Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08818

Full Text
AlWO WMl. i\. 17.
Por 3 meses adiantados i.sOUii.
l'or 5 iiuv.es vencidos ($500.
SLl.M)'i FEIKA 21 HE JANEIRO E USt
DIARIO
l'oi anno adianlado lo.sllilii
Porte franco para o sulist i iptoi

!
tCNCARRBGADOS l>.\ SUBSCRIPCAO' \o NORTE-
IVir.thiba, o Sr. Gervasio V. da Natvidade ; Xalal, o Sr. Joa-
|uim 1. l'ereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lentos Brasa ;
Cearj. oSr. J. Jos de Oliveira ; Maranhuo, o Sr. Joaquim Har-
ona Rodrigues; Piauhy, o Sr. Domingos Hcrculano A. Pessoa
Cea reine; l'ar. o Sr. Jusliano J. Hamos: Ainaiom. o Sr. Jero-
innio da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oliuda : lodos os das.
Caruaru .Bonito e tiaranliuns nos das 1 e 15.
Villa-llella. Iloa-Visla. Bio' e Ouricury : a 13 e 28.
Goianaa e l'arahih.: segundas e seilas-feinis.
Victoria e Natal : nssquinlas-feiras.
Al.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES ||.\ CAl'll
Tribunal do commcrcio : qunria*.c sabbados.
ReliiC/Ao lercas-feirai e sabbados.
Ka/enda : quartas e sabbados as 10 horas.
JaizO do rnmmerrio : segundos as 10 boros e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos : secundas e quintas as 10 lloras,
Primeira vara do eivel : segundas e sextas ao meio-dia.
|Segunda vara da eivel : quartas e sabbados ao meio-dia.
KPIIEMF.RIDES !)< MIZ Di. JANEIRO.
7 La nova as8 horas, 4S minutos. Jl segundos da tarde.
11 QuartO cresceole a 1 bora,24 inioulos c 8 segundos da larde,
2- Luaebeiaa 1 llora, ick rniruiios ir -H segundos da luanlia.
30 Ouarto minguanle as 5 lloras, lfi minuto* e 48 segundos da ni
i-liK.WIAIt l'K O.It.
l'riineir ai3 horas e 12 minutos datarde.
Segunda as 1 lloras e I minutos da nianbaa.
DAS da semana.
21 Segunda. S. Ignez v. ni.; S. l'alroeolo in.: S. Epifanin. b.
22 Tena. Ss. Viente diae. e Auastaeio mu. ; S. fiaudencio.
23 Quarta. Os deposorios da SS. Vir_-.ni Mal de Draseoni S. Jos.
2i Ouiula. S. Nossa Senh'.ra da l',i/ : S. Tliiinothco b. m.
-i Seita. A CoBversaodeS. Paula ap. S. Anana*.
2li Sabbado. S. J*oliear|io p. ni. .S. Toiiogines m. :S. Matliilda.
27 Domingo da Sexagsima. S. Jo.o Cbrysostomo b. doulor da I.
i:\( \niti(.\i)(is d.\ mi;s< uiim \n \o si i
Alagoas. o Sr. Ilamlino Falr.x >i-s : Babia, o Sr. II. Ilupm
Rio de Janeiro, oSr. Joao I', reir Martin.
KM l'IKVxMHI o.
O ]iro|irieuriu do lilAKIO .Manoel Figueiroa Je
livraria Praca da Independencia lis leu.
ana, na sua
MINISTEIO DAJUSTICA.
nrclo H. l,l7N de l de norembro de 1833.
Desaunea u termos de Maman^oape do do Pilar, de
(. 1111,'iti.i tirand do du Brejo d'Ara, e do i'ianr
lo de Son/a, na provincia da Paralnba do .Norte,
' crea em Goda um delles o lugar de jail munici-
pal, que accuiuularii as fonecoes de juiz d or-
phiM.
Hei por betn dectelar o seguiute :
Arl. I, l'tcan desaniie-ndos, na provincia da l'a-
i'lni.i do Norte, os lermos de Slamananape do do
l'ilar, de Campia lanada do do Brejo d'Area, e do
Piauco do (le Souza.
Arl. 2.- Em cala um dos referidos termos, llave-
ra um juiz municipal, ,que accumular as funecues
de juu des orphaos.
Jos Tliomaz Nabucu de Arauju, do raeucnnselhu,
ministro e secretario de estado los negocios da jusli-
ca, assim u tenlia entendido e faca excrular. ,
l'alacio do Bao de Janeiro, em 21 de novembro de
lr>.>, 31.' da independencia e do imperio.
Con a rubrica de S M. o Imperador.Jos Tlio-
maz Sabuco de Araujo.
Decreto H. 1.681 de.:li) de noetmbro de 1833.
Marca o ordnalo do promotor publico da comarca
de S. Jos de Mipih. creada na provincia do Bio
liraiide do Norte.
Hei por lii:iu decretar o seguinle :
r'icn marcado o ordenado aiinual de ."Hli ao pro-
inotorpublico da enmarra de S. Jos Mipih. croada
por lei da assemblca legislativa da provincia do Kio
iir.in.l- do Norte.
Jos Tliomaz Nahucn de Araujo, do mcu conseili i,
ministro e secretario de catado dos negocios da jus-
lira, assim o lenha cntendi lu e tara exerular.
Palacio do Rio de Janeiro em 110 de novembro de
IKVi, 3i." da independencia e do imperio. (aun a
rubrica de S. M. o Imperador. Jos Tliomaz Sa-
buco de Araujo.
Decreto n. l.tiS'J de 13 de dezembro de IHV.
Crea na provincia de l'ernambuc.i um lugar de jnil
municipal que accumular.i M funcc,es de juiz de
nrphaos, do termo da Escada.
IIei por bem derretar o seuiute :
Arligo nico. Fica creada na provincia de l'cr-
iiaiubucu um lugar de jnil municipal, que accumu-
lar as funcc,es de juiz de orphaos do termo da Es-
cada.
Jos Tliomaz Nahneo de Araujo, do meu conselho,
mu istr i e secretario de estado dos negocios da jusli-
na, assim o tenha entendido e Tara ciecutar.
Palacio do Bio dii Janeiro, em l*i de dezemhro de
1833, 31 da indepeiiilencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Jos Thoma: Sa-
buco de travjo.
Decreto ". 1(897, de -2G de d'ztmbm de 1833.
Declara o usares em que dev-m ser creadas as
conservatorias do conimercio lias provincias de S.
Pedro do Bij (iraudedo Sul, Paran, S. Paulo e
Piauhv.
Hei por b?m decrelar que lias provincias de S.
Pedro do Bio Grande do Sul, do Paran, S. Paulo e
Piauhy, a conservatoria do commercio seja eslahele-
cida nos segundes lugares: na cidade do Bio Grande,
quautn primeira provincia ; na cidade de Paran-
Pi'r.'iuncula. a de 639100 rs. que fni dispendida com I que ella liveasa liaacido por causa de reclamare"?*
o fornecim-iilo do< pr-sos pobre* da inesma radeia, I imperiwM de urna potencia que lem menos intcies-
desde o I. dewuliihrii ato .11 de dezemhro ulluno. 'se ua quesillo, c qu, por seu comporlameiilo na
Bxnedio-ne a ordem de que se trata.
Di!Aojuil rel.ilor da juila de ustiea, Irans-
mittiiidii para depois de valo* serem relatados em
sessiio da meaua |unla oa procesaoi verhaes dos sol-
dados Jauuario Alvares Jtodrigucs. Porfirio Anlonio
crise actual, nao pode contar nimio com o concurso
sympathicu das patencias maiitmas mais empuiiha-
das na dispula
direiio e ein lilulos anleriores aos Iraladns, que Ule i poni de vista qae urnas eiaminaremos do dio se-1
lem resillado as lanas, lie, na verdade, prtr ludo guate.
em que-lo ; he rc-suseilar es-a coutenda iiiiiiieiiia-
rial que se discule lia serillos enlr- as polencias nn-
rilimis e8 Dinamarca, e deque algores Iraramus
a longa hisloria : he considerar a qoesUo como o
R. I.mil ni.
/.'l /'res**.,
das Ch isas. Chnslovao Jos Gome, Jos Mmileiro inoviiiienlo martimo da navegaeilo Retal entren
(I- Bsladoa-Undos sao, com elleilo, una das na-' fui no serillo Wll nos consres-os de Broinseliro e
es sobre quem menos pesa o imposlo do Sund. ,\o J Boskild ; he pretender de novo que o lallieo seja
la Silva e Jaclntho ilos Pas-os linedes.Commu-
nicou-se ao mareehal commandanle ilas armas.
DitoA* nisp-cior d* marinlia. dizendo que com
a nota juula das dmaosoea dos remos neceasarlna ao
escal-r nacional em servico da capital do Bio Gran-
de do Norle, lica salisleilo o que Sme. requisilou em
ollicio ile 2'J do passado.
DitoAo director das obras publicas, aoloriaan-
do-o a mandar aquarlellar a coinpanhia de Iraballia-
dores d'aquell.i repartirn lio pavimento terreo da
casa que ltimamente servio de cadea ne-l i ci-
dade.
DitoAo metalo, approvaudo a deliheraeo por
Smc. lomada naa -o de alagar eseravo. mediante o
jornal de Sllil r>. diarios para os Irahalhos da abertu-
ra da levada que deve conduzir agua do rio Bebe-
ribe ao Varadouro, mas tainhem de numear um fei-
lor para aipiolla obra com o jornal de l' i11 rs.,
bem como de encarreS'tr da administracrio ihdla au
proprielario Antonio Norberlo de >ou/a Leal-
dado.Commuuicoii-se a lliesouraria provincial.
HiloAo juiz municipal e delesado do termo de
Tacarata*.Bccebi os seus dous ollicios de 10 dede-
zembro. Por cnmmunieaeao da cmara muuiripal
dee lermoj bavia sabido do app irecimenlo da
epidemia reioant-, sendo Vine, um dos atacado* do
mil : li/. immedialanienie enviar urna ambulancia,
e renovel as recomniendaces anteriormente feilas.
Eslimo que a epedemia livesse apresculado caracler
heiiisnn Como diz Vine, e que lenha cessado ci.ino
conclu do seu ollieo.Parliciiiei ao Exm. Sr. his-
po o abandono em que d-iiou essa resuezia o res-
pectivo parodio, sendo preciso ir fazr suas vezes o
vigario Manocl Copes Bolrisues de ll.rros, que se
lem prestado com lauvavel zelo.
DitoAo Dr. Joo Ferrara da Silva, aecusando
recudidos os cem eieiupUres impressos, das pre-
caocoes por Smc. indicadas para prevenir o cho-
lera.
DitoA direcao da rnmpanliia Pernambucana,
devolvendo a relaco que acompauhou o aeii' nllicio
de I" de dezemluo ultimo, para que-'lnjaiii de de-
clarar a qual do rorpos da guarda iiaciouat perlen-
cem os e.iipresidos d'aqueila^t-^avpanhia menciona-
dos em dila relacJIo,
HiloA cmara municipal do Uuique.Pelo of-
licio dessa cmara de T do enfrente, lieo iuleirado
de eslar haveado casos que parecem da epidemia,
neaae lermOi oadeja nsapponha estlncia, segundo
as pirticipacOcs de Garanhuus. |;aco ja partir para
ah nina ambulancia, e urna porca i de impressos so-
bre o Iratament do cholera, para aerem dislrihuidos.
N'essa comarca existam dous mdicos, que d'aqui
mande!, alm de um eslu lante de medicina que
deve ler chesado das Alagoa*, c um pharmacculico.
Alem disiu conlo multo com o auxilio do Eim.
presidente das Alagoas, dequem lenbo prnmessas de
acudir li-a comarca, que llic fica lao visiuha. Ao
i'i'i de direilo. qu-m lenho remcllido oeeorroa,
um mar lechado ; que o Sun.!, em vez de estar a- i
borlo a livre navegaran de todos os Estado*, est
siihmeiiido .. soberana da Dinamarca, qae pule I
iln evercer lo los osdireilos que he licito a um Es-
tado oiercer em su lerrilono ; he provocar de llo-
ro lodas as potencias que lem acei'; y-lirilasda1
olrsteado temare onn : i os princi
:t de Janeiro de IS3I1.
Recebemos rollias de Porto-Alegre at 13 do pa--
s.i lo.
O cholera liiiha II ig-ll ido cioelmeule aquella ca-
pital ; mas, digamo-lo en honra daaua briosa popu-
licao. de Indo quando pule miligir os estragos riesse
m\terios mal e alliviar a sorle dos infelizes. dedi-
lo Korle e o Ballieo os seus navios -ni; ni na
ra/ao de um por cenlo apenas, em qoaulo que a lu-
slaterra, por eveinplo, loma una parle consideravel
vel de quasi Irinla por rento I'. A' In-lalerra, pois
em primeiro lugar, e depois a Suecia e a Prussia he
que conviulia travar o conflicto, e nao -e compre-i liinamirc, |
liende ah-olulamenle a razio porque os E-tados-1.'-
nidos e-rolheram a quadra actual para decidi-lo,
com o risco, ou lalvez rom o lim de trazer a Euro-
pa, mais una grave dillieuldade.
Seja qual Tur a lazao. o corlo lie que o negocio
val ser ventilado, e o gabinete de Washington pa-
rece disposlo a resolvc-lo ale niesmo pela via ex-
Ircma de um conflicto material. He neces-ario. por
tanlo. quo a Europa -e OCCUpc di-se, apezar da evi-
dente inopportuuid.ide. e tal he o lim das conferen-
cias para que o governo dinaiiiarqucz convocou os
represenlanles de todas a polencias interessadas.
Muilos negocios de alia imnortancia se aebam
ahi envolviil -. por urna parle, a manuleDCfio do
imposto do Sund parece, al ceno punto e na siltia-
c.;lo presente, mallo necessario, visto o lusar que
Decapa no ornamento, a manolen{io da potencia da
monarebia diBamarqoesa, sendo cerlo alm disso que
es-a polencia parece necessaria ai equilibrio dos po-
deres emo norle da Europa. De outra parle, ligurain
lia(|Ueslao principios de ordem superior : a imuiuni-
dade da iiavesacio nos mares livaes, u limite dos
direilos dos soberanos fura das raias de seus territo-
rios, a liberdade do commercio internacional e sua
isencan de lodo o imposto e emharaco illesilimo.
A Europa nao pode sacrificar a passageiros inleres-
ses estes principios esseuciacs. (aiiiseguintemente,
o embaracn he srande para os estadistas convoca-
do* a solver satisfactoriamente esla grave queslo, e
a imprer.sa peridica nao a poderia tral milito cuid.ido delucidando-a bem. Por nossa par-
le, lemn-la tralado, com os desenvolvimenlos (2] que
nos iiaslara resumir, e que completaremos procu-
rando, entre as soldcOes propnlas as que nos pare-
cem m'.'llni! conciliar o- principios e iuteresses com-
prouieltidos na discussao.
Entre a Dinamarca e os Estados-Unidos, a quesillo
parece mullo simples. Pelo tratado de Washington
de 2(i de abril de IS2I1, arl. .3." a Dinamarca assesu- gens do rsreilo c se esse eslreito fo'se
rou aos Estados-Cuidos, un Sund e nos Bells. otra- urna propriedade privada, se nao los:
tamentodas nacesmais favorecidas, siibmettendo-sc
elles de soa parta as tantas em vigor na alfandesa
de Orrsuiid.
De
Kt
ler leilo s
pios -obre que ella as assenla a Sueiia que obteve gusli is ni d rradeira niela I- do seu rur-o, sumio-se
a cessai;ao das provincias diiiimerqu-zi- que lo- i einlim nos ah\.nio o (ala! 33 de ii.-ura recordaijao.
eam as margena tepleatrionaes do cs'rcilo. alim i Ja' uir.a vez-e loraoo disuo da benraoa um ladrto.e
de exliusuir para sempre a- prelencoes que a Di- ; ninsuem leclamara o lurlo que fez. I'raza a Dcus
namarca tinlia soberania a Inglaterra, a llul- j que n .Vi q>ie ah surge Irag ci-n s hedionda cata-
ln la, e anda mais a Kranea qu. lias nasofiarftej i dura e desminla o adagioalraz de mim vira qu-m
que prec-deram os tratados o larilas de Ilii3 repcl-i bom me fara.
liraiu Igualmente essas pretenc,oes a Prussia so- Aqu parece que ale ja' s- perdeu a lombranca
bre ludo, e os nulros Balados que cereaui o B-llico da fatilica visita qu- nos fez nchilera, lalvez por-
e o limiiam, inteies-ados em que i estrello qae o I que ella inao Iranspox os aranhados limites em que
ligi aos omros mares nao esleja sol o dominio de fi encorralado, na ilhota de Ratonei o na de Im-
Iho. da comarca da Malla-Grande, as Aaajjaa, pa-
ra a de Caitcte, na Babia.
0 juiz municipal e de orphaos Jom de S* Casal
canli l.in-, do lermo de Macahe para o de Pirabv,
no Bio de Janeiro.
1 .i un Humeados :
Juiz de direito da comarca de I s> ass. no Ma-
- cacao a lo la .i prava da parle dos mdicos, pliarma- ranh.lo. o juiz de orphaos Seb.ntiao Jow- da Silva
ceatlCOSe autoridades, ampios socrorro- a- rlaes Braia. firando em elleilo o decreto que o niimeiia
' menos f.ivorecida- da f .rluua. Iranquillida le de es- : para rliefe de polica da provincia do Inw.......
pirilo no povn. cada lallou em Poiln-Alegre. Juiz municipal c de nrphios dos lermos reunidos
li- -111 grande parle a rnrasem Com que lodos de Ma alie e Barra de S. Joao, no Rio de Jaueiro. o
-lavelui.-nle al- | barharel Joao Antonio da Cola llaeno.
Juiz municipal e de orphaos do lermo de Carapa-
na provincia de S. Pedro do Rio Grande So
SAMA C.ATIUBINA.
i Slorro, I- de Janeiro.
Encor mb an qui s'euvole
Sor les aifes du trepas :
I ii an '(ni I lempa nousvole,. arroslaram o mal iiuese d-ve
|u'il nc noos rendr.ip.i-. tribuir, depiisda Divina Providencia, o pequeo'
. nlir la i piinsenles an- ; nuniern d- imirPis em rclac.'io ao numero dos alara-!
do. .. as condic".,.. Iiygienirs daquells capiUl. Sul. o iiacharel |-raur-o Ignacio Kerreia.
Na dala das ulliina- noticias diminua aepedemia Juiz municipal e de orph.los do lermo de i ainu-
seusivelmenle. Aqui copiamos o que diz o Correto i J, ao Cear.. o bacharel Krancisco Orreta de o.ei-
dn Sul: | roz. Barros.
'|Ullll.' |MIIII~Mf'lV,l|tI*i,l, lili vn.,.11; lie I.IHII,. | i i i > i i .1' i i i i i .i~. -. ....-,
gu, quauto a segunda ; na cidade de Santos, quan-' hei recoraiAOudado, que ia._ i acudir promplainente
lo terecira ; e ua cio'ade da Paralnba qu nilo a qualqner poni, que l'or invadido pelo mal, e para
quarla. isso lile leoho dado ampia autorisa-.lo.
Fica Beata parle derogado o arliso II do decreto I PortaraAo director doarsenil de gusrra, pira
n. 1,j!l7. dol. le inaio d o correle anuo, que esla-1 fornerer por -mpreslimo ao roinmaiidanle .lo bala-
baleee caaservtbKias nasc jpiues das provincias. 11|,.-, (,_ ,|., Ba|a nacional do municipio de Oliuda,
Jos T'homaz.\abucoji_ Araujo, do meu cjnsellio ; rniiiojuii,. ri.iiun.uUii o_rsieeii_o .cuiiunaudan
, astm n tertba enlndi I- c f i eiecular. ciona.los na pedido junio por copia.
"Palacio do Rio de Janeiro. 2( de dezemhro de 1 i)iaMomeando a Jo-e Antonio de Morac-. para
1895, 31.' da independencia e do imperio. Com a I o lugar de rsrrivAo do almoxaril'ato do presidio de
rubrica de S. M. o Imperador. Jote Taoms: Sa-1 Fernando. !zuram-se as precisas fnminunica-
tiiico de Araujo. cues.
una polencia riv-d ; he, finalmente, renovar prr-
len^es que ferem a diguidade e os Iuteresses do
lodas kS polencias que a Dinamarca chama boje em
seu auxilio, as conferencias de (aiponhasue, cou-
lr os E-ladiis-L'nidos, c cuiilra a violencia com
que elles a ameacam.
as consiileraecs desenvolv las no da 12 de agos-
to d'esle auno, eremos ler mostrado, que. neni os
principios seraes do direilo das genios, iiein a pres-
cripeiln fiiiulada na posse secular, podem justifica
prelence- da Dinamarca ao exercicio do direilo de
soberana no eslreito do Sund, e a suhnieller llic
con-esuinlemenle a jnrisdiccAo, .is tarifas e as leis a
navesacao commercial do estrello. Se nao he licito
contestar as polencias, bandadas pelo mar, a sobe-
rana de son territorio martimo, a exteus.o d"e-se
territorio be rigorosamente limitada pelos principios
e pelo uso. (J Sund u.in faz parte do territorio mar-
timo da Dinamarca. Por sua extensas a experiencia
dos fados histricos notaveis lem mostrado qu- o
Sund nao pode ser defend lo, que a passaseu nao
pode ser impedida pelas forlirarocs das margeos.
Sesun 1o os principios rcconliecidos, odiceiloda Di-
namarca se estende apenas at onde chega o poder dos
seus eanhOes poslados as praias, e esses caolides
nao impedem a passagem. A monarchia diuaiiiar-
quez.i nao possoe, alm d'issn, senao um i das m ir-
seeplivel de
livre como
os allos mares, perlenceria a Suecia pelos mesinos
lilulos que a Dinamarca, ou pelo menos a Dinamar-
ca leria de partilhar-lbe a soberania com a Suecia.
o Tuda nos indica una breve diminuicao na iu-
lensidade da epidemia reinante. Severa anda, cruel
mesnnt em varios caso*, ha cumiado nina seusivel
m-lhoria no estado sani'.srio da cidade. O- nhilos
bao diminuido qua'i metade por inelade do quo fo-
ram ne-les das de lucubre lembranej, em que -em
orasem para menlir a" conseieneia de no-sos lei-
ores. preferimos callar a dolorosa vardade que nos
alllisia.
a O temporal da da 10 foi de orna influencia be-
nfica para a cidade ; senlcsc hoje a atmnsphera
mais livre: ha-la respirar para percebelo. 1 ni ca-
lor s-nive e isual nloal.afa como os ardores tropicae-
dos oulroi dia-, e lem cooperado certamente para o
e-lado esperanzado da cidade.
lm pbenomeno pbysicn lem preoecupado a at-
s | completamente derrotado : e no direilo o maldito I tenfSo: tola- as praias esto radas de pexes
insidioso, segundo oque informou un expresso, | morios por cardumes. He intil mencionar as sup-
la p iii-os das chesado. e-l fazendo harriveis de- j posic/ies observadas que se bao feito a esse respeilo ;
predaroes desdes frouleira do Ciinx, por Pelotas [poram convein lembrar qae cumpre ser ranito cao-
al Porlo-Alegre. Permuta a hondade Divina que nos j leloso no u-u dessa agua infeccionada pelos seus ca-
bvat-iitii'i'n front-ira aquella, para ou lo lamben)
se mandaran algunas das pracas viadas no mpe-
rarr;, eonde se iteran dous casos. O u't'imo da-
do em ffitoiun f"i a l'l de novembro, c desde cala o
nenluim mais lem apparecido.
Nao sei poren -e (levemos descansar seguros e jal-
gar-aes escapo*, visto que o inimigo anda mano-
bra, loman lo-nos os flancos : nao recebemos a suspirada nova de barrer eile -ido
0artiga II dc-se Iralado limilava-lhc a durarlo,. Alas, linda assim, querendo a Soecia e a Dinamar-
GOVERWO DA PROVINCIA.
Expediente do dta lli de |->elro.
OMicioAo Exm. presidente do C-ar. dizendo,
qoc com a fe de olliciojuiita do alferes Mathiai Bar-
bosa dos Santos, fica salisfeilo o que S. Ere. exigi
en ollicio de 17 do passado.
DitoAo Exm. bispo diocesano.Julso conveni-
ente fater chegar ao conhecimciilo de V. Exc. Rvm.
que, -cgundo communicaeSo quereceb de Tacaralu'
i respectivo parodio abandono! sua fceguezia ape-
nas appareceram casos da epedemia raiaanle, dei-
xando seus freguezes sem o pasto espiritual, sendo
preciso recorrerem eiles aovgarioda Serr Tatuada
lll.n.e Exm. Sr. Em xirlule da ordem de V.
Exc. que me inandava verificar, se era exacto haver-
se desenvolvido o cholera-morbus no lugar denomi-
nado Vartea, communico a V. Exc. que immediata-
mente parli; e ehegaodo ao dito losar, n.lo obstan-
te o minuciosa exame. queliz nos enfermos, e inda-
s^r's a diversa* pessoa- con quem Iralei, neuhiim
svraptoma deseobri n'aquelles, que me levasse a diag-
nosticar choleramorbus, uem mesmo cholerua, e
da historia dVstai ueubum re-ulla lo colhi. que me.
lizes-e uppor sua existencia, au passo que se man-,
fe-lavam lien ilistinctos e faciluienlese eoncluiam tu
SMiiplonias da tesxuleria vulganneiile cli.nna l.i c a-
Mauoel Copes Budrigues de Barros, que entao allise mara, ,|P mangue, e he jusljinenle essa molestia.,
achava e que prestou-se a ininislrar os soeeorros da
i louvavel zelo
y
'greja con
UiloAo Exm. commandanle das armas, inlei-
rando-o do que o Exm. presidente do Para, com-
inunicara em ollicio de !l de dezemhro ullimo. ha-
ver n'aquella dala expedido ordem para a viuda pa-
ra esla provincia do lente do 11. halalhao de in-
fatuara Alejandre Jos da Bocha, que na forma das
ordena imperiaes lem de lesponder conselho de in-
veslicaio.
Dito^Aomesmu, para mandar inspeccionar o es-
lado de saade do paisano Jeronymo Gomes dos San-
Ios, que se oereceu para servir na exercilo.
Dalo-Ao mesmo, inleirando-o, de baver aulori-
sado a lliesouraria de fazcuda a mandar pbonar a
I). Anua Mara Peixoto a quanlia que pretende con-
que est grassando ua povoa-ao acuna mencin ada.
Nao salisfeilo eoai o same que liz nos enf. rmn-,
que visilel, observei um cadver que se me di se ba-
ver fallecida da epidemia, que oulra mole-lia nao
he senAo a mesiii.i de-xnteria.
Assim pdenos ali inrar a V. Exc, que 'ia Var-
zea n.lo ha cholera-morbos em neniium de seu- pe-
riodos. He u que lenh > a expora V. Etc.. a tal res-
peilo.
Dos guarde a V*. E\C. ltecife 18 dr; Janeiro de
I86B.Illm.e Exm. Sr. ronselheiro Jios Benln da
Cuaba e Kigueiredo, presideaU da provincia.Dr.
Ignacio firmo Xavier.
COmiflANDO DAS ARMAS.
taod das ai
do Recite em |M de
signar-lhe de seu sold ne-la provincia, o capel-1 Qurtci general do comtnando das armas de
lao da reparlicilo ecclesiaslica Manuel da \era
Cruz.
DiloAo commandanle superior da goarda nano
nal do Bccife, iuleirando-o de haver auloiisado
Ibesonrarla da fazenda a mandar abrir os asienta-
lientos do lamb'.rManoel Jos Avres, que. segundoj lendo i
o ollicio de S. F.xc. de hontem D. i. se contratara
para servir no,;!.- batalb.lo de infanlaria da suar-
da nacional (leste municipio. %
DitoAo mesmo, para mauJar entregar ao porta-
dor do presente urna ambulancia liflm de ser envia-
da para o lermo de lugazeira.Igual acerca -de uu-
1ra para a comarca do Uuique. -
UiloAo mesmo, commuiiicaudo-lbe tff*concedi-
do Ires inezes de liecnca com ordenado (o promotor
publico da Sanio AnlAo, bacharel l.uiz Correa de
Queiret Barros.Coinmunicou-sclamlrm thesoa-
raria provincial.
DitoAo chele de polica, inteirando-o, de) ha ver
recommendado lliesouraria provincial, que estan-
do nos lermos legaes as coalas e recibo, pasueao I.
lenle Antonio l.uz Du ule Nune-, a quanlia de
I id dezemhro do anuo passado com luz para a guan
Pcrnanjbuco na cidaUj
Janeiro de 1856. J
ORDEXUWJ DA N. ISH.
O mareehal ijefmpu commandanle das armas,
olvt.To [or conveniencia do servico e *\&
disriidiua, ijue um nllieial do dcimo balalh.lo de
infanlaiia losse servir no dc-lacameiilo que o mes-
mo halalhao renta na l'arahiha, nomeott o Sr. l-
enle l'iriniuo da Cunha Beso, o qual devera boje
segair para aquella provincia no vapor Marque: de
Oliuda.
Josi' Jofii/ii/m c'ocl/io.

