PROVINCIAS.
Ja- diincnlo.'Io da I aj .... ::S2?.Vi.'
, jem do ln ai....... 751(849
:."i!lill
UKSP.ttilOS DE EXPORTACA PELA MESA
IIUCONSLI.UH DESTA CIUADE NO DI.*.
22 DE JANEIRO DE 1856.
ValparaizoBarca sueca irMeiiona tiudeva, Viuva
Ainori'n ek Fillio, 1.0O saceos assucar branco.
HavreBarca h^mburgueza Tmbola, Viuva A-
morim & Kilho, 020 saceos idem.,
lienovaPolaca sarda Racbaelina, Basto 6l Le-
os, 300 *accos dem.
liba de S. Miguel Patacho portugue* Alfredo.
Tbornai A Aquino Fonseca e l-'on>ec< Medeiros
iSi Coinpa.nhia, 106 saceos assucar branco e mis-
ovado.
LisboaBarca porlusueza Constante, Tbomaz de
Aquino Fonseca, :Ml> saceos idem.
Liverpool Barca nsleza Reciprocvli, James
CrablreeOv Coinpanhia, 1,00') saceos assucar us-
cavado.
LiverpoolBarra ingiera Kloaling Clou!, Jobas-
Ion Pater & Companhia, 278 conro salgado*.
liainbiirgoBngue ingle/. Fresada, N. O. Bieber
_i\ Coinpaubia, 800 saccas assucar mascavado.
Lisboa Barca porliuoezi -Tejo, Amorim IrmAos
OV Conipanliia, 600 UCCOs assucar branco e masca-
vado.
HavreBarca franceza liusUve I. Laaterre &
Companhia, 6.10 saceos assucar mascavado.
Exportacao .
Marselha. brigue franr-z Ceorgea, de 305 loneta-
das, coudozioo seau;nlc :4,000 saceos com 0,'Mic
arrobas de ailsUSI. '
Cliaunel pela Paralnbi, luir, ngleza aChase, de
45S toneladas, conduzm o tegoiule : 1,200 saceos
Cun 6,000 arrobas de ;is*uctr.
Cork, bnzue iuslez Freenitn, de 217 tonsladaa,
eoudozio o segoinie : 1,403 saceos com 7,000 ar-
robas de assucar. 726 saccas eoin 3.52 arrobase 1
libra de algadSo.
fiibrallar, brigue liainburjuez Olinda. de < 1
toneladas, condu 17,500 arrobas de asaocar.
dem, polaca sarda Ijalala, do 301 toneladas,
couduzo o seguale : 5,010 saceos cun 25,050
arrobas de asucar.
tiolhembourg, brigue sunco II. Tlicreza, de'30
l m '. i las, con luzio o seguidle : 3,000 saceos com
! i.o 11 arrobas de assucar. 50 pipas agurdenle,
1,500 couros salgados.
KECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
UAES DE PKRNAMllICO.
Rendimeiilo India 1 a 21 I5:073ri0i
dem do dia 22........I:567j116
75,023
Kniradas de barra lora, 23,053 saccas
Assucar.As vendas para o consumo limitara-
so a 430 caixas de Campos, regulando o branco a
380O eo insseavado de 28900 a 3&000, o a
720 saceos do Norte, o branco de 40 a 4)550, e
o maseavado de 2900 a 39000. Para eiporta-
qSo as vendas foram sineule 113 caixas, 27 bar -
ricas o 42 saceos Jo Norte, aos precos cima.
Existencia, 800 a 000 caixas o 300 harneas de
Campos ; 200 caitas, i.OOO barricas e 9,000
saceos do Norte.
Couros.Nao noseensla queuouvessera vendas.
Os precns san nominaos 3S09 a 3509, e as e\is-
lencias consum de 10,000. dos quaes xelade em
primeira mao.
Freles.A e\eepe;io de duas einliarca^oes para
os Eslados-Urfilus. a pregos que nao regulan, e
una embarcaban para o Canal, devendo carrejar
na Baha, nada ha que notar.
Mercado monetario.
Descont?.Regulan)a 9 por enio.
Cambio As transacoes at buje teni sido li-
miladas, afrouxandoo cambio sem inierrupeao de
27 11-2 e 27 3|f. As iransaccoes foram de cerca
t 320,000 sobre Londres, principalmente a 27
3|4 d. Sobre Paris uioularaiii os saques a.......
1,150,303 francos de 342 a 350 rs., esobre
Hamhorgo 455,500 marcos de 040 a 650 is.
Aceites.Tem-se feilo pequeas Iransaccoes em
aceoesdo Banco Rural a 13.V5, estrada de ferro de
Pedro II a 23000 de premio, e ra do Cano a aS
e 05000 de premio.
esaes da inesraa .
lav
II
CttifOtt "//Vefles da junta Ai < >rreture<.
Cambio.LonJre 27 3)4 a 60 e !'i) d.
Desconlos.I) ",.
Aecoes de eompaolilas. Roa do Cano a lo premio.
O cambio feebou-se firmen eolaeo. Iloiive \n4
Iransaccao, mas por duaiila peqoena a 27 5S. O to-
lal dos saques pode ore.ir-se ein 25,000 V sobre Lon-
dres. Nao non consta ter-se eOecluado iransaccao al-
guia em cale, iiciu em Irelanienlos.
Caaitiiaf.
Londres 27 :!| a 60 e 00 das,
i'aris 350 res a MI das.
Lisboa '.17 a !)!l tilo nominal.
Hamburgo 65o a lio das.
METAES E II NDOS PBLICOS.
UETAES
lineas da patria. .
n despalilllas .
Pecas de 69400 vcllia
Rloedas de ?. .
S-barato:......
Pesos hespanboes .
da palria .
/. l'alaetcs......
Apolicesde 6'\..........
provinciaes.......
KRETES.
Antuerpia 50| nominal
Canal.....i't] a '| n.
Estados-Unidos 5o c. n.
Hamburgo ill| e S| n.
Havre .... 50e60f. 11.
2SJSIKI a 209000
2!lo5lH) a OoCy
I6S000
09OO0
K.-Mlh
laoio
I-020 a
IjOJO a
107a IOS'
101 a 102
,,.||.;
29OOO
I--IMC)
10960
Liverpool I5|.
Londres 5|.
Uarselba 55|.
Ifedteiraneo 50|a72|l
Trieste 55|
16:6409320
CONSULADO PKOVINCIAI
Iteudimenlo dodia 1 a 21 ....
dem do da 22 ...... .
66:242*877
2:79icKSl
*P
(Jornal do Commerrio Ti>\HlliTltiO)i> pOlTO.
.\ario.< entrados no da 2ml.
Ierra Notai ilias. barca nsle/a EmiUs, ileifi
loiiclail, cjpi.to James Goldflworlhy, equpacn,
, l i. carca 3.299 barricas cun tiacalliao : .1 lie.
(.aliDunl (V Cojpaiiliia.
Kii "le Janeiro e porfi intermedio!(> das o '.,
Yaporjingle Atodi. commandanle Rivelt. Pa*-
URelro pura esla provincia, PedrolVrlIoao Ki-
bfiroi Manuel Joaquim Fernandes Eiras,
rr l'oslura addicional le 20 a Ai I. _'. iH pro prieta rio de Ierra* >fevululi
lonlro ila cidade( uu mu protimo delN*>sflo hrj-1
imiIos a le-las muradas; a niu> aenif mburbio* sao
otiri;iio-i, p( I menos a eeica-l.i- : os iulraclores
dente arlgosoflrerdo a mulla le 30$000r$.
E para qne nao apparec^ ignorancia sobre *wn-
Ihante iifi o-jrroi, lavre uprocnloque nera publi-
cado pelo Diaiio.
r*iK neiro delKiG.O Hscal, lyntitio fusr V/nf.
' O lllni. Sr. inspector da Ihcjfooraria provincial
em cumprimenlo da resolu manda fazer publico, pie Uu lias 1^, l r i e i--
vereiro prosiinn vindouro, perante a incauta lunla, !
se Ii i de arrematar a iiu-m inais der a renda do Mlio
n.i estrada de Belem, com casa de \i\en !a, ~2 radia-
bas, porlao de iiiuleira, l ivoiro e diversas liu-i-.-,
ras. avallada hiimu,denlo un 17:)?.
A arreinalac/tu sera Fela i> a lempo de H mc/cs
contar d I. de marco do trrenle auno ao lim de
junlio de iS'iS,
As pessoas que se propocrem esla trrcinala< lo
comprela m cun seus lia.I oes nos das cima d -*-..- [
rados pelo meloda, lia tal.1 dd
junta.
K para conslai se nuudoii alli\aro presente 1 "i-
blicar pelo Diai-m,
Secretaria da llieaouraria provincial de l'eiuainlm-
co -2\ dejaueiro do IVit;.o secretario,
A. t". d'Aununciarao.
ti |)r. Anseluiu Kniucisco l'e,feili, commeudador da
imperial ordem da Ho-a e jlll/ de direilo es|K'Cal
do cummerriii dota provincia por S. M. I. e (1. o
Sr. K. Pedro li, a quem l>ei>s ijuarde, etc.
laro >al?r los que l presente cuta de edictos vi-
ren em como Antuiui: Leal le Barros me fe/. .1 poli-
cio fteguiule:
Di/, Antonio Leal alde Antonio Leal de Barros, que ao inesmo wAo
devedores por lolr.is, olinu;c'os ecoui.is correntes -
individuos eonslautes da reiaVoes juntas, e por issol
que u to s im.i tein vindo 011 man 11 lo pagar, SilSu
que iiem o supplicante sabe nem lia nolicia certa d
Inflar da residencia de cada um dos indicado* as
mesmas relae*>e-, r esto a concluii > oprazoda pres-
cripeflo para <|iio nao prei ti dique ao supplicaiil>', e
para i|ue os Indicados em dlas rol roe- -1; na 1 apr#-
veitem desso direilo,quero snpphcaute protestar co-
mo protesta, nao prejudica a prescrip^io "' dito* le-
Ira1-, ubiiuares e cantas cor rentes, a requer a V. t\e.
que so digne m 111 lar lom ir por lenuo o seii protesto
para o supplicante assignar o admilli-lo a provar por
lestemaulias a lueerteu do la ir da residencia ios
meemos, psra que provadu V. Ec, julicue por sen-
leucae mande faxer a inmarao do prloto por oJi-
laes aliiados nos lugar<*s t* co*tums e puldicade pe-
losiornae^ l'ol.* a V. Exc. IHm. Sr. |>r. }ui/. do
rommercu) lli- d-'Iir.i 11.1 rouloruiidade doarl. |"i.(, ^
:tdo cdigo com marcial. K K Me.Antonio Leal
de Barros.
ad maissecoutiulia em dita pelic.to, a qual dei
o desp clio seuninlc:
lome so por termo o protesto do su>;>,iranio c
proda/.a e-te suaa leslemuulias para a ju-tillrar 10
que trata. iucito l* de dezemoro de IRV. A. r\
Peretti.
Nada inais s.' con lo ha fin lili despacho, nmMilu-
dtilo ijti.il o '-''iivao tOipeclivo lavrou useuunte
termo do proi* -to ;
Aos 19 ile dezemhru de IHV>, no-la ridada do Re
rife de PerDambuco, em m nio Lal de Barros, e parante mim a *% |ptemuuli ahaivo asaignadas disse qne protesta va peloronllieu*
ifo em sua petieflo retro, que la /a : parte do presente
termo para o lim ta mesma reqociido, e de < uno
! as*iim o ilisse e protestoil, aasiicnou com a* ditas Ira-
lemunhaso preenletermos Ko aUaximiano Francis-
I co ttiiarte, e*cn\ao privativo do juio conuuerrial, n
escrevisAnluiiio Leal de Barros. Vnionu Coih-
lautino I'ereira. Miaoel Jo r :e Alineida Peruam-
l)0*"0.
Na la maisse cunlinba em dito lermode prole*lo,
cu; seguida ao qual se v.a a sesuinte relaca
rita*;lo do- '* '.*- rii-ul i fIiv>*Jq *.....nin
Leal de i utos.
Adriano Duarle alallia irsi.;. Ailonsoiosde Al-
buquerque 7;s--iM, heriieros de Acoslinho Eduardo
l'ina Isti?, dito de Ales*ndre Becerra Carneiro de
Albuquer :;s!-(iii. Al-\amire Jo- deAraujo600^, Alejan-
dre LuiCde Arauju 3l9jjf7uVji, Amanrio Leocadio Vi-
eira 8KS9"t Alejandre B-zerra de Albuqoerqoe e
Helio ^:iy?:!.. Andr K-rreira desou/a IO09, Au-
ealvJoa da Silva (ij':^iiy:t. Antonia Joaquina de
Barros .'.frj&o, Antonio de Abreo Goncalves .
I8T981 Antonio Allon-o Viinua -V"^. her leirosde
Anlonio Alves Branco ll.'.hoS., ditos d- Antonio 1-
Airuda l(Hi>Vtt>. Antonio Bornes da Silva JMii.
Antonio Buarqoe de Mac-do T^SS. Antonio linar
quede Macelo (eu^onlio 17^1(10. Antonio
Cerdoso dos Sanios sdjtiso. Anlonio Carneiro de La-
cerda '. ti- '. Antonio Camotro da Silva Jnior
ilMi.^tkMI, Antonio Ovalcanti Antonio Concia de MeMo It^aVUI, Antonio da Costa
Goiinnies SIstfrjTO, Antonio l-'crreira BaireLo. .
97$l73| Antonio l'orreira d.i^ Silva porto 51>2)>,
Antoiin Francisco Nune* 89. Anlonio Pranciscii le
Paula .VKi'Ji'J, Antonio Conijalves de Andrade I!j~.
Anlonio (iouralvcs de Macedo :l7i*"2:fcl, Anlonio
: 1 1 '^'i'l. Joao Lu/, tle S m/.a (omm 7tl9t7-'i,
Jora adiado de Araujn Silva :IOUllHJ. Joo No-
eueka tie 01 ivcira Hdi^Vjd. JoA nnesde Barrov
jI.'MJ, J0.I0 P.iiwi da Molaria lt-'MM, Jos Pedro
Elias \avier IT-ijo, JAo Piulo do M mra :i7-vi>2,
J>flo da Silva Sara iva .j'SIJ, >oAo de S >u/a L'rhoi
:wii"*l!li, Joo Vello/aid- A'bnquTqut, 1l-70d, Joa-
quim Antonio Tavares lll'sj. Joaquim Bernardi*
n* Vieira (iuiuarAe^ Sll^i'.O, Joaquim Buarque Lis-
boa .IJMSii, Joaquim Cnei (ialbardu :tu-, padre
Joaquim Kufrao da Cruz "it*"*. Joaquim Fidells
L-a 1071701, Joaquim Jo-e Uves >.. Alenla rs.
, Joaquim Jo* Bor^M l *'.> euceiilio Qi-
(ende (I1?'.)72. Jaquiiu.lo- da (.nin ,si'i. Joa-
quim Jos omes de Amorim t!d-!ii>. Joaquim Jo-
R; Lorio V?. Joaquim Jo*o da Mira i la Jiit^/'1',
lo iquim Jos de t Mivcira Porto de Pei'r lO^flNI,
iqu'm Jos de Sanf Auna emaulio Marreca rs.
- "'VJl, Joaquim J -o da Silva TorM i>Sl,">. Joa-
: quim da Silva li'iimar.l s KW !'^:!. Joaquim Lo i/ ilnn
U'-'i-. Jiininr 1!>^-M>^. Joaquim Mauricio VVanderle)
: Jnior encenho L'llupai Iji'^'^'.. Joaquim Nuiles
Pereira 'le I-anas ;tf).">. .! iquim Pe Iro litas Axevedo
:iTI-stM. Joaquim Pedro Velbo Birrcl- ;;-!s.'. .1 .1-
qiiuu Porlirio Albuquerqoe t"f 1.0.1 :'^Wi>;u. Joa-
quim Rodrisnes da Funseca0$, .I-*" iuloniotao-
::. J7-?7''S, Josi* Anlonio V.-reir de Sou/H 'hhoi.i
riles 27.^0.12, Joso Kenlo Lu/ da Molt 1 li^OO, Jos
Buarqoe Lisboa l'.l.'>*. Jos Burle l'.U^tUiti. .1..-,.
Culo- Nones|S>'I0, Jo-e -i. Girui) Oliveira t 'o:7;i.
