Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08813

Full Text
r
*

AUNO YXXII. K. 11
Por 3 me/.es adiantados VsOOO.
Por 5 meza vencidos 40OO.
TERCA FEIRA 18 DE JANEIRO DE 1856.
Por anno adiantado ljOOO.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
encaihiecados da SUBSCRIPTO' \o \ I'.inhib, ii Sr. Gervazio V. da Natividad* ; Nalal, o Sr. Joa-
qun) I. Pereira Jnior; Aracaly, o Sr. A. de I.cinos Braca ;
Cear. n Sr. J. Jos deOvera ; Maranh.io, o |r. Joaquitn M ir-
ques Rodrigues ; l'i.iuliy, Sr. Iionims Jferculan. x. I', >..,
tearense; l'ar. o Sr. Justiano J. liamos; Ajanan^, o Sr. Jcro-
nymo da Guata.
: M
PARTIDA DOS COKREIOS.
Olindi.- ludes os diu.
Caruaru Bonito c G*raohuaa : nos diac lelo.
Villa-Bella, Boa-Villa, Kxu' t Ouricury : a 13 c 28.
Goiaoaa r- 1'ar.hib* : secundas c sextu-feiras. '
Victoria e Natal : nasquiitas-fciras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : .piarlasc sabbados.
IC.'I.i:, i.. lercas-lciros P sabliados.
Panada : quarus e tablados as 10 hora*.
Juiao do rnuimerrio : secundas as 10 huras e quintas ao nieio-da.
Juzo denrphiios segundas e quintas as 10 horas.
Primera vara doeivel : segundase sextas ao mein-dia.
Segunda vara da civcl quarlas c sabbados ao ineiu-iiia.
EPHEMKRIDES DO Mi;/. DE JAMURO.
7 l.ua nu..i asS horas, 18 minutos, ll segundo* da larde.
II QuartOcrescenic a 1 hura.'i ininutos e 8 sraundus da larde.
22 Lacheia a i hora 10mbiutoae 48segoodotda manhSa.
30 Ouarlo niiiignanle. as .'i huras, 10 minutos e 48 segundos da m.
I'I.VMAII III. llOJfc. ,
Primeir as 10 bor.is r .">( minutoailauaiih.la.
Segunda as II horas e 18 minutos da larde.
DAS da semana.
1! Segunda. S. Flix ni. ; S. .Maeriua ; S. alaquias profeta.
13 Terra. S. Amaro ab. '. Ss. Alame e lliqueai profetas.
lli (.toarla. Ss. ller.irdu. Aeurein, Othon, Pedro e Adjurlo nun.
17 ijuiit. S. Aman ab. ; Ss. Eleuaipp, Meleusi|io e Leonilla. ni.
18 Sexta. A radeira de S. Pedro ap. ra Roma. S. I'risca v. m.
li> Sbbado. S. Canato rci m.; Ss. Audfax e Abacue irs. nim.
JO Domingo da Septuagsima. S. Kahio p. m. S. Sebastiao m.
ENCABJtEGADOS DA SI ItM Itll'i \ Xt Sil.
Alagoas, o Sr. IJ indino Falrao llias : Baha, o Sr. D. Puntal
Rio de Janeiro, o Sr. Jooo Pereira Martina.
EH PKltWUIlt (O-
0 prnprietario do DIARIO Manuel Figurina de Faria, na sua
livraria Praca da Indepi udnicia ns. 6 e 8.
XTB
fo nosso iriprio correepondsnte )
Kunibay 2 ile dezembro.
Na manh.la do 21 do passada o vapor (torna,
(razeudn a bunio a mala de 20 Va setenjbro, onlro"
no porlo com llammulas franceza, turcas o inglezas,
em Man.il de que nos Irazia a conlianca da Bolina
que nos tora Irazida pela mala do lcxnndrin, o .!;
que o lado meridional da Sebastopol eslava com
effeilo na posse dos alijados.
Ao passo que lo los os europeus se lane*vm com
avidez sobre as sazclas que rontinliain s despachos
dos genera** o os despachos lelesiaphicos dos seos
correspondentes no llioalru da atierra, a< autorida-
des, navaes e militares. nto foram vasarosns em
siudar as noticias da victoria rom as naos adereza-
das e com paradas da* bridadas, com loaos de alegra
e saudaces reaes.
(.loando esla llie liver chesado as nifi.-.s. o prme-
ro enlhusiasmi na Inglaterra eslar arreficido; en-
treunto sempre Ihe anonadar que mis lamben),
posto qoc longo da pabia e das suas nssociacBes. te-
mos acompanliado com srande inleresso o prosresso
ilesse admirare! assadioletras lido todas as pa.-iius
leste grande poema epfcd* e tonflrsentido simpa-
llii.s com a sorte dos nosso*. nobres soldados nos scus,
das de desastre c de enormidades.
Temos boje noticias de Cabal, datadas de II de
outohro. A morte de Kohoodil Khan, chelo de
Candahar, e Inato de ast Maliomed, est plena-
menle confirmada. Dizem que o Amer experiuieii-
lra cnnsiileravel emooilo quando esla Dolida rhc-
2oii ao sea contiecimento, embora durante a vida
de Kohuudil o conporlamento dos irmans um pa-
ra com o oulro e as cnuslaj}itM conjuracoes e inlri-
8^s de Gandaiiar contra Cabal nao fuss-m compali-
veis com a esi-teucia dt nani fraterial anecio.
. Talvez as lagrimas derramadas pelo anliso rliefe
ejam devidas anlcs ,i consideranlcs polin-..., pois
que urna das suas primeiras oeservarOes dizem ler
aklj que a morle de sea irmaajjtijfiia a adementar
a influencia da l'ersia em Canominfpcla discordia c
desuniao que esle incidente levantara entre os !i-
Ihos o os outros prenles do morto.
Esla discordia, como recelara o Ameer, nao lar-
rlou em manifestar-sp. O filbo mais voltio de Ko-
hnndil, de nome Maliomed Sadeck. K'ian, oceupou
a cidadMa de Candahar, e procUmou- homena^am. seaando ne diz,-* Ptrtl*. Fu npneelo
por am Meer Afzul, um pirente em alsum gr.i
(rreiiiajoeode primo!, maa elle iOmiedialainenle o
exlingnio. todava loo., appre'eee tfnj rival mais
brmilavel na pessoa do irmao, MaJiamed Omer
Khan, e esla conlenda, segundo as ultimas naticta-
chegadas a Cabul, ia assumindn oiatn%r(o lo una
guerra civil.
O primeiro movimento do Dosl Maliomed, ao sa-
ber das perlorhar;Oes, foi nomear una commisno,
que devia levar a Candahar ama meosagem de p-
sames, e, se fo.sso possivel, de recnncilia{,1o.
Mas como os aconlecimenlos progredisneo), e se
e-palbassoo boato deque agentes de Heral nliam.fr """,u"s c""
ebegado ;i Candaliir, e que Maliomed Sadei! so ti- *"'';* W
, nha declarado abertamenle servo da l'ersia o A-
meer determinou ir em pessoa .i Cnidaliar^jnesta
conformidadc fez as >uas preparajOes, qWleando
Uyder Klian guvernador de Cabul em sua ausen-
cia.
Todava anda nao (nha partido, e era duvdo se com clteilo partira, lie certo que elle empreg-
rn toda a sua astucia e influencia afim de conver-
ler em san propria vantagem o estado revoluciona-
nte dos nesucios em Candahar; mis jalga-se dn-
vidososea sna presanea naqiiella capital poder an-
goja, retardar da que adianlar os s*us projeclos na
aclualidi.de, c tal pareca ser o designio de algans
dos sus mais parlicolarcs adversarios.
Com ludo, urna forra de 3,000 horneas de odas
as armas so eslava formando para reunir-se nu.indo
fono necessario, ao acampamento da Ameer, que
dizem ter declara lo que, se as causas se lornassem
em seu favor em Candahar, tentara sorprender
llera!.
unido e pela falla da coadjuvaeio qu Ihe fura pro-
promitlida.
Alo dizem que ello deitou o Tonlio o prazer de ilizer que o braadeiro Medien-
(le conlinna a reslabclecer-se rom rapidez.
Has cousas lcaos, pouco mi nada sel que Me inte-
e apreseoteuse a Lucbnowem um esladn totelnien- resse. O governador geral dos Estados porlmjue-
ze na India chesou no ullimo paquete da Europa,
c parti para Coa ha poocos das.
O rommercio ela' um ponro amortecido, devidn
principalmente talvez a' approximacilo dea grandes
das sanios nacionies. Cnnsideravel conlianca he
manifestada de que a* colbeitas no interior podeni
sersalvasem mui eran le evlen.ao pelas recentes
chuva, que t-in si lo aliiindanles naquellas locali-
dades, embora nao Icnliamos sido favorecidos por
Roma. (Time.)
Sa fronleira de noroeste ludo esl.i quicio. A for-
ja em ilango, no valle Meeranile, leudo satisfeilo
o (im para que fui reunida, e ja u.ici sendo requer-
da naqoella pusicao, foi di,solvida a V de oulubro,
Irem de nioutaiilii. com o priaicno batalhto de io-
fantaria de nacionacs de Punjah, vollaudo para Pes-
bawur, e as tropas re-lanlej para Kuli-il.
Pelas ullimas noli.-ias do (lulo, que, lo-livl, -.,o
om pouco contradictorias, o perico de urna atierra
religiosa legal, que qoando escrevi ltimamente pa-
rec eminente, segondo parece, lc:n diniiniiido.
A marcha aneacada do fantico .Moulvie Ameen
Ali sobre o templo llin loo em l'vz.ibad.'seaundo di-
zem, se lem lomada ao menoi presenlemeni, im-
possivel pela defecc.lo daquelle quo ja se linham
le aballo, fallo de 'mmens, mullicos e repulacao.
Se tildo isla lio vorda le. prova oo que o excita-
ment religioso .ios Hussoluianos tem sido total-
mente pacilicado, ou que a -ua crandeza e exlensao
er.nn originalmente malo eiageradat, Dettaa alter-
nativas cu aceitarla como a solucao mais correla
antes a prlmeira do que a ultima ; pois que, em-!
hora nos dijj un s impre que a disputa ein Kvzabad
anda uao eal amajada, e que os liiiiiloos alu es-
13o reuniido larcas ile varias parles para repellir o
ataque antecipaslo, sabemos qu: c!-rei se lem es-
foro ido com fortuna contra os perlorbadaA da paz
do reino.
Dizem que elle ltimamente ronseauio do I le-
ma ou clero, pelo intermedio do chelo da respedi-
va corpoiaeao, aban donar os designio* o argumen-
tos dos mais ripenlos Mahometanos acerca da des-
truirn do templo llindoo.
A etes nguilhoea espiritases janloa nalroi lem-
poracs, ameacando cen pristo, eooHaeaejBes, c at
morles, ludas as pessoas que se liaassem a Ameen
Ali. No caso de que eslas amearas nao foasem suf-
fleieales, hopas de todas as armas seiiam reunidas,
e promplas pora marchar para u campo.
.. Por outru lado, os llindoos s,lo rogados a rrer
que Mlao livresde molestia, e que as disputas en-
tre os religionarios rivaes serian discutidas mode-
radamente e esolvidas justamente para ambas.
At dizem que urna reunici de deleaadus dos dous
partidos liuha sido arranjada para ler lugar om r'\-
zabad, sob a presidencia de um europeu, cujo no-
me ainda nao he conhecidu, leudo por lim a den-
sao dos negocios em iliuerenca por srbilrac^e.
Tal parece ter silo a situaeo das anisas em a da-
la das nossas ullimas noticias, e, p,..|n que seja
mu salisrack.no adiar el-rei de alguma sorle ma-
aifedando certo senlimenlo do seu dever, na pre-
sente crise, be una fonle addicional de prazer sa-
ber que elle lem sido despertado do seu letbargo,
ou indozido a abandonar os planos tendente* sus
deslruicao pelos sAos conselhos do presidente brila-
nico.
De Burmah sabemos que o cinbaivador a Ava foi
receblo por el-rci 17 de setembro.
Todos f iran ao paco em elephaulcs, indo cada
memoro da embalsada emparelhado com um of-
fldal burmez de igual ratlieauria.
Temos noticias de Madraz que annuncam ler
momio o Nnvrab ulular do Cirnalir, a 7 de oulu-
*"' "'' i,ladB ,le :'l annos, os quaes linham sido
gastos em devassidoes. Nao deisa Albos, e he o ul-
timo de urna casa que, embora obscura nos ultimo*
annos, ha um scalo era urna da
les na India meridional.
O sen aiileeemor era oque fui ostentado como
Nawab pelos lnglez*H em opposirao a um preme
e rival coja cansa foi espoinda [icios Franerzesi A
Inlaentrjsasdoas naccs europeas daroa por mul-
to k-mpo, ni ,s aflnil, apezar do genio c dnocao, de
iomo Liboardonnais, Dopleis e Ully^s
mpliaram, e com ello-, o seu alliadiV
.lias o pm.er da sua rara iicou logo diminuido
dn IKiil lord Wfliiniey, com aovernadoi assaj
enirou cm um Ir.ilado com o Nawab ren.a> pelo
qusl este principe celen os scus direilos eaulori la-
de no Cirnali.- ans |nale,., sendo-lhe garantido
um ipn.no das rendas auniiaes para atoa manulcn-
cao. %...i.. n-...lmenlo o. .Narraos aubsislirain, r
pela ...ximco-nda na' raca ama grande somma an-
nual s-r.i aciesccnladj i, reodas do governo.
Os carpos dosassass.n.s de Mr. Connolv I .. ..
dcposiladn. ni Calecul, c ahi qneimadi de r-
rormtdade eom as e pul.icOcj do acto delbppressai.
de Mnplali. ;a respeito. do qne ja Ihe disse alguma
cousa em urna cana anlecedenle.
I.exanlou-se urna foaueira em um sitio .iberio ao
pe da emb adora do um rio em urna visinhane*
habitada quasi cirlaai.yamente por Hoplab*, es-
lanlo prsenle urna grande guarda.
Os corpos, que se nohavum em nm oslado mui
adiantado dedeeomposlego, foram enllocados soba
f.-aueira ao nascer do sol, e ardeiam ato quasi meio
da, qu.in.lo achan.lo-so o foso apagado, as dazas
foram caido lotamente reunidas c laucadas om um
buraco que linh i sido cavado para ellas dentro das
m.ualli is da cadeia.
Por eslas prccaucOe.s confio, diz o magistrado,
referindo-se ao goveino, a qae nenhama probsbi-
lld i !. Iicou de que s restos desles laamens rece-
he-sem algum signa) de respeilo. >i
Muito pune... Moplalis estavam presentes, em-
liora r.'-; lam milliaies
delles pode I
m.io cuncer
as mais proemiaen-