a dez anuos, e cslipulava que, lindo o prazo, lodas
as disposiees deixavam de ser obrigatorias para as
dtia- parles um anno depois da rommunicai.'ao feila
para esse lim. o tratado expirava em 1836, maia
coulinuou a ser observado depois do termo, apezar
das incessautes rcclamaces dos americanos para
ohler una modificaco ou lima isencao das lardas.
S ueste anuo, depois de nove negociaees infruc-
liferas, os Eslados-CniJos declaram extinclo o tra-
lado de 1821 por urna ola de 11 de abril, e an-
nuiiiarain ao mesmo lempo a inlencao de i-cnla-
r-in de fado de loda a porlagem, bem conloo es-
Ifto pelo direilo. lie poia no prximo mea de abril,
se antes nao bouver alguma IransaccHo eulro os dius
sovernos, que a unesUo -ahira do campo das nego-
cj ice-. Ehepara evitar essa eslremidade que a
dtmamaren soliciton as conferencias que se vilo
Abrir.
Onal -era o carcter, quacs os resultados deslas
conferencias ? N'a nteocao da Dinamarca, ellas
nflo ter.lo oulio carcter, senao o de urna inl-rveu-
ca. ofllciosa das potencias interessadas na conl-.nd.i,
alim de alcau-ar entre ella e os Estados-Unidos
' una Irausacruu ei|u:tavel que servisse de base a um
1 aovo ajuste da queslflo do Sund, eommum a todas
is potencia-. A darse crdito no que dizein as fa-
llas alternaos acerca das dsposrs da Dinamarca,
' i das bases de ajusle qu- se prope submelter a con-
' erencia, o gabinete de Copeuhasue leria reconhecido
que Ib- chesara o mrnenlo de renunciar a su*a pre-
lencoes seculares sobre a uavegacao do Sund. e de
contentarae com urna indemnisacao regulada por
eommum accordo delta com as polencias que ate n
prsenle se Irie ten lojellado. Elle deseja sempre
a manuleni.ao e levisao de suas tarifas ; ma conde-
ce que ha poucas probabilidades de lile fazer sanc-
ciiiuar o principio, e o que m is deseja be que esle
negocio nao seja Iralado como urna Iransaccao com-
mercial, mas sim como quUo poltica. He, com
elleilo, esla a coudic.lo esseucial de qualqner accor-
do enlre elles e os represenlanles das potencias que
lomar.-m par as conferencias. He lalvez nina
quesillo de equidade poltica ; he sobre ludo, lal-
vez, urna quesillo de equilibrio, e, assim conside-
rada, pode ohler nina soluco mais uu menos favo-
ravel aos desejos da Dinamarca ; mas poder, que-
rer,! ella deisar de fazer diste orna quesillo de di-
reilo '.' Eis-ahi a difflculdade. A Europa pode mos-
trar-se generosa ; ella deve mo-lrar-se previdenle ;
mas nao poder sanccouar prelencoes que implicam
os principios da hb-rdade do commercio, e a limi-
te do direilo das soberanas.
Rol, pois. com pezar que cnconlramos, na parle
nllieial dinamarqueta, em resposla a' communicacilo
dos E-lados Unidos, a prelenelo de fazer repensar,
como d'aatas, a existencia da porlagem do Sund em
dividir entre si a soberania, iiaopoderiam ubslar
a passasem aos navios das polencias ribeirinha- do
Bltico, nem lamben) aos dos E-lados que com ellas
qui/essem commerriar. O direito de passagem, no
caso de encravamenlo. be uui.i -ervidao do direilo
publico internan mal, como he do direito civil n-
treos cidadjos psrliculare-. Para uus cu:nu para un-
iros elle resulta da sluaeo dos lugares e da nilu-
reza das consas e nao pode ser legilimamciile recu-
sado. Seja pois (ue o Sund pertenr,a. ou nao
Dinamarca so. ou em comnium com a Suecia. nem
a Dinamarca, nem a Suecia pode obslar-tlio a pas<
-agem ou sui>aiellc-lo arbiiraraineule ii -uas ta
rifas
veiibam noticias que deivanecam os receios que le-
ntos de que nos chegue pela lado do sul o monclro
que, viudo do norte, nao achou aqui cun que ali -
menlar-se.
Niio lomos de alohtevido noticias posteriores aos
luctuosos aconleeimenlos de 23 de novembro, mas
bastan estes pan nos dareui a medida da qu- deve-
nios esperar. Eslilo alliidos (Iribe c Flores; e as-
sim devia ser, porque ambos l-m recebido o haptis-
modo sanana de seus conoide Jilos. Ja chamaran)
Hosas? Falta que assim reale a allianna a obra de
destruir. que comecou. um da 121) pessoas niiiiia p-pularao de 2O.OII0 ha-
\ ollaram a esla Ierra das serenos ; ja' temos con- i hilantes, continuara a declinar o "llagello. No dia
tmplalo ce. azul csol claro e radiante Techaran!-. 21 snccnmbiram apenas 2"! pessoas a esse insidioso
-eas clralas do co: agora o que desojamos lio que mal, mas linham-se apresentado muilos casos fulmi-
isto dure. Os ros qu eorlain en) varios pontos a es-
Irada de Case-, e que em lempo secco d.Vt s-inpre
vu, mis que engrossam, lia-lnrdam e lornam-se
invadiav-is em oeeaaioes de chavas continua las e
lorrentosas lornaram ao seu estado resalar por tal
modo que o jnil de direit > da 21 comarca, leudo ido
a' villa de Cases presidir a urna sessa i da jury e
abrir correic.lo. venceu na volla as Irinla lesnas, ou
mais, de desertoea e empinadas serras que separam
aquella villa da caplal em menos de quatro das ;
e que (ropas numerosas de sudo para o corle, e de
muas carros a las .1- iierva-mate percorrem a mes-
ma
liveram merc da serventa vitalicia das ofli-
cios de :
Escrivlo das appellacnes e aggravos e prole-tn> do
lellras do tribunal do rommerrin da provincia da
Babia, l.uiz Jj'aqum de Masalbaes Castro.
dem dem idem, a Icnenlc-coronel Joao I erren a
Cima.
Tiveram mern- da serrenla vilalicia dos ollirios de
e-criv.io do juizo especial da comarca da provim .a
da Haba. I.adislu l'ereira Pinto.
dem dem dem. Olavo Jos Rodrigues Pimenla.
Por derrelos de :! de Janeiro correnle :
Foi concedida ao bacharel Candido Jom- de Moura
a dernissao que pedio do lugar de juiz municipal
de orphaos dos termos reunidos do Penedo e Trai-
pu, as Alagas.
Forana Horneados :
Juiz municipal e de orphaos dos lermos do Pene-
do e Iraipu. o bacharel Jo- Prospero Jehoval. da
Silva (.orala.
Majores ajudanlcs d'ordens docommando soperioi
da guarda nacional do municipio do Ararais, no
Ceara'. oeapiUs Porfirio Theopbilo Alves Ribeiro.e
Joiio Irancisco Ramos.
Capillo secretario seral do dilo c,.minando. Hav -
mando Aulonio de Oliveira.
Capillo quartel-meslre dito dilo, Silvestre Ferrei-
ra Caminha.
Forana reformados na forma da lei:
O (cnenie-roroncl doexliuclol-batalhaoda guar-
da nacional do municipio de Mearim, no Maranhao
l.upcrcipio Antunio ll-igca.
O lenenle-roroncl da eilinclo 2- balalhjo da
suarda nacional da cilade da Ara, na Paralnba
francisco Ignacio Freir de Mendonra.
O leuenlp-curouel do exmelo halalbao da coarda
nacional de Jaragua, O numero de > climas ua capital da provincia, des-1 >"l,za- .
de a invasio da epidemia, em :ll) de novembro, al l ,m'IJor ,la exmela lesiau da guarda nacional do
21 do passado. inclusive, suba a 1,2111). Enlre ellas; 7' cl" Pcmainhuco, Jo-e Amonio de
eonlam-se eidadaos preslimosos. '" ""''"
As carias do Porto Alegre -,i 1 unnime- nos elogio- '. Si "f ''''rvel>1,i, vilalicia do, ollirios de
que lecem a lodas as aalondades, c rom especiada- I ?z2i l"?10'"' c "1' escrivila do criroe e
de aomuils digno presidente da provincia, pelo acer- ". ."'''.'Ie '"" > Parahiba, Francisco
daveres,
Em Pellas e no Itio Grande a o cholera em gran-
de declinarlo.
O paquele a vapor (.nnnabara traz dala- de Porlo
Alegre at 23. do Kio Grande at 2S do passado, e de
Santa Catharina al o 1- do correle.
Em Porlo Alegre, onde o cholera se manifestara
con carcter man assolador, chegande a morrer em
mulles
lo das suas medidas, e a rorporarilo medica pelo zelo
c dedicaran com (|ue acuJo aos enfermos de lodas as
classes.
Na cidade do Itio Grande, em Pelotas c no Jugna-
,- ., .xa cidade do itio i,rande, em Pelota-e 110 .la-iia-
1 distancia en, -ele das, qau lo ha 3 anuos eram r,, ,llmjia cnrideravelminte o cholera, ma- Unba
',";"-".'> ....."ra l-d'^.i- tropas um mez. reiieIlUuo I10 lrlompho. Rio Pardo. S. Ce pol le,
as veaes)mais para urna tal jornada, s.o^ estas as U, rr,,aem diversos p,.....s da camnanha.
pr
e
pravas m.iis cabaos e incoiitestaveis do pe-simo esla
do em que se acia aquella estrada. Esla' pois ago-
ra .1 no-si mercado abundantemente prvido de
pomos .111 c 11 -1, ha
\ diviso auxiliar ipie 111,11 chava de Montevideo
nava-saja no lerrilono da provincia. Na dala das
lava
Heiirique Baslo.
!>
Molestia reinanteA epidemia c-la exlioila
na villa da Parahyba do Sul. lamo que en dala de
> da correnle, por ordem da resperliva commisslo
sanitaria, feeliaram-se as mlttmmim que all e\is-
lam. Da 90 de dezemhro .1 .3 do correnle adoere-
I rain dna- pessoas en Sanio Antonio da Knerazilhi-
A l'OBIAGEM DO SIM).
Approsima-se o moineulo de abrirem-se, era Co-
peuhasue, as conferencias solicitadas pelo soverno
dinamarqus, para resolver* 'fielinitivamenl**, se i-r
I possivrl, a lao complicada e debatida queslao do
1 da : Sund, que prometle em pencos me/es tomar um
cadeia de Pao d'Alho, ao lenle Nicacio Alvares de | caracler serio.
Souza a de 21SO0 rs., proveniente do aluguel de; Be preciso confessar que, em vista das difllculda-
iimcavallo para a condueco do se:lenciado Antonio (des que leu apparecido na Europa, o lempo foi
Jo- de Sania, que adoecera em camiiiho, e ao car- mal escdhido, e a pulilica poderia passar bem sem
cereiro da cadeia do Cabo. E-levo dos Anjos da esta nova complicarlo, lie para sentir sobre ludo,
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
a xS&^ig&g,.
IM SoMIO.A PON IE PROVISORIA.rASSElO PU-
BLICOA COIHPANIIIA l-YRICA.
Seguuda-feira! Dia falal e fatdico, cuja periodi-
cidade infallivel he para mim, pobre vehculo .le-
la charra lillerana, que se chaina Carleirii. im-l
movrl anda no domingo, mas amcar;adi'ira eciuel
ta seguuda-feira.
App.11 .iva eu o mcu lapis, ia confiar ao papel es-
sns Bnlins hebdomadarias que o veulo carrega com
u esquecimenlo.
(Juando sb o perfume da brisa da larde, sol o si-
i. 11-10 suave, enlurpecedor e poelico de urna bella
ioile cslrellada,.jk nulo deixou cabir e-se mesquiiho
lapis, e o meu espirito embriagado, negligente e re-
belde s minhas forras desfallecidas, se deixou ar-
raslar sem resistencia pelos sonhos de um lonso
somno.
Eu sonhava!...
Oh quem nao deseja sonhar sempre ueste mun-
do de ilecepces e miserias'.''.
Cluem nao deseja sobre as azus innlis idas dos so-
nhos encantadores, viver um din, urna hora no mun-
do iuvisvel de felicidades e d'amoi. que a imasina-
.-.10 cosluma construir ao nivel das 11spiraru.es d'almn.
Sonhava..... e via au longa essas lulas homicidas,
essas hecatombes sangrentas de Ires povos irmao-,
applear-se o cessar aos gritos da Ifliuaiiid.idc nllra-
|ada! ,
E via ahrir-se esses tmulos immensos que encer-
ram, mora e dessimada, urna geraeJJe inieira de sol-
dados de 20 auno-, 11 lrra, "a virilidad das
uaroes.
E esses osso esbranquicados lomavinn, como Ca-
zan ao sopru do Salvador, corpa e alma ; e, empn-
1.banda as palmas da paz. marrliavam radiantesp 11 1
o lar paterno, como marlvre- da suerra, ,!.>> gritos
.le liberdade.
Sonhava na cultura dos horneas, nascida da ncli
vidade indu-iri .1, das sciencias e das arles, sobro
o plano sublime da Providencia, ensillada pelos pro-
phelas da harmona universal, deposilarios sasrados
de lodas as osperaneaa, de lodos os volos, de lodos
os presculimcnin- do futuro, svmbolo de um rei-
nado ideal, 11111111',i suprema da sociedade bunia-
uilaria.
Sonhava nes-e sublime inslinclo do seero boma-
no, que o condal iucessaiilemenle a urna a-sociacao
unnime de imitada e amor fraternal, em que o po-
bre c o enfermo, o fraco e o opprimido, o escravo e
o servo encontraran um dia 1 dedicarlo sagrada de
almas lernas e de curaedes sinceros.
Sonhava nesschxmno glorioso d'liarmoiiia, entoa-
(I, Eis-aqui, segundo a estalislica publicada pelo
ministro do commcrcio nos/inuac do commercio ci-
terior de setembro de 1831, qual foi, em 1833, a
parle de cada un dos prineipaes pavilhoes no inn-
VimentO ltal da navesacao doSuijd:O nuniero
dos navios, que pa-sarain o eslreito, eleva-se i
21,312, dos quaes 10,662, viudos ilo'.jnar do norle, e
10 S30. viudos do Ballieo. Neate numero de navios
1,o(S eram inslezes; d,172 prus-ianos; :l,HINorwe-
guezes; 2,0111 dinauarquezes; Lilil suecos ; IS7
holn le/es: 1,202 ru-sus; l,(MT mecklemburguezes;
71:1 banoverianos ; d:l francezes; l'JI oldemhur-
guezes; I ii. nuherkeiises; c IM americanos.
Pis damos esle quadro, porque elle indica evada-
mente a parle de inleresso ile.eada potencia mariii-
ina nesla queslao. A America esla, como se vr,
em iillimo lugar. Demais, sua navegaeilo no Bl-
tico e-l em decadencia, por qmnlo em ISiO ella
allicontara CtS navios em I3,lili2: em 1831, lili, em
19:906. ijue couipoubam ei.lao o nioviinento, ceral
da navesacao do S.i'id, entretanto que cni 183:1 n.lo
roiil iii.,ia do que 'Mi i.ejelevado numero de 21,312.
Ao mesmo lempo o niovimenlo da navcsacio france-
za no Sund se linha elevado de 240 navios em ISIO,
a 21)11 em 1831, e a :l:l em 183:1.
2 Veja-se a /'. tist dos dias I, 7, e 12 de agoslo
de 18.33.
Sela eitincc.io absoluta de qnalquer idea de probi-
ic.lo, xinham liu-r,ir, em Iraca dos seus producios
induslr.iie-, as riquezas fabulosas do nossosoto aben-
do.
Sonhava e via a ausencia completado principio da
escraviilo, esse rrimo consagrada pela serarao ac-
lual, e a subsliluico do Irabalho escravo pelo livre
e espontaneo dcscnvolvimenlo da actividade hu-
mana.
Via lodo o solo sulcarin de estradas, e em lodas as
suas parles um vestigio impre-so pela mao do ho-
uem.
Via a- margens dos nossos rios Usadas ninas s ou-
(ras por mete de penles masniiicas.
Via a nossa cidade ciiisida de caes solidamenle
cao que lisa enlre -i a po-s-
du em segnlda aquella em face rt'esla titulo aulhn-
lico e lesilimo. .Mas a p.sse do Sond pela Dinamar-
ca nunca foi urouleslada. De bem longe dala a iiis-
loria das eontestaeoea qaa a pnrlasem do Sund le-
vaiilon ; de seculo em seculo achar-se-ha sempre
enrgicamente repellida por loaas as potencias a
prelcncio da Dinamarca i soberana d'esse estrello.
F^ssa posse n.lo leu pois nulro fun.lainenlo sena 1 as
cnuveuene- internacinaes qu- t-m rngnlado, desde
o tratado de Spira em 1311 ale os grandes trillados
de l!3, que estaueleeeram a prime.ra tarifa e
convcnrilo de 13 de agosto de 1811, qae lixou as
condices da tarifa actual. A origein. o ltalo da
posse deque goza a monarebia dinamarquesa nao
lem bntru fundamento mais do que a convencila, e
a posse nao pode constituir direilo para a prescrip-
clo contra -eu lilulo.
Nada ha pois, para manter a porlagem do Sund
em favor da Din un irea, anterior e superior aos Ira-
tados que a eslabeleeeram c (|ue lie resulara'n as
condices Todos esles tratados, a parte as con-ide-
racns polticas que as provocaram, podiam deixar
de el eeluar-s*.To losadles sil. revogaveis e tem cu
suas lisposieoes. como ja o vimos, ..s condices e a
dala de seu lermo. Com elles. o direilo da Dina-
marca, na desapparece, lalvez, de lodo; porque
consideracoes de equidade, de indernnisaclo para
osprejuizos soffrdos, ou de recimpen-a pelos ser-
vicos pre-la-los navegac.la s-ral ; iorque con-i.le-
races polticas pod-m acunsclhar a conservaran de
una potencia, que importa o equilibrio iiropeu, e
couseguinleineole quncs'c direito seja consrvalo
em cerlos limite-, ou pela uienos que elle sa n.lo
upprima sen uuii in l-mnisicai sullieieiile ; mas
he com a rigorosa condicn de (|ue nenlnini princi-
pio iniportanle ser sacrificado a consideracies;
mais que ludo temporarias : he eom a roodicao de
que os direilos do Sund. qnalquer que seja a lians-
farmaco que venh.i a soflrer, n.l 1 leria oulra raza 1
d'exislfencia, lano para a Dinamarca, como paraos
0Utros|paizes, senao o novo tratado que os consagrar
dac 1, baslava o d- ler-se tornado reeonhecUa e
lente a ub-rdade das ierras : que allr .hira' para
li mais colono-, consognindo-so issun povoar
boiras da 'eslradi para haver quem repare
ua,nel
era'se
em o que nanea ponera'ser permanenicmenle con-
servada no e-la.lo de perfei^.lo que compre.
Fuco aqui ponto, parque em ver.lade lisfoo Wc-
f'i.s as /.i/ies dits noticias nesla Ierra, onde nem ha
procesaos a submelter ao julgamenio .1. jur\. e lam-
hem pira que. a' forca servir-me a carapjea. com lano crilerio lalhada pa-
ra os novelleiros na srsuinli; copla do AUtriiiitte :
Tel rpaii I des bruils infideles
Oui bien soovenl en esl l'auteur ;
Le f-ihrirjceur de iiourrllc*
VM pi.reil au faux nionnaveur :
Culi dans son avarice immonde.
De l'or corromp la purel ;
l.'aulre CQTTowpl l i%)ui v.iut lous les Irsoradu monde.
! lllM.I
a expen-a-
listrirtoda fresuezia de S. Jos do Rio Prcln.
N.l Parabvl.-.iu.i. poreni. c no lujar denominad..
Motettit remniilcX reqilisirJo da presidencia Ularia, der-m-e alsuns casos, fall-ccndo no da 1
e por urdem .1. Sr. ministro ua suerra acha-ae aber- desle m-z um soldado do deslacamculo. e no dia :ll
la a enfermara da fabrica da plvora da Estrella I do pas-aio u-- iulividao na Otaria. Nesto losar es-
para recebar as pessoas que foreui aecommetlidas da labeleceo a Srs. baroneza de Piabanha,
epedemia, sendo o Iratament dirigido |eb cirur- anas, urna enfermarla c>m l(i leitos.
guio militar, eanppridos aos pobre- por contada I as margens do Rio Cuand na fresoezia dr Ma-
provincia os medicamentos e chelas. rapic. du manante de Isuassii. sesundo conimu-
A epedemia estn quasi exlincta na fazenda da Ca- nicacilo de I do corretHe, deram- rboeira, da Sra. D. Marta Esmeria, porto da Villa 'cholera,e rereia-se quearpiaemia lome maior inrre-
de Vassouras, segundo eommuiiicacu ollLial do .10 menlo. OSr. Nacimnto l-'aria, delesado de polica
do passado. leudo n-s ltimos das havido apenas i de Isuassii, remelln logo para all 11.na ambulancia
s pretos allectados levemenle de cholerina. eom os inedicauinlos neres-arios. e requi-ilou do
P.
juiz dos orphaos do lermo de Sanio Amaro, na Ba-
bia, o liachiirel Joaquim Avres de Almcula Frets.
Por decretos .le 2(i d 1 dito mez :
Fui removida o juiz municipal e de nrphios An-
tonio Augusto Cesar de Azevedo, do lermo de S010-
caba en S. Paulo, pira os de S. Joilo do Principe
e Bio Claro, na provincia do Rio de Janeiro, por
o haver pedido.
F-i nnmeadi juiz municipal e deorphiVis do ler-
1111 .1- Alcntara n 1 Marimba, u bacharel M.ilhias
Antonio da Fonseea Moral..
Tiveram merce da aarvenlia vilalicia dis ollicios
de l.ihellio do olas e escrivo do eivel, crinie e
piove loria do (erin d 1 F.-eal.i, em Peruambuco,
Malinas de Alhuquerquc e M lio Jnior.
fabellinade olas eescrivao do eivel, crime c or-
Nesa rarenda roram allectados 87 escravoa. mor-
reram do cholera ','.>. Traton-os o Sr. Dr. I.azza-
rino.
A villa de Vassouras conserva-se preservada do
mal, assim conloas ootrasfregueiiasdo lermo, con-
forme parliciparo do I.- do correute
governo um medico, o qoal segu boje para all.
Em Nitherr hv sepelasae no da I, no ecmitcnu
de Maruhv, o radaver de urna pessoa fallecida da
epidemia. Na freguezia de S. Coureuro foram trata-
dos no mez de dezemhro, pelo Sr. Dr. Marcelino,
Piulo llilie.ro Duarle, lo enfermos da mo! -lia re-
No cenu/eriu de Maruhv, em Nilherohy. s-pulla- \ nanle, sendn lioin-ns e :t mullieres livres, e 2
ni-seifn dia : do correule. :i cadveres "de pessoas erares. Beslabelereram todoi
Heridas da epede
Antes de In I- he preciso qn- as conferencias que se pliaos du dilo termo, Joiio Cartel Cavalcaoli de Al-
preparam, garautam para sempre o- principios da huquerqu
pedemia. Para soeeorros aos pobres eafennos da epidemia
|,vpi ""le 'v* achar-se na freguezia da Caearia o Sr. no municipio de Cantagalte concorreram os Srs. le-
lo 'le dercnii.r'n do,UBZ t*' fnnt' l-eile- comnii-sionado pela presidencia nenie-coronel Joiquim Jo- da Silva com 100?, Mo-
cretodel do crrenl inek foi nomaado pa'" s',,ccurr,lr <" doe,lles '' Pdemia. deslo Alves Vie.ra enm :!(>, e capilo Joilo Guer-
Ko lus ,r denominado Cbiador, freguezia da Bem- reiro Besado com 2O0>.
posla. na Parihiba do Sul. appareceu a epedemia, Na l'resnezia da Cacara, segnnjo ruinmuniracao
ledo ceilado en 3 das 7 vi las. II i urna enl'er- ao Sr. Dr. (Uleni de 29 do passado, dos 1(1 .lenles
marta luoccionando sobre a diieccaj dos Srs. cap- aneciados inorreran 2 no da 27, no periodo lgido,
lao Loiz Antonio da Silva Braga o llaximinno Anlo- e os 8 re-la ules eslavam lora de perigo. A populacao
nio da Silva llraga ;*porem a disper-lo da popula- conlinoava alerra la.coucorrendo para laso o exem-
c.lo lorua-a en grande parle improben 1. pelo que po do vigario. O Sr. Dr. Olloni e o sobdelesado er-
11111 dos mdicos en eommissao do governo na villa for-avam-se para reannna-la ; lemlo-se poreni reli-
vai seguir, lli -ii de c in Ijuv -r os incansaveis esorcos rado aipiclle medico para S. Joo do Principe, a che-
do Sr. Dr. Ba/ilio I).m 1-0 de Abrcd, soccorrer 1 gada do Sr. Dr. Franca Leile, rommissionado pela
em seus domicilios os (lenles que nao possam ir pa- | pre-idedeia. deve ler re-lahelccido o animo da popa-
ra a enfermara. 1 lucilo.
O Sr. Dr. Manuel da Silva l'ereira oll'ereceu-se ao Parlio honlein para Jacarepacua, por ordem do
soverno da provincia para prestar os soeeorros de I governo, o Sr. Dr. Molta, alim desurcorrer os ala-
sua proliss.1. a pobreza da villa de S. Jalo do I calos do cholera. Arompanha-o um eufermeiro e
Principe pur occasi.io du epedemia, e sendu acei vai munido de medicamentrs.
lo os seus serviros, segu sem demora para aquella
villa.
lber.I
leo.
One
de martima e a inmonidade da nave-
. ___. ... .. ,.....- L 1 a ____ ..___ v ia a nossa rulado (nsula de caes soldame ile
ilo por toda a liumaiudade. marchando para a con- ... _,,:____,. -, .
', ,._.....,, ""'"'" __ rnixlrniilos, c dolada de eslabelecimeiitos e inslilui-
nuista de todos os obstculos noa a nalureza uan- _.. ,.. .: ,
Lda anda levanta a aCividV e inlellisencia do JJ t^.^n'^tbre V^^S^ZS.
110 m o m
Sonhavii un rf'^'iiurtinarnenlo (lH!-inonl..nlia'i, nos
Iriumptio-i uplendidoi ta civili-juro subre o lempo e
n MpaC0| lia tiiiplciii;' Cosmopolita de todos 114 pOVM,
rpparliii'lo o clubo enhe si, -.egumlo os -iiiIos prin-
cipios da juslKa ilisrihuliva.
Sonhava na rrparilo da lingoa universal, mais bel-
l.i e mala potica rjoe as linj-uas de Homero c de Ci-
cero, echo oTioro de um nico povn, de urna nica
rae* ; e j 1 nao via neiD e>.s bar re ral (uc ainda se-
param os diver-ios nic:nl>rosda familia buin.ina. nem
na. einpunliando o sceplro da forea c da inlelliceii-
cia na trra predestinada do continente americano.
* E oeste xtasi encnnlador do futuro da liumanida-
de. cmhriasado pelas doces illu*oes de minlia al-
ma atormentada e contrariada pela cruel realidade
da vida actual, esqueci-ine dos meus develes de fo-
llietiiii-la hebdomadario.
Era a scaunda-feira letal e lalidica Ja nao havia
lempo de cumprir isiniubas olirigHi^oCS) e cunliadn
na benesnidade tos 1104-os leitore-;, resolvemos lo-
limiles. nem crlafal-t-s, nein cadeias nem rrimes, mi,r um suelo, mas nao lao louc como o de que so-
nem li*.Mli-..f t. .e e>pe<*ie alsmna. >i^nal evidente I z;,'n os I,0^os Inbunaes civis. E cis-alil explicado o
da desconfianra. da su-peila, da inveja. do receio, do I motivo da intcn uprAo do nos^o ephemero trabam,
esoismo. quo sao o ppanagio de urna civili^<: c< im-! cJ' f, quebrado l.irnamos a lomar hoje.
perfeil;:. (ionio Indos os phenonienos que COinpOm a vida
Sonhava e va o templo uuusU e sumnluoso da Idos P0*0*M V*U9 H*m sp"H,r ;* vicissiludes
creacao terreslrc. annunciado, presado, entinado pe- I1"!'"* *' das nan.es ; c o m
los prophelas, pelas \ii^cns, pelos apostlos, pelos
anjos, pelos santos onde so reinava a harmona, o
I amor, a amu.ide, onde rnorava a libprdade.
1 (riuiiiplisivain as crenras, e Chrsto, Onieo sobe-
rano, domina*a luda a homanidade, sb o santo dog-
ma da igualdada e fraternid tle.
Honliava e va Prnamboco, minha citara patria
natal* cernadode nma aureola mmorlal* indino an-
i.enciadof de un. pm-speritlado macnillca.
I-, \a ii *eii porto rlicio de navios le indas as ua-
I riV*. *|*, allralii tn, pela- v:ini,n;ei,- propoiciuiiadas
aos de coniiimnicarao ciesce. mn'tiplica-sc com os
desenvolvimenlos da civilfcarfto., de que sao ao ines-
mo tempo um elemento c um symptoma.
CI 1 rt eleilo, as necesidades acluaes da liossa po-
pulacao,* nie se dt'scnvolve rpidamente, uo s.in ,i>
mc-nm- que se exporimenlavam mU o dominio dos
Italliavos, nirssos conquisladores.
Asiim, a rhamada pnttlf to litrift j.i nao era lirienle para -.'i-fi/oi as nossas novas vi*:*ur.i-; de
transid .
Ale 'rrl" |'A*V, a paiih prvowttt. qui-loda\i-<
a Europa, em sua poltica, ou em sua libe-
rnhda. e conserve a Dinamarca a pa^aaem do Sund
e o direilo de p^rceber all, a titulo de indemnisa-
cao, cerla* portaim li\a l.:s pnn ama metlnla min-
io albein as tarifas acKiae* ; q:ie .uilorise o overno
da monarchia dinamarqti/a a imoor nave^.icao
no Sund certas Inrmalidades necotsarias a se^orauca
commufn du Estado e ds navesanles; ou que to-
da* ni polencias interessadas n > queslo se reuoam
para ceder Dinamarca, i titulo de indfinnisaca >,
im;i compi'nsacao pecuniaria dos direilos de que
ella i;nou al o prsenle ; islo, pode ser justo e le-
gtimo, mas sob a mserva dos principios. II** d'esle
ponto de vista que devem ser consideradas I idas as
propost.is submelli Isis s prximas conferencias de
Copeuhiiuue pelo governo dinamarqoei. 11*? d'esle
nos parece tlever ser permanente^ vem de alguma
sorle cneber es^a lacuna.
Est qnasi concluida, apenas Ihe Talla um mui
pequeo lauro da respectiva smrnicao.
Mas, porque ra/ao foi construida em um sentido
obliquo,i quando era mais fcil, mais econmico.
consIruHla em annulos recios?
A menos que a direrrila que indicamos nao de-
preciasse1ali.,um terreno de marmita privilegiado, he
evidente ,que, sen lo feiU em linha recta, se evitara
um Irajetlo mais lonso, m^iore* despezar, e (Icaria- i
mo com urna obra de belleza arcliilec'.ur.il mais1
perfeita.,
Em consequencia da direcraa prel'eritla pelo nos-
so corpo de eiienheiro* tle |ionles e calcada-, a pon-
te ollerece um aspecto desai;rada\el ao ob--er\atlor.
No lado do Herife corta, no seu alinhamento, o
terco pouj'o mais ou meuos da eoiiMrucc.lo parlica-
lar" que heelexa a de/, palmos do muro de cn-
coslo.
Resultando dalii que o eito nao e*l. como o in-
dicam as simples rearas da arle, no meio da praca
que Ihe lica defronie.
Todo* estes defeitos sewam evit,Tdos, -.? a ponte,
partindo do ponto donde parti, ou nm pouco mais
para cima, em busca do palacio do uoterno, sequis-
se dahi em linha reda para a milra marflfcm do rio.
Ainda repelimos, se nao honve iutem;Vde favo-
recer alsorn terreno do caes d* A pollo, o (ce nao be
ra/oavel a|vi-la do desinh rpsse qti" asianala os ar-
los i|o dire,r.or 'Ia eorporacao tos UOSSOS en^fiit^irn^
to puntes airada*, nao sabemos qr considerarlo
se nppoz a qne .1 potllc, do lado do Recito, nln des-
embocasselem cutio loirar. mais para o norte.
Em verdade* temos para ns qne a ovi-ieiina do
alsuma prel'undidade extraordinaria em semelhanle
direcc.lo, nao podia D>c inspirada a i lea primitiva,
pois que, anda quando bmive-e semelbaide incon-
venienlo, a --ciencia to enuenheiro enrarrejado snp-
ptiria islo ; enlretanlo pencamos que nfloexiste ob--
Cvel que li/esio mudar .1 direr-
FabettiAo tle notas e e-crivao do eivel', crium c
provdoria do lermo do ituiqie, da mesma provin-
cia, Jos<;ear de Vascoucellos.
T dielliao de notas e escriva do eivel, crime c or-
phaos Por decretos de 'S do mesmo me fjram no
meados :
Tenenle-coronel commandanle do cttrpo de caval -
luii n. 8 da eoard-i nacional da provincia do |(iu
tle Janeiro, o inajor (>bri>tiauo Joaquim da Kocha.
Major omaiandanle do '2o c*'ju iJrao avuls de
cavillaria da suarda nacional da meinn provincia,
o capitn i'aulo Cesar de Andrade.
Koi ctincedida a JoAo Vidal I.eile Hibeiro a de-
mi-sio qn* pedio do poslode major ai adn te Je or-
dens do com mandando superior da suarda nacional
lo municipio do Mar de llespinlia da p^^v^ncia de
Minas.
envolvim^nto da popnlac9o recia mam que esla obra
seja para sempre consonada.
.Nesle caso devia haver mai> cuidado e aosto na
construcr.io, para que nao licassem os allos e baix que se nolam no r-tivame ; e at nao fora mo coi-
locar bancos no centro para o descanco erecreio dos
amiuos da pallostra.
Visto termos tocado nesle assumplo, n.lo sera fra
de proposito dixermos aluumas paavras acerca do
caes que < esta couslruinjo ao noile ta punte pro-
visoria, indicaudo-o como lusar proprio para o es-
labelecimcnto de um passciu publico.
Km verdades a nossa bella cidatlt*. que ollerece
tantas proporees naluraes para a creacao de um tu-
pir conveniente, em que a populacao v pur aUuns
momentos descancar das fadlsas da vida, ha muito
que reclama a instituicAo de um parque ou jardn!
publico, unde se respire um ar livre, ese goxe do
espectculo da verdura.
I*n sallemos que o local nao lem proporcoes para
ser um Versailles, lesideiicid de loso e de pumpa
dos anluos reis de franco, ou um If is com o parque de Saint James, mide s* orearam <^-
sa* sol ibas, nMsnilicos jardius Inajecee, no meio
dos quaes se eleva um roebedo feito pela mo do h<>-
meni, sitio de cacada*, de feshns. .lo dan*a*, d*a-
mor e especialmente le negocios le honra, passeia a pe, a ra vallo, em carruauoni, desde o mo-
desta cabriole! ale o soherho ph,.elon e o eleaanlc
wski.
l.nuar onde o amante cheiode illUMies \.u passe.ir
o gunhar com a sua bella, ou romo campalo, ou
Holetim do cholera.Falleeenaa do cholera no
dia ti to correnle ."> pessoa*, sendo 2 mulhere* livres,
e : homens e-crams.
Em 7 do correnle falleccram K pessoas, sendo
toi exonerailo do lugar .lo ebere da nolicU 4a pro- \J^1 TSSi-"""TS h ^T' 2? \
vincia ,1o Maranhao, ojaii Je direilo Vrialo lian- '^"!"? ,null,er ll,re e 8 homen^ e ""'"*
luira islo ; enlrelnnl
ralo alnilni Inrenc
co ^in liuhii roela.
(Iii.inlo ii execuc.l i .1.1 0I.1.1. pe.lia ii'ii:i. Kmlinra .1 uoxii ponte *p denominfl pronto
amia raparos, no ,a piule ilurai mullos anuo- : e as nei'e-.ii|ailes .lo.le
1 II I
nir
con.-, tesleniiiiiha ilc um duel > : mide <> poela vai
meditar o esrjuflrlo de '^n inelodraina, rompnr 'I
-nina- seenas ilc trazedla, ou iil^uu.ns copia- de un
van IcmIIc.
l.ni elleilo, sallemos que < sitio injieado poi mis
para passeio publico, un., lem proporcf.es pora o .les-
envolvimenti de semolhantes maeiilHceneias.
Mas, o ////./<-/'i/7. ein I.on.lies lambem esl cnl-
loc.i.lo no iiitcrior da cidade, ein un reriutn pouco
esleiiso, ronli^uo e Irunleiro no palacio .1..- soliera-
ii>>- l.iilanico-.
I- loilaviu '-!. J-.. -.'i.i lie .. Inn r .11 reunan le
luda .i- p. .'.i i-l.-.'.inli-- ,11 rapilnl .1.. tierno I ni
.lo. be para ahi .po alllueu. a lacle, allr.llil.tas pela
| iiiiini.la.le e belleza .1. -ili.i, e pelo. \an idus .h\ei
ileira lluarle
Koran nomeadoa: w
Chefe de policia da provincia do Maranlino, o juiz
de ilire.lo Antonio Marcelliuo .Nones liooralTes.
Jui/. especial .1. coniuiercio .la dita provincia, o
juu .le direilo Auo-tiiiho .Moreiru tiaerra.
.lu/, .le direilo .la primeira vara crime da comer-
ca .11 capital d. dita provincia, o Ilr. Virialo Ban-
deira Dairte.
l'or decreto de31 de dezemhro lindo :
Koi apre-enlddo o padre Manuel Angelo lavares
Bastos, na fresuezia de S. Domingos da Boa-Vista,
no RioGnama do bispado do l1.mi.
I'oram removidos por assim o pedirem :
O jui/. de direilo Ignacio Cirios Freir de Cirva-
timenlos, de une as suas ras sao lrei)u?iilemenlc o
thealro.
lie pela volla das cinco horas da Urde que come-
en i. concurrencia, a i|ual denlro em pouco se toma
uuinerosissiina.
Duques, lords, negociantes, membros do parla-
monto, fabricantes, banqueirns, jurisconsultos, poe-
tas, homens de lellr.is : ludo all se v Confundido.
As seolioras lu viio ostentar o laxo e a elegancia
maia apurada das modas ; i riqueza e o puto se dilo
as uians para ra/ereiu Iriunipbar os seus encanlos, e,
pida sua |iarle. o* cavalUiros ilo lom. nada e*que-
coin deqnanto a lafularia Ihcspde olTereeervaola-
joso para attrahirem os olbos das formosai la.lies.
Os encontr-amorosos, e as seenas ile ualanleria
se rcpeleni a cada pa-iso : o dandysiuo la/ brilbar
todas as suas uracas ; o laxo e a belleza ostentan o
sen poderoso imperio : cmlim, nao ae pude ser i\,\ boa
sociedade,sem ir pa-sear a Itydt-t'ark.
Se a nosM lembranra l.'.r adopta.la, sabemos que
o passcio publico que se huover de crear, mo pro-
(i.u clonara ein principio tantas diatraerdes, nio
>er 'errtiles, nem />'> de Uoulogne, nem ////.'.-
Par:
Mas pode vir a ser. n un prximo futuro, un s'i-
tio encantador, um lucar de bel'. e agradavel nao-
sutempo.
liona elTeilo, quauto nao sera bello xcr dentro de
nina cidade, n inarueni .!e mu esparoso rio, en urna
arando eitenaao, nma floresta artilicial dearvores
frondosas, plantadas -obre ama lida alcatifa de ver-
dura, com elegantes asenlos, unde em certos dias
da -.mu.na o liomcn va souliar e delirar ao som da
snaxc harmona da musir, ou conversar eom um
amigo, ou admirar a belleza de nm ero, cujo azul
he mais poelicu que o das ondas .1. Adritico, lao
galludo pelos poclai.
KiilallllCle, a i h-a que suggviimoa nao he nina
c mi- i desarrasoada, nem nm projeclo de esecorilo
diflicil e dispendiosa, be nina rrraeso mui re.di-
i-avel, e ueralmenle reclamada |or uaeionaes e es-
Irau&eiros.
A niu-i.a b" nma fonle e p.na pro\ i lo nao sena precio riworrer nos lem-
pos I ibillo* '.< V.i.i.m.i.i lli pilen.
esrravas.
.Mortalidade tolal ilos cholencos ale anle-hmilim
.0-J2. sendo :
l,:ii' ; homens 1,199, mullieres 733
Livre
Escravos .
(ioodices inc
l.IKil ;
l.O
I. II'-',
2,716
.-,!,' 1
tHH.
11. -'...i ia ,i .i I. n. 1 l. lu 1 .1,11 ICOS, en que >,.
Illll- i niel di l -\t i. . 1 lllll | 'i ... i 1 .i. quer -..-
hro i.,. I.i l.i M.tl. .|:i M 1 i.- i iel i . |bvi 1.
- 10 ._
Molestia reinante.I.-sa no Coneio ia I icio-
ra de >> do panada :
.. (".un aschnvas evento du sul que lem ruinado
ha mais de I "> .liaslem apparecido nesla ridade mui-
los casos de cbiiK-ia-unirlni-. e a maior parle dechu-
Nao lie o inlinilo do bello, mas he urna das le-
nas mais prestigiosas da arle, he o iitsliucto do
coracao, a parle potica do scndmeulo que reve-
la Deas ao hoineni, c Ihe permille imaginar, desejar
e amar o ideal.
Entretanto, nem loda a aenle go/a do privilegio
de sentir as emoee* que ella levanta no espirito; e
ale ha pessoas, polo que cm mui pequeo numero,
que prel'erem a resonancia estrondosa de un carro
aos encantos deliciosos da msica.
.Ma, otistem outras le quero ludo se pode al-
eancar por meio desta arta verdadeianienle divina,
e lenlem um prazer incxprimivcl as inellaveis
emoees da harinouia.
Balamos deaejneosde ouvir asa&radaveis vaaea que
compOe a compauhia Ivrica do Sr. Kamoiida : mas
infelizmente atada n.lo sabemos quando comccar.i
os especl.nulos que nos pretende dar no Sania
Isabel.
Todava, o que be certa he que enlre as diver-as
peripecias que se lem dado a esle isapolla. o laclo
que mais lem preuccup,,do os amadores do canto he
0 monopolio artstico que se fez .lo- lujare- da sala.
Secundo duas pi.rtarias do soverno, publicadas ua
eazi in Bfncial, nos IVruamhucanos, pelo orgo da
primeira auloridade provincial, redemos compa-
uhia o thealro, una propiiei1a.tr coinuium nu valor
de liezenlos a quatroeentoa ronlos, e mais urna sub-
vencati .le donscontosde res por um mez. de repre-
sentaces l\ ricas.
Ora. i vista disto ido regolaraeato da Ihealro.
peii-.ii.i"- que niusiieni poda esperulnr ron o bi-
llietcs. .ii-liiltiiiinlt.-o- ein sei;redo. tulre cerlas o
ilele minadas pessoas.
o ihealro nio lo- urna empreza parUcalar, he mu
c-labele. iiiiento publico, niiimum ; o paraenja m.i-
nutcnriio i. I..- nos coucorreroos indistinclainente.
Auu enliMil.Mii.i-. c be de toda exideinio que os
espectculos dexiain sor annnncsados de anletnlo, o
los bilhetes eipiisl s a conenrrencia publica, emlora
se elevassem os preros, |iara se oceorret a- desnaeas
no caso .le que a -iihuM.ru do governo e o reudi-
nieulo da rasa ni" lo -en sullii iciilc-.
M i-, iioin-a -.'na |u-lo proceder--!' como -i* lem
pro edidu i i-'i -;i. ,:... ...i, ,, man i !. mv-leii.'.
i. un I.. niiM.lera. alien. i i que ,,ii
1 I"'- ,.-!- -'Mllpl.........los ..
i Ibduluh / ^'. 1
II
i\/r-|


