Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08817

Full Text
I
APO XXXII. R. 16.
Por mezet adiantadoc i.sOOO.
Por o mo/.es vencidos i.SOO.
-< ~.^ -
SABBADO 1!) Il: JANEIRO l,K IHlili.
'ni .1 tino adianlado 1-i.sOllU.
Porte franco para o subscripto!
DIARIO DE
fcXCMU.Ei.AlMiS DA SL'USmil'lWO' xo NORTE-
l'ar.ihibi. o Sr. Gervazio V. da Nalividnde ; Natal, o Sr. Joa-
i|uim 1. 1'iTfii.i Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga ;
Ceara, oSr. J. Jos deOliveira ; Maranho, o Sr. Joaqun Mar-
que! Rodrigues: Piauhj, o Sr. Domingos Herciilauo A. I'essoa
Ceareuse; Para, o Sr. Justiano J. Hamos ; Aniaioms, o Sr. Jero-
liyino da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda .. todos os dios.
Caruaru Honito e l'.aranliuns : nosdias t e15.
Vi!lvlii'11,1. lloa-Vi-ta, I \u e Ouricury : a 13 e 2fl.
'i": iiinn e Parahiba1: segundas e sextas-feiras.
Victoria e Natal : ns iiuinlas-feiras.
ALUIEN<:lAS DOS TMBDKAES HA CAPITAL.
Tribunal do commercio : quartase sabbados.
Il-I.n; ... le re .is -IV i ras e s.i bbail -i.
Fa/enda : quartas e sabbados as 10 horas.
-I uiso do commercio : segundas as 10 boros e quintas ao mcio-dia.
Juo deorphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara docivel : seguudas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara da civel : quartase sabbados ao mciu-dia.
EPI1EMERIDES no ME/ BE JAMURO.
7 l-'i i nova os 8 horas.-18 minlos, 41) segundos da larde.
ft Quarlo cresceiile a 1 hora,2f minutos c 48 segundos ltanle.
22 La cheia o i hora, 10 minutos e tK segundos dn inanhaa.
30 Ouarlo ininguaute as 5 lloras, 16 minutos a 48 segundos da m.
i'Itl-.A.M.VIl lil. HOJJt..
Primeir as 2 hora- e 6 minutos datarde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da monhoa.
IAS HA SKMAXA.
1 Segunda. S. Flix m.; S. Macrina r. S. Malaquias prolrta.
18 Terca. S. Amaro ab. ; Ss. Abacuc c Miqueas profetas.
lli '.luana. Ss. Uerardo, Acurciu, i.lihoii. Pedro e Adjucto inni.
17 Quinta, S. Anlo ab. ; Ss. Bleosippo, HeJeusipo c Lronilla. m.
1S Sexta. A raiieira de S. Pedro ap. em Boma. S. I'risia v. ni.
19 Sabbado. S. Camilo rci m. S. Andil.iv e Abacur irs. mu.
'0 Domingo da Septuagsima. S. Ka lun p. m. S. Seb.isli.io m.
ENEARRECAIMNi DA srnvitlIM \0 \o si l,
Alagoas, o Sr. I.laudino Falrao l'ias I llahia. o Sr. I. Duprw
Kio de Janeiro, o Sr. Joo Pcreira Martins.
KM Klt.VVMItl :o.
O proprietarin do DIARIO Manoel Figueiroa de Plata*, a .ua
litrarj* Piafa da Indrpindeucia ns 6 e H.
lim coiisequencia dos di;is levlWu* receber-se-lia
a subscripro do qunrlel aclual ilesle Diario a -i;
r. al o da 20 do correnle, c depois ilelle a l-JOO.
Os Srs. aagnaotea a quem o reeebedur nilo en-
contrar em suas residencia-, queiram manda-la
Irater linaria ns. ti e Hila pruea da Indepen-
da, para obviar conteslaeesi curado.
sejam dispenslos do serviro respectivo os indivi-
duos quo s.io oii orcni sendo Horneados inspeclores
daquartairao, e recoinmeuJ ndn qu faca S, S. coin
Hilo A' cmara municipal da Boa-Vista, di-
zendo-lhe, que opporlunameiile serAo remellidos
asseniblca legislativa provincial os orc.amenlos de
le o ilclesmlo daquelleler no remella ao dilo com- receila e despe/.a, que acnmpaiiliaram a ollieio rla-
matiilantc superior a retablo lo-arluaes inspectores c
dos ao referido coinni.in lante superior.
quella cmara de 2S de novembro ultimo, sob n.
13.
l'orlariaNoineando, de conformidade cun
DiloAo director do ar-lenal de uuerra, drrla- proposla do comiuiiidante do corpo de cavailaria
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 15 do J nelro.
OllieioAo Exni. presidente da Parahiba.l^ons-
taudo-me por eomraunicarAo da cmara municipal
de Insazeira, que em Alaz.oa de Baixn apparecera
a epidemia reinante, leudo ja feilo algumas victi-
mas, fien para la seguir urna ambulancia ; o acei-
tando o uQ'ereci metilo de V. Etc., visto que eslou
aciidindo i diversos pontos infecalos, ou a rogar-
llie que como aquelle termo lie liioitrophc dessa
_____j rando-llic em resposla ao sea ollieio de 7 do corren-
le, que lio expedida a conveniente ordcui, para
que n conreino administrativa nao su contrate o for-
ueciiiienlo dos genero! precisos para o rancho dos
apremli/.es menores daquelle arsenal nos lemos ,1o
resol Hlenlo de 1 i da dezembro de 1832, mas Min-
io in repila esse contrato em os devidos lempos, in-
dependente de nova ordem.Expediose a orden
de que se trata.
DiloAo mesnio, enviando o pedido de varios
ohjeclos necessanos s enfermaras estahelecidas pa-
ra Iralainento da* praea* que forem aceommetri las
do cholera, e recoimiieiidaiiilo-lhe que laca aprouip-
lar, com toda a pressa, mel.ule do> referidos o.'ijec-
provincia, e ambos lenlianios intereree reciproco em | ,,, remetiendo loso para o hos,.ilal rcgim.nial os

w-r-
combater o mal em principio, digne-e V. Exc. de
enviar um dos mdicos para soccorrer aos que fo-
rera atacado* por aquella redondeza em territorio
e urna e onlra provincia.
DitoAo Exm. director geral interino da ius-
Irucc.io publica, transmillindo-lhe para seu coohe-
cimeulo e execnco as inslruec/ies regulamenlares
que acompanliarain o seu ollieio de -29 de novembro
ultimo.
.DiloAo Exm. commandante dasaimas.Devol-
veudo-ihe o ollieio do teneute-coronel-commandan-
le do 4. batallilo dsarlilharia a p, a que se refere
ofticio de S. Exc. de 12 do correnle, e aulorisan-
do-n a mandar fuer, com urgeucia, os reparos de
que necessilarem os dous salfies do anligo hospital
da Santa Casa da Misericordia de Ulinda.alimde nelles
eslabelecer-se a enfermara das pracas do J. hala-
lha.o de arlilharia a p que forem accommelldas do
cholera.ODicou-ae admioistracno dos eslahele-
ciMenlos de caridade.
DiloAo mesnio, recommendando-lhe a eipedi-
i.M-i de suas ordens, para que o commamlaiilc do
I." batalhAo de arlilharia a p Rao s mande da-
i i menle para a cadeia de Olinda una guarda de
seis soldados, mas tambem qoe preste ao respecti-
vo delegado, todas as noites, qualrn pravas para ron-
daren! na mesma cidade.Communicou-se ao Dr.
chele de polica.
.DitoAo mesmo, inleiraudo-o de que o inspec-
tor do arsenal de marinlia Isas ordem para fazer
enibarcar no transporte Legalidude com destino ao
presidio de Fernando, aa pracas de 1. linha que S.
Exc. liver de remeller para o mencionado presidio,
e bem assim, qualquer voluine de fardameulo.
Eipedio-se i ordem de que se trata.
DiloAo Exm. presidente do consellio adminis-
trativo do palrimonio de orpho, recommeud nido
a expedidlo |de ordens, alim de ser adiuitlido ao
collenio de orphaos, ua vaga all existente, o menor
lillio de Francisca de i'aiva Oliveira. ___
'inAo inpector da tliesoiirana de fazeuda, re-
comineodaudo a expedidlo de ordeus, .alim de que
nao baja embarazo no pagamento dos veocimeulos
do tcnente-coronel Joan Nepomuceno da Silva Por-
tella. visto achar-se elle anda na provincia ser-
vico.
DitoAo merino, transmitiendo para os conve-
nieules exames, copia das das do conselho admi-
nistrativo para fornecimento do arsenal de guerra
de 19 e 29 de dezembro ultimo.
. DiloAo mesnio,Iraosmillin lo o aviso de Icllra da
qaantia de 1889990 sacada pala lliesonraiia provincial
do Itio (raudo do Norte sobre aquella, e i favor de
Joaquim Mouteiro da Cruz.Comiuunicou-se au
Exc. presidente da referida provincia.
DiloAo mesmo, communicaudo-lhe que inde-
lirira'o requ>rmenlo em que rrancisco Antonio da*
Chagas pede (ior aforamento 300 palmos de terreno
alagado ua ra da Aurora, e que contiiiam ao norte
e sul cora osalagados- ns. fij o 77, e recommeiidamio
que, depoisde medido e demarcado o referido terreno,
seja posto dispoairrAo da cmara municipal desta
cidade, qoe o requisita para praea publica.Inlei-
rcu-ae mesma cmara.
DiloAo chele de polica, sciculilicaudo-u do lia-
ver enviado a thesouraria provincial para serem
paeatj as Beata* da* despeza* feitas nao s com o
suslenlo dos preos pobres da cadeia da l'assagem
Jo Joaz-iro, nos niezes de julho a dezembro ultimo,
e da de Flores no i'ltimo dos mencionados niezes,
mas lamben) com o aluguel da casa que-serve de
cadeia e quartel na referida povoac/io, vencido des-
de mato a dezembro do aono passado.Igual acerca
das despezas feilas com os presos da cadeia do Bo-
lillo nos mezes de outubro a dezembro ullimo-'.
DitoAo mesmo, duendo em resposla ao seu
ollieio de 27 de dezembro ullimo, ao qual acompa-
uhou em original o que dirigi o subdelega lo da
Jaboalao, que pode o mesmo subdelegado mandar
preparar a casa, de que traa, aOm de servir de en-
fermara par* a pobreza, caso seja aquella fregueiia
infelizmente accoinineltda da epidemia reinante,
c bem assim, que aceita Jo oflerecimento feilo por
aquelle subdelegado de urna pequea ambulancia,
licdinlo na inlelligencia de que serio fornecidos os
medicamentos que forcm reqai.ilado, e que quan-
lo a da de um facultativo para aquelle lugar, se pro-
videnciar opporluua mente.
DitoAo mesmo, dizendo em resposla ao seu
ollieio n. 18, quo expedir ordem ao commandanle
superior da guarda nacional de Goianna, para que
t
que estiverem p/ouiptos.Coinniiinicou-se o ina-
rerlial commandante das armas.
DitoAo director das obras poblicas, para man-
dar com loda a urgencia fazer na cadeia de Igua-
rassti es reparos iudispensaveis, para que fique em
eslalo de servir. Inleiruu-ise ao ebefe de ipo-
licia.
DitoAo mesmo, inleirando-o de que a lliesoura-
ria provincial ieiu ordem para pagar, em vista do
competente certificado, ao arrematante do o." laen
da estrada da Escoda, a importancia da piimeira
presiaro que tem direilo.Kxpedio-se a ordem
de que e Dala.
DiloAo inspector da thesouraria provincial, de-
clarando-lhe em resposla ao seu ollieio de ti de de-
zembro ullimo, que mande por novamenle em pra-
ja os reparos de que precisani|a cadeia e a casa da
cmara da cidade de Olinda, com o augmenlo de
niais 2(1 por cenlo no respectivo orcamenlo, confor-
me indica o director das obras publicas.Coinmu-
nicou-se ao director das obras publicas.*
DiloAo mesmo, transmitliudo para o lim con-
veniente copia da reanlo das de>pezas feitas para o
expediente da reparlieao das obras publicas.
DiloAo major do corpo de plida, aulorisao-
do-o a mandar passar escusa ao soldado d'aquelle
corpo .lo Joaquim Kibeiro, que lenlo fiualisado o
seu lempo de servico nilo quer nelle continuar.
Dil iA Ignacio Antonio Borses, dizendo que
lica inleirado de haver Soic. oo da 7 do correle
entrado no cxcrcicio do cargo de juiz de paz do 2."
districto da reguezia de S. Fre l'edro oncal-
ves.
DiloAo lliesoureiro das loteras, cominunican-
do-llie que approvara o plano que acompaiihou o
seu ollieio de 8 do correnle para exlraccao das lote-
ras desla provincia, e euviaulo-lhe copia do refe-
rida plano, para que teuha execurio.Igual copia
se remollen a thesouraria provincial.
DitoA_ a. I ministra rao dos ealaheleciineiilos de
caridade, declarando em resposla ao ollieio de
10 do correute, que pode aquella administracao
comprar a roupa precisa para a casa dos exposlos *
hospital dos lazaros, enviando-me a conla das des-
lazas afim de ser satisfeta peio cofre geral, convin-
Ho que em lemelhante compra se guarde a nminan
ra economa.
DitoAos membros da commissito etncarregada
da salubridad? publica no Liir.oeiro.Inteirado do
que communir.iin-ine Vmcs. em seu oflicio de 12
do correnle, leiiho a dizer-llies que um dos menV
bros dessa i ommissiio. o Dr. Sabor, j maodei
entregar una ambulancia e cinco carteiras homeo-
palhicaa, e Iram de com brevidade para ah mandar
um medico.
Espero qu esta comniissao dcsenvolva lodo o
seu zelo em soccorier os que infelizmente forem
acrommellidos da epidemia, combalerdo com a
maior presteza os primeiro* syniplomas, alim de
evilar o deseuvulvimeiito de fucos de iofeccao.
Remcilo-lli-s urna pin\lo de impressos sobre o
Iralaiiienlo por meio do sueco do limo.Igual
i'oiiiiiiniiiear.i i fui hita ao respectivo delegado.
DiloA cmara inunicipal delngazcira.De pos.
se do seu ollieio de 7 do correnle, e inteirado do seu
conteudo, remeti \ cssa cmara urna ambulancia
para eslarem prevenido-', caso a epidemia passe de
Aligni de Biixo para ah, conforme Vmcs. re-
cejan!. Para o lermo de Cimbres, ao qual perten-
ce a dita fregnezia, j parti mn medico com os
soecorros precisos. As"r* ollieio ao Exm. presi-
denle da i'araliiha para enviar nutro alim de oe-
correr aos ataques da epidemia que podrrem appa-
recer n'esse lermo, e no territorio visnho perlen-
cenlc. mesma provincia.
t'.umpre que Vmcs. se desvellein pela salubridad*
publica, anllMm a pepolaslo, e combalam os pri-
meiros svmploiuns do mal. Remello-lite*, para se-
rem distribuidos, alguna cxemplares do impresso
sobre o emprego do sueco do limito.
Dito A'cmara municipal de Olinda, decla-
rando-lbc, que lica inleirado de haver Benlo lion-
calvcs arnmatado pela quanlia de 2035000 res, e
sob lianca de Bernardo Joaquim de Azevdo, o im-
posto de aferiao de pesos e medidas, e bem assim
de ler e^sa cmara deliberado qu licasse sob a ad
uiiuistraeao do respectivo procurador a cobranca
los imposto) de mscales e latolelr, alocuel das
(-asas da Ribeira, ea enlrada de gado taino c lan-
gero, vislo nao ler apparecido lancador, nao obs-
tante o abale da 5.a parte.
u.I da guarda u.icional da Villa Bella, e infonnaco
do respectivo commandante superior, para olliciaea
do mesmo corpo, os cidadaos seguintes:
Eslado-maior.
I'enenle qnarlel-mcstre Antonio (iomes t^oimbra.
Atieres secretario Jos .Maiheus Nuues da Silva.
I." etquadnlo.
1.a comp,iiilu.i
Capitulo Victorino Pereira da Silva,
i'enenle Fraucisco de Souza >le.Mllieo-.
AlteresAntonio (iomes Tavares.
Dilo porta-eslandarle Jeito Francisco Pereira da
Silva.
2.* companhia.
Capit-i Antonio Simplicio Pereira da Silva.
Teuenle--Jose Pereira da Silva.
AlfaresManuel da Silva Pereira.
2. oquadro.
3," companhia.
CapilaoManoel Pereira da Silva Jnior.
Tenla .los Antonio Pereira da Silva.
Alferes Fraucisco Altes da Coaita.
Dilo porla-estandarteCarolino Ozorio de Campos,
. companhia
CapilaoDomingos de Souaa Barros,
lenle Jos de Souza Barros.
AlferesJos de Torres l.eile.
3." eiquailran,
3.' companhia.
CapiliiLucio Jos de Siqueira Campos.
Tenentc Ol Irado Nones Pereira da Silva.
AlferesManoel da Silva Juca.
Dito porla-cslandarle Jos CaeUao da Silva Cam-
pos.
ti.a companhia.
CapilaoJos de Campos Barbosa.
TenenleManoel (jomes Coimbra Campos.
Alferes Torquato Jos da Silva.
4. esquadriio.
7." companhia.
Capilaolele Baplista de Alayde Siqueira.
IVueiiio Juvino de Alayda Siqueira.
Alferes Bellarraiuo Ozorio de Campos.
Dilo p'orla-estaodarleAntonio Rodrigues Florencio.
8." companhia.
CapilaoAlexandre Jos de Campus.
Tenenle Antonio Pereira da Cunda.
Alferes Joao Jos de Souza.
C'iiiiiiiuinc o-so ao respectiva coinmn lauto su-
perior.
Dita Nomo indo, em virln le de proposla apre-
seulada pelo comiiiaudanle superior da guarda na-
cion.il !. Flores, para olliciaes da companhia avul-
sa u. 2 da mesma guarda nacional de reserva do
-qiyaaiiopio de. Xasax*tTt, os cidadaos seguintes :
CapilaoPedro Comes de S.
Tenenle Francisco Currcia de Mello.
Alferes------David (jumes de Sa.
Dita is'omeaodo para olliciaes do balalliAo u.
31 de influan i da guarda'uaciunal de Tacarat, ao*
cidadaos segunle:
Estadu-maior.
Tenenle quartel-meslre Mauoel Francisco de No-
AlferessecretarioJoaquim Jo-e Nunes.
Dilo porla-baiideira Luciano Pereira da Silva.
I.a companhia.
CapilaoJoaquim de Souza Coellin.
TenenleLiberato Florentino de Magalhaes.
AlteresBraz Ferreira de Magalhies.
2." companhia.
CapilaoAndrelino Pereira da Silva.
TenenleCassano Pereira da Silva.
Alferesloaqoim Ferreira da Canda.
:t." companhia.
CapilaoSebastian Jos de Magalhaes.
TenenleBraz Xelii de Magalhaes.
AlferesAlevandro Je-.j Nunes.
i.n companhia.
CapitnJos de Sa MaraoMo.
lenteAlexandre Comes de Sa Leal.
AlferesJos Pereira de Agniar.
." companhia.
CapilaoAnlonii Lopes de Siqueira.
I cuenteSebaslifio (iomes de Souza.
AlferesJos Baymundo Pereira.
O.1 companhia.
CapilaoArnaui Nanea de Uaoalbae*.
Tenenlel.icinio Porcino INesIrnm e Andrade.
AlferesJoaquim Antonio de Magalhaes.
7." companhia.
CapitnMarcos Ferreira Cmara.
lenleLeonel Ferreira da Cmara.
AlteresAntonia Joaquim Laite Brasil.
8.'' companhia.
CapilaoBenedicto Hortensia de Siqueira Campos.
Tenenle T'iburlino Ferreira Campos.
AlferesMarcelino Nunes da Silva.
Communicou-se ao respectivo commandante su-
perior.
Dita Nomeando, para ofliciaea do balalhao n.
II de reserva da guarda nacional do municipio de
Villa Bella, aos cidadaos abaixo mencionados :
Eslado-maior.
lenle quar'el-meslre Porfirio Comes Coimbra.
Cirargiao tenante Uonchlo da Costa Lima.
Alferes porla-bandeiraJoaquim Jos de atollo.
Dilo secretario-Manoel do .NascimentoCasado Lima.
I.t companhia.
CapilaoFrancisco Concalo Lima.
1 'encolafjaldina oncalre Lima.
Alferes Severino Aulonio da Silva.
2.a companhia.
CapilaoManoel Jos Diniz.
Tenenle Francisco Jos Diaiz.
Alteres JoSo Francisco Simies.
I.-' compunliia.
CapitnAntonio Nunes de Magalhaes.
Tenenle--Antonio Francisco Xavier.
Alferes Domingas Jos Hamos.
i.-' companhia.
Capilao .loio Manoel de Ama)de.
Tenenle Jerooymo Ferreira Pinta.
Alferes Francisco Xavier daVSsutor.
Coiiiinuiiicoii-scao respectivo commandante aupe
rior.
disfarcado com o lime de victoria nos bolleiins rus- Isedio de hars. EllejolgeU inclho, u lisongoau-se
sos. Km vordade, ogcncial MuurawielT havia quo- I de redo/ir a prac i pela fome. Encarresando, pois,
rido apalpar, romo se diz, a praca, pura a entrar,' a dua- divisos de maular o asaedio o Interceptar os
ae possivel tos-e. por um feilo ousado ; mas elle foi combo)s.ellemeaino, com o gro-so do exercilo, inva-
rep'-lliilo c obrigado a eslebelecer o assedio n'uma i ^ti,i a Armenia al Erzeroum. Enlrelanlo a guarni-
assaz grande distancia. '.*> 'lo Kara uppdrlav* as privacAes com ama cona-
Eni vez de einprchender o assedio de hars, elle i lamia a Imiravel, recebando de vez em quaudo ,il-
Ui. avancara melade do sen exercilo para a estrada ] gomas provisAes, e bem determinada a soffrer, se
do FJrzerouni. no inez de julho. Km imin cainiuho,
Riissuslinbam de tranquear o cordilheira
elle enlreiindi.....mi- intimas rrlaiie de aasaado.
Era chegada a hora ile dar a l-rra qyo era da Ier-
ra, e ao co o qoe era dn toe, una alma pora e can-
dida que senta man pr.pria senipre a dar do s*ma-
llianle ad'irio ; que rosa elle se idenlilicava -emprc
IOS momento- do s -ITf imeulo !
Resla-iios delle hoj> apenas a trle meatdaajn* d
que era oeste mundo, a lembranoi <|e pfi cavallei-
nsioo.de sua mbauidade e de aooamsrasaaeoe!
Basta uossas palavras, ludo msis que se pus,, Oi-
preciso ftisse, as ultimas extremidades da fume. O j /er, 'carao muilo a quem de oas qualidadis. Coia
invernaproximava-sc,e-.e cruel invern das.mm- elle na bemavtnlaranca < justo premio qne lem re-
pa la do Soghauli-Daah, onde Torcosl.av.am cons- lanlias. en. que a nev principia em oulubro. Bre- i?" T '"TlT ''"t *""u"},'rm "" '
. "de -oa sanias leas, Trela clonos.i ; e ou- ha do
Unido irmoneiras, que evacuaram -m combale para ^e nao se poderla acampar sem perda de iniiiti gen', durar indelevel na memoria dea Pa,v.,-aeeirn. a-,-
retir.
Ka
rem-se a Kopri-Koi, adianle de llassan- : lpelo rigor to frio,ea niarclis doacomboys de inan-
tunenlos para o exercilo russo poda ser ioierrom-
Vely-I'aelia. governador de Erzoroum, se linlia I pida,
eiitriiirherado com l.i.OOO hoinens no desfiladeiro Neslas cirrumslsncias Blourawien* leve de lomar
de Kopri-Koi, sobre um alllaenle do ro Araxe. El-,,""'' resolucao. A sua campanil* nao linha nenhum
le eslava ameacadu de um lado pelo ueneral Maura-; re-ulladn ;rosilivo se elle a nao termiaaOM com a to-
viiell, e de outro pelo general SoulolT, que chegava i mu'a de Ixars.
de Baryazid por Toprak Kale. Temendo ser envol- i 0r''' 'He nao linha lomudo regularmente o aaae-
vido Vassif abaiii'onou a sua posir-ao durante i noi- dio da fortaleza, ojo linha construido baleras, nem
lo ; e, sem parar em II isaan-K d, rontinoou a sua i mesmo aderlo a Irincbeira; e assim nao
decidas, esem dovida de ledas es tVra.nibnienea.
Anle-hontem 9 a expensas .le atassa. devotado-
amigos do illustre tinada celebraram se as honras tu-
liebres ua igreja dn Rosario, matriz provisoria ; hou-
ve enroinmeudacao solemne pelo detcanro eleroo de
sua alma : assisliram S. Exc. o Sr. presidente a*
provincia, o corenol commandanle do oilavn li.it..-
Ihao. a olllcialidade de primeira linha, da goarda na-
cional e numerosa oaocma* de pessoas gradas de-l.i
ci tade ; banda de msica militar, una tunda Hor-
da de honra de inesino oilavo balalhao que dea na
querendo i OWaafin competente a salva de mosquelaria ; nsonlai
retirada pela estrada de Erzeroum, c lomou posicao i '"""" a eusaiojainenlos da Ceorgia sem nada haver \'''" hi'v<" n" ''"' ,!a -"l<-'""'!"'e rciudo .,Sc. Fr.t-
desliladeiru fortificado de Dor; Boiuou, a tres
cisco ile Cerqueira X'alenlc um disrurso anlogo, eni
dar um j f|p (e7 breve e vivo paneL'yriro dos serviros e dote*
assalto geral, que foi, como se sabe, rcpellido enm do varga prestante.
tainsla-uosquc o guardia.' dn convenio de S. Fran-
cisco das Atacase, o Hvlm. Fr. Sania Engracia, e o-
. ou_ A grande importancia desle feilo heroico que mu-1 e'" '''.' A,''""s- Kv'1m- l"r;1S'n!d En"l"\r "'
' man religioso-, ., arham rer..Iluto. .< .a., lubilarao
ciio, i a race da guerra na Asia, nos obriga a reprodu-1 dauslral. donde iiaviam s-hin. nao por proposito e
feilo, deleriniuu-se em _".' de selembro
b'guas desta grande cidade. Os Russospoderaoi en-
iao esleilder-se as aldeas vi-mhas, que foram ciu- ""lil;' energa pela gt
eluiehle assnladas pelos Cossacos, pelos Kurdos e
Iros irregulares que ncoinpaiidavam-llie o exerrii
ionio auxiliares estipendiados pela Kussia. Esles z,"'<'com ** particularidades, que merece, particola-1 abandono do convento, rom se supponha e diee, e
acoulecimentos linbam lugar nos primeiros das do j "dadea, que rem agosto. terminara o resumoda guerra na Asia at a cheeada
Fisla invasao subila dos Uussos punha em terror l(lc OmerPaella.
Saint Anuo.
Journal de* Debis.
toda a populaftto, e milito echoara na Europa, onde
se acredilou de momento que os Ktossos laiu apode-
rar-se de Er/eroum. Enlrelanlo esla cidade havia
sido bem fortificada pelu general Williams dorante
asna estada lu-lla. Os Busses vianisuas roinmuni-
cecoes colladas pelos cornos errantes do exercilo
turco v pelos bai:hi-bou:oul.-'. A ousada empieza
que Muurawielf execulava nenlium resullodo leve.
Elle se havia baldadamente lisonjeado de assenio-
rcar-sc
MACHIO'.
Bulelim de 10 a 13 do Janeiro.
Entre os innmera veis a diversos flagellos, que per-
seguom a mi-era huinaui.iade. sobres dieiu a peste e
alome pelos crois estragos que com mtlo profusa
: l-.i /cioaiii em Ires das, como o mareclial fo-luiiiain derramar por sobre mis.
Paskewilrh em 1829. Mu* a cidade so achata mui-
'o melhor farlilicada du que enlao. c os Turcos, nao
obstante a desordem e cunfusao que reinavam na
cidade, eram assaz numerosos para ciicarnicada-
mcnle defemierem as murallias, assim como o
Iiaviam l'eiloein Silislria, e recenlemenie lizeram
em kars.
A empieza do general Mourawipff a oitenl* leguas
dosseua reforcos o Jas suas munices era lao in-
til qulo arriscada. F, por aso jolgoo-aa que elle ha
va esperado que esla grande diverso, exceula la
durante o asedio le Sebastopol obrigara os adiados
a se desguarnecerem, lazendo passar Asia o exer-
cilo turco d'Eopatoria. Os adiados nao se movern,
e obraram bem.
Compre observar deinais, na operaran de Moura-
wi. !, que, a nao ser a iii-uneicao aos A ardOS o sua
ala esquerda, rouiinaiidada pelu general S iuIoIT lo-
ria si.lo compromellida d lado de Tuprak-Kalc lu-
las torcas larca* da Armenia meridional e da Svra.
Mas essn llaneo esr|uerdo era eoberlo, cuno adianle
Com a pesie lomos lutado j e vanaos luan
| cada sea estn le ella mais-seos efleilos lerriveis, pa-
rece mesmo que nenlium Inaar ra a son* furores. Esse inimigo ferino balido coin
intrepidez heroica e desaloja lo em grande p.rle das
virosas margen* do San Francisco as coman-as do
Penado e Malta-Crande : da comarca .le Anadia,
depois de faltar a sanha voraz nos horrores, nos la-
Brimas c as dessrac*s levadas a-i seio de I8u ere re- i
do numero de casaes. depois de romprazer s* com
centenares da viclim is sacrificadas a orphandade, a
viive/. e ao desamparo maia horrivel. eamiaha pelo I
centro da provincia envolvendn elpciivamenle em i
sua rede de ferro nos.-.is rJesdlIO'OJ c interrneos p i
varios ponina, n'oulros ineutindo o terror t a amea- !
ca de morir.
La osl n districto do Limoelro, Anadia, nlllm*-
in-iile devastada, um deserto digno ,le lastima, ruja
valla lgubre componte e consterna o eorar-ao ua
viajante que por ventura para allis-* approxima.
O reverendo Jos Venancio que para esse lug-r foi
mandado em comini-jao pelo Exm. prendante, alim
de ministrar aos enfermos os remedio* espiriloaea,
leve de siicrumbir victima do m I no fin de :t das.
N'-*s-' curio period i pre ii'hpu ello com e lili-anle
pella* ,|,, municipio lizereui aaissaB p I s das untos
do Natal: nem oulra cousa era de e-peiar des*es mi-
nislros d^ f.
Foi em dala de 7 do correnle augmentado a nu-
mero dos membros de rommissao d orvorro da
Cupella com a ncmeaca.idos cida lAos Josc Agoslinho
di'Ca-Iro, Aulonio Pedro Leandro, Lni' de Almeida
Braga e Eugenio Morcira da S lea.
Ao Bvin. vigario la fregnezia ''ola capital, re-
conimen lou S. Exc. na mesma dala tapia, que x-
pedis-e suas ardeos, pita que n.is igrejas, se nao fa-
ram mas inhuniarues, v;sl qoen novo cemileriu
publico, e os provisorios de Jaragua'-e desta cidade
aa presUM a recebar lulos os cadveres de qualqaer
tondirao que sejam.
Al aqu lima ad orcopado com ns s-lrsge* da
peste ; pnr Ma de esparo nao fall-mos sobre o* tra-
le* da lome : diremos algumas palnvras a cse re*-
peilo no *eguin|e numero.
Ilnnlem e linje a carne verde no acoague xendea-
se pelo exorbitante prore de 210rs. a'libra ; os inais
gneros tm subido.
Soliciaitir .H u/nn-i .
PJ
PAGINA AYULSA.
(ra, meu loilor, nos nao somos desses niqtient-
que a menor rnnversa de carney'ict, nonfrma.', *
aposllfinados nao comein mais, lanram,fazem care-
l.is, cospein, c asjlraa MaraM u-uaes : nao ; nos come-
mos bem quanlu temos tome, mas asura proleslasno*
que oftavai mais em no*** bocea loitcinlio, qoe fr
r imprado no merrado da Kibera da Uoa-Visls, nem
dedicacao e zelo de ver.ledeiro cdristAo, mtnistm da I frnetaa o nem doces, adenos veniem-se l. Exi
la', os sagrados miateres a seu Cargo. Era urna | le dentro da Uibeia uro ilespaiinol. rouheridn por
r.i-
^Iferes secretario Candido Jos Correia.
I Mu poila-ban lciriFrancisco Comes da Silva.
1.a coropaubia.
CapilaoJos da Cunha Cavalcanli.
lenlo Francisco Cavalcanli d'Albuqucrque.
Alferes Jus Bed de Araujo.
2.' companhia.
CapilaoJos Xavier de S.i.
TenenleFlorencio Pereira de Barros.
AlferesJos Boque da Silva Banoso.
:!.-| companhia.
CapitnAulonio Pereira dn Barros.
Tenenlerrancisco Pereira de Barros.
Alferes Francisco Ferreira de Brito.
i.a companhia.
CapilaoVicente Comes de S Jurema.
Tenenle Manoel Victoriano de S.
Alferes Mariano Jo- ue Maura.
.">.' companhia.
CapilloJoao de Araujo Leal.
TenenleAlexandre F'rere Leile.
AlfaresDomingos Antonio de Kescudc.
ti." companhia.
CapitnAntonio Gnnralves Torres e Silva.
TenenleJoaquim Francisco de Novaes.
Altores Francisco Antonio de Novaes.
7.a cumpanliiii.
CapilaoAntonio Atves de Carvalho e Silva,
lenlePaiilale.lo (jomes de S.
AltoresDavid Comes Correia de Sa.
8.'~ companhia.
CapitnFrancisco David de Sa.
TenenleJos Va lerio de S;i.