hnni
FflljgaKTIB,
OS FILHOS DA FOTIIA. (*)
Por Paulo Feval.
na redondez,). A ausencia
si lo devida a llgum ajuste de anle-
i, ponto que o magistrado se es-
forzara para verificar com cerlcza.
CAPITULO XIV.
A tribu jama.
Foi necessario que a sinela des lar para que os Ricardos se separassem da presa. Aleia
hora antes estavam todo; devorados por lome cani-
na, eaceusavam a ausencia dosdonosda casa- a-o-
ra o appelite desapparecra, e leri-im de boa vonla-
de jejuado ate ao dia seguinte.
Cad' om cria firmemente haver aanho seu Sle-
phen Williams. Com efleito, no meio do alarido per-
gunlra esle a todos quaulo linham na rasa Des Ga-
rennes. Ese signal de confianca que cada Ricardo
considerava como particular a si, lnha seni nenliii-
madiivida urna siauificacao : no dissera o Ameri-
cano que pretenda alo deixar su riqueza a um in-
diBenle'.' Por conseguinle era justo que tomasse suas
medidas.
Que cmilratempo! disseram tmlns os Ricar-
dos in pello, elle ja era nosso !
A pintura sobre vi.lro, a Normandia lao aerada-
vel nessa estatao do anno, o lylhury da ullima mo-
da, os baslidores, os bons ditos, etc.. tinhain cauho
a balatba !
Mr. e madama DesGarennes, lano lempo espe-
rados, escollieram esse momento inopnortuim para
enlrurem solemnemente.
O marido pareca pensativo, e sua vista evilava o
eslrangeiro ; a mullier pelo conlrario de-lumlirava
como um aslro : eslava adornada de seus diamanles.
Apenas ella entrn no salan, o nivel dos Ricardos
abanou-se de repente para deixa-la iluminar como
rainha ; vendo-a, qualquer comprpliendia a supre-
maeja que a tribu accilava eslremecendo.
(vera urna grande dama, diramos autos que era
um arand homem, se fne permillido gracejar so-
bre assumplos (o serios. Possuia no supremo griio
todas as qu ilida.ic- que correspondiam i sna pnaj.
cao. Era anda bella, saba ser diana sna mnn-i-
ra, e lnha mais altivez do que as duquizas. Sen
sorrisn era faeueiro em certas occasioes, e seus alvos
denles mostravam como ella podia morder.
Negociante completa, pois h- necessario dar ama
forma feminina a esse novo ltalo de nobreza, ver-
sada nos mais mxsleriosos segredns da diplomacia
domestica, prompUi para ferir ;i seus aniiaos, bem
como a seus inimigos, lendo smente urna f : o n-
leresse ; um lei, asapparencias, e Irazcndn no pei-
lo um seno em vez de coracao, rssa mullier nola-
vel oceupava o Ihrono Ricardo com um brilho sem
igual.
No leeido de sua vida as mesquinharias o havia
mnilas) dcsappareciam como os pontos do laa dados
para encellar um (apele hrilhanle. Era o avesso e
qncm he que vai descoser o mnvel para ver as vi'r-
gonhas do avesso'.'
Crajas a ello, seo Des Gareone* que era um Ri-
cardo ordinario, e ale menos forte que o commum
dos Rica.,Is, pois era um tanto mdl.or, empunhava
scep'.ro da tribu.
.\b! quaiitirazao linhl elle para chama-la ua
incomp.ravcl Julia mas lambem quanla razan li
nha de temer diaiilc drlla !
Fredcannde lirunheaul ji morreram, Margrt-
ela de Dorgonlw, a labulosa que devnrava os liomeus
elegantes nao existe mais. Eis o q..e resta dessaa
bellas lares em nossas .lias degenerados : a incom-
paravel Julia .'
Os Iticaidos ahorreciam-na e respelavam-na. Jul-
aavam-na capaz de ensaar a seu proprio pai, e
conhavam-lbe seos capilaes. Desde Des Jardins, o
milliouario ate ao miseravel arlisla, todos os Rica*--
do, linham dinheiro em casa della ; .leritai querida
ve-la cen pos dehaiio da Ierra, a fazianvlbe cortt.
Ilu laill.s menta como vill.m que era quai.....,f-
lirinaxaquc r.illava francainenle em toda a i arte
pois em presenca della era manso come um de seus
cur.leirns nermandos.
Se havia em face de sen poder soberano urna ap-
parencia .le opposc.lo era do lado da* mulberes pa.
raque as mulberessejim obedi.nlcs be necessario
um re e nao una raillha. Fallando-lhe, madama
Des Jardn* mislorava s vozes cerlo asdame em
suas pal.vras assoc.tndn., a lia NaUlia quan.lo oli-
n'i'L6. '",1-"f;,ri'*cm' liberdade, Supina De. Ilaliveaai tentara nrranha-la
mande urna vez, e a franca Augusta levara-lbe o
pun..i m venias.
R1Q DE JANEIRO.
ExposIrVo do conselhe.ro Sergio Telxelra de
Hacedo, a respeito das estradas de ferro do
Rio, Baha e Pernambuco.
Motivo* desta puHleafSo.
Ninguem pode exigir ou esperar que cu desea a
defender-me de arcusaces feilas nasgazetaa por es-
pirilos prevenidos e apaixonsdon ; mas posso consi-
derar-me para com a nac.lo no de ver de ci|dicar-lhp
quo scus iuleresses esua dignidadeforam na qoeslao
daeslrada de ferro por ni i ni defendidos com lealda-
de, ibncgacao, acert esuccesso.
Esta queshlo lem levado una marcha talvez nica
no seu genero. Km marcodeste anno urna curta no-
ticia ..ommiinicada de Londres o Jornal do Cnm-
mereio annoodou ao publico que a soluc.io lio an-
ciosamenle esperada da execurao da estrada de ier-
ro eslava conseguida, que a obra ia breve comerar,
estando urna parle ja contratada.
Das particularidades desta Iransaccio nada soube
o publico senao que o contrato celebrado por n.im
com Mr. Pnce tinba desagradado ao governo impe
nal. Al o mez de maio o publico s conhecu do
contrato as censuras feilas a alaumas de suas disposi
roes, e quando cinfim elle foi publicado lodos o le-
ram com prevencao. Por desarara al necorreu um en-
gao de um copista ou traductor que pastan para a
colaran* das libras esterlinas algan-mos que perlen-
ciam a dos shillings, dando assim a Irabalhos muilo
conbecidos entre n,n um preco vinle rece* maior do
que linham no contrato.
No entretanto as objeceSe* oa censaras feilas ao
contrato me linham sido cnminumcadas para Lon-
dres, e eu lnha dado ao governo imperial explira-
coes satisfaclorias e esrl.irecimenlos bem accilos.
Nem um desses esdarerimentos, porm, foi publica-
do, nem era nalural que o fosse, porqoe vieram em
oflicios coulidenciaes cnvoltos com citaees de Do-
mes proprios, e.iulrasparlirularidades que se no
cosliimam nem devein publicar. Ka cmara dos de-
pulados porm, na sesfao de 17 de julho, o Sr. mi-
ni-lro dos negocios e#lranaeiros fez as seauinles de-
claracoes : A remotfo do Sr. Macelo ngo importa
reoaiumenlo no eooceilo a que elle te.n direilo
'< pelo seu luerecimenlo e pilo* seas ser vicos; o go-
verno imperial considera o Sr. Maeedo como um
agente diplomtico dos mais presumes dos nM
<< ili^n i- de sii.i confianCet,
Ao governo britnico foi explcala a rainha cha-
mada a esta corlo com motivos I llamete honroso, c
a",! ma....."^irn< ">co mor-proprio do que
jolao merecer.
- Tinha pois o governo imperial de sua parle cam-
prido com generosidad* o dever que Ihe corra de
mame.-com jusc., a replaellode um seu delegado
Bel c zeloso. Nffo lnha porm o governo que oceu-
W-* de defender-me per.nl. o publico, bas.ava
U-r-he revelado oque rexelou na cmara n, sesso
nada. t por minha par* nem podia defender-me
estando em Londres, nem liuha vasar para isso, e
par lim o lempo da vi.gem corr* conlra mim Pcn-
sava en que. verdad, por si appareceria, mas nn-
-oem se lem incumbido de a procurar. Ao contra-
rio, o empenho de adiar deleite* e vicios oaquellc
meu acto tem sido aanillioado pelo inleresso que
minios josodores lm cm fazer baixar depreco as
accoes da conipanha, o ale pelo cime e raiva da
mordacidado que devora cerlo, espirites apoucados.
A irrellexao o o pouco habito de examinar estas
quesh.es acoll.em facln.cnle as accusacOes sem as
examinaren. He assim. porexemplo, que al .mi
ge* meo* me tem vindo rallar de um imaginado juro
do J por ceuto ao mez, a que se diz que cu submelti
o governu.
Depois dos ministros da blenda, de cojas inslroc-
coes fui fiel e zelos interprete, nenhum homem
nesle inundo fez lano como en para baixar os juro,
que o lirasil paga por sna divida era Londres. Ha
bem pouco lempo .-. maananimidade do Imperador
e a jaslic.ii do ministro da fazenda ialardoarain es-
ses meus servicos com a graca que a corea dislribue
com mais parciinonia. e entretanto me vejo aecu-
cn|A,Jir0,",P,raVcl J"lia '"' "es velha nSt* '"" neCeSSar >"1fa U"S da
Depois do que haveria smenle llores em seu ca-
minho.
-Querida prima, dsse ella diriaindo-se a mada-
ma Des Jardins por ser a mais rica, espero que ves-
so nos desculpar... nosso sobrinho Rolando cansa-
nos inuilo embar.n.o, n noesa excellenle mli
Era vez de acabar, ella ergneu os olhos ao co.
IVsse momento a boa velha Ricarda passava o li-
minar comseoirage de camponeza. Ninguem repa-
rn em Rulando, que eslava rostido com simplicda-
into exaaerada. Teria sido helio que medi-
da
na DesCarennesfizessedespezas para vestir bem
es-epalif... Osubstituloendi.cipulo.la Escola Po-
lyleebnica derain-lhe hum dia por civilidad
larain-lhc as cosas.
Mas loda a parle masculina da tribu exclamou ao
mesmo lempo : como he bella como he graciosa '
railavam de Camilla, cuj,. vestuario clesante e
novo resabia ionio da srosseira saia de fuslo que
Irazia a velha Ricarda. '
le, e vol-
Madama Des Gtrennea devia ler devinhado o pa-
pel de que fallamos ; pois na verdade Camilla nae-
cia mil vezes mais linda necupada assim (enlmen-
le como eslava com a ave, e ajudando-a a senlar-se
em urna boa poltrona, lie verdade que Camilla ngo
represenlava papel.
Linda maiznha, disse Zelia, minha prima es-
la mal penleada, e lenno a cintura mais fina do uuc
ella. '
Cala-te.'responden madama Des Jardins, vai
abraca-la,
-Mas eram aaiacessem cnnseqnencia, c que nun- i- A ,,0"eM 'lo 3nl"> passado atravessou loao o sa-
ca chegavam a fazer urna revelacao. Porquanld ma- ".' ,,assu VIV0 e Prc-ul"PCi'io. e exclamuu vendo o
dama Des Careimes nao liuha defeiloa em sua roa- ""l,llluln l">r "-ima do hombro direilo de Camilla, e
Vide Diario o. 11.
---------. ua ro.
rara Mnauem saina por onde ataca-la ; era bella,
prudente c rica ; em publico dava importancia ao
marido, o qual em particular era sen escravo e
quanlo a sin con hiela para con. Camilla, os mais
malvolos nao podiam deixar de acha-la irreprehen-
sivel.
Ne-s i eslra la fl ir.la em que -aminhava cnni pas-
so tn.i altivo, a incomparavel Julia (rnente via urna
podra de escndalo : era :< velha Ricarda. O ridicu-
lo mala, e a castellaa cria que a velha Ricarda *
lornava ridicula.
Vale! iodo o espirito do mnndo nao pode sapprr
ororaciio. A r.slpll.11 n.1o sospcilava qae v'erniz ;.f-
fpcluosop reiuil.ivel c.s.i boa mullier sinceramente
ama.la. francamente acarinbada diante de lodos ie-
ria Janeado sobra ella mesilla e sobre, sua casa.
loria representado esse papel, bem como qualiiuer
oulro ; mas nao o i.devinliara.
Talvez tainhem ess. papel fosse perigotoe mpos-
sivel para coin os Ricardos.
O reno he que a incoinparavd Julia rarreaav.i ans
hombros a soge* como una cruz, e que eslava promp-
la para fazer ludo, ali.u odioso.
Rolando lamben a mnlertava ; mas Rolando nao
ludia o peso de usa* peana, e hislaria sourar sobre
elle pura lanra-bj mui louge.
f
o discpulo da Escola por cima do hombro
querdo :
Oh! minha priminha. quero abracar-te! que-
ro abraiar-te !
Por um signal de madama Des Gnreone* o diloso
Dii liiieret olierecen o braco a Camilla para passar
aMladejaolar, Des Jardins leve a honra de acom-
panliar a castellaa, e os oulros Ricardos ajunlaram-
se em casses segando sua imporlanrta. A'mesa os
luaares foram himbem marcados conformen rigoro-
sa escala das posses de cada un.
Ao principio fura destinado ao eslranaeiro disline-
lo o lagar de honra a direila de madama Des li-
ronnos ; in.is agora que saba-e .po era simples ra-
xeiro podiam Irata-lo em ceremonia. Siep!..... Wil-
liams foi cu.lacado entre a lia Natalia e Sonbia Des
ll.iliveaux.
E-las jiilaaram sua fortuna feita, e inuslraram-se
muito ainaveis. A lia Natalia prevenio logo o Ame-
ricano contra o- afago* ds Supina Des Ualiveaux, a
qual snd.va anciosamenle i cala de mu marido ; de
nutra parle Supina o prevenio contra as adularnos
da ta Natalia, a qual nao tinha m.lus limpas, e era
aecusnda pela voz publica de usura antiga e mo-
derna.
Depois as duas vizinhai de Sleplien Williams re-
tratarara-lhe para sua instrucrao cada un dos mein-
sa.lo agora de ter sojeilalo o lirasil a juros de usu-
rario !
Esta exposica.i be posieccssaria, e se cu a levar a
(ermo sem fallar ao respeilo aquellos a quem res-
peilo be devidn, sem fallar a uiiiauein a juslic. e a
corlczia, tcre mostrado qneao menos na arle de re-
frear a ira e couter as paix's da alma, nao poco cuino na arle de defender os intereses naci-
uaes se me lem querido fiairar.
OtrestilOiPdiosa.
I m es.-riptor anonjmo p'ocnrou insinuar quo os
pretendidos deleito* docoiiralo com Mr. l'rice po-
den) ser allrbuidos roruprilo do minba parle.
Silo me dirijo a anonymos, e se menciono esle he
para fazer bem couhecer qie me nao consta que ho-
mem alsum serio partidlas? tal suspeita. Sou muilo
superior a ella, e de cerlo tao tocara em lao nten-
la materia se a isso me ii.lomovesse iimzrando ami-
so meu. Esla insinoacao, (orin, he um dos mais
tristes exemplos dos extraivdinarios desvos das re-
aras do raciocinio que a ca passo apparerem nesle
negocio.
Todos sabem que as conccsses de privileaios para
construir estradas de ferrosio, em reara, vendidas
pelos que as oblrffl a capililislas c indnslrnsos da
prara de Londres, que dell.sram parlidu. Eu linba
plenos poderes para oul..r:ar a concessilo da estrada
a quem em met juizo ol!ece-c melhoresaaranlias
de execuc.ao e melhorcs ondiees. Se eu prezasse
mais a riqueza do que < honra, podia rendar o
que era aulorisado a dnr. Mas nesle caso oque mo
ronvira era nao exrilar a altencao nem provocar o
exame do meu acto, fazer sido muilo conforme com
a lellra da lei e das minba' instrncees,. e com as
'deas recebidas. Por cerlo ne no conviulia chamar
a allenraosobreo meu acl. apresenlando urna phase
nova e inesperada ; nem reduzir a importancia do
que venda operando sobre urna pequea parle da
liuha em lugir de venda toda ella ; nem dirigir-
me a um contratidor, e esio mo capitalista, o qual
espera de seu controlo os lucros de conlra-
lador.
Todo o mundo dove imaginar qae pela concessilo
desta eslrada havia muilo quem eslivesse disnosloa
oflereeeriommai cooiiderivei*, sobretodo depois da
importancia que Ihe .lava i vanl.joia garanta de
por rend de juros. Tambim he fcil ver*que, anda
em descer i corruprao na sua forma mais asquero-
sa, porm suppondo-se-me sede de ganhar riqueza,
o que convinha para isso ca formar a enmpanhia em
Londres, porgue sendo eu membro nato de sen di-
rectorio tinha lodas as rac.ldadcsde especular rom
seauruncu sobre o preco ds accoes, emquaiiln que
passaodo para aqu a sede da eombanhia pordia eu
essa vanlaaem.
He preciso pois ama gande irreflexao para aro-
Iher por um iniuulo nesteraso a mais leve suspeita,
quaesqiier que fossem os >recedcnles da pe-soa con-
lra quem tila sediriajsse.
Porque n'io formar cmpanhi't em landre*.
Devo eomeear pedindouoe >o mo confondam con-
cessionaiioscomconlralHdores; aqucll-s Ir.t.m de
levantar os capilaes e fazer frodificara empresa ; os
conlraia.lores loinam por contrato e a preco lixo a
execufilo das obras.
As difllcoldadesdl qna.lra (izeram que nto podes-
sem cumprirsuas promessis os poderosos e eminen-
tes coolratadore* que se tnliam anoeiado para lo-
marem a si a construc^loda cslrad.i de ferro de D.
Pedro II. Os concessionai.H com quem eu l.n*a
Iraladu em 18 >:l propozeram-me. visla dsso.a res-
cisilo do contrato, e eu aceitei. I'cou o Brasil livre
da prisa da outorga de privilegio a urna COmpanbil,
e desde loao ;is muilas pessoa* que se empeiihavam
porobler nova rncente e mo propunhain a forma-
(ga de urna nova mesa Je directores, declarei que
nto me ligava mais a concessilo alguma, e que s de-
pois de obti.lo um Itoin oonlralador he que pensara
no modo de levantar dinheiro.
Foi nesle entretanto Ue man lei chamar Mr.
Anilla para o convidar a mirar no servicn da pro-
vincia de S. Paulo, cujo pcsidenle me incumbir de
Ihe mandar dous cngeiihiiros. J.i e v que eu ti-
nha da capacidade de Mr. Auslin vanlajosa infor-
macao oblida de pessoasmmpelenles. Em conversa
Ihe falle! as plantas e orcainntos que elle nqui le-
vantara para eslrada de Ierro, e Ihe expuz censa-
ras qae sobre ellas tinha envido. Mr. Anstin n.lo s
explicou ns pontos censuados, mas dividi o seo
trabilbo em duas parles, ima das quaes. daqni al
Belm, declarou ter sido acuradamente Ma, e a oa-
Ira presta e sem exame profundo, ajeniando que
tanto aquella primeira pate eslava hem feila, que
elle me apresMtava nm eonlralador acreditado
prompto a aceitar o on-inento. tratar sobre essa
base. Accedi logo a isso, pirque eram inmensas as
vantagem de entrar j.i emolir, em lugar de espe-
rar o levanlamenlo de novas plantase orramenlos. e
porque as plantas e orcammlos de Mr. Anstin ja li-
nliam sido examinados peb governo Imperial, quan-
bros da familia Ricardo. Era obra de mestre, c for-
mn um grande painel einque cada personasen) vi-
va por assim dizer duas JIM aos olhos de Sleplien
Williams.
Antes dcassenlar-se A nesa suas vizinbas linliam-
no visto fazer um areno a Rolando, o qual spproxi-
msra-se logo ; baviam a|plicado o ouvido, mas o
eslranaeiro e n rapai falla.am em voz mui baixa.
Todava Sopbi. Des Balveaux, que liuha ouvido
mais delirado, julgou ouvir que Slephen Williams
peraunlava, se a commjsNO eslava feila, e que Ru-
lando responda : Sim, vio ; elle lia de vir.
Quem? c porqueSlephei Williamsencarieaava ao
joven Rolando de sin* conmissOes'.' Islo exceda o
saber de Sophia Des Baliviaux.
Ha duas classes de leihres : uns fiveram j a fe-
licidade de assslir em suavidi a nm feslim-Ricardo,
os oulros bao sido privado dessa dita. Para os pri-
meiros nossa descripcao Icaria minio aballo d* rea-
lidade, os oulros a repelhiam cheios de colera co-
mo indignamente exagrala. Pois essas cousas oto
adevinham-se em neuhuii grao ; importa ter visto
para rrer.
Se n.lo referimos mildamenle essa vil parodia das
comezanas palriarchae, nao he pelo temor dos Ri-
cardos. Estamos bem erlosde que nenhum I'cardo
reconhecer; seu perlilneslas paainai; csses Bdalgos
leem pouco, ese por acaso alxnm entreabrir nosso
livro rira com alegra quexando-se simante de que
se mo baja feilo seus .runos anda suflicienlenienle
feios. Sao as pessoas louestas que tomemos, pois em
sua ignorancia respeavel clamaran! conlra aca-
lumnia, a irib Ricardo assemellia-se de lonae lau-
to a ama familia! e le sempre lao indecente atacar
o que asseuielba-se familia !
He verdade quo [nderamoj ilizer em nossa de-
feza que os ladroes locturuos lambem an.lam sos
bandos, e que havia una especie de familia na aru-
(a de Cil Itraz ; por m preferimos tancar um veo
pdico sobre as pemeuas monslriiosidados, sobre
as infamias mesquibas, sobre as obsrend.des do
corac.o que adubamcada manjar desde a sopa al
sobremesa.
Ojanlar no licoiaquem do que podia esperar-
so de madama Des (arennet ; a banella e a Inora
eram maanilicas, n Ibr complela parecia um exor-
dio, e o cnzinhelro havia feitn maravillas. Os B-
cardns comerain cono lobos, apezar de seu cjuuie
levado al a raiva. 1-se fausto opprimia-os, esse lu-
xo insullava a'mednerdade de mis ea riqueza de
onlro* ; ahi esuven em um eastell, que eoslara
mu milliao equinlieitos mil franros cun suas de-
pendencia^, c n prec. do eastello apenas eslava na
altura da hospedasen que recebiam !
Os Des Caren nes loque eram verdaderamente
lilhos da fortuna. Delalde o estomago satisfeilo dos
Ricardos perorava sua cama ; nao havia perduo pos-
sivel para essa felicida.le asolete, lima especie de
conla crranle eslobelena se entre ""a tribu Ricardo
e os Des (jarennet; nfda er esquecido nessas me-
morias de boticario, (screvia-ae no lleve da incom-
paravel Julia e de seu marido, lano a menor mos-
Ira de atlenc.lo. como I maior necedad., e isso for-
mava um total espanto de i autores e de odios.
lo iram apresentados |ielo Sr. vsennde de Barba- ; verno. Emlim, lodos no meio das diflicol.ladpsjda i cus, est. uftn A respeito de desapropiaos,
cen, en lnha sido aulorisado.i fazer sobre ellas a poca recebiam com terror a idea de se empenharera Sr. visconde fez urna reserva quanlo aos Iuj.i
concess.1.. do privilegio, e a( a acollar ou conceder n'ama laraa empreza em um paiz viraem, onde por prximos a cidade, inriimhindo-se menledas de-
elevacao do precos. desgraca n-da e tinha feito que pdese servir de | sappropriac.les menos costosa*. O modo de galgar *
O contratado* apresentado por Mr. Auslin era ; ="' inspirar conlianca : Indo era escuridau, iucer- serra lambem nao Iicou determinado, deixaixto-se a*
eminentes nessa toza e risco; emlim, n'um paiz onde no mercado do
com efleitu inri dos homens mai
classe. Percebi porm un decurso*la negociacilo que Irahallio comeca urna erisa seria, todos porlanto se-
elle se ochava no me-rao estado dos oulros, sto he, """ "niformes em se precaverem entra essas even-
empenhado em t5oarando numero do empresa*, que 'u.didades, marcando prefongacessivos.
nes.es lempos dilTleei no podia tomar nova, Es- No ,,.,, po- de ^^ f ^ e ^ con(ri_
lavara poram anula pendenles asnegocacOe.com lar nma parte della havia a vanlaaem de fazer um
el. quando Mr. Price so me fez apresentar, e depois ensin. e adquirir urna experienria qde servi-se p,.
abonar e recommendar pelo enaenheiro Slephen- ra o resto di ohra. A experiencia aprov.i.ava ao
son. um dos humen, que mais eslimo e admiro. De- plnt;,nor e ao overno. ()s ^ ,,, ,-
clare, a Mr. I neo que com elle tratara no casa de atM ba,c ne ,,, para conu,,^,,,,, o!)r, os
nao chesar .iaccordoco.no primeiro, e foi o que de-| m, qe se recnnbecessem no primeiro contrato se
po acn eceu. corrj=Hm n0< rll(rSi airec(ariain nina parle da obra
as conferencias comas pessoa* qu? queran) for- o n.lo o lodo. ILivido um ensato, tossoelle feliz ou
mar urna nova dirceloria, e sobretodo com nina del-! desgrscado para o roiilratadnr, era urna base certa
Miau co.n mais sem-cereinonia, o n.is de calculo, mo s.i para elle mesmo e para seus con-
currentes como para o snverno.
conferencias com ambos os eontratadores, eonhed a
exacll.hlodo queja me lnha si.lo asevcado sobre
a aatoreca dos lucros que e.ses directorios eosto-
mam lirar alera dos que resallara do joao com a alta
no mocito das acoles. Des le loso entend que de-
via livraro Brasil desses directorios.
Sempra fui opposlo sarantia de juros de 7 por j ^'^""^"""J1,08 caP'llle'- Por 'O'104 "" paqne- j engenheiros de Dublim, para recemmend
cenia por longo prazo, e s e.u ullima necessi.lade
assignaria contrata ou eoneassio que a eslipulasse.
Entend que, a dar-se too elevada sarantia de ju-
ras, era melln.r levantar os capilaes nesla prai.a, on-
de clles entilo abundavam a panto de irem buscar
emprego em empresas fura do paiz (era Portugal), e
em empresliinos a paizes estrangeiros. Se aqu s-
nu podassem obter todos os capitaes, er prefcrivpl
levantar rm Londres a parle que fallaste por em-
preatimo, ante* do que por emtelo de aerjtr*. As
apolicesde empreslimo de urna compunhia qae l-
nha garant* >to juros do governo do Brasil baviam
de serquas lio bem aceitas como as upolice* do
mesmo governo. Deliberei pois dispor as cousas de
iuodoqn.se formasse a compa nbia no Rio de Ja-
neiro, sem cundido impossibililar a sua formaego
em Londres, se aqu ella se nto conseguisse, ou
o enverno julaa-se mais conveniente.
Resultaran! desla deliberarlo as fegaintos vanla-
gens: I., flear o Brasil livre ilo om direotorio, eo-
vernande de Londres o* seus matos de eommanica-
oto ; 2., aeonoraisar os lucros, a que jallndi, que
esses directorios coslumam lirar; 3>, acoslnmar o
oiisso paiz a essas emprezas e combinices; i...
nio laucar no mercado do Loudres accoes com too
ventajosa garanta de Joro* qae podessem aueelir o
preco das apolice* do governo.
Porgue tratar eom Mr. l'rice.
Para formar una compaohi., quer em Londres,
quer aqu, a primeira condicto era ler um eonlrala-
dor prompto a execolar as obras a preco lixo. Foi
por tallar es-e conlractador que os ronces.iunarios
de IH.".:l nao puderam formar a rompauhia, e que os
da eslrada de torro de Permroboco tambera a ngo
poderam formar quando ha mezes se apretenlon op-
porlunidade d;- levantar o capital. A deilberacgo
pois de eonir.lar logo a coMtrucfto das obras era o
ponto de pai li.a para obter lodas essas vanl.gens,
todas essas facilidades.
Nilo lu porem Mr. Price o nico conlractador que
se me apresentou, porque em Londres sobra sempre
quem queira tratar com o governo do Brasil. Com
algoni dos prctondenles nunca tratara eu por me
nao nierererem conlianca ; com lodos itoixei de en-
ender-me porque nao aeeitavam a base orne eu ofle-
recia, isla he, as plantas e oreamenlos de Mr.Auslin.
Mr. Price luuvou-se na dccis.lo de Mr. Slepbensou,
e dapois dos uecc-sarios exemes e conferencias com
-Mr. Auslin acclou os seos orramentos.
Eis ahi porque tratei com Mr. Price, de ruja inlel-
liaeucia, leald.de, prudencia e honradez eu liuln as
melbores inforinacOes.
Poriue adoptar as plantas r orramenlos de
Mr. Autltn.
A' exceprto do primeiro conlraclador aprsenla-
do por elle e de Mr. l'rice, lodos os outros se propn-
nlum a mandar para aqui engenheiros de sua esco-
lla levantar as plantas e fazer orramenlos, para o-
bre elles contrataren as obras, e se o governo nao
aceilasse os precos, pagar-lhesas despezas feilas com
essas plaas e ornamentos.
Era recomecar o proces.o que sndav* pendente
desde IKJ, c que anda esl a respeilo da eslrada
de Pernambuco. (tuando se livesse onaniento e
planta, u.lo seria opporluno eniillir accoes'; quando
os capilaes abundassem, os orramenlos se .ichariam
detoiluosos, parque os precos dos gneros baviam de
ter mudado; quando um livesse levantado plantos c
oreamenlos exagerado*, c o governo, recusando os
precos lives-e pago as despezas, os novo* contrata-
dores a que se dirigisse declararan) que era preciso
proceder novos exames, c porlaoloa novas despe-
zas debaixo da mesilla condicao de embalso pelo go-
Mas nos semblantes dos Ricardos s.i havia sorri-
sos. Ferir um homem em p nao enlra nos coslumes
dessps philMOphos. A opulencia commeicial lem
seus revezes, a Irihii Ricardn esperava. Os fes Ca-
rennes que cuidassem em sus(enlar-se seus pareu-
les e aunaos eslremecain de aleara intima pensan-
do que Ibes pisaran) um da a fronle.
E lodos eonveriavam alegremente I O espirito Ri-
cardo espuniava como champagne ; tasqunhavam-
so uns aos oulros com denles amolados ; os mais
fracos que nao alreviam-sc a atacar os presentes a-
tassalhavatn os alsenles com prazer. He inc.ileiila-
vel o numero de falimientos, que foram desejados
nene fcslim meraoravel, e de crditos que foram
guilhOlinados pin elliaie.
Ladrar e morder, antes morder que ladrar, eis o
prazer!
Latidos o dentada* paravam no* pos do casal Des
Garennee, o qual era nvinlavel. Para elle* ha-
via adulacos p atoaos. Todo o que dzam era bel-
lo, ludo o que faziam era bem feilo, ludo o'que Ibes
perlencia era magnifico.
Zelia golosa e celebre pelas sbila* ndispnsicf.es
que tinha a mesa, enmerou devorando, seaundoseu
coslume, mas em cerlo momenlo do janlar cessou re-
penlinamenle de comer porque a mai beliscara-lhe o
joelho.
Era o signal; a pobre rapariga conlemplou me-
laneolicamenle o prato meio chelo e absteve-so.
No fin de Ires ou qnalro minutos, madama Des
Jardins di*** cm voz alia :
/.elia, porque nao comes '.'
I.iii.la milisnha, responden a inacnua menina
sorrindo, preliro Contentar minha bella prima Des
Camines.
Todos applaudirain. e Zelia pode devorar nova-
menle.
lluvia qnalro pessoas mesa que nao faziam ru-
mor, e permanecan) eslranhas a febre commum.
Era en) primeiro luaar o pobre Rolando laucado no
lim da mea entre dous Ricardos dp npnhiiina"impor-
tancia. Rolando eonlemplava Camilla, que eslava
lambem mai liisle, o que oovia em silencio as fine-
zas do primo Du Uoerel. Camilla nem ousava pa-
sar o olhar de Rolando, porque a madama Des Ga-
rennes nao a perda de visla.
Camilla e Rolando snfl'riam, suas bellas psperancas
evaporavam-se. c piles comvCjavam a tremer liante
das an.eacas .!.. fnluro.
D* quando em quando a velha Ricarda examina-
va-os sorraleiramenle ; mas bem sabia que nada po-
dia fazer por riles. Duas nu Iros vezes os nlhos en-
rher.im-se-lhe do lagrimas emqu.inln lancava um
olhar a Des lironnos, sen lilho.
Era muilo velha para relirar-se sosinba e privada
dosse ultimo amor ; mas f.'.ra quasi expulsa.
He verdade que sen corsead experimentara nesse
dia aran.le alegra. Ouvira (aliar dn oulro filho, de
seu lilho Joto, o querido, ao qu il julgava morln ha
lanos anuos Mas ssn era como um sonho, o seu
coracao habituado a padecer nao podia abrir-e assim
de repente ;i esperanra.
O eslranaeiro qun Ihe fallara de Joao Ricardo es-
lava ah, liante della, ua oulra exlremidade da me-
Precoi das obra.
O governo imperial e o provincial, ai leaMaluras
e o publico, lodos queran) a eslrada ja, mmediala-
meiito, nao queran) esperar pela paz, pela confianCa,; opsculo de Mr. Lae, instila!* d
ar linba
singela elle calculou a economa em por eenlo.
governo escollier enlre dous sxstemas, om e*n cons-
laule e uniforme sabida de 1 om 75, e ostro eom
Iros planos inclinada* de 1 em I "> para seren sabi-
dos por meio de machina fixa oo de pe* corapeixa-
do por agua.
O tormo medio do costo de cad* milla no orra-
menlo dos Srs. Tcixeiras l.eites, nao rnmprehendeu-
do os dous sablerraneos taimis er !'. 1 ."..-ji'..
comprehendendo os sohlerrineo* qae casltvaa '.
500,009, o preco era f 17,190. Haviam B9 tr mi-
Ihas a -20,000,07 a 13,000,'21 a 1*000 17 a 10,000
e as 5 millas dos sablerraneos V tOO.Ooo cada
urna.
O (elegraphu elctrico nJo era coraprehendido em
nem um dos oreamenlos. Estilo dada* a* raxespor
que fui, adoptado o do Sr. viscood* de Barbacena.
Elle leve porem de soflrer urna grande allerario
porque os clcalos er.i.. feilo* para lioha dobrada oo
valor de 6n0:00llg por lego* poriusarza como (ermo
medio; foi preciso reduzir a liuha siogela. Vea
lesreccbia cu em Londres argente* recommendares
nesle sentido. Examinemos at que ponto chega-
vam os sacrificios que se dispanhsm a supportar.
Segnndoo exemplo da assembla provincial da
Babia, a do Rio ds Janeiro decretou lambem urna
garanta addicional .le > aerenlo do juro. Foram
pnis postos minba disposicilo 7 por cento de juros
annuaes garantido* por !K) annos, para eu os dar a
qualquer rompanhia ou emprezaro que quizesse fa-
zer a obra inmediatamente. 0 juro que o governo
do Brasil pagava em Londres em lempo de paz era
de Ipipor eenlo, porque as apolices desse juro es-
lavam no par c depois da atierra veio a ser de ."> por
cento. porque raramente tem deixado de estar acim*
do par as apolices desse ultimo juro, tanto assim que
ja depois da suena fui obrgado a lirar por sorteas
que ilcvem ser amortizadas. Garantir 7 por rento,
pois, he o mesmo que garantir ."> de juros e -2 dea-
inorlisac.lo. Com eslas con lices nm capital se a-
morllsa em menos de 20 anno*; desprezemos a frac-
to, e digamos 0 annos jnstos. Em 00 annos ha i
veses e nieia 20 annos; logo quem gnate em loe*
eondie*Jea7 por cento em 'Jn annos garanto o embol-
so do capital I vezes e nieia.
Assim o aov .tiio imperial e o provincial c suas hv
aislaloras, todos combinados, estavilo promplo, para
lerem ja a eslrad. a sesurarem o embolso do sea
valor i vezes e nieia, c ainda a dcixarcm a eslrada
a companhia no lim do privilesio.
Com a formacao da companhia aqui so foi preciso
saranlir os juros por 33 anuos, c como a laxa dos ju-
ros be aqu sempre mais elvala do que nnl.ondres,
de sorle que as apolices internas de (por eenlo lera
de ordinario o mesmo preco que as apolices de ."> por
0 vice-presidenle daqaelle instlalo. S. W. le-
nnos, rupp.'.e qae a economa s he de 10 on 13 por
rento. Tomando o (ermo mais elevado temos qne o*
.'remenlos de r,."i:(HKi- deven ser reduzidos a
4)0:0009(100, a que da por milla t. 1.1,127.15.10.
Esle orcamenlo porem, feito eiu 185* ja em marro
de IK$:l em urna prop.esla' addicional o Sr. visead*
de Barbacena declara*, com loda a raz.lo insuflid-
enle por ler muilo auamentado o proco do ferro.
1 'ah para e* na he so o preco do ferro qae tem
augmenlado, he o preco de todo, alimento*, freles,
jornaes, seguros, materiaes de contraer,] etc.
etc.
Ha mais a ler em considerarlo por aun lado**
libras 71,11, que cusa por milha o idesraplm lec-
Irico nao comprehendido nesse orcamenlo, e por -
tro o valor das desapropriaees, o de mais s peque-
a reduccSo n* ljraora do Sr. visconde se suppanha a va mais larga (bread
sauge.) Dando pois 1,200 por milha para **
ohjeclns fica o valor da milh* segando o orramonl*
reduzidoa 12,227,15,0.
As .15 milhas de S. Chrstovio a Belm custam
i 5CO,0rU, das quaes deduzdas 7.600 do material
rolante, ficam is'i.ix, ou 13.K70.K.O por mi-
lha. Ja se v que ha um augmeato de 1.HIJ.I I.
islo he. de pouco raas da 1.1 por cento sobre o es-
cmenlo feilo em 1852, que ja em principio de 185.1
era insufficienle. Vejamos se esse aosmento fot
despropositado.
As obras da estrada d. Trro de Pernxmbnco 7 i
milhas ) foram oreadas .un :i de julho de !>>".:!. *
. 875,12:1, compreh.ndeodo r>,000 para des-
cenlo em Londres, segue-se que dando 6 par cento I Prol""iaC. e 50,000 para material rolante. Pra
para juro le iva I para amortisacto. Com estos con- I p"'lcr '""''"ir comparsto curapre diminar e-u.
dicOa* capital se amorlisa em 30 annos pouco mais
oo menos,de sord- que, licitando anpaizo beneficio
daquella garanlia de juro--, e livrando-se das despe-
zas de passacem dos dinheiro* para Londres, o paiz
veio a garantir o embolso do captol despendido na
obra somenle urna vez.
Se pois se provasso que os prego* do contrato Pri-
ce crao o deliro do que deviam ser, ainda o sacrificio
era menor do qoc aquplle que se eslava disposlu a
fazer, porque ha peonado* 57 anuos de juros de 7
por cento, que representan) qnui Ires capilaes.
Mas essis precos do cnnlralo Price sao excesi-
vos.
Argumentar com os baixos presos que cusloa urna
eslrada de siiae heail as planicies arenosas dos Es-
lados Unidos, he lao pouco losico como se eu quizes-
se argumentar com ns exemplos da eslrada de ferro
segiiinles, que rustaram por killumetro:
De Londres a Birmnshain,
De Liverpool aManrliester.
De Londres a Brislol, .
De Marrliesler a l.eeds. .
DcLondresa lllakwall. .
francos.
8 1,000
855,000
9*3,0*0
1,00:1.000
5,000.000
Esses no silo os tormos de eaanaracto para o nos-
'0 paiz. Os dado* para apreciar se he ou nao cara
a obra contratada com Mr. Price, sao: 1,o> orea-
menlos apresenlados pelos Srs. Teixeris l.eites, e
pelo Sr. visconde de Barbacena ; 2. os apresenlados
a acceilos para a eslrada de Pernambuco e di Babia;
'!. o que custou a estrada de Mau ale a rata da Ser-
ra; e por certa analoga, ao menos de lempo, e
por ser empreza aqui aceita, a de Lisboa a Sama-
ren).
Nem o Arrmenlo dos Srs. Teixeiras l.eites, nem
" do Sr. visconde de Barbacena, fallava de material
roanle. as praposlas presentadasao governo im-
perial aquelles scnliores o induzram nos seus pre-
sa. A boa mullier teria querido fallar-lhe, mas nilo
era possivel. pnis a mesa era romprida, e sua visla
enlraquerida mo podia nislinguir as feices de Sle-
phen Williams.
Ella dizia comsiso :
Nao vi o homem que leve pieddde de meu
Jlo!... Falle!-Ihe duas vezes, porm as laarimas
cpsavam-mc ; nao o vi, nilo poderla reconhece-ln I
E-rulava vidamente, esperando perceber ao me-
nos enlro as conversacoes eslrondosas dos Ricardos o
om abencondo da voz do eslranseiro; mas esle guar-
dava um silencio grave, o apenas locava nos pralos
que Ihe apresenlavam. Eslava all em seu lugar
mudo e immovel.
lina mudanca humera a sen respeilo na opiniao
da inhu. e ua glora passara como sombra. Os Ri-
cardos que liveram a felicidade de er colloc.nl..s u.lo
longe .la castellaa, linham pedido informac/ies sobre
elle sem darem moslras disso, e a resposto da cas-
lellila passando de bocea em bocea de urna oulra
exlromdade da sala, bastara para desvanecer a im-
portancia do eslrangeiro e as esperancas dos Ri-
cardos.
Era apenas um servo de s*rvo,0 nfimo subordna-
lo de Robinsoii, o qual nilo era mais do que o caixei-
ro .'e Peler Brislol !
One palito qife palito dizia Des Jardins; po-
silivanienle !
O melhor era tomar a mvslilicarc pelo que valia,
e rir enlre si, mas em oulra occasi.le, dessa historia
jocosa da : Mana Americana.
Por ora convinha desprezar esse m.io aracejador, e
dexa-lo tranquillo no lira da mesa enlre a lia Nata-
lia e Sophia Des Baliveanx.
l""-ie humera de barbas de cuarlalto como di-
zia euiSo La Luzerne.
Esse vil joaador de murros segundo a expres-
silo actual do xiuvinho.
Du Taillis mais eneraico a al pnlavra niarolo,
c Pilo Secro, pintor em vidro, descia al canalha
nem mais nem menos.
Nao podemos dizer o termo que leria empreaadn
Mos'onneau para exprimir sna indignac.lo, porque
esse ango advoaado por orden) expresa da mullier
nunca fallava. leudo a bocea cheia. e emqoanto esla-
va i mesa, sua bocea nunca e esvasiava.
No lim da sobremesa, depois das saudes, a castel-
laa fez ao marido um signal que significava : he
lempo.
Des fiarenne* tovanlou-se loao, e lomen a nllitii-
<|p de orador ; linba fallado algumas vezes em pu-
blico om asspuiblas de .'redores.
Charos prenles, comern elle, alm do desejo
que Unamos madama Des I.rennos c eu de pos-
siiir-vos, reunidos em nosso retiro, um molivo serio
dilnu o convite colleclivo que vos diriaimos.
A npini.lo geral foi qae este exordio eslava excel-
leolo.
Trata-ta de um eonselha de familia, conlinuou
Des Carennes.
Leve o dabo o conselhn de familia !... disse o
arlisla descomedido c liviano, o qual (cria preferido
nm ponche.
Os mais graves denlre os membros da Irib repel-
liram os copos com uobre resiguac,5o.
daas parcellat, e ficam as ohras importando em I,
600,123, que faz.m 10,812.4.0 por milha.
A eslrada de Pernambuco alm d. e-lar em ter-
reno mais favo.ave!, era concebida cm escalla mni-
to menos perfcila do qae a de D. Pedro II, porque
o movimento rommercial e quantidade de frele*
n,lo podem ser nella iauaes aos desla, e porlanto
n.lo ha necessidade da obter nem tanta solidez, nam
(anta velocidadc. Em Peroamboco la menos rique-
za e porlanto maior baratez* de ludo. O trabalhn
Indgena livre abunda. Os recrulamenio* pera *
exercilo e as revoluees (em all mostrado urna gran-
de popularlo livre e desocupada qae nao existo no
Rio de Janeiro. Aqui a maior arlivid.de de eont-
mercio e induslria e m*i< ricas culturas d.lo ao ira-
balbador livre emprego mais aeradavr do qne o de
revolver torra. Ji lem aconleddo ler o governo
em Pernambuco eraprehendid* trahalbos publico*
com o fim de empregar genle. O* dignos Srs. Edo-
ardo e Alfredo de Mcrn.iv, concessionarios dsqnel-
la eslrada, calcularam poder achar mil (rabaihado-
res desses a I9OOO por dia.
Todas estas ennsideraroes fazem que ainda qne a
eslrada de D. Pedro II cuslasse 20 oa : por cento
mais do qoe a de Pernambuco, ainda assim era mais
barata. As circunstancias porm mudaran) m*i-
to. Esseorcamcnl. de 875,12:1, feilo em mto-
do de Ikyi, ja en> fins de 1851 era declarado in. ficiente. Em principio de junho deste anno, apto
sentando-se opporlanidadc para a emissto da* icces
fiz os maiores esforcos con) os Srs. de Mornay para
acharmos um eonlralador qae tomasse aquella em-
preza pelo ornamento. Ollereci lodas is facilidades
que caban) em meu poder ; os Srs. de Mornav nao
pnupnram trabalbo. Nada se consegaio, o ecr*-
" He nesle luaar que occorrem as princinaes
correcrlo clculos, que promelli fazer.
Zelia, minha querida, disse madera* DesGa-
rennes, vai passear cora la prima Camilla... Rolan-,
do, ollerera o braqo a sua respeilavel *vo ; lie s hora
em que ella cortme repensar.
Boa noile, m.li Ricarda crilaram lodos em-
quanlo a velha relirava-s. apoi.d* ao braco do
uelo.
Eis alii urna qne he feliz era sua velhiee! acras-
cenlaram rom lisonja os xizinho* de madama lie*
Caren nes.
Esta encarara o marido com ir significativo ; ha-
via nesse olhar urna nrdem decisiva. A velha Ricar-
da, Rolando, Camilla, /.lia e a miocalha da Irib ja
linham sabido. Des Carennes rodeou a mesa, e di-
riaio-e a Slephen Williams. Todos adevinhar.m
qu. elle recebera a raisso de despedi-lo cortozraen-
te ; mas todos poderam lambem observar no sem-
blante do castellao mais embaraco do qae permitlia
a circnmslancia.
Senhor. dsse elle em voz baixa e rpida, so-
bretodo peco-lhe quo nao deixe o cnlello sem ter-me
visto,
Slephen Williams volloa-se. e encarou-o com ad-
miraco.
Tenho de fallar-lhe, continnou Des Garennes
aballando ainda mais a voz, a respeilo da pessoa...
sabe".'
Seu irm.l.)'.'... inlerrompeu Slephen Williams.
Sim... a pessoa que diz ser meu rni.in.
Meu charo senhor, responden o Americano om
alio e bom som, n.lo culdn ainda em deixar o cas-
tollo.
A castellila niordeu os lieicos ; Des Garennes lan-
cou-lho um olhar tmido, empallideceu, e pro-
segaio :
Porque eu eslava enrarreaado de dizer-lhe....
queria pedir-lhe que nnsdesculpasse...
Slephen William- n.lo movia-se. Isso trnava-sa
curioso ; os Ricardo* assisliam a um espectculo.
Entilo !... disse de lonse madama Des Garen-
nes. cojas sohrancclbas estavam j franzidis.
O senhor Slephen Williams parece nao com-
prebender... comecoa Des Garennes.
Essa he boa inlerrompeu o Americano ; eom
prebendo perfeilamente !..... Vossa -pnhnri* qu-
poupar-me o enfado deste ronselhn de familia, ma
nao quero deixar de corresponder a saa bondade, a
peco-lhe a permisso de asislir.
lima colovelada eleclrica corren i roda Ha mesa.
lira gaialo !... murraurou Des Jardins, positi-
vamente 1
Sentimos no poder assenlir ao seu desejo. se-
nhor, replicn madama De* Garennes esforrande *o
por conservar o sango, fri ; Irala-se de ama deli-
beradlo ntima...
Linda senhora, intorrompea anda o America-
no, creio saber de que Irala-se... nao be retivameni*
ao senhor Rolando Ricardo
Com efleito... tialburou Des Garennes.
Entilo lie o, prounncioii Slephen Williams fra-
mente, approximando a radeira e pondo os colovelo
sobre a mesa como quem toma posijao para muilo
lempo.
[Continuar-u-ka.)
A