imiu n s.6
lera rulniiiiaulc ; su boje. I, baixaram a' sepultura razan, nidenon o gnvcrm* la provincia que para
ti paHOll : lamo* falla de alguna medicamento B all seguiste un fraile capucliiulio, pcrcehcndo a
mesmo os duplique, o su Heos mis podara' gralilicacgo de 30? para ealheqoia-los.
valer. Descobrio-se uu Joazeiro un lomo, que *e al-
l.i"-se no mesino jornal: guan alrevor-ae a penelra-lo para mu minucioso
Temosa vi-ia uma caria de Benevente de 10 do exame, se achara no meio do um povo civih-alo
crrente: al aquella dala liiiliam baiudo a' epul-1 que all habita sera ninguem aber que familia
tura lio pessoag ; segunde no* informan), a cpede- ( perlones He esta una nulica hablante imporlan-
mia reerudeacia as villas da Deneveuto o Guarapa-
rv com maiiir intensidade. I'o llnpemerim nao te-
mot Doliciaa.
i-hrnal do Commercio do Kio.l
BAHA,
ti de Janeiro.
Solidas de. Sergipe.
Kxlialiimos n seguiile d'uma caria :
o Aqui lodos Ivm sorldo mais 011 monos : mis
choram a falla de prenle e amigos : oulroa la-
inenlam o gravi-simo prejui/u, que lom soU'rido ein
seu escravut ; o a ruaior parle uiua c nutra eouaa !
A opedemia leni diminuida inuito de sen furor
mis logares onde pnmeirameiito appareceo, mas | metlico mu expressivo
eeotinua em oulros com eamcter bem pernicioso. lomnas p.-ileiu. qu pan
te, dada por upi los dmsos joroaes. seni comludo
garantir a tua veracidade ; o para Vmc< ler scien-
cfa do faci, van uarra-lo como me periDlleo en-
genlio.
Dictante do Joazeiro, cerca le vinte leseas e pro-
lirno ao riacho do salitre, lu uma caverna, cujos
limilea nao sao nimia cunhecidos ; para entrar-Si
uella lioa*iisler descer-se una rampa de pedra ; o
primeiro aUo qoe se encontra all, poder conler
diiis mil pessoas : a abobada de podra que o colire,
lein Iriuia bracas de altura, o della goteja agua
cristalina, pen ten I" de espiro a' espacio aguilillas
de pedra que curre pondera i iramides erguidas ilo
pavimento < urna deltas percutida sahe um som | ** do* "**""to
oulros lugares ha co-
lor a abobada) com
ro para a poiituaiidadc que deven) ler os navios dest
urdem.
A altan.l-\:a renden do dia I i a l'.l, t(>7::l.l'.l.-l'.i:i.
Fallecern! durante a semana : I > liomcns, 7 mu*
Hieres e IS prvulos. |vrM : | niullier o zi prvulos,
escravis : au lodo l.
PAGINA AVULSA.
A'.ni besM serviros teiu prestado o propriulario d i formas completa -.- bem acabadas. Paseando o pit-
eiigeiiho l-'eilircira, medico poli iieresMdadc, soc muro ala i, momira-sa nutro de um eovado de al-
correudo ao pobre e ao rico, a qualqticr llora e euli tura, u un qual lia lavoivs que indicem obra d'arle.
qualquor iislam-ia. I lia oulros saines e corre lores, que, seaondo a opi-
t> que segu pode servir para se calcular a enor- nio do povo supersticioso lie a Irn la do in/erno,
midade dos prejaitos, que lem Itdo a provincia ; ele o faiiismo lein inventado que n'aquella caverna
quao tristes conaequenclas nao nos traa' osla erise I''' misterios creados pela imagliiacAo, aonde scope-
Dos assentu dos mulos consta que a eidade de La- | ram uiilatres Ix'esse raminho infernal, san du-
rangeiras lem perdido .700 pesaoas, a de Usroini
750, a villa do U osario 700, ('.apella 300, Propina
liNO. Villa Nova lii'. seminando 5,'2'KI victimas !
Deve-se. poroui. nolar que em Larangeiras o
mal recrudesceu. c em Marouii nuuca esleve ex-
linclo. A moi i.inJa I que lem liavido na Villa da
Capella, lem sido quasi tola de genio de fura, in-
clusive alguns refugiados da do Rosario.
as soiiimas que all licam nao esl.io compreheii-
didos en3o os Corpus que se cnlerraraiu nos cen i-
Icrios das duas cidadei c das villas mencionadas ;
por lano av.iliando-se ein 2,30(1 as pessoas que
morreras] nos campos, lerenoe7,790 victimas, don-
de se pode concluir, seni reeeio de errar, que a
provincia perdeu suas 15,(100 almas, porque a mnr-
tandade de lora fui superior a dos povoados. o ueiu
poda deixar de sor, como Fcilmente se compre-
liendea'. i
I Jornal da llahia.
I'o medico que so aclia no cngeiiho t-rrguezia do
Sr. visconde de Pase obtivemo. as seguin.es nilor-
ina^oes sobre a applicacilodu sumo de liui.Ao aosclio-
lericos ; c oouioas coiisideraino de g/ande ulilida-
de, para a liuuiuuidade, apress uuos uos em publi-
ca-las. ineroceudo-nos inleira conliauca por vir de
um denossos dislinclos praticos.
IVincipiei a. dar o sumo de limao inleruauenlo
no dia 19 do crrente, conforme rcconjruenda o Dr.
Castro no seo ollicin dirigido ao presidente do Para',
o doseu resultado paseo a' dar sumida conla.
e Nove pcsoas entre forros e escravos foraiu sub-
mellidas a'este Iratameiilo : duassuecumhiram,cui-
ca estao rcslabellecidas, a duas-em couvaleconcs, es
dous fallecidos eslavam ja em tralameulo, e uma ful
acconimeltida quasi fuluiiiiante : os cinco reslatiele-
cidos csliveram uo I" e~J periodo quatro, e um no
lercciro : os dous em eoaealetcenca :umccravoi foi
atacado uo ullimo periodo lia S dtas) cedendo im-
mediatamenle, bem como os de mais, c diarrbea,
sede devoradora, appareeendo a teaeco coadjuvada
pelos revulsivos externos, a ciieres de piuneula nia-
laguela.
llevo porni declarar por amor da verdade.c a'
Imm da buinaiiidade, que, o feliz resultado, e com
promplidao oblido deale simples remedio, nos mu-
cos casos em que o leulia empreado, excede a' lodos
os Iratamenlos por ruini miiuslr.idos, fazendo desap-
parener, como por milamc.a sede devoradora que as
vezes lauto II i^ dia os cholencos; Irazeudo em quasi
todos, ou I presentando urna extrema prslrac.io, a
qual os maiores cuidados exisc que se lenlia com os
doeutes.
Em 30 de dezcmliro de ISjj.
[Diario da llahia.
JUtRKSl'ttMtKXCIAS t)< MARIO DK PBB
IVAHBUCO-
BAilIA.
San Salvador 17 de Janeiro.
Anda desla vez permille-ice o lempo oceupar as
culumuas do seu Diario cun os incus borroes; c
creio que islo durara alequando a miiiha disponibi-
lidad? e a vonlade de Vmc. quizerem ; logo porem
que cliegar para mim alguiuas migalhas Ha laula
mesa do or;amento, deisarei de ser leu borrador ;
pois lie loucura c ab-urdo ibdisculpavel.
ii Perder lempo, saudee paciencia,
Para ir em negra estampa correr mundo
ir Apoz um nome vao....u
lia pouco que dizer a respeilo do que lem aqu nc-
corrido; porque depoisdosestraeos da epidemia, lie
dillicil adiar um pobre correspondente materia -ufii-
cieule para o lr.ib.ilho de rabtsear noticias dignas de
o judeu errante da as suas audiencias
A cha so em nosso porlo, chegado hoiilcm, o
Wpor brasileo 'arana, procedente dos purlos do
sul.
lerc.nos agora ruis diulieiro ua pn(i -' He pro-
vavel.
Temos um mitro llrpheu ; mas este lie da clas-
uada monos do somo anuos, viudo l desses Aracalvs, ruivo,
fcicues ie caria -oograplica- Este dandi/ de pregas
lio un Adonis das i/i/:"+i"'i'ii'is, e quaudo dolas es-
la veehado, corre a uma (inuia, pe-se em menores,
e loca a ciliar, e de cilios para aoS ivos ; dos uives
aosgrasddos, dos grasiiiidos aos berros ; los berros
desee aos miado:-, dos miadas aos piados : dos pia-
dos aes roncos : dos ronces la vai aos silvados, dos
silvados a borradla ; da borracha a secretoria, t
uhscoridade lolal ; cirenmstaucia esta, que escapou dabi esl promplo o ineu velho Orphen para oulra
,- ,' *.", ,' i couiuuccao de la ; osles iccessos iluram alo depois
linio islo lio relata lo por um curioso, (iiie vi-ilou .. ... ,
.. referida caverna ha perlo de dous mezes. Don- ,lle """' '"",e- "' permilluido, que a visinhaiie re-
voiii lois lcmbii-s a i govonio, que exija iiiTur- ; l'ouse. Sabis, loitor, mide mora essa .crea csca-
maees da* anloridades mais prximas ao lugar, na- mosu '.' N'um becco que nao he estrello,
ra sti proceder om exame acieiititicc respeilo des-; Se,, c uvilll0, uiicr, c Ul} C0U!il ,1|uj.
la impurlante porcao do globo, abandonada a scicn- ... .
cia e a' historia. ~~'lue os luconiiuodados sao os que se nitidam.
idu'gou no vapor Paran portador seguro destalNu entende assim o Sr. / ira-becco, que porseus
mi.sivs, dtenlas e lanas praeas, que vem prestir hllalorioa, queisas e lamorias, fez com que a reliaa-
aqu o sewieo da Biiarn.rao. etc.. em subsl.luicao ao ,0 du lci, ,, p |ev.nwso um lelheiro ua
i' bilalhao d arlilhana. que ltimamente seoinra ,
para a cOrle por ordem do governo geral. eslora, anm de que o luino nao o incommoaasse,
Correo com a cliegada do mesmo vapor, que olquando Srao. esta nos espacos imaginarios dos sena
enle-coronel Uagalhaes Caslru pasta o commaii- U/nis /orles '. ludo islo sena mudo cotia!, se as ca-
llo superior inler.uo da suarda nacional desla ca- (sas. e,u ,ra< d0M, ,eh J(1, m, sllri-
pilal para oulro ofticiaJ mais sraduado, pois segundo
a li quo rcfoniiou o.sa milicia n ni llie compela o ,em com o luino, que do lelheiro salle em grossas
dito oomm.indu: a ser exarla a noticia, gauh.iram os columnas, privando al chegar-se as jauellas. Ora,
seos dosafiros no rogo. mla seuhor, pelo amor de Dos, nao queira sacrili-
Aqui dovo conclinr, ja que de mais liada ule re- i _... .,,..,. ... i. n .. ,
eordo ; o, pois, eonelnindo, nao sei se dc,Ia vez T^J^T eommodo de
disso muitasasneiras ; mas. caso assim jillguera os
corruebo das Ibas, que tirando nina bella nympha
parasen |iar disse-lhe a segninle linaza:
.Vem ftiicAa e.rilen.ria save 01 gHstinlws yi/c
Itoje Ubi ; mu /.,i de ijuadrilhari] com bicha e.ri- \ quelanln necessila "ssa baria, cque neiihiiui cxisle,
len.iia, u oulra fui de ciiidcri un pucachilo de (a- I quer da parlo da roparticao da pratieagem, quer da
a O que acabo de narrar lie n que consta oflicial-1 lilicas dos convivas que de lodos os sen autillos ran- ,cullo dos antepassados;como seria inrouvemenle que
inenle pela reparlica ida pralcagein, este quadro cores se cqueciain. leudo somenle era visla o mu- uin superior adorass- seu inferior, secue- de prejuizo c risco de vidas, espero que augmente o livo da reuniilo. I-, portanlo compiti fe lornou o ,
numero d| ininias exi-encias sobre soccorroi.de rontenlamenlo de lodos, em cojas faces so se ileso- au?""" ",0 nnmem he enobrecido. oiivcj que .cu.
rinlia ae trigo peYe ijuealli assim a um canto da
lleudla liiiltn o senhor i inei patriio,
A moca emolieren at a raz dos cabellos, desa-
puuiou completamente, e relirou-se com desprezc
para o seu lug^r.
<' V.<\ nao son eapitalisla
Pois apenas sou caixoiro
Mas espero ler dinheiro
Pois culrei na loler ia
Teulio premio qualqu.'r da.
Sendo o sculo das raridades ludo que nello
se pralicasso dovoria sor raro ; mas nSo he assim:
as traiicaiicias sao frequentes.
Nada mais fcil para o laiapio lo que pasear tem.
Km um da da semana pausada VO-S0 um malulo
que vendia gallinhas claman lo por um escandaloso
roubo que l'ie lizeram : indagado, coutou que indo
parte da dn-monl ida capitana dcste porto ; e per-
mita V. Exc. qiii: com o devido respeilo sinla que
endoesta provincia em navegacao a quarla do im-
perio, acha-se em tanto abandono os auxilios de
soccorros a siia parle marilima, quan lo pelo mi es-
lado de suas barras devia ser ella a primeira allen-
divel. o
Por caria imperial de -' i do passa lo foi uomeado
presidente da provincia de Sergipe o Dr- Salvador
Correa de Sa' e Benevides.
O Sr.'Dr. Jernimo Jos Teixcira Jnior foi agra-
ciado com o foro de lidalgo cavalleiro da casa impe-
rial.
Aeoinpanhia brasileira de paquetes a vapor linlia
ollecluado um dividendo de ^|>(oo, correspondente
ao segundo semestre do auno passado.
Por decreto de 9 do correle foi nomeado Candi-
dolase Perreira Alvim para Ihesoureiro da ihesou-
raria de fazenda da provincia do Hio tirando do
Sul.
Na llahia anda se azia sentir o najante errante,
em urnas partes com grande intensidade ecm oulras
uliava a alegra. Possa esse exemplo aproveitar s e-ses i avos S,'JH" r"'" He.
emperrados que teom para si ser a clausura n me- A adininislracao superior esl.i em Pekn junto ,1
Unir meio de edueafjto, oque quercm confundir imperador, cada ministerio con.lilue um tribunal ou
- nobre ileseinliaraco e auiabilidaJe das senlioras
com a liceuciosidade !
Felizmente as Nazarenas soberam mostrar que
conheciam as tracas da allianea, da hclle/a c da
anialiilidade. Emlim. para lu lo dizer-lhe om uma
si palavra, basta confessar-lhe que. spexar dos
mens tiO isneiros, tive uiinhas cocegas de estirar
as gamheas, qnando vi reunido. Iriula bellos pares
dansantes, alem de varias senlioras que oceupa-
vam assenlos. e eram pracas murtas.
Servio de fecho a lodos estes foliares uma dansa
de corda em que liguraram a dansarina e um sen
lilhinho, que representa ler ."> annos. O desant-
penlio hii sullrivel; a concurrencia de povo im-
menso; mas a msica foi de barheiros, nao os de
Seviglia, e sim da villa de Jacea, nu All ni Ira.
Tiveram votos denlre o povo. para qoe o tac inli-
collegio. que renta dous presidentes uin chin ou-
lro inanlchoii. Assim lein -e o tribunal dos eiiipi,*-
gos civis, o das rendas publica, dos rilo-, da guerra,
dos casligos, das obras publicas. Alem deslr, mi-
nisterios regulares, a reparlicao das colonia- izoveriia
os estados estriugeiros sujeitos ao imperio, o fura du
mecanismo administrativo, o ollicio de censura viga
a todos ; neulium fuuccionsrio, nem mesmo o impc
rador esl iscnlo de suas admoestacoes. Kiiulnicun
a academia de llau-Siu, que representa para as lel-
tras chinesas nossa academia franceza, lem lamuciu
allribuicoes polticas; ella esl encarregada, alcas de
outros cuidados, da iiispecc.io das publicaoues olli-
^
pela ra da Concordia cliamaram-lhe de uma casa,' Io ^'<"^n
.....,_____ ,. ,. De uma can a, publicada no Jornal do llahia. ea-
eoereceudu-llieodonoums quaiilia.que Ihe agr- ..ril,(.( ,, k,,.,,,,,,,,, exlraliimot o segninle:
don pola carga las salliuhas haln a bai.ro. Man- o cholera conlinou intenso. Ha casos fulini-
dou-se soltar uo quintal as gallinhas, e depois ar- nanles. que se altribaem ao desprezo que os habi-
repende-se o comprador dizendo ao simplono do l antes ram dos prdromos da molestia. As sepul-
turas do eemilerios do Mucurv.e lo cnsenho S.
lenlo lo Inhala lem apenas dous e tres palmos de
Sr. freguez, eslou arrependidu do negocio, por- i profundidad ; os ciles e os urulius fazem paslo los
que comproi mais gallinhas do que precisava ; 20 cadveres! As evhalacaes ptridas,que despreudeni.
seus nuinerososleiloros. espero que me relevem, por
<|ue nao esta' as uiinhas maos fa/ec con-a me-
liior ; silesejo porem, que nao me criminein injus-
taueute, e confessando cu a nsinha ignorancia, di-
rei como Scratespenes te esl miledicrre. pene*
me aulcm recle audiremostrando-lhei nesla cila-
;o. que pesco alguina cousa ilo que disseram e es-
crever.ini os sabios.
RECIPE i'J DE JANEIRO DE 1856.
AS 6 HORAS DA TARDE.
IETI0SPECT0 SE;! IML
Apenas livemosdorante a semana passada um va-
por do Nurle, e por elle lOUbemu que o (bolera na
cap;: il do Para eslava quasi cxtinclo.
Entretanto os raros casos que ainds app.ireeiam'
de looge em looge, ism sondo felizmente combali-
dos com o suco de limao, juc continua a ser prc-
conisado peto presidente da commissSo
publica da dita provincia.
lanas familias.
Ol la Sr. da reliu.iro '. quanlo antes arreic esse
lelheiro, do contrario (em de se haver com usca e
com i Sr. lseal !
Faz-so de trigo a farinha
l>o porco se faz presunto,
Nao lia sertco som assumplo.
t> nao lo be quem guardas viulia.
.N.io ha ovo sem gallioha,
-Nao lia gallo sem poleiro :
Cun saudc e pe ligciro
lle vagar se vai ao longe,
lint certa Itibeira ha Monge
lile abai.ro o tea lelheiro.
san laes que nao ha quem cm llora alguma possa
j aproximar-se das sepulturas. i>
Em Sergipe o bolera decliuava em quasi lodos os
pontos mulo primeiro se apreseniou ; em Larangei-
ras depois de ler diminuido recrudcsceu. mas fe-
i lizmeuie som intensidade.
, Na eidade de Maroim anda morrero i e (> por
bian- ,,(.,.
No Rio licavam carregando para Pernambuco os
Beguinles navios:
Vapor porlngnei /). I'ero II, que sabia a ii do
correle, as III horas da mandila.
Brigue-eseona braaileiro Mario.
Na llahia (cava smenle a estregar para esle por-
tillados msicos dessem ferias: na verdade, nunca ; c'ae* e da redaccao dos ssssssas do ini|M-riu.
assistiinos a tiio desapiedado eslropiaiiieulo de pecas
:lc msica Nao podemos concluir esle periodo,
sem formular um pedido ao me-lre lanorencio, e
lie que os passe a-bollos, quando chegarom a
Pao-d'Alho, e os pon! a pao e larauja por mullos
d ias-.
Os actos lo gavorno sao publica los na a-ela o/p-
ial de l'ekin, peridico quodidiano de cerca de '<>
pagina-, cu.lando 11 fraucus por anoo.
As capitaes das provincias tambera lem o seu pi
riodico c alem disto iraprime-se todos o- limestro^uss
Concluida a nolica dos dlfert.roenlos, cuja de,- i.vros dos empegos, especie de almauak up..,al.
cnpcao tica leita, levo em aditamento acres- ......
contar, que houveram miiilos janlares, em que as! ''ue dil a UiU ampiela c aulhenlic. de lodos nu.
libacOes foram copiosas, mas som perigo, gracas a ; morosos funccioiunos du imperio.
Pega ladreo A quadrilba do Kecie inudou
eu quarlel-general para a roa da l'raia, lugar hoja
mais coucorrido pelos malulos. Apiem la [mlicia !
Pego nesses ladrees des[ieiados. que a barbas enchu-
tas ombaiii da accao d,i juslica !
A cspeculacao e 1 i.lroeiras eslio cm seu auge,
de liyiene ic ""*'"' cllealce dellas para desmascara-las.
\iri-,tiberio comprou a um malulo lo
Todava, sem embargo dos lisoogeiros resaltados {lliu Gnm colhidos por meio deste remedio na eidade de ilelem. lro>uc de l)eixe scccu- l'epois le estar ein casa
alguiis mdicos entre nos se obslinaiii em impgnalo, P*"e lre' dW >>" ao misero malu-
cous:derando-o impotente e prejudicial ao organismo :lo ~ 1uc Pl >-u"las Ihe faltava 96|000 rs., que
humano ;e al, no seu sanio zelo pelo prximo, ll,e devia "Ulnir esse dinheiro, e qoerendo ver se
chegam a censurar o presidente da commissSo de PBn> bixas, oi queixar-se a policio dizen-
hygicne publica desla provincia, por haver consa- do ane linl" l""los ercis para gastar, com lauto
que o malulo sidiresse Tem razio meu bronco ;es-
gallinhas he nimia cousa...
o matulo saitou.
JO, Sr. eapilio Veja \ S. que sao :V2.
Qual M manilo !
Inhor-sim M "...
O tal espertalhaa vendo que nu colava a
quinha, Ira va du braco do malulo so leva a uma
jauelle,que ve-sea lielein.ao.
V aquella casa'.' lio a cadeia...
O malulo cumprehendeu sua pwu-ao, po-i;.io d1'
lioraeui pobre, da desvalida clasae do povo, tomou o
ciiigitcrador. alou o cinto, ajunloii casquete na ;lo escuna brasileira Xetlosa
i aboca, e nada mais fez senao descer, eucarapilar-se i >^/"v'kr4\-4x>
no lazarenlo animal, arrumar com paciencia as doze Estavanliw com o trabalho muilo adiantado quau-
gotinhus as capoeiras, e largar-so por all alora 1 do nos foi entregue nossa correspondencia de Ma-
dando gracas a Heos le mo ir parar no ehilindr. I '. qoe coaturna vir por nulo particular, e sendo
,<___r. .. ,. ._,-____.- mu extensa limilamo-iios a cxlrahir della os se-
Consta-nos quo os Jsrs. religiosos do Carino vao ujll)ljs ,rec|10s .
desoecupar ja' o lugar destinado pelo Sr. coiiselheiro Eslava exlinclo o cholera nos logares de Piasn-
preeideole para hospital durante a epidemia. j bussu'. Penedo e mais povoados da margem do Kio
Os Srs, religiosos Franciscanos lambem eslaodis- de s- Fraueiseo lando fallecido cerca de .000 pes-
..-i,.. -.__.- i ,j r-1 soasde JS.1KHI, em que he calculada a nonulacao da
posto a preslarem-sc caridosainen c a ludu que for .,.,, ,,,' ,, ,, ""'"" i!""'."
_ i comarca ue retiedo. luda so arliavun atacados os
em benelicio dos pobres. I municipios da l'almeira dos indios, da Assembla,
Nao he ueste vallo de miserias que acharan a re- Malta-Grande, varios lugares do de tala, menos
compensa merecida SOS actos de caridade evaugclica : c*'" V'1.1 s- Ml-l'ei- Alogoas, e na capital o seus
.__. ,, .. suburbios Jaragou, Pniussara, Fontal da liarra e
ie por ella e en. iiomede Heos sacril.cam lilas| Bebedooro chegou a morlalidada de 10*14 pes-
soas de 40 a 30, que eram accommeltidas diaria-
mente, porem nos ltimos dona dias iinba bailado
a li e 3. O limao luiha sido empregado rom bous
resultados em Alalaia. As noticias de I'apacai.-a
que all corriam ertmdesagradaveis, fallndose
em oulras victimas iiporlaiiies alem da do Dr.
Amaconas.
iulervenclo do galo, ]ue mili foliziiienle acaba de
ser inlr i In/ido aqui. E nem vai nisto motivo
para admiracao, porque leino lambem por c.i Cri-
mea, e Alliados, e foi desles engeulios que nos veio
tal frucliiiha nova.
A adminislracao das provincias he rouliada i vur-
reis u.nneados pelo imperador, o- quacs lem lodos OS
poderes reunidos em suas maos; abaixo de-lo-. a au
toridade civil se separa da autoridtde militar, ma.
Concluimos a nossa correspondencia, dizendo que as funcones administrativas, linanceira. jodscrias,
se falla em cholera mas nao lem apparecido caso elc., Iicam stmprt coufundidas ale o ulimo ssjsjsas,
algum. segundo inlorina o Dr. Siinfronn.
Saade, patacos e a mizericordia de Dos Ihe de-
seja.
O Dilelanti.
Nazarelh 15 de Janeiro de 1836.
O
liamonlcadc -
da alilcf*.' -
.vilTi-ni ruin.
gradosemelhante meio de curativo.
\ erdade lie que o empreo do sueco de timan aind.
nao r.'qucr lilulos acadmicos, e iiesie caso vai of_
aTenilor iimilos inleiesses particulares, e prejudicar
liomeopalhas c allopalhas.
As provincias daquelle la lo do imperio iiraram
tranquillas, e anda livrcs da epidemia.
Segundo carias que recebemos da comarca do ltio-
jo, a pesie au se linln rntuifestaiiu naquella locali-
dade ; de sorte qoe o ollicio da cmara municipal
de Cimbres ao goveruo a provincia, 'pcJindo sue-
le e nada sahe dos bicos da penna. digno de ser lido,
apo/ar do inauditos exforcsM. Se en eslivesso com-
prontellido para com Vme. a respeilo do material ne-
cossario an creseimenlo das leagas columnas doseu
imporlaule jornal, o primeiro do lra-il que subi
tito ai lo, eslava eu bem servido com a roiuha inca-
pacidade; mas n.lo son obrigado a dar mais do que
posso. pois nem ao menos para isso mesmo oossuo a
necessaria aplido; mal baja o lempo que perdi ua
vadiac.lo '.
Nao sou escriplor para dirigir o raciocinio pelo
vehculo da lgica, precalcus que coiiduzem os pu-
blicistas as alturas da cloquencia, e fazem apparece-
los sem cusi e:u toda a parle com suas luminosas
nicas; simples correspondente, nao he reparavel
semelhante talla, uma vez qoe a iinprcusa he mu
porlo franco, onde nao ha quareiileua para os borra-
dores do meu carador, c a unilacao dos que auion-
toam "ella absurdos de lodos o graos, vuu passando
por alguma cousa, sem me importar com cortos im-
pedimentos, que cusluoiain embargar a' uos-a curio-
sidade.
Ora liiialisaudo esle exordio, que ia sabindo con-
tra o preceilos de Illair, vou puchar pela memoria
liara ver se posso dizer alguma cousa a' respeilo do
que passou-se, depois da miulia ultima missiva.
O Eiiii. r. Tiberio, presidente de3ta provincia,
tcocionando visitar varias localidades della. parlio
to dia 7 do correnle para a eidade de Sanio Amaro,
acompanhado le um oflicial da sua secretaria, sen
ajudanle de ordena, dous mdicos, um engeuheiro, o
cuinmaudauledo corpo de polica, o Dr. Sanios, etc.
Serian) cinco horas da larde quando aili chegou S.
Ext, e desembarcando iingio-se i casa do Dr. juiz
de direito'Aiiloiiio Couralves Marlins, queja o aspe-
rava para hospeda-lo com a deceucia o lm mal la.les
dignas da primeira anloridade lo provincia.
No dia seguiule percorreu eidade S. Exc. acom-
panhado de um grande concurso do cidadaos, e de-
pois de examinar c visitar o ccmilerio, o maladomo
publico, a obra da estrada e poute de Crico etc.,
recolheo-se quasi a' uma hora da larde ; resultando
le Uo imporlaule visita alguus mclhorameulos sani-
tarios e ma ler; ao-, para osquaes numcou varias com.
missoes que se eucarregassem do seu promplo de-
scnvo'lvimenlo.
Deixaudo S. Exc. no dia 9 as li horas da laido, a
eidade de Santo Amaro, dirigio-se a villa de San
I raucisco, cuja cliegada foi auuuuciada com girn-
dulas de logeles e oulras demouslraccs lilhas da
gratidto e do respeilo de que he merecedor o digno
adminislrador lesta piovincia. que durante o lempo
do seu governu lem sabido equilibrar a juslica com
o devor.
Depois de aceitar S. Esc. um espleudido brinde,
nado pelo juiz municipal e de orphos daquella vil-
la, vi-ilou a casa da cmara, o lugar do velho e do
novo ccmilerio, e o convenio de San francisco, so-
berbo edilicio que all existo arruinndose, sem
proveilo algum, por ser propriedade de frades, cuja
oeiosidade coucorre para a leslruicao de todas as
cousas.
Pelas cinco horas da tarde do referido da 9, che-
gou S. Exc. esta capital, o no dia \-2 embarcou-sc
para a eidade de Nazarelh, oude chegou a' noile e
hospedou-se na casa do Dr. promotor.
Pomposa receptan leve all S. Exc. c em oulrns
lugares onde de-embarcou. c leudo dado varias pro-
videncias tendentes ao melliocamento daquella eida-
de, vollou segunda feira a' noite.
Cangalhe esses malulos lo mallo, esfreguc-os, cobre
os seus 96\fO0On. e viva Dos I
Corra dcscoberla
(ahila vonladcs :
llolsa aberta
Conqnista cIJades :
Amor nao conrerta
Com desigualdades.
Ah '. Sr. L. J. .M., Vine... Vmc... Inmion cn-
meu no baile da G. N. no Arsenal que fez-se bes-
especial miT.oo ; e a foros de quorermos dizer algu-1 corros para eombaler 0 Cholerh, que al eslava fu- | |a ; pari, qe vive ,l0r 1(,l( ,.-, re|>rova.li> A
ma cousa, Iraballianios no mpn-sivel admiravelmen- zcudo victimas, (oi meranieuse liilio do susto e das I taberna do Sr. I,. J. Al. he no caes do Hamos que
exagtracoes, que, em laes caso sempre apparecem. I homcm p'ra comer!! 1) vende sarapes picadas aos
Em Papaceca a foic.i Jo mal
da, o piucos eram os casos de
Recebemos cari .s da ci i i.ta
se dizi.i, que ti'* logar denomi
apparecido o cholera c feilo s
sao allilbuidas a falta de mol .s
0 delegade
um carioso com remedios, e da
eslava j. quebranta- pretos, lem jogo, banhos, esleirs para descanco, tu-
morte que se davam. du ,)r |60rs.! Sr. L.J.M. para que faz islo.'
! i \ ictoria, em que Vme.qoe lem lilhas solleiras, innocentes... ,ue ho-
,ado Cacimbas tinha I ,,-,., beber!!!] Nao v a gula horrivcl que
le victimas, as quacs fi kW, rulllio4 je 6Uil ca>d- Js bebedeiras, as desa-
le lodo o genero. eurs, as palavrashonesta*, que passaa pelos mi-
do disliicto im. edialamente envin viuoJ de,0M peaueuil i Sr. L.j.ij.] ora que ce-
ii cm vaiile mo ti- | ,., revt wrel
nliain havido mais cases de ;.u;.c.
Eulrclaulo consta que a pi
gucira Breve lereiuo* maft bailes e Vmc. ja esl
' muilo condecido com a sos taberna para nao dcixar
com es
i enviada para tratar ,c |ljri cill,10 Ilcm Bqu gga(j0|w
os doenlea do Cacimbas,dissora oe la anida nao rci-, puma de champagne.
nava o cholera-morbus, qoe o que smenle havia A p|ica ,|evJ acabar Mm ^ [6m J(, MmM_
era diarrha, c na la mais. Nao luvidamos que assim ra5 c iralUce1 esperamos que assim suceeda.
Wj i, o em abono desla op.mao, Haremos um caso | Na ,uu,a.feira pc|as ., ,lur,ls ,h) uMe ,, sol.
acontecido entre nos. friveliueule esfregado a sip-po Totomo-gordo
lia con,;, de dous ou Ires diasjespalhon-se o boato por K ca|lado j. R. p.. 0 offendido queixou-
le que a epidemia ludia apparecido na povoacao da x au Sr. subdelegado, porem mi lu
Varzea. ln continente S. Exc. ordenon a um me- j qile 0 0iiendnlo estaca ebrio.
dico que roe a aquello lugar verificar a noticia. Sio 5C ^ lnajs s;r |m|ili(.n |o |ne(i()j ||g_
Com clloito. o facullalivo parti, e depuis de mi. ; VCIUS je colUw llu,il0 a solla,,. cr ,, U(,s.
iiuc.oso exame, concluio que a molestia pie eslava ,,,,, uel|l. a.radari
grassaudo na \ ar/.ea era adc-vnleria, vulgarmente' iuk, ia^ ... _.___ i
nainain lodo que um collele branco, que o ar-
inanoara tih. Exc. ,Wa s< A ,, a||(,a cllfruui,auu Ui0 |lu dc.||e, <
us em nenhiim do
vidas em beneficio da humanidade sollredora. Ue
na Elernidade onde impera o supremo juiz, |ue jnl-
g as jiisticas, qoe i eceberao as recompensas, os que
ueste mundo em epechas como a que se nos aproxi-
ma, mo v-eiii senao os lainciilus da miseria, e aps
elles correm a mitiga-los com recursos relativos as
suas posses. Oh corageru meus leitores ; abri
vossaa boleas, derramai indigencia o balsamo con-
solador las esmolas, e licai cortos quo la' no co os
vossos actos beneOcentes sero fielmente registrados
uo grande licro dos decretos do ser supremo, lani,
baui uma vez por ludas um amor srdido, que le-
nhais por ventura ao metal precioso com o <|ual jul-
gareis lalvez evitar a murle le poste, comprando re-
medios, pagando mdicos Nao, mil vezes Dio .'
tanlos pobresnaose salvam das epidemias'.' Ouau-
los ricos dolas ngo succuinbcni
Nao vos pedimos paraos pobres essai esmollas, que
segundo Anacharsis, sao maiores as que faz a vaida-
de do <|uc as que faz a caridade, nao ; dai conforme
os vossos recursos, mas dai, niio cerris os ouvidos
aos gritos dos que pedireiu-vos pao, remedios, cama
ou COUSOlar-go. Correr '! Nunca, que la' onde vos
parecer que estojis em reponso, a pesie que he um
(.isli lmenlo da colera divina vos ira' procurar.
Correi, sim, para esses alvergae,, onde a miseria
domina ; nao vos aterroriseis le sou hediondo cor-
tejo, e lembrai-vos que nao ha diflerenca entre dous
cholericos pobre ou rico...
Nao pensis que vos pregamos missaes em nossa
Pagina ; exprimimos os nossos seiitimenlos segundo
nussas convicrtSc chrislaas, nao vos illudimos e su
anhelamos vos considerar generosos c caritativos, e a
pobreza amparada e soccorrida. Para esle lim n.ao
precisamos emprcgar a cloqueucin. porque diz Bor-
daleaNenhnm missionaro hu 13o eloquenle no
jiulpilo como una *..,(i.a uo cemiterio.
Pedimos a um tal ounvos que mora na Boa-
Vista conhecido por CasttSa-ttuusfiroi, amigo de todo
genero humano, que baja de declarar por algum dos
jornaesquem lie esse padre que diz Smc. ser amigo
intimo do debuclie e p.iliiscadss, e que se ada sus
,m peuso de ordciis. Parece-nos que mo havera padre
; por menos relleclido <|ue soja, suspenso ou nao de
{^iHlt^ViMlDCIIiitl^.
I.-se na Recae de thrrap'uiii/ue medir.o-chirur-
gicale de Paris, de l du selemhm do auno passado,
o segoiule:
Choler'ma: Ira/amento por meio da tubtracrSo
absoluta das bebidas. O Dr. Slandelmanu, de u-
remberg. diz que. durante a eiisleucia docholea
nessa eidade, leve de tratar 120 cholerinas no espa-
ro de Oes semanas. Segundo ahumas observaijo-s
minuciosas, mi eram smente casos ligeiros ; entre
ellas havia alloc;oes pie serian) voluntariamente de-
nominadas cholera, mas que a mole-lia da nosso
collega classilica na primeira calegoria. Dos 1:20
dnenles elle so perdeu um menino de nove semanas.
O Dr. Slandelmanu prohibe completamente a ings
tilo le toda substancia ; um pouco de gelo basta pa-
ra fazer desapparecer lodos os accidentes ; calma a
agilacao por meio de pequeos clisteres laulanisados
dados moi lentamente e repelidas ve/cs em cada dia.
segundo a indicarlo; ao mesmo lempo, se os acci-
dentes sao lenazes, applica um visicalorio sobre o
hvpogaslrio. Os vmitos c a diarrhoa cessam sob a
inllueucia desse tralamenlo que. mi obstante sua
barbaridad!', deve ser continuado al o lim urna
vez durante S horas.'. Ouando a pelle se loma fres-
ca, c o pulso se reanima, podem ser pennillidos al-
gims alimentos, laes como farinha de maesas semou-
le'cosida cm agua, algumas collnres de ch.i d i In-