AlferesAdriano A Ivs dos Sanios.
Communicou-se ao respectivo commandanle su-1nsnotew allli.OOO domens.
OS FILI10S DA FORTl V\. (*)
Por Paulo Feval.
CAPITULO XVIII.
A caita.
A ir.ventos ou quatroceutos pastos da al.leia de
Troves davia urna casa lerrea pobre, cujo ledo de
de si ns bois. Qualquer teria podido observar que
lodos faziam grande rodeio como para nao passareiu
diante da porta da cazinha. Algn* paravam ao lon-
ge, eoceultos alrr'is das arvnres, mostravam com o
deda o hoineui assenlado no limiuar. Cochichavam,
meneavam a caliera encolhendo os hombros e pasea-
vam. Aquelles qoe erair. ubrigados a seguir a vere-
da vizinlia apressavam o passo e tiravam o edapo
como contra vonlade.
Ilouve todava um que nao imiten nexemplo com-
inillo c qne alTeclou passar junio da pobre ca*a ;
nao era al lele de Trcves. pois trazia anda a libr
do caslello.
Bia tarde, Mr. Des Carenues ds-c elle em
ardnsias vermelhas eslav. eoberlo de musgo e de ',om *'e zombara parando no meio do eaminho.
I
saiao. A' direila eslenda-se um pequeo campo
plantado de batatas, a esquerda lcava a extremii! i-
de de um bosque, onde cresriam algumas llores de
unin i. Oante da casa o terreno descia em decli-
ve iiisensivel at ao l.oircalravessando ricas planta-
roes de raniamo.
* Algumas semanas tinhain decoirido depois dos -
i-onire miMiio. que referimos ; comerava o mez de
selembro ; as arvnres Iiaviam Irocado sua verdura
uniforme pelas cures ricas e variadas dos ltimos
das de ver.lo, e o venlo espalbava j pelas veredas
redoinoiiihos de folhas seccas.
Era quasi noile. as ultimas badaladas do Angelos
snavam anda no campanario deTrevcs, e as enor-
mes velas dos barcos lo Loire entumecidas como ba-
les desappareciam na nevoa nascciitc. L'm liomem
eslava aseanltoo no liuunar da casa pobre, vestido |
de blusa rinients, e leudo nm chapeo de palha de
abas largas cabido sobre a fronte ; linha os colovel-
los apoiadis sobre os joeldos ea caliera entre as
M : nan movia-se. Airas delle, na sala, estavam
assenlados um rapaz e urna rapariga. Esla linha un
simples vestido de chila e um lenro ao pescoco ;
seos bellos cabellos atavam-M negligenlemeule so-
bre i fronte ; Irahalhava em urna obra de costura.
O rapaz a contemplara com lr*ie7a> T-lo-hiamoa
lecniheridn, porque nao mudara de vealnario : era
Rolando Ricardo com na vesta de rae e suas ral-
eas de riscado grosseiro.
A gente de Troves vollsva do Irabalho. () pastu-
res viuham cantando os livradnres langiaui dianle
Vida Diario o. 15.
m
I BANCA.
Em aoaao numero de 20 do presto!* inez novem-
bro^ resumimos os dcoiileciinenlus da guerra na Asia
al o fm de I8i. Vamos agora relatar os do pre-
sente anuo de 1835, em qoe as tropas ollomanas
leem continuado a Intar com deavautsgem, poim
com nina constancia meritoria contra mu exercilo su-
perior em nomero e disciplina.
Vio-se que o exercilo lurco, em 18."ii, bavia OUM-
damenle oerecido balalha aos Rosaos entre Kars
a frouleira. Sem ter sido vencido nem desbaratado,
e-se exercilo se decompozera por si mesmo como no
anr.o precedente, ten lo cada um dos pachas se reti-
rado com a sua gente para diversos |iontos entre a ci-
dade de hars e a de Erzeroum. L'm novo muchir,
Vassif-Pacha, foi enviado como general em chele pa-
ra recouipor o exercilo. Elle ia acompanhado do co-
ronel de arlilharia Williams, .inicial de grande ca-
pacidade, commiisario brilanieo junto da exercilo
d'Asa, e revestido pelo Divn do posto de ffrh ;ge-
nersl de divsao). Depois de havercm reorgauisadn
as tropas em Erzeroum ambos so pastarampara hars
para assegurar a dele/a desta fortaleza.
' O invern he longo e iigorosissimo as alias le-
gioes da Armenia, ondealguns curues de iiioulaiihas
licam coberlos de ueves perpeluas. O exercilo ros-o,
quo linha regicssado para a Ceorgia ( entrn em
campauha a ti) de juulio, penetrando na Armenia
lurca ero (res columuas dirigidas contra ArJaglian,
hars e Barvazid. Os generaos lurcos rooveueidos
de que a falla de codalo dn suas tropas nao Ibes
permittia mais arriscaron! balalliaa formaes, dis*e-
minaram os corpos de tropas, limitaudo-se a una
guerra de pequeuos combale-. O general Bebuton"
era substituido un commaudo do exercilo russo pelo
general afenrawien*. Esle, nao encontrando obstcu-
los serios e -ai leu lo de dar combales psrciaee, pude
a sua Minia I- eslender as suas operares no pacha-
le de Kars, e lomar os combo)* que eram manda-
dos para o abastccimenio da praca. Seu exercilo
_ .-a s ------- -----1 ----- ------ I '"""" *' hu un m- ii>,- 'iiiii"ii luniniim- i-vs
diremos por urna revolla que re.mha o, pachas no \ ;|,., candida, i.so.iro .le bou :ade, era dos ceas. ,.. ven(Je fruc|as Iu;ll, ,,.,,.,,.
kurdistao. rn pan o lug ir qu- llie havia o Crea lor predestina- ,.
,. ,. i dn ia/ em san! i .-loria fiinumm un nunu.il loas, (.isluiiu esse liomem assenlar-se ionio a una
Os Uussos linham, desde o romero da guerra, al- .- orM- '"oremos sua aiisencia
. ... delire nos E sirva-nos e aos prenles de rons-do taberna do reboso, e mil vezes lesuniAo ro-
gona esquadres de Kurdos a seu servir, o entre os
mais devotados deslcs auxilinres Iiaviam cscoldi lo e
pago agente*, que linham a mi-sao de insurgir sen-
compatriotas contra a Porla-Ottomana. De feilo, lo-
go rebonloo a revolla nos conSns do pochalic de
Bayazi'l, e sepropagou em lodo o Kordistao. Esta
vasta provincia, hibilada por um povn feroz, belli-
Cosi e sequioso de pilhagom se eslende desdo as
monlanhas do Aracat ale as duas margeiis do Tigre
lia alia Mes ipolamia, compredendendo os pardas
lies de \"an, Mosreh, Diarhekir, Moussoul e alguns
outros districtos menos importantes. .)s bordos lan-
rarain-e rom una InirMile OMSBS provincias, le-
vando por toda a parle a devastarao, a unirle e o
terror.
Allrihue-sc anda as excilarOe* rnss.is a inviste
eiecnlada na mesma poca pela poderosa e numero-11
sa Iribw dos Arabas Almezos, que do descro db Irah
e margena do Eufrates nldenlro d i pachalic de Alep.
que confina com o do Diarhekir. Esla dupla ova.
sao dos Kurdos c dos rabes dava milito que fazer
as tropas ollomanas encarroadas de os repellir e de
os cumbalcr em lautos pontos ao mesmo lempo.
Conespondencias publicadas em todas as gazmias
da C.ui' i|u ilesiguara'ii como instigador seerelo de
todcs estes moviineiilos o cnsul russo de Tauris na
Persia, cidade liluada nao longo das .....nlanhas J"
Kurdisi.ao. Como quer que soja,os Rosaos all linham '
a vaotagem de nao
I"
a idea lixa d- que fui elle r-reber a recompenso
eterna le suas viriu les. Alguns cidadaos deslelo,
desse lugar foram igualmente arrebatados ao mun-
do, oulros em lucti Ir.-inen la viram a horrivel cala-
dura da marte : anda sollrein.
Na PalnHra do. Indios, onde n faeultalivo Josc
Soar.-s Neivi pelu emprego d s nieios homeopaihi-
cos, [em salvado cresei lo numero de enfermos, con-
tinofl 0 mal em grande escala a devastar, lano den- lc'"' >a* '*'i* -**o u misero lle-panhol, que
uheciilo porMonjtque par de galht.s (
ltjspanhol lem amba-' as perua* em nm estado de
dlaceraco tal, c iadunje* qoe n.io deixa urna pa-
lha com que conrtantemtns* cnchola o euxaine de
moscas, que adejam c pnusam lias fruclas, e as
mantas de loucinho da taberna do Monje, e que
iro da villa, como em o* povoados adjaeentes.
Em O'.iebrangolo onde umou outro caso qoe se as-
seinelhava ao cholera fez suspeiiar seu breve accom-
mellimenlo cunmiua a populadlo em sua vida ordi-
naria, esperando a cada hora a invase, esla collo-
cades enlre Papacaca e Palmeira, a bem pequea
distancia : aehanvse em guarda para Hies resistir. All
exislem ja sullicieules BOCCorros enviados por S. Exc.
Na Capaila Rica, povoarao a 2 leguas daAlalaia,.
anda nao rompen o mal, alguns casas de enferm-1
tade lem apparecido, que ou nao he cholera, ou, se i uin esplendido Uuinba-meu-boi na roa do Ouro : be
. Iin n carcter de benigna choleriua. divcrlimeiilo. que nao se dovo p*r*er. piloasil-
N;:s villas da Assemlilo e Alalaia oulro lano se ,..,, _.
__... '.,:. ;.i.._ .,.,. -, mente a polica, que-leve ser ai.aixonala da- eos-
pode dizer, exislem assuslados: mas intrpidos e ^ '
preparados para receher o ataque. I '""* se ior Uo aparatoso coum o que nos consta
De Mala brande sabemos que ale a data de 2 de I se lea no .l/o/if#rlro,ha de ser inaravilhssn -em du-
Aezembro o mal lavrava na populacao, mas sem gran- vida. A cadeia os fade bem...
movido por urna de-marcada u*ur.i neu em quilan-
deiro, quaudo dcna e-lar em um lio-pilal tratando
de lao grave eutermidade. lie preciso realmente
ter-se um eslooaaga da ema para poder digerir lae*
colisas taa sulutariiiente saturadas. Couvem, que
quanlo antes ou / osoaMao, a o i/oo/r sejam re-
movidos para lugares oppostos.
Conwniinicam nal rom certeza que naj* Icmo*
de furia, era benigno, pouras morusa linha causado.
Para Papacaca onde lem sido um Ihealrode verda-
deira calami lade loque de alarma, invadindosem compaixao, lizera .
Exc. nllhnamente seguir mas o e-ludando de ine-
dirina Olavo Correa Crespo, levando comsigo una
ambulancia, l.ii n". de linlichas, 2 saccas de arroz |
e duas barricas de fariuha de trigo, e mais oulros
! ohjeclos.
O mal r*i assolando a todos, e por (oda a parle
seren molestados na regia i de 1 cnnnua me.lnnbo ua sua obra de destrnic/ao barba-
, '__.__i ra, e sem por limites. J foi victima da crueldadc
Bava/.idede loprakha e, solnr o curso superior i .. '. .. ,., "77, ,'
1 no mal o limito di-lmclo e nimio hbil medico Dr.
do Araxe e do Eufrates, e de poderem livienicnle se ] Joaquim Jos ile Araujo Amazou i'. lie coin Dos
adiantar pela estrada do Erzeroum, sem leretn a le- \ esse caridnso, esse val 'lite e emine,. swneule humano
perior.
Dita Nomeaii lo para olUciaaa do batalhao n.
3de guardas nacionacs do municipio de Villa Bel-
la, aos cidadaos abaixo declarados :
Esla lomaior.
Tenenle quarlel-mestre Joaquim Manoel de Ma-
galbaes.
O hornera assenlado no humar eslremeceu e nao
levaulou a cabvea.
11 ontem foram vendidas asjoias da senhoia,
loroou o servo, e foi madama Dea Jardn* quem te-
ve o aderece de brilbaatet... Iloje enmerou a venda
d.is cavados e carruagens... Mr. Du (ucret e Mr.
Du Taillis compraram...
O servo parou repentinamente, porque atrs do
chapeo de palha iminovel apparecera a cabera a-
rno.ioaili'.. a de Bulando.
Bem, bem marmreo o morolo eoalinaando
seu eaminho ; eu quera diverUr-me um pouqu-
nho..... mas nao desejo mal a Vmr. senlmr Bo-
lando... Se meui amos se ihe asseuielhasseni, o po-
vo lodo ,nao dira, vendo sua desgrara : Dos be
justo!
Uizend'i isso, o servo desapparecra na rolla da
vereda.
Obligada, dolando, mnrmiirnu Camilla, cojos
pobres dedos cansados apenas podiam manejara
agulha.
Levanloo-se porque lallava-lhe a claridade. e ds-
se cheaando-sc ao liminar :
.Meu pai, conven, entrar... Vmc. nao acha-se
em estado de sollrer o fro da noile.
O liomem do chapeo de palha orguea-so einlm.
Os prenles e amigos de Ricardo Des 1,rennos le-
riam podida \r-l......lao srui leconliecr lo ; a mu-
danea de vvsliiario nada ora vi-la da iraiisf.irma-
co lamenlaval produzida no prnprin bomem.
Algumas semanas antes Mr. Des Carenos eia um
ldixiij de idade media, de senihlnile insigiiitieaute.
mas alegre, de le/ rosada e olhos brilhaules. 1 .or.i
era quasi um voltio, nao Uvera lempo de emagre-
cer ; mas as faces cahiam Ihe, o odios nao linbam
mais brilho, e sua phvsionomia exprima nma espe-
cie de enlurpecimenlu imbcil. Pareca um dos lio -
mena que o raio loca sem malar, e que licam enlre
os vitantes como objecto de compaixao. Com ellei-
lo, o raio o ferira. Da um oa pata oulro a felicida-
de de que elle era lio ufano, e que lodos inveja-
vam ; a riqueza que o turuava tao oiguthoso, seu
crdito, seu luxo. ludo se desvanecer como um so-
nde. Tnha fallido. Ha diversas espertes de falli-
menlos. Todos rahecemos o falimiento amavel que
enriquece e condiiz as bomas. Ccrlamente, Mr. Des
Carenues sustentado pela incoiuparavcl Julia era ca-
paz de ler um deespa naufragios felizes, e nao duvi-
danios de que leria salvo o ranegamenlo, se Ihe
liouvessem dado lempo de construir a meuur janga-
da ; purm a lempeslade fura repentina, e apenas po-
llera i :noar-se sobre o rochedo salvador emquauto
sossohrava sua opulencia.
E llevemos confessar que nossa compararao de
fallimenlo com naufragio he maravillosamente aeha-
da. Para o deagricado, victima do co e do mar, da
alguma cousa mais cruel que os elementos desem-
freados, sao os selvagens que vem uivando atara-lo
n, afim de Fartorem-** de sua carne. Aqu os an-
Ihropophagos eram substituidos vanlajosameiile pela
tribu II ira rilo.
Apenas o lerrivel l'eter drislol fulminara a sen-
lenra de marte contra a casa Des Galeones, todos os
Ricardos senliram crescer-lhes na pona dos dedos
tinhas aduncas e dentadas. O protesto anda nao es-
lava feto, e a posicao legal de Des Carennes nao li-
nda mudado. Mas que importara a posicao legal '.'
A conquista i imliem lie direilo. Os Ricardos loma-
rara o caslello de assalto, bem como leria podido fa-
zer Coracao de Lelo, o fabulosoav de Des Jardins;
os servos cmplices pozeram-sc as suas ordens, eo
fiel Bernardo enlregou as chaves ao couselho de re-
gencia eompoeto dos principad membros da tribu.
Cada Ricardo rellerlh.i que em semellianle oc-
enrrencia bastara urna noile para esvasiar a casa ;
e:n una niiile, segundo a opinin geral, a iueompa-
ravel JuRy pedia lesar ato as peredes do caslello.
Convinha, pois, alar-llic os maos e pos. e montar
guarda em torno dos valores. Isso foi feilo rigoro-
aamenle. as familias bem formadas au na vRaa
Em tbdejundo, um corpo de exercilo russo co-
merava u ataque de Kars e reedacava para dentro da
praca os poste* de fura. Ilouve nm combate lie ca-
xallarij com vaulagem dos Tilicos, no qual dislin-
guiram-se o joven birlo de Sclnvarlzemberg, enm-
mandanle das vanguardas, e o general Williams,
que aceslava elle mesmo a arlilharia. Esle feilo foi
delicadezas. A guerra eslava declarada, e em lempo
de guerra nao se acata o inimigo.
Mease primeiro momento lena bastado urna requ-
sie.v> a polica para afugenlar iodos caaes Ricardos ;
porcm Des Carennes e a mulliei que estavam lille-
ralmenle suecumhid >s, supportiraiu lulo. Kicarara
prisionciros em sua propria casa, foram afasladoi de
seus res|ieclivos aposente*, e a ehromea diz que /e-
lia, a tmida e ingenua rapariga, varejou os bolsos
da incomparavel Julia. Se ella assim obroo, pode-
mos atlirmar que foi com a permissao do austero Des
Jardins da linda maizinha.
I udo foi salvo por (asa bella conducta da Irib
Ricardo. Os Des Carennes nao poderarn soblrallir
um grao de milho. Preencliidas as prescripres da
le, a Irib fechou os olhos sobre a fgida dos mes-
II!"-rom lano quesaliissem de bolsa vasia e sim-
plcsmenle vestidos.
Em Minina, se Indos os nufragos da industria
fossem dar em praias habitadas pelos Ricardos, os
fallimentos seriara infinitamente menos firequenles.
Mr. Des liarenucs e a rnullier linhain-se refugia-
do na cazinha da aldeia de Treves emanante l'eter
Brislul parta para Pars, o os Ricardos querendo
dar un. exemplo tentavam converler a auspenso de
pagamento em baneamta Irauduleula. Convinha
castigar a insolencia djues lilhos da fortuna!
A cazinha da aldenaas* Treves era precisamente
aquella em que uascra Des liarenucs. A veilin Ri-
carda espolia do caslello vollaia para ah, e punen
depuis chegaram o lidio e a ora.
Nao ha rancor no coraban das mais ; a velba re-
cebeu-os Uo hem como se a tivessem Iralado sempro
como lilhos aubmisaos e dedicailos. Porm n mil di-
carda nao linha mais nada ; os qualro mil anco*
em que consista toda a sua riqueza, havioii, sido en-
tregue! a l'eter Bnslol melada por ella, uietade pelo
joven Rolando ; assim nlopodia aoatenlar os receni-
rhegados, lano mais porque madama Des Caren-
nes, ferida no coracao, cabio doenle apenas rliegou.
A niisi'ria entr 10 ion rasa, a miseria sombra esem
recursos ; porquanlooi De- Carennes linham nfuu-
dido a lodos ns hahilanlesdo lugar ulna repulsan que
sobreviva a ana queda.
Camilla Ir.ibalbava da manilla ate noile, a ve-
lba Ricarda nao deivava -en engenliu de li.u ; po-
leui isso baslava apenas par* pagar os remedios, (I
pao linha fallado fu mais de ama ve/, e era rousa
cidadao, que no exercicio de sua prni--.i" nao sabia
sei:o lrar-por as batiaaa do perigo, que nio recuava
ante os padeeimenloa da humanidad* aoffredora
er i um gigante em audacia, um Hercules un lorcas
na lula enceladaelle se via em ciilinno cmbale
a soccorrer por toda a parle aos moribundos, que ua
dure de-esperacao Ihe grlavan soccorro e allivio.
Foi nm lid.ii incesante nos ultimas das da vida alo
iner no seu llaneo alguma intervenga* oflensiva -'a.*
tropas ollomanas daSiria e da fesopotamia reunida*
pelos pachas lessasregiAes,o*quaes recebiam ordem
de irem para Armenia uo momento croque duas ler-
riveis nva-oes vieram absurver-lhes loda a allnelo
e lo.las as suas forras. Iloje os revolladoseslo ven-
cidos, e a insurreicao acalmada.
Tendo reconheci lo que Erzeroum poda oppr- I natureza ; a inorle prematura arrancn para mmpre
Ido seria resistencia, o general MoorawietT regres-mi dR, "'"," /""'-" I"":"1.'1"0""- Morreo sim ; mas fui
, ,. ,...... I salvando da molde iiilmito numero de pas e mais de
i. Kars onda .-.chava... s(i., o general WtHiams com,000 liofflens de boaa Iro- ca pas. Como Mwvhe coin ilisi.ncr.lo na qualitlade o 'u '"'J1 deMlvafl*! Abreviaran. e, ^sluvara cheios
general de briguda sobo CHnmando do marecl.all\.s- ""l-lSJ P^Hna*. cana ierra, cujo esl^-
. ~ .. ,. 1 perrorreu com honra, lismd-ide e heroico arerr a
kewilch, em 1H-ih, Uoorawiefl nao poda sqnectr lurfoqae fa/.i:i o coinpie\o de seas devere*; que o
que aquelle mmucIuiI coinecaraa campanha pelo as- digam os qne com elle se Communicaram, qne com
Na na ti:. Tri,t:hcir'i* do lada do nascenlc ha
CAOM terreds, que faem tudo depc)i> 1.0 mei-niu*
qoinlaca a pottiD de, a \ i-inlunc.. da* lo horas da
noile ora dianlt nAo poder suppoilar tuare aroma
que t-xh-.h l ''- lugares. Mada BMM li\2.eiuco, e
nem mais salubre. O Sr. inspeclor v a e**a casi*
f,ir;i urna n.-nuci-1 autopsia, e depois emretrn ad
c>miniiiiiue ao* encarresados da limpeza pi.hhra.
e a dccis.10 desle* decidir>e *e de>e ou Bhln re-
mover desses quiulies esse foco de impurez;t-. Keca
i alo.
O mCoin tla-so no* quntaos da* ea*VH da l*ou-
(c Vcllia, e por ah alcm que ha um pruu.onlor.o
,lc ennsa i/'-icoHit/'j..-, le lisio, de ci e selilisco, queja cnou lamaiiho bien que he capa*
de Turar os olhos d-* quem de\e \cr e lulo quer,
que pode .mpv damno a lodos n"* '. Hue senlinePa !
No da 1.* orna prt-I.i na Kibera de S. Josc
a hora de seu passairtfento. Ilodeu a le lOprema da comprou l um menino una porc-i. de pcixe. e nao
lia vendo {'-->,*> fo*** dinhe.ro dcu-lhe una liameiida
bofel.iila. I;elimen(e consla-no que lora presa. O
expediente agora admill.do nao li-* nio : he ^anhar
cet.lo por cenlo q.ieiu vende a lac* compie-lore* ;
be que ha lra*les, qoe se parecem con. aajai dono* ;
nao admira que pretos comniellam des*a \:\e/s
qnando ha braucos, c brarco* liuosqti-* enriem pa-,
relbas com aquelles e as vezes em maior encala c
runebrp o interior .lessa ca-a aban Inunda. Oes (ja-
rennes vegetava iminovel a mudo, indo nma e de
mauhaa da cama para o liminar, e oulra re de lar-
le do liminar para a eama. Matiama les Garennes
niio levanlnva-ae rto leitu, onda murria devorada pe-
la ir-iva. Si* nao ftr,un o voltio Morm a Anloulia
que 1 am do quau-io ern ejuando I--\t u mana a e*se
.-i-;: >. os seus hbil nl<*re* leriain morrillo de
lome.
Ouvindo a voi da lilha que o chamava, DraGa-
rcuiies levantoii-se e enlruu.
A inela i i deu 11 miiI dojantar? perquulou
elle em voz modada. Pareca-m* que he larde, en
cozinhe.ro nfltf "os fai esperar assim de ordinario...
Os ollios de Camilla encheram->e de lacrimas, e
ella pereunloo :
Tem niiiila fome, meu pai".'...
Sim, respondeu Des (iarennes, tenbo mnila
fome !
INimoo .1 mil o pela fronte, laorou vista em tai-
no de si, e di^se frainenle :
Nao eslou anda doudo ; lenho smi-nte d<-
Irac^dea... Enlao jiil^o-me ai:i la no caslello.....
Qoam medecaficar iileiramenle dondo!
l-to fui dilo em lom de snccridada 1.1o doloroso
que Halando eolio coner llic um h n, i de fro
pur todo o corpo. Camilla foi abrir nm armarle \e-
Itio onde ha\ia sotncnle um podara de pao, tiroa-u
e ih'u-o ao pai* Bala aasenlraase na beir.i da cama :
parlio 0 pao o romeu-o enm vidas.
A noria que dava communieacjo para u iiulru
quaiio dr. eaaa abuo-se ; a velh.i Kicarda aasotada
Bppareceu no liminar lando na rodo o foso, ei-
elamoo :
tila ileliiM !... Heos leuli.i piedade de no-!
nan sei maii -\u faca.
De* Garennes que maacava seu pao duro, nem
vollou-4*.
Rulando e Camilla lanzaram-se ao mesmo lempo
para o qiiarlticm que eslava a castellaa. \ anella
iberia 1I11 lado iloorcoso deisava passar os olliiuos
ratos Jodia, que rabiam sobre > rolo da dente.
Mili Imita oflrido muilo mais que o marido ; po-
i.'m ii.it t--:.t\.1 i i.i modada. A febre cavra-lho as
lares, lornara-llio a< fei-jne* anda mais allientcs.
Seus olhos engrandecidos ardiam no Imido da* r-
bitas. [Nao I11 i'.ilavra* para piular a amargura inli-
ma que e\piimia a linha levemente crespa d* seus
1 labios ; os raio* do sol no accaso brnnzravam-lhe a
pallidez e davam-lhe fronte cures v.aorosas A fr-
bio rVctrisaxa-H nesse momento ; ella rapeJIira o
lencol c sustinha-sc meio Icvanlada sobre o cotoxcl-
lo ; s-mis cabellas magnineoB.cahiam-llie pelas face*,
e occollavam a magrem de suas espados : -ni'i.i era
bella.
Oue quer elle/ evclamuu vendo entrar o doni
morjoa. Para que lodo eaae myalcrio ?... Se Mr !*.>
(i.i: i'iitii-- j sa, n.i'i |m--o n^.ir lambem; II^i de
llembrar-lhe ^e foi preciso que a riqueza ala de mea
lado ; pois qnandocatn consigo era um pobre iner-
cador...
Lanfou os cabellos para tr.z. e t ladina fez sua
! cabera recibir sobre o Ir.ixesseiro.
A alta mormurouella rindo, meu Dos, a al-
1 la nao pude continuar pempre !... Quero jugar pida
I baiva, senhnr, ouxf ? quero! .. Qu.11.do naeea*ilar
I de fun los venda podir-me : a caita da caso Des (ia-
, renne* be loesgotavelconio mar'
Mai Kicarda, date Des Circmie* assenlatlo em
; sen leto, hgo lem nada que dar-me para comer com
' o meu pilo?... UCa o que diz minha mulher : ella
' e-l 1 m.tis abolida que eu.
Muiha mili) murmurava familia ajoelbada t
cateceira da castellaa, Iranqsiliite te. eu Ihe roso.
Onde esto esse Gaye!; Inlerroropen madama
1 Des -laicnn-, nao recuso re ebe lo... Ira/*' toa o
Iminlio de Icmbraiicas que e*la no meu bule Id* e
manda entrar o acunle de cambio.
Sim, minha mai, responde a Camilla, faroi
1 t iip ni o \ inc. uizer... mas tr.iiquilli?e-st. pelu amor
de Dos.'
Des (li.reniies ra pacificamente em seu canto di-
Ilendu :
Como e||a aeila-se!.... Eu ..unta delirei as-
sim... nilo he verdade. mai Kicarda?
A boa mullnT e-laxa em p no meio do quarto, e
deitava c:-!iir os bracos ao Iiiiio do corpo ; era mui-
lo velha faltavam*lbe as loicas.
Kolando laucava a vista lonce pela janella. De
ni .iilt.1.1 o iiH'.ico receilara urna por.lo para madama
|).'- Garennes e Murin promelliVa trazo-la. Rolan-
do espreilava clieeada do e*lr.lijadero.
Ah! ab lornou a castellA, rujos laliiot livi
dos Miir-id lep-'iiiioameuie. Klle* usdete*tariam
menos se fossem os mais pobres! ... He a inveja
que os opprime... Quero fa/e-los morrerdedes*
peilo pelo meu luxo e pidas minhas il*?ssta*tni srau-
diotat'..... (,uem medite, acre^centou pa.mdit a
m;lo pela l'iouiee proenrondo sua 1 lea rebelde Boaa
a fadiga dos lehricit.uilc*, quem me disse que o ho-
mem da Vmeriea no* traria mdlmc* ? ...
Ki-Io ai-la etelamoa Raltude.
Mora appareca no lim da vereda que rw*vda)nlia a
aldiVa de Trevea. Ao mr*mo lempa Aniotnua m-
Irava pelo oulro lado da ra*a nimio anunada p*>Ia
.'irtcir.i. ( Irn/on lo ,in ttraco um reato de proveaftet,
I'01 l'edro l'assel qu^m ileu-ii't* ih\ antes mesmo sel Icmtir.i-se do que o aetmor Kolaudn tea p"r elle,
e itiiqua emquauto huuxer p,lo em -ua caa. naila
fallara ao seutior Kolamlo.
Depdioceala sobre .. me*a, e diriindo-se .1 mi
Kicarda que eslava aimU nnmox-l e como eslupcfac-
l.i. per-uulou Ihe:
E*.a" melhor o* doenle* ?
A n.r.i Kicarda meneou o cabc<; No nulrn qtiarlo madama Dea Cireniie* ato falla-
va mais... Evperimeiitava a prostrar^o que srioe o
accesso: ^rossas solas de suor cobriam-lhe a fronlc,
e a re-piracAo emb;tr^caxa *e-lhe na i'aruauta. t-a-
1111IU segua com olharasuiadrt os priifluaaon do mal.
Depreaaa depresu pal Mari, aittaa Ko-
lando pela janella ; temos urande im-*>-ituda de
\ me. !
A velha Kicarda c Anlonina estavam asara in- li-
minar do secundo quartu ouxiiuIk m aalarlaf da deu*.
le. Des Carenne- proveilosj o womeult), e din
gfo-aa s'ihiilmeiiie en ce*lo de provsoe' ; arejoo--',
e *eu sorriaa ealapido torueu aa -en^uai e ^uio*o
Agarrn ocetto coinouma presa* dlapoi com *x me-
t ia sobre o lntjol do leiio us viveros que conduiu.
Nunca Des Garenne* eouleiiiplaia nisi* .* cremenle
a uh',i opulenta de seu centello. Te-ve um instante
0 emlnracti da e*collia, seu*deto trmulo* hesita-
ra m enlre atnoitres provieftee que compunliaaa a af-
ferla de Pedro raH ; mas pour depoii iitet!*>ii a
malo ao acaso, e encheu a hora, dando nm rugada vu-
loptuoso.
Moni: enlrefiou a Kol.iiido pela |.n"-lia a uarrali-
; nba que ronliuha <> remedio, e ou | ment fo*o adminittradu a lempo, nu prqae a cttae
I tiouvesse chocado aoseularm madama De* tia-
reunes licou mais Iranqnilla, e reauireai mai* hvre-
' mente. < unti-.uar-'t-hm:
.



mm pe rtmarnta sibido 19 oc jwiro n ic6
imUn branqutdaiet, cabedes, familias, sem se tTar sustos, como o que tapamos o auno paitado pelai po heeomposto de S7I pr.n-.is. inclusive os oflicisrs
terebraren) que caloteara as onzo mil yirstii, e aos | expiaste batida no boceo do Veras, e mesmo pra a que, falla por conseguate '9 para que (oque elle
doze apostlos, lie quasi impocsivel, que om indi-
viduo, que nao est em boas circunstancias, mas
que deve viver na sociedade fm lal ou qual de-
cencia, u,1o deva, lie quasi impossivel; mas o que se
reprova e censura he que esse homem logo que pos-
sa satisfazer quando nio a (oos seos credores ao
menos a parla delles, ndo faca, nao llies de a menor
satisfarao, Irate-os mal, negue-lhes o que deve, c
linda rm cima diga de bochechas cheiasndo devo
a... ucuhuin lenho fortuna, e familia !.-.
fortuna vos que leudes as gavetas chela de car-
las de vossos credores sem as abrirdea! E essas
avallad sommas, que gaslasles superfinamente
em vossos palacios coni bailes, com orgia", com car-
vallos, carros, lliealros, e feslins erara vossas? K
esses juros lia steulos araonloados de dividas, que
contrahisles, de caso pensado de uao as pagantes
uo virdo un) da rasgar esses pergaminhns. anni-
quilar cssa forluna, e vos reduzir sem lamilla, sem
amigos, sera cre.lilo, e sem norae ".' !
Suioidar-vos-lii'is Nao ou haveil de vos liumi-
Ihsr de raslos como a capciosa serpenlc aos pea dos
que vos abrirn) suas bolsas, e pediris misericordia
para vos, vossa consorte, e vossos lilliinlio-. 011 Iri-
Ihareis a senda do crime e das Iracancias. Deiai
esse orgolho ; tratai bem a quem deveis, que lereis
urna vida nao tao saturada de amarguras...
A preln pois foi presa.
as pequeas sociedades praticam-se tambera
nobres feilos, que as vezes corrigen) as vilezas das
que estao em eriio superior.
Ha dias, que na Boa-Yista so se falla em uin raigo
de honradez de om cabo de linha.chamado Huberto
Jos AI ves.