. Coellm iloreira d# Sou/.a Babia liO>H, Jo-o
I. rrca de Mello .M:!-i'.7. Jos Correa I^OOS, Jn-c Uionixo 7-J. Jou !-itiiiii^n.- de
l-ariasliSV.l7J.Jo-. Eleulcnu '< .Alaiaqnerqi|fi 'l^'illl,
Jos d : Koncca S*\ 1 !ei I ">T 'ilj. Joc Francisco
Alves Jnior iK?i6*2. Jo-i- Praneiaco : \rauja
provada a ausencia em Indares 11.10 sabidos dos indi-1
Videos a q i" so rtele a pelu.o do (otilas _'. c in.uido
que para o lim declarado na mosma petic^o sejam
cil ido* 1 nr edicto*, passaodo-se a respectiva cari 1 1
rom o pra/o de :tll da** o rusta*. Uecile -JJ de de-
zembro de I8V>.An-elinu Praurisco Peretti.
Nada mais se ronlinba em dila seuleura aqui
Irausrripta, em virtude la qual e-frivu que esta
subscreveu inaudou patsar a peseme carta de edic- j
los rom o pra-o do l da*, prla qual e sen tlieor se
cliaina c intima. bei por intimados aos supplicados I
llovedores aii-euies acnu 1 declarados de lodo o con- [
I deudo na pelieAoc termo do prote-io cima Iran--
criplo.
Pelo que loda c qualqu**r pnasna; prenles uu
amigo* do* dito* supplicados os podaran fazer scien-
le* do que cima Hca eKposlo, e o porteiro do juizo
Hitara a |>re*enle nos lugares du costume, e sera
publicada pola imprensa.
liada o pascada nesla cidadedu Heciie aos ~2t* de
desembro art-1. escrivtto privativo do jo izo roromercal a subs-
crevi. tntelmo Francisco Peretti.
;i)it\s prki:
'< v -
riORER DARTE.
riiii iii'Oi'
\.|.'i.-<;.t~ ilo bi Ihanli .
I la 111 a 111 c^ f |"ic!i', [ lll-
1111.1., nllini : -. i.niii I"
I' lli/fl.K. IiipIiii'. i' ,:llllt i i
le dilii-n nii !0li e !
diversas pcilrar de \ -
Coinprain, .pn piii "ji
Iroram |ir.ila, iiuni. 11-
lhantea,ilianiaiilpse piro
la*, e Otilias quaeMiucr
joias de valor, m dinlieiro
n por obras.
I.OIt B 6UHVES
uaa co Cabuga
n.
Recebem por to-
dos os va poces da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
IM MI I fi.M \-
__ a
Aalsrtrs. rssA|ilsflsa de
ourit.......o r.t>. alfiaelss. brinro* e
inicia-, rurales. Irastte-
ln -. o..llalli.:-, ciiirriilr
e fhlrilp- i ira rrlo^'i'. i
oillri.- imiilo- sejaclss e
oiirii.
Appartrlhos rnni|t|i.|o-.
le |tiala. |.ara rli.i. Imii
deja*, -alvas, ra-'i.^ar-,
rollirrr* oV -opa e ri^rli.t.
s 11111110- Olrns olijfrlo>
de prala.
; 11 Nil. Jnse l'r.io.-i- o Helio :S!-^'M. J.h oiiiV.
105, Jns lenarin Ah de ilarrai :'.Si.-",SJ. Jos
lignario da Annuiiriti.au l.>7lUi>. Jos lunario ila
I Fonsrea l'nilieiro (T- "si, .1..-.- lunario d llene-
/- : ::i-'i.'in. padre J.i-c Jsaq.....i Itorsi- Uclioa rt.
l'Ki-'.Ml'i, Josu Joaquim l'.irdosii l.iin T.'i5l60. Jos
Lu/ ilo f.alm Jnior .! iio'.'l I. Jimr Uanoel rio Jlr-
ilelriM 'llt>, J -o .Mauricio Arrioli Ctuav.rro Kil^Vi.
Jas Je M.mi.1 tura de Untas Jli-JJ. J.k,'- Moni,.
l'.il.'iro 4dtHNMf, Joso Norberlu l.tin dgKHO. Jos
ils Paiva N-.i'i.'. .!<>- de l'aiva Acrioli S*"WJ,
Jo diH i'.i",ts l.io- liSj^l u i-. .I"w I'ereira
Neves l-isii rei', Jos de Souza Pacheco rcis
MfoiTM. Jos de Sou/a \ al -Jl-IM. Joso lie .tu/.a
Vivoiros '.l'i-7'.in. .!..- Vrente da Silva j9s(DU.
Vieira ilo Ca!ro Jnior J!s-i'i;). I.ni-iano Jos
ivares ii-sdj. I.uii Aalonio Pervira l'.liaron rs.
liJSili, l.uiz Jo-o Lilis ". i! ,. Iti>i7. Maiioi'l
Auloido Alvo Rili fi 6:i-3 141, Manoel Auloniodc
Mello fallecido K6li.rJ0O, .Mainel ile lluro- Acrioli
49?tliO, Manoel Baarqne de .Miranda Tl9il7.>, Ha
uuel Caclano Bordes BS^loVi. M ia iel Cirdoio Bas-
les :'.il~t;ii'.i. M;.....,.| I. iian Ca-tollo Branrn !>}>9li.
Manoel Kerreira llamos !.S'i>:|'.ll. Manuel t'ranciacu
.Moni/l'.ijo 17'lrili. Manuel l'caneisco doa Santos
Mendonra \"~. Msnocl KraneMCn Seisas .77--:l"iS.
Manoel Fr......iscu Swu 303>60. Mini-1 Gomes
ile Jesns, ensenho Moura 7>:!(i, Manuel (inme. da
Silva V>S-ii,l. Manuel liom;alves Aleivo, (".ariri.
Sovos 8613701, ManoH (ionralve< Kodriiiues i.l -?"js
Manoel Jaeinlho ile Sou/a 'imenlel IMIijlO, Ma-
noel Joao da I inseca Corlo liiJeKiO, M.noel Joa-
quim ila I'i-l i Flores TS-S'ii. Vlaou I Joaquim Pala
co l:S>ii70. II........I .l.i.i-O'ollio "iJ-JTS. Manoel
Jos Correa, Porlo ilc Pedras 7XJ9WI0, Manoel Jos
I i Dosla liiiiin.ii.1 < ',.%-. ji.ni.tel Jos l.opis Das
j t -;'r, Manoel J.t-o Nuiles -iXI. ManoelJos
i' i i (iraca :l!'.l.;IS"i. Manuel Julin Vives de
A.-ni.ii '.H-ii. Mu .1 Machad! Ave fallecido rs.
liOOO, Manoel Marinho de M H> !' leao I005WI,
Manoel Maurieio Waude'ley fj-jjl, Manuel do I
N i-iiimnlo :I7.-'iii. M i..... ,| i 'ascimenlo l.ms r..
L.'-rs. Manoel I'ereira C.am-Uo i">K#7d7>, Manoel
Pe 'ira fiiiniarat--iV'.'.o :ij.iu!ii., l:(Hi">9, Manoel
Pinienlel ilc Vlmeida ftVj. Manoel Ro lrieue Cm-
peil.t 80!>900."i, Mantel .la it, -i '.l-ii. Manuel 4a |
Silva Maia I.)-. 10, Manoel da ,sil\.i > ma .'>sii~sl7,
Manoel Tli.mii/.lo Souza Leao 379'l."iK, Manoel
Vieenie Cslla lo lircjjsiHU, Marceliino da Fonseca
Pelamesa do consulado provincial se faa pu-
blico, qoo do dio 17 de Janeiro em ilistil. priiui-
pia-se -i eontnr os ;lii das utfia para u pagamento do
iinpo-io de I ". sobre diversos eslabelerimenlos no
anuo ile IS'i.7 a IS'tli, limlo- os ipiaes ilieorielii na
imilla le :l toilos os que ileivarcm de pagar asna
dbitos ilo referido a.nio.
BANCO DE PEKNAMBICO.
') Banro tic Pei'naipbnco succmn vista
sobic "liu Brasil noliio de Janeiro. Buti-
ro ilc Pernambuco 5 <\c dezembro de
Joo
'"l
lll'
IS55.0 secretario du direcr
Ifjuueio de Medeiros Reg.
O l>uneode Pernambuco tomu dinliei-
ro : juros, di' eontormidade rom os seus
csl.iluios. I!.....'i di' Periiiiinlnico 2V de
novemhro de I8."i."i.Jimio Ignacio de
Medeiros llego, secretario 11 dirccriio.
vriv? SSui'ifiuicis.
Lasos, as |iia s vemeem por
ppe^o eouimodo como cosiniain.
LOTERA DO COLLEGifl DOS Bailes maseara-
ORPHAOS.
Hoje, s 10 horas da
imnliuii, he a extracyo
da lotera do collegio V^JffST
dos.
AlUsiam-M! on
bailo> ni-carrido-
Uva 'il.>Ti. Marros li,.- n.i C
i,
o brigue iiarional Marta Luzta \a\
s di rt'Ntn i|i-p |ii> frilli, |>.iss;ieiroi o escra-
vhs a Irele, an- quaes da as inelhores
aecoimiiodai;'"'<-, ira(a--c rom o eousisnilario Anio-
iiio de Almt.'i Ja lioines. na roa du Trapichen. !<>,
-c-Minlu andar.
RIO Di: JANEIRO.
Suguc |>aia o Kiode Janeiro com min-
ia brevdade, por ter a maior parte da
carga prompta, o veleiro patacho D.
Prancisoa: para o resto e passageiros,
laata-se rom os consignatarios Novaes S
C, i rita do Trapiche n. -Vi, primeiro
andar.
o liialo naeioDal
v*9iidein-*je licoa %fr>luariN* (mi*
(tinto a camclcr como (h-nii^-
na tn. llr ei uado o iiiiuiicianlr
derlaiar a qualidadc de HM \Nairio*. |k>i Im 'i
; anuos iue -e leui dpdirado em Ir^balhc. bem lem
; riiD-ii.iin oquaoto >e BWMfa **ni in-m >*t\ir ** quf
o procaram. mu \T, ni' : 11 un* na* e>u- anuo, que rom
lempo s mana .n- Ia/endd>, nroe eafeilc- e
[juntamente le brllos lii:uiiiios.
Preesa-96 de ama ama para can <)c pou*.t la
I iiiilia : na ra de Apollo ti. I't..primeiro aiidai.
A!ii;*a-seoarma/.rm da na da Pi hih,
i ii.. 7, por bai\o do palacete iimii>,ll:
a tratar rom Gtiilliermc Soltc
I'recifi-se^le um om omeiro e de iiiiiiiim-
ador, que rntendam hern d,i- niaras lina-.; paja -
I Ihcs aoa ardeaado : naniadu Kanzel deposito , becco da Traaa.
Isaac alendas retii i--f para fura da piaviaria.
c declara que nada de\c a piara ; pede aos seti-
( proprialaro do*1e e^tabelecimenta em sa iat;ao devedore* que vaaham pasar os aaaa debito*, que ds-
orphaos.Os cautelistas,
Oliveira Jnior & V.
-.Vestein-se aojos |>ara proasoies rom
lodo o camero e gosto possi\el, assiin i:o-
mo alugam-se a/.a>i para os ineninos, ludo
por pix;i;os Im.ii ra/.oaveis: na ra da
Cruz, do i'iili' n. -J.". se/rundo andar.
rancie paiiora-
.ha (Horania.
no pobliro em declarar, qim neo .leve o referido
Paoerama a visla uodia -\ lo rorrcnle, conforme
fe aanuueiar por este HIAHIO, psr nao ter podido
oblr mu lempo ilo lllni. Sr. llr cliee ilo polica a
lieeD(a precisa, do que j.i se aclia inonilo, e por
eonseguiute lialiitilado a poder dar entrada em sao
estabeleeinienlo a ><|aaulos o uueirsni IVequen-
l;ir. podendo sssever.tr qo.' he o inais rico e -uiiip-
Inoso que Icin aaliido da 1 ratina pora outroa paiass,
lie o que ocaba de chegar u rua Oo Crespo n. 12,
primeiro ailar, o qual eslnr.i a rxpoaic* ilo publi-
co, lodos ns das, ii,is II \\> hora! us '.) ila noile, c
os ilomiii2ii4 e Jiai sanios Je eaarda, das -1 Js "i ho-
ras da larde e das li as II) da noile ; sendo as pri-
meiras vistas a* seguintes :
A destruiro da torre de Babel.
ltimos momenlos de Nosso Seulior Jess
Clll'IStO no calvario.
. Asos-
liulio oncalvea I'ereira Lima, Estevo Cavalean- Joaquim Nojo>a ,'nl(iO, Anlanio Joaquim i", tilri^u.
li de Alltuquerq ie e I criado. Aaevedu Monteiro. |l!KC0i Antonio Jo-e .la ^isla Rilrairo iT.^JSH, Ail-
li'J:037;TIS
Revista do mere ido
DE 1 V 12 DE JANEIRO.
Uto de Janeiro, 12 de Janeiro, tarde.
Tein liavido ponca anirnai;ao no mercado desde
o principio do me/.; e as traiisncnoes leem sido li-
miladas um rclaeo estaco do anno.
Importacao
Enlraram do 1 do mez al hoje 20 enibarca-
Kies, iorluinilo 2 vapores, com 8,832 loneladas:
11 irouxcrain varios gneros, 5 carne, 3 carvao, 1
Farioha, 1 vinho c gneros, 1 arribado e 4 em
lastro.
Alcairao da SucciaVenderam-se 77 barricas
a 16 a 169500.
Azeile do Mediterrneo As vendas limilam-
sca I0 caixas (l'lagniol) a 83800.
Azeite de Portugal.Ncnicram-so partidas a
3105000.
Cha.10 nicias caixas, venderum-sc a 1200.
r.anliamaco. Os preros eslao inais firmes.
\oinlcram-se 1,266 per.as de '6;> a 280 rs.
CSra.110,000 libras da amardla Bhancaram
OOrs. Em ser 50,000 libras.
Cliiiiiihode mi:nir;io.As vendas foram de 10
barril a 2255 c 238.
Farelo.600 saceos, vendeam-sc a 45.*
Kariuha. Entraram 4,224 barricas: as ven-
das leem sido importantes, os pregos firmes s
colacoes.
Folha de Flandres.As exislencias sao gran-
des, e o mercado em frouxo para este gene-
ro ; as vendas leem sido limitadas s cola-
cues.
Gcuelira.--As vendas imam de 5,600 garra-
fn a 45750 e 4J800, e 572 frasipieias a 65300
e 6*500; 160 harria alcancarain 48100.
, rossnrias.200 peras, tenderam-soa 8*600.
M.inleiga ingieraAs vendas roosistiram nn
1.000 barris de 575 a 600 rs .
Manleisa franceza.Vendas insignificantes a
540 rs.
Oleo de liabaca. Hnuve ahjumas fendasa re-
alho a 300 rs.
Finho americano.Niio lia no mercado s co-
taces. A primeira carga pode bem alcanzar 275
a 288 sendo de resina.
Presuntos.905 de W'estphalia venderam-se
i]a*800 a 570 is. Urna pequea quanlidade do
Porto foi vendida a 380 rs.
Queijos llamengos. O AVON trouxe 580
caixas. Venderam-se 105 a'l$500 e 50 a
15400.
Vinagre.As vendas lem sido moderadas s
colacoes.
Vinho de Lisboa.As vendas moolarama amas I orrenle a
250pipasdesujierior qualidadegeralmcnle a 3VOS,
um lole rw-queiio alcancou 3455. Os procos es-
lao fumes eo vinho de superior qualidade he hoje
muito procurado.
VinhoCaialo.As vendas rotisiain de 100 pi-
pas s colacoes.
Vinho de Malaga.Venderam-se 200 quintos
de 210 a 2208 e 50 'piarlos (de vinho doce^ de
2308 a 2408.
Velas de comoo-ico.loo caixas aleancaram
750 rs.
Mr.ti!r\ i ir,!33 das, barca braileira "M.iiliiide.;
d 233 toneladas, capildo Jeronymo Jo i'quipacem 13, em lastro; a M.iiio<*I AWe Guerras
Aracalylidias, hiata brsail^iro CorreioduNor-
le. de *X luocladS, nio*lre Joan Antones dti
Silveira, equipasen*6, earga Ntla e roais geoeros.
L'assBgeiro, Joflo Sabino Anlunen.
Sacio* sofiidos no wesnio da.
Soullimp(ui) e porlm itiivrmedios Vapor ingles
Avon, cuinmaiid me Kii*li,ird Rivsl. Pastasei-
roa d**ta provincia* Jolins tialis c 2 lUnbs meno-
res, Thomai BiHkr>lt>>.
Kiofjrande do NurleLancha in'-.-il if,t aFoliafdlfl
(indas, ineslre Iternardii Jns da Co tro.