dia de meia em meia hora ; depois e.ildos, etc. A
diiniuuicaii da sede era da mesmi sorle um lliermr."
metro para a adminislracao de algum liquido.
Dr. J. d'.i. F.
tiouve nada, por-
c-\ n
chamada cmaras d: sangue, e .
que aili nao havia o cholera-mor
seos pnalos, .lli uno disccom es.
Oijanto a noticias do exterior aiuda nos adiamos
em perfeil i ralmaria. As datas quo temos receido
sao todas anteriores as que no- ronzo o ultimo va-
por do primeiro do corrente.
A seguranca individual tem s H'riiio graves viulu-
coes neslc-iilUmos lias. Scgundi as parlicipacocs da
polica, publicadas esla semana, I oi assassinadn a pu-
uhaladas, uo I deste mez, na fi eguezia de Tejucu-
pspo, termo de (ioiauna, um pi rlugoez, suspeilau-
do-se ler sido o crime per[irctad i por uin preto is-
eravo da victima, ou poi um pro irio lilho.
No dia 13 foi lerido com tres 'acadas um manijo
iuglez.
No dia til foi assasinado em ioianna rom um ti-
ro de emboscada, um tal Antn o l.uiz, o assassino
conseguio evadii-se.
No dia do corrale loi l& ainado em Ierras do
engenho.Palha Joo Loorenro da Suata por Bernar-
do Comes, que foi preso inmediatamente. v
Emlim, no dia 17 foi assassinado em Olinda o
carcereiro da respectiva cadeia, pbr um preto que se
achava recolhido, no momeulo e:j que a victima Ihe
ia por ferros aos ps.
Tiremos noticias da capital dasUlagoas. V peste
ia decliiiando em algons pontos dalprovincia, c ma-
nifestaudo-se com intensidade ei oulros. Consta
de um artigo extrahido de um jornal daquella eidade,
0 queja publicamos em oulro numero deste jornal,
que com elfeito o medico Amazona morrera em l'a-
t ........ ji.uMdn tila o nono. .. ,. .
\seleicoes fe.tas as diversas freguezias desla ci-! ^M^' fc,,lrcla,,lu (1,"m 'ue a "f'lt fu' 'es de-
dado para us elollores quo hSo de omear o dou
seuadorTi em lugar do fallecidos viscondes da Pe-
dra Brauca c de Caravellas, corrern) pacificamente,
Ornando o campo livro as influencias de uulr'ora
para exaltados que goslam de apreciar es.is Tor-
cas eleiloraes.
Vmc. ja hade sabor que sao profndenles as c.i-
deiras dos Ilustres viscondes as prximas eleiCOM
o* Drs. Wanderlev, Angelo Ferraz, /icarias, Joa-
quim Toralo, dezembargador l'nilieiro de Vascon-
celos, e oulros cidadaos resp dlaves os tres primei-
ros esperara oiiler grande uiiioria devotos, nao s
pelos amigos que aqu possuem. como por serem
dignos ornameutos da tribuna brasileira; todava
al la, ninguera sabe qual sera o resultado, princi-
palmente boje, que o cholera publica suas obras sem
prefacios e sato grande rapidez manda Id-las pelas
finados.
Dizcm que em S. Concalo dos Campos houve um
desaguisado cleitornl, d0 qual resoltaran) vanos fo-
nmenlos graves : nao lem molla grata quando se
vola de faca e ccele ; porem como os quo promo-
ver esses desacatos le, cshio uo sen direito nes-
sas occasi is, cada um faz o aun Ihe parece sem risco
e perigo algum.
Em varios lugares lora da capital a epidemia ces-
sou do doircler vid i-, e em oulros o mal vai appa-
reeendo o fazendo sn is vi limas : c cmlmra nao ees-
sera os miucnsos soccorros, mdicos e oulra provi-
dencias para ac ibar- o de uin i vez com osla pesie
que nos persegue, inda nimios lemem sua recru- o diminu.....inor de ri
desceucia, que pod zomb r d is lomos da limao s
uuuws preservativos, como salva vi ;as, elixir
cholerico e mais raliecs de que o Judeu Erran-
i' possue o formulario ccvplica aos morios o su
la. il proi --o.
I'ane'i; n lllos ::, 11)01 :r .. n >| i til i cusas
iir.w.. ..'...,i 11 i, i;icaood um direcloi habilita-
vida ;i falla do recursos c au abandiliio em que este-
ve, do quo ao ataque da molestia. '
No lia IS lo correnle o Sr. presidente da provin-
cia fui visitar a enfermara, que na Ireguezia do Poco
da Panella se ereou a exponsas de algumas pessoas
all residentes, c auxiliada polo gdverno, para o caso
do infelizmente apparecer a epidemia naquella lo-
calida'le. Coigralnlamn-uns com oslas pessoas por
esies seatimeatos UTo philaolropico-, e fazemoi vo-
tos para que o exemplo soja milado em ledas as
partes.
Chamamos a alleni-ao do quem compele sobre a r-
regularidado com que se un a tigual da missa le
madrugada na matriz de S. Antonio ; pois que, um
dia loca-so antea das qaalro horas, cm nutro muilo
depois desla hora, resultando disto ir.uitos liis per-
derem missa.
Continuamos a ter pessima carne, mal sangrada,
mal pesada e mal dividida, i-.lo lio, ossos para uns c
caiae para oalros. o pelo prero ie lo e ltj patacas.
Eolrclanlo sabemos hoja coco certeza que o gado se
lem vendido pelo preso de :10a a :'( :-. o que permit-
a quo ,o venda a carne a IfctOO e ', j : sendo a causa
du alto prero porque iic ta litada, os alravessadores e
ie -o iii.iia.n diaria-
n ni .
sim de um bom moco que veio peqiieniuo de Porto,
gal, coilado, c que depois de ter Irabalhado muilo,
pode nbter botar uma taberna : jo s.ibe o homein
com a taberna, o hornera poltico : oll'ereceu por po-
ltica o collele, e o artista por poltica licou-sc com o
collele ; mas o collele era do hoiuem da taberna, e
como ollcrecesse o collele o artista lisseveuha .
e aula com o collele do liomeui. Sabam lodos.
lo artista de bom lom
Anda semprc em cvatele
lem gravatinhas da moda
I alli-lhe semprco collele.
1.a licou o vcndclliao
Sem rollete de fuuccao.
Nos fundos d.i casa amarella da ra da .'raa
lia uma casa com o nomo dubarrac.ioque nos Ihe
chamaremos antes quilombo. Existe ucssc corlico
:|| pessoas sendo 17 mulheres femeas, e 11 homens
machos inclusive alguus menores. One de orgia,
e obsenidades ah mi se vd Os barcaceiros e pa-
trullias fazem d'alli seu hotel.
No aterro da Boa-Visla nos fondos do sobra-
do u. 20 da-sc a incsuussima cousaca, e la mas fa-
das lia. Pedimos aos Srs. subdelegados pie mau-
llen) ver pi uncu o para depois direiu suas provi-
dencias.
Na frogiiezia le S. Josc ha com o inaior es-
cndalo duas casas oude se vende aos esclavos a tal
garepa picada, lina lie ao lado do muro da Penha
nu becco tapado conhecido por Camclcira ; a oulra
as Cinco-Paulas, que vendo pelo purlo quo deila
para a ra do Palacete. A viuva, que mora junio
a esla lasca lem um escravua marte nico bem que
possue} proveniente de tal bebida.
Devenios declarar que o inspector da ra da Praia
foi solicilo cm reclamar ao Sr. sub lologadu as pro-
videncias para desmanchar o (al alcouce da sua
inspectora. Assim meu inspoclnr/inli osfregue
esses r.i.i '
i uni na setla-feiran no.io da Boa-Vista uma
honesta amasia du poder do sua cara melado, e
perganlando-ie i raiode lao cruel ingralido res-
pondeuque a falta de dinheirorargomonto ortis-
simo para cousas maiores quanlo mais para umi ba-
galella.
ordens, que nao peje hombrear com um chimis~
quene, como nos iaforraam ser esse lespejudo men-
llroso. Como quer que seja dedicamos ao (al Ca-
:u:a-menlira os versinlios abaixo. que nos pedirn
moi eneaieeidameole a puldicaoo.
Homcm que com mil Ircgcilos
Oucr animar o que diz
E franziudo*me o nariz
Com risos amarellos
Mente pelos < otcvellos
Campando por hem Tallante
Alvestraanle.
C'anlar-lhe versos
Do (oda casta
Para o mentira
Bacalliao basta.
O Sr. mujnr de '" nao veclie os seus guardas
com didlieiros adiaolados, pois se S. S. passa a fesla
os seus guardas licam no trabalho com que sustentara
mulheres c lilhas.
.'/. aman/iiia.
OS I MIMOS DAS DA CHINA I El.II vl>A.
ContinuacHo do numero antrredente.,
II
O padre il tic, missionaro lazwisla, na I oral do
meio da da Franca., deixoo noiso pait pela Asia
em ISdS, e su vollou dalli em 1832. No espara le
quatorze aunos habililou a China ou as sua depen-
dencias, e na realidade foi o primeiro europeu que
da escalla.
A' visla desla poderosa or_-.iiiisar.io d |>oder ota
(ral, a adminislracao mooicipal he inlei
\ mocratica, polo menos nos campos. Cada
I lege por meio do sullragio uiuvn-al un.a oprriede
govcniador, cncarre-ado de arrecada taaBaattl r
lazor a polica. E-tcs chefes sao cl-ilos livrrreeiilr.
t em que os mndanos utervenham. As cidades .>
j administradas, pelos mandarras : nas o -mlr.. -n.
uuivers :l inmcia aiuda, |nir liairro de cens lamillas.
um chele eucarrega lo de ai recadar iraprnln. u,
diversos bairros da eidade sao m Jriieudenir. rnlrc si
e separados por porlos, que -, fechan dr noile.
O svslema dosimposlos se parece, debaitu de nui-
les rasaste**, com o que se pa>a ua Europa. He a
penetran alo a capital do Th.bel. porque o viajante a lenla r1.>Mr,c de rjIllrjuirt> Jiree, .. .,
ingle/. Mororofi, que Ituha do antes delle at l.has-
sa, mi vollou. Mr. II ue se Jispunlu a residir aili
para pregar a f, m is o e nhaiva lor rhiiiez, resi len-
te perlo do l'al-l.inn, nao quiz por motivos de
conflaoca poltica consentir mi paiz a presenca
dos < Lamas do co lo Oecidenle, o e he desle
modo que designaram a Mr. Iluc o sen companhei-
ro de musgo, Mr. Cabei. o embaixador os fez re-
on luzir com toda a sorle do all-nroes e honras ato
a fronleira cliineza, cdela, atravessando as provin-
cias de Ssc-lcliouen. de Bon-p, de kiang-si e de
K luang-Toung, at Cinllto. O padre Iluc. em seu
livro intitulado Recortaron de nina ciagem na
Tartaria e no Thibtt tinha ja contado a prlmeia
parle desla vasta peregrimeao ; ein sua illima obra
elle all acaba c-la curiosa narracu desde a sua
volla China, e de passagem aproveila-se de todas
as occasioes que cucontra para explicar as inslitui-
ces e os costumes do imperio celeste. Ninguem
podia.preencher nielliur esla musgo : a um conhe-
emienlo da lingua lil, que *s prnprios cilios mo
nano tomavam por eitrangeiro, reuna um espirito
vivo e um nolave! talento do observaejlo. Seu li-
vro ni> se rcenle de anhum modo da nunolonia.
que leria podido imprimir-lhe n caracler sagrado
do autor, e at a nica censura em que elle poderla
iucorrer, seria nio ler sganlas vezes clevacilo.
Com'.ii 1 i o escriplor respeita porfeila-oenle as con-
veniencias qOe Ihe impe as suas vestes e sem fallar
edilicioio clirisUa, permanece imparcial e faceo.
e sahe ser ao mesmo lempo divertido para os inn-
danos, e mi.-re- .ni para os Icilnres serios.
Antes le Mr. Iluc as embaixadas e os viajantes
olliciaes nao tinham jamis poslo o p no oeste ds
China ; linh im semprc lic.ido no liltoral : so os mi-
sionarios liiiliam ido mais longe e peaetrado al nos
ltimos recnditos do imperio, mis ejja o-cultandn-
dircclas, com uma mullidlo de laxa parln latan,
qoe variara de provincia cm provincia. Si. na OM-
na a inaior parle dos imposto -e paga em e-f*xtr.
soba forma de productos agrcolas e natro*. glet*>
cameiilo anuiial das rereilas nioolava, ule da m
surrei;ilo, a cerca de <0 ataatato de musa Bttaah>
Os funcionarios pblicos sao lirados exclowvam. o
t le da classe dos homens illuslrados. O protn to rvn-
! peilo, que uin habito semelhaoto Ir-lemunha para
jcom os conhecimeulos lillerarios, depende sem du-
vida das dilKculdades da e-crilura. mas tarabeas, a-
! pezar da inaplidao do esp rilo chinez para a erda-
deira scieneia, de seu amor exlraordioaria pela ri-
encia, lal como elle a conrebem.
A existencia da classe dos Mirado dalla pele me-
nos do uudecimo seculo antes de Jess (Jin.lo | mas
o sv sloma dos exames tal como existe anda para .
empregos, remonta apenas au oitsvo scalo da a-~a
era.
Exceploando-se estes exames, a inslrorao rubina
he iuleiramenle livro e o governu ojo inln usa osa
nada a esle respeilo ; com Indo lodis as escolas lem
um carcter commum; o notaveis de cada aldria
ou bairro das cidades se reuuem para escolher o me-
lre, q je Ihe cmvera e marcar o seu or leado, e
embora nao exisla ueiihuina epecie de coar*o. nin-
guem .excepto es ricos, que empregam proie-oir-
parliculares se exime de mandar seu< lilbos a esca-
la, e por esta raso uo ha um chin, n,- pobre qoe
seja, que nao saiba I't snrtrivelmenle. escrevrr r
coular com a machina de calclo touan-pan Es-
to uotavel resultado he oblido ai taja poder los e+-
lunies. i
Esli for;a dos usos mantera lambem urna coniple-
l.i unifurinidadc nos mell-.ido. de eu-mo ; nu--.ii dis-
ver. Polo conlrario Mr. Iluc e labet, prolegidos
pelo tratado l.agre ae, descrever un, da Tching-toa -
Srs. re tutores. i'em cansado ama verdadeira j 'on aCaaUe, ura imroeoae ngulo recio pelo meio
do paiz com todas ashiora* o faoilidales cou;cli-
Jas aos inandarins d- primeira ordetn. Elles ja ti-
nham percorrido, como missionaros, a China cm
lodos os sentidos, e tinham apren tido a conhecer a
baixa sjciedade desU naoa-i iiumensa ; desla vez
ronquentaram o que se peda chamar a alia soeie-
dade. de modo que, o paire Iluc oonhece a civilsa-
oo cliineza em lodos os seus graos.
REFAHTXQAO DA POLICA.
Parte o lia l'.l de Janeiro.
Hlin.uExm. Se.evo ao conliocimeulii de V.
Evo. quedas diOeronles parlicipacocs boje rece-
bida nesla roparlic.io, cousla que so dorara as se-
guales oceuireucias :
l'orain presos: pola subdelegada di freguezia do
Itucife, Marcollino Autouio tionralves, por briga.
Pela sub.lolegacia da freguezia de S. Jos, los
francisco, para averiguosles sobre crime le furto.
E pela sobdelegacia da freguezia da Boa-Vista,
o porluguei Bernardino da t'.osla l'erreira, por
desordem.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco l'.l de Janeiro de ISli. I lim. eExra.
Sr. coBsalheiro Joso Beato da Canha e Pigoeiredo,
presidente da provincia.O chefe de polica, l.uiz
Carlos de l'aica Tcixeira.
Agradecemos muilo ao Sr subdelegado da
Boa-Vista por ter desmanchado om a prlsito do
caixoiro ;;; orgias que so davam m liberna I? ra
do Hospicio S. S. presin um u i pequeo servioo
a moral publica.
-.is^.i or corlo, quo un inspector l.i para na
do Cilovol'.o lein urna casa de labolagem. !*eos
queira quo nao seja exacl i. porque livraia ao Sr.
subdelega";!! lavrar essa ordein ile primo, c o-
Xiit Of 'js'vnitnilMiio.
Pelo vapor Paran que honletn chegou a nosso
porlo ternes jornaes pie alcancen), os do Kio a !), os
da Baha a I/, o os de Macei a l'.l, todos do cr-
lenle.
I'oi reformado no poslo de capullo do mar c guerra
o Sr. capitn do trgala Bernardido da fuac Ara-
UJ". ^>
l.e-.-e no Jornal do Commercio de -. do passado:
Vanfragio.Foi a pique honteni as I horas da
manhia, Ires milhas ao mar da litio Rasi, o brguo
brasileiro / tmo i i, de propriedade lo los Piulo
Ribeiro da Silva.
Vinha de Colinguiba com 1 i dias de visaem. A
uma hora la noile abri agua o navio, e balda los
foram os estorbosempregados pela giiarnigUo para
u silvarem. A's 6 horas da nianhaa, principiando o
navio a suhmergir--e, aiaiido.iou-o a (ripulaoaa e
um passageiro, e embarcando em uma lancha e ura
bolo chogaram lionlem a esle porto polas tres horas
o meia da larde.
O Sr. Desmaisires foi nomeado encarregado de
negocios da ilelgica no Kio d>! Janeiro.
S. M. l;.l-li'i de LorIilg.1l oli'eo.'iv.ia S. M. I Impc-
miss.in.
Ach- rcrolhi lu a ca lei i
aclama serias providencias, pois I convenio di :. no, quo por um
['"'"I1 rS"uaiw -oi.oler.....s ..m.idas salgadas I por varias vezes provocado, feri
I ::n
.:u-:r
""':' ''orlellae Porlo; aenuir ai goveruo .is
ca.....-' : ......- i nprezarm-, len ai r
pra/.-i- de ipreciai exc-d ... -ta il ,, p ,-,,
deslrahirn i Vi,|, ,.,.. ,..
no.la rnurl- nii v ni i r-nus o descansa lerna.
Na villa.!i luciuu ipp.i mi ulluii; me al-
gus telvagens, e para que eulretu clies nu uso d
les; e ionios para bs qoe i conflicto com uma chavo que linliLi ua oc isi.l .
ius, i. .. n-.nliao e a :.,rne secca com | O p.-.ssa-fesla de Santo xtnai o do Jaboaklo lem
au Tillaiii os gran-
os passeios im-
do,prctcniemlomai i.cinpreza doUieaUode S. Jogo |qou l101-" alimenta, na falla do carnes ver-
. .-. i caifa .iesaslcsjnlerias a oulras molestias-,
1 :' ; '"i .ciliado o v mpti mas do cholera.
" N : 0I "''/'" Olinda on :elou a sua car-
'''' n i iiinle, .nas infeiizinente leudo an-
nun >- 1 Mi.; 'aran oa M c rcivbido as
san i i dia 'd, o que ugu im de bom agou-
si lo sic anm apri'i iabilissimo. "
.1 s )..;. e -. lS lllli deas, OS 1
mensa lllu meia d< 11 ci lailc. .:
un
N;i i : .lumia- como II I; IV :n
-..:: para n ci.n I ti .-. i.-- .1.
Ig nu .i pit rrtil, c iuf a no.
>.i .. la .
mi mi t\r\f\
ara cscrav i do
liom 'n forro fra
a ii.. tosa em un
he bom.
do c.iraclen-
i'-iro, se a ti-
eslranheza a ioacC.Su em pie de h'inpos para ciise '
tem poslo o sen corres).....denle dsqai. que alias la'o
enrgico se inoslrava em OUtrOS lempos'.' Ser poiT
ventura que odiaba do liouieni, le posse da scien-
eia dos antigos Eaypcios, oceupc-se em combinar
nmeros, para desparte perseralar o fuluro? Ser
que sonbe com almas do ootro inundo, ou que esle-
a Irabalbando em descubrir a quadralura do oircu-
lo '.' Como quer que seja, nao nos importa levantar
a pouta ila cortina que cobre esses myslorios. so la-
mentamos que lanas e lao bellas cousas se passem
pelo nosso mundo de c, sem que dellas se d co-
iihecimenio ao rcspeilavel publico.
Nao pense o correspondente ou alguem, pie eu-
chergamoa nssa falta de correspondencia o menor
vislumbre de enlraqaecimenu nos senlimentos de
estima que o mesmo seinpre Ihe professou ; nem
lito pouco falla le reconheciincuto ao beneficio que
em geral llie llevemos pela ereacjfo do eorreio par-
ticular, com o que, gracas ao seu zelo cvico, licam
salisfoilas as exigencias da|cuculacao do seu acredi-
lailo l'irnal : o lambem as facili ladea da conimu-
iiic.ir.io dos pensamentos e interesses dos povos desla
altura com os da capital.
Anda bem, o verdadeiro interesse publico das
facilidades pata a coramuiiicaco dos pensamentos
foi allondiito pala empreza do Diario de Pernambu-
co, a mais imporlaule -folha da provincia e a mais
derramada em lodo o norte do imperio !
Nao uos podemos porem forrar de altribuir o
silencio do correspondente esse ourcdamenlo e
lorveliuio le diverlimentos em que lem vivido oc-
. iipnla a populara desla eidade, ha uns de mez.
Em verdade, levaulaiuenlos de han leiras. bailes,
Ihealros e ospeclaculos em circo publico s;io mais
que sullicienles para fszer e;quecer os mais serios
comproinettimenlos !
lle poiianto para siipprir essa falla, se falla se
pode chamar ao esquecimento do seu coi-responden-
te, que nos atrevemos a entrar no discriptivu de to-
dos esses eiilreleiiiinenlos e folgares, que terJo de
ser anda por muilo lempo u ohjeclo de mais de urna
lemhranra '.
Em primeiro lugar lie com verdadeiro rigosijo que
me apressoa coniiiiuaicar-llie que a Iranqullidade
publica nao foi turbada pelo no-sos detmancha-
prazeres. os suadeiros, ueni IAu poocoesfriadoo
enlhosiasmo popular pelos Sebasliaiii-las que aluda
choram a esperam pelas ceblas doEgyplo: ao ve-
los e oiivi-los, parece que deve a povo aprcsenlar-se
osfraiigalhado o (risle para denunciar o desgosto
delles grandes, do modo pie. hsculoaodo-se popu-
lares, nao pasaam de vulgares Nao se q-acrem
assoeiar ;is maiiifesla;e* de rigosijo publico, nem
para ellas coucorrer ; mas bom do povo coucorre
e coiilribuc, como que paia dar desmentido formal
e solemne aos pie charaam de forrea a poca ac-
tual, e aos que iiivcclivam us autor! lados, por le-
roni eslas o peccado imperdoacel da decoriio neta
ordem publica c da propria dignidade, que Ibes nao
cousciile prestar servilismo aos principes de Mono-
niopat.i.
Agora nm pouco do conla miii la dos diverlimen-
tos que houveram.
A igreja vai lidiante, por assim ser uso e cos-
lunie.
tiouvo fesla do drago, que foi solemiiisada cota
decencia, gracas ,n zelo c devoo.io los freguezes,
sendo su para lamentar fue nao fosso o da della
atsislido do respectivo cura, que se relirou na ves-
pera, por it'.o poder Iurlar-te aoprazerde deilv
as b$ngios nupriaes u un* seus prenles, que de-
liam ral ir-sc no mea/UO, ou iiaturo da ; sendo a-
inda essa retirada motivo de liearcm os rreguezes
sem mis$a no ilia de anuo i>oin,-nque na phrase dos
roesmos quer ili/or licorera sem missa lodo anuo' I
Emlim, esle mundo he me?mo assim : n'o ha r.oe|;
perfetos.
Tivomos thoalro, o loi eilo l.era oiiucorrido: o em-
jiro/ar: i Sania It isa suoii camisas, o perdeu dous
dedos je ma protuberancia, pra salisfazer no pu-
blico. :;o se nioslrou grato, e n.io menos encama-
do dos prodigios ilo anfio It iberio que, triste aborto
da nalureza, mereeeu, oobieve do respeitavel sea-
liinoulos ile commiseracS o proleccflo.
Em nm do; dias, em qoe ngo houve Ihealro foi
oflerecida uma partila pelo nosso juiz municipal,
em obsequio as familias oazarenas. O diverli-
uioiilo fui concurrido por numerosa! familia; das
principies .o lugar, o por iniumeras pe-soas ,!, ou-
lros termos'. Iluiv- na partida uma sullrivel or-
ciieslra, copia do dancaiites de um e outro sexo, a-
Nio podemos aeompanhar pasto a passo o viajan-
te, com o que nossos leitores gaohariam muilo sem
duvida, mas seria exceder todos os limiles, c a este
respeilo somos obrigado* a remelle-lis ao original.
Procuraremos apenas recolher o que elle diz de mais
inU'ressante sobra o estado actual da China, sobre
suas iustiluicoes e seus costumes. Nossa larea
anda assim ser bem longa.
Quejado sa examina o imperio chin/., a primeira
cousa que impressiona he a populacho. A China
somenle, sem as suas dependencias conla cerca le
Irezeulos e sesseuta milhoes de habitante:, c como
sua extemio lie igual quasi sele vezes ao territorio
fraucez, resolta dalii que sin populadle lie de uma
densidade pouc maisou meuos igual a da Inglater-
ra, e propoicioiialmoutc superior a nossa, pelo rae-
nos na relelo de OBZ sele. Cliega-taa verilicar
e-ta cifra espantosa, quando se v, por exemplo,
que a eidade de Ou-Tcliaug-Fou, no rio Azul, cau-
la com seus arrabaldes de llan-lvcou e de llaiig-
Vang, oilo inilhues de habitantes; he verdad que
ella he o centro eommereial do imperio. Mas o
que he Paris, c mesan Londres a pardo umi se-
raelhaiile agglomeraco'.' A causa principal desla
exuberancia de povo esla na leitilidade da tdrf*j_
na fecuudidade dos casamentas. Expectnaudo-se os
bonzos, lodos e easaiu, logo quo he possivol ; j unie-
se a islo a paz profunda de que o paiz lem gozado
desde a insiailaco da dv musslii M intehuo em ItitiJ
at ullimamenle. A nsurreieSo actual pro luzira
sem duvida um elleito uolavelineiile contrario.
E'to imperio, cuja metade lie mais populosa que
a Europa inleira, he sujeilo a uma reiilralitarao que
(incoes entre a iuslrnraa primaria o secundaria na*
- -- tasa, smnjsx *.)c. ^ e Jrta>aa^q> ... "'"" W """ Ha nnicale ara aada sludc
uasi lodos da baixa cluse. condioao mi para ludo aor^tamoaaaansstaasciTJo.- porque o aatnaslW
encarregado de mostrar aos seus discpulos > qoe se
chama os ritos, islo be, as mil complicar.*., de oi-
bauidade, que silo contadas ni'Chini rumo uma liar-
te essencial da moral.
Os raeuioos aprendem a lor o a ccrever au me-oi,
lempo, esludam suas licu- re|ielindo-as de c.ir. saaaj
um conlinoo balam-n de corpo, como a escolas ra-
bes. Esle processo.de uma maneira bstanle ajataateo,
nao he todava 13o ineplo, quando se lala de lixar a
memoria sem > soccorro de allencao e da vonlade.
Ha Europa cr-se de mu ba vonlade, que lie pie
tata a vida inleira de om homcm para decif'ar-se a
escritura ahina sa, e que os mandarn, atsBBj Iraballio
morrera ,e fadiga. lie verdade que o* siaae de-ta
escritura sao muito multiplicados; coolam-: delles
mil e lu/.eiilo- e quatorze primitivos e mais de il
mil composlos e tantas slo a, palavras como o- -en
lidosdillerentet para cada tsaaMaa ; mas sobre e>'e
numero enorme, nao lia mais de .", ou mil caracu-
res usados, e a memoria dos meninos rousegoe f-
cilmente decora-la. O resto est fora da aso e rgc-
responde a estas eiprcssiics leclimcas, qae abandsm
era lodis as lingoas, mas de que o publico nao se
serve.
A primeira obra, que e puc na mi* pulos he nm livro antiqusimo e muilo popular, in-
titulado Amafio anata, ou livro sagrado aanaaMae,
porque esla escriplo em verso de Ires -vilaba-. 11,
meninos enconlram ahi um resumo ouciso e brui
feilo de todos os conhcciinFiilos, qoe consiiiuem a
scieneia cliineza. Ahi (rala se da nalureza lo ho-
rnera, do diversos modo de edaracao. dos deverr
sociaes,dos nmeros e de sua lormacao. do- lre/
grandes pnderc, da- qualro estaques, do cincu pon-
los cardeaes. dos cinco elementos, das cinco (Matas
conslsnles, das seis especias deccrea/s. das teis -la-
se de animaos domcslicos, das sele paixues domi-
naules. das oito notas de msica, do nove taana de
parentesco, do dez deveres relativos, lo -ludo- e
das eoinposieoes acadmicas, da hitioiia geral e da
-oc e- H-- un,, ha-. A obra le mina rom reastajast
e oxomplo sobre a ueecstidade c importancia lo es-
ludo. TalvH alguem entend que ha em" n.lo ana
uma grande aiulli lao de disparales : mas a tciencia
Chinea uao procede de oatra sorle, falla-lhe, como
rain/, do Brasil a banda do Sania Isabel
O M. A.. Joao Rodriguas di Costa foi nomeado
promoloAublico '..i imareaWajCabo fro.
As II loras da manhia do dia 29 do passado ma- bnndancia e delicadeza no cha. que ao principio foi
nifoslou-so um incendio a bordo do' briguo belga I servido, aspira como na cea, que poz termo a lo.la
Sacionatf que se achava tundeado junto a alfaudoga I fiincoao, aqu duronale as 11 horas da madrn-
ondo i.'n.i um pa-
rle, mas felizmcnlo, a' oxfoioos prestados pela
fragata franceza PoursuicaiU, e por alguus olliciaes
da armada brasileira fai elle exlinclo, sendo oes-
trago cansado diminu .
S. M.u Imperador houve por bem agraciar por
decreto o- gil do pis-.n!o rom o ltalo de baio de
l'.iialivba ao ^r. Mailool Alvos \.:- Reia l.ousada.
I.o so no forn il do Commercio do
o legiiinle :
Snu/ragla.n brigne Luizu, de CoUtguiba
para o Ivio -I 'anoiro. ao s.'.hi:- i barra daquelle
porlo menlio na Lagunar e encallmu. Nao seria
lillicil siiva-tu sen capitana podes^e auxilia-lo,
ni,- ci .i ro| rliro nito lem nem um pscalcrl
(i eeuiulc Irerbu c um ollicio du capUitodo
piolo pr.iva a iuulili lude da capil una como se ada
montada.
gada.
Com
cahira
oppoi
lilao.
foi le
rinde desapoalameuto dos Sebaslianistas
por Ierra luds as suas propbecias c em
a v-'.,;, o como para demonstrar a esli-
eonreiln geral do iligno juiz, municipal pie
*]oy de la fre, vio-se] a reoniRo de grande
sn lam por igual a de l-ranca; phoaomeao Uato I ja dlssaaaas. gaae da syathate.
mais nolave!, qaaudo, sa devemos dar crdito ao
padre Iluc, as dirersji lides provineiaes >ilo exlre-
Os discpulos esludam lepuis os qualro livro ela
,sicos do- ipiie^lrezTireteiii-ciii a Coiifucioc i quailo
mase ha meoo. relaCies onlre.........hitante de a ecio. sen discpulo, lodo, estes livro, kaaata
Canlao e oulro de Pekn, do que entro um .Hernia lle mclaphvsica, de sjHfk. c de moral ;
o um hespanhol ; cusa a crer que n.lo baja nislo
alguma exageraefle ; mas acontece que a vonlade
de sedeixar governar hesempre a metma em todas
as provincias, e a murrei
dvmnaslia, procura suhslitui-la, mis nao desmem-
brar o imperio nem diminuir a cohesao de suas
parles.
Esla cenlralisacao absolula repousa lo la inleira
na pessoa do imperador. He u o liiho lo con, o pai
c a raii do imperio; o lulo Ihe pertence e ludo
depende delle : ello faz a le. nomeia e denude o
mandarlas ; cm neuhuoaa parle jamis oi mais
verdade dizer qae o estado he elle. Mas como ja
temos indicado, esle poder despolieo lom mais ap~
pareneia.do qoe realidade-, vi eoslnme: e anr.-a-
nisatOo dea letirados Ihe do de farto limiles bem
esireilos, e quanlo ella os qnor lanspr, apparece
mmediatemenle nms revolta pan por oulra vez as
cousas em seo lugar, llamis anecio do soberana,
fura de certos limites, nao tardarla em aehar-te
embancada. Elle e-d carca lo de coosellieiros no-
meados par elle, mas nsealhidoi necessariamenle na
cathegoria dos lioiuont imtrui i ,s ,|- primeira classe.
O couselho dos censores te n o direito de fazer ouvir
ao soberano as verdades as m ; tever;--. e a historia
prava que elle nao lein deixadn de Ihea prestir ou-
vidos. l'inalmenli'. depois rio sua morte, cada i;n-
perador ha julg ido. como os nnligos rais do Eg\ pte
e Ihe conferem um sobreuome bom ou mo, o qual
nao deixar mais sa memoria.
I ceptro absoluto esl -n le-se sobre uma immen-
sa democracia, cujos fuiccionarios -."o os nicos pri-
v loriados mis os vamos para entrar nas fiincees
ali-
ante diremos algumas palavras sobre o c.irailer des-
la philosophia. Os estados finalmente trruiiiiam |kw
uinexaino.provavelnipnle muilosuperficiai, sasNaaaa
que amj-aca boje a livros sagrados, qoe sao o mais anligos raonamen-
losda lilteralora cliineza e conlem ... Bt4asttjaltt
fundamentaes das velhas crenras, r do osos anligos.
Estes veueravei compendio tanto rbcios de |fe>
cripces sobre os ritos, rom canias religiosa, om
pouco de historia e muilas uinharia-; a redaran ac-
tual pertence a Confucio, que. revio, poz em .dem
e lalvez relocou os textos primitivos.
I ma vez percorrido a circulo dos esludo., e e-
taado os estudaolrs aptos para conlioc.rem -u.i lilli.
raliira rlastlea, e trararem casa seu pautis piaiiu
ledas aicpecies deleiiras, de amprimenln< .
conlorme com os ritos, o paria m dos ov un-- con;,
ca para os que querera cntiar na clase d. |,.,ira
dos. Aqui o goveruo nlervom. lia Ir.-- eraos pare
"l.ler-se. como o do bacbarcl, licenciado, lootor-
Tolos os anuos, os inandarins, directores do ensiao
era cada provincia, fazem uma eocreifaa para exa-
minar os esludanles e confenr-lties o primeiro grao;
lodos s Irczanuas, examinadora', tira los da acade-
mia dos Han-I.in, alo enviados .1- Pekn pira |ice-
sidirem aosetaatel exlr.iordinarose conferiremo se-
gn lo grao, que d entrada no ni. n lamalo. Pi-
aatmenleos lettradas, deas vezes js tradoadoo. asi
vera dirigir-so a l'ekin para-fazer es exame- do ler-
cciro grao, que abre o amansa das alta- foaeces.
Desde a OTigem do tea c.lalicletmcnlo ale atSM
o calo XVII, os exame foram nimio serios cram
feilos com nanita severidad* e prerau'...es miuorioas
contra a fraude ; mis boje rao he assim : a corrup-
ro''ne' fon
publicas Sao abertos a lodoso nenbum paiz condece I ci* os lom invasUdo, a -uli-t i inicio
til do passado receradftc ni lomaram lo la parte eauimai'.lo nessa
i 'muante c go;!o-a funecao.
Iloofofrnm su i- desgracas e:io. < las pelo Dos fre-
eheiro : mas i i dosgracis il-' fcil rcpii,ci : ha
mais de om coraran .enhilo e preso i: is loas de
amor, e portante lem de haver mais lo um casa-
mento : paren swu mesmo he b un iara a propaga-
ran da hu,n.iiii la le.
)ou lambem o baile, orcaso i nma luerva-
quo nao s corapa- menos o nepotismo. Exceptuando a familia imperi-1 nario ao verdadeiro candidaio. delicio me
lie um merce-
I e a de Ceofacio, que) cousidoradas de alg....... uma vez lom oecsjpadoos tribanaes fraamasa, lie
sorle cuino racas divinas, nao ha aristocracia heredi-
taria, mas somonte *m nobreza pessual, quo nao
se Iransmitle aos filhos. Em compensarlo por ura
desees contrastes bizarros, quo se encunlrain muilas
vetes entre a Europa ea China, a nobreza,sa uao
desee aos lilhos, ronionla aos aseen.lento-. Ksla apa-
r.'u igradavel, o foi a confusio de Todas as ce es po-! roole lingularidade ;e explica pelas ueeessidades do
agora na China um meio ordinario .le fazer pravas ;
e aquellos que lem oblido o grao desle modo, ha-
main-so hachareis ru crempe. Huir fraude ron.i.le
em corromper o propriojaia, o .pul eaatasnssatsl da
aidc ni.io ao candidato o aseaaipte la compo-iro. do
modo quo esle iilinoo o desenvolve rota dosaaafaoa
maula laze-lo por oulro mais hbil que elle.

