Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08812

Full Text
<
AilNO XXXII. N. II.
Por 5 111e7.es adiantados IfOOO.
Por 5 raezes vencidos M5O0.
SEGUNDA FURA .\ DE JA3EU0 \M \m.
Por anuo adiantado 15|000.
Porte franco para o subscriptor.
iv\i;auiu:;aiios da suBSt;niP:Ao' xo norte-
Parahiba, o Sr. Cervario V. da Nativdadc ; Natal, o Sr. Joa-
quim 1. Pereira Jnior : Aracity, o Sr. A. le Lemos Braga ;
Cear, uSr. J. Jos deOlveira ; Maranho, o Sr. Joaquini Mar-
ques Rodrigues ; Piauhv, o Sr. Domingos llerculano A. I'i-sua
Cearense; i'ar. o Sr. Jstiano J. Ramos; Amazuuis. o Sr. Jer-
nimo da Cusa.
PARTIDA los CORREIOS.
01 inda lodos ns dias.
Caroam Bnnio e fiaranhuus: nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista. Eso" e Quricury : a 13 e 28.
Goianna e l'arahiba : secundas e scitas-feiras.
Virtoria e Natal : as mintas-feiras.
AUDIENCIAS IMS TRiBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do conimercio : qu.rt.se sahbados.
Rcleco lercas-feiras e sabbados,
l-'a/eud.i : (piarlase sabbados as II) lloras.
Juo do runimcrcio : secundas as 10 horas e quintas ao nirio-dia.
Jtlizo de orjihaus : secundas e quintas a- 10 horas.
Primeira vara dorivel : segundas e sexras ao meto-da.
Segunda vara da rivel ; quartasc sabbudos ao inrio-dia.
EPnEUERIDES DO HEZ DE J.WEIRO.
7 La nova nsS horas,48 minlos. i!l segundos da nrde.
II Qu. rio crcente a I hora,34 mininos c x segundos da Urde.
22 Uiacheiaa 1 hora. 10 minutse 48 segundos da manila..
30 uarti. minguaiite as 8 horas, lli minutse 48 segundos da ni.
PREAHAlt l>h IIO JE.
Primer as 10 horas e 0 minutos d.nianlMa.
Segunda as 10 horas e 3o miuulosda lardo.
OJE, ao meiodia, parte o nosso
correio para Pao d'Allio e Nazareth.
CORKEIO DE GOIANNA.
Vara commoilidade de nossos leilores da eidade
de Coi inii.i. temos resolvido remcller-lhcs o Diarit
tres rete* por semana ; sendo s segundas e sextas
pelo correio publico, e ai quartas por um particular;
Jevendo o senbores atslgnanles mandar rer-her as
quintas-reiras de ladas as semanas na morada do
nosso agente o Sr. Euzobio l'inlieiro de Mendnira,
os que vilo pelo parlicolar, e na agencia publica nos
oulrpsnlaa: o menino Sr. PinheirakSSjta' compelen-
lemeule autorisado para receber as assigualiiras.
DAS DA SEMANA.
1! Segunda. P. Flix m.; S. Maerina v. : S. Malaquias profeta.
13 Teres. S. Amaro b. ; Ss. -A ho uc e Miquess prolctas.
ln Quarta. Ss. Brrardo, Acure, Othon, Pedro Adjucto mm.
17 Quiote. S. ajilan ;,|>. ; Ss. Kleusi|ipo, Mclrusipo o l..onilla. m.
ts Sesu. A eadeira de s. Pedroap. em Roma. S. prisea v. m.
19 Sabbado. S. Canuto re m.; Ss. Audirai e Abacuc irs. mm.
20 Domingo da Septuagsima. S. F1I11.10 p. m. S. N-basii,,.. m.
i:\<;
!l'l .AlMIS DA SI RMItlIH Ao bjsj si I..
AlagoiS. o Sr. Claudia* F.lcao Das ; Baha, o Sr. I. DuprH
Rio de Janeiro, oSr. Joao Frreira Martins.
KM PER.\.\MR|-0.
O pjtoprieUrio do DIARIO Manoel Figueiroa de Fana. i.a -o
livrari. Praca da ludepi udencia ns 6 e 8.
sidoAo inspector do arsenal de marinha, para 1 loria, a importancia da ." prestarlo a que elle lem
PARTS QPFICX&L
GOVSRNO DA PROVINCIA.
Expediente do da '.I de Janeiro.
CilicioAo Exin. commanilanle das arma
teirando-o de que mandaia pasar ao capillo Anto-
nio Francisco de Souza algatele, a grnlilir.ac.1o
mencionada no requerimento sobre que S. Exc.
informoo em otlicio de II de noveinbro ultimo n.
1198.
DiloAo mesmo, declarando liaver expedido as
convenientes ordens nao m para serem transporta-
dos para a corle no vapor que se espera do norte, o
i'ap;llo Jos Alaria de Aleiu-astro, lente Cantillo
Xavier de Mello c o soldado Leopoldino Jos de Cas-
tro, mas lambem para se passar guias -de soccorri-
maudar poetar junto ao caes em frenle do arsenal
de ga -i ra no ilia 12 do rorrenle, as 11 lloras .ta ma-
nilla, urna lancha alim lo condu/.ir para bordo da
transporte nacional f.egalrlade varios objectos enm
destino ao presidio de Fernando.Fizeram-sc as
necessaria* rnmuiuuic.ires.
DitoAo mesmo, mommendando que mande en-
tregar ao director do arsenal de guerra 10 dos afri-
canos livres existente* naquclla repartidlo, alim de
seren empregado. no servico da limpeza e asaeio do
1110-11 1 ar-enal.F.xpedirain-se as necessarias cuiu-
miiuicnciies.
Hilo \nme.mo, recommcnlinli qn- faca Irnns-
direilo.
hiloAo mesmo, enneedendo a lutorisaran i|ne
pedio, para mandar substituir por nutras, as estivas
queso aeham arruinadas na ponle/.inha do Caiara,
r 11:11 o que se poder despender a quanlia de UMvs
pouco mus ou menos.Commanieou-M Itiesoura-
ria provincial.
DitoAo jui/ de direilo de (jaranhons.Aeho-
roe de posse do sea oflicio de 2 do correte, acom-
[lanlia do das cartas do vigario de Papaeaca c do ea-
pollao do enllego do llim Comelho. Posto que osle
diga que de30 para 31 do passado parecia ir decli-
nando
eonlecer, mas sim o que pode acontecer e de enu-
merar diversas liypotbcscs.
lia Ires polilicas diversas que podem ser seguidas
pelas potencia occidenlaes, e cada urna lem em
scu aiioio bous argumentos : ha a poltica conser-
vadora, que lio a que, grecas a Dos, lem sido alo bo-
je seguida, que lemas nnssassympalhias, e da qual
es]ieramos o desenvolvimenlo e a ultima mo, lia a
poltica revolucionaria; e finalmente a poltica con-
quistadora.
A elas !r?s polilicas rorrespom'etn (res sorles de
a epidemia, mulo muilo, que anida grasse
portar para as Alagoas, na orcasianeiii que fon ni os j com intensuladp, e anda mais que licasse gravemen- guerras e eslraiesias diversas, de lal maneira que a
volumi-i do fardaineuto e armamento de-linados I le alac.idu o l)r. Ama/unas, cujas melboras espero _ii..______.7 J.il
queda provincia, varios medicamenlosque paraalli I que me noticie breremenle. A?.i ja deve ler ch" P conservadora nao pode lomar a g
or 1
a es-
tem de -or enviados pelo agente das respectivas leq- j gado o Dr. Trajano deSoUM Velliu, que parti com
das provmeieas.
DiloAo director das obras publicas, dizcn.lu que
1 a despiv..i .1 i.i/01-so com a obra da levada do pan-
tano deOliilda ilove -er 11.12a pela verbareparos
in-i *'*'" 1"c I"" c'i,i| ,cri'' lll ser feto o lapiimenlo dos
Arrumbados.
DitoAo comniauJaole do presidio de Fenan lo,
para fuer rece-sar para esla capital no transporte
Legalidad?, o- soldados sentenciados do corpode |io-
licla Anlouio Uexerra Leile, Jos do Son/a Aranjo,
mais m<> Ou into .ni sen oflicio de 2;l de de/oniliro, ja res-
pond, enviando diversas cargas com generes ali-
menticios, e a quanlia de S'JO-s em lnbeiro. I.ou-
va Vmr. .ios referidos vigario e capellilu rio colle-
gio o sen lium comporlamenlu uesla crise, e ani-
me-os a continuaren) em lio philantropico ser-
vico.
DiloAo jui/. municipal do lermn.de Caraiilnius,
eommunicando que por decreto de 21 ilo de/.embro
inenlo aos 2 ofliciaes cima mencioiiado.Exped-' "",ra **" ileslino. recommendo a Vmr. que a faga
Gervasio Pires ntreira.Comiiiiiiiicou-sc ao com- ullimo, segando coastoa de parlicipacjae da seere-
maiidanlo daquelle corpo.
UiloAo jui/. ile .11 re: m do Bonito.Parle hoje
para essa villa Joilo Francisco Pimenla, acnmpanhau-
do urna ambulancia para ser enlicgueao jui/. ds
direilo do Brejo, e ennvindo que ella cbe;iie sein de-
ram-se a ordens de que se Irat
DitoAo inspector da Ibesouraria de fazenda.
coiiimuiiii-audo-lbe afim de que fafa Constar as
eslagoes que llio sao subordinadas, que S. M. o Im-
perador bouve por bem conceder o sen imperial
beneplcito a nomeacao de Jos Joo de Amorim
para cnsul de Bueiips-Ayres ntsla provincia.
Iguaes eommunicaces forain feilas a* Dr. rhefe de
polica c ao capilAo do porto.
DitoAo Dr. chefe. de polica.Em resposta ao
oflicio que V. S. me dirigi ero 6 de dezembro ul-
limo sob numero sin, tenho a dizer que acabo de
expedir ordem ao inspector da Ibesouraria de fa-
zenda para na ausencia de.Misnel Arcanjo Teixeira
Ozorio pagar ao Dr. An'.onio dos Santos de Siqueira
Cavalcanti a quanlia de 1:000 que sedispendeu com
1.> dias de alusuel de urna casa em que rsliveram
aquarleladas 10praras de primeira linlia destacadas
na villa do Kuique, mas lambem ao da tbeonraria
provincial, para mandar salisfa/.er a de >t4-27 ris,
seudo 10?080 proveniente do semestre dos presos
pobres da cadeia da mesma villa nos raezes de ju-
Iho a outubro do anuo passado ; 7tSo importan-
cia da plvora comprada para mulliclo do destaca-
mento da guarda nacional que all se emprega em
diversas diligencias, e 118I67 ris correspondente
ao aluguel da casa que serve de cadeia naquelle ter-
mo desde o primeiro de jolbo a 10 de setembro do
citado anuo, mandando incluir no quadro da divida
pastiva os 3*33 ris reUtivos ao aluguel vencido
desde o da 10 ao animo de junho antecedente.
(Joanlo 10 pagameuto da quanlia do 13320 ris,
cuo recibo devolvo, a qual foi despendida com o
fornecimenlo de azeita e aguapara a referida cadeia,
deve elle ser salisfeilo pela respectiva cmara mu-
nicipal que se aeha para es>e lias eutonsado.
Ditoa.o msaoi, irHricairV-o de liaver trana-
mliudo as Ihciourariasgeral e aTOTinetpr- pasas, estando nos lermos legaei, as conlas que S.
S. remellen das despezak Teilas com o sustento e
curativo dos presospobres dj casa jle deleugo aa
mez dedezemhro ultimo e enm as diarias abonadas a
uir rerrul.i viudo do Brejo, e linalmenlo com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia daquelle termo
110 referido mez de dezembro.
DiloAn mesmo declarando haver exped ', or-
dem a Ibesouraria de fazenda para pagar a tfrati
de 733110, que se despenden com a dcsinfe' -io da
cadeia do Limoero.
Hilo lo direqlor geral dos indios,Precisndo-
se de t rabal liadores para a obra do perilano de 0-
linda, liaja-V. S.de fazer com que venliam com bre-
vidade Irabalhar a jornal os indios qu* poder man-
dar comseescompet-nles feitores ou.eneres.Igual
ao director dos indios .la al leia de Cimbres.
DiloAo director do arsenal de suerra, para
mandar apromplar e entregar ao chefe de polica
um cobo de madeira para ser enviado ao delegado
do termo da Escuda.Communicon-se ao supradilo
chefe.
DitoAo mesmo, inleirando-o de liaver o conse-
lho administrativo do patrimonio dos orphSos des-
pedido a africana livre que se arbava empregada no
Collegin dos Orphilos em Olnda, Jnvila l.uiza Ma-
ra da Conceiijilo, visto ler sido a mesma por seuten-
cado jnizo dos leitos da fazenda habilitada parase
reser e viver do seu honesto Irahallio, e recommen-
dando que mande fazer a complanle declararan
no termo que se lavrou Daquelle arsenal poroccasi-
ao da remessa a dila alricana para o mesmo Colle-
gio.Communicou-se ao presidente do referido con-
selho.
DitoAo mesmo, declarando que conven: liaver
loda a brevidade as providencias que diz S. S. ler
de dar para que a bomba de apagar incendios ex-
istente naquelle arsenal se Conserve com os seus per-
tenees em estado de prestar os serviros para que be
destinada.
DitoAo commatidante superior da guarda naci-
onal deNsziirelh, dizendo que lem resolvido que a
parada geral do segunde balalhlo de infamara da
mesma suarda nacreoal tenba logar na povn.11,1,1
da Vicencia, visto flear mais ao centre do di-inclo
do mencinalo bil.ith.1o, deque a da Allianca, l-
cando alterada nesla p>rle a portara de 13 le Ja-
neiro do anno prximo passado.
eguir. logo para aquella comarca, cerlo de
que o
laria do ministerio da jnslica de 21 do mesmo mez.
fez-se mercr a Francisco Jos Cordeiro dos Sanios,
da serventa vitalicia do oflicio de l. labrlliao a
anuexos daquelle lermu.Fizeram-se as oulras cum-
municacics.
DiloAo nspeclor da alfandesa, recommendan-
do que nos lermos eo arl.|22 do decreto n. FtS'i de
Iratecia que
a poltica revolucionara-
so he do mais oo de menos; entretanto que com .
poltica revolucionaria he a quesillo de, existir ou n.lo
exislir inleirameiilc a P,usia.
Nineucm se admirar de que allejroados como o
somos < polilica conservadora, e o provam tollosos
precedenles desta gazeta, rajamos votos para que dila
poltica conserve sempre u sen carcter, isin be, pa-
ra que a suerra do Oriente sempre seja parcial o li-
mial.i. Teriamos mesmo anhelado no rom que,
medindo o remedio pelo mal, e proporcionando o
que irrisra ao gaoba possivel, a Franca presarvasse
somenle a Turqua emConslanlinopla e no mar >'-
ero. Aprc-s uno no-, porui. de reconliecer que a
suerra ha lomado vulto, r lem eslendido pela ex-
ellas arrebentam nosul ; vos asprevules a oe-lr, tras,
ellas vem do Icsle. Fazel, |iois, planos de ca
lilla rom as iiis-urrcires populares !
en ha
nem esl l.lo pouco a guerra ea estrategia que con-| pediego da Crimea sein desviar-se do sen caiaclerpri- j,re a Franra e a Inslalcrra, iiip i:ps.:i guerra a Ir-
vm a poltica conquistadora. Prosigamos wm I milivo.e que as victorias do nosso admiravel exer- '!"!'!* M" P5a reivindicar sua anliaa narionalida-
a geerra 'obre a fronleira. Eis-abi > >eu pe.
mpa- riso, a menos que por urna combinarlo possivel lal-
issim romo vez. mas dlfllcU. a diplomacia obteidia acrerei.la-
.1 suerra de propasan.!* n.l he rapaz de dj,er,_ao. penlos -pie a suerra anlecip.damenle ajo le
assim 1 imbem nio be ella mais rapaz .de paz, o que, realisado.
no no-so pensar, he o malar deleito de urna guerra.
Como as s:irras rom efleito, assim ,, .Ji/em lo lo<
n.lo se fa.-am sengo para se cheear ,i paz. a primei-
r. qo.lid.de d.um. suerra, be podirseripreser !!l" JT^* ;;"n^-'o'". revolucionaria e ,
lerminada pelos que a Taiem. he estar sempre sol
a direer.l.i dos clitei dos Estados e <..< qualid ide
""'....." "-" -" '1 iropaganda. Soppoinos par
instante, o debidas as snpposir'.es tomamos a di-
signio a mais impossivcl, que bajo nina guerra en-
tem sabemos que muUos lia, que pretndelo que
nao temos raza* em dislinciirmos. romo o laxemos
cargueiro conductor da referida anihulanria vai pa- |2li de abril de IS">, mando Smc. despachar os ob-
go do respectivo frele al essa villa, e o sohrediio jeclo. e veslnarios perleneenles a companhia Ivrica
Pinto leva 4*i2" pira a despeza ile conduefao dalu j Kamonda, que lem de dar algumas recitas no hea-
at o Brejo. tro publico.
Dilo\u proiednr da saude.Constando que nos Dilo\ directora do lliealro de Santa Isabel.__
porlosao norte do Macei, a saber : Barra de Sanio! Ilajain Vmcs. de mandar cnlrezar por um mez o
Antouio ijrande, P;o de Camaragbe, Porto do Pe- "
dras, pono Calvo, Barra Grande e (lame
lliealro de Sania Isabel a companhia lyrica de que
he director Mr. Kamonda, para que medame a subven
{lo de 2:0lXi> du dentro dse sfempo qnalro recitas,
podeodu dar mais as que poder.Ollciou-se a llie-
onraria provincial para eolregar os dons coulos de
ris, de que se traa com as formalidades da le.
DiloA cmara municipal do l.imoeiro.Ap-
provan.10 as medidas por Vmcs. lomadase que
conslam do seu oflicio de II de,deiembro|ullinio,sob
n. .1, tenho em resposta a dizer-lhes que espero que
essa cmara se desvelle pelo bem de seus muni-
bliea, para dclesado do dislriclo Iliterario da fregue-
zia do Rio Formoso ao bacharel Benlo Jos de Sou-
za, e para .igual carso na fresuezia de Caruanf
ao hacharel Joao Evangelista Uarlinr.-Commu-
nicou-se ao supradilo director.
___a da Barra
Grande nao lem npparecido caso algum da epid-mia
reinante, expeca Vine, suas ordeus, para que as tur-
cacas (fall procedentes e que Irnuxtciii caria lim-
pa, lenham livre pratiea, nfim de que nao soll'ra o
eommercio.se licaiem ellos deudas em Santo Aleixo.
Dito Ao secrelario da drercAo da Companhia
Parnambucana, inteirando-o de haver uilo ssi appro-
vado provisoriamente as tabellas das passagens e
freles a bordo dus navios daquella companhia, mas
lambem expedido ordem a inspector da, Ibesou-
raria provincial para que seja contado do da 30 de
novembro ulluno em dame, o vencimenloldas sub-
vantSe. concedidas ;i mesma rompanhia.-^I'cz-se a
respeiloo necessario espe lenle.
UiloAo agente da companhia das liareis de va-
por, declarando que a passagem concedida ao capi-
19o Trisliln Po dos Sanios deve ser para acorte.
Parlicipou se ao mareclial rommandanle dlis armas.
DitoA' directora do Iheatro de Sania iLibel, re-
eommendando que fara Irabalhar o mesmo Iheatro
por-adminislraran al segunda ordem.
Portara Kemnveiido da eadeira de nislrucro
elementar da eidade de Goanna para a da] fresuezia
da Boa-Visla desla eidade, o professor publico Ge-
miuiano Joaqum de Miranda, e da eadeira de Taca-
rat para a de Bebenbe, o professor publico Miguel
Arciianjo Pimeulel.Fizeram-se as necesshrias cum-
UUlllKCOs,
10
OflicioAo Exm. ma.clial commandank? da
armas, recommendaudo que mando apreseirar ao
cnmiii.indanle da esiac'o nav!. para de CTnltrmi-
dade com as ordens iinperiaes avergair-se, se he
deserlor do- corpo.de imperiaes marnhfiros o nl- I de lorbarem o commando d nina ou de
dado do i. balalh.Ao de artimaa a p Antonio Ma ij pauliias, como for de misler.
ra da Costa, qu* lendo sido preso para remita
armada em ouiuhr nllimo, fui poslo a '.sposi
de S. Esje., como deserlor do mesn.orpalalhilo.-
Communicou-se ao cornmandanle da mencionad
eslacSo.
tJ''-Vo mesmo, Iraosmtlindo por copia o avi-
> dar baixal
alguma minodenci. assas Ires polilicas ; vea-
mos sdas probabilidades, e assisnalemos sen* ef-
felos.