dt m



HUMO PE ffBMWBWCO TF.RC FlRl 15 OE JANEIRO PE 1856
ment era visivolmenle insallicieiile. Noval ral-
culo- re lizeram o o Sr. E. de Moruax veio suhmot-
ter .11 governo imperial um novo nrcameulo que foi
approvado, e o cusi da estrada elevado a V.
1,200,(100, islo he ,mais de 117 por rento cima do
primeiro orea ment.
BU* fado todos parecer de cerlo muilo sig-
nificalivo e concludenle. O remenlo de Pernam-
bucoapezar de ser feilo em dala muilo mais rcen-
le soflre urna elevacSode37 porcenlo duranle aque
se faz do do Rio de Janeiro he s de 111 por cenlo.
O prejo do Ierro tinha augmentado 100 por cen-
lo, o dos salarios 50 porcenlo. o dos leles X\ por
cenlo, assim qoasi todos os mais.
A somma destinada s desapropriaoes naquella
strada fcou lisa em 25,000, que ama Manilo de
fazendeiros lomou a si. ohrigando-se a fornerer
lodo a terreno. A quanlia destinada ao material
rolante foi elevada a i. 150.IHH). como na aha.
I'eiluzinde estas duas somiuas de 1,200,000, licam
para as obras 1,025,000. ou 13351.7,0 para
cada milita.
Sendo o cuto da milita no contrato Price de
13,870.8.0, a difirenos a favor de Pernanibuco he
apenas de 19.1.0. Se se liver em vista as van-
tagensque ponderei millarem a favor de Pernam-
buco, e que avaliei em 20 ou 30 por cento que ca-
da um pode avahar em menos, mas nao se podem
eliminar de lodo, se concluir necessariameiile que
os preeos do Mr, l'rice s3o mais bailo* do que os
oreados e admillidos para Pernambuco.
A estrada da Baha esl oreada em 1,800,00(1 e
tambera he de 71 milhas. Dandocom larga m.i para
desapropriacoes i'. 50,(100 ( o dobro de Pernambu-
co), e deduziuclo mais as 150.00(1 destinadas a
material rolaule. licam para as obras 1,(00,000
ou 21,021.12.0. islo be, a milha da estrada da
I! ilii i i'-l.i o _' m '_'. 7,751.4.0 mais do que a
milha do contrato l'rice. A differenea he enorme,
mas explicada pelas diflicoldades de terreno que a
obra eocontra logo ao sahir da cidade.
Nao sei oque custou ao cerlo a estrada de Mau,
mas segundo pesioas ealendidas he muilo mais do
que casta a parle contratada com Mr. Price, loco
que se igualem convenientemente os termos de
coroparaco como (enbo (ido o cuidado de fazer para
as Iradas da Babia e Pernambuco.
A estrada de Lisboa a Santarera s he por mim
lerabrada por coincidir em lempo, e porque "aqui se
venderam aeros della. Essa estrada cusa por ki-
lmetro 5tl:5l 1-1 o, moeda porlugaeza. Vera a ser
por milha 81:332*951, que ao cambio de 51 '., que
be crrente em Lisboa, equivalen) af. 18,167, islo
acontece D'um paiz onde os jornaes sao de 200 ri
por dia,onde ludo he barato, e que esta' a 4 das da
Inglaterra, en'nm terreno que segu a margem de
um rio at um ponto onde chega o lluio c refluio
do mar.
Dando para o material roanle e desapropriacoes
desla estrada 3,4(17, Tica cus(ando a milha I.
15,000, e temos como termos de comparaoao que
cuslara por milha.
A estrada de Lisboa a Sanlarem. 15,000
A da Baha......... 21,021
A de D. Pedro II....... 13370
A de Pernambuco......... 13,851
Alem das considetacoes quo ja fiz a respeilo de
grande precaacaa com que se deve contar que todos
os contratadoresseavcnlurem a emprehender urna
vhradestasem paiz novo comoo nosso.sujeilo a lanas
contingencias e incertezas, tcnlio a observar que a
primeira parte da estrada deve proporcionalmenle
ser a mais cara anula que as difliculdades de terreno
nao sejam maiores porque he na experiencia
Della frita que so h3o de descobrir os meios de fa-
zer economas esalvar riscos no fuluro ; porque esta
parle da obra vai sapporlar despezas que aproveila-
rao ao resto das conslruccdes, como seja o transpor-
te de maclunismo e apparelhos de construccao
(plaul), passagens dos obreirps. dos meslres, dos en-
geuheiros, feitores, etc. etc ; porque vai desenvol-
ver e crear ioduslrias e provocar a creacio de csta-
bclecimenlos que tero deservir para as futuras cons.
tracof.es e facilita las, como serraras de madeiras
em grande, olarias, etc. etc. co, porque nesses pri-
meiros trabalhos se lem de formar no paiz homens
de importancia secundaria, eosproprios trabaja-
dores. Obreirosbisoohos fazem menos obra do que
os ja traqoejados.
Em empreza semelhante ja aqui se vio ama pro-
va disso. As primeiras calendas -!e parallelpipc-
dosde granito for.m contratadas a 80? a braca, boje
ja se acha quem faca a mesma obra por 55?, e an-
da esse preco ha ;de abaixar e urna da9 razcs lio
esla : Oobreiro que no principio preparava ape-
nas-i ou 6 pedras n'um dia, boje com a pralica ga-
uha ja aprompla no meneo lempo maii de vinle
pelras.
Comparem-se ainda os presos do ornamento do
contrato Price com obras conhecidas entre ns.Com-
pare-s 99,021 que cuslam os alerros e excavantes
com o que castaram os canaes da Pavana r- de Cam-
pos a Macah. Examnem-sc nos despulios unidos
ao contrato (odas as obrasaue conslituemia bella es-
lavo do campo da Acclamaoao, e qun cuslam
20,000, e compare-se esla omina com as que cusa,
ram o (heatro provisorio, o hospital da Misericordia,
o hospital dos alienados da praia Vcrmelha,e a paite
concluida da casa do correceao. Os presos de Mr
Price nao hilo de parecer altos.
Os lacros que elle (ira da empreza v.io claramente
marcados e incluidos no orcamenlo, e sao 52,50o,
islo he, menos de 10 por cento. He o que se coslu-
ma calcular para as obras cxecaladas dentro da In-
glaterra. Supponha-se porem que o artigocontin-
gencia foi calculado comalguma natural largueza,
e que he de l. 25.000 neste coulralo. Supponfia-se
que, procedeodo-se a novos eximes, ao levantamen-
lo^de novas plantas e a clculos novos, se teria oh-
lido a eliminaran desla qnantia toda, lie SOppoSHjIo
absurda, porque as contingencias sao muilas. J nes-
te caso occorreu a inrasSo do cholera-morbus, que
deve ter causado grandes e poda causar maiores
perdas, e vai prodazir maiores exigencias nos obrei-
ros a contratar fora do paiz, Mr. Price tinha so coa-
t atado melaile do ferro qujndo eslo subi orna li-
bra esterlina em tonelada. Aqui se lem na cal que
cabio extraordinaria e repentinamente de prero o
exernplo das contingencias a que se expe quem
contrata obras por empreilada. Admitamos paren
essa coppocicao.
Para eliminar a necessidade de marcar urna som-
ma elevada para contingencias, seria preciso novas
plantas, novos exames mais longos e mais perfeitos.
Esses exames haviam de costar pelo menos 5,000,
i economa pos seria s de 20,000. Essa econo-
ma he problemtica, e para correr airas della iamos
cahir em lodos os inconvenientes, demoras que pon-
derei. Para ter a obra ja, o governo imperial e
provincial e as legislaturas aceitavam o sacrifi-
cio enorme de garantir o embolso do capital qua-
tro vezese roca. Ainda quandose provasse que eu
podia ter economsado 20,000 no contrato,- o sa-
crificio por mim imposto ao paiz com essas f. 20,000
naoequivaleria a mais de 3 1|2 por cenlo do capital,
simples. Bastava apressar seis mezes a realisaoao da
obra para que os beneficios della mais que coropen-
sassem esse sacrificio. De que odiante! a realisaco
dos beneficios da estrada muito mais do um ar.no he
o que ninguem pode duvidar.
Se o desojo de oblar a realisarao da estrada de
ferro era sincero, devia agradecer-se a minha deli-
berajao. Se nao era, devia evitar-te que tantas o ou-
sas conspiras.em para engaoar-me.
Tudo isso porem sao divagaees no mundo das
hv potheses. O fado he que os preeos do contrato
Price, comparados com as emprezas anlogas orra-
das no mesmo lempo, comparados com os orinien-
tos feitos para essa mesma eslrada em 1852. por
pretndanle; que se expunham u um concurso, e
feila nesses orcamcnlos urna clevacao de pouco mais
de 13 por cento, que n3o lem compararlo com a
que ce fez no orcamenlo da de Pernambuco, que he
de mais de 37 por cenlo, os presos do coulralo Price
sao moderados e razoaveis.
lima eslrada de ferro pode fazer-se no mesmo
terreno com mais ou menos economa, segundo o
servir que della se exige, e os planos adoptados. A
parle da eslrada contratada com Mr. Price, segundo
as condices estipuladas, e que deveui comprir-se, he
13o perfeita como as estradas ingleza, e pode dar
urna rapidez de 60 milhas por hora.
Ella he a mais barata de todas as que foram loma-
das por mim nesla exposicao como termos de com-
paraco. O que todo o Brasileiro amigo do seu paiz
deve desojar be que Mr. Price nao perca, antes lire
lacros laes que convidem a aprecenlarem-se |muitos
concurrentes para fazerem o resto da obra, e por
esse modo blennos preeos ainda mais baixoc.
Mas essas oulrus ditas estradas da Baha e Per-
uambiiro fS cuslarde mais a mais ao paiz o sacri-
ficio de una garanta de juros pesadiceimos por !)0
anuos, paguea Omite, o qi?o equivale n mais f|2
por cento. porque i tanto monlam as deapexas da
passagem dos fandos, se nao monlam ao dobro disso-
Quem lomou a iniciativa pira livr.ir a provincia do
Kio de Janeiro desse sacrificio fui en.
Contlnttar-te-ha)
<:oiUU:SPl.\|)i;x(;I.VS Mi IIIAillo |li; I'Klt-
X.Viilil i:o.
PARA'..
Bclom 31 de dezembro 1855.
Teriuinou anas seaslea 86 do correnlc o no-so
parlanienlo.
One juizo faz delie a aelnilidadet quejuizo fari
delle a posl. Tidade'.'
Os entendidos salvam a Esqnerda : e cu nao posso
alexar de sonecrever a esla opiniao. porque ve-jo as
discusses brilhanles, o os mullos projeclos conver-
lidos em leise saneconadas pela presidencia : ludo
no curto dominio da Esqnerda
MAKAM1..0.
San l.uiz 'i de Janeiro.
.!.i linda a remesando eoslame prnmpla. quando
sonbe que o Tocanlins, havia inesperadamente par-
lulo, Piu.'iiimido issini nSu s i ni i ni como a nitros
militas que romo cu, enlreti-m la para esse sul, re-
laeoes t.io eslreilas rumo as que ru ligan nos sena
amareis leitores, Eia-abi pois, a razio nica, por-
que nSo reeclieu por aquello vapor a minfia miStiva,
A irregolaridadedas sabidas dos vapores, cslahe-
eeendo-se e alterndole s horas da partida, snc- |
cedendo al ahumas vezes l-r-se no cdital da agen-
cia nina hora beiu diversa da que marc o do cor-
reio, be < dac cousas da nossa Ierra, o motivo de todas essas
fallas que ao i-omnierrio niasdo que a niiisueni. de-
vera causar bem gravee prejuizos. Por mais de cem
com loda a inl'alibilidado para a sabida dos uoaso
vapores, c leudo sido sempre baldadas lods essas
reclamaei'ies, iremos seguindo a rutina enliga, aleo
dia em que ella pela forra decissiva do projresso,
lenba de desapparerer: al la continuaremos sempre
A Direiia malou asdiscucses, rednziooparlanen- ., ,,ra:!.,r... Pooco llos ,.,,.,
|o ,i urna joi ieilaie dos silenciaseis, sujcilou os orea-
sua alia recreaeao que n devia i'mar a seu cargo rentas moran duas e Ires familias j vellios, velliaa,
para o ililTuinar, sem se leinbrarem os laes licurgos moros p mofa, meninos, renos, aleijados, chagados,
que assim procedendo, nao t ce ridicularisam co- lrHl"l!,0~- '' d-minando m-s-.i l-ihp a maishorroro-
....,......___,. ,, ... sa o repulsiva miseria. A noticia, nu quem rom-
"''.....'noralisam aos olhos do publico que os ou- [10llr ,k.v,, .,,.ir ,,,.ll(o ,,;, ...r,.;,,,.., ,,!., ,|Ue
serva ; mas a reputaran do Sr. Ernesto esla lao con- seja pira deliaixo da ponte, se lia raridade.
solidada que jamis versar a pie- ao do Ha nina c-;t de fallirdi-frnnle da Ribeira da
Latidos vaos q ii- o riso pune. Boa-Visla, que parece una fabrica depommadiM
(I linuicm de bem "lona-se quai-do be alassalha- ; >,-, s ,.,., ,.....10 0 Sr. subdelegado desse nm
do por nao transigir con os ealllmbancos de todas as iryro por essa oflicina de tripas, e mandaste essa
condiroes. i mullier p ra un lu-jar remoto montar o seu e-lahe
Estamos ambarados lo cholera, c nenhumas pro-i l,'Hl"""!" ,!l'!r'Bi,i Bn da ., vi-inbaura viver com
.._ ,\ ... | os.nari/es mais desalojados
cauroes aconselnadas pela sciencia roram lomadas fesiilaces
ale boje: os cofres pblicos eslfm exhaustos, a \ir- Temos agora de fresca dala um manemo ou
lude ila earidade be h-ronherida nesla Ierra, pelo rreaiirn ili-nlrodo Ki-rlV, que Un annazem de 85-
que, lrii,, ....... i,.. > >, i.- se ;1 varaiida de camisa u n-rniila de meiii vaiiia e
hciio appell.r par. a M concordia Divina. ,,OCCil de ,in0< ,; lorle ,|lle nellue vuei.neui.. a
l'.ni luda provincia apias i>\isleni qnatro med- ; mural pu!iliea,|priv.indu ile.l'ailp. qup muilas fami-
veze.se lembrad.do contra a falta d'nma....... lixada eos, dous ueste capital. ,m na velba Ooiraa. e oalro "
de lo apreciareis re-
mentos, e tudo islo porque nao foi admitlida a gran-
de queslao de principios a illecilinidade da mesa.
i que alias j se linhain cabmeltido, c que era, para
um dos maiores mais preeminente, una musa em
que se nao devena mais torar. A Direila suppoe-sC-
justificada, e lias boas graeas dos seus committenle*,
com dizer que o rejeitado ornamento era urna ma-
mali, quandn alies, sendo 15, podiam destrui-la na,,
diseussao e fazer um orcamenlo como entendeasem; | Z'"u. "I. P0I"S assignantec ao sea
e com darem ;i presidencia um arbitrio para arre-
cadar e despender como qui/esse, contando^com a
Estamos ao lumiar da porta do novo auno do
1856. Alirando o velho para as regios do paseado
e de quem smente a historia leu de o itcnmmo
dar em seu jazigo, permuta que Ihe dirija os meus
cuinprimcnlos nao so quauln as boas Testas .le que,
sem diivid.i abi ozou. como das felizes entradas
d'um annii, que D.-os Ihe permillira se deslizo lodo
oaeio das maiores vcnlurcs, dcvcmlo enlre ellas con-
sua approvaro delles na rulara assenbla Es-
quereram-se que o possivel he indill'ereule exis-
tencia ea nao existencia Contra com o ovo no
ovario da gallioba. Mas a illnstrada presidencia,
que nao peo. i as,ime naosequer collorar na depen-
dencia de homens que do p par-, a mo se amiiain.e
enfadam agradecen o poder disericionario, reenviou
o grego presente, e poz em vigor o or; un -uto pas-
eado naquillo em que he ap lcavel scircumstan-
cias presentes.
O cholera continua caprichoso e ludecifravel :
n3o faz tanta bulla e espallufalo, como a principio;
magnifico jornal
Feitos estes cumprimenlos do estydo, deize que
P3se ao mais, que em pequea reserva ten lio na
minha rarlcirj cscripto, na pagina dedicada a laes
apoulanienlos.
Se Vmc.bouvesse recebido aquella minha caria te-
ria sabido, que .. sao e salvo rhecou a esla provincia
o E\in. Sr.Crnz Machado,dispeusaii.lo-se si proprio
da quaren'pi'a, e lomando no da seguinle contada
administraeao da provincia. Vine, nao ichur.i que
apenas chega qualquer nm presidente enlre mis, os
varios grupos que nos dividen, conservam-sc na cs-
pectalva, procurando captar-lbe as boas grecas... o
procedinenlo deS. Exc. entrando c sallando ape-
na cidade la Parnahika. Nao havendo dinliviro,
remedios a mdicos, ajo./- Vme. |n que ser do mi-
sero povo lao cobrecarrigsdo de tribuios. He os
Brasileiros conhecessera i.iclbor os seus direilor, os
dinheiros publicas seram mais bem zelados, c nao
se lariam lanos despendi! de mera pliantacia.
Ainda ignora-se por c. quando o Sr. Dr, C.ala-
nbo querera dar-nos o ar 4e sua grar;a, e S. S. faz
bem esquvar-e ile vir pira o l'iaiiiiy, porque o*
Pcrnambuconos nao lem sdu r>-li/.es na nossa Ierra,
o ex-juiz de direilo de Priacipe Imperial Jos Ban-
deira de Mello ah penleu senhora, o virtuoso
presidente Pereira de Canallio aqu leve o sen t-
mulo longe da carinhosi mu c do tenro lilhinho. o
cx-chefe de polica Dr. Selle........
mas uos vai levando una vida aqui.oulra all;agora ,ilscl|eaoa sem dar cavaeo eos preteilos da quaren-
unia. depoisduas,c das que mais se sentem. I -.. <, r.
cominero para sempre '.' Dos nos acuda. E nao
obslanle, o^aspecto da cidade be lisongeir.i : cres-
ceiu os reudimenlos da alfandega, os do consulado
etc. ; os vapores continan) na sua marcha regular;
Rassanilo o denso veo jue lem oceultado os acon-
lecmemos desta enmare;', somenle boje pude cun-
lena, alo boje sempre cumpri los, com quanlo cau- '"" 1u;""" lnes ,1'l '"*'" ,sln h rtp- 'lo P''eiro
sasse cena seusacao no no naes de todas as parcialidades. ca!laram-sc havendo "ia eom (llias "" nnisaes ; por i-so que deveu-
I do-oler feilo no I, e a I), varia los afazeres me li-
Ainda sollremos os cilorescaniculares, p a falla
de ebuvas vai-se lornarnlo por .ornis sensivcl : a
sece ja se nos anlolba com o s?u cortejo de cala-
midades.
| Dos nos nucir pioseivar dc?!o oulro llagello que
nos ame.-.ea.
Os gneros alimenticias rada ve/cscas-cain e en- | seria- !
Se os r.iio
ln ll.a-.l
'Mador
lias cheguein as suas varandas para nao vcrein
II vojo do tiili',
Coinendo rliiug
(im seu eerouli
De era vv.
Une homem lao lino '.'!
Oue moco i.lo dlno '.
MOTE,
.fs- menores de. um liabo.
LLOSA.
Andoi por mar e por lena
Pela ludia c pela China,
Alurei foino canina
Com que muir gente berra,
Supporlei de amor a guerra,
I ive una certa paixils
E entro- males que sao
l'roprios .le quem sabe amar,
S me faltava glozar
.:: menore tFum hah'w.
Nao estamos na roca e nem em SSnzauS, rumprc
que baja malla decencia, lano mais quanlo nao se
vivp entre negros novos.
A incorrigibilidade est cni seu auge de ruaos da-
das com a devassidao !
Ja n io se respeita pai nem ini, ja nao se respeita
e nem o publico, que lamente lanas mi-
v/.inhi'
careeem mais.
(i /.
COMAP.CA DECAMPO MAIOK.
alguns que al o elogiaste... Como o rornpimcnlo da |
quarenlena, nao ia cansar damno algum aos inters- n>*egoslo,normrrotesloqnedelhoieem dian-
ha feslas, ha diverlmentos, ha llieatros. ha bailes
Ainda hontem o Sr. Alves deu um soire'e ou cha
retirada do Sr. Pinto.
A colonia de Nossa Senhora do O' continua em
seu progresso. A maioria quiz assssrlna-4a negan-
do-Uta lodos os recursos pedidos, e al aquellos, que
feilos pelo proprielario, nao Iraziam esbanjaiiien-
tos: masa Padroeira inspira .obre coragem ao pro-
prielario, e ella vai indo avante. Cada da offerece
um objeelo novo s nossas vistas,como a douzela que
vai pouco e pouco mostrando snas perfecoes para
mais eaplivero amanle.
Da de Natal, la esliverampara maisde aeswnla
pessoas, c lao encantadas ficaram, que mauifcsla-
ram sua salisfacao, como o principe dos apostlos
extasiado com as glorias do Tbabor : t'aeiaiitiis Jac
tria tabemncula : tibiunum, Moya M'iurn, /.//'.
uifim. Um dos rendciros ceden a posse ile urna
porcao do seu terreno por 1009 E ainda acolo-
na nao esl.i como plaueja o seu proprielario Ha
de ser, apezar da maioria, a Nilhero) Paraense. co-
mo propheti-ou o colnnu, c ha de baver enpenhos
por duas brajas de trra na coli ni i.
Ja se explica o misterioso furto los600 couros sal-
gados, n'uma noile. Foi um pygmeuzinho, que
(tassanilo embrcou-os naalgibeirado seu gibao, e
foi-se andamio mu fresco. Eucirecendo elle este
servioo aos inleressados e esigindo por isso um boin
naco, irregaubaram-lbe os denles. Oh la Vos-
ses respingara '.' ven ja contar ao presidente. Nao;
nao he preciso ; o amigo loma a parca no ar ; aqu
est o naco, c mais 1:(K!o> de luvas. Sera cerlo
Ouem oavio este dialogo .' Tamhem dizem que
cxigind'i os perilos que se csp:clias*e o couro para
verificar-se a idenlidade do ferro denunciado, inu-
ilou a causa ilc urna subdelegada para oulra, e mu-
dou de peri tos.
L'm dos dignissimos silenciosos, quiz discutir de-
pois da eessio com o Dr. Moraes sobre a illigilimi-
dade. Foi aceita I diseussao : mas quando este se
dispiinba a ouvir o grondo Ilipocretes/ qae a-im
se dignava fazer-se ouvir o previ.lente dos aulor
do silencio olba em roda, vVse l sem os seus pa-
dres.... paludo, e com o corar ao tic tic tac tac, dei-
xc-me r buscar o meu chap), diz pile : vai o ho-
mem em busca do chapeo ; o depois de cinco minu-
tos de espera, oovio-ee un desear precipitado pelas
oseadas, e cheaando-seao terrado mal e vio a aba
da casaca a dobrar polos ares o canto do consu-
lado.
a Oh senlior Muilo a lempa me (rouxe aqui
a Providencia, para salvar urna vida que ia precipi-
tar-so no a bvsruo daque''a gallialis 1! Aqni e-t
receilada a limonada o o paregorico para re-
haler esta cholerna agadissimu, que esl ceifaudo
eom os golpes da sua enoxoravel senlenca a
vida desle nosso semellianle ... Era urna iiid-
gpslan !... e a mnella fez o seu ollicio.
As rloii_i.es ja se forjam as listas. Eu ca conlo
com um linar na lisia do Puritanos, porque vou ser
proposlo peto digoissimo Dr. Castro a quem hypo-
Ihero desde ja o meu vol para presidente da fu-
tura. Os oulro- nao podem recusar a proposta de
um mentara de tanta influencia, nem podem des-
considerar os grandes serviros que Ibes Icnbo presta-
do, e coulinuarei a preslar, assim me'lvre da li-
monada como o cstou do paregorico e ala lan-
ceta. Para a representado geral, que se ha do
recitar, ja eslo distribuidas as partes, a be de crer
qae nao haver recusa. Depulado geral pelo cir-
culo de Sanlarem ja esla decidido pclo,Sr. Piulo,
c ja se mandaran as erednciaes ao elelo : he o
Exm. Sr. Fatulo ; e supplgile, com a condicao de
se ihe dcixar ir om anuo pelo menos, o Sr. Dr. Can'
lao. Depulado por Camela ; o Sr. major Salles; e
caplenle, com a mesma condirao, o Sr. Dr. Freilas.
Depulado pela capital... quem '.' o Sr. Dr. Castro
nao quer, porque ja Calculou os prejui/.os e inleres-
ses, e achou que nada lucrara. O Sr. Dr. Nunes
nao pude abandonar o Irahalhoso onus de soci.i cor-
respondente ila Agencia llrasilcra Lusitana ,
no Pora. O Sr. Dr. Alves nao quer parecer de la-
do algum : assuas rcunics silo de amigos, c nao
elieiram poltica. O l'enna lem muilas causa-,
que padecerte com a sua ausencia. O Sr. ltodri-
gues, M.tnoel Anlono. h? incupprivel na ihesoora-
ria provincial. O Sr. coronel Magalhies preferc
empunbar a valcule aspada frente dos seus bra-
vos. () Sr. ronegn Siqueiaa escrupulisa em fallar
ao cairo c ao seminario. O Sr. Pinto de (iuimaris
nao quer cegar os otitros eom os vivissinos rellcxos
da sua iliuslraeo e melbor senso. O Sr. Lenes
lene arredar-aa da ana botica, Quen, pois, sera o
apresentado pala capital? Loo pedir algum em-
prcslimo ao lado cppostir.' ;.. Nem admira, quando
quercm por forra fazer-me seu depulado provincial.
Nao aos cansemos com o fuluro : nimia quo lbrs
falle un cabega com dinheirn c nliaeiieii __que
os regiment, depois do frgir dos ovos ha de uppare-
cer nata, manteiga para, Puritanos da gem-
nia. que vio soslar a conciiiarao ilu Sr. Paran*', ao
menos em referencia ao Para", onde os puros e in-
fluentes, c prestigiosos, c poderoso-, e inteligentes
polilico-saquaremas, repellen] cruzamentos de ra-
pas, que degeneram e enervan raeai puras.
OSr. conwlbeiro Bego Barroseootnaa a mere-
cer a approvaro dos homens honestos, pela inanci-
ra imparcial c recta da sua adminlalra;So, A justi-
*a he allendida, e O enbnsle nao Ihe -nanea ap-
provaro. (loslj de ver o philosdphica pachorra
com que elle ouve a cortos manceos que pensam I-
laquca-lo, e decide como entente. O meu roca
... oh nao ; elle zangou-ss com o coco : o meu
collega dizque o Sr. liego Barros esla' zangado com
osesbanjamenlos.que feza esquerda.quaudo era maio-
ria. Has os laes esbanjamentos foram todos sanc-
ses da nossa poliUca, nio ia directa nenie on-nder ,e --rci assi<1- "'- mi,'>" communieaces a eslc ou aquello, se bem que, g-ralmenlc admitli da I m""-0 a in|nirn sj!,-n..... de tecriplnr de aldea.
lo SOI nao dardeji|-sem lano para cor
lo lliealro de inuiiuraliilade-, cerlo que nao venamos
asobcenidades que alguem pralica em ra tai pu-
blica, porque ludo que all se pralica he negro; os
arlos, os actores, as aclrizes. Paramos por ora aqui
dizendocom llarbier;
Civnca nao lem, e a nioi cnspe na cara
Toma o nomo do coa por f.ce cinara
He da libertinagen ninialnra
l'enra em alios, mas ja no vicio dura.
Presin banca o Portagaez que fez esperienria
na cabera do negro p f.u sollo.
A ribeira da ]< rom a polica ; os monopolioc eaUo lindando: ainda
bem.
As cacadas dentro dos sitios no centro da cidade
a Ibeoria de ser o cholera'conlagioso, podia ser no- il'^ ^ -i leradi usa,,,, a proBs* de fe ^X ^.uTn sen "a" SSSSPS,
civa a um. provincia inteira ; e lendo-sc em vista Ique Cia eorrespondeiileoii escnplor he obrigado a |qilcm eancados .le o/ar este mundo. Nos domin-
que ese acto era pralicado por um presideule novo,
0 osando-ae de (oda a anabilidade que se deve ter
para com o hospede que chega : torios, como j ihe
lisse, callaram-se, excepto o Diario do Maran/o,
o qtaal n.lo perleucenJo lado algum poltico, es-
tranhou severamente esse acto de S.'Exe. que acsin
sol lao ni ,o agouro, encetava a sua adminislracao.
A junta ile hvgiene publica, pralestou contra elle
e lae-..ido o E:.m. Sr. viee-presidenle de si loda
a responsabUidade, veremos o que decidir o gover-
no geral. (i que (lorcm be cerlo be, que o fado j
esla consummado.c la s3 vio i5 dias sem i|ue dan-
no algum lenha causado a salubridade publica, o
ipimenlo daqu-lle eordao sanitario ; felizmente
que as vistas de S. Exc. nessa parle nao foram Ilu-
didas.
Eslc acto nao len.lo.pois, c:nbo aleum poltico era
rciac.ioa marcha administrativa que S. Exc. deve-
seguir, s rpsla esperar que S.Esc. compenetrndo-
se dos verdadeiros interesses da provincia, se eslor-
ce por fazo-la allingir a esse bem estar a que cila
lem ineonlealavel direilo.
N i forma do anligo cosluine o Jos dos boisinhos,
lem ferto suas zumbaias a S. Exc. : parece qup at
lem-se lamentado dse ostracismo em que a polilica
o lem collocado, nio obstante os seus servifos prea"
lados luraule a crise da iillima inlrcduccao de sedu-
las falsa-, que tamaita furtadella deu-llie as-uasj
nesse lempo lo exhaoslaa algibciras '.. Os seus
suspiros por esse liom lempo nal se orcultam debai-
io d..s palavraa adocicadas, da mimica de grande
cumpre-.-ao qae em laes actos sabe ello empregar!!.
lie loro de duvija que o uos,o borne be um 'raude
seduclor poltico.....las,., nao digo bem... j loi um
excellcnte seductor poltico : boje que ja se Ihe lem
posto o sol 8 njenla carera que lodos (he hiio to-
cado nessaspstulas he liondas.queo elevaran catbe-
gora ito ina i o o mais depravado criminosos;que em-
lim,da opiniao publica elle cahloein verdadeiro esta-
do de po Irido ; nao passa o Jossinho de um triste
pcdinle, que mais excita o ojo doque oulra cou-
sa... Ilahi ja vaVnc.tqne devem ser haldadas
peranleS. Exc. as lumurias do homem dos boisi-
nhos. Disco mecm" tinha a lislrclta certa runvicrAo
h|uc easaiou com o primeiro que se apreseutasse a
S. Exc. como sil esplorador, o grande lio lavares,
qnesoguudo uos consta, moslrou em sua missaouma
bigamia pbi<,iouomica, que muilo o bonrnii.
Dessa mesna roisso a principio linha sido incum-
bido o l'odre-Pcqucuo, mas escusou-se o pobre da-
ho, bascandose na sua descomunal obsidade que
se faz senir horrivelmenle as enormes mandbu-
las, (|ne lem, obstrnindo-lbc quasi que de lodo o
canal polralorio.
Quanlo a essas nizarias Ja /Ys/r-'/iifdeixe que aqu
iinalise por hojeagnardando-me para a seguinle mis-
Siva.
S. Exc. vai dando demansiracao de apreciar as
qoalidadeadoi nossos respeltaveis eidadnos, que |ier-
lencera ao lado dos homens, que deffeuderam ti ul-
tima admnistraeo.
Conlimiamo- iscnptosda peste, se bem qae conie-
ram a reinar certas diarrheas qae nao deixam de
acairelar seus Ineonnodos.
O Publieador Maranhent comecou a ser diario
desale o dia 2 do crrenle.
A alfandega reudeu o m prximo passado
100:695c36.
fazer no seu tirocinio, lutavia iufrimzirei esse costil-' gos be o divertimenlo dominante, nao s?na desarra
me para evitar erros mas graves, qual o de prs. soado, que s dnixs liluir os principios proclamados, prometiendo nni- 5i I^.5f.fJ!L" '.'S"'-] ^.i""^',e"o f""
camenle guardar o devid)respeita a vida privada e
ler a verdide por biissoli,scienlificando igualmente
que de mim s devem esterar exposicitea descarna-
das; visto que conhecinitntas be cabedal que nao
possiio.
Aterrada por demais e acha a populacao desla
villa com a noticia dos estragos feilos vo Para e Ba-
bia pelo cholera, pois senesces lagares onde exis-
tan lanos discpulos do sculnpio, lautos recursos
hvgienicoa, os governos'respectivos leeni dado
wnlas providencias, elle e lem desenvolvido com
lamanba intensidade, c leil > tantos eslragos, o'que
neo acontecer nesla pro-incia que lem nicamente
qualro medaos e |res mil arraujadis botins, resi-
diudo elles nicamente nis tres cidades Oeiras, The-
rezina, c Parnabiba. Dees nos acuda.
dessealgoma rama desgarra la enviar desla para me-
Ibor alsnm lho de Dos.
lia um sillo no Hospicio que he eonliii<:.imeule
visitado por caradores, e he bello ver o (iroteio, os
zuoidos da munt-o par cima das arvores, p mais
bello be ainda saber-se que a familia all residente
nio pode passeiar s,',b nena do quando nada morrer
alaurni. II :u>-llior evitar desastresi!o queao depois
aeren !er bogiasao San Soabera !
No domingo por volta das duas lloras da larde.
nm cabo de linha querendo experimentar urna ch-
bala q:i" Irazia comsigo, se en OU nao llexvel, 11-
vi ju-a se : que nem para que irseoslas de um meni-
no, que com mus o al r os hrineavam a' porta da ama
lab na mi aterro da Boa \ isla. Al unas pessoas si-
sudas presenciaran! o fado, e o menino ou por ins-
liuclooii per concellios foi ipieixar-se ao Dr.suhdele-
sado, que i.nin:' li aimi-ute mandou umadesansor-
deuain;.;s8}mlicirdo laclo, que nos parece den em
nada, porque bouvequpm di
esseque fra graca, .la
, houve nm lempo, e lempo em que cada soldado ale
A ordein do da de boj- por c. be a lei dos circu- guarnii-"o era um hroe, porqu as garantas estavam
los geralmenle applan la,como gsranlidora da li- suspensos, porque.., btnor-im, porque...bojeporen
ber.lade do
rJade do voto, e nella le nao falla sem que venba 'lc "Evo. general be o homem da lei e da discipli-
i,n.. ^, i, n -...-. I na, admira a sem ceremonia com que impunemente
balha Sr Marqu v. .e Paran., coberlo boje de lim !m fl, riwo, a, eo,, ile >rp1|_ JJ
neaos dos l'iaulneuses. que julgaiii S. Esc. puri- ( oulro criuio nio cornmetleu cenflo brinc ir rom oa-
icado de lodo; os pecca'os que [inssa ler contrae!- ; 'ros como elle va '.ios; poia n.lo he esla a educarflo
tido ; veremos se a pralica corresponde a Iheoria.' luo ,.,a,!""-''",!" fecebem os i ddados do seu general
Em minha humih! opinao faro 0 melbor conceilo j C "ll'[ "rop^s't^'lloje apenas f.,i qe noschegoa ,.o
da lei qae nos veio libertar doquero-de impou conheeimento nm acl > da humanidade e philanlro-
lores de chapas das capillos, e dar mais expanso a IP'1 l>em cgnfBcalivo do nobre general, o Sr.Jos
nossos senliim ules polilia.s. O que sen agorado 9qm Coelho.
_____.........-._._ Somos lao solicito en zurztr os niaos, como de
considerar devidamente os bou
cerlos baib.relcles das Cpilacs que sem prestigio
nem coiibecimcntos e agirravam com os cheles dos
partidos, e eram vitalicios pais .da patria? Talvcz
alguem me responda que as influencias que vito se-
bresabirsao as das aldAas, o que por isso oITcreceni
nanos garantas de coulMcimenlos, paren pela mi-
nha parle neg a conseqoencia e insislirei em sus-
lenlarque eesas influencias sao as mais proprias para
representar as provincias porque mormcnle nesla,
ellas recadera ou em hachareis dislinetos, ou em
cidados otilados e que tois inleresse Inmaro nos
negocios dos crculos que os elegercm.
A adminislracao da josli(a nesla comarca jszca
por muito lempo entregue a juizes Icisos, que nao
sendo aneitos'a&jnrispcodeocia nao podiam preen-
cher suas obrigaees por melhores deaejoa que ti-
lma familia que aqui vivia pcrlencente a -m of-
lieiel do exercilo, c por elle deshumanamente aban-
donada.eneonlroa no nobre sener.il um arrimo a soa
indigencia. Cma suhsrr.pcBo foi promovida polo
Sr. (ielb i entre os dignos oliciaes da guarncao, e
essa ramilla em lempo foi soecorrida, rendendo ao
Allissimo mil :;r,ie.. por Ihe lar deparado rom' nm
protector lao benigno o clicio de humanidade. Nao
sao sem fundamento as vivas sympalhiase profun-
da consi lerar.lo de que so/,i em Pernambuco e as
denais provincias da imperio por onde lem residido
o Sr. general*!'.lelbo.
Conven que quanlo antes a polica desmancho