Illia de lernandoPatacho bra*tlero Lecalidadei),
roiiiin.indanle lir.i/. Ju*t? dos ReiSo (louduio pas-
siseiros do uoverno.
MarselhaBtjgaa encuna francez aGaorge, Cdplu>
Carlos M's-i'iii.irkiM carea as-ucar.
demBarca franri'/a el.a Trauco, cap 13o Jeanne
AuRu ValparaiKuItarn in.-.iiv.i Elixa llands, capilo
W. Tlioiniison, carga asucir.
f.orki.ri'.:ui' insl"/. iil'reeinan, cap.'o James
Grahant, car^a aaanear e nlgodio.
CanalIiuk ioglez uSarali", caplau KrodericL
Melkson, carsa assucar.
Chaunel pela l'arahnai tarca incleza i'Chaae, ca-
piliio I lio.i.a/ KiiU, narua assucar. Pawageiros,
J, C. Asllev, r o \ic,-co!isul da IVraluha.
^0rtA->.
o lllni. Sr. inspector da Ihesonraria provin-
cial, em cumplimento ila ordem do Etm. Sr. pro-
Bidente da provincia ilo 1.1 ilo crrenlo, manda la- j
ler publico que val iiovanienle a praca para aer ar-
remtadoa quem por uienos liaer no .i 7 de fevs-
roiro do correle anno, os repanm 'le que precisa \,
casa ila cmara municipal c calcio da ridado de
illin.ia. pelo novo oreameulo de liUlfOOtl rs.
K para constar >e inandoo allivar o presente e pu-
blicar pelo Diaria.
Secretaria da Ihesouraria provincial do l'ernain-
buco 17 .le janeiro de iM'iii.O secretario, /. l. ila
.-tltlilinciurio.
(i liim. Sr. inspector da iliesonraria provin-
cial, em nomprimento da rsaolneito da junta dj a-
isnda, manda fazer publico qmr vai novamante ;i
praca para ser orremalailo a quem mais del' no dia
i de fevereiro ilo correle auno, o silio na estrada
de llelein, avallado em :l::i7.".-(MM> is.
E para constar e mainlou afliur o presente e pu-
blicar pelo Diaria.
Sei-relaria da tliesonraril provincial "le l'ernam-
buco 17 de Janeiro de 1836. O secretario, .i.\F.
d'. I anunciaraa.
Manoel Ianaeio de Oliveira Lobo, fiscal da fregu-1 radas
zia de S. Fre Pedro oncalvea do liairro do
Reclfe ele.
I*ara que se nao allefoe ianorancia. pnhlica-se de
novo o artigo primeiro da po.lnro addicional nrovi-
oria "le U de novsmbro do auno lindo de 1853.
Ionio Jos liomes l.ourer i 11981110, Anlonio Jih
Lopes 88K60, Antonio .1 n I. jp.is de Miran la is.
I09U25, Anlonio Jo-o Marroquim [fillecido 08,
Anlonio JosJlonleiro. da llallis MIIB52, Anlonio
Joc dn UlivaonCo'la .iii-si,. o< licrileiros de An-
lonio Jos l'ereiravile Si 7'.';>llii. Anlonio Jos l'i-
nheiro 48100, Anlonio Jo-o Jo iln-.irio 11(58608, .Vii-
lonin Jos da Silva lrlld. Anlonio de Lima Uav-
......ln '(IjtjMr. Antonio Manoel do R**n Barra. I
1118737, Anlonio do atonto Rim Barro. |ljlil.i. |
Anlonio d" llollanda Cavakanli '>~Siii, Antonio
l'.ie< Diui/. 2i7?ll.">, Antouio I'ereira da Cunta .
"iB-"iIH, Antonio da Silva .M.upi .VJ-s i. .nloniu
Soares Meirelles .'i9!l]i97!l, Anlonio Vicente Viei-
ra do Mello IG839I, Antonio Atve IS8a20t Anlonio Mauricio do Amaral l.acer.l.i rs.
Iili-IIH. Antonio do Mello b-zerra de Ailiiqu-i-
que iiili?82i. Barlholomeu de Almeida :17-ks,
llernardo Joso ilc Auuiar :li-?->20, Bonifacio Masi-
iiiiaiiodeMalloi !l')8.CarlosJn de Alahyde Ml^liO.
Carlm Porreara de Mondonga ^3, Chri*lovo do
Mello e Aliiiiqucrquo :ll>S;l. Claudio Jos de Lira
I78659, Cosme da Coala Teiseira ITpSlO, Cosme
Jos lo Mello 308K9II, Cosme Peres il Carvalli rs.
2369lR0i Coslodio Joso deSouxa da Baha l:468HII
Daniel Uefereni da testa I! /erra 1Y-. Domiiii:*
Jos liias:lic:isii. DiniinsiH -I t-.- do Oliveira ;M3l7H.
Doiiiiusus Verissiiin da Mello 79J01I, Duarle Fran-
cisco Moreira .' 'iy-t>, Ivlinrlo Vntonio C-Jrrea
Porto de IV lia- 1.:^'.'li. l'-liv J.n Boarque r-.
:;,.U-'-s|i;. Franr.iro .\lv- )I'.i"i5v Francisco
\i\,'. de (MlM'lra s; ,-,,. l-raiil-co Vlulioda
I*, rrcir.i 1^. I'ram 1-1.....ilunio de Mello Hit^lU
; Francisco de Bessa l.-.l ^ Iruin Rui de Janeiro
i 19:3K88(i2, Francisco truno I7;'i I Corroa do S.ni.'i 7.I8H9S, Francisco Duarle *.. -yi.
tM~. Francisco Ferraz J-fe-sin, Francisco Kerreira
I da l'az '. .-iSin1. Francisco Goiicalvcs Cacado ilonei-
i roz 26%>U5, Franciaco lenncio de Lima I08*ll>7,
I Francisc < Jo-e i'ereira l'enna 8H->7l, Franci I l.uiz da Co>ta liiiiiu.ir.i K10 de Janeiro.....
||:1:00>I8I, Francisco Machado Forle
I Fi un i-co Manuel da Fmueirelo ll'vSI,
I Mo'leiroi de Asmar 7MJ, Fraucisco
Ituarque l:W7.l, Francisco de '.iul
Is(i->i;j;i, Frauciscode Paula Rapos 1 !."trasvi ,
I'ereira liuhr.aiies 8*Jt803-t, Franeisrodo
, lo 3K!$I19,
I iria Son; 1 Vax de l'inho I79;79. Mallii 14 le Al-
i lio pi.'rqn Mello Vi-:S'J. Mano, I Coinei de I', irva-
I1" l.loSJOO, Ma.....i Un 1 i.1 le Carvallin :'s>, Ma-
I lb'u< lo Ileso lirros 11:\ Misucl Cirios Aecinli rs.
11198230, Misuel Ferr Lo|ies :;n-. Miguel liomrsde
Mi-lli lil-SS. KcoIoJmc Illas .!-Cirvallm -s.
I IG7;!W0, Nuno Antonio Koilrioes Lima H-slilS,
, Palrieio Jo-e da Atingida 1953)1), Paulo Ferrelra de
Amorim IV.i-, Paulo Francisco do Reg '.l-.iiid.
i Paulo LeiUo de Albuquerque 17-^10, Podro da Cu-
I ulia Carneiro de Allinqoerque ::,7S '!*. Pedro da (.11-
! liba Carneiro do Andrade 573870. Pedro Jos Igna-
cio (78(i03, Pedro Marque- 5!r>753, Porfirio Fracs
Machad 1, ensenho l.achoeira l'.lirii'n. Raqoe I'erei-
ra da '. mil 1 i 1881)0, Salva lor Correa de Lcenla r.
lil.tlt). Sebas.io Al.1- de M lio livr, S'baatiSo
Lint Wanderley Oi-il. SemiJi Alveide Andrade
ISIJI'W, S'.uin lloiicalves de Macelo IIS?IIU,
Terliiln.....de .Vtni'i 11 l.:ii. I32JJ7I, Theodorn l'i-
Irorinio .: t< liis 3019320. Tin...... la Rocha Cunlu
_' 81I -]K \ ice ni' Jcrenvui 1 de '.'. irvatha Jnior ris
l:.'.i J-ili:i. Vicnie n San KranrUro to Mcanlura
li.^-:is. \,. -mi.- j-mo da Coma --'- "'l'- Zacaras
Joac Bozerra setonr., iri.- M ira l: 'son fal'.e-
cidoj 5:80rl99, Jos Maurieio Wander^ Jonior
308, Joaquim Podro Velho Brrelo 3*j, llenriqne
iajjJenl.14 i'^-J'". .' 1 !.i :... .
l*iL-si;i, Antonio Jos Kerreira Vunna -J^. Fi.in-
eiscu de liorja Calle i->!.(l:i, Fraarwco Manoel de
Fisueireilo !IU-7S|, Francisco de Aun la Cmara
l'Ii.'. Vicente Forreira de Albuqnarqne 308, Joao
Flix de Mello U)ll>, JulUo da lauta Monteiro, 2
l'Mn. .3033300, Joao Carlos Barbalhs daCunha rs.
2238, Manuel Simplicio Correa Leal Mil-.
Na la mais se cooliliha em Jila rotarSo cui que dei
a leguinle aenlenca :
Allendendoa o j"ii--< provada a ausencia dos joslific olas em losares
nao saludo*, pelo que maudn que para o lim declara-
do na-pelieao de s. J eiam rilados por edictos, pas-
sando-se a respectiva caria de edictos com o pra/o
d :ii dias e custaa. Recif 27 de desembro 'iu 1835.
Anselmo Francisco Peretti.
Nula mais cunliulia a dila senlenca, em virlude
da qual o escriv.it que sta nulMcreven mandoa pas-
s.ra presante carta de edictos cois o prazode il
dus e cusas, pela qual e sen ti.....< se chama e inti-
ma', o hei por intimados aos uppliredo* devedores
alsenles cima declaradoa de lo lo o eonleodo na pe-
licao u leriiio de protesto cima transcripto, pelo que
lo la e qoalquer pessoa, prenles 011 amigo*dos dilos
iipnicados o* poderfto fazer srien'c
lica asposlo, c o porteiro do juizo iDkar.i .1 prsenle
nos logues i\a costume, e -er pablicada |iela sin
prensa.
Dada e passada nesla cidaile do Recife de Pr-
nambnco aoa 3 de Janeiro de 18'iii. Ku Maximiana
rraucisco Duarle, eacrivflu privativo do juizo com-
mercial, o aubscrevi,
.in'clmo h'rau'hro l'eretli-
Din* .Imii/Oi, lecha amala
.10 meio da para a Babia.
PARA t ill> I1H JAMCIHl).
Segu cun mulla brevdade por le parle de sen
ra re: tuieula promplo a li"iu conhecida barca .Wd-
Itiilde, rapilo Jeraiiyino Jos Telles, paiaomto,
tass.igeiiii.. e eacravoi a lele, para que tein evcel-
lentes coiiimodos, Irata-se no escnplorio de Manuel
Alves linerra, na na i" Irapiclio n, L.
CEARA',
Segu ne-le- dias o lualc /.'.'i'ocao; para o reslo
da carga Irata-se com Caclano Cjnaco da ('.. M-, ao
lado do Corpo Sanio 11. 2-").
PARA n PORTO.
A barca Fernanda*, I val saine com nimia brev-
dade; para earsa o psisaseiroa Irata-se rom Barro-
ca v\ Caslro na rua ila Cadeia do llcciie 11, i, 011
com o capil.lo na praca.
Para Lisboa prelen le sabir com a maior bre-
vdade a nova o acolada barcaporlagoeza aCoustan-
leu, capilao o Sr. Silver.o Manoel dos Keis : quem
na mesilla quizar carretal ou ir de pasaagem, diri-
ja--" aos consignatarios llionia/ do Aquino Fonaeca
iV Filbo 011 i-i""t na rua ilo v igaiio 11. 19.
l'a'ra o Kio de Jaciro pretende sabir com
a maior brevdade posaivelo briguebrasiloiro alrlsn,
capiio Auoiiio de Souza Macicl : quem uo mes- I
mu qui/.er carregar ou ir do paasagem, pan n|
que l"in e\i-ellcn"s coininodos. diriia-se ao consig-
natario Mano-'l .\ves liuerra, na rua do 'trapiche
11. l, ou ao capil.io a bordo.
Para Lisboa pretende sabir com a maior bre-
vdade possivel a barca pnrlugiic/.a Tejo, capitn
Joao Ignacio de Menezes : quem na nie-ni.l quitrr
carregar ou ir ile passagem. dirija-so aos coosignala-
rioa Amorim Irmaos A; Companhia, na rua da Cruz
11. 3.
PARA A BAHA,
o bem coiiliecido e muilo veleiro paiabolc brasi-
loiro Dowt tiniyos, pretende sabir neatoa dias por
estar quasi com lodo o sou c irre^amenlo promplo :
pata o resto c pvaeogeiros, trala-se com o seu cou-
sigualariu Aulouio Lili/, de Oliveira Aievedo, rua da
Cruz 11. I,
Para o Rio de^Janeiro segu eiiipnicos dias a
polaca Itrasileira /.dota It, pregada c loiradade co-
bre, c de primeira marcha ; Icm meia carga proni-
pla : para o resto irata-se uo escnplorio ne Isaac
Curio i\ Companhia, rua da Cruz 11. t).
Para o porlo segu inralivelnieiile ate o dia ^S
, do crreme a barca portu^uea Manta Cruz, a qual
lo une acuna 'ia 't,n a nia'r parle do earregainonln promplo :
' para o resto da carga c pasaaseiros. traa se com os
consignatarios Praucisco Alves da lanilla A. Coinpa-
nhia, rua do Vicario n. II
Para o Aracaly esla prouipla a -aliir a barcaca
Xapoleo, U'iiJo carga,e nao leudo carga para o Ara-
cal) lamliem pude receber para o H10 tirando do
Norle : a filiar na rua da Cadeia do Kecile, escrip-
loiio i'e Jote Anlonio llaslo, ou no l'urte do Mal-
los, a fallar com o mostr da dil.1 barraca.
Para o Aracaly segu com brevdade o biale
.turara : quem quizer cariegar 011 ir de passageui,
dirija-sea 10,1 da Madre-de-Deos ariuazeiu n. 2.
Para o llio ele Janini
parle da car-
contrario serau seos nomos publicados poi este
jornal.
i'rccisa-se de 0111 Iralidlhador de relioaca.t.
prefere-se dos iillim ts ihegidos : 11a rua da Senzala
>nva 11. .
LOTERA DO C0LLEG10 DOS
OiHPHAOS.
Quarta fcira 25 de Ja-
neiro uula-n as rodas< da
rei'erida lotera, em virtu-
de do a n ii i uni do Sr.
thesoureiro publicado no
Pracj^Coacordia C..,-,pos Elv.io.aa\j)iari0 fo PcmambllCO de
aimdacidadedoiiaMinu. \7 do corrente'tnez, no es-
|ai;oso 800 da rua da
Praia, n. 27. Os meus b
i lit.-t ese can iel lasque eslo
no resto acliaiu-se venda
as tojas J conhecidas do
respeitavel publico. Per-
nainbucD 21 de ianero de
1856.O caatelista, Sa-
imtiano de Aquino Fer-
reir.
mili i
id; Oilcssa,
Itikeri
linliada deS. M. i r.
em Pari i.
Boinbat'dcainenl
com os .\U141los
liraiide liataldu di
com ns Alliads
Dclc/.a de Silistiia.
Grande ataque de noile, >
toiiv de Malnl.oll".
A eslas vi-las nio iie preciso l
os sens noi.i'.'s bem fazi ni conhc
"slnaa a ovi-ii-: 1 ". Jes
le, que lie quando
mente annuncia I
A entrada de cada
1:1:;l.llena
vussos
us litis
os Alliados na
elogioa, porque
las bou ladea;
e o da i'i al 'Si to corren-
mudadaa, e nova-
.cm de -er expostas.
I rs.