Esle soldado indo comprar om par de sapatos a
Jos de tal Amarante, recebeu em troco do que dera
para a compra urna nota de mais de '203000. Passa-
doc dias o cabo Roberto indo fazer aiguma- compras,
e contando o seu diminuto peculio havia.....eicesso
de viole mil ris ; inferi donde poda ser esse di-
nheiro. e promptamente foi restitui-lo a Amarante,
que igualmente fazendo exame era sua carleira, co-
uheceu que Ihe faltava essa quanlia. Nesca classe,
onde o vicio infelizmente impera m.io grado a severa
discipliua, he um caso raro essa reslituic,ao, e quan-
do nao se Ihe queira lachar de generosa,ao menos di-
gamos, que a consciencia ainda de lodo nao esta ex-
liocla em muilos corarnos.
Acaba de dar-se um grande disturbio no impe-
rio de Cupido. Uma .\aiade brigou com um pastor ;
appareceu l'riamo o Mercurio para conciliarem os
amautes, e nada podendo conseguir Mercurio leva
0 paslor a presenta de Jpiter, e a bella Halada em
castigo licou maguelisada n'uma liga prela. Verta-
mos da mithologia.
N'uma roa do bairrn de Santo Antonio deu-se um
desses dias a scena mais revoltanle de immoralidade
e proslilairdo, que o homem de pejo pode imaginar.
1 m rapaz, que namoricava uma mora, filha familia,
leve nao sei porque mimes della. I)irige-se 11 janella
da indiscreta, e depois de cantar-lhe em portuguez
sublimado a vida da lourcira, mustra-lbc um ccete :
ella, que logo deveria ter-e relirado, entra loda sa-
racotiando, e traz i janella um azorraguo e mos-
Ira-o ao amante olTendido, o qual vendo que ella ox-
cedia-lhe em gentilezas... (he preciso dinr) (irou um
instrumento que comulgo linha.e moslroit-lh'o.e ain-
da nao satisfeito chama um preto e pede-lhe que n
imite '. '. '. :!! i
A orneara foi terrivel, mas nislo nao licou. Ap-
parece um cavalleiro andante, que pretende a todo o
transe defender a sua Dulcinea, e vai se nao quan-
do e;s o inspector que lambem era assigoanle do
rcnde-voits, e foi quem desbaucou ludo ; foi quem na
lica moslrou mais valor, porque levou para a cadeia
azgressor e defensor.
Assim pretendo educar
A lilha que Dos me dea ;
Qu a boa mai de familia
He um presente do co.
E tamben) pode, iiiiuha dona,
lampar a ojio a pare le
yuem pergunta quer saber. O que faz da meia
nenie em di.iute um saldado de polica armado no
caes de Apollo ornas vezes, e oulras no principio da
Boato 1 Estar policiando uus vullos.que com elle -e
a.iunlam no mesmo caes de Apollo lie boa quem
esta disposto agora 11 rapar sustos sem necessidade '.'
be es das arelas gordas eu te descreio em nome de
Dos Padre, mas se s algum menino de c debaixo,
eniao que comtigo ajuste conlas a polica, se he que
a polica nao Um medo de almas, de lubis-homens.
de burrinhas sem caberas, de phanlasmas, e oulras
cousas de arripiar cabellos...
Ora he fazer muilo pouco de uma mulher, que
gasta seu lempo com a gente Na ra do Caldereiro
mora um marren, que quando nao Ico que fazer
diverle-ie no costado du bicha, e ella que nao he
"ca, poe a bocea no seriao e grita a pesie !... Nao
ha noile na qual nao haja umquem me acode !
ouaqu d'el-rei '.A ultima estroceuga desses c-
pelas deu em resultado a caliera quebrada da infeliz
Lucrecio.
O inspector da ra nem tem olhos para ver, nem
ouvidos para ouvir.
Appareceu em Olnda uma canoa d'agua no
sabbado, e priucipiau-se a veuder o balde a 0 ris ;
na segonda-feira passou a douc, e ah licou, mas
pensam que voltoo para conduzir nova carga".' Qual!
l est como que para illudir o povo, dizendo-se,
como se tem ditoque nao ha quem compre agua
em lllin.la. quando que all a agua tem um consumo
extraordinario A sua falta naquella cidade tem da-
do lugar a que se venda agua salobra, que para po-
der beber-se emprega-se-lhe o mel ordinario, o que
uao pode deixar de produzr diarrheas, e dahi chole-
ra me fecit.
Temos ao olho do publico a apurardo geral dos
representantes proviuciaes, e fez-nos dar um pulo
como o menino que queima o dedo c leva-o a bocea !
Qaa mocos lavados temos agora Parea procurarnos
ons uns, que ainda o anno pacsado l estiveram re-
pimpados, e nada, nada... I' i esquecimenlu da illus-
Irijrima cmara ou erro de typographia, nao pode
ser sendo uma das duas. Dizem porm que temos
mojos uovos de urna eloquencia espantosa... valha a
verdade, o cerlo he que sorrateiramente folam em-
parrando..... empurran.lo.....alguos mecos, que li-
uham j creado raizes, e pularam dentro I ah !...
Correio sinistroFoi nssassinado em dunda
no dia 17 ao meio-dia, cora oilo facadas por 0111 pre-
lo, qae se achava preso, o rafeliz Jos Pereira, car-
ceroiro daqueila cadeia. Esse mouslro liaba de ser
castigado com acaules pelo crime de homicidio per-
petrado no engenho de seu senhor, e lendo fgido
lia dias da cadeia foi posto em algemns, e ainda o
acelralo quebrou-as, mas constando islo ao caree
retro, esle subi com os soldados da guarda para o
segurar uovamenle, foi quando occullo ero um logar
reconJilo, precipitou-se sobre c desgranado Jos Pe-
reira, e o prostrou com 8 Tacadas sem que houves.e
lempo de o soccorrerem. Deifon urna numerosissima
familia.
Nos nao temos prelencoes de sermos menino
de pergaminho mas como leaos as notsai pernas
em boro estado (loando Heos!) nao desejamesque por
uma falla de descuido as inulilissimas. As ponas da
oslrada do norte, islo lie, as que eslo na estrada de
111.ma se acham em um estado de perfeila ruina,
tendo uma nao pequea parejo de nao- das estivas
pudres, que nao sera cousa de oulro mundo haver all
um fracasso, cojas rousequencias sejam tristes. A
ponte da Tacaruoa esl ale com a grade cabida, c o
caes a desmoronar-e nao admillimos, que se faca
disto um potu.
Cerlo patricio d'aquem, d'alm e Algarve, que
avilar algom rinialro |'.' Collados na diligencia do ao seu estado completo.
Sr. fiscal da lio-Vista, nos esperamos. ". As pra{ss que formun o estado elleclivo se acham
Por mu lado fazendo- e quareolenas, e por ou- nos diversos destinos designados no referido muppa.
Iro as pessoaa que enndu/ein o carvao, e mais ubjeV- Do material
tos me,-sirios aos vapore, procedentes dos por los mi-1 o armsiqnto e corrame su acham em bom asta,
pesiados vollam para Ierra sem nem se quer um o. do, e o equipamenlo aovo.
dre Mata de penitencia, lie verd ide, que o carvao i earg" peseme.
O mappa 11. i mustia a
lie anli-rliolcrico, ou uns solillios de Dos, e oulros
de Ueclzebnt.
lio quartel.
O edificio que serve de quartel nao Ifin a< preci-
Ha muilo que se nos conlava que em certa | sas ruiuroodidades. As di tises do pavimento infe-
rior onde existem ascorhairasa prises, alm da bao
lernii os precisos cuiiiin otos, inoslram ser contrarias
a boa h)giene pela hitada veuiilaco, acanlumenlo
eeonalanla hmuidade das paredes, t) pi\iinenlo
superior, porm ocenpado pelas reservas das com-
panhias, secretaria, casa da ordem, arrecadarto, e-
lado maior etc., esl em mellior coodlcile. 'lodo
o quarlel e-la nceiado e moslra ler Invito cuidado
da parle do cv-coininun.tanto Pedro Jos Carneiro
alonleiro ,b -je fallecido)em uielhora-!o naqoillo que
eslava em ,11 is forras.
Da caixa de adiiiinisirarao do fardaiuenlo e musica.
Da coala correte sob n. .t, referida do I de fe-
vnreiro de I8M a -J de novembro correte, resal-
toa o saldo 1I11 qnanlia de 7:599s5t0 rs. entrado em
moeda no respectivo cofre, alm da de 1:1444600
rua desla cidade, om plia-inaceulico imnioral
lascivo, c torpe eaceasivaiaente, o qual sem res-
peito ao publico < acalamenlo as familias vizinlia'
reunia em na botica qnanlas farpellaa pela rua paa-
saviim fazendo do seu estabeleciinenlo ver.laleiro al-
coure. No dsvamos crdito a bxo ; pois niojulga-
vamos que existase homem tito sem dignidado. pu-
dor e insolente que assim pratieasse, Porcm uma
deslas noiles presenciamos pelas 7 horas ao alarlo de
uma bella la es rosa- familias viiinliase oulras que tranzitavam pela
rua, a maneira de um per' empapado aos abracas,
edingindo o convite o mais deshanaslo a uma lilha
de Jerusalem, e oque mais revalla lio estar sua in-
feliz mulher moraii l< defronts .'
Rogamos pois ao tal pharnucenlico, pelos Santo*
do co que se eohiba de semelliante procedimenlo i rs. que fra adianlada a-s destacamentos do Cabo,
repreheusivcl, lembre-se que \\o em sociedade c he Victoria e Poco dn Pane.la, para pagamento dos sal-
obrigato de todos respeilar as familias honestas ; se i dos do uiez de noxembro crreme, das pravas alli
quizer cheirar 11 sua Ilota va la para a rua do Jar- \ deslacadas, cuja quanlia lera de reverter ao mesmo
''"" cutre.loo que lr recebla ta tliesouraria.coiiforine
Esl islo muilo engraca lo Amanba quem tiver as disposicoes dos arliges 49, SO e j| do regolamen-
uin rraHntio Vai cheira-lo no meiii da roa ao pino 110 em vigor. A esoriplaracao da eaisa com quanlo
de meio dia, e a Pagina que falle que lallc, e ve- 1 confusa c com forma merlanlil, e nao aquella adop-
r de que pao se faz a canoa... mas nos fallamos Uttia pelos ro pos do exercilo, esta em dia e foi fela
scmpre.e ainda dentro de um poco faremos como a com recuiaridade e asseio.
muliier da lesoura. Quem quizer dar largos a sua
tnnata immoralidade va' para os alcooces, e nao cs-
Candalise o pudor do familias honeslas '.
Iremos publicando com ordem o que nos re-
mellen) os nossos correspondiles, a quem desde ja'
muilo agradecemos o bom coaceito que fd/ein da
Pagina Aeulsa.
Ha communicacao ollicijl de que o cholera in-
vadi Saiito-Aiiiao. Mostremos que somos Albos da
Dos o qoe sabemos nos resignar aos seus decretos.
At amanltaa.
COMARCA E SAMO ANTAO'
Victoria IH de Janeiro.
Uesenvolveu-se iufelizmenle nesta comarca o
cholera 110 lugar denominado Cacimbas distante
desla eidadeSi leguas, onde ja perecerara em dou
dias sala pessoa, o ficam cabidas nutras da meama
mnleslia. Apenas o Sr. coronel Tiburlino leve esta
noticia fallou ao Sr. Aletandre-da Multa liscal desla
cidade para ir ao mencionado tusar tralar d'aquelles
infelizes, o quiy mo se poupanlo a esse acto de
caridade, segmo immedialiiiiienle com lodos os re-
medios, que o mesmo Sr. coronel Tiburlino poz a
sua disposirSo.
Chegaudo o Sr. Alexaodre da .Molla ao logara
cima dito (a vista do que Ihe iiiloruiaram reco-
niieceu que aquelles inlelies parecern!, por tereni
sido abandonados e mesmo por algumas pes-oas an-
plicareui aos doeole limonadas em lunar do sueco
do lima j ; eesles mesmo- cadveres os habitantes de
Cacimbas nao quizeram dar sepulturas com horror do
mal, de sorle que n delegado do-te termo viu-sc na
rigorosa necessidade de mandar algoos soldados,
alira de darem sepultura a aquellas cadveres, e
para isso o delegado deu aos soldados os preserva-
tivos liomeopalliiros para irem ,10 lugar ja dito cum-
pnr a ordem. Felizmente ale o presente com a
hiiineopjlhia que o Sr. .Metan Ir da Molla tem
applicadu, o terrivel mal mi lean feto victima ne-
nhuina.
Nesta cidade lam-se dado Iras casos de clioleriua
os ojnaes lera sido tratados pelo Dr. Jota Francisco
Cocino Uilancmirt, como lambem oulr.i- rnoleslias.
Honra pois sej.i foila a esses seiibores, que lera (j
nado lano inte)e-se pelo b mu estar dos habitantes
desie lugar, com espeoialidade os Srs. Alataodra
da Molla, e coronel Tiburlino, aquelle pela sua
proiuplidao e mesmo por abandonar a sua casa, c
seus inlere-ses com o tiln smenle de soccorrer aos
iufelizes : e este lambem pela promplidao de accodir
coiisiaulemeiite com medicamentos, todas aspessoas
accommetndas do mal. Caminheiu assim os Sr-.
Ur. Ililaocourl. Alexandre di Molla, e coronel Ti-
burlino, que eran sempre louvados por todos os
habildiilei desla comarca. Portanlo esperamos que
o Sr. coronel Tiburlino nao esmorecer da soa ar-
dua e illostra tarefa. que muilo o honra, lauto por
-er delegado como por ser mallo compadecido dos
allliclos. Assim o esperamo-
( Carta particular.)
BEPAETipAO DA POLICA
Parle do dia IS de Janeiro.
IIIm.cEuu. Sr.Levo ao coiiberimenlo de V.
Exc. quedas dillerentes parliripaces boje rece-
bidas nesla repartirn, consta que su dcrain as se-
guinles oceurreuciss :
Foram presos : pela sublelegacia da 'fregoezia do
Recife, o preto eseravo Bcraido, por fgido.
Pela subdelegada da/regueiiade Santo Antonio,
Prancelino da Silva alonleiro, Jusiina Anglica
Olimpia deOveirj, e o pardo eseravo Heuriqiie,
lodos par brisa.
E pela subdelegada da freguezia de S. Jos, o
pret 1 Marcelino Wauderlei. para recrula .la ar-
mada.
Por ofleio desla dala refere o delegado supplenle
Jo termo de Olila, que boniem a ', hora depois
do meio dia fdra-s.ussiiuilo com fculas o oaree-
relro da cadeia d'aqoella termo dentro da meama
cadeia, pelo preso sentenciado Joao, eseravo de Joa-
qun) de Sa C ivalcanli, em occasiAo que o mesmo
carcereiro Ihe la deilar um par de machos aos ps,
por denuncia de querer ello evadir-ce ; baxendo o
mesmo delegado por esle facto procedido a compe-
tente vesloria para ser instaurado o respectivo sura-
mario.
Dos guarde a V. Exc. Secretara da polica de
Pcrnambuco 18 de Janeiro de ISti. Illm. oExm.
Sr. coiiselhciroJose lenlo da Cunha e Figueircdo,
presidente da provincia.O chefe de polica, l.ui:
Carlos de l'aica Teixeira.
Illm. Sr.Approximando-se os dias do carnaval,
e rom indo lomar lodas as previdencias para vedar
absolutamente o pernicioso J120 do enlrudo, princi-
palmente na actualidade era q-e se teme o appare-
ciiueuto da terrivel epidemia, qua ha flagellado a
diversas provincias do imperio, e queja se tem de-
senvolvido em diversos pontos de-la ; chama loda a
sua alinelo e zelo para a restricta observancia da
portara regalamenlur de 12 da fevereiro do anuo
prximo passadoa' respailo do mesmo entrudo, que
Ihe foi remedida como mau olli 10 d.i mesma data;
devendo V. S ;s|e sentido expedir suas ordene aos
nbdelegadus, -,je Ihe sao sojeilos, prove.....lo-n de
que nesta oeeaailo fuco novaraeute publicar a refe-
rida portarla pelo Diario de l'ernamlmco.
Dos uuarde a V. S. Secretoria da polica de
Pernambuio 18 de Janeiro de 1856..film. Sr. Dr.
Francisco Bernardo de Carvalho. delegado do pri
meiro dislriclo desle tormo.-0 chele de polica,
Lu: Carlos dr l'aica Teixeira.
' O Dr. chefe de polica da provincia resolve, qoe
pea delegacia do primeiro dislriclo desle termo e
pelas subdelegadas respectivas se observem as se-
guiutes providencias em ordem a obstar a perpetra-
ran dos deliclos por occasiiiu dos prximos dias do
entrado.
I." He expressamente prohibido o jogo de anlra-
do e a lancar-se agua sobro s posoas que trans-
tarem pelas ras, quer seja --o feilu p 1 meio de
vasasou seringas, quer pelo 1 inprejo das chamadas
limas de cheiro ; e bem assim o 11-0 de tintas, lamas
eoutros objeclos que tem sido empregados em t,io
pernicioso jogo.
>. Sao permitlidos os grupos de mascarados ca-
raclensados por qualquer molo, porem sem allusbes
e especialmente das que digam respeilo a religiao e
seus mini-tros.
:!. Nosdinerenles caracteres com qoe se apresen-
torera os mascaras mo sera permitlido usar de ou-
lras armas que nao sejam as fabricadas de papeUo
ou madeira frgil.
.- Nao be por modo algum penaillida a inlro-
ducoln de e-cravos no meio das mascaras, n os que
entre elles forera encontrados serao presse correc-
conados.
_.">. Os mascaras porlar-se-lulo rain decencia ;
nao platicara insultos, c Ibes mo sera permillido
vagar pelas ras depois das oilo horas da noile.
(i.- A aqnellesqae formarem reueirapara bailes
nos thealrus he prohibido dar assobios, gritos c pra-
ticar assuadas. Sera' respeilado o segredo dos ves-
tuarios e mascaras, e niiiguem podara' dirigir-Ibes
pergunlas, Iravar com elles eonversaeOea qoe nao
A receitae despea da musiea esia englobada com
a do faldamento, e que nielhor seria achar-se se-
parada por ser de aspecie helerogcuca.
Do fardamenlo.
Alm do uniforme de quartel com que as piaras
se ariiam fardadas, exislemera arrecadarSo uascom-
panbias lilll lardainenlos de grande galla em bom
uso.
Da escripturaco.
A secretaria do corpo est em dia, c com asseio.
O seu archivo consta dos livros c man papis men-
cionado na relacao 11. i.
A escripturaco das companhias lambem se aclia
em da e liinpa. Cada coinpauhia tem H livros que
silo os marcados pelo anual regulainenlo. Os ."> li-
vros perlencentes 11 casa da ordem esto escriplura-
dos debaixo das mesmas condices, assim como os
oulros 5 que perteucem ao quarlel meslre.
Kcsulta do exames a que proced, o Qcarpersua-
dido que o oslado do corpo lie satisfactorio, nao obs-
tante a exiguidade da forca actual que nao pode
ehegar para salisfazer as exigencias do serviro a que
foi destinado, com aquella regularidadc e disciplina
que seria de desojar, e para cijo lim muilo se ex-
torcara o sen ex-cammaodaole.
Quarlel na S >le lade em Pernambuco ->~ de no-
VFinbro de ISV>.Latz Antonio 'actlta, coi.....al,
&utrta be *&etnambiuo<
Debaixo das rubiicas Maceui c Victoria acbarao
nossos lcilnres as noticias recebidac hontem da pro-
vincia das Alagias, e da comarc de Santo Antao
desla.
(>" OlllllUI II KtlDo^.
inillo tempore mandara cora franco pissaporlc aos I "j un necntes e dignas de mpclir-se as melhore
Campos Elisios seu amo para lucrar-se de soa forlu-
na, por portas traveseas da honesta flava do defun-
to, que Dos haja, nao viva tanlo, e nem se oceupe
quanlo da vida privada de seus vi/iuhos; se
para esse lorpe lapl nio ha solteira honrada, e viu-
va honesta, nos Ihe aponlaremos o artigo do cod. em
qua Smc. (esl incurso, alm de ver melhor, e viver
O a istarcho no Echo Pemambucarto
n. 84. e o promotor publico da co-
marca de Santo Antao'.
Concentrado om misa mesmo, sem me embaracar
com as iolrigss jornalislieas, que por va de regra
dos seos correspondentes quasi sorapre e com poucas
rxecpces.r.ilta a boa f.porqiie somenle guiados yt-
!a parcialidad e desafeic.lo laiic.un no homem ho-
nesto o que ha de asqueroso, e poe no mo o que lia
de bom, abusando di lilierdade da imprensa, que,
pelos seus de-mandos, se tem tornado o azorrogue
la prvbidade, e o recurso dos malvolos, eu fa-
zia o firme proposito de ligo ler jornal algum que
aboodaSM em aitigos daqucllc genero, embola me
dissessem respeilo porque seguro em inhiba cons-
ciencia coosiderava que nao tinha salisfaeroaa a dar
porque he pela maledicencia que o odio impotente
cosiuma vingar-se, e que uma vez que por mira fal-
lasscm os fados, e os humen, honestos, seria avillar-
me responder aceasacSea vagas, e preparadas por
aqoelles contra quem lenho por fon;a do meu de-
ver denunciado e posto em afleclividada a accao
da juslira.E tal era.e he a miaba repuguaucia em
entrar em lira com gente tao desprcsivel, que por
mais de uma vez vacilei se deveria pegar da peona,
para responder, e contundir a esses miseraveis libel-
istas, que procuram marear a miaba lal ou qual re-
putara pubiiea com torpes aecusaroes sem nada
aflirmar, como soem fazer todos os que carecem de
tactos para dcsconceiluar a quem tem consciencia de
seus actos : mas, coiis(ando-me que esses raesmos
detractores reiteravam as suas aecusaees, fazendo
o resumo dellas no A>7io l'crnambucaii) no 0.83,
em um arligo assignado pelo Arislareho, jolgaeique
devia quebrar o meu silencio, e fazendo um esforz
sobre mim mesmo para vencer essa repugnancia,
resolv de uma vez por lodas, c pela primeira e ul-
tima responder a esses calumniadores de que quem
he orgia o Arislareho. Nao se alrevendo esse orgilo
infamante aflirmar, que eu -.-ja prevaricador, re-
lachado e immoral por estar eoosclo do contrario,
pois que a sua allirinativa o romljiziria.a supporlar as
consequenciasdo seu arrojo.e qilcrendo todava de-
[ii imii-me.para evitar a responsabilid.de.enuiicia so-
menle que um prevaricador, corrupto, relaclmlo e
immoral, se forera exactas as aceozafDea que do
mim fazem, e a opioiao publica apregoa E pas-
sa a relatar quaes sejam essas lacios, por cuja certe-
za nao se nnimou a flcar !
lie esse o meto de que lanram nulo os libellistas
famosos: quando fazeni arcusacoes falsas, nada
aflirmam, elles somenle lallam em sentido by-
potetieo.
Nao podendo elevar-se al o iiomem bouesto, o
caloumiador procura dillamando-o, abaixa-loat si.
Sao os pontos da accusacilo :
t (ue eu reeebia iloo de raspostaa do Dansaa
depois da exocujao do decreto de lde marco do
1851, decreto que nao existe .'
Respondo a essa arguicao. Entendia-sc geialmen-
te qae os promotores pelas respo-tas dadas para a
conceasao o arbitramento de Bancas pereebiam
stl, e sendo praliea seguida de ha muilo nesta
comarc,1, o contador Ins cusas conlava.
Era lambem c-..i praliea do [ilustrado loro do
Recife documento 11. |, e de S. Paulo como depre-
bende-se da duvida em virlude da qual baixou o
axiso delC de marro de l8&2,queflxou praliea con-
Iraria. Loco olla mo era smlrnlc especial em
Sinlo Autilo onde a chei-a, era lambem seguida na
cidade do Itccife, em S. Paulo, e quic.i cm oulros
juizos.
Corra o anuo de ls.,2 quando a meu couheci-
mento cliegou aviso cilaJo, e sendo esclarecido,
cliame o contador c Ihe di-se que nada conlasse pa-
ra o promotor pelas rasoslas em nulos de Gane/.
Documento n. J. Abri a corrercao o c\-juiz
dedireilo desla comarca o Exm. Sr. Dr. Peretti
em lins do auno de 181:, e na audiencia do ciiccr-
ramenlo, o delerminou em seu provimenlo que o promotor na-
da livesse pur lacs respwlas. J se vi- qoe constan-
do .1 aquelle juiz que cu reeebia tars pmolameatos,
dando rile aquelle provimenlo, jamis ase conside-
ran prevaricador, sendo que o seria s da data da-
reuntoes.
Do mesmo modo se havera
com os muros, e principalmente pira com as rmi-1 qoelle provimeiilo cm dile e do conliecimcnto de
lias dns camarotes a nue -e dicgirem ;
7.- Toda. K-suaiia-raradaquepi-ir algiim modo''"" "V"''" "^F?* T Cer,"me",e
offendera decencia, provocar rixas e perturbar i I,en**,,w re*Ponsabillsado por aqaelle jniz honrado,
prjem mantids nos salaos, sera' mandado retirar Ie enrgico, se ou ouvesso incurrido en! algum rri-
irnnied.al ,mcntr mo, para evitar a qae sobre elle pe*ss o crime de
8.- N,i fulla de oloervancia da- piuvideunas cima falta de exacrilo
cora mais caolela. Ouem lera lelhado de vidro nao PO|,eia proceder contra os inrractoras como deso-l
1 beliente-. ''"
alira pedra no alheio veja In !....
He positiva, e exprcs-amenle prohibido pelas
posluras niuuicipaes o fabrico de fagos arlifieiaet
dentro da cidade, e por Isto mesmo na roa I 1 i'.an-
ceicao.rua Velha e horco do Veras ha casas dr rogos,
sendo que a da Conceirilo he cm grande escalla. Os
fegoinhos de rabeio nao silo unos, com ludo nos
arhavamos conveniente, que o Sr. fiscal da Boa-Vista
lizess vigorar as delerininares da Cmara,acabando
comese fabrica dentro da cida le. lie cerlo. que
cusa a dar-se assim um mandado de deaaejo a
quem tem ISo bem arrumadas as suas linuras, mas o
que quer, sea cmara nao quer, e nao quer para vi- i
cipal. deorphaos, a de direilo interino dosis comar-
ca, como consto do documento n. "1, nao leria em
lira al. ave-sado uma tonga serie de idiiiinistrares
pesde a presidencia do Exm. Sr. bario de Copiba-
riba, ato a da Exm. Si. cooaelheiro Jos liento, nao
por patronato, nao por alilhadagcui, romo diz o
meu libelli-ln, mas por ju-lija que me tem feilo es-
sa sene de governos.
a. Nao lenho accosado mineii-i s ciiminosos de
unirle, toubos e oulros crimes. Basa aecosacsa he
tilo vaga que uo merece rosposto, pois que nada
he mais fcil do qoe di/.er-sc o promotor fulano
se he exacto o que delle se diz, he prevaricador
porque mo procede, nao aecusa os iramensos crimi-
nas, quaudo que contra e-se alrive protestan os do-
cumentos os. :i, I e 5. A alleieio dos nuios ha uma
injuria, a he um elogio o seu odio.
.'Io. Ahafei o proresco d.is tilhos de Pedro Correa
de Oueiroz. He igualmente falsa essa accusacilo,
mente o Arislareho como he cosame] que eu aba-
lasse esse processo, quando elle nunca exislio ; do-
cumento 11. t quando oque houve foi qae o nil'eu
dido viudo qaeixar-se ao delegado de eniao o Sr.
Dr. Joaqun! Jorie dos Sanios, e-le nao procedeu a
formacao na culpa por falla de provea !
" Nao deuunciei de meu irmio que resisti com
forra armadab) aulorida.lv policial.EssaacenaacSo he
tan eslapida, lie lio calumniosa como todas. Meu ir-
iiuln lulo praticuu l.d faci.e quar.do pratiaasse eu
11.m poddia denuuriar.e nem aecusar pelo aviso de i_M
de novembro de 1833. Se pralicou.alu esta o delega-
do, e subdelegado: elles que proco tara, e formem a
culpa como Ibes cumpre.n ser real o fado que con-
testo.
.*" Nao flenuuciei do Jos l.cao l'ereira de Mello
por ler roub.ido uma ledra de que era devedor a
familia do Sr. Dr. Lins.
Ba-la que d'csta aecusacRo me delenda somenle
com un trecho da rorrespondencia do Sr. Dr. Lins
u'este Diario numero I V.l. pois sendo elle paite, e
respoiideudo como pdde ao Sr. Jos la>o, disse
que o Sr. .lose l.eao nao tinha commellido delic-
io.E d'aqui se v qual o pudor de-Ir libelli-la
prostituido que por lulo adiar parrialidade na pro-
molona para apalrocinar os delirios d'aquelles de
quem he org.io, 11 mandado d'e'des prodigalisa-ine
calumnias, lu.10 di>liguraudo na dilicienia de provns*
que me descooeeitoera, e que para maior cumulo
de sua infamia nada se atreve a afirmar, querendu
al ariedar-uie da advocada elvel pelo fado de ser
promotor, como so o exercicio d'esSS emprego me in~
liibe advogar !!
(i.-- tolero os crimes, incito a comroelle-los, c
corrompo os criminosos ele. ele.Essa impularao
he lo estpida como a estupidez, tao calumniosa
como a prupria calumnia. Parece que anda nao hou-
ve quem com tamaita impudencia escrevesse!!
Tambera se triumpha da calumnia despresando-a,
be a miuha resposla.
7.' Finalmente.Nao denuncioi de Antonio Mu-
/ ue Almeida" que vendeu um clavinolc da nacao,
c uma molala sem Ululo que do cerillo Irouxe. e
pralicou oulros fadosque a pona o lal Arislareho.
Nilo tenbo noticias de laes fados, e duvidando
com razao da realidade d'clles, dire todavia que se
s.lo cortos uo duvidu denunciar: apareja quem quer
que for em roinha casa, expooba-me o facto delic-
tuoso, minislre-me a- Icsteraunhas. e os dados pre-
ciso-, que l'arci o qae a lei me ordena. Son ainada ac-
ensado de ler estada foragido, e abandonado o meu
emprego por ler entrado na revolu em I88 !! Esle
aletve jamis poderu provaro meu libcllista famoso,
que era todo o seu libeilo difaioalorio nao proferiu
uma so verdade. Existi n'esla comarca um processo
em 1811 por causa da rebelio em que houve quem
por forra quizesse que eu tamben) enlrasse atilda
ando pura isso teslemunlias : mais eu ('esse pro-
cesso lano caso ti/, que elle assisli al o interroga-
torio : nunca me ocrultei, e lal foi a sua injuslica
que nem fui pronunciado porque osExras. Srs. ba-
rdo de Unritiba c marques de i' .mu... nunca pret-
ieran! assenso a laniauha iinqoidade, sendo eu por
elles e seus successores conservado 110 lugar que oc-
eopo.
Nao satisteilo niiiiid o meu libelli-ia, depois de
censurar ao muilo eonspleoo c\-juizde direilo d'esla
cumirra o Exm. .*-.. Dr. Peielti, qoe nao foi isemp-
lo do viperino denle de sua maledicencia em oulros
arligns, o ao que me retiro sendo qualificado de par-
tidista, purque 1 elle altrihue a miuha conservado,
passa a proferir uin oulro embusteque eu com o
Sr. Dr. juiz municipal c de orpbilos, estantes crean-
do uma sociedade liberal secreta '.'. Era misler que
se lancasse mao de mais esse aleive. como uan meio
de ver-se,se d'ahi apparece aiguma indisposirao con-
tra mim, o o Dr. juiz municipal quando he bem sa-
bido de modo a mi duvidar-se ser de uossa convic-
cao empregado de jusiira, a coja ordem pertenec-
aos, oSa pode em inl'raccdo de seus deveres entrar
em eleires, das ipiaes por isso nunca nos lembra-
m.'-. Diz anda o Arislareho, que de genio feroz,
lenho aconseliiailo cuiiuneller eriaaee, que convivo
com a rale, e que por inepcia era qualidade de 11.1-
vogado, a cotiselho erradanieule as parles ele, en-
Iregunilo-hes dinheiros que d'ellas recebo pelas pro-
mesas falaces que faro, como uconleceii com Ma-
nuel Texeira de .Mello etc.: que algumas scntenrss
obtidascm prol de mens constiluinles sao extorqui-
das, c que cm lim sou debochado 1! i.N.l qnero
descer a responder .1 cada uma d'essas calumnias e
respondo somenle com a mximaque as calum-
nias silo as maiores raioet d'aquelles que nao tem
razdue falle mais o documento de numero 7. de
Manuel Teixeira de Mello.
(Juaiido o empregado publico Irilha pelo caminbo
da honra, cumpre o seu dever, quasi que no he pos-
sivel haver algom, que contra elle se nao erga, mui.
to principalmente quando o empregado quer que a
instiga seja uma realidade, sendo qoe por isso nao
reputo como o melhor sigual de sua hondade, quan-
do d'esse empregado nada se falla, por que lendo
de estar cm lula cora os relapsus, esses despeilados
viiig,-ra-se em axorragar a probidade a maneira das
onlas qoe embalen) nos rochados, e com os quaes
seivindo-me do pensamenlo do cousclheiro Bastos,
deve esse empregado usscmelliar-se, estando s^iupre
lirme e sem se mover com o choque das ondas.
Direi anda mais uma verdade, e be que do ci-
mero de 1855 para c foi qoo contra mim, e oulros
empregadusii quem dcuoininaram trindadesurgi essa
grita, porque aecusci ao Sr. Francisco Cavalcanli de
Albuquerque, dcuunciei dos Srs. Jos Cavalcanli
ierruz de Azevcdo, c de Alexandre Bezerra de Al-
buquerque Barros, interpox recurso de ii in in 1 de
pronuncia do Sr. Joo Florentino Coelbo de Coes
lodos osles prenles e amigos : o primeiro por
crin.r de furto de escravos, cujo processo foi feilo ex-
oflici 1 pelo Si. Dr. juiz muuicipal que oulao era
d< legado : do -eguudo denuuciei por crime de res-
ponsabilidadc, tendo senlenra coudemnaloria prolc-
liia palo ex-juiz da direilo d'esla comarca o Exm.
