Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08815

Full Text

i .
.
I

J
*
%
%
i
ATO \V\II. N. 14.
Por "> nie/.es ailiaiitados i.sOOO.
Por "> meses vencidos l.SJU.
URTA FEIHA 17 DE .MEIRO DE 185*.
Por auno adiantado lgQOQ.
Porte franco para o tubacrptor.
DIARIO
EXCAIiIlFa-.AliOS DA SI ItSCIUI'r.AO- \ NORTE.
r.iri'nib.i. o Sr. Gervazo V. da Nalividade ; Nalal, o Sr. Joa-
qun! I. Pereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de I......... Braga ;
Cear, oSr. J. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquini Mar-
ques Rodrigues : Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A> Pessoa
Ceareiise; Har, o Sr. Justiano J. Hamos; Amazonia, o Sr. Jero-
Djmo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda ludos os dins.
Caruaru Bonito e Garanhuns : nos das 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista. Eiu' e Ouricury : a 13 e 38,
(joiaiinae Paraliiba : segundas e seilas-feiras.
Victoria e Nalal : as quinias-firas.
AUDIENCIAS DOS THIBLXAES 1>.\ CAPITAL.
Tribunal do coinmercio : qu.trlase sabludos.
Rehralo tercas-feirns e sabbados,
I .i/' inl.i : quartas e sabbados as 10 boras.
Juno do commercio : segundas as 10 horas e quintas ae meio-dia
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Pritneira vara do ci>el : segundase senas ao meio-dia.
Segunda vara da civel ; quartas e sabbados ao meio-dia.
EPIIEMERIDES lio MI /. Di: JANEIRO.
7 La nota as S huras, is minutos S9 segundos !' larde.
U (J .jarlo crescenle a 1 hori.'if minutos v 18 segundos da tarde.
''i i.u.i i iiri.i ,1 1 hora, 10 minuto c 48 segundos dn maiihaa.
30 Ouirlu mingudte as 5 huras, lo minutte -s -._-!,i.:- <1,> m.
1'RfcAMAH OLllOJh.
I'rimeir 0 e 30 minutos datarde.
Segunda Oe 51 minutos da ruanli a.
DAS da semana.
11 Segunda* S. Flix ni. ; S. Maermn v. : S. Malaquias profeta.
13 Ter^a. S. Amaro ab. ; Ss. A bueno r .Mujueas prole Us.
li Quartas Ss. Iterardo, Acurcio, 0 ilion, l'edro e Adjinto inm.
17 Quinta. S. Ant.io ab. ; Ss. hleusippo, .Meleusipo e Len I la. m.
18 Sexta. A cadrira de S. Pedro ap. cm Huma. S. I'nsra \. ni.
i'.t Sabbado- S. Canuto rei m.; Ss, Audilai
20 Domingo da Septuagsima. S. FaU&o p
Abaiiic irs. uini.
i. S. Scbatiao di.
KM iltlll (.AIX.N |!\ M :.St.i.!. AO NO M L-
Alagos, o Sr. (.laudino Falco Das: 11 lu. >r. |i. Uu.rM
Rio de Janeiro, uSr. Jooo Fereua Martina.
Eli r:.i;\\Hiti O proprielarin do MARIO Manuel Fipticiroa de Fasta, na >u
Htrana Futa da liidcpindcneia 11* 6 e 8.
Em consequencia dos din festivos receber-se-ha
a subscripto do quarlcl actual dcslc Diario 5
rs. ate o da 20 do trrenle, e depois delle a ty500.
Os Srs. assignantes a quem o recebedur nao en-
contrar cid suas residencia-, quetram manda-la
trazer a livraria ns. ti e S da praca da Indepen-
cia, para obviar conteslaces de nAo se ler pro-
curado.
YY
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 11 de Janeiro.
Ollicio Ao Exra. mareclial commaiulatile das
arma-, uleirando-o de haver remellido ao inspec-
lor da llietouraria de azenda o olliciu de S. Exc.
sob 11. jMi, alim de que de as necessarias providen-
cias no sentido de ser a tropa de pritueira linlia,
destacada no presidio de Fernando, paga regular-
nieiil de seus veucimeulos.
Oilo A mesmo, declaraodo haver anlurisado
o inspector da lliesouraria de blenda, a mandar a-
bonar ao leneute-corouel Manoel Kolembei- de
Alinela os vencimentos que por le Ihc coropeli-
rem, para seu transporte, lito ter de seguir para
a provincia do Paran, em cuinpriiueulo das urden
imperiaes.
Dito Ao inspector da Uleaoaiaria de Calenda,
cominuuicaudo que o mareclial coiiimaudaiile das
armas participara, que uo da 'J do correle fallece-
r o lente do ID. batalhao du abatana, Joa
(.arlos (saldiuo de Souza.
Dilo Ao m -iii, para mandar comprar, alim
de seren em 1,1 las ao jui< de direito de Caraaril,lrea
arteras liomeopalhicas das pequeas.
Dilo Ao mesmo. Ao juiz de direito iolerino
do l.nnoeiro, mande V. S. entregar urna da am-
bulancias, e cinco carleiras bomeopatbicas das pe-
queas, que elle requisita como membro da com-
missau nomeada pela cmara municipal do l.imoei-
ro, para occorrer a epidemia no caso de all appa-
reccr.
Dilo Ao chele de policia, iuleirando-o de ha-
ver Iransmilldo ihesoararia provincial para ser
luga, estando nos termos legaes, a coala que S. S.
reinetleu da despeza Teita com o suslenlo dos presos
pobres da cadeia de Sanio Anlao nos mezes de ou-
lubro a dezernbro do anuo proiimo passado.
Dilo Ao cnsul de S. M. l'idelis.ima.Acen-
sando recebida a repreieuta;ln que o Sr. Joaqun
It iplisla Moreira, cnsul de Portugal, me dirigi
i-iii 7 do correnle rclalivainenle soltura do subdi-
to portuguez Manoel Joaquim ile S uu'Anna. que se
achava preso por suspeita de ser desertor do 8. ba-
lalUt de iufantaria, tenho a dizer-lhe que, segun-
do me coustou de oflicio de hontem do raarechal
o 1111111 ii I,me das arma., foi esse individuo poslu
em liberdade no di.i 9 desle miz, por se ter v erili-
cado nao sor desertor do predito b .i.iilio.
Dito Ao presidente do con-elho administrati-
vo, lecoinineii I.MiJo que promova a compra ile nu-
_ deirjjufrtijB^a^ejK40uad_as- a;i- re;JC,AU iuc re'
melle, a. quaes sao necesarias ao arsenal de guer-
ra.Fizeram-se as necesaria*coinmunicares a res-
peilo.
Dilo Ao inspector do arsenal de inariuia, di-
zendo Ocar inleirado de haver Smc. contratado com
o mc-tre da bar cica Feliz da Mar a conduc^au dos
viluine- destinados as Alagoas, e envan lo para
ler a conveniente direccSo, o ollicio em qae solici-
ta do Enn. presidente daquclla provincia aeipedi-
dic.lo das necessarias orlen- para ser pago all o
frele.de semelhanle conducrao.Fez se o olli.-io de
que se Irala.
Dito .Vojuiz de direito de Caruar.Itecebi
11 seu ollicio de 7 do correle, e fien inleirado do
que nelle me diz. Esluno a boa noticia que da de
que a salubrida|e nes-ta villa coutna inalleravel,
faro volos para que assiin permauera. T.imbem
muilo eslimei o que diz-ine o Dr. Araujo Luna em
ollicio datado do AHiulio a ti do correnle : elle
as.un se expressa. A epidemia Bata povoa^jo lem
diminuido de inlensidjde, e o numero de doenles,
ejulgnque ira a menos ou a acabar.Salisfaro a
requisicac que faz Vine., enviamio-llie (res carlei-
ras homeopticas, visto ler-se colhido bom resulla-
do do seo emprego, conforme parlicipa-me.
Dito Aojuiz municipal da primeira vara, iu-
leirando-o de o haver designado para no dia -Z\ do
correle presidir a eilracco dos bilheles da secun-
da parle da primeira loteria, concedida ao collegio
dos orplnlos. Commanicou-se ao Ihesooreiro das
loteras.
Portarla Ao agente da conipaiihia das barcas
de vapor, para inindar dar passagem para a curie
por conla do goveruo, no vapor que se espera do
norle, a Jos Rodriuoes jue leve liana do servico do
eiercito.
Dita alineando, de coiiforinidade com a pro-
posla do teiKuile coronel commandaiile do balalhilo
11. :I7 de iufanlaria de goardas iiacionae* do uiuni-
cipin de Cimbrea, para ofBeiaes do referido balalhio
aos cidad.los abiiso ilcclarados :
ICsia Teuonleqoartel-iDNlre Francisco Manoel l.eile.
Alferes secrelaiioFraucisco Cordeiro de Carvalho.
Alfares porta-bandeira Ao.lr de Carvalho Caval-
cauti.
Cirurgiio lenleAndr de Barros Reg e Araojo.
t.a companhia.
CapilaoPeregrino Americo l.eile.
TenenleJoilo Alve* l.eile Jnior.
Alferes .\nleroClemculno|l.ci!e.
Francisco Xavier de Fraila*.
2." companhia.
OapilaoJoao Rodrigues de Freilas.
Tenenle Francisco Joaquim de llollanda Caval-
canli.
AlferesJo.i de Oliveira CorreU Jnior.
Manoel de BoHaada Cavalcanli.
3." companhia.
Capil.ioAnlonio de Barros llego e Araujo.
TenenleFrancisco Lopes Fraile.
Alferes Joao Flix de l.ima.
Francisco Manoel de Ponles.
M companhia.
Capilao A ti 1 lii!, Rodrigues de Freilas Jnior.
Tenenle Benjamn Severiauo de Freilas.
Alferes r.lirislovo de llollanda Cavalcanli.
o Jos Vicente Pires de Carvalho.
5.a companlua.
CapilfloAntonio Joaquim Torres (allindo.
Tenenle Castor da Silva Torres.
Alferes Anlonio Fernaudcs de Sampaio Jnior.
11 Joaquim Pedro de Almeida.
ti.' companhia
CapilaoFrancisco Bezerra Wandcrfey.
Tenenle Francisco Candido Valenca.
AlferesAnlonio Claodino de Almeida.
i> Florentino Cavalcanli de Albuquerque.
Communicou-se ao respectivo commandanle su-
perior.
Dila Nomeandn, de confurmidade com a pro-
posta do leuenle-coronel couimandaiile dn balalhao
n. :1S le infaularia da guarda uacional do muoicipio
de Ciiubies, para ollioaes do mesmo balalhao aos
CidadSoa seguinles :
Kslado-maior.
Teaenla quarlel-meslreJoao Al ves de Siqueira'
Barbosa.
Alferes secretarioManoel Bratiliano Alves de Si-
queira.
Alferes pnrla-bandeira Joaquim Manoel de Si-
queira Cavalcanli.
Ollicio Ao Eun. presidente dasAlagoas, reniel-
teudo por copia a rela^lo dos medicameulos que, em
consequencia de requisi^ao de S. Eic. foram ultima-
mente comprados c enviados para aqoella provincia
na bureara Feliz do Mar, Je que he meslre Felisar-
do Jos da Cosa.
DiloAo Exin. commandanle superior da guarda
uacional do municipio dn Recite, autoriandn-n a
mandar addir a um dos corpas de reserva da mestna
guarda nacional o tenenle Manoel Antonio de San-
tiago l.essa e os segundos ditos Alvaro Augusto do
Almeida, Jlo de Castro Uaimartea e Lbano ala-
meda d'Almelda, que foram excluidos da lisia du
servido aclivo por deliberarlo do respeclivo couselh0
de revista.
DiloAo Eun. mareclial commandanle das armas-
recommendando a bem do servir publico, que facaj
destacar para a villa de Igoarass i ou 5 praaa do
i." hatalhAo ile arlilharia a p, (pie po lerftQ ir sendo,
reunidas como S. Exc. julgar conveuioute a deci-
plina do mesmo balalhUo.
Dile-Ao mesmo, remetiendo asordens que S.Exc.
solicilou para ser Irauspoiiado para a Corte, no vapor
qoe se espera do luirle, o soldado desertor do '2.
balalhao de arlilharia a pe, Francisco Ferrara
VVanderle>.-Expediram-aa asrdeos de qoe se traa
DitoAo mesmo, inleiraiido-o de haver expedido
as ordena precisas, nao s |iara que se d transporte
para o MarauhSo 110 vapor Mrquez de Otindu ao
con duplo inleri-sse. mas lodo- saben que s.' os
Russiis tivessem rcalnieute a uiIcm.-iu de evacuar
a Crimea ha muilo qu,- o 1. riain feilo. Qualqner
columna de fumo, qnalquer niovimenlo ue iio-
nienscom elTeilo, qualquer cousa com a menor
difereuca do que estamos acosluinados a ver, da
immediato nasrimenlo a mil conjecluras, que loda-
via, sempre vao dar nesla perh'onla '.' a Reliram-se
ou nilo *.' n
>a tilliina semana bauve muila preocnpaciio a
esle respailo. Todos os dias viam-se os Kussos
despedir-se e marchar em differenles direcraSea. An-
tea de honlem rolos de fumo eram visivei- ao longo
da parle inais elevada da monlanha .Mack-'ii/ie, e
honlem, linalmente, corpas de tropas em marchas
pesadas, com bagagens, ele, se inoviam ao longo do
lado 1I0 mirle para InUerinaiin.
Mas Inda esla aclividade nao osoal pode ser in-
terpretada le dous modi>s, ou comu preparac.au para
palear o invern na aclaal posicao, ou como preli-
minares para urna reliada.
As noticias que chegam pelos desertare ss do
mesmo carcter ambiguo. L'ltimanieute grande nu-
mero desles lemebegado, parlo aos Pieir.mileze-, e
parle aus Francezes, e de ludas as armas du servi-
(,">. E-la frequenle desercAo revela 011 grande des-
cuido nos postos avancados russos, ou entao, o que
he mais provavel, um indillerenlo estado de disci-
plina : rom effeilo, como se deve presomir, roosi-
dci audo-se a distancia que nos separa dos llussos,
eapellto lente da repartila ecclcsiastica do axer-! anale um pequea parle daquelles que pieten-
cilo, Manoel da Vera Cruz, mas tatnbem para que se ''" desertar he actualmente capaz de alcaocar as
pase guia de succurrimcnlo a mencionado capelln, "os-as lindas, o espirito do soldado russo nao pode
Fez-se o neie-sario cxpedienle a respeilo. ser muilo bom', quaudo lanos se dirigen para os
Dilo Ao obele de policia, declarando que, I "*' Pusl0 avancados.
lukerinaii at Trhoolina e o haixo Belbok he feilo
por Ir.- snliniaadd Cossaeo., os quaes sao substitui-
dos de Ires em liez semanas pur uniros que chegam
Ja lira lianscriplo uaS paginas do passado o auno ;
de IK5, e segundo a miuha fr.L'a opiaifto, nenhu- j
tn 1- sauda ir- deixou, em vista dos inneosos malea
do Belhek durante o dia. Teui smente trez pastos coin qoe us mim ,seou ; em abono ;i verdade. |-n- '
to valle, un) ao pe da monlanba Xtackcti/ie. 011- demos cliania-lo calamitoso, lanos foram os -olln- i
Iro no valle Tchoiilion e as alturas de O/enibash, e mentos que pesaiam s ,|,re a misera hoinanidade :
o lerceiro as aldeias do baixu Belhek. A conforma., sau lando desde a o novo anuo de IS.">ti. faro vulos
rito do pas gr, 'nenie facilita esle ar.anjo, en ao Allissima, para niuorarmos dos males quepa-1
consequencia da 1 gradual do terreno em di-1 decemes. u 'passo > descarregar a mala que ja e t
lelos Ru.sos. Estes Hez ada abamttada.
a 11'--.-i posicao, que te O auno ile Is.Vi foi na \e,lade ebeio de novi.la-
cotisideravelnientc mais I,,. \na maior parte dos des e raridades para esle Manauguape, porque li-
pontos do que as collinas que riles necupam. i)u-1 vemos polica militar, policia cirargics, policia de
recc.ao da chaa nec
postos podem dominar
OS I1LH0S DA FORTOV. (*)
Por Paulo Feval.
-.
Capilao Jolqufm le .tsq"ueira^lTarosa.
Tenenle Juse Monteiro de Alboquerqoe.
Alferes Clemenlino Alves de Siqueira.
u ouiiogos de Rezende Mello.
2.a companhia.
Capilao l.uiz de Siqueira Barbosa.
Teneole Jos Alves de Siqueira Barbosa.
Alferes Manoel Alves de Siqueira Barbosa.
a Joaqoim Alves Brasiliaoo de Siqueira.
l.a companhia.
Capilao Anlonio Alves de Siqueira.
Tenenle Joaquim Alves de Siqueira.
Alferes -Antnniu l.eile de Siqueira,
Joaquim Brasiliano de Siqueira.
i.a companhia.
Capilao Raymundo Ferreira Portugal.
Tenenle Joaquim Ignacio de Siqueira.
AlferesAnlonio Brasiliano de Siqueira.
Anlonio Francisco dos Sanios.
5.a companhia.
Capilao Anlonio Francisco de Alboquerqoe.
Tenenle Jo-c da Rocha Albuquerque.
Alferes Joao Tenorio Cavalcanli de Albuquerque.
n Auguslo de Albuquerque Cavalcanli.
ti.a ciimpaiihia.
Capil 1 Emilio Camello Pessoa de Siqueira Ca-
valcanli.
Tenenle Paulaleao Pessoa de Siqoeira Cavalcanli.
AlferesAnlonio Pessoa de Siqueira Cavalcanli.
Leoncio Tertuliano d'Albnquerque Cavalcanli.
Communicon-se ao respectivo commandanle su-
perior.
Iransmillira as Ihesuurarias g- ral e provincial para
serein pagos, estando nos termos legaes, o pret e
cotila qoe S. S. remelleu das despezas feilas cun
quairu rccrulas que furam remedidos do termo do
clores para esla capital, e com o sustento dos pre-
sos pobres da cadeia de Garuara 00 mez de dezern-
bro ultimo.
Dito Ao director do arsenal de guerra, mau-
dandu considerar desligado daquelle arsenal, desde
que pastaran) a perreber ra(oes pelu arsenal de ma-
ntilla, os Africanos livres Joaquim, Joo, Vasco, e
Joaqoim Calabar, remetiendo ao inspector daquel-
Todos aquelles que ltimamente chegaram sao
unnimes na assercAo de que o imperador Alelan-
dre esteve na Crimea no meiado deste mez. Todos
ranle a noite ns Rasaos forman! nina cadeia de v-
delas ao longo de luda a liulia, em curia distancia
nina da nuil a. quaes devem estar etn constante
coininunicacao. .
A 17 um lente coronel e um capilao francezes
perl tcenles a om dus reginentos recenlcmenle
chegados e acampados em Alsu alravessaram o
Tcliernava, e, errando o caminho, foram a'l'chioli-
ou. cnt vez de ir. como de-ejavaiu ae Baldar. Fo-
ram vistos pelos Cossacos, que se retiraran alim de
dei\a-los passar adiaale e ataca-los pela relagnai-
da. Cuino os ofliciaet francezesuSo coobeeessem aea-
luiuho, e iguorassem o perigo em que eslavan, fo-
ram para diante seni o menor obstculo, mas quali-
doquiteram voltarse acharam face .1 r.cecom un
vinleCossacos, e Tam leitos prisioueiros.
Todo aqoelle que se lembrai do ultimo invern,
e elle nao sera fcilmente esquecido, deve se adiar
loUlmeute enganado na sua meteorologa. Os dous
aninis s,o lao dillereules um do milco como se os ti-
vessemos passado em um clima dulciente. Al Ierra
feira pastada tivemos 1 mais bella eslacao to otilo
no, sein urna golla de chuva. Terra lera fez om
benigno sol de verao, depois de ineio da reinou um
fri de invern, e o Ihermoinetro lu descendo ate
sAu acordes rmtlizer que elle passou rcvisla as tropas que cnegou a 4 graos. Qaarta feira pela manUa
que eslAo na mniilaiiha Mackeuzie no da i>, as que |uaM as montanhaseslavamcobertas com nina cros-
csiao na Severnava nn dia II!, c as que se acliarn na la de nev, c pensamos que o invern liaba linal-
chaa de Koralet, no haixo Bctbek, no dia I i. ] mente comecado ; mas quinta feira apparecen de
Di/em lies que o imperatlor manifeslou na vi^ia
a sua salisfacao pela defesa de Sebastopol por e-las
tropas, e deu Ibes os devidos agradecimeulos. Dissc
que ellas nao foram expulsas de Sebastopol, mas
que evacuaram-nascguudo as suas rdeas, assiin
do lado
la reparlicao 0111a guia do. mesmos Africanos, alim | co"10 nSo Pasav que a sii.tenlacao co lado me-
ridional fosse digna tas vidas de lanos dos seus va-
de legalisar-se all a despeza feila com o suslenlo
delles.Communicou-se ao referido inspector.
Dilo Ao commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do liio Formoso, recommeu-
damlo que aprsente com brevidad?, como conven)
ao servico publico, a proposla para olliciaes du ba- !
lalliao ale arlilharia da ine-in 1 guarda naciuual, a
qual, segundo declarou o respeclivo commandanle,
acba-se em poder de S. S. desde dezernbro do an-
uo prximo passado.
Dito Ao j'iiz de direilo de >azarelh, comino*
nicaudo haver o bacbarel Jo.c Mara Mosco-o da
Veiga Pessoa, por procnra{Io, prestado odcvuloju-
ramenlo para poder entrar 110 exerncio do cargo de
juiz muoicipal daquelle termo, para o qual foi re-
ronduzido, por decreto de "il de julbo do auno pas-
sado.Igual coininuoicaco se fez a respectiva c-
mara municipal.
Dilu A' cmara municipal do Recife, cunee-
tiendo a aulori-acao qoe pedio para coulinuar a
despender pela rubrica Evenluaesque se acha
estelada.
Portara Ao agenle da companhia dos paque-
tes de vapor, recommendaudo que mande dar pas-
sagem para a ctirle por coula do guverno, no vapor
que se espera do norle, ao msico Ricardo Pereira
do INascimeulo, que foi despedido do servico do
exercito.
Ditas \omeando, do conformidad)' com a pru-
posta to procurador Dseal ta lliesouraria provincial,
aos hachareis Bento Jos de Souza e Joao Evauge-
lisla Martius, o primeiro para ajuilanle to mesmo
procurador fiscal, na comera do Rio Formoso, e o
seguutlo para igual lugar na do Bonito. Fueran-
te as necessarias rnnimnnicacOes a respeilo.
aM>fK A
lentes soldados e charos lillms. Enconclnsflodissa
que esperava (|ueelles se ma-trassem dignos da sua
fama como us defensores de Sebastopol agora se iam postos avancados no antro lado do Tcliernava. C
novo una bella claridade que lem conliauado, c o
invern esla l.io longe como sempre.
lano meilior ; masseio embargo ,1o lempu e do
descanso que temas lido, as preparares de invern
eslao longe t!e ser concluida-. Cida dia bom que
se sucre le parece suggerir algum melhorameuto de
lodo o genero, e rom ofleilo vao senda ejecutados
O-Sanios lem agora liAo so at;oarlt la.lo a- -i:a-
tropasem Kamara, mas ateo- seos mais achantados
por em marcha.
Nenlium to- desertores sabe o que significa est.i
ultima expressu se he applicada a urna retirada ou
a um ataque. Depois da revista cada toldado rece-
ben ama gralilicarao de Ires rublos, equivalente, a
quasi nove mezes de sold.
A nnanimidada com que todos os de-erl. re- fal-
lan da preseuca do imperador e tas revi-las que
p is-nii parece affstar qtnlquer duvida.
Ouauto aos muvimentoi do exercito rus.. os de*
sertores nada sabem. A expressao que diz* : o im -
jierador empreg.ra 110 seu discurso, islu he. que c<-
e-lao mais pello dos Russos, sao mais 1 estrictos nos
ou. regnlsineulos militares ; nao he permitliilo a
niiiguem approximar-se sem quo de o Sanio. Em
to.;.is ns outiu- pontosonde ha una especie de ter-
reno neutro entre as notsas potiroes e as rnssjs a
sent pode andar como te nao houvesse llussos em
lenle, c sti quando nis approxim uno. los Sari s
lie que nos lembramos que leiuut inimigosdianle Je
un.-.
O caminho de ferro sardo progride com moilo
vagar, pnnjue ha tmenle rlncnhomeiis emprega lo-
na rail o- 10A0 los carris. A obra esta arranjada de
lao para se por em marcha, os cooruudc lano como (i| malie| que locomolivos poderao ia/er lodo
a nos mesmos ; se devem marchar para .liante ou ; Irajecloale!Kamara se.......erruprao. Unas da-
para traz he um myslerio lano para elles como pa- | machinas, a AlUa.m, e a VulOtia, ja'cslo em ohrH
1.1 nos.
Entre!..hio coulrinam que ( excepln a quarla e
quietadivitdts deinfanlara.que, cutuu ja Ihc disse
eni outra occasiao, parliram paran mirle) o grosso
do exercito anda permanece na sua auliga posicao
a II.'1, a 12.a a 13.a divises uo Severnava ou na
chato mirle, a I ti.a e l7.Miainoulauha Mackeuzie
e o resto na chaa de Korales, maulcndo o Beibek e
o K iU lia.
Na monlanha Mackeuzie anda eslAo as 21 p> cas
de arlilharia pesada. I m artilbeiro russo, que tle-
serlou.disse que nu havera graode difliculdade em
caso de um ataque, mas o bom cantarada parece
esquecer a subida de urna colliua de mais de una
desle Balaklava al Kadikoi,
[Times.
LTISIOR.
COKilESPOMIEXCIAS do DIARIO DE PEU-
A'AUUICO.
PAR AII IBA.
Mamatiguape 12 de Janeiro.
Depois que Vmc. me fez a honra de uscrir em
seu acreditado Jornal duasmiscellaiieas que ha Icm-
pus Ihe enviei, live de retirar-ne ao silencio por
Do /lo.-'so proprio correspondente. )
Tcliernava 21 de iiovembro.
Como os actos graduaes dos exercilos alliades
para o invern lixam cada vez mais a noa posicao
por alguna mezes, ,1 questao acerca dos arranjos dos
Russos excita onlra vez a allcucaodo campo alliado
e qualquer inudaiic 1 as ludias russas he observada
/
CAPITULO XVI.
Atia Natalia.
O vniame dos Ricardoslomou caf no salo, e de-
pois vooo ao jardn) illumiaado para a fesla ; porm
Xadaina Des (iarennes e a lia Natalia licaram SSr
sentadas junio de urna mezinha redonda dianle de
um porta-licores delicadameuleembolido.
Oe ordinario a castellaa nao procurava mu assi-
duamenlc ,1 companhia da lia Natalia, que era mu-
llier ordinaria, e que Oes Jardins aecusava com ra-
zan de ler ma condicao ; em segondo lugar madama
Des arennes delestava oaluralmeuie ale o cheiro
do alcool.
Mas nesse dia necessitav.i da lia Natalia, e para
agradar-llic permaneca de estvelos sobre a mesa
junto de dous ou tres frascos desarrollados, cujos
perfumes vilenlos davam-lhe qoai vertigem.
Tioha liquor 110 copo, e por complacencia locava-
Ihe de qoaodo em qoando com os beicos sem Ia/er
grande careta.
A lia Natalia senta por ella orna sympalhia nova
c sem limites; os amigos to liquor eram seus amigos.
Havia quarenta ou cincuenta anuos que o liquor B-
quecia-lhe frequenlemente o coraeo !
E nAo era urna gloria ficar assiin conversando par-
ticularmente com madima Des Garennes"! As hon-
ras (aiobem etnbriagain como o liquor, e a lia Nata-
lia nao liuh 1 caneca mu forte.
lie nicamente por ella, enlcintp-me? dizia a
incomparavel Jolia, eu dara ludo para conserva-la
junio c nos .. Mas a gente nao tleve pensar s em
si, uiiulia querida la.
Ah miaba pobre sobrluha, inlerrompeu Na-
talia erguendo o cupo, vens dizer sso a mim, que
nunca pensei senSo nos nuiros!
Bem sei! bem sei! lomou a castellaa, Vine,
tem um euracAo tle ouro, minha tia, e he pnr essa
raz.in que deposito cin Vmc. toda a minha con-
lianea.
O copo est.va vasio, Natalia snspirou :
Ah est bem empregada la confianra !
Mas, accre-renloo com repentina colera, vio se
nuuca velha mais louca dn que essa in,"u Kicartla !...
Miuha la !..... minha lia quiz interromper
madama Des Oarennet.
Eo disse velha louca, e nao me desdign!.....
Que Ihe falla para e-lar contenip ; Tem um lilho que
he a perula tos iiumens de bem, urna uura que he
um alijo... Pois podes agastar-lese qui/eres, digo-te
francamente : es um anjo!... Onde compras esle li
quor que he 1,1o rxcellenle'.'
lia om cesto delle para Vmc. na eslacAo do
caminho de ferro, minha lia.
De veras? igual a esle"/
Sim.
11- olhos de Natalia liomideceraiio-se.
Ah! querida sohrinha, disse ella, fa/cs a feli-
culade de loda a familia I... Van fallar claramente
boa velha. ese ella uo reconhecer sua sem raza'...
A castellaa loucou-lhe o braco ln.nulamente e tlis-
se-lhe :
Minha lia, Vmc. nao coii.prehendeu-mo... as
Vide Dlano a. 13.
cousas lem chegado a lal ponto que para minha sa-
gra tuhreludo, c lambeio para meo marido, (uflo
fallo de mim.i una separaban he absolutamente nc-
cessaria.
Natalia arregalou os olhos, c madama Oes aren-
nes ciinlinuou com volubilidade :
Entre lodos os no-sos prenles nenlium lem
lalvez a reclido de espirito e de coracao que dis-
liugueaVmc, minha tia... Vmc. le no l'uiido de
miuha alma, e v o esfurco doloroso que faco... Eo
dara melado de minlia riqueza...
Cuidado, minha sobrinha, inlerrompeu Nata-
lia com om sorriso cynico. nAo me falles rom lana
finura, porque eu me enredara em las bellas pina-1
ses, e nada entendera !... Se nao querea que va pa-
ra a diieila quando me enviares a esquerda, Irala as
cousas pelo seu nomo... Qucres que eu v ler com
a 10 11 Ricarda, nao he?
Coiiesso que. isso me penhoraria.
Bem!... e queros que eVa v-sc'.'
Minha lia...
EnlAo qoeres que ella fique ?
Minha lia. se nao fosse por mcu marido...
Natalia levanloa-se, beheu o ulliiuo copo de om
s trago e lornoii :
Nao tmente qneres que ella v-se, como tam-
ben) quereylnncnr a cuusa snbr^ leu mando... Po-
bre anjo!... Anda le serves do chale de casemir.i da
India que liabas o anuo passado?
Nunca !... e se eu ousasse, minha lia...
'lusa, ousa sempre. A Des Jardins lem chales
de easemira, Augusta lamben, eatcSophia Oes Ba-
liveaux!... ah minha querida, que caricatura !...
Vou j visitar a mai Ricarda: gtiarda-me sempre o
chale.
Abri a porta do salAo, e desccu dous ou Ires de-
graos : depois voltou-su e chamou em vuz baixa :
Pequea.'
Madama Des (iarennes approximoo-se.
No caso de que a velha queira relirar-se ja ?
murmuro.1 Natalia sorriudo.
Pde--e mandar preparar a calera, disse a cas-
tellaa vivamente.
Sim, luriiou a lia Natalia, por preveneAo.....
Quando pens que nunca live brincos de relhas '
adornados de brilbantes, e que Sopliia de Bali-1
veaux!...
A caslellAa lanrou em torno de si um ollnr furti-
vo, e nao vendo a muguen) un lerraco, lirou rpida-
mente os brincos e disse :
lie o mais bello par que lenho ; Vmc. me do-
ria grande sn-facao nceilaudo-o.
A lia Natalia lomou ns brincos com prazer e
lornou :
Manda preparar a calera, minha lillia ; liei de
conserva-Ios loda a minha vida em la lembranra.
Deseen 11 puial, alravessou o |ardim de caheca
alia para gaaliar o parque oiitlc occullava-se o reti-
ro da velha Ricarda.
No jardim havia fesla completa. Dansava-se no
salao de ventura. Camilla mui pallida, c lendo an-
da nos nlhos os vestigios 'las lagrimasdava a mAo ao
triomphaiile Du Cnerel ;/elia eslava em frente ta
linda mai/.nha. Des Jardn' e Du Taillis dansavam,
Massonneau couleniplava a mull, r, |,a Luzerue e o
arlisla'en-aiaviui alguns dos passos prohibidos qnc
a--U'.i.iin nos baile- nnlilicos o pudor peral.
Madama De- Jardn quiera prolestai contra esta
desenvoltura ; mas a subrrba Augusta diitera-lhe
que i-so fa/.i.ise na alia socictlatle. Madama Des
Jardins reduzida ao silencio, |Ti'oliibio todava a Ze-
lia olh ir para esses st nhores.
Rolando nao eslava ah ; dirigira-se para o par-
que. Slephen Williams anda magoado de -oa der-
rua, pasieave em una avenida solitaria, que coudu-
zia sala do baile ; Imita a rabeea inclinada para o
peitu. e pareca alisarlo em meditaran triste, quan-
do a linda filha de Monn impedio-llie .a pas-agem
com a bandeja "le refrescos qoe irazia as nnlus.
Sleplien Williams quiz vollar ; mas Anlonia dc-
poz a bandeja no chao, e segurou-lhe ousadameole o
liraeo. Levaudo-u ale a volla da avenida, donde avis-
lava-se a sala de baile, a rapariga murmurou ao ou-
vitlo :
Eo linlia-Ihe tlilo que ella era mais linda qoe
os anjos! bem v que nao ment.
Dizeudo isso, ella designava com o dedo a Camil-
la, a qual nesse mumeulo mesmo vollavae para
enxugar os olhos.
Anlouina le/, oulrn lano, c pas-ou a mAo pelas
palpebras.
Ol di-se o Americano em voz alta, na ver-
dade aquella lapariga lem o semillante de um anjo.
E sua alma be mais bella que seu semblante .'
exclamou Antonias. Ella fez quatilo pode para sal-
var-nos : cu a vi suppliear o par1 de mAos postas.....
Mas. baldados -Ao Indos os esforcos : aquelles que
lem tle afogar-se. afugain-se.
Acouteceu-tc alguina desgraca, miuha filha ?
pergunlou o eslraugeiro cuulemplaniln-a na mea
claridade da avenida.
Um relmpago le esperanca illuminou os olhos de
Anlouina ; um instante ella leve o peusamenlo tle
interetaai em sua surte esse Inunem. ao t|ual cunce-
dta em -ua ignorancia supersticiosa una especie de
poder sobrenatural ; mas fui smenle um unante.
NAo tratemos di nutii, disse ella. Tenhe baa
bracos, e quando meu pai nao poder mais (rabalhar.
Iraballiare por dout... Esa Pedro la-se I nAo qui
Ser mais casar comigo agora que sou pobre, sera
porque ligo sniava-ne... Se Vmc. he um, deve cui-
dar uaqueila pobre rapariga que he melhor e mais
infeliz do que en.
Se sou um? repeli Slephen Williams espan-
tado ; um o que .'
Es-a be boa um ravalleiro eiranle! respon-
deu Aulniiua.
O Americano n*o pode deixar de nr ; Antnnina
laneoo-llie um olbar irado e exclamou :
\'mc. ri.'... NAo p-rle-lhe o coracAo ve-la com
os olhos cheios de lagrimas.'
NAo a cnnli co... disse Slephen XVilliams.
Acaso elles conliecem as princezat que tlefen-
dem ? repite 01 Antnnina con) indignacAo. Se Vmc.
pule v-la assim ao braeudo cabello ruivu sem fer-
ver-lbe o saogae 110 pello, he porque in he um !...
Ah minha pobre mocinha, responden Sle-
phen Willitims em Ion melanclico, (cus razAo, nao
ou nm.
Anlouina tirn estupefacta. Sen) saber porque,
espetara lAn anlcnleuiente, que e?sa resposta foi pa-
ra ella como um golpe de maca.
O Americano afastou-a hramlamenle com a ma 1
e conliniiou a passeiar.
Diga-me, pergunlou elle, sabe onde eu adiara
o joven Rolando ?
No parque, responden Anlouina, e esla aveni-
da conduz direlamente para la.
Nao ond/ tamben para n lado da ea.'iuha
da av :
A e. 'tilia de mAi Ricarda [ica nu lim.
O esla ,g.-iro apartou-te tli/endo : abrigado! An-
louina v 1-0 perdere na sombra tas aores; de-
poit que elle detappareeeu, lornou a lomar a ban-
deja, e d -e meneando .1 cabula rom deslenlo :
loos motivos : primeiro, porque haveudo um eor-
milha que urna for^a atacante seria obrigada a pra- re-pondenle legitoio, bastante illuslrado, nao havia
licaraules qoe se eiiconlrassccotu n inimigu snbre | precisan )le nutro nolictadur ; asegundo, porque
a planicie. As estiadas que vao ler aos Dulciros leudo ne-.i occasiao expotlo o que pretenda, ache-
eslao Indas cortadas uu obstruidas.
O campo de arlilharia r isa receben ordens para
Mirar-seda frente, o 2' hoinens de cada biteria
serao coviados ao interior para exercilar recrolas
duraule o invern. Isiu parece indicar qoe n- Rus-
sos se eslao preparando para um invern tran-
quillo.
Que nAo reeeain que os perturbemos he eviden-
te a vista dos fracos postas avanzadas qae elles lem
collocado no valle. O servico de loda a linba desde
me lamben) exhauslo tle naleriaes, por conse-
gonile paralisnu a fabrica : tgora, pnrem, que vejo
desapparerer ti iiluslradu cainpeao que fazia cunlie-
cer pela i ni prensa a existencia (leste Mainangua-
pe, vulando-o desla sorle ao esquecimeiilo, Jtal
guei tle absoluta uecessidadc depr por um |>ouco
a enxada, para fazer-ihe ver tima innensidade tle
boas coiisinhas que se leem dado por aqu, dignas
de porem-se no nllio ta ra, para couhocimenio
tle uns, caulelas de onli'os e aliencau de lodos.
piigenho ; cou-:riiin-se Ulna cadeia para segurar em
su pri- lo li a porco d'agu 1 que o invern ihe
quizer despejar ; fe-se orna ponle, ou para melhor
dizer, tuna trincheira, muralha, ou parapeilo, sobre
o riacho que alravessa esla eidade, que de nada ser-
vio, pois nao leu lo si lo eonclai la. jn se acha arnun -
.ada em una tas exlremi Jade-, por onde el pueblo
priiicipiou a escaln-ta, alinhou-se parle do m-smo
riacho em linba curva ; oh que obra livemos
una visita do Exc. Sr. Dr. Francisca \svier l'aes
Brrelo ; houve un completo jubileo na ultima -es-
sAu dujurv ; livemos procistao de penitencia, acom-
panbada pjias iriaand ide* do Saalissimo, Carm,
Rosario. Coraeao de Jess e 1 itj':- uso concurso ,|e
p iva tle lodts as classes, o qual a poma riispatava
a maior reverencia ; deu sigual de vida a lluttriss-
ma e:n 11.na commissao que uomeoa ud hor. para lo-
mar coiihecimenlo dus gneros corruptos que exis-
ti-em par casa dos veadalhoes, foi elevada esta
villa a calbegoria tle eidade ; linalnicnle. livemos
eleices para os proviuciaes, (pie sendo 2S depula-
dos, havia 2S tlezenas 'le candidatos^ a proposita
di malcria ouca e-la hislnriaziuha : lapponbo que
Vmc. nAo ignora qoe, sendo eu agricultor, deve
minha morada ser perto dos meas roeado*, mas pa-
ra melhor orieula-lo, quen, di/er-lhe que moro na
beira tle una eslra la enlre Mamangnspe e (iuara-
bira, e por is-o lenho nimias vezesvisilas inespera-
das e ale desesnheciaat, emn o lim nicamente de
aeoitarem-se to ardor rom que o fllhode llype-
rion nos abra/ 1, qoando e-' no seu zenU't. .' he
neslas necasities qae pesco muila eonsniht bu-i 'ue
val por e.le nossomundo, sea) maior irabalii, prin-
cipalnanta quea-io pagn sertas senhoresque su va-
sarn mais ;jue harria coa aduelUs fruuxas : ora, vi
vendo :
Eslava ei 111 meo amavel descanso en un dos
uas ,t > ileceinbrj prximo p istsdo, e era justamen-
te mota hora dep ,is .le meio da. segund 1 aimuneia-
v 1 eerlo cal letra 1 qu posta qu indo jo es irc;
n parla algans cavaHetros, que bailha -es e:n su .r,
parecan fatiga ios de acceleraJa viajeui, ^luiani-
iin' eoin lod.i a oile/.ia e pedeiu-ine periuis-Aa para
mi) pequano descanso annui promplament" ao pe-
li o o olTeraci-lhes lado qoanto mecoabeno notsi-
vel, ido he, annei reos, dci-lhes do mea comim-
boque, servi-os de nina li nonada, ele. ele, o vai
seiio quando, diz un delles: Com cllilo, iiunca jul-
giiei s-'ll'rer samelhaule derrota, quem suppuoha ler
por si a vaiaelo c-icra la de laoarabira Ma na igua-
i>'. e radnnr-se lulo a qaalro votos!!! na.ilu
dUVlda, I.II ll'.ihi 10 ,- agU'il dia me viugare'... me,.
amigo, icreseenla nutro anda assim Vme nlo e'-
t I'-eag loado de ir I aiiai a--"u:o, porque tem vo
laeAo en quasi lodos os oulrin collegiot; 111 is en.
qua pajea vuUcdo esp-ro di lerlo, c que me jnlg>
snferqnilhado tamban nos brejos,desla vez ci sem
duvida na derradeira sapplcacis ; aqu ahlha um
lerceiro de verdade esta eleicAo tleve ser chamada
a dos mamados, a o caso nAo he para menos, porque
us laes Srs. aleilores desla vez engauavam a too-
de unta iniueira terrivel, lanos lh?s peliam, como
e le- proiaetliain e laltavam, e aOeal, qaaada se ibes
den tiela ni iranlia,descartaVam-se em dizer que inao
res pecas tem elles soflrido, pas quando qualquer
tealior queria euipolgara dignidade dignissini, alo
laltavam promes-as ; mas depois que pegavam o lal
hallo assocarado, ludo eram esquecimenlos, tribu-
tos e mai. tributos, logo assun, eslavam dispo-tos a
ir sal lami suas cunta- ; finalmente, diseorriam de
lal surte para sostcntai'em a resoloflo qoe haviam
lomado, que liquei lateirameuta convencido que os
nass.,5 malulos ja vao licando mais xperienles du
que osjulgaiu, o lalve/. em breve tenhamos clcices
lvres c nAo as coslutiii las de cabreslo...
Atsim continuaran! par dianle, disculindo sobro
lal materia, fallando cada um a seu goslo, de 111a-
ueir.i que eram Ires horas da larj? qaande elles se
reinar.un, e foi en(a#qoc lumei esla noia/.inlia que
me parectu muilo propria de a porjem lellra re-
donda.
Visto qoe nAo he um, s Dos lera piedade da
pobre rapariga!
A' proporrao que a avenida em que camnbava
Stepben Williams afaslava-se da sala do baile, os er-
re lores tfirnavam-sc mais sombros, c pooco depois
a illuminacao da fesla apenas tancava debis ca-
roes eos perfit das muulas. Quando Slephen Wil-
liams chegou a exlrcmidade to parque, a nuil es-
cura o rotleava. Vio brilharem dbilmente alravez
dos ramos as janellas da calinda, e adiatilou-se.
Nesse ltig-,r retirado apenas ouviam-se os ('chos
moribundos ta jovialidade Ricardo. O co eslava j
puro cima das alias ccras tle arvores, entro o re-
puls, 1, o silencio, o vento da noile qoe balaocava |
as folhas murmurava suas discreas harmonas. O
semblante du Americano desenrugou-se emquanio
elle para va tle bracos cruzados sobre o peilo. e pu- i
ntia-s- a contemplar a ca/.lnha da mAi Ricarda. As- |
sim licini iininnvel mtiilos minuto- : esse liomein era i
I sem duvida scismaliea.
Ah disse elle emlim com aregre, aqu ao
' menos nAo ha razu de queixa cuillra csso Des (a-
j reones. Deve-se viver feliz aqai.
Au mesmu lempo ouvio um rumor dentro da choo-
pana, que pouco antes eslava muda; den alguns
passos adlanle, e applicautlo o ouvidu julgou ouvir
palavras enlrecorladas de sol uros.
O corpo 1 udircitoue-lhe violenlatncnle como se
livesse querido sacudir as lluses tle um sonho fu-
neslo. Lagrimas! Que apparcucia c porque so-
loffOSl1
Qoando chegou junio e lanrou furtivamente um
olhar no interior da ca/inha, pode ver que a velha
! Ricarda nao eslava so ; dianle della achava-se um.
; iniilber leudo as rostas volla las para a purla. Com
ell'eilo a pobre velha chorava.
Ei-a, miuha amiga, dizia a outra mnlher af- '
lo .111 I franqueza exagerada, leuha coragem !.....
1 ~Sao se dira que lralae de lomar ine/iuh.i!.....
! Vine, escolhera o lugar para onde quizar ir, e pro-
mello-ibc que seus lilhos nAo de,varan faltar-ibe
nada...
A? mos cruzadas do Americano conlrahiram-se, 1
e um veo tle pallidez eobrio-lhc o semblante. File
encoslou se ao lionco de Ulna arvore.
A mAi Rtanla tioha o roslo enlre as maos. Quan-
do ella levanten a cahec-, oestraageiro fez um mo-
vimentu como para adiunlar-se ; mas conteve-se c
curvou a fronte em Silencio.
A pobre velha eslava muilo mudada. Viam-se-
Ihe de longe os olhos fatiga los e vermelhos 110 meio
deseo rosto lvido ; grotsat lagrimas cahiam Ihe
pelas faces, a caheca Irenua-lbe, u pareca que a
respiracAo nAo poda tuais levantar o pc-o ijue op-
primia-lhe o peilo.
Natalia, eu le conhecn desde n berro, halbu-
i ciou ella ; la mai era mu pobre, e emquanio ella
lia Irabalhar, liravas mclade do dia em meu relio...
1 Para que vens partir-ms o corai.ao de dt'u *
Havia lalvez :: guia cuusa no peiloda lia Natalia,
pois a voz allerou-se-lhe einquanlo ella responda.
Oh minha amiga, nAo se afflija Vmc. vira
! v-los quaulas-vezes quizer!
A velha cravou nella os olhos e.pergunlou :
He verdade ludo o que arabas de dizer-me '.'
E-ia pergunta foi feila lao eaergicameaie que o
I .'.mi i,emu nSo poda deixar de eslender ope>rora
! pai.1 provocar lamb iu a resposta.
De eerlo isso nao Ihe dizia respeilo ; mas ha ,lla-
ma- domsticos que representam-sesem rumor, tlra-
| mas lao pungentes que basta 1 qualquer rntiev los
I para lornar-sc actor.
Era urna mai que adorava o lilho, e que ia ser ev-
pcllida da casa do mesmo.
Qoe! exclamen Natalia ollendida, Vmc. per-
gunta-uic se he verdade, mAi Ricarda !... A cum-
1H1--.M ja nAo he lao gentil! Crea que loi preciso
aloinieiilar-ui-...
Poz o punlio na illiarga cun a dignidade da de-
dicaran despiezada.
Sim !... murmurou a pobre mai ; nao eras ma-
ligna amigamente.
E nAo mu.lei anda !... I'erdoo militas cousas
a sua posirAo ; mas quanlo a dizer que a ce.nitnis-ao
seja aaradavel...
Natalia, minha filha, disse a boa velha eslen-
tlendo-lhe as mAos, eu nAo i|ui/ ollender-le.
Es-e original tle Slephen Williams liaba lagrimas
nos olhos.
E demais, loraou Natalia, a qual copsenlio em
fazer a paz, nao he preciso partir ja. anianhjta, de-
pois, emlim quando quizer.
Ilouve um silencio ; a velha nao chorava mais.
seus olhos eslavam lixos a cabera iinmuvel.
NAo le agasles g responde-me, Natalia, disse
ella can a doloro-a Iranqoilli lade tpie da o auge da
dr. he meu lilho Thoniaz Ricardo quem Ir en-
va ?. nu vens miles da parle de minha nura?
Venho da parle tle meo primo Des (iarennes,
respon leu Natalia, a qual ganbiva fiel e descarada
Diente o chale de ra-einira das Indias com os brincos
de orelhas ; e al elle mandou Francisco preparar a
rabea para o caso eiu que... eilteude, mal Ricarda'.'
" Nao, di-se a boa velha, cujos denles aperla-
raiu-se, nao t Metido.
Pois bem acaban Natalia, para o raso em que
Vmc quizse partir ja.
A velha Ricarda levanlou-ae por um movimenlo
rppeuli..... como se tuna descarga galvnica Ihe hou-
ves-e feilo sillar fura da poltrona.
Foi ama cousa ian terrivel que o eslrangeiro a-
poioU as m'i.is -obre o coraeAn. Mas i.o durou t-
nienle un instanle, c a pobre velha mais frac de-
pois de--n reaceo, dirigio-se peiiivelineule para
junto tic, leilu.
Ergueu as m.os postas para a iinaqrm da Virgem
suspensa cima da caldeiriuha de agua hea, c dis-
se en) voz alia :
Sania Mal de Dos' fazei que gmenle eu pa-
dece per lato !
Volteado depois {ja Natalia, a qual eslava mu la,
disse Ihe rom breadura :
Visln que a rarruagem esla preparada, minha
lilbi. quero aproveita-la... Tenlio ainla minha ra-
zinha la na aldeia de Troves, e demais, meu lilho
Thoniai bem sabe que nao Hcarei sem atxlo... Aju-
da-ne, Natalia : ha ah ana caita grande em que
eu Irouve minha milpa... vamos encl.e-la, u isso
nu levar muilo lempo!
Natalia nao leria jamis julgado que rousa tan
punca Ihedesse eslremccimenlot portado a corpo.
Dis-e contigo : lie tolicc e foi valerosamente bu--
car a e.iix.i de pitillo que servia de mala a mai Ri-
carda. A boa velha nao mentira ; dez minutos de-
pois o armario e-lava vasio e a caixi chea.
A mai Ricarda lanrou um olbar em lomo de si
nee 111 Inm. momento a amargura Irasbordava-.lhc
o rorae.lo.
Se elle mema livesse viudo, murmurou ella.
se liM'-se-ine dilo : Ol: minha imii, eis-aqui o que
aeonleceii... lia islo e aquillo... sou escravu de mi-
nha po-il#:l", e...
Nao. nao! inlerronipeu-se olla ronipendo em
pranlo, Tliuma/. nao me leria dito isso odet.xau-
Conliniia laiiliein a f-rrel anas pafu preem Orr
a vaga que lio senado deum o Exm. V. M noel |,le
Carvaliio Paes de Andradi. sendo segundo utlinna
o .Maiiiva, !!2 os ruiJidilos, por, ainla l.i!.,-..
dovidas sobre quem levara a palma da virlo-
ria ; muilo, leem silo os leaaavaaea |>elo cu Dia-
rio, e apezar di-so ainla lili un mullos a lenibrar ;
ceno julgo que tambein e-tou no tasa de oflerecet
a ronsiderarao publica algons iioines, que a met ver
merecen a etta de lodns os venladeirus Car .du
baos, por is-, gjoe em recto os aprsenlo, e per-
suad -.ne que lero elles da merecer ppr -varjo
geral; ei los :
Cominendalor Frederiro de Almeida eAibu|er
que.
Dr. ITavio Clemeiilinn da Silva Ireire.
I)r. Felizarde do llego l'o-rauu d- Biilo :
Firmeza de carcter, illu-lr.ie.io. Iilcnlos, preeli-
gi, merilo, parialismo, honradez, serviros prestados
a provinria e imp-rio, ei-os predcenos que ornao
lao dislinctos cavalleiros. e que mulo os w-onamen-
a a opima 1 dos seuhores elcilorcs.
A salubri lade puhiica tal luar-h uil, i-gulai men-
te, apezar de lodus andarein cem o credo na ber
pela aproxiinarAu dolal a-ialtco, e de verdade Ihe
ligo, que eait'ora eu tenh 1 disposirao para derribar
urna giganl-sca arvure, meneitr nina boa enxada, e
se parean lar para comer om peni bem rerlieado. r
envigar alguinas garrafas daquelle delicioso neclar,
sinlo-me .- unluJn alocado decerlas collicas vealo"
rias, quai. lo me lembro da \i-ita dn terrivel viajan-
te; dir me. ou alguem que he o medo que cauta
as lacs collicas, porem enganam-se, eu so leuho um
eerlo sobre-sallo do 1 neoiitrode um clin-ljo caui o
judeu crranle. porque sendo duas parles upposlas, nio
he de esperar bom resulla !u ; alem dis-o. con-la-nie
que por onde passa o lal etidemoniiihadu, eacbe ai
algibeiras dos padres, tatATaattaa, coveiros, pegado-
res .le hdalos ele. te, cuque 11,1.1 goslo muito des-
les teahores, por i-so he mais um niuuvoqae me laz
prwluzr os laes vexaiues; (elizmetite arha-sc por
aqu la >u inais 'te-..--omlira 1 1 de puis da de-coiieiia
lo lumia, e quem tem boje om limoeiro, Irala del-
le cu,im um iioivu de sua Adonis. Heos se aaaercie
de nos, e far.i vollar aos lares patrios per "tuina s-
cula s.'CUloruru es.eliageilo da bumaiudade.
A iranquilli.lade publica e s.goranra individual,
eonliaaa ten allerafla: leudo-se lastejtdo o Natri-
iuenlo. Anuo Bou e Rei-, rom b.i-tantes pacodes, a
onde u dos lacclio tez proezas, ludo se coctate
sem a menor nuvidade, praza aus co. qae e-le bom
nj'.o tacuiraiido ia arbiu de teas ttavasasva vi de-
pn zaudo cerias odiosidades e inestpjaibas lulngat,
precursoies de funtsljs i'e-ulladu,quelodos cb.-g.ii.ij
o termo da felicidad '. que aspiraui, loruaudo-se
desta sol le bous lilbus e oplimot cidadAos.
finita nos visto daiptendar mez a mez, dia a dia,
ora a ora do pasnde anuo, tem que urna golla d'a-
gua viesse refrigerar esse* lerteis campos que assola-
dus por lerrivel scea, nao apprcteulavain mais que
o triste e luelancoiicu painel da deva.lae.iu, quando
na madrugada dadla lea, apwistate te i*, pluvia
com htitii arrojo lal, que paz cu apeno, uu.a porrao
de pes-oas que naa a esperavan e f.iz reaparecer *
legua .ios agricultores ; asaltan iodos de prazer e
proptia ntluie/a parece agialeccrao omoipolenle
agraca que acalma de la/.er liics. Con.la-me que o
negociante J0A0 Antonio Collasco Das morador jun-
io a celebre poale que cima menciono. I,vera om
prejuizo para melhor de -Jkl;JlM is., por orratiAo
da chuva pois lendo-se inUipi,... o- pequeos 1 -coa-
dotes da iiiesnia ponle, arrojou-liie a agua p-la casa
denlro na altura de 111.11. .:e dous jialmos islo sobro
a madrugada do mesiiiudia tres,lendu-se dado fe de
seiiielhaiilc siuistr,,, palos grites de um menino, que
acbaiido-se deilado em una reda acordara nadando
.11) agua ; dizem-me mai-. que o iittsino negociante,
eoiilnbuira para a factura deesa decaavieab obra com
a quanlia de 20j\K> r-..luoii ben .'naeilo; he es-
te justamente o resultado ue t/uras i.uperfeilas, a que
leem principio e nao lim.
I'inah-o por agora esla, porque de nada oa). i
que nierera a pena iiol:c.ar-lhe. a ao-.erlind **o da
que isto mesmo que aqu vai rahisca.lo, -Ao noticias
colindas pela miuha curiosidade, |H)is ca mesmo na
miuha choca, eu iu iago dos esmerados que veem da
nova eidade, ludo quaulo por la viran) e ouviram.
(im Un, por lim lim. mas 1SUU com vuntade de dar
um passeio al la, alim de pesquistr por imu.'.o lu-
do qoanto for proprio de se estampar as columnas
do seu universal Diario, e que sirva de ulilidade a
esle lorrAoziiiho.cerlo de que se ja o nAo lenho feilo,
nao be porque me falle voulade, mas sim por atni-
do-se cabir de joelhos, exclamou com inevprim.vcl
arrojo tle paiv.lo :
J0A0. meu lilho Joao, la mai e-la abando-
nada .'
Que he issn.' perguntnu a lia Nata!' :, a qual
poz a cabera fna.
Jolgara ouvir cuino um -oii.eo -ni! o..,1o do oulro
lado do labuleiro de relva.
lia alguem ah ? gritn ella.
Singuen, responden.
E quando as duas mullieres sahiram segurandu a
caiva pelas punas, alo encontraran pessoa alguna.
A luz brilhava aimln na rasinha que eslava vasis.
Quaiitlo os patena da boa vellia Ricarda e tle sua
C'impanheira perderam-se ao tange, ter-te-hia poli-
do ver Slephen Williams sabir da sombra das mon-
tea e siravessar Iculam 'le o laboleiro tle relva.
Clirg't'i .1 porta ,1a casinha, liiou a visla sobre a
poltrona rusia, e tlepots aolire a iuiageui ila Virgem
qua eslava cima da caldeiriuha de agua benla.
A cama eslava intacta ; vase que a velha Ricarda
li'ira sorprend la antes de delar-se. A expe.licAo
tora bem dirigida, e a lia Natalia ganhara conscien-
ciosameiilc sua recompensa.
Cortamente o Americano nao era cavalleira eiran-
le, pois podera assislir a essa fna infamia sem fa/er
11111 inovimenlo nem proferir urna palavra. Conh-
vera o urilo da indignacAo. e com mao Iremula en-
xugara em silencio suas palpebras hmidos.
Demais que letia elle podido fazer com a ui-dhor
volitado ? Isso nAo Ihe dizia respeilo, e era ja muil"
lalvez penetral lano no- segredos de urna familia es*
Iranlia.
Assenlou-se na soleira da parla, e apoiou a rebeca
na mAo.
A earruagem esteva previamente preparada I...
murmuren elle. Tirn a mao para escular ; envi-
se .10 tange un rodar snrdn, e depiits o venlo nAo
Irouxe inais do que o echo indistincln das risadas da
fesla.
I 111 sorriso amargo veio aos labios do Americana,
o qual disse :
Com ell'eilo. esse Jallo Ricardo be um palife, e
Tbomaz Ricardo easou be.n... Se Joao Ricardo voi- i
lar. que castigo infligir a essa malher que espellio-
Ibe de casa a mAi ?... Cois tai ella, e a velha ohrou ,
mal mondo facilmeule... feria lido mais confianca 1
no palife... o nutro... todava ella devia ter dito :
IJuero ver meu lilho e inleiricando os bracas aper-
lamlo as mAos convulsivamente, arreseeatoo como se '
es-a lea Ihe lyraanisasse u espirite :
A earruagem eslava previamente preparada!...
Oiiviram-se pastos na axlremldade do parque, e
apparereo una sombra na veretl \.
Rolando !... disse romsigo o eslrangeiro. outra (
alma penitente !... Eu o 1 : a\a aqu.
Rolando alravessou a relva, edirigio-se rasi-j
nh.1 ; eslava tan alisal lo eiu suas relleves que non 1
vina Slephen WiHianis no liminar.
Nao enlre disse esle com frie/.a no momento
nn que o rapa/, ia encoiilra-lo.
Porque nA enlrarei em casa de miuha avn.'...
peraunlou Rolando, o qoal parou espantado.
Porque ella foi expulsa, ie-pr,ii.|eii o Ameri-
cana.
- Expulsa repeli Rolando lecuando uiuilos
pasto..
Slepheo \ illiai. levanlou- o, |iea*iii-lha dn lira- \
ro, e dis-e-lhe rom nina einoe ,0 reprnlina que de- <
baile lenl.iva dominar :
Rolan lo Ricardo, V0SSC e-t 1 aqu em uiin t a-a j
maldita, e ver cabir uella u rato '
Rolando Sarda adevnhando quasi a sentido desla'
palavras.
E quem expellio minha avo ? pergunlou elle
anda.
Em vez de responder, o Americano taeaxtta-aaac o
braca] rademeole, e disse-ihe rom um sor-isa cheio
de tristeza :
Ha pon-o em quaulo decidiaede sua sorle no
rastello Des Garennes, que fa/.ia vani Rolaodo Ri-
cardo ?
O ... Micelio guardou silcucio ; Slephcu illiaiua
coiiliiiuou:
Vosses fallavain de amor ocrullo enlre as erro-
res, meninos imprudentes, menino, rentlemua lo. ...
Fallasen de amor em quaiitn mu perlo oulros lia-*-
Iriiiaiu de soases eaa ventura... Souhavam licar
unidos para sempre na mesilla hura en que pionun-
nava-se a senleuca de sua separarao... Trocavam
sua f quando a f de Canulta e,a protnettida a
uulrem.
De veras? exclamou Holaodo. o senhor Ricar-
do Du (juerot pedio o mAo de Camilla ?
A oflerla do senhor Ricar lo Ou l.ueret. res-
pomleu o Amerirano, eleva-se a i|uinli?iilos mil
franco.., e voss partir para o exercito.
Rolando Arara quasi tranquillo.
Que diz a c--c respeilo? pergunlou o Ame-
ricano.
Digo que de-aliare anianhAa o seuluir Ricarda
Du (ioerel.
Eque o matara, nao he?
San. e que o inalarei !
Slephen Williatiis ergueu os hombros rom piedade.
e teraou :
Se Vmc. lem smenle essa esperanca lameuto-o,
senhor Roland ; mas 11A0 se pode dar rrp.-nlina-
meiilc a um menino a sciencia da vida... Fallemos
da cousas senas : Vnc. ama sua prima, erreioqua
sua prima o ama... .>, Va, liras e aqu, -na pre-
senra seria lalvez uin obstculo a ee casamento ;
eoncluo sso do roldado que lum.iiii de alasla-lo...
ora resla-lhe um meio tle n.lo parta.
Que meio '!... exclamou Rulando, o qual dava
tralos ao espirite de.de o comee 1 dee sjajtae para
adiar um.
O-dous mil francos que Vate, lie na pars
sen pai, lornou o Americano, ainla iiAuesl.lo eui ca-
minho.
Dizendo islo abri a rarleiia para I1r.11 es Ion- bi-
lheles de banro de R 'lamn.
Esle desvio 11 o roslo.
Com esles dous mil francos, protegaie >'.e|ihen
Willians, Vmc. pode resgalar-se, pode licar junio de
Camilla, e rnmlialer pela sua propiia veulura... Nao
quer Icmar a loma-Ios?
Naa... responden Rulando em vo/ haixa.
To lavia... quiz in-i-in Steplma WiUians.
Roteada iatorronpea-a casa o gesto, e li-se.
Vine, chcarrt gtiti--'. de nlieg.t-los a meu pa.,
Conpra sua promestai e snb.elodo ni, deixe Ihe
Ve quanlu esse tlinheiro ru-la-mc.
Como quizer. -eutior Kolando. disse O 'str.ai-
geira ferhanilo a rarleir.i inm alteclai.io tle imhfle-
renra ; crcio que \ inc h.* quasi lao ouslinado como
o ; abre Joao Bicardo!
r.onsiiKou o relogio. o qual marcas.) mo huras a
me.a. e lornou '
\;"o o telotiho.-ei p: u-iiii-i '- imam a -fl
li! 10... ai.:- daqui a meta hora, se n,W tivec cuita
occupae.io.appioxiini'-sc do talas de verdura ; la veri
lalvez algun.a routa nuva, e tandeada levemenle rom
a nio, dirigie para o inlt n r do p uque.
k('c:i(iniiar->f-a.)