M I li.' -1
- [Ul \\\
-..i bu
O

i) autor H'Mj lir m ra m di
cuminTcio en >..'. i. -ni cs
tUlliii. c ;le ."lia nnitir::
(orine a le. Oguarda-livros brr.!>lleiro rooslra r\-
leiiMiiienle a maneira come se '*erlplora das no Diario e o'iio^ mti- livnc fin pirlidas do-
hr.nl.i-, mixte e aupla*. Tamhem moslra o qiMnio
he inqpi'i lano mu li*roticcopiladore-lc he 11111
Itvro imporlanlc que i../. L'fsapp-recer iiimenMi di-
licul inde* qtie lijlo para qne una .asa dn retalho Ce-
11I11 t'scriplnricao recular. Ai.-.i lam lie um nua-
dro perfeilo em que o iicswiiiite observa ni um
lauro Je vista u movimenlo me*al de neu^,coa)mer-
eio. '' autor nrm pnupau exforroa p<>ra no to.io aa-
lur perfeila eaa obra, o meinu t*-na lonua pralira
d cmtnereio du Brasil, o autor Ni g:iarda-/icro*
brarilero conta com a vallina prntoccSo ajo >< dos
lllni*. m-. aasigiiantea que ;.i ae disnarain suhscrc-
\t;r, m.is lambem cora o ti.' f-> loa aquellea a quen. o
aeu Irabalho so lonn- mil. t a itor joJfta esta obra
de mullo proveito > nobre proliflo de t/itardit-li-
tro de qua he liumil ic mombro. K*per-*e esla
nira por lodo o crranle mea; do Rio de Janeiro* He-
rebeme antena lo ras nenia prnca, rua da Cadeia
Vellia du Recife, loja 11. -22. Pre*;o tir pasea no en-
i'recisa-sc de um nUampata padaria, dv ida-
de de 12 a 15 '. i'.na MH-io, qee A liador a
?uj rontiucta : na rua do I'ire- 11 .
Ue^ppareceu da casi da rua e-lreiia do Be-
san. 11. l*i, um patpauaiti fatl.nlur, -em corrmle
l'ii-in uacbar le.e-o a icferi.la *v.-*. |iriiiicir<> au
dar. que sera ucn-roamentr rrrjn.pcnado.
cuU':i inelliedos 1 *< ab .. i..., nao f-n ao i*Tri i/utt-*-. -r.. -i....... ..... .- .--
ee4l ao eoinraercio ** u. K u- rua do Creapo, dede I." d> \*nrir*
a, aoeemia e ton- j*b> eorreaiie aatoo. actala BVaM eaaaaaaRaal M-hj
t-iivro
O Dr, Anselmo rranciico TereKi,
ini;iriil ordem 'l Roxa ejoiz d
lo rominerciu de-la c !-. i '-nniiiHicti, por S. M. lo C :
II, .1 quem lleca guarde <-. .
faro sali-r aoa imiu a prsenle cada de edictos \i- 1
rem.em cuno D. Joanu. Mana Jas >,ves loneira !^e em piiucns das por icr 1> maior
mrnraii lador da
di re lo t'-pi-ri.ii
Kccif pro y lucia
* o Sr. I). Pedro
\ PripiOoJnaqtiiiii l.-ipej U-. t. -la Mina. Aulouio
Kerreira Ja Selva ilaia.
Mllerecein-se rriado- litrcs.o | nii.nrn ni-
idir do 1'iuno e foao, e tiseuuittlo he Inmi ru|ie?ro.
aanbaa muito inleJIiajeulea t -em vicia al^nn quetu
prerieac dirija-se .1 rua >>vx,i n. .i, loja.
Mascarada ui-
vereal.
AGS RAPAZES MOCAS DE
GOSTO.
Halo a perla o carnaval, e nin rapa/ de aioOM
repulaco nao i" le dispcn-ar-oni lr.._e complrlo a
canelar, assiaa como lo.la moca apa lor do bom
goslo nao di.-ponsar collorar orna bella mancara em
Iregoc da obra, e esla ser distribuida pelos dignis- eo liado naablaale, i enioooT so n'um rico oaa-
siiini. Sra. aaaian,iiites. e nao se vender avaha. I luariu da cdtto do llenriq VIII; para o qne oa -
Ursappareceo no dia 17 do crreme, da casa I nonnaate offereco a cada oni ou rada um. par ali-
ihi advogado francisco liarlos BraudSo, na rua do i gael ou venda, e por c.....modos ixrros. alian I* the-
Collesio ll. lll, nina sua cscrava ilo noine Alina, ca-' gtr ao alcance de lodaa as boisa>. o inais rom|dclo
ira. ile i linio de lli anuos, pooeo inais on nirnoa. a i sorlimeulo doa inciu i.'iia.los Irasns, par. cavallcir
un MedeirosT->i:lO, l-rannaco i, tiicalves l'.a-i lo de
Macedo %yi2S, l'ranciaco da Silveira IVrvira rs.
jHOMO, l'ranrisco Xavier das l.lia'ia- |lt>, l'ran-is-
co Xavier Carneiro da Cimba -.rai-l',.:. l Xavier do Rosario ."ailMilO, l,oin;alo da lincha Alc-
\andre Gannvarro 1:J".l^t7"i, tiresorio 8oarei .Mei-
relles'fallecido I:'i7l~-li7ti. ileiiriipie Manuel M i-
lieiros do Mello I:1b>i9l.llenrqii l.ui/ .le Mello,
de lioiauna .16I5S30, Honorato da Silva l-'raua-o
76S2U0, O. lanada Franei-ea ,\cciol 100a, Ignacio
me 1/ a peuijo ib, llieor acsulnle:
lllni. e liim. Sr.Un Jolln.. SI aria das Neves
Toiv.'i.-a, ipic sen lo eredora dos ilavedoros abaiso
mencionados, do ;in- p ir letras e do outroa por obri-
Kaijoea, nao lem podido cobrar .s dividaa, cujas
importancias v.io lainbeiu abaiio airncionadas poi
esl.irein os s.u- devedores, uns asaeules, e nutros
aloni dalo nao lerem podi lo. oo qverid pagar, mas
como a upplicaule, ombara oa na. pretenda perse-
guir, n.i-i deve deixar p; rever easas divida., por
islo m ii a suppliranle prolc.-lai contra semclhante
pri'Si'riiic.ii, e reqo-rer .p: s.- mado lomar por ler-
iii-i o .cu protesto com a deelira^lo deque .i san
pilcante alleud. ni qualqner quintia de que por
eonl i 11\-*-".ii dado o. sen- devedsres, apresenlaiido
i" i i li n recibos ; a i|ii" V, S\.'. i ira
>...> prot 'alo per e i.l d, malo qo i i aopplicante jua-
;.i :!.'. estarem aus.>iile.s '::-. I nolieia dos
ilrt.ta .I-ve.lo-f. po s.io pal Ululas.d*obri'^acin-a :
le iiacdiiio.'osc di lli'i-li.i :l;iiie.l?v.'! tVauciaco 'lo
Barros abonado por Joac Sci icngMjlKM, lenlo .lose
!l .....'i 70*j7."iO, .1 .i i l-'rancisco lo- Sanios...,.....
;J'. *''!, Antouiu J"si! .i.- S"i/i l.dl.ts 'il 7 il.i,
Ma......I Itodriaueg i'ereira IIOO-I''), Malbaua Jos
lenle J! de am irn de IHJ-'i.
deSemiH l:f!)UaIO, Manuel Vive, le Oliveira......
V.!.."J I:. Jos ,; :".:: lo l'ei I Mil. Joflo doa
Sam Kraur.o 1I.--77 i, Manuel Proeopiod .-er,,-
laiieiacu I: i r>-J-t i. .1'-.' ii-^i la Kairi
I l'adla I) 111111140a Lopes, i-.: S 'ti' ^i''.;^'
Carv Hu I l'ranco H'.InlKI, Joo lioneala.
m- 1 Kra M 11 '.-I Bipliala
Be- mu 'i 1 .">iiv 1 J''s Mai
Saprompla o brigue Conceiro, cap 1U0 Juaquiin
Kerreira das Sanios: para o resto e cscravoa a l'rcle,
para o ipie tein hous cemmoJos, Irata-se 110 escrip-
lorio de Mauool Alves Ijuerra, na roa do Trapiche
11. 11,
&tit?e&
.tw^lt'.S,
O agente borja lira leilo eiu leu armazem,
na ma do C<>llcgo n. 15, de um grande e variado
sorlimeulo de obra-* du uiarceiieria nu\as e ufadas,
variaa obras de miro o praln, rclogioii pira algibeirCf
valias quitiquilharia* rance/a<. lo-jr aervco de inc/.i, uniros inuiloi obiecloa. ele, me
IIMihlo | i J '
,..,, j ai liara pajemes no intimo arma/cm, os uuaes
Humar i ,,.,._,., ,_.\ ,., a :
i]
i i
:,it
de
''>!
i.-un
los ..
I-Ira
Kan.
.\liu
nac.
i li II -'.'->. I' >.
(. J'.io dos SiiiIii,
de M -deiros i..i:-.
')l:>, Antonio Kor.
l'inlo Coelho 77I.-J
S.ia/.i i->*".ii. Miuoel Anlonio
Mulieu- .1 si- da sniia, :ii-j--iiiil.
pic.'ic.'t'i Ss, Mnnol Aloaodre
is|:l:i, tl.ntiil lliann/ doa San-
.i- Martina Soriaiio :.':;.->7tlil. por
e Sin/a -*il.7c*. Joso Lu/ de
1 Anilina da
lira lsii-'7ill.
ir... lose da I
. ,le Mella li
miado por Jo
Antouio Bexerra
l'Jjnil Kaliria.....I -r..
Ih.les ISi-!S:i, .1 tsi ('. insl ,ii
de M'iidonc.i l",J-.!l;i. Ja.,
Uues la ii/. 17J?.
da Mora
i^Ui, i aii
1) lllni. Si. ins|ierlor da lliesouraria provin-
cial, em cuuipt menlo da resoliiro ila junta da la-
/.enila, manda l.i/.er publico, que 110 da 7 de lc\e-
reiru prximo viudouro, vai novuinenle a praca pa-
ra ser arrematada a quem por menos Sur, a con-
aervacao perinaiienle d. aalrada da Victoria, per
10 meaos, a contar do l. de marco do
icios precos ahaivo declarados :
|. tormo.......... :0.">73lllW
i. dilo........... 7-;>!>!l
:t." dilo........... J:.i.,7-'HI(I
.- du........... U;iU3000
K para constar se nian-lou aflixar o prsenle e pu
Francisco iil.",u. Ignacio I
Ignacio Joaquim Koilrniue* l".li~. len irio l.ina Bar-
ll9K'J9. lanario l.nu de JUbn vi ao
Jj'ij'i.sn. luiiailu Paulino da Cimba : llyMl,
rou\mu Seliasli.'in le AlonOaSIro ".'.,?. Joanna Mai
do Sacraueiilo loiilii, Jos Mitin, i. Wandefl
liiTliio. Joa da Rocha .Silva I!''"-- Joaquim li
t;.|\cs de I-arias *,'.|-..In.i Antonio Brrelo 'iliT^t
joflo Alltolllo tleli isl i- IJ"C>'I.', Joo All-illlil ll
%e- I7G9I2U, I). Joanna Xavier de llodandi 17-:
Joflo Anlonio d.i Koit-ei-a IJ-. Joilo Aula.no (, i
ves de M.ice.lo :t l.-jllil), li -rtleiros de Joao lia
Branco UtUiJiJ. Joflo Blnli-ll le l'aiv,. :>!l(-
Joflo de llano. I'im-nlel :t--lii;i, J"i" lleniardn i
rea JoSII-i. Joflo l*avalcanti de Albmpier.|u
I2vaj, li -rd iros d. Joil'i Cliriau.loinn d- liuam
M 'ilo V.lOr, Juo Cliriaoiinino 11 un.iroKl9t3l, i
Correa de Lcenla lli>'IJU, J.oau lloniiusnea d
va Poilo lijOGO, J.'fl.t lvaiigeli-li Pereira B7li8
lierdeiaos do JuAo Kinnino iill'-a llura.lis
Joo FerroCaatello Branco7l?">i. Jo o I'...
Je-
de M*Bo S7;si), Joo Francisco de Dlivoira I
blirar pelo Diarto. v0 ,;,,, (.,., ,,, M a ,:;., ,s. :;,., ...
Secrelana da Ihe-ouraria provincial de l'ernaiu- i,^,^,,, vi -_'ill. Jofl. (o......t.ialr;,.. ,..-
buco Ide Janeiro de IHal.. II-c.ifl.tiii', ////onio Jo.-(|1 ,1lll,,| ,|, SllJ ;;', i.'.. I ,a .'i.oilli,
Fernira da Amunuioeao. |ei\-.lo Flores it'JrO'.lil. JoiVi Isuliro \\w da i
__ O lllin. Sr. inspector da Ihesouraria provln-1aeca IOIsO-iO, Jofl.t Jaque. I.- II > "i'V.li.
cial. em ciiuipi menlo da resolncao da iinia da la-I Joa Fcrreira aSoYI. padre JoA-i i i'
nuda, manda faxer publico, quo uo dia31 do ror-|l33~>30, Joflo Leandro Siarea Araojoi sUo
reine vai novameotea praca para ser arrematada al Joo Luis dos liis 2W3Sl,Josu Lu/, da silva
>il-
;
A.....
liii'
IdOj. J jan Pilll i
si-;ij:i, Joaii la-
Anlonio Rodri-
le iota Ki$t;n>,
i. e \nt' nio J.iae
c. lilil e ICvm.
:i um II c delira.
.'v. i evej i.
Cl 1" .1 ni Irans-
la dei i. .1 aparho
la -upp '-ail|e. ,.
hcados. II" li'
rcgarSo sem limito .le qualqui-r preco : ipuuia-
leiia. -J do Correle, s II huras em poni.
\ ici.-i l.asne lara leil.'m por inleracnro dol
agente Oliveira, de variado sorlimeulo de latendas!
de alsndlo, lin'io, Ifl e de seda, aa nia.s prnprias da
estacan : seala-leira ~t do correnle, as lll horas da
mauliaa na rua da Crux do Hecil'e. *
Barroca i\ Catiro conlimi.ir.io o sen leil.io de
lasen tas inglesas e rrancezas, accrescantando nutras
leccntenienle deapachada-'. no dia quinta Icira -J'i
du eorreule pilas II) horas da in-iiilifla no -seu arina-
cein da roa da Cadeia do Becilc u. I.
Vl.MvOv .TiinTvi'v.
O Sr. Joaquim Oclaviasio da Silva
ijiUMia iliii''ir-s.' a i'sta l\ pograpllia a nr-
;oriii s,-ii.
'ivuisa-si- de urna lavadoiru uuc la-
vede varela, e de eonlK*ci:iiunlo's do sua
lloi las ii. i:', rasa ili"
qual lem sido vista uesla ciliado e nos arrnhaldcs :
roa-se a queiu a conhecer, que a faca prender e
condozir a casa da dito seu saalior, e aos eapitaea de
cainiio. e nutras peaao.s que v ivem ti. prender escra
vos fgidos, promeiiee una boa Bratillrarjlo. Oa
aignaea da referida eatava sao os aegantoa : plida,
leudo algn) s manas de beiiga na rosto, la i
tura, secca do corpo. falla um pouco ^a^a,
vestida,
Precisa-so de nina ama de loile, preferimlo-se I riair-se a cana do aaaaaciaaae das i as 9 hm- da
a qualquer chcuada do mallo : a tratar na rua larga j imite, que a acharan iicainrnle illuininada. eiobvra
do Kasaiio 11. 35, loj i de miudesa*. nio queiram aSagal os mesm ts vestuario.
Obacharol Ijeniiniano Anlonio Vital de oli-
veira, nao puliendo pela rapidez 'le sua viageni para
o llio lirande do Norte, despedirse pettoeliaenla de
iodos os seus amigos e mais peaaoaa que o hnitrardin
com a sua ominado, *e prevalece desto jornal, pedin-
lo doscoipa desla falla involuntaria ; e ollerecc no
moamo lempo o seu diminuto preitimo naqueila pro-
rinda.
Aloga-K o primeiro andar da sobrado n.3 da I
roa larua do Kosario : a tratar na luja por balando
inesmo inorado. ^ x
I'recis.i-se de una ama para o setvico de rasa j
de poica familia : lia rua dos Mari}los,esa n. ;
Trafpassa-se as chaves da toja da rua- Di re la
ii. ."i. e .ende-.e nina cuna de angico em muilo hom '
lado : a lr.il
un p-.io ilo ccuhi de l'.ioM.. I .arlos Maunn. Ilrnri-
que IV, l.uiz \1V, da convencaj nacional e do ena-
stilado ; as espadas e laucas de pao brilham rom
co, e nos Ira^ea l'eineninus os hrilhaolca o i-.-roU*
&it perfeilaiocnle iniiladus ; emliru Ion. oa oslas
eiicoutrarao onde escollicr, na roa do Colleio n. IH,
"da- i primeiro andar, onde se ve asteada urna IIAMlKl-
bem |l.\ KM.AUN ADA. As pe>soas que quierem ver
i hom acosa e Itoiu s.islo dos vestuarios, podero di-
C\KBS FIAEI1ES.