o contiltorio de une irmandadeqoe ha de mitmor-
rnies, a qual j.i esla bem creseidinha. Bata irman-
dade lem -eu rapell.lo [vergonha!) que be um pa-
dre !! Por romnaivao oecnllanos-lhe o nomo,
j que das ordene sacras foi ha muito privado pelo
nosso virtuoso diocesano. Esse padre nao se corre
vessem. Poneos mezes do auno passado aqu este- reunir-se a una suri, de ebrios todas as noi-
VO como juix de dreita, o hoje'jaiz de direitoda les, que se ajunla na praca da Independencia,
mandam ver
enlregircm
Malta (irande as Alagoas, Ignacio Carlos I-rcire
de Carvalho, magistrado honesto e jiisliceiro, que
cheiosde saudades dcixoa-no<.
AoSr. Freir succedeu o Dr. Joo de Carvalho
donados O collega lomou a tarefa de chamar
si C aos seus o Sr. conselheiro, c depois de ler arris-
cado algumas proposicoes, que nada abonavam a ad- I80' :mZ" dovolado e
mnisirarai! Recebemos o arrependide, mas he r,e-ere* Ja provincia,
PIAIIIV.
Therezina !) de dezembro.
Sem prembulos principio esla. nolicundo-lhe
que o Exm. commendador Frcdorico |dc Almeida e
Alhuqu' ique aqu cb.gou uo ultimo do mez lindo,
e no l. do correnlc lomou posse, lendo-lhc sido
deferido ojuramenlo do eslylo pelopresidento da
asscmbla provincial, l'm numeroso e hizdo con-
curso alus cidados mais grados desta capital, am-
bos os partidos, acompanliou S. Exc. no trajelo de
palacio ao paco da a -embira, mido se acliava pos-
tada nina guarda ale honra, e no sen regressu o mes-
mo Exm. Sr. alen vivas narao brasileira. a S. M.
o Imperador e ao governo imperial, que foram cor-
respondidos pela Iropa c assntenlcs.
O Sr. Almeida e Albuquerque, como sabe Ymc,
nao be homem novo, que ve-.i'i.i fazer o sen tiroci-
nio adnlnialralivo no Piauhy, por tres vezes, como
vice-presidenlc ja adminislroa a provincia alo seu
nascimenlo com tanto lino, que o governo de S-
M. avisadaueulo aprovcllou assuas Inzes c expe-
riencia dos negocios pblicos para confiar-Ihe a lle-
vada e ardua "ommi-ao de que sa acha' incum-
bid.'.
Os honrosos precedentes da vida publica de S.
Exc, inspirando plena confianza nos homens hones-
tos, csl.s esperan ver o termo de inveterados c es-
cndale, -os abusos que sobremodo nos desabanan.
S. Ev.-., se bem qif ainda indisposlo das fadigaa
ala penosa viagen do Haranliio para rale lagar, uo
lem estado ocios-, ja visitando ocemilcijo, a ca-
ilcia, o hospital c eslabeleriineuto dos educandos ar-
tiflees, e ja examinando as dilTerenlea obras em
conslrncjao, que al agora lem .-ido oaorvedoaro de
avulladas sonunas, pelo nqualificavel delejxo e talla
de liscalisacSo,
O Sr. Almeida c Albuquerque parece-me homem
modesto e austero, intenso a rorrupr,8o e avesso aos
esbanjamentos ios dinheiros publicas, com ;..es pre-
dicados S. Exc. muito po ler.. beneficiar a provincia
confiada au -eu zelo esclarecido.
O probidoso teocnle-coronel Ernesto Jos Bap-
lisla reuuueiou etu beneficio da matriz de-la cida-
de os seus honorarios de depulado provincial.
E"le dislinclo Piaubvense, cidadto predimo-
um dos mais nobrea ca-
nealea ltimos dias lem
remandes Vieira, cujo lome he superior a
elogio, pois que nada so pode aogmenlar em abono
daquclle que domou Caxits. l'm jui/. enrgico, il-
luslrado, amanle da regilaridade. e imp.ircialidadc
inimigo de potencial peraiciosaa e apreciador dos
homens honestos ex o re ralo do Sr. Carvalho, que
rhegandu nesla villa abrinlo corrcirtlo fez eftocliva
a responsabilidade dos qie se acbavam complica-
dos sem que a espirito di partido ao menos de leve
Influase em seos artos. Amanilla parte o Sr. Car-
valho para a capital a tomar eonla da polica do-
rante a ausencia do Sr. (laanho;deia saudades na
comarca o causa terror aa sicarios que vcem nelle
um perseguidor obstnade; por ssj direi comoo
poela latino : Aodite, ', proreres, upe diieilc
ves/ras.
Basta por esta ve/, viso em pouco tornar a cs-
crever-lh.
lijus.
onde mandam ver em qiiartinbas agurdente
para se enlregirem a mais desprezivel e nojen-
la crapota. Eis porqu- a libertinagen conside-
ra um na i'0 como um ente desprezivel. Padre as-
sim seria m :is provailoso para >i, para a igreja e pa-
cnlapiosale arabos os credos.que a lal r ilenlia-neya-
h'oa por si sd.i a molestia, e alem .li-lo. como diz
o aulor da Moilo diCaslello.
Morrer agora oa flngo, que importa ".'
He aempro um sonboesla existencia.
Demasiada coragem que acha '.' arre lite sa Ihe
lizer eonla, em lauta abnegado. A Cira boje fui
pequea e pouco concorrida; l milbo e faiinh i estto
ao par ( Ji patacas ).
Ilonve vosslgnoria boas fe-las Tive bem deaejos
de fruir os bellos banhos do precioso Capibar.e,
as por ij razos, par., exprimir me com o Sr.
t.a-ttltio, nao me f,i possivel o!e flOtinAo.
6 de Janeiro da 18511.
lomou obasi-io do 5( .Sr. Janeiro, o anno que
romera acha muilas pedias no camiiiho. e assim u:f-
licilmenle dar boas ronsas, embora vej., a sua test
o molecorio das redt de falemo, masango!!!, e
por lano vosstgooria no sen alnauaek disse muito
bemser- fcil comprehen ler o que sen o anno
novo. Basla este p..qeuo proemio ou quem quer
que seja paraahrirmu-. a nova era.
Grr;as a Dos, a peste continua manca e pacifi-
camente, com dous ou Ir. .lias d io-e por |.rompi-;
tivemoa dona do cholera confirma lo, estes Plicea-
ram a lal oslado, porque cuidaran! larde de si e
pouco Ibes aproveiloa depois ., tralamenlo ; atnb'oi
eram irmlos, Blhoc de um Amaro que ah ha, a casa
dsle pihrc liomen ha stdo um pouco infeliz, per-
ileu dous tilhos e esla agora roma muliier bem mal.
Foram enterra los un reun -rio de que Ihe fallei. A
polica nao eousenle que ninsnem so|a sepultado na
matriz, e no cemiterio que dea ao pe desla s se
enterram os cadveres daquellea que se verifica na>
baverem fallecido do mal reinante.
F.slas cautelas, as rogueirac que se fazem a noite,
0 cuidado que se vai leudo com os afectados, a salu-
bridade da ierra, e finalmente o animo com que lodos
nos adiamos, juigo qie ascaz lem eoaeorrido para o
bompslado da molestia. Na ausencia da medico
oflirial (em tratado os doenles o Dr. Manuel Rodri-
gues Pinhelro ejosj Mana Brainer, que sao dinnos
de elogio- pela voula.le eprnnpliaorom que. se pres-
tara. Repilo, s Uvemos do cholera dous casos, ainda
que oulro- parecem se-lo netas simplomas com que
se aprecentaraui, porem o qu he certo he que rei-
na enlre nos urna epidemia que se mero ale mil
inaneiras o paciente sentns vezes un simples que-
brntenlo de corpo, depois se restabeleco, nada
mais sufre e lica hora ; outras vezes lera diarrbea,
vmitos, caimbras, llores volantes pelas ponas, bra-
cos atravesadas no es: ,maaa, a' dar di cabeaja o
tcliro sojieule. alguna cabera coin fros, como quem
tem manilas etc.
O linio em alguna casas approveila, lem produ-
zido excellenles efleilos o cado da tinaja da China
c un aesucar braneo lomado depois de ir ao rogo, bem
quenle. tambera muito lem servido o- e-ral.la-pi-, e
oulros sudorficos. "/?, lenho a salisfaccao de
dizei-lhe '|oe oseo coinp i.lr o tu lo .qn_ Ihe dir. res-
peito alo c-la dala e-i i'ein paz.a ou com una eiurage
que espanta, (diga islo mesmoao nosso amigo P. M.,
para que o eommoiliquc aos nossos P. de S. I. lan-
o maiaqoanlojulgo que o cholera, cholerna.lypho
ou soil U qu'il soil que nos afilme vai declinando.
Em Caruaru1 eonsta-me que digno juiz de direi-
to mo ha estado inactivo para prevenir que o mal
all ehegue. mais a epidemia ja'-ae acha na Raposa.
No Altiuho muilo concorreu para o augmenta da
doeoca o enterramenlo na igreja, ora. lem murrldo
de .ila (m .' e inesuo OOCO aizer qae uAa ha
naitos cuidados Infirneos.
Me infornaam que o vigario daquella fre^ueza nao
(era sido indillercnle aus males ale seus uarochianos,
e qae o capiUo Dionizio nao se poupa em soecomr
os .lenles. 0 ncblAOs de ar'aaha nao co raaos por
ra'. c cu mesmo ja' tralai um doenle com elles; ora,
eu feilo medico 1 Has se Alexandro dizie que um
homem de 50annos era medico de si mesmo, he cla-
ro que Icndo 76 (entro nellesagora] o posse ser dos
oulros, mxime em occasioea extraordinarias, onde
tudo he extraordinario,
Nao sou humeopalha, nem Ia pouco alo; que s
acrelilam em ama bciiga bem chela, e seus formi-
daveis elfetlos, porem certos resallados dos taes ulo-
bulozinboa me dizem que nem liancuuun foi um
charlalao, o nem ana insdicioa he ansa simples es-
ps.-ulai;ao, e que antea polo conlrario tero algaima
eonn de verdadeira ; acta > qne n nal ecl in facili-
da.le com que se arvoram os mdicos. Creio muilo
na velba arte de curar, em cujas rouviccoas me cre-
ei, porem ja' nao don preferencia exclusiva a nen-
bnma, emendo que cada medicina lera seu lugar, ha
molestias para asquea julgo melbor a homeopathia
e en outras quercm antes ai s.iuguesugjs e os Cdiis-
lios.
Nao sei se me esto:: e.ianlando muito, e por isso
lico aqoi.
lilliinainerile ehegon-me os mos oulra ^ui.i para
curara cuolera. se n.t approveilar o sumo do
limaonao posso deixar de acompanhar oa que elo-
giara o Dr. Aquino pelo Irabalbo que ha lulo o Sr.
presidente da junta de hvgiene, lem cuuiprebendido
sen importante lugar na prsenle quara.
Adeos* ao sen correspondente de Seri;ipe, depoic
de rendrr-lhc mil grati'as. diga-lha que e suis Ir
sensible a s"s compliin'nts, que al i as pedras se en-
enconlram quauto mais gente viva, e portanto
.'.inda nos poderemos bem conliecer.lano inaisquau-
lo aoi|ue jul-o pertencemos a mesma communhao
per i-l.ie lanben que allir.no ao coinp. da Estancia
qn s recebi urna earlinha sua, a em que me par-
licipon ler entrado na miaba ordom.....que eu Ihe
esrrevi duas, e por lano nao son ingrato, como elle
. na que dirigi ltimamente ao Dr. P... e tanto
nc nao esquer-o delle ( e nem ho possivel i que )a'
1 om islas sao duas vezes que me dirijo por seu inter-
medio a elle comp...
Sir coinnadre.'culta pieiencia comigo,qoando se
li.-dSrjian a villa de S. Joio, C inris Vellios, fa{a-
me leaabradoaonosso amigo S. II. da Boa-Vista, e
diga-lhe que o laconismo de que se queix he filho,
nao de falta deamisade, mas da presea com que sem-
pre Ihe escrevo, e allirme-lb.- qu- recebi suas duas
ultimas cartinhas.Basta, camle sempre com osen
compadre e amigo
_S
Iloje foi atacada urna mullier e de orna mincirn
celebre ; dea para rir-se...I1 Se coalinoaren as
cousas assim varaos ler lome, a fem vai diminuiudo
c os preeos em aagmenlo.
Foi preso em ilezerrus um Eb-ulerio, rbefe ou
principal senle de urna sucia de ladrees de caval-
les qus hava em certa lartc. la relourner.
Curia particular. )
lodo o ra socie.l ule qu- esvesse em nina casa de conec-
(go, para nao aviltar lao infamemente o sagrado li-
tlo de sacerdote.
O homem vicioso li digno de compaixao, mas
aquelle. que alardeia ale seus vicios, escandalisa,
corrompe com seos pessimoc cxemplos aos que, nos-
cios, a elle se iincm, be digno dos mais severos casti-
gos, oudo mais soberano .lespre/.o.
Nao se pode mais transitar d >s 10 horas em di-
anle pela na do Cordoniz, c adjacei.les no bairro
do Recife. Reone-se all um magote de calraiei-
ros e cahaieir/(s, que incommo lam a vizinhancade
una naneira desabrida, com gritos, jogando po-
dras as portas, insultando a quem por ventura por
I abi pos-a. ele., etc.. etc
O Recife est se '.ornando a noile urna cacerna de
\Slrosi, um foco me lonho de ladrea, DebadoJ c as-
sassinos: aa palmillas leera modo...
Passa per cerlo a noticia de que der.im cm l!e-
beribe duas tacadas om um cojeilo, e sabe-se, que
ha ; lli um consignatario, promplo sempre a des-
pachar as encommendas de defunlos, que Ihe fa-
zem os freguezes.
u
necessario um poucc/ mais de geilo e modo. s'''0 violentamente invectivado por seus col-
A extensao das minhas correspondencias mereceu'0*'5 -inl da assembla ; a invejr.sa ma-
l reparo do collega que be muilo oceupado. Elle i "*" d ralino-io, 1"e '"oslilisa, mortificada
me tem imitado, apezar das suas occupaoes eu Pel pre-l'B'0 ''"- li,"a Sr- Ernesto, tanto pela po-
queio dar-lite o exemplo da concisao.
si-ilo de vicc-presidcnle, como por suas immensas
relares rommerciaes, em cuja prollsalo sempre ha
mostrado integridade atada a prova, euleiuleu em
?mn avulsa.
Caneados ja estamos te bradar contra as infrac-
caes das postaras inuniciiaes, contra o deleixo, o
reprebensivel deleixo dosqae se incum'neni da lim-
peza "c pureza de alguna ras, e n3a he possivel,
que ao menos, por amorde mis r.iesmos, se uos al-
teuda.
(.lue cegueira, meu Deis ;
Em que se liara esses, toe as horas de suprema
agona dos nossos irmaosvisiohos, se dcbalem com
as vascas da morte ?
Cuno so crimina a adninislracao provincial por
nao nos acudir em lemp se .muelles om quem es-
t depositada a missau di ajudarem o governo rae-
nosprezam suas preseriprtCs, as da junta hvgienica
o cmara municipal'.'
Por occasiSo do se calcaiem algomas ras c pa-
teos, fex-se grandes caaos de escolo, mas acontece
que os da esquina alo palio da Ribeira, paleo do
Garmo c oulros eslejam sarvindo para despejo de
inmundicias, animaos em purefarrilo e oulrus mul-
los fcons Locado* para o limbo dos que olnara rom
indilTerenea para ns ealamididec. Faz-se-nos pre-
nso recorrer aos Si.-, liscaes, para que velc.-n sobre
si e sobre todos nc
Veja-SB 0 sobrado de m. andar silo no princi-
pio da ra de Hurlo-, arrenetailo por*Firmino de
tal. ele., cujo ilito, e sohre-cuo sabr-olo diQeando, e enlao vergo que falla nao ha de regu-
laridade. no s na altara en qae esla elevado de
novo, como mesmo na larffua oas portas, aiue nao
oslando de conformidade comas posturas ,!,, cma-
ra, nota-so, i|uc exislo urna-nais larga do qne ou-
lra, ao passo que he loo cuiduloso na perfoi-jo do
passeio das raleadas. i|jc U \ re-, pela falla de um
on dous lijlos arruna, rom, ja acunleceu com o
proprielario da casa xi-inha islo nao se enlende.
nao, senlior, con oSr. l-rai.
I m bequnho da ra do tangel. que vai a ra
da l'raia. esl mesmo... leva niiit go I
A estrada dos Afilelos !ub iue passeio ma-
vioso, delicioso, bondadoso, gosloso c mesmo ad
rem para quem padece dogoloso ;por aquello
senhor lance que compeie seis olhos marlaes, onde
ja morou o compadre Morae... gasta-se tantas ro-
dinbas le cobre emeslrail.ee.:. islo compele aos
meninos depergaminhn, seguido edica-ao correctlc-
sima, anotaala e com emendis para o uso de i|ucm
qnizer saber noticias da milher do pai ale seo pa-
draslo.)
Se ha inferno c^i resta muiido, lie o becco do
Fundan na ra da lilorii. Senlec au entrar nos-
sa sepultura um armodiitco, urna exhalae,o ex-
ce-svameule iucummodi a quem por seus ou albeioc
peccados all penetra. Ii- e becco podc-se desde
ja suppiir, qae se o cholera ci vier, sen oseuqnartel
general, portado elleesliriiinundadod'aguas pulri-
alas; nas casas, de paredes ffverdinhadas pelo lodo e
humidade, baixas, escuras,cscavadas,nojeutas, fedo-
P*ra la p'ra 11
S cabeleira,
Nao mate a gcnle
Kao faca asneira.
Declarara i,S- alguem se sent oflendido, mor-
dido, perdido, bar.i.io e balido pelos nossos humi-
lissimn.s, pobrissiiuos, nagrissimos eseriplos, mili-
cias e reflextes da'agina .liulsapor candado
lancera ~'ua- vi-tas para a or.tem em que esto col-
loeadosoc trabalhos do nosso Diario, e verlo qn
aPagina Acuitabe entela le nossailha do nos-
so jornalrma i/.inlia receni-nascda do no-so/,'a-
iio-pecmeompanbeira, coeva e collega da nossa
Carteira. Portanto para que oslan i imputar pi-
ra Fulano. Sierano, Sancho. Martinho, a palcrnida-
de da Pagtttat quando ella ra leve seu ser. seu ba-
lito vital, sua % ida, soa existencia, nos bracos da
redactando nosso Diario", lina viv. por'todas.
A Pagina .lcal-a perlence a redarco do nosso
jornal : a ninguem se deve imputar o seu Ira-
balbo sendo n ni meemos. ICIta nasceu entre
mis, epara mis: nos Ihe devenios o ser. faz parle
de mis, o >ii de nos se "leve queixai quem se julgir
prejndirado.
Emquanlo podermos o nosso (rabalho i
miar i.
/; i ur'.'ia etcliiHUt nobUttl defail arbis.
Mi manh ".
inii-
COMARCA 00 BONITO.
2'.l de dezembro.
Ilonloin rl.OL'.o aqui um facultativo mandado polo
governo para trataros individuos era qualquer. piu-
lo da comarca onda locar a epidemia t'io nos anea-
ra. A pros mi do um mlico nclas alturas e em
sem: Iban!, s rireiimslanrR9 muilo anima a popula-
cao, e a d -.. rom rea nao p ole deivsr de ser b as-
anle grata uai Sr. conselheiro por um beneficio de
tanta monta ; j antas S Exc. havia envalo para
Caru'i n' nina inb :... icia aojoiz do direilo, e o ii
dizer qoeouliac providencias hnuveram aqui para
qn pobreza seja soccorrida em caso denecesaidade,
emfini j agora nos adiamos em slalo de melbor
resistir aa i llo.se por ventura for per denlo o ca-
rador benigno com que ce vai manifestando.
Al h o>: i apena, tuiviam dous .lenles, mas de-
pois cahii nm uns ..neo com diarrbea e vomites, ou-
lros rom a primeira somenle, e oulros finalmente
sem neohum deseca symplomas ; o facultativo foi
logo visita-lo-, e so encontrn ci-osde cholerna o
alguns d- gaslrn-inleriles, o nao o verdadeiro cho-
lera, mas he cerlo que a nossa alhinnsphera n.ioe-lu
pura, o .ue provam os frequentes accidentes.
Talvez tenhamos o cholera rie cholera de que
talla o aulor da monograpkia do cholera ni irbitt
eia Parte, veo metlendo-me em fundaras...!'. Os
lineales boje nmonbo.-erara raelhores, c amaillllr se-
gne o Dr. paia o Allinbo.-omle so diz que a moles-
tia grassa em maior escala, porem a mortandode
creio que tem -i lo pouca, aluuns a dan creseida,
nestas occasioea ha sempre exaseratoes tilicas do um
senhor muito conbecido de muilos, chamado peur,
e da tendenria que temos para amplifleaeOea. Ja
fui mais med oso, nao s poique cstou. convencido
de que nao lemoc anda felizmente o cholera com
clijlcra. cunio \u.[,i que aiiiaiieain MessieurtocEs-
KEi'AKTig:AO DA POX.I11A.
Parle un dia I i de Janeiro.
Hlm.eEvm. Sr.Levo ao conheeimento de V.
Exc. que das ahilrenles parlicipa(6es huulem e bo-
je recetadas nesla repartlcllo, concia que se deram
as seguintes oceurrencias:
Foram presos : pela delegacia do primeiro dis-
triclo desle termo, Antonio Cartas Pessia, por ser
um dos ehofes das quadrilhas de ladrcs de cavallos
e anspeilo de ser criminoso de morte no termo de
Paod'Alho, elzidoro Francisco da Araujo, por in-
sultos.
Pela subdelegara da fregoezia do Hecife, o ma-
nijo porluguez Cesario Candido, o inglez Joba
ilravu, o prelo escravo Domingas, e a prela Anua
Mara da l~dncei(3o, lodos por briga.
Pela aabdelegacia da fregoezia ile S. Jos, Berilio-
Inineu Tavares de Souza, por desordem, o pardo
Cossimira de Lima, por baver espanca.io os m< iidi-
zos que se acliam reeolhldos ao birracao das Cinco-
i'.nlus, Manoel Anlono Itascndo, por insltaseos
pardas Auna Joaquina da Conccicao, e Senhorinha
.Mara alo Espirito Sanio, ambas por desordem.
E pela subdelegara da fregoezia da Boa-Vista,
o porluguez Paulo Francisco Rosen lo, por ler dado
ima bofetada cm um menor, e o prelo Haravilha
i Gomes Correie, por insultos.
Em ollicio de 10 do corrento, retare o delegado
| do segundo dislrici i desle termo, que no dia 'i fal-
lecer de urna estocada qua uvoluulariaineole em
si dora Jos Feliz, om occasiSo qaa osle reuressaaa
desla cidade para sua casi n'aquolta districto, dahdo
motivo para seinelhanle acontecimento o seu esla.lo
de embriaguez, que o fez cahir do cavallo tin ia montado ferin.lo-sc no acto da queda em um pu-
nbal que consiga levava.
Refere igualmente o delegada da lereciro distrie-
lo alesle termo, que ao am.nbecer do alia 1(1,fora as-
sascinado com pauladas sobre a cabera o p irtaguez
.lianoel Jos Pereira, rocabindo suspeilas de ter ai-
do o assassino um prelo ejeravo di nome Alexan-
dro, que immediatanieule foi preso, havendo tam-
hem suspeilas de ser cmplice neato crine um lito
do assassinado por ler ilesapparerid. ,1o limar na
occasio em que se deu o fado. O respectivo sub-
delegado esl procclen.lo ao competente corpo de
delicio para inslracco do summario que vai ins -
laurar.
Dos guarde a \". E\c. Seerolaria <*.i\ polica de
l'eniambiico I do Janeiro de 1855.lilm. e Exm.
Sr. conselheiro .lose lenlo da Cunha e Figueiredo.
presidenta da provinri a.(l chefo de polica, l.uiz
Carlos de Poica Tcixcira.
sob o leo impulso, a provincia de Peruarabucn prin-
cipia a dedicar loda a aii--u. ,1o.
Nio he noso menlo replicar ao insulto a*
accnsari.es infundadas, que f taem em lauto rli-
gos do Libe ral, mas que ao reprllidos pe '
puliliro o nem podpin ferir a peaaaa a qoc de diri-
gidos Sustentar nina disco-sao em -em. Ilunta los-
ra-no Inri ronror.er para d-senTolMmenlo de mu
tenden^.a, que de lodo o eoiacAo lamentamos.
II unenil l-'rnambucano .pierendo proaar que o
Sr. Joe (om perdida leda a tarca moral, remonl.-w
ao pausado, qu.- .ievia es,|uecer. o entra n'uma ana-
lisc retrospectiva do partidos boje ronrili.do, ta-
zen-lo ver lodos o, ,| ,,e ,. ,,,, M ^, p,,.
suido e as*c.s etelusivistas que alimeola. p.ra el-
lo um dos roinislerius pasMd, |,d0.w .rij.in
departido pra.vir. s ^^ anrernar ',.
c, com aqnews mesmo, que se haiiam consUImdn
reos de enormes crime,. pe| ltlo > ler r,M,,.
esse partido, a sociedajie pernamhucana, diz lie
rto-se ale um momento para o,Hlro entregue de -
00 ao roubo. ao assa/stnato Socando ni folh,
nao foram as paixAec exaltada,, ., ,|r n>lirnl
e lamenlavel de alguns horneo*, que roingrar>m *
provincia ; o facha da recolunit manejado mel*
aaarchlsadoret do governo, por um lado, e /nr an-
tro o esgolamenlo da paciencia popular be qae de-
ram em resultado etsa recolla de 18, fm nue o
parlidopraieirn foi forcado a lomar tartr, r am-
ia frente cia-u na dura nrcesridade de eollorar-ie,
sendo que os agentes do gorernn brada am :__dn-
Iruir-ao geral, ahaixo a manarekia, exlinrria e
1 na a autora le Enlao conseguirn o* s ' instrumentos dat influencias Ilegitimas joir ler-
mo ii rala do detembargador Sane, Machado.
(Ira lies a.renes comrnentam-se por si nMno. e
lioni-nosver a razao porque, segundo Liberal,
o m-. Jos lienta se acha desmoralisado, islo he, par
nao interpretar oa acootecimenli^ de um modo lio
sensato e nao obrar em coii.oqooocia, entrezande
poder exclusivamente a pesso.s que peiMam coa
lanti jostea. moderacAo e tolerancia, como o ficta-
ral l'ernamoucano.
Para um polilica eroelhante comprehende-se
perreitamenle qoe deve ser r,u; o -v-i.ma seguido
pelo &r. roncelheiro Jos Beolo da Cuiih Figaei-
redo. Na verdede nao pode convir aw mi-,, .^.. do
Uberal l'crnambn-ana n trilho ale sua administra-
ra lao moderada, como esclarecida. .Nio queren-
do destruir necta provincia o antigopartido roncer-
vadoi, e formar um lereciro. cuno tentaram ala*
dos nossos ex presdeme, o Sr. r->n-lheiro Jn
liento lira a Si-ieiade Ijlfrai Pernimbucana ama
allernaliva de uiompcM, poia a divida .empra fA
un neto para oaqw prelendein reinar exdu.iva-
mont. Entregan lo as autoridades |re nas rolos
das pessoas mais moderadas anlijos partidos c nomeando ale varios adm-
taos de tara, ou mi liare, ou jazea municpae,. para
lugares lodo o pretexto pra descontenlameiiliM o ,-lah-lr-
cdn um eyetecaa de tolerancia e eaqullarla qae no
poJc agradar a um pariidn oiclnalilala Encarra-
ganrjo os destacamentos militares de prender crimi-
nosos e dosanoar o povo do interior que ainda lem
por habito o uso constaole a loda a hora e em Indo
lagares de empunhar o baca marta como se fosee ama
bangala, ficam os revolucionarios privado das armas
com qoe conlaram para as aventuras anarchieas qoa
talvez anda projectavam.Cuidando nao.,, .lepra-
mover desle modo a moderaran e conciliar,',,, dos
nimos, a reprcsslu do prime, como o m*lbora-
miitas inoraos e u.....naos, a insirurr.io publica, a
eslrada e lanas emprezas nteis. o Sr. Jos lenlo
nao podo a-ra lar aquelloque s de-cj,rira unaa
agilacao pernnnenle com p.rlidos bem exlremados
e odios bem vivos que Ihe permitisse ama influen-
cia que por oulro modo nao po lem conseguir.
lie por isso que ronv-m quanlo ante derrocar
um governo to fatal, lie por isso qu- conven pin-
tar com as raros mais nezras a rilaacae da provincia
niresenlm ta-a como entregue a lodos os borra-re
qnea iraaginaolapuJeconcehor, como uaa campo
assolado pin que, pir causa da presideocia, e iucea-
ilin, o roubo, o assassinalo. o contrabando do ari-
caaos. a prevaricaran, a falla le inlr-rao pnhlica,
a pesie e a fome desenrolam am lacubre'rnrlrja.
Se alguns m ,Iva ios intenlam roubar urna vajlba
rica p destruir com as libareda- do incendio a pro-
vas do seo crime, e Hleeele preun rosta <>x-
forcos e planos bem combinado da polica, e *
enlresuesa acr-lo da juslira, he este um aconleri-
mento quo sesondo o Liberal, mancha inJelevel-
mente a adminictrafio da provincia.
Se algum aacascinate se realis.i, embora 4 aasi-
no seja preso e punido, a respaaHaUMeaca deve ca-
ber no presidente, qoe anida ala foi capai de im-
raliszr Indos habitanles d'osla provincia.
Se u.n roulnbau lo Je rsrnvo aporta s n--.i.
praia. embora as aoloridaden poliri.ies e o rom-
m.indante do destacamento aprehendan cerraras,
embora o cheta de polica compra rom loda seve-
ridade os seus deveres, ja procesando, -em ter con-
templaco, a ledoseqaellea, contr o quao se per-
suadi que exisliam indi.i .-, ja logrando libertar al-
nuns Uncano ublrahi.ln. rvBshon o presidenta da
provincia continu a esnpregar enersia e o meio
mns poderosos pira conseguirajodo qu- por venlnra
anda seja posirp| obtar. nao ha .Inania qae elle he
o culpado d >.s,9 cm ver d'clle. os-em .. snvernadaM por ctm
presidente/ier apparecor nem rouhis, ero assassinalo, nem m-
Irabandri.
Sefli asaemblea proviuriit foram fe:t alg-im i
impn|ciios es roparlie.-s das obra publica, m
.sr. rijiselhoro Josa- lenlo, a quem a assemhl-a
dPtxal Nvro para loaaar a r.-. i n ,i, .-,i,u, de-
nunriadm as medid, r,ae iniende nomeoa ta. commisae de p-..as inaspeilas para
verilicar r-wes neswrios o mandn ouvir oc inlere*-
ss lo, .me, de jnlo.-in., entente o Liberal qoe esse
procedimcnlo, lalvpz nimiamente o-.-ru nulo,., at re-
vela a convemoncia do Sr. Jos liento eea tacto qM
elle e lem mostrado t,lo empenhado cm calador e
palentoir a lodo.
Eraeeralmenle sentida por lodo, a falla de nm
coUeglo p.n que menino tasvm dendaacenie
edoca.tos e prandesvm a inlrncro r ernnata-
rla. I m laepo. extrnalo. qe rHmniamo ela-
va mm desacreditado ; e habilanlr do mallo
para educar o seu Blhoc viam-se obrigado pelo
mor parta a envalo para a. casa de laherneiro
us rorrespon lenles. onde moravam o donde .ilnam
dediacomoslivrosdebaixiidobrao.i para frequ-n-
laren o Lyeeo p aa aulas parlcactorea, a>a para en-
(regaem-se a luda a especie de di airar Pea, \ da-
cacao por um tal syatena, feila no aaesa de escra-
voseao abantarlo, devia Iran-millir ancaneaUdo
n geracao futura todos o vicio da -erario preseerte
V lacircumtanci o Sr. oonwllieiro Jtap lenlo
dalainba Figueireto eitarra-epor ennveler ol xcoo
emum inleruato, comao de Pedro ||. ao Ri de
Janeiro c como os eadleeia imperiarc de Franca.
.van sa limitando a isso. elle exlende aa sea dcvel-
los sobre a instruccao primaria e reculaiMa a direr.
yo e inspeccao do casino, como se ve no plano rt>
rerorma, a imitaran do que existe no paire, mai.
callos, apresentado pe. Sr. presidente ro-n da-
la de -22 de tavereiro do anno pagado e qae era pe-
quenas modifeap,V tai ippra.xa.la> peta awomblp
IMOMiicial.O Liberal, faina, que nao ce atea ao
Irabalbo de le ess- resulamenta, como perfeil-
meata demonstra pela innaetidoos qoe comnwtlo.
conlenla-se era iraMcraver pedacaa muilo commun
de Bounin para aoocluir muilo em pee nem rabera
que o Sr. jse fenlo nao sonbe dar execucoo aos
pnw;nos da direilo adminiuratirt) que rrgulam a
materia da instniccao publica '.'.'.
A peste que enlre nos tem sido bemsna e a talla
do vveres, comequencia necessana que ce lem -na-
mfestado n'um ou u'uiilro lu'car, fia Umbem figa-
ras obrigadas d'csse quadro de honores ,ir quo aqui
loda a genla -e ri. mas que o Lilnrol enlende que
pote pro.luzr alguma impressilo no Rio de Ja-
neiro.
Mas n'uma Coosa se illu.le cca folha. axsxssxs*-
cOes tan crimonioaas, jonaaa lie detractores, horro-
res lao estupendos e ha >aaalo:iier.i los sao por aa na-
lurezi eminentementesii|ieilos. Emqaanlo.io Sr.
conselheiro Jase Beato, conxrito publico e a a-
lisfacga de soa consciencia o in lemnisam laiuamea-
te da taita ,ie apota do Uberal i'ernambucano. a
memoria de suas acsressaVs e das nossas dicue
ephemeras ler deix-do de oxi.lir, e n sermn ato
pal e de progresa moral lae ,d,i ao sota da provin-
cia pelo sen artaal adaaiailroder ana ale de-cnvol-
ver-se, ramifler e tlorir. explicando o copio-o
fiuctos que boje prometiera.
i>riivp,)i{r, :ni
v 01! 1 iil:! i 11. '
(i ILIBERAL E A PRESIDENCIA.
(Comecou o anno de ISli, c com elle a renovarflo
das didlribes e das discusses apaixoi.adas do Li'be-
ral Pernambucano. A noticia de que o Sr. conse-
liieiro Jase- lenlo da Canha e Funeiredo lera inos.
Irad1* lesejos ata repausar .las iom:as l'a.ligas de suas
duas presidencias, ven, reanimal a- esperances lan-
as vezes Iludidas do /Mural, c sxcita-ta a opressar
ura acoulecinieuto que suppoe iu lispensavel ao
Iriunphe ale suas ideas exclnciviatac.
Para i--:> ellejalga onveuientesac asgiess'ec vio-
lentas a pessna do Jar. eonseiieiru Jos lenlo, c dc-
lurpar una adminislracao que le.o sabido inaulcr
tiesta proxlucia a Iranquitlidade publica, i concilia-
rao dos nimos a dcsi nvolver as boas ideas Adminis-
trativas, e a prosperid ule mural e material Ja pro-
; viiu-ia.
Nesse syslema de o.iposieao acinlasa o Sr. conse-
lheiro Jos lenlo nao Iu o homem qu.- pola sua in-
I lelligencia c noralidade sa lem .le ha muito distin-
guido no magisterio, no foro, ni pai lamenta e na
admioiclricjo*; he, diz o Liberal, un homem que
! nao tece carreira, nein parlamentar, nem admi-
nisli'alica, e nem he dotado da nenpic I lio. nceessa-
I ria para tupprhr\a falla di pral-.; : i /. hcral des-
cunnece quo a sua adminictracaotemeonteguidoeon-
cervar a alleir.lo dos homens qne nas occasies di-
lliceis le om sido o sustentculo da ordein e o apoio
das ideas dominantes, c ao mesmo lempo congrasnr
moitos ai'aquelles que por causa ile lulaspassaila se
achivam alheios ao movimenlo das ideas conci-
liadoras promovidas pelo governo imperial, ao passo
que vai presidiudo aos melhoramculus reaes, a que,
Srt. re facan*.------jeodo recabado ,| |>4rj'po-
lo rapar Uuamamara, rhenade hintcmda provin-
cia do norte, urna carta da meu coltaza e amigo o
lilm. Sr. Dr. Franctcee da Silva Castro, dolada de
31 de dozerobro lu le. juta,, r nivenienle dar publi-
ridade a um de seus pee lesRic o que nelle ce l a
respeilo alo astee* de Itmao no tralamenlo alo cholera
moi tais :
.< Estn-medio combina a pm huir Ion efleilos
por aqu; Indos os mdicos o aplicara, c qoasi sem-
pre com bom resultado ; nanea llha quando be
emprrgade logasn romero da doeoca, a qual cede
instan!ancimente : quando porem ja' esta' muito
adisnlada nem sempre aproOeil i'enho curado
mais trila o qualro doentes drpoi da ultima no-
lici.i que llie dei. lem-se lomado nm remedio po-
pular e de conliaiir.i ,. piqeas infelize, que
ni.irrein por ia do cholera, doven esse tal.il .ic-.tino
ao seu desmtelo, c drspre-o da doeur,, porque nao
fazem caso della ao principio, c qmn 1, quercm re-
mediar o mal, ja' he larde.
Creio prestar aa servia} ..' populacao dando na
prelo o que acabo de Iraosorever, e sjaporo por i.|
que \ S. so dignara i de manJat eslaiupar tiu sea
DiiTio estas liefaaa.
Son com a na: ir considerae>a etc.
. ''.'.''"'.''"<'-yio/'oHstcrf.
11 de Janeiro de iSih.
I'an :t:i de dezembro.
Meo ehiro redactor. EaUnaw quasi a ver o anno
de 1851 ptssar do prsenle para o prrterilo, e Dees
queira que seja para o mais que pet feilo, e qoe se
rosco possivel,' ae riaeaaae por orna vez da memoria
dos que aodam por este valle de lasrinu, piioripal-
inenledadoc Paraenses, para oa quaes tai elle Basa
fatal, posto que por oulro lado tasse frtil de aronle-
rimento, nao digo nolaveic, porque nos oulro, tam-
bera o lem havido mais ou menos, porem originan.
E pela mesla razo, porque o 1855 passa do pre-
. <