beslmlia e*t;ir feli una rabera, nu pelo niulivu
ila serca, como tambera por una phalnnge de carm-
palos, que .1 .-..n. 11 ii-1 ;->r :i ii cum l.maiillo impelo, que
vi ternas dclle ceder ao asalto,as seguir pan o ban-
quete dos urulm-i; os anos do miiilu trahalho e
bastante cuidado a livrei de seoiellianleeataslrnphc,
achaudo-se anda eiu curativo, as cratrizes que Ibe
dcixarum os Ins bichiiihus, faz lastima olbar para o
(al anim.ili'i .
Boas feslas, melhores aunos e oplimosReis ho ap-
pelecc o seu coii-laute leilor
O agricultor vigilante.
mnwn
RIO GRANDE DO NORTE.
C-oianiiinha 7 .le jaueiro.
Novo auuo. novos tartos devem ir sendo registra-
dos uo canlieuhodo publico. Em sete das de exis-
tencia deste inoopotrea cousa letnoccorrido: metno
aisim la vai.
Priucipiarei pela greja. No primeiro de crren-
le leve lugar a testa do SS. Coraeu de Jess. Sinlo
nao poder descreve-la de modo que pareca menos
do que fui ; por quauto, a excepcao do lusidssreo,
concurso do madamismo, ella leve lodos os caracte-
res do nao presta. Do todas as nuiles apenas
liouvc una, que foi Iluminada com tachos : espera-
va-se que a ullima noile, por ser dos negociantes,re-
uniese a pompa c esplendor, que fallaran) as ante-
riores ; o coulrario porem aconleceu ; foi a peior
noile .Viuda a soleinuidade Dio se liavia acabado,
ja algumas velas do ilirono baviam dito o ultimo
adeos (honra seja leila a religosidade dos laes ne-
gociantes !] artigo arm&c,o... cifra A msica nao
se differeucou da cuaxaco dos spos. He pe-
na que ao descer ella do coro, nao lizessere os mo-
leques o seu papel. Deus uo permita que olla su-
ba mais ao coro desta malriz.
Aqui appareceram dous rapazes da Parahiba, as
duas ultimas uoites, que foram a podra de escauda-
lo no templo : sem o*menor respeilo a mural pu-
blica, -i'in decoro ao Diviuissimo Sacrameulo, elles
deram as cosas aos altares para prestaren! a cos-
tumada idolatra ao madamismo. O vigario cum-
pli o que devia : tez ouvir sua \o contra esse re-
provadissimo procedimeutu ; e os laes rapazolas cor-
rigiram-se. Traza a Dos que contra laes insultos
prestados au templo clamassem muilos vigarios, que
eu conhero. huta i se vera reslabellecido deco-
ro, que se dove a Uiviudade.
Apezar da iusipidez da fesla, ella foi extrema-
mente concurrida : o bello sexo desia vez sorpreu-
deu-ine '. OlOM o loroou mais lindo, e raais ama-
vel do que nunca.
Ja lera ouvido dizer que o bello sexo desla lic-
guezia he o verdadeiro escolho, onde naufraga a
ruis garbosa formosura do resto da provincia. Kc-
preseuto la na sua imagiiiac^to quauto podera a
natureza empenliadaem reunir cm un objeclo o
que lia de mais ainivel, de mais lerna, e arrebata-
dor, e lera comprelieudido o que, s veudo, podera
crcr. Aqui lindo este trecho ; porque uo quero
deslumhrar o bello sexo, representando-o menos do
que se mostrou nesla festa, uem descrcve-lo de. um
modo que pareja hiprbole.
Ao amanhecer do primeiro do correle, em um
descante, que umitas pessoas deram aqui pelas ratas
uo mcio de enlhusiasmo deram vivas a indepen-
dencia do uorleGuarde-se l a corle ; oque se
falla, uo foi, ou he, ou ha de ser : ora o grito desla
emanciparan uo respeita ao que foi, oem ao que
de presente he ; logo deve-se lomar como o precur-
sor do que anda ha de vir '. BOJE populi roav Dei.
O destacamento desta villa nao vai bem : os sol-
dados eslo concorrendo em grande escala para a
desenvoltura da canalha.
Ao amanhecer do dia 2 o delegado de pojicia fez
prender eremoller a sen lenhor um escravo do juiz
dedireilo, o qual andavaenfrouliado nu fardamen-
tu de um dos soldados.
Mal ira o socego publico, se medanle um exeni-
planssimo castigo, os soldados uao se cohibireni de
emprestar os seus uniformes vadios e malfeilores.
Telo meuos todos esperam que o delegado prose-
guir uacaplura destes suppuslos soldados.
Felizmente pasean aqui a festa do Nalal sem a Ira-
gicoinedia chamada presepc. Esta representa-
cao, como por lodos be sabido, rene ludo quauto
requinta em iminoralidade : a imagem do Menino
Heos nella est polla para escarneo c zomharia. Co-
mo se nao loramos chrislos, vamos ao presepc co-
mo para urna especie de orgia : as damas, os re-
qurbros. c as f..rjas immodeslas, Indo all se v
'l'em-se visto fazer-se urna especie de beneficio
u lavor desta ou aquella pastorinha Estes bene-
Deioa, qoc lem por base a immoralidade, vfio parar
na deshonra Que vergouha (para nao dizer outra
cousa, para o chrstiaoistno servir-se do Menino
Dos para od pasudo, que a mesma genlilidade re-
nrovaria Em quauto que o apostlo, para disper-
tar a uossa devoc,ao, e aperfeicuar o nosso culto,
ios diz. .tpparuit henignitas el humanitas
Saltaloris Dei mulri. Lvate capita costra : ecee
appropim/uat redemptio vestra ; dizem por cos
liossus presepeiros
Chega, freguez. i lapinlia !
He bem tolo, c Man coco
(.uem Dio ama a paslornlia !
A esla voz quem qnerer passar por tolo ".' E os
laes presepeiros com a ru.tior semeeremonia vilo
ou lu/iudo urna a urna das pobres paslorinhas ao
desejado lupanar !. Ja lem acontecido que para a
Upinha va a pastorinha sendo Olha, e de l sala
com gelos de ser mai !
Na noile do Xalal.Joiu Coelho de uullies.Maiioel
l'.alirel|e Joio de Sansa, por nilo lerem o quefazer,
foram a casa de Jos l'ernandes Bezerra, no Riacho
do l'rego, deste municipio, e lha deram as boas tes-
tas com bastonadas ; deixaram o infeliz por multo
uas feslas, com que o preseulearam.
bumba meu boi anda continua no mesmo
p, cm que no auno passado por este mesmo lempo
o descrevi : om vaqueiro rotamente vestido ; um
ajeitinbo envello n'um lencol Irazendo sobre a tes-
ta urna caveira de boi ; om rapizla medido n'um
panacumem forma de giuete ; eis aqu o bum-
ba que todas as noilesnas horas do silencio per-
corre as ras com infernal gritara A canalha en-
eorpura-se a estesgalunos, e s profere o que se nao
pode ouvir Nao seria comntente que a polica
trancaliasse estes sucios'.' Que relevante serviro
nao prestara ella a sociedade, se islo lizesse J
Basta por agora. Pataco- <;j '/uantitatem, -an-
de te abtmianliam trauquillida.de in loiigum, la-
lun, el profuiutum, e rumunidade do cholera ad
perpetaam rei memoriam, mu te dever.-.s llie de-
soja o seu amigo
K.
P. S. As noticias da capital sao bstanle cu-
riosas ; nao as reliro porque o collega ha do occu-
par-se dellas; nao quero meller a mSo ua seara
alhe-
PAGINA AVULSA.
./ adultera incestuosa.
Cunto original,
(.nrria o ultimo mr/ desse auno queja l vai. que
tantos vestigios deixou de dores, de lagrimas, de viu-
vez c orphan lade, e que anda Dio aprouve Sabe-
doria Divina de urna vez extinguir as provincias
nossas viainhas.... corria a sumir-sc na eternidade
dos seculus o niez de dezerabro.
Era em uina larde encauladora, quando o sol li-
uha l'eilo motada de -eu curso ao berro dourado,
que llie aauardava o horisunte, qoaudo o triste e ca-
noro sabia modulara as compassadas notas repassa-
das de amargura, quando a brisa mal ornara roc.ar
a bonilla dos prados,c a branca rosa dos jardins...
quando mi firmamento una sii nuvem vinlia rolan-
do, ora descreyendo no painel auri-azul da abobada
celeste um castillo, ora um gigante, all um morro.
poi sulire elle una cimnla, acola em Om um bor-
reudo caricato de monstruoso nariz, e hora c.-lu-
peod-i.....loando ludo islo se dava na Ierra, e no
i o, paaaava so entre s liomens, entre Bus, dentro
de uossa cidade una sceua de profunda dr, c acer-
bas agona-.
! amara ardeniemenle a urna joven pela na-
tureza dotada de una belleza peregrina. Elle lam-
bem era un mancebo seductor, e de urna conduela
irrcprehen-ivel.
Seus pais erara pobristjmoa, e o pai de E-" alem
de indigente era o mais corrupto, o mais densas ilos
entes bnoaaoos.
Estas daajereaturas amaram-sa ba qualro annot;
ambos anlielavam com ardor esposar-se, mas a sua
excessiva pobreza era urna barreira do hroiize, que
a falnlidade hayia collocado entre suas almas abra-
sadas no mais puro, e ivee-sivo amor.
E"* era tmida, nerrora o obedeca com tenor
a s.u pai, coDsequencia de una cducac.Vi sem mai,
c sugeita aos caprichos de um vclho ccl'o por (oda
casta de paixoes.
Iinha 17 anuos a joven E'"
Nessa (arde houve quem a xissea umajanella do
interior de sua casa derramando abundantes lagri-
mas, es quaes procurav.i oceullar em seu lenco, e
ella de lia minio que ctiorava.
t> pai de E*'* que al aquella poca oppunh.i-se
xigorosamenle ao casamento dos dous joveus, decla-
rou a pobre menina que annuia cm seu cousorcio
com o joven F***
Esla noiicia foi reeebida com um praato desa-
brido.
Nao eram lagrimas de praaer, era una agona su-
prema, que em ondas de lagrimas esmaga\a com
hoiriveis embales o corarn da desdilosa E"*"
Seu pai obrigou-a a escrever ao seu nuivo, dccla-
rando-lhe sua vontade.
I'*** julg'u-seo mais feli.'. dos huinens, porem
sorpreudia-.be a Iri-leza mortal, que invadi depois
ile tao grata nova, o romero de E**".
Trcparou se a laida, e rom ella as realas,
I Hialina caridosa foi quem eoncorreu para a (r-
tcidade de F.***.
Casaram-se...
No dia immediato F**' amanlieceu taciturno, e
severo. A la para elle linlia sido de le.
Foram vivendo ; elle a amara tanto para per
doar-lhc tudo...
( pai da infeliz E'" foi um monstro.
I'assadosdiasj nitu se fallava enlrc aquello par
seno em um eurhoval para urna ciianruha.
F'"* era feliz porque pensava s-lo.
O pai le E**1 valendo-se da ascendencia, que Ii-
nha uo animo de sua lillia desgranada, impoz-lhe
um precedo horrorosoo de trahir seu esposo,repar-
tindo com elle o que elle hacia prn/auado, c que
depois por le divina c humana so aquelle pcrlencia.
E"" ou uo Iinha amor a seu marido, ou nao le-
ve corageni para desprezar com diguidade tacs.e tao
criminosas proposices.
O lelo conjugal foi ultrajado. O pai de E"*' ja
nao era um seductor ; passuii a ser o mais infame
dos bomeiis. !-" poni o pai desprezando a liiha.
E quando quz pensar enlouqueceu.
Ilontem foi um infeliz.
II .je he um idiota.
Amaiiha ser o que Heos quizer.
Se nos soubessemos que iramos ollender a
sosceplibilidade da illuslrissiina cunara municipal,
certamenle que nao nos atreveramos a fazer-lhc a
nais simples ilas perguntas ; mas confiados na eai-
nua hundade dos Ilustres enhores vercadores, que
mais de urna vez lem dalo exuberantes provas de
sua dedicnc.io pelo torrSozinho dos seus manicipes,
animamo-nos semprc, com lodo u'acalamcnto dev-
do a alta cathegoria de que he revestida a represcu-
lacao municipal, a pergunlar :
1. Se a postura que determina que os estahelcci-
menlus irrigoem as testadas de suas portas se se cu-
lende lambem com aquellas ras mido ha um s es-
tabeleclmenlo c multa areia '!
A ser assm diremos com um rifao muilo anligo
urna audorinha s nao faz verao.A agua de um s
lugar nao podera apagar a pocira de una ra.
." Se a irrigaro de certos ealabelecimenuM, co-
mo tabernas, podarlas, acougues e to los o mais que
comporlam objeelos de viveres-alimenlicios he para
a poeira Dio deteriora-los, e arruina-los".1 Sebe,
enlao as lojasde fazandas, l'erragens, sapalciios etc.
n.lo sao esses estabelcciraenlos de que falla a postu-
ra, e se se anteado lambem com elles, enl3o que
vem s rrigaremlos eslahelecimenlos assuas portas e
Diolodu as casas'.' Ser para acabar com a poei-
ra ? Nao ; porque ras ba que nao tero cstabeleci-
mcuts, o unirs muilas que a tem um, eha diaria-
mente toinpestades de areia c p.
:. Se a puslura em queslu determina que as ras
Wjam irrigadas pelos estabelecimenlos e as pracas
pela lllrua. cmara, quando um eslahelecimenlo for
inullado por nao irrigar, quem multara a lllma. c-
mara por nao fazer o mesmo ".'
Nos, que enxcrgamos |K>oco, que temos urna
enren de percepcao adequada a nussa mesqni-
uha inlelligenca, uio podemos coordenar e-sas cou-
sas, de maneira que desojramos comprehrnder.
Enlendiainos que em quinlo a lllma cmara nao
organisasse o seu syslema do irrigacao, deveria por
ora suspender as mullas dos eslahelecmeiitus, e dei-
xar a boa vontade deeada um Irrigar ou nao, porque
uo he no caso vei lente que se pede appllcar aquel-
le saiito coiiselliofazo u que elle diz e nao o que
elle Fax.Perdi.
Aflrma-nos o dono da casa da ra de Hurtas,
que fallamos em uossa aulepassada Pagina, que
a casa uo licava como est, e sim que a Duerna obra
que esla' fazendo no sobrado ira fazer as lujas etc.
Se assim lie.... cade in pace,
.\ao pagar i jornal a i/acm trabalha he um
dos peccados que bradam ao eco, c ca' na uossa Ierra
puue-se bem dircitiuho a quem quer ter colonos
godero.
Em cerla ra, em certa serrara,certa caveira man-
dou que corlo escravo cerrasse certa madeira, cerlo
de que llie pagara ceil.i quanli.i, que por cerlo ar-
ranjo fez-se cerlo ajuste. Certas as cousas a certa
madeiracerrou-se, e quando o escravo veio cerlo de
receber o que se lnlia acertado, eis que succede cer-
la cousa, que veio dar no rerlo. t) negro certa-
nienlcque uu conlava com certos espancamentos,
que Ihc quebruu cerla cabera, marliucou-lbe cerlo
olho. (uem nos infurmou crrUmcnle dcslo faclu
foi cerlo sujelu, que nao sabemos quem elle seja
com certeza.
'lem tido exccllenle resultado'as nossas lem-
brancas. O Sr. delegado Iralou de carregar sobre
us quadrilheiros do Kecifc, e consta-nos que iiliu ha
mais um por ahi assim. O Sr. subdelegado da lioa-
Vista lem igualmeulc sabido ir ao amago do que ha-
remos noticiado, e com lana felicidade, que nos
consta ter encontrado ludo lal c qual lemos dito, e
com a maor exactido. I.uuvorcs mil a quem sabe
rom|.rehn lera mi-ao deque est encarreado, uo
entretanto pedimos que Dio desanime c nao nos le-
uli.i m vontade alguem da polica, que por ventura
se julgar oflendi Jo por nos. 'Seremos em quauto p-
dennos ( porque as vezes nao se pode delicado e
prudeute na maneira de referirmos os fados, que sao
responsabilisados pelos Botaos correspondentes, bem
comu estaremos promplos a ratificar qualqucr faci
que por amor da verdade nos for reclamado.
Ja que estamos a caminho, cumpre dizer franca e
decididamente. A Pagina uu se envolver' na
poltica, nao se colligara' com nenhum dos partidos
que so plciteiam ; quer e deseja a conciliario, esta,
ua mais perfeila intente cordiale com todos os pe-
riodiros nascidos e por uascer ; lem semprc um
cautinho para indistinctamenle) quem quizer des-
mascarar tralicancias, apuntar crmes, despertar os
encarregadns do mantee seguranea individual e
tranquilldade publica, susleiitara' como Dos Ihe
sjudar as boas autoridades, querrivis, puliciaes ou
militares, uo enlreler decidulamenle questes inju -
riosas e deprimentes; perdoar as injurias, slinal
caminliara como o [>obra peregrino cm cerrado bos-
j'MriPO
o pas-uu da- : pessoas que
i c se acliam quasi resla-
nii'e lado o mal naquelles i a
pes-oas; nas parece-meque
iio pao, andam assonxbrados. porque noticias p sle
rior s ili/.eni que o nial i
all ip.ireceraui enferma
hele idos.
I. d Hinque e nuiles logares allirmam que o llre-
jo e- la' arrasado; as parias das casas esli ferhadaa!
pois o que all so di do Brrjn, 1 inlicui se diz aqu
daqi elle* lugares. Oem que em lempo le pesie
men e-se mais que em lempo de guerra.
Ni -la villa o escrivo de um morador rhegado de
urna vigem que fizara a povoacao da Rapoza, ba-
ria inflrido rbuv i em caininlio cm consequenci i do
que uloereu.
Diiseram qoe era o cholera e o presidente di ea-
mar.i olliciou imniedi llmenle ao presidente da pro-
vincia pedindo un medico e una ambulancia. O
esen TO ja se acha bom, e recein que estes rebates
lalso, nao lenh'in finalineole o resallado do impru-
dente que gritaraao lobo '
( Carla anicular. I
bmares ..... J o.i :t|da magistratura a um grande
valcntnes de afra/
(V'lvll|llil|!llllL.vI.
'.i eral Pernambucano e o Sr, eomelheiro JoU
Thomaz Sabuco de Araujo,
ibtral Pernambucano numero 978 de i do
ile, em artigo cdiclurial ocenpou-se rom a can-
didali ra do actual ministro da jus'ira, o Sr. conse-
Iheire Jos Thomaz Naburn de Araujo, a folOra elei-
ral pelo circulo do Recife. E, como em dito
o seu autor mostrease toda luz a m vonta-
de i;ui vola a lo dislinclo brasileiro, misler he que
dgamas algumas palavras.
emelhaiite artigo se altribue a eleieSo lulura
i motora da lenarid.ule e capricho que preside
ica seguida nesla provincia, nao obslantc
ar o Liberal Pernambiu- a moralidade
bal administrarn) pr- lc por ahi que
o da justica he canf a depnla{io geral
O i
corre
c.lo l(
arligo
Em
a caos
a poli
conles
da acl
miis!
o mol
pelo ei -culo do Recife, d
ro da desisle
de haver desistido
lo proposito cm que esla-
va de l e-lo pelo .le l'ao d'Alho, e para lal lim obleve
ioc.Io do lugar de juiz de direito desla
fessam
n.io po
leiiarnl
que le
elle re
pilal
A lebacidade c o cepriebo, que diz o /.ibera! Per-
namlm auto preside a poltica seguida nesla provin-
cia, i exislencia do bem quando o pralicam, <
lem consentir que oulres o lacam. S existe
ide e capricho na mente de alguns cgoislas,
lamosolhosa luz, para se conservaren! em
trovas rgidas.
Daui o o Liberal Pernambucano como causa da
numeaiiio de um juiz do crine para a primeira vaH
desta ciJadt, a candidatura do Sr. miuisiro dajot-
tiea, mislra. islo he, por m fe, que ignora (er S.
Exr.cil remado a referida oomeatio com vsias de
o pensamenlo do gabinete a que perleoce
passagem da le da reforma eleiloral,
ficou consagrado que he de iolerasse publico a con-
seivarn dos juizes em suas respectivas comarcas,
rente com o pensamenlo do gabinete, ba o
I ibinilrodajostica empregado lodos es seo,
para que se lome um realidade, o que seria
romessa se assim o non lizesse. Tanto he
de, queS. Ese. fez ouvir sua cloquente
ndeodo a le da reforma eleiloral, cuja p s-
i considerada, pelo proprio Lificnd Per-
nambwhno, como om Iriomplw oblido pelo parti-
do lber il.
realisar
pois, co
esfor^os
apenas
isto ver
voz defil
sagem fi
Nao p
no, insii
tao cconlraria a promessa ilo gabiucle
de da eleirSo .a eoinlidalura de um dos
irece, comosoppoe o Liberal Pernamhnca'
tentavel unte a moralidade da administra-
a cerca da
sincerid
memhroi do mesmo gabinete ; pois, o que este quer,
he que s-ja eleilo quem merecer conllani;a do povo,
e que as eleires baja plena liiurdade do voto.
E se. ntecipadamente, se nao pode dizer que
bouve ccacro no exercieio do imporlanle direito de
votar, como dizer se que ha menos snceri.lade de
eleieao, que o acloal gabinete he igualmente me
nos liooro em suas promessaa
Para nao ser apandado em contradircao, o Liberal
Pernami'ucano diz que o Sr. Nabuco s podera ser
eleilo po Pernambuco dando-so o amprego de meu.
roprovad as, predominando a violencia ca fraude,
visto cono, nu deve S. Eic. contar rom outros
elemento para a realisaco do que prclenrle, senSo
os assim, enumerados ; pois lie por domis baldo d.
dados pira que possa conseguir Iriumpho em .-na
auiipathlca pretendi.
Nao se precisa e-lai nesla cidade, para ilizer-sc
que o Sr. Nabucoconla em toda provincia um gran-
de uume o de afleiroados e um grande numero re
amigos d \ol idos, porque leudo S. Exc. Irabalhado
ua polilla de.de minio lempo, contando apenas
cornos seus e-forcos inlellceluaes, pnude conseguir
eleger-se depulado geral e provincial, com grande
proreito la provincia, que be rccoiihecida aos rele-
vantes serviros prestados por S. Exc., dando assim,
aquellas irovaa de que, sem considerar a seus iilhos
iuferiur ; os adventicios, bem aprecia o mrito onde
quer que exisla.
Coulili laudo na demonstrarn da falla de dados
da parle lo Sr. Nabuco, diz o Liberal Pernambuca-
no, que Exc, nao pode nerii como liomem uarli-
*_,_ .
tem romo liomem publico, merecer i
cular e i:
palmas di provincia.
Se as s;
por faci!
mpalhias da provincia se podem Iraduzir
deupparece o que, sem proeorarJJo,
avanruu Liberal Pernambwano. Mas nn bastare
os (actos, nao basta ter-se sustentado nina grande e
conlinuaca lula na defeza dos uteresses os mais
reaes de nina provincia, nao haslain vigilias e efor-
caeo nunca
COS de inlelligenca, nao baria uina dedi
desment
leniler re
qual iledi
inlclleclu
estar uas
O Libe
mente en
.Hatera
a para que se deva dizereu posso pre-
Meeenlar urna provincia em nteres-e da
luc u fructo demeiis continuados eaforejoe
He misler nuis anda... He misler
numero do l'ernam-
bneanos iioslas a margein nos mhiUierioa anteriores.
Soppomoster dito bastante em resposla a parte.
ii i artigo lo Liberal liernambuejtno qoe se refere ao
Sr. consclheirn .luso Thimi Nabuco de
ilas riquezas excede apenas o rigorosamente necesa-
rio, anida qoaudo liaja umi classe numerosa positi-
vamente pobre, e-sa pobreza deve permanecer un-
cidla c ignora.I,i, primeramente porque nu ha ah
o contraste da abastanza para razer-lbe sentir suas
4raujo, i rivae.ie-. e em segnndo lugar porque esai priva-
de quem esperamos desculpa para o incompleto do S*esiuesmo sentidas silo obrigadas a rcsigiiarem-aa
nosso trahalho. /-;. ,v
1"i de Janeiro
(>'0ri'f&p0n&cncia.
Srt. redactare*. Morando cu no engenho I'i-
tiienta, silo na comarca do Cabo, distante desla pia-
ra 12leguas, uo posso estar a par do que se publira
no seu Otario, isto he, lodo- osdias) e s por espa-
to de S e S das he que recebo Diario, e uestes lti-
mos x das recebi-os, c leudo o do da :l docorrenle,
deparei com o meu noine. provando-se (ou ja esla
provado miaba ausencia ou eu morar em lugar au
sabido, causa horror e muilo horror, seahoresre-
dactores, eis o caso : o Sr. Antonio los de Carva-
llio Santiago, le-tiiiiMiieno inventiirinnla da rasa do
fallecido Caelano Pe eir (innralvesda Cunba, diri-
gi urna peiie.io a E\in. Sr. Dr.juiz de direito do
commerciochamando-rae ao mesmojuizo pal. quan-
!ia de l:8u7d72U, e para ser victorioso provou a nn-
nha noseneia. Perguuto ao Sr. Santiago, se nao sa-
be da minha morada, so iiAo pretendo levar em
cania do meu debito, que o Sr. Santiago diz, os reci-
bos que lenho. a meu favor, n para que u j sitou o
dia, incz e anno,qoaodo eu I osle imaginario debi-
to, como fez cmn o outros, pois a le assim manda.
om vez, senhores redactores, do Sr. Santiago dar este
passo, ehamasse a juizo para ajuste de nossas cenias,
que eu estoa prompto c desojo muil 11 muilo, nada
mais digo por ora do S'. Santiago.
yueiram, senhores redactores de publicar estas li-
nhas ao sei.....listante leilor
Antonio Aniceto da Silca.
Engenho Pimenta I i de Janeiro de ISli.
lerrivel o romo desrobarla desesperado qoe o
pauperismo he um efleito da cvilisaro, s deram
sirnplesmeule dn nos>o pauperismo moderno a de-
linic.io m:* verdadeira e man lranquilli conheco. Sun, be um rffeito da cicilisacio abso-
lutamente como a -omina lie mu cff'itn do sol.
Encarados como sigo,es de sol a de riqueza estes
dous effeilos lem um lado hm. Ticemos aoprio-
mirario em um paiz, ondehajeipio a noile uinver-al, n privar,,, .,\ ; ;, bra
a o pauperismo acluaes Su seas vestigios meio ex-
linelos. Aquelles que precisam sempre de ak'iima
eoasa para maldizer, maldigam se qaizerem do pas-
udo qae no-Ios lea ni ; mis, por Dos, Dio acru-
ssm o sol e o prore-s.i de boje, que nii os fzeram,
mas que os tornaran rMceit envolvendo-os na luz
^iinici!^ i: iirl'v.
graeas do Liberal Pernambacam
al Pernambucano, que clama constanle-
ravoi dasprctences do espirito sobre a
squcceu, do artigo a que nos lomos refe
rido, tudnquanlo hadilu a Lem de seinclhaiites pre
lencc
O br. f abuco, como liomem iiarlicular, merece
de seus sejmelhantee respeilo profando, porque uo
tem e.n sjia vnl.i privada acto algum que o lome
menos digno, a nao ser os que a m f, a inveja e a
calumnia! lulo, por mais de urna vez, procurado fa-
zer acred|lai ; mas o bom senso da opiniSo publica
que nao ccelia relos, Irazidos publico, sob laes
aospieioaj conserva a repulaco a aquelle que a sou-
beadquiii, e despreza solemnemente a quem quer
que faz uso de laes lucios sem atteiider ao mesqui-
nbo espirito de provincialismo.
O Sr. Sabuco, como liomem poltico, lem sabido
graugear merecida ascendencia, devida aos profan-
aos cunli'cimento, que pussuc dos pblicos negoci-
os, e a c itrada de S. Exc. no ministerio de 7 de s2-
icapiovaamaiseab.il do quo vimos de
O PAUPERISMO.
Por R. de Fontenay.
I
Dando conla ltimamente do imprtanle trahalho
de Mr. de Walleville, eu diziaque em geral se liona
exagerado o carcter sombro e anieacauor do paupe-
rismo, que suas un asoes aiiniiuciadas rom ostrondo,
parrriam-mc nmperigo mu problemtico, e sua pre-
tendido aggravaeo urna pura illnsio.
Vou procurar desenvolver agora o meu pensamen-
lo. Ilein sci que elle tem o defeilo de asseineluar-
se a urna esperanea ; c nosso seculo que olive com-
pletamente a> pessoas qt o n ceosoram e o aterrara,
que u deelaram impotente,corrupto, c decrepito, re-
cebe muilo nial em desforra aquelles que lembram-
se de achar-lhe boa cara, e que procurare tranquil-
lisar sobre sua saude. esse grande dueute imaginario,
todava desla vez nu irata se de laiirar-lhe coren
loinelte os liavesseirosi cabrea. Pelo contrario te-
mos ,le fallar-llie tudo o que pretendemos expondo-llie os s\ diplomas
e as pba-es de soa doenca, he couvence-lo de que
esl no periodo derresrente, c embora muitos no-
guem. em va de cura. Eis aqui a quejido que lunas
de examinar :
A mizera he um laclo : a miz-ra he um mal.
E*sc fado he novo uu antiga '.' cs-e real vai em aug-
mento OU leude a diminuir e a desapprecer'.' Deve-
nios erer que o desenvolvimeulo da riqueza Das chis-
mes superiores da sociedade, produz por urna especie
de compensarn Toreada um crescimeuto eurrespon-
denlc da pobreza as clames inferiores assim como
Rousseau pensava qu a extrema escravidio deve
acompanhar necessaciameotoa extrema liberdudeou
he corlo pelo coulrario que lia em lodas as clas-es
ao metmo tempo um movimenlo coniinu de aseen-
sio pira a roreinodidade, movimenlo desigual s-
in-ule e menos rpido as classes inferiores do que
uas superiores'.' O pauperismo moderno indica uas
maseas una decadencia, uina marcha em sentido in-
verso, urna derogarlo da le do progresso, ou simples-
menle urna tardanza [talve momentnea) cm rela-
I um meio que progride rom rapidez, isto he,
um/irooiesso menor! A exlensio da mizeria eni-
lm he realidade uu falsa apparencia '.'
Coraecemos por enlender-nos sobre o valor das pa-
lavras. Pobreza,/H lefl nem reciprocamente pela ana opposiru. He
pobre quem osla ahaixo do meio termo da commudi-
lade do circulo sucial em que vive ; he rico quem
esta ccirea desse meio termo, lie queslo de reta-
rn e de circulo.
De balde se tentara chegar a maior jusleza cha-
mando Indigencia e mizeria a situacao extrema em
que niio s3o satisfeitas as precisos Indispensaveia da
vida. As precises no liomem sao progressivase in-
definidamente cxlcnsiveis : he o que nunca se obser-
va bastantemente, e o que tem deseooheeido sysle-
mas econmicos mu celbrese por infeliridade mui-
lo inlluentes ; basia o habito psra coDverte-laaem
neeesstaadcs ; o e^ado mais ou menos adiautado de
um paz e de urna poca, delermiua por si s as ron-
diciies e ai exigencias legitimas du vida ordinaria. O
que be ter o rigorosamente necesmrio He comer
pao alvo e carne, ou pao negro e easlanhas, ou railes
deselvageni e boletas f ilo tr.izer roupa branca,
asseada, casara de panno c aapaios, ou um salo de
fuslo e soceos, uu uina langa '.' He dormir entre
lences, ou sobre palbas ou no chao '.' He
viver como o obreir americano como acotta-
ger J i inglez como o raniponez francez como
o lavrador cgvpcio, ou como o selvagem d^i Nova
Zelandia '!
Pera evitar os equvocos, crcio que devo distinguir
na palavra pobreza dous sentidos differenles : um
absoluto, oulro relativo, um objectico ( para em-
pregsr um termo da e-cola) earaclerisandu a mudez
em si rnesina,oulro iii/cr/iro-expriniiudo n idea que
della so faz, a pobreza porcebida ou sentida pela
compararlo do meio mais ou menos rico em que se
vive.
I DM naro nu urna clas< h pobre, absolutamen-
te fallando quando suas precises e seus recios de
existencia ao mesmo lempo sao excesivamente limi-
tados. Torna-so abastada, rica, mais rica... -., pro-
porfu que uns o ouirus se desenvnlvem mais larga-
mente.
A pobreza absoluta nao he mais tnizeravel do
que qnalqoer oulro ro superior, se nao lem cons-
eiencia da ioferioridade de seo estado, se suas preci-
ses dorreilam na ignorancia do inelbor. He urna
existencia menor ; nn be soffrireenlo. Mesmo no
extremo limitle da privafio nao ba nella dor moral.
Os pobres selvagens que o capitn Baefa encontrn
sobre um chao de nev endurecida reduzidos a mor-
rerem de lome, porque Ibes linliam fallado a caca e
a pesca, morriam com paciencia, sem cslranhamcn-
lo
na falta total c mi iinnossiuilidade de lol i o sorcoi
ro eslranbo. I'eb
| classe abastada numerosa e grandes riqueza', lodo
elemento pobre manifestase c sullicil.i o soocorru ;
primeiramente porque o conlelo da abaslanra rc-
vela-lhe. e fat-lhe -eulir vivamente o que llie." falla,
e em segundo lugar porque lem dianta de si a mina
fecun la e fcil de mu largo r rico auxilio.
Assim as cifras da eslalisllea dizem -uniente que
ha mais pedidos de soccorros dos paizes neos, reas
nn q ie ha mais preeisiies reata de loceorros do qoe
nos paizes pobres ; ellas provam pura e simplesiueu-
le o OtTeilu luevitavel de nina desigual lade mili i.o-
lavel: urna pobreza retalie*sentida peloconuaste,
luanifeslando-se precisamente em razio do auxilio
que ada prompto ; purm nada mais. 1". qu indo
os autores de c-Ialislicasom vez de dizorem como
linliam direito: Ha mais gente queaeha-t rile
clora-fe pobre os paizes ricos, na Inglaterra mais
do que na Franca, na Franca mais do que na lles-
paiiha, ou n i Crsega, ou na Russia, ele.. (:l, lem
ditu: Ha mais gente que he pobre na Inglaterra
do que na Franca ou na lle-panha ; sallaram de pea
unidos o iotervallo inmenso qoe separa aqu o re-
lativo do absoluto ; eompararam como quanlidades
Itoiiwgenea* graos de pobreza inleirameiile ditl'eren-
les. Conta-se, dizem riles, dentro com habitantes
quioze inligeiiles na luglaierr, e cinco rnente na
Corsega, i~lo he tres ve/,.. i i- p dires ua Inglater-
ra. Sim, mas qual he o grao minino que o obreiro
inglez considera absolutamente nscessario, o cojo
complemento pede i caridade, quando o Irabalho
u ih'o da 1 (Cuatro oo cinco shellings por semana,,
suppoiili.ii.in-. Bem, e o indg ule corso precisa lam-
bem de qualro ou cinco shalliugsS Nao, um terco
talvez Ihe bastara ; e melado da popularlo na Cor-
sega se dara |ior mu feliz leudo para gastar por se-
mana o que representara cinco shellings na Ingla-
terra. Mas cutio pareceme que segundo lodas as
irlhmellcas domando i-su lignifiea que existe na
Corsega cincoenla individuos sobre eem lio pobres
qaanto os qoiuze indigentes inglezes, c que he a
Corsega que tem tres vezes mais pobres do que a
Inglaterra, Visto que as cifras da eslalislca po-
dem servir us rom laes correcoQeseorrecee- que
Ibes fa/.em dizer o coulrario do quo dixiarahe me-
llior deisa-las e xi llar i queslo por nutro lado.
lem ,s rerouhecid .. dixiaroos d, que o paupe-
rismo he u>n ellcilo de contraste e de desigualdad.-.
Ora o contraste pode prodazir-se de duas maneiraa
oppostas. A sombra pande lornar-se mais escura,
uu pulo contrario j luz mais viva. Pn le ter havido
diminuicao real dos meios de existencia as classes
inferiores, ou enllo no lo lo das oulras classes e na
masas da naejto desaovolvimento da riqueza, aag-
reenlo e refinamente geral das precises, dos Inhibs
das neeessidiides da vida.
Segando esse phenomeno dever ser allrihui lo a
qualquer de,tas cansas, salla a vista que sua reali-
dade objeeliva, sua signiOcacio econmica e suas
conseqoeocias no futuro dileri'rare em toda a distan-
cia que separa a noile do dia, e a decadencia do pro-
gresso. Se be e diminuirn pura e simples da com-
ino tillarle absoluta nasmassas, he o recoamento para
a barbaria. Sebe a separoste mais profundadas
classes extremas, das quacs urea desee a mizera
einquanlo a uutra sobre a opulencia, se he a vida e
a sobslaucia do Craco quo a civilisaeo tiansfunle
assim debaixo i\a forma de riquezas as veas da for
le, temos em perspectiva a vulla is casias e a escra-
vido antiga. E iiestaa dua* b\ polheses eoniprebeii-
do que se lance como lujuria face da civilsa-
o o insoluvel problema da mizera c a hedionda le-
pra do pauperismo.
Mas se a maior dcsgualdadc das condiees pro-
vem de que a marcha para a commo lidad, eouser-
vando um carcter de generatidade, tem sido s-
menle mais rpida na cabera do que nos ps da co-
lumna, se s pobreza, sombra da riqueza, licou maia
negra pelo contraste de una luz mais brilliaule. se
he a mesma forc.i da vegetarlo que era certos luga-
res da oresta faz parecer mesqoiuhas e miseraveis
as arvores tardas ao passo que algores onde ludo
eresceu lentamente, onde nada broten talvez, lu-
das as basteas apresentam-se com ama especie de
igoaldade negativa, cuja medida nada d a vista;
' enlao o mesmo vigor e clareza do contraste po-
oh
dem lornar-se o signal e a attesterao do progresso,
em vez de ser sua negac.io. () pauperismo assim
explicado be o progresso visto pelo seu lado incore
liogs, equivalente a IgH libias de Imnha ou V, da
carne e deve-se accresecular i|u. irahalMa II bola
meiio. por semana boje ilo que un INli.
Fin Franca Mr. Morcan de Joanu-allirnia de-
pois de numerosas psaqaisas que sotaraa ssBvaebl
le uina Uoulfo de Iraballiadares na pnoBsra mela-
do do seculo Wlll Mmenle suba a mi .,.,1,1,., .,
da.
He lambem a cifra de \ oubau, o qoal leva o ala-
rio dos teceloes. etc. >o a um lana de ioai 11. Ba-
je seria rerlainente avalia-lo mu baixo elvalo a J3
ou :M) sollos por da, t.-rmo medio, para boroem a
inulher.: (Ira isso repretenla para u alario .) ba
lu anuos tres lilr de trigo, e para o -alario de
hoje mais de sete litros.
Se es-as cifras uo -a,, rig..|<.... o menos -oa re-
laro deve sel exacta. O desciment nm-idcravel
dos salaries em quasi lodoa o ramos da pru.lui..,,,
be um laclo verificado. A ultima devasta lirada
com u maior cuidado por urdem da junla de roro-
mercio de Parts prnvou um augmento do simple/ ao