Agr adminis-
trador.
iiras.de baile de
mascaras
Arlc proni|il da ou da
imite em o iiie-m e?tal'(*lcriii;i;il. coiifutnlr a mt-
crelana de polica, em um armazen! t*criencenli' a-
rcligie^os Frattccaacc, a de>eiii|*eiiliar com lidelida
de, /rili <- prompiJa i qaak|uer cuiciiu -i- qn- Inri
eiwarregudc Bieiwa ...iu.miiiadoi. niermdo r
__i daudu lodos osjiiria' IIM*1 'lOiM au UJ*jiJ4oJ^a'i.)>rro
m-vp^-ta-aijj-JI.ieur IIIOOHMinidii dwi dinlo*. *
deudo os pretenden tes para maior commodid;n!c !-
rigir-se lambem a roa do (^uoimalo. casa n. I. ou
na da Cadeia de Sml-iAnlomo n. :t..
Atteiurao.
as norte de 3 c 5 de fevereiro, na casa Sr. rraaw, awrwtMro* ca mime o .., a-
... i*i"i rl dos halos qoeiram ir |a-iar po. i'imi-? iu mm du
ca queoi o Recreio Miniar, prac^a iw De^oaano frdt/. aim* da r.a-\isia m..
|>oa-V5la i. ">(- I l'reejsa-se4e'2HHSC juro? |.i paocci inup,
EU eaua he a roait anronriada para diverliiaeul| I dando ae um moleifuc de !i.i I.", ann..* para c^ci-
te ero por leralcm .le :i- ei-ellcnlea salf* ranea da mema qaaili*; i miliajai aaaa
.i\ ir a mesma .,>;. nu pca n<'~ |uc ton-
vit'i": ua.i-.ro da KoawVi^da- 11. "(I.
|t't.'Ui.>t( 7 trt ".iri. li ,\ft
tt.
i i-
Vnloiue i
mu fa un; \ : '- Nil-ai-II.i7S.iH>. iV.li' a V. Ki
Sr. ir. ni'/ especial I > pummprc
i-. I. M.lo .m.. Mana d.-H N
Na.l i iiiait* se e mUn'aa p a iiiia i
cripia, a i|ual sendo-ine apre-s nlad
ilo iin-n; seseinle :
r uno- par termo < |colcalu
jaMifquo ola a .. i-t'iici i iio^ -'
i |."i d .I'/'inltri. I.S'.V ?ivi.
s i ',.% m >s ;ti i-i: i"'u '.''!'- iaeli i aqui ir u.-
eripl >. "'i vi lude I i ijual hivro'i > pruienlu ^1"
1 llicoi Vdiiiiil :
A r. i dezembra i! 1 nes
rc di' l' ia-liim em di u ii|
I aun i \l in i Jas .V v i t\-e.ra. -
... le I '.tn .li i* i' use .s-i-.'u-i !..
Contra HernarJiio Jos da 1' < la
Mieu 11 em s*ia i''ii ;"' > i !>*. mi i
-;.mi I-Tin', para o lim na m^ma ; i .; 11, c ..
i\i..i i- leui i ii pnu! !' ni E i M -\ ii mn Kraa-
n-i i iuari -, eacrivflu pnv tlivn da jtiuit c><:ii:ni*rcial
u >* i>'\i.Joanna \3uia ii- '*.% tVixe'ra .1 -.
Ijo'tr itvi*4 ile .1..-i !.t : id? i. ira.
.Yi I : .i a- i-.i'iiri.: i em dliu I ikm i protesto
aqui i;.in -m;.: i loo i ipi me pro loi lo
aua lustemuidia*. mi lo mu na auto eoncluso-i dei
.1 .'lil.'iir i >ln llli'nr >- ^iliU1 :
emlo a juslilicai.au de ll-
la.lc da te
ii..i veiu :>. Jo-
' pi. inte mim
po prote^lava
iiitros pela m
'i p irle iln pa-
peMi>a : un rua Irciili- azul.
.'eJe-scuo Si* \ erishiuui .Vnl;)!ii.>d.i
Cruz Soares, de dirigir-si; ao nt'inu/.rm
'i'* madeiiMS da rua -i' : ii, r.. -.">, \ iu
LOTERA DORIO DE JHERG.
Aoliam-so ;i i-.'iidn ns hotim biliu'ksua
toli'fin r.ii i-sir.i.la ili" .1;i;r, ijiu" l.'viii
."o. ii'i' :i -i i ; :i __1 ,.-. i -. i:i .- .'..' ; ..> i !.:
etiit'i
ijai-lil
l'iii!
1^0
|>ara baile, lodos as roimnodidado. esiaidaa paia os
sniiifluosos e inaun:iii'"- dii'TiiKi.'iilo-, i|ii.' de*om
lor losar nos di.ia icima reforiilos. \s s horas la
mu'. Iu la- a- s..l a o de ni...- api mloa -tarao Iri
lliatilrinrnle adornado. ( iiluimna loa. llavera lioa
mnaira a a irolhor ordem, m-......11 na direr irea
so oa inesmoadea iliverlim nin- i|uo tia-erain !na.n
Ina rua 'da Praia pela l"'a.eoa. A-od adas >.io : pa-
ra Im.iu.-iii :.'-. r l'.n a ai llllora l>.
HOTEL [>F.,ll i
llonmi i. .. lo eon nl<-. I-e .
' Iml i ;i prm i ni -;"
I ln..r:i a .' ni le fr-la i cloii.i iM
|i, i ; n n .... '.!:
lio lll li rn-li.l i
I
i a Santo Amaro to -.' '.-
ida > ,oila, o -s.' .. \.f
11 es'. nil.ll .- '.; : .
iiiniliu- pa-
i, coatj ':- lolli.le .:
i i i.--.'.i. d. i Ji.,
.... I, .i .. >. ..i Aaloasa
. ni
.>('- | -,l :
lio-pedal -
romplel
queta i- liberda
-......
V i '
i at a E.irxpa. l
I. aulla i
ii
:. :.:
I-I >'
.- me'xir
t .-::i r.-W coill
1 ; r l .;i"ii' cide-Vm.iro Ja-|(.| ||(| || -- i ^U* v-l'-ir- *; din ; ':;'; llil 1 m l-* i lll-
i 'II .te j .. -
.. ! mi, rt1 .i-fo
. ...11 -
i e UO-a
, t dia i'i lo
-.al. .
i ludo o -.-i . \u, ;
(i ,.: .i:\n a-.^i: i i.t |t'-.ie ao N. II a sonreiro r
Illa s ,-.,ii le 11-I..- .' i..'..ir .- .; : i pi... ; a.'ia. l|i-i'.so
sala |it .-un ..i.. a .'.a. n. ..i' nao "'-:n *en
aini. .. -i -. ,' I
lunario i*i
I'i,-. i--c :.' i. na ama i
mu : i ...::....:
H'SUnd and.r.
V. .- --. .!.
. a." lll ,..:r ji .1 -. I '.
la n. \ '. i i -;
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iipronipuni-Si' t'i
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-i- ;::/i'r lira i -1 i .!,
i, ,i iciuina la a
mi l- ni Iu i! iii> i
, :, i iliuira 'l *eu servir
>ii\i'iiiidiii!i, procure na tua
ii i imii qufin Iralar.
. r-
rmra
m ida-
ii i3
a- total
pelo lempo
i >.'liii :. __'.

M-. ii. ;ui---j I ua rua la ,\l -- i u. 2~>
sedeum bom co/inheiO, paua-se bem:
iu :-1 ,i it> ti
1*1 !-. 'I C.:i-'
ra de '* I > < rrrul
mu rol dlli J' ira o
\' i S ni? i Haii
.".or i anuir fi .
ma, ilade.ip: .....
nuil .-.-'/-;.'
urna .! ---' < ti I
umi .i | : :.". .i 11: i ': i; 'ii. .:
aburar n. _. que era lo1 :sa
JolO J.iCHltllO l.'li i' i .
lora do imperio.
.- ItiJu iimili uai
i .i l|ll.lli : ; i. s H>
' 1 . 1, .- .
1 ..., i II T
:.- 1 l.'l '"I"'
l" '.'. ;..
01 :;
. ['ni !! doren l'.t ... i a 1,1;,'
' . i- : ', DMB-,.!;.,.. I.| 10 'fll'i.l -I-la
. , |. li: i:: i -!.
1 'ae ..........- iro all 1 -i iluuoel i'ereira da Misa.


iMtt PEMAI8H0) QUARTA FtlR* 23 t JANEIRO t 1856
'ereeira edi^ao.
TRATAMENTO HOIEGPATHICO.
Preservativo e curativo
00 CHOLRA-MORBUS,
PELOS DRS.
"ellirazcs
.ni luttrnecao Nimprne.....lorcurardeeta entermidade, administrndoos remedio, mai
rara aialh-la, eniquauto tereeorreao medico,uu niesmo paracura-Liudapcndente desle nos logare
'""'"'liADlZIlK) EM POKTUGEZ PELO DR. P. A. 1.0150 MOSCO/.O.
ICsiesdous oposeoloeoolmaioMe56e8ma clara* < precisa, pea sua simplesc omisa esposi-
rao ct'iaao alcance de lods* **inlclligencias, nao s pelo que .li/. i espolio aoa meios curallvos.como prin-
cipalmente avt preservativos que Icmdado 0 mais satisl'acloi ios resultados em loda a parle eni que
elles lera ido poslo em prallca. .
Sendo o iratamento noiiieupatliiro o muco que lera dado grandes retaliados no curativo desta norn-
alenrermidade, iulaamosa proposito Iradosirrctle dous importantes opsculos em lingaa ven.acu-
la para desparto facilitar a sua Icilura a quem ignore o franr-c.
Vende-se nicamente no Consultorio ito trasudor, roa Nov n.52, por 28000. Vendem-se lambein
os medicamentos precisse bobeas de 12 tubos coiu nm frasco de lindura la, umadila de :tf tubos c.....
Iivro e -J frascos ile Untura rs. 259000. _
PllM.ICAt.AO' LI ITERARA.
Repertorio jurdico.
K-la publicaran sera -coi duvida ile Dlilidade aos
principiantes iiue se quizerem dedicar ao ejercicio
do foro,, pois india enrootrarao por ordem alphah'-
lica as principarse mais frequentes oecurrenciss ci-
vis. orphanologicaa,
unssofro,* f
O Dr.Ribeiro, medico pela Cnjver-
sidade de Cambridge, continua a residir
n,i rila da Cruz n. I"
SOCIEDVDE EM COIIUVMH TA.
8 AO PtBLICO.
j No armazem de fmulas b|u
g*j tas, ra do Collegio n.
] \riule-se mu completo sortiieuto
J ile fazeudiis, linas e grossasi por
piceos mais haixos do queemou-
tra qualquer parte, lano ctnlpor-
eoes, como a retalho, amainjtmdo-
se aos compradores nm s nreco
para lodos este estnbelecirrijunto
anricse de combinacao co
mator parte dts casas commcrfciaes
inglesas, (rancezas, alleinaas e filis-
sas, para vender fa/.endas mai
Irona do (pie se tem vendido, i\
islo ouerecendn elle maiores
tagens doque outro qualqucr
proprietano deste importante
tabelecimento convida a'todo ios'
seus patricios, eaa publico em ge-
ral,para que venham (a' bem dos
seus interesscs) comprar la/en 1
haralas, no armazem da roa
Collegio n. 2, de
Antonio Lu/
iivros
Vende-se urna casa na ra da Casa Corle, eni
, huiu lugar nara e lser qualquer negocio, leudo a
Ulano e Ua/ao, com capa di-como, fmile ,..,. levantado em pilares de lijloe cal,
de milito lioiii papel paulado c lisiado tem2salase 2quarlo,
. V Cndc-sc nm oplimo OgO de
Diario e Ra/o, coni capa d
papel |
rfcieao: na ra i
la Cadea Vellia
do Recite. I
e, loja ti. 22.
: /
TAIXAS DE PEKKU.
Na fundicao' d Aurora em Sanio
Amaro, e tainbcm no DEPOSITO na
na do Bi'um logo na entrada, e del'ron
le do Arsenal de Maiinlia lia' sempre
luin grande sorlinicuto de laielias tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
existem inundaste, para carregar ca-
noas, oh carros livres de despeza. O
precos sao' os mais comiuodos.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Slarr. & C. em
Santo Amaro aclia-se para vender ara
dos ('"reno de *t<"" qualidade.
Vendcm-M' dous pianos fortes deja-
caranda', coustrucean vertical e com to-
dos os mellioiamentos mais modernos,
FABRICA DEFIAKETECERALGODAO,
A t nal oceupa diariamente para mais de
200 aprendizes oti obre-ros nacionaes
d 10 a 2 anuos de idade para rima.
CAPITAL .100:000x000.
Sucios em nome colloriivo qerenles responsave
ssc nitores : Antonio Marques de Amorim. Justino
l'ereira de haras, Manoel Al ves Guerra.
I'irnict social: Ainorim, lanas, dueira t\ C.
A sociedade lom ja numerosos BMiglunie*, que
prplazein para mais hila continua a admillir no decurso desle me/
socios de 1005 at .OOO?.
As pessoas asignantes das primeiraslislas, quede-
zejan. contribuir para a prompla realisarao da T-
urica sftti convidadas a lulo demorar Mas respectivas
assianaluras, que devem ser pasudas no hvro da so-
ciedade.
.Noltm do correnle ossocius arrentes recInmarHoa
4>runeira prestarlo que sera' de 10 por rento do ca-
pital subscripto, e pastarse os eoiupelenles recibos.
As Yantaren* que a fabrica oilVrecera* loge que
ella e?tiver em pleno andamento serlo :
1." 1^ por ceulosobre o beneficio animal quera-
da socio recebera', llem do seu di re lo sobre o fun-
do de reserva, quesera de i a 7 por canto do ca-
pital.
2." Occuparo diaria a mais de -JOO operarios, ou
obreiros nacionac.
:t. l*.'Mi-imio de M a 40 mil arrobas de alendan
nacional, o qual ale agora nao teuioulro comprador
senao o exportador.
i." Tecidode qualidaile superior liso ou letrado
a tO vara, em Lofgai de til) ou Wl que e venda
o da Babia, e boje au lia inesmo a mais de :I20 res,
precio da ultima venda.
rnnierciaen e ecclesiesliras do
cmii a* remisses das ordena cues, lei,
avi-os e retfu I menlos por que se rcae o Ifrasil. e
Immii eesim resolucoCs dos Praxista** mlii:ui c nodi-r-
nos em que >e nnam. (Imilem semelhanlemenle
esdecioes das<|iiesioes sobre -i/as. ellos, \elbo>p
noves direitos e deeimss, sem o Irabalho de recorre
colecrao de nossi'S leise aviso avulsos. Consta-
r do dous volumen em oitavo, grande rance/, en
primeirosabio laxe esto venda por s**-*HHi>ja de
livrosn. (i e Sda praca fia Independencia.
AULA DE 111UL
0 padre Vicente Ferrer de Albiu|tier-
tiue continua com sua aula delaliiu, do
(lia -2 de Janeiro cm diatile, pela mesma
maueira e sol) as condlCOVS ja annun-
ciadas.
CONSULTORIO CENTRAL g
HMOrVTIIICO.
;^ Gi atuito para os pobres.) '*
w lina de Santo Amaro. [Mundo-Soro] 11. (!. ?3j
^ 6 Dr. Sabino Olesaro Ludgera Pinho da w
^ consHllas lodos os dias desde s 8 horas da J-?
' manlia ale as _' di larde. '
^ \'islia oaenfermes em seus domirilios, das fj
\A '1 lloras ''ni diaute ; mas em casos repentinos ISf
m< e de molestias agadas e graves as Tisilas serie S
'.' feitas em qualqucr hora.
3 As molestias nervosa1, merecen) Iralamenlo 2
H fspevV'1' segO-Udo meios hoje acunselhados g
S< pelos pralicos modernos. Estes meios e\is- fS
JS' tem no consultorio central. jg
SKK3^srMiS^^-aG^2Q83!8K2K..
lllin. Sr. presidente e mais membros da rom
missao de b\ajene desta provincia.Diz Paulo Lui/.
(iaianom, drutista francez, que precisa a bem de
seu dirciio, Va. Sa. serom servidos examinar a pre-
paracAo deque se serve para chumbar denles, e de-
nominou ma*sa adamantina, em ordem de verificar
e que a dita prepratelo diflerd iuteiramenie de to-
-.../. dos Santos A; Hol. .
FS? ?m 3S rm^B^hEiA lend0 v.udonoult.nm navio de llambui-
a gk eo : na ruada Cadea, arma/.em n. S.
^olera do eolle-
ll.nl
de mascaras.
le meia de seda de
m i_^ \ endem-se camisas e reroolas de meia de seda de
(j.!^^ (B/,^ i'aB'Biil > \LZ core, propriaspara mawaras, poi prefos comnwdos:
lil ilili^ UI | 11 .1 X ,r> j na ra da Cadea do Recite n. 18, loja de i podas.