Sr. Dr. Pirett!, o pois que nom poda deixar
dedenuiiiiar,quanlo a miuha risa veio a parle of-
fendida, que foi Maiioel Gregorio Rodrigues Cam-
pello. apresoufando-me os doruibenlos e pruvas
coinproh lionas do crime : do terceiro, purque lam-
bem denunciei por crime de injuria c anadea, visto
rumo a parto offendida, que foi Joo de Amorim
l.ima pedia-roe queprovideuciaase o raso : o quarto
unalmenle perqu sendo processado por crime de
roubo, cllereceudo a queixa a propra parte, e eslu
desislindo depois de lomadas algumas leslemunhas'
por nao poder supporlar as despease, como consta do
respectivo termo a ju-lira iiosoguio n'essa proeaaso,
e sendo pronunciado pelo Sr. subdelegado Jos Je-
ronvmo, e revogando a pronuncia o Sr. Perras, inier-
puz recurso para.. Sr. Dr. I.ins.que, entaoeslando in-
terinamente na van de direilo. denegoa provimenlo
no rernrso pur molivi-s qoe assim o eulendeu : sen-
do para notar que so eu assim o proced rontra
aqueiles individuos, pois que a lei be igual para lo-
dos, ja ha muilo liavia denunciado do Sr. rnmman-
danto soperior llanoel Tlioaj de Jess, por oflen-
sas phisicas, o que foi deaprontinriadu por taita de
pravas ; havia denunriaoo do Sr, Dr. Pedro Bel-
lido, e o acensado vicorosaineute no jurv por de-
niolirao de edificio publico, sahndo abaolvido p li-
nalmeiile aecusadu lambem ao Sr. Jeronymo Barrei-
ros Rangel, de nao inruos follona e prepondran.aa
que os dous primeiros, por crime de ameaea, e fo'
T
rbaniar a rcponsabilidade por qualquer litigo que
no l-.rlio apparecesse contra nos, r logo que lal pro-
eedimenlo fosse cabivel ( e invocamos o seu leste-
iniiiibo, e o do Sr. Jos alarianno de Albuquerque
Cavalcanli quem constituimos por procurador 1 e
livemosem resposlaque os ai tigos sabidos, pois mui-
r os lemos, lio havia ainda materia para o proce-
iiiiiiunlo que sollicilavamoi, e ate o presente o Aris.
tardo, ou oulro algum correspoudenle que eserevi-
nha no Echo, ndo se lem animado a ficar pelos fac.
tos.Obrigue-sepor elle-, nio ladeie, para qoe
possa dar a nica resposla que ser leva-Ios aos Iri-
bunaes do paiz, porque nao he dado ao crime de-
primir a verdade que sobrevive a lado mesmo as
suas victimas.
Lu; Correa de (Jueroz tarros.
N. 1.Illm. Sr. Jos Jnaquim Pereira de Olivei-
ra.Rogo a V. S. o especia!! favor de respunder-me
ao p desla, se no be verdade ler sido pratira nes-
se foro antes do aviso de lil do marro de 1852, con-
lar-se para os promotores :?i00 pelas reepostas que
elles davam nos autos de /anra, pois V. S. que dig-
namente exerae 0 ollicio de contador, tem razio para
saber. Quizera qoe do sua resposla posea fazer o oso
que me iiprouver. Appruvcilo a oceaeiae ele. De
V. S. etc.l.ui: Crrela c Qaeiroz Barro.
Illm. Sr. Dr. I.uiz Crrela de Quciroz Barros.
Em ciiinprimenlo a detenriinar.lo de V. S.. nlerece-
uie dizer que anteriormente .10 aviso citado, occorria
que os escriv'es,quandu mziam com |visla os autos
de lianra ao Dr. piomolor;era logo com a quanlia de
_'-ii 1 rs. fuidados no arl..do regulamcnlo de lo de
jiinciro de 1812, cuja quaiiilia era por mim anida em
uma regra de cu-tas, 'lodiis as vezes que linbam da
serem cobradas da parle sencida, ou da monidpal-
dade, com o que parece-rhe ler aalisfeito ttoqwdido
de V. S.. que u-ar deslai miuha resposla Cooforme
Ihe aprouver. De.ejo torj occasio de cumprir ote.
De V. S. etc. Jqs Joaqpim Pereira de OlUeira.
Eslava reconhecido e.sellado.,
N. 1.Illm. Sr. Evaristo Vcllozo da Silveira.
Pero-lhe que me responda ao p desla, se foi uu \\i\o
verdade. que sendo praliea iic-le loro contar-se aos
promotores2)400 de resposlas de lianra, logo depois
do apparecimeulo do avfeo de 10 de marro de I85,
e antes da primeira correCr.lo que leve logar 110 dito
anuo, eu ihr.disse que V. S. comocoulador nao con.
lasse mais laes emolumentos em virlude do aviso ci-
tado, visto que al bem poucos dias foi V.S. o conta-
dor do jtiizo?
Oulro sim, pero-llie que me |perinil(.i que fura uso
de sua resposla qualqoer que ella seja. Son de V.
S. muilo alenlo etc. Mis Correio de ijueiro:
llarros.
Victoria :! de Janeiro de 1836.
Illm. Sr. Dr. I.uiz Correia do Ooeiroz Bairos.
He verdade que V. S. me. disse no lempo a que se
re/e re que cu uo conlasse mais cusa aiguma pelas
resposlas de lianra em virtnde do aviso que me dis-
sc apparecera, mo obstante ser praliea de ha muito
seguida : o exposlo jurarei so for preciso, e pode V.
S. fazei o uso que -uizer desla nimba resposla.
He com rospelto e estima. De V. S. ele.Evaris-
to l'etlozo da Silceira.
Victoria a de Janeiro do I85li.
,Eslav.i reconhecidn e sellado.]
N. J.Diz o bachnrel I.uiz Correia deQoeiroi
Barros, que oceupaudo V. S. nesta comarca o lugar
de juiz de direilo desden anno de I8S, e desde o
auno de I85, que Uuibem ii"sla mesma comarca oc-
A CONVENCAO ORTHUDOXA ENTRE O PAPA
PI IX. E 0 IMPERADOR DA AUSTRIA
Quando a religiao calbolaa aposlolira romana,
relignlo domname do imperto da Santa Crol, solfrr
de muilo privaroes singulares; quaudo paulalim, se
vai tirando prerogativaa; enfraquecendasuas base*;
calciuando seus alicorees, lanrando-se-lho ura sobe-
rauo desprexo; quando em siimma. pouco a pouco
se quer reduzir o eslado ecclosiaslico a uma cohorte
exposla ao combale, percal sem muiiirdj ueces-aria
para repellir o ioimlgo liga lal; he quaudo o Miedo-
so imperante, e apostolice re do magno imperio da
Austria, acaba de elforlu.r moa ronvenrio com o so-
berano pontfice, chele visivel da igreja, o SS. pa-
dre Pi IX, a qoal vera estampada as columnas du
conceituado Ulano de Penombaio de \ do an-
dante.
Esta concordata feita do auno que liudou, e firmada pelus respectivos mi-
nistros plenipotenciario- Jo- Olhinar do Itau-cher,
irecbispo de Vieona, e Michel Cardoa! Vtolo Prela;
le que ludo fez sii com o 1 mperio de sua aasx, com a
-oberania do sen querer a ludo preside a gaveras,
"lie mesmo que nos ensina o mandaredite rro.
aaMC "int Cu-sari', Ciriari, el fassi wa/ l>ri Vo.
Al. C.
Srs.rtJaetortt. 4>aaaasra verdad e assoata pro
pra diwiidade exieem de mim uma cxplic-ran. anda
que mu scetela e ndo meuoc -locera. aeSM de al-
gumas propagases, que li no sassasnaa rtie< de tedac-
rlo do Liberal de 17 do ussiaaai me. Declara poi
que desde que telilla a honra de orrupar locar dr
chefe de polica desla bella provincia, anda mu *
das inuiha- pro|H>sias para o empresas polo ur-
nilo deixoudesrr re-ulia lo de aaSnataa proas la c,m>-
binaroes, auxiliadas pela luzet e boa fe do* ri-
ladaos honestos da me ma provincia ; a-im roas
que anda nao aconteceu un, -o vez que unta
d'escas prnposlas deixasse de ser pprnvada pela
pre-idencia da piovincu. nem que toa poueo kou-
xc-se eu side contrariado por ella em qualquer de
Jas
iguio roiicerncnle u gei enra das r, u-a-, qoe coi -
he um muiium -u'.u ue gloria ; he um lestemuiiho pur ,e,|i pela miuha repartirn. Purcon-eguiule. na />-
do mai- autl.eulico du grande aprei;o, do subido re- "'""deminha. allrit>uic.s,ine lenh.. li.v.do vinpr*
conbecimeiilo que aquelle religioso 111.marcha vola a
1,ligiau do marlyr do dolgolha; he uma prava irro-
fregavel que ello manilesla do sua orlhodoxia, quau-
do quer que a Igreja de Jess Chrialo se colluque uo
apogeo onda merecidamente ella deve estar ; porque
sendo ella a lii-erna deque falta o cvaugeliio, he
misler que se eleve sobre o candelabro alisa de ex-
pargir seus ratos lucferos a lodos os eules que a cir-
cuiiidem.ii {ucraf mnibus qu in domum suntS.
Mjlh. cap. i v. 13. ,
E, pois, -e o candelabro deve ser n imperio que a
religiao abrarou,e que della recebe os socurros espi-
nluaes; que della supphca a cousolaco quaudo 111-
reliziuenie sepiecipile no baialrho da execrardo; lu-
go he obvio, e asss concludeiile, que a igreja, como
luz humante que iliuiuina, consola, e vivifica aos
que jazem as llevas da iniquidad?, e as sumbra
da iguoraucia, deva estar culturada uo cumo do su-
blime.
O piodoso monarclM da Au,lna eunaeio desla ver-
dade palpilaule, logo que aseante as rodeas irapcrt-
ae>, nutrido da coiivicrilu de que a religido calhali-
ca era sem pie para qs pavos uma lunle inexhaurixel
OC'[iaz, o sua duuliiua salular uma ingentesegurau-
ra da verdadeira feltcidade, so.licita com instancia
da Sania S uma concordata, com a qual po.le-so
regular os negocios eccltsiaslicos em seu imperiu, e
provee btlIamenU .1. uecessidades e-piuiuucs de
seus puvus, para dar iiiiiin o que'era de Dos a Deus
a o que era de Cesar a Cezar.
Ellecluada e-ia cauvenfia, v-se nella a fonle de
Isauebes, privilegios, e regalas que se abre a igre-
ja;o livre exeicicio das fuucries de seus pastores sa-
grados, iiidependeuloiuenie de consenso imperial,uu
regio beneplcito, como bem se colige de-tas bellas
palavras. o O poulice rumano leudo por direilo di-
vino era loda a exleni;ao da igreja a prima/.ia de
hourae jurisdicao,a couimunicardo mutua com aSau-
ta S miquillo que for relativo as cousas espiriluaes
e aos uegucius eccleslasticus dus hispos do clero, e Uo
povo, nao eslara sujmto a uecessidade de alcao;ar u
regio beneplacilo.'aules sera' inleirameule livre. a
A in-pecro ecclesiastica, sobre os mestres dus
gvmnasios, e era lodosas escolas deslina Jas ao ensi-
llo religioso, da inoeidale; a escolha de livros pro-
prios; a nuiuearao de professores de thologia, dr
calhecismo, taita pelos diocesanos, uo piideudo der-
cnpa o supplicjuleo lugar de promotor publico, re- ramar-se a iiistruccilo religiosa sem haver prevn-
olo aquella independencia.que he compativel com
noa harmona, que deve reinar no- diverM- ramo-
Jo pintor pubro. que 1 ni-tilnr loda a saa forra
e eflicacia. Enlregaiido estas ligeiras m.tnfe-la( no juizo da opuid > raima e esclarec la. rogIb**.
Srs. redactores, que e dignem d-r-llie* pnbliri4ade
em -'11 ruiiroiloa.lo ornal. Recite 18 de janriro de
18.Vi. I.m: Carlos de Pairo Tri.ieira
Senhtres redactores. Adiando se vaga a cadet-
ra de prima SI as letras du encino de menina- su
dinamia, e todo de ser liec-.-au un-nl.- proviOa.
naa lembramoc de indigilar ao Exm. Sr. ron-adheirr.
Jos lenlo a profe-cora do Bonito, nao mi poique a
julgamos as-az habilitada para poder dr-emiienriar o
ceu ministerio com aceitordo naquella ridaue. como
por Ihe ser mais conveniente a edocaeda de dnos ti-
lhos, por quem essa seuhora tanto se desveda. Va-
va ha mullos annos de um dadlo honesto, que tan-
tos serviros preslou a nardo, muendo em coin.nis-
c:o a' ilh de Fernando, a Sra. I, tiiulhrraaina Ra-
ciliria Barrada-deal'rhna vm-se reduzda a indiaen-
cia, e havendo lotado com ella al bnjr. -euipre rnm
probidade e ausleriaade em seu- ru-l.mir r--a e-
iilmra afiual dedirou-c,. ao efKino, e*ludando rom
Reato as materias de soa amasaba. Confia m. na ree-
lidilo e juslir.i do Exm. Sr. prrsidenlr. esperarnos.
queS. Exc. facilite a e*sa seuhora n so po-ler tra-
tar da educe o. de seos tilhos, como estar em ora
lugar onde se poda viver com mais commodidadr-.
a*
*;
gitterarttrtv
quer por i-so o supplicanle a V. S. que Ihe ateste se
tem sempre excicido n seu emprego con honradez,
iutelligeucia e aclividade.
Pede a V. S. Illm. r. Dr. juiz do direilo assim
Ihe delira.E R. Me.
O supplicanle tem excrcido o seu emprego, com
honradez intelltgenria e arlirltlade. A sua ron-
dada quer publica quer particular he digna de
elogio.
Cidade da Victoria 15 de abril de 1853..Imelmo
Francisco Peretti.
; Bttova reconheeido o sellado e cxlrahido em pu-
blica forma.
N. i.Diz o promotor publico desla comarca, o
hachare! I.uiz Correa de IJueiroz Barro', que a bem
le seu direilo, precisa que V. Exr. atieste, qual o
comportamcnlo que lera lidoo supplicanle no exer-
co de seu emprego, e bom assim qual a sua conduc-
a civil e moral. Pede ao Exm. Sr. \>t. juiz -le eaV
reito assim delira. Lu: Correa llarros.
O supplicanle durante o lempo de 9 annos e8
mezes, que lem servido nesla comarca de Santo An-
ido, o cargo de proinolur. lem mostrado mulla acli-
r'dade, inlelligennia e probidade no exercicio de
seus deccres, dando denun-.as contra oc indiciados
deliw/uentes, sempre que lites sao ministrados os
netos de procar os fados, sobre que lem de versar
laes denuncias, e sustentando no jury com energa
as accusares que a le Ihe incumbe contra os reos
que sao levados a aquelle tribunal para serem jul-
gados. Da conducta cicil e moral do supplicanle,
faro o mais subido conceilo. O que levo dito he
pura verdade, que nao ducidaria attsstar indepen-
dente de requeilmenln. Cidade da Victoria 4 de
abril do 1855.Anselmo hrancisro Peretti.
(Eslava reconheeido t sellado o curad uu em pu-
blica forma.)
N. 5.Diz o promotor publico desla comarca,
bacharel I.uiz Correa de IJueiruz Barros, que a bem
de seu direilo, precisa que V. S. atieste, se elle sup-
nente rocebido missao do hispo respectivo, revogau*
do esle aquillo que adiar couveuieulc ; he por sem
duvida mu Ina.i mr-iiu, um atesante de perfeita
m ilio.ioxia que aquelle motiarclia apostlico, da aos
mais estados calholicos.especialmeule auBrasil,quau-
do esles ndo permitiera aos pastures sagradus inspec-
cao sobre a iiisirucrao religiosa, nao conced.iu nu
seminario eslu lar-se o curso ideolgico, sem que o
governo approve os preciaos compendios; cabrado
desi'arlc em uma perfeila anomala, por i,lo que da-
se desia maneira uso ao lego entrar uo fuudu dos
mvslerios; julgar do que he puramente dogmtico ;
esculher que seja o ineihor o m.us coiisuulaueo n dou-
U ma da igrep), -em nada pescar u compendio por
Dado os aspirantes u sacerdocio devam empregai
suas vigilias; laclo que ha poucu se deu para com us
semiuanos do Brasil na appiovacaodos cumpendios
theologicos '.'.
Od, so o Uigu ..;-i ler Lalo domiliio ; .un...
cer daquillo que de sua nalureza he eectesiastieo ,
se quer investigar a doulriua da igreja ; dar o seu
parecer sobre o dogma; fallar das piophecias ; emen-
dar as lithurgias; pude lambem comu, e quando jul-
gar misler locar na embola sagrada ; ehegar i Ara
Sauta ; exercer funcroes ecclesiasticas, embora sem
ler a indispensavel jiiri- liee.iu e poder.
Aquella concrdala ainda moslra quaulo o im-
perante d'Au.-lria eleva o eslado sacerdotal, daudo-
jhe a devda appreci.irau e reuoine ; quereudo que,
se por ventara contra urn ecclosiaslico for promul-
gada pelo juizo civil senlenra de unirle, ou de pri
-ao,; todos estes actos judiciarios sejam commuui-
cados ao hispo, o qual lera a faculdada de uuvir o
couderauado, para que passa decidir que pena ec-
clesiasla lim deva ser infligida ; assim como, que
os clrigos que sulVrerera a pena de pis.lo, seja esta
sempre em lugar separada dos seculares ; designan-
dose para islo um mosteiro, ou oulro cstabelcci-
inenlo ecclesiaslco.
Ouem pois comparar esla religiosa delcrminardo
com as das uossas leis criniiiiaes que nao dislin-
plicante se lem portado com mlegridade no exerci- gera o clero da recular ; quem v o sacerdote en-
cargo. Pede a V.S. Illm. Sr. Dr. juiz
de urphaos e de direilo interino assim
co de sei
municipal
delira.E U. M.(Jueiroz llarros.
Attcslo ler o supplicanle o Dr. (jueiroz, asentido
as funcroes de seu cargo, com bastante inlclreza e
inlelligcncia, sendo o mesmo um empregad'i ener-
carecirado promiscuamente as prises seculares,
como iufelizmenle se J em uossos dias, um levita
do Scubor encerrado no calabouce onde vai e dor-
mita o soldado, o salteador, 0 ebrio, o assassiuo.
(era por sem duvi la de lastimar o s.rcasmo, o des-
den), o vilipendio que se. tanja a indo cheia i clas-
gico, e que nilo v paradeirn no cuinprimeuto de i se sicerJutal, ao passo que no grande imperio da
seustleicres, seja contri, quem quer que seja ; do Austria reconhece-se de urna maneira nobre e di
que (cubo sido leslemunha ha '.\ anuos que rezido i na -de encomios, que, sendo a mi--;lo desees
nesla comarca, sendo de reparo, que um empreado ': ungidos do Senjior, umi missdo sagrada, tambem
digno de sua honrosa classe. lenha sido atrozmente 10 seu Iralaraoulo devo attiogir ao sagrado lula o
calumniado, e Injustamente, e wxusado sem funda- j que a elles se lzer, deve ser conligno a sua olla
trenlo, como he loslemuuha o bom tenso desla co. calhegoria, pois que o mesmo Legislador Divino
marca, sendo eonheddos os seus antagonistas, que lento lingolasa e estima os seus miiusiros, que nao
pur so verein vergados pelo peso de suas miserias, quer quu nem de leve se llies loqueSolite tange-
.beinconlieci las nesta comarca c nao ter esle em-
pregado o Sr. Dr.Oueiro/.. feilo choro com elles Jan
lo com oulros, quo nao menos, lera sido victimas,
cis a causa de ludo : mas felices daquelles que sao
aecusados por lemelhante gente. O referido aliirmo
tub fide ntei gradas. Engenho Cachociiiulia no
termo do Sanio Anio :1 de dezembro de 185.5.
Cirne Lima.
(Eslava recouhecido e sellado.
N. Diz o bacharel I.uiz Correa de (Jueiroz
Barros,que a bem de sen direilo, precisa que V. S.
mande que o- escnves Ihe certiliqaom, se existe
algum processo contra osfilhos de Pedro Correia de
Queirox,que sio Man le Antonio Corra de ("ueiruz
e Joaquim TheotonioCorres de Queirox. Pele a
V. S. Illm. Sr. Dr. juiz municipal de orphgos o de
direilo interino assim delira.E B. M.
Sim. Engenho Cachoeirnha no lennu de Santo
Antao ni de dezembro de 185").time Lima.
Certifico qi:e nunca exislio cm meu cartoriu n
processo de que trata pelijao supra. O referida he
verdade, c dou l. Victoria .". de Janeiro de 1856.
Oescrivao do jurv. Feiix Cavalcanli de Albu-
querque.
Certifico que pelo meu carlorio u'io consta haver
o proce-so de que trata a pelico supra. do que don
f. Victoria :! de Janeiro de 1856. O cscrivao,
Mtirilnho da Silva Costa.
Certifico que*polo meu carlorio nao exi-le preces-
reehrito meas. Peal. 101 v. 15.
Nao llevemos s.-r prolixos tratando trechos, ou
locando em muilos pantos da convenrdo que cita-
mos, visto cumo e.-la ao alcance de quem se der ao
Iraialho suave de ler o diario que aecusamos ; di-
remos em couclusilo que, quando o nosso Brasil vai
pouco a pouco decapando as vergonlesa, e com um
bem aliado lercado golpeando a raiz da arvure mo-
nacal ; quaudo se axthcla de. muito que as ordeus
religiosas uenliunia nslima goce, ncnlium mrito se*
t Fi.ll.MOS DIAS DA CHINA FECIUIM.
Diziamos ullimamenle nesta mesma Revista : A
China be um mundo especial, onde ludo uiffere do
Occidente ; a rivilisaco extrema a que ella cheaoa,
exprime-.e por Iv pos separados, ea eniranlia rompa
rar'm desle paiz rom a Europa seria lalve n meUwr r
meio de determinar o que ha de idntico no e-cen-
cial das diTerenlec racas de bomenc e que p-wlr
haver de oppoirao entre ellas, n Mac para gozar-
se do r-prrt.trulo separado que olTerecro inunde rln-
nez, deve haver pra. porque brevemente a in .a-
sdo orcidental o tei aberlo e transformado. O- ..n -
lieos cosliimes ja acomellidos ne*le mmenlo. Sra-
r."m modificados pelo altillo com a nos*.i civilicac.a..
e detse rontado nasrera sera dnvida aiguma cao-a
nova e muili-simo curiosa ; lalvez enteja elle decli-
nado a regenerar ndo so a parle extremado "nenie,
sendo ainda loda a exlencdo inlcrlropieal do globo.
Mas a Cliina pura, que lirava .te si lotos o* elemen-
tos de seu d-snvolvnnento. lera decappareeido ir-
remediavelmenle. Portanlo lancemoa para ella
olhos, era quanlo lie tempo ainda e para aozarnm-
leste espectculo corroso, aproveitetno-nos da va-
gema mais completa que anda nenharo ajMsnaTa)
fex no imperio do Meio. O paire Mor atravesen-j
a China em loda a soa exteusito. co Tihel a Cala*.
Dolado de um espirito de observarlo pouco rommom
de una delicsitevxa e grara, i,ue mo se de*menlem
jamis, elle conlou ingenuamente ludo quanlo li-
nlia vislu, e nos seguiremos seos passoc, rec os esclarecimenlos de toda a especie, de que ocla
cheia a sua obra.
Mac antes de por-me a laminho em seaoimenlo
do e-pirituosr misstonario. desejaria lanc-r uma vis-
to it'xthoc sobre o pascado da Clima. A hictona de
le paiz nos foi transmillida pelos anlicos missiona-
rios franceze* ; fe docomenlos abundara, e parece-
meque apenas s aceiloii-ce por mneda rorrente os ronios uidigenac,
e exicle uma hicloria, cuja crilica nSo foi f-da. ga-
ita nececcano pois um novo Niebobr para eneber
eta l.innia. que eslou bem longe de tentar faze-fs ;
peco apenas licenra para aventurar alguma ronjer-
luras : algumas reflevAecschrr o rararler daqnelle
povo e a marcha do seu dessnvolvimenio.
I
Ouando se nilo quer entreg-ir-e *c bxpolhe>e> a-
tlinologicas, e an-ilam-se as cerlrxac que derivan
^inmediatamente dos tactos, he-ce le^ido. neta rom-
'-i lerardo das linguac e errarfuT" (Tvsiea.-afrlIeV :
car os chin5 na familia doc tariaro- mTidionaes. a
qual enmprehende a maior parle das nacue* da In-
dia transgangelira, toecrnmo oc Rirmanc, Mam. xva.
Coiichiiichiiia, Toquiii, Tlubete pravavrirorrlr lam-
bem as populaces in tu.I,mira-, ljales e 1 -milla-.
Senado as (rdirrr>e- nacionaes. o. primeiro* chi-
ii '/es -alliram e:n num.ro de ninas rem familias
dos montes koueloun ao ecle dn lago Azul e os*
tabeiereram-se luga em o norte da China, na* ex-
pelliram os indgenas, que so refugiaran! na mon-
lanhas do sadoe-le. onde ainda baje, debsixo do
nomede Ma i-sse, procuram mauter sua mlepen-
lencia. Este primeiro estabel'cimeiilo tinha logar
alvez pelo anuo :1ISKI antes d l--u- l.hnsi.i.
Os piimeiros imperadores, tmi-lli. China-Nooiig,
lloang-ti, Vao, Chao, Yo, as duas primeirac dxm-
naslas e uma parle da lerceira devem ser nao me
e/igano. aban tonadas s incertezas da* lr1ierr,ec
anta Matrteos, qae ropousam sol.re f i.-i... rea.
mas que ndo he mais possivet di-cernr dac nrndili-
rires, que a imaginario popular Ihe* tem t-iI i
frer. Ndo se pote admillir t letira e*r* imperado-
res dra&es, intinilainmile poderosos e sabios, espe-
cies de deoces terrestres, que exerntavam...... rn-i..
Irabalhos siffantescoc. qae iienhuma po|eri*tade
tem podido imitar. O partido mais prudente he tal-
vez rejeilar inleirtmenie esce imperio leeendaria,
que leria abrangido toda a cxlm-do da China, e emm-
siderar o desmembramente feudal bem reronhrrilo
da lerceira dxmnaclia com 1 a silu calo primitiva do
paiz. A nalureza das cou-.i- leva a concluir aim .
os grandes imperios ndo sao u estado normal dos po-
voc novos. Alm disto a maneira parqu-estn e*cnp-
l.i a historia chineza, aulorisa demasa lamente as
duvdac.
A primeira obra que trata das anli-in ladre da
China, he o Chou-hing de taiufnrin, e-rrmi pelo
annn ".11* anles de Jrsuc Chriclo. Esta obra aaasssaa
allocacoes murar- prntiuncia 1 a- pelos anliso* im-
peradores e que estes imperadorec liub.m coma
parece, o cuidado de faier iran-rrevrre algans Baa>
menores preciusoc sobre a hi-loria 1 riinilix a do pas.;
mac ludo is.o r-.io deve ser aceita sem examc. romo
fizeram quasi sempre oc mis-ionaun. fr.-inrrxa* e ile-
pois delles os historiadores que us lem rupia lo. te-
ve-se applirar a Confarin a moma cnlica qae se
faz a Tilo-I.ivio, tanto mais quanlo a pereza pe*
menas do texto que rhegou ate no, cenio aulbrnii-
ridade do Lliou-King. pode estar sujrita a conle
la rao.
no anno 20 antes de Jess Christo. a imperaalcH
C.lli-boang-li fez qoeimar lotos o- livri* rom o lim
de extinguir entre os chino, reunidos debaixo de en
sceplro, a recordarlo dos tempnc Ja independeni ia
feudal. Sei que ndo se deve lomir ao p- a h*l-
Ira estas especies de cxecucies icaes. emlira a Ira-
ilir.au conla que as obras anterior** oda loram ir-
cnusliluidas depaissanio por frjmienl.w e pela ie-
cordardo doc homens de lelra-. peri&o*a prora paca
a inlegridade dos texto-, O Cbou-kiog. que conto-
tes eem captulos, appareceu rnl.lo rom cinro-
<

Ihe tribute ; quau lo iiie-ma se olha com aoberaoa enla e oda omento, a pn le e rier que esle. enpi-
desprezo para eesss horneas qae oo.reliro do elaas-1 talas salvos ndo anTreram mu'taran, iolerpotarao
tro vivera om orarilo incessanle, soppleando nae
ro e no cubculo pelo bem eslar dos pavos, pela pros-
peridade do imperio, eque em Indas as poeas crili-
cas elles se lem dedicado ao servico da religio
e do Estado, e anida boie importantes serviros
bao prestado os religiosos e iniscionarioc por es-
ses ridos erUiCs ; por essas desellas praias ; por
essas inhspitas regios do ejebo ; quaudo om
amata o Brasil oolre a ideia de uma reforma aos
lera para as corporacM religiosas ou par oulia um
golpe que ceipe a vida claustral, por islo que ja -o
lem inhibido o mtrecso da mocidade a asees axiloa
dovirladee caridade;be quaudo a giganteds Austria,
o soberano calhollCO que rings 1 cora de seos illas
neabaOM '.' Se c-livess.-m Hitarlos, gozanam de 1
privilegio quejaniai na lem lida ..- livros dn O.--
cideote.
A primeira historia completo da anligui I-de rlu-
neza foi escripia em lili aul. J. C. por s<--Ma-
Tsiaax, que Abel Remucat rhamou o llcrodol ba-
nos; mas segundo o illu-lre sinlogo roana Srkoll.
esta obra so comer a ter corno e ligarao e a fun-
dar-se em documentos cerlo*. a pur: r du nono -r. 1-
lu sal. J. C islo he, no lempo da Uu.latida.le obs-
nr/a. o que concorda com a conj.rtiii.i. ama teni.--
aventora lo sobre o carcter fabolaaod apeaaMa q-.e
a pi'vedi'in. lieslr So'-.Ma-Tcian alr I. q. a b -.>
ria be escripia ollicialinente. A ar.ideima d.<- ll-tn-
sin r-la encirrega la il.'-le ruid.do ; mai a bi toiss
de Coda djmiiastia aa he publicada depois quema
tem .leixado o Ihron 1. Ainda nqoi deve >e d -.....-
liar muito : mil ra/es poHtieaa < muas postea l-
gulares governaii lo-se
pelas suas coiislituirocs
gando s r.gr.is li.'-id.
u 111 la permitir nos
no cuinprimento de seus d ve-
nias elle que m nilo ie.-pon-abilisoii he
Secretoria da polieia de Pernambuco 12 de irve- '1'"' '"'"ca prallqaei I icio algum [delictuoso
reno de 18.55.O diefede polica, /.; Cnt.s ,! pnisqueaoarl. STJdo res. n. IJJIsedaVa a inlclli-
Polio Ii'txi'tra. ,-
gencia para se lirinar a praliea bem ou mal de -c
poder haver -jiitsi, e a qual deslruio a sobredilo I condemnade. Caito nm das qaaes seadn pessoas im-
fela/orto de t Judo em que a lia o nirpo policial <"- Se 011 tosco omisso mi euniprimcilto de mens ] portantes pelos sen- ha veres, e oulras qualidade-,
ilcia pr, .","(,.; x, /i.ii pelo aooitel i.uiz Antonio levares, se os nito eompreheiidesse, se fs-e prava- I como que compenetrados de minba missao e dever
Fatilta, m eoiuquend-t das determinaran do ricador, e praliras li.ini. Sr. presidente, por eecatiao de assumir .. I'"" <--' novellciro, ndo seria ron aderado por aquel- | me allriliiiiraui faclos que me derabonsssem, nunca
commando ao mesmo corpo o majar do 9" bala- 'a r'"<'1" magilrado com quem serv durable, o Ion- 1 emfim, pretonderam rnibargar a irro da Jusiira po'
que 11--111 obrara os que pen-ain e relleclem. Desde
IA'7o de infantaria Joiio Sepomoceno da silva PHode quasi des annos, nao leria dalle os non-
Porltll rvsosattestodosdens.2o4qae oppoem-tk a todas
Do pe- mal j eB falsas impulacc, nao continuara a ter mee-
Pelo mappa n. 1 e v que a forra arle! do cor- I ma concid'rasno do muilo digno Sr. Dr juiz idud-
maio do anno paseado, eu e o Sr. Dr. juiz munici-
pal concedemoc poderes 00 illusirado advogado o
Sr. Dr. Antonio !oaquim de Muraes e Silva para
so algum contra os individuos do qu trata a pelicao I,,; .uicn.M inslu.r ur leu. religio-as em -as
supra. \ idoria :t de jane.ro de 1851). o escrivilo docese, eij palavr.i da r me data Ser,, lare
la delegacia, Ludo Prudente de VoMlazcno.
Certifico que revendo o meu carlorio na.) consta
haver processo algum de que Irala a petir.io retro, i
V irloria do Janeiro de tS5(i.U r-ciivao. Jos Va
cier Lins de Albuquerque.
E-lava sellado.