i
V

II
^IWITI


OUR'O DI fIRMRBUCO SEGUNDA Ffc'R* t\ U JANEIRO E !5G
V
t
\
i
V
i

Nos buus lempos a in-li ucr.m publica au licava
all ; os mandarina a continuavam dando verdade-
ras lic/ies cm cada inunicipio peranle o povo reuni-
do, lomando para texto nu os edilos iinperiaes ou
mximas uioraes, polticas on econmicas. Hoje esla
encllenle ii-iiluii.au esl.i redtuida ao eslado de
va ceremonia.
A polilica constante dos manlclious lein sido des-
nrgausar o mandarinalo ; depois do seu suverno
uciiliuin letrado pode ser funecionario em seu paiz,
iiem ocoupar o mesmo posto mu- de Ires anuos suc-
cessivos. A priineira destas inovacoes poderia ser
razoavel, se se Iratasse de uin prceilo europeo, que
se procurasse arredar das facones locaes ; mas na
China desle pequeuo bera resulta um grande nial :
estes mandarn*, eslrangeiros na provincia que go-
veruarn, nao receiam vexa-la e opprimi-la de todos
o modos ; e sua reinooao lodos os tres anuos, os pe
ao abrigo dos odios, a que sua l> raimia oeexporil.
Km -vimiii,i. se os imperadores uaiilchous li\essem
previsto este rc>ultadn, pouco se teriam inquietado
com istn ; seu nico lim era tirar aos chiuezc* sua
lorie magistratura, que teria podido servir de base a
resistencia nacional coulra os conquistador?.-. A
Gima perecen dcbaixo desse goveruo ao mesmo lem-
po desconfiado e fracu, nicamente preoecupodo de
sua conservado. Ainda nao se sabe com exactido
o valor moral da insurreicao actual, mas ella be mil
vezes justificada pelo eslado do paiz.
lie tambero depois do dominio destes manlelion-,
que dGiina he nteiramenteinliospitateira aos Miran-
geiros : antes disto, icm ler com elles grandes rela-
ces, ella deixava-e tn menos peuetrar pelos via-
jantes. No secuto IX, os rabes a percorrram li-
vremeule ; e no sculo MU, Marco Palo foi laobein
accolhido, que o fizeram governador de uina pro.
vincia. Com ludo deve-se eonl'essar que o recejo das
invasCes europeas tcm grande parle ueste espirito de
excluido, que dala do seculo passado.
Km ni'iiliiiina parte a ausencia da grande morali-
dade se faz mais sentir na Gima do que na admnis-
tracao judiciaria. Os maudarins vendera a juslica
para completar os minguados, que o governo Ihes da.
Sua capacidade nao lein limites ; recebem enm duas
raaos e dao gauho de causa ao que m.iis offerece, e
como semelliaule emprego uao deixa de ser lucrati-
vo, quaudo se tem clienlella, elles lein emissarins
que percorrem as cidade* para examinar os proces-
os e (liainar milra vez a juizo os litigantes. Estes
agentes subalternos, escrivfles, mciriulios, etc., nao
recebem orileuados do estado c viven! nicamente
cu-la do publico ; de modo que lodos que lem ne-
gocio com a juslija, sahem della verdadeiramenle
arruinados, lim destes magistrados dizia ingenua-
mente a Me. 1Jnc a respeilo de una parte da ci.
dad, que elle admiuistrava : a He o bairro pet-
ar da cidade ; nao d;i um so processo, a concordia
reina em todas as familias.u
Quaudo a justica lie assim vendida a peso, ella
nao cusa grandes esforcus aos magistrados ; militas
vezes os mandarius nao se dao ao Irabalbo de ir ao
tribunal ; sens escribas l'ezem a audiencia, emquan-
to que o juiz, mollemenle deilado em um divn
ii'uiii gabinete teparado.saboreia com certa indolen-
cia sua cbavana de cha e seu cachimbo. Trazem-lhe
as -entencu- inleiraraeute redigidas para que Ibes po"
n ha seu sello.
Esta corrupro dala de longo lempo ; uocomero
da dvmnaslia actual, o supremo conselho de tensura
observou-a e apresentou urna memoria contra os tri-
bunaes de provincia ao imperador Kang-Ili ; nial
este soberano maiitchoo, que era um espirito enge-
uhoso, repellio toda a reforma, a pretexto de que
urna justica equidosa e desinleressada so fazia ani"
loar o carcter cbicauisla dos chins. No seu enten-
der, os bons cidados devUm evitar o processo, ou
uando o livessein, recorrer ao arbitrio livre lie com
elleilo o qae acontece.) Por lano s osqoeslioia-
Uores pertinaces e racorrigiveis compareceran! pe-
ranle os Iribuoaes, e estes s mereciam ser esmaga-
dos. A insurreicao encarregou-se de responder a
este paradoio.
As leis ehinezas sao extremamente* duras : a Ba-
laren patriarcal do govaffio faz de toda a especie de
delicio urna oeosa ao paita mui que, corno la I,
lem necessidade de uina repressao inuito severa. Is-
lla pode pareceunos eslranlio, a nos que nao sabe-
DoTsVparar a idea de pateruidade da le indulgencia -,
mas este senlimento, que nossa poca leva al a
malicia, crcioqne lie nimio moderno. Eolre os ro-
uge*, o pai era anles um senbor do que um amigo
ii'e seus lilhus ; na China ainda he assim, e explica-
se baDXque o poder paternal, sobretudu no caso em
que nao he seno sua metaphora, vai dar no despo-
tismo o mais absoluto.
Anda que na China trate-se sempre da virlude.as
rain-ciencia- eslo alli em lula com um scepticismo,
li llio sem duvida do carcter daquelle povo,e de urna
certa iuferoridade de sua inlelligencia. Ora quando
faltara a uina sociedade os coslumcs moraes,uma pe-
iiiii laile rigorossimt somenle pode subslilui-los. He
o que acontece aqu : o bambou substitue os princi-
pios. Ualii o carcter exclusivamente penal do cdi-
go chinez: as leis civis, fscaes, riluaes, militares,
' ludo, al o respeilo dos lilhos para com os paes, re-
solve-se em bastonadas. Km fado acabar de pro-
var o materialismo deslas leis : ao passo que entre
,x'nii as leis variam segando a .rauda le moral dos
/