\ l-ii-ili l.i.l.' das entrada;, que nunca serao de ('il* a conliccidas. I'ede a \ s. Ss. sejam servidos de-
fcrir-llie como requer.E. It. Mr.
l'aulo Luiz iuit/itnu.r.
A niassa denominada i.elo supplicaule- Adaniau-
(iii.ie por elle (presentada cummissao de byaie-
ne publica, dilfere de ludas as apresenladas iie*sa
mesma occasiTio por oulros ; sendo a confronlarao
feila na presenca de Indos. Sala das sessoesda com-
uiissao 30de jullio de ls.",.Dr. \. l-'onscca.
rrtais de -20 por cenlo do capital lobseriplo, pcrmiite
a todas as pessoas que poderem dispor de uina eco-
uomia ineii-dl de .V? por mez, cnlrar como socio
de 100.
Sendo as enliadas de Itlporceutoe os pa^aiueiw
tos espadados de pouco maU ou menos -J meies, se-
rio precisos 18a -M para ser rcalisadoo inleiro pa-
u.iiiiein.i dcada suliscripcao.
tls senhores que residem fura da capital, e que
quizereiu entrar tiesta util sociedade, poderlo diri-1 ^,
mr suas carias de pedido a qualquer dos tres socios ^
uereules, uu ao socio de industria I". M. Ilupral,
que tem em seu poder o livro dassuh.cripcoes.
l-lles declararlo os seus nomes por extenso, do-
micilio e o nome do correspondente nesla capital,
eoearregado deetreeloar o pagamento das entradas
das preslaccs, quando forem reclamadas.
I mii copia impresta da escriptura da sociedade
vera' entregue a cada om a. uttita n oceasiSo de
eflectuH o pagamento da primeira presia..-5o .ic *
por cont do capital subscripto.
I'crnaiiibuco :! de Janeiro de 1856.
/'. M. Dmprat.
O Dr. Firmo medico, intidou
^) asna residencia para a ra Nova
^k o. 2~, primeiro andar, e ronti-
Za ma no everuicio de sua prossfio. gj
^@^SS:^@'S^SS^>;
Joso Cesar de Vasconcellos, siimmamente pe- !
uliorado, aaradece cordialmeole lodas as pessoas '
que *e nteres-aram pela sua neeaeaetjo para o lu^ar
de lalielliao de nulas e escrivAo do civel. crime e
provedoria do termo do Buiqoe, e Ibes protesta que
jamis sera riscado de sua h-mliran._.. o qu.inlo se
esl'orcaram para que elle obtivese este emprego.
cura-to na
beiro.
travesse do
Previne-se aos senliores cautelis(a< qoe nao
pagoemo bilhele inleiro n. dl97, da >.> parle da
I.-' loteria do collesio dos Orphaos, casi>. sida pre-
miado, o qual -esla .-.--m;i i.l. no verso por Ivo Jus
t'recisa-te de un amacador que leja bom que O
cnleuda du servico cm penielo. pasa-se bom or- i "
denadu : lia ra da Sanxalla Nova paitara n. :HI.
l'recisa-se de nina preta que ensomme com per-
reiQito para urna casa t; aageira de pouca familia,
pana-se bem sendo liel e leudo boa conduela : para
Iralar na ra da Cadeia do Kccile u. :|S, loja.
Srs. redacti^es. lima percunta innocente :
qual a rat&o por que os malulos rom seus cavallns
impedem u transito das mas desti cidade a poni
do povo pisar na lama, e os momos as calcadas ;
qu.il a ra/.ao por que us nearos nao do o lado da
parede aos homens quando vem com carnal na ra-
beca ; qual a razo por que, quando vem nina rami-
lla decente por urna ra e que vem um nosro ao en-
contr uflo d otado da calcada as st nimias, que
militas vezes veem-se sujeilos sens maridos no p-
renles a que os mesmos passem de hombro a bom
DENTISTA FRAHCeT*!
Paulo Gaignoux, dentista, estabelecido na l
J ra larga do Rosario n. lili, segundo andar, <*
COlloca denles com a pressitodo ar, c chumba h1
^i- denles com a mussa ailainaulina e oulros me- 0
T taes. ;f
::?* e*BOiaJ
REPERTORIO 1.0 MF.llr.fi
HOMEOPATHA.
EXTRAH1D0 DE ROFF E BOEN-
NINGUAOSEN E 0UTR0S,
. poslo em ordem al|diahclica, com a descripeo 1
abreviada de lodas as molestias, a indicacao phvsio-!
osica c Iherapeutica de lodos os medicaineiilus ho-
; meopalhiroa, seu lempo de accSo e concordancia,
ngoido de um diccionario da sifjiiilicac.io de lodos
; os lermos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A.,1. DE MELLO MAES.
t)s Srs. aaaignaiilea podem mandar boscaroa seu
ejemplares, asstiu cuino quera quizer comprar.
Massa adamantina.
Ile^ueralrueule reennhecida a evcellencia dcsla
preparacao para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao ja do domiuio do publico.
Sebaslio Jos de Oliveira faz oso desla prerin-.i
masss, para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rein boiira-lo dispomlo de seus aenifos, podem nro-
Vigario n. 1, loja de bar-
Aos 5:000s. 2:500s e 1:000,0)00
Corre no dia quarta-feira "20 do con- nte.
Os lnllu'li.'sc cautelas do caulelist; An-
tonio Jos Rodrigues de Sou/.a Ju tior,
nao estao su jeitos ao disconto dos 81 por
cenlo do impostodn lei, os|uaesse acbam
a venda as lojas da nraca da Indepen-
dencia ns. i, 13, 15 C i, ra Direilli n.
13, rita da Fraia n. 30, rila do 1.1 ve,mien-
to n. ")(' e na ra do Crespo d. .
Os premios sao pagos lojjo '|ue saili a
lisia freral.
Bilhete inteiro 5s80 5:000$000l
.Meio hilhele sftOO 2:50O/jO0O|
Tercos .S'000 1 :(iiili.s(i(ili I
Ouartos IsO l:230$000]
Quintos l.s2(M) hOOOsOOOl
Oitavos 7(i0 (2O.S000 I
Decimos (O 500x000
Vigsimos 520 250jf000
O referido eautelisla declara (|iie. s p
pa nos liill.cies inteiros veedidos em o
ginaes, os 8 por cento do imposto da I
nos premios grandes,- devendo o possiii-
tlor receber doSr. thesoureiro osen eoin-
petente premio,ipiecom os referidos 8 pijr
cento, recehidos do dito eautelisla,prel'4z
a sorte por inteiro sera disconto algum.
Agencia de passaporte e
folba corrida.
' l tu in.n lu Reg i.ima, despchenla pela ropaii*
lcao da policia tira passaporles para fura do imperio
e dentro, e folba corrida com prumplidao e comino-
do prncti : na ra da Praia, primeiro lindar i). :t.
l\usabai\o assignadoi fa/emos ocenle ao res-
peila\cl publico e cpecndmenle ao corpo lo cdiii-
mercio, que lenUH riisso vido smigavelnienle ,\ socio-
1 i ti- que tinbamos iih lojri de miude/as da run do
Cal virgen, de Lisboi
Vende-se a uperior cal de Lib*a. viuda no ulti-
ino navioi por proco moilo commodo : na ra de
Apollo n. S e i.
A'>s mascarauns.
Vende se linda azenda de core-., matizada d>
praliado : na ra do Qaeimado, loja de miude/as
ii, 25.
Xa loja das seis
portas.
Em /'rente do Livvamenlo.
tlbilB's escuras de bom panno e tinta sesura a meia
pataca, caini/iiibas docainbraia para senbora a sello.
mnfEaito de camnraia bordados s qoatro patacas o
par, veslidinhos de seda para meninas de qnalro
seis anuos a seis mil rns cada um, cbiles de seda a
oilo mil reis, ditos de cambra i a eseda a qualrn mil
rei^, ditos oscuros para casa a duas patacas, lenCjoa
com hico paia mao a doxe viutens, ditos pintados
pira meninos n qnalro vintens, e nutras militas la-
_ endas por prero que faz cunta tnic.i-las por sedulas.
Puraqueln est de luto.
Itiscado !imiii7 pelo a meia pataca o covado, boa
cinta preta a dous tustOes. metim pelo, alpaca 'te
Indos os preces, metas prelas de a lumia o linas a pa-
taca : na loju das sei> porlas em frente do Kivra-
metilo. '
Vendem-se llflON esrravos, entre elles urna
i parda de '11 anuos de ida eiigonijnadelra, sabe arraujar nina Mila co*c e nao
(em virio nem molestia de qoalidade alcuma o que
sealiaiiea ; urna preta crioula, d 0 oiiuus, bouita
! lisura, boa eoaiheira, lava de saltan e oarrtllfl; urna
i crioiilinlia de 7 anuos e meio, mullo bonila, e muilo
quarto^, quinlal, e cacimba de boa
asua, por prcC/i commodo ; quem a pretender, ili-
rija-se a ra Imperial n. "'.I.
Vendem-se no trapiche l'elourinbo saecnado
faiinh.i de alqueire, medida velba, a-s?(HNl.
Vendem-se na ra da* Auuas-Vcrdes n. S6,
secundo andar, quadriihai das crioulinbas, I.'. *
e :l.a edico. quailrinba das niul.iliidta-, quadri-
nb.is das delicadas moreuiiba*, quadrinhas da mo-
reninlia. qoadrinliaa da mora : quem quior rom-
piar ba de ser com brevidade, pois ja se acbam no
" LOTIJOLVS P\BA BORIIAB
\cit.l. in-se Unlijolsdoiiraila. e pralnulus |iropiiaa
pi.ra lunlnr estuarios para o baile masqu : na ra
dn (Jui'iiiialo ii. 50
Tinta preparada em oleo.
Na rua Wvall, vende-ae excolipnlp tinta branca, preparada
em oleo, em latas de H libras.
Eixos oarreios para
carros.
\ eiulf in-se superiores eiso. a arreips para carros :
na rua do Trapiche Noto n. ts, rasa de K. II.
Wyall.
Candelabros e lustros.
,\eba-se venda em rasado E. II. Wyall. na rna
do Trapiche Noo n. ts, mu eomploto ortinaculo de
canJel.ibrc e luslru. bmneadu de :t nS liues.
V i ii lio Xerez e Furto.
Vende-ae tobo Xereie Porte em barriada quar-
to : em casa de E. II. Wvall, rua du Yrapicbe No-
vu n. 1S.
Na rna da Guia n. (i, aeguudo andar, ven-
dein-se 2,UUU sanas de iinlbn de ab|ueire, :!."> pipas
Com a/.eile de rarrapalo, .VI dilas rebalnlas para
gaardenle, e 30 tonelete* para cubos de alambique:
a contratar com Joaquim (iomalves Albuquerque
Silva.
Vende-te panno de algodo da fa-
brica de lodosos Santos da Ualiia, milito
encorpado, de primeira nualdade emais
largo t|ue o comtnum, muilo proprn
para saceos de assuear e roupa de pre-
tos: em casa de Lima Jniora C, ou na
rua de Apollo, arma/.em n. 12; assim
como Improprio para paos de vellas.
No escriptorio de Brenddr a Bran-
dis&C, na rua do Trapichen. 1(, ven-
de-se :
Lona superior, a imitarao da da Rus-
sia.
Salitre refinadode Londres.
Papel para escrever uc todas as iptali-
dades.
Papel de cores para cliapeleiros.
Alvaiadede /.inco milito lino,
l'regos de rame-
Tapetes linos.
Fio americano superior.
ECONOMA.
\endem-se csilas eum alelria ,com i libras
prnpria para adpa, por diminuto prero : no caes da
iilfanileca n. T, arm.i/.i'in de Jos Joaquim Pereira
prnpria para qualquer urna menina ; ludo e vende
barato pw sen dono e retirar com sua lamilla, para
Europa, e bem as*lm vende-se toda a mobilia da
casa, de Jacaranda o oolra de mnarelio : para ver
ejistai, na rua do Hospicio n. ti, sitio da senliora
viuva Cuiilia.
Vcnde- Cabusa' n. a qual i;irav> son a lirma de Caslio & esquina que Ui. frente para a cadeia nova, cun :li
IrmSo, brando a liquidarlo lano do activo romo
passivo a cargo do socio ManoH Joaqun) Dias de
Castro, lieando deaonerado da praca o socio! Joa-
qun) Antonio Das de Castro. Mu.....I Joaquim
Illas de C"lro.Joaquim Aulouio Ibas de Castro.
Itecife -Jl de Janeiro da IS.V.
Ouem precisar de um caiieiro, dirija-sc a rua
do Encantamento n, Ti; A.
l'recisa-se de um caiveiro para taberna, de |-J
a t alios de idade : na piara da Boa-Vala n. 211.
. ,1-...^ u ,i ....... .,,, rrr;1 oll capijva nara o
servn;o Iniernode urna casa do pouca m,miu.
aleiru da Uoa-\ isla n. ~i U.
v
ptttprad.
55:J?3.T;#>'0J83r
J. JANE, DENTISTA.
9 continua a residir ua rua Nova u. 19, primei-
tj) ro andar.
Comprase efleetiamenle bronze, lauto e cobie
velbo : no deposito da rund.;,1o da Aurora, na rua n. i.
do Itruni. Uio na enliada n. 8,e )ia mesma fiindi-
rao, em Sanio Amaro.
palmos de Trente ;quem o pretender, dirijtt-se a rua
du Itauel n. Ht, sobrado.
Vende-M a taberna do depilante, no Hospi-
cio : os preleiideiilcs podem diriffir-se ao arma/.em
de Vicente l-'errcira da Costa, lia rua da Jla Ir de
Dos.
Vende-M unw purcjto ae lebnaa e um excel-
lenlc balean, ludo peilenrenle a nina armario que
*c desmaiicboii : na rua Nova n. K.
Vend*--a um -iliu ua estrada do !'>piubeirii,
ruin nm de vineuda .oclleira, lentala e estribara
principiada, bata. a. Ranin e '2 viveiros : (|uem o
pretender, dirija se a rua dos Pires s enieiider-se
rom lanoel Joaquim Camello Leal.
Venden)-*- linuoaa a II? o cenlo, carne ue
Monlevido u a>">()0 e (i? a arndi.i: u.i rua da l'raia
Compra-te urna prela ou parda de IS a -JTt an-
uo- de idade, que coziube e eii^ommc : na rua Nov.i
o. I".
Compra-se um ornainenlode sebaslo enramado
e branro, um calis, um missal, urna podra, ludo que
esteja em bom estado, para u esercicio : na casa do
sarbrislao da ordem terreira de S. Francisco.
Compram-se frascos de agua de Colonia va-
sios : no becco Largo do Itecife, taberna n. 0.
Compra-se ale urna du/.ia de cadeiras e urna
mesa de meia de sala : na rua da Florentina u. :!'.
Compra-* una prela que ensalme e co/jnbe o
diario, cujo valor nao exceda de ilNl; : quem quier
Vemlem-se.", e-crava. sendo I lida mulali-
nlia de idade IS anuos, recalllida, eiisumma bem,
cose cbao, co/.iuba ; 3 nearinlias de idade li a Ib
anuos, cun pnnripio de vanas babilidades, e I op-
limo mulaliiiliii de idade l!t anuos, propriu para pa-
gWl: na rua Uireila n. 3.
Vendem-se charutos superiores, cai-
\inlias de 10(1, a 5^000 : na rua do Cres-
po, loja de (uiatro portas n. 3, prximo
ao arco de Santo Antonio.
NICO DEPOSITO.
vender auiiuucie.
Vende-se a verdadeira e incomparavel
iJgua denfricedoDr, Pierre, muitoell-
-Lo.npra-se a elironicada coinpaiiliia ;,.a/ na col,seivacao dos denles e llora lia-
iloda bocea : ni botica dos Srs. J. Soum
l'recisa-se fallar com o Sr. Manuel Mondes
Terreira tiuimarlea, ou com pessoa eurarre^ada dos
nesocios do niesmo : em casa de Patn Nasb i; Com-
panhin, rua do Trapiche Novo n. 1(1.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABRE E LIMA.
A inda
e acbam-
Ricardo de Fraila* i.V C, esquina daruado'Colleaio, I
e em casa do aulor. paleo do Collegio.casa amarella,
no primeiro andar.
de Jess, ou o tratado das cousas do Bra-
sil, porSimSode Vasconcellos: na livra-
ria da praca da Independencia ns. ( e 8.
Compra se hico e renda ealreitl da Ierra : na
rua do C'illesio n. i, loja dej. Talque.
de Mello.