itupln uos salarios em (id anuos de ITH'i a i -7. i}*
rismo exis- | cauleiros e p-dreiros por exempto gaiihavam en:.,.,
eiiliam no, | de ili suidos a dous franens pur dia : agora caHhaui
de qualro a rima fraleos. (Is (rabalhadorp* em vez
de :n e 05 v,ids recebeui dous aVasscoO e 9B ceuli-
inos a lies francos. Ese o trigo de urna poca a
oulra .lugineiitoii mais 11111 quarto ou um terco l.'il
deve-se dizer que muili oolros olq-co. ran.
roana c os lntrunientos leiu dimuiunlo de pr, 10.
lgica he urna lei da benfica natareza someole Esse augmento notavel do Uno o da rora.-rioli-
dar-nos a dor do nial na razio da forre de resisten- lade geral na etas*e interior do obreiro-, aoasaM a-
cia que podemos oppor-lhe. Vamos mostrar bre-1 quetla que vive sabr a limite em que romera a in-
vemeote que examinadu de perlu, "o pauperismo digenesa. he as focta capitel ye m* rnalssmnso mai
toma no passado prop ures formidaveis quanto n exactas poem e parSo cada vez mus tesa de davaan.
exleiisao equaiilo llllenaidadc. I E todava os escr 1 plores que e lito oc-upado tas
odavia devemoa dize-b>, as pocas que dos pre-1 classes pobres tere quasi semprc teatnnlaMMMai
cederam possuiam cm sua negligencia da miseria as cu.:sas debaixu de oulro as,,erio, lem rilado em
e na riqueza. *
Alas esta conclusao be anlecipada ordemdas
provas que devera servir para apuia-la. Volfemos
e vejamos O qu- nos mostrara um olhar laucado so-
bre a historia da Franca e da Inglaterra.
(>uem remonta au passado para estu lar a mise-
ria acha-e em um paiz que au ;,rincipio nao parece
saber de que se Ihe falla. Aca-u o paut
lia outr'ora .' Nao cui lavam nelle. nao
d ixavam-uo viver uo murrer. Desconfiemos de-si
innorencla rio lempo amigo. As-o.-ieiladet calam-
e insiinelivamenle a respeilo de seus vicios orgni-
cos : occullaui os male. que ui podem eombater.
'.tuasi sempre inesno p.neceiu apenas seati-lo*;
porqoaote na ordem moral, com n, ordem pbv.i.,-
um remedio heroico contra ella que nao temus mai'.
Nos judainos nossos pobres a rivor ; aaligamente as
guerras, a fome c a peste livravam periodioamente o
paiz dalle,; a populacijo ioleira era dizireada pelos
llagellos; a cada instante milhares de pobres leva-
dos em mas-a deviain levar romslgo o pauperismo.
.'Jj Tere-sc calculado diz Mr. Dareste de la Chavan-
no.Ij, segundo as chrooieas de Itudulplms (jlaber.
que durante T:l anuos desde !l"0 al iOll bouve i
anuos de fome ou de epl lemias. Contaram-SS lam-
bem qualro fomes grandes no seculo XIV. sete no
seculo XV, seis 00 seculo W'I, cada urna das quacs
durou ordinariamente muitos ennos. I'ole ler-e
em Monstrelet as horrendas cireuinstancias daqnel-
la que segote n volla d- Carlas Vil soa capital, e
que roubnu a Paria e aos seus arre.lores um terco ua
populaco. Viote snoos depois os estados dol.au-
guedoc queixavam-se de que sua provincia vira no
meio da paz diminuir ana popularan na mesma pro-
pon.o pela fome e peta peste. Al no reinado de
l.uiz XIV v-se em ItiliJ a fome destruir al.leas iu-
teiras as regiss da norte do l.uire. Pode cnsul-
tar-se Vauban sobre a hornvel miseria que segote
as guerras.desastrosas a successn bespannola. Em
ITI") verilicou-se em Tuurane e 00 Umosin que a
quinla parle das faadas licou ab-nlutamcnte aban-
dunaila.
Anida quando se nao achasse de to los OS lados as
narraces espantosas dossas grandes Varreduraa pe-
rio h. as do pauperismo, poleriamos adavinharsua
fiequcncia o energa vendo quaulo lempo eslnrva-
ram a teudencia ascencional da pupolacao, e que r-
pido vo ella lem lomado em no-sos das, em que o
progresso agrenla e indoslrial nos lem posto defini-
tivamente .10 abrigo itesse llagello-. Dorante os ul-
limosl.'iO aunas a Franca tere visto sua pipulaeo
subir de O a .')(> milhes, a Inglaterra de cinco a i i.
o que da a esees dous paizes .">ii milhOes em vez da
, u duplo. He um man lo ioteiro uovamente crea-
do, e como segunda Europa tirada do na 11 para
accrescentar-so a amiga. Ora esses milhes de entes
humanos chamados c conservados a vida pala nussa
poca do al cerlo poni a medida de ludo o que
as pocas precedenles dcixavam perder, e sacrlica-
vara por n.lo pode-los nutrir. E se o ultimo grao da
miseria he a morle, para ser justo uu parallelo de
um seculo a uutro.conviria cifra do pauperismo que
a media idade fazia vicer ajontar a cifra enorme
do pauperismo que ella deixaca morrer. II'
Porem apesar desea immensa raortandade de ho-
inensoccasionada de lempas em lempos pela fome e
pi la pesie, como para ajudar extraordinariamente os
claustros e os campos, dous sbsorveates ordinarios
da iiopulaco. apezar do ..buso t.x ;.eua de rnor'.e e
do desprezo da vida do h nem do poru,que caraca-
risa a media idade, lulo pare-e p.-ovar que u pau-
perismo ahi se desenvolv
roes.
A Inglaterra e a rauca tiveram quasi na mesma
pteo.provado pelo numero dos ronetirosquesua car- poca e desde muilo mais lempo do que se ere geral-
reir venceu, quasi como a ligeireza ,e um navio.be mente, seu cdigo do pauperismi. O decreto do
medida pelo numero dos mis que a liulu respectiva
deix alraz.
Decadencia ou progresso. una alternativa lio cla-
ra n3o pode ser dillicil de distinguir. Ja sabemos
que os cifras que do o numero dos SOCCOrridoi na-
da podem en-inar-nos; aliu disto o padrio das pre-
cises indispensaveis a que se referem essas cifras,
nao tem valor uuiforme e absoluto, mas pelo con-
trario reprsenla manifaslameule o segando pro-
pria conlissao dos autores Je estilsticas, eme.da
monographia da ludigencia graos de pobreza iolei-
ramentediereutes. Toda a quesillo reduz-se pois
.1 compar r directamente ila um pjrtx mr-de una
poca a outr 1 o grau de ommodUaae abeoluta da
populaco pubre.a escala de suas rrrmejn mi deslas
pruleorOes, emn o nivel real do- meios de exis-
tencia que em seus hbitos esua opintio conslilueni
o necessario.
Convm ver se he as naces ou as pocas po-
bres, 011 uas naroes ou as pocas ricas que as clas-
ses indigentes lo materialmente melhor providas ou
menos privadas, mais dilBoeis de satisfazer, mais
exigentes a respeitodo necessario, e apreciar quau-
lo for posaivel o grao des.as dinTerencas. Parallelo
eulre os dillerenles paizes ou parallelo cutre as dif-
ferenles pocas he subslaiicialmenlo a mesma
cousa. A gcugraphia 110 ponto te vista econmico
he de alguina surte a historia projectada do tempo
no espato. Saludas de ragas semethaata nossas a-
toes europeas passsm allernalivameule por pilases
anlogas. Cada regia-, representa urna poca ; os
poros atrasados sao urea especie de media idade con-
tempornea.
II.
Cometemos pelo parallelo entre os paizes ricos e
os paizes pobres. Aqu o sentido da desigualdada
he mu felizmente caraelerisado com lio inrontes-
lavel evidencia que a hesitacio Dio he possivel um
instante. ,< A pobreza du Inglez, diz um eserplor
que cito precisamente, porque fez do problema da
miseria um pontu de accosaeie formal contra uossa
ordem social, i sera para o Irlandcz (podemos
dizer para o Corso, para o Russo ele.] o auge da
opulencia, emanante a abistanc,a do ubreiru fran-
cez seria para muitos obreiros da Grn-Brelanha
urna verdadeira privarn, a E com efleito, he sa-
bido que ii pobre Inglez considera o pao, a carne.
rei JoiO (1350) corresponde ao estatuto dos obreiros
de Eduardo III, assim coreo o edicto de lojfi repr >-
luz quasi palavra por palavra o famoso arlo de Eli-
sabelh (1601., Caleola-se que no aono de 1610 Par
.em qoeixa, coreo ss teme um acto loleirameote I a carreja, o cha. e ure bom aposento cuma neces-
tembru
dizer.
tjuaurl
de ceder
decabid
lade Inri
goverua
paiz. E:
COI! lan'
0 pareca que a .quinao dominante Iinha
a gestio dos negocios do estado a opiuiao
com lodo o cortejo das reacene-, nina von-
; reuni algumas inlelligencias elliesdisse:__
, atlendendo lo smente para o bem do
as inlelligencias anda nao desmentirn) a
1 que aellas fui depositada, continaara cm
suas arluas missOes, rpeuas mal aprecia las por al-
guns despelados.
O fado que o liberal Pernambucano rila, da vi-
da publica do Sr. Nabuco, como causa da repulsa
, que este Sr. deve encontrar da parle dos Pcrnam-
que, onde ludo he Irevas, poi una estrella senda or- 1 ,,,..,..,..,,......, ... ,.. c ..
, 1 Huanos na eleie.lo prxima, be ler s. Exc. presidi-
lo au jury que cou-lcmnou aos envolvidos na ro-
lada de medonboa precipicios, e que v alem um
clarao-inlm, que elle julga ser um lar. que Ihc dar
repouso as fadigas de urna jornada lo peuivcl '....
Como a nosss Pagina felizmente lem sido ac-
cela com especial agrado pelos uossos leitores e pela
materia dos nossos irmiOS, declaramos que quem nos i ,nln ie oes
volla de ISiS
Era mais prudente que o Liberal Pernambucano
nao lotjacse ere fados semelhanles ; pois quando no
presente su prega a urdem, como urna necessidade,
reoordera fados que podem fazer
qilzer obsequiar com noticias, que lenliam u cunhu
da verdade. pude-so dirigir no escripterio da redac-
tan desle Diario, onde entregara em carta techada
com sulisiriplo a redaceu da Pagtna .imUa ledas
as noticias que merecerere ser publicadas, deveudo-
sc nulat que nio acceilamos cousa algiim.i. que leu-
da a retir positivamente o crdito alheio-nem te-1cclinlenl., romo juiz,.ni ,.....l"\
das as verdades se dizem. ;..,,, ,
. .... corda ;aes, c boje iwrteiirendo ao con
.no aturre da boa-v isla e na ra Nova lem ca-
vernas que cscuudcn um carro com cavallos, cochei-
ros e ludo.
E a ribeira de S. Jos pur boje Ihc diremos..
He amanh&a.
acreditar que aquelles que conslderam a 01 dem como
I urna liecesshlade actual, ealSo dispostas a abrajarem
la de-eidem cooioconveniencia poltica, quando as
cirrunWam ias o exigirem.
Felizmente, para o Sr. Mabuco.a opiniin publi-
(ea do paiz scilou com solemne aprovacao o sen pro-
lao Iridie,, re-
sillo de luinis-
liatoral, nina funrro revista e aceita da existen
ca.
Cada grao de cotnmodbiadc absoluta, seja qual for
a classe, pode lornar-sepobrera relativa, indigen-
cia e mizeria,se asrelares habituaos com limaran
superior de abaslauja, se sobretodo urna iniciacau
momentauea, uessa existencia melhor i\Ao ao liomem
collocado eni pnsico inferior o coiihccimento 110
que Ihc falla, sem Ihc darein o poder de realisa-lo.
Irazem-lhe por conssgninte o desejo e a prvaro, a
precisio e o soflriraento.
A indigencia he urea iiiferoridade marcada de
enmmodidade sentid 1 pcln cll'eilo da comparacaa o
do contraste, seja qual for em s mesmo O groo ab-
soluto deesa enmmodidade.
'2 O panpei' desenvulver-s-j naturalmente o proporro quama-
nifesta-se grande desigualdada de rmnmodus cutre
os diversos membros de uina mesma coremuuida-
dc. lie um efleito da riqueza : eileilu do contras-
te, assim como a sombra he ellcllo da luz. Em cada
paiz os hbiles geraes marcara um grau mnimo de
roremodidade que eiama-se o necessario, Ahaixo
esta a indigeiirea e a privae.lo, acuna a riqueza e
o superfina. Eses especie de zero Ihermoraetrico
da riqueza varia mnito de altura real e absoluta
de ii'ii lugar n/a nutro segundo o grao de ilian-
tameolo de ea-.ia um. Mas cs-,a, diercueas devem per-
manecer permanecen) com elfeilo completemen-
te desapercebidas no mssmo logar, assim como
tica desapercebido todo omovimenlo geral simolla-
neo. D.ihi resulta quo a apparitioeeextenciodo pau-
perismo nio dependem por assim dizer do nivel ab-
soluto da Iinha convencional e variavt I do neceeeaHo
porem grao do elevae.io ou de decadencia das classes
extremas cima nu ahaixo deesa Iinha de demir-
cacau seja qual for, da desigoalid id t.iais ou menos
notavel de coinmodidads solre as classes ricas ea
classe pore. De faci da cons ieraci sempre
como fallando-lhe ludo que aquellas tiveiem
mais du que ella.
V. romolielei geral na natureza que a forra do res-
liluie.io do equilibrio esteta :\ ra/ao u desvio quauto
mais se exagerar a ,lill'eienci| das eondioSes da
vida em urna mesma rara de humees, lano mais
enrgicamente reagiriode cima e de baixo os eter-
nos interesses da justica e da Igoaldade humanas,
lano mais iiveolivelmenta elles se Iradozirio,
em nos, direito de reclamar, em ouirus de conce-
der o auxilio para enc'uer um |MUCO o rTilervallo ;
lauto mais naturalmente se extender a mi de
um lado, o mais fcilmente do outr 1, s<: ha de cn-
ehe-la. Assim o pauperismo cm mu paiz nao re-
preseota nem traduz iuiei menle a pobreza : o pau-
perlsmo traduz smenla e mede al
conlava 10,000 men ligos. Dazenove anuos depois 'res de carrnagens anliga devia fallar da alta pana
elles ah excitavaui nilo se.lico;s armadas contra os | dos empregados de lodosos graus dea estradas de
archairos do hospital dos hurguetea. A miseria du- ferru. A par dos 15 a -JH sidos qoe se tao o% ite-
rante todo esse longo neroio nao se distingua do I bolhadoms levia eallecnr aa o ama patee as oigas-
cnme, ao qoal dava a mo; entre os mendigos e us | ''1 s das machinas de dehuliar. e aquelles que o. fa-
vagabondos, Iraes e ladrees nia baria Iinha de de-! brieio. Ealaa s- tena inconlestavrlmeule aeka la
mreselo sensivel. AsSun a r.-press 1 desse paupc- as iosdosll ias novos salarios muilo maisrlevadns da
risilla inquieto e prigoso era atroz. No reinado de ; Henriqi: Viii'Tirilriiia-'.B qu- foranl exe.-utados nalS.-bte Visto oque he um averiguad,, que ellas' re-
loglaterra setenta e dous mil ladros grandes e pe- queresa emliui mai. lir.ico.,-."!u qoelfOJl dW.issi,a-
qurnos. No reinado de Eduardo VI um decrelu d.-- \ do. E como o movimenlo indu-trial vai evidraie-
lermteava qu; a to lo liomem ou mulher que vvesee menie do sagena* de liar ao aat-psoan, -la eaetoa-
sem fazer algaras cousa durante tres dias,e osse sor-
prendido em estado da vagabundo seibo imprimase
a letra V no peilo cun (erro quenle, c fisse entre-
gue curou escravo por d .us annos a pessea que o li-
vesse feilo prender. O senlior smente devia como
alimento ao escravo pin e agua poda forca-lo ao
trahalho castlgando-o. pedia por-lhe um anual de
ferro ao pescoco, ao braco ou a nema, e alna i-l 1 ou
vende-lo. Se oingue.n" quera vagabundos com es-
sas condces, eram reconduzidos ao lugar do seu
nos importa aqui que esses rcgulamenlos lanhara 011
nio sido applicados ere todo o S211 rigor. O que pre-
tendemos dahi inferir beque mal numeroso* e mai
perigosos eram os exerclos da miseria, po:s recor-
reu-se contra elles a medidas lo lerriveis.
Accreseente, e he esse o ionio eseeoeial do nosso
estudo, que as privatoes e a abjeco dessa turba
abandona.la e proscripta eslavam incomparavelmea-
lc ahaixo d > estado actual 1 ,s nossos pobres mais mi- lrgo inoursco; uas nutras provincias a cesada.
craveis. A esse respeilo como a muitos outros a bis- castanhas. o ceuleio, eparado la (lar, ele, ron-
toria nos fornere antes indicicoes espalliadas do que | luiam o alimento ordinario do rampon /.. Ee re-
inormaces explcitas. Porem po-suireos alguns da- | gimen dalavu de muilo lempo, e he ua verdade .1
dos mais precisos. Slo os salarios em diversas po- i insufliciencia e a luferiori lade desse alimento que
cas dos obreiros da ultima clas.e, dos simples traba- davain outr'ora a penuria lauta grvida le. Cmn
sidades indispensaveis, :, ao passo que o pobre
de uossos campos pede somonte pao Irignciro de
ceuleio ou de cevada e nina porcu de pabias cm
algum 1 estribara ; ao passu que|bastaao Curso um
Castanbeiro e uma cabra etc. As mesillas desigual-
dades acharemos uas exigencias di vida, se cumpl-
annos os canles pobres core os ceiros de grande
riqueza : Fui individuo, diz Mr. de WeUeville,
que be indigente em Pars pedera viver sem o auxi-
lio publico em nina aldeia de Fimslere uu lo- lia- -
Alpes. 11 A appiinimacu dns salarius da ultima
ordem que marcare dealguma sorte o limite ern que
cometa a indigencia, traduz claramente vista as
dilereiiras extremas da pobreza absoluta que be re-
presenlada pela pobreza relativa em cada paiz. A
dillerene.i de salarlos eulre a Inglaterra, .1 Franca, a
Ilespanlia, etc. 011 10 n nao paiz entre us departa-
mentos ricos b 1 departamentos pobres he l 1 sabi-
da, que nao devo insistir anda nella ; dizer que he
constantemente vaniajosa aos paizes mais adianladoi
seria verdadeira pleona-reu.
Assim desde este primeiro esboce, que confirma-
remos com um estudo mais seno do pastado, tudo
mo-tr 1 que a .illa cifra, pela qual se mjnifesla o
pauperismo as n.ices mais adlantadas, nao he de
sorls algiima devida a ama decadeneit das ultimas
classes, mas que explica-se ao coulrario pelo pro-
gresso de lodas as classes, progresso desigual so-
mente e s mu duvida -us 1,! ivnl u is cgies media-
nas O superiores Os ,1,Hercules pinos pal Tull
ter caminhado para a enmmodidade a maneira do
balalhes em colmniias cerradas, adlanlando-so cada
uma'a passo dilfereote : naqoellea quo marrharam
lentamente, as ,ib-iras conservaran suas distancias,
naquelies que corrern) adenle, a columna alon-
gou-se e as ultimas lilciras senleiii-se ln.11- altaza-
das. Nao s- deve temar es um lempo deparada ou de recoamento, enmo se
lem leilu geralniente. Sem duvida lena sido para
desejar que o m.Mnenlo se live.ssc execiltado core
mais igoaldade ; talvez caminhareinos algum da
com mais acert ; porem era mclll r cem vezes desu-
uireui-se, adianlando-se do que lerem lirado appro- i .rtiTm
ximados como a laurea pe:.....neceo,lo immovos. lineam
Assun he 1:1111 natural que as naces parecam oc-
cnpar qaasi o mesmo grao ua escala di miseria co-
mo na da riqueza, t viste que a riqueza mai.
desenvolvida de um lado, e du miro a pobreza mais
appareute sio os dous asnelos correlativos < quasi
lore.sanenlo eonipl-meiilares do uiesnio iheiiome-
110. 7 Assim, quando proclamarum como enigma
Ihadurcs do campo por exetnplu
Com effeite este genero de trahalho puramente
physco e que nao requer edoeacie nem lirucinio ho
o recurso commum daqoelles a quem falla qualquer
onlio. Sua rereuiieracii desee pois forcosamenle
1 pela concurrencia dnapaaperismo, quasi ao limite
que caraclerisa o qaechama-se o rigorosamente ne-
cettario da vida. ( salario da ultima ordem he emi-
maua
r 1. i, que, equivaleria a nove litros de trigo por da.
Ilojo rila he ISiii da f 2 sbellinga por semana aos
nidadas saplentrionaes, ite I > shellings mesmo no
l.incasliire ,1:1: 1^ litros de Irigo por dld,
sa progrossio se confirmarla anlogamente pela
marcha muilo mais rpida dos salariosandnstriaes.
l'jr.i dar urna idea, ilis-e o Se. Carey .de Piuludel-
plua) calcula que um fiador inglez ds algo.lo n. JJti
por axemplo recebta cm 1801 '.]-2 shellings e -ei pea-
nxs por semana, o que representa 117 libras de fari-
nha ou '2 libras de carne; e em IS'iU quareiili shel-
zes alrazados.
ralado, menos solado que na Inglaterra. Ahi o
orgiilho aristocrtico, a mus profunda sep i.aco das 1 ma mais uoiavel que loniou cm '. ,s ansa p..a-
J Nio comprehendo iiem como se podara mar-
car qualquer 1 ifra ao p .iip.-i:mo nos paizes em que
'"' -'"." H '" Irabalbador 11 lie livre, rodo o escravo he evi-
aesigintldadc. r.is mu ponto ineoiileslavel e itn-
i.rl
tro:
! de sil
Na
em niet ei 1 t ,
1 palna.
pruvela a
Ib asilen os,
liHcauo aos nossos lino
'ae .., ilo 'jlirr.u Pernaut'
invocando o bastardo e im-
I poltico espirite de bairrraw, pois contemos que, se
o Sr. conselheiro Nabuco pretender ser eleilo pete
, circulo do Recife, ou oulro qualquer da provincia,
obleas feliz resultado, porque sera iugralidio, ne-
l'alvez ah corra voz de que o cholera, 011 e/iorrii/a i tar-sle amanha, aquillo quo demos hontcm. E,
COMARCA 1)0 BRUJO
H de Janeiro.
por aqui chamare, se lenha desenvolvido ues-
te villa, mas posso afirmar-ihe que ateo momete
de e-eii-.i-r-llie 1-la i-,anios lures deste ll.ig.-llo.
Verdade ha que nn primeiroa das das de 1.....ro
espalbua-se o boato de que caria vinoaa do
corad sabe o Liberal Pernambucano, ossens com-
provincianos nao sao ingratos, e que. par conse-
I uinm, uu podem esqueci r o liomem que os acum-
panhou sempre, ojaiz justicciro prob e final
Poto e da noreste, davam como cerlo o ter-se ma-1 menije o miuisiro que ha uomeado para os lugares
poilanle.
Estes poucas palavras ja os lizeram eoinprehon-
dern natureza .lo erro eoramellidoou ao menosen-
Imi-ado lelo-- autores de cslall ticas, qoaudo avalla-
ran! e dopoisennipai.iran.....niero dos indigentes
nos paizes milis uu menos sdianlados 0111 riqueza.
Su is cifras m provam ua 1 calidad* urna cousa, a de-
siguald.id? .lo coiii.'uo.los ruin: ..s diversas rla-ses ;
mas nad.. dizem sobre n grao absoluto da enmmodi-
dade ou da prnae'i.i cm si mesilla. Com efleito como
lem se procedido por teda a parte para eslabelecer
essas cillas'.' Ja o rimos em urna obra de que ti-
remos oecasiio de fallar nesta Reviste, foi tirando
por loda a pule o numero dos ndividaosaice rerfd-
i.iui.i / oblem socorros. Oro, rumo notavamos, he
muilvevidenle que 11 s paizes cm que a massa geral
dentemente um indigente, pois nada tem de pronrio
nem mesmo sua pessoa. li parore-me que pode oi-
zer-se oulro taino das orvos;estando su., vida sol a
responsabilidad do senlior. estn para ruin elle na
".1 llilIKOs Je loe -lili
vU.se laho-
iorcori 11
p.isir.lo de po: i,
pin ....-;. montenl fado.
,. Eugeniu ilnet, Oa Miseria das
riosas na Inglaterra e na Fraiira.
y Eugenio Bur I.
<> Eugenio lluiel.
1 Aceito o aphorismo de Mr. Ilorcl e de sua es-
cid.: para nli rprela-lo : mas devo dizer 11 u 11.I0 be
rignrosamcni.....a. lo. o pauperismo real ou appa-
reute h- um faci mu completo para submeller-se
classes. a frica do carcter nacional t.uriiam a mi
dura pela e*pece doreprovacio que Ihe
lia lambem paizes pobres em que o pau-
perismo he horrivelmonte real u que lesmente a
phrase de Mr. Bur"!), em particular ^ Irlanda. 11
ran lez hequasi o escravo de guerra dos lempos an-
ligos, sempre ameafidor, e au qual o senlior t do-
ma pela tome. Ahi u paapcramo tere sido um ro-
ruamealo para a barbaria : a devasta de 1833 xen-
lcoo que o agricultor d spendia ahi para sual^ntar
a vida pinito menas do que 110 lempo de Artliur
Voung, e lodos sabein que o ultimo rereuseameiilo
apresenloa uma diminuirflu enorme da popularlo.
S Edgeuiu Itnrel, ote.
'9) N.U procuramos denegrir
passado : paz aooosso f, reo
niteiiees. uem bou-; caraclei
falltram .1 media idade, for;
'orea productiva, a segram-
ela secute, coreo para cada
/
apoiu de sua lliese alario, ellectivaiuenle mu bai-
xo,-; inasp >dein concluir d'ah alguma r.nisa para o
/crino asedao feral dos salario. m,-mo das sala-
rios inferiores .' N'Ao, e he islo que imporla minio
notar. Porque elle, lem lira lo seus dado- alo
da massa das industrias acluaes e vivaa, porern de
ca-os anormal e excepciunaes lias industrias a-
traza las, condemnads que eslinguem-se, que es-
o em va de tranitorinaeao na> quae* os sa-
larios inumentaneamente mu lnixos. nio *o
latis do que um meio de Iran-icio para salinos
elevados. Expliquemo-oo'. (I h une.n por Inda a
parte romera prodozindo rom caresta, e com gran-
de perd du lempo, de maten 1 e de forra-. Coda
mmenlo do progresso industria! cos.le em dimi-
nuir a relacdo do e-foico per lid 1 a.. e-I irro til :
he o que chania-se prodgate melhor ou roni meiius
gasto as d 11- formulas silo idnticas eui farlo.
I.ugoque descobie-see verilica-se um uov., me-
thudo mais perfeilo de liahalbo, be evidente que 1,
inleresse cerril exige impenosaroenle que seja aban
dunadoo anligo processo que disperdira materia e
tortas, a que se desarrime a velha rnlina* em proveila
da boa produccAo. L'ma lei formal de utilidadc pu-
blico deveria evidentemeuie ntervir nesse sentido,
se mu (elizmeule uma lei natural nio reinediassc
por uma aecn superior e irresislivel. E sa le ter-
mula-se e exerula-se pela decadencia do valor xe-
nal dos producios, igual do progresso, prova mura
e irrecusavel da superioridade na r-nduca i-oxa.
Qaaoda os novos loares vicram por-se au lado dea
amigos, quando o mutl-jenng rom-rnu a substituir
o engenho de liar e a luso, < preeo dos lim e do- c-
enlos decado, a irabalho da fia-o eda leedora an-
tiga no diminuida enormemente ua remunerar.-,.,;
esses ullicios luriiarare-se quasi iropossiveis, e as'.im
devia ser.
Se a sociedade pagasse o esbirro pelo mcmu e-for-
jo e uo pelo seu resultado, itia'couira cu lim. qe
he a ilimiuuicao constante do esforco: e persili-se
cm erepregax l homens para tezercm uma rousa que
dous podem Tazcr, seria absurda a ma. Convem que
ella alaste de sua oceupaeu lornsda sem lim aqoel-
les aquem preparou uma occupiu-ao nova, ulil e lu-
crativa :
cumnre que leudo edificado para seo- ...
quilinas uma linda casa em vez de urna choupan.,,
arruine paoco a pouco a pardieiro suhre aquelles que
nao querem deixa-ln. Nao negamos que baja ahi da-
resiedilliculd.illes dignas de sorras amen:- e
tudadas.uiai. delinitivareenle e su um fario de tran-
sirn. Ora he.iso o que nao lem vilo 011 nao lem
querido ver os cscriplores de que fa temos; tlte-
lem registrado como eaaaa normal pernwmenle, re-
gular, o esladodessas industrias aiiacbronira e ron-
demaadas: nao fallaram da ras* nova, mas grita-
ra ,n contra a rivilisaeo sem entranhas que pon!,a
mais vastas propor- i em ruinas a choupana de seus pobres. roUagara.
t.lue nao d-eseram lies sobre a dev.ia inglesa ner-
ca dos teceloes e dos liadores a mo? Para erem lu-
los, verdadeiras e cmplete*deviao ler visteo ruin,
ladu, o lado principal da cousa.
Deviain dizer que se oaquelles San trabalhan. em
;s loares de pi aba miseraveis: os trreloea.e fiala-
res mecnicos gaubaiii nu ."> vezes maia Mr. Che-
valier. Se alguem moslra.se a mi- na dos condur-
gein antiga a Incornoliva. da fonce e da mangaal .
machinas de eegar c de debulhar. e nao e.n eatilo
uiversu; comu os obreiros abandonan! iec-saple-
meuta ess anligns oflicio. p.ra e classilicarem nos
novos a tal ponto que a mor parle dos ib, ham pa-
zos que eiSo citadas ha lo ou i:,.n......,, entelan
inaishoje. fnenso leria sido concluir quea asesav
sao dos alanos vai ror.slaiilemen'.- e pni (oda a par-
le da frico ao forte: a devaa completa asfesg as
indaslriisc salarios de Irsnscan que e no< oppu
a historia seguida ale ao lim teriam pas
nasciiueiito e guardados em ferros; aquelles que ti- :
vessem dado urna indica; 10 falsa de lagar deviam 1 con firmada m.iraviihosamente aasso oamisT
ser alm disto marcados no rosto com a letra S. etc., j Pens que he motil multiplicar mais as prova-
etc. Na Franca um decreto do 1777 eavlava anda I o*.cifras. A pessoa* mu de.-ulpa*ei< a no..
s gales todo o liomem valido de Ili a til) anuas, que | ulos que nu geatam uem creem na eslatisttra po-
nan lvesse prollsso 011 meio le existencia. Pouco dem fcilmente eonvencere da realidade do mo-
llento de progresso que niiiaalsjm comparando
o que sabein c o que veeni dos b ,blo. do povo. de
sua maneira de viver. de seu alimenio, por exem-
plo. com o que nos ensiua a tetarte ,!s don nln-
raos erulo-. \ dillerenra nao nad ser mai 1
oificativa. No reinad,, de l.uiz XIV a Norman lia
viva anda principalmente de av-ia. a Bretanha. o
Vuvergna.a Champagne, natstam-as de papa- de
efieilo comnrehende-se que reJaznlt a.iu
graos da ultima especie, a pipulaeo -oral ao ma-
nar dficit na colhela ordinaria fieava najla .,
morrer de fome. Pelo contrario aatM rireprnir-
zes nutridos mais delicadamente esto lerrao mi be
verdadeiro em relacen ao passado tem como roan
ya constante no caso de m ealnails lados os grao,
inferiores que ahaiidmiatu haiiilualmente ao* aast-
neiitemente proprio pira dar uin.i idea jusla das j maes sem contar uma parle dos m-sm.is aniraa--
precisdes e dos meios de existencia da class; pobre 1'lu? pod^ni matar. Ea reserva he enorme: sal*e-se
em cada poca, visto que inmediatamente abalxo I bastanleeaento que alte ateMQ oaassatea da aasojuaa
desse nivel e militas ve/.es 113-se nivel mesmj en- mtricos de pslh.i e de forragem os anmaes aaaao-
conlra-se a miseria que edende a mo. mem annualmente em l-'r.mea 1:11 mi'hnes de hee-
Ora alravez das escillacOes inevilaveis vemos esse | tublros de graos ou lego mes propri-s para o alimen-
salario caracterstico elevar se de poca ere poca de .,0 do liomem, ilo he. mais em quanli.lade Mas
urna maneira continua. Na Inglaterra o estatuto de pm qu. lutada do que ron-ninc lo la a pop d irn bo-
lo ib liv.i o salario dos Irabslbad iras do campo ere mana. Na Inglaterra es-a proparcao ha anda mat
um dioheiro 011 pena) por dia, o du ajmlantes de mus leravel Ili-. Por teas fome* he URra aanaa-
pedreiros, de earpiotiros, ele. em um dinhebra el nbeada na Europa. Tivemos anda ltimamente
meio. S.-gundo a laxa dos cere es da poca (l> isso I oous anuos de penuria geral IS17 e ISVl; pareni
parece representar tres litios de Irigo para os traba- 1 apenas produztr.irn us nalgas de grande riviliac,n
Iba lores e qualro litros e meio para os ajudanles de ",IIJ o-cilac 1111 cifra da mortal: lade .1n11.nl. Sos
obreiros. Em l:tss depois em IM regote-se de scalos precedentes as fumes rouhavam um aa r-
novo o salarte, 0 nessa poca ha notavel |augmeulo "u um quinto da popularlo de |irnin,-is inicua-.
de sua cifra. Em I.V.K1 o dns Irabalhadorc pa- Assim esternas pen imenle aolori-ad nara allir-
rece ser o duplo quasi da laxa de 1:136, e repre-l mar que tem liavilo da passado para ata snbielo-
senter quasi seis litios de Irigo era vez de tres do desde ..... r 111......iunisaai passaama m
-ni I, O Arlbur 1 o,^ av,.,,..., ,., sc,e hellings Icuinreudidade ria rlasse inferior, justamente daauel-
por semai.....salar.....os condados ricos da ln.-lal-i- la quo coslcia babilu lmenle a 11 bge.ic.a, p c..,a
iiuaeo material he eminentemente propria para
caraclerisar em rada poca o etado ccou nnico ,l
proprio pauperismo. As exigencias da viatorua-
rani-se 1 lais uuinerusa e mais rmnpliradas para to-
dos : o grau mnimo do nucstarii lem teaaada nm
nivel cada vez raais elevado, mesmo nos* istdi
gentes alo melhor prvidos, meno-degradados, al. 111-
doti. dos, perseguidos, menos misera veis qu aaaa-
digeales da osnVara. Aduane* esnfisa na sataarda
das classes pobres da nosso lempo para a ,1,. .po-
cas anteriores a mesma differenra que ja rrconlierc-
mos comparan lo a naces atilintadas romos p,i-
l'odemos pois dzcr que na phx -iauo-
agrieolas .
Na Am n.-.i do Norte
la riquez .. da ndMir .
. i- il 1 11 ida lt ni de a-
lie o pon 1 de mira e o
1 liomem que habita em cabana. pauperismo -umpeu. li genio mais o
,2 il paupeiismo poniendo por esta nglavraa 111- minie da igual la :. 1 r.i-la paiz faz .11111
dig.iicn qu. sollicita o aoxilio eslrenhel he necessa- importante, isto he mai natural, pois
n.miente itesmnhecido da pobreza absoluta oa dos I o pauperismo he ess-nrialmiiil
graos que delia mais se approxuuam. Com razai se 1 gualdade. Na
lem dito : Sio ha indigentes nvt paites pobres. De ler nacional h
as lorniul
mente he O paiz
tomento, o o.
alias a Amei le 1
pauperismo -n
o uta a proporrin >lo i-uder.
Iti ('ondlriio material .t ra.'i Franca no passado.
II Nio he mgiatid.il e iles.ilento sem rame ac-
rusar a civilisacn moderna t.-r que ain la nio p le
lar comino lula,le segura senao aos s -le oitavost ,11-
qiii lies que salvon '.' Keleva esperar : as duas gr.in-
des oacOea que resolvern! o problema ite / rrer ri-
que certa- ver ."lt milhes de hom iis de m ii, suberiu 1 izer vi-
do adan- ver melhor cinco o seis mlides suppondn que seja
usladur, e j e-sa a cifra do pauperismo .. igie-liancez.
efugiu do .12 Cuino a alteraciu conliniia 'k valor mnda-
menos a- rio leria lurnadu estes documentos, iiiiulelligi- eis e
nm papel incomparaveia entre si, nos o. referimos a om
nosso ver I drio mais filo, dizcndo qaanto r
im tarto le desi- I sent de trgono prec*t medio da poea. Sal
Franca, por evemplo. mide o c.irac-! Ad. Smilh em um appendice 1 > captolo \ I ,t ,1
1111 tanto expansivo, syi potinco el primeiro livrn da todos os preco desde i'*v-
pensoio. ha antes de ludo um elteiio de c..nir..ie
resaltante dos habito* o da exigencia da ctvaola
mais neo em que elle se mamfcst.i. I- fal-o qo-
a pobreza recobra pir baixo o qae a naja n gauba
por cima, a verd id be que a pabrez 1 am .le le, reno
por baixo a por cima ao mena lesapa. Ami-ern
he malerialnionte om mal que vai-ee e 11,1,1 um -mi
querh-g,. |) ere-cim-iilo da cifra da indi- era
que ruo-tram as etalislcas he alada prebl-mati-o
tura nos na falta de iiil'onnaen......tenores exscla-.
os rcceiiseamento mais naaajiliiln 1 do piepiiism "
soeearro mate extenso, m.is regular, mi- atlaa'ta
basti "in rigor par.: expbe. -|... \| qaaosla nif-
mo se coosiderasaa e--.- sogaaenl .i naanara cama
sv -icuiiiicaiiienle o perfeiteraento dcmoatrada,, ah ai 1 rasaltasta a pro-
Nao foram nem boas | *a de deca teora na candiera das deas 1-. infarten .
ludo o que se podarla inferir boqueo pi res pa-
ran bem ha ido 11. mis rpido nella- ,1,
classe mais elevada*. Somanta haveria ahi
..1 e nao recoameni, 0,1 coma dizem aa intrananta-
novim-nla appar ate n.io morimemlm al
'res, n, 111 dedie i-;oes que
.1111 o. meios de ,.;,.,. ,,
ra, a lili rdade. Parara-
; un -rn o d, ver este I--
r .- -, ------------------------------------------------.... ........... ,.,..,..-... 1. 1 ...... 1... 1......... 1.. .
iodo renguera pede nem du esmolas a seus iguaes. lmanle da gualdade, o pauperismo he ni uos real-1 la, seahor Caird
.1 \auliiue.;,ula em Ig'n litiras,.,. Isallraiicm
de uossa moeda acioal o gaasVa aanaal de um teca-
lio : inje os olnctes anlogos gaabam rete menas
ir* vezes mais,
13 lina parlicolaridaile mai aatevel Imansa .1-
pezar da elevara.* da Inga pi na. I.- am rara
hoje. t) anerleie anieiilo dos pr,ce-o ip tij|,,ra. ,.,
de paniiilicat eampanson a diaiaicnea.
Ifi Quem avaha quauto .1 sgricaHara ingle,a
pn- luaiisa de gr.i.,, ,. ,!_. r-xeelle.it, s |r:gn, ..
immensa populara animal, nao p 1- ,:eixar t.- rir
nos di/ m qu-a lagtatatva
iiaop.. le nutrir sua populiea,.. llvese dizer qaa
ella alo /uer que acb. raais vaatajea* nuln-la
exigente como be. cein su.i indo-tr. 1 e par na ik
trocas.
11 s lino reure-i nm pouru iteqoeltes qoe
e que '