Diliei na he delistir-sea polilra conservadora-
ella esla suflieienlementa explica la pelo proceder das
potencias occ
rao da RQssia
esles os dons grandes perigos da Europa, c jamis1 lacas do sul da Un
tomos podido rompreliender a polilra desses qoeIon o"oolrt manein
cilo leem honrado r anrhidodegloriaa polilici con-
servadora, -em .1 perturbar nem alterar. Alsunsme-
ticulosos lai\ez s- pergunltm como esta polilici po-
der conservar o seu carcter se a suerra continua e
se eslende? Porqnanlo aonde se oslendera ella V
entaes. Sen lm he reprimir a ambi- l'ornar-se-ha continental, .!e martima que lem si io
a cooler a rcvolucilo ; porquaiito s:lo |*l agora ? Chogarn ella s pr.'viuras onlr'ora po"
a, sem tornar-se pul.ira do uu\a
' icio and.l revolucionaria, rum-
crem que um desle parigOS pode auniillar o oulro.' \"e di/enno-lo, pois que a Polonia e a re ni lucio
Ouanlos n,io vimos, que pemavam ser a Rimsia o I B***u laWramenle a mesma musa ; na- eml'un
nico contrapeso possivel a revnluco O.iaiilos "'"I l'temos nos ili-simular que, 11 ver i'o muitos,
lambem, que se persuadiain que a Rsala nao poda a polilic. conservadoni, lornando-se polaca, parece-
ser batida c vencida sengo pela revolncao Aqnelles
leriam sacrificado a patria .1 ordem social : ele. sa-
crificavam a ordem social ao medo que leem da
Riissia. Chimaros Cossacos para repellir os jacobi-
nos, ou estes para repellir osCosMces he Dscolher o
genero de suicidio ; mas nao prover sua salvaran.
A palluca conservadora lem a prelcnco de ler urna
Europa que nao seja cossaca nem republicana, e al
o prsenle lem >ido liem suteedida.
Mullos criam que a guerra nao poda deixar de
desperlar o espirito revolucionario. A Franca fez a
r ter da Jo um passo para a revolarse. Ella eslari
sobra declino em lagar de estar sobre a chapada.
Sao refleiOes desle seero que f izem com que min-
ios desejem a paz, e della espalhem o boato. *.
Franca bem bmse de lamentar suas victorias, d'el-
lss se orgulha. Mas persuiilar-se-ha onde ir a
suerra, se continuar ".' Qoe carcter lomara ella i
Olanlo a mis, estamos persuadidos de que a guerra
pode continuar sim mudar ile carcter, porque ludo
dependo da vonlade das potencias occidenlaes, e que
ellas jamis s?ro revolucionarias a seu 111.-10 grade ;
guerra e nilo leve a revoluclo ; he um grande Iri- | etlll">"*l'ersuad;dosde que a suerra po le fazer ainda
amplio, he urna hnlhniilejustilcarao do pensamento | llu,1|o'ej'm anno no Bltico o que fez, ha um auno,
que
confessamos
a conlianca
C'Poaria-Nomeando de ronformid.de com aziro- ""* CT,|i""'lor 1'"- "' com'o depoi's de 1S30, j 'm"**~T? \'""
posl do direclor geral inlerino da nlrucro pu- i""es oomo ^l""' dc 's*. ""> que o nico meio, | q" ,emM ,0 lle de, r (uc :: i
iHlenlavainns a *i: rausa ; o que f.i-
rinmos dn Irlanda n.i dia em que qaizesiemos fa-
zer apai Abandoiiariamo-la como una ailiada
iucommoda? Seria lo punco heroico. Refasari-
moi f.i/ei a paz in quinina Irlanda nBo rcarhas-
se seus anligos res : Teamos de esperar largo
lempo. A;.....en: irnos, na verd.nle, urna liypotliese
mpossivel ; mas tolas as guerras de propaganda
ah dan mais on menos. Ellas toi!.;s tem alijados
neommodos que forca he al.....donar com deshonra,
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas de
Pernambaco na eidade do Recite em 12 de
Janeiro de 1856.
OKDEM DO DIA N. 181!.
Nao tendn actualmente o balalhao dcimo de in-
fanlaria os precisos offlciaes para eommandar rom-
pinliias, mareclial .le campo eommandanta das ar-
mas quercul.i obviarsemellienl. inconveniente, re-
lolveu que os Srs. alteres l.uiz Antonia Porral J-
nior e Jo3o Paulo Marlins Naiiingcr, esle do nono c
aquel e do segundo da mesma arma, passem a or-
vir como addidos no referido Inialh.io dcimo, alim
mais com-
Josi- Joaqum Corlho.
OS FILI10S DA FORTUNA. (*)
Por Paulo Feval.
CAPITULO XIII.
Mana 'Americana.
Slepheu Williams eslava maravilhado.
Sobre que vamos conversar?... pcrgunlon elle
repousando a vista falgada de admiacilo sobre o
semblante alegre de Massonneau.
Mmhi mulher... comecju esle.
Mas Pao Secco, que approximra-se sablilmenle,
exclamou :
Ah! ah! lem ideas Irisles, senhor Slenhen
Williams.'
Mu Irisles, responden o Amarcano.
A Mana Americana talve/.f disse Du Taillis.
Slepheu Williams vollou se para elle, e pergunlo
franziudo as sobrancelhas :
Vmc. ja onvio fallar a esse respeilo?
A familia Ricardo fizera um movimenlo para ap-
proximar-se ; mas parou de repente diaote desse
franzir de sobrancelhas, bem como o Olympo de
Virgilio quando Jpiter levanta o dedo. Dn Taillis
leve ama losse forte c profunda.
Oh sim, lornou Slephen Williams, coja co-
lera nascen le converleu se era tristeza, e que pas-
sou as costas da mio pela fronte, he a Mana Ame-
ricana.
Ilouve um murmurio, e o circulo comerou a for-
mar-e em torno do eslrangeiro ; a curios'idade ge-
ral eslava em seu auge.
Linda maiznha, perguulou Zelia, o que lie a
Mana Americana '.'
Todos quizeram fazer a mesma pergunla ao pro-
prio eslranseiro ; mas hesilavam. Foi anda Mas-
sonneau quem mostreo mais valor.
Apre.' exclamou elle, o senhor lem essa ma-
na '.'... Minlia niulhcr nunca fallou-me a lal res-
peilo... Muilo me agradara saber o que he.
Beos o livre de sab-lo jamis por experien-
cia disse Slepheu Williams com sr sombro,
Toiloi os ouvidos applicaram-se, e al os Ricardos
mais importantes, mesmo Des Jardins e de l.a Lo
zerne, escularam com o reslo da tribu.
Vmcs. desejam saber, continuou o estrangero,
qual be a molestia extraordinaria designada por os-
las pa lav ras : Mana Americana... He siinplesmenle
o spleen IraDsallanlico.o qual difiere lano do spleen
inglez^uanto o Ocano sem limites differe da Man-
cha e.lreila... He a grande febre da destroilo, ac-
rrescenlou elle laucando um olhar feroz sobre o cr-
culo qoe j estremeca... He a preoecupacao da
morle... be a paixAo do suicidio!
: Os Ricardos encararam-se enlre si. as Ricardas
liveram o eslremecimenlo que nao he fallo de deli-
cias, e que compra-se mui caro no lliealro.
Observado atlenlamenle esse estraugeiro de fron-
, paluda, de barbas longas, linha com effeilo certo
. fatal thealralinenle fallando.
so de 30 de novembro ullimo, m.ndaud
doservieo. por ler provado isenc4n legal, ao soldado
da companhia fxa de cavallaria Manoel Elov
Mendes.
DiloAo inspector da thesnnraria |le fazenda,
declarando haver o bacharel Bcnto Jnsi ele Suuza
participado qoe no dia 7 do corrculcj entrara no
eercirio do cargo de promotor publiro da comarca
do ca(oes.
DitoAo mesmo, para que avista di conta que
remelle, mande S. S. pagar a l'ranc seo Josjda
Silveira a quanlia de 10.51(10. que despe ideu o pre-
sdeme da commissao bvsiene publica com o
aluguel de um carro para servico da salulnid.ide pu-
blica.
DiloAo m-smo, dizendo que compra' sob a res-
ponsabilid.de da presidencia a ordem que Ibe f-u
expedida em3l de outubro ultimo, mandando en-
Iregar an commandanto do <. balalhao de infanta-
ra da oanla nacional desle municipio a quanlia
qu for pralica dar-se pra compra de orna I.andel-
U\ 1 AJlMtiiA
ra Imperial de seda (1 que lem noces.
1'oriihi balallian.Parlicipou-se ao resp
mandanle superior.
d polica, inleirani!o-,i de haver
dt.de o re-
clivo com-
Vide Diario n. 10.
DiloAo chefe
Iransmilti : :; ll;eoura,ria provincial par sr paga,
estando ii is lermos legaes, a ronta que S. S. re-
melle dos objeclos compra los pera o expediente e
aaseio da casa dedetenco.
DiloAn direclor das obras publicas. Declarando
que a lliesonrarii provincial lem ordem para pasar,
a vi-ia do competente erilflc.do, ao arremalaule
lo empedramenlo do 18. Unco da eslraia da Vic-
Ees-a iiulisposrao adquire-se'.'... perguotou
Hasaonneau.
Du Taillis c Dn Cueret ergueram os hombros ;
sen conheeimento cum o estrangero datava ja d
multas horas, e sao Ibes dava direilns.
Todo me desagrada, tomn Slephen Williams
mudando de lom e lomando o acento desemharacado
que he Mo lerrivel na bocea dos desesperados, "n.lo
aclio gnslo cin nada : eis a miuha molestia..... Nio
amo nem odio, o trabalho falsa-me, o pr.i/er ener-
va-me... Tenho expcrmenlado I aa lo ; o rbampagne
parece-me amargo, o- lameos enfadonhos, ,-is mu-
Iheres inspidas....
All inlerrompeu Massonneau, se Vmc. co-
nhecesse a minba...
Asoberba Augusta impoz-lhe silencio ; mas foi
sorrindo.
Eu me loria sublmhido desle muilo lempo,
senbores, conlinuou Slephen Williams, a esle mar-
lyrio inloleravel... pois, emlim. basla dar um liro
no crneo... se nilo fra um obstculo que lem-me
impedido.
Pilo Secco que passra dez minutos sem fallar, ex-
clamou :
Vejamos o obstculo!...
Slephen Williams fieou alguns segundos em silen-
cio, e depois respondeu lentamente :
Sou rico e nao tenho heuleiro.
Os Ricardos peosaram ler envido mal.
Posilivamente! disse Mr. Des Jardins, lie cou-
sa admiravel!
Du Taillis, Du (iuerel e o arlisla diziam aos seus
vizinhns:
Desde esla manlia linhamos adevinhado que
elle nSo eslava em seu juizo.
Slephen Williams endireilou-sc repenlinamenle e
tornou com urna inflexao de voz extraordinaria :
Vmcs. estranbam isio! Ser-.llies-hia mais df-
flcil acabar com a vida lendo junio de si urna pessoa
amada... urna mulher, um lilho, umairmaa... ein-
fim, lodo o que nilo tenho!... Mas nao temos essas
opinies... Se eu achasse um herdeiro hoje, ficaria
livre nmauluia.
Seos olhos prrcorriam o crculo dos Ricardos com
urna especie de agilurao febril. Procurar um her-
deiro?
Esla idea ao principio inverosmil ganhoo pouco
a pouco o espirito dos Ricardos, os quaes comeca-
ram a trocar mutuamente olhares sorraleiroi e in-
quietos.
Alisolulamcnle romo no dia em que esses mesmos
Ricardos linliani-se encnnlrado dianleda heranra do
velbo livreiro.
Ha cousas que sao exlravagaules, e que eslahele-
rem-se mol naluralmenle enlre as realidades da vi-
da. Em qualquer idade um Ricardo, alias espirito
forle, be capaz de erer nos milagres e no impossivel
quando Irala-se de heranra.
Esse bomcm procurava um herdeiro, o era elle
mesmo que o dizia. Tialiil sua i/uemqut voluntan,
disse Virgilio ; porque mSo nao baveria America-
nos qoe percorram o mundo procurando um her-
deiro '.'
No lim de Ires minulos os Ricardos mais pruden-
te- declararaiii a si mesmos que era urna cousa mu
simples. Enm he|lo orri.o i||uminou subilamenle
lodos os^emblaoles ; as ranlheres arvoraram a gran-
de amabilidade dos dias extraordinarios, os tiomens
armaram-sc de Batea vanlagens: ia liaver urna lula
seria. ,
que a Franca linha para retomar seu lugar na Eu- "' e ,ncsln" "O" parle da Europa belliscranle,
ropa, era fazer urna guerra que nio fosse revola- p'"le lcr re,Pei' du 'loro da suerra c de sua di-
cionaria. Essa guerra Inda poltica, c que deva "t*" P"lica e geographica.
mostrar que a Franca nao perlence mais i revola- Delinindoas repugnancias da poltica conservado-
rao, nao dependa si da Franca para ser fcila, era i r-' P"r ludo quinto loca n rcvolucio de perla ou de
necessario que a Europa se preslasse, slo be, que longe, temos definido por contraste as propensies e
a l-ranca achas-c alijados nao sii para manler a paz. i inteiu/ies da poltica revolucionaria; e ninguem
mas lambem para fazer a suerra. alliados qoe esli-1 "'i* querermos aqoi fazer da polilic.i revoluriiinaria
vessein dsposlosa proseguir com ella nao s Uml'ISums phanlasmagoria destinada'a imedroolar as
lim negativo, mas lambem um lim positivo, como muiheres, o ns velhos. Esta poltica nao he anjea-
ba o da guerra actual. Ora para adiar laes alijan- oanle "ma poltica de corla-cabecas oa de Incendi-
{as, misler era que i Europa livesse a Franca por" I ''nios. assim romo a polilica conservadora nao be u-
susddo que sobre ella poder mais nio linha o espi-1 nicamcnlc orna poliCca de treme lores e ecostas,
rito revolucionario. A Europa lem boje esla convic- | Sabemos de muilas almas generosas c de muitus es-
Sao, e razio lem de a ter, porqu.inlo a Franca ha pililos uubres, que lem una propensgo nvolnnla-
empregadoa libenlade que Ihcdciira a repblica ra para a poltica revolucionaria. Ella lem seu la.
de ISIS em combaler a revolucSo, c destrn*a re- Jo bello: de urna parle, libertar no exterior as na-
publica. E*la nbjuracao volunliria do espirito re- f,es opprimidas, e restituir aos povos paderontes
TOloeionaria convencen a Europa, e desde esse mo-
mento as guerras polilicas loruarain-se possivcil
para a Franca, desde esse momenlo a polilica con-
servadora pode tornw-sa goerreira.
O lira da guerra empreen li la pela polilica con-
servadora sendo reprimil a Rossin stm desenca leiar
a revolociln, os meios e adireccao liveram de corres-1
ponder ao im. Nao foi, pois, una guerra'llimita.la
e continental. Toda guerra coniineiil.il lorna-se com
efl'eilo fcilmente urna suerra Ilimitada. Foi urna
guerra limitada c maritir.a ; limitada ao mar Negro
e ao mar llallico, islo lie, ;is provincias martimas
PARS
28 de novembro. '
Ha quasi dras anuos que dura a guerra do Ori-
enta, Neme lapso de lempo grandes aconlecimen-
los se bao dado : a Franca obleve grandes successos,
e seu exerclo cplheu una gloria e. para melhor ain -
da dizer, ama eslima universal. Tanto valor e lana
paciencia, lanos obstculos c lana constancia arran- ',a R"ssa, moa guerra que, vendo o perigo em l1'1" (|ue dc<,ru'r a<><" 'fes estados para resta-
ra, independencia; d'uulra parle, rr-l.ib- lecer no
nlerior o bem, e corrigir o mal: Qoe cousa mais
bella? (ueeoasa mais nolire'.' teo pouco raso Ca-
riamos, quanlo a mis, dos que sejaetoSMm de nunca
lerem sido tentados pela polilica revolucionaria.
Misler lie ser della lenladu para honra da alma hu-
mana, c misler he resislir-Ihe para salvarlo da liu-
manidade.
A polilica revolucionaria n.lo ocealla seu lim na
goerrr do Oriente: ella qoer mudar a caria da Eu-
ropa em proveito das nacionalidades que esla i sof-
frendo, e para (lia nenhoma paz sen possivel, se-
podc, dizem elle, as
Ires polilicas, seg.....ia 0toma* OMoeeiamos, do-
minan lo (o las tres e subordinando-a. a urna politi-
-uperiu.-, q- be a poltica fr.nceza. Reronlw-
cemosde boa vanlade quejosar m pode tres carias
ni .i- sai -'f-so menle e nao Inda, a um i vez. lia
, urna escala neceases ia decradaro ; mas o que as-
im chaman os andaxes, chamamos n.e. irimamasna-
I lo. A Irin-ic.io da umi polilic. a oulra li. una .,-
I ventora, o mil tememos as aventuras. A pdil.ia
' inservadora, esta que as potencias oeridentaes sr-
em com mulla rmrza c perseveranca, beaoni-
j que qoer, he ., nade, sempre saamtea de fazer a par.
Seall.ar-ss por algens m,>. ., po,if, rld.
Clonan, oo ., ,o:,,,i4|adora, ella ,lera por .-.leaos
| insl.nles lambem, parecer mais forte e mais impor-
- sustonlar rom delrlmenlo. A guerra do Orien- ^t-TlS m *"* !^?"f""' ; "" "*"
le. i.,.,,-,,.a faaemo.. aleo nr,.-- ,, hesempr. ra- J" v "",""',,er"""^- "* ->
io.it;,,,.., ... '-ejaiiKis que os ensran leeimento da hranri
bel|,,.r.,:,t,. -...iizcrem de aecordo, o ,l,a em .,, sejam sempre re-ilnados pela poli.
man larem a seos exerrilos ordem para orna suspeo- '
silo d'arm.is, ,;.,.,. dia eslarao ccrlos 'le seren olie-
dc idos, o a paz ser leila. Madki ao contraro e
carcter da gnerra ; convertei-a em ama guerra d v ~~
propaganda ; no dia em que os principes se accor- de ,,i,vcmb"o '"'"'""*' "" ** '
darem nada sen feilo, porque haveri aqu c all' ',, "
Uonlem leve lugar a sessao solemne da abertu-
ra dos cunaras. Eis o di-curso pronunciado pelo re
iie-t solemnidad* :
.( Senbores depulado*, senhnres -eaadore-.
l'e rom una verdadera salsfarao que de nr
vos vejo em lomo de mim.
. Canlieceiso facto altenlalorio dadisnidade real.
Pe i repara-lo, julguei necessario modificaren! par-
le o mnisicro, prevalerendo-me das prerogaliva.
que me atorga a Coaetileieio o qoe jonlo a oulra,
riirum-'lanr.:., delerminnu a mudanra lot.il do sa-
binete. A conduela prudente da naro ne.|a eon-
junr.ura, *ua riitifianra em mim, a mnies.-..;J-i de
sea amor e de licacao i mmlia pessoa e ., de minba
muilo amada esposa, hem romo a> provas que lem
inviolabilidadc da co.
um dos mais preriiKirs
con-
.ici conservador..