N. 7. Illm. Sr. Manuel Feixeira de Mello. Vic-
toria 3 de jaueiro de IS5t.Itcsejoque V.S. me
responda ao pe deslu, so em algum lempo livu coin
V. S. negocio de modo, que |he reelitnisse algum d-
nheii'o, que bouvosse recebido romo advogad 1, e
me dir se poseo faxer oso de sua resposla. Son
etc.Luiporrca tle Queirox llarros,
lllin. AI" I- '"'ea de Queirox llanos.
lenho a^j^oiil, ribo que minea live caui V. S.
negocio, dt) hio lo, que V. S. mo restituirse ilinhei-
ro, que cu Ihe livesse dado, nem para advogar, e
nem pira oulro lim. Po le faxer o uso qj\:e quizer
de minba tceposU. Sou, etc.Manoel Tei.veira de
Melle
aot arcobitpo ou l'po* cslabel e.tr ranoriir inten-
te emsuas diocests, ordeus e eonqrtjtr'i religi-
osas, comtudo decerilo comm inliar ni gacerno
sim^ intenroc* a tal retpeito.
i'ia/a aos Ceos que esta concordata da Auslri
Iros avoengos 1110 so raand 1 coaser* ir as orden- re- ,,r tMm rlll|1 m nii, ,-la no mm
coruaao; porveotora nio he postavel qoeaan^sa-
sn jamis alterar a ve lade pan li-. rano vivo, rujo remado e-crexeni To loe ulirm co-
mo as praelantscies imparlaai daolaaranaaa a niiima
gnerrs rom os ingiere- gara a narrarlo CxO* |] -
sin -empr." mais v ridir.i.' E nasfnoi 1 Os ra.i 1 a>
naciia, quanlo su 1 bis:..na he eiiliegue ., pa) |-, 1.1 .-
de. nao ha 1I0 iii(re-se d novad; mi: nlsa I d-nira-la
por -na vez e em entilo control i 1, alim de Nras .'
pavo uma parte da estlaaa que rllr p 1 lia 1 nisss 1
por -cu- amigos soberanos'! Tatve se -1. -- sn:e-
coin a Sania" S-eja um espelho para os oulros imne- ''" ?nf* 'f " ' '. ,. .' de horror.1 in.-.-lira ; mu.-;a -,.;.,., ta e i,-1
nos calbolicos ; seja a chave......ro que xr-nha abrir, c,lrs ordinarias da vita n.i.. beomi- r.n.i.. aaoMa
a porta .1 monumentos gloriosos para que seja c dilic- j secura de seu respeilo pela verd ide aaterira,
cida com loda a larra deronvicrai que da igreja de- ; Ooalqu-r que seja a valor dr-'j.......loria. -.
pen te a paz dosesla.los ; a feliddade dos pavos ; a coja c iirliisdo ole pude ser sendo a dan ida. I si li.
-ah.., ,0 dos (iris ; e par is-o de.e-se-lbe ronsagiar \ r''" m",t" bv"> htetefia da China dos le a a. oto
, ," nono an.es de J. C, para la/.rr-e um., 1 .. anr. \i-
subnlo mrito, e acrisolado respeilo, mo roh.ra .....da d-sna. grandes pagina-. A oosdad. dn'..>.,
la no dmo do indiflTerentismo cerciando-ce-lhc seas nocoaslitao-ae no teirrim scula aate* ue J. t... a
arrefeeendo-se sua- iscores ; e eelip- '"=" depois romera a en mais brilbante eos ana
prevale^ .
sai.do-se-llie suas regala- e prerogativaa que Ihe sao !S? : ''," ,'l"'.''i, i" giand.s di Hab lias.
... ', 1 .... 1 fsrripiura. da porrelana, etr., e o ponto .'iiii.iu..nle
uiai.fer.veis, confiadas pela sen indituidor divino Hessa dvilisacao: E prosperidad.....-.,,.;..,,.,,.
quando bailando do tbroii de sua -loria veio lau- lim dadynaslia lian t da oasaa ere parados la-
car os seus primeiros l'un laraeiiloc em Ierra ruido gar a* desnrdem ordinaria do* Sjotaiaos asteastaa. A
habitada por h..meii*de nalnre-s hvdrophobica, de "'"J"'"" f'""''""a. alvo aleuma* iniermillersnas.
/.. ... por/DI) annos. no fi.n do* qaa-s a ordem divH so
carcter foribunJo.de ysiema pbamaico reslabetece finalmente: ma* a China nr.o lea !>*-
OCreador Supremo Jo globo c;ue habilamoc,acae.-I tanto for^a para garsalir-so di inxaclo e*tranfesrt
TT


DIARIO II PERIAMBUCO S1BIDO 19 UfJVNlIRO DE 18 .6
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e lie suceesiivamenle apresa dos Monges (1288
1369) a do- Mautchou desde 166:2 que suas disseu-
se* civil Irouierain pata o eu lelo.
Mu ueuhuiu deslas conquistas larl ira* leve la-
llueucia aubre o curacler e a civlsacau dos Chins;
pelu cuulrario, essa civilisac.A era Uo vivaz, que
absorveu (inmediatamente seus vencedures. Impera-
doreanongoes ein anleliuus se lem ostentado no llim-
uode l'ekiug mas -i he htm apparenca, porque
ua realidade a Mougolia e a Maulehouria loruaram-
se provincial chinelas; e relativamente aos inanl-
chuus, se cuntinuar o uiuviiiienlu tal como he obser-
vada pelo padre Huc, esta rara cin pouco leui|
r deupparecido, caneada e csbulliada de sen solo
por seu subditos.
Como loilas as uares do oriente, a China esl.i sii-
jeila ao despotismo 'les le um lempo immemoriiil,
mas cora abruma dillereura. Entre o povos orien-
taos o despotismo nunca eucoiilrou barraras, seuaO
em as ideas religiosas; se ellas teiu dado um ponto
de apoio a' resistencia dos povo* da Jadea, da ludia,
da Persia e provavelraenl tambera do Bgyplo. .Viu-
da hoje mis paize musulmauos, o aleorao lie a um
ca salvaguarda do* subditos contra o soberano. Pan
telicidade destas naroes, a religiau penetra em mus
costuraes por quasi lodos os pontos, porque miquillo
que ella mo protege, -,i abandonadas ao capricho
de um arbitrio irrepu*avrl. Na China n se da
inleiramente o mesmo ; all as ideas religiosas mlu
tem gozado jamis de urna grande forra ele absorp-
rio, e podarse at dizer que, pela ludiOerenfa imii
materia de religio, ella fui minio cedo una liarlo
inais que occidental. O que a lem preservado do
excesso do despotismo, he seu respeito pela sclencia
e pela lilteratura, deuda saino a u-tiluicSo do Alan-
daruiato. To los os emprecos pblicos sd uceupa-
dos por letlrados graduadas, depois de exames, co-
mo uus.os doulores. Esle* fuuccionai ios nio se dis-
tinguen! por um valor e virtudes cvica* inuilo de-
senvolvidas ; sao em m.iioria vidos, mentiroso*, in-
fames, covardes e fatuos ; pelo menos se alo he ale
u quadro que os historiadores t / 111 delles ua anli-
guidade, lie assiin que os viajantes europeo- o lem
acludo, logo que os coiihecem de parlo Mas noa
obstante ludo isto, ha nelle* um e.pirilo de ciaste e
de lradic,bes, as quaes se apagara, aioda que mi fosse
por orgulho e precutea, e quo sao sufttcieule para
empecer o despotismo, como esseucialmeule faiiias-
tico e caprichoso.
Ueste mudo a China, como o> resto do Oriente, es
capa ao poder absoluto pela forra dos costumes, a
resistencia manife-la-se periuiiicameut pela* revo-
luces; a China lie a Ierra clnssica .irlla-, e he ca-
lumniar ou lisonjear o Occidente, dar-lhe a palma a
este respeito. Cada mudanza (de dymnafltia lie una
revulucalu e o* China, no momento actual, estilo
ponto de derribar a vigesims-segunda dynsslia. lia
smenle a differeura de que a revuluces occiden-
laes collocam seu ideal no foliiro. a China lem col-
tocado sempre o seu no passado ; ascoiuu^cs sacate
apparecem entre aquel e povo, quaintu a imilarao
astricta do passado romera a alterar-se; enlu este
povo, la. > paciente em qu.dque r oulra circuiu-laucia,
levantu-se unauunemenle, expelle a rara de *eusso-
beranos, prefere chamar o e..trancen a sollre-los
por mais tempo e da se pressja em piir oulra vez ai
cousas, o mais que Ihe he poeuivel, como eslavam no
lempo deCoufucio. Eslc espirito, que pude parecer-
no hoje siugular, fui muil<' lempo o do mundo in-
leiroe em pruneiro lugar da Franca toda.
O ideal da idade meJia Un deler os m ivimeolos
e vollar aos lempo* aniieo-l, digo o ideal, nao do
padre, uem do uobre, mas J- povo. Os seculos \l V
e XV nao denaram de recl/araar as iusliluirde* de
S. I.uiz ; o_ seculo XVI e rnesinu a prnneira'parle
do secuto XVIJL jimsriain ser rec.uidu/.i los ao lempo
de Lvjzv^SM. tloje euiedt- o coulrario. nao lamen-
'lRti% uenlium, poca pialada e nujsos desejos se di-
rigen] exclusivamente para o Muro.
Se se qoizer comprehcn.ler algami cousa do c*-
pirito chin-z, o eiame da lmgua ministrar a idea
mais justa, que se po le dar delle. Sen e-macar o
leilor deb.ui do pe*o de urna di**-rUr,w gramma-
tical, pedimo*-llie venia para alciins esctareciinen-
los, que nao deixaru de ler inleresse.
Ouando se estu la a lincua cliineza, a primeira
cousa que impressiuua he o pequeo numero de
raizes, que eraprega ; ella *u empreca qualro cen
loa e cincocnla raizes, ao pa^so que o snscrito
lem ilua. mil. lie verdade que as modificado* de
pronuncia e de accenluaro fazem subir o seu nu-
mero ale cerca de mil e dozntas.
Esla pobreza explica-se pela compararan com as
linguas muas doTbibet e do* Barmans, por exem-
plo. Approxraando as do clnnez, v-se que esla
ultima nao he um idioma primitivo, que suas raizes
sao gastas e [mu a la. e tem perdido una parle de
suag letir.i* differenciaes. lie pouco luai* on me-
llos deste modo que os radicaes lataos chegaram
no frano'/. e ilaliauo, e os radicaos aermanos no
inglez. D'alii urna confusAo frequenle de muila*
raizes em urna s. Nossas linguas offarecam exem-
plos: em inglez liy, por, e hay, comprar, so a or-
Ihugraphia os .lilTerenca c pronunciain-se inleira-
mente d> uie-mo modo b-n ; em francez somme,
sumno, lumme, somma, ele.
Kesulla d'alu que caJa raiz cliineza tem una
mullido de midos. A*im c/n quer dizer ao mes-
mo tempo u matar, molhar, arela, de repeine a ;
ou, caminho, pedra preciosa, orvalho, corvo nia-
P rinho, carroca, ornar, seis, ele. Mas querrt deei-
ilir.yii^arci'|K;Aii m que urna palavra lie lomada'.'
" >coiic>o geral da phrase, e se uAo for bstanle,
junU.; lia i palavra algum synnuimo aara di/rr
/u no sentido de caminco dir-se-ha Io-iiu, tt
signilica elegaulemenle caminho, es-Irada.
A< palavras simples asla bem louge de sere.n
suilicienies s exigencias do penumenlo. O clnnez
cria cnmposlos em numero inlinito e lie nislo que
se nauif-sti ludo que lia de sagaz e delicado em
seu genio. Assnn youan quer dizer louge ghin
(i depois u, yQuan~ghin, significara ,k dislaocu.
.Wat quer dizer a comprara mii uveiidern mai-mai,
signifrar commerciar.Tsorr, maleria sublil, lo, ma-
teria groaseira ; /sou-io, o estado em que a mate-
ria grosaeira se separa da materia ubtil, ua morle."
Mas eis-aqui o punto mais notavel de*le systema
inventa Jo para escapar coulusao inexlrincavel. que
as numerosas liomuphonias ileviam gerar. O maior
nootero das vezes, qiiaudo a dovida poie eslabu-
lecer-so, juula-se para determinar o senii io u-
me do genero ao da especie* Exemplos : kott signi-
fica ao mesmo lempo entre onlras cou*as a auligo e
perdiz ; n para dar-lne de um modo cerlo esla ul-
tima signiScatAo. junla-se-llie a palavra niao u pas-
aro e diz-se tiiao-koa, paseare kou, a que nAo
permute mais o ^quivaro.P*, a brauco, mao-, cy-
presle, inou-p, armre l, a cypresle.
l'oder-se-liia mulliplicar estas cares infinita-
mente' E/te compn.jrAo empreea-se sempre na es-
rriplurn, mas oo discurso fallado, serve-ie della so-
mante, quando a palavra simples nao he sufllcienii-
nenie comprehendida. Este processo enlra na clas-
-iiirai;.iu iiu-an.i. a qual indica o lagar de cada um
dos seres vivos no todo da creara, as-lgnindo-lhe
um uome de genero e um nome de especie. He.
graras a este syslema, que as sciencias naluraes lem
feito tantos piogres*os no Occideula ha serillo e
ineio ; mas asta admiravel nomenclatura lem licadu
estril, ha mais de qualro mil auno*, pra a sci-
encia {as mam dos chin, encunlram-se ellas
em todas as direci.Oes, no limiardas mais graves des-
cob-rlas e nAo penetrando profundamente em ue-
nhuiua parte.
O caracterstico sltenle da lingua cliineza, depois
da penuria da* raizes, lis a ausencia com pela das
formas gr.inimilir.il'.. Eipliqueino-nos, lomando por
exemplo o lalim, o grego, o allemAo : cm cada nina
destas linguas ha subslaulivos, adjeclivos, prnnomes,
verbos etc. ; aai se declinam, tem gneros, casos
nmeros ; outros se conjugan, tem vozes. modos,
lempos, nmeros e pessoas. Em chinea uAo ha na-
da dislo. Cada raz lem urna siznilica;au vaca e
nio loma um -eui ido preciso de subslanlivo, da ad-
jeclivo ou de verbo, senAo pela relajan com a fra-e
iuteira. Certas particolas, rarijsrnia* nu eslylo an-
ligo, cnmmuns na llagnageai moderna, vera auxiliar
a deter minara i do sentido no caso que seja muilo
enigmalicn. Nesle raoraenlo, ella* invadem a chi-
ne, c acabarao lalvez por fazer delle urna linsua
oomo as oulra ; Btaa al aqu a grammalica cliineza
nao tem lido formas e nao lem sido senAo urna pura
synlie.
Da ausencia das formas gramtualicaes resulla que
salvo najizij|as>eni banal c crrenle, on le u uso 1/
loe-iul se'e"u>;nda, esla lingiiagem he para os pro-
pnos Chineze, em enigma perpetuo, que exerce
sua sagacidade e ana penelrara. Os sinlogos bra-
dam a esle-respeilo com 1 ajjiwifgrTT.-siiorque a sino-
A*m ,em itU* ^""S^tf* coio lod.ls as cousa,
alineis; mas parjsT|ue lambein se puderia clamar
em senada cujilfiio e adiar pouca perrei.au cm
um idioma.TTue U3u pode ser rompreliendido se nao
por nma atiene,. continua. Embora digam, ha mui-
l.is cuusas. que urna icual linguagem nao pode ex-
primir Em lagar d munopolisar lodo o esforru da
uitelligencia, urna latm-igera bem feita suavisa o es-
pirilo e Ihe permute levar mais longe sua aclividade.
lalvez se de.a considerar islo cuno urna das causas
do singular phenomeno, que aprsenla a civlisaco
chineza, ao mesmo lempo adianlada e na infancia,
gastando urna somma {enorme de habilidade, de
Irabalho e di> paciencia >em prodnzir nada de aca-
bado, sem mverler um melhodo, urna machina, ncm
mesmo um laolrnmenio, Dir-se-bia um novo de
menino*, que um milagro teria d. lido cm-eu cres-
rimeiiln, e que se leriain civilisadu sem crescer, (c-
riam envelhecido sem paanr pela virilidadc, c le-
nain chegado, sem lornarrm-se bomens, ao mais al-
o ponlu de aperfeicoamento, que comnurlavam -ua
idade, sua forja e sua* ideas.
I'rosigamos aioda um instante o estado da lineal;
ella nos revelara a cau*a do que e undena chamar,
aemndoa eipressao ilu*ieraiol.>2si sidade por lalta de desenvolvimento,
l'or luda a parte se diz que o ChilMl lie urna lin-
jiua monussvllabica. Esta qualificacSo absolalamen-
le jusla para a Mcriplura, he ao mesmo lempo ver-
iladeira c tataa, quando se Irala da lingoi falla,la.
Ileralsa, porque lemos vi*iu qua n rliinei possue
urna iniilinl.iii de palavras compdalas, e quando al-
guem as dccom|Hiem em miuiosy,|a1is, nAu e fa'i
nada, que nAu se possa applicar \ qualquer nulro
idiuma: cada lyllaba em rigoi lein ua signilicr
parlcular, mesmo em france/. ; anas eulrelanlu ha
umadin-renra : as nutras lingtaiw, c.ila palavra
conslilue urna unida.le, forman lo a raiz um centro,
em torna do qual vem grapar-lft] rom arcessorios,
osarxos e as llexOes, que mnlilicam a idea princi-
pal, Em chinez nao lem lugar o mesmo; os mo-
nos) labos sa collocam uns ao la.I i d0 ouirus im
sabordinarAo i, neuhum centro corrlmum, sem con-
tratar adherencia de sentido nem nhesino de eupho-
nia. Parece e he lalvez o msior eUno, que se po-
de tirar do estudo desta lingua, quj. iodo pensamen-
lo de yolnes* e Taita ao espirito ciinez. Onde va*
um* grupos, elle ve smenle objeclos separado.
Consideren! juulus ama paisaem um europeu e um
chinez : o primi-iro abracar pela visla e pelo pen-
. Hlenlo a lutalidadu do que liver debaixo dos |
ulhus, e sujeilara mime lulamente as parles i un- i
dado du lodu. o segundo, pelu contrario, perec-
bera isoladami'iile as arvores. a* casas; aqui urna
punte all um ri >. mas a idea do lodo nao o feri-
ra ; elle n.lo chegara mesmo a cnlreve-la coufusa-
menle. lie que depende esta l.run.i .' I'rovavel-
menle de que as duas principara operaroes da in-
lelligeocia, a abslraeeao e a generaluar^o se fazem
le-1 Iracameiile ; o peusameulo viiuples se desprende
mal du concreto. Pando se de parte Inda a yanta-
da occideulal. essa rara he uerididamenle inferior a
nossa.
Assim pois, a ronrlusao que uranios desle esludo
pliilol'-giro. he que o espirito clnnez uAo lem s\u-
lliese. I'l he em nono entender, a salvaran deste
enigma : ella explira rio me*mo lempo o estado rn-
dimentarin da lingua e o rail lo inferior da civilisa-
rAo, por mais requintada que possa *er. Compre-
hende-*e porque os progres*os da China lau cedo en-
fraqueceram, p ira lian duer licaram parado*, per-
(|ue esle pal/, que a oiilros respritos, parece dolado
do una semellianle aclivi.lnde, nao lem nem grande
religiAo, nem grandephiiosophia a de Lao-liea vem
da India nem grande sclencia. nem grande arle,
nem grande lilteratura. nrm grande evolurao so-
cial, i'udo aln esta dolido no eugenlioso. nu lindo,
e sobreludo no bizarro. Os diins possoam quali-
dades importantes, a paciencia, u animo no Iraba-
lho, urna agacidiide e sublileza extremas. As dilli-
culdades que a Eurupa vence de aulnridade ruin
seus furles melliolus, elles u Culiseguea
queno* ex|i"dienle*. a forra oo Irabalho manual
deslre/.a. Com nma reduuc, urna corda e una bol-
la de ferro guarnecida de ponas, elles cavara poro*
artesianos, mas consumen! nislo vinle ou nula ali-
os, inventaran! a butsola, mas sem romprehender
luda a sua importancia e sera uusar confiar.-** india
liara perder de Tilla suas pralas, rnnlieceram muilu
antes de nu* a plvora, mas esla Ibes lem servido
para fogos de artificio; u mesmo acontece cura a im-
XXVII.
Namorada dos jaunlas,
l'assam logo aos follielni*,
i.o/.linio os doces qiiiudius
lio jmila brasileiro,
(.le se deneie em diuheiro.
XXVIII.
Vai aus bailes, as partidas,
E ilorme a mauhAa na rama :
Anda as tubas da faina ;
Vai ao UiiMlrn francez,
llnlha no jardiin chinez.
\\IX.
Descera muiilaiiha rnssa.
Tambera he do grande loin.
tiuze u mundo que h mui hoin .
Se qurr ser mulher da moda.
E viver u grande roda.
One en por miiu -endo drfuiilo
IVn nulro mundo me arranjo.
Van deilar me : adens meu anjo.
Miulia rosa du Japao,
Miulia couslanle paixau.
Ili'it: Tisana.
sj.sii('liiiut)ii> ti ,pi:i)i)t>.
regulameulu, uAo lem lidu lugar a celebrarlo da
missa.
/>0.< "/ /" ;/'|i/'".
< ajudaule e u escrivio cuinprcm auas ubrigaroes,
e bem assim qualru guardas, sendo que acerca dus
oulins aluda nao pusso einillir meu juizu, pelu pou-
CO lempo que lera riles dVxercirio.
.1* ''srrtilitrttrio.
-\ escripluracgo vai sendo reila li'um moilo recu-
lar e Irulio ra/.ues para riel que a -eerelai i.i em bre-
ve eslar.i habilitada a poder compra completamenle
as disposiruas du regulamento.
Na leuliu paupado esforcos uera sacrificios para
bem desempenliar meus devoras, guiad sempre pa-
la ba ilirerrao que lenlio encoutrado em \'. S., a
quem sem duvida be devido o I.....i Oslado em que
| se arba rale inquiranlo estabclecimenlo.
Ilens guar.le a V. S. Casa de .leeiirAo lij de ja-
| neiro de IKVi.Illin. Si. Ilr. I.uiz Crlns de l'aiva
Teixnrii, chele de polica.O a Iministr.idor, itu-
reneio Joar Carnean Monleiro.
Arl. I.1' Todus os proprielarios de casas habitadas
sao abrigado., a le-la* exlofiormente lirapai, eaiando
ou pintando-a*, loen que se arharein denegridas ou
sajas, ea reparar lodo e <|Ualquer eslragu em sua*
paredes ; u proprielario que assim o nao lizer sera
advertido pelo fiscal de sua freguezis, o qual Ihe
marrar.i l'i di is para faze-lo. e nAo o razando sera
mulladii era ID- e o roncerlu IVilu a sua cu.la un-
mediatamenle.
E para constar e ler n devido comprmanlo ai de-
Icriiiinaees do referido artigo, avisa por esle edital
aos proprirl.inos de ra-iis ilesia freguezia, que estn
compirlieiidiilos ua doulriua d refrndu artigo, ao.
quaes lira maleado o prazu de l.'i das cuidados di
publicaran do pie.rulo edital.llairro do llecife 18
de Janeiro de 1836.o fiscal, Manat Ignacio d
(Hiedra Lobo.
XllllUlUOiv.
Illin. e Exin. Sr.Km resposla ao ollirio de V,
Exc. de (i do crrenle, declarando que, leudo iiu-
lina, que os memores da maioria, que se liaviam
relindo da atsewbla no dia lambein do crranle,
rom pe- j vollariam no dia segainle, pe que na mandara
V. Etc. convocar os suppleulra, chamados porral
mesa, aguardara senielbanle deciso para enlu dar
as providencias, julg.l esla mesa a proposito infor-
mar a V. Exc. de tolo u nccnrndu. Tanto no dia
7, como boje, comparecern lodo* os quiote inein-
bros da inannia ; raa* subordinando os interesara
niai* vilaes da provincia a caprichosa qoeslao da
prensa e cora cm ouhas desroberlas. era que elles consliluiro u uoinearao desla niesma mesa, lera re-
ZSSXTiXZtt'ZZZX grttad" 'f "4 "r,M0C""-,|ue l,w" c"":,du era di-
sualisla ch-ia da completas iapersti(ura ; sua nio- """" e volaran, ob pretexto de nao tomarem par-
ral urna cuileegSo de pensamentoo curainuus incube- 1 UdS deliberare*. eulraiidu nesse uumeio as leii
reales, sua arle eleva-se raras vczss, sua sclencia I do nrcameulu provincial o municipal. A visla de
Km?le"i\mM,,iio ,le 2* semelhanle pruccdimenlo a mesa desla asaemblea le-
km compensara, se o cousiderarmos relativa- -
menle ao luxo, aos deleites da vida sensual, as pe- v" couheniiienlu de \ Exc. lodos estes tarn*,
quenas virtudes econmicas e mermo a aua exagera- para turnar aquellas providencias, que julgar maiS
rao. a astucia, a avareza ; se compaiarmos a perti convenientes ao serviro poblico.
naria no Irabalho, a sobrieda le, a habilidade, a in- i u..,< ... i v u u.i. ,,..... -
venrAo dos expediente*. ., Cuidado das cusas pe- '.. ^ ?"'.'"' N Lx>" ** d""f "J ,"t'"'-
qiienas, o acabado da* obras, a allenrAo minuciosa I Wea 'eBl'lativa provincial III de dezembro de 1835.
un que se faz, era lodos ses pontos, os quaes o es- I Uta, a Exm. Sr. conselheiro SebasliAu du Kegu
piriiu desvaliese be etmnlio, as china sao uus- Barros, presdeme desla provincia do Paro. JoA
sos iguaes nu antes nus*s meslres. xi...-, a. u..___ .- .
-Mana de Morae- I'., Jos Juaqunu da liama e Silva.
|i"l' 'i- >l -; i excur-Ao, que nos servio de e*clare< '
cer u caminho cuezanlos ao palie Huc e a sua in-i
leressanle viagem. .
i Vontiininr-*e-ha.i
1" secrelanu, Tilo trunco d'Almeida, secrclari.
Accuso a recebimeulo do ufiicio que em dala de
boiiiem dirigio-me a mesa dona assembla, eomwa-
nicando-nie que leudo comparecido as duas ulti
CARTA DO VISCONOE KIKIRIKI. A Sl,'A ESPO-1 '""* "***' us l3 *e"Uote> '('"'I"*'' MiaJoria, re-
^MiiifDnDf.
SA, VlCONDhSSA DO.MESMO TITULO.
I.
A viscondrasa nao faz
Ideia do gaudi me u,
Ouandu u criad me deu
A asulada carlinha
!)a ininlia rica primiiiba.
II.
Olhe, madama, que dei
Oualrn polos de conlente !
Juluuei ni".mu eslar deinenle !
E que liona rainha bella
De meiius urna aduella.
III.
I'oi lal o gaudiu, senbura,
Nesle momenlo Teliz,
*.' i as canualbas dn u iri/.
Me cahirara ; eos vidrinhos
l'eilus em mil pedacinlios '.
IV.
Iiiiliara-me dilu. senhura,
Une lioha desynlberia,
Que*do cholera tema
Os elTeilos ; felizmenle
l'oi mentira eslou cuuleule.
VI.
Iteceba pois a Qdalga
<* cinliorasque Ihe mando.
Eu por mim ca vou paitando
us suburbios da oidade
Sem a menor aovdade.
VI.
Eslou a banlios em l'edrouros
l|r causa do rheomalism.
Crea, senhora, que sesmo
Com a lal melesliasinha,
Que me encrespa a carapinha.
Vil
Sllllo as VeZBI pelos ns.OS
C-rlas dores ioferuaca.
Dures que s.iu lee e quaes
A's que a fi lalaa senlio
Quando o morondo pari.
VIII.
A. respeilu oo .Hurgado
Con vai o rapazinho *.'
lleve eslar bem crewidiubo.
Pois lOganda diz o Mulla
O rapaz j.i be jIlota.
i\.
Ndo gosiei que Iba deixaate
t'.reseer o passa-piolhu.
DeaconHo que u pimpulliu
Sabe au pal, que foi capaz
Nuseu lempo de rapaz.
.Ollie. senhora, que fui
Ds que nao penlem pitada ;
Venc Manilas de e*cada,
Lilias einseguu.la mao.
E Natereiat de saino.
XI.
No meu lempo fui. euhura,
O terror dos parvalheiras. ,
Wao me e*capavam as freirs,
l'apava cha e bolinhos,
Oualrn beijos, Ires bcnliiihus.
XII.
Ama de padre que vi.se
Do curto nao rae escapava ;
Deslas dmizellas guslava.
Nio riirren.lo a gente risco,
Sju de cerlo bm pelhico.
XIII.
Se he verdade que Deus laz
Caso desla* innbarias.
tjue au passam de folias,
En coalas** loda a historia,
l'ou as mAus a palmatoria.
XIV.
ilho de peixe, senhora,
De cerlo sabe iiandar:
NtO ni' ha-de pois espantar
Se o mnrgadu sahe a pal.
Oue inda agora ni Has cabe.
XV.
Sabara que reeebi
Ojatru carias da Crimea.
A cou*a por la'sla feia ;
A guerra a cerviz entona.
Os Itussu* levain lipona.
XVI.
Mas le ao lavar du* cestos
He vanilina : eu desconfi
Oue o lal sobrinhu du lio,
Se. u neguciu Ihe desanda.
I'aga as cusas da demanda.
XVII.
lem morrillo muila genle :
"orciu o pao, c iso raro !
E.l cada vez mais caro ;
l'enso, calcula ; por lira
ilao percebu esle laiim.
XVIII.
Da poliliea inlia-intiro>.
I'oiicu ha que f.ra cuula ;
Por e anda a gente lola !
Nao se sabe o que seru',
.Ncm se a cou*a Dcara.
Xl\.
No enlamo o gabinete
Coza perfeita saude.
Alsiiem desrja que mude ;
Mas en digo-lho, meu bem.
i.'uc lulo murre. e vida tem.
XX.
0 Ze diz que lem u sal
1 ciliado lia toa lilao :
O Manel, que ha capilAo
D'uina tribu assaz liuenera,
lera o iinle o'alBbeira...
XXI.
Ja so v, prima, que Icnio.
Noria e aul a favor uosso.
Dormir deseanijado posao.
Sem que me vrnha acordar
11 badalo pupular.
Wll.
Maito mais que o nossa Autouiu
Ni jaula as l.vdras lechuu.
I', promelleu e jurou
Oue eslarinn soregadas,
lVirin sempre preparada*.
XXIII.
\ iva a paz, viva n comuierciu,
II foineiilo, a auncullura ;
Viva loda a creatura
t.'ue se sabe aprovetar,
Comendo ale e lartar.
XXIV.
Saliera' que jaca lemas
A lal molralia reinante : /
.au Bosta da vi.ilaulc :
Rapa a temoa. rapa o inaclio.
E caeua lo alaarho.
XXV.
se eu morrtr, a vi*..ondes-,i
Nunca ni.is devecasar ;
lie mellinr assim lirar.
Venha viver era Lisboa,
Oue be leninlia muilo ba.
XXVI.
As viuvinhasda corle.
S3o as deoia* do Ciliado ;
Tem ura quarlo re.ervuao
Na rao lista*, onde provain
Os tuiietc que approvim.
(5 O lili Uf vci.
HACA IK) KKCIIE 18 DHJ.V.XEIKOAS.I
lloitAS UATARUE.
tailares olllciaes.
Vio houveram colarfies.
i COI NI
par.
CAMBIOS.
Sobre l.niiilre*. 29a9|lpld. porte.
n l'aris, .'8 rs. pi f,
o Lisboa, 92por IDO.
o Ki de Janeiro, a par.
Arenes do Itancn. in 11,11 de premio.
Arrns da rmpanliia de B' beiibc.
Arenes da rompaiiliia Perunmbucaua
o ii l.'iilidade Publica, 30 por reulu de premio.
ii a ludemiiisadoru.sem vendas.
Discuulu de trillas, de 12 a la por >)|0.
II CA es.
Duro.lluras hespanholai.....
loadas de li-ilHi velhas .
n ii (iiiK) noval .
n u ijMHK)......
L'rala.Patacoes brasileos.....
l'esus cnlumuarios.....
n mexicano*......
CONSEI.IIO AUMI.MSTKATIVO.
O comelho admiuislralivo lem de cumprar o se-
gainle :
Para o H. balallui.i de iiil.inl.trla de buha.
Bales, :tll ; panno verde para sobrecaaacas e
ralra., covadns 1,-VJ ; auiagem oa estopa, varas
i l.:l ; boie* cunvesus de metal hronzeaduconi u u.
i 8 de metal amarello e de V liuhas de dimetro,
j 1,'JTO ; dilo. ruin n inesiii ninnein e de lilas de
dito, ;[,0.U ; ca.emira encarnada, cuvadusliil ; col-
; cheles, pares .10. ; CordAu de lai prela de una linha
i de gronura, varas l.22<) ; hollainla de forro, covadns
' 1.18.1 ; oleado para debrum, ditos lli ; panno prelu
para polainas, dilos TI ; briiu branro lizu para fr-
delas e caira*, varas I,.'"1; aludAozoliu para ca
; misa*, ditas 790 ; boluca grande de oseo, grozas3-1
Ice. ; ditos pequeos dedil, dita* 2(1 ; dilos pre-
tal de dilo, dilasM'.l; spato*, pares 632; panno
a/.ul para capul'*, ruvados I,.",l8; culrheles para
ditos, pares 2">8 ; baela para forro, rovados '.HKl ;
massa, duzas LV.I ; esleirs.
2!'.SKI! I
I 0000
KisHHI
2500
2300(1
l?8((
geililram ludus os prujeclus que furam submellido
a vuiaran da esa, sub pretexto de que uau tomavara
i paite uas delibera(6es.