Sedas pretas lavradas.
Os mais ricos nirles de seda prela larua, lavrada,
que ha no mercado; veudein-se na loja de i porlas
da rua do (Jueimado 0. 10.
Madapolao fino
a 5,000 rs. a peca.
Na rua do itueimado, loja n. 17, vende-se inada-
polle lino com loque de avaha da agua doce a :l^HX)
cada pevi.
Cera de carnauba.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
9a do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Kostron Ro-
oker Sf C.
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAHA.
Vendem-se ricos Icques coro pluma*. bolola( e
espclho a 2.?. luvasde peluca de Jouviu o melhor
que pode liavcr a lortl o par, di(as de seda ama-
reliase brancas para liomcm e senliora a 1?-JS0, di-
las de lorral pralas e com bordados de cores a HtlU
rs. e tS-iO, ditas dedo de Escocia brancase de to-
das as cores para bomem c seuhora a THI rs., ditas
para meninos e meninas muilo boa fateuda a :)-20,
ieoeinhos de retro/, de lodas as cores a 1?, trucas de
ISa para senliora a liiO. peine de larlaruaa para
alar cabello, fazeuda muilo su pe ior a ."ij, ditos de
alisar lamban de larlaruza a 39, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar rabelln imitando muilo ao de
tartaruga a 15280, dos de alisar de bfalo, azen-
da muilo superior a :10 e 300 rs., liudat lucias de
seda pintadas para erianran de I a I auno a tcUH)
o par, dilas de lio de Escoria (ambem de bolillas
cores para rriai.ras de t a 1(1 almos a 321) 0 par. es-
pedios para parede cun encllenles vidros a 5U(I.
700, l/e IsJOO,toucaddrescom pina 19300, lilas
de velludo de lodas ns cores a l(i() e 210 a vara, es-
covas linas para (lentes a 100 rs-, e linissimas a 'MI
rs., dilas limssimai rom cabo de iii.irlini a |Jj, Iran-
ias de seda de todas as cores e larguras a .'(O, 100 e
lim rs. a vara, sapaliubos de laa para criauc^s de
bonitos padres a 250 e .'120, adereeos prelos para
lulo com brincos e allineles a 1;, tucas prelas de
seda para Mitacas a 12, travessaa das que se usam
para segurarrabcllo a lj, pi-,lolinbas de metal para
criaocaa a 200 r.i., salbcteiras para azeile e vinagre
a 2.*>200, bandejas muilo linas e de todos os lama-
uhos de l, 2B, 3 e i3, meias brancas linas para
senliora a 2111 e :t20 o liar, dilas prelas muilo boas
a 100 rs., ricas eaivas para rape cun riquissiinas e*-
lampas a 39 e daSOO, Bielas de seda de cores para
bomem a (iiO, charuleiras muilo linas a 39, caster
para bengalas a 40 rs-, pastas para guardar papis
a 80O rs.. ocufos de armaco de ac praleados e dou-
radosa 640, Ifl e 1(300, lunetas com aro de bfalo
c lartaruga a 300 rs. e Is, superiores e ricas benga-
linhas a 25, c a ~>00 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra ravallo pequeos e zraode. fazenda mullo supe-
rior a 6*0, 800, la, 15200, tjOO e 1?, atacadores de
cornalina para casaca a390, nenies muilo finos para
anises a 500, escovas linas para cabello a (40, dilas
para casaca a 640, capachos piulados para sala a
(iiO, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a tfi, 200 e 240 o par. remisas de meia
muilo linas a 1? e 19900, lovas brancas encorpadas
propriai para monlaria a 240 o par, meias de cores
para senliora muilo fortes a 220 o par, ricas aboloa-
durasde njadreperola edeoulra hiuilas qualidade*
e 20.I0S para colleles e palita a Vx> rs-, fivelas lloa-
radas para raleas a Colleles a 120. ricas fitas liMi-
lavradas e deludas as larguras, bicos linissimo de
hnuilns padroes e (odas as largora-, rica franjas
brancas e de cores para camas de noiva*, (esouri-
nhas para coslura o mais fino que se pode enconlrar.
Alcmde tudo ialooutras muititsirnas cousas muilo
proprias para a fesl.i, e que tudo se vende por pre-
ro que faz admirar, como lodos os freguezes ja sa-
ben) : na rua do Oucimado, nos quiltro calilos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores mtias de laia para padres
pelo baralissimo prero de t>800o par, dilas de al-
godo prelas ,i 640 o par : na rua do ijueitnado, luja
de miude/as da Boa Fama n-'33.
Moinhos de vento
ombombasderepuiopara regar borlase liana,
Vende-se cera de carii.iulia de boa qualidade, por decapim na fundirn de O. W Bowmau : uarua
menos preco do que em nutra parle : na rua da Ca- do Brum ns. B. 8 e 10.
deia do Itecife, loja n. :>0, defroute da rila da Madre!
de Heos.
Cal de Lisboa barata.
>r>
^mijr,
a exisjenialuuns cvemplareseuquiulernados, '
n-se a' venda na lujadle livrns dos wnbores :
lolliiulias
Para fechar coala* vendem-se barra com cal de
Lisboa, pelo diminuto prero de :ts200, a.sim como
ba urna porcao da dita ral sulla, ptima para caiar
pelo seu hrilhautismo e durarlo, e enche-se Ulna
iM.pri^., ^c ici, ,,i ,i,. bacalha. por .15 : na la
da Cadeia do Becife 11. SO,
Na rua do Crespo 11. I-2, loja de
Campos & Lima, vendem-se cobertores
de laa pequeos e grandes.
Relogios
ingle/es de pa-
tente,
os inelhores fabricados em Inglaterra : em casa de
llenry Ciibsnn, la da Cadeia do Recite 11. 32.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
& C, tnico deposito que esiste nesta ci-|Bowmann na rua do Brum, passan-
dade eprovincia de Pemambuco. i^o o cbafariz continua hsvver um
1 completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de o a 8 palmos de
bocea, asipiaes acliam-se a venda, "por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
PARA 1856.
Estao a' venda a* bem condecidas fo-
bro rom as mesma senhoras ; islo, Srs. redaclores, alugar urna pessoa'livre'oii escrava',"oue' sa'iba'rnri- "'"das impressas nesta Ivpofrranliia, as
e algibeira a rlO e as de porta a I (JO;
No sobrado da rua do Pilar 11. 82, precisa-se |
be o mais escandaloso poseivel : porlauln pero aos
Srs. li-caes e inspectores de quarteirAo, que iajam
por bem sanar laes abuaoi, pois que rumo aoflio, mo
deixarei de O 1 'lll inlru
Precisa-se de um olllcial de alfaiate,
ara contra-mestre da mesma arle : na
rna da Madre de Dos n. li, primeiro
andar.
Precisa-se alugar uina preta para o trrico in-
lerno de urna casa de pouca familia : na lypogra-
pbia desle Diario se dir quem precisa.
ihig
;uciH*otyjj\a-,
electrotypo e
stereoscopo.
No alerro da Boa-Visla 11. 4, lerceiro andar, con-
liiiua-se a tirar retratos por todos os svslemao ami-
gos e modernos, e ah se ocha um rico sorlimenlo
de artefactos de ouro, e oulras qualidades para a
collocai;ao dos relralos.
Um estrangeiro necessita alugar um
Mlioem um dos arrabaldes desta cidade:
quem tiver dinja-se a rua da Cadeia da
do Kecife n. 81,
nhar alsiuna eonsa, para ser empregada netle e
n oulros serviros ordinarios de urna casa de pequea
familia, a exceprao de engoroniado, preferindo-se
desla ultima condirao, edo sexo masculino : pa"a->c
bem agradando,
Exislero para alosar 11.1 Paaaaiem da Magda-
lana, antes da ponte, 2 sitios com casas de sobrado,
a. quacs lendo communicar,ao inlerna, (ambem po-
dem servir para urna so familia : a (ralar na rua da
Cruz 11. 45.
Aluga-se urna grande c.^a com toldo, i quar-
los, -n/.inha fra. estribara, casa para prelos. 2 co-
piares, parti de madeira, bom quinlal plantado,
sendo na Capunga, cunto da ruados Drogas: os pre-
lendentes podem dirigir-se a roa do (.lueimadu n. 7.
Alqga-se um sobrado na Pafuzmoiu da >i-tI^
de algibeira alem do kalendario ecclesi-
astico e Civil, conten um resumo dos im-
postos municipaes, provinciaes e geraes
que allectamtodas asclasses da socieda-
de, extracto dosregulamcntos parochiaes,
docemiterio, enterrse sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, eontos, variedadese regias para la-
cermanteiga e (|ueijosdedilferentesqua-
Vendse uina carroca com seus com-
ptenles arreios, para um ca vallo, ludo
cm milito bom estado e por barato pre-
co : na rua da Cruz 11. 2(i, primeiro an-
dar.
Alveuari.i 2ro*sa de primeira qualidade.
Vende-se lijo.o de nlvo.naria gro-sa, pode ser con-
duzido em qualaurr mar, botado rom aquella pres-
teza que for netaatari 1 a 20,} e 22? o milheiro. e
maudando-se bascar a !7.?, lapamenlo a I i? e IJ~-;
mandando buscar nos Afogados, sitio do Cortume, e
na rua Nota n. 18. toja. ,
O corte de ealca

5,000 rs.
De civiii 11.. el.1: ua rua o l.lucimado 11. ;l:l A.
\ peehineba
1,600 rs.
t.onlinua-sc a vender pelo baralu prero de I96OO o
IldadeS,ditasecclesiasticas ou de nadie |corledeeaatacbildel>OBageiloateom7'
' I rua do Oueiinado u. 33 A.
lena, coro exccllenies roinmodos para una grande!
familia, cocheira, estribara, rasa para predi., dita
para leilor : a patanal que preteiiderem, dirijani-
se a rua ireila n. 3.
l'rerisa-e de um ofllcial de pharmaeia 011 pra-
ticanle, com bstanle pralica : na prara da lloa-
Vi.la, botica nova 11. 22.
l'recisa-se de urna ama perita cozinbeira, pa-
ga-te bem ; n tratar na rua da Cadeia do Itecile,
loja 11. 7.
ALKiVO-SE 01 VENDEM-SE
dous ricos vestuarios de velbutina em bom estado
para o baile masqu : na rua do Oueiinado 11. 10.
Furto de 5 cavallos.
Na noiledel- para amarillecer do dia
13,1'urtaraindositiodoTasso, ua cruz de
:ta>^:^Vvv^if3> Almas, da ponte de Ucdoa, tres cavallos.
'$>i! um caslaulio cun quati'O pes calcados,
ll com duaS esponjas em cima das miios, sen-
fa, do a da mao diivita mais
.A tro russo cardito,
acabaadas, lem marcas de puchar carro
nos pellos esignal de le I ido nina esfo-
ladtira no meio do espinhaco ; e Outro
melado, com dinas e rabo branco, com a
marcaOde logo na pa' direita : ro-
ga-sc as autoridades policiaes e mais pes-
soas que os virem, osqueiram apprehcn-
<\<:r, cpie o abaixo assiguado gratiliesra'
com ffenerosidade.J. J. Tasso Jnior.
CONSULTORIO
lio Mormuro.
2*. ua das Cru/.cs 8.
Gratuito para os pobres.
fa/. vi-
correctas, e conforme as rubricase uso,
.1 ..... i;_____ i ... .... \ende-s *ut pequea rasa na Iravcssa do
deste hispadn. inclusive i, resa dcS. Tito, l>coal n. I.em Kcra de Porlas : quem a pretender,
eleitas |ielo padre alachado, o mais an-',',rli;t-se ao armazem deawucar, na rua da Cruz
tigofolhinlieirodestaprovincia, (sem pri-jB" IS-
vilegio visto como a constituicio e leisdol
Brasil o prohibem) a 400 rs. cada urna;
ditas de Almanak, a 300 rs. : vendem-se
tnicamente na liviana n. 6 e8,
da Independencia.
da praca
peplena ; oll-
as orellias milito
AO BABAI'O!
Na rua do Crespo, loja n. I, vendem-se por Indo
o preco latendat de primeira qualidade, para acabar
nao se olha a preco.
Publlcac&o litteraria.
Acba-se a venda ua linaria dassica do paleo
do Collegio n. 2 pur 23 cada um evemplar, os poa-
I.menlos jurdicos sobre as procuraroes eilrajudi-
ciiea rom a rrcopila(no das leis, reglamnilus e or-
dens ii.) 2overno acerca das mesillas procuraroes ;
iinl. ronveuieulrmenle annolado e seguido d um
ndice gernl alphabelico bstanle Ilustrador da ma-
teria. pelo barbarel formado Jos .Maria da Trinda-
de. Ksta obra he de grjnde ulilidade para as |ies-
que Iratam de negocios alminislralvos, e de
Obras de ouro
As mais escoiidas.
O llr. Catanora da consultas c
/Has a qualquer hora do da.
No mesmn eonsultoiio vendese
( I BATA MENT HOMOEO
CO, preiercallco c curaliro ii
i
i
AT1II- tt
hulera .1. I
inlelligencia
;tii
(-(Km
INHKI
'r.'oi7'i(.', acrommodad
povo, cada fnlliel".
Carleiraa de 12 medicamentos
para o cholera, a 89 e I2NSMI.
; oiuja de tintura......
Tubos avulsus, a 300, 300 e
Carlciras de todos os (amanhos
muilo em cunta.
" B.Da inediramenlos bonuropalhi- /a
rus que forem comprados por conla do 40- H
leta provincia, derflo o alialimenlo rf) jn,
vax lodo
&
m
-?
,1 '
venio
de _1I por ce
nanamente
entotobreo valor de que ordi-
te vendem ao publico. \p!
OSr.EduardoCUodinoCorraia Cabial querr
lar a bondado de vir concluir uoprazodr :: dias n
negocio conslanle da carta que llie f.. dirigida, do
1.....icario so publicara o mesmo negocio por este
jornal.
Armazem do sol.
Pedro \ntoiiiu leiveira (iuimaraes continua com
seo erma/etn de maieriaea, na rua da Concordia 11.
c rom a inr.m.i pimnplidao que sempre servio 1
nhores que o lem honrado rom a sua con-
lianca. Ileniiiuinou o pmpnel:irio com este titulo N igari
Otabaisu assignados, com loja de ourlves na rua
do Cabogii n. 11, ciufronle ao paleo da matriz c ru.i
Nova, fazem publio, que eslao rerebeudo eonlinua-
d.iiiienie muilo rica, obras de ouro dos inrlhores gus-
lOt, lauto para senhoras como para homens e meni-
na., os pree,ot continnam mesmu baratos, e passa-se
con tas com raaponaabilidade, eapecilicando a quali-
dade do ouro de 1 i ou t.S quilate., lieando assim su-
jeilos os luesinos [ior qualquer duvida.
Seraphii i\ Irnilo.
Na nova loja da rita larga do Bosario 11. .'I.'i,
ha bonito sorlimenlo de miude/as e qunojuilbariaa
pelos preros mais eui cunta, como s-ja lour.is de
l.ia/inha de lindas mies e moldes mu praprioa de
ineniuase senhoras e aluoinas que |mdein ser apli-
cadas jura os brinque-dos de mascaradoa, eujo soili-
inenb. lu chrgadu pelo ultimo navio, h.il.iin. gran- |
des e menures. agulbiscurlaa e cumpridas, sortida
particular intercale para todos osempregados publi-' linlia de iiovello, can neis e de meada e marea de tltialidade d
rM liriu-ii..l...n..l. .....A ... .I_ r. ....J.. (,.' i ..- .
Relogios de ouro
oglezes de pa-
tente, de sabo-
neteedevidro,
che jados pelo ultimo paquete, vendem-se por prero
ra/navel ; em casa de Augusta C. de Abren.- na ra
da Cadeia do Becife 11. 18, primeiro andar.
Tahoado de pinho da Suecia, alcalro e pise.
Me. C.ilmout \ Companhia, leudo recebido um
carregaroeDlfl de.Ie geuerus pelo bripue sueco I).
Thereza, de liulhembourg, venderao os mesuios a
retalho por preros haralos: o tabeado acha-se recu-
Ihido no armazem do> Srs. Carvallo) A; Irmao, rua
do Brum.
'Algodo monstro a HOO rs. a vara.
Vendo-ae o verdadeiro algodAo monstro. com o
palmos de largura, pelo haraiissimn prero de 000
rs. a vara : mi rua do Crespo n. 5.
ROLA'O FRANCEZ.
Me iiovamemle cliegada esla aprecia-
vel pitada no ultimo navio (ranee/., e esta'
a venda por barato preco: na rua da
Cruz 11. 2li, primeiro andar.