'Saint- Marc CsVaanjam,
Journal insurgentes, que nao .eran de opinlo de deixarem
as arma*. Esperareis pelo conseiilimeolo delles
A paz enlao n.lo he faclivel. Ma vos importareis
rom eme eonsenlimenlo 1 Popolaroes haveri qoe
xos arsuir.lo de Ibes haverdes feilo un assrav.n! i
rentamos definir a polilic,! conservadora e ;, poli-
lica revolucionaria : resta non lerreira qu? preten-
de participar das doas, he a polilica conqnist. lo-
ra. Cremos qoe esla polilica, em vez de reunir a.
u:is, rene os seus iu-
egoisla do que parece
se-Io a polilica conservadora, e lambem mus per-
turbadora do que a polilica revolad nina.
nao deconhecemoj (ndavia o
conquistadora he seductora por
vanlagens daqoellas entras
conveoientes: el 1.-. he mal
nqoaiilo a poliUca dado do interesse que liga .,
a as masillar.,-.,-*. El-roa, considerando-, como nm
n.es.ella agrada por antigs rpcnrda{A*s iiseonaes; |lenlameato. "
iVxisteiiria mu ;
lem nm inlcrcsse europea, e noilhoin inleree fran- [ achav
re. Donde tirara ella iiidemi:iac"io por lanos e.-
l'orros, e sua recompensa por tantos feitos heroicos';
Conlenlar-se-ha smenle com sua gloriad l'ma
guerra de sano ou de dezoilo mees poda mui bem
nao comporlar indemnida les ; urna guerra de Iros
ciram Europa ama aaaairarAo, que da grande for-
ra i Franja. Daqui naluralmenle a seguinle ques-
illo : O que far a Franca da forca e do poder que
os aconleciiiientoi.llie lulo dado? Aproveitar-se-ha
ella para a paz ou para a guerra ? Todos leem o
instinclo de que, em vista desses acontecimentos e
do estado dos nimos na Europa, he impossivel qne
o polilica nilo lome una marcha nova e significati-
va. E qual sera esla marcha V Eis o que preoecupa
a lodos. A suerra pode ronlinuar ; mas se conti-
nuar, rila deve estouder-se e lomar maiorcreici-
menlo. A paz lambem pode ser feila ; mas se for
feila, ella deve ler um carcter lodo particular de
grandeza e de inparciali.la.le na Europa como no
Oriente. As cousas, em mioma, nao podem ficar do
p em que estilo : lal he a opiniao geral. Pode-ie a
proposito repetir o amigo dicto de Royer-Collard :
Espera-sc o imprevisto.
^.,lo queremos tentar prever esse imprevisto ;
apenas rasemos por indicar as suas diverses proba-
bilidades. Nao lomos a proleiicao de dizer o que a-
Pois bem! disse Massonneau com empenho, se
Vmc. quer um herdeiro eu Ih'o darei!
Stephen Williams suspirn c erguea os olhos ao
eco.
Nosso charo primo nao sabe que ha muilas es-
pecies de herdeiros disse o viiivinhn com desdem.
Quando se quer um bom herdeiro..... aceres-
ccniou Dn Taillis abrandando a voz.
Des Jardins, De la Luzeroe o o sobslilnto ralla-
ram lambem ; a lia Natalia o Sophia des Ualiveaux
nao liesram mudas.
Emlim, exclamou IMo Secco piscando os olhos
a Slephen \\ illiams, nm herdeiro perfeito Es loso pbeiiix nao foi anda adiado!
Principalmente, conlinuou o Americano rom
urna alegra mui capaz de desvanecer as ultimas da-
vidas, principalmente porque inipnz a mim mesmo
cerlasroudiroes... Minba loucuia, se he Imicura, e
n.lo afllrmo o contrario, raciocina como a lgica mais
rigorosa... N.lo quero qualquer herdeiro.
Concebo aso!..... exclamou o coro dos Ri-
cardos.
t)ucro um herdeiro sensato, roulinuou o Ame-
ricano... um lano di-linclo... um lioiocm abastado,
para que seo empenho nao me pnreca dictado por
vil cobica.
Oh! a tem nato I inlcrrompcu Du Taillis com
fogo.
E lodos repeliram :
Tem muir razio!
Entretanto, cada Ricardo examinava sua consri-
encia, c lodos confessavam a si mesmos qoe preeo-
chiam perfeilsmenle o lim do Americano.
Emquan.o procuravam o meio de fazer sua con-
viejao penetrar no coraSo de Slephen Wllams,
Massonneau, depois de haver consultado a mulher,
veio assenltr se sera ceremonia junio do Americano,
cobrio-o de alguma sorle com o seu corpo, alim de
t-lo para si somante, ecomecou assim :
Chamo-me Arislidcs-Aogualo-Aehles Mas-
suiiie ni, tres nomes quo comecam por umA... M-
nha mulher chama-se Augusta, nome que comeca
por um A... e que termina por um A... Aeha isso
carioso?
Mui curioso, respondeu Slephen Williams.
Que dizaquelle?... murmurou I.s I.uzerne.
Enreda, respondeu Dn Gueret.
Oh sso he repugnante! tornou Du Taillis.
E Des Jardn* accrescenlou :
Positivamente.' he repugnante !
Vi, ininha filha, dizia madama Des Jardins a
Zelia, v de quanlo sao capazes os horneas por algu-
mas partculas desse vil metal!...
Ah! linda maizinhn, garganteou a rapariga,
pela minba parle a riqueza importuna parecc-me
nao ler ntlrarlivos...
Massonneau conlnuava a fallar a Slephen Wil-
liams, o qual levanlnu-se rindo. Os Ricardos nSo po-
deram aproveita_esso moviincuto. porque o anligo
advogado apodaafu-se logo do braco da victima.
Elle aforra-si corr.o oslra !..." disse La I.uzer-
ne indignado.
Nao len.lo eu a vantasem de ser conhecido de
Vmc. dizia o marido de Augusta, o qual moslrou-
se eloquenle nesse dia solemne, julgo til ao ob-
jecto que nos oceupa declarar-lheque sou anligo ad-
vogado... presentemente hnmem poltico... .Minba
mulher assim o quiz, oo anlesdesejuu... Miolia mu-
lher he aquella senhora de bella estatura edesem-
CoMUnlinopI., levou o ataque a Sebastopol, ao
poni mesmo d'onde viuda o perigo. O hbil e gene-
roso polaco, o senhor Mieroslawsk, cuja brorhura
nnalvsavamos recenlemcnte. aeha que esle genero
de guerra limitada e loda martima nao abala por
cerlo assaz a Russia, nem a fere no concito. O Sr.
Mieroslawski lem razao como polaco ; mas o fim da
guerra do Oriente nao he para o Sr. Mieroslawski o
mesmo qoe para as potencias occidcutacs. O Sr Mie-
roslawski quer destruir a Russia, as potencias occi-
denlaes querem sorae.le reprimir seus acrescenla-
rnenlos. Ellas n.lo querem de cello, ainda que o podes.
>im. destruir a Russia,e risra-la da caria da Europa.
He esla a diUcrenes essencial cnlrea polilica conser-
vadora e a poltica revolucionara. A poltica conser-
vadora quer roslringir o poder da Russia, e nao des-
Iroi-lo iiileramenle, ella quero equilibrio europea,
e n3o o rc-manuseamento da caria do mundo. He
i'lo ao mesmo lempo que faz que com a poltica
conservadora seja sempre possivel a paz. Com esla
polilica, na verdade, a qoeslSi a respeilo da Russia
liante magostlo, que Vmc. v all, o a quera hei
de apresenla-lo... Minhas opiaioes sao moderadas,
posto que sullicienleineole amantadas. Coraprehon-
do muilo bem o oslado da qoestio, c creio que
fosse possivel reformar a soriedade sem modilir.r uc-
nliuma das cousas que exislem... Vmc. enlende-
me?... He urna chave que tenho!... IJuanlo as pos-
ses vendi minha banca por quinbenlus mil francos.
Vmc. lem alsuma cousa na casa Des liaren-
nes? pergunlo o Americano.
Viole mil oseados pooco mais ou menos.....
Quer ser aposentado minha mulher? Vmc. nao
se arrepender.
Rheg.v.m ao fim do sallo. No movimenlo que ti-
zer.-im para vollar-se, o velbo Massonneau que linlia
peroas pouco firmes deioo un: pequeo espen en-
lre elle e o Americano. Por esa leuda Pao Secco
mellen-se romo urna onsnia c subsliluio delicada-
mente seu braro.ao do anligo advogado.
NSose arrepender... cnnlinuava esle; he umi
mulher que...
Ah I ah! Air. De 1'Fi.ins, inlerrompeii-se elle
dando pela peca, isso nao he bonito de sua pane !...
Ouz agarrar-se ao oulro brsroej mas dous ou Ires
Ricardos iinpediam-lhe o passagem. Era sua allli-
ro e/lc olliou para a mulher. A sobarba Aogusla
poz. um dedo sobre a pona do nariz ruin ar que
significava : Quando cstvermos sos has de pagar-ms
leu descuido !
Massonneau vencido e abatido foi occullar sua
vergonha na ultima ordem dos Ricardos.
A (piel le velbo primeira vista parece um per-
feilo idiota, disse o arlisla a Slephen Williams ;
mas nao convem confiar nelle... Nao afllrmo que
seja eavalleiro de industria, mas...
Rem !... disse Du Taillis mordendo os beicos,
eis ah Pao Secco agora !
Oh exclamou o viuvnho, elle peniam que
lomaran assim a heranra !
Mas. accrescenlou Des Jardins, ao qual nina
manobra hbil porra dignamenle execu! ida, poz na
primeira ordem, se esle rico eslranseiro quor um
lierdeirn abastado.......
Em vez de acabar mnslrou com o (ledo o palil
velbo do arlisla, e lodos os Ricardos pozeram-se a
rir.
Pao Secco era desses aniones facis de domesticar,
quecum.-m logo na man.
Assim roniinuava apoiando-se Familiarmente so
braro do Americano :
Aposto que elle martellou-'hc os ouvidos com
a mo'her... A mulher! sempre a molhrr.'.,. Ve-
ja se ella lem ar de mulher! .. He um casal de II-
llios da fortuna, senhor, rrcia-me, nao xa ulascar-
se la!
Obrigado pelo consclho!... disse Slcpheo
Williams.
Sinio-nie admiavelmeiile Inclinado para
Vmc... Ha pinico ouvi pronunciar o norn- de her-
deiro.... N.lo faro caso de heraacas ; mas ha pes-
soas que goslariam de deixar sua riqueza a um ar-
lisla de boa replselo.
He verdade... Vmc. lie artista?
Charo senhor, tornou Po Secco laucando um
olhar victorioso an balalh.lo sombro dos Ricardos,
sou mais do que arlisla. sou nina especialidade...
Applico-me 1 pintura sobie vidro ; tenho posto este
i.diin importante da arle moderna ao alcance das
iiilelligeucias mais ordinarias. Era dozc lines eu-
no-so paiz. L'm dos no-sos motivos particulares por
qoe tememos a polilica conquistadora, ha o genero
ra que ella he forrada a fazer. A polilica
de goe
conservadora faz a suerra no m.ir Rearoe lio llall- C* imblira, rnndirao indis
beleear eJaeo 'oa seis oalros; he dizer asss qaanla
i paz por este lado est longe, e que carreira illirai-
lada se abre suerra.
O meio da poltica revolucionaria lie a guerra de
propaganda. Nao queremos maldizer demasiada-
mente da guerra de propagauda, que a nos'o ver
l"in um mocito : ella er na forra moral, e uo he-
lite recorrer a ella ; cr no poder das ideas e das
opinies, e delle se serve. Mas ao lado desse m-
rito que a guerra de propaganda tem, c que lison-
geia os nnssos velhos inilincloi liberaos, somos for-
rados a reconheeer que este genero de guerra lem
grandes iaeonvenienles: ella nao he, para dizermos
lodo o nosso pensamento em pooeas palavras, nem
capaz de direrro, nem capaz, de paz. Ella nao he
capaz de dircrcao, porque silo antes os aconlecimeii-
'osdoque os seneraes ou os homens de estado que
a dirigen). As insnrreigei populares nao pirlem
como as descargas de canillo ,n sisoal do arlilheiro. Ilnevitavel rom a polilica revolucionaria, pois qoe
ella nodirige aseronc,Oes sua vootadr. Ijuanto
i pul-tica conquistadora, diflieilimo he que ella niki
e lem mesmo. o coniessamos, razes o e.iienc:a mu i i ,,:,-. ,
i A con.inuac.,0 ila mais rigorosa nei-tnl, : -
especiosas no estado aetnal da.cuss. A i-rauc, di- Cllj. .:..., ,. neulrah,la,.e,
,m .:,. ,, r .. ; cuj.ie-.ipiilar.ui vos rommuniqiiei na abertura da
, -'' '" r' '" '" "*" C- ,r-!- IssWava, o que ac,,.h...e rom mtT
icancsdo os m.iores ir.i.mpho. na suerr. do Orien-, ,a;,Vl, por ,,,, -,, ^ ZZSH
te. he ao mesmo lempo ella que pe, Rareza ., pn/ ron,H!)uir...... ^
oa,s tora o menor .oleresso na quest.o : ella al. de de raen governo com t ou.ro, Estad.'.
lerrllonal, nem marilimo ; No.-Sa, relaCoes com m E-tado vizmbo. qoe -e
bavam cortesas, loruaram a lis.r-se pelo roncur-
so!,envoloeellicaz das srandes n.vc. qiw ||^
s3-i .lliadas, c e-le aconlerimento vasa dar nova ani-
nueio ao corsmercie c naves.irio no laasaaam ni-
loo dos dous Estados. As ralilirares do tratado de
., e .nrmenle um, guerra des,, impor- 3* '""^ ,m" fc
laqcia, nao pode acabar por una simples Mlisfaelo I rin, ii.:r, ,,:n- .
europca.concedid. Fraur.a, e po, eVte oflerecnla P- ., v IZ f*' ^T^l cnl" a ''"-
eralis Europa. 1' e os Eslados-I nidos ,1a Amer.ca do loarte, -
,'1 "- 'rminar-sc sasfacloramente para os do-j.
Nao eremos haver eolraqueci lo a* razos (ue al- Sovernos.
lesa a polilica conquista.lora ;e al vamos mais Ion- Ten lo infelizmente apparerido o cholera na
se : so a polilic,, conservadora nilo ehegar breve > (recia occidental, o governo aaassasjsjrea em lomar
scu termo natural, islo he. a paz, diOleil beque teds.medidas eJatesaa. para soccorrer os doenle.
nao penda para a poltica couqoiatadora. Qaanl impedir o praareSM da epidemia. Tenho a saiis-
a no--, n.lo menos lomemos a poltica eoaqsislador* I srlo de eommoaicar-vos, rom o favor de Dees aae
que a revolucionaria ; e mesm.. almenos mais, o mal tem dminiiido sensivelmenle. Elou per.na-
porqoe elia be conforme aos inslinctei noloraes do '*> que is leis que votestea com solicitud? dorante
a ultima ses-.i. legi-lativi, lera, por effeilo o im|ie-
dir a miseria de qu o paiz aamsa amearado.
Alim de manler de n.-u modo elavel a
i seguran
pcnsavel de lodo o pro-
co, islo iie, loago da Franca, e por ah afasia de | sresso, maleri.l ou moral, e que devie muilo se a/Jh.
nos es alalos o as emoedes ; a poltica revoluciona- | alterada, o governo acaba le lomar medida,
ri.i. porem, faz. a suerra continental, e he esle a I s**, cojo completo resultado depende
meo ver um dos seus maiores inconvenientes ; mas
essa guerra cniiliuenl.il nao he neccssariimciile li-
milrophe : ella pode ser fila na Polonia, rumo o
pede o Sr. Mirroslaw.ki ; verdade he que lambem
podo ser na Italia : ootro inc uivenieiile, eque he
Ellas lem em suas erupces um quer qoe sel i de
imprevisto c caprichoso. Vos as queris no norte,
r
sino essa arte recreativa a qualquer pessoa de ainos
os sexos, meanw aos meninos de tele anuos e des-
prvidos de lodo o elemento de dezenho... Isso pa-
e rece-lhe prodigioso, nao lio verdade? Pos bem, se
\ me. qolzesse lomar algonus lijos comigo, liraria
dahi muilo proveito...
Direi mais: lalvez a molestia que o impeli ao sui-
cidio cedera a salsfac$to de colorir com asseio c-
lampas que poderiam servir de adorno ao sen apo-
sento... Vmc. nao pode cre quanlo brilliam es.is
pintaras qoando eslo no quadro !... De mais posso
dar-lhe em p meas palavras urna idea de meo ni -
lliodo : paseamos urna gravara oo llboaraplii.i para
emvidrode grandeza convenienle. Eis o funda,
ment c .i basa di arle. Tomemos depois titila de
oleo, e fazemos, allenda-me bem, laxemos a loa a
roopa que n|o lie de cor, o< curdeiros, a nove ea
acuceoa brancas... a relva, as folhas dos diversos ve-
gelaes, a. rotulas o gelosias, os olhos dos galos, os
veos dasioglezas verdes... os trooc u de arvores, o
chorolale, a- vestas dos ra.-tiponezcs, os anmaos
bravios, es cabellos de homem prelos ou cslatilio. .
Mas isso nio acabara nunca murmurou o
viuvinbo.
Ah! disse Dn Taillis, alimentemos ama ser-
penle rom o nossa almoco !
.Massonnean raedilava nova campana, as Richardos
experimentevam diversos meios de aitrahir a alin-
elo do eslrangeiro, De Jardins e Do la I.uzerne mu-
versavaui em voz all trocando palavras n ola veis, o
joven Massonneau lomava orna alliiodeem quesea
uniforme n-i fazia dobras, o subsliluio ievaiilava o
collarinho e a mili de Zelia deco.,u.i o teclado do
piano.
Slephen Williams ouvia o arlisla ero dar ncnhiim
ligual de impaciencia ; as'im P.lo Secco certo de sua
vanlagem, animava-se visivelmenle.
Os cabellos das raparigas, charo senhor, conli-
nuou elle, fazemos amarellos bem romo ns canarios,
o astro do di a moeda de noro, as seminas de ovos
e as bol is que acham-a. nos (ominaos das oseadas...
razamos n nuvens cimentes e as corsas da mesma
nir... empregnmoa o azul para as casacas dos pas de
familias, as asnas ibis regatos, o lirmamcnlu e ts
tocios, poslo que a oca seja preferivel, se a rasa he
robera de lelhas.
P.irou para respirar : Slephen Williams nao mo-
via-se.
O rarmim, prosegaio o arlisla dando ao seu
accenlo corla desenvoltura graciosa, serve-nos para
linsir os labios da oelleza e as follias da rosa... da-
mos um loqnc de vermelhlo ns faces das miillieres
sordas romo a lia .Nalalia, e ao naiiz dos proprifLi-
rios, por exemplo.o do primo Do Taillis.
Fui una imprudencia ; o criador navio seu nomo,
e approximou-se I- s -.
O loso e o sansue vermelbos, charo euhor !
lornou rom ar sombiio o arlisla, o qual vio o perico,
e o vinlio lambem, salvo o vinho blanco que pinta-
mos com o cliromo.
Diga-me, persun'.ou nesse momenlo Slephen
Williams, Vmc. lera algoina cousa na rasa Des do-
mines i
Pao Secco que nao esperava l.il perguol i, hesiten ;
depuis ergoendo-se sobre a pona dos pus, murma-
rou do envido do Americano :
Digii-o smenle a Vmc. : (eolio uns qaarenla
rail Traucos.

Du laillis collocara-se do oulro lado de Slephen
Williams.
Quanlo :,- coiislnicr..es, qui/. proseeoir o artis-
ta, piilaino-las conforme o soslo das resiOcs e dos
aiiiadoi.s.
Mas nio pula lolar com a voz grossa da propie-
tario.
I .na coasa muilo agmdaxel, senhor Slephen
Williams, di-secsle exabrupto, he a Normaodit
nesla eslar.lo do anno !... Habito junto de llomfronl,
nm lugar delicioso, onde lenhn tunta o cloc mil li-
bras de rendas... Nio i" m:i -, senhor Stephen Wil-
1 liams, deixar sua riqueza a quem j.i possne alguma
rniis.i, ii io i vel dade
Ah dizia Du linercl comsiga no aupe dn d
pelu. smenle en anda nio lallei-Use!... lauto
peior ai risro-ino !
Koi r,:-iluliiii.nl.- ao enronlro de Stephen \\ il-
li.niis, o qual volt-iva enlre Dn Taillis e Pao Secco.
iodo- r>s Ricardos abilaram ao mesmo lempu.
Du (iuerel psssou os dedos pelos caneil is, c rom*i
ia mais adiantado do que lodos os oatrus, pode lomar
para s: s ambas as mlvs do Americano.