A visla do que he referido pela mesa era seu ci-
tado oflicio ueiibiima providencia pomo pur era quan.
tu tomar tendente a fizer cessar us fados que se es-
lluo pealando na assembla provincial, alim de que
ella Mire na marcha regular de seus Irabalbus cun
pruveilu da causa publica ; auuardu uo eulanlo no-
vas informaces que me habililem a ingerir nos
acouleciroenlM que pur ventura anida honveiem de
; apparecer.
eus guarde a V. s. Palacio do governo da pro-
i viuda do Para 11 de de/.einluu de 1835.Sebailiao
Jo llego llairos.lllm.Sr. Ilr. Joo Maria de alo-
raes, oresideutu da assembla legislativa provincial,
i Treie de Muta.
Illin. Sr. lenbo a houra de levar ao eonheci-
uienlu de \. S. o relilorindu esladuda casa de de-
lenrAu, em cuiupriiieuludu queme he determinado
pelu paragrapbo do arl. 91, do respectivo regola-
inenlo, e teiiho a satisfarao d'esperar que as poocas
rellexes que pasto a fazer, sendo cunvcniciiteraeu-
le apreciadas, e desenvolvida! por V, S. pussam ser
proveilosas a esle estabelecimeulo, em bem du qual
lem V. S. inoslrado o manir disvellu e sulicilude,
dando sempre logar a que uau sejam Infundada as
esperanras de que sobre laes auspicios lera" elle de
continuar em estado digno do Um a que fui desig-
nado.
Dos presos e tuat reipeetinu clatut.
O uumeru dus presos exilenle! em 22 de agoslu.e
do senlradus desla dala ali 31 dedezembro foi de761,
dos quaes foraiu sollos .164, reuiettidos para o presi-
iu OeFeriiaudu 88, de.ignadus para armada 21, pa-
arecruiasll, morieran 10, exislindo actualmente
ecolbidos 2a2, cuino mellior demuustra u mappa
b o uuniern I.
L-1- movimuulo pela sua graudeza, e pelo estado
do ..'Slabelecimuulo, me leva a ponderar que he
d'urgeule e palptlaute uece>sidade que quinto aoles
se procure coucluir algn dos raius ja comerados.
purquauto hei uolado que esse muvimcnlu tem tuc-
cessivameule augmentado, au passo quo o uumeru
datcollulas uAo Ihe he rurrespoiidenle, murmeule
su alleuder que este cstabeleciuieuto esla eouslaule-
. meule a receber presos d'uulras provincias, do que
resulta a ggloinerarAo sempre prejudicial e contra-
ria ao regularaeulo, principalmente attendeudo a
proximidade da epidemia que jn uus ameaca.
Polica at prin'its.
U ediliciu lem sidu couslanlemeiile caiadu, equan-
!'.' aules ler.i de ser puladu, lie lavado semanalineu-
te c vanado duas vezes por dia, c bem assim cada
i- 'ni das prisues, apresenlaiid em ludo elle lirape
za e asseiu, u que muitu tem concurrido para u li
sungeiro estado de salubridade, em que seleui raau-
li'la esle eslab-leciinenlo.
Ndo bavendo no e.-labelecimento lugares propriol
para o Irabalho dus presos, e nAu pudeudu assim lla-
vera regularidade necessaria a temclhanle lespeito,
cada um em suas respectivas cellul.is lem gozado da
| permissau de dedicar-se aus ofUcos, ou arles de sua
; prossao, v para que essa poderoso ineio de morali-
' sarao l'esteodi a maior numero, e habilita aquelle
[ que uauconbecein dos ollicios compallvets com a or<
. dem do estalielecinieiilo, e nellc permillidus, lenh
procurado e conseguido que os mais habilitados en-
' siucm aos que us ignoran!, a poni de contar 8
preso otliriaes de sapaleuu, alem de raudos d'ontrol
ullicius, de surte que cmquosi sua lulalidade os pre-
~ii. irabalbam cuiislauleinenle.
Devu puis dizer, que era allenru ao incentivo du
h.ili.lli i. c a vigilaucia e in*pecr;iu cunstantes des-
la adraiiiislra(Au. a polica das prisOeS he salisfarlu-
lia e por esla razo nao lenlio que lamentar infrac-
rues du regulameulu, leudo smenle a observar que
apenas dous casus liveram lu r que merccesseni
puuir.lo, a luga do piesn Manuel l'hculuiiio, eofe-
riinenlo levefeilo pur Marcelino Ju. de Mello, um
seu compaiiheiiu de pris.lu.
O ahaslccimeuiu d'asua lem sido feilu cora regu-
laridade, o serviro das bombas tambera tem sido fe-
lo d'um moilu satisfactorio.
NAo poseo deixar ae renovar as rellexoes feilas em
meu auleriur relaloiiu acerca dos lampees. que mais
parecem loxas nioiluarias do que foco de luz clara,
que facilite a vigilancia dos guardas em ludas as
, liarles du ediliciu ; apezar de lira pos e preparado,
lodos os das, apenas l'oriiecem nma luz bar e
j fracs, sem duvida levid i-s au seu m.iclnuismo.
lalvez o menos propriu c ao pequen numero, al-
ienta a exlensau do edificio: na corresponden
pon au lira a que forain destinados ejpor islo recla-
mo a allencAu de V. S, sbre este objeeto,
/ CflHario e alimentario.
Os presos conscrvain-se limpni c vetlidoi, ron-
vindo observar que cm qosi lotalidada Ibes be a
roupafdrnecida pelo ralabeleeimenlo, na pudendo
deixar de pedir V. S. que me hnbllile ruin es meios
precisos para rdrneeinienlo da roupa sutlirieule, alim
de puder cuiiiprir al ilispu-ieni- do iruulamenlo a
esle respeito, que prnenteinenle na podem ser sa-
li.leila- pen........lie, cm.....isequencia de ser insafll
rienle a roupa de que di*pe esle eslabelecimeiilu,
| e rasa raesmi de pessimn fabrico, eomo ja Uve neca-
i.in da ponderar a V. s.
Vctoalmenle Ao racionados |ielo< corros proviu-
ciaes Is'.i pre>os. e forneeimenlo lem sido relio
; com a possivel regularidad*.
linpermaria.
Infelizmenle aiuda se acha a enferiuarli (atabe-
cid em Ires rehuas du segundo andar desle eslabe-
lecimculo, e apezar das ordem posilivas que se dig-
|non V.S. dar-me para alagar urna caa qua se
preste a esse serviro, nAo me foi possivel encontrar
1 porque nenliiiin particular se lem a islu queiido
prettar-se, entretanto que rale estado n pode e
nem deve continuar, ltenlas as ra/.ues pur mim
apresenladas V. S., que devem ser lomadas em lo-
da consideraran pelo governo.
0 facullalvu rumpre fielmente seu deveres.
Actos religiosos.
Nao estando anda prnmpio o aliar na forma do
aCFANDEGA.
Keudimeiilo du da I a 17, .
dem do da 18......
Detearregam hoje l'.l Je iaiuiro.
Barca porluguezaConstantemercadoriis.
llii-tie inglezBlack Pnnce mercadura*.
Brigue inglezAmHhytlmercadoriai.
Brigue americanolleilenbacalho.
BrigUB illl'ZTal'i'ltll.iealllao.
Polaca brasileiraeioso\ IIbarricas vasias.
IMPORTAC AO"
llrigue americana lleten, viudo de ierra .Nova,
consignado a lienrj Korsler KCompaubia, maiiiles-
lou u seguinte :
2.l-5-i barricas bacalho ; aos consignatarios.
Itiuue inelea TaUo, viudo de Ierra .Nova, con-
signado a Scliiiiiiiin Walelly cv C, manilesluu o se-
guinle:
2,V>0 barricas bacalho ; aos consignatarios.
;.O.NSLLAl'<> UEKAE.
tendnneiilu do dial a 17 .
dem do dia 18......
CEAHA', i Ku abaix |a..iznado faro denle ao poblico.
Segu ne.les diaa o hiale Kxalafie ; para a resto i que o sr. Domingas Jnior daCanha deiiou de ser
da carca Irala-sn cun Caeanu Cvriacn da C. 51., ao eaixeira da nimba fabrica de harulos, sila na ra
lado do Corpo Sanio n. Si. da Crui; desla dla cm diaiilc nao me respoosabili-
l'AKA O POETO. so por divida alguiua ronlrahida pelo mesmo. nem
A barca l-'triiandes I vai selnr rom muila brev- levarei em caula qualquer recibo paasado pelo Bses-
dade ; para carca e passaceiro* lrala-*e rom Barro- I mu. liccile 17 de lastrara de I8" ca A, Castro na ra da Cadeia do Kecifc I, 1, ou
Com u capitn na prara.
Maranhao e
Para.
Opalhubote LINDO PA-
QUETE, vai st';iii:- com
|ri-sli-/.a : puro i resto
Joa i, ue.il\e. BraBi.
IVeci-.i-si' de una lua penla rozinbeira, pa-
ga-se Imii ; a lisiar ua ra da (jdea do Kecile,
luja II. 7.
I'ren*a-si' de urna ama dr lene, na roa InapO-
rial, fabn.-a de caldeireiru. para cnai um laeiuoo do
o da*, prefere-se leile novo, BOga-oa bem, e da-se
lo a quem se fur nllerecer. uu a quem te qaizer en -
carreoar de a procurar e levar a mesma fabrica.
A intelligeneia que o Sr. juiz de paz man vitado
da rreauezia de San Juse da a aviso m. :* te 13 do
(albo le 1813, ii" errnea, e nao Ihe da direilo a ex-
errer a vara uu nurrule aium. lias palavras deste
aviso .e ruuriue evidentemente, que bb urpu. de e-
gnlada a lis|a ,|s qualru. he que n juiz nma votado
lili
lila
tt*ata-Se COOl O COIISIglia- l"te substituir ao do qoarlo auno.
de Aliueida Gomes, na ,ul"l;-e "u:'"'" '* i>eauia o
... lugai, luco II priuripiii do qiialrien
li' 11. lli. M'"iini ii aunar m.u. ...i., .....i...........___... __
Antonio de Aliueida Gomes, na J*"*-* modada da rrotastiaa otaosata sbjbmb
..- lueal, luco II priucipi OO irapiclie n. Ib, segundo andar, espantesprestadojuraastaaM. perdeo o liretl* do
ou com (i sen capitao Jos Pinto Nunes, foncetiMiBr, coma o teaa Portar* miiisoa o^aaia>1oa
no trapiche lo Jgodao. ^.m''n"'V',,1!"!;"'!.....1? !",u",,c",'" T fT
" i a uo arl. li uas mslrurrue de 1.1 de de/embr de
I 12, que quer que baja sempre qualro juizesjora-
ineulados e mais IrEwlarie em vicor. preearlieo a
van por elle driada com u abait assignado, que
licou assim nrrupandu <;. i iu luc-r, qoe tsaata
Para l.sboi pretende sabir com a maior bre-
vidade a nova e arelada barrapnrlucueza Coostan
leo, capitao n Sr. Silver o Manuel dos Keis : quera
na mesma quizar earresar nu ir de paasageni, Uiri-
ja-se aos consianalarios Thomaz de Aquiu Konscca
i\ I libo, ou tocapilao, na roa do Vicaiio n. 19.
Iii:!lli:l7(
l:5l3M8
-IVEIISAS l'HOVI.NCIAS.-
Kendimentodo dia I a 17 3:0064200
dem do dit I....... 38tTI8
3:3879918
DESPACHOS DE EM'OKIAI \< PEA ME*A
l>OCO.N.-IHDO DESTA (.IDADE NO DU
is DE JANEIRO DK 1836.
Liverpool iiarra ingbva Floaling Cluiidn, Julins-
lun i'aler ,\ Companhia, .".un courua salgados c (ioo
.aeras algadao.
Golhembourgllricuesuero i|). Tlierezsu, Me. Cal-
moni S Companhia, 7iki saceos anoear branco e
27 ditoide dito mascavade.
Sania CalhariuaSumara uC.uuceiraus, Mauoel |j-
nacio de Oliveira, 2">t) barricas Besucar branca e
IIHl sacros ilo dilo mascavado.
(iliiallar 1'oUra sarta idialatea, C. i. Aslley,
lnli .accos atsucar mascavado.
Mai-rlliaBrigue francez nlieorgeu, l.asseire ^x,
Compsnhia, l.>0*accos dem.
tienovaPolaca salda uKarhaeliiian, ll.islu l.e-
inus. i,ii.">n .aecus Besucar branco.
lia de S. Miguel Patachoportucuez i Alfredo.
Candido A. S. da Mulla a Thomaz de Aquino Pon-
laca, 7(> saceos assucar branco c raasravad.
PonBarca porlugueza aForandos I, Barroca c\
Castro. 2vK) saceos a-sur.ir inasravaiio.
Lisboaltricue iilraperadorn, Lunseca Medeirus cV
Companhia, .".2 saceos i lem.
tilirallarBricoe sardo nliass qiiel-tenipo Eneas.
Scbramm Whately & Companhia, On saecus as-
sucar mascavado.
Liverpool Barca incleza uRace|.reucilv. James
CralilreeOv Campanilla, ttli) sarcus dem.
Valpamizo Barca incleza (Elisa llaiids, Jo-
huston Paler oV Curaiianhia, (lili saceos assucar
branco.
LisboaBarca porlugueza .Tejo, Jos Anlonio de
Carvalho e Viuva Ainorim ^V IMbo, 710 saceos
dem.
Exporlacao .
(iibrallar, escuna .linainarqueza ullelena, de IK!I
toneladas, condiizm osecuinlo : 1.1197 saecus cun
G.HS.i arrubas de assucar.
Liverpool pela Paralaba, barca incleza (Town of
Liverpool, do ili.'l toneladas, couduzi o tequile :
2.2IHI saceos com 11,001) arrobas de assucar.
r.iliuoulh, brigue sueca uDia lem, de 07 tone
ladas. couiliizi) o seguinte: 1,300 saceos com
21,300 arrobas de assucar.
KECEBEDOItlA lE KENDAS INIEIl.NAS (E-
ISAES DE PEHNAUBUCO.
Kenilimniii.dll dia I a 17 11:708?:! 18
dem do dia IS........l:2lNi;tltO
boles grandes
:il(i.
Para provimeulo dos annaiens.
l'ennas de canru. ceios 8 ; obreas, marus 10.
Olflcioas de ." rlasse.
/iucoeiu barra-, arrobas .
Hilas de "i." dila.
Broehai para sapateiro, milheiros i.
I.Iupiii quizer vender estes ubjerlus aprsenle a*
suas propuslas em caria lechada na seerelaria do
eonseilio a* lo horas do dia 21 do correla mes.
Seerelaria do couselho administrativo para forne-
eimonto do arsenal de cuerra Ki de janeirn de
l8S(i.BentoJosr /.aineiiha Lint, coronel presiden-
le. Hernardo Pereirado Carino Jnior, vocal e
secretario.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
2(il:0i)SIl. blico, que do dia l de Janeiro era dianle pnnci-
2:l:I.V2jsi!) pia-se a contar o* :lo das olis para n pagamento do
------------imposto de t *, sobre diversos eilabelecimentoi no
28;2l(i;il(iS I anuo da 1833 a 1836, lindos os quaes incoriem na
'mulla de .1 lodos us que deixareiu de pagar seus
debiius du referido s.iuo.
BANCO DE PEKXAMBLCO.
0 Hunco de Peiiiairbuco sueca i vista
sobie o do Brasil no Bio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco "> de dezembro de
1855.-U secretario da direcc/to, Joao
Ignacio de nledeiros Reg.
banco de Pernambuco toma dinhei-
ro : juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 2i de
novembro de IS.".").Juo Ignacio de
Medeiro Reg, secretario Ja direccao.
Emvirlu.le do aviso da leparlirao de mariuha
de 27 de novembro ullimameute Bndo, rererindo-se
a elle o ollirio do Eira, sr. presdeme rom dala de
21 do mei subseqoente, o lllm. Sr. inspector manda
iiibuh '"" publico que contraa um cuiilra-meslre de
n.i:lti.i;8i | i-.dalales para o arsenal de inaiinh.i du Para', com
qnaiquei individuo que apresente-se-Ihe, leudo as
' nei es-arias lialnlilares. '
Secretaria da iu-perra do arsenal de maiiulia de
Pernambuco em 7 de Janeiro de I85. o secreta-
rio, Alexaiulre Rodrigues dos Anjm.
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
0 conselbu admiiuslralivu tem de rnmprai o se-
guinte :
Para o arsenal de cucria.
Ofliciis de 1.a e 2.a c!a-se.
Tahuas de unalbo de loucu de I polegadas de
largura, e 20 a 22 palmos de romprimeulo, dunas
II ; in-lrave-sas de louro de 22 a 21 paln.....le
comprimenlo 80 ; ebsladus de oilicienei; parafosos
para bancos de carpiua 12 ; fotmOes de aro surtidos,
du/.ias 12; coivas de ar surtidas, ditas "li ; varru-
mas sorlidas, ditas (i; badaines .'.e l|^ polleeada a
l|i dllas : ; r uches de lu/.l 12 : luinpariis direilos
de li a lOpollegadas 12 ; pa com os cmpeteules
ferros I ; Irado de 3|1 de polleeada I : dilo de l|2
dila I ; .erra* de mi de lli p ilesa I.
cunformidade esleve por aleara lempo em exerrin
ii anuo passado, m, uupeuioeiilo do juiz do Ierren o
! auno, e que lem liireilo de fancciooar oo correlo
Uealcoiiipaoliiade pa(|ue-!aTmud.c, s,. f* ^ -
nu n i o provisorio. Por fallecimenlo, mu., cu mo-
lanla dn juiz, se chama supplenle em seu lusar.
Le de 13de uiiluliro de I8i7, avisos de 21 de abril
de 1828. Ijilejuniiude Islle 10 de asosio de IK17.1
Oucier o sr. Il.sl,,. susieular que anda lnvend
um so juiz proprirlano, a este compele exener
funcrioiiar. durante u qualnennio, lie n.lo ler cu-
tes ingiezes a vapor.
e?iv..
No dia 21
desle mez, es-
pera-se do sul
u vapor .Jrori.
riimmaiiilau I e
itiveil, o qu.d
depuis da de-
mora d cosi-
me sesuira pa-
ra Soiillnraplun. locando n* porlos 'la San- i-
cenie. Tenerid, .Madeira e Lisboa : para pssvjagei-
rns, ele, Ir.Ia-se enm o- .cenles Adauuli lloie
i\ C. roa do Trapiche n. 12.
N. B.Os embralhoa que prelemlerem mandar
para Suultiaraplnn, devera eslar na aceneia 2 lui-
rs anles de se In harem as malas, e depon dessa
hura, no se recebera' embrulbu ilgom.
I'ara o Ki de .laueuo pretende sabir com
a raaiur brevidadr- possivel o bricue brasileirn ulris,
rapilo Aulonio de Soasa Manel : quem no mes-
mu quizer carrecar uu ir de pa-sacein, para n
que lem excediente* commodos, dinja-se ao eonsla-
nalariu .Mauoel Alves tjuerra, ua rua du Trapiche
n. I i, uu ao r.ipilao a burdo.
I'ara Lisboa pretende -ahir cun a maior bre-
vnlade possivel a barca portegoeza Tejo, capillo
Juo Icuacio de .Mem-zes : quem na ine-nia quizer
carrecar uu ir de paesagem, dirija-sc aus consignata-
riusAmunm Irinos & Companhia, na ru.i la Ciuz
u. 3.
PARA A BAHA,
o bem contiendo e minio veleiro palbaboie brasi-
leiro D'itiK Amigo*, pretende sabir nesles i -lias por
estar quasi cum mdu u seu carregmenlo prninpin :
para o resto e pi.s.iceiros, trala-se cm u seu con-
ignalarin Auluuu Luiz de Oliveira Asevedo, rua da
Cruz ii. I,
Para o Bio de Janeiro secue empourus das a
polaca brasilea Y.closa II, pregadae forradade co-
bre, e de primeira marcha ; lem meta carca prom-
pla : para o resto traa se un esrriplorio de Isaac
Curio i\ Companhia, rua da Cruz n. 40.
Para o piulo secue iulaliveliiienle at o dia 28
do *' nenie a birca pnrlucueza Santa Cruz, a qual
ja lera a raaiur p..rle du cariegamenln piomplo ;
para o resln ,1a rarca e pa-saceirus. Irala s cum os
consignatarios Prancisco Alves da Conha \ Compa-
nhia, rua do Vicario ll. II.
PARA 0 ARACATI
secue no dj.i III du Crrente o hule Capibarlbt ;
para carca e passageiros, trala-se na rua un Vicario
II. j.
&ei0ei5<
-- -.................. ... ,..,,......s .,v riimpri-
menlo : ; dllal de dilo de 22 dila. de dilu :!.
Ouem qoizer vender estes objeclos aprsenle as
suas proposlai em caria rechada na aecretaria do
cuuselho,:i> 10 limas do dia 21 do correnle mez.
Secretaria do conselhn atlminislralivo para forne-
eimenlo do arsenal de cuerea I i de Janeiro de
ISg.liento ./ose l.anienlia Lint, coronel preiideo-
te.Bernardo Pereira do Carino Jnior, vocal e
secretario.
o lilra.Sr. inspector do arsenal demariob, em
visla ne acbar-se nesle porto o vapor nacional Mar-
que: de Oliiida, perieuccuie a esla provincia, em-
prreaudu-s na navecarilo cosleira, o tero mesmo
navio de salisfazer ilguma dispositnVi das inslruc-
i;es,"aciuii| aullando o decr.lo ll. 1 .>.' I de 10 d fe-
vereiro do : uno pruxira.imeiile lindo cum referencia I
ao regolamenlo, mandado observar por nutro de- '
crelo u. I.12 dea de fevereiro de I8>, manda pu- i
blfcar quaes ellas sejam para couheciraeulo dos res-
peclivus inleres.adus.
Dupotiroci.
NMo poder navegir sem ler a bordo un iii.kIiiiiis-
la approvaio. ,
Ser -iij'ilu em luda as viaffeo e aules da sabida a
una vesloril pur esla reparlirdu nu seu n.irhinisnio,
caldeirai. Basco, apparelbo, amarra e ancora.
O aaenl" Baja, pur aulori-arau do lllm. Sr.
Dr. juiz especial da rommerelo, runfurme u seu des-
paella proferido em reqaermeuio do depositario da
massa [..lli la de Malhiss de Aztvedo Vlliarouco,
far leil a.i luja de l'a/rudi.s. sila na rua do Crespo
u. I. cousistindo na aimai>aoe todas al fazenda ele .
rxisl-. ules na me-ina, diversal ubral de ooro, urna
inobilia para rasa, e nina rscr-va parda, lime, de
boniia lisura, pertenreules referida masa : ler-
ra-feira, 22 do crrente, i.s 10 lunas em pon, na
suprailila luja.
VtM^ov &'wev0&,
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva
queira dirigir-se a esta tv pograpbia a ne-
gocio sen.
Os srs. Joo llypolilo Mein Lima, Jos Clau-
diuo Leile, Jos Lopt. liuimanles, Joa Mara llour-
boii de Vascoocellos, Cosme Bererra Raplisia da
Cosa do Exu' Nomeriuno Juse de Barru*. Joa-
quim Corroa L'-al. Caelano Jos Coelbn, J.ui da
Silva Vianna de Uarauh ni*. Erederco da Gama
Cabral da Parabba Malinas Carlos ilr Araujo
dem Jos Joaqoim de Aliueida (jistru -de Cirua-
ru' Wsnoel Culos Salda liba de Alenrar (do Exu' ,
Juu Cari* Wanderley ido Rio tiran e do Norte),
Aiilmiiu Juse Kabeil GuimarAes do Para Jaao
Carlus Dair.asceno ulem Antonio Paesda Silva de
-r "" -rr,.....-.....^ """"" I Porlo Calvo e Jo*e Joanuim lavares dem quei-
ler um livio rubricado pelo chafe desla renarlir.lo I rain mandar p car as a-.icualiira. do /:/,. Peraam-
emque a cuinuiis-aj de exame declare a poca de I bucano do tempo qoe for.m subserii
cada ma das vestonas. Ar;enlU..e ,, engenbo Cae......ca. situado na
uever preceder ao exame nu velloria um roque- I frecuezia da Escada. e' promplo das obras neceasa-
menlo dos proprielarios ou c-renle da cnmpaiilu
declarando-se no mesmo requenmento qu
l2:97.V!i228
CONSLLADO PROVINCIAL-
Hendimeiilu dndia J a 17 59:H3S9 dem do da 18....... :):I(r508
(i2:li'.)OrOI7
y?oi?nuciif)) aporro.
,_ III o lila
chinista e eslaram as machima e caldeiraa no ca-
so de ser examinadas; subiuellidu u requeruiieulu
a despacho tres das aules daquelle era que liver lu-
car u same.
Na se dar pela capitana o despacho para a sahi- I
: da sera se mostrar habilitado para nave car, cunsis- ,
I liuile islo fin ler a bordo o inachibisla na forma da
primeira disposicjo, e na apresentacjo dacrrtidaol
da vesluna.cuju resulladu he publicadopelus jurnaes, I
Manda mais fazer publico o dilo lllm. Sr. inspec- i
lur, que em Conaequencla de nutras disposicOet nos
avisos -
nn. h
ras para o anpruveilamenlo de mu boa* .afras :
quem preteoder, prncure uesla piara a Juan Xavier
Carneiro da Cunha, no paleo da malnz a Sanio
Antonio, casa n. 2, oo em dito engenbo a Mariana*
Xavier Carneiro da Conha.
Arma/.em do sol.
Pedro Antonio Teivetra timinarae* runliinia com
sru arma/em de maieriaes, na rua da Concordia u
20, e com a mesma priimplid qu? sempre servio a
Indos os aeohore que o lem honrado rom a sua ron-
lianra. Deniuninou n propnelario com este tilulu
n sen armazem, na verdade he lien, raerecul, por-
. re uus i .. i.
le 22 de mano e 21 de lullin do correnle au- t,"e "" |)erl" 'leb ,n'"" lle Mu l"",,enclil '" **
sujeilu u sobiedilo vapor a matricular era I- '-'lile* oiieslrelliis "antes Ihe ts-rn querido roubar
avan'ot entrados no dia 18.
Ierra Nova27 dias, bricue inclez uEminan, de
207 toneladas, rapiao Thomaz While, equipasen
11, carca 2.bbl) barricas cum bacalho ; a Jobos*
lun Paler \ t'.nrapanhia.
iambau'21 huras, bricue de cuerra inglez uEx-
press, i.'iuii iii.l.iiiie II.....- Bvs.
.\avios sa/iidos no mesmo dia.
MarselhaBricue francez Jules, capiUo Nodclic
Emite, carca assucar.
Liverpool pela ParalabaBarra incleza nTuvrn Of
l.iveipuol, capilo W. N. Stephensun, carca as-
socar.
taibrallarEscuna dinamarqneza uHellena, capilao
W. J'jrol. caica assucar.
li"*)fllC5.
Ignacio Jos Pinto, Reca da fregoezia da Boa-\ isla
delta rdade, ele, etc.
Paco publico para o devido coolieciinenln de In-
dos ns proprielarios da referida frecuezia. as dispo-
sires du artigo abaixu Iransciiplo da postura add-
cional era vigor.
Postura addicional de 20 da novcinluo de 1855.
Arl. I. lodosos proprielarios de casas habitada*
sa ubricados a le-jas exlerionnenle limpas. caiendo
ou pintando-as luso que se acharem denecrulas uu
siijas, e a reparar todo e qualquer eslraco era suas
pienes ; o prnprielario que assim o nAu lizer sera
adverlidu pelu ti-cal de sua liccurza. u qual Ihe
marrar l das para faze-lo, e nAu o fazrnil sea
mulla.lo em I09i e o concert feilo a sua cusa im-
medialamenle. Oulru sim Ui publicu o mesmo lis-
cal, que lem nesla dala mareado o prazu de 15 da*
para o devdu cumpriiiieulu d citado arlis, e que
lndu o iiieiicionailu prazn, us que ua houverem
CUinprido I'ara lavnr lermo da infracran para a mul-
la decretada pelo referido arlico. O que faz publi-
co pan que jamis apparera icuorancia. li-ralisa-
raoda frecuezia da Boa-Vista iti de Janeiro de IS"(i.
O llscal, Icnnrin Jos Pinto.
O lllm. Sr. insperlur da Ihesuiiraria provin-
cial, em cumpriiueulo da ordem do Exm. Sr. pre-l
si.lente da proviucia de 15 do crrente, mundo fa-
zer publico que vai nuvaiueule a piara p.ua ser ar-
rematado a quem pur menos lizer no ilia 7 de feve-
reiro du corrente mino, os reliaros de que pie......,
ca*a da enmara municipal e cadeia da rdade de
Olin la. pelu novo orrainenln de 2:li0^m)O r*.
E paracnoitar se luaudou alliv.n o preiente e
blirar pelu Diario.
Secretaria da tbesourarin proxiucial de l'eru
buco 17 .Inniinrioria,
O l.lni. Sr. inspector da thesouraria provia.
rial, em i iiiiipriinenlo da resoluro da junla da l'a-
zeu.la, in.iiida Tazer publicu que vai novanienle a
prara para ser arremaladu a quem mais der no dia
7 de fevereiro do correnle auno, o silio ua estrada
de Belcm, avahado en :t::l75C(WK) rs.
E para constar se in.iuduii allixar u prsenle o pu-
blicar pelo Diario.
das as vlacen; c ler os livrn* deque Irala o cudico
eommereial brasileiro us artigo 502 a all.
Seerelaria da mspeccao do arsenal de iii.iinilia de
Pernambuco 17 de Janeiro de 1855.-0 seerelaria,
-lle.iandre Hodrigues dos Alijos.
0 con-elno de administrarlo naval rouirala
para pasameiilo dos semeslres qu'e veiireram as pra-
vas do curpo de uuperiacs marinheiroa e do bala-
Iba naval destacados nos diverso navios da eslario
compra de lardas, caira* r frdelas de panno azul,
cairas, camisas e frdelas de brim branco, polainas
de panno piel, bonetes de panno azul, lenco pre-
tal de seda, tpalos de cooro de vaqueta de duaa *
las, a camisolas de brim branca para uso da enfer-
mara : iguaimenle contraa o furuermenla de car-
ne verde para o pessoal du- navios e irsenil nos me-
re de l'evereirn a marro vindouru ; pela que convi-
da-te ao* que inleressarem na venda e loriieriinenlo
do* objeclos acuna ditos a compar-rerrm a. 12 hora*
do dia 22 do crrenle com sua amostras e propostas,
ilerlarnnda us ullimus prero*. na sala i'as .es.i'i-s.
Sala da sesses do conselbu de administrara i naval
em Pernambuco 18 de Janeiro de 1856. O secre-
tario, Chrisloviio Sanliac: de Oliveira.
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O eonselho admiuistraiivn precisa contratar for-
neeimenlo do. gneros reguinte para rancho da
companhia dos aprendizeamenores e Africanos li-
vresem serviro dn arseii.l de cuerra. .Iiir-nle o cr-
renle mez e u de fevereiro prximo vindouro :
Assucar somenoi reliuado. cafe muid, cha hvson,
paes de ionias. manleica incleza. a/roz pilad." Iia-
calh.i, ra nr necea, dila verde, luinha de mandio-
ca, fejao, l.....iiilin de Sanios, buladla', azeile dore,
vinagre, India.
Quem quizer contratar esle* objeeto aprsenle as
soas pinpnsias em caria recitada aeompanlladas das
amoslras, na secretaria do couselho III horas do
dia c." do crrenle mez.
Secretaria do eonselho admiuislralivo para forne-
Cimento do arsenal ,|e suena 18 di- laiimiu de
1856.lenlo Jas \.amenlut Lia, coronel presi len-
te. heriiardo Pereira do Carino Jamar, vocal
e secretario.
u sen brilho. mas se lem submersidii no sen opaco
finalmente o pruprielanu lem rnbusl.i conviccoo que
sii l)es cora um diluvio arrazara o sol, purque be o
loco cnramuui de lodos os a-lro*.
. A necoci I sen inleir.se preri*a-*p fallar a
Sra. Joaquina Imbelina do Espirito Santo, que veio
do l.inioeiro ser ama de leile nesla prara : na rua do
Rosario, taberna n. 52. defronle da icreja do mesmo
nome.
O Sr. Jos EUuleno de Alevedo deixnu de ser
caixeir da casa de L. Li'*omli' Pern cv Coiupaulua
desla prai;a, desde lionlein 17 do correnle.
L. Leonilo Eerin ^ C.
Preri*a-se de un caixeiro purluciiez que lenba
alcum.i pralir.i de taberna : na rua da Sen/ala Velha
0.50.
Precisa-se de duas criadas portoguezai para
servir le una rasa de punca familia : cm Santo
Amaro, na casa du Sr eorojel l.aineulia.
aViquiu Kerreira da Silva iolna-e para Lis-
boa.
Precisa-se de fi008a premio por um sano, dan-
do-se por caranlia hvpiiliera em i eaeravos moros :
a quera c mvier annuncie, un dinja-se a livraria da
prara da In lependencia,
tal negocio*
acahi se dir quem faz | seda Fonsec
\o
Wilham Lili} Jnior avisa ao re.peitavel po-,
blico, que recebeu dus E-lados Unidos um rico e I' caa de Santa
iiherimenl da lei e do lun que ella leve, creando
para cada anuo um juiz; he mesmo um absordo. O
abaiso a..icnado na sabe em que sentido se den a
quesia,, W que ;tIIu-Sas o Sr. Balt entre o, ule
res |joAu Eranrisc Maslo. e Bulo M .cedo, noea
qual fs.e a de rila) a ella dada : aabr. sim, quo
queri-udo u Sr. ujz de paz mais xulade servir ao
iinpeili'i enl de lodos os seus inmediato, cama
principio, e ueste sent lo leu lo niden-s I emuu-
lulu de 1851. urna reclamacae au Exm. gaveroo
la provincia contra a cmara municipal, que se op-
poz a lAo illecal pretenrAn. obleve der nao ron Ira.
A quesla verteule ha de ser resolvila por qsxsa
competir, e enl.iu quem direilo liver, nercer a
vara.