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pimo n rmmm terca pbm is ufjwiM de ?8$6

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senle para o pretrito, esl o 1856 a passar do futuro
para o presente. Dos permuta, que elle n.o s mu-
de lempo como de modo e al de conjucacAo, islohe
que eja melhur do que o 1855 ; e nesla esperanca
desdej o felicito, desejando-lhe boa testas, e vico-
rosa saode acompanhada sempre da hoa volitado,com
que al hoje se ten dignado aceitar as minhas noti-
ciosas missiias.
(E como tou um pouco egosta, e detesto a hypo"
erisia, devo ser franco, aflirmando-lhe, que notro
tanto desejo pira mim. afn de poder continuar com
a minha larefa, como ora fajo.
Na minha ultima mandei-lhe dizer, que o Moraei
por um mal entendido capricho reduzio o represen-
laQSo provincial urna verdadeira asiembli de
mudos ; pois bem, assim conservou-se tila at o da
6 do espirante, em que felizmente para uns e infe-
lizmeute para oulros a salinha fechou-se para tor-
nar a abrir-se *m a costo, que vem, se Dos nao man-
dar o contrario. -Em lodo este lempo era curioso
ver-se os dignistime enlrerem, sentarem-se, levan-
laren-se e sahi'rein sem lugir nem mugir, s se ou-
vii nm abre-se e levanla-se a sessao do Maraes, a
rouquiiha vos de um dignissimo, leudo dnas pala-
vfas e meia escripias em um papel, ao que elle cha-
raava acia, a de oulru dignissimo chamando pelos
nomes dos onlros dgoissimos, o qual para prolongar
a sessAo por mais um ou dous ugundos, lamhem
chamava pelo Dr. Damssceno, que ha miis de um
mez relirou-se para Mirinhao a lomar con'.a da co-
marca, para que foi nomeado juiz de direito.
lime esquecendo de dizer-lhe, que por urnas
duas ou Ircs vezes lambem se ouvio urna voz da es-
cuerda pronunciando um trmulo destacado
pero a palacra, em seguida va-se levantar um dig-
nissimo desse lado, e ler um parecer de alloma das
commisses, de que fazia parte, sobre um objeclo
que elle e seus collegas juica vam rapaz dedempver
os dignitimosda direila do proposito, em que esta-
vam de nao Iransigirem com ama illejgalidadr, que
importava a quebra da dignidade da representacao
provincial, qual era o direito que ella usurpara o
Moraes, insistindo em nao dar provimento a um re-
curso de sua deeMto para casa na forma do regi-
meolo.
Qoando islo aconteca, ja se sabia, que na vespe-
ra tioha htvido magua synagoga na rocinha da eslra-
da de Nazareth, onde haviain deliberado empregar
aqoelle meio para declinar a respousabilidade, que
anda hoje pesa e sempre pesara sotare os largos hom-
bros do muilo pacato Moraes. Vorem sempre per-
dern o seu lempo.
E muito engranado era. mcu charo atanor, ver-se
o desespero em que os donfa'nn* da esquerda lica-
vam cada vez1, que viam frustrado o meio, de que
lancavam mSo. porm nao desanimavam, c quando
menos se esperava, appareciam com oulro, que li-
nha o mesmo desliuo que os anteriores.
Assim pois, fcil he de imaginar se, quito es/at/a-
dos deven estar os dignissimos de lano quesliona-
rem em prol da patria, e quanto Ibes seriln uteis al-
gumas geminadas con/orlantes, e urnas viagens para
pira da cidade.
Os daetijuerda esli couvencidos disso, c prcten-
dem dar ossens passeios, porcm um pnnro mais lar-
de, porque diiem elles, que qncrein fazer de urna
s via dous mandados, reslabelecerem-se, e fazerem
ver ao corpo eleilornl do interior, queapezarde mili-
to (eren soffrido em sua saude nesla sessao, he lal o
sen amor pifo patria, jue eiWo dspostos n fize-
rem sacrificio da propria eiislencia, se assim for pre-
ciso, e a enlrarem cm novas lidas.
Anda lembrado estar Vmc. de que Ihe cnmmu"
niquei, que as comroi**ie* todas da salinha eram
compostas dos amigos do Moraes, que as nomearam
quando estavam intrusamente em naiuria, e que al-
guns haviain, que faiiam parle de tres e qualro com-
nisses, a islo somonte para lerem o gostinho de ei-
eluir deltas os dignissimos da direila ; pois hem ; sa-
be qual foi o resultado deste goslinho '.' foi muilos
negocios alias inleressanles riflo lerem andamento
por falla dos pareceres dascommissos a que estavam
affectos, porque alm dos seus membros serem pela
roaior parle atacados do mal do Joao SapQ/eiro, fal-
tava-lhcs o lempo para dar vencimenlo a tanto tra-
' balho. Islo mesmo fM ronfessado por um dionissi-
mo que leve a simpleza de pedir dispensa da com-
misslode estalislica e cathechese ; e como nao a ob-
trvesse, porque salinha volou contra unnimemen-
te, os da esquerda para nao ampiaren carrea, eos
da direila pira nflo desmancharen! o prazer di el-
le?, no que liveram razSo porque quein parii Ma-
Ihensque o embalaoce,o tal dignissimo iom a
miior sem ceremonia declarou aberlamenle.qu,
nhum trabalho aprsenla relativo aquella com-
niissSo, e que depositara na secretaria a masisagada
de papis, que eslava em seu poder : creio que assim
fe, e deste modo foi complelamenle desprezado uro
dos mais Inleressanles ramos do servieo publico, e
que mais deiia chamar a alteoro da satinha. E por
culpa de qoem do nignissimo Moraes, e dos seus
amigos, J'rram pois o Moraes e os dignissimos da
esquerda, riram, ticam os patrilas da moda....
O Dr. Castro acaba de dar i luz um inlcressanle
fnlhelo, com o titulo de aponame utos para a
historia do cholera morbus no Para em 18. e
odedicou a unta central d'hygiene publica. Com
qoanlo Vmc. nao seja medico, recommendo-lha to-
dava a leitura do dito folkelo, porque lie muilo pro-
veiloso, e esto ao alcance de lodos. O sen autor
ja tinha una oomeada, porm agora a lem muito
e he por isso que seus desairelos calirararando, e
nao podendo levar a paciencia, que elle tanha ad-
querido tanla affeicito e sympathias, Iratam de ri-
dic11l.1ris.1-lo, ja as corresponpencias, que daqoi
remellem para o>eu conccitnadn jornal ja as que
fazem imprimir uas folias desla cidade, como al-
guem fez emana caita do Dr. Sangrado ao Dr.
Limonada alludindo a nm officio. que o Dr. Castro
dirigi ao Sr. Reg Barros dando cotila do resultado
que ten oblido do enpiego do sueco do limo-
conlra o cholera ; porcm o Dr. Casto encara
estas cansas como se encara ineiras laes, e conscio
de ler concorrido, quanto em sias torcas cabe, para
o bem da humanidade, vai camml direito, e vola
um solenne deepreso as taes asneiras.
A poltica tem ltimamente invadido esta provin-
cia gmais fortemcnle, que o ca/aslalico, o creio,
que lio aqu onde ella est actualmente e com maior
acliiidade. At o colono da Nossa Sendera do O' em
prospecto promellcu occopar-se exclusivamente da
colonia, cujos ulereases advoga, lambem lem mos-
trado seus desejos de querer entrar uella Se o seu
redactor livesse a bundadede ouvir-me, dir-lbc-liia
que nao caa em lal, porque perdera ludo quanto
tem ganlio, e nao chegaria realisar a sua digna
empreza, i qual muilo uiil >er n estaprovincia.
At hoje anda uao sei ao cerlo o nome daquella
colonia, por isso ojio lli'o digo. O seu,fundador ora
chama colonia de Nossa Seuhora do (' ora N>-
eleroy Paraen-e, ora llaparica do i majar ora
Veoeza Amazouense etc. ele em fim sao lanos os
nomes que nao se sabe a qual se deve dar preferen-
cia, e a memoria mais robusta nao os poder*' con-
servar ; no que acho nao pequeo inconveniente.
Ha poacosdiaso governo leve parlicipacn ofli-
cial do exilo da czpedirao, que porordem do Exm.
Sr. coronel Miguel Pinto, liriliajmarcliado de Obidos
para bater os Quilombos do rio Trombcla. Com
quanlo esta espedcao nao fosse 1:1o feliz como
a que daqui marchou para Mucajuba, he todava in-
negavcl que lambem prestou um relevanlissimo sor-
vio, porque um dos quilombos ficou arrasado, cap-
lurand i-sp dous negros. He mais om fado, que tor-
na recommenJavel a adminislraejlo do Sr. Miguel
Pinto.
1. de Janeiro de 1836.
No dia 30 do passado os Srs. Altes deram um cha'
ao Sr. Miguel Pjnto, o qual esleve muito concorrido
e profusamente servido. S. Exc. o Sr. llego Bar-
ros lambem dignou-so acorr.panliar os numeroso9
amigos do Sr. Miguel Piulo nesla dcmonslracao de
verdadeira anizade e dedirarilo.
Ilootem a noite embarcou o mesmo Sr. Pinto, o
todos os seus amigos o acom[>aiiharam al |a ponte da
alfaodega, .mi le .embarcou depois de receber c dar,
nm sincero atanco de cala un daquelles, e buje par-
lio para a cidade de Sanlarcn a reunir se a sua I-
Inslre familia, da qual esleve ausente 5 mezes. Os
venios Ihe sejam :prjpicio, e a Providencia Divina
permilla que o seu prazer seja completo, acidado a
querida esposa, os seus prenles, e amigos dalli corad"
vigorosa saude.
Adtos. Sao quaii horas de fechar-s a mila.
Sn. redactores.Tendo feilo publicar ha pouco
lempo, em seu jornal, que nada ficara eu a dever
a mea finido irm3o Delphino Goncalves Perl.i-e
ma.quo foi mcu correspondente nesla praca por
algn annos, esperav que o Sr. Ricardo da Silva
Neves, que ne constava estar de posse de algunas
Usa* miaas ja panas, e que haviam licado em po-
der do mesmo mcu mano com documentos, in'as
enlresasse; porm como esse Sr. mo obstante una
conferencia que Uvera comigo no esrriplorio do Sr.
l.emos'Junior, e perante n mesmo Sr. e mais oulra
pesso.i, em que rtconheceu que realmente estavam
pacas laes ledras, como se evidenciados documen-
tos que nessa occasiao Ihe aprsenle!, n\o me
tenlia al boje feilo entreca dellas como devia, a
pea menos leves. E R. M. Jo,lo Nepomnceno
Paes de l.yra.
KemetlKloan Sr. promotor publico da comarca de
Santo Antlo, para proceder na formada Ici contra
0 supplica lo, ublendn todos os cclarecimenlos pos-
aiveis. Palacio de Pcrnamburo fi de fevereiro de
IrU.l.Bario iia Boa-Viila.
N. 16430.l'agon 3O. Recife '.':( de agosto
de ISi.i.M'.arvallni. Sena.
Illm.e Esm. Sr.Diz ocidado JoaoNepomoceno
1 acs de I.m. rrsidenle Da cominea le Santo Aulilo,
que leudo enderessado a V. Ele. nina quena unir
despeilo de me baver demorado nessa cidade ape- lei"-|'J',-''"ioiiel do primeiro batalhao da guarda na-
* i I Clona! Jum* t :\ ,1 ni,' (>t i i< kvavhdn a ,. i .
lias para esse fin, ale 28 do mez ullimamenle fin- |j,,|u
motivada lal
Nota das letltas.
18'iti.I'evereiro -JH, I lellra a 6 me-
l*, paga a Joo Pinto de l.emos Ju-
"'r............ S7l>.).">I10
1816.Agosto 39,1 dita a 12 inezes,
paga .i liento Jos da Costa. 1:()0>)5(XMI
|M7._Selemhro 10, I dita a i itie/.es i
paga a Delphino (ioncalves Pcrcira
1-ima........... 7.09000
Selenbro 10, I dita a i niezes
paga ao mesmo........1:0008000
I dita a .") me/.e-, pa-
ga ao mesmo......... " I dita a ."> mezee,
paga ao mesmo........1:000)000
IHS7.Oulutaro I, l dita a (i inezes. pa-
ga ao mesmo.....' 2:6768618
Dezembro 13,1 dita a 3 inezes, pa-
ga ao mesmo......... 11:3309*71
R'.-wiwieo
Manoel Conraties Pere\mi Urna.
diiriiinenlos em que se inoslra ...
do, motivada lal demora pelo mesmo Sr. Ne- o dito lenle-coronel rerebidn lOgCKM rs. doguar-
ves que por demais abana de minha paciencia, vou ,la nacional Jos l.oureijeo de Ale.leiros, para "ilis-
por este meio publicar urna nota dotas Icliras, e I PfM"w ,l,v 'lest.ieaiiienlo ; ,. rom.. 0 supplacanle
tazer sent, ao Sr Noves, que se dentro em pouco ^^U" a?.ZSZSSB&Z
nao entregar as letlras ao Sr. Joa Pinto de l.emos neiite-coronel Ferraz para ronleslar aquelle laclo ;
Jnior, eu laucarci mito dos mcios competentes pa- rc,lUI,r V.Exc. se digne mandar unir a pelicao de
ra as baver qaelia o diado documento.
Engenho Vicente Compeli 9 de ja,ro de 1856. -TT "^ X ^ 'IS"e aMm '"""'"
Kemellido ao Sr. promotor publico da comarca de
Santo AnISo para juntar ao oulro reqiierimenln do
supplicante, que Ihe fui enviado com despacho do (i
do crrenle. Palacio de Pernambuco S de fevereiro
de 1iS':5.liaran da Boa-Vista.
N. 165IGO.Pagoa 160. Recife 23 de agosto de
IS.V.Ca va I lio.Sena.
Pnale V. S. Illm. Sr. juiz de direito do crime,
denuncia JoaijuiiiJorcedos Santos,promotor publico
.leta cunara,de JoscCavalo.uili Ierra/, de A/evclo.
lenenle-coronel do primeiro balallioila guarda na-
cional desla municipio, bronco, ciliado c morador
nesla vida ; e o objeclo de sua ilcnuiici.i be o quo
passa a eipor.
Em .lias do anuo paliado, leudo S. E\c. o Sr.
presidente da provincia, ordenado c eligido, que
desla comarca fossem ilguris guardas nac .naes des-
tacados para o Recife, ifim le formar o balalhao
contiiigenle, em das do mei do abril do anuo pas-
sado, Jos l/iiirenco de Mcdeiros UgO-mealre do
secundo balalliAo de soar la nacional, foi preso c re
colbido i eadeil dula villa, para com oulros serem
condu/.idosa ca|iilal deslaca lo, e servnulo eniau de
chefe de Icgi.o interino Jos Cavalcanli Fem de
Azeved... leiicnle-coronc do primeiro lulaltaao. dis-
pensan o dito va^o-mestre do referido dcslacamcnlo,
pela_|iiantia ile l."iO?OIH) r-., que em moedas de ou-
ro receben da mo de Jo-e Severino Cavalcanli de
Albiiq.ierque. por man lado .le Manoel de Me leiros
Han, pai do dito vaso-meslre, e por coniesuinU
esta o denunciado im urso 111 arl. 130 do cod. crim.
Oulro lim, ordenan lo a le de 2"i de oiilubro de IS32
arl. H 9, ;i fine, que os guardas nacionaes de re-
serva nao serao chamados a qualqucr servieo. que
seja sem expressa e motivada requisicao da au'torida-
de civil ; 110 da 3 de Janeiro o supplicado ordeuou
ao lenle Jos Jcronymo I-'crnandes Coclbo, que
entto commamlara a sesla conpaiihia do balalllo
de seu ronamndo.qiir Ihe maudasse apreseniar nroi
esculla de guarda nacional de reserva, para con-
duccao de presos capital, e com efTeitu, com n
maior despeilo 1 le foi presentada a dita palmilla,
que Condol > capital presos, como a dita ordeui
do supplicado seja illegil e arbitraria como se v do
documento n. 6. e esteja o supplicanle por isso in-
rurso uo arl. I3 docoil.rrim., o supplicanle com
as lestemunbas abaiio declaradas, pretende dar a
prsenle denuncia ifim de verilicar-se a ponicAe do
culpado e se Ihe imporai penas decretadas as leis
Mpraciladas, e requer 1 V. S., que autoad 1 que leja
se proceda a Jinquiieao de lestemuias, c so jul-
C'ie rompelente aqueixi pora se proseguir nos mais
termos da lei. Santo Anio j de fevereiro de 1813.
Juaquim Jorge do| Santos, promotor publico.
Tealemnnliie.
Jos Severlne Cavalcaiiii de Albuqaerqne.hraneo,
morador rm Cacimbas.Manoel do Medeiros Mu-
n?, brinco e mor ador em Santa Auna,Antonio de
Medeiros Muniz, branru morador 110 mesmi lucar.
Anloniode Rollanda Cavalcanli. branco casado e
morador nesla villa. Jjs l.ourcnco Medeiros,
branco, solleiro.
Estavam as armas imperiaes com a verba se-
guiule :
N. 176.Pagon ItiO rs. Recife 23 de agoslo de
1S.).>.Carv*l!io.Sena.
E mal* se nao continua en ditos reqnerimenloi,
despachos, nelltl exarados e denuncia do Dr. prn-
melor publico di comarca de Santo Anillo, que vao
aqui transcriptos! copiados, in.l tem cousaqoe du-
vida faca, conferida e concertada na forma doeslylo,'
e por niiin suli-eripta e aniguadl com o meu lignal
publico do qne uso.
Dada e pavada nesla cidade do Recife de Per-
nainhuro aos MI de novemhm de 18,1', trigsimo
quarto la independencia e do imperio do Brasil.
A sulisrrevi e assignei em leilemunhe de verdade.
O labellia 1 publico, Francisco deSllci da t:osla
Monleiro.
Srs. redar/ores. lie esta a primeiral vez que
lance ni;o di nenni para meu nome apparecer em
publico ; ha casos em que o hoinem mais preservado
nlo pode deixar de faie-lo ; o dever da n]ais lerna
gralidao, esse dever, um rios man reslrictls ao no-
mem, he quem me conduz as columnas de s,cu cr>n-
ceiluadn jornal.
lia 12 anuos que exerso a proflsaSo do coiliinercio
e sempre minha condico pendente para a|pi|obid.ide
e honra, fiz quanto pode ao meo alcance p*ri mere-
cer hom ronceilo de lodos, c eslou bem per
que Ijamais deixarei de merece-lo, inoriin
quelles que de perlo me conbecem.
Em IS."il fui daqui para Macelo; aonile me
leci. c pondo sempre da ininha parle dirlzir-me
com aquella circumsDecc.io que pn le, lili adoueri .1
afTeieao de muilos, c a imizade do meu resieitavel
amigo Sr. Mano"l Joaqnim da Silvn l.eaoJcom o
qual teodo relacoes em breve me honrou cim sua
amizade, que gravei para sempre em meu cqraiao.
ltegressando a esta cidade cin 1853 aqu'
com necocio, u qual gyrava sota a firma
u adido
ule d-
cslabc
11 cariliuue
Brantlo j
Prala.Pa taces brasileiros.
Pesos coliininarios. .
mexicanus.
abFANOEGA.
Keiidimcnto do dia 1 a 12. .
1 .le,n do dia li......
29OOO
ason
1^861
I73:.i33?72:)
l*.l:.">U7-8lt;
i93:0*it4.j
Oetcarregam'Jioje la e Janeiro.
Ilarca inalez 1/'suri'imercaduras' t
lirca Ingleiis'iu'r/o/f/ie Tinutbacalbo,
Itirr 1 purlogaezaConstantemercaduras.
Barca porlngneaaSanta Cruzrodas careos
de pao.
Barca americanaMintilaf.iiinha e o resto.
Brisae americanaThomaz H'aliercanrio.
Brigne ingle/.fumellg-dem.
lErijue suecoS'/ncri'orI a hoa do.
lir^ue ingleblack Prineemereadorias.
Polaca riespaidiolal'romntaviuho.
;.<)NSIII.AiiO (iEIIAI..
de
itendimento do
dem do dia I'
lia I a 12
37:772:I7S
i::!7^s2-i
|2:I20>207
IflVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlodo dia 1 a 12 .
dem do dii t.......
2:">I8SI0I
799382
2:397*37
dem30dias, brigue inclez eTalbnl, de 211 lo-
nelidas, capiao Daniel Pnlt, equipaaeni l:i, carca
2,550 barricas com b.cilluo ; a Scliramm Wlia-
lely 0\ Coinpanhia.
Sactus nahidos no mesmo dia.
LisboaBarca portugueza Carila eAmelias, ca-
pitn Manoel da Costa e Silva, carga as.uc.ir, al-
intalo c mais gneros Passageiro, l'ranrisc ile
Seu/a e Sa.
LiverpoolBarca ingleza eEnUiMiaala, capillo Jo-
hn Dicbhurn, carga Minear e alcodao.
Kio de Janeiro c porlos intermediosVapor brasi-
leo tjuanabarav, coinmandinte o 1.' lenle
Salom. Passaceiros desla provincia, Joaqnini
Baplisti Kodrignea di Silva, capilOo Manoel Pe-
reira de Souza He ,\: la. missionario Fr. Caetano
de Atroina, capilo Jos Manoel de Souza e sua
familia, capilao Jos Mara de Alenca'-lro, quar-
lel-meilre Cimillo Xivil r de Helio, alferes Ma-
noel Fcrnandcs dos Santos, rapilao Tristao Pi
dos Santos, Seraphim dol Aojos Alves, Jo;lo Fran-
cisco Manoel, alferes Joaqnim Manoel da Silva o
Sa, D. 'daria Magdalena Hiiueira Ruarle Mon-
leiro e saa*iamilie, l.niz Flix de Barrm l'aiin,
alferes l.uiz Castiltao de Asuiar, aderes Feliciano
C. Monleiro de Mello, Julio Alcance de Castro
Oliveira, Aledo F. M, e 1 etcrnvo, Dr. Francisco
Vicira da Costa. Tilo da lloclla, 2 esrravos a en-
Irecar, I recrula de marinha, capilao Andr Ac-
cioli Pintaeiro o sua lamilia, Daniel Eduardo de
lioiivcia P. e I escravo, 3 desertaires, (i evpraeas.
!; ;-.
DESPACHOS BE EXPORTACAO TELA ME-A
UOCONSiJLtDO liKSIA CIDADE NO DIA
l DE JANEIRO DE 1836.
ManelhiBarca francoia al.a Frinee, Vuva A-
norim i\- Filho. 8(ll saceos assucar branco.
GenovaPolaca arda Mara Elin, Basto it l,e-
mis, t:i saceos dem.
I.ish iaBrigoe portoguei Experiencia*, Amorim
Irm.los ,\ Companhia, 50 saceos idem.
('ibraltar Brigue haiiiburgnez oOlinda, N. O.
l!i"taer i\ C iiipanbia. 2i)0 saceos .lem.
tiolliembourg Bncue sueca D.'I'nerez o. Me.
Calmonl ,\ Companhia, 600 saceos idem.
FalmouitaBngue inclez Ellher Anini, Me. Cil-
monl iVConipanhia, 1,100 sacros ensacar matca-
vado.
IdemBricue inclez oSarahn, James Ryder V Com-
panhia, (KI saceos dem.
Mar-elliallricue francez Chinear, N.O. Biehcr
0\ Companhia, I,lino saceos dem.
IdemBrigue rrancez Goorge, l.asscrrc $ Tissit-
freres, 63I) saceos idem.
Mar-elhaBarca friocera La Frailee, Viuva Amo-
rim A; Filho. 100 aaecea idem.
GenovaPolaca sarda Mari* Eliza, Bailo & Lo-
mos, 1 sarco nleni.
LisboaBrizne porlueaez Experiencia, Amorim
Ina.iis (\ Companhia, 450 saceos dem.
GibrallarBrigoe sardo Paw guet-tempo Enea,
Scliramm Wliately \ Compaohia, til)1) saceos dem
KECKBEDWIA BE RENDAS INTERNAS RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimenlodn dia 1 a 12 7:3869532
dem do dia H........1:l2il;tl7l
I)*fiseal da freciieza de Santo Aiilonin.dc novo
avisa a todos os rionoi de eilahelecimentos de portas
abertal de qualquer nalnrexa que sejim, lacrisliei
de igrejas ele, quc'alm da obrigico que leem de
fazer vatrer li s sete horas 'i,\ mauliaa as leslada
de seus estahelcrimentos e ofiieinas, sao tambem (.lin-
eados a irrigaren depois ila virredara, as mesmas
tesladas, conforme dipoem o art. 2 esens !i?j da pos-
tura ad.licioiiil de 20 .le 110veml.ro de 1835. E. por
que nlo obstante o edital da samara municipal desla
ddade, e o que j publicaran os Rscaei desla cida-
de. conlinue o mesmo estado, nientifica que em taes
dispo-iees se icham compretaen.lidos os (jue lulo as
observaren! e soflrenlo n peiias|decretadai pelo ci-
tado artigo. Fiscalsa(;ao da frecuezia tle Santo Aji-
lorio do Recife 12 de Janeiro de 1836.O fiscal,.Vn-
nnet Joai/itim tlti Silca flibeiro.
Oliscal da l'reguczia deSauloAiilouio.^ivisa tl |,,_
dos os proprelarios da referida frecuez.a que, na
conforinidade do arl. 1 da poslora addieional de 20
de novemtaro de 18")">. lem nc-la dala marcado o
prazo de 1.3 das, conforme determina o ctalo aiti-
co para seren exlcrnrmente ciadas ou pintadas as
casas habiladas, que por ventura se acharem dene-
gridas, e que lindo o mencionado pratu -aliir de
corrida, p os que assim n.o hoiivereui cumprido fare'
livrar termo .la ufrarca.., para a mulla de I0> rs.,
decretada pelo tupracilado erligo. tlqne fai publico
para que jamis appareca ignorancia. Fscalisae'.o
di fregue/.a de Santo Antonio 2de Janeiro de 18.36.
!) fiscal, Manoel Joaquim ila Silra llibciro.
Auan secunda parle.
Secretaria 7 de Janeiro de 1836.O secretario. Antonio da A<-
smnjirao Cahral.
O Illm. Sr. reaedor interino do gymnasio provin
cial manda declarar, em coiilormdadp do artigo <>2
do regulimento de 23 de julhu de 1855, que do dia
1.3 do lorrenle mezrm dianle esl iberia a matricu-
la do mesmo gj mnasio.
Secretaria do gymnasio provincial de l'ernainbu-
o 7de Janeiro de IS."*. O secretario, Antonio da
Assumpi-ao %~abrat.
O Illm. Sr. reaedor interino do c\ mnasio man
da declarar que do dia 1.3 do enrenle mez cm dian-
te serAo idmittidoa no mesmo cymnasio cono alum-
nos intarniH e meio-pen.....lislai 01 nenibei que se
mottrarem habilitados na evnfonaidade do arligo 63,
segunda parle do regiilainento de 23 de julbo de
1836.
Secrdlaria po gymnasio pernanibiicaiio 7 de Janei-
ro de 1836. I) secretario, ]Anlnnio da Assumpro
Cabral.
A reparlieo das otaras publicas contrata por]
esparo de um auno o l'orueciment dos malcriacs
segomles: lijlo de alvenaria RTossa, dita nirii buida, dito de ladrilho, ireia.eal pela e bran-
ca, .leven.lo ditos malcriacs -erejii poslos uo porto
nais proMino ,!a otara, cikscarreg,dos a cusa da
reparlieo ; as peesaas qne se piopozerem a fazer
es.e fornecuneulo. eomparerim na mesna repart-
cao no ii.i lodo crrenle ao meloda com as mea
propostas. Secretaria da directora das obras pu-
blicas 1 de Janeiro de 1836.O secretario, Joaqun)
Francisco .le Mello Santos.
CONSBLHO ADMINISTRATIVO.
O conseibo adiniiisirativo lam de comprar o se-
guiule
Para o arsenal de guerra.
OfilcilIU de 1. e 2.a cla-se.
.laboas de assoallin i|e loiro il 1} polegadas
Precisase' de nm amsssador :
ra da Senzala Velba n. 9C.
na pidaril dg
Jon Moreini Lopes, rj^pcitosamen-
le pedeaus seus devedores, por lettras ven-
cidas e coritas rk ]vro, que nestes 01I0
dias vi-nham pagar seus dehitos, em tua
laja, na ra do Ci-opo n. ), do contrario
lera' de cobrar dosmestnos senhores ju-
dicialmente.
Precisa-se de orna urru pira cesa clianceira,
que seiba co/inhar c enconm.r ; na ra dos Gai-
rarapes 11. 36
No dia lo 1I1. corrente lucio do engenho Boa-
Vista, frreuezia do t;abo, o preto Francisco conheri-
de por noine Maranh.lo, ida.ic 21 annos. pnarn me-
nos, estatura media, secen do carpo, pouca barba,
falla descincada, nac.lo Ancoln ; este escravo foi do
Sr. JosMoreira, mareineiro. e lem oflirio de boliei-
ro : qucni o pecar leve-oao dito ensenbo, ou na ra
Nova 11. 55, qu ser penpro-amenle reenrapensado.
O I...........-ctiniel Manoel Rolemberg de Al-
meida, ex-commaiidaule do dcimo batilhao. feudo
de relirar-ae para a provincia do Paran no prximo
vajior, rom quanto jii|a nada dever, com lado se
algucm'e julgar seu credor, appareca na rol das
Cruzes 11. 37.
11. E. Demese vai para Eoropa.
Evadio-se honlem, 11 do corrente. da risa do
I abano assignado. no Monleiro. a parda forra Ber-
nardina, que era sua ama de casi, havendo-lhe fnr-
lado urna, corrente de ourn com umi croz lavradi:
roca-se a quem forem nfferecidas ditas obras, ou a
quem dellas tiver noticia, quein ipprrhemter ou
enviar ao aballo enjillado, que promelle gratificar
bem.Jemiino Jos Tavares.
mmmmmmv