Tenho observado, disse el!.' rom um sorriso
vcrdadeiramcnle amavcl, que qosndo duas pessoas
dispulam primeira vez quo encontram-se, contra-
liem qnasi sempre-olida amiza le... Vmr. quizjogir
murros comiso esta maohl., be bom agooro, per-
inilla-rae que espere...
Quanla labia disse comsiga Po Secco.
jjue Irivislid. le! disse Da laillis.
S* o senhor Stephen Williams visitan a c.ipi-
Lll, com-con n ausl-vro Des Jardins, q ,pia| cnp.ua
d mudamente em linha. p." le observar certo palace-
te enllocado, uso dze-lo mu felizmente no ngulo
das ra. da Chxasse d'Anlin o da Victoria... Por
rima o moro do fardim avislam-sc frondosos cnsla-
nheirus... lie nesse fresco asilo que minha familia c
cu gozamos a felicidade !
O Amerie.no sandou Mr. Des Jardins bem como
sondara a Mr. Du Uaerelea Mr. Du Taillis.
Ah ah exclamou o jovial La I.uzerne. be no
lliealro que enconlram- penetrar nos bastillles, esses tarcislas !... F!u lenlio
enlra la nui pouco por Loda a parle.
Fu Icnho muilo Inlerrompeo Du duerel.
Segundo a cxposrio summaria qne ocabo de
fazer-liie de minha arte... comecou P,lo Secco pesan,
do s ibre o lu-.-co esquerdo.
Du !:.!!i. pern sobren braco direito, excla-
m lu lo :
Va ver-me na Normandia, charo senhor!.....
Boa Ci xa, boa mesa...
\ pe c a cavado acaben l.a Luzerne malicio-
samente, < consesuindo rouhar ao pruno Du i iuerel
una das ralos do dolo, repello Ires vezes :
Pan- Paris Paris nada lia como Paris !
\ nio. devia experimentar a vida de Paris, ic-
nlior Slepbon Williams acrescenlnu Du Gneret.
As muiheres la veslem-se lln bem disse i
siiberb.i Augusta, qne era a primeira da segunda
ordem.
lis holcii .bi silo loo bem manlidos apotea a
lia >alalia.
- lie em Paris quedan Escola Polyleehnica !
prnnunciou altivamente o joven .Massonneau.
o su:,.iuio pcroroii aViusa do I MI icio da Jas-
lira.
Ea, churo senhor, ollercro-n.j pan suia-lo, ni
que oceupo cerla posirao na sociedade eleseulc.
enersi-
rooperarin
das popala^oes. Mea sjavaran coala rsm o aaassar-
-j das cmaras vara romplctar laos medidas.
. A le da receil.i e despeza do Estado atf 00o aa
brevemeate apresentada pelo ajaaarae.
a A utilidad de um coligo civil, que venha rom-
plelar o edifirio de nuss,, leg.l.rac. tem sido allrn-
dida plo governo. I m prajMte de le a lal respei-
i vossa apprnv?co. S*r-vos-hiiB
lo seii sabmellid
-----......,..
Oh disse |',io Secco. nAo me opponho a que
i me. va a Paris ; pois he la que fara pinturas obr-
idro !
, rnneadoa o criador: mas passe-
Abro-lhe a paila Irazeira de lodo, os lliealro !
acrescenton l.a luzerne.
Es apr.z-lbe desc.aca im asna rasa honrada
e Iranquill.i, lamoa De. Jardn-, .nrrero-lhe a a>-
n!ii rom muilo piazpr.
Oh '
Vi
vid
Vamos a Pa
mo. pela Normandia
Dcsso momenlo em dianle ne.n navio- "i"'1.....snir'os. Era um rhuver.i de oitereri-
menlosgraciosos e ,'s oropostas amisavei. V lilci-
r.-s liaham-sa reonido r nnsliirado um -rupo de
cinco ou eis Ricardos penda de cada braco or Sle-
phen VA illiams: uniros dez rrpartiam irm.lainenlr en-
tre -i... tez dedo, de su,, asas. rTn.yam uns odia:,
le, oolros :,!;.(/. i.;,s :, r.-]ucr,la, aquelle* si direi.i :
seos Ricardos livessem pidido andar .Ir rabera para
balso, bom romo as mo-ras, leiia havido lamber
llluitoi u forro do torio.
Etilos esto:, ivaiu-e g.il.anilo sua uierradana.
e feriinlo de pona c de lata por adquirir a brram a
du vi-, i
Fra a roiilusjo .las lingo**. Du Taseaa e DN Lee-
r! arlirulavam asas palavras prcdilerl*, l.a luzer-
tie I.un ,iva dilo. hornveis. P.lo Serr qoe linha voz
mu fran, lata rom desespero, a Mr. De. Jardins
gnlava rom ernorlo qne liaiha em sen gabinete o ra-
trato di lilho natural de Ri-anlo. Oraran de bata.
Minha mulher minha mulher !*... cnmer,axa
sempre Massonneau, m | imata acabar.
A lia Nalalia, Sophia bes Balvcaux. e a soberna
Augasla lancavam no concerta olas aguda., e todo
era aeompanhado por nm quadrilln brilliau.e qoe
a iiigem: i /.elia locava forlcin-nle no piano coma
malicia de sua idade.
Stepheu Williams mostrara mui grande Baateaaaa,
e linha lalvez ra/i, pero om : m... emlim ,ulToca-
do, alardido
da maltideu
grilou :
Por lieos! basta !... Maja paz !
la comparamos esse liro Amcriranna Jpiter ;de-
veriamos compara-lo agola. Sepiuno dingindo a
eos vento, ani.itlo.ido-. Ao MM drwa voz
soberana a l.-ib i Ricardo r hio ropoi 'inainrnl^ em
si: Euros Da Taillis apaiarea i, ola. Du iiueret
perdeu o impelo, Vlririis, S.ivonius. Jiqaate. Al
ler rrfreiaram-se, edeixaram certo vacuo em orno
do dos.
Sao ignobeis !... mu mol ou-lbe l*:i Tailli- .-o
ouvdn ; lilho. ds forluna !
lenhu verconll. delles, chai.i senhoi... diz.a
Du liiere ao oulro oovido ; mMaacqaar? lilho-
l.i loiluiia :
So os lilho. da forlona sao capazes de l.o ,|s-
c irada iiiiporluiiar.lo innrinu-ni Pao Secro por
dclr.iz.
F. de lodos o> la los enlre os tasto, maia de-denho-
sos qualquer pidona nuvir :i p.iiavr.i-que domina-
v.ini o morrrfario geral :
I :i!io. da foituna lilbos na loiluna '....
JAl que M:i lar a superficie, rhrgeu-c a Slepheu \\ illuin-, e
disse-lhe rom ar supiem.imenle tolo :
Eis urna cousa que ininha muliiei nao |>ode
soOre os lilbos da bu luna !
(Coat war-sa msj
e meio loueo, eigaea a cabera etas.
para respirar c. mo qum s; alafa,
.i inrn i
t
i


n$iW Df RMUINCO SEGUN5I FURA 14 Di JANEIRO IE 1856
tamlinn apresenlados outtoi projcctos de le sobre a
competencia lo* cnsules, sohro a legisl \y iu penal
militar, sobre os inoslciros, a iii-lruceao publica, a
roarinha e oaperfeiroamenlo rio redimen Jas prisMa,
Seohores, cumpraraos rom firmeza e leahlade a
tarla que nos confia a contliluicAo, eponhamos em
Dos a nossa esperance, invocando o cu auxiMo.
Declaro aberla a lerceira sessu do qua, lo pe-
riodo parlamentar.
[tem.)
Academia des sciencias moraes epo-
lticas.
l'rimeiro semestre de IK.5.5.
Por Ch. Verg.
lia TtprtuBo penal por Mr. Ilereiii/er. Do bud-
dliismo por Mr. Saint llilaire. Kstatistica da
industria da Franca por Mr. Morena de .lon-
Mes.Dosprogressos da legislara alterna em ma-
teria rriminal e da' experimutu /eitu de 1K18
(1 1853 por Mr. Mittermoier.lilisabeth e liaron
por Mr. I'recost-I'aradile Damiron. Momea-
rese e'eires.
Odireilode punir perleuce incoiilesiavclmonte a
loda a sociedade. He a sanecan dos direilus de cada
uid. Sem o direilo de represslo penal reco,,herido
e conferido aos poderes pblicos, o individuo) ta-
riam entregues a lulns iucessanle e esteris que im-
pediran! o desenvolvmenlo do trabalho e a conser-
vadlo dos intereses privado*. M;.s ein que medida e
rom que condirGes pode exercer-se o direilo de pu-
uir para asegurar a paz publica, o preparar ao mes-
mo lempo a emenda do culpado '.' Voi para cerli-
licar o esludo, e preparar quanlo fosse possivel a so-
laran deslc p ..lema que a Academia das sricncias
inor.ies e polilicas conliou ltimamente a umde seus
membros |\lr. Berenger. a missao.de. visitar os prin-
cipaes lugares de represso de Franra e Inglaterra,
do comparar os resultados dos dillercnlcs sxstemas
de penalidade dos dous palies, e de indagar (|ue
medidas poderiam sor adoptadas rara conservar o"
bous elTeilos da oxpiaco depoi da soltura dos con-
ileiii::.i los. Orelatorioapresenlado por Mf. Bereu-
ger compe-so de duas partes, urna relativa Incla-
terra, oulra a Franca. He a esla ultima parte que
vamos tomar algn* dados de alio e Irisle nleresse.
[JE primeiramenlc qual lio I cifra da criminada-
de em Franca uos dillerenles departamentos de que
ella se coropoe, e qual.he a moralidade relativa das
iliflerenles elasses ds sociedade franceza ?
A populacao de Friura lie actualmente de .'10 mi-
Ilutes de habitantes e dos quaes 2.5, islo lie, pouco
uiais de tlous tercos pcrlencem ao campo, os* 11 mi-
IbOes restantes as cidades: assim a proporrao entre
nsViahitanles das cidades e os do campo lie de I para
.'t, logo devia commeller-se duas vezes mais rrimes
110 campo que. as cidades ; o contrario acontece.
Em 18)1 de7,071 raosapenas 2,673 nhiren deDlre
ns habitantes do campo ; em 18.52 de 7,096 liouve
8,605. as casas cenlraes de 19,720 reos 1-2.602
partencem 4 popularlo rural o 7,1 |S das cidades.
Uepois da grande fusao que ten liavido entre os
.liversos.eleinentos de que se compc a naro franceza
lie difticilhoje eslabelcrer nm#relarao quanlo ao nu-
mero e i natureza lo crimes c dos delicio* entre as di
versa* raras germnicas rellica,itlica,ibrica,Mamm-
ga,normanda, espalhad.is sobre a superficie de nos-
so territorio.S(> na Corsega llie que acliam-se no pon-
to de vista da criminali lade fados excepcionaes.
Assim em IS52 conlava-se na Corsega nm reo den-
tre 1,-21:1, centre a papulacao total de 236,331 habi-
tantes 12*.) homicidios OB aaneainios, islo he. Unto
quanto poilerialn dar outros Innla departamentos
reunido*. Mas se a Carsega dominada por Iradicoes
funcslas deixa-se levar pelos odios hereditarios de
familia aos crimes 111,i elevados da escala penal, ha
outros que ella parece ignorar, taes como as rebel-
lioes contra a uolordade, as aggresses fei'as aos
Iiiiicl uni'i- pblicos, as falsiraoes de rscriplu-
rasde comuiereio privadas nu autheulicas, os abu-
sos de conanra, os furtos domsticos, os roubos, os
fui tos as grojas, etc.
Herniado os departamentos pela jurisdtecao dos
tribunaes iraperiae* prova-se que os departamentos
do meio dia aprcenta*.ii a represMo um eootingenle
mais cousideravel do que os oulros departamento!
carcter ile rrimes. Hoove 2 nn I85 independen-
teniente tra 121 011 130 desses oflleiaes minisieriaes, e da
obricar.lo em que foram poslos muih>s de venderein
o rartorio pira prevenir processos. tls mlvouados
que sao em numero de 3,01b liveram em 1832 m>-
nienle 2 procewot rrimiuaes e i" medidas difeipli-
nares. O* oOlciaei dejoilira no numero de 7,828
leui anoaalmente 10 a 12 procesaos otminaes e obra
de 10 medidas disciplinare*. Com raiao alliiboe
Mr. BereiiEer ii Ici de 1816, e ao preee elevado dos
cargos os nnmerosos delirios veriHcadM na elnaa doi
oPaeiiei minisieriaes. Avaliam-se em 1,037,913
672,11! bomeus. 251,371 inullirres, e. 1:11,0118 me-
ninos os obreiros de todas as profissues que prepa-
ran v> producto-, de nosso sol, mineraes, vegelaes c
animacs. t)s obreiros que trabalbam em madeira
niainneiros, lenhclros, aeaeiro no numero de
'(.""..ITI.dao sii por si, segando a eslalistica de 1832,
ion, larnour, ('.soma, de Koro*, C.hr. I.assn em I do oulra opiniAo, Me a do govemo reruam diente
pai/es eslrmgeiros, Stanislas Jnlipn, Eugene Bur-| dos sarrilicios que impoe a nnssan de jurado. Mas
noilf, l>iillileni\ Saint llilaire na Franca sobre 1. [ felizmente essa repulsno ai jur\ nao he gcral naAl-
buddllismo indittapresentam nina das pagina- mais leminha. Oualquerqiie ahi lenlia seguidn as opera-
iiileressinles da pilotophia da India. O fim a que se j ciie< dos jurados com impareialidade, deve reronhe-
propoz Mr. BarUieleoy Saint llilaire em una serie : cer que com mui leves oxcepr-e". liles lem ctmpri-
de leilur.is sobre o bnddhisiuo foi cerrigir, como elle
mesm declara oserrosque se tem cspalhado so-
bre essa donlrins religiosa e philosophica que sem
razao he exaltada oa rch-iitada excessivjimentc. Na
verdade he um; das paginas mais vaslas e ao mesmo
lempo mais tristes da historia do espirito .humano.
O buddliismo nasreu do brahmaiiismo 110 centro da
India e sobre as margeos do anges, seis seclos an-
tes da era cbrisla. lia mais de dous mil anuos que
elle teina ainda na iiielhor parle da Asia, e seu rei-
nado au parece preste- a acaba*. Torta tia cus
dogmas so filsos e repulsivos ; redozem-se a dous :
o alheUmn e o nada, i'oi por inspiracao do /elo mai
1I0 dignamente sua mfssloe contribuido par.i adiini-
nuirilo des crimts peto temor Balotar que inrundem
sus decises. Ileraiisso lempo podo anecorar
a passageni de una inslilnieto a oulra. A nova le-
gislaran que introdii/io o jury,nao he sulliricnle pa-
ra restabelecer os coslumes eos hbiles naeionaes,
e modificar as relares soeiaes, moraes e polticas
que Dospovos que possueni desde mudo lempo romo
a Ingliterra e a Iranra a tii>lituirao do jur\ sao ne-
eessariasa >ua intoira ailicacia: releva ainda que a
narao que ven gozar dai vnnlagens dn jurv, lenha a
usdependflnca msiral, a energa ile convireflo, ron-
equenrias lelizes da inslituirncs liberan*, tlsespi-
,1 cifra detiOO aecusados ; os ubrrirosque occupum- ardenle do que esclarecido de alguns niissionarios- ritos esclarecidos 11 io hesitam em pensar na Alinta-
se das variedades do producir animal, soja lia, pe- que lez.-se derivar o buddliismo da retigio christaa:
le, couro, etc. no numero de 364,133 dio a cilra de ella nao he responsavel por es*a deploravel posterl-
lldll aecusados; os iiulividuos empregados na estrae-: d.ule.
cao e na prepararao lo ptedoeto mineral no iiunic- i 11 saludo do bnddhumu presnppSe o conieciinen-
Bnaqnedepoisda loforniad" corlas insliluices, e
pela pralica do proce-no oral a imliluirlo do jur\ se
pora emnarnonia com o principio inonarchico e aug-
iih ni.ia as garandas de ordom e deseguranra.
riadas I) tupportam quasi a se\la parladas aennta- pelas legendas Mr. liarilieleinj Saiul llilaire re-la-
cies, quaodo a proporcao s devia ser n> um deci-! bclcccu a lu>lorij des-e lillioilc rei, que Ic/.-se asceta
ino. Em 1852 de7,090 accosados oonlam-se 1,116 e mendigo 11a idade ile vinte e nove......os para pre-
serves. Os furlos, cuja progrcssilo 'cresce fie anuo e*r .l,; oilenl.i,a dnulrna da salvaclo elerna o da
em auno referen-ee prinrip.iluieule, ao numerario,: le que deve salvar a- ercaluras. Ningiiem 1 ode af-
aos bilheles, as jejas, a prala. I linuar que tadas as Iradices relativas a es-e refor-
l'ouro ou nada ha qu-! dizer sobro a lerceira ca> I mador mais recomntsudavel pelo carcter do que
ro de 236,411 dae a cifra de 800. Os aervos assala- lude KiidJna onde Cahyamouni ; assim ajndadel O reinado de Elisabolh he urna das pocas naii
nolaveis da historia da Inglaterra. Snas lulas rom
a Escoria, sua influencia sobre a polilica europea, e
nidaveiuiente sobre as negociaedes que deviam le-
r.oiciliar as coras A: l-'ranra e de llespanlia, mere-
cem altenrao pirlicolar. Enlreos personageus mis-
lur.idcs nos aronleciinenlos polticos do reinado 1 'a
corle de Elisabclli dislingue-se Bacou, sobre o qual
M lem formulado as npiniSes e os juizns mais diver-
sos. Para uns, e lal he o juno feilo pelo senhor
PrevostParadol, em urna memoria sobre llenri-
bue IV e Elisabelh em 1597 e a embalsada de Hu-
rautl de Maiosr i liglalerra a respeito da paz da
Vervins. Barn he o mais dcil do> rlieloricos; para
outros. e Mr. Damirou prunnneieu se nessesentido
em algamaa observas .es apresenladas de poisda pre-
cedente memoria. Barn >em ser grande carcter, e
Mii ju-lilicar se aos olhos da po.leiidade da- fraque-
z.ase faUas que mancharan-llie a vida, e que elle to-
dava expiou pelas sua desgratas c pelo seu arrepen-
dimenlo, n.u) deisa de ser grande espni-.o. Sem du-
vida obrou mal por ler-sc deivado desencaminbar
na poltica acliva .para aqoal nao era proprio por nao
ler-se retirado logo e encerrado na sciencia, a qual
leria sido seu refugio esos forra. Mas cuilim re-
leva uaoesquecerque be o autor ila/'UMura/io ma-
gttat a qual nao he menos do que o pensamenlu da
Iheroria a qual conlem peasoas qne leudo neceasi-
d.ide de traballiar nao o podem (a/.er ainda que o
queiram, islo he, osdoenles c os dundos. (Is lti-
mos nao tem ueulmnia respunsabilidade moral ou
legal.
A quarla calliegnria he a mais numerosa, e ron-
lm lodos aqnelles que lendo necessidade de Iraba-
lliai' pideiu faze-lo, mas ikIo o quereiu, islo he, os
mendigos eos vagabundos, t.iiial he sua cifra exac-
ta ? Ser.i tle 75,lllHI como aliirma Mr. II neme do
Pommeuse 011 de -JiMI.IHIil r mn declara Mr. do Vil-
lenciive-liarg-inout ? A adminislraco nao pi.de de-
lermina-lo. Sabemos smenle qoe em 1852, t'oram
presos e proces-ados como taes IS.O11O vagabandos
e mendigos. O deparlameulo do Sena ligura por
2,810. Nole-se que denlre os"l. 111 mendigse
8, mais >le melado j linnam solfrido a penadelraba-
Ihos' forrados, 011 de prisHo por furtos, roubos, ve-
Ihacadas, c oulros crimes 011 delii los.