Vendem-se espingardas de dousca-
nos, (rancezas, muito proprias para caca
ltimamente chegadas de Franca, e por
barato pceo : na rita da Cruz 11. 2G, pri-
meiro andar.
Vendem-se Irascos com roldas de
video, proprios para conserva 1 luda a
EmeasadcN. O Bicbci A. C-, uu
da Cruz 11. i, vende-sc :
Lonas da Kussia.
Itnn/.ao.
lintat em oleo.
I Itramai.
Cognac em caixaU de 11111.1 desata.
Saceos de estopa.
Espadas pan msicos crmelas.
Por cinmodos pceo.
MOENDAS SlPERIOia.v
Na lundi;ao de C. Slarr >\ Comp-idua
em Santo Amaro, acha-se para vendei
moendas de caimas todas de ferro, de nm
modello econslrucro inulto su|i 101 v
ltt LUJA DE MADAMA
Theard.
Acha-se um rieu soiiimentode vestidos
de seda bordados e de blond pal a eaw-
uicutu, ricas maulas de blond ixirdadas,
ca pellas para noivos, Hores, Iranjas,
tranca, litas, como nao lia iguaes, rico*
e lindos eufeites de eabeca para tlieatro,
grande sortimento de chapeos de awla
de [1.1II1.1 tanto para senhoras como pa-
ra meninos, e meninas, bon* velludo te
lodas as.corcs para volidos, milito lindos,
e muiloemconta.
Oculospateutes pata tlieatro. dilo-ili
alcance, ditos de arma cao, debufalo.de
aco, de lartaruga c de ouro, tanto para
vistas caneadas, como para miopes,
11.111' 1 is ou azues, oculos de 4 vidro. c
I ti nclos de todas as (juahdades : em-or-
tram-se sempre na loja dos relojoeiros
CliapiontcMiertraud, pia;a da Indepen-
dencia n. 18 W.
Kelogios de mesa B de parede. dito
de algibeira, tanto de ouro como de pia-
la domada c lolcados, patente ou hoi 1-
zonlaes: acha-se sempiv um grande *oi-
timento, na loja dos relojoeiros CJw-
pront a IteiTrand, praca da Indepen-
dencia n. 18 e 211.
1ECHAHISI0 PARA E1GE-
no
NA ELX1CAO DE FEKHO DO E.NGE-
M1E1KO DAVID W. BONVMAX. rtA
RUA DO BRUM, PASSANDO O .HA
FARIZ, ^
ba sempre uiu grande soiumenlo dos sesuiale o. -
jectos de mecbanismos proprios para mitrana. a,'-
ber : moendas e meia moemla. da mu. nn<
cunstrocrSo ; laivas de Ierro fundido e batiO. ata
superiur qualidade e de lodoso laauahot; radas
denudas para agua ou animaes, de loda a* piape
roes ; crivoa e boceas de forualbae reentra de Ib-
eiro. aguilboes, bronze, parafutos e c.ivilb*, ata-
nli-i de mandioca, etc., ele.
NA MESMA +UNDICAO.
c eveciilam todas as curomineiulas com a saftarrae
ridade ja conhecida, ecom a devida presteza e com
modulade ero prero.
Navalhas a contento.
> Na rua da Cadeia do Kecife n. (K, prime ir an-
dar, esrriplorio de Aueuslo C. de Abrea, ronli-
liiiiun-.e a vender a HSUlIU o par prero livo. a y
bem conhecida e .llamadas navalh.i. de barba feila
pelo hbil fabricaule que oi premiado na csjnairao
de Londres, as quaes alcm de deyarem eitraardtita-
r 1 amen le, nao se sen lem no rosto na arrao d arlar :
vendem-se com a condicao de, nao airadandw, (w-
derem o. compradores levolve-la ale 15 diasatotm.
pa compra rettilniudo-te o importe.
Veude-se um rico pablo de veludo prelo, lodo
(orrudodescila, pro|iru para o. protima mascara-
t.RA.NE SOBIIMK.Mti.
."WWIO.
Palitos de alpaka prela a .... ,un ..
Pilos de urina Je cores a -a*jM
Pilo, de panno prelo a..... ttVUBJPI
Vende-se na rua do (lueimrdv 11 :B>, -m frente dn
berco da ConarenaCao.
ki a no outiHAM v m.
Rica chita, france/a. .:e aVttatSaa rore ptlo lualo
prero de :\0 rs. o cov.ido. M* se a .:, o.tra> dri-
saudo o penlior.
i.iyiiii.vcAU'.
O arrematante da loja de miude/a. da rua d. -
l'oacleis 11. i, queremlo acabar a miudeaa que
eiislem. vende barato alian de liqaidar ai peda
de lempo.
Kranja com bololas para rorliuado, pe;
Papel pautado, resma, de pee
Pilo de peso, resma
l.aa de coi es para bordar, libia
Penles de bfalo para alisar, dutia
Kivelas domadas pala caira, urna
(roza de brelas muilo fina
Lencos de seda finos, rico iiadroet
I ..uva de lindas .le marca
Meias para senliora por
Penles de lartaruga para segurar abello
tirozas de canelas linas para pennas
Pila de balcs lino para casaca
Meias preta para aenboia, duzia
llila dita para homem
Lacre encarnado muito lino, libra
Papel de core., maro Ue 1 quaderno
linda de colsetes
Espelhns de lodo os numero, du/ia
l.niha- de nnvcllos fraude para boid>r
Una. lilas escocer e de sarja, (.-.viadas,
larga
Mei,u rruas sem coslura para humea
Pilas de seda u. 2, peca
Trane. de *eda branca, vara
t.aii.is de raz, duzia
Peras de filas de eos
l.apis linos, gro/j
t'.ordao paia vestido, libra
l'oura de blonde para meninu
Cliiquitos de merino bordados para memnn
e oulros muitos artizo que se loman) recoaaiawnila-
veis por suas boas qualidades, e que nao e davidara
dar um pnuaajmho mai baralu a aqnelle .enhor l.i-
zi.la. que queira a dinheiro comprar aaais toral*
do que se compra em primeira mSu.
ijtsai
M
*7ll
TstWU
Qa m isas de meia
de pura laa.
Vondem-se superiores camisasde meia de laa, pe-
lo barata prego de :)-> : ua rua do >Juiinado, luje,
de imude/.aa da Boa rama 11. 3:1. -
Cortes de casia para quem quer dar fes-
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se curies de cassa chita de bom cosi 1
Jj, ditos de padroes fraucezes a2*400, rasaos rozas
para aluviar lulo, dilas prelas dc.padres muidos a
2^ o corle, alpaca de seda de quadros de lodas as co-
res a 7W o covado, lencos de bico tanto piulados
I como bordados a :I20 rada um, grvalas de seda pa-
ra homem a lj e I -i..i ; ludas estas lazenda ven
dem-se na rua do Liespo 11. ti.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se 0 excedente romance hislori-
co Leonor d'Amboise. duquesa de Rreta-
nlia, 2 volumes por LsUOO rs.. na livraria
n. ti e 8 da praca da Independencia.
Vende-se cal em pedra chcjjada no ul-
tuno navio de Lisboa, e potassa americana
Ida mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2R, de A. J. T. Basto &
Companhia.
POTASSA E GAL YIRGEH.
No antigo e ja'bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, tudo a
precos muito lavoraveis, com os quaet li-
carao os compradores satisfeitos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinna de mandioca
em sa ceas (pie tem um alqueire, medida
I velha por n.vOO reis : nos armazens ns.
T>, 5 e 7, e no armzem detronte da porta da j Vendem-se relogios de ouro palenlc.
alandega, ou a tratar no cscriptoiio de meiochronometro ede muito boa .piah-
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ios, piinripalmcule para ns de fazenda.
Vende-se unta llanta de abano com os bocaes
lunados de rnel.il, caisa de madeira enveruisada,
rom nina ch.ve, por preco commodo : na loja da
Boa l-'ama 11. :l:t.
\ ende-se por prcr^o commodo um piano de Ja-
caranda, um loucador com seus vidros de cheiro pro-
prio |iara noiva, c mu berro usado : em casa do Sr.
Iiiiimar.ies se dir quem vende.
v ende-te nma negra que abe cotaiihar, lavar,
eosommar, ele. : na rua dos Marlvrios, rasa 11. -22.
Vende-te superior doce dogoiaba, arara e ba-
nana, per prei.-u commodo : na rua do Livramenle,
padanade braneisco do Prado n. 32.
Venda-te una erando pnir.io de Iraves de
boa. qualidades le :l'l. ill eO palmus de cumplido.
Ir .iv
mo, muilo aa, ludo por preco commodo : quem
|ui/.i prumir aAnluniiil.eal de llano., un du
li". I a {211, Corchelet rranre/e. cm caria e de nu-
tras qualidades, palito, de denles ordinarios a NOr*.
o_maro, papel almarn, pe/o e de cores, Iranras de
laa de corea e branca e preta. Irancclina de borra-
es e dilos de relruz, lucas de pellica a I lili o par,
rodas a/ues euraiuadas, pretas e douradiis,aljofares
duuraduse de nutra, cores, brincos prelos, douradot
e cores, ru/.ela. douradas linas de novos padret, lu-
va prelatde torral a ski rs., alaciidore prelos para
borseguins, voll.is de perulas para pesrorn, aljofares
ou brincos de aljofares, aliveles prelos para peito,
caiviisdi! rape de metal principe B oulras qualidades
I agulhat em ravinhas, medidas de marroquin para
! allaiale a LJO, rhavca ile rel"-ios. suspensorios de
escroto., rosarios milagrosos por va da peste ; um
bonito sorlimenlo de bico e rendas, ocultos
le Ionio e enchameia, e una canoa de :l"i pal- gente velha e pobre, papel.agullll
a. rnrdes linos e groft
para
o sen armazem, na verda le be beiu merecido, por-
que no periudu den' anaoa de sua ezistenciu lll sa-
lidiles ou estrellas orranlea Ihe lem nuerblo roubar
o .en brillio, toa. se lem -uloneruido un seu opaco ;
finalmente o proprielrio lem robu.la cunvirr.in que
o lieos rum um diluvio arrasara o sol, porojuo heu
lurn rnuiuiuiu du lodos us aslrus.
11. II
I m terreno com meia ie;o.i de malla tirocin,na
nheira de Sanio Antonio (,runde, na provincia das
.Magnas, propriu para nina fazenda de cale011 enve-
ndo de assucar, e pude ser d'agua pur 1er milita
abundancia, e d Copeiro : os preleildeoles lallem
ruin Auluniu Leal do llanos, na rua dn Visarlo
11. 17.
lili
un/a
la 1
lia
ns para
di-
lle chapos c lar-
ti.lu.. lilas de li-
le ros, boldea linos de raleas e ditus de ea-
a.. m.iiteperula eoulias qualidades.fiasjus de ti-
uela, boas pennas de aco.caniMas linas e^ordina-
1 e lapi. linos e crines pinlados, grainans para
cabellos penlesyle alar cabellos llngindo uWtaroga.
Vendem-ae rumas de ferro de soperioi quali-
dade. e por prems commodo : em rata de .Lunes
UablreeiV Couptuhia, iuj da Crui 11. l.
de rape, e por baratissimo
I prero: na rua da Cruz. 11. 2, primeiro
andar.
Vende-sc muito superior cham-
pagne em ca vas, o melhor que tem ap-
parecido no mercado epor commodo pre-
co, licor de Kirsch (ambem em cai\as e
muilo em conta : na rua da Cruz 11. 2(i,
primeiro andar.
fijlos de mar more.
Acaba de ebegar um novo sorlimenlo de lijolea de
marmure, rende-te nr> armazem de Tasso InnAus,
no herr do Onrcalver.
Cartas france-
sas.
Veqdem- larete a .VIO rs. o haralho : na rua dn Oueiinado,
leja de miudezas da Boa I-ama 11. 33.
Novaes Companhia na ruado Trapiche
11. 34, primeiro andar.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente cliegada. as-
sim como potassa da Bussia verdadsira : na prara do
rorpo Sanio n. II.
Vende-se aro envciiiihctes de um quintal, por
prero muilo commodo : 110 armazem de Me. Cal-1
moni (\ Companhia, prara do Corpo Saulo n. II.'
VTMIO XEREZ.
Vende-se superior -.jubo de \crez em barrio do
||i. eiucasa Je E. l. Wvall: rua do liajrhe
u- tt*.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua d a
Senzala nova n. 42.
Neste estabeleeimenlo continua a ha-
ver um completo sortimento de |moen-
das c meias moendas para cngcnlio, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
dade, o pie se allianca e por commodo
preco: na rua da Cruz 11. 26, ptiate'to
.indar.
MODA.
Challv do melhor gotlo putsivel. > lie-i.lo alliiiia-
meule de Franra, para veslirto de senlNtra e meni-
na., pelo prero de I.- caja rovado : no qnalro ran-
los. rua do (jueunado, bija do sobrado amarello
u. 29.
Vende-se evrrlleule taimado de pinho. recen-
lemenle rhegado da America : na mi de Apol a
trapiche do terreira. a entenderte coa o jdmi
uislrador do mesmo.
COC.NAC VERDADEIRO.
Vende-te o verdadeiro cognac, lano cea garrafa
como cin garrafoea : ua rua da Cruz o. I.
Pipas vastas.
\ ende-se porc.lo de pipas vasias proprias para ca-
char du agurdenle, aproen de 17? cada uina : a
tratar no escriptorio de Manoel Altas Guerra, na
rua do Trapiche n. I!.
LABYRINTUUS.
Na rua da Cruz 11. 3t. primeira andar, coBlinoa
a haver sorlimenlo de boas obras de labj rindi a'
venda.
Vendete um rabriolel em bom uso ; a I rala
ua rua do Collegio 11. 21, primeiro andar.
Vendem-se em casa de S. P. Johns
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins iuglezes.
Relogios patente ingle/..
Chicles de carro e de monlaria.
Candieirose casticaes bronceados.
I Lon asm-;lc/.r;.
; Fio de sxpateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
i Barris de grava n.- 97.
V111I10 Clieri v em barias.
I Camas de ferro.
l>-crat>0inu Xa manlia do dia -JO do rorronlt lu-iram tfa
enaenbo Aitoa-fria da freguezia de S. Loorenn. da
Malla, don esrravo. sendo um de nome Antonio,
de nato Caeaaaa, de altura ordinaria, perna finaj.
ulho. lumaeriilo, falla desranrada e representa lee
:t(l .nio pouco mais ou menos ; airo da non
Cailiauna. miilher do dito, reprsenla ter a ama
idade, he mai balsa do que o marido, he lanilla'
de nar.to. e quando anda pucha aluuma aajHBi por
uina per, preseulenirule e-la" com un lalhinho
sobre um dus olhos. ambo foram romprados em
linl.in. e foram ccravos do tinado Caettno l'.l.on. al-
ve da Cunda : quem o appreliender leve-o aresla
praea a'rua da liuia 11. I primeiro andar, on no
referid* eugeiiho que era'-|iagf> com generoasdanV.
lugirain ua inaiibaado dia 1' dn crtenle den
escravos iiinpor nome Ideodoro, 1 n-i... munln. pes-
cadnr, bailo, cm pnlenlo. com iniHto cabellos bran-
! cu pela baiba e peiliw, idade 33 anuo punco
I ou menos: ouiru de lime Jutge, mualo. Imito.
secca do carpa, pones barba, quebrado da verillaa :
I lem do lado esqnerdo do rosto uina ckalriz, esl r
cravo fui do Sr. Manuel I liolnal ei-rarcereii ;
conduziraiu rom sigo nina caisa, na qual levaran
i luda roopa que lindan), ral;at e ranu-a, de aUodao-
I fiuho de lislras. camisas de madapolao. urna dita de
', baela enramada ja usada e cuhrrlorrs ; roga? a
1 aubaridadea poHciaea e capiae de cam|H> quamap-
' prebendan) e Uvero .1 rua da Concordia 11. Jti, arma-
j zem de malcriar que aerSo geiierosamenle reroni-
peusado.
Anda futido desde I", de dezcnibro lindo nm
niulatilihnrlaru.de nome Bmuao. de ida-Ir I i an-
nos. levando ralea de risradiiiho. cami.a ,le alg Zinho e rbap.-n de* palha jai atado, tem falta de um
I dente ni frenl : im sido \i-i. palee tuuJis t
aillos do llo.pj. :.. Mallo An.ai'-. e inesruose lavan-
do e pe-randn para casas] banda ". .iipp*-se e*ar em
companhia de lltaem a titulo de forro : quem u ap-
prehender, leve-u .1 rua Velha, rasa n. '.!.
t
\
PERN.: TVf.DI M. I. I'K I-AKIa -isa.