v
P
\
i
del icios considerados em si mesmos na China sao gra-
duadas segundo a importancia do prejuizo.
Km ro.ilm pequeo tem urna pena pequea ; um
grande roubo urna pena grande ; nao he a falta que
se procura punir, quer-se smente por-se ao abrigo
de suas consequcucias.
Reina em todo esle cdigo um arbitrio immenso.
Demos alguns ciempis :
Eis aqui um artigo textual ; Aquelle que tiver
um procedimento, que offeoda as conveniencias, etal
que seja contrario ao espirito das leis, sem que de-
note urna infraeco expecial a nenkuma de suas dis-
pjsiees, ser punido ao menos com quareuta bas-
tonadas, e receber ojenla, quaudo a inconveniencia
fur de urna nalureza mais urave. t>ilamente cun
semelhanle le em sua algibeira, um maudarin fara
sempre baslonar, quem bem llie parecer.
Oulro exemplo : o proprietario do terreno, onde
>e acha um cadver, be respousavel e considerado
como assassiuo aloque tenba dado explicaees, que
a familia do uiorlo tenba querido aceitar ; do con-
11 ,n 10 po le ser condemuado como assassinc de um
i i ni-iii. qoe as mais das vezes, nunca vio. Qnan-
lo uiu homem se suicida, ou quaudo tem lugar urna
norte, aquelle que fui a causa, mesmo indirecta e
involuntaria, be obrigado a ndemnisares enor-
mes a lamilla do murta. O padre IIoc conta a este
re-peilo urna especuladoalroz : um mendigo apre-
senla-se um dia .i porta de urna loja, pediudo im-
periosaineule esmula ; be repeilido pelo niercador a
e para se vingar, abre com urna faca o peilo de um
menino que trazia nos bracos, alira o cadver en-
sanguentado na loja e foje.^ A familia do menino,
secretamente de accordo com o assassino, intenta
um processo contra o mercador, e esle se acha com-
pletamente arruinado nao s pela udemoisacao do
prejuizo, como pelas despezas Ja juslica, que nunca
desee iinpuuemeule a nina casa, onde ha alguuia
colisa que lucrar. Com urna legislaru, que per-
mute lacios desle genero, os pobres intimidan! os ri-
cos eos fazeiu cuuliuuameule tremer. He por eslal
razao que as graudes fortunas na Chine procuram
nao la/er-se publicas ; o liixo he lodo inlerno e se
.remala o mais que he possivel". mas em umma
a igualdade nada ganda com islo.
Eneonlram-se penalidades bizarras; asim o fiinc-
cionarisrao, como o ch.iinam, nao sendo na China
una febre menos do que na|Europa, para desemba-
razar o soberano dos preleudenles e de seus protec-
tores, a lei pronuncia contra ambos a pena de mor-
le, por cau-a destia falla de respeilo. Por teres-
criplo o uome appellalivo de S. M., oulra falla de
respeilo punida com oitenla ba-lonadas de bamb;
por t lo smente pronunciado, qoarenta bastona-
das. O magistrado qae den uina senlenra errnea
in ni i de boa f, he punido ou anles punivel, por-
que o governo raras vezes allende a islo) com a
bastonada ; mas, para cumulo de singularidadc,
urna pena mais severa he reservada ao escrivilo
que escreveu a senlcnca.
O processo he uin sumniarissiiiio : um juiz nico
nada de advocadosc nenhum.i giranlia para o Recu-
sado. As lesteinuuhas depocm a lado de um car-
rasco, que as esbofelea e as acoila, se no deporm
a goslo do filtrado. O acensado est de joelbos
dianlc do jaiz.e quaudo nao conlesa* o crime.he in-
terrogado, fazendo-lh sufTier uina especie de kn ni
ou inlerriido-llie pedacinhos de bamb debaixo das
unhas. ou de mil uuIras inaneiras, porque t imagi-
naijao chineza he muilo inventiva em materia de
torturas.
Todo coudcmaado pode appellnr para us tribu
naes superiores c al para Pekiu. mas para chegar na sua partida
a este ultimo grao, deve por em jugo lanos recur- | lierbas bolas de
so, que a maior parle das quejtue> acabam-se na
proviucia. A justica be milito severa para os la-
drcs e perlobadorcs do socego publico. As penas
ordinarias sao as mollas, as baslonadas.as bofetadas
com urossos lapaloa de couro, a canga, a pristo, as
gaiolas de ferro, onde o preso flca acocorado, o ba-
nniienlo para o interior, o exilio para a Tartaria e a
morte por decapilacao ou por estraugulacao ; mas
afora os casos urgentes, a pena de morte uao pode
cr executada, seuao depois da ralilicaco da sen-
ciii.i pelo imperador.
Osuppliciom,islerrivel e-la reservado para os
rebeldes e crinuuosos de lesa niageslade ; be o sup-
plicio das facas, chamado tambein a morte lenla e
dolorosa. Traz-se um ceslo coherlo, chata de fa-
cas, em cada urna das quaes eil escriplo o nome di
um membro do corpo : o alg as lira ao acaso, i
corla siircessivaniente o membro, qoe a faca indica.
Os aftigosdo padicenle pagam ao algoz para que Un
o mais cedo possivel a que deve ser enterrada ni
corceo. Quaudo um homem he condemuado |ioi
alia traic/iu, lodos os seus prenles vares siio de-
capitados, qualquer que seja a sua innocencia. In-
felizmente poder-ie-hia adiar em oulr.i parle, llein
da China, exemplos denla lerrivel sulidariedade.
O exercito chinez lie muilo mal organizado para
formar um digno auxiliar da Justina e ainda esla ve/,
adesorgaiiisacodve.ser allriliuila sobreluda a d> ra-
na-lia niaiilcliou. (".rendo na ler visinhus para te-
mer, estes imperadores lera procurado acautelar-
se contra a revolla de seus subditos, e para esle lim.
nao lem deixado subsistir de solido, seuao a milicia
nidnlclioii, composia de cerca de sesseola mil lio-
mena, que eslao ainda, oeste momento, acampados
na China, como em um paiz conqjaiitado. i)- china
e os monges lem desaprendido o emprego das ar-
ma-, mas a ultima guerra com os ngleXM moslrou
aos imperadores, "que ralo lindan) todo previsto.
Nao entraremos aqui cm minuciosidades, que o
padre Une repele, segunda lodos os ascriplores e
particularmente a Mr. Paulhier ; conleiiUmo-nos
do que o espirituoso mibSionario vio por si mesmo,
vamos referir urna revista contada por elle. Os
soldados chinezes raras vetea sao reunidos c aquar-
leladoa ; he una forra de orjauisacao, que se reser-
va pa,ra os manlclious somenle ; elles formara anles
urna especie de laudwehr, permanecendo em seos
lares, ate qoe scjain cIi.iiih.los em ci-o de necessi-
dade. Entretanto sao inspeccionados de lempos era
lempos, e he de urna deslas revistas de inspecrao,
que o padre lluc foi leatemanbi.
A maior parte destes milicianos nao abe manejar
sua espingarda, e uo dia da revista conlenlam-se
cora botar na cabeca um chapeo de paiba. de lorma
cnica, coberto de urna crista de seda encarnada,
ejiestir por cima deseas trajes ordinarios, uina t-
nica prela com grandes liras vermelhas, Irazeudo
adianle ealraz um escudo de panno branco, uoqual
esla desenliado, para que oingaem se enganc, a pa-
lavra p'tng, soldado.
Na revista de que se trata, elles Iraziam as armas
as mais diversas e as mais caprichosas, espingardas
de mecha, arcos, piques, sabres, tridentes, serras
encabadas em um comprido baslao e escudos de
juncodu India. A uiiiforiuidade do armamento con-
sista sobretudu no cachimbo e no leque ; nao havia
um s iiomcm que nao eslivesse munido delles ; al-
guus Iraziam tambera seu chapeo de sol. Os mau-
darins inspectores, colloraram-se sobre um estrado
em boas poltrona', diantc de pequeas mezas cheias
de cha c fumo. O sigua! foi dado pelo tiro de urna
columliriua, que dous borneo* Iraziam nos hombros;
lie esle o s\ sienta de carretas adoptadas para a arli-
Iharia decampanha. Houve parada c pequea guer-
ra, mas as conipanhias uo poderam cousejuir col-
locarem-sc couveuieutcmeute, e a confusao fui a
nica manobra que se fez perfeilaincnte. As evo-
luses desles soldados improviaado* cousisliam cm
avancar, recuar, sallar, piroelar, fazerem cabriolas,
acocoiarcin-sc por delraz de seu escudo como para
"espreitaro inimigo, depois levaiilaram-sc repeuti-
uamentc, dislribuirem golpes a direila c a esquerda
e rugirera a boro correr gritando : Victoria victo-
ria Atacaran) iorles felos de bamb e papel pin-
lauV, e vatio* de ilefensores,- e os tomaram cpm uina
rara inirepidez. A revista terminou por algumas
evolucSes de conipanbias cscolbidas, compostas de
soldados realmente exerciladus. Nada ha lao bizar-
ro como estas manobras que cni-islem em fazer ca-
briolas, econservar-se cm equilibrio sobre ulna per-
ita etc. O liro feilo no alvo foi mui satisfactorio,
posto que as espingardas cbinezasnu lenbao croaba,
c se alrcm com ellas como as ntmii pistolas, e
apoidas no quadril direilo.
ComprehenJc-se a pouca resistencia que os ingle-
es liveram de experimentar da parle de um seme-
lhanle exercito. Scguudo o padre lluc. os chinezes
iugiudo praticaram umacto de boiii senso, e semen-
t deve sercensurado seu governo. que os arrisrava
diante de seus iuimigos armado de um modo lao su-
perior. I.onge de os aecu-ar ile cobarda, o paire
Huc peusa que no dia ein que forera disciplinados
e organizados convenienlemenle,elles farmarao (ropas
eicellenles, porque lem todas as qualidades que a-
zem bons soldados : obediencia, sobriedade e facili-
dade incrivel em sollrer as privaces de todo o gene-
ro. O valor nao Ibes falla, esirvam de pro va seus
salteadores e seus piratas.
A marinha chineza e-la' na metan confusao em
que est o exercito, e os juncos dos mandarius silo
celebres pela prudencia com que sabem evitar o com.
bate em toda circunstancia ; comludo, so a disci-
plina c a organisacao europea Ihes desse a conlanca
de si mesmos, os chins seriara inarlnheiros de pri-
roeira ordem. Notamos de passagem urna feliz dis-
posicAo dos juncos de guerra ; seu porfo he dividido
em reparlinienlos separados uns dos oulros, de mo-
do que a agua aberla nao pode causar a perda do
navio. Esla cons!rucc.ao engeohosa he imitada ho-
je pelos paquetes Irausallaulicos.
Tal he, em una expsito rpida, o lodo da admi-
nislracao chineza aclual : ella se acha complelamen-
le desurganisada, parle pelo elleilo dissolvenle dos
coslumes, parle pela falsa polilica que tem seguido
os manlclious para nianler seu dominio em um paiz
a lorie que elles. A revoluto que progrde,
qualquer que deva ser o seu resultado Irara sem du.
vida remedio para este- males.
Os chin- sabem combinar muilo bem o lespcito
pelos imperadores cora as re*olo(Sea qae l'azem ;
Conruciotevc o cuidado de conciliar esla appareute
conlridicao ; aos seos olhos, o imperador he na ver-
dad* o representante do co c seu Otilo adoptivo ;
mas de lempos em lempos o co abandona seu re-
presentante que o lera ofendido, retira-lna seus po-
deres escolhe oulro, ao qual quer que se obedeca e
sempre bem. Mas no caso de lula como se pode
recoiiheccr o verdadeiro protegido do ceo ''. lie o
successo que o desimia. Por islo se vcera guerras
civis terriveis que se acalmara repeuliiiamenle logo
qoe a victoria tem fallado.
Era geral, e sera embargo de todas as facilida-
des, quesioollerecidas ao arbilriu, a adminislracao
do celeste imperio nao he lao l\ mmica, como se po-
deria crer, porque oschins uo sollreriam por muilo
lempo a oppressao ; ellw uao sao ncm embrutecidos
neni apaliiicos, e sao Irescnlos e sescuta uiilhes.
Quaudo um funceiouario Ibes desagrada, sabem de-
embararar-se delledeste ou daquelle modo, pela
violeucia ou pela a-lucia. Mais de urna vea um
rcandnrim impopoiar lem sido feilo r-m pedaeotpelo
povo furios'i e o governo central, que em siiinma,
nao se oHendia da lijao, finga nada saber. O
padre lluc couta como uina cidade se desemba-
rac.ou de umprefeilo, que fhe chegava, com
urna repularao m. esla vez as euosas foram diri-
gidas com uina calma e lleugma inleiraincnle bri-
tnicas. Este mandarlo, que tinlia adminislrado
seu dislricto de um modo rbilrai io, liuha entreun-
to sido promovido. Os habitante* da cidade que el-
le devia gorernar, drigiram-se primeiramenle ao
vice-rei da provincia, pedindo-llie que Ihttdsae
oulro magistrado, mas u io sendo aUeadida a sua
supplica, quando o prefeilo chegou, loda a popula-
cho se reuni para o receber, e quando dcscia do
palauquim, os nolaveis lhe fizeram ver mu poli-
ticamente que voltate com a maior pressa possi-
vel, porque nada queran! dclle. I) mandarim apre-
sentou a principio algumas rUfficotdades ; mas os
murmurios do povo advertindo-o de que nao seria
Ibe olcrece botas de honra, e so-
selini ruin grosaaa silas brancas.
I'azeni-iio parar para calcarcm-llie esle teleraiiiiho
da gralido publica, e os sapalo-, que lia/ia, licam
lieudiirados com respeilo na abollada, debaixo da
qual passou saliiudo da cidade. Desle modo, o via-
janlo conlanda os pares de bolas pendil!,ulos naa
porlas, sabe quautos adminislradores do seu goslo
as cidades leiu (ido.
" Dbcer eonsae occiosas a he a ci|iress,'io chineza
que siguilica fallar era polilica.'Ninguein se eovol-
ve era os negocios pblicos, uem pensa nelles, ev-
ceplo em caso do revoluco. Km dia o padre lluc,
i:\.\i idos.
Sobre Londres, -Jila-JUjliJ d. por 1?.
l'.iris, :ljs rs. por f,
i Lisboa, 9por lim.
o Kio de Janeiro, aA par.
Accoes do Banco, iii O|0de premio.
Accoes da companliia do Itelienbe. .ligumi
Acces da coinpanlna Periiambucami ao par.
Klilidade Publica, :lll por ceutu de premio.
a o Iudeiiuiisadora.sera vendas.
Discoulo de lellras, de \ a I") por 11(11.
MKTAES.
duro.Oncas hespanhulas.....
Moodas de (i;l(i() velhas .
>i ii bViOO iiuvas ,
estando em nina eslalageiq, procurou volver a con-! .... ..." ''^
11 ata.i aiacoes ui
versarlo sobie esle assuiuplo cora alguns cidados ;
foi intil o seu Irabalbo, porque nada pode con-
seguir ; finalmente um delles levaulou-se e lhe dis-
e sorrindo e poiido-lhea inao no hombro : a Ouvc,
mu amigo, para que perturbar leu Cortejo efali-
li la cabeca com vas preoecupaces'.' (Is man
larras sao encaircgados dos negocios do estado ; sao
aagos para i-lo : deixemo-lhes ganliar seu diiibei-
ro, c nao vamos, nos oulros, alormentariiio-nos
cora o que Ibes pcrlcncc. Seriamos bem loncos se
Iratassemos de poltica sralis.n
Oscliius, em circumslancias ordinarias oeeupam-
se de seus negocios,sem pensarem eni poltica; alem
disto os coslumcs Ibes dao ampias liberdadei, de
que sabem fazer hora uso ; lberdijda de Irabalbo,
de pndis-ese decirculacao sem o embanco de pas-
saporle, libcrdadc de Imprenaa quasi absoluta. O
governo sem duvida nao se dcixaria atacar impune-
mente, na- a polmica polilica nai( esta nos coslu-
mes e nngueiii se oceupa della. Pelo que respela ao
mais. ecreve-se. imprime-so o que se quer. e como
os livros sao baratsimos, penetram al naa classe-
niais baxas .la sociedade, e ale enronlra-se por to-
loda a parle leilore- pblicos, que declamara a es.no,
com muilos coinmeul irios, as patsagena mais dra-
mticas da bi,loria nacional. A iiiullida.i as ouve e
faz suas reflcMies em voz alta.
I.iberdade plena re associacjo. Ngn fallo das so-
ciedades, secretas como a do Meifuplmr hraiic. que
foiinou o centro da in-iineicio aclual ; o coverno
chinez nao he nial, tolerante do que qualquer oulro
a respeilo deslas raaciiiiias de guerra, mas porque
nao lem por lira allaca-lo, ileixa a seus snbdilot ns-
sociarcm-sei'omoeiileiiderem, cellos ii-am impa-
mente detle tenldede. Fallando aqui somenle das
reuniOes, que lein um carcter noliticu encontram-
s*. umitas vetea sociedades eontralejogo, que be uina
das chagas do paiz ; ellas entregara os jogalores ao.
magistrado, para qua os piiiiain com o rigor das leis
Oulras sociedades empreheuderri reprimir os latro-
cinios nos canloes remlos. onde| nao rhega ou mi
procara chegar a autoridad* central. <) padre lluc
cila ahistoiid de uina deslas as-ociacoes, que leve
por fundador um caropoaex, e que tomn o uome de
Socielcnu ricu.r Taurean, porque se linba raorlo
velhoparna fesla da fundac.io.j Ella fnncionon com
urna energa espanlosa decapitando segundo a lei de
Lynch, lodos os ladros c galuno- do paiz o acahou
pelo exterminio completo da aldeia, dondeaahiam os
salleadores ; incendiaramna e os babitonta* foram
queimados mi assaatinadoa, OJ governo approvou
ludo e conferid a livre sociedade o litlo de Agenda
depad/icuiao geral. Islo se pastava haquinze anuus.
iConlhluar-re-ka.)
'piibluntoi^ ,i pibiDo.
Pesos
ileiros.
columiiario-
meMcaiio-.
,ll.l'A.Ni)EliA.
Keiidimenlo do dia I a IS. .
Ge,n do dia III......
J'.IMMI
ln-im
1ti>IMKI
OOtKI
a^OOU
J-5'Jtl
lNi(l
81:21 96 i
I2:&i3#iai
Joao
neio
francisco Marlins, carga loui;a e mais ge-
%;Ht03iS
Dctcarrtg.ui hojf\ de ianeiro.
larca porloguezaConstanteo resto.
Brigue tranceiilarrehat lixe\manvnhos.
Ifriguj inglezrot i(baealhao.
ligue americanollellcndem.
CONSULADO UEKAL.
Kendimenlo do da 1 a 18 li'.Mo'.iisii
dem do dia til....... 1:8209701)
7t)::J>Vxl
i'IVliit.-iAS PROVINCIAS.
Iteiidiineniodo da I a IS :t::W7s91N
Idciii-do dia l'J....... 36ti347
:l:7.i>ili..
.1 sempre chorada morle de lueu pai de criaran o
commcndadnrJoaii Bernardo de Azetedo traga,
que fullerea no dia io do mez passado nn cidade
Therezina.
V.,.) ii' n- l.ilo< nuui-, n,.iii ni-ii um riso,
>i. ii icnio concia rW -.uid.,,1,-.
- Bueaa*,
epois de um auno, de alllicoes, d'anguslias,
Todas sollridas com paciencia incrivel,
l.ougc d'aquelles quo te amavam lauto,
Perdeslc a vida !e nesse adens extremo u
Que ao mundo davas co'cxemplar firmeza,
le viste s a bracear co'a morte !
E uem, ao menos, encontraste un hornera
Qoe piedoso le aiiipararsoulie.se.
Quaudo, vencido por immeusas niagoas,
Desfallecas... de penar cansado !.
01: mal bajara leus amigos,
Que assim le viran inorrer,
Sera que ao monos dos seus elhos
Podcsse um pranto currer !
Mal bajara esses iugralos
Que, einqoanlo fosie opulento,
Se ninsir.irain extremosos
P'ra tagrarem seu iuieuto .'
Mas que em breve deslembradus
Il'aquillo que le deviam
Nao enxugrnm as lagrimas
Que dos leus olbos carmn !
Por qn'enlto j eras pobre,
E sendo assim nao podas
llar-lbc os bauqueles d'oulr'ora,
Como constanie o fazias....
E cu queete amava com amor delilbo,
Que le deviaquaulo a um pai se deve,
De (i to longegrande Deus era pude
Ouvir-le os ais e recollie-los todos
Ncsl'alma afilela que lalvez podesse
Seccar-teo pranto, minorar-te as penas !
Tambera lidas urna esposa,
t)Ijpoda perfeicio
Que te quiz e cora extremos
D'exlremoso corado.
Ma-, essa esposa... perdesle-a !...
E na hora d'afllicao
Dos nu quiz qu'ella te desse
L'ma so coiiflacao '.
linhas prenles que elh.ivara
Como sua a tuasorle ;
Mas esses eram distantes
Ao aproxiraar-se a morte...
1'inlias amigos que o foram
So uo lempo dabonanoa
Mas que deixaram-te, apenas
Houve da sorle a luudaura !
E assim morrn o justo E sua vida
Foi ebeia sempre de crueis transportes !
E em sua morte inda quiz Dos impor-llic
ProvacOes novasque sollreu contricto !
DESPACHOS dk EXPORTACAO PELA MEsA
llOCONSI l.xDO DICSTA CIDADE NO DIA
l!l DE JANEIRO DE ISVi.
h'almoolhBrigoe inglez uSaraha, James Ryder c\
Cura[ianbi.i, 200 sacco- apsnear miacivado*
liba de S. Miguel Patacho portugus tAlfredo,
I boma/, de Aquiuo Kon.-eca agurdenle.
HavreBarca liaiieeza sCuslaveu, I.a--erre &Com-
pauhia, IIHI sarcos a--ucar in.iscavado.
(ibrallarPolaca sarda wtiilalea, C. J. Asllev i\
C*. 600saceos assucir mascavido.
I.ilirallarBriguo lardo ol'asso quel-lempo Fincas.
Scbrainm Whitel) i\ Companhia, CtW saceos as-
sucar na-cavado.
(iolhemboorgBrisuesueco si). Thereza, Me. Cal-
moni \- Companhia. I2I> saceos lem.
UihrallarPolaca sardaDorotliea, C. J. Asllcy
Companhia, dOOsaccos iilem.
(ienovaPolaca sania aKlcllielini,
moa, LO saceos idom.
Erportacao .
Kio de Janeiro, patacho braaileiro
liin loneladns, cnndnzio o seRninte : -
de cabra, Sil hcelas c 2 barricas dnoi
bams Umarindoa, lio pipa- espirito, 10 ditas agul-
denle, ;iilO saceos cora i.ll.iO arrobas de as-ocar, I
caiv.io impreasos, 30 saccaa com 100 arrobas e 20
libras de llgorUo,
l'arahiba, luaie braaileiro aFlor o Brasil, de 28
toneladas, condoli o soguinte :77 voluntes g-
neros eslrangeiros.
Lisboa, brigue pnrluzuez ((Experiencia, de 2H>
toneladas, condotto o Begllinle : 2,.70 saceos cora
12,861 arrobase II libras de assucar, :I0 paneiros ta-
pioca.
KECliBEDDKlA DE RENDAS INTERNAS 01-;-
ItAES DE PERNAUBCCO.
Ilendimenlodo dia I a 18 I2:!>7.j2>8
dem do da 1!)........ !)5t;x52
Basto tt l.e-
V'ilenlea, de
1,800 couro-
do caj', 11
l:l:9li780
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudiineulndoda I a 18 62:6908017
dem do dia l'.l....... 9980213
(i:l:(i88:2:lU
-atfi
PKAl.A DO ISEC1I E 19 DE JANEIRO 1>E ISOti,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Uecisla sciitanat.
Cambios------------ Satou-.-e francameule a 21 d. por
I? e oegociararo-se algumas letras
(le pequeo valor vindas do norte
a 20 l|2 d. por 1*1.
Algodo------------Snteole entraram Lili saccas, e os
procos lera sido nomina**constan-
do que apeuss se veuderain algtt-
uias saetas de jo20O a j;i00 por
arroba.
AstUCM Enl raram .120IH) saceos, e os pre-
cos snstenlaram-se, sendo os mas-
cados mais procurados que os
broncea.
Couros-------------Sera alterarlo.
Bacalb.io O mercado'recebeu cinco carrega-
iiienlos, dos quaes dous foram
vendidos de 14> a UViOII por bar-
rica, o lercciro retalbou-se parle
por cont do importador, c liarte
segu no mo.-uio navio para a l'a-
rahiba; e dous esperara pelo va-
por do sul para resolverem-se.
Fiearam em ser cerca de 1 i,000
barricas, nao nieucioiiaudo os dous
carregaraenlos.
Carne secca- teios somenle 2,800 arrobas do
Itio (jraude, c a venda tem regu-
lado de li/ a 7o por arroba.
1 ariuha du Irigo- Nao hoave entra la, e o consumo
reduziose a ilKI barricas, sendo
os precos de 27j a .Vio da do Pbi-
ladelpbia, (ienova, hespuubola e
Richmond, e a 339 pela de SSSF.
Ficarara em ser 12,201) barricas.
Vnhos ----- O carregamenlo chesado de Bar-
celloua pelo navio /'rompa ven-
deu-se a 17."0 por pi|ia Cataln.
O do Marselba pelo general Exel-
.'iian nbleve 2111? por pipa a imi-
tacaojdas porluguezas; e o da Fi-
gneira venden-ae de 2oO? a 2'.i()-s
por pipa.
Descont------------Continua de I a 1 t|i por cenlo
ao raez, haveudo procura de di-
nheiro.
Frotes---------------Nada se lem feilo de publico.
Tocn uo [lorio: I vapor do norte, que seguiu pa-
ra o sul. c parlo o Mrquez de Uliiula para os por-
loy de seu destino.
Entraram : '> navios com hicalho, 2 em laslio. 2
navios de guerra, 1 com vinlios, I cora fazendas in-
glezas, e 2 de cabolagem.
S.ihiram : (i de cauolagem, I de guerra, 2 em las-
tro, 2 para complelar sen carregamenlo em oulras
provincias, e 7 com assucar.
Fiearam uo porto 02 embareagoes : sendo, i ame-
ricanaoas, 1 belga, 28 brasileiras, fraecezas, ;i
bamburgue/.as, (i liespaoholas, 27 inglezM, 8 porlu-
guezas, 'i sardas e ,"> suecas.
(ienova por SergipePolaca sarda ((Aunan, capitn
N. OiIioiii. em lastra.
Liverpool por MaceinBarra Ingleza Queeu o( lhe
Timesu, carga assucar e algodao.
Ru de JaneiroPeladlo hrasileiro Valenteo, nies-
Ire Joaqohn Antonio (joucalves dos Santos, carga
as-ucar o mais uencros. Pastageiros, o leneule-
coronel Manuel Rolemberg de Almeid, sua fa-
milia e 7 escravos, II. Kmiha Julia da Silva, .lose
liburliiio Pereira Magalbaos. Pedro Baplisla Mu-
reira, Antonio Martins de Castro, Antonio Fran-
cisco de Araujo, Carlos di Silva Araujo e I escra-
vo a eulregar.
ajaranhao e porto- intermediosVapor braaileiro
Marqoez de Olindaw, eoinmandanle Antonio Sil-
veira Maciel Jnior. Passiieiroa, liervasio (ion-
calves da Silva e I criado, llr. Kiiuronco Francis-
co de Almeida Calaiilm e 1 criado, Antonio Joa-
(|uiin Seve, sua seollora e I criada, Dr. alanoel
Geinenlino Carneiro da Cunha e 2 criados, Ma-
nuel Corr'ia Lima Jnior, Leandro Lope- Dias,
Adolpho llerlislorc 2 manas,DrCypriano Kenelon
i mel- Alcanforado, Jos Antonio da Silva Mello,
2 pessoas de familia e I criada, padre Leonardo
Antones de Meira Hcunquesel escrave, Dr. Ma-
nuel Peixolo de Lacerda WernccU, Dr. Geminia-
iio Antonio Vital deOlvaira, Paulo EngenBroaa-
sou/e. Tarquinie Braulio de Souza Amarante, Ma-
nuel de Mallos Maclia lo. Joao Joaqun) de Ferias
Machado, Antonio Aureliauo l.pos Coulinhe,
Florencio da Co-la Olivcia, sua senbora e I cria-
da, Dr. Candido Josc Casado Lima, Vctor Joa-
qiiim de Souza Travasso Jnior, padre Manuel da
Vera Cruz. Francisco Dupral, lenle Firminoda
Cunha Reco, coramendador Loiiionco da Silva
Araujo Aniaiouas.
VcfciOS entrados no dia 20.
Paralaba2 das, bil* bn-ileiro ((Conceioao de Ma-
ras, de 27 louelada-, mcslre Scveriano da Cosa
e Silva, eqiripagcm i, carga liros de mangue; a
Paulo Jo-e Baplisla. Pasaigeiros, o lenle Joao
Antonio l.eilo o sua familia, Jos Antonio le -
iiandes e sua familia.
I.i-iioa34 dia-, brigue pnrlnziicz Tarnio ln, de
2 1 lonelailas, rapio tlanoel de Oliveira Fni-
co, equipauoiii II. carga varios gneros ; a Ma-
noel Joaqoira llamos o Silva. Fundeou uo U-
((ii ..o liuulem depois das (i lloras da larde.
Kio de Janeiro e porlos intermedioslidiase 112,
vapor brasileiro uParamn, cninmaii lanle Fran-
cisco Ferrejra Borge-. Pastagsiro* para esla pro-
s vincia. Jo-o Francisco de Oliveira, Manuel Paes
Brrelo, 1.- lenle Francisco Jos de Oliveira,
M.Norat, I.-lenle Joao Trocassos da Cosa,
altares l.uiz Marlins de C irvalho, sua seuliura e I
escravo, Marcelino Antonio Pereira Jnior, sua
senbora c I escravo, Francisco Nen da I onseca,
BelarminoCorreia de Oliveira Andrade, Adolpho
Raposo Cabral du Cmara, Uabriel M. Raposo da
Cmara, capitn Jase Antonio de Carvalho Dan-
tas, I at-prac* do etercilo. Seguem para o mir-
le, alfares Amallo Naia. l.uiz Carlos l.ins Wall-
derley, Joao A. Veleros, l-ourenco Antonio de
CilsIro.Marcolino Scrates de .Moura Pozge,couego
Joaquim Felu da Bocha, I criado e 2 escravos,
Carlos Raj inundo Pereira deOliveia.
\'/i'ios saludos no mesrivi din.
Aracalvlliale brasileiro uCapibariba* meslre
l'r.ij.-ino Anlnnes da Co-la. carga flzendll mii*
eneros. Passageiro. Alvaro Jos leixeira.
Lisboa Brigue portuguez Iniperador, cipilo
Antonio de Suuza Moreia, carga a-sucar e mais
gneros.
dem Brigue portuguez (.Experiencia, capillo
Joaquim da Silva tem a, carga u-sucar e mais g-
neros.
Liverpool pela l'arahibaBrigue iuulez Waller
llame, cipilao Williaui Boivens, carga parte da
que trouxe. Passageiro, Jaciolbo Ignacio Muuiz
Pacheco.
lalmoulliBrigue sueco iiDiadeiD", capilioA. E.
Hlnsson, carga assucar.
LOTERA do collegio dos
ORPHAOS.
Quarta-feira 25 do cor-
rente, he o andamento das
rodas da lotera snppra.
Ha apenas uin resto dos
primeira dlsporifao, e na apreseotaeio da cerlidao
da vesteria.cojo resultado be publicado pelos jornaes,
' Manda mais fazer publico o dilo I lim. Sr. inspec-
tor, ipio era roii-oquoncia de unirs di-pnsieOes nos
aviso- de 22 de marco e 2! de Jullio do crrenle au-
no, he siijcilo o -obredilo vapor a matricular cm lo
das as viaueus e ler os livros deque trata o cdigo
comtnerrial brasileiro nos ariigos "i(2 a .'iii.
Secretariii da u*pecr,Ao do arsenal ue marinha de
Pernambneo 17 de Janeiro de 1853. d secretario,
.He.raure /todrijaes das A'ijos.
o conselho de administragio naval contraa
para paaamenlo dos semestre* que venceram as pra- j
cas do corpo de imperiaes marmlieiros e do bala- ROfiSOS l OI' II i III (1 ltilh.
II'io naval destacados nos diversos navio* de estoca* i ""t*3"a
a eompri de lardas, calca- o lrdelas de panno azul, !
calcas, eamiaaae frdela- de l.riin branco, polainas i
de panno preto. bonetes de laiiuo azul, lencos pi,. ji rillli lie i-i rl >_
i-s de-, i,, sapato* de como de aqueta de duas so ;<**,UU/_,I_-_,'*U*S
las, ecaiiiisol.s de i.lim branco para u-o oa enl'ei- '
inaii i: cuaimente contrata o foriieeimenlo de car-
llvenle para o pe.-soal dos navio- c Brsnal nos me-
zes de revereiro e mne i vindouro ; pelo que convi- J
da-aa aos que inleressarem na veida c foniecimenlo i
dosobjeclos cima-ditos a comparVcerrro as 2 horas
oo dia 22Ido crrente com suas amostrase propoal, J",.., < ."-
declarando os ltimos proco-, na sala da* sessoes. tsUcil Id lirU ZO G SU"
Salaidaesessoes do conselho de adininistracao naval __!__. .J
em Parnambuco 18 de Janeiro de 1836. O secre- IieiTO UnUaill as rodas dfl
lario, Cbrislovao Santiago de Oliv-ir.i.
CONSELHO ADMIiN'IaTRA'iTVO.
" conselho administraivo precisa contratar o fur-
necimeiito dos generas seguiutes para o rancho da
companhia dos aprendites menores e Africanos li-
vre-cm -i vi,-., dn srseu.l de guerra, durante o cr-
reme me/, e o de revereiro prximo vindouro :
Assucar tmenos refinado, cafe moldo, cha hyson.
paes de lonras, manteiai ngleza, arroz pilado," ba-
ealhao, cane secca, dita verde, funda de mandio-
ca, felpto, lou.inlio deSjulos bolacha-, azeilc doce
vinagre, tenba.
Quera quizer conlraUr estes objectos aprsente as
suas prupo-tas em carta fechada aronipaalii lai das
amoslras, na secretaria do conselho as 10 horas do
dia 23 do crrenle mez.
secretara do conselho a Iministratvo para forne-
ciinenlo .lo arsenal de guerra IS de iineiro Ihib.Uentu .,' u l.anienlia l.iiis. coronel presiden-
te Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal
e secretario.
tes e cautojlas as lujas j
~ iniciadas.
Oliveira Jnior & C
LOTERA do collegio dos
ORPHAOS.
THEATRO DE APOLLO.
Bailes mascarados a 2 e 4 de fe-
vereiro.
A diruvao comida aos similores associado* para
apresentarem soasprepostaa de convites at o dia
21 do rorrele mez, no mesmo Ibeatro, das .1 para
i hora- da lardo, ou ao secretario da direcrJo.
tv&ittei*.
O lllm. Sr. inspector da tbeaoararil provin-
cial, era cuiiipriraeiito da ordem dj E\in. Sr. pre-
sidente da proviucia de 13 do correute, manda f.i-
zer publico que vai uovainente a praca para ser ar-
rematado a quera por menos lizer no dia 7 de feve-
reiro do crrenle auno, os reparos de que preci-a a
casa da cmara municipal c cadeia da cidade de
Oliuda, pelo novo orramcnlo de 2:til01t000 rs.
1:. para constar se inandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
bneo 17 de Janeiro de 1830.O secretario. A, /'. da
Aiuiunciarao.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
cia!, era cumprimenlo da resolucio da junta da fa-
zeuda, manda fazer publico qi.e vai novamenle a
praca para ser arrematado a quera mais der uo dia
7 de fevereiro do crrenle anuo, o silio na eslrada
de lle'cui, a valia Jo em 3:373(000 rs.
E para constar semandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 17 de Janeiro de 1836. O secretario, .l.\F.
d' Annunciacao.
Manuel Ignacio de Oliveira Lobo, fiscal da fregue-
zia de S. Fre Pedro (joucalves do bairro do
Herir, lo.
Para que se nao allegue ignorancia, publica-se de
novo o ardgo priraeiro da poslura adilicional provi-
oria de 20 de noveinbro do auno lindo de 1833.
Vl'uivov 3&artttm0&.
CEARA',
Segu uestes dias o hiato Uxa!arS<>; para o resto
da carga Irata-w com Caelauo Cvrjacodal C. M., ao
lado do Coipo Sanio u. >.
PARA O PORTO.
A barca remandes. I vai srhir com mnila brevi-
dade : para carga e passageiros lrala-sc com Barro-
ca V Castro na ra da Cadeia do Kecifc n, i, ou
con: o capitao na iraca.
;" I*
(
is'an
**)
*c<
V (
i*
a.
.^cdiiiiuoi'v.
Opalhabote LINDUI'A-
OUETE, vai seguir com
trcsie/.a : para o resto
ila carga e passageiros,
-' ..':r--'~ -; li-ata-se cora o cousigna-
tt'io Antonio de Almeida Gomes, na
ra co Trapiche n. (i, seguudo andar,
ou com o sen capito Jos Pinto Nnes,
no trapiche do algodo.
Para Lisboa pretende sabir coro e maior bre-
vidade a nova e aceiada barcapuituguez.i aConstan-
leo, capilflo o Sr. Silve o Manuel dos Res : quera
na me-ina quizer carrezar ou ir de passagem, dri-
ja-sc aos cori-igtii.it,irios Thomnz do Aquino Kunsera
i\ Pilho, ou aocapilo, na ra do Vigaro u. III.
tleal companbiade paque-
a vapor.
-No
referida lotera, em virtu-
de do aiinuncio do Sr.
thesoureiro pnbiicadu uo
Diario de Pernambuco de
7 do correute mez, no es-
pacoso salao da roa da
Praia, n. 27. Os meus b
Ihetesecautellasque esto
no resto acham-se venda
as iojas J coniiccidas do
respeitavel publico. Per-
nambuco 21 de ianeiro de
1856.O cautelista, .So-
lustiano de Aquino Fer-
rara.
Hugirani.ua inaubado dia 1!l do correle dous
csc,,l%......" Pr nome liieoloro, prelo. crioiilu, pe--
eador, bMto, ,.i -,,:.,. cun minios cabellos bran-
co pela barba e peiius. lia.ic :!"i aun BMC* raals
ou menos; ouiro de mime Jorge, mualo, baivo,
secco do corpo, penca barba, quebrado da vetulia ;
lem do lado eaqnerdo de rosto una cicatriz, esle es-
cravo foi do Sr. MlooaJ i'hoiuuz ei-carcereiro ;
coiiduzir.ini con igo urna caixa. na qual levjram
toda roupa que linham, cal.as e camisas de alcodiu-
tinho de luirs, camisas de madapoln, uina dit de
biela encarnada ja usada e ci, -r Ion- : roga-se as
autoridades policiaes e OpiUes de campo qneosap-
preliendain e levein a rnada Cnucordu n. fe, arraa-
temde mileriies que sci.;ogenerosaineiite recom-
pensados.
Is-.ac Hiendes rclir.i-se para Hn da provincia,
c (.celara que na la deve praca ; e pede aos seus
devedore que venham pagar os seus dbitos, qua do
c-uiriio crio seos nome* publicados por este
jornal.
Oablite assianade, leudo a curaprir orden-
do governo de S. ",i. ,, Imperador na provincia do
Paran, relira-s sindoae desla hnspilaleira e lao
amena provincia: pede dewnlpa a toda as peaoemda
suas lelac.'s.a quera i:,,, po.le p, 5saalnienle faeer
as suas despedidas, queiram conlisr-lhn soas d.ler-
intnacoc-, paia eom praicr. ira qualquer destino
qae u servic* c\ij-, poder ili iiempnntw suas ordens.
Atssim como em particular da* ahtigea eaan ajaem
nutri pura amisade, espera igual favor, para no de-
lempenlio doslc dever, conservar sempre um -igual
indelevel de sua gratidao. .l/imoef Rolembera de
Almeida.
Precis-se de mu Irahalbador de relioaro,
preferc-sp do lllimos (llegados : na ra da Seniala
.Nova ii. i.
Algorn hoiiH'in de baslante idade. que pouco
servico pean fazer.- que queira ir para a cidade da
Parabiba para ser empregado cm tratar de dous ea-
vallosc alcana poneos mandados de una familia de
duas pasaoas, drrija-se a ras da Conceicao da Boa-
Vista n. 3, nortes 3 din. Na nema ca'sa recbe-
se um menino de 5 a. IO anuos para se educar como
liliio na escola olcio. e nao d-ixar.i de necupar se
poder para o futuro ler algum* I, in-nlu.le, o alo es-
lodarc ordener-se, se as sauts qmUdadea e evigir ;
un certeza de que na mesma familia nao ha lilho-.
Nao se olba a cr e du-se conheciineulo.
tes inglezes
Mas islo qu'imporla-se alera cu diviso
I ni Ihrono de gloria, cercado de luz.
P'ra onde cantando dulcilicos hvmnos,
I m coro d'arcaojos o juslo conduz '.'
ijii'nui orla que c mundo nu riso mentido...
Nos negu prazores... prazeres de um dia '.'
l.lu'imporla-seo amigo, se opai quo adoplou-mc
Nos ecos se ombrilga... nos ceosae evlasia !...
/'. ('. Ilttrlamaiiue.
Itecife, 16 d Janeiro de Is'.n.
Mtffl li (i)
Ao meu patricio, cotleija e amigo'enelon Cesar
urlamaqtic, pelo eterno passamenlo de seu
" pai de r.rearau a o coinmcnJadorJ. l. de A.
Ilraga.
. S" 11,1 .(Mu.i.> ,|U,' (, ,,.,,.mu,'.
^ i der iamciw., qw le. |m-iu acalla,
I'-mc ciii.t--c do l.nrd., .1 ,/ -.unii.l.i.
I ..... leu, -ol...,. ailMi
pra
I
. laariains amr ,,
l II..,-. -
ftep.
prudente resistir, parti e-collado magnficimenll
a' cusa da cidade, e o vice-rei comprelieudcu que
devia uomear oulro. Nao b- esle um modo de obrar
decente e legal '.' Os pobres rajas da S\ria, os sub_
dilos do xah da lVr-ia e linda oulros muilos teriam
jamis sabido fazer oulro lauto ?
Se uin mu I,un amado do povo acabado duivar
a cidade, i popularlo reconhecida lhe faz cortejo
-as tristes azas da saudade triste
De der pungente le leraetto uin ai !
(Is males Mulo, que tambera sentiste.
Ha infausta morle do a querido pai.
Amigos somose o leal amigo
lioin pouco dista do liol iiniao ;
Ten praulo amargo repart comiso,
1 indos curramn'nina s eineflo.
Sim !corra o pranto funeral .. rolando
Por no-ans fucos que macera a dol
Nomos gemidos, ptlo ar vagajido,
Ao llirono subam do immortil Senhor !
Supplices urein pelo o pai quciido n
Ouc a nioi te ingrata.., qi'e a cruel rouhou !
lalvez queo' pello, de prazer despido,
Alli vio encontr no gemer que urou !
Nio morreo justona mau-ao hivina
v ai fruir gozos que nos tallara c.\ :
Consol... amigo !puisquea fe ensilla
Que o o pai querido esta pousando la !
Agora ces-o de comer o praulo
Qoe assaz verterte cora febril ardor...
Sobre n passado se desdolire um millo
Que oceulte, era parle, leu chorar de dor.
E acceita as pitruca de uin amigo triste,
Que, em dor iinmerso, le remelle lio ai !
Que os males senle, que lamben) sentiste,
lia infausta morte do (i querido paj. *
J. Coriolano de i. /..
tllinda, 17 de Janeiro de IS.'.li. V
i 1 i O meu migo Jos Corioli.....de -orftn l.iina
offereceudo-uie esla mimosa poesa, lom'ou una
parle tilo activa em iiiiuba- peiHS, que eu, publi-
RIO DE JANEIRO s DE JANEIRO.
Cambios.
Londres 7 U|i c JS a'iif) dia!.
Caris Yr2 a II'rl rois a !MI dias.
Lisboa '.17 a '.v.i <>l() nominal.
Hamburgo ti.i rs. a '.111 dia-.
METAES E II NDOS
MEI'AE. Oncas da palria. .
ii o Iie-panliold:. .
.. Pecas de (9*00 vcllia
o Mocdas do >. .
u Soberanos......
)i Pesos liespanhes .
da patria .
u Palacocs......
A plices do (i ;,.........
n proviuciaes.......
FUETES.
AuUierpii ,*m| 60|. ILiverpool i'i|.
Canal......Vl| a lil)| [Londres ."i|.
Estados-ruidos 60 a 80 c. {Marselba .ii|.
Hamburgo ni>|. |Mediterraneo 50||72|6
llavrt .... COfe 10 0||) Trieste 53|.
(Jornaldo Commereio do Kio.
BAHA lDE JANEIRO.
Cambios.
Londres a t0 lio- de vista, gs d. a gx || ,|.
Pl BLICOS.
i 281800 a lrgOOO
19300 a -Jnjoo
ItiSlIOO
1150(1(1
S>S(K a
I-'.lid a
IditO a
151120 a
107a losv;.
lili a 102
As malas qae tem de conducir o vapor Pi-
rinea paraos porlos do norte, fecham-se boje rt
as II I |.i horas da tarde, e depois dessa hora so rece-
bem-se corres|>omlencias cora o porte duplo al o
momento de lacrarem-sc as mesillas ; os jornaes de-
ven! estar no comi i horas ante-,
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
guiule :
Para B." balalliao de inlanlaria de linba.
Bonete*, 303 ; panno verde para sobrecasacas e
calca-, covados 1,.i*2,i ; aniageni ou eslopa, varas
153 ; botOea conveos de inelal brouzeado com o n.
8 de inelal araarello e de 7 linhas de dimetro,
.'JTO ; dilos cora o mesmo iiumeio e de .> ditas de.
dito, 11,030 ; caseinira encarnada, covados lili ; cl-
cheles, pares 303 ; conloo de lila prela de tuna liuha
de grossura, varas l.-Jgo ; hollauda de forro, covados
1,18:); oleado para debruui, ditos l ; panno prelo
para polainas, dilos 711 ; briin branco iizo para fr-
delas c calcas, varas 1,332 ; algoibioziuho para ca-
misas, dilas 7'.H); boloesgrandes de osso, groza*34
e Jj ; dilos pequeos de dilo, dilas 20 ; ditos pre-
tos de dito, iliUs :>!> ; lapitos, pares tillii '. panno
azul para capoles, covados 1,5(8; clcheles para
dilos, pares 238; baeta para forro, covados *.H):t;
boles grandes de raassa, duzias 131) ; esleirs,
31 (.
Para provimcnlo dos armazens.
Penuas de gaui*o, ceios 8 ; obreias, macos l).
llllicinasde elasse.
/iuco em barras, arrobas i.
Dilas de 3." (lili.
Brochas para sapaleiro, inilheiros i.
Quem quizer vender esles objeeto* aprsenle as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
conselho as l horas do dia 23 do correute mez.
Secretaria do conselho adnnoislrrtvo para forno-
i'iiiti'iiln do arsenal de guerra l de jaueiro de
ISIi.enlodse .ameuha Lilis, coronel presiden-
te. llernardo Pereira du Carino Jnior, vogal e
secretario.
Pelamesa do cousulado provincial se faz pu- __ Para o porto seguan
blico, qoe do dia I.> de Janeiro em diaule princi- '
pia-se a contar os 110 illas uteis para o pagamento do
imposto de i sobre diversos eatabclecimenlos no
anilodeISVia IS.'iti, lindo- os quae> incorrem na
O | mulla de ,1 '., lodos os que deivarem de pagar seus
**"00 dbitos do referido a.ino.
da 21
desle raez, es-
pere-se do sul
o vapor .con,
rommandan l e
lvclt, o qual
depois da de-
mora do cosi-
me seguir pa-
ra Sautliaroplon, locando n- perlos ''e San-vi-
cenlc. Tencrill. Madeira c l.isb-a : p>" passagei-
ros, ele, trata-e com os asentes Adamson Howie
0^ C roa do Trapiche n. \-2.
N. B.Os nmbrulhos que ptetenderem mandar
paia Soolhimpion, deverUo estar m agencia ho-
ras anles de se lehirem as malas, e depois dessa
hora, nao se receliera' embrulho algum.
Para o llio .le Janeiro pretenda sabir com
a maior brevidadl possivel o brigue brasileiro idris,
capitao Antonio de Souza Maciel : quem no mes-
mo quizer rarregar o a ir de passagem, para o
qoe lem escolenles commodos, dirija-se ao consig-
nalario Manoel Alvos Guerra, na ra do Trapiche
ii. ti, ou ao capiUo a bordo.
Para Lisboa pretende sabir com a maior bre-
vidade possivel a barca porlogueza Tejo, capilo
Joo Ignacio de Menezes : quem na ir.e-ma quizer
carregar ou ir de passagem, dirij.i-so aos consignata-
rios Auiorim Irmaos & Companhia, na ra da Cruz
n. 3.
PARA A BAHA,
o bem eonhecido e mnilo veteiro palliabolc brasi-
leiro Dow Amigos, pretende sabir uestes i dias por
eslar quasi cora todo o sen carregamenlo prnmplo :
para o resto e piissaaciios, traa-:-;' com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruz n. I.
Para o llio do Janeiro segu etnpoucos dias ?a
polaca brstlera /.eiosa II, pregada o forradade co-
bre, c de priineira marcha ; lera mcia carga prom-
pla ; para o reslo irala-se no escriplnno de Isaac
Curio iS Companhia."iua da Cruz n. O.
vranae paaora-
iii diorama.
O mais rico, o maissuniptuoso que teru sabido da
Franca pira oulros paizes, lie o que acaba de chegar
i ra do Crespo n. 12, priineira andar, o qoal esta-
r a esposicao do respcitavol publico todos os dias
das li 1(2 lloras a '.I da nj.i.-, c os domingos e dias
sanios das 2 as 3 horas da (arde e das (i as 10 da noi-
le, sendo a primeiras vistas as seguinles : I.
dislruioiij da torre de Eabel; 2. ltimos momentos
de Nosso Senbor Jess Christu ; 3.* praei da con-
cordia e campos Elisios ; i. cidade de I Luana ; .V"
cidade de Liverpool : ti.' entrada de S. M. a r.nuha
de Inglaterra em Pars ; 7.' bombarjiamenlo de
Odessa: ,.<< balalhi de Inlmnunn ; 'J.-' defesa de
CyNsIna ; 10, um alaque de n.le pelos Alliada* i
torre de Malakolf. Estas vistas na preci-am lecer-
llie elogio-, p.iniu-- os seus nomos bem fazein conhe-
eer sua bondade ; estario n ciposi^Ao desde o dia 21
a 27 do correntc, que be quando haa de ser muda-
da-, e novamenle annunciadas as que titerero de ir.
.V entrada he de 300 rs. por cada urna pessoa.
Prcrisa-se de mu caiveiro para padnria, de nla-
.le i a 1 i anuos, para o balfj*, qoe de fiador a
sua conducta : na ra do Pires n. ti.
Hesapparcccu da casa da ra eslreila do Ro-
sario u. 3, um papagaio fallador. sem correle :
quera o adiar leve-o a referida casa, prirueiro an-
dar, que ser generosamente recompensado.
Quem precisar de uina ama de leile chegada
agora do malte, dirjanse a ra Augusta n. tai, que
achar cun quem liatar.
Precisa-se de um boro trabalhador de massei-
ra, que saiba perfeitamenle fazer sua obrigario : l
tratar na paitara do paleo da Santa Cruz u. H.
Precsa-se alugar urna ma para casa de pouca
familia : na ra do Cabugi, loja de miudeza- de I
porlas.
Os abao assignados fazeiu scieute ao respoi-
lavel publico, que lizeram sociedade *a loja de fa-
zendas n. 8 da roa do Crespo, desde o I.' de Janeiro
du correle anuo, sendo a firma commercial Maia
(S Primo.Joaquira Lopes da Costa Maia, Antonio
locreira da Silva Maia.
T'raspassa-sc as chaves da loja da ra Direila
n. 5, c vende-se urna cania da angjco em muilo
lioni eslado : a tratar na mM,
prancisca Lina de Oliveira Sanios, professora
particular do primeara gran elementar, moradora na
t na do
I-lilil
I-SltiO
BANCO DE PEitNAMBLCO.
O Banco de Poi'iiairbnco lacea n vista
sobi e o do Brasil no RO de Janeiro. Ban-
co de Pernambneo ."> de de/.emliro de
[''
o resto da carga c passageiros, Irata se com os
gn.it irios Prancisco Alvc.s da Cuuha ; Compa-
uliia, ra do Vigario u. II.
Para o Aracalv segu cun brovidade o hiale
Aurora : quem quizer cariegar ou ir de passagem,
dirija-se.i ra d.t Madre-de-Deos armazem n.2.