(I plano de represso pcnnl do que Mr. Bereuger
prope subsliloir o svslema actual [consiste em una
pela divisan em
ros : encarcera-
iregada em grau-
liberdade pro-
forma de rspreusjo
a rondirao princi-
vists : a cnien-la
repartirlo proporcional da |
tres periodos essencialmenle dislii
menlo rellul .r. vida comniiiin em
des Irabalbos de ulilidade publie
visoria,
Ninsuem pode ronleslar que
emnregada al aqu nao proeiu-hd
pal que o legislador deve ter en
do condemnado. t) encarceraii lento colleclivo,
despeilo de lodosos esforcos lenladoi para eorrigir-
Ihe os inconvenientes, oppSe-M pela sua propria 11a-
lureza a toda a reforma real ei seria. A corrupto
que o prisioneiro respira no eiirarceramenlo collec-
Iino suiloca em uns a resistencia secreta dos bous
nslinclos, eeallaem oulros a perversidade, a qual
tesenvolve-se eommaniean de atlribuir-se moltipliridade das reincidencias ea
recrudescencia ta cri.'ninalidade que asstgnalam s
eslalislicas. n oncarceramenio oeliolnr, islo be,o iris-
lema do isolaiuento prodozirs por ventura rom o
melhoramenlo do eulpado resultados proveiloso* a
ladea ? Sobre eslo ponto Mr. Bereuger nao hesita
em formalar sua re>pasla 1 :!.i maneira mais. lirma-
liva. Em 11111 escripia mui rcente 2 seu collega,
o doutor l.elut, cujas esludos e Irabalhoi sehre rs materia lem um carcter especial que augmenla-lhe
a aotoridade, resumindo o que se tem dito as ag-
senbleaspublicas e o quesi. .' 111 sscriplo a esse res-
peito, proclamava com raza que he bom e neeesaa-
rioque os criminosos conderanados sejam rigorosa-
mente bolados para se nao oorromperem uns aosoa-
Iros, atim de que a acc'10 reformadora da sociedade
se excrca maiseflleazmentosobre eiies, aiim de qu*-
|I0S-
pelas iheorias, lenham chegado a nos sem allerar;ao;
mas o maior numero deasas ludiroes a respeito do
hiidilhismo apoia-se na ludia, lio Tibct, na Mongo-
lia, em Cevlao e na China em mais leslcmunlios ir-
rerusaveis do que nenhuma oulra religiSo velha
como elle.
A moral c a melaphv-ica de Cikjaninnni e das
dill'erenles escolas buddhistas uHo podc.n dei&ar de
ser condemnadas 1 mas se o buddliismo nada lem a
ensin..r-no- sobre as grandes quesloes que sollicilam
e perlurbaiu .1 raiSo humana, merece aatleur pexardesua ealravaganle superslicio e de seu de-
sespero loo inconsolavel quanto sincero, pela sua
criginalidade. pela sua fe enrgica e austera, e pelas
suas virtudes heroicas.
A historia da industria roiil'nnde-se intimamen-
te com a da propria cmlisaco. Abandonada aos es-
traves enlre os amigos, entregue aos sprvos na me-
dia i lade. garroteada depois pelos meatres e juizes
de ollicio. smenle desda o fim do ultimo seculo. I '""* Uri>"' naordemdasi eas.lendo por al- |
bem como f,z observar Mr. More... de Jonnes em "" ',"<"":"" 'u "> f aigment* scientia.
urna Memoria $obre a matonead iniutlria iaV
l-'raiu a, he que licou li\--, rica, e honrada, qu
sam assoriar-se para novos d'-liclos r novos rrimes ;
que o eucarcerameiilo solado, pralicado (111 relias
condirocs de exe^ur;"'1) fcil nao lernenham Encon-
vcuieute quer para a saude do coi[io, acuerpara a
do espirito; que o encareefantchto individual sendo
admittido cerno b;ise de lodo o sv-tcma de renressiio
penal nQo exclue loilavia as eveepres quer para as
inulhcres, quer para os meninos, quer para os cii-
miuososque nfln devein voilar mais a sociedade;
que o svslema de encarceranicnlo individual nSo
sei mais dispendioso do que o colleclivo ; que em-
lim o principio da leparacio absoluta dos rondem-
uados he um dos que fizem honta .1 civilisaco mo-
derna, c raja applicarao sera una de suas garan-
tas.
da Franca. AsBaccas do Rhodano.os lliixos Alpes. 1 -, M ,onheram na nriso, e que sahindo nao
o Var, que esl.lo debaivo di jurisdicrao do Iribnual
Aiv .dilii I ru dentre 3019 habilanles ; o dsparla-
incnlo das Boceas do [ihoda-io tomado isoladamente
d I denlre 2,306. Na jurisdicrao do tribunal de
Ucunes, composlo igualoienle ds depariamen'os ma-
riUmos, a proporcao he de I por 1.7:11 habilanles.
Na jurisdicrao do tribunal de Honai que comprc-
hende os departamentos do Norte e do IVisso de Ca-
lais, a riqueza do sol je os recursos oflerecidos ao
Irahalho moderam a cifra da rriminal: lade a lal
poni que conta-se apenas Iro dentre 13,815 habi-
tantes. Depois da jorisdieco de Donal vem as de
tjrenoble c de l.imoges, que contara a primeira 1
reo denlre IO,SiO habilanles, a segunda I dentre
10,119. A acr:lo dos grandes ceiros de populacho
como principio de desordem e de excilac.lo he mili-
to evidenle. No deparlameulo do Sena conla--e I
reo denlre 1,11:1 habilanles e na jurisdicrao de l'a"
ris I reo dentre 2.318 habitantes. No deparlameulo
das Boceas do Rhodano que couta 1 reo denlre 2.306
habilanles, Msrselba ; no do Sena Inferior que ren-
ta 1 reo denlre 3,ti3 habilanles, Kufio ; no do Loi-
ra Inferior que conla 1 re 1 dentre :i,7IO habilanles,
Nantcs, obram como estimulantes sobre a cifra da
1 r i mi 11 ili la le. Brdeos merece menro evcepcio'iial,
i'iiron le.conl.i I reo denlre 3,964 habitantes.
Mas o iiumero dos reos nao he o uuico eleiiiPiito
de disscmeilnnca que lia em uosso? deparlamenlos.
EllesdiHerem ainda pela uzlureza dos crimes, oque
explica-se, quer pelo carcter dos Habitantes, quer
por cerlas nrrum-lai.cas locad*. O deparlameulo
das Boceas do Khodano com 128,78!) almas aprsenla
em 1852 mais homicidios c tentativas de aasassinio
do que o departamento do Sena com 1,122,061 ba-
liitanles ; o primeiro conla* a 17, o segando somen-
tc II. Os atleeladei conlra os coslumes sao mais
l'requenles nos deparlamenlus'das Boceas do Hlioda-
110, do Sena, do Sena Inferior, do Loira inferior, e
do Ii bedano, do que nos oulros departamentos. He
em l'aris que se commelle o maior numero de falsi-
licaroesde escripturas de comincrcin, aulhentlias e
privada. Huirs cidades rommercianles romo l.jao
Kuo, l.le e Burdeos quasi que nao conhecein esse
genero de crimes. Os fnrlos domsticos, os abusos
de confianza, sao mo numerosos no deparlameulo
do Sena ; elle contara .112 reos desse genero em
18.52.
A popnlarao de lodo o paiz rivlisndo parece-me
poder dividir-se em qualro calegorias : a primeira
r inlm oscid id.'io- qnelem recursos sullicienlcs para
se dispensarcm do traballio, a segunda aquelles a
quem o trabalho he necessario e que lem a firme
vontadede trabalhar.a lerceira aquelles que quercm,
mas nao podem, a quarla aquelles que podem mas
11S0 querem.
lacilmcnle se comprehende que ha pouras accu
saques na primeira cathegoria. a qual compc-se de
cidalflos que lem recursos sullicierfles para se dis-
pensarcm do trabalho, o essasaecancoes referem-se
em grande parle a crimes conlra as pessoas. Em
1852 de78aceaaae/essabmeltidaa aos jurados,
crimes conlra as propriedades lig'iram s por um ter-
so. Nesse caso a criminalidadc splica-ae antes pela
violencia das paixoes do que pola bailesa dos sent-
mentas.
Na legajada cathegoria sao romprelirndidus os lio-
mens que exercem ou fonrres publicas, miarles li-
heraes, ou simples oflicios. Contam-se era Franja
IS^,^27 lancci'inaiio-, pblicos assalariadus, dos
qaaes j.'t.OOO pertencem adiniuislrarilo da fazenda.
Em 1852 .ai liouve 23 procc;su::, dos quics 17 rele-
11.1111-SC a empregados de orJem moito inferior. Dos
maiurei de noMua 38,000 inuniripios2i smcnle fo-
ran processados por impedirn a liberdade dos lei-
lues, delicio frequenle nos maiores dos municipios
ruraes, eque denota mais ignorancia do que perver-
sidade. Apezar do oslado precaria de seus recur-
sos o das vicissiludes de sua existencia os individuos
dedicados is artes liberaes, pintores, msicos, arlo-
res dramticos, aprescnturam em!852 11 aecusados,
somenle. O commercio e as prolisses cliamadas
liberaes estilo longe de apresenlar resultados lasa-
tisfactorios ; os fallimeulos lem crescido em nu-
mero e em importancia ; eu -numero elvara-se em
187 a 5,762 apresentando um passivo de mais de
130 millioesde fraueos e um activo realisado de 11 t
francos e8G cntimos por 100. A cifrado passivo
diminuto nos annos seguinles ; porm as reparlicijes
foram menores. Em 1851 11,10 foram mais de 17
fr. 15 cen. De 7,096 acensados em 1852 o com-
mercio deu 5}l, sto he,quasi a decima quima parte
da cifra total. De 9,765 notarios 18 a 20 sao leva-
dos peranle os jurados por fados do cargo e com
A Inglaterra cnlrou ii*s le Is5. em una estrada
nova quanlo reprende penal. Por um ario de 20
de agolo ella me iilicou a deporlarao reslringiudo-a,
e introdutio urna nova peni designada pelo neme
de urttdUo penal que se campo-: primeiro, de um
lempo'determinado de separaran individual que
esl agora redazido a nove metes ; segundo de um
lempa de trabalho penal em da rcrr.cssa dos condemnados :s colonias com urna
/arta de pcrmixsiio de Irabalbat em eslado delibcr-
dade provisoria no paiz. rom rertas raslrir(Oes medi-
auleuma licenca. O numero dos condemnados sel-
los per licenja desde 8 de oulubro de 1833 a 27 de
junbo de 1851 elevou-se a 91 i.
He essj -.-lema que Mr. Bereuger approva, e eli-
ja applicarao rcroiiiin -n '. para a Kranea. Admirou
sobreludoos elTeilos delle 110 poni de visla da mo-
ralisaclo nos grandes Irabalhos execulados em l'orl-
pind, em Darlmoor, enos ponidas de Woolwich c de
Purlsmouth, e dominado por essa impressao rerom-
menda durante o segundo periodo da durarilo da
pena uemprego rm cummum dos condemnados em
grandes Irabalhos exteriores, 00 para aquelles em
que a dad-.-, o -exo, e as enfernidades oppem-se a
isso, em oceuparoes manuaes. Nao lem a Franca
nos a que uppnr diques como o Duranra, cosa para
proteger conlra as ondas do mar, como aos ps do
monto Saint Mirhel, charcos para esgolar romo na
Corsega, lerreno, incali*, para arrolear como nos
arredores de Brdeos :i ?
Assim experimentados na segn la phase da pena
por Irabalhos lano 110 cvlerior romo interior das
prisics, os coiulemuado! oblciiam, se sua transfor-
marlo lossejulgaia completa, a liberdade proviso-
ria ate a expirarao da pena. Poderiam uessa nova
condirao procurar trabalho entro a popularlo livre,
ficando restrVado adniinidrarao o direilo de pren-
de-lea novamente, se pela sua rondurla lornassem
necessario e-se rigor.
Em resume Mr. Bereuger considera esse svslema
romo o nico pralicavl. o .nica clraz : Ser para
moitos borneas que o crims desencaminliou e que o
sociedade puni, um meio decahirem emsi, e por
conseguinle urna direceaoa nHhor vida, ii reflexao
provocada pela solidao : a-i ensino da moral religio-
sa avivada ineesaanlemente em sen pensamenlo, c
tornada como visivel a seus olliiis, a baldos de in-
variavel regularidad*), ao Irahalho que applaca a al-
ma e preserva dos desvios da imaginaran, .1 emula-
ro conslanlenente Mentida pela passaaen quer a
Ululo de puniro, quer de recompensa de uro ardo
a oulro d-i .escalo penal creada para esse ofleito, a es.
peranra de cumprircm, se nao incorrerem em algu-
na reprehenso, a ultima pilase da pena em eslado
de liberdade previsoria, c como complemento desea
Boeccsso nao ialerrooipida de precaociaes e do me-
dida-, i iuiervcnrao tutelar das sociedades protecto-
ras, que na hora da Bollara secolloearao entre elles
c as occasioes de recahida prodnzidaa pela repoble
da sociedade, oa pela miseria.
Ha de alguns anuos a esta parle una incliuaeo
mni nplavel doaespiritos pliilosopbicos para o to-
do das auliguidadcs que a India nos tem bfausmilli-
doatraxez das dados. Com elfeito o (trienio he o
berro do espirito humano c para remontar ori-
geni de cerlas trailircs c seguir o pensamenlo do
liomein lias sua- pri.uciras manifeslacoes he iuevi-
lavel penetrar at India alem do mando gregn, Os Irabalhos dos seabores llodg-
conlem os destinos dos primeiros povos do mundo,
eque Ibes entrega seus Ihesauros e seu poder.
A industria maniteii poi urna acca tripla sua
inllneiicia sobre a abislaur 1 da soeeda le : mullipl-
easem pro lucios nsoaes.melliori-llies as qnalidades,
e diminue-lhea oprr^o.
'lodo o producto raro lie por assim dizer como so
iKlocxisii.se. {esulta a indagarles eslalislicas (el-
las por Colberl no reinado de l.ui/. XIV que aa fa-
bricas de lizendas de l lecidus inferiores s foriieriain annualmrute um me-
tro de panno por habitante, o deve-sc conclnir que a
mor parle da populacao s veslia-S8 de lecdos Bros-
teiros fedos 110 campo d?haiio '''* colmo da ramilta.
Eulao raras veae* linha < rampiinei mais de duas
camisa-.; militas veresn.'ri ilnha nenlnima. lis ha-
bilanles do c.inpo iiidavan desfalcos. M is ao mes-
mo lempo ne*aapoca .1- luxo o de mi ;enra con-
lavam-se I7..KJ0 rubricante- de. rendas ou :!') por loo
do numero que Irab.il'nvam em lila. I ai sci ulo
depois g frivo'idade da moda dva a producios de
uso exlrava:'nto e pas 1 :- imprrlanria superior
a dos oulros: producto -" iplesmenle ulei. 0 fabri-
co do polvillo lava em Irdimpnlsi < falni-
r de miil .-:!' 1111 pr.'dur 10 an113.1l elevav.i a
nma cifra 1-- vez s -11 .- ; r a des manularluras de
papel. Ninrnem rla boje todas as mudan-
I ras inlro li/i'una e-oi"-la .' .,: -,.|i.-:i pele mull-
plicacan ilnt producios i '1.-I1 -ms-, basta di-er que
a producra.i do f- i". -->!.> universal das rareaa
1 soci .es. qn"i pelo 1 emi '-:- inmediato, rioer pe.
las innomeraveis machina quedara materia cs-
sencial. desden reiha do arado aira mola dos rrlo-
gio; mais delicados, quinliipllrou. Taiman nos di'
que em 17SS a fon licao di ferro que he sen princi-
pal emprego nao exceda em Franca a quanlidade
de OSmillies de MI. Em I8ii, e lodos saben so
depois dessa rpora ocrescinento lem augmentado )
a mesma prodocrilo elevon-se a 522 milhAes ou mais
de cinco vez.' oulro lauto. Elevava-se ouli'ora a '1
kil, por habilaole ; aclnalnenle, he de 15 kil pouco
mais 011 menas o quadruplo, posto que a popularo
lenha augmeiilado um quarto. tiraras a esso cres-
cinenioos objeelos olis c Decenarios desJe as agu-
l'ia-. facas, lncelas, penuas de aro, pontos, ecarris,
barcos, locomotivas, caolines, leni-se multiplicado
em proporc&es nolaveis.
Ds producios tem igualmente mclhorado, mas es-
se iiirllioramcnt' verilira se inenoi fcilmente: he
gradual. Os crslac, aleura vidrada, c a porce-
lana boje lio perfeitas erao entilo productos grossei-
ros. Os lecidos de algoiUo, da eanhamo, e de lnho
eoniervavam antes da dcscoherta dos proressos de
branqueamento porBertholel sus cor nafural; es le-
cidus de 19a rcceliiam a .Malura rm peras e ennserva-
vao na imperfeitamenle. Os productos industriad
nao erao menos defeiluosos; o ferro fundido era po-
roso e granuloso, e as petas de aililhaiia relienlavam
muilas vezas. Os productos deslinadoa ao consumo
domestico loes como o assucar, n sabio, as substan-
cias desliuada! a llumioae]o, o papel, erao muilas
vezes de detrslavel fahricario.
A mulliplicacSo dos producios em urna relaeSonu-
mrica superior r.o crcsciuicuto progressivo da popu-
lacao prodmio a dimiutiicii dos preces dos nbjeclns,
fura mesmo do melhoramenlo das qualidades que
prolonga a duracaj dos objectoa, e conserva-os por
mais lempo lio ser\ro do consumo. Ainda nao se
csrreveu a historia dos procos, eolias he paia a econo-
ma polilica um hvru imporlaule. Mas por um s
esempln pode apreciar-seo progreso felina esse res-
peito. Se como alllrma Tolosan, auloridadc con.
tempornea o oflicial, a prndoeftJode ferro fundido
era em 17NS de 98,0nu toneladas cada urna de
1.000,000 kil, avahadas em maSN em 31,360.001' fr.
oprecada tonelada clevava-se a 320 fr. Em is
essa produceno ubia a 127,000 toneladas v.ilendo
juntas 16,961,000 ou 110 fr. cada una.
Ha pois em 611 anuos una diminuiedo do proco
de dous tercos referindo-se a 1788. Qnanto e de-
ve pplaudir nn Fraura c^\ diminuiriin de preco de
(17 par IO" do agento mais directo das forjas huma-
nas em sua applicaeo a --igrirullura, a g-'erra, a ma-
riiiha. a indiislria, e quinto deve ufanarse a In-
glalerra de ler o ferro anda mais em eonta do que
nos!
iiuni. Cun islo oingaem he somenle o mais dcil
dos rheloncos. he mema philosopho de alguna glo-
ria. Ccrlamenle, nae igualar Bacon a Descartes,
cujo lirr.10 cngeuho e forte origin ilidade nao lem,
icas fez cousa lanihem 10 genero de llescarlcs.e com
osle pesio que em grau menor, he um dos maiores
promotores da philosophia moderna. Nao iuvenlou
o melhodo de nduccAoc ningnem o iuvenlou senSo
aquella que criou e in-liluio o proprio espirito huma
no com suas con.lices t suas leis; mas estando es-
querido o desprendo desde seclos, reslabelcceu-o,
renovouo proclamou-o. descrcve.i-n, c ensinoo-O
um cuidado rom que astenelha-se a culto; tai apos-
lolo fervoroso einfaliganl. Esse mere cimento nao
he mediocre, c esse grande designio o esse grande
amor leudo cm vila o adiantamenlo dos eonheci-
menloshumauos basta para enllocar ltacnn na ordem
do espirilos eminentes, por mais severa juslica. que
c Me lenha querido fazei algores.
t'i Ii i.iifs a-e Ii n:lo espieceram-se de que um
derroto dn l de abril ultimo modifieou profunda-
mente "in moilos ponto< as leis-eos usos dn Insli-
luin c em p irii dar r! 1 \ Md>mia d is sricncias mo-
raes o po!i(icas,no*cio da qual crenu ao mesmo lem-
po nova '-r.'i: 1!) n ''! da do poli/iea, adminhtra-
'''. ; fosen la, composl > -le i\.-t membros. A aca-
demiaproven reeenfemanleas snhsliluiro da ir;
membros: Mr. Vivan,Blanqui.el.eon Fauehcrque
fallecer o auno passriln. >"a secrlode legislacilo.
direilo publico, o >jurlspra leneia Mr. Faustin l\e-
lie Coi nomeado para n lo:.nr de \lr. Vivien; lioha
por eoncnrr-nles Mr. Pellal, Reuoald o Cauchj ; na
-eccao i^c. ecHinma p -liiir 1 do estatlstica -Mr. Wa-
loski c Leonca de Laverene.fnram noneados para
ns lugares de Mr. Blanqui e l.eon Fauelier; linhan
por ronrorreulos Mrs. Henee Say, Dufau, Joaeph,
Garnier, Ii ii-ij:. e .'. Waiieville.""