mm se rwwBBUCD quinta vm n tfjvMiio de .ti6
ni
| iss.i muitos moralistas Icm censando .10 proletario I obreira ncli se empenhaiia mui seriamente
Muilo noi importa que se nilo falsifique por cta-lroniu especie gerajlo u alcance cliui desle esiuilo. Ilustran lo que .le urna peslcoseflrivel ofai cahir mullas vete* n
qainliSu da pobre lem augmentado lenslvelments
e ijue para seus lii... mais ntiscurus .1 eiviliMCJIo I1.1
sitio boa m.ii. nilo *foi no^s.i iiitenru oul'raquecer o
inleressd que infunde o pauperismo, neui apresen*
lar seassollmenlos adujes como um nuil .| 1111a-
iu n;,ni s de inveji, suas prensiles como exigencias
iem limite que luda a coucessiio lera iiecc<-ai lamen-
te do ausnioiitar. llecordanJo o panado Dio qei-
leuios eximir o prsenle de lodo o dever, ncn dar
um pretexto e um bil renra. O soccorro Iranqeillisado pelo Beato opti-
mismo coiniuoilo. ii.iu podara' de or.i em iliaule cru-
zar os bracos, esperando o lufallivel progresso, nom
para impor silencio as reclamaces doi desarenado,
llie bastar' dizer-lbts : ^is m.ns ricos do que eram
Vossos pas, mala ricos do que sflo hoje os pucos alra-
sadjs que cobrem anida melado do globo ; xivei
como elles.
Semelhanles conscqucncias eslao a mil leQuas do
lio-- pensamento, e nada do que temos dito as auc-
torisa. Aosnossos olbos as queixas do pobres.ui tilo
Icaitimas como d'aatea, e o dever de -occorrc-los be
iitiialiuenle imperioso. Definimos a miseria, a po-
breza sentida, o soffrimenlo da pobreza.
Hebjixo ito ponto de vista de sollmenlo sua rea-
lida,in basta
avalia-lo por tura como ja tizemos. secundo sena re-
cursos maleriaes oa pelo inventario em cifras le
suas posses, he a escala interior .le Mol desejos que
importa referi-lo.
A miseria be o que se julga, e jalga-ee [lela com-
paracao com oseu circulo presente, e iijo com o seu
passado histrico que nao cutihece. Toda a qucsUlo
de commodidade ou de miseria, seudo n fundo
quesillo de equilibrio ou de de'isual.lade entre o ile-
sejo e o poder, entre as precises e os meio, de sa-
lisfacc.1i), aprsenla dons ladea goalmanta dignos de
consideradlo : de urna parle as prerisocs, de oulra
os meios do satisfcelo. QuanJo nao se levaiu em
conla as variares possiveis do primeiro elemento,
quaudo tem se a lodo das precises no homem como
quantidade de'inida e constante, nada parece mais
simples do que e caminho que cunxpin seguir para
chegar ao equilibrio pedido. Se faltain uas maesas
os meios de -.ili-f,nv.M. desenvolva a civilisac.lo Hel-
ias a proiiocr^o e a riqueza, multiplique de secuto
em seculo c espalhe por toda a paite as cousas nteia
1 a' vida ; e o seoliiiirnlo da cimmodidade euceedera'
gradual, mas iufalivelineiile por toda a parle ao do
constraiigimeuto e da miseria ; mas no : posto que
a eivHisafcto hj preencliido seu dever como aca-
bamos de verificar, posto que tcnba augmentado por
toda a parte o que chamamos a commodidade mate-
rial e exterior ; a commodidade moral e interna nao
a lem s*uido, e a queixa contiuua a elevar-se como
raides dos baixos da sociedade.
l'orque enlao ? puntu as precisos ( ver-
daderas } desenvolveram-se, e deviam deien-
xolver-se por loda a parle paralellamenle aoe
meios de satisfcelo ; por qoe os ilous termos da
retacan augmenlarain as duas bacas da lial.unj 1 car-
regaram-s ao mesmo lempo. A expansAo di le-
sejo no homein faz-se em razio da lori*a adquirida
o o.;" i-i mi......Ii I 1 da aspiradlo sendo aleaaaatfo,
lulo he maisdoqiie um deqraj dehaixo deseos ps
para ImCjaoH cima, e a inesma forca imtilacavel
de progreso que aagnvnta as comlicoes r. alisadas
de sua vida augmenta-lhe as exigencia*.
Desde enlo he fcil compreheuder como entre
dous elementos simultneamente progresivos, urna
reuma i mais completa de cousas uleis e de meios de
satisfaco de urna parte, e da oulra una reunan de
exigencias mais multiplicadas e rilis diflireis de ia-
tisfazer, a falla de equilibrio lem potido subsistir e
ataegmeatar; como leudo materialmente mais do
que dantas as classes pobres acham com razan bo-
je que falta-Ibes tanto e mais do que desejam. Coin-
preheuder ainda melhor quem quizer observar que
ellas nao vivem em esphera solada, mas que mo-
vem-se em um circulo comparativamente mais adan-
tado c mais rico, cojo contacto he emiaeulemeule
proprto para excitar nellas o desejo. De fado se as
precisos Dito crescessem as differenles carnadas da
sociedade, sen;lo em ratao da abastanza a.lqiierida
por cada urna em particular, e 11.1 pmporcao de seus
progresos ja realisados dahi nao poderiaiu resultar
elleilosdolorosos; mis em consequenria da mistura
e das relactte* de todas as classes entre si be o desen-
volvinienlo da vida as resides superiores que mul-
las vezes arrebata as classes inferiores em 'en lurbi-
lho, e Ihes inocula pelo contagio do exemplo seus
usos e snas precises. A influencia estimulador 1
dessa viziulianca be fatal aos Traeos ; a queme respi-
rado da riqueza amblante faz sabir premaluramenlc
urna seiva docnlia a essas pobres plantas sem raizas
solidas ; e essa anlecipajo 1I0 desejo ao poder, que
em limites moderados o.ui-tiliic a mua alular da ac-
tividade, lorua-se peta oxcessiv< inlensilade um s.f-
frimenlo que a qiiebra e aniquila n.1 deslenlo. Ora
taes slo sem duvida as condi^es perigosas em que o
Voo notave! da riqueza e do loso em certos paizes
tem posto as classes obreiras. S-n progresso, embu-
ra mui real, empallidece e cxlingtie-se dianlc do es-
plendor ile um progresso superior. Qcbalde ellas
tcm-se adianlatlo ; nesse circulo que tambem adian-
lou-sc sub-isle e lalve/. cresce o contraste de sua 111-
erioridade. E cunvem notar que para que esse con-
trasle ressaia com inlensidade mais dolorosn uejn he
ilecess^r^S^|eji^illlLin-1n|'t|,f,,lo*.,i*Tlo ^caba'jiys.
de dizer, aTesigu*d*deT"nlre js classes ricas e po-
bre ; basla que essa deig ddade seja mais sentida.
lie o que deve ler resultad sem duvida nenhuma
na nossa poca da approxin n;flo mai< inlima e da
pe:i->lr ic.Vi reciproca das div ersas classes ; e he e-sa
ao meu ver a explicarlo mal- 1 verdadeira do paupe-
rismo moderno.
Seja como for. creio que '*h> faz compreheuder
sullicienleinente como o incoi nniodo e a miseria po-
dem mainfestar-se ao mesmo I empo que o progres-
so, e pelo proprio progress. -Miseria que cm-
bora elevada por atsim diier 111 n grao em dignidade,
he lao verdadeira, 13o digua 1 le interesse e de soc-
corro como qualquer oulro gnio inferior; mi-cria
indigencia. Elles iiiiImi.iui'-si
lanoam de-apie.ladainenle solire
jespoiis.ib-li.la le dessas miserias de
a a sociedad.' e
individuo toda a
ambic's imp
res-1 dcpnlado l'enna, que pralicavam este acto, da re-
[ lirada, nnicamente como mcio mais prudi'tje para
qoep^demf'plJr'aVnima'c^o'do Ijada do d'w.'e dar '"-" a duplicar dever mesmo pela certeado bomxito. A ; e tmt usoda sua razio em forma o obedecer as dls-
bilid 1 !e de lodo o eorpo social.
A coiiscqiiein i 1 dessa .tupio ponto de vista licj
api
rivilisacAo iem o sa!
lentes. A nosso vn-r dio ra j.i mui pesada ao pobre o mal que a inquieta boje ; saiba ella e queira res-
mu coiriinod, a'sociedade. Ascoiisequencias for-1 latamente, bo lerosa como be, e lia de faze-lo de-
ipp.irccer algiiin dio. O panado lonia-so garau
eadasdanma siiuac.vi nao deven ser imputadas
aquelles que della sao victimas. Ora Btrece-ma im-
p.issivel que no estado de profon la dependencia em
que -e achara hojeas classes inferioras, sua tenden-
cia para so elevaren!, legitima n necessaria 0111 si,
le exreda militas veles o limite .le seos meios. Te-
mos de urna parle urna correla immensa que cba-
ma-se rivilisacjo, pider, riqueza, inteligencia, pois
lo las as forjas ahi eslo reunidas : e abaixo 011 an-
tes de travs, individuos solados enlre si.fracos, ig.
norantes, material e moralmente nbordinados, pois
he le cima que recebem a'; leisvopiaides, a sciencia.
os inslrunieiilc.s de Iraballio, o o salario. Querer
que e-sas natorezas inferiores re-is!am a's allrac^llo I medir a adua no porfo, e d
do circulo poderoso no qual e pelo quil vivem, nilo guillo do olcio a verificar
lia do futuro, impne-lbe o dever com a possibili 11-
le. A riquezcza vbriga I
N;lo dizemos com os optimistas : o mal iesappa-
recer pnr ni mesmo. Tao pouco dizemos com os
desesperada! : o mal be mais forte que os remedios.
Tanto o esbessn de confianza como o deslenlo pro-
duzem a iiu.'iiubilidade. Nae : o navio fazia agua e
afllrmava-sje que ella 11S0 cessava .le subir. Segun-
do nns iiio fstava mais do que cubrir a cabeca e
f,.zer a ultima oraco ; segundo outros couviulia
quanlo antes tlespe laear o navio para fazer ama
Pingada dos destroces. Tomamos o Irahalho de ir
claramos [convidando a
no"a asser^o) que a
he p--dir ao salillete que fique no espaco atraz de agua ati.iix.na, que o navio he sulido, que as bom
seu planeia '.' Assim l-vada a reb H|ite, a cl.tsse po- has acham-se em hotn esta.tu, e que basta que
lelaria deve falalmente seguir o movimento em toda baja bracos e vontade para s.iliir da difllcoldade.
a exlensio de sua curda, ido he, al ao ultimo e pe- Issu pareceu-nos valer a pena de ser dito, porque
riguso limite de seus recursos maleriaes. I apresentavia-se essa pretendida aggravacjao do pau-
Cnm eHeito, que elemento de esistencia resta ao 1 perismo cqmo ne^acao formal da lei do progresso,
iiulividuo que qnizesse conserv-ir-se aqueni dessa porque com esse espanlalho perlurbavam-se os epi-
teficao extrema 1 l'm smenle : sen proprio peso ritos, e clieg.ivam a pergonlar se coiivinba caininliar
por assim dizer, sua forca moral. A rores moral de I ou um pobre lilho du povo !... lie essa foica de cnico, s tres, ou vollar a pasaos apressades* ou lancor-se
esse contra-peso de nenna que approuve a cerlos I repenlinain me de um lado no acaso mortal das t.ii.
economistas deelarar sullii'iente Iraiisforman.to-a em'[ iliv.is. l-"oi sobrelu.lo para tirar essas dovidaS e
forca sobie-bum-na e de soti.tcz a toda a prova. O [ acabar essas hesil.iro.-s quo atacamos a illtisao dos
ubreiro para elles nao he uem d 've ser mais homem projrdsoli i//i miseria.
chelo de fraquezas e de erros ; heuinsabiodo l'or-. Porqueta propria illuso nao he eousa grave oera
tiro. Deve refrear soas paladea, resi-lir as tenia mesmo anomala ;.pelo contrario essa especie de me-
enes do exemplo, desprezar o* prazeres grosseiros, J do retrospectivo de um pciig.i meio paseado be a-siis
,e sem duvida ainda mais >.s prazeres delicadus que commuml e lia muitos outros puntos sabr ns quae-
sito mais charos regular exactamente sua despeza nossa poca Piig.na--e, i; caltnniiia-se de boa fe !
pelo seo salario, prever nos bous das os dias maos, A hoinanidade em sua lula eterna com o mal as-
ele. Exigem delle em urna palavra, loda a sorle de aemlha-se a Jacob que combaten de noite com um
perfeiccs negativas e de virtudes senis, que por pa-1 inimigo nescouliecido, equetlcando vencedor ao
rentheses, bein poile/iamua.) valel como m da eprn- ; romper do dia, recunbece repentinamente o aojo do
cipio de Irahalho, os jovens e enrgicos defeilos de I Senhor elprostra-se assnslado. Esse periodo de me-
sos protecterios, o allralivo da llovida le, a impa- do o de hesiliicio li" por toda a parle de algnm no-
p-ices do reuimeiilo, c nAO usurpar as allrilmi-
s da assetnbla, para quem recorrern! os sjgna-
lariot, usando do direito, que Hice conferc o ja ci-
tado ari. 168do regiment.
Eslflo disposlos os signatarios a rompa;cccrciu lo-
ilos os dias s scsses, e a proceilcrem da mesma
forma, ale que o lempo, a rellcvao, c o respeilu dc-
vido asleis enoamiohem o dito presidente a cuni-
prir com oseu dever.
I) i.s guarde a V. Excl'ara ll de dezembrorja
ISm.liim. e Evni. Sr. conselheiro Sebasliao
do llego Barros, muilo digno presidente da pro-
vincia.
.. Dr. Francisco da Silva Castro, Miguel Antonio
PintoGuimartes, Dr. J,, Kerrelra Canino, Auto. |g
uto llieardo de Carvalho Peona, Podre Prudencio
.loe lis .Merri's lavares, t'.onego Manoel Joso ile
Siqueira Meu.les, Conego Eugenio Antonio de
Oliveira P.inloja, llanoel Hoque Jor^e Itibeiro,
Pedro Honorato Corroa de Miranda, Francisco An-
tonio da (aisla, .loaquim Mariano de l.einns, Anto-
nio (oncalves Nunes, Manuel Antonio Rodrigues,
Antonio Pimeuta de MagalhSes, Dr. Marco
reir de Siles.
III111. Sr.Acenso o rerchiineutn do nflicin que
me dirigiram I senhores deputados assembla le-
gislativa desta provincia em dala de bonlem, com-
municando-me que em ronsequenria de mo aceitar
a presidente da assembla |>.ira submelter a sua
.Minoel l.uil dos Sanios, carga assiicar e mais g-
neros i'as. igeirus, Jo.iquiui l'eraira Constanti-
no, it-uto Kernandes Cazula, e s escravosa en-
tregar.
Camaragibellialebiasileiro ..Santa Luziaa, meslre
Eslevlo Hbeir... c^nga sal.
Acaraciilli..lc brasileiro aAragiloa, meslre Jos
Francisco de Souza, carga faze.idns e mais gene-
ro*.
vv>irt;v^.
Vl\)!vi>v ::Mitirnn)v.
ciencia cltesar, -i tudacin contri o rlewonheci-
d>. Iodo esse mlor l.uic lim p\rrleii(J-ti, f qans lie riri |)dr,i o mil, por
qut lie de/. vpCftrle p;ir;i o melhor. N vi*rda le,
he frtzer muilo pouco cm*o tus iinperf'irot's d-t nt-
lurcza humana. Se a populn;;V> ohreira fonnasse
um lodo, um corpo orgnntttdo relativ-imenle a' po-
ltica, a* moral, ou a* induslria em prnpos poJero*os
e aulouoiri<>s, enllo lam duvida se poderia pedir-Ihe
*m ua berilo ilgunia riis '.es de-sis virlmle-i ievera potq'ie um lodo li- -empro
supi'iii-r atiSHCiis elemotiltii, portjue tima prsonali-
tlade colleiliva que lem inle.es-e'. va-(os, lim eleva-
do e pcrmnneiilc, he por isso meno prevideule p
calculadora. 'l'ot!a< as ve/^s que o* uhreirus sil reu-
nido* em rorpo, qn.r por IYir;n i de a*-ofi- pelos ci'jtumes e iditmH, conit osiuboiiinofl as n*-
au cidade* grande*, letn-M reconhecido faeilmente
q-iiin(o carcter llies tl' o Cirl de iia renniAo.
faiespalbadil como as v. nos ordinaiiamtMile. as
ci^sses nC6rioretpennanecemainda emestado Ue
menores. He impi>*sivel que nnejm um lano
como us meiuii"s,desperdisiinic, vidas d^sti/os pliy-
icos, absortas na momento prsenle ; como os me-
nino* limhein nao podem t?r em sem *>viis mata
sr.tve* senao meia respousahtiilade. compele *' m>-
iedade que as lem debaixu de sua luicla [irtdeUv-
las e diri^i-las emqu.inlo pilo ;,s emancipa.
Nejamos de boa IV. U povonSa pule ser sen.0
o que lemos dito. Queremos que conserve-s* na
sua esphera, que re-i^no-se a* sua sorle humilde,
que teja (**iuiro contra os gox*s, desdpnhoso das ri-
quezas*.' Siloes>esos principios tpie nosso exemplo e
iiossh lic'ies Ihe lem infundido *.'
Oiiem lie que ihe lem presido o cullo da aban
latir, \ ardeiite procuracAtt ta riqne/a, de que
lembramo-nos um lano Urde Qiem veio alormentado em iia sppaihia, ecar-
necrr de sna ignorancia, e perturbar-IUe a retina ".'
Quem he que IIip lem gritado em lod.is lons :
Anima te e enriquece? Noss,i civilisaefto vista de-
bati he nutra cou*a senao um systema uisante-co f
permaupiile de teutarO-'S /lenlare^ni osIeiUnjao
sumgtluosa de ca no luxo que faz hrilhar por fttr.i, U-nlaces n s fo-
brca e naa estradas campos mais cqueci lo*, tenlarjs no cliarlalanismu
de seos anii-uncio* e de suas reciamaeSes. no lomillo
de suas reunioes, em torno doi eiiriqaecdos da ves-
pera. l*or loda a parle he desperlnndo o desejo que
ella lem dispertado .1 aclividade, lie pelo ardcnle c%-
citamenlo das precise* que lem aqnecid > o Irahalho
a todo 11 vapor. Tem embriaa'do Je ambicfto s exercitos de irab.i'.hadores assim com embrlagsi\vsa
os recrutas no momento do fogb para lanca-los ao
assallo do iraponivel.
I)evenii) reconhecer que o xito .'m fido magni*
fico : nada tem resistido ao fieu arrojo, ti aaor.i len-
laria eli renesar seu principio ou recos tr-ie as
consecuencias! l qu.m lu o moslra "> Ceridos e mo-
ribundos que cohrein as brechas. Levara friampuie
a* ni.lTiis pin sen sangue dizendo que nada prometleu
Hielo ros l""1'- 'ii 11 _!'' "'-'- dovim |,,r finado em
Casa! Nao, uio scl-rniasNa^ej^/ovcitii d<- urna ran-J
de poltica sem ler Uulbem a earaa.' Fosles vos que
fdTerecesles ao povo o fruclo piuhvbido. Nao Ihe
pregoefc hypoeTitantanla a rolla imppsilvel para o
K'ljin da iauornnria : queda 00 procresso, o passo
est dadOi e a porta {echada. As tribu a quem pro-
mMte.'de a Ierra de Clima mi nfio vullaram para o
Kv [ lo ; compeie-ns fi/.'.la fclravessar o deberlo.
As a&oiragoej qneanimastea deve* Mtiafater segun-
do 'or parifsj, aos sonTrimntoa que sAo obra vossa,
de>ois dar remedio.
Sobre esta quesMo, cmo sobre tantas !n na socie-
d'.de moderna ama besjUfao assa triste ; V-ae que
ella aaita-w entre o pa&tado e o futuro, enlre *uas
iralires e seus instinetos novos. 1 Ora parece convi-
aiindo moment > do progreso : intima *
pen/ni' lim'tr. (I-mi pdtii'i. o niiil pe inan^ce a |-in-
cipio forcosamente, desaparcebido porque esta' por
toda n parle e confundido na massa ; so cornee^ a
ser distinguido porque upara-te. Ora, 9 a inlelli-
senci 1 humana nao he mentira, se o senlimento do
bom e ilo justo lem um fin, o mal n.lo separt-sc,
senao para eliminar-se.
{Recite Contemporaiiie.)
Ottocal 'i-^ freBnciiado *.iu Jos, avisa a lo ios
os pronrielariofl da referida frrcueiia que. ua con-
forniilulp do arle 1 la postura addicional de .O de
novembro de IR55i tem nesla data mareado o praio
de I ."i itiaSf para serem c;!,i 'a* q pintadas as casas
habitadas, que nocossilarem ilisso. c que lindo o pra-
eo serflo multados em IO3UMU rs.de couformiclade
com o mesmo rtico. O llscsl, Joao Jo de Mo-
racs,
lacio .it:-- Pinto, liara! da fresueiia da Boa-Vista
di sta ridade, etc., ele.
Faro publico para odeiddo conhecimento de lo-
dos os proprielaros dn referhia fi-auezia. .i- dfspo*
sirc-s to rtico ibaix'i Iran-ciipfo ta postura ildi-
cional em rigor.
Postura addicional Art. 1. Todo-, os proprietariuS dP ea-as habtalas
sao obraados a te-las esteriormenle limpas, raiando
nu pintando-as logo que ^p acharem denegridas 00
Pe- sujos, e a reparar lodo e qualquer estrago em suas
paredes ; o pro prieta rio que assim o nao li/.er ser
advertido pelo liscal de sua -frpsuezia, o qual Ihe
marcar. 15 dias para fazc*l4, e nflu > f^/endo sera
multado em H)>, e o concito feito a ^iid cusa im-
mcdialamentc Oulro sim faz publico o mesmo lis-
cal, que lem nesla dala marcado o prazo de 15 dlaa
para o devdo cumprimento do citado artisuf e que
CEA KA',
Secue oestes dias o hiele Axoiarflo; paran resto
da carga trala-se com Caeiauo (Ivnacuda L. M.. ao
lado do Corpo Santo n. 23.
PARA <> PORTO.
A barca Frnandes', I val sabir com nanita brevi-
dade ; para carca o passageiros Irata-ae cen Barro*
ca t\ Castro na ra da Cadeia do Kecifc n, uu
com o canlSo na pra rm usbo\
pretende sahircom muita brevidade, por
le- ;< maior parte da carga prompta.obt'i-
gueportugus Imperador : paraoi*es-
tu, trata-Sdcom Novae& C, na itia do
Trapichen, "i't, primeiro andar.
l'ara Llaboa BPKuira com a maior
|i.is-ive! o brRue porluiiucz K-cneriineia
Oabaiio awittnadu, eslamlo de po>se rta barra-
1;. .snrifdtx'le Feliz, perleiirpiile ao Sr. tUelano do
KexolWano, par nsafrai-la c Jo remlimenlo p.i-
Bar-se 'lo dinlieiro quo emprestou ao dilo Tosejiio,
como consta ilos Ululo! <|oe eslao apemu a o aukri
de eiccu';ao le lenteofa que conlra o mesmo promo-
va pelo juno ?ao llajitista, 1./ putilico que a referida barrara nau-
li 1. mi e perdeu-se na barra le Su..pe, romo*coma
do domnenlo que le.....n ata p'der. Kecife li. .le
Janeiro le I8"h>.JeseCe*ar4e Vascon^ello*.
esappareceu Irica-fcira, 1 "> do correte. a'.
lloras da nolle, da ra do Sebo n. ~r2, um midequ.
denomejeee, com os sianac* -eauioles : ulade t-2
annos, rosto oval, eor Nal ptetl, andar liaiir.eiro.
ps alcuma cou-.i afiallietados, e parece que com
talla de unhas proveniente de Indiase bichos que le-
ve em pequeo, lem urnas lepras serras na c.bes;a ;
levuu chapeo de palba, caiuia. sup|Hie-se qu- de
madapolao, velba, e calca de algodiloiiulra .i/ui :
portento roga-*ea qualquer jicssoa a apprpliennodo
ditoescravo, el.va.-lo aeaeaaeiJM indicada, que
, lindo o mencionada praco, os que nao hoiiverein
deri-ao um leqoeriniento apresenlado pelo Sr. de- cumprtdo l'..r la-.rar tormo ,1 inlrarclo para a mul-
pula.lo Amonio Ricardo de Carvalho l'enna, re-11.1 decretada pelo referido artigo. O que fax publi-
rarain-se da casa todos os Srs. deputulo, ianala- i '-o para que junis app.irer i ignorancia. Fiscalisa-
II, escriptorie de Amorim trmSoa x tlompanliia
irafiuao e
irevidade i sera leneroHmeule recompensado, lia probaluli-
quem no Idade de que lenlia ndo tedacide ou esl-ja urcullo,
mesmo quizer carregar on ir de passaaem, para n'i'jo islo se verifique, < abaixn assisnado protesta
que tem bons rommodos, dirija.se a ra da Cruz n. proceder com todo o rieor da M ceaakni quem quer
que for, que loo vilmente liouvcr pratirado.
Joa mu ornes da t.uulia Pereira Rrllrao.
Precisa se de.....i prela para rorinhar c com
jirar : na prafa da ludepeadeacia n. te -M.
.ilauoel Cavalcaali de Aliiuqoerqoe, r.ndeiio
no engeaho Ala I na da freuuetia de S. I.ourenro
da Malla, siippoe nada dever a pcssua alsuuia a e\-
repcAo da rendo do dito eu^eulio. que se lia de ven-
cer do anuo da IK">7 mi diaule ; purum se alsuem
i" i'iL-iir seu eredur, aprsenle sua cunta lesalisada
ao seo correspondente, na ra d tuia n. M, pn-
meira andar, ou na referido engenho Acua-Kria, c
itlo no prese da s das.
Anda fculo desue i'i de i /em: 10 lin.l. oni
inuialinlio claro, tle nom.' ilomao, de idade II an*
Ins. levando calca de riscadiuliu, camisa de alaodan-
zinho e chapeo de palba j.i usado, tem falla Far.
Opalhab.
OUEfE, v
ii"
LINDO PA-
vat seguir com
prt'sle/a : ptira o resio
da carga e passageiros,
mJJB itiiht-st; com o comigna-
ti lid Autunio ilc Altiictda lionn-s, na
*g$ittdicftC0e3 u p'D>i>.
O abiiisa assignado, parnrho collado tiesta fre-
"U'zia da chlade da l;oil,tl-/,i to Cear. com
mais ajsnns acordles desla capital; a saber : os
reverendos Srs. Ilypolito Gomes Brasil, Jos Can-
dido da Guerra l*a--oj, Antonio Pereira de Alen-
car, Joaqoiin Pereira do Alencar, e conego Anto-
nio le Castro o Silva, prcien lem nodia 10 teste
met peina !> horas cantar bio inedrsulo, as sua- expensaa, e dos sena
collegaji sacerdotes cima mencionados, p> r alma
doi bravos dos exercitoa alliaJiK, rjup na Crimea
tem suecumbi lu, des le a bstallia do Alma al u
glorioso feito d*armaa dn lomsdi da torre de Ma-
lalkOaTa Cobertoa de gloria sobre a ierra, esse* bravos
merecern no ceo 05 votofl, e <'S sutTra*KI09 de lodos
aquelles, i'i-' aimnaUiaain com a independencia, e
litiirda.le-iHsnarr.es. Convida por tanto o abtxo
assigiuidoa loda as aoturidades, embregados pbli-
cos, olciae* le l'linha. da sn todas a- pessoas gradea desta capital para que hon-
ren, rom sua presenri este acto d- piedade, f re-
li^i.it> ajudando a lev.ir au throno do Aliis-iino ns vo-
sea dos Levms sagrados, pelo repouso e dcscnro
eterno de tantos bravos cuj* memoria tara -empre a
honra a -A t. de sua patrid. Tortateza 12 <\q ou-
lubro \o 185.". x
O Tigario, Cario* A. I*, de Ale oca r.
( Cearente.
rios do referido otticio, declarando eolito o Sr. de-
pulado l'enna. que pralicavam es-e acto como meio
maa prudente, mas que compareceran! as se-
S,uinles acsse*, 1 le, etc.
V. S. como primeiro signatario do ofiicio a ni,e
respondo, levara* ao conheciiiirnlo de seus colleja
que e-la presidencia fice inleirada de taes oceurren-
cia<, mas que Ihi' he muilo daeagradavel o estado
de desharmonit em que se acham os dous lados da
assembla, o muilo principalmente provindo dahi
1 parausarlo de seos Irabalbos, do que resallara
grave damno aos negoeim publico-;.
Dos guardo a \'. S.Falacia do enverno da pro-
vincia do Par 7 de deiembro de 1855.SebattMo
do Reg Barro.Illm. Sr. Dr. Francisco da Silva
Caslro.
Trezr. de Main.
rauda lYeguezia da Boa Vista lli de Janeiro de l>")l.
U hscalt Iguacio Jos Piulo.
&cflar (voiiuiu:i'c!o.
ra dt) Trapiche n. 10, secundo anclar, denlo nrrenle; iem *ido \ito iwtos rund< as
-,. ,,- v il'o* lo HiMpicio, haiilo Amaro, e memoe la>an-
ou com o seu capitaoJose Pinto Nune, rto e peaeamlo p^a eaias bea^; iaMaa ai aWat aai
:-it.\(,.\ DO RECIPE l DEJANEIK0AS3
HORAS DA IAKDE.
Cmpres olllciaea.
Cambio sobre Londres29 ': d. lellra de fura c pc-
qneua quantla.
Descont de I eti ras I lii', aomez.
Assuear aomenoiyttii) m>r arroba eom sacro.
A-surar masrava low'WHi < *WO com sacco.
Cambio obre Loudre29d.60d|V.
CAMBIOS
se retirado boje deputados M.in.iel Re
Ricardo de Cirv-llm
| que pode :n v'etes'meino aprese ntar-ie com curarle- aar g;roidada os pobre* ao seu banquete, ora re-
M res de privado absoluta igualmente deploraveis. | cu., e reob i repenlinameiile a porta a mullida de
Uemais os ev-mplos apreenlam--*e em tnulti l."i >
Eis-aqui, supponliamos. um cai.tip'jnex que em su!"s
manlanlias viva de cev.id,i e de ti niouriseo, mal
veslido e .liiriniii.il) ao sereno ou e m alsuma palluca
s.ibre um montiio de felo. Seu esl.omatjo n5o solivia
fome, nem eu corpo fro, ou e o- t'nl' phyvica-
inente era 90 cumi i- m lirto natural e : ciliit.inienle
aceita da mesmi evislenca. Trauporlenf*!-'-0 para
n meio das no,as cidade*. ricas ; ou alias a OH usina
creando em sua aldea alloma fabrica nova, est ibeie-
i-a atii a riqueza, a popularAo e os babilos da^; eida-
des. Acliau lo->e nesse rirculu novo elle experimen-
ta urna irresislivel eipan-aj da vida, aspira vida-
mente essa branda atmospliera ; seu eslornao lor-
na-se mais esiaenle, s-u lemperam.'nlo aclinix-se e
amollece. Pz-se a viver a principio por invdaejio,
depois por cosiume, e emliin por necessidailc assim
como viviam lodos em Ionio dcl|e.
Em poucos nie/.es a inel.imnrpliose he rniiri'lel.i: o
camponez tomou-ie obreiro. Mas |>ara manler-sc
esse novo circalo he mister energa, intc/.'.'Sencia
e lino. Essa esislencia deve ser a cada instante ad-
querida e merecida por orna actividad; superior. (>.~a
as faculdades nao se desenvolve tao (acilmeule como
as precises e os hbitos. A respnili do Irabalho o
novo obreiro permanecen inferior aos seus corapa-
nheiros ; se na i pode deixar de ler um salario infe-
rior ou inlermiltenle. e apenas lia diminui^ao na
producco he elle que lica de parle. De surte que
para viver independenle com o que sanlia nos bons
dias, sra mister qae voltasse metade do anuo a ter
o p,1o trigueiro por alimento, as palhas pnr leito. os
soceos por calcado, ele. Far elle as-im'.' Ab no.
A plaa que me.lrou em ricos algreles e debaiio
das vidracas do jardim, HMrrer ,se f;r transportada
para baixo da rucha donde foi tirada. O mesmo se
d com o homem transformado pela cvlisac,ao. A-
lin de quea fome, o fro, o pao lri;ueiro e os an-
drajos, tornaram-se para sua Miareis amollecida,
verdadeiro solfrimento phvsieo, essn solfiimenlo he
agora cenluplado pela sua ligoiOcafflo mural: elle
sabe seu nome fatal, be i miseria, be a inTcrioridade,
o desprezo, a decadencia tanto a seus praprias olllos
como aos de todos Nao, salvo se liver energa rara
elle nao so resignara a iss ; a mor pule das veze
laucara o futuro ao acaso para gozar do presente;
I quaudo as illuses comerarem a desvanecer-se elle
se distrahira na devassMIo, persistir em viver essa
vida impos.ivel ale ao ultimo bolo... E enian por
n.lo haver ti.lo a forca de manler-se em nina condi-
rao sem duvida inferior a de seos novos coinpanbei-
ros, mas mui superior anda a con.iii;ao de que sa-
lara chegar em errtos momentos a calar em una
miseria absoluta, e que nem mesmo lera romo oulr'-
ora o recurso do pao Irigueiro e do leilo de palhas.
Bastara quasi augmentar ns traeos priucipaes
desle esboco para caraclerisar a especie de perlur-
bacAo ao mesmo lempo feliz c fatal, prodiizida na
nossa poca as maesas pelo mesmo movimento que
as faz adianlar-se. Einpenhn por sabir de sua cou-
diean, dispertacao premalura das precisfies por via
ilu contacto e de innlar.lo, descont das esperaucas
problemalicas do futuro em proveito do cozo pro-
sele, no he naa* toda a historia do pauperismo ?
E iiole-se o resultado quasi paradoxal dessa silna-
rao falsa. Esle homem, imple- tamponei vivia sup-
poubainos, comdez sidos por din, e viva em men-
digar nada queixar-se. Como obreiro ema'o obrei-
ro ganha asura vinte em gra'o medio, c desconta-
dos os dias de folga ; ; logo be positivamente uiai,
rico eto sua nova pnsirao : seus meios dn existencia
sarao contacto de um circulo mais adiautado. Eis
o progresso. Mis l-imbem a inAuencli desse meio
desenvolveoatnda mus uas prci-oes e suas exigen-
cias; elle quiz viver como seus cantaradas que ga
iba vm tres ou quatro francos e cliegoii ass.in em
um momento dado a acliar-se em mizeria absoluta
c completa, mais privado de ludo do
era mais liebre, e rednzido a esleinler a mo. (J'ieiu
quizer generalizar eslo res-altado cninprclien.lcr-.'
perleitaraei'te como pdenles dizer c pr .var que as
Classes pobres sao mais abastadas ni nossa poca -lo
que anligaincnle, e c >mo de outra p irte a estatislica
da pauperismo pode adra-lee em certos momento-
nao s\i em estado de incouiinu.lo e de pobreza re diva
purum na miseria mus ahsolala o mais profunda.
Essa apparencia de contra licc.lo desapparece quan-
d > "liserv*-se q'i no poido de visla d.i auxdio a es-
latistica provava smenle a situarlo partealar -los
ma'os di is ao psso que lemos fallado o deviaiuos
fallir dasilinco eerdeira o normil,"isto be, de ter-