,: :
.No'x abaixo signados azemos
sciente ao cor|)o de commercio
desta piara, que dissolvemoami-
^ gavelmente a sociedadcrpie tinha-
] mosii.islojasdec'iapeossitasnapra- 1
largura, e20 22 palmos di romprimento, duzias IJ| ca da independencia as. 12, lie 16 t
15 ; rosto-lnveseas de louro de 22 a 2 palmos ci.rnprimenlo 8U : coslados de o.lieica S ; parafus. jH que !;.. ,,vam debatxo da trma SOCI- S
Diegnes, porm sempre desfavorecido da folung.
at1 que por ultimo cmtaarcandj esta em novembro de
1834 orna ponan de vinho. e em mareo de 1833,
onlra porfo de bacalbo para o Itio de Janeiro, foi
este negocio a origen) da minha descraca.o qual dan-
do um prejuizo deviute e tantos coutru dereii,acir-
relun a quebra da firma, c cu pronunciado e recn-
Ihidoi casa de deiencao em 5 do mez passado.
Foi, senhores- redactores, depois de enrarccr.ido
que bem pude pensar na minhaVesvenlnrada sorle,
porque al ah oulros ilcveres mereceram minha
desvelada nlleucao.a honra eo nieliudrou de minha
boa f em cumprir ponfuilmente a entrega dos heos
ao encarreaado de arreeadar lulo perteoetnte
a mana ; e mus tarde, laiijn-me sido iberia 1 fal-
lenci.i comparecer 1 ledos os actos delll, para assim
licnr de iodo tranquilla minha ennsciencia como est.
Concluida esta minio, e en eemendo no triste
carcere, vollo |lodo o ncu pensimenlo para Dos,
o |.ara minha potare familia : minha mr/.eri.i faz-me
tremer de horror, pobre, sem recurso alcum, receio
ver perecer de fome meus queridos filhiohoi .' Es-
crevo algumas carias a alees de ineus amigos, e de
entre e-sas missivas, rjueian exprimindominha des-
ventura,la fui urna para Uaceid ao mea especial ami-
go Sr. Manoel Joaqnim da Silva LeJo, o qual ro-
nhecendo de ncu cararler, vendo-nie fallido e preso
nao duviduu um s instante o apuro de minha mi-
seria, a sem trepidar nm momento por si e algans
.imicos me envin um sorcorro de SOti-iriKi rs.
O sincero reeonheeiineutoe a gratiilo deque es-
loa penhorado para com o Sr. Lelo, e loda as pes-
soas que lo benficamente me eslenderam sua mao
caritativa, me Iraz s columnas' do seo jornal, pWra
assim palcnlear-lbes inen elemo recanhecimenni ;
nao permitlindo actualmente miabas debis forras
dar-Ibes nutra prova de minha cralilo, rogo-Ibes,
senhores redactores, o especial favor do darem pubfv
cid-de a eslas Indias. Iransrrpvendo aqu junio o>
nomes daquelles qne 13o prdigamente se condoerain
de minha infelicidade.
Senhores Minoel Joaqnim da Silva l.eao
Domneos Lopes de Amorim 50, Antonio/..-.
Barbosa .30z),Joo Jos da Silva Gniinirfes20f, Jos
Manoel Baplisla 2()>. S. II. & C. 20, Joaqnim da
Silva Ierres 10?. Antonio CeotanoTeiseira da Silva
Wg, Faustino Poaaca da Sdveira lOf, Luiz Leile
MarizIO?, Jos Domingues Alexindre de Oliveira
10,1. II. E. Dennis llrj, Antonio Jus Villas llois
IO9, James llunler 10, Jos da Silva Ramos .>,
43:131:736
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial onlem dajtosa, ejuiz de direilo especial
do commercio desla cidade 'lo liedle provincia l'ernaiiitauco, por S. M. I. c C. o senhor D. Pe-
dro II, a quem Dos guarde, etc.
8:.>0(.;( 11 Faro saber aos que a presente carta de ediclos vi-
CONSULADO PitOVINCIAl" "cao s"u7n,e -^ '^ *^'* ""-*" ""' '" pe"
uTSStlSuu' 3 '- %ISSS& 'l""-; Ex!,,: Sr" ,)r- >"'" ',n """"cio.-Diz Jo-
Idem do da 11....... 3:I4.>;MU da Rocha Paranl.os que sendo-llie devedores os
~I supplicadoi conslan'.es da relaclo inclusa, de diver-
sas quantial provenientes de cintas .le livro, letras
e oulros documentos, acontece que leu.lo-se venci-
do os seus dbitos, uns reliraram-se para fra.desla
provincia para lugar inrerlo c nao sabido do suppli-
ranle, c oulros com quanlo se nebem nesta mesmi
cidade, todava at ao prsenle nao leem querido
pagar, c porquo se ache prestes a expirar o prazo
mircado no cdigo comroerciil para a prosrripcao
dos dbil k ile seinellianle natureza. por isso queren-
do o snpplieanle garantir o seu direilo e (azor inler-
roinper a prescripflo, vem requerer a V. E\c se
digne m.ind ir tonar por lermu o seu protesto, que
o supplicante qner inlerpor cintra seus ditos deve lo-
res, sendo Intimado a aquelles que moram nosla ci-
lla le pessoainiente, e pssando-ee escriptos edieUes
para por elles serem inlimados os que se aebarom
ausentes em lucar nao Sabido de cauformidade ao
dispotO no?; : do rtico 153 do cdigo commerrial p
art. 31)1 do regalemenlo .le2."i de novembro de INjO,
sendo pelo snpplieanle justificada a sn le/.a. Neslei lermos pede a V. Esc. defurimenlo.
E It. Me.Advocado, Calanho.
Nada mais se conlinha cm a dila pelic.s, 1 qual
dei o despacho segoinle :
Tom-s para termo o proleslo requerido, sendo
para bais de carpina 12 : formcs de aro sorlidos,
duzias 12; goivas de aro sorilas, ditas 6 ; varru-
massortldas, ditas 6 ; badanes .le t|2 pollegada a
If-i ditas 3 ; enehoes l" fusil 12 : compaeos direilos
de 6 a I :.-' ; 12 ; p-ia ci>m os competentes
ferros I ; ira o de 3|I de pollegada I ; dito de 1|2
din 1 ;erras de mi de 34 peJegada de compri-
meulo 3 ; ditas de dilo de 22 dilai de dito 3.
Quem qnizer vender esles objeetos aprsenle as
inas prnposlas em carta fechada na secretaria do
ronseiho.s 10 llores de i'.i.i 21 do crrante me/.
Secretaria do eoOselbo administrativo para fornc-
cimenlo do arsenal de auerra l de Janeiro de
1856.liento Jos I.amenha Uns, coronel presiden-
te./cninrdo l'creira do Carino Jnior, vogal e
secretario.
a
PAITA
dos preroi arenles do assucar. algodo, e mais
grnrros 'do paiz, que se despachan! na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de I i
a MI de Janeiro de 1836.
Assucar emeaivas bramo !. qualilade
n n 11 11 2.'
mase.........
bar. esae. branco.......
' i> mascavado.....
refinado ..........
Alcodao cm pluma de 1." qualidade
o 11 2.a
>i i> 3."
. caada
UMA LAGRIMA
sobre a campa da E\n." 3ra. D. Um-
belina Joaquina de Oliveira, espo-
sa do Illm. Sr. Jos Rodrigues
Perera.
Descansa fra loma
Sobre o triste moimentu.
fr7arrr.>
A lerna mai, a desvellada esposa, a lilba .luan-
le e 1 irmaa rarnlio-a ja nao enislc !!
E ('entre s bracos de respeilavel familia e de
verdadeiros amigos foi roubala cssa mimosa e tan
fragrant llar. Sempre de blo saudosa memoria...
lieorge Washinglon 33, Jos Rento deCarvalho 59, I Quem asss poder.i bem delinear virtudes lautas, a
.tad. Medeir'1.'^'1 h '"" **!"*.^.Henlo Joa- maior dedicacao e lie sublimes qnalidades qne pos-
qnim de Medeiros So, Domneos Jos da Azevedo 5. 11 ,
Jos Paulo dos Keis 5f, Joaqun da Conha Meie- 6"a "B,, bo1" 0,ntt,,8> Xwm *> f-'' r*-
Jes 59, Agoslinbo Jos da Costa *ires .").s, um ariony-
no la, Jos da Molla Pacheco 2?. Innocencio Jos
da Silva 2-5, Francisco Tavares ila C isla 2Js.
Son, senhores redactores, de Vmc. muito alenlo
veneradore criado. Iterife 11 de Janeiro de 1836.
Manoel llallhazar Pereira Dieguts.
fPttfiitcuc*>c 11 .vrr'ibi).
Illm.e Em.Sr.llfidailao.lnaoNepomocenoP.ics
de l.yra, prnprielirio c rrsidenle 11.1 comarca de
Santo Antao, escudado pelo arl. I7!l S 30 da consl-
loica.i, que felizmente nos rege, vem perante V.
Esc, como delegado do poder eseenfivo, a quein se
acbam confiados os destinos desla provincia, patcn-
lear as prev.irirac,es e arbitral i-.lades pritieadas
pelo lenenle-coronel rominandanle do primeiro ba-
talhao da( eoirdl nacioual daquella comarca, Jos
Cavalcanli Ferraz de Azevedo, e consisten) no que
passa a expor :
0.....lo nesta cidade nrganisou-se o batalhao de
cuarda nacional destacada compnsia dos contingen-
tes de diversas comarca., descubri o lenenle-coro-
nel Jos Cllvancanli Ferraz nesla orcas.in, um nicio
de negociar con es guardas naeionaes de sen con-
nando, ja recebendo de uns dinbeiro para os dispen-
sar, de oulros presentes, c liilslmenle a outros ron-
tentava-se em di.pensa-los por meio de empentaos,
quando nao descubra esperanca de rolirar algum
lucra, recahindo a eseolha em pessou desliluidas de
recursos c de proleccao. E rom efleito, E\m. Sr.
sendo Jos Loarenco de Medeiros sargeiilo-va-o-
meslre .!o secundo balalhAo, indigilado para fazer
parle do contigenlc daquella comarca, foi nlinal dis-
penso mediante a quautia de rs. I.jOjOOO. cm pecas,
que recelieu o dito lenenle-coronel Cavalcanli Fer-
raz do pai do mencionado vigo-meslre Manoel do
Medeiros Muniz, como evidentemente se echa pro-
vado com os documentos sota ns. 1, 2, 3 e i.
( Mil lo dos corneUi do primeiro bilalhlo lie ou-
lro onjeclo de commercio ilaquelle leiiente-rorouel
porque urna vez arrenla.lo nao he distribuido se-
gundo o piel, porm, segando elle entende, pois
dando apenas alguns djnlieiros para alimento e ves-
tuario dos mesnns corneta-, o resto ha convertido em
proveitO propro. Este relo, 10 bem que nAo esta
documentado, todava lie lito publico m.quelia co-
marca, que dispensa qualquer prova, e o supplican-
le desafia que u contesten).
Quanto as arbitrariedades (onirnellidit pelo til
lenenle-coronel ao lantas.c de nalurezi lal.que enu-
mera-lis, sena molestar a paciencia de V. Ele. com
uma scnellianle nirracao ; enlrelanlo, o
cante tocara de leve en alconas.
Coinpetndo cmara municipal filar as -divisos
das companhia*, segundo o arl. 32 da lei de 18 de
agoslo do lltll, esse direito he exercido pelo lenen-
le-coronel Cavalcanli Ferraz, sem ilkndcr aquella
terminante disposieao, e nein aos commodos dos
guardas naeionaes. Deicrininando a lei rilada no
arl..,, que 0 olcial que se nflo fardar dentro clc
8 me/es, perder o puslo, e realisando-s esta b>-
ralhcse corn o cidadao Francisco Antonio de Siuza,
i> em caroco.....
Espirito do agurdenle .
Agurdenle cachara........
de caima.........
n reslilada......... n
do reino.......-. n
Oencbra............. ranada
.............. botija
'eor............... ranada
"............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqucire
em casca........... u
Azeilc de mamona ........ caada
)> )i inendobiin e de coco 1
de pcixc......... o
Cacau ............
(1)
urna
un
suppli-
quenen lirn patente, foi com ludo c novamen.
propuslo, quando a primeira falla o havia inhahlli-
lado ; o documento unto n. 3, prova o que acabava
o supplicante de mencionar.
Lma nutra arbitrario lade alm das militas pralica-
das pelo lenente-rnroncl. foi ordrnir ao lenenle-
eommindanli da se\la companhia, que chamas guardas naeionaes da reserva para o servieo activo,
lem baver para isso motivo iirccnle, cono'se cullise
de seu ofllcio. Dnrumente n. 6.
Oulros fulos poderia aqu iponlar en que se
noslra. que o lente coronel Ferraz, nao so be pre-
varicador e arbitrario, romo lamben) perverso, po-
rom o supplicante aguarda occasiao ite faze-lo pelos
jornies, lodavii os referidos sio mais que infficien-
les, |iara qne conheei V. Esc. quanto o lenenle-co-
ronel Ferraz nao he digno do alto lugar queoecupa.
I.m oflieial que recebe dinheiro para dispensar os
seus subalternos do servieo, que Ibes toca por lei, be
capaz de trahir ao geverno, logo que Ihe acenem
com qualquer grafirncao ou donativo. E porven-
lura convir a V. Exe., aos inlcrcsses do paiz, a
hci o merecido premio, que o Enle Supremo tem
reservado na mancAj dos asios.... Oh! quem les-
temunhar podaste, como mis de perlo. suas qnali-
dades desde a infantil i.la.le... a lernnra de seu
coracao bemfazajo sempre se distingus, e sem va-
cilar muito enxergava-se o desvelo da fulura mili de
familia.
Seu respeilavel esposo dtalo dos verdadeiros
senlimenlos que ensina .1 nossa relicia-i santa, bem
sabe mitigar as justas saudades, com o sagrado de-
ver de velar junto a.-s tenrns lilhos, mimoso parzi-
nho que sao as reliquias de laudse mili. Os cos
protei.un sua evislencia. e umi futura de eepetan-
{as Ibes aguarde : desculpa lem pequeo signal de
cordeal amizade.
AESFHE3A.
/.onenlos de um Mudante na
na nspera de seu acto.
R'onlru lempo aofaller-se em espirara
1.11 lembrava quanlo era dos cens;
Sim, que a la, qu 11 sol, que esle mundo
Sao e-ploras, sa 1 otaras de Dos.
I*ra o nome de espbera harmona,
Que aos ouvidos mais branda soava,
One mil lemas canches do poeta
Ao suave alaide inspirava.
Mas o lempo, o costme profanan)
t) que existe mais santo na Ierra !
Ao lembrar-mc de esphera einudeco,
Fico gelo, esle nome me aterra.
Fina espbera, esle cloho onde pen'.i
t) reinado do Pai do universo,
Tradoz boje o maior dos llagell.i--,
Que em tristeza me faz star inmerso.
Sim, que em maos de um doulor uma espbera
lie ctelo que meta a esperanca,
lie lupplieiu o maior, o mais duro
Para aquelle que a hora se avarira.
Slar de ;ioii/o e olhir para os ecos,
Desfroetar esta etpliern estrellada,
E lemhrwi-sp, lalvez, no oulro .lia
Negra espbera Ihe vai ser hincada !...
Urna espbera nao be Que o Senhor den ao mundo o formando :
lie as mSo de inn dnuiur impiedoso
Peso enorme que vai-Vs matando.
I.ular dias e nuiles Compridas,
i-'olhear mil diversos ,1111 iros...
E em paga de lauto trabslh 1
Tres esplieraa de asialieas cares !
Ata doutores severos, lembrai-vos
Deiiei lempos ile VOSMS /il'inras...
Consent que un vali se escarie
Cono vs, conccdci-llie lijiunras.
. cenlo
Aves araras .......
" papagaios.......
Bolachas............
Biscoilos............
Caf bom............
'11 rcsstolbo.........
. com casta.........
nido ...........
Lame secca.........
Coros rom casca........
Charutos bous .........
o ordinarios......
n regala e primar .
Cera de carnauba.......
em velas.........
Cobre novo mAo d'obra ....
Cnuros de boi salgados.....
e verdes...........
espisadoa.......
de oiica........
11 n cabra rorlidos ,
Dore de salda.........
o guiaba.......,
screo ..........
* jalea ,.....,
Estopa nacional........
cslrangcira, mao d'obra
Espilladores grandes.....
>' pequeos....
Faiiiiba de mandioca.....
iniilio......,
aramia.....
Feijio.............
Fumo bom..........
ordinario .......
11 em folln bom.....
ordinario ....
reslolbn .....
Iperaeiianha.........
Homila............
(icnitibrc...........
I.rnba de achas grandes .
i> i> pequeas.....
loros.......
Prendas de amarello de 2 coslados uma
o louro......... o
Costado de amarello de 3.3 a 10 p. de
c e 2 4 a 3 de I.....
" de dilo asnees....... 1
CosUidinlio de dilo........
Soalha de dito............>
Ferro de dilo ...........
Costado de loara.........
Costndiulio de dilo........
Soalho de dilo.......... ,
Forro de dilo...........
" cedn........... n
Tinos de lalajnba........
\ aras de parreira.......\ ,
acuilliailas.......
'i quiris.........
Em oblas rodas de -.-upira para c
eixos b 11 o
Melero..............
Uillio..............
Pedn de
nlqueire

n
alqueire
Recife 17 de novembro de 1855.
<;. (.
CAUDIOS.
Sobre Londres, a 28 l|2d. por l>.
11 Paris. 318 rs. por f.
i. Lisboa, 92por 1011.
Itio de Janeiro, ao par.
m Acjoes do Banco, 10 0|0 de premio,
conservacao de nm lal olcial'.' Nao cerlamenle. Sa -cC"es da companhia de Bebrribe.
a cuarda nacional f;-i criada para defender a consli- Ae^lee da companhia Peruambncana
luicAo, a btaerdade, a independencia e inlegridade Vitilidade Publica, :tll porcenlo de premio,
do imperio, o rommando dos respectivos corpos de-1 Indemnisadora.sem vendas,
ve recahir em eidtdaos escoimados c rhcios de pro- 1 Disconlo de lettras, de 12 a 15 por Oi0.
Indade, qualidades eslis. que fallara ao lenenle-co-' MF.TVFS
nutre.VrCtWAnjl,0-r T"'- "Z"1 "a Oaro.-OnCa. hespinholi. .'
conarcad. Santo AniaoJoso Civolcanli Ferraz de Moedas de 69IO vellias
ijlHK)
par
Azevedo, e por isso no cato de 1er por V. Exc de-
mando, assim como tem sido oulros, lalvez por cul-
6i00 nuvas
45OOO. .
399000
lliSOUO
165000
'J5000
alq.
ccnlo
quintal
du/ia
par
a
11
Pona
molar
1 lillr.ir .
> relilos
de boi .
alqueire
una
Piassax a.............
Sola 011 vaqueta.........
Sebo cm rama..........
Pelles do c irneiro........
Salsa parriUia..........
Tapioca.............
lulias de boi..........
Sabio ..............
Esleirs de perperi.......
Vinagre pipa..........
Canecas de cachimbo de barro.
rento
mollio
meio