Oaeatados serios uao parecem diminuir, eos
concursos da academia aanunciam-se debaixn de
brlliaauM auspicios para o anuo de 1855. O senhor
secretario perpetuo anoociava nllimameote que :I2
memorias linhaosido dcpatlai nasectetaria em lem-
po til para o premio ll-aujiur (da 5,000 fr.^ e cujo
objectohe: O papel da familia na edurarao. X
do mal.lilo hospede, posta render-lhe as grarns de '
que he per nm duvida merecedor pelos beneficios
que lhe ha prestado.
Continua esta villa na posse de perenne paz.
A salubridade poblea be benigna, senio fra o
receio do cholera, eslariamos em nm roar'de rosas.
O iiosso povo sempre doc e religioso, sincera
mente dedicado adoraetto dos aacrosantos miste-
rios da religiSo Calholica, agora mais que nunca
lem desenvolvida :im fervor que admira! Apezar
de deseoherto o templo de Nossa Seuhora da Con-
eeie,in. c-( coiiliuuainento apinhado de devotos,
he a religiSo em su pleno desenvolviinenln. A
fesia da Cunceiro feda com donativos do povo es-
leve encllenle, sendo ai novenas feitas a rusia do
Sr. liallierme Molla. Nn dia da testa os Itvms.
padres Pal va e D;llino.subindj no pulpito, em dous
conciso* discursos, patoutcar.im a lerocidade do
cholera, o a necassida le das preces que loriam lu-
gar no da 1(1, 11 o 12 do correle !
ito feilo. meu charo senhor, nos das menciona-
dos liveram logaras preces referidas, a concurren-
cia fui exlr ordinaria, devltando-aa a conlriccao em
todos os semblantes, pari-cendo que, compenetrados
da euoriii'dade dos seus peccados, reconhoriam a ne-
cessidade do eapurga-los pela conlriccdio, imploran-
de a benigna misericordia do Dos de i.....lado.
No dia 1^. porem, fui que a penitencia exceden
as nossa vislas, uii 1 esporavani.es tanto fervor, tan-
to respeito e adoraco. Nln me ronheco com as for-
jas precisas para esbocar-llie a solminidade desse
arto. Nunca, meu charo senhor, a religiao o-len-
lou-se mais sublime o grandiosa, nunca a adorarao
de um povo Icvon-se a um ponto de exallamenlo
lal.
Eram 9 hora da noiie, e ja a capella eslava api-
nhada de homens, reinava mu silencio sepulcral,
pareca que a iarea eslava solitaria '.
A's 10 horas, subindo ao pulpito o Itvm. vigario
Soma, com una voz edificante, tomando por Ihema
n Memento homo gaia puteis es, desenvolveu rom
a clareza precisa a necessdade das preces o da con-
lriccao, e d'ahi narrando as virlndes e santos feitos
do inarlvr S. Sebastiao, concluio, convidando as
suas ovelbas para o acto que a 1er lugar, incilaii-
do-as pan que lervorosa implorassem da Miseri-
cordia Divina o perd.10 de suasculpas e a extinecito
do cholera. Sua voz solemne echoava nos nuvidos
do povo chrislaO, era sublime Vi o pranlo correr,
tal era a conlriccao de todos !
A's II lloras sabio a procissSo, lo enlao que nos-
so/'orar:ln roinpungio-se. Muilo pode o rereio de
um casligo providencial, inuilo pode a religue
quando se .ostenta selemnc na hora da provaro !
Mais do iod liomen, osles carregados de pesados
madeira*, aquellos rom podras culossaes, oulros es-
lirados ns torra l'ria. expondo-se espontneos a se-
rrn pisados, oulros cmliin, disciplinaudo-se furo-
amenle : o silencio sepulcral, a ordem que reina-
va no ajtiulamento, a campa e a matraca a cada
passo fazeudo ouvir o echo assomhroso, o Senhor
Dos misericordia e os PaJre Nosso rosados 0111
c.ida o-lar:lo ; os sacerdotes entonado a cada mo-
mento o Dtprnfani clumati ad te, Domine, o o
miserere mei DtMl, te seeundtm magnam; e emlim,
ludo era respcilavcl a roligiAOjIevc a mais plena
execur,ao; e o povo Camaragihense asm se muslrou
quanto eram iuiustos aquelles, que ousam apellda-
lo de um pugilo de liar'o,iros."sii propensos aosel-
vagismo.
/.ombe o implo dos actos providenriaes, rontesle
o materialista insano, a saudavel iuluencia dos sa-
crosanto dogmas da religa" de Jess Chrslo ; no
apogeo de suas iu-oleiicias folgou de desprezar quan-
lo ha ile mais saerado ; mas iccordem-sc que a jus-
lica de lieos h tarda, mas emlim despunta E ai
daquelle que naseudados lesmandoa o do rrime,
chama por -obre a sua rabera a ira da l'iovidencia !
E ai dos impos e dos reprobos, para quem a reli-
giao he um agregado de inepcia, o co pura liccao,
o inferno'bar lesea c espantado, o= dogma co'"|de-
l.-i burla, a virtude mero ornaln. o cri-ne a expres-
Ao das alma' grandes. Ai delle-'. a hora sepulcral
soando, convencer a npiedade de seos manejos.
Dos se amor'le delle !...
no urna completa hurla, mas a genuina e>pieao
da suberania.
Ao meu simpiilhiru o Velho Aldeio: cnllega,adeo,
relirando-mo da senda cnrrospondenral, levo comigo
um seiilimeulo, de nao mais parlilbar nina peleja,
onde linha por collega vosa pe-sna, cujo escriptos
revelavam ocidado honrado, Upo da probidade,
o homem da tempera velha, de antes quebrar que
torcer. Adeos....
Ao colleea de Macein : vos que saudando a minha
apparirao, como que incita.lr> minha individualida-
doa proseguir as arduas funecoes missivaes, eu vo
saudo, nadando em vosa pes-ou u cidadao di-linclo,
o lllustrado escrlplor, o amigo zeloso da patria, o
homem emlim digno dos encomios e respailo* de
-eu paiz. Adeos.
Agradcri ao seu compositoras a bandada con
que me Iralaram, prestando-e a derirrarao de meas '
mal alinhavados escriplos, be mullo natural que me!
rogassem algumas pragas, nao me r-candalisei nao, i
meio circulante, ou eroiltindo granJe quanndaie d
olas miu la-, nu eiinhando mais moeda metlica,
de loda a especie, e rimar para a provincias.!! ca-
so he grave, requer una medida urgente, e islo
quanlo anle*.
I'iiialisaremos a noa revista retrospectiva, pe-
diudo aos seiilmres fiscaes, que laurem as va-
las para o foro de immuudiria, que e esla or-
maudo no lado do norte do arco de Sanio Antonio ;
pos que ningoem pode pasar por esle lugar sean
que toja com um lenco ao nariz.
A alfandega rende Il9:(i.5->100.
Falleceram XI pessnis ; sendo: livres. II ho-
mens, 5 mulhere e lo prvulas ; escrave*. -5 ho-
mens, I mulher e I prvulo.
PAGINA AVULSA.
em idnticas circunstancia faria o duplo. Algumas Em qualquer canto certa classe de Benle. queaeaa
queixas lenha de Vmcs., -un, feridu no meu amor '"-' mendiga, e nao .leixa de ser, mi que he pen-
le pai, mo poda conler a minha indignara,,, .,- cios* '\*!08 seus v" '",', depravado deeestousti far-
.^___ *. ^ ina nabiiacao. .vo llio de Janeiro ha o Ue- corli-
do esmerando-me pail apresenlar meu l.lho, seno ,,-, mas que silo vigiados e p..|ie.d*. aq,. ponm
com aquella sumptiio-idadc que desejava, ao menos que Bao ha curtiros nao se polica a estrada, que vai
com a decencia compalivel com minhas posses; qual un Hospicio para a Soledade.onde ha o encantado si-
nao era o meu desgosto ven lo minhas produees
tortoradas, disformes de maneira que deeeoohecia ns
Irurlosde minhas enlranlns !... Adeos boa rapazia-
da, lombr.ii-vos do Cosmopolita, que he por sem du-
vida do vosso anligo ronhecimento, muilo lempo frl-
lio do Campo-t'rrde.
Campia, verde campia.
Ilude meu bem -e doilou.
Campia talla a verdade '
' A polica aqu anitou
lodos saliem. que plebe nfima, wriada, ccorrnm-
gamus nessa Vneta irasileira. Tmpora mutantur pida non oesao'layar- Oa dislurbio. *- l-eliedei-
et nos 111 Ules. ras, e as depratacoe publicas, que -e' dan 11r e--
Forarn-eeosmeo* amigos Jos Victorino de \breu condrijo merecem, que palicta lance ** vastas
Joo Carlos Mari.,1.0 l'alhares, e Joao Pauto, ma- l1?*-&!?.?~g?, **** "3" "
, A noile causa terror poi alh pa--.ir--e pelo me-
Vanao. esla la na corle nem mais se recorda do a- nos nos quando por all temos orratiAo de pasaar a
migo velho, o Ueraldo e Antonio Mira, o Santos Ca- noile vamos com o credo na borra,
minha, o Elias, o l.'mbeliiio, rapazes de meu lempo Becordamo-nos que ne~e praiz* peidUo ja se
aceito,,, lodos um saudo^o adeos. Umbrai-vos do f ,% """" ~~ ;
rapa* da asa do Baudeira,... sen ou mesmo. Ao lalvez, que as paliulhas lenham medo de la In-
lnidar esla massanle algaravia lomos sorprendidos rem, quem sabe'.'A eente que habita o l>mp*-vcr-
por mais urna -crie de noticias aterradoras. ''e ho med nlu em todos os eutido*.
O cholera ionlinua fur.o.amenlo dizimando a po- ^* '*ac '"" r"co nio P^e ar boa p
pulac-io do I'enedo. Propia e l'iassabussii, nada re- 1, no Itecife um alveilar.que a Ulo tempere
sisle aos seus golpes. Morreram o alfere. de policia i calilo de Braga, e escorrupirliou-M mola ba larra.
Podro Alexandrno, cujas qualidades honrosas apre-' P01" meu "Iveilar, que nao pasea de um plianl.s-
ciamos quando destocado nesla villa, emanuniDr. a do cbolera, lem tomado par, .i s. o privilegio
.. ^ exclusivo de incomiiiodar, oo fazer incomnwda a
tranca, medico que all esiMia. Nao garantimos a vUinhaiica com os alroadores grito de um seasobri-
seguuda noticia. Neslcs lempus os pregoeiros de ms nho mennr, a quem tem trancado em qoarln da
novas lolgam de assuslar a popularilo, propagando o coainha. cevan.lo-o a pancadas e brbaro Hala-
alarma com falsas noticias, he a maior depravaran
que pode dar-se. He impiedade !
Adcus, meu charo Sr., folgarei que continu na
posse de perenne saude o felicidades, e que livre do
cholera possa gustoso saborear as delicias do ameno
Capibarbe, circumdado de sua nobre familia. Al
mais ver.
menlo.
Protestamos contra esle acto de selvajaria, e res-
pousabditainiis desde ja ao inspector, a* nao entrar
na ayndicacao deste fado, fazendn lilierlar das asaos
desse enersumeno a pubre victima.
.Vio apoularenios a casa enoinc dese homem, por
que ceg he o que nao quer ver, ou que au v psar
urna penera.
Estamos no lempo em que al os Itrnlertt ate
ler voz acliva no circulo da
A sess.lo dn jury convo~ada para o da 0 do cor-
reuto, fni adiada para 8 de lavarairo. De feilo a
reunido naquella epoca era um Iranslurno inquali-
licavel, inoiivo qu resolvcu a S. S. o Dr. jiz de
direilo a adiar a sessae.
Os Srs. agricultores coulinuam no seu l'^quejo
de moagem, cuidando em moer e fazer assucar para
aproveitarcm os procos avallados. In.iilTcrciites.Ao
IriTivelassassinio queomeaca nossas existencia*, (ex-
cepluaiidn poneos conlinuam na mesma rotina de-
le-lavo!, mnllratanda os escravo, d.indo--Ilies por
ustenln a peior carne de charque, ubacalhoinfeelo,
ger, Passv, Ciiizot, llarlhe, e Moreau de Jonns.
i lllustralioii..'
IBTERIQR.
(l)JAs eslalislicas avaliam em 3,301,768 o numero
dos servos analariadoa, dos quaes 735,305 sao em-
pregados uas empresa! ruraes e 2,718,263 no orvi-
co das pessoas.
;2 Vede urna carta a Ma sobre o encarceramen-
to ccllatar ou indiiidnat por Mr. l.elut, membro
do Insoluto do enrpo legislativo eic. 18,55.
(3) Tomos ainda 1,600,000 hcclars de lagos e de
charcos e 8 jmilhGes de hectrea de Ierras acuitas.
Os aconlecimentns de |88 ileixaram poucos
vestigio! apilronles 111 Allmanha. Depois do urna
irise pa tomaraina eslabelccer-seo romlevcs modancas rc-
cohraram o anligo passo. Tixeram u nao rauto1
He o segredo i\> futuro. Mas se as leis polilicas
'i iram-sc pouco uesa grande mu lauca dos pa-
vos o do- re!-, es loi r\is, o sobretodo as criminaos
roceberam fclizea moilicacSes, que nm dos maiores
publieislas,*) celebre M Merinaier, profossor na uui-
versi lade dr lleidelberg e anligo presidente da c-
mara do: deputados de iadeu.acaba do roii-'guaioin
11:0a memoria sobre s progressol da f-gi '.. cao cri-
miual ai; >mila e bre as experiencias leila de 1818
a I85:i. Nusoiucnle o enliga processo inqoisilorial
escriplo o serrlo he sulisliluido na mor parlado* c-
digos modernos dos Estados allemSes por um pr res-
so qn-j ton: por b.\- romo na Fraura c 111 |ng| tier-
ra o prineipiu alori ,a debnle oral e a publi-
cidad? ; mas o urj combatida por ctladislas da en-
liga escolronlo us!iluc,aO democrtica perigon pa-
ra o principio manan hro,roi!'ra a iulroduxir-*e na
pralica. He verdade que grande numera de jm/es
Jo advenaiios do urx.quer por eiume quer peta
ooiiviH.lo d? qu^ sao necesarios longos esludos pa-
ra chesarao con'ierinieutode direiloo na pralica
judicial. Mas !ia de sua parlo una coiifasSa de ideas
evidenle. Segando a observadlo de Mr.de Tocqoa-
ville na sua obra sobre a democracia dos Estados
Unidos da America, o jurv que parece diminuir us
direilos da magistratura, funda realmente seu impe-
rio. Niio ha paiz em que os juizes tejad i.i > podero-
sos romo naquelles em que o puvo participa de seus
privilegios. Porque de laclo coiivcm di-linguir en-
Ire as qualidades requeridas para discernir a culpa-
bilidade de um aceusado e aquellas que sao necessa-
rias para a applicarao da le. No numero dos'ad-
vemrioe da inatitoletio do jury enconlram-se anda
os liouieus habitados dependencis, e que nao len-
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
* FERNA90BUCO.
A INCOAS.
Villa do Passo 11 de dezcnibro.
Meu charo senhor.Ho sobre a presso de ler-
riveis e aasusladoras noticias dos soffrimentos de
nossos IrmSOs do Peucdo e seus circuitos, ameaca-
dos do rndela, que qual 1 espada de Damocles,
CUserva-se pcii.lenle sobre nossa caberas, que lau-
ro nna da penna, Irajando esla algaravia, que sem
duvida se resentir da Irislura e conslernac,io cau-
sada pelas descripenes das devastar es do cho-
lera.
Oh, meu charo, nao baslavam os longos sollri-
mentos que oulr'ora lorluraram, comprimiram e
t-sharraiain a marcha do paiz da Sjnla Cruz, quan-
do 11111 governo illoslrado, auxiliado pela ruaioria
da nar.lo, ludo invidava para cnriminha-lo naaviai
do prngresso moral e material, he quaude o chole-
ra, pausando cinsiias plagas, pretende de novo arr-
jalo nos abysmos da miseria '. Im paiz exleusissimo,
cuja falla de brar ,s he por domis sensivel, povoa-
du por urna llmitadissima popularan, c essa u.csma
dizimada pelo cholera Oh he por domis lerri-
vel a provaro Nunca os soffriinenloa pesaran)
lano a um paja .' (l ralix amargar ,do val ser esp-
iado at as foses, o imperio da Sania Cruz vai ser
esbarrado no seu fecundo porvir !
Dos de misericordia, anerciai-vos dos MlTriroen-
lo! que acurvam os nossos irmios, por sobre quem
D cholera desfecha sua Cerocidade, arredai dosias
fecundas plagas o mal Jilo Cllraogulndor, o assalsino
nonsIrOi o cholera emfim.
E quem nos podo livrar do accuiiiincltimculo do
hrrido Magollo"; Quem conle-lo na sua marcha
MDguiu isi J A Providencia Divina, ella o s olla
pode anclar para longeebom longo denos u llagel-
lo mortfero. ,
Ah meu charo senhor, o terror c o alarma lavra
nesla villa."su.i popularan com juslica amatada, re-
rL-i::n lo ,1 invaso dn rliolcra, pede e insta por pro-
videncias enrgicas ; felizmente S. Exr. o Sr. presi-
d ule .1,1 provincia, solicito pelo hem oslar da pro-
vincia que Iho foi caudada, ngo trepida, as provi-
dencias sueco I m-ss com espantosa rapidez. Com
taes vsas foi nomeada amacommisaao de 12 mem-
bros, autoritaria para ludo invidar, alim de desviar
a vi-ila do maldito cholera.
De feilo compenetrados da critica sitoacSo osdis-
lioclos cidadlos que conpocm ajunla, mostram-sein-
canfaveis, ji preparando o local para o cemiterio,
j. concertando a rasa qoejdever servir de Imspital,
j.i activan le o fiscal o mais autoridades para com
urgencia Iralarem da limp n <\.\ villa : o finalmen-
te, requesilando de S. Exc. o Si. presidente da pro-
Vincia, a viuda de um facultativo o a ambulancia
eonpeteule. Permita Doo que todos esses ippara-
tns sij.ini apenas prevcnees. e que n.lo lenham
OCCafiio de ser applicados no horroroso trafico, a
exlorrao do cholera.
No meio de-sa llorrivcl provar.io, a lira ros em
urna posirAu horioro-a, resla-nos ao menos o con-
sol de vermos. ouc de-de o mais alio lauccionario
ao iiilimu proletario, lodos iuvidam sna* forra- tra-
tando de combaler a iulliicncia do chalara, inspira-
dos pela earidade, essa emanaran divinal, que so
commissao eucarregeda do julgamenlo do concurso I vvenlo 05 osemos expostos a< inlemperies atmos-
compe-sede.Mr. Damirou, l.oui! Keiband, Bereu-| l'l"'ri(''"- -Sfl0 aa previnem dos remedios adeqaa-
dos, n;io omprogam as medidas hygienicas, de ma-
neira, neo charo senhor, que se o cholera pousar
nesla Ierra, ai da maior parle dos Srs. de engenho,
que pagarn com usura a incuria e deloixo que
bao talenleado.
Misoraveis que por pouparcm urna pequena quan-
tia sacrifican, entretanto um nvufiado capital. Que
lgica misravel, que egosmo deieslavel c exocrao-
do! Dos se comps.lcca ilesse- pobres de eipuito, e
arrede de imso lerrivel viajante do Ganges'.
A nossa policia caminha placida nada demonstran-
do que capto a alleiicn do publica. Vai ludo em
progresso.