mo medio das bous e ni 'as dias aa mesmo lompo.
A-mi poi, ala resta duvi-l i que a miseria pode
resultar da um augmento dos in-ios de existencia.
convidados qneameac o mesqunliarsua parte.Tem
temeridades semconvic^So seguidas de cobarda que
nega no momento seguale : Senlin l-> que deve fa-
zer alguma cousa procura .lemiuuir seu dever,
regale.ir sua nterveueJk), e enipenhar sua assig-
ii tura com prudencia. Sua opulencia ainda mui-
lo nova conservou da pobreza de bonlem a sovina-
ra ; ella be um (anlo como os cainp-in-'zes enrique-
cidos, que sendo Dilbonaros coiiliuuam por habito
a guardar o loucinho debaixo de chave, e a curiar
e-c cadamente o pao dos servas, tem entendido,
nao fallamos aqui da beneficencia pralica nem das
estillas, fallamos de mientas, de ideas organicas.de
partidos tuina.los, deeievarou de ronlec a< massas.
Cons- Miriam anda em garantir ao trabadlo urna
especie d grao mnimo de existencia definido e fi\a-
do para lodo o s?mpre, assim como marca-se ao b-ii
urna rajao de forragem ; mas n -lesenvolvimenlo das
precises, mas a avada das ideasrieeommodidade,
mas a alta progressivtt das cotidices da vida ordini-
ria. mas a exmela i das linhas te demarcaeao ea
conl'usau das classes... lo los esses desconliecnlos fa-
zem medoesob prelexto de impotencia ressiein-lho
\i Cremos que a s-ciedade pode e leve fazer as cau-
sa^ mais largamente. Coiivem que eleve couliuua-
iii Mili'e-- grao mnimo de existencia u medida lo
progre-sso geral ; do contrario a civilisacao nao lem
um alvo, e sua propria riqueza ti conduz ao abismo.
I)evc-se roconhecer eom franqueza que loda a pre-
cisao vivame.'ile sentida as masase he precisan ver-
dadeira, todo O habito que se generalisa he necessi-
dade, toda a comnodidafle -le uo crrente e com-
iiium una especie-le direilo. De faci na.i ha em
cada progresso da huinanidade urna parle que per-
tence a lodos porque ledos sem o querer e mesmo
sem o saber coiitrbnirirN para o prog-esso'.' E a
accninularao de todas es;is parcrlla- nesse fundo
commum que augmentado de~"r*i4<3^in idade forma
o patrimonio iiialtenavel de lo la a i'r-..i. n;lo da a
lodo o homem de lal geracjfo e de tal ciHKa um dt-
reito de participar d superioridade de existencia
djeeu poea e dessa g-raco'.' S'iacomo fiar, a len-
dencia das u'.limas cl.ssesa remontar ao nivel da
vida geral parece-nos l.'iu nalter.l c Icsituna que de
boa voulade Ibes desenlpamos os desvos infeliaes.
iC r11 vez-le con temuar d-s le a ^ii metra queda como
criminosos /quclles que esse arrojo l.tncini na mise-
ria, pedimos que sejam levantado- e tratados romo
feridos que poderlo ser depohl suida los eicellenles.
Km lugar de carregar do ferros essos estraves re-
lapsos da pobreza pensamos que bastara a mor parte
las vezes estender-lbes a man a proposito para que
oulra rcvolta mais feliz o* liberte para sempre, ra-
rece-aos emlim qu-i para ama sociedade rica, bm
eomo a nossa e hbil em tirar proveito de ludas as
suas forcas vivas, o auxilio dirigido com intelligeu-
ci.-i e animo pode ser bia especulac.io antes do que
dever imperioso.
Temos dito bstanle para fazrrm is ronipreheu cr
como o desenvolvimentoda commodidade material
lias classes pobres ainda que losse, des VOZeS mais
nnlavel de que he, au poderia diminuir a nosso
ver o interesse que merece sua piuir.io inferior c u
grande dever de auxilio ou antes de solid.riedade
que Ihe esta' un In. Resumamos n i-s,i pensamento,
que deixaiiios eapraiar-se um pouco ueste tercero
pimgrapho:
A siluaeao das clas-es pobres pode ser eonshlera-
da debaixo de dous aspectos dilferenle : em relaeao
ao passado ou em relaca-i ao prsenle.
l'ara medir no ponto de vista hi-lorico o cami-
nho percorrido ptd.i classe pobre, u examinar sua
cvolueao economiea especial livemas de s-(iara la
do circulo movel de que faz parte, o c.unp ira-l.i de
ama poca outra smenle comsigo mesma. i-'ih
proeedendo assim que reconheremos que ha nella
que qu.in.lo ; u.ii progresso rea! o nutavel as ron iecs male-
riaes da existencia. Dissomos : ti mlserttit un/*ra-
co phyura, ejcttriorment* meiuuia ret lem diati-
nuiio.
Pela eonlrari i para avahar o estado la classe po-
bre na ponto de vista te suas preiiis-'-, -!> saet-
ment que Icm de ua posiealo, e t'.\ auxilio que I be
be devi lo, n.Vi Hollamos mais de occupir-uos do
passa lo, u qual nao exista mais para ella : porera
s'i do prsenle que forma sua almnspherj, lo estado
limito adianta lo do circulo em queso nvive, e cujas
i teas e aprac*3es ncc.'.siriaueiilo reII ele. Ora
nesse novo ponto de compararse a sluariuhe intei-
rameote diversa. Pensamos que o sofff9meno da
iiiisrri'i Hito iem diminuida vOUJceimeofe o que o
contraste da abastanca da classe suierior deve ser
sentido tan .liilnros imenle cumisuiipre pela clase
A' primeira vista he um-lauto inlignanl-' essa I ioferior, ainda que seja por causa la ainroxiui.icao
eterna anticipaba.! do desejo que paral;,-i s.im as! mais intima das doaS clas-es. -Sem disentir > un-
.;i.. .- o elT-itos mais sensivets dos progressus rea- rermento do que se tem feito para ablandar essa
Usados, e mantera apezar do augmento dos recursos desigual.lade, nossa opllliSo he que ainda nao se
jm oslado de incommodo e de soffrimenlo. Por I fez bastaute e que no oslado actual da populacn
Ilim. c Kxni. Sr.Tendo
assembla provincial os Srs.
que Jorge Kihcirn, Antonio
l'enna, Antonio l'iincula Je HagalbieSi Di'. Marra-
Pereira te Sales, Dr. Francisco da Silva Castro,
Pedro Honorato Correa de Miranda, Conego Ha-
noel Jo-de Siqueira Montes, Joa |unn Mariano de
Lemos, Miguel Antonio Pinto Colmarles, Dr. Jos
Keareira Canllo, .Manuel Antonio Rodrigues, Dr.
Anlonio jone ilves Nune*, l'.idre Prudencio Jos
das .Mcrcs Tavares, Conego Eugenio Antonio de
Oliveira l'anteja. e Francisco Anlonio da Costa, de-
clarandoque eia procediam em virtti.le do Sr.
deputado l'enna ler feito um reqoerimeatu sobre a I
eleicao da me-'a, que nao foi a.lmitlidu a dissussfto
lelo presidento da .sfenabla, por ser materia xcu-
., .lecisa- tia da qual. appellaada para a casa
nao fui pelo mesmo presidente aeceilo o recurso ; e
au licando eom asenlo senao os treze Srs. deputa-
dos, Dr. Ambr sio Leitao da Cnnlia, Dr. Josc da
(i una Malcber, Dr. Tilo Franco de Almeida, Dr.
.1- -quim Fructuoso l'ereira tiuimarles, Dr. Joao
Mana do Moraes, Jos Joaquim Dr. Joao Biplisla Paseas, Dr. Jo ite Aranjo Hozo
lia.am, Dr. Joao l.oureuco I'tes de Souza, Jns
Coelbo da Molla, JoSo Dioso Clemente tlalclier,
i'alre Lzaro Pinto Moreira l.ess.i p Dr. Jo' Pae
de Souza, que oto consluem casa para fuuccionar
ua fiinna do regiment, lenmu esta mesa a provi-
dencia de chamar quinze Srs. sopplentes dos que
possam mais promptamenle comparecer, para assim
a assembla poder continuar regularmente nos seus
Irabalhos, visto romo, apenas principia a discutir as
leis mais importantes, como silo as do ornamento,
restando ja mui poneos dias de sessio ; pelo que
leva ao cunheinenlo de V. Exc. esta occurrencia,
a lim de dars ordeusdo estillo.
Dos guarde V. Exc. Paco da assembla legis-
lativa provincial do GrO-Par.i (i de dezeinliro de
18..),Illm. e Exm. Sr. ronseibciro Sehastiio do
llego Barros, presidente desta provincia.Joao Mu-
ra de Muraos, presidente, J.s Joaquim da {Gaa
a Silva, primeiro secretario, Tilo FrancoP.le Almei-
da, segundo secretario.
illm. Sr.Tenho presente o ollicio qoe acaba de
me ser dirigido pela mesa dessa assembla. com-
miiiiicaii.'o, que lend-i-se retirado l'i senhores de-
putados em cousequencia .le nao ter sido admlttido
i] discussao um reqoerimento apresenlado por um
elles, licando soaente 13 senhores deputados, nu-
mero com O qual a assembla nao pode fiiuccinnnr,
lomara mesa a deiiberaeffo de convocar quinze
supplentes, para poler continuar em seus Ira-
aalhos,
; Em raaposla cumpre-me dizer n V. S. para fazer
oonslar mesa, que leudo noticia de que o Srs.
ineinbrus que retiraram-se da casa vultaill amanbaa
aara tratar do mesmo negocio que liesra boje sus-
penso, aguardo a deiisao para ento dar as provi-
dencias segundn misi informar.
Dos guarde a V. s.Palacio do goveruo da pro-
vincia do P.ir l de dexembrn de IKos3.r->aatito
i/ lle'jo Barrot.Illm. Sr. Ir. Joo Mara de
Moraes, presidente da assembla legislativa pro-
vincial.
Illm. e Exm. Sr.Os abaixo assignados; mein-
1 ros pruprielarios, e um delies primeiro supphnle,
i a assembla legislativa desla provincia, jolgam do
seu dever Irazer ao alto ronhrclmento de \'. Exc.
qoe tem deaanecionar oa actos legislativos da mes-
ma assembla, pela a allribuie"e, que Ihe ronfcre o
icio addicional, a oceurrencia. que leve lugar na
*e--o de boje.
1 Foi apreseaUdo pelo deputado Anlcnio Ricardo
le Carvalho Pena. o seguiite'rcqiierinienln :
Ten.lo sido eieita a nn-sa, que se acba fimccio-
nando, em om hypathese nao prevista na regi-
ment deeta assembli.qual de nao e-.istrem na casa
inembros em numero suHiceutj con votos para
ns c-irgus della, pelo que apparereu a iniecllnavel
necessidade, de remover-se lal inconveniente, que
kbatava o andamento dos -eos trobalhos, proceden-
no-se por esc motivo a eleicao la dita mesa, re-
hueiro que esl assembla delibere ; t. s,. a mesa,
iue cs| fiiuccionati lo deve *er considerada inlerina
e validos os seus arlos :'2. se a mesa consltueio
plmenle eleha deve assumir o cxereieio de suas
liinccaes, visto quo se acham presentes os seu,
iiiicmbros.
O presidenta da me*a, qu8 esl-i funecionando,
jleclaron quea materia da|uelle requerimeiiloja
er i negocio vencidu, e por laso o nao sujeitava ao
.....ibecimenlo da assemblca. Cumpre porni nular
Lqui, que o negocio nuhea foi r n-i lerado, e deci-
d lo pela furnia preci-ada naqoello requerimenlo, e
segn.! as raxoes verbalraeote expen lulas pelo de-
putado Peona, que mostrou a necesiida le de te es-
Lbeleer nina regra para casos idnticos.
A' vista -le Id decs.;., recurren n n-sino deputa-
|lopara a assembla na forma do art. iGS do re-
lmenlo da casa } anu d.-il.t (dc.idir definitiva-
nenle.
Declaroi enlao aquelle prcsidenl, em que ain la
livesse id envalo o iciiir-u -i iu i, que nano
iidiniltia, .em o sujeitava a deci-'ii dcfuiliva da
assembla.
Em lae- rirctimslaiicias enleuderam os siiznala-
rios. que leviararetirar-?, dase' .i
Sobre Londres, J"! a JllJIpJ d. por I-.
Paria, 318 rs. por f,
i Lisboa. 92por 100.
u Itio de Janeiro, an par.
Accoes do Banco, id 0,0 de premio.
Acedes da eompanhia de Beberibe*
Arenes da eompanhia Pernambocana
.<" o Ulilidade Publica, 30 pureenlo de
it o Indemnisadora.sem vendas.
Disconlo de lellras, du 1:> a l por 0|0.
META ES.
Ouro.Oncas hespanhelai......
Mondas de 69IUO v.lhaa .
ii ii (toiHl novas .
o o iyhIO.......
Prata.Paiaees brasileiras......
Pesos coltiiiiuarios......
mexicanos.......
BISPADO de PEUNAMBUCO.
O Exm. e Rvm. Sr. Bispo Diocesano, na ennfor-
ini-lade dos a linos pastados, lem facultado qoe na
presente quaresma, desde o di^ Id de fevereirn ^ex-
ceptuados os dias 1:1 do dito mez, as sextas Cairas a
abitados, o loda a semana aula se pos-a comer car-
ee una vez ao dia, ubservando-se todava o preceito
do ejuin. Palacio da Soledade lli -le Janeiro de
lSti.O provisor, Francisco Jos lavares da Cama.
Correio geral.
As malas (|ue lem de coudu/ir o vapor Mrquez
de Olinda para o* porto* di* Gofanoa, Parabiba, Na-
tal, (loar e Haranrao, feclism-ie amanbia IS aa9
horo-i d da.
CONSEI.HO ADMIMSTRATIVO.
O consellio admioistralivo tem de comprar o se-
guinle :
Tara o s.1 baUlbAo do infantera de linda.
Bonetes, .10~> ; panno verti pitra solirecasaras p
i',I<_-i-, COVMoa I...'-. ; ;;u,i.i'iii ou Pslon, varas
',>> ; boles convexos de metal bronxeado com o n,
s do metal amarello e de 7 llnlias de di .'JTl; dilos cun o mesmo nuincio e du 5 dilas de
dito, :[,0) ; casemira encarnada, covaioi (i.i ; col-
cheles, paros 305 ; cortlao de laa pr*'la de urna liuh i
de urossura, varas l,dO ; hollanla 1.IS.J; olalo para debrom. <1iI<>- |> ; punno preto
para polainas, di los 7.1 ; brtm bronco I Izo para far-
delaa e caira-*, varas 1,.V> ; alj-.lao/iiiiio para ca-
miaaa, ditas 7'JO ; boioes grandes de osso, Brozas 3i
e }.. ; ditos pegenos de dito, ditas it ; ditos pre-
iti- de dito, di tai ;i); spalos, pares 632; panno
corados 1,548 ; clcheles para
itaea para forro, covados 903 ;
maesa, duzias 130 ; esleirs.
no trapiche do .Ijjodio
Para l.ishoa pretende sabir rom a maior bre-
vidade a nova e acetada barcaporlucoeca aGonatan-
le, capilflo a Sr. Silvor o Manuel dos Reis : (|ti*m
na mesma quizer carreoai ou ir de paatagera, diri-
jap aos consianalarius Ybomaz de Aquino |;unseca
i\- l;ilbo, on ao capillo, na ra do Vicario n. 11*.
Keal companbiade paque-
vapor.
tes inglezes a
.'iSKKI
ao par.
premio.
8 Ini
ItiKHI
lli-IKMI
29000
29OUO
ItWO
Al.i'AMiEC.
Kendiinenlo dndia I a l.'i. .
dem de da lli.....
22ti:fl3#6
20:0119785
246:1959412
esearregam hoje 17 de iaaciro.
llarca amerieanaMinesuabreu.
II nca portusuezaConslanle -mercado!las.
Ranea onrlninexaSanta Crusmercad.-ras.
Brigue lugleBlack Princt mereadorias.
Ilriuue inglea Talbotlia.-alluo.
litigue ingle/.CometacarvAo.
Urigne aglexAmellnjslmcrcadorias.
Brinue iu^IczIValter liaiiie-liaealhau.
IMPORTA? AO'-
llrigiie inle/. H'aller Buiir, viudo de Terra
Nova, consigna.lo a JouIisIjii l'aler V C, manifes-
tuu o legniole
2,.SGti barricas bacallia'n ; aos consignatarios.
UONSUIADO UEKAL.
Kendiinento d da t a 15 19.2589393
dem do dia lli....... 7:25*9558
.|(i:."il2C'JJI
UlVERSAS PROVINCIAS.
Hendimenlo dn .lia 1 a 15 ....
Idein do dia It.......
2:60.19915
i7-:ii7ti
i:-i.;Sri)^l
DESPACHOS DE KM'OKIAV.AO PELA MEA
DOCt).\Sl'l.\DO DESTA CIHAIIE NO DIA
l DE JANEIRO DE 1856.
MarselhaBarca francesa LaFrancea, ViuvaA-
moriin & Filbo, 550 saceos assuear mascarada, c
'.150 dilas de dito lirancii.
LiverpoolBarca inglea Tow "I Liserpool, Jo-
hnston l'aler & Companhia, 7m) sacros assuear
ma-eavado.
etarsellurBrigne Trancen licorge, l.asc-reA: le-
liplies, i,(KHIsaceos ..lem.
FalmoulliBrigue ingle/. Sarah, James Ryder i\
Companlna, 1,500 saceos dem.
LisboaBarca poclogoeza Tejo, Amorim limaos
A Compaaliia, 12 tabeas de costad., e i; prauehOes
de aniarcllu.
LisboaBarca portugueza aEaperiencias, Manoel
Ignacio do Oliveira, 200 saceos assicar branca e
niaacavado.
HaniburgoBrigue ingle/ Freendsa, Monsen \ \ i-
nass.i, 2.500 ponas do bo.
(i"ii i-, iPolaca salda Bacliaeliuae, Ba-lo o Le-
mos, 000 saceos assuear mascavado.
LiverpoolBarca inglesa cQoeen of I he Times, Ja-
mes llvdor \ Companhia, 1,050 tarcoaldaaa.
LisboaBrizue Imperadora, Novats & Csmpanhia,
00 quarlnlas niel.
KalmouiiiBtigue sueco Diadema, McCalmont
& Conipanliia, 240 sareoj assuear branco e ina-ca-
v.nlo.
liba de 3. Miguel l'atacho porlngiic lAlfredon.
iliomaz de Aqoioe l'onseca i pipas agurdenle.
Valpar.-iui Barca ingle/a Elixa rlaods, Jo-
liii-lon l'aler Si Companhia, 1,000 saceos ''s"'ar nioslrarem
branco.
HavreBarca l'rance/a fiiislavee, <".d> rmlos, 500
sacros assncar mascavado.
i ulialiaiBrigini sardo l'ass i quel lemp i Enea
a/ul para capoles,
ditos, pares 25S ;
liotes grandes de
3IG.
Para provimento dos rmateos.
Pennas de ganei,, rentos ,1; obrejas, mac/M 10.
OfUcinaa de .a classe.
/.iucoem barras, anubas i.
Dilas de 5.a dila.
Brochas para sapaleiro, millieiros i.
Oiiem qui/er vender estes objeclos aprsente as
suas proposlas em caria iecliada na se.relaria do
conseliio ns 10 boras do lia 2;! do rorrete me/.
Secretaria do consellio adniniislr divo para nrne-
cimenlo do arsenal de guerra I de Janeiro de
lr>5l.lenlo Josr .nmeulia Lhu, coronel presiden-
le. lleniardo l'ereira do Carino Jttnior, sogal e
serrelario.
Pela mesa do consulado provincial se faz pn-
blicn, que do lia 15 de Janeiro em dianle princi-
pa-se a contar os :0 dias uleis para o pagamento do
imiusio do ', sobre diversos eatabelerimentos no
annodel855a 18V.;, finjo, os qoaes iiicorrein na
mella de i) I .ios os ;;ue deixsrilm de pagar sem
dbitos do referido aono,
BANCO DE PERNAiHBI CO.
O Banco re Pernairbuco sueca ;\ vida
sobio oi!o Brasil no Kio de Janeiro. Ban-
co 185.").O secretario da direcrao, Joiio
Ignacio de .Yiedeiros llego.
O banco de l'ernamiiiico loma linlici-
ro a juros, de cononnidude com os seus
estatutos, lianco de Pernambuco i\ de
novembro de 1855.Joao Ignacio de
Hedciros Reg, secretario da direccSo.
Emvirlude do aviso d<\ reparlic;ao de marinlia
le 27 de novembro ltimamente lindo, referindo-oe
a elle o ollicio do Ello, Sr. presidente com data de
21 do me/, subsequrnte, o Illm. Sr. inspentor manila
fazer publico que rnntrnl.i mn coulra-meslre de
calafatea para o arsenal de maiinlia de l'ara', com
qiialquei individuo que aprcenle-se-Ibe. leudo as
necesurias lia bil taces.
Secrelaria da. itwpaerajo Pernambuco em 7 de Janeiro de 1856. O secreto-
rio, Alejandre Rodrigues dos Aojos.
0 Illm. Sr regedor interino lo pymnasio prorin
cial manda declarar qne os compendios adoptados
pelo profeisor da liugua allcni.la do mesmo gimna-
sio sao os seguintes:
(iraminalica allcmila de I-res.
Colleccilo de peras de dflcrcnles autores allcoiaes
para Iraduzir de Ermler.
Diccionario Granees allemao c allem.io rance
de Thibaul.
Augusto Slober rulleccao de peras allema*
segunda parle.
Secretaria do \mu,isio provincial de Pernambuco
7 de Janeiro de 1850.O secretario. Anlonio da At-
siimiiru'i Catira!.
O Illm. Sr. rededor interino do pymnasio prorin
cial manda declarar, em conformidade lo artigo (i2
do regulameiilo de 25 de jullio de 1855, que do da
15 do crtenle tne/eni diante esla aberta a matricu-
la do mermo gj amasia.
Seerelaria do uMiutasio provincial de Pernambu-
o 7 de Janeiro de 1856. O secretario, Antonio da
.ssumpfo Cabial.
O Illm. Sr. regedor interino do gymnasio man
da declarar quedo dia 15 do correte mez em dian-
le lerSo adiuillidos no mesmo gjmnasio como alum-
nos internes e meio-pensionislai os meninos que se
le do artigo 63,
25 dv jullm de
companhi de algaem a titulo le forro : quem o BJJV-
preheader, leve-a .i ra Vellia. casa n. 1*1.
Beepaade-te aa anoaaeto do juii le paz mais
miado .la fresue.i de S. J>'i do R-cife. publicado
do Oiarij de hoaleaa, qoe nao Ihe compele > ejer-
cicio do mesmu cario no rorrele enno, c sim ao
abailo assignado, que precnelie a vaaa -I- nada plo
|ail eleiln para > i. auno. Ao annuncianic su com-
petira seint-lhautc etercicio se rstivese essoUdoa
lista dos i volados, segundo a doutmia do aviso n.
81 i!e l.'l de jiillio de 1813, ou impedido o 4.* jui/.
Lina decisao, consta, que jii foi dad. iip-1. senlidn
au aunuuciaute pelo E\in. coverno da provincia.
Manoel I erreira Accioli.
Prc-is i-sc de um eufermeiro : na ra do .No-
gueira u. 39.
A OLE.M INTliKESSAK.
Avisa-se que a rifa do raimle! que corra coas a
segunda lotera de Janeiro desla provincia, tica es-
padada para a segunda de fevereiro d eorrenle an-
ao ; assnn como Dea sem efleito o billiele n. 1751 a
1775 a de 1251 i 1275, por se ter desencarainhado.
Preciu-S. aiugar orna croula que saiba per-
feilameute JiuiMiun! : quem estiver oeste case, di-
rija-se a ra Nova n. 71.
O abaixo assignado toga ao Sr. Ma-
noel Jos de Soti/.a Sanios, negociante na
piuca do Kio de Janeiro, socio e liquida-
tario da lirtnade Santos Ferreira 4 C-,
se digne dar-lhe cunta do seu escravo
Bento, inie oi remettido a tnesma casa
Ferreira c\: C, em 21 de Janeiro do an-
uo prximo passado, no brigue lrXI-
FK, para sei vendido por cunta do abai-
xo assignado, ou de Ihe mandar docu-
mento legal de bito, alias tera' de ser
chamadoP juizopara satisfacer ao abai-
\o assignado a importancia do dito es-
cravo. pois que a sna ultima caria em l
de agosto, em que ibe participa a raorte
do escravo no hospital de Santa Isabel,
cris de jiilho, discordacomassuascartas
anterioreseprincipalmenta cora asdel
dejulhoe 13deagosto,emque participa li-
cara entregarosescraVM doabaixo assig-
nado a .Vlvescv Sun/ies, assim como com a
contacorrenteqiieacnmpanba a carta de
31 d'agosto, onde da'eincontacomedorias
e despens com o escravo ate I i de agos-
to, o que la/, o abaixo assignado (car du-
viiloso : o abaixo assifttiado la;-, o presen-
onsacao oo iiwi. or. i '.' .
Dr. juiz especial do rommercio, cooforme o seu des- te anniuici, porque debalde tem escrip-
clm pmleri.lo cu_r.q.ioriii>.to do depositaiio da to ao Sr. SouM Santos |ifdindi>-ilie cerli-
No da 21
de-te mez, is-
pera-se do *ul
o vapor A'oii.
rommandaa le
Riv.tl, o qual
tlcpois da de-
mor> do cosiu
me *eanra Da
ra Saulliamploii, locando nes portes de S.m-\ i-
cei.te. Teneiill. Madeira t- Lisboa: p l"--'1-
ros, ele. Irala-se cun os agentes Adamsoa nowie
S C.. roa do Trapiche n. 12. .
N. B.Os embrullios que pretendere! mal
para Soolbamptun, deverlo esl. r na aacnc'*
ras aales de se feeharem as malas, t dep01
hora, nao se recebera' embrulliu algum.
l'ara o Bio de Janeiro pretende, sabir com
a maior brevidade po-sivel o brigue bra-ileito Iris,
apilan Antonio de Souza Maeiel : quem no me--
mo qui/er carregar ou ir de pa-sageni, para
que tem evrellenles cominillos, dirija-se
nalario Alanoil Alves liuerra, na
n. t. ou ao capilfto a bordo.
Para Lisboa prelemle sabir com a maior bre-
vidade possivel a barca portusueza Tejo, eapjUlo
Joao Ignacio de Menezes : quem na mesma qalaer
carregar ou ir de passaaem, dirija-se aos consignata-
rios Amorim limaos \ Companhia, na ra da Cruz
o. :t.
PARA O ARACATY
segu no dia l'.l do eorrenle > bid aCspibaribe :
para carga c passageiror, Irala-se na ma do \ iga-
rio ii. 5.
2 Iw-
lessa
ao consig-
ra do Trapiche
r.
H8C
fiOHFAIIHIA
s ain basca na
A direccSo da Companhia Pernambocana selss
aos Srs. passsciros que o vapor Marquezd Olltad
parte para o
da manbaa.
.arle para os porto:, ilo norte no da 18, as 9 horas
&ei massa fall la de Ualhiaa de Azevedo Vdlarouco,
l'ir.'i luilo da toja de forondas, sila ns ra iloCre'iio
ii. I, .....i.i-tind.i iiaTiiin-eaoc todas as fazendas ele.,
existentes na mesma, divenas obras de ouro. una
mobilis para casa, e orna escr*va parda, mofa, de
bonita figura, perlcncenles a referida massa : ter-
ca-l'eira, 22 do eorrenle, as 10 boras em poni, na
supradila loja.
__ O asente Borje. far lelao em seu armazem,
na ra do Collesi .
le, as 10 boras da m
-orlimenlo de obras de marcioeiria novas e atadas,
e outros mallos objerlot etc., que se adiarlo paten-
tes no mesilla, bein como una eicelleule mobilia e
iversos otijectos para casa de familia, pe tencenles
daode bito do dito escravo, e nenhumi
respoata tem recebido ueste ponto Jo-
s da l'onseca Silva.
No novo enchimento da ra da
Praia de Santa Rita, armazem n. 17,
apromptam-se encommendas para se en-
i. 15, esta-leira, 18 de correa- cher pipas com a^uard'.-i'te, espirito e
Pj>?.'.,!..m,f^L,"fl!0 "'-''te. tudo milito bem condicionado e
le boa qualidade: os pretendentes po-
len dirigir-sca este ettabelwciaiito tas
7mmSS ./s'er.."r"a" paV^fora 'd "provincia, ^'".'aocom ip.etn t.alar, e se faro cr
as qnae* se venderio sem limite de prefo algom. ao I as vantageni que tem; tamben se pode
inei" dia em ponto.
Joao Keller \ Companhia, farao leilo por in-lcommoi
lerveii(ilo da agente Oliveira, e por conla p risco de |
qoein peilenrer, empresenta ilos Ulitis. Srs. con-IJ
sol da Franca c le llamburco, ou de seus chancelle- I h
res, de 1.. n. 3(0, una caixa conlemlo Ii2il|2du-|M
zias de lencos de cassa eslampados, e de JKSB n. :l! ij
una dila conlendo 240 corles de vestidos de cam- j fjl
braia, tendo estas fazendas sido avaria.las a bordo dn | ft*
navio liam / l.mma c UalliUde, capilflo lloiidct, i j
durante ina rcenle viagem praredenle do Havre i;
com destino .i osle porto: Mxla-fefra, IS do cor- | ^
renle, as 111 horas da manla, no seu armazem, ra gV
da Cruz do Recite. '.;
Basto- S Lemos, taran lelao por inlervencfio
doageole Oliveira, de ama percho de caxas de i
mas-as, viudas ulliniamenle de lenova, e de porreo
de figos em caivas e cetras, chegados pelo ultimo na-
vio de Malaga ; qoiolafeira, 17 do eorrenle, ao meid
dia em poni, no armazem do Sr. Antonio Anncs.
defronte da arcada da alfandega.
Scbramu Whatelv & Companhia, 600 saceos dem ro de 18-6_ o aeeretarie, Anlonio da Cssamae
LiverpoolBarca wglezarToaline; Cloada, Jolins- '
e ineo-peii-ionist.is os
.tos na rmiSumid,-
pane do rcgulamenlo lo
segonda
1856.
Secretaria po gymnasio pernambncano
de janei-
lon Pater3 Companhia, simi sacos dem,
ManelhaBrigue francez Chassenr, N 0. Bieber
\- Compendia, '.KHI saceos idem,
UibraltarPobca sarda atialalea, <' J- Aslley,
1,200 saceos dem.
xportacao'.
Falinootb, brigue inslez Eslher Anna, de 280
toneladas, coaduzio o seguinle : 3,500 sacio- rom
17,500 arrobas de assuear.
Pac. de Camaragibe, hiato brasileiro .Snfa Lo-
zia, de 2i toneladas, c indiizio n seguinle : -JO
voliimes seeros e-lraiigcnus e nacionacs, 150 al-
queires -al. 12 saceos bolacha.
Aiar.icu', hiate liras leiro Arag.lon, de :ll tone-
ladas, couduzio o seguinle : volumes geueros
PStrangeiroi e nacin.es, 11 barricas assuear.
Bio de Janeiro, liana brasil lira alpojucaa, d* 275
loiielidas, conduzio seguinle : 88 pipas acur-
denle, 39 ditas espirito, 1,800 saceos com_0,000 ar-
rrjlia. de assncar, 253 ditos niilho, 500 meio- vaque-
ta, 3,000 cocos.
KKCKBEDORIA DE RENDAS I.MI-.ISN'
KAES DE PKRNAMBI Cu
Randimantodu
dem do dia lli.
!
'J:I59J09
532J8II
6'udru.'.
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O couselho .idmimsIratiMi Icm de comprar o se-
guinte'
l'ara o arsenal de guerra.
Ufleioai de l.e -j.-1 cla-se.
Taboas de assoalho de louro de IV potegadas de
largura, e 20 a 22 palmos de cnmpriinciitn, duzias
14 ; niao-tr,i\e--as de louro de22 a 21 palmos de
cumprimento SO ; costados de oilicica M ; parafosos
para bancos de carpina 1- ; lormOes de ac sortidos,
duzias 12; goivas de ac surtidas, ditas (i; sarru-
mas surtidas, ditas 6; badames de l|2 pollegeda a
i[ ditas 3 ; anchoes .le loztl 1-J : compaeos direitos
del a lOpollegada \i; pa com os compctenle
ferros I ; Irado de 3|i de pollegada I : dilu d l|2
dita I :-,'n.is de man de ;i pidcga.las de rompn-
uieolo3 ; ditas.:,- dito de22 ditas de dito 3.
Quem quizer vender este* objeclos aprsenle as
soas proposlas em carta fechada na societaria do
ronselho.a, 10 horas do i.i.i 21 -to corr-Tle mez.
Secretaria do conselho adiniiislralivo para forne-
rinienio .to arsenal le guerra II de Janeiro de
li(.lenla Jos I.nmi-tilia l.ilfl, coronel presiden-
te.Bernardo Pereira da Carmo Jnior, vogale
secretario.
0 Si*. Joaquim Octaviano da Silva i
queira dirigir-se a esta lvpoi;ra|ihia a ne-'t'
gocio sen.
UATBIZ DO BAIRRO DE SANTO
AN IONIO.
No sendo possivel feslejar-se no dia 20 do cr-
renle ao marlvr S. Sebasliao, advogado conlra a pea-
le, a mesa arlu.il resolveu mandar cantar urna la.iai-
nba ao mesmo sanio, uj> referido dia, pelas 7 lloras
da noite : e convida ao reapeilavel publico a assis-
lir este arla, para conjoneto niplorarmos que nos
llvre da pesio que nos ameaca : e cntao sera desig-
nado o dia p.ii.i a sna fesla. Jes Jeronviuo Cor-
rea, Ihesoareiro.
Precisa.se na botica i praea da Boa-Visla n.
1)2, da mosina botica : quem se quizer sujeilar appareca
na mesma botica para Iralnr.
Os abaise assignados apressim-se em declarar
quea poesa publicada no Diario de lerci-feira. 15
do currante eom o ttulo A esptiera, e nssigaada eom
as iniciaos (i, C. n.lo perlenre o nenliam lelles.
Anionio Baptfata Gltirana Costa, Francisco Jos Fer-
pipas vazias, por tei muitos
os e lugares de desembaii|tie.
AO PUiLICO.
No arma-sem de fazendas baia-
tai, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e gi-ossas, por
precos mais baixos do que em ou-
tra < 11 ; l11; ; arte, tanto em por-
cOet, como a retalbo, alliancando-
se aos compradores tun s preco
para todos : este eslabelccimenlo
altrio-se de eorabinacao cxim a
maior parte das casas comtncrciaes
inglezas, rmnmTaS. allemaas e suis-
Sas, para vender fazendas mais i'in
conta do que se lem vendido, e por
islo oli'ereccndo elle maiores van-
lageus do que otttro qualquer ; o
proprieta rio dcste importante CS-
-' tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em fie-
ral, para pie venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da roa do
Collegio n. '2, de
Antonio Lttiz dos Santos i Rohm.
^CHAHSIJ PAK E16E-
HEO.
NA FUNDIQAO UE FERRO 1)0 ENGE> "
NHEIRO DAVID W. lloVv.NIAN. .^A
RA 1)0 BRUM, PASSANDO O ^IIA-
FAR1Z,
ha KHipre um graodc 101 nintnlo naiiir- Uiliraita
ROj{0-sq a ejuem .'rtuu urna arcnlinlia de ca-; jacios tle n)Pchaniii>os |^in|irios |\ira enuenhos, sji-
maplicu tjuc so perded liela ciilade, l>'jrt ,,l! l*va-U \ her : n.tienilas c meia* moeiMlM da mais moderna
o Ierro da Boa-Visla, primeiro andar do .-obrado I conetriie$So ; laias de ferro fundido e latido, de
n. 3, aoe aer aiMlificado. perior qualidade e de i t-ir.-. <.- :,ir;;inK.-; rodas
Precisa-M de nma ama <* leile l\irra nu raj- di-iuadas pitra auna ou ..li.iaes to liulas a* propor-
liva : na iravesta ita Concor-lia, laberna junio i ca- p6ei : rrivos e Iwreaa de rami Ibae raaoatrM de bo-
de i a n -va si* dir nueni prerha. ; eiro. aajuilliAe?., hn nzes, p.iralu^os eca\itMejt1 Raa-
iiito de mandioca, ole., etr.
NA MESMA iTNIMC.A'O.
' Tiiiam lotl.i- ?s eni ommeridaM e mi a un*rior
rida le .; conhecida, r com i dewftda pro i, lida le em proco.
|'ri'ci-:i-se di* um mor, de \\ a U> innos, pata
caixeiro ti* ama da* melhnres lojas do Pilar das Ala-
toas : a iiatarna ron e?irerla do Ko*ar0| Iraveasa
la&aacaTe.'lYfM,
#-)
eectrotvno