Mmoel terreirt Acaoli.
SOCIEDADE IIOMEOPATICA BENfc-
UCENTE.
A i ninnii-s i de e-uiolas da eidade da Victoria
participa a esla sodadado qne ae lendo maiufesiaoa
a epidemia un luc rdeunminalo Cacimbas, 2 Ioboii
disimile da rdade. fnra pna.all enviado o Sr. Ale-
xandre da Mulla Canto com ineilicanienln* lnmaapa
Uncos paia sorel. r dos iiileli/es. O Rvin. vaario
da Irecoezia da Virleiia, memoro da i iiimonoSa,
arhando-se nesla capilal. a sabei da noticia da ap-
parna da mal em sua li. cuena. parti immediata-
menle para seu posto de linra. Esle exempto
mereces r mencionad p-la suciedad H. B., e de-
silainenli' apreeiaila pelo- liem-ns de bem.Rorite
18 de Janeiro de ISsb Dr. Sabino Olegario Lud-
cein Piiilni. pre-nti-iil- la -eri...iade.
Aiolpb'i Sehreiber, -ubdito hamborgoez roli-
ra-se mais .ua -eniura para Europa.
Precisa-se de urna cuznheira e encommadeira
amada Crl i.i de Santo Antonio doTroaato da
Ordem Tcrceira de S. l-'rancisco.
VUIi\(VSEOlVE\DE-aSE
uoii- reos vestuarios de velbolina em boa eUsV>
para o baile masque na rua do Oueimailo a. Vil.
Na Inj-i de bilb.-ies d paleo da Penka te dn.i
quem da duibeiro a premia em pequeas aaaatias,
sabr penbuie- de prala ou uoro.
Masco rada uni-
versal.
AOS RAPTES E 10CAS DE
GOSTO.
Bate porta u rarnaval, e um ra^az de ateuma
repalaraS nao ii le dispen-ar am lr;e completa a
carcter, assim como Inda a nuca qne for co-lo lian dispen-ar educar urna bella matear em
seu lindo teiuhlaue. e enroupar-se n'um rieu vos-
luanu da corle de lleongaa VIII; para o que o an-
iiuuriaiile oaTeroce a cada um au rada orna, por alu-
cucl ou v en 11, e pur commodos prero. alia da che-
car ao alcance de ladas as buniat, o mais completo
torlimenlo do* raen.muados nrasM, para ravallcrn
ou peo do sendo deClovis. (airlos Masa, tlruri-
que IV. I.uiz \lv. da SStsWSssala nacional e du con-
sulado ; as espadas e laura de pao bnllum cacao
aro, e nos (races lemeuino os bullanles a parola*
tu neiieiLiMinitu imilad'i : cm'iiu lo.i.-s a gastas
enroulr.ir.m unde esrulbcr, na rua do Colleci n. la,
prmeiru andar, onde sa v asteada ama BANDEI-
KA ENCARNADA.
O rcclain i.lor de 1:1 raixa de fazeuda*. marca
BD & i. n. i. ;i. a bis. viuda do Havre polo navio
Kiuma t Malliilde, leiiba a boa.lade de se aprawo-
tar n maia breve no escripluuu dos consicoaUrias.
na rua do Irapiclieu. II, para pagar o imporle du
fele. Esta caixas anula exislenles na alfandeca.
furam rarrecadore* i,.ni. I \u el c> Id, e vem din-
cidas a Briscul Doucal, secundo o conheciasonlo.
Precita OS de um p iiucuez que se queira en-
rarrecar de urna ruclieia na villa de Icaarasso', o
que saiba desempenliar o lucar qu- se ollerece : a
Halar na rua eslieila do Husanu u. II.
I'rectsa-se alucar una casa para hornean ossV
leiru. no bairrude Santo Antonio, as i uas das Cru-
ze*, C.llccia. e dosQuarlc". Boa-Vitl, ua roa do
Aterro : quem liver anuncie.
O :ili.ii\o BtMgsWllo roga ao Sr. Ma-
noel Jos de Sou/.a Santos, negociante na
praca do Kio de Janeiro, socio e li|uida-
tutio da firma de Santo Kerreira 4 C ,
se digne dar-lhe conta do seu cscraxo
liento, que loi remettido a inestna casa
Kerreira v\ C. eos 21 de Janeiro do an-
uo |>ro\hno passado, no brigue I5LCI-
FE, para sei vendido por conta do abai-
\o assignado. ou de llie mandar docu-
mento legal de bito, alias tera' Je ser
chatnado ; jtii/opnra satislazrr ao abai-
xu assignado u im|>ortancia do dito es-
craxo, poistpie a sua ultima caria em '!
de agosto, em que llie participa a mortc
do escravo no hospital de Santa Isabel,
em 28 de julho, discordacom assuascartas
anterioreseprincipalmente com asde-*il
de julhoe I ."> de agosto, cmuue participa li-
cara entregarosi-scravos do aba i \o assig-
nado a AlvescV Simoes, assim como com a
eontacorrente(|tieacnmpanha a carta de
l d'agosto, onde da em conta romedorias
e .li'*pezas com o escravo ate 14 de agos-
to, o vidoto : o abaixo assignado la/, o prsen-
le aiiniiucio, porque debalde tem escri|r-
lo ao Sr Soma Santos |iedindo-lhe rerti-
daOae obilo do dito escravo. e uenhiima
resnosts tem rerebido nesle pontoJo-
Silxa.
em'lmenlo da i ua n
Kita, aiina/ein n. 17,
e tai.i sala., lujas, elr.. dur..dus e hmn/.ea- .
pniprius |
dn., e do cnstu mais moderno poaSJvel, 0 vende-OB
pur um prero que admira ao comprador :
Trapiche n. !, primeiro andar.
Ouem -liver emitas rom o fallen
i lier
pipas
aguartlci'te, espirito c
na rua do a/.i'iic. ludo milito bem condicionado c
toa tiualidade: os pnt.ndenles |o-
THEATRO DE APOLLO.
Bailes mascarados
de fe-
A ilirtcrn convi
vereiro.
la aos senhures
iadi
Seerelaria da ihesnuraria provincial de Pernam-1enresenlaretn suas propuslas do convites al o
airo, das :l
da direrrAu.
buco 17 de Janeiro de Is'iti. O secretario, .#. F.
d'Anniiiiiiarao.
Mauoel lanado de Oliveira Lobo, fiscal da frecue-
zia de S. Erci Pedro Goncalves do bairro do
Recife ele.
Para que e nao allegue ignorancia, pnblica-se de
novo o artigo primeiro da postura addicioual provi-
soria de 20 de novembro dn anuo lindo de 1855.
-I do correle me/,
i hora* da lafde, ou ae
para
lia
ni- -in lli
lecretari
VI'wvv .iirirhi.oi.'j-
COMPAINIIA PEBNAMItl CANA.
O vapor Margue- de Olinda sahe hoje .s III horas
damanbaa para o porlos do norle ale o Muraubao. 1 cus 0. S, junto do Sr. vjueimz.
earriptorio de N. O. Bi'brr cV Com
Cruz ii. i. ato o dia :21 do correnle.
I'recisa-sc alujar urna ama lona ou
captiva, que S'ja boa co/.iuheira e paga-
se bem : uestatx pographia se dir'quem
precisa.
Alucae um sohradu na Paasagem da Magda-
lena, com excedentes rommod.is para urna Brande
familia, coclieiri.....tribuna, ra-i pira mol dila
para fcitor : a i'.s.a. ijucpreiiiidercm, dirijam-
15 a rua Dii -'
/i...;.i de X. S. de Hoa-V;,igciii.
Domingo, ->* ronrui lem de se .nlemnisar
rom luda |inn| a a le-la .M iie-.a padroeire, pur isso
eonvidam-se lodos os innilus para as>sistireiii a mes-
ma para mainr bni.nlismo. a-un nu para s^
elecei a nova mesa que ie:u de fuucciuoar de ISti
a IN".
I'ivri a-se de ura ofllcial de phaimacia ou pra-
lirante.' cum bastante pralica : ua ua;- da lloa-
Vi-la. li di o n ii i n. i.
Pre.isa-se de uiim ama de leil', torra nu cap-
liv.i. com bem leile eque seja sadia, uaosoolbaa
prefo : na ru i do ibieimad n. 69, loj i de lerracens.
I'rreis.i ile una uiulllf-r que saiba lavar e
ensoinmar com perfeirn, para urna rasa de poura
familia : a Iratar n< rua d Tr-pirbe Novo n. i,
primeira andar, das '' huras as i da larde.
Precisa-.' da una aun para c ziuhar e en-
Cominar : aire/, da metra da Boa-Vi.la n. Ki.
Preelss-ae alocar um pruueiru anoar uu urna
casa lerrea cum sold, no bairru da Boa-Vista : quem
liver dirija-sea rua Direila n. 40.
Amnala, dominio, hovera a muilo superior
carne de vuelta do pasto : ua rua do I; .u.-.I, acou-
lo JuiiusIrJem dirigir-se a este csiabeleciincnloiiiie
i icas, n' i
iibi. roa da :'Ci.rao com quem tratar, esc lariio tsjr
as vantagensque tem; tamben se pode*
recolber pinas vazias, por le intuios
commodos c lo:n dcsemba(iue.
CHAROPE
DO
biksque:
O h'iu-i '!t>; i-ilurnnlniu.! .: -t*i na liohcj r Hjt-
Iholonipu Frailen*?*! de Suata, kj iuj l.-.ru*dit ltn>j-
uo n. i.i, arr.fa ur i* > --1- 11 ;urui> .i***
IWOTAUTE PALU II rtlLICS
I'ara curada phli.irn em lostsslaosciis diflt rentes
crans. (|iier iiiulivada |mr riuislpares, Iosm-, alh-
in.:. plearii.eacanos de sancue, dsV ne costados e
paito, palpilaco no corarn, coqueluche. bronchM
dor naca rcanla, e lodosas mu!., lia.dus oreaos pul-
uioiiares.
Preci.a-se de un muco .1 11 |i. aunas, para
caixeiro de nina das uu-llnires lojas do Pilar das Ala-
coas : a Iralar na roa eslreila do lio-ario, irave-s*
do Oiieimad, loja de miudeta n. tN C.
Precisa OS de una prela para romihare cas*
prar : ua prara da liiilepeudcuria u. Se JO.
AlaifBSB o primeiro andar da ras* da ruada
Cadeia d Becife n. 19, propiio para .'-criplocio : a
Iralar nn loja da mesma.
'




-"MO DE PfcrtiSiBUuO SBADO 19 DE JANEIRO 31 1856
-,

Terceira edi$aoJ
TMAMEKTO EOIEOPATHICO.
Preservativo e curativo
00
CHOLERAMORBUS.
pelos Das.
imam
ou iuslrucjao au poro prate poriercurai tlesla enterraidade, .ilininislranduos reuiediua"mais ^eflica
para atalha-la, emquaulo serecorreao qiedicu.uu mesmo para cuta-1. udapendenle desle nos luga
eui que ii.'m os li.i.
TKAIM'ZIDO EM POKTUtUEZ PELO DR. P. A. LOO MOSCOZO.
Esles dous opsculos (Oiilra as iiidicarocs mais claras e prensas, e iinia sua simples e concisa espoti-
c3o etliiao alcance ile todas as iiir.'lligoiicias, nao s pelo que du respeilo aos uieios curativos,como prin-
ripalmenle SvS preservativos que lenidado us inais satisfactorios rosullailus em luda aparte ein que
elles teiu sido posto era pralic*.
Sendo o IralaDMOlo lioioeopathico o uuicoqne lem dado grandes resultados no curativo desla horri-
velenferuiiilade. jolgamosa proposito Iraduirrosles dous importantes opsculos em liugua vernacii-
la, para de rarte facilil ir a sua leilnra a queni ignore o franccr.
Vende-sii nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov n.52, por 3000. Vendem-se lamliem
os medicamentos preciso' e belices da 12 tubos com um frasco de lindura 1 jj, umadila de ;(l tubos con
livro e 2 frascos de tintura rs. ,"i-(KIO.
O Dr. Ribeiro, medico pela Univer-
sidade de Cambridge, continua a residir
na rita da Cruz n. \7. <
SOCiEME m COllAilTA.
FABRICA DEF1AU E TtCLR ALGODA'O,
A qual occupa diariamente para inais de
200 aprendices ou obreiros nacionaesl
de 10a-12 anuos de idade para cima.
CAPITAL .lOOiO.sOOO.
Sucios em nomc collectivo gerentes lesponsaveis
ossenhores : Autouio Marques de Ainurim. Justino
reraka de lanas, Manuel Alves uerra.
Firma social : Amuritn, 'cartas, Ucrra&C.
Asociedadc lem jo numerosos asaignaiuei, que
prefazem para mais do valor ita melade itu capital.
Ella continua a admilur no decursu ueste mez ;
socios de IU03 ale 3:000;.
As pessoas astillantes das priinciras lisias, quede- |
icejaib coulriliuir para a proiupla rcalisac.iu da fa-1
br;ca -io couvidadas a nao demorar suat respectivas
assinualuras, que deveiu ser panadas no litro da so-
ciedade.
V' (i ni do crranle os socios gerentes rei.lamaraoa
primeira preslacAo quesera' de lo por rento do ca-
pital subscripto, e pas-arao os competentes recibos.
As vaotageus qje a fabrica oflVrecora'loga que
ella esliver em plem aiidaineiilu serio :
1." IJ por cenlo sobre o beneficio aunnal que ca-
da socio recebera', aeni do seo ducilo sobre o fun-
do de reserva, que sera de 4 a T por ccnto do ra- I
pita!.
'2.' Occupacao diaria a inais de 2011 operarios, ou i
obreiros uaciouae*.
3. Consumo de 30 a 40 mil arrobas de algodlo I
nacional, o qoal al agora uu lemoulro comprador
seolo o eipurlador.
i." Tecido de qualiJade superior liso ou lavrado
a -2U) a vara, em lugar de JtiO ou -80 que se venda
o da Baha, e boje nao ha mesiiio a tuais de iJOieis,
proco da ultima venda.
A facilidade das entradas, que nunca serao de
niais de 20 por cenlo do capital subscripto, permute
a todas as pessoas que poderem di>por de urna eco- I
iioiuu mensal de 3a pur mez, entrar como socio1
da 1003.
Sendo as entradas de 10 por cenlo os paramen-1
tos espadados de pouco mais ou menos 2 me/es, se-1
rao precisos 18 a 20 para ser realisado o mleiro pa- '
(.amento de cada sobscripcAo.
Os senhore que residein fura da capital, e que
quizerem entrar oeata ulil sociedade, poderao din-
Rir suas carias de pedido a qualquer dos ires socios
gerentes, ou ao socio de industrial". M. Dupral,'
que lem em seu poder o livro dassubscnpcocs.
Elles declaradlo os seus nonios por extenso, .lo- '
roiciliu e o nume do correspondente tiesta capital,
encarregado deeflecluar o pasamento das enliadas
das prestarles, quando forem reclamadas..
Urna copia impressa da escriplura da sueiedade
sera' entregue a cada um do sucio* n occasiao de
ellecluar o pagamento da pnmeira prestarlo de 10
por cenlo do capital subsrriplo.
Pernambuco 3 de Janeiro de 18"(!.
/". M. uprat.
1'UBLICAgAO' LITTERARIA
Repertorio jurdico.
E-ta publicarlo sera seni duvitla de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar au ejercicio
do foro, pois nella encontraron por ordem alphabe-
lica as priucipacse inais frequenlcs occurreiiciasci-
vi*, ui phanulogicas, cotmncrciaes e ecclesiaslicas do
nosso loro, com as retniSses das ordenarnos, leis.
visos e rc^n lamentos por que se relie o llrasil. t
:, ni assiin resoluces dos l'i avistas amigos e moder-
nos em que se firman). Conten setaelliautrmenle
as deci-ues das qoesloes sobre sizas. sellos, vellios e
nuvoa direilos e derunas, seto o Irabalbo de recorrer
cnlleccao do nossas leis e aviso nvulsos. Consta-
ni de dous volunie em oi'lavu, grande iiaucez, eo
primeirosabio a luie esla i venda por 89 na loja de
livroan. B e 8da praja da Independencia.
AllA DETIH.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
(|ite contina com sua aula de latina, do
da 2 de Janeiro em diante, pela ni es m a
maneim e sob.as condicocs ja' annun-
ciadas.
Oesappareceu terca-feira do porto da
ra Nova, urna trotixa de roupa lavada
embrulliada em tima coberta cor de gan-
ga : quem della souber, tiuaira por es-
mola dar parte na na do Caldciieiroem
asa doSr. I'imenlel, que foi desencami-
nliada por urna pobre esclava.
Precisa-se alugar urna prela para oservico in-
terno de urna caa de pouca familia : na lypogra-
pliia deslc Diario se dir quem precisa.
Aluga-se um sitio com i casas dentro, no lu-
gar de Meringaba no tormo dn Vielri, ou lamhem
M vende : a tratar no Kecife, na ra da Cauoia de
Santo Antonio n. 26.
O abaixo assignadu vendo seu nome por nui
saldo de 88)018, no {Mario de l'truamliiim n. l'.l
de 28 de dezembro de 1835, na rularko de dividas a
casa de Johnslon Paler A; Coinpaiilia por protesto
de nao prcscnptas, einpresslonado licou o abaixo as-
iignado por se nao julgar inais devedor a essa casa.
So exisha esse saldo ilc 885018. porque ..* Srs. Jo-
linston Paler t\- t'.ompanlua nao diritiram ao abaixo
asignado urna eonla correule, o pof meiu den sa-
naste qualquer engao que de ambas as partes liou-
vesse. Nlo mato dispensar nao riizer que houve
para luim muila precipilacao mi falla de delicadeza
em quem eu considrala bstanla pulidez. Declaro
que eslou saldo de tuda as cuntas iiue Uve com ua
Srs Johnslon l'ater iv Companllia alo e-la dala, e
par que a mesma casa nao tetilla de baver quanlia
Rlgoma mai por saldo antigo, Taco o prsenle. Be-
cife 17 de Janeiro de 1858.
I'raucisco Ignacio lerreira Ibas.
Precia-se lomar ti a 8:000j000 a premio,dan-
du-se garanta sullicieule em bens de ra/, iiilu e\-
cedendo o premio a I ao mez. n qoal pagar-ae-ha
iiieiisalnientr : nucm pudr i|iii/er laz.ei 'este ne-
gocio sonancia, indicando anude lleve ser procu-
rado.
tagueiTeotypo,
electrotypo e
stereoscopo.
No aterro da Boa-Visla n. 1, lerreiro andar, con-
linna-se a tirar retratos por lodos os svstemas anli-
gos e modernos, c all se acha um rico sorlimenln
de arlefarlus de ouru, e uulras qualidades para a
rollucacao dos retratos.
&0mpm&.
Compra-scjpnia preta de 30 anuos para o ser-
viro de casa de familia : na ra do Pilar, em fura
de Corlas u. loVaf priiuciru andar.
Compram-efe duas escnivas de n anuos e de
boa conducta, iu>- que leiibain a halijlidade de cuzi-
nliar, enguminar e cusabuar : na i nadas Cruces n,
20, taberna.
Cmiipram-se frascos d'agou de Cnlouia vasius :
no becco Largo du Recite, taberna n. ti.
l.umpram-se algiimas launas usadas, ou nicsifiu
pedacus ale 10 plluins. anula rendo de nienus, de
louro, e mesinu de pinbo i: iu sendu de turro ; au.
uuncie para se ver.
otnpra-se nui estrado de s a o palmus de al-
iara e 7 '.; de largura, que esleja em bou; aso :
quem liver aiiuuucie para ser procurado.
Compra-ei una prela ou parda de 18 s 2-> au-
no de idade, que cozinlie e engomme lia ra Nu\
n. 17.
Compra se ama casa terrea no bairrn da Boa-
Visla ou Sanio .'nlonio : a tratar na Boa-Vista, ra
do Kosario u. 41.
Bnii)itii.
MATRIZ DO liAIKKO HE SANTO
ANTONIO.
Nilo sendo po-sivel festejarse no dia 20 do cr-
reme au marhr S. Sebastian, advogaiio contra a pes-
ie, a mesa aclual esolveu mandar cantar una ladai-
Pirmino Jo-e de Oliveira. juiz de paz do 2."
dislriclo ila fregue/.ia de S. Anloniu, d audiencias
lias lercase sekt.is feirasde todas a* semanas, as .'1 c
ieia horas da tarde, em casa de sua residencia no
paleudo Cermu u.U primeire andar.
Manoel Cavalcaoli le Albaqaerqup, reudeiro
do engenbn Agua tria da freguezia de S. I.ourenc- i liba ao lli.suio sanio, no referido dia, pelas 7 lloras
da Malla, suppe nada dcv.r a pessoa alguma a ev-I da uoilc : e couvida ao respeitavel publico a assis-
cepcilo da renda do dito engenbu, que se ha de veno "
cer do anuo de I8."i7 em dianle ; porm se algu-in
se julgar seu credur, aprsenle sua conla-legalisada
o seu correspoudeole, na ra da duia u. (il, pri-
ineiru andar, ou no referido engenbu Agua-tria, e
islu no prazu de 8 das.
CONSULTORIO CENTRAL 1
HOMOPATIIICO.
(Gratuito para os pobres.)
O Dr. Firmo medico, mudou
a sua residencia para a ra Nova
n. 23, priineiro andar, e r:onti-
nua no e,\ercieio de sua prolissao. /v*
a viso i mporta n-
tissimo para os
Srs. jogadores
das loteras.
O cautelista Salustiaiio
de Aquino Ferreira
avisa aos Srs. jugadores das loteras da provincia,
que os precos dos bilbeles e cautelas licain tiimes
como abaixo se demonstra, os quaes sau pagos sem o
descont de oilo por cenlo da lei as tres prirreiras
suri.-, glande un quaiilu existir o plano aclual de
.">,0;i0 bilbeles, pelo qual silo cxlrabid-s as loteras
da provincia. Elles esian expuslos venda as lu-
jas do costme. Su be responsavel a pagar us uilo
por cenlo da lei sobre os Ires pnmeiros premios
grandes em seus bilbeles iuteiros vcudulos em ori-
ginaea.
Recebe por inleiru 5:11005000
u 2:.">O0o(IO()
l:ti(i(i-(itiii
" I :^50a000,
1 :OtM)ot)001
i> 625OO0
003000'
2509000:
O caulclisla
Salustiano de Aquino ferreira.
Jos F. de Oliveira contina dar ligOes de pri-
meiras lellras, lingua nacional, francez, inglcz, por
casas particulares, a discpulos de ambos os sexos ;
prometiendo Indo o disvello pelo adiantamento dos
mesmos: a Iralar na ruado Colovello o. 125.
Attencao.
O abaixo assignado, lendo de faaer urna viagem a
Europa a tralar de sua saude, se Ihe faz Iprecisoil-
quidar seus negocios ; assim roga a todas as pessoas
que llie esUn devendo de gneros comprado em seu
eslabelecimento da ra da Cadcia do Recite u. 25,
defronle d0 becen Largo, que Ihe queiram pagar
seus dbitos al o fim do corrente mez. Recifo 10
de Janeiro de 1856.
Manoel Jos do .Nascimenlo Silva.
Precisa-se de um olllcial de alfaiate,
para contra-mestre da mesma arte : na
na da Madre de Dos n. (, pi i metro
andar.
Os Srs. Cynriano l.uiz da Paz, na ruado Col-
legio ; Manuel Duarte Vieira, largo ,|0 Collegio. di-
rao qoem d qMotias de S00| e liOOs com bypotbe-
ca cm casas terreas.
Bilbeles 55(100
Meios 29800
Tercos 15920
'.loarlos istio
Quintos 19100
Oilavos 720
Decimos 600
Vigsimos 300
AO PtRLICO. I
No armazeni de fazeadas baia-
tas, ra do Collegio a. 2, |
rendte um completo sortimento i
de tzendas, linas e grossas, por ty
preros mais baixos do tnieemou- g
tra qualquer parte, tanto em por- ?$
roes, como a retalho, aflianrando- sS
se aos compradores um s preco 9
para todos : este estebelecimeoto
alirio-se de combinaro com a g
maior parle c-is rasas commerciaes O
inglezas, franocsuis, allemaas e suis- m
sas, para vender fazendas mais em P
conta.do que se tem vendido, epor ^
isto olerecendo elle maiores van- 5
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ruando
Collegio n. 2, de *
Antonio Luiz dos Santos &Rolim
3
I
fX Ra de Sania Amaro, (Mundo-Xoro) 11. 6.
1 O Dr. Sabino Olegario l.udgero Piuho d
consultas todu. os dias desde as 8 boras da
iiiani.oa al as 2 da larde.
Visita os enfermos em seus domicilios, das
2horas em dianle : mas em caso repentinos
e de moleslias agudas e graves d> visitas serao
f fcita* ein quabjuer llora.
f* As uiuislias nervosas inereccm tralaineutu
1 especial segundo meios boje aconselbadus
&. pelos praticos modernos. Estes meios exis-
2f tent no ronsulloiin central.
III111. Sr. prndenle e mais membros da ruin
niissao de bvgiene desta provincia.Diz Paulo l.m/.
tiaignoiix, deulisia frailee/, que precisa a bem de
seu ilireilo, Va. Ss. seren servidos examinar a pre-
pararan deque se serve para chumbar denles, e ile-
nnmiuuu massa adamantina, em ordem de verificar-
le que a dita preparadlo dirTere iiileiranienle de lu-
da, as conhecidas. Pede a Vs. Ss. ejam servidos de-
ferir-lbc como requer.E, U. Me.
I'aulo Luiz ('iigiiou.r.
A massa denominada pelo supplicanle- Adaman-
tinae por elle aprescnlada a cominissau ile hvgie-
ne publica, difiere de ludas as presentadas iiessa
mesma occasiao por oulros; sendo a coiifrontac.io
leitona presencede todos. Sala das sc0es da co'm-
misso Ode iulho de 1855.Dr. A. l-'unsera.
.. S.'J :',9 DI0 .: 9'*
DETISTA FRANCEZ. S
Paulo (jatsuoux, deulisU, eltI)eleciJo na ^
ra larca du Kosario P. 36, seiundo andar,
colloca lenles com ;i
dtnles com a D*Ufl adamanliua e outros me- |
a laes. c
Precisa-se mugar una crioula que saiba per-
fci lamen le angoiiiii.ar : quem estiver ueste caso, di-
Tija-se a ra Nova u. TI.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTKAIIIO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTUOS,
c posto em ordem alphabelica, com a descripeo
abreviada de ludas as moleslias, a indicacAo pin sio-
logica e tberapeulica de lodos os medicamentos ho-
meupalbicos, seu lempo de accAo e concordancia,
seguido de um diccionario da sisnilicacao de lodos
o termos de medicina e cirurgia, c post ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. I DE MELLO MORVES.
Os Srs. naiignantes podem mandar batearos seu
exeruplares, assim como quem quizer comprar.
Massa adamanlina.
Hegcrnloienle reconhecida a excellencia desla
preparaste para chumbar denles, porque seus resul-
lados sempie lelizes sao j do dominio do publico.
Sebasliau Jos de Oliveira faz aso desla preciosa
massa, para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rem lionra-lo dispondo de seus serviros, podem pro-
cura-lu na Iravessa do Vigarto u. I, loja de bar-
beiro.


% couliuiia a residir na ra Nova u. I'.i, primei- fj
'3 ro andar. (-.
83s*#3e&3sa..
l'recis.-se fallar com o Sr. Manoel Mendes
Ferreira Guimaraes, un com pessoa encarregatfa dos
negocios do mesmo : em casa de Paln Nash panllia, ra do Trapicha Novo u. 10.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ARREU E LIMA.
Anda exislemalguns cxemplaresenquadernados,
e acbam-se a' venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de l-'reitaa C, esquina da ra do Collegio,
e em casado autor, paleodo Collegio, casa amarclla,
no priineiro andar.
No sobrado da ra do Pilar n. 2, precisa-se
alutiar nina pessoa livre ou escrava, que saiba cozi-
nhar alguma cousa, para ser empregada ueste e
ii uniros servicus ordiuarius de urna casa de pequea
familia, a excepriio de eagommado, preferimlo-se
desla ullima condicao, edo sexo masculino ; pasa-se
bem agradando.
. Exislera para alucar na Passagem da MaRda-
lana, antes da ponte, 2 sitios com casas de sobrado,
as quaes lendo conimuiiicariW interna, lambem po-
dem servir para urna su familia : a Iralar na ra da
Cruz u. !.
Aluga-se urna grande casa com slito, i quar-
tus. coziuha fina, eslribaria. casa para prelos. 2 co-
piares, porlSu de madeira, bom quinlal plantado,
sendo na Caponga, canto da ra dos Droges: os pret-
lendenles podem dirigir-se a ra do Oueimadu O. 7.
J. JANE, DENTISTA,
S)
i
8
GONSULTORI
IIOMlOIVVTIIiro.
^8. Ra das Crti/.es S.
Gratuito para os pobres
m

O Dr. Casano>,i (ti
MI
zitas a quab|uer hora du dia.
No uiesinu consultorio vende-se
O TltATAUEMO IIO.MOEOI'ATIII ,
CO, preservativo e curativo t cholera i
niivliu', arciiniiiio lado a iulelligeucia do (j
povo, cada fullielo......
Cariaras da \2 medicamentos
para o cholera, a 89 e lSOOO.
'i nuca de tintura......
Tonos avulsos. a :ltMJ, ."i(Kl e
Carteiras de ledos os lmannos
| mallo em coilla.
N. B.Os medicamenlos liomu-opalhi- ^
eos que forero comprados por eonla do go- vifl
| verno desla proiincia, lento o abalimeulo
de -211 por ccnto sobre o valor de quo oidi-
' nanamente se veudem au publicu.
lir esle acto, para coiijuiiclo itoploiarmos que nos
livre da peale que nos ameaca : c n\ia ser.i desig-
nado o dia para a sua fcsla. Jos Jeroiiymn Cor-
ris, Ibesoureiru.
I'rerisa-se na bolica da praca da Boa-Visla n.
33, de nm hornera livreoo escravo, para ot.-abalho
da mesma botica : quem se quizer sujeitar appareea
na mesma botica para Iralar.
Kusa-se a quem achou utna argnliuli de ea-
mapheu que e perdeu nesla cidade, baja de leva-la
au aterro da Boa-Vista, pruneiiu andar de sobrado
n. .'!, que sera graliiicado.
Precisa-se de urna ama para casa eslrangeira,
que saiba eoiinhai e eiigommar ; na ra dos tiua-
ra'.ipes u. 30
Precisa-se do dous Iraballiadoijea de padaria,
dando-se bom nrdeuado,uni uu dous escravos para a
a mesma : nas Cinco l'oulas, padaria e refinacao u.
10.
O aiaixo assignado faz scienle au respeitavel
publicu, que ate n da .11 de dezembro proximu pas-
tado salduu ludas as suas cuntas com os senhore
aballo mencionados, e para qoe n,lo se chame a ignu-
lancia alguem que por ventura se prevalec,* de di-
zer que nao leu, salur. esleannunciu b vezes : qual-
quer porein dos mesraus senhores que se julgar pre-
ludiado no prsenle, diriji-se a casa do Sr. Autunio
Hamos, u annuncie por esle Diario :
Joau'lavare. Cordeiro.
Ilenrique (iibson.
Nicolao O. Bieber.
lenlo Candido de Moraes.
Jos Itodriguesde Araujo Porto.
Antonio Jos de Castro.
Autunio Kamns.
Ta-so Irinilo.
Luiz Jos da Costa Amoriiu.
Jus Joiquim Das Fernandos.
Chritiani & Irntilo.
Joan da Cimba Neves.
Paula \ Sanios.
i Guimaraes i Alrauforadu.
! Tliomaz l-'ernaudesd* Cnnlia.
\ cenle 1-erreiiD da Coala.
Joaquim Jacume Piulieiro.
A/evedo e\- Bort;es.
Joaquim da Silva Lopes.
Manuel'lavares Curilcirn.
Clemente da Silva Lima.
Bernardino da Silva Lopes.
lerreira > Malbeu-.
Jos Moreira Lope.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Vinva llaslu A: Compaiihta.
Manoel Jos Machado.
Seixa V Azeveiio.
Jnao Claudio Duarte.
Cruz cV (jomes.
Joaquim Kodrigues Sordus.
Jusc Rodrigues da Silva Rocha i\ Companllia.
Francisco Alves de Pinhn.
Viuva Machado.
Cidade da Victoria 1." de Janeiro de ISli.
Manoel Jos Pereira Horaes.
Lotera do colle-
gio dos orphaos.
Aos 5:000.-;. 2:500.s e 1:000 Oaoo
Corre no dia qtiarta-feira ~27> do correte.
Os hillietese cautelas do cautelista An-
tonio .lose Rodrigues de Soit/.a Jnior,
nao esto sujeitos ao disconto dos 8 por
cento do imposto da lei, ot quaes se achau
a venda us tojas da praca da Indepen-
dencia ns. I, 13, 15 c 40, ra Direita n.
13, ruada l'raia n. 30, ruado Livramen-
to n. 30 e na ra do Crespo n. 5.
s premios sao pagos logo que saia a
lista geral.
Billiete inteiro 3,s80u 5:0008000
Meio bilhete 2,s!)00 2:500fj000
Tercos 2$000 I 66rj|666
QuartOS IjjSOO I:"230s000
Quintos IsSOO 1:000.9000
Oitavos 7(0 625|000
Decimos OVO 500^000
Vigsimos 320 250;>'000
O referido cautelista declara que s pa-
ga nos bill.etes inteiros veedidos em ori-
ginaes, os 8 por cento do imposto da lei,
nos premios grandes, devendo o possui-
tlor receber rloSr. thesoureiro o seu com-
petente preuiio.quecom os referidos 8 aor
cento, recebidos do dito cautelista,prefaz
a sorle por inteiro tem disconto algum.