Sobre maneira sensibilisa lo participo a Vine, que
por este anuo esla' fin la a minha misf.lo cmrcspon-
deucial, c mesmo nao coolinuarei mais, Cnmprindo-
me agradecer a Vmc. a conslanle genero-rdide que
sempre dignoa-n preslar-me, b'oquelando com sua
egide pmlcntosa, minhas insulsas, psolicas c asnili-
cas produeces. Se duraulo o lempa -jue me oncar-
reguei das funeces de ser correspondente nesla villa,
nio comprchendi a importancia de laes funecoes a
culpa nao foi minha, e sim da fraqueza de mens re-
cursos inlellecluaes. que nao me auxiliavam na ar-
dua e po-ada empreza rircronir.i.
l-'iz quanlo humanamonto me era possvel, mais
algnma cousa devia fa/or, porm seria preciso ;algar
por sobre o eolOSM de dilliculdadc--, olTendcr as sus-
coplihiliilados, inrilar nojenlas polmicas, e emlim
penetrar no antro da majdade. Nao, meu charo,
amanto do fardo numero um, sinceramente dedicado
aos mislerios da existencia, eu posto que onclansara-
dn na masmorra da dependencia, compres-1 em mi-
nhas aspirarnos, desojo viver longo lempo ra nrsle
mundo .tomen Deo-, Ja v, pois, Vmc, que seiia
marchar de encontr ao mens principios, se afas-
lando-me deata senda, lentasse levantar o sudario
que encobre execrandos feitos e alicanlinaa torpes e
dc'eslavois.
Oulrcm quo nao ou, quo indopendeiilc das priva
f/ies humanas, oreado de un nome prestigioso, pos-
sa sem roceiu atacar a hidra infernal, que se encar-
regno de lal mis-.lo. Deixemos o mundo asi lar us
potos, o nada de len'.ar per meio de errojos descom-
inunaes, arreda-lo de suas rbitas.
Itecolhcndo-mc a silencio, cu vou na solidao a
sus 10.11 meas pensaincntos, implorar d.i Providencia
divina o perdo de unssis colpas, e conlriclu a lorar
Disponha do seudedica do amador oCosmopolita, gamitleirat qustem
' entes humanos.
J vi mellinr.
Peior ja vi,
Ma ruosa assim
Ku nunca vi.
Na quarla-feira, um moco vendedor de Indicie-,
drigio-se porta de urna rata onde eslava am mo-
leque \ endeudo bolinhos, e o lal|moro qoerendo V-
Irocar 10 reis em 20, e 20 rezet pedia ao iMSnaho
que u fizetae, o moleque ou nao leve oa ule quiz.
corlo he houve negocio de linaua. depois do qual
moco que nao be de chulas. Iraz, xas, lepo, tofo H
costado do moleque, que. desamparando o polo, em-
barafuslou-se ecad;is a cuna da ca de -na sealwsa
e o muro, e o moleque Iraz, zaz. le. Icio, e -
toque, e o moco, e a senhor,,.......dize, ,u, direi oo,
dir o moleque, que foi una balbordia dos peccados.
acabando o negocio por ler Masosla de despejo a
mulher, que mora em urna casa do moro : pague a
mu'iicipalidadc as cusas '.
E digam agora que se acabaram os tion:aae< de
nossa Ierra.
as catacumbas de S. Sehasliao lepnusam Ii papa*
e mais 170 marlvre*. Em Huma, antes da revulu-
cao, bavia sempre pouco ma ou rueo* :M> hispa-.
56 cardeaes, 2,000 conegos, ou padre, 10,000 semi-
arislas,frades e icligosas, 13baslicas.54 pamchiai,
1 >:l igrej.is servidas pelo clero, 50 convenios paca
os dous sexo*, e mais de 2,000 oratorios pblicos
particulares, 9 hospilaes, universidades, 11 conc-
ejos, 70 escolas para ambos osean*. 7 qusriei*. 6
pri-Oes, e mullos remtenos ; 7<5 roa*. 118 pravas,
:I35 palacios, 5.500 armazn, II lnhi,"ii.-'a* publi-
cas, Fi academias lillrrarias, jardn* pnlihca. i-
tbeatros, mercado*. 50 chafarize* grandes aa'.na-
menlaes, c mais de 10.0 res, (i7" colomnas, e 130 obelico*.
As igrejas, e oratorios particulares ionumiam ra-
da auno meio mi'h.io de kloarammas derera ; .Ot**
carro* de todas as qualidades percorriam as roa, -a
Contav To.aa islo nao eqnivalle lorca qoo lom no* pul-
sos osacritao di matriz da Boa-Vista, e a bna
lempo "a do sino grande e dn h lato, da misma
igreaaV
He verdade qoe he uso anligo, e pelo que n,la po-
demos dar a razAo de levarcm os locadores aos sino*
quai meia hora a diveclirem-*e a rusia des .vidos
dos vizinhot, depois da sabida dn Viatico. Parece na
que ha urna di-p. -irn iiiauicipal a esle respeilo, a
tanto assim he, que as de naii malrires sin pareas
nes-a especie de regallo.
Que lhe fa^a bom proveiln.
I.o se no almanack de l.embranfaf l.uso-bra-
ileiro deslc auno o sogumle :
o Hemediv rontia o rholera.
a Parece sei infallvel o -egainte enthasiastica-
u mente recommoudado pelo dontur Bernver. I asa
a chicara de leito. em que se vasa am cnpinho de
azeile de Olivira, c oulro d'agnarilrnle. Deilar-
i se, cubrir-so bem. transpirar, e foi-*e o rholera de
o urna vez para-empre......
Antes de honlem, a ma larga do Hosario esto-
vo en. alarma rom a rhegada do cholera vindo .1 ca-
ballo das Curcnranas.lrazido escaurhadn na r.ucunda
do um malulo, o qual. triidn tido um ataque de c-
lica, com vomilos. foi cerrado pelo povo, e a lerri-
vel palana cholera pasmi de burea em bocea.
O inspector Vianna fai solicito cm roncorrer aa la-
gar, depois o Sr, siib lolegulo. que promplaaaente
correu a soccorrer o doeole, mandando em eonlinen-
Ic chamar um facultativo, e em quanlo r*le nao ap-
pareceu, deram ao enfermo orna dne de timn.
Pouco depois o Sr. Jos B idricnes 1-erreira. ceai-
mercianto. conduzio o doenle, e enm mais ama pa-
cn receilada pelo medico eslava perfeitanenle res-
lahelecido o Curcuranisla.
lie preciso nao desprezar-se estes fados, c havor
urna grande prudencia na administraran do sarco de
limito.
O Sr. Dr. Silva Castro do Para, nao i.ns quix dar
a honra de -ahorraos os resaltados ltimos di limlo,
empregado sobre o cholera, pois rria em verdade a
mais grala noticia, quo poderiamos reeeb* da Para,
se o limito continuara a ser prn/iruo no chotera.
T.imbem de Macei nada sallemos a respeito da
experiencia all feita n'um anidado com o liman.
Leonas 00 peridico Bldm de II dn corrate,
duas correspondencias sobre um fado, que luuvc-
| mos noticiado em nossa Pai. na Acuita de I do eee-
: ronle, islo he. a prtsao de um marcineiro morador
provincia, e qoe publicamos no decurso da semana, 1 na ra Dtreila rm hura expre*ameole prohi-
nada mais SOUbemos das nutras localidades. Indas, har em quo o rimniritin do cidadao he in-
Posto que mo tediamos s.fi'rido sercas. a carne | ^'"''^J;1":'" ''1; crcomslancias c-pe-
^ ciaes. l.eix.remo> de tallar un Mgnalana da srgnn-
verde tem subido a IS e 20 patacas,preco certa- d:i correslHicncia O tuimia ata /msva pm
menlo enorme ; e eslo escndalo ainda se torna mais | que corrobora ,1 nos-as asserron de enlAn. c p-n-
agsravanle, quando se sabe que o preco do gado na i mn* permissao ao da primeira O espectador
". .,-___...^ .,.-,,.,;. ( para ainda su-tentarinns a nossa opinia a re*pcHn
foira lem regulado de .l-o a ir?, o qu.- nao auton-a '-
RKTROSPECTO SEMANAL.
RECiFE 12 DEJANEIBO DE 1856.
AS HORAS DA TARDE.
A semana que se lindou lu urna das mais esteris
de que nos lembramos. Paseamos us sele das i.'uma
cruel monotona.
Os vapores que no principio, c al o meado dn
anuo passado, allluiam quasi lodos os diai em o
nosso porto, tem feilo urna ausencia completa ; de
sorte que a semana ptsaada apenas livemos um do
sol. mas este pouco ou nada adianlou.
Entretanto at Cerlo ponto, esla eslerilidade en-
tre mis he razoavel. porque lodos os renos da opi-
iiian, quer interna, quer externamente se acham
adormecidns.
A Crimea que ha dous anuos tem sido um rico
relleno de noticias para lodo o inundo, buje esla
descansando, para eomecar novamente a Iota.
ti cholera he a nica idea, a exclusiva pirocupa-
rao que monopolisa lulo ; he o phantasma que
alerrorisa a lodos os espirilos.
Mas felizmente al o momelo am qua esrrevo-
mos estas Mollas a cidade se acha livre de srmelhan-
le lia ello ; e seguudo as noticias que tomos da
prov icia, sabemos que em urna zona de vinte le-
gua,, da heiia-m ,r, anda sao de-conhecidas as suas
teirivcis devaslace!.
t^oin ludo a populado niio cessa da suppor alaca-
ao.jnal a qualquer individuo que apparecc rom
.uns -viNii'ni.,. que se assemelham aos da pesie,
em se lembrar~juc a maior parto das molestias se
aprescnlam ordinarianieute rom proludios iguaes.
Com eiloito, no dia 10 do correnle, pelas 10 ho-
ras da naonSa, cahindo ua ra do Rosario larga um
malulo de grandes dores no estomago, foi imme-
dialamenle reputado cliolerico.
Entretanto acodio o inspector de quarteirao, foi
chamar o medico, quo d>s>e que o mal era urna
clica, e como lal inaudou curar o homem, que li-
cou bom ; mas lie provavel que a noticia desle caio
se espalhasse com os devidos apeudices e cuiumeu-
tarios.
A pelleja se vai eslendendo para o noile. mu
al a dala deila triste noticia, tem-se manifestado
com um caraeler benigno.
No dia 2ii de dezembro appareccu na povoarao
d'Alagoa Jo Munleiro, perlencenle a provincia da
Paiahiba, e situada uas proximidades dn villa de
Floros da nosaa provincia. Air o primeiro do cor-
rente linliam sido atacadas 15 penan, mas nilu
morrera nnguem.
l'jmbein so linha declarado o mal na povooco de
/.ab:l, distante leguas da referida povoacao de
Alagoa do Moutciro, leudo morrillo um homem, e
ticavam 12 pessoaa atacadas.
Finalmente, o mal t.'.inluiu se achava na povoa-
cao de Alagoa de Baixo, senUo'.alac.ulas IS pessoaa,
inclusive o vigario, que ja lica a salvo; ma nn-
guem linha morrido.
As duas primeira povooroes perlenaen, provin
ca da Par.ihiha, e a ultima a Pernambuco.
Recebemos cartas da conmarea da Victoria. A
seguranza individual lem sido pouco respeilada ; no
dia 2(i do pastado houve um assasaioalo dentro da
cidade ; o, com" acontece ordinarianente, o rrimi-
ii- a evadio-se. Anda roiitinuam os roubos Je ca-
vallos.
Aim das noticias ehegadas le alguns poni* da
a \cudcr-sc a carne a mais de I ou 11 patacas.
Ies*e fado, que quando nado cv;lique, moslra rvi
lentemento quao atrazado- andam na* dontrina* de
seu* cargos os agenle* policiae* de no-s.i trra, -eh <>
honrosas excepi/n--.
Nao fizcmos queslao das circuinlanca*, qae se
deram entre o marcinciro e o toberneiro, fos*em
carne o o mais de osso*
Talvezque agora eessena esla- depredaies do pe-
lo, pois consta-nos que o liscae da cmara live-
ram mais :iOO?o;K> rs. de gralilicacio, e por
sso hcnalural que sejam mais osrrupulosos no
cumprimenlo das suas ohrigarfies, e oscul,iadosc
is alto e magoslosos poderes de Heos. A ora da infractores das posturas niunicipaes severamente
proverbio esl prxima, cumpre por tanto abandonar I punido.
Este prern enorme faz que a carne se ronsorve
nos aeona-oes at as ti horas da larde, noito pre-
la ; e 0 pean ho lal qu quem compra niio libras.
d graca a Dos qasndo acha seis, asndo Ires ,!c f115 I1" fo,scm- 1'" dissemo*. e anda sosten
" lamn-fm. qae o inspector da ra Huella com a-
palmilla nao pndiam invadir a rana desc laarri-
nciro a meia noile para leva lo a pristo, e o Sr. es-
P-e ador mesmo e mie-s.i essa palpil-nle lran*gressaa
quando se exprime em sua supracilada correpn-
deiiciafu* e/feelaada qme foi a prisao elle curren
para dentro de urna /o/a, que serr de marrintiiiu
e por ningnem habitada, ozffe Irawindo-tf por
alijiins instantes pira depnit continuar r un Bsa*a
recrudes-tncia...
Como he possivel que estivcsse una lo.M do mar-
cinoiria aberla al a meia noito sein aanT h.r.Ktada ?
Domos que o dono se tiv.c eqicridn de fe-
dore lambein concorren para i*lo, e entao qujlquor cha-la, mas logo que o lal oltici.il da marcineire em
medida quo se lonaase a esle respeito, derera V~*gFF!*!!. >" '"'" *"
, i da polica fccl,ando-*c.... c mi devia ser n*-
comprehender esias tres cianea. ,^,,,1., .)uril,e a ,_ ,, n pnlert. M_
A laxa tora o meib mais convciuonle para ac- 1 xo do cerco para no oulro da are*>aaT-*ja o erando
bar estes e oulro abuso no gneros de primeira sreterato. que leve o arrojo inaudito de ebriacar-*e
necessid.idc, mas islo he u,n* dea retrograda, n- c i"n"jir.un' *'V*nte inhonesto.
. ,-,,.. ,.-. fcssa lo ,i de marcin-ina niio eslava inhabitada.
compalivel com o dogma da liberdade deindostns, p^aje en nalta qoo faiia a sui re> "enria .. tal
c do commercio, e ollendoria o parlo poltico. | velho marriiieiro. e *e na era asm porque o m-
Somos um povo que tem nm i coasliluico muilo | peclor foi chamar o dono da marcineiria. para inli-
Ouiulo ao exborhilanle p.'.'ro da carne, nao silo
ost.i'.h.iitores os aicos responsaveis. Os atr.,vcs:.a-
algum lempo he eclipsada pelo materialismo des| nlo lando S. S. eases mbrenomeaJSeognomes pres-
pa i
o contacto das paixoes para assim alcanzar a plena
ib-nlviro do minhas culpas.
Tomando osla resolucao, acompanha-me un: sen-
limento, de abandonar nma peleja brilhaule, aonda
linha por rompanhia, talentos dislincto, capacida-
des elevadas, cid-dios cuja, gloria sor,, iininorrednij.
lie esle o soolimentn que assas cumpiirae meu co-
rar.lo, o incito minha Knsibilidadc.
I ni siudoso adeos do iiiliino da minha alma dirijo
ao Ilustrado camplo do Bonito, cuja .usencia de
scu jornal, foi urna cruel deceprao paia aquelles......._ ,-----,
que gustoso, sahiam apreciar suas' importantes mis-1 livro, a qual he, em lodos o caso, religio*:ne,i,e .*! *&!*** ,?,MT"
I respeilada, quando muilo a vezes um homem ni- de qile a PM inlia|,arta a ,,,j:, ,,, ,|,,^,I||_
diciado em alguin crime, jaz anuos o anuos esque- | Nao duvdamuqu>- ee velho vemlo-sc alara.!"
cidoem nina prisao, mas um homem nao he nada, em sua liabilarilo alta noile lanri.se mi de am
quando mrala deinteie.se! materlaos, como por i (-"mP*'> I'/" resistir a pri.ao. lano mais qa.ui..
1 | as suas facilidades n.ia regulavam, ir.as tu I i i-le.
exemplo, carnes verde-, e oulro- gneros, ele, etc. mais qu, |lnderj, .acceder de *u,iro nao toi se
lo de ver naufragar nos caehopos da insolencia -o I Bn dn, medidas aabre estos arligoes se poden to- I nao con.equeuria da impralenci. loucura e erro
dos manejo* paerii das potestades eleilorae*. seu- ex- mar nos governas como o de l.uiz Caplelo, o qual i gratsimo da policia em ir prender dentro de *ua
torcos a prol urna honra, que por direilo lhe campe- ; todava he muitu applaudido por nos, quando viola
lia. Nao era do esperar monos, se altondcr-so que
Ao distinelo e honrado W. de Ipojoea dirijo am
abraco fralernal, nnica prova que posso o!Toreco a sua
capaclade elevada. Sentimos por domis a injusta
opposi^ao que soll'rora S. S., passaudo pelo drsgos-
arcliitectoa da inmoraldade, na qoadra dos prova
roes, ei-la osleiilaudo-se de novo radiante e sublime
na sua marcha divinal.
S. Exc. o Sr. Sa e Alhuqucrquo nlo trepida p-
ranle as dilliculdade*, incansavel ludo empresa pa-
ra desvier da provincia das .Magnas o lerrivel es-
trangulados permita Dos que seu extorco*, sejam
curoados de feliz resultado, c que a provincia livre
a consliluirau, prende deputados, deporta cidadlos I 'primos dcscalpa ao Sr. i-.poclador por Iivermo.
quo exigem o cumprimenlo ila leis, etc. lomado a liberdade de sustentar a nossa pnaeeia
Alem das lamida les coiu que luamos, soffre- ; milicia contra oa asna ha doniae: ha > <*>' *-
nos de mais a mais o flagello da laMarie notas miu- ,:pr- c t2*n le',or1"c <"" "**m* \" po-
. i l'Oia. Ese inspector perpelrnu um fume pretina
da para as transarcues ordinarias da vida ; de sorle pHo ,rl. anjj ,, 5. Crim. b- Entrar na cas. .lhe.. *
que boje para Irocar-se urna lila de lOirj rs. paga- de noile sem consenlimcnlo do quem nella morar
se so agila urna laxa de I 099 rs., o-^jue ainda Ponasde prieto |>or 2 a ti mee- e mu' i eorre-
vem augmentar a caresta dos genero>e (ornar ',0"d/n'' me,aJe J "ipo. _____
, NAo lera lugar a penaS Ino cao de incendio,
mais dolorosa a siluaco do consumidor. Assim, ou rujna ac.1M| da c,Mi n da5 illimcdalas-lS na
ligiosos. que muilas vezes sao j rapa que OCCaltam a
hc-diunilez da quejandus fados; niio incensando S. S.
os colossos elciloracs, narraoilu os tartos como o- lac-
ios se pasaaram, era purlanlo limito ualural o desto-
cho que liveram suas nobre aspiraees. Que espe-
rar de urna oleieo fcila pela medida velha. impreg-
nada dos mesmos abusos? Ahi vem os circuios, ve-
remos se Caando as taes alicantinas a eleijao ser, i calendemos que o governo gcral deve augmentar o | caso de innundacao 3oo caso de ser de dentro
*

y
mi itii Ann



DIARIO Al PERItMPUCQ SEGUNDA FEIRI I. UfJ'NHRD DE ISS6
-e
*

pedido loccrro* no cato de se eslar all roin-
iui-llendo ajgum cnine de violencia contra a pessoa.
lslo acha-se de harmona cora o disposto na consti-
tuir arl. 179 5 lque diz assimlodo o cidadAn
lem em ua caa um aillo inviolavel. De noite nao
se todera entrar nella, senao por seu ronsenlimen-
to ou para deffenier de incendti*, innurtdacao etc.,
ele. l.ogu a polica mo po lia Violentar di noile a
loja do marcinciro, que Ihc servia de sua r w,i sem
coosa que duvid.i iizesse, porque era onde habilava;
alera de que ahi memo manliiilia a sua ofliciua,
cerUmenle por suas estrelas circumstancias.
NAo pode porlanlo, dizemu sem conclusa,.,prevale-
cer justificacilo alguma a respeilo da polica acerca
desse attentado directo contra as leisa tal respeilo de-
terminativas, porque nessa orcasiao nAo se den e\-
cepc,Ao algums das que litadas foram pelo Codito
Criminal, porque nein mesmo le -pode admillir a
violencia contra a pairea, urna vez que nAo consta
ter liavidu coacto ou torca empreada conlra elle,
o qual qinn.il> muilo era a propria victima da sua
intemperante, como lio-til a seil do sobrio padre
inglez Matheus. e se nesse eilado o pobre do m.irci-
neiro algum excesso pralirava.era contra si mesmo.