slereoscopo.
. i
!i:li*;220
CONSUI.AIH)
Kendiinento ilo da 1 n I
tilein do ilia I (i .
'KOVI.Nr.IAi
..C'l;ll.!i)
THEATRO DFa APOLLO.
^>
j: .^miih ro po otto*
,\acioA eni ra I w no dia II,
Marselha36 dias, \". a fraueea uMareclial K%cel-
ij IoiivIada*, c.-pilo l.arna Joan,
icem H.
,:. 5 o
i%h
! 119 UI*I,i
O. Hielier a Companhia.
Km de Janeirol di s. rij.i!v americano sNalmm
Sletson, de 17'" Loneladas, raiiit|n Jo!m Perrv,
equipagem 7. ero ta*(fo; a llenrj f-'or-ler A; t.om-
paiilua. -Seuuio para We*l Indio*.
Sacio* sabido* no metmodia.
Ruriioi Ayrea por MonlevidooBiuue e uamajrnneKCAnna Calharinan, eapilSn P. Mah-
/en, cerga aetucar.
declarando o] Kio de JaneiroBarca brmeifa ulpojiett, capilao
No aU rro da Roe-Vista i*. \
linua-sp a lirar n \n los i i i
os ^ mn 'too-. 0 ;:!;i !l l
de arle I ;, .
col loe j : : lii. .
... \
nioii
v .li-
lil
1 : '. i i ; 1
.'i.'.., l'ulll .ii ; ;>
Bules mascarados a 2 e 4 de fe-
vereiro.
A diruv.'io coDTid aos senhores assot "i-1- P' i
apresenlerem ana*p; postas do roinitr* l^ dia
Ai do trrenle me;, no mesmo ihe iiro da< pira
4 horas da Urde, oa ao secretario da direcce
Ki ''-''
nem *.
t,*ra::d(>s e *
.M-.-.\ n'iiii : i!:: in'ii-s : t'i !
t: iu .!.. o, 11*0 1
. gi .(a i i I tdi i : -' :" ;
1,1 -.i-, i ,;-i :
ira?, ca !e en piiIi :>
af au! les iol*c> i'tCf
pn . ii.ido .i -> .i -i nlii : P, alo