11
cenlo
a,
tima
11
milheiro
9
.s
>
39IOO
23200
398(0
39100
59000
(96OO
1*350
9630
-O
9(80
980
9650
9380
210
9580
>2i0
69IOO
I96OO
9800
232*0
I96OO
59OOO
IO9OOO
:~:mhi
59I2O
89960
l|300
33000
33300
6;100
69000
39810
13(00
,3600
23100
il-3000
H3OOO
9160
9223
3120
32III
I.35OOO
3280
.-260
92O0
98OO
9100
19280
I9OOO
29000
IMXKI
33200
29500
39300
69(00
1O9OOO
'69OOO
8-sOOO
59000
(9000
389000
:i9000
1.>HH>
29(00
9903
1O.-O0O
-Jl-M.l
I69000
309000
129OP0
89OIO
63IKIJ
393IO
890*0
C .11
392(0
29000
SgfOO
I8c80
19(00
135-20
!--;
11
209400
:-t(l
29*00
-! 10
rjgeoo
8600
i -000
29*00
(i^-JOO
.-iSD
17-3(00
39IOO
9*10
3120
9160
JO9JOO
."000
'..
il'm ::.: t; trfii :. .
al de llego & Aratijo, icando o e\-
j- socio Reg, responsavel pelo acti-
M vo e paguro da c\tincta firma, isto
i-^ desde o I- de jmieii-o do coirente.
P Recife 12 'le Janeiro de I85_
ujj JoiO Rnptista do Reg.Placido
Jos do Reg Ara ujo.
esfo mimado pcsjoalmenle aos devedores do loppli-
cante residentes nesta cidade, e juslilique o mesmo
supplicanle a luzeneil dos outros. Recife 22 de de-
zembro de 1833A. 1". Perelli.
Nada mais se conlinha en dilo despacho, em vir-
lude do qual o escrivo respectivo lavrou u seguirte
termo de proleslo.
Aos 2i de dezembro de 1853. nesta cidade du Ke-
eifede Pernambuco em meu esrriplorio veio Jos da
Rodil Paranbos, c perante iniui e as teslemunbas
abaixo assignida disse que prolestava pelo cunteu-
do em sin pelie.lo cm frente e retro, que fazia parle
do presente termo pan o lim na mesna requerido, e
de coNno issim o disse e protestan, aij.....1 com as
lesterauoliai o presente termo. Eu Maxiniauo Fran-
cisco Duarle escriv.lo privativo do juizo connerrial
o eserevl. Jos da Koclia Parinhos. tlelin Coe-
Ibo Brandflo. Josa Francisco de Menezes c A-
morim.
Nada mais se conlinha em dilo termo de protesto
em seguida ao qual se via a sesuinto rolaran:
Nono Uaria de Seim I9:GI6983.I (de qaatro le-
trasI, Brat Itarcellino do Sacramento conls de livro
3'ii3580. Itraulio itodrisues l'ciieira idem e docu-
mento 1969390,Manoel Alves Monleiro documento
I569, Leopoldina Hara de Abantara urna letra de
015, Francisco Mara das Chusas documento .30?,
Isabel Rosa de Mello idem 19 500, iabriel Moreiri
Rangel idem 109, Antonio Alluiso Vianiia idem 100
Jos Itavmundo .la Silva idem 233, Julio Francisco
Ferreira Guimares letra 76-2111, a f.izenda publica
de um lilil.) IH9S72, a meima idem 929, Cimoo,
Francez, cunta de livro (19160, Francisco das Cha-
las Mal is dem 690(0, Manoel Joaqnim (pintor,
idem 279920, Pedro fiurjao idem 579480, Pedro Ni-
colao Villa idem 87-370, Vala.h idem 38OO, Jos
Marcolino de Mello dem 539300, tazenda publica
de medicamentos fornceidos ao hospital resimenla I
2:116-, os berdeir.is .le Unilherme Simplicio Bexer-
ra Cavalcanli letra 6O9, na quiliaade de centonarlo
de Valerio blica 5(9370, 11111 dito como cc-siouario ite .Manuel
Antonio Gidelba 623170. Recife 21 de de/.embro ile
1855Jos da Rocha Paranbos.
Nada mais se conlinha em dita rclac.n cm virio-
dedo qie passel a sequinle lenlenca :
Jul) prvida a aosencia em lo jares nao sabidos,
e mando que pira o lim declarado na pelicae de-fl
2 sejam rila los por edictos, pnssando-se a conipeten-
lo carta de edictos, com o pra/o ile ".0 .lias e cuslis.
Manguinlio 20 de dezembro de 1855. Anselmo.
Francisco Perelli.
Nada mais se continhn en da senlentl en virlu-
de da qual o escrivo que esla inbsereven' maiiilou
passar a presente carta de edites rom o prazo de 30
dias e costas, pela qual c sen Iheor se chama c inti-
ma e hei por minados aos supplicados devederes
Menles .nina declarados de lodo o conten,lo na
pcticiiu c termo de protesto cima Irinscriplo; pelo
que toda e qualquer pessoa, prenles ou amigos dos
lillas supplicados os padeci fazer scienlcs ila quo
cima fiea evposto, e 11 porteirodo juio linr a pre-
sente nos lugares do codume e ser publicada pela
imprenta.
Dada e pascada nesla cidade do Recife de Pernam-
huco aos i de Janeiro de 1866. En M nimieno Fran-
riseo Uarle escrivilo privativo do juizo coinmercial,
a sub-rrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
ERRATA.
No edital das dividas da viuva de Jos de Souza
tiarcia, indo diz Jacinllio l.uiz de Medeiros 12?,
lase 21*.
CEARA',
Segu nestes dias o hiate Exahscio; para o resto
da carca trala-se com Caelano Cyriacn da C. M., ao
la.lo do Corpo Santo n. 25.
PARA I) PORTO.
A barra Fernanda; 1 vil sehir com mulla brevi-
dade ; para cargl e pasiaceiros trala-se rom Itirro-
ca ,\ Castro na ra da Ca ieia do Recife n, *, mi
ora o capilao na praei.
PARA LISBOA
pretende salnrcom militabrevidade, >or
lera maior parte da carga prompta, o bri-
gue portuguez Imperador: para o res-
to, tratarsecomNovaesi C, jia roa do
Trapichen. Tii, primeiro andar.
RIO DE JANEIRO.
No da 18 do corrente- seene o patacho / alent :
para o resto da cirsa e piMaceiros, Irale-ee eom
Caelino Cyriacn da C. M., a;i lado do Corpo Sanio
n. 25.
ACARACL".
Segu no din 15 do me/, corrale o palliahnle So-
bralense; reeebe earqa e passaceiros : a Iratar com
Caelano Cyriaeo da C. M., ao la lo do Corpo Sanio
n. 25.
Para Lisboa secoini rom a maior brevidade
pomivel o brigue porlaguei Experiencia : quem no
mesmo qmzer cirreeir ou ir de pissieen, para o
que lem bous commodos, dirjale a ra da Cruz 11.
3, escriplorio'de Amorim IrmSo Companhia.
Maranhao e
Para.
Opalhabote LINDO PA-
QUETE, vai seguir com
presteza : para o resto
da carga e passageiros,
trata-se com o consigna-
tario Antonio le A!incida Gomis, na
rita do Trapiche 11. Ili, segundo andar,
ou cora o sen capitao Josc Piulo Ntincs,
no trapiche do algodo.
Para Lisboa pretenl; sabir com a maior bre-
vidade a nova e acijada barra porlusueaa iConslan-
len, eapilto o Sr. Silvano Usnuel dos Reis : qoem
na mesma quizer carreair ou ir de passagem, diri-
ja-se aos eonsienitarios Thomaz de Aqono Fonseca
i\- Filho, 011 ao capilao, ira ra do Vigaiio 11. 19.
Real companhiade paque-
tes ingleses a vapor.
No dia 21
desle mez, es-
pera-se do sul
o vapor .t'-on,
roinman tan I c
Rivetl, o qual
depois da de-
mora do coslu-
mc seguir pa-
ra Sonlllimplon, tocando nn porlis de San-Vi-
eei.te, lenerill, Madeiri e Lisboa: par passacei-
ros, ele, trata-se com os agentes AdanMOB Howie
A I'... roa do Trapiche n. !2.
N. It.Os embruthos que pretenderen) mandar
pira S'iuthaiiipton, deverflo est >r na agencia 2 ho-
ras antes de e fecharen) as malas, c depois dessa
hora, nao se recebera' embrulho algum.
COMPANHIA
Pernamhucana.
Para o Haranh, rom escala pelos
portos te, Aracatv, Ceara' e Acarac, cahira'
imprelerivelmente no dia IA do corten-
te, o vapor Mrquez de Olinda: quem
ir de nas-
? it11; I l\<{ i
;-^MMnii;iii;Oi> .-orro
.) arios entrados no dia II.
Terra Nova 28 dias. brisue inglez ciWaller Baine,
de 257 t.niela las, capitao William Bowers, equi-
pagem 1 i, carga 2.Nit) barricas com bacalbo ;
Joliu-uui Pale & Compauhia.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca a vista
sobic o do Brasil no lo de Janeiro, nan-
eo de Pernambuco 5 de dezembro de
1S5.O secretario da direccao, Jai o
Ignacio de JJe.Ieiros U.-go.
U banco de Pernambuco toma dinhei-
ro a juros, de conforroidade com os seos
estatuios. Banco de Pernambuco 2i de
novembro de 1833.Joo Ignacio de
Medeiros Reg, secretario da direccao.
Por esla lubdclegacia foi appreben.lido um
qneijo novo dos vulgarmente chimadosqueijos do
Reino, a um crioulo livre, que pelas jt horas da
noilede boje, o lora vender em nina liberna da na
Imperial, c je o dava por 19600, o qae fez impeilar
que o queijo era furlado ; quem for ice dono, pro-
cure, qu.. Ihe sera rntrecue, depoislaa averiauacei
necessnrias. Subdelegela de polica de S. Jos do
Keeil'e 5 de Janeiro de 1836. O subdelegado sup-
plenle, Arcioli,
Fjii virlude do aviso da reparlieo de marinha
de 27 de novembro ltimamente linio, rele indo-se
a rile o ofllcio do K\.n. Sr. presidente com data de I'''_,''''"','.,',
21 do me/ obseqnenle, o Illm. Sr. inspector muida
fazer publico que contrata um conlra-mestre de
calafates para o arsenal de marinha do Para', rom
qnalqiiei iudividuo que apreseule-se-lhe, leudo as
neressarias habililacoes.
Secretaria da iuipecijla do arsenal de marinha de
Pernambuco en 7 de Janeiro de 1S51). O secreta-
rio. Alejandre Rodrigues dos Alijos.
t) Illm. Sr regedor interino do gymnasio provin
cial manda declarar qne os compendios adoptados
pelo professor da lingua allemila do mesmo gjmna-
sio silo os legointes: '
Grammalica allemila de Fres.
Collec{ao de pecas de dilTerentes autores allcmaes
pira traduzir de Ivrmler.
Diccionario francez allcmiiu e allemSo francez
de Thibaul. lerceiro audar.
sagem, dirija-se ao escriptorio da agen- |>BaJM
ca, no Forte do Mattos.
Gnalinua .ietar fgido o mnleqoe Benedirlo,
que foi escravo do fallecido l.oii Icnacio Ribeiro
Roma, o qual he bem ronliecido dos eapita de
campo. esuppOe-se quecsleja acoolidnna freccezii
de S. Jos : quem o pecar leve-o ios Illmi Srs. Cor-
reia & IrmSOS, ou no engenho Acua-t'.laras. que
ser bem graliScado.
Precisa-so de nm forneiro para ouia pidarii,
qae se pretende abrir em nm dos suburbios desli
cidade : a tratar na rui do Vigario n. 23.
Pede-se is autorida.les ou pessoas do povo 1
apprebeosac de om cavallo que desappareceu no du
i do corrente do aterro dos Afocidos. o qoil lem r*
biguaes sesuinles : ruco sauhacu', eom uma ern no
queivi. uma sobreranna na ma""odireiti. orna besica
110 espinhacn, nm casco ravado, rsrrega desembara-
cado, lem a manhi de quando -c qo'er montar dar
paladas, esta desetrnado : portinln quem oappre-
hender, leve-o o larco de S. Pedro do Recife, le-
lierna n. !, cu .10 eneenho Matapirumi, que aera
graliOeedo.
L'm moco que enteode alenmacousa le eseri-
pturaeao mercaniil p.-r partidas dobradas, se offere-
ce para caueno de alguna casa de neeocio desla
provincia ou mesmo fra della. dando fiador 1 sua
conduela : quem de seu presumo se quier ulilisar.
annuncie por i-sta folha ou diriji-se a esla lypogri-
phia sob as iniciaes ti. V. C.
Preetsi-se de uma ama para o servido interno
e externo de uma r.ia de pequen! familia : na ra
da Hengnnra n. 7.
Os Srs.Cypriano l.niz da Paz, na rnadoCol-
lecio ; Manoel Dnirte Viera, larco do Collegio, di-
rao qnen da quantias .h 500o e 15009 com hypothe-
ca em casas terreas.
O barharel Joiio A. de Souza BelIrAo de A-
raujo Pereira vende alguns terrenos aterrados pira
s; edificar, na ra da Palma, na da Aorora. e em
nutras ras prximas 1 da Aurora : qoem os quizer
comprar, dirjase ao primeiro indar em que tem es-
rriplorio o agente de ledOes Francisco (lomes de
Oliveira, roa da Cadeii do Recife.
No dia 4 de Janeiro correle, pelas G lloras di
tarde, i'uaio de csa de seu senhor o escravo pardo,
escuro, por nome Pedro, eslatan biiu, 2 a :o an-
uos le idade, cibeilos icaboclados, pouc barba, oir
plida parerendo ler paunoi pelo rosto, olhus peque-
os, beicos finos, denles alvos, o fallar om pouco fa-
nhoee por causa de inulto tabaco que loma, levando
caiga Je riseado de cor segura com einl de couro,
camisa de chita rxi anda nova, chapeo de pilha
usado, e uma Iroma rom mais roupa de seu uso,
cnsluma calcar sapalos de coo:o branco. chamidos
do Araraly. c qu.isi sempre Iras na mo um Icnc) de
edr escura, e ns vezes atravessado no hombro, tem
una cicatriz de dentada de cachorro em uma das
curvas, e nos peilos sientes de pomada estihiidi ;
consta que se inculca como forro para nn ser rnnhe-
cido corno captivo ; he natural de Canna-Viein,
perlo da cidade de .Nazareth, o qnil foi nascido o
criado em casa do Sr. Joaqnim Vieira de Mello l.ei-
lio, e qnandn escravo deste Sr. Mello Ceilito fez al-
lomas Pcidas para o centro : roga-se as autorida-
des naliciaes e capitales de campo captura do men-
ino mulato ; e mesmo a qualquer pessoa en parti-
cular, que o poMa encontrar ; e ser cnnduzido esla
pr.ica, rna do Hospicio n. 5, que ser gralifirado
de seu Irahalho.
Precisa-so de un criado : a tratar ni rui fli-
reiti n. DI, primeiro andar.
Os Srs. f.ireiros que se acbam a dever a man-
dado de S. Pedro, queiram Htilfaaer os seus debilos
ale o dia : de fevereiro, e desla dala em dianle lerito
judicialmente cobrados Padre Joio Jos di Costa
Ribeiro, procurador dos foros.
Preeisa-se de dous Irahalbadores de pidaria,
dando-te bom ordenado, om on dous esrravos para a
a mesna : as Cinco Ponas, padaria e refinirSo n.
106, ^
O abaitoamanado, professor publico de lalim
da fregarais de S. Jos do Reci fe. declara io publico
que a matricula da sin aula esl alerta do dil 15 do
crreme em dianle : na casa de sin residencia, no
Lirgo do Terco 11. Xi.
Manoel Fnncisco Coelho.
Dcsappsreccu no dia quinla-feira a noite. 10
do correnle, a escrava de nome Cusma, crioola, bai-
la, cheia do corpo, j de idade, tem orna belide no
0II10 esquerdn, e na nao dimite o dedo mnimo cor-
tado pela junta, levon veslido de chila encarnada
miudinha, e nm tanto sujo por estar no servieo da
eoiinba : roca-se a quem appreheiidrr a dita escrava
leve-a a s"U senhor, no paleo do Panizo o. 1, a en-
tregar a Antonio Brotado S. Cumaraes, qae sera
recompensado.
Precisa-se de uma ama de teite forra ou cap-
tiva : uo aterro da Boa-Vista n. 12.
Preeisa-se de dous aruassadores na ra da
Sanzala Velba n. 94.
Aviso aos letciros franciscanos.
B'leanno I11 preciadla de rima, e Narciso Jos da
Costa Ptreire, no targ doCarmon.2, anda lem
eslamenba le: urna e cm cenia.
O ibaito assignado faz sciente ao respeilavel
putalico, que ateo dia :!! de dezembro prximo pas-
"ildou todas is mu coritas com os senhores
mencionadas, c para que n3ose chame a igoo-
Sfij
O agente Oliveira farl leilSo, por ronia e risco
de quein porleneer, de lu pipa- e 20 barril te quin-
to do mais superior \inho de S-!te : lerca-feira, 15
do corrente. as II huras da manhaa, uo atmazem do
Sr. Aunes Jaeome, dcfroule da arcada da alf.tndega.
O acenle Borje, or aatoriiaelo do Illm. Sr.
Dr. jmz especial do commercio, ronforme o seu des-
pacho proferido cm requerimento do depositario da
massa fallida de Malinas de Azevedo Villerouco,
Tara Icilito da loja de hiendas, -ila na ra do Crespo
i. !. con'istindo na ermafie : lasasfazendas ele ,
existentes na mesmo, diversas otaras de miro, urna
mobilis para casa, e urna escrava parda, mora, de
bonita figura, perlenccnles a referida mnsaa : quin-
la-feira, 17 >\if correnle, as 10 horas er:i ponto, na
supraditi toja.
O as -nlo Borja f.ir. leilflo "ni seo irmazem,
na ra do Collegio n. 15, se-.!::- ;/. !S do corren-
te, as to horas .1: manhga, iip' nm grande ecampielo
lortimeato de obras de mar ineiria novn o usadas,
e outros muilos 1 !:jii los r ., rne is aclurSo paten-
U's no mesmo. tae;n como uma exeeltente mobilia e
diversosobjeelos pira casi i'e f:. 1 :i.. perleccentes
a una pessoa.quese : 'tira 1 ai fra da provincia,
os qoaes venderSo sem lmite :.- preeo algnm. ao
meio dia ca ponto.
Barroca .v Castro fazem leila-, por interven-
Cao du ajenie Oliveira, de 11111 grande sorlioienlo de
fazenda iiidezas e frailee.:. e seda, taila-. propriai desie mercado, recenlemen-
110 dia riiarta-feha, ((ido coirenle.
pilas '.'. horas d.i m.ndi.i.i. no s.-j: srmazem la ru;i
la Cadeia do Recife n. i.
Vi'. '.-. Q$ : \X,tr&&'
Nesla lypogrnphia preeisa-se tallar ao corres-
pondenle do Sr. !-'ranc-.co Jos da Cosa, que mora-
va na rae de Orlas.
O Sr. Joa(|uim Octaviano da Silva
ipieira di:-ijjir-sc a esta l\ pograpliia a ne-
gocio sen.
Precisa-a aluzar uma ama que rozinhe o dia-
rio de urna casa de pouca familia : na ra da Praia
11. 13.
Aluei-sc uma escrava que faz lodo oarranjo de
casa, e muito fiel: a tratar 111 ra do Collegio n. 16,
rancia alcuem que por ventura se prevale;! de di-
zer que n.o leu, sabiri csleannnncio 5 veles : qoal-
quer porm din meamos senhores que se julsar pre-
udica lo no prsenle, diriji-se a casa do Sr. Antonio
Ramos, mi annuncie por este Diario :
Joao Tavares Corileiro.
Ilcnriquc (liliscri.
Nicolao O. Bieber.
lenlo Candido de Moraes.
Jos Rodrignesde Araujo Porlo.
Anloriio Jos de Castro.
Antonio Ramos,
l'asso Irniao.
Luiz Jos da Coila \morim.
Jos Jo lilil) Das Fernandos.
Chridiani & Irmo.
Joao di Cunta Neves.
Paula ,v. Sanios.
tluim.ii.ir- j| Alcanforado,
Inomis Pernandesdi Cirni.a.
Vicente Ferrein da Cosli.
Joiquim Jaeome Pinhetro.
Azevedo Borges.
Joaqnim da Silva Lopes.
Manoel Tavirea Con
Clemente da .Silva Lima.
Uernardino i!a Silva Lapes.
Ferreira & Uelbeoi.
Jos Horeira I.ope?.
AiiIoiij la 11 's l'creira de Mello.
Viuva Bastos & Companhia.
Manoel Jos Machado.
Seixas iV Axevedo.
Julo Clan lio iluarle.
t'ruz i\ Gomes,
Joaqun Rodricues Sordos.
Jos Rodrigues da bil\.i Rocn i\ Companhia. "
Francisco Alves de Pinna.
Viava Hachado.
Cidade da Viciarla I.- dejaneirf de 1856.
.Manuel Jos Pereira Borge..
Tendo deisado de despedir-mede diveisa- pes-
soas que esla cap lal m l.ouraram com as roas al-
lenroes. porque acliindo-ine incon.modado de sao-
de, s muito larde me veio ao ronhccimrnln 1 che-
cada do vapor que lem de condnzir-me provinria
das P lagoasi roco as pessoas para quem cahi nessa
falla involuntaria, hijim de m'a disculpar, edispo-
nham uaquclla provincia, onde vai servir no oilavo
bilalhlo de infanlaria, dolimiadissimo preslimo do
alferes Feliciano Caliope Moulejro de Mello.
Francisco Jos da Cosa Ribeiro faz ver 10 res-
peilavel publico, qne Jos Ignacio dos Santos Coe-
lho deitou de ser seu caixeiro desde o da 14do cor-
renle em liante.
Precisa-se de uma ama p:ra caa de 2 pesseas:
na ra Novan. 5.
eafee**'
TT
-nr


IMIQ GE fl'MmVj TERCilFElRA 15 DE JANEIRO O 1856
Terceira cdieao.
TRAIAMETG BOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-NORBUS.
PELOS DRS.
MAA IRMVOS.
leem a non rede participar aorespeita-
vel publico queteemabert o urna nova loja
e fabrica de chpeos na na do Crespo,
do sobrado novo que faz
na da Cadeia
oa luslrucjjo ao novo parase poder curar desla enfermidade, administrndoos remedios mais *eifce*es
pira i!::li.i-la, Banqualo si reconi .;u medico,ou mesmo para cura-l iud<>|>oiii:ci:lf deste- nos logares
t ni i|ue n.o os lia.
TRtVBUZiDU i:'. POKTUGUEZ PELO I). P. A. LORO .MOSCO/O.
Estas doas opu-cnio- eontcmns in.iicacdes mais claras o precisas, e pela saa simples e concisa expnsi-1
co. laao alcance de lodas as iutallsgenciaitu o spelo qoediz respailo aos ineps curativo),como priu
eipalaiente as preservativos qoe lemriado a mais satisfactorios resaltados em toda
alies tem sido pofto6 vm pratica.
Sendo o Iratamento horoeop it!i o o
vel eofermidade, iuliiauansa proposito ttadnair restes dous iinportaolas opsculos em liogaa vernacn-| rico sortimento di
la, para descarte facltai a sua leilora a ciitem icnorc o francs.
Vende M uuicaineiite no Consultoriodo traductor, roa ftnv n.52, por -NM!0. Vendcin-se tamben
os medicamentos pr -cisos e boticas le \2 tubos com mn frasco de lindura 159, uinadila de 30 tobos -
livro e 2 frascos do linlnra rs. 25)1)00,
esquina para a
aonde os compradores
acharao desde boje em diante um bullo
sortimento de chapete (uzeadas tenden-
tes ao mesmoestabelecimeato, e por me-
nos preepdoqueetnoub-a qualquer parte,
lano em poicao como a tctallio, c desde
ja llie recommendam chapeos francezes
de hondas clej'antes orinas < de boa
(ualidade, ditos fcitos na trra de todas
a raro em que asqualidadcs de palha, seda, e montara
a airo q;;e tem dad grandes resallados no curavo desla horrf- I1;1 i'a sen hora, de lustro para pagem, eun
piala
Na ra Ha Cadeia do Keril'e n. 13, vondem-se
erados de labjruilhos para liolar em loncos, asstm
como una lunilla de dito.
Vende-se una prela ile nnr.lo rom aleumas
habilidades: na roa das Cruzea n. 1 i.
Vende-se omcavallu ruco, irullo bonito ; pa-
ra ver na eocheira do Sr. I'edrn Allain, an p do ar-
senal do mariidia, onde so dir com ijucni se dte
tratar.
Vendcin-so arcas mm farinha : na roa da
Praia n. :K a, armasen de Aotonio Gomes de Car-
valho.
Vende-se om terreno na ra du Concordia,
"a qnim qne f.:/ fren!- ( aia a cadeia nova, com :i
palmos de frente : quem o pretender, dirija-se a rua
do Kaneel ii. 6U, sobrado.
'Vendem-se surea com niilho a :[.- ; na rua do
Vicario n, 14, laborea do JoAu miiiAu de Aimeida
PIANOS.
Vendem-se em casa de Hcnn Brunnos
' rua da Cruz D. I
iiesappareceu no da de nnwinbro o parda
Mano-I, com65 aonosdo idade, leni as barbase
os cabellos braaeos, falla lina, lem a roaos e os
Foseiroa como quem leve cali r de Usado :
fol eseratO de Jo3o da lloclla, em T.j.rupapo, on-
dese jalea estir ; portaulo r-'i-.i-sc as .Hilaridades
polidaes ac pitaes de campo daquelle Idear a au-
rehensSo do dito escravo, qae !>". nido an sitio do-
fronte do Poco da Panella aos tierdrirus do lallri-
do redro Cavaleanli de Albaquorque Lias; sera
recompensados.
O Dr.RibeirO, medico 'pela l n.vcr-
sidade de Cambridge, continua a residir
na rua da Cruztn. 1!).
SO(ie\DEEICfli!i!\>:iHTA.
PLlLIC.vgAO' LITTERAB1A.
Repertorio jurdico.
Ela pablicac.lo sera sen. duvida de ntilidade aos
principiantes que-;< ini/ercm dedicar a esercicio
do foro, pois nella onrunlmr.'iu par ordem alpbabe-
tica as principis e mais frci|uentes oerurreiieiai ti-
ms, vcpnauolncicas, cuiumerciaes c ecclcsiaslicas do
unssoforn, cun as remisscs das ordeaaroes, leis.
alisos o reejulamentos por que se rege o lirasil, e
bem assim resnlncoes dos Praxislas BnligOl p moder-
nos em que se lirmam. Conten semeliiaulemeiile
as deeisdes das qnelo>8 sobre sitas, sellos, velliose
nuvo din-ilos e dcima*, sem o Irabalho .ie recorrer
colleceao de nossas leis e avisos oynlsos. Consta-
r de dous voluuips em oitavo, grande francs, eo
primeirosabio luze esla venda por K? na loja de
livrosn. 6 e8Ha pra;a da Independencia.
AtLA M LATI1.
(. padre \ cente Ferrer de,Albu<|iier-
tiue contina com sua aula delatim, do
dia 2 de Janeiro em dimite, pela mesnia
tnaneira e sob as condi^es ja' annun-
ciadas.
Pedro Allain venden a sua eocheira do tara
d arsenal, lino e desembarazada de qualquer onus,
ou hypolhera : as peesoas qu sejnlsarem sua- ere-
doras, queiram apresvular suas cuntas ao raixeiro
na mesma coclieira.
Alosja-se o segaado andar e slito do sl>rado
da rua do Laraogeiras n. ti: na rua da Aurora n.
iS seuondo andar.
LOTERA DORIO DE JANEIRO.
Hoje espera-se do Rio de Janeiro o
vapor portugus 1). PKDHO II, conduc-
tor das listas da lotera IS- da casa de
correccSo ; anda se aclia a venda uro
pequeo numero de billietes: os pre-
mios sao pagos ao recebar das listas.
; ^^ffl8yjW COKSILTORIO CENTRAL i
$
lios linos, di
e ouro para os msanos; chapeos de castor
francezes einglezes, ditos de Italia para
homens, meninos esenhoras, do Chile finos
para homens, meninos e senlioras, bone-
tes de todas as (pialidades, assim como se
apronta qualquer encommenda tendente
ao mesmo estabelecimento, e ludo por.
preeos maisbaratos do que emoutra mal- 'i*)
quer parte. : ()
Alaaa-se urna Rrando casa com slito, < quar- (A
tos. eoiinha fra, estribarla, caja para pretos, '1 co-
piares, pnrlflo de niadeira, bom quintal plantado,
endo na Capulina, ennlo re,e%: o* pre-
lemlcnles pudein diricir-se a rua do Queimado n. 7.
rua da Cruz n. I ti, ptimos pi;
fados no ultimo navio.!a Europa.
FABRICA DEFIAR E TECER ALGODA'O,
A qual ocetipa diariamente para mais de
-00 aprendices ou obreiros nacionaes
de 10 a 12 anuos de idade para'cinta.
CAPITAL 500:OOOsOOO.
socios em nome collectivo gerentes, responsaveis
rntenltores Antonio Marques de Amorim. Justino
Pereira de J-'arias, Manuel .Vives Guerra.
Firma social: Amorim, Parias, Guerra C.
Asoesedade lem ja numerosos assignantei, que
iova/.. ni para mais do valor da metade du capital.
h !. continua a admiltir no decurso (leste mez
socius de 101(5 al j.OtHte.
As pessoai assigaanles das primeir.is listas, quede-
sejam contribuir para i prompla realisai.au da fa-
brica silo convidadas a nao demorar saas respectivas
assigoatoras, que devein ser pessadss no livro da so-! %
ciedade. {EsJ
Noiim docorrenle ossocins gerentes reijamaroa g
primeira prestado que sera' de In por cento do ca- S
pital subscripto, c passarao os competentes recibos. I ^;
As vaatogeos qae a fabrica oOerecera'loco quelS
ella estiver em pleno andamento serSo : | fij
. I." ti por eeulosobre o benelicin aunad queca-j ki
da socio recebera', alem do seu direite sobro o fun- ^
do de reserva, que ser de 4 a 7 por cento do ca- 3'* maBli"a at as -2 de larde.
NJal. Visita qs enfermos em spiis domicilios, das
2." Occupaco diaria a mais de 200 operarios, ou i f^ 2 horas em diante ; mas em casos repentinos
obreiros nacionaes. w e de molestias azudas e graves as visitas serAo
3.* Consumo de 30 a JO mil arrobas do alaodflo sS leitas em qoalquer hora.
nacional, o qual ale agora nao temoulro comprador! S molestias nervosas merecein Iralamcnto
sen.l u expurladur.
I." Teculodo qualidade superior li-o ou lavr.i.lo
a -J10 a vara, em lucar de 110 ou 280 que su tenda
o da Babia, e Imje nao lia niesm a mais de 320reis,
pnce da ultima Senda.
A facilidade das entradas, que nunca serSo de
mais de 0 por rento do capital subscripto, permitte .
a ledas as pesseas que poderem dispor ,:o uina ec- |
nomia mensl de j por mez, entrar como socio Ma ",,e,' s "''<'"' s-Tvidns examinar a pre-
da 1008. j l'arac.a de que se serve para chumbar (lentes, p de-
Seudoas entradas de 10 por cent o os pagnmea- '"""'""u inassa adamantina, em ordem de verificar-
los espadados de pouco mais a menos 1 niezes se- "" 1"e a '''' preparacao dilTere inicuamente de lo-
,a_ das a* ooliecidas. I*e a V's. Ss. s
H0M0PAT1HC0.
(Gratuito para os pobres.)
/un de Sonto Amaro, {Mundo-Soto) n. 6.
U Dr. Sabino Olegario l.udsero I'inlio d
consultas lodos os dias desde as 8 horas da
' i m
"-.
I pspeci
il secundo
lados
esis-
hojo aconscl
,'. i'ls praticos modernos. Estes meios
S i m no consultorio central.
lllm. Sr. presidente e mais membres da com
missao de hygiene desla provincia.Diz Paulo Luij
Gaianoux, oenlUia francez, qae precisa a bem de
Velas estearinas, pedras de mar-
more para mesas, papel de peso
inglcz, papel de embrulbo, oleo
de hnliara em botijas, chirotes
para carro, piano; de armario,
lona e brim de vell.i. cemento ro-
mano, armamento de todas as
qualidades, cabos de linlio e de
manilha, pi\e da Succia, cham-
pagne e vtnhos linos do Renho :
vendem-s" no arma/.em de C. J,
Vstlev (\ C, rua da Cadeia n. l
:
n


-Oirereec-se um rapaz brasileo pa- &&&<$&& ^^s%s
raca.se.ro de loja OU para algum ai- T^2!S5^.^^.ma^ie dantos*elom^nT-
ma/.cm
do Vi
quein pretender i
gariou. _! segundo andar.
GABI.\ETE POKTIGIEZ
HE IflUJR.
Por ordem do lllm. Sr. presidente do conscllio (|p-
liberativn convoca-se mesmo couselho para a reo-
nin ordinaria no dit 15 do correle, as ti huras da
tarde.M. !". de Souza Barbosa, 1." secretario do
eonscllio.
Jlauoei Emisdio de MeJeiros, cidadio porto-
i;uez, relira-se para fura d imperio.
PASSAPORTES.
Tiram-sp passaporles, despscham^e escravos e
currem-se folhas para este lim : procura-se na rus
do Qoeimado n. 5, leja do mindezas do Sr. Joa-
quim Monteiro da Cru/..
& :";:vr.ii-.
:ro pa-
rto precisos is a SO para ser realisado o i.
smenlo de cada sabseripfao.
lis enhoresquR residen fora da capital, e qne
quizerem entrar ncsla til sociedade, podero .un-
tar suas cartas de pedido a qualquer dos Ires socios
serenes, ou ao scio de industria.!'. l. Unprat,
que lem em scu poder o livro dassuliscnpc.e'.
Elles declarai'ito os sus nomes por cilcnso, do-
micilio e o nome do correspondente **aU capital,
cucarre^ad de eflectoar o pagamento !as enliadas
das prestaees, quando forem rociara Jilas.
lima copia impressa da escripRira da sociedade
sera' entresnea cada um do-, socios Da occasiao de
effectuar o pagamento por canio ilo capital subscriplo.
Pernambuco 3 de Janeiro de 1856.
F.
y'-
Ss*. Duyral.
;.:.,
'41 O f. Firmo medico, mudou
t^) a sua residencia para a rita Nova
(^ n. 25, primeiro andar, e conti-
M ma no ejercicio de sita nrolisso.