eiluei
Paris 3."i0 a 333 :i liaucii.
llamliurgo li.il) a tillo ni. banco.
Lisboa u S a 100 por cenlo.
Dohloes hespaulioe- . . 280300 a 28S(it)0
a da patria. . 28S300 ti -'O;,.!!
Pceos de I.-JIKI vellins . 1(,-IIIKI
o "de i-IIUtl . i I-I!ll!l
Soberanos . . Silo i 85900
PltlcAes brasileiras . . 1511211
Ileaponhoes. . W.i2i)
Mexicanos . . I580 a I68G0
Cubre. ...... desc.
FUETES.
Bltico...... . 63 a 70 s. noni.
Canal o ordem paraoKoiu 1 nido (ln ,
Eutre lla\ru e Iluminago . 60 s. | (12 s. ti d.
Itautbnrg" ou Breiuen - . (itl -. a (12 s (il n.
Havre om Marselba . . 60 a 80 fr. uum.
4 - .112 plr lib.alg,
l.'MI !l. : ...*'.. . 30 l 35 s. (iO s.ej 7."i s. li.
Trieste......
Diario da fala.)
W'lOlMIlUI tobo porto.
.Minos entrados no dia l'.l.
Da eemmisjSoBrigue barca de guerra brasileiro
allamarara, eoinmandanle o I.* lenle Pedro
I Irene de Castro Aojo.
1855.O secretario da direceao, Joao
Ignacio de Medeiros Kej;o.
O banco de Pernambneo loma dinlici-
fo : juros, de conlbrinidaile cotu os seus
estatutos. Banco de Pernanibuco 21 de
noveiubro de 1855.Joao Ij'tiacio de
Medeiros llego, secretario da direccto.
Einvirtode doaviso de renerticjlo de marinha
de 27 do novenibro ultiinaracnlo, lindo, relerindo-se | ma,Sil ,;,,, (,a llahM j Ame4o Villireuco,
a el e o offlcio do Eim. Sr. presidente com data de filti ,c1,, (l, |llja ,k> ljt,,,as, ,iu nu, ,,,, & '
21 do mes snbsequenle, o lllm. Sr. inspector manta | wn,Wtad Jrm;,,.. ,, ,.,,,, Jiis cil!
lazer publico quo contrita um cotitra-nieslrc df
eellfiles para o arsenal de marinha dn Para', cora
qualquer individuo que apre-enle-se-lbe, leudo as i |,I,ill, ,;.,.,, penencenles referid
ne, e-an,,s habiu ac-cs. ca-feira, ti do crranle, as 10 horas em ponto, na
Sc-ielaria da iuspeccilo do arsend de inainih.l de llir,,i.,., ,;..
*: i:: iSut'o em i Je jaueiro no ls.>o. i) lecretit-
rio. Alejandre Rodriflnes tos alijos.
O lilin. Sr. in>pprlor do rseii:tl de marinbl. em
Amoriiu n. 90, parlicipa .m* [.!. de Umilidrs
.Ulivelmenle yloo da 2* ; quc ul)rc SUil (,1!a no (ia jl do preto mez deje-
do curreule a barca poriugueu Aonla OrtUh a I11**! neiro.
j.i i ::i h maior p re .!> carreganWDtO prompto; I
Madame dcasso
modista,
No aterro da Boa-Vista
o. 29.
Para o Aracalv esa proiupla a sabir a barcada
SapoleUo, leudo car^a.euao teudo carca para o Ara-
calv, tambera pode receber para o Kio Orando do
Aiorlc : a fallar na ra da Cadeia du llecife, escrip-
lorio de Jos Antonio Basto, ou no Forte do Mal-
los, a tallar com o meslre da dita barcaca.
cando-a. quero dar-lbe nma provadomeS profundo '-''Pooltu di.s, brimte males John >\all,rri.,
reconhecimeiilo. I. C. Iliutamaque. de 118 tunoladi-. eapilRn \\ .1. M. Williams,
------------------------------------------------------------------------'______ efnipjgem 8, carea fatendas e mais generes; a
OTotnmerriOe
l'KAC.v DO KEC1FE 11) DE JANEIKU AS3
UUKAS DA I AliDE.
Cotacf.es olliciacs.
Uescrnto de Ultras1 lii \ ao mez.
ordem. Veio cora aen i liberta.
IVrra NovaBieuc incle Claudio, de IDO tone-
ladas, capilao John lir.iukiis, equipaitein II, car-
ea 2,titHI barrica- com bicilli.iu ; a Sehramiii
VVbatelv \ Com|ianhia.
-Vitelos sahiil'is no mcsuni dia.
Paralabaaic brasileiro Flor do UrasiU, mestre
enlrrgarlo sem llmit-de qualquer prejo : rjunli-
feira, 21 do correute, s 11 horas em ponto.
-0 Sr. Joaquim
(nen a irigir-e ti esla l\ \
vista (lo aehar-se ueste porto o vapor nacional .War-
quez de OUnJa, perlencenlo a esla provincia, era-
pregandose na naveeacfto costeira, o ler. mesmo
navio (!.' ili-fa/er algumas disposiciea das inslrnc-
(Oes, acompanbando o decreto n. lil de 10 de fe-
vereiro do auno prximamente lindo com referencia
ao reculamente, mandado observar por oulro de-
creto II. IH2i de ,"i de fevereiro de ISY,, inicia pu-
blicar qu,u- ollas -ejam para COnllCCillieulo dos ros-
poctivus ntcresiidos.
Dt>OSrcS,
Nao pude.- navegar sera ler a Mrjvi um machiuis-
la ipprovado.
Ser sujeilo eni ludas as viaens e anles da iluda a
nina vesloria por esla repartalo no -en iiiaeliinsiuo,
caldciriS] (,-!(. apparellu, amarras cancuras.
loe uin livro rubricado pelo diere dosia reparlico
em que a coininis-.. de evaiuo declare a puca de
ceda una das veslorias.
Dever preccdei aoesatneou vesloria um requ-
menlo dos pruprielarios ou Rpreiile da companhia, | (j
declaran lu-e uo mesmo requeriiueiitu quem o ma- '
el......la e oslarem as niscliins) ecjl.leiras no ea-
so do ser examinadas; subinclliilu o requeriracnlo "'" !'"''
a despacho Ires das aules daquelle ein que liver lu- ;| li'tilar co:n
gar o esame. __ IVecsa-s *
Nao-o dar pela capitana o despacho para a .-ah- sador,que enlend un bem da
da sem se mostrar habilitado para uavesai, consis- i lies |,um unlcuaJu
lido islo om ler a lu Jo o machiuisU na lu uta da' becco do 1 rom.
avisa ao rcspeilsvel publico, que aicui deua nllici-
na de apromplar vestidos para r.i-aiiienlo, bailes,
tlifatro* c passcio, e os mais |ierteoccs. para completo
toilette de una tenhora ; a qual d; boje om diante
lem abcrlo o seu crlabeleciiiuiilo, ,;ue se ada sur-
tido de fasendas de modas seguintea cortes de .eo-
I ldo de sedi eom titulo de pnapetina, dilo>delai-
o asente Borja, por sulonsai io do lllm. sr. latona com babados proplios ara bailes, diaiieo.de
Di. (d/. especial do commereio, conforme o sen (ios- .e.la p.u.i scuhora. .repc prelo. tiles e nolneza de
pacho proferido eiiirequeriineulo do depositario di j todas as cores, chales de rasenun lisos e bordados,
eolremeioa de einibraia, babadinhaede cambrau de
bonitos padroes, bro veriladeir* de blondo e de li-
ulio, um rico orliineulo de Mas de seda, r/ r
existentes na me>mi, diversas obr.w de ooro, urna rosdenapele lavrador de todas as larguras, ditas
.r va paula, inuc i, uo j ,ie velludo u.i ledas as larawas, nparntlms, lavas W
- Jouvu para bomena e Mnhora, citas de seda lisase
bordadas para aenl-ora, ditas l para hainena, (lila.
para un nina, ueias inoilo lim de seda pai a uoiva.
O asente horja far lei'.lo em seu armazem, ditas para bemem, di tai para menina, puicoiras de
na mi duCullesion. Ij, di um granJe e variado fL1,>*V01*0 mah i.....no, enteiles para ca-
sorliineulo de n'.i'ras de marreueiia novas r u-a la-, ''->' romeiras ctale* d- reros bardado*a mitin,
vanas obras cu:o o i ila, re 'Siiis para algibeira, C*"S ''' 1,,"'s di luda- a. core*, remoirai pidas
vlriaa quiiqulliarias franeczas. !,vi< i c vi.lr. ra ''''" o b. ila i .. t vidrillw e niannnW** djn
servico'de meza, e oolros nonio- uhj-cl.i-, ci... que '" ""'' 'inaliJade, cauiselase isaiillll .-.Ircarabraia
se ocharan patcnli s u,i mesmo armi/em, os nu es se '""'' "}' bnalniei'.le ln i. niaii (ue os icspeito
a rao.!.,- o ao boro -> '.a.
tfcervov.
OcLiviano ta
ttplii
Silva
: ne-
bailes uiascara-
I0
,i;
JOCIO sen.
ede-seao S
Cruz Sii.tr ,
de tr.adeiras d i ra lo S ..
01 "i i.
Alujja-s -na!. .. .
!!. '. |)0I l!\(> (il |):il \'\ ;
inlla .
ni liuin foi n< irn e d
ma-sas linas"; nja-se-
ni ma do llangel deposito do
! Alu:.un-se on vendem^e ricos Itilmiiei para
bailes niassarados, lauto a carcter como a piaula-
(| i / a, por dimiuplo icjo. ni ru estrella do Itu-ario
II. 12, ;.:.:!. nidal. le CSC usado i aniiuuciauta
1:1 :tl'ltla/.en derlatai i quaiidac.e d.-seus vc.-toarios, pon ha .',
anuos que se tem delirad! ac-s- tral i lio, uem lem
.'i ...i.' ein i .r los (ue
irn, mu p. nnne 'juc rom
leuij i ihuqo I ; I.. .
juut.iniCl i de : .1 mi .
tjuem se i,iii.
lenei'n.....ra os (' '
I :--.' ( III (' I .-.
inr- .lu lairrein.
I'rerisa-se de um i .., ai i casa de posea la
nnlu : na ma de Apollo u. I'.1, primevo andar,
n. ::.>, a -.;
a,
lio:'
iicj i i.ii'ii.'- e
t
:h-,is e
.. t.. i Dtew
Jo-c l,o-



KM*Q
pfiSiiaaeiiG! s-.gunqi f.M -i de Janeiro d i85B
Terceira ejcao.
TRiTAMENTO HOIEOPAIHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS,
PELOS ORS.
uu lustrueeao a o povo parase podercurar desla enfermidade, administra ndons remedios mai 'eflicazes
reao medico,uu mesmo para cora-la iudapendenle detle* noa lugares
A. LOBO MOSCOZO.
para alalha'-la, emquaulo iereeon
ein que iiAn os lia.
TKADUZIDO EM PORTGUEZ PELO DI!.
Estes ilous opsculos contenas mlicares mait claras e precisas, c pea sua limpie* e concisa rxposi-
cio esta ao alcance 'le lodas as iololtiaencias, no pelo que di* respeilo aos meios curativos,romo prin-
cipalmeiiie aos presertalro* que lemdado 01 mai9 saliaTacloi ios resultados em toda aparte emqoe
elles lem ido poiloa om pralica.
Sendo o Iralaftienlo horaeopalhico o nico que lem dado grandes resoltado* no earativo desta horri-
vel enfermidade, iulsamosa proposito Iradatir reales dous importanles opsculos em liugaa vernaen-
la, para dert'arte facilitar a sua Icilnra a quem ipnore o franco/.
Vende-se nicamente no Consaltoriodn traductor, ra No* u.52, por 29000. Vendem-se lamhcni
os medicamentos precisos e boticas ile 12 lubos com um frasco le linctora 15, umadila de :l(l tubos coui
livro a 2 frascos de tintura rs. 23:000.
O Dr.Ribeiro, medico pela L'niver-
sidade de Cambridge, continua a residir
na na da Cruz n. 15.
SOCIEDVDE EM COMANDITA.
FABRICA DEFIAR E TECEH ALGOUA'O,
A qual occiqia diariamente para mait del
200 aprendices on obreiros nacionacs'
de 10 i 12 anuos de idade para cima, j
CAPITAL 30O:O0O.sO0O.
Socios em nome colleclivo gerentes respunsaveis
osseohtirce : Antonio Marques de Amoriin. Justino,
Peralta de Carlas, Manoel Alves (jnerra.
I'irma social : Aiuurim, Pana*, tiuerra^C
Asociedadc iciu ja numerosos atsigaantes, que
prefazem para mais do valor da melade do capital.
-..i. continua a admiltir no decurso desla me/.
socios de 1003 al .OUOr.
A* pessoas aasigaantes da prinseiraslisias, quede- i
/ejaui contribuir para a prompla realisacao da fa-
brica sao convida Jas a nao demorar suas respectiva*
(signaturas, que devem ser pastadas no livro da so-
ciedade.
No lim do correte os socios gerentes reelamaraoa
primeira preslacao que sera' de lo por cento do ca-
pital subscripto, e passarfto os competentes recibos.
As vanlageu* que a labrica ollererera' loco que
ella esliver em pleno andamento soro :
I." 12 |>or cento sobre o beneficio animal que ca-
da ocio recebera', alem do seu direilo sobre o fun-
do de reserva, que ser de i a 7 por canto do ca-
pital.
2." Occupaoo diaria a mais dt 200 operarios, ou
obreiros nacionaes.
'J." Consumo de 30 a id mil arrobas de alodAo
nacional, o qual al agora nao (euioulro comprador
senio o exportador.
. Tecidode qualidade superior liso ou lavrado ,
a 210 vara, em lugar de 260 ou 2S0 que se venda
o da baha, e hoje nao ha mesmo a mais de -i20rcis,'
prei-o da ultima veuda.
A facilidade das entradas, que nunca serao de!
mais de 20 por cento do capital subscripto, permiile
a todas as pessoas que poderem dispor de urna eco-;
uomid meusal de 5a por mez, entrar como socio
da loo?.
Sendo as entradas de 10 por cento e os pagamen-
los espadados de pouco mais ou menos 2 mezes, se-;
rao precisos 18 a 20 para ser realisado o inleiro pa-
jmenlo de cada sub-cripcao.
11- senhores ij-io residam l'ora da capital, e que :
qui/.i-rem entrar nesta til sociedade, podero diri- i
gir suas cartas gerentes, ou ao socio de industria F. M. Duprat,
que lem em seu poder o livro dassubscripccs.
Elies declararan os seus uomes por extenso, do-
micilio e o nome 'lo correspondente nesta capital, I
cricarregado de cllecluar o pagamento das entradas
das preslaees, quando forem reclamadas.
.Urna copia impresas da escriptura da sociedad.
sera' entregue a cada um dos socios n* occasiSo de
ellectiiar o pagamento da primeira preslacao de 10
por cento do capital subscripto.
'crnambuco :i de Janeiro de ISJIi.
F. M. Duprat.
O Dr. Firmo medico, mtidot ()
a sita residencia para a ra Nova S.
n. 2 i, primiro andar, e conti- {s*
una no exercicio desua profissao. (g
Aviso importan-
lissimo para os
Srs. joradores
das loteras.
O cautelista Salustiano
de Aqtiino Ferreira
avisa aos Srs. jugadores das lolerias da provincia,
que os oraros dos bilheles a cautelas ficam Ormes
como abaixo se demonstra, os quaes sao pagos sem o '
descouto de oilo por cento da lei as tres pritreiras
orles'grandes em quanio existir o plano actual de
5,000 bilheles, pelo qoal Slo Mlrahidas as lolerias
da provincia. Elles eslao exposlos venda as to-
jas do coslume. So lie respousavel a pasar os oilo
por cento da lei sobre os Ircs prlmeiros premios
grandes em seus bilheles inteiros Tendidos em ori-
gioaes.
Bilheles 59600 Kecebe por inleiro 5:0003000
Meios 23800 2:.">OU3000
Tercos 13920 l:(jo
.loarlos l3ii(l w 1:2509000
Quinto* 151 t >. 1:11003000
iliUvos 720 o 6259000
Decimos 600 5009000
Vigsimos 'JOO u a 2503000
O cautelista
Salustiano de Aquinn ferreira.
Precisarse de um oiHcial de altiate,
para contra-mestre da mesilla arle: na
ruada Madre de eos n. 30, piimeiro
andar.
O reelamador de 1:1 caixas de fazenda, marca
III) \ C n. 636 a 6S8, vindas do Havre pelo navio
Enuna e Matki\de, lenha a bondade de se apresen-
tar o man breve no escriptorio dos consignatarios,
uaiua do Trapiche u. ti, para pagar o importe do
frele. Estas caixas anda existentes na alfandesa,
' foram carreaadores Daniel Ancel C Fils, e vem diri-
gidas a Briscol Dougal, segundo o coulieciroento.
I'recisa-se de ora portusuez que se queira en-
carregar de urna cocheira na villa de [gaaratu', e
que saiba desempenhar o luaar que se oflerece : a
tratar na ra eslieita do Kosariu n. II.
i'recisa-se alagar una casa para honiem sol-
teiro, no bairro de Santo Antonio, n-in ras das Cru-
2es, Cillcuio, e dos Quarleis, Boa-Vista, na ruado
Aterro : quein litar annuncie.
O abaixo assignado roya ao Sr. Ma-
noel Jos de Son/.a Santos, negociante na
praca do Kio de Janeiro, socio e liquida-
tario da lirmade Santos Ferreira & C,
se digne dar-llie conta do seu esclavo
Rento, que foi remettido a mesma casa
Ferreira &C, em '\ de Janeiro do an-
uo prximo passado, no brigue RECI-
FE, parase vendido por conta do aliai-
\o assignado, ou de llie mandar docu-
mento legal de bito, alias lera' de ser
chamado a juizopara satisfazer ao abai-
vo assignado a importancia do dito es-
cravo, poisquea sua ultima carta em 51
de agosto, em que Me participa a morte
do escravo no hospital de Sania Isabel,
em28 dejulho, discordacomassuascartas
anterioreseprincipalmente com asdeol
dejulhoel 5deagosto,cmque participa li-
(.11 a entregarosescravos doabai\o assig-
nado a Alvcs, Sillines, assim como com a
contacorrcntequeacompaiilia a carta de
I d'agoslo, ondeda'emcontacomedorias
< Jt'spezas com o escravo ale I i de agos-
to, o que taz o abaixo assignado licar du-
virioso.- o abaixo assignado faz o presen-
te annuncio, porque debaldc lem escrip-
lo ao Sr- Souzu Sanios pedindo-llic certi-
dao de ob'lo do ditoescravo, < nenliuma
respostatem recebido neste punto Jo-
se da Fonsiva Sil\:i
PURL1CACAO' L1TTERARIA.
Repertorio jurdico.
E-Ij publicacao sera sem duvida de ulilidacle ao>
principianlesquese quizerem dedicar .ao exercicio
do foro, poisnella eiiconlrarflo por ordein alpliabe-
tica as principas* e mais frequeole* oceurrem la ci-
vis. orplianolosiea*, eommerciae* eecelesiaslicas rio
uossofro, com a* remis-es das ordenares, lei<,
avisos s recnlanienlos por qoe se reae o Brasil, e
bem assim re.-i:m;es los Traxislas Bnlians e moder-
nos em que so liimam. Conliin semrllianlemeirie
asdecisAes das questoes sobre sisas, sellos. xellio*e
hotos dirnitos; < dcimas, sem a Iraballio c rerorrer
eollcccio de nosas leis e aviso* nvulsos. Consta-
ra de dous \oiumes em oilavo, grande francas, eo
primirosahio i lue esta venda por 83 na leja de
livro*O. 6 e 8da praca da Independencia.
AILA DE L4TIN.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que contina com sua aula dclalitn, do
da 2 de Janeiro em diante, pela mesma
maneira e sob as condiees ja' aiinun-
ciadas.
% CONSULTORIO CENTRAL
IIOMePATHlCO.
X-f (Gratuito para Os pobies.)
M Asm de Sanln Amaro, Munio-Sova n. 6.
i O Dr. Sabino Olcsario l.uilcero l'inho d
w-y consultas todos os dias desde as 8 horas da
W msnhaa ale as 2 d larde.
)3{ Visita os enfermos em seus domicilios, das
$ 2 horas em ilianle: mas em casos repentinos
2 e de molestias agudas e graves as Titilas serAo
3 fei'.as em qualquer hora.
j3 As molestias nervosa* itiercceni tratamenlo
Q especial sesundo meios hoje aconselhaclos W
*j pelos praticos modernos. Estes meios exis- -^
W lem no roiisnllorio central. i
III111. Sr. presidente o mais membres da rom
miado de bygiene desla provincia.Diz Paulo l.uiz
Gaisnons, dentista france/., que nrecisa a bem de
seu direilo, V*. Ss. crcm servidos examinar a pre-
pararan deque se serve para chumbar denles, c de-
nominen matas adamantina, em ordein de Tarificar-
se que a dita preparadlo difiere ialeiramente de to-
das as condecidas, l'edc 1 Vs. Ss. sejam servidos de-
ferir-Ihc como reqoer.E. It. Me.
J'auln l.viz tiaii/nnu.i.
A niassa denominad pelo supplicante- Adaman-
tinae por elle apreienlada commitsflo de bygie-
ne publica, difiere de todas as apresenladas iiessa
merma OCCSSiao por outros; sendo a conl'rotilarAo
fcita na presenta de torios. Sala dat tendeada coro-
missao 30 de ulho de 1855.Dr. A. Koiiscca.
:; '. 3 .j tte s: r f-5 > 0S --?*
DENTISTA FRASCEZ, I
... Paulo Gaignoui, dentista, eslahelecido na
: na larga do Rosario n. 36, legundo andar,
'.'. eolloea denles com a pressiodo ar, e chumba $
'.'' denles com a massa aJamanlina c outros me- si
ej laes. Z
REPERTORIO DO HEDICO
H0ME0PTHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NIN'GHAUSEN E OUTROS.
c posto em ordein alphabelica, com a dcscripeo
abreviada de loda*as moUMIiu, a ndiccln pi>sn.
lgica e uierapeulica ue todos os medicamentos ho-
meopalhiroa, sep lempo de celo e concordancia.
sesuido de um diccionario da sianilicacao de lodos
os termos de medicina e ctrurga, post ao alcance
das pesroas do povo, [>elo
DR. A. J. DE MELLO M0R4ES.
Os Srs. aaajgnanles podejn mandar buscar o* ten
exemplarcs, asstmcomu quem quier comprar.
Massa adamantina.
Ue.gerlmenle recooheeid a ascelleacia desla
preparavao para chumbar denle*, porque seus resul-
tados sempre feli/es sao ja do dominio do publico.
Sebatlio Jos de Oliyeira faz uso desla preciosa
massa, para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rem honra-lo dispondo de seos servicos, podeiu pro-
cura-Iu na travessa do Vigario u." i, loja de bar-
beiro.
g "*S--5,9 :;S*. v-
1 J. JANB, DENTISTA, g
contiuua a residir narua.\ova u. 19, primei- ^
a>|
l'recisa-se Tallar com o Sr. Manoel Alendes
rerrcira (juimaracs, ou com pessoa encarre'ada dos
negoeiea do mesmo : em casa de Paln Nash A Cam-
panilla, ra do Trapiche Novo n. 10.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Anda existen)niguas exemplaresenqnadernado*.
eacham-siea veuda na loja de livro* dos sanhores
Ricardo ,1. I-relias t\ (.., esquina da ra do Collenio,
e em casa do autor, paleo do Collegio.casa imarella
no primiro andar. '
No sobrado da ra do Pilar n. N2, precisa-se
alu=ar nina pessoa livre ou escrava, que *aiba coz'i-
nbar algnma cousa, para serempregada inste *
n outros serviros ordinarios de Ulna casa .le pequea
familia, a exccpcAo de engommado, prefer,, l.e
desla ultima condicau, edu sexo masculino : na-ase
bem aBradando.
Existen) para alugar na Passacem da Maoda-
lana, antes da ponte, 2 sitios com rasas de sobrado
a quaes leudo coininuoicarau inlerna, lamheiu no-
ilemservir para urna SO familia : a tratar na ra da
Cruz ii. i.j.
Alnga-M urna grande casa com sotao, /, nejar-
lo*, cozinha fra, estribara, rasa para prelos -' eo-
pisre*. portao de roadeira, bom quintal plantado,
sendo na Capunga, mulo da roa dos Droges: os pre-
lendentes podem dirigir-se a ra do (Jueimado n. 7.
Aluga-se um sobrado na Pataleen] da Magda-
lana, com c-., clientes cornmodos para urna eraude
familia, cocheira, estribarla, casa para prelos, dita
para feilor : as pessoas que pretenderen, dirija,n-
se a ra Direila n. 3.
Precisa-se de um ollicial de phannaeia ou pra-
Ueanle, rom bstanle pralica : na praca da Boa-
V isla, botica nova n. 22.
Precisa-se de una ama de leile, forra ou cap-
tiva, rom bem leile e que seja sadia, nao se olha a
prero: na ra do (.lueiinadoa. 60, loja de terragen*.
l'recisa-se de una mullier que saiba lavar e
engommar com pe fe,cao, para urna casa de pouca
familia : a tratar na ra do Trapiche Novo n. i,
primei andar, das y horas as i da tarde.
Precisa-se de nina ama para cozinhar c en-
gommar : alraz da inatr,/ da Boa-Villa u. 16.
Precisa-se alocar Um primiro andar ou una
casa teriea Com solAo. no bairro da lloa-Visla: quem
Ufar dirija-sen ra Direila u. 40.
Eu abaixo larasignado taca scicnlc ao publico,
que o Sr. Domingol Jnior da Cunta deixou de ser
,-aixeiro da minha fabrica da charalo*, sila na ra
da Cruz; desla .i..i., em dianlo nAo me respouabili-
so por divida alguma coulrahiiU pelo mesmo, nem
levarei em conta qualquer recibo passado pelo mes-
mo. Itccife 17 de Janeiro de 1856.
Jus (iiini-alves Braga.
Precisa-se de una ama perita cozinheira, pa-
aa-se bem ; a tratar na la da Caricia do Kecife,
t loja ti. 7.
Precisa-se de urna ama da leile, na ra Impe-
j rial, f.ilin.-a de caldeireiro, para criar um menino de
j 10 dios, pref.Te-sc leile novo, paga-se bem, e dii-*e
1103 a quem se lor oflerecer, ou a qoemse qnixer eu-
i carregar de a procurar e levar a mesma labrira.
Adolpho Sclncibcr, subdito hamburgus reli-
! ra-se mais sua lenhora para Europa,
Prcrisa-se de urna cozinheira c euzoiliniadeira
lia rus da Cadeta de Sania Antonio dcfruule da
Urde,,, Terceira de S. Francisco.
ALlifiAiVSE 01 VENDEH-SE
dous rico* vestuarios de relbulina em bom eslid*
pora o baile mssqufi : na ra do (jueimade II. 10.
Na lojl de bilheles do paleo da P,-nl,a se dir
quem di diuheiro :i premio em pequeas qnanliis,
oble penhnic; de pralS ou ouro.
I)i's;ip|>ar<'rcil le ra-l'cira ra Nova, urna Irouva de roupa lavada
embrulliada em urna coberta cor de gau-
fjn : quem lella soubcr, iiueira por es-
mula dar parlona i na do Caldeireiro ein
tasa do Sr. Pimcnlel, i|iic foi nliadapor urna pobre rscrava.
l'recisa-se alugar nina prela para oserrlro in-
terno de urna casa de pouca lamilla: naljpo^ra-
phia deale Diario -c dir quem precisa.
Alo^a-sp um sit com | casas dentro, no lu-
:,r de Merinsaba nolenno da Victoria, nn lambem
io llerife, na ra da t'.adeia de
Santo Antonio n. J6.
Precisa-se tomar < a 8:0009000 a premio, dan-
dose garanlia suflicienle em beu- de raz, nao ev-
; cedendo o premio a 1 ,, ao me/, o qoal pagar-*eha
ineiisalmenle: quem poder e quizer fazer este ne-
| coci aniiuucie, indicando aomle deve ser procu-
' rado.
IlagueiTeotypo,
electrotypo e
stereoscono.