i: i
- -."t .
I
andart con- '
-emaa anli- ,')
* -erlimenln
1 v para a

CONSULTORIO
HOKE^ATIIC.
28. Una des Cruzes -8.
Gratuito para os pobres.'
(i !>r. Catanora <'..-. ronsullsi e fe v-
/i:.,. ijiialqeer !..: i -:.. i.
n .' r i -.i. ...... *. ,.,!i.-s
. lli iT.V lOKOI'.MHl-

i.i

.ll!
. II! .
. i .1. i'i
MlVl
V.
I.'i. i... 10
tic turro,
iiiili.i .: i -ni-ii t.i
,. is .; re. i'iil il
.'. ''.'.'.:..
-< irl.iiilii i tn.i..s
- ..,:. I ....-
i ;.i iMijiifi!,.
'. ura, .ii .i.'-.
/ lyjfii
.:: f.l
.
..: .! :
i' I u'
.,..:
-. ....
. a.
- i r.-i
. -:
i re i -
ii
-
ni i, iln
.i"
i
i. III. hilos

. I .. .
.'lili'
.1 > ,.
. ni ...i i'..
I
.-
|ir.i,;.i, ; i ni lim ti. :.", '.' ^r. Joiin
.; i. r\.ill Mor, i i eiiei menle rc-
.".....; eiisaii.
Mii'-i.-i i. iiriintiro : :. .r .! ; i'. i .11 na I'
I"
i -. tem .11 Kerife n. i'>.
(rular mi Inj.i la mesis
. ,.,-...
,.[.,.
m

9

ARADOS :- El !
\ > ..i: i \ C em
.tiltil Alil ll ll ; I ; '. I'lllll : llIMi
los i. ;.. .! .i ,.. klidui


lilARIO "E PEfllUIBUCO QU NTA FURA II 01 JANEIRO l 1856
' >
erceira
l
thAIESl
eui$ao.
BWttOPATHICO.
Preservativo e curativo
CH0LR-lsn3!.
-LOS DRS.
ni msiruf-lo "" pov para*o P
maulo si recoi i i" medico, ou mesmo para cura-la ludepeodeute uestes nos lugares
,001 curar desla enferroidade, .i liuioislrandoos reme.'ios mais "oflicazes
para .il.nh.i-la, e
q"* TKAUZIDO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZ0.
lisies ">"s o|oculo cuiilem
l'iecisa>e le nma ama para) casa: ealranucira,
que aaiba cosioliar e engomtiKir ; na ra du$i.ua-
ra>apes ii. ::i>
fazemos '$%
S
esposi-
tomo prin
indicac6ea mais claras c precisas, e peia sua limpete r
le to la- a inloliigeneias, nao pel.i que diz respailo .ios meios curativo
'plmenle a..> preserv.livot que lenidad o* mais satisfactorios resuliados embola aparto emque
lie lem ido iiofloi ciu prallca,
S w n ii lamento lioiueopatllico o unicnque tem dado crandesresulta.losnocurolivo aesla horri-
vel itifermiiUde, oleamos a proposito ti aduzr restes dous importantes opsculos em litigad
I, i. ilai'arl '" "' '"'..i.. ;l quem '=" ' ,','n le-se umcamenle no Consultorio do traductor, ra Nov n. 32, por 2SW0.
.....u.,ii,-,nnonks precisos e boinas de 12 tubos com un frasco do lindara !>;, umadita de 30 lbos com
livro c 2 irascos ile tintura rs. JSgOOO. ______________ _______ ____
ernaeu-
Ven.loni-so lambem
i
la***
I'IUMIAS PRECIOSAS-