$
pjam servidos de-
ferir-lbo como reqoer.E. It. Me.
I'auln f.u'/z Gaignou.Tt
A roas-a denomina.:.! \, I siipplicanlc- Adaman-
tinae pr elle aprtsenlada eommissiio de hvgie-
ne publica, rimare de todas as a presentadas essa
mesmajOceasUo por oulros; sendo a confrontacao
feila na presenea de Indos, Sala das aoaafloe da com-
misso 30 de ulho de 1835.l)r. A. FoDseea.
69&<$^t9@s
aJTAFRAUCEZ. 8
Paulo Gaignoui,'dentista, estabelecido na 9
rua lar-a do Rosario n.36, segando andar, *}
collora don tes com o prcss.lodo ar, e chumba j
denles com a inas-a adamantina c outros me- -h
taes.
.-.!
8e!S3;
iM$sttst=gt#S$S>
a viso importan-
tissimo para os
Srs. jogadores
das loteras.
O cautelista Salustiano
de Aquino Ferreira
avisa aos Srs. eioidorea das loteras da provincia,
que Os preeos dos hilhelcs e ratelas Rcam li.nies
como aiw se demonstra, us quaes sau pagua sem o
descont de oilo por ceotu da iei as tres prirreiras
sorles grandes em quanto existir o plano actual de
a.OOO bilhetes, pelo qual sao exlrahid s ,-.s loterins
da provincia. Elle; esiao siposlos veoda as lo-
jas do costume. So he responsasel a pasar os oilo
por cento da lei sobre os Ires primeires premios
sraudes em seus bilhetes inleiros veu lides em ori-
Sinaes.
Hecebc por inteir'o 5:0009000
.iOOcWOO
1:6669666
l:(
1:0009000
b 629000
.V)0,NHK)
3508000
O cautelista
Salustiano de Aquino ferreira.
O Dr. Joaquim de Oliveira e Souza,
lecciona em sua casa, rua do
4, e por casas particulares, a '
e fallar a ngu ranceza.
Bilheles 5Ni0d lee
Meios 28800 u
lerdos 1*020 0
Quartos 1540 n
Quintos 15160 B
Uilavos "0 B
Pecimos 600 a
1 igesimos 300 B
ragao n.
cr, escrever
Esistero para alagar na, Passasem da UaRda-
lans, antes da ponte, 2 sitios co.n casas de sobrado,
as quaes leudo commumeaca interna, lambem po-
dero servir para uina s familia : a tratar na rua da
Cruz o. i."i.
Jos r\ de Olivclra contina dar lirs de nri-
meiras lettras, linsua nacional, rrancez, initlcz, 'por
cases partteolares, 'a discpulos do ambos o- sexos;
prometiendo indo o disvelto pelo adianlamenlo dos
inesmos: a tratar na ruado Coloveo 11. i2't.
Aftenyfio.
O aballoassignado, (endo d# fa/.er urna Tiagem a
Europa a tratar de sua saade, se ihe faz |precisoil-
quidar seos nesocios ; assim ro?a a todas as pessons
qae llie eslAn devendo de gneros comprados em se
eslabelcimento da rua da Cadeia do !t?cife a. 2.">
defronte do becco Largo, qne lite queiram pagar
seus dbitos al o fim do correte mez. Recite 10
de Janeiro de ISti.
Manoel Jos do Nasciraenlo Silva.
Apromplamse encommenda- pira enehimea.
tos de agoardente, espirito o azeile : os pretenden-
tes podoni dirigir-se a rua da Praia de Santa P.ita,
armazem n. I", que ahi acharan rom quem tralar e
se Iho faro ver as vantageos que lem.
Na rua do Collcsio, armaze.u n. 1 j da-se 20>
a quem inculcar urna ama de leite forra ou ca| tiva
qoetenha bom leite e boas qualidades.
Prccisa-se de boas amassadbres para padaria,
pagarse bons ordenados : os pretend ules dirijam-se
a la Imperial, defronte da fabrica do sabao n. )7;(.
REPERTORIO DO MEDICO
HOWEOPflTHfi.
EXTRAIDO )ii HOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em ordem alphabetica, com a descripelo
abreviada de todas as molestias, a indicaran phxsio-
locica e therapeulica de (orlos os medicamentos ho-
meopathiros, seo tempe de actlo e concordancia,
seguido do um diecionariq da sisnifieacao de lodos
os termos de medicina c cirurgia, e post ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DESELLO S0P.AES.
Os Srs. Rssignantes poden, mandar buscaros te u
exemplares, assim como qnem quizer comprar.
Massn adamantina,
lle'eerlwcnte reronbecida a exrellcucia dcla
preparar. para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre feli.'es sao ja de dominio do publico.
Sebasliao Jos de Oiiveira faz uso desla precio-a
massa. para o lim indica lo, e as pessoas que quize-
rem honra-lo dispoudo de seus servicos, poden, pro-
.travesea do Vigario n. 1, loja de bar-
cara-la na
beiro.
' l MI
t) contina a residir na rua Nova n. 19, primei- A
H ro andar. ",_
Alsma-se
a casa da rua do Monda) n. 12, conten lo eo.nmo-
dos para numerosa familia, um grande sitio com
Instantes arvores fructferas e um elegante jardim
bem plantado de lloros : na rua do Qoeimado, loja
Quem precisar de nm porlu^urz para feilor de
cneenho, o qoal despmpeuha o seu carao, dirija-se a
rua do Hospicio n. 15.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Mondes
rerreir Guintarae?, 01. co.n pessoa encarregada dos
nesocios do mesmo : em casa de Patn .Nash & Com-
panbia, rua do Trapiche Novo n. 10.
O SOCIALISMO
PF.LO GENERAL ABRETJ E LIMA.
Anida evislcm algnns etcmplares enqeadernsdos,
eacliam-sqa' venda na loja de livros doAenhores
K.rardo de rreKas ,\ C, esquina da rua do Collesio,
e em casa do aulor, paleodo Collesio,casa amarella,
no primeiro andar.
No obrado da rua do Pilar ... H>, precisa-se
alusar urna pessoa livro ou escrava, que saiba cozi-
nhar algnma eoosa, para ser empresa., ueste c
.1 oulros serv.c-us ordinarios de urna rasa de pequea
ramilla, n excepeo de ongommado, prefenndo-se
oeste ultima condiciio, cdo seso masculino : pagare
bem agradando.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O anieodepositoCOnlinS a ser na botica de Bar-
ll.olomeu PranciscnoiSou/.a, na rua largado llosa-
rio n. 3(i; garrafas grandes 5$5O0 e pequenasS^OOO
UPORTAME PAH\ 0 PUBLICO
Para cura de pl.lisica em lodos os scusdiflerenles
arsos. quer motivada por constiparnos, losse aslh-
ina. pleu.iz. escirros de sausue, lr de costados e
peilo, alpilacao no'corarn, coqueluche, broncbile
ddr nagarganta.e todas as molesliasdos oreaos pul.
i .licuares.
Preein-se de uma ama para eme interno
e externo de urna casa de poura familia :'na rua do
Cabusa ... (i.
Knga-se ao Sr. Manoel Jos do Sooza Sanios,
morador uo Kio de Janeiro, com,, tocio liquidalario
da lirma do Santos Ferreira & Companhia, linja de
entresar aos Srs. AUes i\ S.moes, negociantes na ; Pf'aaaeales dirijam-
mesn.a corle, aceillao de bito do escravo Ben-
lo. que diz Vmc. ler fallecido no da 28 de pilli do
aun prxima passado no bospitel de Sarita-Isabel.
o da sua conla crrele vc-se que u dito escravo fez
despezss alo t de gusto.
Jos da Fonseca e Silva.
Qualquer senbor de engenho qne precisar de
um habii distilador, o (nal tan.bem enlende d*e cal-
deireiro e Unoeirn ; ollicios estes que se (ornan,
m.iiio necessarios, mrmenla quando as dislilajoes
sao en. losares i-mi distantes desla praca, onde' de
promplo se n5o ;iodem acudir a alsuns desmanchos
que regnlarmente apparecem nestas oOleinsn : os
, n-se a povoarao do Ipojura, de-
fronte do Rosario, ou nesta praca i travessa do
Ui.eimado, taberna n. 3, que ioformar. Adevcrle-
se preferir os engenhos que fo.e.ii mais prximos
desla piara.
Prccisa-se de um criado
Villa d. 32, primeiro andar.
..a praca da lioa
Compra-se uina escrava com cria ou srm ella,
com tanto que estis em estado de mamenlar urna
crianca ; paga-se bem : na rua Nova n. 33, primei-
ro andar por cima do Bazar Prrnamhurano.
Compra-se uma grammatica franeeza de Bur-
aain, ultima edicto : no pateo do Collesio, loja de
livros n. 6.
Compra-se uma escrava de :l(> anuos de idade,
qoe nflo seja viciosa, que co/inhe c Uve de seblO :
na eaa das Crateen.22, segundo andar.
Compra-se um arrocho de lser farinha, em
bom uso : que... liver anuncie para er procurado,
ou dirija->u a fresupzia da Vanea, no -ilio da Crux,
do padre Jse Simos.
Compra-se mn predio t!e ou 3an-
dares, em qualquer Jos tres bairros lesta
cidade, comtantoqueno esteja deterio-
rado, e que o seu rendmento regule de
00.S a 50OJO00 rs. : na rua da Cadeia
do Recite, loja n. l.
Hr Compram-se um Horacio, Tilo Lirio, Cicero e
lelemaco, em bom uso : quem liver e quizer ven-
der, dirija-se a rua da Cruz ... (i. seaondo andar.
Compra-se urna casa terrea ou sob.ado de um
ou dous andares, em boas ras : a tratar confronte
ao Rosariode Sanio Antonio ... 39 A.
Compra-se uma esrrava sem vicios uem acha-
que, e que alba cn7.inliar e ci.gonimar : na rua do
Cabng, toja n. ti,
Compra-se urna escrava preta o parda anda
moca, bem parecida, sen moleslia c vicio algum. e
que se venda por sicoma (ircumstancia, que saiba
coser, engommar, lavar e cozinhar o diario, e sirva
para rasa e rua : quem a liver, dirija-se a qualquer
hora do dia i roadoQoeimado, loja ... 20, que acha-
ra com qoem tratar.
ija-sc a rua I deira, coiinl.eira e lavadeir, para fraida proein-
i ra ou para o mallo, e um piel de meia idade para
sitio u servir de rua : ... rua das Cruzes n. 22.
Superior Jacaranda.
Tem para vender Antonio Luis de Oiiveira A7C-
vedo, ni rua da Cruz r. I.
Vende-so um nesro de lo servico, e por ba-
rate proco : na rua da Sanala Vell.a u. 7", sesun-
do a.idar.
LIQUIDAC.VO*.
o arrematante da leja de miudezas da rua dos
Qiiarle.s ... li, quereudo acaba, as inii.de/as que
existen), vendo barato a fin de liquidar sem peda
de (e.npo.
'lOOO
39U00
29700
79000
39000
100
fiJOCX
19501
210
340
XKMI
IOO0
39000
39300
29800
198OO
600
70
29300
19600
franja com botlas para colimados, peca
Papel paulado, resma, (de peso)
Hito de peso, resma
l.'.a de cores para bordar, libra
Peulrs de bolalo para alisar, dozia
Hvelas douradas para calca, urna
Croza de brelas amito linas
l.eoros de seda linos, ricos pa Iroes
Caixa de linlias Meias para se..hora por
Podes de tartaruga para sesurar cabello
Crozas de canelas finas para peinas
Hitas de botoes finos para casaca
Meias prelas para senlio.a, dozia
Hitas ditas para liomem
Lacre encarnado muilo lino, libra
Papel de cores, maco de O qnadernos
I llu/ia de cohetes
E-prlhos de lodos os nmeros, dozia
Lianas de nosellos grandes pira bordar
Ricas filas escocezaa c de sarja, lanadas,
larga* Meias cruas sem costura para liomem :j:)00
Hilas de seda n. 2, peca :w.)
Trancas de seda branca, vara '(00
Caixas de raiz, dalia JTfiOO
Pecas de lilas de cus ;too
l.ap.s finos, uroza -iS;',01.
Cordao para vestido, libra i5200
Ioucas de tilo.idc para menino IC200
Chiquitas de merino bordados para menino I9D00
e oulros muilos arligos que se luroam-iccommc.ida-
ve.s por suas boas qualidade-, e que nao se diividara
.ir um pouquinho niaisiaralo a aquello senbor I.
dinnri. com
do que se compra em primeira ...ao.
si-ta, qoe queira a
irnprar mais barato
^CllOilv.
f olhinlia
PARA 1856.
Estaoa' venda as bem conltecidasfc-
llunhas impressas nesta typographia, as
de algibeira a 30 e as deporta a 160; as
de algibeira alem do kalendario eccle$i-:
astico e civil, conten um resumo dos im-
postos municipaes, provinciaes e geraet
t|ue all'ectam todas asclasses da socieda-
de, extracto dosregulamcntos parochiaes,
docemiterio, enterrse sello, tratamen-
to de va. as molestias, inclusive a do cl.o- W A ? A i f 5 A S Fi l i \1IFS
lera, contos, variedades e regias parala- aWnilW/10 U UII.>llajLl.
zermanteiga e queijosde dillerentes qua-
lidades, ditas ecclesiasticas ou depad.e,
correctas, e conforme as rubricas c uso
deste bispado, inclusive a resa de S. Tito,
efeilas pelo padre Machado, o mais an-
tigofolhinheirodestaprovincia, (sem pri-
vilegio visto como a constituicTto e leis do
Brasil o prohibem) a -OOrs. cada urna;
ditas de Almanak, a 500 rs.: vendera-se
nicamente na livraria n. cS. da praca
da Independencia.
Navalhasa contento.
Na ruada Cadeia do Bcrife n. 48, primeiro an-
dar, csrriptorio de Aususto C. de Abren, conti-
nuam-se a vender S^ooOj. par (preco li\o, asj.i
bem condecidas e afamrdasttpvalbs de barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na ex.iosicao
de Londres, as quaes alem de dwareui cxlraordia-
riamente, nao se senten. no rosto na acci'io d corlar ;
vciuleni-sc com a rondicao de, nao agradando, po-
derem oscompradorcsdcvolvc-lasal 1. diasdepois
pa compra resliluindo-seo imporle.
Relogios.
Vcndem-se relosios de ouro patente inslev : no
aaeriplorio do agente Oiiveira,roa da Cadeia do Ite-
cife u. (. p. imeiro andar.
TINTAS l)E#OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas dame-
Ihor qualidade que tem viudo a esta pra-
ca e por preco commotlo : na casa de
Adamson llowie&C.,rua do trapichen.
Vendem-se dous pianos fortes deja-
caranda construccao vertical e com to-
dos os inellioramentos mais modernos,
feudo vindo no ultimo navio deHambur-
fjo : na ruada Cadeia, armazem 11. S.
Ycndem-sc sellins com pertences pa-
tente ingle/., e da mell.or (ptalidade que
tem viudo a este mercado : 110 armazem
de Adamson Howie&C, rua do Trapi-
che 11. ii.
tST CORTES TURCOS-
Vemlem-se estes delicados corles de cassa prela
cun piulas carmezins e Iblrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padrics, c s se venden
as lujas dos Srs. Campos i\- Lima, rua do Crespo ;
Manuel Jos l.cile, rua do Qoeimado ; Narciso Ma-
la Carnciru, rua da Cadeia, por prcro muilu em
conla.
MOENOAS SUPERIORES.
Na fuudirao de C. Slarr & Companhia
em Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de caimas todasde ferro, de um
modello e construccao milito superiore.
Pastelaria fran-
cesa,
aterro da Boa-Vista n. 17.
Madama lilandin lem recebido pelo ultimo na-
vio rra.ieez chocolate Baunilha a I9KOO a libra, dito
Bagueres a tyJSO, dito Baiu Ture a iQm>, e un. Sur-
limenio decaixiiihasdeconfeji
Vende-se urna canoa de cargada 1,000 lijlos,
com bous incolarneolos, fundo todo novo, p'ois nao
lem 1111. mez, h bem se vd pela nir das madeiras,
muilu bem encavilbada e segara : os prelendentes
dir.jam-.e a rua Imperial para ver t Iraler com
\ iclorino Francisco dos Sanios, casa de frente azul,
env.diacada a moderna.
Cola superior da Dabia.
\ en le-se no escriplorto de Antonio Luiz de Oii-
veira Azevedo. rua da Cruz n. I.
Karinl.a de mandioca.
Vende-so farinha de mandioca : para ver, no Ira-
piche do l'eloiirinlio, e para tratar com Antonio
Luiz de Oiiveira Azevedo, rua da Cruz n. 1.
AVISO
As -diluir 1- de bom goslo cima em casa de J.
Falque, roa di. Collesio n. 1. o mais ricos chapeos
de sed, c de formas as mais decantes c mais m"dor-
nas que ha em l'e. namburo, tanto brancas como cr
de caima, azucs e cr de rosa, ditos de palha c seda
mnito bonitos, riquissimos loucadoe e enleiles para
Cab:ca, dedlversas cores, cem llores e lilas muilu fi-
nas c froco. do mais apurado Kosto, c-parlilbos de
ditrerentes qualidades e feilios de 58 a ti?, luvas de
pellica Jouvin brancas, cor de ca.ina e pelas, lano
para senl.uras com para homens. No mesmo esla
belcmenlo lia um Riande sortimento de extractse
perfumaras das n.a.s acreditadas fabricas de Pars,
como seja : l.obin. I'iver, Demasaoo e outros, almo-
fadi.ibas de selim de varias corea rom dillerenlos
cheiros, proprias para ter onde se guarde a roupe.
Todos os objertos cima declarados se vendem por
preco mais conanodo que en. entra qualquer parte.
Um lindo e variado sortimenlo de modelloe para
barandas e gradaras de gusto modernissimo : na
fundicao da Aurora, em Santo Amaro, c no depart-
i da mesma, na rua do llrum.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAV
4 te-4^|#fe
PILULAS IIOLLOWAV
Lsle ineslimavelespecilico, composto inleiranien-
lc de bervas mcdiciuaes,nao con lem mercurio, ncm
alsmna outra substancia deleclerea. Benigno a mail
tenra infancia, c a co.nplelcilo mais delicada, lis
igualmente promplo c sesuro para desarraigar o mae
na completlo mais robusta ; he inlciraiuente inuo-
(cule era suasoperares c elteilos ; puis busca c re-
moye as docncas de qualquer especie e grao, por
mais antigs e tenates que sejam.
BButremilbaresde pessoas curadas com estere-
medio, mullas que ja eslava... as portas da ...orle,
preservando en. seu uso, conseguirn] recobrar a
saude e forjas, depuis de haver tentado intilmente
lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao deve.n enliesar-se a desespe-
raran ; facera um competente eus.iio dos elllcaxea
leitos deria assombrpsa medicina, c prestes recu-
piraraoo beneficio da -ande.
-N.io se perca lempo em tomar esao remedio par
qualquer das seguinlesenfcrmidiides :
Iccideulesepilepllcos. Febieloda especie.
Alporcas. dula.
Ampolas. lle.norrhoidas.
Are.as ;mald'). Uydropisia.
Athma. Ictericia.
Ctlicas.
Gsnvnlsucs.
Dibilidade
011 c\lenua-
Dsbilidade ou falla de
forras para qualqvier
eousa.
Uesinleria.
|ii- de garganta.
< de barriga.
< nos ras.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ligado.
venreas.
Enaqueca.
Krvsipela.
Fcbres biliosas.
nlermillenlcs.
ndigos loes.
Iullamma<;iies.
Irregularidade damcus
li liara.
Lombripas de todaespe-
cfc.
Mal-de-pedra.
Manchas na culis.
Obstru can de ventre.
Plilisicaou consumpeflo
pulmonar.
Itelenro d'uu.ina.
Kheiimalisinu.
S> 11. plomas secundarios.
Temores.
Tico doloroso.
ulceras.
Veneren aal.'i
Venden, se estas pillas na estabelecimento o
de Londres, n.-244, Strand, e na loja de lodos os
boticarios, droguistas c ouiras pessoasencarregadas
desua venda em luda a America do Sul, llavanae
lltepanlia.
Vende-se as bncelinhas a 800 rs. Cada urna delta
rollen, urna instruccao em porlogllex para explicar
o .nulo do se usar deslas pillas.
O deposito geral lie em casa do Sr. Soum pbar-
miccul.co, i... rua da Cruz 11. -22, cm l'ernam-
buco.
TA1XAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora cm Santo
Amaro, e tambera no DEPOSITO na
11 i. do Brum lo{;o na entrada, o dei'ron
te do Arsenal de Maiinlia lia' sempre
ma grande sortimento de taiclias tanto
de fabrica nacional como cstrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
e\istem quindastes, para carregar ca-
noas, ou cairos livres de despeza. O
pteos jo os mais comi'iodos.
-lediis brancas.
Vendem-se lieos corles de vestido de seda branca
com babadese sem ellos, havendo surtimenlo fiara
CfColher : na leja .te i portas, na rua do Queimade
1. 10.
i\lil!to < farinha.
Vende-se milho medido cem saccas, e farinha de
mandioc de alquei.ea sacca, (diegado do norte oes-
tes dias, lodo pr barate preco : na roa do Sania
itiia. taberna n. .">.
\a rua do Crespo n. 12, loja de
Campos & Luna, vendem-se cobertores
de la a p -<|iteii(isc grandes.
Relosios
inglezes de pa-
tente,
os mellinrps r lie 11 y (libso 1, rua tia Cadeia *l Hurite n. 52,
Cliaiicos de
Ghili.
lia nm pequeo orlimento de^lo- chapeo, che-
::ailus ha poocot ilia, asnini como rliapeo^ prclos de
mola e <1e palha rih^rlns para h miein. as (|uali Ao boas > visla dov preces qoe SftO muito taoa\cis ;
em casa >lc J. Falque, ro. Farinha ta milho ; vendu-sc DO becco da LO-
goeta* ilepusilo de pAo n. G.
O 59 A
Confronte ao Rosario de
Santo Antonio,
avisa ao respila\el publico, que constantemente
tem um complelo sortimenlo de secutle : para
mais de 20 qualidades de bolinhos franceses, latas
de ditos de Lisboa, latas de holachinhas de Lisboa,
ditas de biscoilos inslezes, dilas de marmelada, di-
tas de selea, doces em calda e ero conserva de fruc-
las de Europa, amendoas de d.fferenles costos con-
fcitadas, confeitos diversos de Lislioa, ditos ditos de
llamburgn, ditos dito* franceses, pasiill.as de orlel-
laa-pimeula e ridos, licores francezes, exlraclo de
absinlho verdadeiro, saropes diversos finos e inferio-
res, vinhn Buideaux, dil de caj', caijinhas com
enfeiles a- mais dil.cadas que tem vindo a esla pra-
ca para eoiifeilos e para suardas aquillo com que as
bellas se adornan) ; ha mais os chocolates seguinles
viudos de encommenda : snperlii.u.dilo dito de bau-
nilha, dito de saude, dito homeopalhico, dilo em cha-
rutos, biscoilos da Ierra dures e aguados, falias, bis-
coilinho, aramia, soda, resala ; ludo se vende cm
porcau ea rel.dhu, por cunimudn preco,
Vende-se uma carioca com seus
competentes arreos para um cavallo,
tudo em limito bom estado e por barato
preco : na rua da Cru/. n. 20, primeiro
andar.
Fardo de llamlmrgo, (le superior qualidade,
em barricas: vende-so na ruada Madre de lieos,
annazeui de Vicente Ferreira da Costa.
Taixas para engenho*.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rua do Brum,pastan-
do o cbafariz continua haver urn
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de .") a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
|>reco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vcr.de-Kc
um erscl.ii da ordem de Chrislo, por preco muilo
commodo ; na rua do Uueimdo ... 2. Na me-uia
casa se dir quem se incumbe de ascriploracoei mer-
raulis.
Vendem-se saccas com familia de mandioca,
chegadaa ha poucos dias do norte, c de boa qualida-
de : quea. pretender, dirija-*? ao armazem defronte
da rampa da escadinha n. 3, de Joaqnim de Paula
Lopes, ou a rua daC.ru/. n. 3, escriptorio de Amo-
rim Irmos& Companhia
Sedas de (oi'es.
Vendem-se curtes de vestida de seda de core,
costos modernas, e por preco eemroodo : na loja de
ponas, na rua do Qoeimado n. 10.
Relogios de ouro
inglezes de pa-
tente, de sabo-
neteedevidro,
enejados pelo ultimo paquete, vendem-se por preco
razoavel ; em casa de Aususta C. de Abreu, na rua
da Cadeia do Kerife.i, 18, primeiro andar.
Tahoado de pinito da Suecia, nlcslro e pise.
lie. Calmonl \ Lompx.hia, lendo recebido um
carrcgameutn de-tes ^eneros pelo hrigue sueco D.
Thereza, de Gollierobourg, venderSo os mesmos a
rnialh por preeos barato*: otaboadn acba-se reco-
Ihidn no arinatem dci Srs. Carvalho i\ Irmao, roa
do llrum.
Lavas (Se peluca
de Jouvin pri'Ias para liomem, e brancas para senlio-
ra ; veniicni-sc na rua Uo Crespo, loja D. 19.
g bscoitos mum. i
?7 No pateo da Santa Gru, nadara u. (> de WB
Mk Joilo Lat Ferreira Itibeiru.alem d cvcel- |gi
72 lento pao, bolacha muilo fina, biscoilos, ?j'
i; falias,aramia, alliados e bolinhos de di- :i]
(. versas qualidades, receben pelo ultimo na- ^%
22 viochegadode Inglaterra um grande aor- w
|9| tmenlo dos mui apreciaveis biscoitiDhos (&\

m
EL de differenles qualidades em latas peque-
<***/ as. os quaes se lorna.u milito recomiiien-
^ (lavis pela sua superior qualidade e deli-
/a cadeia : vendem-se por preco muilo com-
($ modo.
Algodao monstro a !>()() rs. a vara.
Vende-se verdadeiro algodflo monslro. com I)
palmos de largura, pelo baratissimo preco de 900
rs. a vara : na rua do Crespo n. 5.
ROLA'O FRANCEZ.
He novamemte chegada esta aprecia-
vel pitada no ulli.no navio francez, (-esta'
a venda por barato preco: na na da
Cruz n. f-, primeiro andar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos, francezas, muito proprias para caca
ltimamente chegadasde Franca, e por
barato |)iero : na rua da Cruz n. 26, pri-
meiro andar.
Vendem-se frascos com rolbas de
vidro, propriot para conserval toda a
(ualidade de rape, e por baratissimo
pceo: na rita da Cruz n. 26, primejro
andar.
Vende-se muito superior cham-
pagne em caixas, o melbor que tem ap-
parecido no mercado c por commodo pre-
co, licor de Kirsch lambem em caixas e
muito em conta : na rua da Cruz n. 2(,
primeiro andar.
Moensenho .Moreno vendem-seboisparaacnu-
sue : os p.elendeiiles poden dirigir-se ao proprie-
lario do dilo ensenlio Antonio de Sonsa l.cao.
'fijlos de marmore.
Araba de chegar um novosurtimento de lijlos de
marmore, c vende-se no armazem i!e Tasso Irmios,
no becco do Ccrct-ee.
Carlas france-
zas.
Vcndem-se superiores carias francesas para vol*
larcte a 500 rs. u haralhu : na rua do Queimado,
laja de miudezas da lioa Fama u. 33.
Pratos ocos patentes
para conserrar a comida
quente: vendem-se na pra-
9t do Gorpo Santo, arma-
zem n. 48, de Rostron Ko-
oker ^C.
Cousas finase de
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques com ploma-, liuluta.e
espell.o a 2-. luvas de pellica de Jouvin o melln
que pode ha)er a IjrtOO o par, dilas de seda ama-
relias e brancas para liomem e senhora a I-.vi. di-
las de torcal prelas e com bordados de cures a 800
rs. e lftjOO, oilas de fio de Escocia brancase de to-
das as cores para l.o.nen. e senhora a .VIO rs., dilas
para meninos e meninas muito boa far.enda a 320,
lencirihos de retroz de todas as cores a lo, Inueas de
Ha para senhora a 010, ppntes de tartaruga par
alar rabel!, f^zenda muito superior a "c dilosde
alisar lambem de tartaruga a 3c dito* d verdadei-
ro bfalo para atar cabello imilandn muito ai de
tartaruga a |.->JS0, ditos de alisar de blalo, fazeu-
da muilu soperior a 3'JO e .">(H| rs., Ii.ida<- nudas de
seda piuladas para enancas de I a 3 anuos a l;K00
o par, dilas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para criai.cas de 1 a 10 annos a :t0 o par, s-
pelho- para parede com eicellenles vidros a 500,
VIH.. I? o l3>nu, loucdorescom ps a 1s..">00, lilas
de velludo de ludas as cores a 100 e 10 a vara, e-
rovas linas para denles a 100 rs., o finsimas a 500
rs., dilas linissimas com cabo de marfim a 1&, tran-
cas de seda de todas as core e larcuras 320, 400 e
">00 rs. a \ara, sapatinhns de 13a para enancas de
bonitos padres a 210 c 320, aderecos prelos para
lu cun brincos e alfinetes a 13, tucas prelas de
seda para enancas a 18, travesas dasquese usam
para sesurar cabello a If, pislolinhas de metal para
erinnrasa 201. rs., aalbeteirea para azeitn e vinaere
a 2C20f bandejas multo linas e de todos os tama-
nhos de I?, 2-?, 3; c i;, meias brancas linas para
senhora a 2(0 e 320 o par, dilas prelas muilo boas
a (00 rs., ricas caixas para rap com riquissimase
t-impas a :s 20-VX), meias de seda de cores par
humem a 610, cbarnleiras molla linas a 23. cuslOes
para bengalas a 40rs., pastas para guardar papis
.. HOO rs., oculos de armario deac praleados e dou-
rados.i fiitl, 13 e 1.1200, lunetas com aro debtalo
e larlarusa a .VK1 rs. e 1>. superiores c ricas bensa-
linlias a 3, e a .VIO rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequeos e grandes, raienda muiio supe-
rinr a 010, 80", |.-\ 1?2tKt, 19500 e 23. atacadores de
cornalina para ca-ac. a 320, penles ninito finos para
saisaa a 500, escovas finas para cabell a 640, dilas
para casaca a 640, capachos pintados para sala a
tilO, meias branca- e cruas para hnmem, fazenda
superior a 160, 200 e 240 o par. camisas de meia
muito finas a 1? e 13200, luvas brancas encorpadas
proprias para montarla a 240 o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas aboloa-
durasde madreperola edooulras militas qualidades
c sostos para colletes e palitos a 500 rs., fivelas dou-
radas f ara calcas c odeles a 120, ricas fitas lina
lavradssc de todas as larguras, bicos finissimos de
bonitos padres e todas as larcuras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, l-souri-
nha para costura o mais fino que se pode encontrar.
Almde ludo isto outras muitsimas cousas muito
prnp.ias para a testa, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os fresuezesj se-
bem : na rua do Queimado, nos qualro cantos, na
bem condecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Meias pretas pa-
ra padres.
\ ende.n-se superiores meias de laia para padrea,
pelo baratissimo preco de 13800 o par. ditasde al-
godao prelas a 640 o par : na rua do Queimado, loja
de miudezas da Boa Fama n. 33.
Moinhos de vento
ombombasderepuvopara resar borlase baixa,
decapim, narnndicaode 1). W. Bowman : naroa
d llrum us. G, 8e 10.
(]amisas de meia
de puralaa.
> endem-se superiores camisasde meia de 13a, e
lu barato prc;o do :i.-s: na ni do Queimado, |oj
le miudezas da Boa lama n. 33.
artes de cassa para quem quer dar fes-
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se curtes de cassa chita de bom goslo a
iios de padres francezes a 2*400, eaasaa rozas
Jcviar lulo, dilas prel.K de.'padres miudos a
o curto, alpaca dtseda de quadros de todas as co-
res a 720 n covado. lencos de bico tanto pialados
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra liomem a 13 e 13GO0 ; todas estas fazendas ven
dem-se na rua do Crespo n. (i.
LEONOK D'AMBOISE.
Vende-se oexcellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duquesa de Breta-
nha, 2 volumes por l.sOOO rs., na livraria
n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Vende-se cal em pedra ebegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potasva americana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto &
Companhia.
POTASSA CAL YIRGEM
No antigo e ja'bem conbecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recite, escriptorio
ii. 12, lia para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Kio de Janeiro
e calvirjjem de Lisboa em pedra, tudo a
preeos muito lavoraveis, com os quaes li-
carf.o os compradores satisfeito*.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velba por .s'000 res : nos armazens ns.
3, 5 e ~, e no atmzcmdefronte da porta da
alfandega, ou a tratar no escriptorio de
N'ovaes Companhia na ruado Trapiche
n. 5-i, primeiro andar.
A3$500
Vendep cal de I.i-boa ltimamente r'iecad.i. as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. II.
Vende-se ac em cimbeles de um quintal, por
pren> muito commodo : no armazem de Me. Cal-
montjj Companhia, pra^a do Corpo Saulo n. II.
VIM10 XEHEZ.
Vndese superior vinhn de Xeiez em harrisdo
11 i. cm casa de E. C Wvatl : rua doTraiehe
n. 18.
eos do
Ghili,
lano para senhora como para homens e meninos, de
qualidademais superior que ha ueste mercado, re-
c --i', mi-iitc chegadas pe ultimo vapor : vendemsc
n.i fabrica da rua Nova n. 1i.
Vende-se tima armacao de uma loja qne se
desmanchou, tendo um lio'm baloto, lileiros, c poi-
can de laboas, ludo englobado ou a retalho confor-
me a vontlde do comprador : na rua Nova n. S.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua da
Scnzala nova n. 42.
Nesle estabelecimento continua a lia-
ver um completo sortimento de jmoen-
das c metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e rondo, de lodos os lmannos, paia
dito.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se o verdadeiro cognac, lento em garrafa
ceno cm garrafr.es: .:.. rna da Cruz ... 10.
Tipas vasias.
Vendc-se porcjto de pipas vasias propria'-para en-
eber de agurdente, a preco de 173 cada nina : ir**
tralar no escriptorio de .Manoel Altea Guerra, ua
rua do Trapiche n. 14.
I.UVMMHOs.
Na rua da Crol u. 3. primeiro andar, conlinua
a haver sortimento de bas oblas de labvriullio a'
venda.
Vende-te un. cabriole! em slu,n uro ; a traa
ua rua do Collegio n. 21, primeira andar.
Vendem-se doas baocasde meio desala, urna
cama dearmaro, uma dita de veelo de nmrJo,
dous coosolos, lodo de amarello : na rua da Senzalc
Velba ii. 70, segundo andar.
iU LPJA OE IADA1A
Theard.
Acha-se um rico sortimento de vtrstidos
de seda bordados e dp blond para casa-
tnento, ricas mantas de blond bordadas,
(apellas para noivos, (lores, franjas,
trancas, litas, como nao ha iguaes, ricos
lindos cufeites de cabrea para tlieatro,
;> ande sortimento de chapeos de seda e
ie palha tanto para se..horas romo |)-
ra meninos, e meninas, bous velludos de
todas as cores para vestidos, muito lindos,
e muito em conta.
Denlos patentes pava tlieatro. di tos de
alcance, ditos de armacao, debulalo.de
ac, de tartaruga edeouro, tanto para
vistas caneadas, como para miopes,
.raucos ou azucs, oculos de 4 vidros. e
lunetos de todas as qualidades : cncor-
hain-se sempre na loja dos relojoeiros
OI.ap.ont&Bertrand, praca da Indepen-
dencia n. 18e20.
Relogios de mesa e de pnrede, ditos
de algibeira, tanto de ouip coico de pia-
la domada e (oleados, patente ou hori-
zontacs: acha-sesempre um grande sor-
timenlo, na loja, dos relojoeiros Cha-
pront oc Berti and, praca da Indepen-
dencia n. I8e20.
Em casa de Henrv Brunn & C., rua da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase bi-'ms da Kussia.
Instrumentos pora msica.
Espeiboscom moldura.
Globos para jardins
:deiras e sof's para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Vendem-se relogios de ouro patente,
meiochronomelro e de muito boa quali-
dade, o pie se allianca e por commodo
preco: na rua da Cruz n. 2 andar.
Chales de louqsiim.
Vendem-se chales de louquim bordada* a aaalif
e por preco (ommodo : na leja de l portes, na rua
do (.inclinado n. 10.
Atteneao.

Na confeitaria
acha-se sempre
completo so. ti ment de doces seceos ede
caldas, ede luirlas de todas asqualida-
dcs, tudo superior, para embarque pan-a
dentioou lora do imperio, por mais ba-
rato preco que em outra qualquer parle
se pode vender.
APPROVADO PELA 4l\T\
g DE HYGIENE PUBLICA DO
M Rio de Janeiro.
& rOH PRIVILEGIO DO G0-
VERNO di: sua HAGESTADE
Imperial.
da rua da Cruz n. 1*7.
a venda um grande e

i
Chap
NON PLUS ULTRA.
Jos Pala > Bruguera declara ao respei-
jr. lavcl publico que tem o praTfr de Ihe ofle-
tt recer as admiraveis virlodes que, em orna
l tunea experiencia lem dcmonslrado a a;o
*JP dos amanles, de soa nomposicao, e -,'in as
6A seguidles: cura ludas s enfermidades de
/A l'rlle, romo pannos, com I carrafa pon-
A punen mais ou meos) e as esp.nh, por
jrf muilo ulicas que sejam, enni duas o
4jjy Ires cairaTas, |iede-s a lima mais forte
', un mais carrejada), r applicando-a asis
'& queole que aseroa com um trapinho ae-
m Ihado. e amsrrando-o rom oin lene. Kria,
._. refresca, lira a palle farinhosa e sai-,
^7 da-lhe lustro e fax desapparecer a rr Iri-
fgft goe.ra em cinco dias de um modo mui no-
lavel cura a burtueja com muila facilida-
Ity) de. por ser muito fresca, e sem prrjudirar
m a saude. Inslantaneamente faz doappe-
*av recer o ardor do sangue qoandn se cuca a
MS pellc. eapplicado as faces um alstodSo
@innlluidn na dita agua, e imarrando-o eoaa
um lenco, amanhecem as cures nalnraes
s*. muilu asradave.*. sem prejudirar em nada
* a pellp, e pode-se ronliuuar quando as
(^ cores se perderem ( causara ele rtteiu
^ quando se li)e. temperamento sansjaiaee).
W Era lavato-io he um presrrvalivo opli-
rM nio contra S)pa>iD*. E spplicando moros
^ 3as faces utn alcndSo mutilado oa dita a-
\i\' cua au lempo da apparicilo das besigan,
f& serve para neulralisur uu purificar, limpar
'* o humor, e para prevenir a formacSo das
^; rnairas no rn'l.i; e fas desapparecer a ta-
lljii.m;icao preservando do ar e da las,
.u'- .lenle.- de heveas. lio rnesase IMdn
(T, cura impinsens dilliceis de curar. Para
~' looeadores loilelle', particular dat seaho-
W ra<. preco 39000 a carrafa.
*?1 N'e'ide-se nicamente ti rua da Ova,
e-criplorio de Antonia l.oii de (Nivera
Jj,1 Azevedo.
MODA.
Chali) do inejher gasto postieel, rheeado alt.n...-
inrulc de l'raneja, para vestido de aenhura e meoi-
nas, peln preco de lacada covado: nos qnatro re-
ios, rua do puchando, loja do sobrado amairll
n. -it*.
Vende-se eicclleule taboado de pinito, recen-
(emenle cl.ecado da America : na mi de Apollo
trapiche do Ferreira. a entenderse com o adm,
ni-lrador do mesmo.
Vende-se cal nova e muilo superior, chocada
ullii.iaincnte de Lisboa no hricue porlujuet hipe-
rienriu, e por commodo preco ; quem qoizer pude
diiicir-se an orniarcm o. :l. defronle da raaapa da
escadiaba, deJnaquim de Peala Lopes.
Vendem-se em casa de S. P. Johns
ton A C., na rua de Scnzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Reoslos patente inglcz.
Chicles de carro e de montara.
Caiidienose casticaes bronceados.
Lon asin Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
lia, iis degraxa n. 97.
Vinlio Clierrv cm barris.
Camas de ferro.
2
!
l
t
No no.le de S para 23 do mez passado faci
da campia d.t Casa Forte, da rusa nado. o muro Jos, rriouln. idade de Waaans., pun-
ir mais un menos, es.alnra Imx.-i. sreco do corro e
bem espicado, cor prela, falla de dente* na frenlr
dolado superior, talla um (tonco descansado, levou
camisa de madapoln, caira azul, foi eendeziadn
umhit riintado de veide do romprimenlo de '.
lalino'. |. .'cu mais ou menos, rom 'echadura aova",
lem o virio de cachimbar, rnstuina Irazer dalo, e
nellc a chave do baliu' ; foi enrnntrado na mesma
t.oilecima em procurado Hecife, e fucido para o serto de l'ajeu', por assim u ler fe.i..
por Ires vezes que tem tomado este destino, ea par..
bordo de alsum navio por >er embarradiro. lem olli-
ci.i de serrador: qoem o pecar leve o a rua ao (Quei-
mado, luja de miudezas n. Cl.
Francisco Jos Alves (.uimares.
e

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BUL: TVP.DE M. F. DB FARU.-18 5..