Furto de 5 cavallos.
Na noitedcl'i para amanhecer do dia
13, furtaram do sitio do Tasso, na cruz de
Alinas, da ponte de L'clioa, tres cavallos,
um caslanho com quatro pes calcados,
com duas esponjas em cima dasmftos, sen-
do a da mao direita mais pequea ; ou-
tro russo cardao, com as oreihas milito
acabaadas, lem marcas de puchar carro
nospeitosesignal de ter tido urna eslb-
latlura no meio do espinhaco; e outro
melado, com dinas e rabo branco, com a
marcatde logo na pa' direita: ro-
ga-se as autoridades policiaes < mais jks-
soas (ue os viretu, os queiram apprehen-
der, pie o abaixo assignado grati lic.-ra'
com generosidade.J. J. Tasso Jnior.
IttfMtl ^i
19000 S
' 1
L'm estrangeiro necessita alugarum
sitio em um dos alrabaldes desta cidade :
3uein tiver dinja-se a ra da Cadeia da
o Kecife n. 21.
Precisa-se de um enfermeiro : na ra do No-
gueira o. 39.
Continua elar puralugar o aima/em n. 32. da
ra da l'raia, perlenceule ao patrimonio da ordem
lerceira de San I'raucisco : os pretndanle* queiram
i'iilendei-e ruin u irm ni ministro, Joso Marcelino
de liosa, ou com o abaivu asisnado. Consistorio
da veneravel ordem terceira I i de Janeiro de Ist.
Galdinojoo Jacinllio da Cunha, secretario.
I"ma casa eslrangeira necessita de 2 pessoas
par o servico interno, uma que eozinhe e engom-
me, e ouir.i para costura : ua roa Nova n. 17.
Um bracelete.
Perdcu-se.nu dia l.t do corren|e, da ra c palco
d Santa Cruz, ra do Araban, praca da Boa-\ isla,
al u lim da na do alerro, um bracelete de menina,
sendo cinco cotilas de cornelina encasilladas em ou-
ru e cinco contas de ouro pequeas : quem o achuu
e quizer restituir a seu dono, leve a ra do Collegio
n. 7, segundo andar, que se pagar o achado.
folliinlias
PARA 1856.
Estilo a' venda as bem conhecidas fo-
llunhas impressas nesta typographia, a
de algibeia a 320 e asdeportu a 160; a
de ulgibeira alem do Calendario ecclesi-
astico e civil, contem um resumo dos im-
postos miinicipaes, provinciaes e geraes
une aectamtodas asclasses da socieda-
de,extracto dosregulamcntos parochiaes,
docemiterio, enterrse sello, trataraen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regias para fa-
zermanteiga e queijosde dill'erentes qua-
lidades,ditas ecclesiaslicas ou de padre,
correlas, e conforme as rubricas e uso
deste bispado, inclusive a resa deS. Tito,
eleitas pelo padre Machado, o mais an-
tigo Iblliiniteiro desta provincia, (sein pri-
vilegio visto como a constituirlo e leisdo
Brasil o prohbem) ai-OOrs. cada uma;
ditas de Almanak, a 3tt rs. : vendem-se
nicamente na livraria n. ti e8, daprart
da Independencia.
FAZE.\DAS DE BIIH 4-0ST0.
Vendem-se reos diales de lequim bordados a ina-
lll, brincos e de cores, ruineira* de relruz borda-
das com prclo, enramado e diversas cure, chales de
merino bordado, ditos de chai) cura p^lmi da mes-
ma Cor, aimirello. branco, e de varias cores, ditos
de merino lisos com franjas de retrox a (i?, ditos
com Ir.-iij.i. de lia a 400, murcolina de core para
vestido pul jes inicuamente novo pelo haralissinio
preco de 400 rs. o e.vado, chitas Iraneesai largas e
linas de muito Im tus padroes, eassas de cor de mui
ln lino, goslo, Corte de cas de cor com seis varas a
IflM) u coMe, lencos de cambraia da lindo com bar-
ra de cor a .'itii) r. cada um, casaos francesas de cor
a IU0 rs. i vara.
CH4L1 PARA VESTIDOS.
\ enue-se chalv de seda de quadroa largus com
militas diversidades do cures e de nimio lindos pa-
dres. na muito ronliecida loja du sobrado smarello
nos qualro cantos da ra do tjuennadu n. 2'.) de Jo-
s Mureira Lupes.
Vende-se orna casa na ra da Casa lorie, cm
bom lugar para se fazer qualquer negucio, leudo a
frente e oilio levantado em pilares de lijlo c cal,
tem-Jsalase qumlos, quintal, e cacimba de boa
agua, por preco comniuio ; quem a preleuder, di-
rija-se a ra Imperial n. 7'J.
Vende se iima casa de pedra e cal: quem pre-
leuder. dirijale iu paleo da Sania Cruz n. 2.
Vende-se uma escrava unido mura, sem delei-
to algum. por :l.V)E : na ra da Senzala Velha n. 70,
seguudo andar.
Vendem-se ."> escrava, sendo I linda inulali-
nli.i de idade 18 auno*, recolliida, entonuna bem.
cuse clnlo, cozinha ; :l neuriuhas de ida le 14 a II!
sanos, com principio de vanas habilidades, e 1 p-
timo miilatiulio de idade 19 unos, proprio para pa-
sera : ua ra Direita n. 3.
Tinta preparada em oleo.
N rna .) Trapiche Novo n. 18, era casa de E. H.
Wyall, vende se escrllenle Unid branca, preparada
em oleo. em laia, ,ie ^ |jurilj.
Eixos e arreios para
carros.
\ endem-se superiores eio c arreios para carros :
ii i ra do l'iapiche Novo n. 18, casa de E. 11.
Wyall.
Candelabros e lustros.
Aeha-ea venda cm casa de E. II. Wyall, na roa
do Trapiche Novo n. 18, um completo sorlimeulo de
candelabros e lusim bromeados de 3 a 8 luzes.
Vinho Xere/ e Porto.
\ ende-se vinho \crez e Porto em liarris de quar-
lo : em rasa de E. II Wyall, ra du Trapiche No-
vo n. 18.
na roa da Guia n. 61, segnndo andar, ven-
dem-se l.tMl'J saccas de milho de alqueire, 3.1 pipas
cun azeite de carrapalo, .10 ditas rebatidas para
i'^u.frtenle, e 30 lonelclM para cubos de a'ambiquc:
a contratar com Juaquim Goocalves Albuquerque
Silva.
\etnlem-se no trapiche Pfloorinho saccas de
farinha de alqueire, medida velha, a 9000.
Vende-se orna Inluicade chapeos, sita na ra
d Cadeia do Uccife n. 17 : a tratar na mesma.
Vemlcm-se na ra da Aauas-Verdes n. 86,
sesuudn andar, quadriuhas das rriuulinlias, 1.a, 2.'
b 3 a edic.lo, quadriuhas das miilalinlia, quadri-
uhas das delicadas niureninhar, quadiiuhas da mu-
rriiinlia, quadriuhas da mnrle : quera quizer cum-
piar ha de ser com brevidade, pois jii se echan no
lim.
ClIEoL'E.M A PECH1NCHA.
\ endem-se cortes de cambraia cun 2 : 3 habados,
e com um pequeo loque de SVaria a -J5 o curte, nilo
ha nada mais barato e eslao se acabando : ua ra do
l.ivrameutu, loja n. 2.
Relogfios.
Vendem-se relogios de ouro palele nglez : no
tscriplnrio do agente Oliveira, ra da Cadeia do Uc-
cife u. 62. primeiro andar.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Avisa-se aos senhores de engenho que
para facilitar o uso do arcano do^Dr.
Stolle para purilicaco de assucar ven-
de-se o mesmo- ao preco de 3,s'0IH) cada
lata de 10 libras: vende-se em casa de
W. O. Biebep&G., ra da Cruz. n. i.
ROVO feTABELECniEMO \A
RA DIREITA N. 73.
Abrio-se um deposito de padaria no qual se ven-
de toda a qualidade de massas linas fabricadas pelos
ni- Hiiii ,- autores uaciunaese eslrauseirus, as quaes
esto [Mientes avista das pessoa que se diuarem
honrar o estabelecimeulo com a sua pre'enca, pois
nelle enconlrarto a muilo acreditada bolacha lina
denominadaVilla-verde, que se torna reconinien-
davcl naos porque he fabricada com a melhores
l.iriiihas qoe veemao mercado, como pelu delicioso
sabor; assiin como bolliuhos Alliadn, Sebaslupol,
Melindres, Uaraburcuezes,lucieses, Franceses,etc.,
biscuulinhos muito linos, fallas da rainba, luJu pro-
prin para se saborear cora o delicioso cha que lam-
ben! enconlrarSo no mesmo estalielecimeuto, lam-
bem lem cUocolale francez de diversos modelos,
muilo fino, patsas muilo novas, finos de commudre
e outrsiuuiloe objeclos que se nao mencionara pa-
ra au turnar o aunuuciu enradunlio, m*is que tudu
se vende mais barato do que em oulra qualquer
parte, lambem lem ura reslante de tumo di Babia
que vende pelo borali-sime preco de fcjUUOa arroba
de miulo, segunda 750lKt, capa 109*100.
.LITSTUOLiS P\R.\ BORDAR-
\endem-se Lnlijolasdourada-e praliadas propiias
p.-.ra bordar vestuarios para o baile masque : na ra
do Oueimarlu n. 10
Vcndcm-se muito ricas toncas de lia
para meninos, pelo diminuto preco de
l.S'll'IO rs. cada uma, assiin comoalfjodo-
zinho monstro de 1) palmos de largu-
ra a (i it) rs. a vara : na loja de Joito Mo-
reira Lopes, ra do Crespo n. 9.
Vende-se panno de algodSo da fa-
brica de todos os Santos da Bahia, muito
encorpado, de primeira qualidade e mais
largo <|ue o conur.iim, muilo proprio
para saceos de assucar e roupa de pe-
los: em casa de Lima Jnior A C, ou na
ra de Apollo, armazem n. 12; assim
como lio proprio para pavios devellas.
Vende-se um sitio no Monleiro, que vai para
o Arraial, com nimias fructeira, muilo boas jacas,
boas mansas, bous oiti-cors, muila Ierra para plan-
lacjio, lina ra-a : qusin o preleuder, diriji-se em
l-'ra de Portas, ruado Pilar n. U3.
Vende-se uma escrava por pre^o comraodo:
na rus da Madre de Dos u. 7, loja.
Vende-se uma Selecta franceza de Burcain.
Telemaco. Ilesout, Enelldes, corapendiu de rhelo-
rica.....i diccionario latino, Horacio, Virgilio, ludo
em bom estado : ua ra estreila do Kosariu n. 39 A.
No eset iptorio de Brender a Blan-
ds \C, na ruado l'rapiclien. lli, ven-
de-se :
Lona .superior, ti imitaeo da da Rus-
S:'-.
Sal.tre retinado de Londres.
Papel para escrever ue todas as cjuali-
dtidcs.
Pa|iel de cores para cliapeleiros.
Alvaiadede /.ineo muilo lino,
l'rej'ns de rame.
Tapetes linos.
fio americanosupe ior.
ECONOMA.
VeoJem-se cusas com alolria com > libras
pronria para si'ip.i. por dimiimlo preco : i-u cr^ da
alfandeea II. 7, armuiem de Jase Joaquim Pereira
de Mello.
Sedas pretas lavradas.
Os tn.is ricos lorie de seda prela Larga, lavrada,
que lia mi mercado; vendem-se na loja de i portas
da ra du Qoeimado n. 10.
TARA HASIARADOS.
Cabelleiras e barbas: vendem-se na
ra estreita do Kosario, loja de barbeiro
n. 2, quasi delronte a igreja.
Vende-se na praca Ha Boa-Vista n. 10, un mu-
lato de bonita fiaur.i e sem deleito, de 18 aunos de
idade, proprio para bolinro, criado ou copeiru.
Madapolao lino
a 5,000 rs. a pe^a.
Na ra do (Joeimado, loja n. 17, vende-se mada-
polAo lino com loque deavaria de asua doce a ::-ihiii
cada peca..
Vende-se um predi de narao Cosa, de bomla
figura, e bom aullador : na ra Direita o. fiti.
Vende-se uma prela de idade 40 aunos, boa
lava.lcira, cuzinheira e quitandeira : na ra Direita
ii. til i.
Vende-se uma muala de bonita finura,
entotuma e coiiolu : na ra Direita n. lili.
lava,
Cera de carnauba.
Vende-secera de raru.uiba de ba qualidade, por
menos preco rio que em uulra parle : na rita da Ca-
deia du Kecife, luja n. .10, defiunle da ra da Madre
de Dos.
Cal de Lisboa barata.
Para techar cuntas vendem-se li.m i. eum cal de
Lisboa, pelo diminolo tueco de 3 ha uma poro.o da dila cal sola, uplima para caiar
pelu >eu brllianliimo e duiac.lo, e enche-so urna
barrica qoe leona sido de bacalhso por :lj: na ra
da Cadeia do llecife n. 0.
Na ra do Crespo n. 12, loja de
Campos & Lima, vendem-se cobertores
de lita peiptejiose grandes.
Relogios
zes ele pa-
1'ratos oeos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
ca do Corpo Santo, arma-
sen! n. 48, d iiostron R
oker #C.
Cousas finase de
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leques cum pluma, bnlula.e
espelhu a 2-: luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode baver a 19800 o par, ditas de seda ama-
rellase brancas para humera c senhora a 1?20, di-
las de lurcal prelas e cum burdadus de cores a 800
rs. e 15200, ditas de lio de Escocia brancas e de lo-
dasas cores para hornera e senhora a ."ilJO rs., ditas
para meninos e oten.....s muilo boa Tazenda a I-JO,
lencinhos de relruz de todas as cures a 1>, luucas de
i l.l.i para senliura a (iO. peines de tartaruga para
atar cabello,fazenda muito superior a .1?, ditos de
alisar lambem de larlarusa a :ia, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar rabello imitando muilo aos de
tartaruga a t.-xMO, ditos de alisar de blalo, fasen-
da muilo superior a 320 e .VIO rs.. linda lucias de
seda pinta las para enancas de I a :l aunos a l|BM
o par, ditas de fin de Escucia tambem de bonitas
cores para enancas de 1 a 10minos a 3Mo par. es-
petos para parede com encllenles vidros a 500,
70.1. \fe l-yitlO. louc.idorescum pesa la-100, filas
de velludo de lodas as cores a i e 2i0 vara, es-
eovaa lina para denles a 100 rs., e finissimas a 500
rs., ditas tiuissima com cabo de m.irtiin a 1;, tran-
ca de seda de lodas as cores e larsoras a :|20, 400 e
.100 rs. a vara, sapalinhos de laa para mancas de
bonitos padres a 240 e 320, aderemos pretos para
lulo com brincos e alneles a lo, loucas prelas de
seda para rrianras a la, Iravessas das que se usam
para seirararcabello a I.-, pislolinhas de metal para
enancas a 200 ra., galbeleiras para azeil. e vinagre
a 23200, bandejas muilo finas e de todos os tama-
itos de Id. 23, 33 e 4a, meias brancas finas para
senhora a -240 e 320 o par, dilas pretas muito boas
a 500 rs., ricas caias para rap com riqnissimas es-
tampas a :t> e 29500, meias de seda de cores para
humem a 640, rharuleiras muilo finas a 28. easloe*
liara bengalas a 40 r., pastas para auardar papis
aHOO rs.. ocales de armado dea{o praleados e dou-
radosa bil, le I,v200, lunetas com aro de bfalo
e larlarusa a 5U0 rs. e 15, superiores e ricas blica-
linhas a 2?, e a 500 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra ravallo pequeos e Brandes, fazenda mullo supe-
rior a 640. 800,13. 13200. IS-100 e 23, atacadores de
cornalina para casaca a 320, penles muito finos para
suissa a 500, esrovas finas para cabello a B40, dilas
para casaca a 640, capachos piulados para sala a
f>40, meias brancas c ernas para horaem, fazenda
superior a 160, 200 e 210 o par, camisas de meia
muilo finas alje 13200, luvas brancas encorpadas
proprias para monlaria a 240 o par, meias de cores
para senhora muilo furles 220 o par, ricas aboioa-
duras de raadreperola edeoulras militas qualidades
e soslo para rlleles e palitos a 500 rs., fivelas lloa-
radas para calcas a clleles a 120, ticas fitas finas
(aviadas e deludas as largura, birus nissimos de
hnnilns padrees e lodas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores pra cama de nnivas, lesuiiri-
nhas para costura o mais fino que se pude encontrar.
Almde tudu isto uulras mullUsimas cousas milito
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os fresuezes ja sa-
hem : na ra do (lueimado. nos qualro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
o. 33.
Na val has a contento.
Na ruada Cadeia do Recito o. 48, pr
leadiasdeism
cria de do* I
inora criar : na
dar, escriptorio de Auauslo C. de Abre*, eaaso-
nuam-se a vender a 81000 e par 'prera lia, a. ti
bem conhecidas e afamadas aavalhas de atjrtM
pelo hbil fabricante que foi premiada no *\
de Londres, as quaes alem de durare eitraa
mente, nao se seulem ae reato na accao d earlar ;
vendem-se cora a condi(So de, atae aaradaudn, po-
derem us compradores develve-lat ale 15 dias disil
pa compra reslitoindo-ee o imperta.
-- \ ende-se uma er.oul. caso aoM cria de **%
ine/esde idade cum atollo bom leile para criar
ra das l.ruzes n. 2
\ eude- um rice palito torrlo de -.da, proprio para o praiiaus aaaocara-
das : na Ma do "ueimae li. ;PJ.
l. KA.N DE SORtriMENTO.
Palitos de alpaka prel */.' .laMai
Hilos de lirin- de core a .... 395ufl
llilus de pannu prelo a 16*000
Vende-se na ra do Ijueiruade a. 38, eso froale de
becco Jo l,oiurci:aco.
KL A I ii i QLEIM4DU K. 38.
Ricas dulas fraocezas de baaiilat core* peto barate
preco de 320 rs. o corado, dio ae as aaaotlras 4ei-
xando o peulior.
Vende-se un cavado roo, traite asete ; pa-
ra ver na cocheira do Sr. Podre AUao, ae p de ar-
senal de uiariiiha, onde ae dii caos atoaos te leve
tratar.
I.lljl 1IIA(,\II'.
O arreualanle da loja do oaiodezae da roa toa
Quarleis n 21, quereudo acabar aa miodexas ano
Illg
tente,
ns inelbores fabricados era Inglaterra : era casa de
Uenry ibaoo, ra da Cadeia du Kecife u. 52.
O 59 A
Confronte ao Rosario de
Santo Antonio,
abra de liquidar seta persa
iWM
:i3< M
7*100
:tOUi
IIM
24
2M
JtWO
tsWt
29.100
11
Meias pretas pa-
ra padres.
cvislem. vende barato
de lempo.
franja cora bololas para coiliiiadot. peca
l'apel paulado, resina, (de peto,
Hilo de peso, resma
l.aa de cures para bordar, libra
l'enles de huidlo para alisar, dalia
Fivelas douradas para calca, oaaa
Groza de brelas muilo linas
Lencos de seda finos, ricos padrees
Caiva de linhas de marca
Meias para senhora per
Penles de tartaruga para seaorar cabello
iiruzas de canelas finas para asooaoa
Hilas de boles finos para casaca
Meias prelo, para senlioia, duna
Uitas ditas pera horoeni
Lacre encarnado muilo fino, liara
Papel de cores, nui.o de 20 quaderaos
llu/ia de colitles
Espedios de lodos o. uuaaeros, dazia
Lu lias de no vello, t rande par bmmt
Hirat tilas escoeexat e de tarja, lanadas.
larga.
Metas cruas sem costura para hato aso
Uitas de seda o. 2, peca
Trancas de seda branca, vara
Caixas de raz, dozia
l'ecas de filas de cs
l.opis linos, troza
l.mil.io para vestido, libra
Toacas de bloode pata menino
Chiquitos de merino bordados para (nenio*
e oulros mullos arligos qoe se asroaai reces
vei por suas boas qualidades, e eje* nao te davtoer
dar om pouquiuho mass barate a atjoetl* tea bar le-
gisla, que queira a dinheiru comprar tois barato
do que se compra em primeira mSv.
Vende-se uma catiua ds s*W%eJtH> IqoUs,
cun bous incolamenlos, lando todo nove, peus )
lem ura mez, e bem se pela cor das aaaaaara* '
inulto bem encav libada e separa : ot prelendesites
dinjam-e a ra Imperial para ver e tratar com
Victorino 1 raucisco dos Sanios, cata de freole axol,
envidracada a moderna.
aw
1
a4sM
taOtN
i ooo
t
AVISO
A* senhoras de bom goslu arharao em casa de J
falque, roa do Collegio n. 4, os mais neos chapee.
de seda e de furnia as mais ele sanies e owit m. Jers
nas que ha era Peroaraburo, lano brancas coate Ce-
de caima, azues e cor de losa, ditos de palaa o sedr
3e^dezrdaZFama 7. X "' ^^ '* ^S"Er^^ "S 2
pellica Jouvin brauca., cor de caana e preta, lame
para senhoras como para heaaeoe. No aneaos* eete-
belecimeulo ha om grande terlitoeal* de eslraet**e
pertiimanasdat mal acrediladaa fabnras de Pan,
como teja : Lubin, l'iver. Ilcmatsou outro, tjlaast-
fadiiibas de selim de varias cates com di aerales
rheiros, proprias para ler onde te gaartle a retjpe.
Todos os objeclos cima declarados >e vendeso par
i rero jnais comraodo que em oulra qualquer parle.
Tendem-se relogios de ouro patente-.
meio clirunometro e de muito boa riuali-
i fiude, o que se aflianija e por commodu
*, pret^o : na ra da Cn n. 6, piJjn:iro
; .i ntlti r.
Moinhos de vento
om bmiilia-de repiivu para re^ar borlas e'haua,
decapim, nafundicaode D. W. Bowman : naraa
do Brum us. 6, 8e 10.
Camisas de meia
de pura laa.
\ cuilera-se superiores camisasde meia de lia,
lo barato preco de .1- : na rna do QoeiOMdo,
de miudezas da Hua lama n. 33.
fJof.m' ZSSE V^JlS T C0Dsfan,emen- Cortes de cassa para quem quer dar fes-
tem um cnuiplelo sorlnneiito do sesuinlc : pal ,- -
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se curies de cassa chita de bom eoslo a
litos de padres franecze a*400, castas rvsaa
mais de 20 qualidades de boliuhos fraucezes, lab
de dilos de Lisboa, latos de bolachinhas de Lisbc
dita de biscoilo ingleses, dilas de marmelada, >
las de uela, doces em calda e en. conserva do 'r
las de Europa. iiraendoas de dillerenl. goslos'coD-
feiUdas, confeilos diversos de Lisboa, dilos dilos de
ilamburgo, dilos dilos franceze, paslilhns de orlel-
hla-pimenta e ridos, licores fraucezes, evirado de
absinlho verdodeiro, \aropes diversos finos e inferio-
res, vinho Uordeaux, dito de caj', caiiiubas cora
enfeites as mal dilicadas que (ein viudo a esU pra-
^a para confeilos e pora suord.ir aquillo com que a
bellas se adornam ; ha mais us rbucolales seauiules
viudos de encoinmeuda : superfino,ditu dito de bau-
iiilha, dilo de saude, dilo humtupathicu, dito em cha-
rutos, biscoilosda Ierra dures e aguados, falias, bis-
coilinho, araruta, soda, retalia ; ludo se vende em
porcio ea relallio, por comraodo pre^o.
Taixas
Na fundirno'
Bowmann, na
do o cbafariz
para engenhos.
de ferro de 0. W.
ra do Brum, passan-
, continua baver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acliam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Relogios de ouro
inglezes de pa-
tente, de jabo-
nete edevi dro,
clie-ailos pelo ultimo paquete, vendem-sepor preco
razoavel ; era casa de Augusta C. de Abreu,- na ra
da Cadeia do Kecife n. 48, priineiro andar.
Taboado de pinbo da Suecia, alcalrao e |e.
Mr. i', iluiuiit ,\ Companllia, leudo recebido um
carresamento deste gneros pelo brigue sueco I).
Thereza, de (otlienihourz, venderao os mesmos a
relalhu por precos baralos: o taimado arha-se reco-
Ihido no armazem dos Srs. Carvalho ,\ 11 mao, ra
du Itruin.
zMgodao monstro
Vende-seo verdadeiro
paluius de largura, pelo baraiissimo preco
rs. a vara : na ra do Crespo u. B.
ROL'O FRANCEZ.
lie novamemte cheijada esta aprecia-
re! pitada no ultimo navio trance/., e esta'
a venda por barato preeo: na rtia da
Cruzn. 20, priineiro andar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos, liance/.as, muito proprias para caca
ltimamente ebegadas de Franca, e por
barato pieco : na ra da Cruz, n, 20, pri-
meiro andar.
Vendem-se Irascos com roldas de
vidro, proprios para conserva luda a
a 900 rs. a vara
algodde monsliu.
com '.I
de :iuo
ra aleviar luto, ditas prela de.padres miudos a
^-3 o corle, alpaca dtseda dequadro de lodas as co-
res a 720 o cuvado, lencos de bico lano piulados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra humem nljc 11600 ; tudas estas fazendas veu
.dera-se na ra do Crespo o. .
LEONOR D'AMBOISE..
Vende-se o excellente romance liistbri-
co Leonor d'Atnboisc, duquesa de Breta-
nha, 2 volumespor l.sUOO rs., na livraria
n. 0 e 8 da piarada Independencia.
Vende-se cal cm pedra chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da ra
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto &
Companllia.
POTASSA E CAL YIRGEH
No antigo e ja'bem condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, da para vender muilo superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, tildn
precos muito favoraveis, com os quaes l-
carao os compradores satisleitos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medirla
velha por 3$000 reis : nos armazem ns.
r>, 5 e7
Atteneao.
da ra da Cruz n. 17,
a venda um grande e
Na conleitaria
aeda-se sempre
completo sortimento de dotes sec-os ede
caldas, c de Inicias de todas as qualida-
des, tudo superior, para embarque para
denti o ou lora do imperio, por mais ba-
rato jileco que em outra qualquer parte
se pode vender.
MODA.
Chally do melhor gosto pottivol, chenada .-illiata-
uicnle de franca, p.ra vestid* a* tiaotra o oteai-
nas, pelo preco de lacada eovado: ae* qaalro can-
tos, roa do Qoeimado, loja do tebrado aasorcilv
n. 29.
Veude-se eicelleole Uaeasdo de piooo. rocto-
icmenle cl.esadn da Amottca : na ro do Apello
trapiche do Ferreira. a eaaaoder-te com a adaai
nistrador do mesmo.
l?$crat>ob iit#iDt.
Fusio na iioile de 15 do corrale, do .
Serrara de Jaboalo, o escravo Benedicto, tato ea
tigoaeaseaoiolei: nezro, de > auno, cor ful*, per-
ua aiqueadas, olbos crandes e avermrlliados, dca-
le* largos aa freule e falla muilo atenea o kaua.
Torna-se muilo nolavel por orna cicalna qoe aioda
conserva de um cancro que leve em um 4et bet*-
liro- : quem o apprehender, I exaud *o eoajeoaw
acuna meuciunado, ou enlreiiamto-e n* Renfe ae
Sr. Joaquim Candido Ferreira, sera oaml. I
a. ara-
, e noarmzeindelrOnte da porta da 'l'eado. O escravo oi comprad* a* Sr. t la ti lia
i i Jos da Silva com tota tic lerra-i
altandcga, ou a tratar no escriptorio de'
itii.ilul.idi' de
ipe,
por bfrassimo
ii. 20, primeira
preco : na na da Cruz
andar.
Vende-se muilo superior cham-
pagneemcai\as, o iiieldor que tem ap-
parecido no mercado e por conf modo pre-
co, licor de Kirsch tambem cm caixat e
muilo em eontu : na ra da Cruz n. 20,
primeiro andar.
lijlos de marmorei
Acaba dt checar um r.ovu surlimenl de lijles de
inarmore, e vende-se ro armazem de fasto binaos,
no becco do ticB(c!"er.
Qartas franee-
/as.
Vendem-se superiores cartas francezas para vol-
larcle a ."um rs. o baralho : na ra du Queimado,
loja de miudezas da Boa Fama o. 33.
Novaes A Companllia na ruado Trapiche
n. 3i, primeiro andar.
A38500
Vende-se cal de Lisboa ltimamente chocada, as-
sim como potassa da Itussia verdadsira : ua praca do
Corpo Sanio n. 11.
Vende-se aro em cimbeles de um quinlal, por
preco inulto commodo : no armazem de Me. Cal-
raout 4 Companllia, praca do Corpo Sauto n. 11.
VIMIO XEIIEZ.
Vende se superior vinho de Xerez em barrisdo
||i. em casa Je E. i.'. Wyatt: ra do Traiche
n. 1t.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor, Ra d a
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a da-
ver um completo sortimento de |moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, c taixas de ierro batido
e coado, de todos os taruauhos, para
dito.
COGNACVERUAuEIKO.
Vende-se o verdadeiro cognac, lauto em garrafa
como em garratoee : u ra da Cruz n. 10.
Pipas vasias.
Vende-se porcilu de pinas vastas proprias para en-
cher de a&uardenle, a preco de 17> cada una : a
Iralar no escriploriu de Manoel Alves Guerra, na
ra do Trapiche u. I i.
LABVRINTHOS.
Na ra da Cruz n. 31. priineiro andar, continua
a baver sorlimeulo de boas ubras de labvrinlho a'
venda.
Vende-se um rahriolcl cm hura uso ; a trata
ns ra do Collegio u. 2i, primeiro audar.
Vendem-se em casa de S. P. Joli.is
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Uelogios patente ingle/..
Chicotes de carro e de montara.
Candieiiose castiqaes bronceados.
Lon asinglezas.
Fio de sapaleiro.
Vaquetas de lustre para carro.
jaBarris degraxa n. 97.
Vinho Cherry em barrio.
Camas de ferro.
toja de ftrrageiis oa roa X.va,
provavelmeule procurar algum anlige parceiru.
Aosentou se da casa de tea tender, oa cidade
de Sobral, provincia do Cear. um escravo do ntrai
Francisco, nac.io Angola, cota o sisnaes nrgaioln :
negro, alio, secco. rosto compride, punca astrlja, aee
grandes e seceos, com Cali, d tales o oto lalha 4o
facca n'uina da maos : costaroa iizer qoe lie Iih r ..
e Samanaole, nao larga om cachimbo o* traarl*
e gosla de bebre ; e segundo noticias de retente da-
la consta que se dirige a esta provincia, duendo qoe
iraz carta de seo senhor : roie-ee nortanto" a toos
as autoridades policiaes e eapilae* de canap a ap-
prehensao deste escravo, e a sna eolreaa i.eqaella
cidade a seu senhor liento Jos de Meara, eo oela
praca, na rna da Cudria do Kecif, j,., >n .Sr, J.,
Jo-e de Carvalho Moraes. qae ueai..Matalo ao re-
compnsala.
Uesanpareceu leica-feira, 13 de corralo, sat
horas da imite, da rna do Sebe n. 32, oau tnoletroa
de nome Jote, com os sigue* egeiolee : id.de 1'
anuos, rosto oval, cor quj.i prela, andar baazeir.T
pe alguma cuusa apallielados, e parece qoe rota
falta deunhas provenieut* de bonete Mchetqee le-
ve em pequeo, lem nmat Itera* teccas na cabera -
levou chapeo de palha, camisa. topp6e-e qoe de
nudapolao. velha, calca de algodao/inho atol -
porlanlu ru-i-e,i qualquer pessoa a l| pnaoiii oj
dilo ercravu. e leva-lo a rata cima radicada, qoe
sera senerosamenle reeompensailo. Ha pruhaluli-
ilade d. que tetilla ido sedoiid ou .slaj* eceollo
c.-o isto se venlique, o abano asignado protesta'
proceder com loco o rigor dt le contra quem quer
que for, que Ua vilmente houver pralirado.
Joaquim oniesda Cooao Perotra Delira...
Anda togado desde 1 "i de dezembro fiad* atn
iiiul.itii.iiu rlaru, de nome Komao, de idade 14 ao-
nos. levando calca de risradraho, camisa dealfodae.
/inhu e chapeo de palha | usado, lem (alta de ata
denle na frente ; lem tido vislo pelo fondas *Ja*
sitios do Hospicio, Sanio Amaro, e mesmos* lavaa-
rompan hit de alguem a titulo de forro : qoetn ao-
prehemler, leve-u a roa Velha. cata a. 94. ^^
No uoile de .'> para -j'.i do mea patstSa ocie
da campia di Casa lorie, da casa de aaaiso astii-
i a.lo. u negro Josc. riioulo, idade de 30aooea i
io mais uu menos, estatura baia, secco do rorro e
bem espisado, cor prela, falla de dente oa freole
do lado superior, falla un pouco drsrancade, levou
camisa de n.ad \ ul.iu, calja j/ul. [oj cU(i.,,d
umil ninladu de veide do comprimeolode a i,
palmo, i JC mais uu menos, rom fecliadora nova,
lera o vino de i ai-lumbar, eosluma Iraier ralo, e
nelle a chave do bahu' ; foi encontrad* oa ttttOaoa
imite.icima era |ocurado Henfr, v inppi*-se Irr
fagide para e serlAo de l'ajeu', p,,r assim ler feilo
por Irr vejes que lem lomado esle destino, oa para
buido de algum navio por ser einharradico, irtn one-
ci d serrador: qoem o pecar leve o a roa doOuci-
inado, loja de miudezas n. 33.
FranciKo Jos Alves Colmarles.

l'EKN. : TVf. UK M. K. IK FARU.- M