Adereces de branles, -'
diamantea e perolaa, pul-
ceir.is, alliueles, brincos
e ro/eUs, bolies e aunis
de difiranles gestos ede j
divenaa podras de valor. -
Compiam, veudein ou
Irocam piala, ouro, bri- J
Ihantes.diamaolesepero- .
Id, a oalraa quaesquer
joiasde valor, a diuheiro
ou por obras.
.-
HOREIRA k DDARTE.
I.0JA ItE (MUYES
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben) por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
iitoderno gosto, tan-
to de Franca como
m.
ouro i: pisa i.v
Adercoos completos de
ourn. meios ililus. pulcci-
raa, aliineles, brincos e
rotlas, cordOea, Irance-
: lins, medalhas, crenles
e enfeiles para relouio. c
oulros muilos objeclos de
ouro.
Apparelhos completos,
de prala, para cha, ban-
dejas, salvas, easlicaes,
...Hieres de sopa ene cha,
moitos oulrus objeclos
.> do prala.
;- ^?>'->v ; ::: :'-.-.
de Lisboa, as quaes vendem por
eco coiiiiiioclo como costuiuam.
O Dr.Ribeii'O, incilico pela Lniver-
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz o. l.
KOGIED.VDE El COHVAKDITA.
OS abacio assignadus
q scientc ao corpo do commercio
% desla praca, que disolvemos un-
5^ ;a\elnienle a soeiedade que linlri- 1
;jt| mosnaslojasdcrhapcossitasuapra- \
M ra da Independencia ns. 12,1'i el (i, j
S que giravam debaixo da lirma soci- \
as al de Reg & Araujo, licandooex- 5
gj socio lte;;o. respoiisavel pelo acti- ]
H voepassivoda c\tincta lirma, isto '
^ desdeol'de Janeiro do corrente. ]
fe llecile I -2 de Janeiro de IS.">li. ;
j-t Joao Baptista do Reg.Placido '
Sf .lose do Kep;o Aran jo.
() Srs. C.ypriano l.uir. da Va?, na roa do Col-
legio ; Manoel Duarle Vieira, larao do Collegio, di-
rlo queni d quanlias de 500? e 6003 com li\ pollie-
ca cm casas terreas.
l'recisa-se de um criado: a tratar na rus Di-
reits n. 91, primeiro andar,
Os Srs. foreiros que se achata a do\er n raan-
daile de S. Pedro, queiram salisfasaf os seus dabilos
al o dia '! de fevereiro, e desta dala em diaiile serfto
judicialmente cobrados.Padre Joilo Jos da Cosa
Kibciro, procurador dos loros.
Precita-ae de dons Irabalbadorcs de nadarla,
dando-ae b"m ordenado, um ou don* eacravos para a
a mesma : as Cinco Ponas, padaria o reliuaclo n.
106.
O analtoaseignado, prnfesor publico de bitim
da rregoetia deS. Jos do Kecile. declara ao publico
qne a matricula da sua aula esl.i al.eita do dia 15 do
crreme em dianle : na casa de sus residencia, no
largo do Tanja u. M.
-Manoel Francisco Coellm.
Precisa- Uva : no aterro da Boa-Vista n. !'.
ou cap
amansadores : na ra da
FABRICA DE FIA R E TECER ALGODA'O,
Aipiat ocenpa diariamente para mais de
200 aprendices ou obreiros nacionaes
de 10 a 12 anuos de idade para cima.
CAPITAL .-|00:000.s00.
Socios em nome conectivo cercillos responsaveis
oaaenhona : Antonio Marqncs de Amoriin. Justino
Pcreira de Farias, Manuel Alves tiuerra.
Firma social : Amonio. Farias, Guerra t\, C.
A soeiedade lem j numerosos aasigoaules, qae
prefazem para mais do valor da metade do capital.
hila continua a admitlir no decurso dcste me/,
socios de 100; ole .">:000>.
As pesaoas assigoanles das primeiraslistas, quede-
tejam contribuir para a prompta realisac.io da fa-
PUBL1CACAO' LITTERARIA.
Repertorio juridico.
E-la publicacao sera sein duvida de ulilidadc aos
priucipianles que se quizercm deilicar ao exercicio
do foro, pois nella enconlrarSo por ordem alpbabe-
tica as principaes e mala Troquemos occurreneiaa ci-
vis, orphanologicas, commerciaes eecclesiasticasdo
nosso foro, com as rem'sses das ordenacoes, leis,
avisos e recutameulos por ijue se reye o llrasil. e
bem assim reaoluc^les .los Praxislas animo- e moder-
nos em que so lirinam. Contcm semelliaulemenle
as decisoes das que-loes sobre si/.:s. sellos, velhose
Dovoa direitos e dcimas, seiu o Irabalho de recorrer
colleccio de nossas leise aviso* avnlsosj Consla-
ra de duus volamosom oilavo, graude franco?, eo
primeiro sabio lu/, e esta venda por S; na loja de
livrosn. l e 8 da prsea. da liideiieudeiicia.
AULA DE LAT)!.
O padre Vicente Ferrer de Albuijuer-
<|ue contina com sua aula de latim, do
dia 2 dejaneiro em dianle, pela mesma
maneiru e sob as condicSet ja' annun-
ciadas.
Firmino Jase de Oliveira, juiz de paz do >."
dislriclo da fregoezia de S. Antonio, d audiencias
as torrase sellas de toda a? aemanaa, as :! c meia
horas da larde, em casa de sua residencia no pateo
ilo Caruio n.'.' primeiro andar.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Iloje espera-se do Rio de Janeiro o
brioa silo convidadas a nilo demorar anal respectivas!
ssadas no litro da so- vapor portuguez 1). PEDRO 11, eoinluc-
asagoalaraS) que devem ser pe
ciedade.
No lim do corrente os socios gerentes reclamariloa
primeira preslacap que sera' de 10 por canto do ca-
pital subscripto, o passarao os compeleulcs recibos.
As \ ,i iil:-..^'i.- que a labrica. ollVrecera' loso que
ella eslivcr cm pleno andamento serao :
1." por cont sobre u benelieio aonnal queca
tor das listas da lotera 18- da tasa de
correcelo ; ainda se acba a venda um
pei|tieuo numero de billietes: os pre-
mios sao pagos ao receber das listas.
da socio recebera', alem do seu direilo sobre o fun-; 1^ I l\ \ < i I TjII ti j O ISNIIM! r%
de dereseiva, que ser de Sa7 por ceulo do ca-. 8j tUAiltl lU. liL.,1 1 H.su Jg|
pital.
2." Ocenpaco diaria a mais de ^00 operarios, ou
obreiros nacionaes.
1." C011-111110 de :'.l a l) mil arrobas de algodao
nocional, o qual al agora nao teinoutro comprador
tenia o exportador.
i." Tecido de qualidade superior liso ou lavrado
a ^10 a vara, em lucar de -lio u ^SO que te vendia
o da ll'diia, e boje uo ha mesmo a mais de 320 reis,
preco da ultima ven la.
A lacilidada das entradas, que nunca atrio de'
mais de -JO por cont do capital subscriplo, permita '
a todas aa pesaoat que poderem disporde urna eco-p
noiiin meust.1 do 03 por mez, cntiar como socio;
de IOO9.
Sendo as entradas de 10 por cenlo e os pacamen-
tosespacados de pouco mais ou menos -2 mezes, se-
r.io precisos 1S a 'J para ser realisado o inleiro pa-
gamento de cada subcripcao.
0< senhore que residem fura da capital, e qne
quizerem entrar uesla til soeiedade, poderao diri-
gir suas cartas de pedido a qualquer dos tres socios I
gerentes, ou ao sucio de industria F. M. Ouprat,
que lem em seu poder o livro dassubsenpeoes.
Elles declararlo os seus uomes por extenso, do-
micilio e o nome do coirespondenlo neata capital,
I H0M0P\TIIICtt.
c< (Gratuito para os pobres.)
?? /im d* Simo .n/ioni, {Mundo-Novo) n. 1.
^ O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho d
5 consullas lodos os dias deslio s 8 horas da
manliAa at as S da tarde. fS<
'';< Visita otenfermot cm seus domicilios, das \,<
'M '1 horas em dianle ; mas em casos repentinos ^i
3 o de molestias acudas e graves as visitas soro Kj
feas em qualquer hora.
As molestias nervosas mereceru tralamcnlo 3
especial secundo meios boje aconsclhados W
pelos pralicos modernos. Estes meios exis- i
tem no consulloii central. )t.:
Precisa-se do dnus
Sanzala Vclha n. !li.
Aviso aos tereeiros franciscanos.
Elo anuo lia prncisso de rinza, e Narciso Jos da
Costo Pereira, no largo do Carreo n. 2, tinda tem
estameoha legitima e em conla. .
O abaixo assicnado faz scicnlc ao respeilavel
publico, que alen dia31 de dezemhro prximo pat-
udo saldou todas as suas coalas com os tenhores
abaixo menroiiados, o para que nao se chamo a icno-
rancia alcucm que por ventura se prevaleca de di-
zer que nao leu, salar esteannuncio 5 vezrs : <|ual-
quer porom dos mesmos senhores que se jolgar pre-
jadicado no prsenle, iliriji-se a casa do Sr. Antonio
Hornos, ou aiiuuncie por este Diario :
Joo 'lavares Conleiro.
Manrique Gibson.
Nicolao O. Ibebei.
lenlo Candido de Aloraos.
Joso Rodrigaeoda Araujo Porlo.
Anlouio Jos de Castro.
Amonio Kamos. *
t'a-so Irmao.
I.uiz Jos do Coila Amorim.
.lose Jo.quim Das Kernandes.
Christiaui cV Irmao.
Joao da Cunha Ncves.
Paula & Santos.
GoimarSeaJl Alcanforado.
Tbomaz remandes da C.uuha.
Vicente Ferreia da Cosa.
Joaquim Jacome Piubeiro.
Asando (.\- Borees.
Joaquim da Silva Lopes.
Manoel 'lavaros Cordeiro.
Clemente da Silva Lima.
Iternardino da Silva Lope*.
I'erreira A; Malheus.
Jos Moreira Lopes.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Viuva 'ilastosez Companlua.
Monoel Joso Machado.
Soixas ,\- Azevedo.
Joao Claudio Duarle.
Cruz A; tlomes.
Joaquim Kodricues Sordos.
.lose Rodrigues da Silva Mocha i\ Companhia.
Francisco Alvos de Pinho.
VlIVa Machado.
Cidade da Victoria 1.- dejaneiro de 1856.
Manoel Jos Pereira llorces.
Francisco Jos da Costa Kibeirn faz ver ao res-
peitavel publico, cjue Jos Icnacio dos Sanios Coe-
llio deixou de ser seu caixeiro desde o da 14 do cor-
rente 0111 (liante.
Prccisa-so de urna ama para casa de -2 pessoas:
na ra Nova 11. o.
Lotera do colle-
gio dos orphaos.
Aos 5:000.s, 2:500.s e 1:000 0000.
Corre no dia quarta-feira 2."> do corrente.
Os bilhetese cautelas do caulelista An-
Precisu-M de-J0.I5 a premio por pouco lempo,
dindo-sa um moleqae p.iri ha, o t *. 111 i.. o mesmo molcijue na msse de quem
llie cunvitr lal uegocio : no atorro da Bo#>Vfla
n. 7(1. 1T
lu eslrangeirocom w habilila^deonecenirlM
para eofermciro, se ollVrece ueala prsca on menino
para o mallo : ijiicn de seu prcshmu 10 qui/er uli-
lisar aniiuucie ou dirija-se .1 Sanio Amaro, a traver-
sa da fuudirSo, taberna "le Jote Jaciullio Je l^ar-
Valho.
Dmniiuo KrinciMo da Sou/.a Lelo Faa publi-
co, qii>* Icmlo litio Iransacre* totu o alb-rnlo Sr.
Joao Heunques l,i Silva, pnaou n>s henleiros ,\o
mesmo aonhor una lelira te ":ltis?7l qjoa s- ven-
cpu em i '1c -i.Vf ml't i do auno proiimu pasHdo(
-nii esta o aillo dito fallacidOi pelo que afc*ha-se quite e i-aldadu com
os referidos henteirus.
I i'idel l'inlo ^\ Comp.iutii.i aviam ao publico,
que n rtat;ir do 1.* dejaneiro du pn'-tnip anno lem
dmillialo para tocio le sua rasa ao Sr. Lino I', l'in-
lo, u qual (utilera tnttt uso ta Urina para as Irausac-
>;ncs la mesma,
Soeiedade Homeopatlrica Benecente-
Aos esfir;os il,-,-* commisses tle esmolas de I po-
jara j-i monla a subscribi para soccorro dos desva-
lidos a j:I|ii:~. Acha-se constiluida a cummis^lo de
esninliis da frogoazia de S. Louranco, compnsla dos
iluii". Srs. con>nel Jos l'cies (lampello (lliesourei-
ro), Dr. filippfi Cameirode Olimta (empello e ti-
gario Jote Ildefonso Koilriuues da Siha l)ulra. Esta
coniinissiio participa a soci-* lade que naquella fre-
_riir/.- 1 lem qtiai ^eraliiftite entre o povo de-en-
VOUldoHM diarrhei com dores pelo ventre e vmitos
cm alquil", mas que fcilmentef>e cura igualmen-
te participa baver ja alagada nina casa na povoarao
para servir de enTermaria, no caso de apparecer o
cbolera na ft_iK'/i;i. Ko^a-se as commisses las
oulras i'ri'jiii'/i.is qu*? coiuinuuiqueiii, sempre que
seja pnssivrl, o esledo da* subscripcc^ e quaesque:
medidas que b*jam lomado, aaaira eomo a DMDifes-
la dividOM ao mesmo lempo, ou sucressivanienle,afiiii
de seren liadas as rouveuientes inslrucccs para seu
Iratanienlo. Kccife 1 j dejaneiro le 1S."(.Dr. Sa-
bino Olegario Ladgaro Piuho, presidente da soeie-
dade.
I*recisa-se alujar urna canoa que pegue deSH)
a l,."tl)0 ti.oos de alvenaria para carrejar rea em
um sitio : quem a tiver cqui/er aluuar, pode pro-
curar no ra da Cade id do Recite 11. .Vi, loja.
(> Otlipi-j.
Gompva-se um predio de 2ou o an-
dares, em qualquer dos tre baiiTOi desta
cidade, couitanto que nao esteja deterio-
rado, e que o seu rendimeiito regule de
100$ a ,>00$000 rs. : na na da Cadeia
do Kecife, loja n. 41.
Cmprate urna eterava ptela on parda anda
mora, bem parecida, sem molestia e vicio alcum. o
que se vento por alcumai tircumslaucia, que saiba
coser, engominar, lavar e cozinhar o iliariu. e tirva
para casa e ra : quem a livor, dirija-so a qualquer
hora do dia u niadoQaeimado, loja n. -2(1, que adia-
r com quem tratar,
Compra-so nma parelba de cavallos para carro,
que sejam b ni parecidos o mancos : no armazein
da rila NvVa n. 07.
Compra-se urna prol.i ou parda de 18 a 2." an-
uos de idade, que cozinhe e engomme na ra Nova
n. 17.
Comprase lima casa torrea no bairrnda Boa-
Visla ou Santo iilouio : o tratar na Boa-Vista, ra
do Kosario n, II.
:^nii>lv.
Vendcni-se soceos com inilliu a II; : na ra do
Vicario ii. I i, Liberna de Joao Simao de Aimeida.
Na ra da Cadeia do cita n. 13, vuudem-se
erados de labvriullio para bolar em lencos, assim
romo nma loalha de dil.:.
Vende-te urna prela de na<3o com algamas
habilidades: na ra das Cru/.es n. 13,
Vendem-sa :l escravus para todo o servico, 1
prela que coainha bem o diario de urna casa, encom-
ma, vendo na ra e faz lodo o servico, 1 dita que
colinda perfeilamenlo, encomma e faz todo o mais
servico : na ra dos Qaarleia n. :t.
Acha-se venda na loja da livro dos Srs. Ki-
cardo F redas & Companlua, na ra do Collesio e na
roa do Sebo, c-s.i de Jos Antonio Comes Jnior n.
'.Vi II : llcnioosIracAo dos rticos do cdigo commer-
cial que !.....referencia onlre si e os recnlamentos,
portarlas, avisos, consollat respeilo ao mesmo Cod.,
e Deuioi'sir 'i;o dos rticos dos recnlamentos n. 7117,
7IIK d< jil" novenibro de ISt), com referencia os
aviso*, portaras, regulamenlos, pelos quaes tem sido
alterados on explicados : Le n. 7!Kl de lli de se-
(embro do iKi, e re solamente n. 1597 del.-de
maiode IS35, ludo em um volumo.
Madapolao lino
a 5,000 rs a peca.
Na ra do (Jueimado, loja n. 17, vende-se mada-
polao lino cun loque deavaria de agua doce a :yHH)
cada pe^a.
Veode-se um preto de nacAo rosla, de bonila
figura, c bom cauhador : na ra Dircila n. (ib.
Vende se urna prela de idade 10 .minos, boa
lavadcia, cozinbeira e quitandeira : na ra Uireila
u. 66.
Vendo-se urna mulata de bonita lii'ura, lava,
ciigomma e coainha : na ra Direila n. 66.
Vende-se urna armaoAo .le amaiello envidra-
cada, fceoslo moderno, na praca da Independen-
cia n. :I5 : a Iralar na ra do Queimadu n, 3-, pri-
meiro andar.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
renos preco do que em oiilra parte : na ra da Ca-
deia do Kecife, loja n. ."*), defronte da ra da Madre
de lieos.
Cai de Lisboa barata.
Para fechar conloa vendem-se harria com cal de
Lisboa, pelo diminua proco de :to200, assim como
ha urna porco da dita cal sola, ptima para caiar
pelo seu brilhaulisnio e durac.lo, e enche-se urna
barrica que lenlia sido de bacalhto por 39: na ra
da Cadeia do Kecife 0. 50.
KA PE' l)E LISBOA.
Vende-so rap Tiesco de Lisboa, cheaado prxima-
mente : na praca da Independencia, loja n. 3.
Mil lio e farinha.
Vende-se millio medido eem saccas, e farinha de
mandioca .lo alqneirea sacra, rheeado do norte ues-
tes dias, ludo por barato proco : na ra de Sania
Idia, taberna n. 5.
Xa ra lo Crespo n. 12, loja de
Campos S Lima, vendcir.-se cobertores
de lita penenos egrandes.
Relogios
ingle/es de pa-
Illin. Sr. presidente c mais membros da com
misso de livgiene desla provincia.Diz Paulo I.uiz
GalEOOUI, dentista francez, que precisa a bem de
seu direilo, Va. Ss. serem servidos examinar a pre-
parado de que se serte para chumbar denles, o de-
noniiuou massa adamantina, em ordem de verificar-
se que a dita prcparac.Au dilfcre iiiloiramenlo de to-
das as conliecidas. Pede a Va. Ss. sejam servidos de-
I.MI ni" C O .....III *10 WMC^ IUIIUCII1U II-?!.* ..:;'l, .1 ,, ., ,,
oucarrecado de elTc<-tiiar o pasamento das enliadas fenr-Ilie como requer.-b. R.Me.
r ^ i l'nuli rui" .a
tonio los Rodrigues de Soma Jnior,' da Independen
ffolliiuhas
PARA 1856.
EstSo a' venda as bem conliecidas fo-
llnnlias impressas nesta typograpliia, as
de algibeira a 2(l c as de porta a 1CO; as
de algibeira alem do kalendario ecclesi-
astico e civil, conten um resumo dos im-
posto! municipaes, provinciaes e geraes
(|uc all'ectam todas asclasses da soeieda-
de, extracto dosregulamcntos parochiaes,
do cern terio, enterrse sello, tratamen-
to de vai as molestias, inclusive a do cho-
lera, contos, variedades e regras para fa-
Eermanteiga e quejosdedillerentesqua-
lidades.ditas eci'l>siaslicas OU de pndrp,
correctas, e conlbrmc as rubricas e uso
deste hispado, inclusive a resa deS. Tito,
e (citas pelo padre Machado, o mais an-
tigofolliinlieirodesta provincia, (sem pri-
vilegio visto eomo a constitui<;ao eleisdo
Brasil o prohbem) atOOrs. cada urna;
ditas de Almanak, a 500 rs. \ vendem-se
nicamente na livraria n. e8, da praca
tente,
das praalacoea, quaudo forem redamadas.
I ni.i copia impressa da escriplura da soeiedade
sera' entregue a cada um dos socios un oceusiao de
cirecluar o pagamenlo la primeira pr-estacao de 10
por ecnlo do capital subscriplo.
I'crnambuco :j de jaueiro de 18">i.
F. .y. Duiat,
O 1)'. Firmo medico, inudoit (y;
a stia residencia para a rua Nova ($
n. 23, primeiro andar, e conti- (^>
una no exercicio desua prossao. S
i
i
aviso mportan-
lissiiio para os
Srs. jogadores
das loteras.
O cautelista Salustiano
de Aqu no Ferreira
aviit .os Srs. jocadoros das loteras da provincia,
que os preros dos bilheles e cautelas fcam Cu mes
romo abaixo se demonstra, os quaes sao pagos sem o
descont de oilo por cento da le as tres priireiras
orles grande*em quanlo esislr o plano actual de
,'1,000 bilheles, pelo qual sao e\lrahidas as loteras
da provincia. Elles estao eipuslos venda as lo-
j.is do costume. S he responsavel a pacar os oilo
por cento da le sobre os tres primeirot premios
grande! cm seus bilheles inleiros vendidos cm ori-
cinaes.
Kecehe por inleiro
)> u
l'auln I.uiz Gatnou.v.
A massa denominada pelo supplicante- -Adaman-
linae por elle apresentada commissao de hysie-
ne publica, difiere de todas as aprsenla.las nessa
mesma occasi.io por outros; sendo a confroulaeno
fela na presenca de todos. Sala das sesses da com-
misso 30 de ulbo de 183..Dr. A. Fonscca.
;.; ^;:3s38: -o 9aiSa
i DENTISTA FRAHCEZ. I
Paulo liaignoux, dentista, eslabelecido na
9 rua larga do Kosario n. 36, secundo andar,
colloco ilonlescom a pressitodo ar, e chumba (BJ
3 denles com a massa adamauliua c outros me- 9
B taes. t
^&S@:^^:^^^^^ Na rua do Cullegio, armazem n. 13 d.-se 309
a quem inculcar uui.i ama de leile forra ou captiva
quetuuha bom leile c boas qualidade*.
REPERTORIO DO MEDICO
HQMPATH.
KXTHAIMDO DE RL'OFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
poslo em ordem alphabelca, com a descriprao
abreviada de todas as molestias, a Indicacao phvsio-
logica e Iherapeulca de lodos os medcameulos lio-
meopathiros, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da siguificaclo de lodos
i os termos de medicina c cirurgia, c poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
fifi. A. J. DE MELLO 5I0RAES.
Os Srs. assignanles podem mandar buscaron seu
ejemplares, assim como quem quizer compiar.
Massa adamantina.
Hei;erlaiciile recooheeida a c\cellcnca desta
preparadlo para chumbar denles, porque seus resil-
lados sempre Telizes sao j do dumiuio do publico.
SebHlO Jos de Oliveira faz uso deMa preciosa
niass, para o fun inilicado, e as pessoas que qui/.e-
rem honra-lo dispondo de seus serviros, pu lem pro-
cui a-lona Iravessa do Vigario u. 1, loja de bar-
beiro.
Billiete inteiro r>s80u 5:000$000
Meio hilhete 2g900 2:500jJ000
Tercos -isOOO 1 :t).S((()
O'uartos I.SOO 1:250000
Quintos I.S'200 1:000x000
Oitavos 7(0 625.SOO0
Decimos iO OO.vOOO
Vigsimos Ti 211 2.->0.s000
linieles 59600
Meios 23800
Tercos 19920
Quartoa 19440
Quinlee 19160
Olimos 7l)
II 'linos 600
\ igesimot joo
.i:t)00?000
5009000
1:6669666
1:2509000
1:0009000
6259000
.V005000
i J. JANE, DENTISTA] I
f) continua a residir na rua Nova n, 19, primei- 4.
J ro andar. J
niio estiio sujeitos ao disconto dos 8 por
cento do imposto da lei, osquaesse acham
a venda nal lojas da praca da Indepen-
dencia ns. i, 15, 15 c VO, rua Direita u.
1 ?>, rua da Praia n. 50, rua do Livramcn-
to n- ~>0 e na rua do Crespo d. 5.
Os premios siio pagos logo pie saia a
lista geral.
Hilhete
Meio hi
Teiros
Quartc
Quinto
Oitavo:
Decim
Vigesii
O referido caulelista declara que s pa-
ga nos hill.etes inteiros veedidos cm ori-
ginaes, OS 8 por cento do imposlo da lei,
nos premios grandes, devendo o possui-
clor receber doSr. thesoureiro o seu com-
petente premio,pie com os referidos 8 por
cento, recebidos do dito cautclista,premz
a sorte por inteiro srm disconto algum.
Furto de 5 cavallos.
Na noitedel- para amauheccr do dia
I furtaram do sitio doTasso, na cruz de
Almas, da ponte de Uchoa, tres cavallos, (^
um castanno com quatro pes calcados, I
com duas esponjas em cima dasmaos, sen-
do a da mao direita mais pe[uena ; ou-
tro russo cardo, com as orelhas milito
acabaadas, tem marcas de puchar carro
nospeitosesignal de ter tido una esl'o-
ladura no meio do espinharo; e OUtro
melado, com clinas c rabo branco, com a
marcaOde logo na pa* direita: ro-
;a-se as autoridades policiaes e mais pes-
soas que os vircm, os queiram apprehen-
ler, ipieo abaixo assignado gratiic&ra'
com generosidade.J. J. Tasso Jnior.
PARA 1ASCARAD0S.
Cabelleiras c barbas: vendem-se na
rua estreita do Kosario, loja de barbeiro
n. 2, quasi defronte a igrajs
Vende-se na pra(a da Boa-Villa n, 10, um mu-
lato de bonila figura e sem defeilo, de 1S anuos de
idade, proprio para boheiro, criado ou copeiro.
Vendem-se ceblas ltimamente chocadas do
Lisboa, e peneiras de rame : na rua da Madre de
Dos, anna/.om n. 12.
Attencao.
Vende-se um escrava de 35 anuos de idade, boa
figura, a quilandeira : na rua Aucusla u. 3c>.
Sedas pretas lavradas.
Os mais ricos corles de seda pela larga, lavrada,
que ha no mercado; vendem-se na loja de i portas
da rua do Queimado n. 10.
ECONOMA.
\ endeff.-se caivas com alelria com 23 libras)
propria para sopa, por diminuto pre^o : no caes da
alfaudega n. 7, armazem de Jos Joaquim Pereira
de Mello.
os melliores fabricados em lnclalerra : cm casa de
llenry Gibson, rua da Cadeia do Kecife n. 52.
Farinha de milbo ; vende-se no becco da Lin-
goeta, deposito de pao n. 6.
O 59 A
Confronte ao Rosario de
Santo Antonio,
avisa ao rospeilavel publico, que constantemente
lem um completo sorlimciilo do secuinle : para
mais de 80 qualidadcs de bolinhos francezes, lalas
de ditos de Lisboa, lalas de boiachinbas de Lisboa,
ditas de biscoilos inclezes, dilas de marmelada, di-
las de aela, doces em calda e em conserva de fruc-
las de Europa, omendoas de differenlcs gostos con-
feitmlas, confeitos diversos de Lisboa, dilos dilosde
llamburgo. ditos ditos francezes, patlilhas de orlel-
l.io-pimcul.i e cidos, licores francezes, ettraclo de
atisinlho verdadeiro, naropes diversos finos e inferio-
res, vinlio Bordeaux, dilodecaju', caixinlias cora
eufeites as man dilicadas qae tem viodo a esta pra-
ca para confcilos e para guardar aquillo com que as
bellas se adornam ; ha mais os cbocolales seguiules
vindos de encnmmenda : soperlino.dito dito de bao-
nilha, dito de saude, lito homeopathico, dilo em cha-
rulos, biscoilos da Ierra doces e aguados, falias, bis-
coilinlio, ararula, soda, recalia ; tudo se vende em
porco ea retalho, por commudo prejo.
Ftrelo de llaiuburco, de superior qualidade,
em barricas : vende-se na rua da Madre de Dos,
armazem de Viceule Ferreira da Costa.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rua do Brum, pastan-
do o chafariz continua haver um
completo sortirrento de taixas de ferio
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as<)uaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se saccas cora (mola de mandioca,
chegodas ha poucos das do uorle, e de boa qualida-
de : quera pretender, dirija-seao armazem defronte
da rampa da escadnha n. 3, deJoaqoim de Paula
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se na pra-
9a do Corpo Santo, arma-
zem 11.48,de Hostror Ko-
oker # Co
Cousas ias tule
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leques com plumas, bolola, e
espelbo a 29, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode baver I -mu o par, dilas de seda IBM-
rellas e brancas para horneen e seuhoras 19280, di-
tas de lorcal pretas e com bordados de cores a 800
rs. e 13:2110, dilas de lio de Escocia brancas e de to-
das as cores para boinem c seuhara a 500 rs., ditas
para meninos e meninas milito boa fazeuda a 320,
leticiuhos de relroz de todas as cores a 1?, Coica- de
Ifta para senhora a 610, pentes de tartaruga para
alar cabello, fazenda inuilo superior a "15, dilos de
alisar lambem de larlaru&a a 39, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo ao de
tartaruga a l92rUI, ditos de alisar debtalo, fazen-
da limito superior a 320 e 500 rs., lindas moias de
seda pintadas para crianzas de 1 a 3 anuos a I9KOO
0 par, ditas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para enancas de 1 a 10 annos a 320 o par. cs-
pelhos para parede com encllenles vidros a 500,
700, le 1?>00, toucodorescom posa 19500, lilas
de velludo covat linas para denles a 100 rs., e linissimas a 500
rs., dilos linissimas com cabo de marlim a 1?, tran-
cas 500 rs. a vara, sapalinbos de la para enancas de
bouilos padroes a 240 e 320, aderecos pretos para
lulo com brincos e alfinetes a 19, loucas pretas da
seda para criantjas a 19, Iravessas das que se usam
para securarcabello a 1j, pislolinhas de metal para
criancns a 2011 r.-.. calheleiras para azeile e vinagre
1 29200, bandejas muilo linas e de lodos os lama-
nhoede 19,29,39 c 19, meios brancas linas para
senhora a 20 e 320 o par, dilas prelas muilo boas
a iOO rs., ricas caixas para rap com riquissimas es.-
lampas a 39 e 29500, meias de seda de cores para
ln'inem a 610, charuteiras muito linas a 29, cisloe*
nara bengalas a 40 rs., paslas para guardar papis
a SOO rs.. oculos de armarao 'le ac praleados e dou-
radosa O'iO, I- e 1,)200, lunetas com aro de bfalo
e lartaruca a ."iOO rs. e 19, superiores e ricas benca-
linhas a 29, e a ."iOO rs. mai ordinarias, chirotes pa-
ra cavallo pequeos e crandes, fazenda muilo supe-
rior a 610, 800,19. 19300, 19500 e 29, atacadores de
cornalina para casac a 320, pentes muilo finos para
sui-sa a 500, esrovas linas para cabello a 6411, dilas
para casaca a 610. capachos pintados para sala a
610, meias brancas o cruas para hornera, fazenda
superior a 161), 200 e 210 o par, camisas do meia
inulto finas a 19 e 19-00, lavas brancas encorpadas
proprias para montara a 240 o par. meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas aboioa-
durasde madreperola edeootras militas qualidades
e gostos para colletes e palitos a 500 rs., fivelas lou-
radas para calcas c colleles a 120, ricas filas linas
lavradas e deludas as larguras, bicos finissimos de
bonitos padrtes e todas as larcuras, rica franjas
brancas e de cores para camas de noivas, lesouri-
nhas para costura o mais fino qoe se pode encontrar.
Alm de ludo isto outras muitUsima* cousas muilo
proprias para ,1 fesla, e que tudo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os fregnezesj sa-
bem : 11a roa do Queimado, nos quatro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Meias pretas pa-
ra padres.
PIANOS.
Vendem-se em casa de llenry Brtinr.os
C rua da Cruz n. 10, optimot pi.ni.\
chegados mi ultimo navio da Curopa.
Vende-se um cavallo ruco, oruilo bonito ; pa-
ra ver na cocheira do Sr. l'edro Allaio, ao pe do ar-
senal de raariuha, onde se dir.i com quun e deve
Iralar.
Vcndem-se saccas com fariuba : ua rua da
Praia 11. 36 A, armazem de Antonio liumes de Cai-
vallio.
LIOLIUALAO'.
O aireraaUule da loja de miudezas da rua di~
IJuarleis n L, queieudo acabar as miudezas qn.
evisleni, vende baratu abra Ue liquidar -rm pridj
de lempo.
franja cura bololas para colimados, peca
Papel paulado, resma, (de | -.
lino de peso, resina
I aa Penles de bfalo para alisar, .tu/u
Fivelas dourailas para cal;, una
dio/a do brelas mullo linas
Lencos le seda linos, ricos padri'Cs
Caiva de linhas Meias para senhora |>or
Penles de tartaruga para securar cabello
(rozas de canelas linas pala 1.111,.1-
I'ii.i- de botes linos para casara
Meias prelas para senboia, duna
Hilas dilas para hommi
Lacre encarnado mullo fino, libra
Papel de cores, maco de 20 quadernos
llu/1.1 de colieles
Esprlbus de lodos o> nmeros, duza
Liuhas de novellos grandes para bordar
Idi'as filas escocezas e de saija, lavrada-.
largas
Meias cruas sem costura para hornean
Ollas de seda u. 2, pora
Trancas de seda branca, vara
t.aixos de raz, duzia
Peras de filas de eos
Cap- linos, gruza
Conloo para vestido, libra
laucas de blondo para menino
Chiquitos le men bordados palo menino
e oulros muilos arligos que se luruam rctnaimewda -
veis por suas boas qualidade?, e que n.i.i te .Ibvidai.i
dar um pouqumho mais barato a aquello aratatr la>
giila, que queira a dinbeiro comprar mais barate
do |ue se compra em primeira mao.
Vende-se urna canoa de careada 1,01)0 lijles,
com bons incolaiuenlos, fun,lo lodo nove, iwn nao
lem um mez, e bem se vu pela or da madeiias.
inulto bem eocavllliada e segura : os preteinlcnt-
dinjam-se a rua Imperial para ver e Iralar cosa
Victorino Francisco dos Santos, rasa de fenle atol,
envidracada a moderoa.
9 :i9 atfSW
T.^aai
laumi
IIHI
gaSi
24"
2M)
isuun
ttm
a|M
.I92ll
"I
I3MMI
blll
72S
VM
19MW
MI
:i9ai
UNO
4MI
1>iai
300
Jjjon
192011
l-ISI
i9taw
AVISO
m
O ranlclisla
Saiusliano de equino terreira.
Jos P. de Oliveira contina dar liees de pri-
loeris lellraSo lincua nacional, franco/, ingloz. pur
cetas purliculitros, a discpulo pioiuclleudo todo o disvello pelo .idianlamento dos
mesmos. a Iralar na ruado Cotovello n. \*2~>.
Attencao.
2503000, tferjsi30e Prjcisa-se fallar rom o Sr. Manoel Mondes
Ferreira liuimaraes, on con peasoa eucarreyada dos
necocios to mesmo : em casa de Paln Nash i\ Com-
pinlii.i. rua do Trapiche V-vk n. 10.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Ainda existero nlguna etemplares enqoaderoadoi,
e aeh.m-8. O1 venda na loja de livros dos senhores
Kicardo de t'reilaa >\ C, esquina da rua do Collegio,
Procisa-se alocar um piano em bom oso, e que
lenha boas votes ; quem o tiver, dirija-te a rua do
Oucin.ato u. 8.
Cnnlinua oslar por alagar o armazem n. 32, da
rua da Praia, porlenrenlo ao palrimouin la urdem
lerceira de San Francisco : os preli-udentes queiram
enleniler-se cora o irmAo ministro, Jos Marcelino
de llosa, ou com o abaivo assicnado. Consistorio
la voncravel ordem terceira I de jaueiro do 1856.
Caldino Joao Jacintho da Cimba, secrelario.
I na casa eslrangeira necessila de 2 pettoas
para oscrvicvi interno, urna que cozinhe e engom-
me, e oulra para costura : na rua Nova n. 17.
1
i
Velas estearinas, podras demar-
more para mesas, papel de peso
inglez, papel de emlirtilho, oleo
de luiliara em botijas, chicotes
para carro, pianos de armario,
i
Lopes, ou a rua la Cruz n. 3,
rim lim.ios A Companlua.
escriplorio de Amo-
du/.ia.
indas.
O abaiioassignado, leudo de f.izer una vi.tcom a
E ropa a tratar do sua saude, se I lie
iiunlar seus negocioa ; assim roca a Indas as
que llie oslan deverfdo de gneros Comprado- em seu
eslabeleeiiaenio da rua la C!.:i do liocifo n. 25,
defrunlo do boceo Largo, seas dbitos od o lim do correle mez. Kecife 0
le jaueiro de ISti.
.Manoel Jos do Nascimenlo Silva.
Apr..mplam-s2 encomniendos para cncbime.i-
lo- de agurdenle, espirito e azeile : os prolenden-
les poiiem dlrigir-se a roa da Prala de sania Rila,
rmazem n. 17, ue ahi acliarilo rom |ucm Iralar e
e i lio tar.lo ver as vanlagcns que lem.
Precisa-sealugai' um preloou preta Crmu. 15.
uinda mesmo nao sendo moco, ttyt i|tie| Aluea-se urna grande east com totaot
sirva para todo o servico: na rua da Ca-
faz 'precisoil- em casa do autor, palcodo Collcgio.casaamarella,
ida-'a- peas Mil' MO primeiro andar.
.No sobrado da roa do Pilar n. Ni1, precisa-se
atucar una pessoa livre ou escrava, quo aiba cozi-
nhar tlguma cousa, para ser emprecada uesle e
! u'oulros serviros ordinarios de urna casa d^> pequea
| familia, o excepcAo do oncoiiiinado, prefenudo-se
! desla uliima condi.;ao, cdo se\o masculiui : paga-so
; bem agradando.
Kvisieiu para alocar na Po-sacem da Magda-
| lana, antes da ponte, 2 sitios com casas de sobrado,
as quaes leudo comino mearan interna, lambem pe
I dem servir para urna s familia : a tratar na rua da
lid 11
ileia '.i
I'rci-is.i-si: de
para contra-meth
r la da Madre de
i.'n odleiaI de allaiate,
< da mesiiia ii te : na
Dos n. 5li, nt metro
i Htti.ii.i- .. un liabalhador para m.r.-cira
na la DireiCi n 69, ou no Monteiru com o tirito. quim Muuleiro da Cruz.
i qu.ir-
tos. coziiiba fia. estribara, casa para pretos, 2 co-
jiiaros, portao do madclra, bom quintal plantado,
sendo na Ctpunga, cauto da ruados lirogeH: o- pio-
lemb'nl'i., pudem dh-igir-se a rua do Ooeimado n. 7.
Manuel Emicdio de Mcdeiio-, cidadilo portu-
guez, relira-se para fra do imperio.
I'ASSAPOKIES.
I'ir.uii-so pa-opoiii". desparliani-se escravos e
cuireiu-se lollns para etle lim : procura-sel na rua
lo Ooeimado u. 25. loja de miudezas do Sr. Joa-
Um bracelete.
Perdeu-se no dia 13 do mrente, da rua e paleo
da Sanio Cruz, rua do Aracao, praca da lloa-Vista,
ale o lim da rua do aterro, um bracelete de menina,
sendo cinco emitas de cornelina oneatloadat era ou-
ro e cinco contal de ooro pequeas : quem o achou
e qnizer restituir a seu dono, leve a roa do Collegio
ii. 7, stgundo andar, que se pagara o adiado.
Tbomaz lilakeloy, subdito britnico, relira-so
no dia 20 do rorrele mez pora Europa a tratar de
soa saude.
O juiz de paz mais volado da Ireguezia de S.
Joto, Manuel JotoTeixein Bastos, achiindo-te em
exercicio, da audiencia um casa le sua residencia,na (jin
ioa de linios n II, as Ierras c scvlas-foiras a
larde.
i*recia-se .lugar ama prela livie ou escrava
paia o servico interno de urna casa de pnuca lami-
lla ; uo secundo andar no sobrado amare" ., defron-
le da matriz da Uoa-Vista.
l'recisa-se de um caiteiro para taberna, na
Cpnnga, sendo menino on dos chocados lio pouco :
ua taberna de Joso de Aimeida I ciieird.
lona ebrim de vella, cemento ro-
mano, armamento de todas as
qualidades, cabos de linho e de /
manilha, pi\e da Suecia, cliam- ^
pague e vtnlios linos do Kenho : 9
vendem-se no armazem de C. J.
Astlev & C, rua da Cadeia n. 21. (y
Em casa deN. O- Bieber C, rua
da Cruz n. V. vende-se :
Lonas da Russia.
Ifiin/.ao.
Tintas em oleo
Ultramar.
Cognac em caixas le tuna i
Saceos de estopa.
Espadas para mUSICOS CCO
Por commodos prevos.
Vendem-se sellinscoin pertcnces pa-
tente inglez, e da inelhor ipjalidade que
tem v imio a este mercado : no armazem
de Adamson rlo\?ieSC, rua do Trapi-
che o. 42.
Navallias a contento.
Na rua da Cadeia d > Kocife n. S, primeiro a-
ilar, e DUaiQ-se a vender a SSKH) t- par (prero lixo, as j
bem couheridas e afainadas navallias le barbu, feilas
pelo haliil fabricante <|ue foi premiado na cx^osico
de Londres! as quaes alm de duraren) exlraardina-
nameute, naose>eute:n uo rusto na acgAo < collar;
vendcin-se com a condicSo lo, nao agradando, po-
derem os compradores devolve-las al 15 diasdepois
pa compra resUluiado-ae o importe.
AOS SENHOltES DE E.VGEMHO.
.\visa-se aos scnliores de eugenlio
para facilitar o uso do arcano do
atolle pah purilicaeao de assucar ,
de-seo mesmo ao preco de "i.sOOO
lata de 0 libras.
HOENDAS SUPEU10KES.
Na fundicao de C Starr Si Companhia
Santo Amaro, acha-sc para vender
moendas de caimas todas de Ierro, de um
modello a contlriiccao muilo superiore-
C|UC
r.
ven-
cada
itelogios ele ouro
nglezes de pa-
tente, de sabo-
nete edev dro,
dictados pelo ullimo paquete, vendem-se por preco
razoavel ; em casa de Aogusta C. de Abreu, na rua
da Cadeia do Kecife n. is, primeiro audar.
Taimado de pinho da Suecia, alcalr.io e plie.
Me. C.ilmout \- Companhia, leudo recebido um
earregameulo desies gneros pelo brigue sueco .
Thereza, de (jolliembourc, vender.lo os mesmos a
retalho por pre;os baratos: olaboado arba-se reco-
Ihido no arma/em dos Srs. Carvalho *\ Irmito, rua
do Itrum.
Algodao monstro a .100 rs. avara.
Vende-seo verdadeiro algodao monstro, com '.I
palmos de largura, pelo bara1 i-simo pre/b de 000
rs. a Yara : na rua do Crespo n. 5.
ROL'O FRANCEZ.
lie novamemte cliegada esta aprecia-
vel pilada no ultimo navio l'rance/., cesta'
a venda por barato preco: na rua
Cruzn. 2(i, primeiro andar.
Vendem-se espingarda de dous ca-
nos, francesas, muito proprias pata caca
ltimamente cliejjadas de Franca, e por
barato pi ero : na rua da Cruz n. 2(i, pri-
meiro andar.
Vendem-se Irascos com roldas de
vidro, proprios para conserval toda a
pialidade de rape', e por haratissimo
preco: na rita da Cruz. n. 2(i, primeiro
andar.
Vende-se muito superior cham-
pagne em caixas, o inelhor que tem ap-
parecido no mercado eporcommodo pre-
co, licor de Kirsch tamhem em caixas e
muilo em conta : na rua da Cruz n. 2li,
primeiro andar.
j'ijolos de marmere.
Acaba de chocar ora novo sortimenlo de lijlos de
marmore, o vende-se no armazem de Tasto IrmAos,
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo haralissimn preco de I98OO o par, lilas de al-
codo prelas .1 610 o par : na rua do Queimado, loja
de miudezas da Boa Fama o. 33.
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar hurtase pana,
decapim, nafunditade l). W. Bowmau : narna
do Brum ns. 6, 8 e 10.
Camisas de meia
de puralaa..
Vendsro-se superiores ca^tTSTsde rneia de loa, e -
lo barato preco de o^T^ira rua do Queimado, |oj
de miudezas da Boa Fama n. 33.
Cortes de cassa para quem quer dar es-
tas por pouco diuheiro,
Vendem-se corles de cassa chita de bom goslo a
2$, ditos de padroes francezes a 2-5100, cassas ruas
para aleviar lulo, ditas preta de;pdroes m.udos a
29 o corte, alpaca da soda de quadros de todas as co-
res a 720 o covado, lencos de bico tanto pit'ados
como bordados a 320 cada um, grvalas de sed. pa-
ra bomcra a 19 e 19600 ; lodas estas fazendas ven
detn-se na rua do Crespo n. 6.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se oexcellente romance histri-
co Leonor d'Amhoise, duqueza de Breta-
nha, 2 volumespor l.s'OOO rs., na livraria
n. 6 c S da praca da Independencia.
Vende-se cal cm pedia chegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto i
Companhia.
POTASSA E CAL VIRGEI
No antigo e ja' bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
preros muito avoraveis, com os piaes li
carao os compradores satisleitos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por .S'000 reis : nos ai mazens ns.
o, 5 e 7, e no armzem def rfmto da porta da
alfandega, ou a tratar ra cscriptoiio de
Novaes & Companlua na ruado Trapiche
n. 51, primeiro andar.
Av3$500
Vendc-ecal de Lisboa ltimamente cliegada, as-
sim como polassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. 11.
As seuhoras re bom eoslo acliarilo em raa de J
ralque, roa do Collesio n. i, us mais ricos chapeo.
de seda e le formas as mais pircante* e saais nv'ders
as que lia em Pe Bambuco, lauto branco cerno o-
de calina, azues e cor de losa, dilos de paltu, e sedr
minio t,.....|.. riquiMiuios lourados e enleile* para
cabo;., de diversas cores, tata llores e filas muilo ti-
nas e Iroco. do mais apurado ajtta. cparlilbos de
dilTereules qualidades e feilio de asj a 125, lavas de
pellica Jouvin brancas, ar le caana e prela*. IU
para seuhoras como para bomens. No anean esia-
belecimenlo ha um grande -mlmenlo de extractse
perfumaras das mais acreditadas fabricas de Pars,
romo seja : Colon, Piver, llemassoa e oulros. alsno-
fadinhas de selim de varias cores com difireme*
cbeiros, proprias para ter onde e auard* a r.upa.
Todos os objeclos .o una derlarados se vendem por
preco mais commodo que em oulra qualquer parle.
SA LOJA DE MADAMA
Theard,
Acha-se um rico sortimenlo de vestidos
de seda Ixirdados e de blond para casa-
mento, ricas mantas de blond bordadas,
apellas para noivos, llores, franjas,
trancas, litas, como nao lia iguaet. ricos
e lindos enfeites de cabeca para Ibealro,
grande sortimento de chapi-os de seda e
de palha tanto para senhora como pa-
ra meninos, e meninas, bons velludotde
todas as cores para vestidos, muito lindos,
c muito era conta.
Oculospatentcs para tdealro, ditotdt'
alcalice, ditos de armario de bttlipfn^kjj
aro, le tai taruga > .'n-cti-cr. -f;,,0
vistas caneadas, como
drancos ou azues ,
para
para miopes,
oculos de 4 vidros. e
lunetos de todas as qualidade : cticor--
trara-se semprc na loja dos ivioioeims
Cbapront&Bcrtmnd, pra;a da liidetxn-
dencia n. 18 e20 '
-Relogios de mesa t de (attjstjjV ditos
de algibeira, tanto de ouro coito de pr*'
ta domada e loleados, patente ou don
zontaes: acda-aetempi-e um grande sor-
timento, na loja dos relojodros Cha
pront iv Bertiand, praca da
leticia n. 18o 20.
pra;a da Indepen-
Na confeitaria da rua da Cni/. n. 17,
aeda-se sempre a venda um grande c
completo sortimento de doces seceos ede
calda^, ede lructasde todas as qualida,
a des/ tudo superior, para emlwnpie par
i- adgntro ou lora do imperio, por mais ha
da
UIMMIAS E (iltUIFl
I ni lindo e variado sortimenlo de modellos para
varenda e gradaras de go*>tn modernissimo : na
lutiihc.i" iIj AnroiH, ero Sent Amaro, c no deposi-
lo da mesma, ua rua d> Urum.
no liecco do (.'or.fr.hee.
Cartas franee-
xas.
Vendem*f>e superiores carias Trance/. para vnl-
Iaro11- a "'|,;l rSe o baralbo : na ru lo ueimado,
luja do miudezas Oa lioa lama u. 33. \
preco muilo commocJo : no armazem le Me. Cal-
mol \ Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
VIMIO XEKEZ.
Vpnde-so sopericr vinho de Xcrcz era harrisilo
lli.eincaad Je E. K. Wyall: rua do Traiche
n. t.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ruada
Senzala nova n. 42.
Ncstc estadelecimento continua a da-
ver um completo sortimento de 'moen-
das e meias moendas para engenlio, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamaulios, para
dito.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-seo vcrdailoiro cognar, lano envearrafa
como em garrafies: ua rua da Cruz n. 10^
Pipas vastas.
Vende-se por.Ao de pipas vasias proprias para en-
cher de agurdenle, aproen de 179 cada uina : a
Iralar no escriplorio de Manoel Alves Guerra, na
rua do Trapiche n. 11.
I..VUYRIMIIOS.
Na rua da Cruz n. 31. primeiro andar, conlinua
a haver sorlinieulo de boas obras da labvriulho a'
venda.
Veode-se um cabriole! cm lioni uso ; a trola
ua rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
Vcndem-se em casa de S. P. Johns
ton ^ C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro c de montaria.
Candieirose casticaes bronzeados.
Con asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris degraxa Ti. 97.
VinlioChcrry em barris.
Camas de ferro.
Vendcni-se relogios deotiiopatenl,
icio clironometro e de muito boa itiali-

men
dade, o <,ue se aflianca t
preco: na rua da Cruz n. tj,
anear.
|'iimcti.
Attencao.
a
por mait lia-
ra to prero que em nutra qualquer pate-
se pode vender.
MODA.
Chaliv de melhor costo poiel, .beg^fa .lmj.
menle de I ranea, para vestido de se.hor. e mct..-
Mt, pelo preco de I .-cada covado: no-^natro ca-
los.^rua do Queimado, loja do sobrado amacollo
Vende-se etcelleole laboado de pinh., recen-
emenlp p|,edo da America : na mi de Apolle
trapiche do rerreira. a euteoder-se ceta o adati
mslrador do mesmo.
Vende-se cal nova e muilo .iperior, checada
ltimamente de Lisboa B0 brigoe i~.rt.iaea ..,pe-
Vende-se ac em cuuheles de um quintal, potJ "'""" c por commodo prero ; quem qniaer i !e
dil igir-se ao armazem n. :l, Jelionle da i,
escaunba, de Joaquim de Paula Lopes.
Em casa de 11 en rv Biunn 4C.,rua da
Cruz n. 10, vencem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora musica.
Espelhoscom moldura,
(ilobosptra jtrdint
adeiras e sofa's para jardn..
Oleados paga mesa.
Vistas le Pernambuco.
Cemento romano.
Ciomma lacea.
(^rronod taibo.
Oesapparrcea no dia qoiitla-feira a ataos, l
do correnle, a escrava crnala, de nome l o-ina. o>
! estatura lecular, c'.r prela, beic->s groos, .lenle
um lano podres e com una bebde no olbn e.qnrr-
do, eo dedo mnimo .la mao direila coi lado pela
junta, lovoo no corpo um vestido le rhila encarna-
da niiu.liuia. franndo na frente : roa-se a qooo--
q.ioi auloridades e rapitae* de campo a cantora da
mesma esclava, para er enlresue no paleo do Para-
so n. I, a Antonio Brotado Soares liuimai.o-, qee
se gralilicaro a quem a In.uvri.
No uoile de i> para 211 do mez paoade tasm
,la campia da Casa lorie, da rosa lo obaiio asme-
nado, o mero Joso. nioulo. ita.tr do :ui anuos. pu-
ro mais ou menos, eslalura baiva, serr d tttsjm e
bem espitado, cor prela, falla de denle* na Irenle
do lado superior, falla um pnuro descantado, levoa
camisa de madapolao, calca azul, f. i collo;..uto
Mttl pintado de venlc do rompr.ment de 2 '
palmos. |, jen mais ou menos, rom frrhadnra nova.
tem o vicio le cacbimbar. eosluma Ira/, r ciiitn, e
nplle a rliave do babu' ; foi eiiroulrailo na iw-mi
noileocima em procura tlu Keril., o siinp.-se ler
fucido para CsPrlAo de Pajeu'. por assim o le leil..
por tres veres ej*e km laotwdoosle de-iim.. om par..
bori o de aluam navio poi -pi etol .nra.lic... lem tttV
ni doserriidor: qun. opecoff l.-vc-u a ra. loQuri-
ina.lo, loja de miu.lcza- n.:: i.
l-raucis.-.i Jos.- Alvps i.uimaiacs
l'l-.U.N. : 1VP. UB M. I. I'L l'AKU.- ISjfc