No alerro da lloa-\'isla u. lerceiro andar, con-
houa-se a tirar retratos por lodos os >vstema> ai,ti-
fos e modernos, o ah nacha um rico -orlimenlo
do artefactos de ouro, e outras qualidades para a
collocaeAo des retrato-.
*aa '
" l'recim-sc de um caixeiro porlugnex que lenha
alguma pralica de taberna : na ra da Seniala Velha
i. 50.
(^Pllll'l'll^-
Compra-ie urna piola de ;|0 anuos para o er-
vicodeensade familia : na ra do Pilar, em lora
de Portas n. 135, primiro indar.
Cninpratn-se dnas escravas de 30 anuos c de
boa conduela, mas que lenhim a habilidade de coti-
uhar, ongommar e eusaboar : na ra das Crasa* u.
20, la bel na.
Conipram-se frasco^ d'asua de Colonia vasios :
no becco Largo do l'.ecil'e, liberna n. 6.
(.omprnin-se ilgomu libois usada*, oo me-,no
podaros *l 10 palmo*, anda sendo de menos, de
louro, e mesmo de pinho nao tendo de forro ; an-
nuncie para se ver.
ompra-se um estrado de 8 a y palmos de al"
lura e 7 ', de largura, que estoja em bom USO :
quem I,ver annuncie para ser procurado.
Compra-s urna prela ou parda de 18 a 25 au-
no de idade, que co/.inhe e engoinme : na ra Nova
u. 17.
.. Compra-se unta casa teirea no bairro da l.ia-
V isla ou Sanio ? utoiiio : i tratar na lloa-Visla, ra
do Kosaiio n. ||,
Compra-se urna pequea armaran jasela, que
seja mesma usada : na ra da Sauzal* Velha n. 100.
N.> mesma vende-so urna esciava moca, sera vicio,
cose, engomu olTrivel, por prego comniodo.
Compra-se um ornamento de sebasto encarnada
e brinco, am calis, um misstl, nina pedra, turto que
esteja ein hom estado para o exercicio : na casa do
s.xhri-iao da ordem ten ca de 5. Francisco.
olera do
% cribis.
giodos oiphaos. IOillililiaS
Aos 5:000-, 2:500- e l:O0O.sO0OO
Corre no dia quarta-feira 23do corrente.
Os bilhetese cnidas do cautelista Au-1
lomo Josc- llodrii'iies de Son/.a Jnior,
nao esto suji'itos ao discontO dos S por
cento do imposto da lei, os quaes se acham
n venda as lojas da praca da Indepen-
dencia ns. V, 15, 15 c i(), rita Direila n.
15, ruada Prit n. 50, ra do Livratnen-
to n. 50 e na ra do Crespo n. 5.
Os premios sito pagos lo;o que saia a
lisia ;eral.
Billiete inleiro 5.s80tt 5:000.s000
Meio bilhete 2jJ)00 2:500s000
Tercos SOOO I :(i(j.s'(i(i(i
Quartos I.s500 1:250&'000
Quintos l.s'200 hOOOsOOO
Oitavos 760 025x000
Decimos Vigsimos 520 250.SOOO
O referido cautelista deca ra ftir. s pa-
ga nos bill.etes inteiros veedidos ein ori-
ginaes, os 8 por cento do itnposlo da lei,
nos premios grandes, devendo o possui-
or receber tloSr. thesoureiro 6 seu com-
petente premio,(pie com os referidos 8 por
cento, recebidos do dito cautelista,prefaz
a sorte por inteiro sem disconlo algum.
Furto de 5 cava los.
Na noite de I i para anujnbecer do dia
15, furtaram dositiodoTasso, na cruz de
Almas, da ponte de Ucha, tres cuvallos,
tnn castanho com ijualro pe's calcados,
com duasesponjasem cima dasmaos, sen-
do a da miio direila mais pequea ; 011-
Iro rusto cardao, com as orellias innilo
acabaadas, lem mrcasele puchar carro
nospeitosesignal de ler ti do nina esl'o-
ladura no meio doespinhaco; e outro
melado, com cljn.is e rabo branco, com a
marcaOdefogo na pa' direita: ro-
ga-se as autoridades policiacs c mais pes-
soas que os virem, osqueiram npprehen-
der, (|iteo abaixo assignado gralilic;.ra'
com gciierosidade.J. J. Tasso Jnior.
Continua estar por alagar o srntazem u. :12. da
ra iU Praia, pertenrenle ao patrimonio da orden)
terceira de San francisco : os pretendenlcs (pieiram
oiiipn.l. r --i eoin u M i''ii mlni.il, lo.- -i .... i,..
de Kosa. ou com o abaixo aoianado, Consistorio
da yeneravel ordem terceira H de Janeiro de I8."H>.
C-aldiiio Joao .I.,, mllio da Cunba, secretario.
I ma casa e'stranceira neccssila de 2 pessoas
para oservico interno, una que rozinhc c eugom-
me, c oulra para costura : na ra .Nova n. 17."
Uu. bracelel
V
I'erdeu-sc no dia 13 do correte, da ra e palco
da Santa Cruz, ra do Aragio, pr*V da Boa-Vista,
at o lim da ma doalerio, um bracelete de menina,
sendo ciucucontas de cornelina encasloadas em ou-
ro e cinco cuntas de ouro pequeas : quem n aelmu
c quizer re-liluir a seu dono, leve a ra do Collego
n. 7, ntsrundo andar, que se papara o adiado.
-I. m estrangeiro necessita alugar um
sitio em tiro dos arrabaldes desbi cidade:
quem livor dirija-sc a ra da Cadeia da
do llecilc n. 21.
No novo encliimenlo da ra da
l'raia de Santa Hila, armazem n. 17,
apromptam-seencommendaspara se en-
eber pipas com agurdente, espirito e
a/.eiie, Indo milito bem condicionado e
de boa qualidade: os pretendentes po-
dem dirigir-sc a esto estabeleciment tme
acliarSocom quem tratar, ese farao ver
as vantagens que tem ; tambera se pode
recolher pipas vazias, jjor tei muitos
commodos e bom desembaniue.
Agencia de passaporte e
folba corrida.
I.l.iudino do Reg l.ima, despachante pela repa'r-
cjo da polica lira pasaportes para lora do imperio
e dentro, e folha corrida com proinplidAo e roiiiuio-
do preeu : na ma da l'raia, primiro andar u. 4:1.
UsSrs. Joio llypolilo Meira l.ima. Josc Clau-
ilino Leile, Jos Lepe* tiuimoiaes, Jos Maria Itour-
hon de Vasroncellos, Cosme Beierra Baplisla da
Cosa do Eso*), Numeriano Josii de Barros, Joa-
quini Correui l.eal, Caetano Jos Coelho, Joilo da
Silva Via,n,a (de Garanhuns), l-'reilerico da Gama
Cabral (da l'araliiba). Malinas Callos de Araojo
idem', Jos Joaquim de Almeida Castro de Carna-
ru'j, Manuel Carlos Saldanh* de Alenear (do Kxu' ,
Joao Cario* Wanderley Antonio Jos Itabello tiuimarfies ,do l'arii Joo
Carlos Dau.ascenn idem., Antonio l'aesda Suva ,de
l'orlo Calvo,, c Josc Joaquim Tavarcs (idem). quei-
ram mandar pagar as aaognatnra* do 'c/io l'ernam-
biicauo do lempo que foram subscriptores.
Arrenda-se o eugenho Cachaug, situado na
freguezia da Escada. e promplo das obras necessa-
rias para o approveitamenlo de mni boas safras :
quem pretender, procure nesta praja a Jou Xavier
Carneiro da Cunha, no paleo da matriz de Santo
Antonio, casa u. 2, ou em dito engcnlio a Marianno
Xavier Carneiro da Cunha.
Armazem do sol.
Pedro Antonio Teiveira Cuimaraes continua com
seu armazem de materiaes, na ra da Concordia n.
Jti, e com a mesma proraplidilo que sempre servio a
todos os senhores que o lem honrado rom a raa con-
lianca. Ileiiomiiiou o propnelario com este lilulo
o seu armazem. na verdade he bem merecido, por-
que no periodo de (i annos de sua existencia III sa-
tlites ou estrellas errantes Ihe lem querido ronbar
o seu hrilho, mas se lem submergidu uo seu onuro
linalmeDle o proprielarin tem robusta coovicco po
so Den com um diluvio arrazar o sol, porque be o
foco commum de lodos os asiros. .
--A negocio do *eu inleresie precisa-se fallara
Sra. Joaquina limbeliua do Espirito Sanio, que vcio
do Limoeiro ser ama da leile nesta praca : na ra do
Rosario, liberna n. j-J, defroule da igreja do mesmo
nome.
O Sr. Jos Eleulerio de AzeTedo deixou de ser
caixeiro da casa de 1.. I.ecomle l'eron Compaullia
desla praca, desde liontem 17 do coi reme.
L, I.ecomle Pern iV. C.
Precisa-se de dnas criadas portuguesas para
I servico de una casa de punca familia : em Sanio
t Amaro, na caa do Sr coro.iel l.ainenh'.
Precisa*] de StH)-a premio |,or um auno, dan-
jdo-se por garanlia liypolheca em i escravos mocos
ja quemcanvier annuncie, ou dirija-te a hvrari.ida
| praca da Independencia, qneahi se dii quem l,,z
lal nesorio.
William Lillev Jnior avisa ao ropeilavel pu-
blico, que rerel.i ,i dos Eslados Luidos um rico e
esplendido orlimenlo de lustros de 2, 3 e 4 lusee,
proprios para salas, lojas, etc., dourados e bromea-
do*, edu godo mais moderno poMvel, e vende-se
por um preeu que admira ao comprador : na rila du
Trapiche n. i, pnmeiro andar.
Quem liver rutilas rom o fallecido Julios
Sehenck, queira aprsenla-:** pira seren pacas, no
(criptorio de N. (I. Ilieher \ Compsnhia ia da
tru/ii. i, at o dia 21 do coiirnte
PARA 1856.
Esto a' venda as bem conhecidas fo-
lliniias iinpressas nesta typographia, as
de algibeira a 520 e as de porta a IfiO; as
de algibeira alem do kalendario ecclesi-
aslicoecivil, conten um resumo dos im-
postps muuicipaes, provinciaes e geraes
pie allectam todas asclasses da socieda-
de,exilado dosregulamentos parochiaes,
doceniiterio, enterrse sello, tratamen-
lo de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, conlos, variedades c legras para la-
zermanleiga e queijosdedilerentesqua-
lidades,ditas ecelesiaslicas ou depadie,
correlas, e conforme as rubricas e uso
(leste bispado, inclusive a lesa deS. Tito,
efeitas pelo padre Machado, o mais an-
tigofolbinlieirodesta provincia, (sem pri-
vilegio visto como a conslituicao e leisdo
Brasil o prohiben}] a 00rs. cada urna;
ditas de Almunak, a 500 rs.: vendem-se
nicamente na livraria n. 6 e8, da praca
da Independencia.
Baile de mascaras.
\ endein-se camisas o ceroulas d" meia de seda de
cores, proprias para mascaras, por precoa cominodos:
na ra da Cadeia do Kecile n. ilS. loja de i perlas.
Cal virgem de Lisboa.
Vende-se a superior cal de Lisboa, viuda no ulti-
mo navio, por prc;i milito commodo : na ra de
Apollo n. S e 10.
Aos mascarados.
Ven le se linda fnzcinla de cores, matizada de
praliado : nj rita do (hicimado, loja de mitidezas
n. 23.
Vcii.lem-se linsuas a Hr> o cento, carne de
Montevideo a .;."iOt) e 65 a anvb.i: 11.1 roa da l'raia
n. i.
Vendem-se camas de ferro de superior quali-
dade, c por procos commodos : em casa de James
CrabtreecV Conipanhia, ra da Cruz n. 12.
FAZEMUS DEM (OSTO.
> emli'iii-se rico* chalen de I r| = i i ti*l^ r l.t I >- a niri-
l/, brincos e le cores, roineira* de relro liord.i-
dits com prelo, encrirnadn e diversas eoref, chales de
merino bordado*, dtloa de chilj com palma da mes-
ma cor, amarillo, branco, e de varia* core*, ditos
de merino lisos enm friijas de retro/ a (i?, ditos
con rrrnjm de ISa a 5^VK), murcolina de core* |iar.
vestido \> ii"t'-s in!-.'iini-.'iiie novo* p-do haralitiiino
prern de ,(HI rs. o c ivado. chiia< franeeiaa largase
linas d< innilo Unto* palres, cassa* de cor de mul-
lo hom gostOi corles ile oss* de cor com seis varas a
17(H o corle, lengua de cmbrala de tiulio com bar-
ra lo cor a .".(M) r*. cada um, cassas francesas de cor
a (H) r. a vara.
OU. TARA VMIDOS.
\ enoe-se chaly de seda de quadroa lardos com
multas diversidades decores e de muilo liudospa-
dries. na muilo eonliecida loja do sobrado amarello
nos qualro calilos d ra do Queimldo o. 39 de Jo-
Moreira Lopes.
Vende-se un* casa na ra da Casa lorie, em
bom logar para se fazer qualquer negocio, leudo a
frente e oilao levantado em pilares de lijlo c cal,
tem 2 talas e 2 quarlc, quintal, c cacimba de boa
agua, por preco couuno-o ; quem a pretender, di-
rija-se i ra Imperial n. 7'J.
Vende-se urna casa de pedia e cal : quem pre-
tender. dirij;-sc ao paleo da .Santa Croa n. 2.
Vende-e* ama escrava ainda moca, sem delei-
to alsum. por 3503 : na ra da Senzal Velha n. 70,
segundo andar.
Vendem-se "i 6 nha de idade 18 annos, recolhida. eusomma bem.
cose chlo, cozinha ; ."1 nesrinha* de idade 14 a lt
anOos, com principio de varias habilidades, e I p-
timo mulalinho de idade I! annos, proprio para pa-
-oiii : na ra Direila u. :>.
Tinta preparada ein oleo.
Na ra do Trapiche Novo n. 1K. em casa de E. II.
Wyall, vndese evcellente tinta branca, preparada
em oleo, em latas de -M libras.
Eixos c arreios para
carros.
\ eudetn-se stipe inres cisus e arreios para carros:
na ra do Trapiche Novo n. 1s, casa de K. II.
Wjall.
Candelabros e lustros.
Aclia-se i venda em casa de U. II, Wyall, na ra
do Trapiche Noto n. is, um completosorlimenlo de
candelabroa alaalroa brouceadoi de 3a8lases.
;'inlio Xerez e Porto.
Vende-se vinhu \ercze l'orlo em barril de quer-
a : ni casa de E. II Wyall, ra do Trapiche No-
vo n. 18.
Na roa da tiuia ii. dem-se 2,1)1X1 saccas de itullio de alqueire, 35 pipas
cen azeile de (arrpalo, 30 dilas rebatidas para
agurdenle, e 30 toneletes para cubos de a'umbiquc:
a contratar com Joaquim tioncalves Alhiiqucrque
Silva.
- Vendem-se no trapiche l'eloiirinho saccas de
fllinlia de alqueire, medida velha, a 'irOOO.
\ ande-se urna labrica de chapeos, sila na ra
da Cadeia do Kecife n. 17 : a tratar na mesma.
Vendem-se na ra das Aunas-Verde* o. Hti,
Segundo andar, quadriuhas das criouhnhas, 1.a, '2.a
e 3.a edico. qu.idrinhas das mulallnhas, quadri-
uhas das delicadas moreiiinha, quadriuhas ta mo-
reninlia, quadriuhas da morte : quem quizer elim-
inar ha de ser com brevidade, poia j se acham uo
lim.
CHEl EM A l'ECIIINCIIA.
Vondem-se curies de cambran com -Je :t babades,
e com um pequeo loque de avaria a 2^ o corte, nao
ha nada mais barato c e-l.io se acallando : na ra do
Livramenlo, luja n. 2.
MIVO ESABELECniEMO \A
LA DlltEITA N. ""..
Ahrio-se um deposito de padaria no qual se ven-
de toda a qualidade de massa* linas fabricadas pelos
melhores autores nacionaese oslranueiros, as quaes
esli patentes avista das pessoas quo se (licnarem
honrar o eslabelecimeuta com a sua presenca, pois
nelle encoulrarSo a muilo arre litada bolacha lina
denominada/ illa-rerde, que se loma recomuien-
davcl u.io so porque he fabricada com .is melhores
farinhasqoe veemao mercado, como pelo delicioso
sabor; assim como bollinhos Alliado-, Sebastopol,
Melindres, llambureueses, lualezes, Krancezes.elc,
hiscoulinlius muilo Uno*, falias da rainha, todo |iro-
prio para se saborear cun o delicioso cha que lam-
bem encontraran no mesmo e>lal,elecin,enio, lam-
hem lem chicolale francez de diversos modelos,
mudo lino, passas innilo novas, figos de comnndre
e outros mullos uhjecloJ que *e nao meurioiaiu pa-
^ ra u.io lomar o annuDc enadonho, uiiis i|ue ludo
i se vende mais barato do que em oulra qualquer
\ paite, lambem tem um restante de lomo du llihi.i
quo vende pelo baralisim pceo de :l~oiuia arroba
de mielo, segunda 7-om, cipa 108000.
LAMIJOLAS m\ BORDAR-
\ endein-se lanti|olas douraila- e praliada* prop ias
p.ra bordar vestuarios para o baile masque : na ra
do Qoeimado n. 10
Vendem-se minio ricas toncas de la
para meninos, pelo diminuto pirro de
l.s(ltii) rs. rada urna, assim como alpodao-
/nlio monstro de palmos de largu-
ra a liO rs. a vara : na hija de Joao Mo-
ii-iiM Lopes, ma iloCrespo n. i
Vende-se panno de algod&o la fa-
brica de lodosos Santos da Baha, milito
encornado, de primeira iptalidadc c mais
larjjo que O coiiiir.iun, muilo proprio
para saceos de assucar c roupa de pre-
los: cm casa de Lima Jnior & C, ou na
rua de Apollo, armazem n. I; assim
como lio proprio para panos deveilas.
\*ende-se un sili no Monteiro, (|ne vai para
o Arraial, com militas fracteirM, mullo boas jacas,
boas niaiiHS, bona oili-conis, muila Ierra para |ilan-
laejo, boa casa : quem o pretender, dinja-se ein
Fiira de l'ortas, rua do I'ilar u. 145.
Vende-se urna escrava por preco commodo :
oarua da Madre de Dos n. 7, loja.
Vcid'-so un,a Selecta franceza de llursoin.
Telemaco, Besoul, Eiielide, compendio de rheto-
rica, un diccionario latino, Horacio, Virsilio. tudo
em hom estallo : na rua estrella du Hosano u. :'i' A.
No escriptorio de Brender ti Bran-
dis&C, na rua do Trapichen. Ili, ven-
de-se :
Lona superior, a imilacao da da Ktis-
sia.
Salitre relinadode Londres.
Papel para etereverde todas as quali-
dades.
I'apcl de cores para chapeleiros.
A'.vaiade de /.inco muilo lino,
PregoS de rame.
Tpeles linos.
l'io americano superior.
ECONOMA.
\en,icm-se caixas com aletria com 25 libras)
prupria para sopa, por diminua preeu : no caes da
Ifandeea ii. 7, armazem de Jo-c Joaquim l'ereira
de Mello.
Sedas pretas lavradas.
Os ninis ricos erle* de seda prela la>_ ,. lavrada,
que ha no mercado; vendem-se na loja de portas
da rua do ijuriuiailo U. 10.
Madapolao lino
a 5,000 rs. a peca.
Na rua do Queimado, loja n. 17, vende-se niada-
polao lino com loque deuvaria de agua doce a !mmh>
cada pe^a.
Vende-se am prelo de nacjla Cosa, de bonita
hgura, c bom sauhador : na rua Direila n. 66.
Vndese urna prelafde idade 40 annos. boa
lavadeira, cozinheira e quitandeira : na rua Direila
n. 66.
Vende-se una mulata de bonila figura, lava,
engomma e cozinha : na rua Direila n. OH.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos piejo do que ein oulra parle : na rua da Ca-
deia do Kecife, loja n. .50, defroule da ra da Madre
de Dos.
Cal de Lisboa barata.
Para Tediar coalas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 3)2O0, a.sim como
ha urna porco da dita cal solta, ptima para caiar
pelo seu brilliaiilisino e durajao, e nche-se urna
barrica que lenha sido de bac.ilhto por :l5 : na rua
da Cadeia do Itecife n. al).
Na rua do Crespo ti. 12, loja de
Campos & Lima, vendem-se cobertores
de laa pequeos e grandes.
RelogiQs
inglezes de pa-
tente
os mellioras fabricados em Inglaterra : ein casa de
llcnrv tiibson, rua da Cadeia do Kecife n. j,
O 59 A
Confronte ao Rosario de
>58nto Antonio,
avisa ao rcspcitavel publico, que couslaiitemente
lem am completo sorlimenlo du seguate: para
mal* de 20qualidade* debolinhos franceses, lalas
de dilosde Lisboa, lalas de bolarhinhas de Lisboa,
dilas de biscoilos nsteles, dilas de marmelada, di-
las de cela, doces em calda e en. conserva de fruc-
Us de Europa, amendoas de difieren!** gustos cou-
feil.das, confeilos diversos de Lisboa, ditos dito-de
llambiirgo. ditos ditos france/.es, pastillias de ortet-
laa-pimenla e cidos, licores Trnceles, evtraclo de
absinlhn verdadeiro, sarapes diversos linos e inferio-
res, vinhe Bordeaux, ditodecaju', caivinhas com
i enfeites as niais dulcidas que tem \ indi a osl i pra-
cii para confeiios e para guardar aquillo com que as
bellas se adornara ;"ha mais os rhocolalet seauinles
viudos deencon,menta : superliuo.dilo dito de bau-
nillia, dilo de laude, dito homropalhiro, dilu ein cha-
rutos, biscoitos da Ierra doces e aguados, falias, bis-
coilinho, aramia, soda, regala ; tudo se vende em
porcao ea relalbo, por commodo preco.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowtnann na rua do Brura, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-sc ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
lielogiosdeouro
inglezes ele pa-
tente, de sabo-
nete edevi dro,
checados pelo ultimo paquete, vendem-se por preco
razoavel ; em casa de Augusta C. de Airen, na rua
da Cadeia do Kecife ,,. i8, primiro andar.
Tabeado de pinho da Suecia, ulcalrAo e pise.
Me. Calmont Compaabia, leudo recelado um
carresamenlo de*le* gneros pelo brigue sueco D.
Tliereza, de tjulhembourg, venderlo os mesmo-a
relalbo por precos baratos: otaboado acha-se reco-
Ibido no arinjzem dos Srs. Carvalho c\ InnAo, rua
do llrum.
Aljjodao monstro a 900 rs. a vara.
Vende-se o verdadeiro algodao monstro, com 9
palmes de largura, pelo baraiissireo preco de oo
rs. a vara : na rua do Crespo u. 5.
ROLA'O FRANCEZ.
lie novamemte chegada esta aprecia-
vcl pitada no ultimo navio (ranee/., e esta'
a venda por barato preco: na rua da
Cruzn. 20, primiro andar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos, francezas, muito proprias paia caca
ltimamente clicgadasde Franca, e por
barato pieco : na rita da Cruz n. 2(i, pri-
meira andar.
Vendem-sc Irascos com roldas de
vidro, propiios para conserva i toda a
qualidade de rape, c por baratissimo
pirco: na rua da Cruz n. 2(J, primiro
andar.
Vende-se innilo superior cham-
pagne emcai\as, o melltor (pie tem ap-
parecido no mercadoeporcommodopre-
co, licor de Kirsch tambeui cm caixas e
muiloem conta : na rua da Cruz n. 2(,
piimeiro andar.
I i jlos de inarinore.
Acaba de cbetiar um novo sortimento de li|oles de
marmore, c veude-ae m armazem no becco do Uearsrveh
Cartas france-
zas.
\ emlem-tp superiores cartas franceza* para vol-
larele a flOrs. a haralho : na rua do llueimado,
loia de miuile/.i- di Itoa lama n. TI.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
zem n. 48, de Kostron Ko-
oker $ C.
Cousas linas ede
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos lcques com plumas, bajla, e
espelboaSS, luvasde pellica de Joiiviu o mclbui
que pode haver a 1*600 0 par, ditas de seda ama-
relias e brancas para homcm c senhora a 1-Jr.ti. di-
tas de torcal prelos e com bordados de cores a 800
rs. a 19*200, ditas de lio de Escoc* brancas e de to-
das as ocres para homem e senhora a .100 rs., dilas
para meninos e meninas muilo boa fazeuda a :l-i(l,
lencinhos de retroz de todas as cores a l5, piucas de
laa para senhnra a (UO. peines de tartaruga para
alar cabello, fazeuda muilo superior a .">,;,. ditos de
alisar lambem de larlaruaa a :ts, ditos de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imilando muilo aos de
tartaruga a l?2K0, dilos de alisar de bfalo, fazeu-
da muilo superior a '.J" e .100 rs., lindas meias de
seda pintadas para criancas de 1 a :l annos a l;H00
o par, ditas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para enancas de I a 10 anuos :t() o par. s-
pelhos p9ra parede com eicellcnles vidros a .100.
TOO. tfe 13-200. loucadores com pesa I .-.100, lilas
de velludo de todas as cores a ItiO e -JIO a vara, es-
coras linas para denles a 100 rs., e finissimas a .100
rs., dilas finissimasrnin cabo de mar lim a 1>, tran-
cas de seda de lodas as cores e larguras :l0, 400 e
.100 rs. a vara, sapatinhos de lila para criancas de
bonitos padrees a So e :tiO, adereros prelos para
lulo com briucos e allineles a Is, toncas pretas de
seda para rriam-as a 1?, Iravessas das que se usam
para segurar cabello a 19, pislolinhas de metal para
crianrai 00 r* galheleira* para azeite e vinagre
a -2~>-JOO, handejas muilo linas e de lodos os tama-
itos de 19,39,39 e 4s, meias brancas tinas para
senhora a ->M e d20 o par, dilas pretas muilo boas
a 400 rs., ricas caisas para rap com riquissimas es-
tampas a 39 e-fij.100, meias de eda de cores par*
homem a 640, rbaruteiras muito linas a "to. cssloe
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
aK'JO rs.. oculos de armacao dea;oprateadose dea-
radosatiiO, |-> e l.iOO. lunetas eom aro de bfalo
c larfaruL-a a OO rs. e 1, superiores e ricas benga-
linhas a -J?, c a .100 rs. mais ordinarias, chirotes pa-
ra i-,,vallo pequeos c zrandes, fazenda multo supe-
rior a (>t0, 800,19, lsv-200, IMOO e -2. atacadores de
cornalina para casaca a 320, penles muilo linos para
suissa a .100, escovas finas para- cabello a 040, ditas
para casaca a fiio. capachos pintados para sala a
640, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a 160, 00 e 210 o par, camisas de meia
muito Tinas alie 15200, lavas brancas encorpadas
proprias para montana a 840 o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a O o par, ricas abotoa-
duras de madrcperola e de nutras muilas qualidades
e sontos para colleles e palils a .100 rs., fivelas lloa-
radas para calcas e culleles a 1-20, ricas filas finas
lavradas e de lodas as larguras, bicos tinissimos de
bonitos padroes e todas as larcaras, ricas franjas
brancas c de cores para camas de nolvas, tesouri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Alm de tudo islo oulras muitissimas cousas muito
proprias para a Cesta, e que tudo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os fresuezesj sa-
bem : na rua do (lucimido, nos quatro cantos, na
bem eonliecida loja de miudezas da Boa lama
o. 3:i.
Meias pretas pa-
ra padres.
\ endem-se superiores meias de laia para padres,
pelo baratissimo preco de 15600 o par. dilas de al-
godlo pretas .1 tilo o par : na rua do Queimado, loja
de miudezas da Boa Fama n. .1:1.
Moinhos de vento
om bomba sde repuse para regar borlase bana,
decapim. 11 a fundicao de 1). W. Bowman : naraa
do Bruna ns. 6, 8 e 10.
(Mantisas de meia
de pura laa.
Vendem-se superiorescamisasde meia de laa, pe-
lo barato preco de 39 na rua do (Jueimado, loja
de miudezas da Boa lama n. 33.
Cortes de cassa para quem quer dar es-
las por pouco dinlieiro,
\ endem-se cortes de cassa chita de hom soslo a
25, ditos de padroes fraiicezes a J-im, cassa* rusas
para aleviar lulo, dilas prela de;padrOes miudos a
3 o corle, al|>aca de seda de quadros de todas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico tanto pintados
como bordados a 320 coda um, grvalas de seda pa-
ra homem a 1.3 e 19600 ; todas eslas fazeudas veu
deiu-sc na rua do Ciespu 11. 6.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza He Breta-
nlia, 2 voluntes por l.S'000 rs., 11a livraria
n. (i e 8 da praca da Independencia.
Vende-se cal cm podra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, epotassaamericana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Baslo A
Compaullia.
POTASSA E CAL VIRGEM.
No antigo e ja'bem conbecido deposi-
to da rua da Gadeia-do Recile, escriptorio
n. 12, lia para vender muilo superior
potassa da RuSSa, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em podra, indo a
precos muito lavoraveis, com os quaes li-
caro os compradores satisl'citos.
FARIMIA E MANDIOCA.
Vende-se superior l'arinba de mandioca
cm saccas que tem um alqueire, medida
velba por .".S'OO reis : nos arma/ens ns.
o,5c", e no ai mzem defrfinte da porta da
alandega, ou a tratar oo escriptorio de
Novaes drCompanhia n ruado Trapiche
n. o\, primiro andar.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ultiniamentechegada. as-
sim como potassa da Kpssia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. II.
Vende-se ac em cimbeles de um quintal, por
preco muilo commodo : nn armazem de Me. Cal-
motiv. Companhia, praca do Corpo Sauto n. II.
VINHO XEKEZ.
Vende-re superior vinho de Xerez em barrisdo
11 i. em casa -Je E. V. Wjall: rua do Iraiche
u. 18.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua d a
Scnzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de |mocn-
das e meias moendas para engenbo, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamaulios, para
dito.
COGNAC VERDADEIBO.
\ende-se o verdadeiro cognac, taulo em garrafa
como em gariafoes: ua rua da Cruz o. 10.

0
Ml LOJA VE M1DA1A
Thcard.
Aclia-se um rico sortimeiilodc vestid.,s .
de seda bordados e de blond para < ama-
nenlo, ricas mantas de blond Imji dadas, /
capcllas para noivos, llores, franjas,
trancas, litas, como nao lia iguaes, noM
e lindos enfeites de calx-ra para tlicalit,
grande sortimento de diapeos de seda c
de palba tanto para seiiboras orno |w-
ra meninos, e meninas, bons velludos de
lodas as cores para vestidos, muito lindi >s.
e minio cm conta.
Oculos patentes para tlicalro, dilosde
alcance, ditos de armacao. debufalo.de
aro, de tartaruga e de ouro, tanto Santa
v istas caneadas, como para inio|H*s,
blancos ou a/.ues, oculos de vidros, c
I,nietos de todas as qualidades : encoi'-
train-se sempre na loja dos rciojoeiros
CliaproiiKVBerlrand, praca da lnde|Hii-
dencia n. ISe20.
Relogios de mesa e de pan-de, dili
de algibeira, tanto de ouro corro de pia-
la domada e (oleados, patente ou hoi i-
zontaes: aclia-sesempre um grande soi-
liinenlo, na loja dos relojoeirus Clia-
pront & Bertrand, praca da Indeix-n-
dencian. 18 O 20.
Vendem-se scllins com pe lenco (la-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem viudo a este mercado : no aima/nn
de Adamson llowie&C. rua do Trapi-
che n, 42.
IECHAMSMO PARA E8SE-
HHO.
XA FUNDigAO E FERRO 1)0 ENtiE-
NHEIRO AVIO W. BOWNIAN. HA
RUA DO BRLM, PASSAXDO O !IA-
FARIZ.
ha sempre um grande sommenlo dos segainles nfc-
jeclos de mechanismos proprios para engenhos. sa-
ber : moendas e meias moendas d* mais moderna
construccAo : laivas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; rodas
dentada- para auna ou anima**, de tod a* praper-
ces ; crivns c horcas de fornalhae reentro* de bo-
eiro, aguilhoes, bronzes, paral usos ecavilhes. moi-
uho de mandioca, etc., etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se eveciilam lodas as encommendas com a superior
ridade j condecida, e com a devida prestezae com-
modidade em prero.
Vendem-se dous pianos forles de ja-
caranda', construeco vertical *e com to-
dos os melhoramentos mais modernos,
tendo viudo no ultimo navio de Hamblll-
go : na rua da Cadeia, arma/.cm n. 8.
Navalhas a contento.
Na rua da Cadeia do Kecife n. 48, primiro a-
ilar, escriptorio de Augusto C. de Abren, conti-
nua,,,-e a vender a 85000 o par (preco l,\n. ja
bem conhecidas e afamada* nav albas de barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na espow-ao
de Londres, as quaes alm de duraren, extraardia-
riamenle, naoseseiilem no rosto na acciio d corlar;
vendem-se com a coodie.io de, nao aaradando, po-
derem oseorr.pradoresdevolve-lasalc 1S dlas
pa compra reslitoiudo-seo importe.
Vende-se una ereoula rom ana ca de
meses de idade com muilo bom leile para criar : a*
rua das t ju/e- n. >.
Vende-se um rico palito de velado prelo, todo
forrado de seda, proprio para os prolimas mascara-
das : na rua do Qucimadu n. 38.
liKANDE SOKTI.ME>T<.
lOoooo.
I'alitusde alpaka prela a ,ni
Hitos de brius de cores a .... :tjHll
Hilos de panno prelo a..... litNim
Vende-e na rua do Oueimado n. .18, em frente do
becco da Congrega(ao. ,
KtA wt5SkStG8^r~r------'
Kicas chitas francezas de homlas cores pelo barato
preco de 320 rs. o covado, dao-se as amostra* dei-
xando o peuhor.
Vende-se un, cavado ruco, n-iiilo bonito : pa-
ra ver na cocheira do Sr. Pedro Allain. ao pe d" ar-
senal de man,iba, onde se dir com quenrae deve
tratar.
Llyt IDAI.AO".
O arrematante d* loja de miudezas da rua do*
Quarleis n. 2i, qorrcndu acabar as miudezas que
cvistein. vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo.
Franja com bololas para corlinados, per*
I'apcl paulado, resma, 'de peso
Dito de peso, resma
laia de cores para bordar, libra
lenles de bfalo para alisar, duiia
Fivelas douradas para calca, una
(jroza de obrea* muilo finas
Le,eos de seda l,,i-, ricos padr-c,
Caita de linhas de narra
Meias para senhora por
Peales de tartaruga para -euurar cabello
(rozas de canelas finas para i, i,nu-
il, las de botos linos para casara
Meias pretas para senhoia, riuzia
Dilas dilas para homein
Lacre encarnado mullo lino, libra
Papel de cores, maro de 20 quaderm
Duzia de col veles
Espelhosde lodos os nmeros, duzia
Linhas de novellos grandes para bordar
Kicas lilas escocers e de sarja, lavradas,
largas
Meia* cruas sem costura para homem
Dilas de seda n. 2, peca
Tranca* de seda brauc'a, vra
Calvas de raiz, duzia
Peras de lilas de cus
I -ii- linus, grnza
Cordao para vestido, libra
Tonca* de blondo para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e outros muitos artigos que se turnan, rrcoinmemia -
veis por suas boas qualidades, c que nao ae dos,dar .
i dar um pouquinho mais balate aquello -enbrr I,.-
| gisla, que queira dinheiio comprar ma barsln
du que se compra em primeira inao.
Vendem-se relorjios ,lc otilo palcnU .
meio chronometro c de muito hoa ipiali-
dade, o pie se amanea e por commodo
preco: na rua da Cruz n. Hi, ptirrjciiii
andar.
Atteneao.
Na i onleilaiia da rua da Crear, n. 17.
acha-sc sempre a venda um pande <
completo .-o l i liten lo de dores seceos rdc
Caldas, e de inicias de todas as qualida-
des, tudo superior, para cmbarrpie para
dentioou lora dotmperio, por mais Isa-
t ato precoquecm outra qualquer parte
se pode vender.
I

JOOII
ajasaj
a?7ii
7,^100
:rjoii
un

lia
-'.'
t
|-ST
:lWl*i
fJjSM
ir***
r 7
-il.-iW
|JN3
:tt**i
:imi
un
l^ai
MNI
JS'.im
l-Jii
lejisi
lawi
Pip
as vasias.
Vende-se neresode pipas vasias proprias para en-
flenle agurdenle, a preco de 17 cada urna : a
tralar no escriptorio de Manoel Alves Guerra, na
rua do Trapiche n. Ii. *
IAHVRINTIIOS.
Na rua da Cruz n. 3i. primiro andar, continua
a haver sorlimenlo de boas obras de lahvrinlho a"
venda.
V*ende-se um cabriole! em bom uso a (rala
ua rua do Collegio n. 21, primiro ndar.
Vendem-se em casa de S. P. Jobos
Ion & C., na rua de Sen/.aia Nova n. 42.
Scllins ingleses.
Relofjios patente inple/..
Chicles de cano e de montara.
Candierose casticaes lironzeados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.*
Vaquetas de lustre para carro.
Barris degraxa n. '.17.
Viulio Cherrv cm liarris.
Canias de ferro.
MODA.
Chali) do melhor goslo possivel. diegado aliuna-
meule de Franca, para veslido de senhora e meni-
nas, pelo preco de lacada covado: BO* qual o. ran-
los, rua do (lueimado, loja do sobrado amaiclln
n. 21.
Veude-se evcellente taimado de pinho, reren-
teniente rhegado da America : na ri. de Apol!
trapicho do Ferreira. a entender-se com o admi
lustrador do niesnio.
(Hn'i'iiiJ riitibi?.
Fugio na noile de I. de corrente, do encenlw
Senaria de Jboalao, o escravo Krnedirln. com o
-ianaes secuintcs: uesrn, de 2. nino-. cor fula. Me-
nas arqueadas, olhos srandes e avermelhaiH, den-
les largas na frente e falla muilo manta e liana.
Torna se muilo nolavel por una riralriz que atada
eoiiM-rva de um cancro que leve eni um do hom-
bro* : quem o appreheiiiler, levando ao rncrnli
cima mencionado, ou eiilrecando-o nn Rerile .,.,
Sr. Joaquim Candido Ferreira. ser muito bem ara-
lilicade. O escravo foi comprado ao Sr. Sebastian
Josc da Silva rom loja de ferrasen na ma Nova
pruvavelmente procurara algum aulso parceirn.
Anda ugid-desde 13 de dezemhro lindo um
uiulaliuboclaro.de nome Itnmao. de ida-Ir I i au-
noa, levando calca de riscadiuho. camisa de algo ],,n-
Ziuho e chapeo de palha ji na*la, lem i.dla de um
dente ni frente ; lem sido vi-lo |i*!o ruados ene
iliosda lloapicw, Santo Amaro, e me-mo do .- prsrando para e*OM banda* ; *uppor-*e eslar em
companhia de aJeaeeaa titulo ile forro : quem o ap-
pieliemlei. Icve-o a ruj > riba ca-a n. Vi.
PKBN. : TVP. DK y. F. DK FAKU, IR*