Usculpe-nns por cari lado o leitor a formidolosa
roassada que Ihe petpegamvs.
Dos permita, que nAo se falte mais em tal mar-
cineiro, ou tal inspecloreiro, ou em tal taberneiro.
Sah-rectifcarlo.A eommissio de que fllame*
em nossa Pagina de .me- de bontem, que so tem
adquirido9l).;s!KKI rs.da subscripcn para os po-
bres, no caso de sermos invadidos pelo cbolera per-
tence a Sociedade llomcopathica Beuelicente.a qual
(corainissAo) nAo lem a honra de ler em seu gremio
o respeitavel Sr. vigario Kezende. A reclificacao por
lantn, que em no-so Diario de lionlera foi inserida
pelo respeitavel Sr. vigario Rezende, nAo nos pode
lizer respeilo, porque Miamos expressamente na
Asioriac.Ao llomeop.ilhica, e nAo as commissOes do
gnverno.
Houvessem mil commissOes de mil antelas m-
dicos, todas ellas deveriam ser, como silo ;is que
e\i9lein em beneficio da indigencia. Noventa, ou
qninhentos mil reis nlo sao quanlias para nina ca-
pital como esta, onde lia tantos propietarios abas-
lados, e um corpo de cnmmrrrio II opulento.
A experiencia nos lem feito conhecer. que as chis-
tespobres 3o as prinieiras epidemia reinante, e isto por falta de recursos.
Se todos derem em reUnjau aos seus teres, lalvez
que nAo lenliamos de lamentar lanas desgrarasj
quacs sabemos que se dio n'oolras localidades.
O jornaleiro que s conta eom o seu tenue salario,
se for atacado pelo citolera, e bouverem recursos,
lalvez que nAo deixe entregue lis dol.rosas viuvez e
orfandade. roulber e lili ios; mil se elle vir que mu-
Iher e Hlhos nAo lem com que passar, esse lio
mem por cerlo desprezar os priraeiros symptomas,
ir espor-se as fadigas de seu Irahaibo, e por mila-
gro nAo niorrera.
Nem as comnii-soes do governo, neni as couims-
siies da Sociedade Uomeopalhica poderAo fazer mi-
lagrea, quaudmiio for bauido o egosmo c brilhar
a caridade.
Parle hoje no .vapor Cuanabara para acorte
a Exm.a familia do Sr. desembargador Firmino Pc-
reira Monteiro.
VAo seus filhos, e sua illuslre consorte deiiar a
patria natal, onde multas familias liram obre mo-
do sentidas por Ibes fallar l.io preciosa amisade.
Viagem propicia Ihe.ambuciouamos, e endientes
de mil venturas.
Al amanhaa.
Iti. Mara brinca, nascida a 7 de sclembro de
1851.
dem. Honorato, pardo, nascido a 11 de dezembro
do anuo prximo passado.
dem. Cecilia, branca, nascida a II de oiilobro do
correte *auno.
SI. Emilia, branca, nascida lia 10 mezes. Santos
leos.
3. Francisca, branca, nascida a 17 de dezembro do
1851.
dem, ldalina, branca, nascida a III de setembro do
correnle anuo,
dem. Manoel branro, nascido a ."> ,le setembro do
anno prximo passado.
dem. Mara, branca, nascida a 20 de setembro do
cerrente auno.
30. .Manoel, rrioulo, nucido ha 1 anuo,
dem. Tolciilina, parda, nascida a 10 de selembro
do correle anuo.
Ao lodo 33.
Fregneiia deSanlo Antonio do Kecife :ll de de-
zembro de 1855.O couego vigario, Venando Hen-
ques de Rezende.
----------"_________________________
X>niio >f ^miiunluieo.
nm
innmeros amigos, eslimado de todos que linham
a dla de conbece-lo ao Iranspor os risonbos e en-
cantadores arrahaldrs, que orlan, esta nova veneza,
em firmado proposito de Dio vollar nesles qualro
anuos, pelo menos deixa ana eanstornaeSo e na mas
pungente e mordaz saudade sua familia, que
exIremosamenlD o ama e que nelle ve o nico lou-
ro de seus longos desvello-, e lorlurnsos sacrificios.
Trale e expresivo fora o quadro da despedida do
lilbo reconlierido e gralo aos paUextremosos : a dor
da saudade razia derramar amargas lagrimas, ex-
pressio nohre do intimo sentimenlo d'alma, nlo s
a sua familia, como aquellos que se ul.iii.iiii de ser
seus amigos, e que resignados sofjrem os rigorea da
austera ausencia.
Em que lempo* Jallamente qaando um lerrivel
llagello nos ameaca, depois do assolar, e Ceifar im-
portantes vida* no Altinho e oulros lugarejos circum-
visinhns; sendo de rcreiar que a esla hora, leuha in-
vadido aquelle termo, qiiod Deus arenal, e feto
ni devastadora visita com lodo o sen lamenlavel
Pelo ViiporlCuanabara lionlcm chegado dos por- i "'J1",'
los do norte, reeehemoa jornaef que alcancam ; de la '"amstanea ja nao se podera deduzir
Para a :)l do passado, do Maranhl i a 5, e do Ceani um juizo preciso do caracler nobre desle fuuccinna-
a 1 do correnle. riojimpavidnc distirielo, que corre pressuroso ao le-
-\ Hora adianlada em que recebemos asgazetas nao
I clamo di BCcesaidade de sua aerlo, como aulorida-
: de naqoelle termo ? Inconte-Iavelinenle que sim ;
i porque nAo be o Sr. I>r. Merlina, do numero da-
loda;
nos permttte llar lis cartas deaoeMM eorreapondentea,
fazendo apenas o resum do que ellas c os jornaes
contem.
No Para fazia-se anda sentir na capital o llagello, I quelles dcsgiacados capazes de amistar
mas em e eemplalamenlr, eaundo diz o Tres de Maio. c,m>"l"M."':*- > ebanclonar sua chara e presad.sst-
No da 26 do passado, se havia niceirado a sessAo il"'1 r*m,,M< e seas amigo, para eutregar-se as gLir-
l!"icaixoles cera em vela, 19barra alum, 1
dinhelro, -JOII mullios ceblas ; ao eapiUe.
I barrica alpista ; a Francisco Antonio Pereira de
llriln.
Johnslon
accoi LiverpoolBarca ingleza iiEnlliusiasI,
Patera Companhla, 500 couros dem.
Exportacao .
x'eSo !;2caiso,es ,c,:i,,Sde ^*^\mS^JST?^^lSS^
i"J r.u\as Iiiilnlris, w diijis reholris, b l-w m-.. ., .,* ., Mi v.t .
da assembla provincial da mesma provincia.
I.ose no Diario do Maranhilo o segninte :
Constiluirilo Medica.Bstanla casos de dysen-
leria com cantaral de tange, perrm geralmenle
benigno-. Cominua a serca c as ventanas Por ora
fas do inouslr o horrendo que nos arreganha os
denles por nterc-ses mesquinbos e vis ; nao ; seus
elevados senliincnlos a cuidadosa erlucacAo. que li-
vera e a nebreta de ua alma Ihc ohriga de lAo de- [
felizmente nenhum indicio tem appareeldo da epi- i negrido jeizo, e somos cerlos que a rfAo er a dedica-
""^Si8 "^,<""ra1s I*0*!?""' ''.''|.er.o... I {ie, o amor da patria c eiaelidlo no cumprimenlo
dio lerrivel. N dia 18 do m.z p. p. "e'wnho S- I de 5eU, *""+ "e"Uam oulro mo,ivn arrancava
dahib i. psopriedade do Sr. Joaqunn Antonio Van- ''" *e"> de 5uil familia.
COMAUCA DE 1-LORES.
Villa-Bella 18.le dezembro de 1855.
Todo por esla nossa trra lie temor que se v no
semblante de quasi todos com a noticia assustaiora
q)Ve nesles ultimas das de uovemhro nos ebegou.
de haverem succiuubido cinco individuos na villa
de Tacsradi. da peste reinante, lodos chegados de
PAo de Assucar provincia de Alagoas, tendo la fal-
lecido o negociante Joao Jos Aires, que fora ao
mesmo lempo que estes, ver negocio. Esta nolicia
tanto tem de exacta como de assustadora. para lulo.
que se acham visinhoa daquelle lugar.
Genela-nos por carias que de Tacaral tem viudo,
qae o delegado leudo nolicia da niorle de JoAo Al-
ves e sabeudo que oulros individuos para a mesmo
lugar t ii um ido. mandou colocar piquetes ua es-
trada para impedir a entrada dalles c fazendas que
traziam, mas elles desviando o piquete entraron! e
depois de pitucos dial foram victimas das iras do
cholera. Quera sabe se terminar com aquelles
que foram ao lugar da epidemia ? Quem sabe se
com o negocio nAo se impregnara este lerrivel a-
pan para nos anda dcsronliecido S confiamos
na Providencia, e praza a Dos que as nossas prpees
sejam ouvidas, porque sem recunos, sera medicina,
a Mo Omnipolenle nos podeni salvar.
Sii devemos lemer, e termos o maior escrpulo e
cautela he. em nAo visitarm s aquelles lugares onde
a epidemia esliver grassando, porque sii assun ella
desapparecer paremos por algufn lempo com as
nossas Iransaccuei cummerriaes, enAn sacrilique-se o
que ha de maischaio por nina visita a lugares a
infeccionados.
O nosso delegado lem tratado do asseio dela villa
e lem lomada algomas providencias preventivas,
purem nada lera de aproveitar se os impacientes oa
Imprudentes nAo reconhecerem. que o lempo be de
esperar e nao de arriscar. Airiscamos a vidiaaflpnao
a Cortan, senlinres do commercio : attendi bem
para esla considerac,Ao. Temos lido preces i jtran-
des penilencias durante o mez de novembro e no
dia8 comecaram as novenas em InuvoraoSenhor S.
SebasliAo que fndaram nodia |l'> do crreme ehe
de notar que esla festa loi a exprcsAo mais viva dos
bons sentimenlaaaee-liidns que para ella conrorre-
ram, de que \JBl o chrisUo qoe ama e adora
religiosamente asleis da igreja deve estar tranquil-
lo e cerlo de que goza os hens da Providencia, quer
tiesta, quer na vida futura.
E estes senlimeutos nascidos de mu povo religio-
so como he o no-s fez. que as noven is fossera feste-
jadas com enlhusiasmne ellervesocnciacondignacom
lao grande idea.
1 vemos no .na di fesla missa canlada.procisso a
larde sendo um dos andores o do Senbor S. SebasliAo
e oulro da Senbor da lVnln ambos bem armadus
e pode-se dizer que enrcilados.com goslo, e nAo
menos os angiiibos que arompanbrama prorisslo; foi
acompnnludaco.il urna guarda de honra de trila
pracas mais ou meos duiante o lempo que percor-
rea as ras desta villa, fa/.endo o seu grande acom-
panhamenlo um numero ereseido de homens e mu-
llieres: ludo em honra e penitencia dedicada ao
santo da ic,l;i.
Comecaram os Irabalhos do jury no da 2S de no-
vembro e s houve numero para funecionar no dia
30: pouros processos enlraram em julgamenlo e
so um foi condemnado segundo se mo infor-
mou.
Urna appellae.'io que foi submeltida a novo julga-
menlo por liaver appelladoo condemnado foi ab-ol-
vido como sempre seda a respeilo de lodos que en-
tra.'. em segunda julgamenlo.
Em urna das minhas missivas noliciei a prisAo de
um lal Curto do cuito de I.ni roes do Navio e cmpli-
ce de uniros crimes que era nutavel por seus fetos,
e enlAo quando ludo clamara pela prisAo desle ho-
mem como urna das primeiras necessidades, o que
ha hoje ? He que o delegado lem procurado
provas conlra elle c nAo as acha e urna s
pessoa nAo se .mima a denunciar dos gran-
des furtos qoc elle lem feito, sen lo que mudos
sAo publico-. Doe na alma ver soltar um rapia
igual : he nesa parlo que a nossa |e catecia de
urna reforma; de mais be casado, ja maduro c (al-
vez que o delegado o nao queira recentar teniendo
a la volla como se couta ler acontecido com outro
que fora por elle reeditado, que apezardas recom-
mendac6es In.j-aqui seaclu furlando moijasa caval-
los, e anda nAo faz 'm dou> mezes que vollou da
presenca do nosso cliefe de polica. Maldita lei do
recrulamenlo que isenla aos casados, anda que
larirrtesdc moras e de cavallos.
Ha mais de um anno que nAoapparecia um asaas-
sinalo ; agora na Serra da Baixa-Verde um cimba-
do enviou oulro para a ilha dol quielus c anda n.io
pode aer pilhado, apezar de ser uina casualidade
cerno alguem diz.
A secca vai grande ; fallaram as Irovoadas de no-
vembro e al agora nada de chuva, os vveres se vAo
lomando caros, e o que mais me ansia heouvir rniis
propbecias do anno vindouro. Al a volla.
O tellm Aaiin.
-'arta particular.
"-. silo nodislricto de (iuimaraes, fui victima de
um fugo devorado!, que redoli a cinzas aquelle im-
portante estabrlecimenlo; lendo-ae conseguido e
com grande difticuldade valvar apenas a casi de vi-
ven la, e tu lo o mais foi pasto das ch mnias casas
de engenho, de laisai, de purgar, da alambique, e
seas pertenece: ranchos, ele, ele. Felizmente a co-
Iheila do anno passado salvoo-sc por ja ler sido re-
meltida para a ddede. U fugo orlgioon-se de um
recado, que 3 das antes havia sido queimado na di-
recjAo da balravento ; miuou balo mallo o veio ler
ao engenho apezar dos caforr. iniudilos emprega-
dos para inlerromper-lhe a marcha. Quando se lem-
braram de avisar os vizinhos de .Munliluba foi lar-
de, porque chegarain quando ji ludo eslava conclui-
do. Felizmente nao ae lem d* lamentar perda algu-
ma de vida. Posto que por vezes muilos Bitiveram
a ponto de ficarem aepbiliades pelo fumo, a senhora
e os hlhos do Sr. Vianna *alvaram-se fugindo pelas
estradas.
Do Cear i nada ha digno de nienrAo.
No Piauhy h ira tomado posee 'da presidencia o
Enn. Sr.< commendador Frcdcrico de Almcida f
Albuquerque.
Faiia-se all senlir grande calor, lemia-se a gran-
de secca que esta imminente.
A Parabiba e Rio-lirandc-do-Norlc cozam de paz
e boa salubridade.
V OllUUHlliitlOO^.
Praza ao cu que o governo lome na rerdldeira
consideracAo esle facto ; c lance suas vistas para os
relevantes serviros, que vai elle prestar : para que
em occasiiio opporlona nSo seja esquecido.
O I.
l T C -> 1.MM! b i" H f t! -N.
Quando se sola um lirado de consternacao por
causado cholera que nos ameara, quando se con-
lessa que temos desaliado vnganca divina com os
nossos grandes peccados, e que por isso llevemos fa-
er petulencia, he quando ese mismo aportlo, que
Ma pele (meo c em neme do poro, derrama todo o
re do insulto conlra a primeir.i autoridade da pro-
vincia, de quem he nimigo pesso.il e flgadal, c apro
vena a qoadra que elle chama calamitosa, para ver
se desvair a genio incauta e a loma amotinada ;
porque entende no son beiloilte que dahi lhe resul-
tara iini rir-olo em qoe se circule. Para que lama
menlira em lempo de pete?
Porreolura lia ahi qnem ignore que o actual pre-
suicnle da provincia mi be a cansa de eslar a carne
mais cara ? Que elle nAo poda renovar o conlrato
das carnes verdes sem que a assembla provincial o
deierminesvei Na saaabe que contra o ayslcma
dos cntralos r prononcim toda a cmara empo-
rio, c que ale o proprio Sr. Sooza Hamos remara,
e nem o torn renovado, se c ctivesse .' Quem nao
sabe que as pessoa! notareis faltn o redactor do
liberal) nomeadas era eommbiAn pelo Sr. presiden-
te roram de carecer que se nAo reiiuva to .' Quem igiio-a todtl lslo .' Para que. pois, zom-
bar da credulidad* pablica em lempo de peste, em
que-edevo smente fazer peniicpria. como nos re-
coinineiila o apostlo ?
Uante medulas preventivas sobre o cholera, lo-
do o I r-rnambiiro abe que o Sr. consclbeiro leed
Uenlo ro o pnmeiro que romeroii a loma-las desde
que fe falln em cholera as libas de....., e tem
constantemente veljato na Kllulnid.dc i.nbli\,
constrnindo lazaretos, e preparando meios pan le-1
raiilar hospilaes no monela em que for-m n-r.s
arios. Ah ela a correspondencia nllical para al-
leslar Indo isto. iVingiiem ignora que o presidente
do Pcrnambiico nAo lem-se incessanleinontc dedi-'
cado a esse ramo do sorvo publico dentro da pro-
vincia, romo ha sido promploem soricorrer a pro-
vincias accommctlilas. como soccorren Par, ll.ihia
c .Maguas, mandando medicamenlns i ara oulras que
o bao solicitado. Para que, pois, meilir tanto em
lempo de peste?
E qual he o poni da provincia em que hsjam ap-
parecidoalgajaajsymplomasda epidei lia para onde
nao lenham ido, al com anleciparao,
conselhns mdicos, dinbeiro e mesmo
se lem visto que por amor da salubrid
E\c. ha contrariado os eus proprios ej
gos? O Liberal, pois, insulta o bora
o povo, de quem e diz procurador,
blicameiite, e buscando desacreditar
oal urna aotoridade que tanto se lem
aquilloqu- elle phsrisaicamrnte red
Quaes sAoesses dnlieiros derramad
tinienlos thcLitraes ? Ao contraro,
bem eobtervsm he que qoasi tueladcl
marcada pela lei do orcemenlo para
co est economisada ; o que, sem gasl
Ihesouro provincial, Irahalhou
durante a melado do anno seeniee. S
sidenle qaisesse abrir os cofres para
Ihealrara, nao feria feito contrato com .
sem iiihveiieao, quando duas compaehias a solici-
lavam.
Mas nao querer o apostlo do Liberal que te-
mamos thealro lyrico por um mez ao menos? Cha-
ma elle n&nr os cofres aos tlirerlimenlos o liaver o
Sr. presidente mandado dai dous cotilos de lis,
ubvencAo ordinaria, a nina companhu Ivrica de
grande for(;a, que por fortuna ivos-a plsaon por aqu,
e que por essa mcsqiiiiiha qoaotia vai dar-nos ei*
recitas em um mez f Sii um butorudo podera lamen-
tar esse peno da presidencia. No Itio ,te Janeiro,
onde o cholera fez estragos, e onde a caridade par-
ticular e do governo nAo licou ero duvida, nunca
deixou de liaver Iheatro ; e nlo apparecu bolocu-
do qui> censrsele a sulorldede por nao l-lo man-
dado fechar. Eslava esse patriotismo reservado pa-
ra o Liberal.
Deixemos de embar o povo : elle nao arredila
mais em alicantinas. Se /.ibcral eutende que com
isso Taz veta, engaa-se; outro officio. Na nlo sof-
Mcio, por ora fome extraordinaria, nem temos.
grecas a D,os, |,esie qe nos MettB equniKlo ella
vier, nAo sera com o redactor do Liberal que nos
liaremos : ha de ser com o governo e com os lio-
Sr. redaclore-.Se nAo lesse o que diz o sen
correspondente de hoje, que so denominaMo
l'ernambucano, nAo acreditara que o Dr. Itozen-
doAprir/io Pereira (mimaritt, cirurgiAodo exerri-
lo, fosse capaz Je eserever a Segunda Feira do chro-
nista do Lih-ral Pcrnambwano, porque lal pro-
duecAo nao sii pecca na forma, como na mategia :
nem aquillo heeslylo de um joveu, que se preze, e
que aspire os Toros de Ilustrado, para o que Ihc nlo
vejo geito, e nem elle pode abocanbar por lal modo
o Sr. consellieiro Jos lenlo, que all lem encontra-
do um peluurinho, olide lie brbaramente aeoolado
todas as srgamlai-leiras.
Se islo be verdade, como diz.o seu corresponden-
le, su se pode explicar pelo lempo de tolerancia, em
que vivemos entreunto t{ue eu qualificarei de im-
moral lal procedimento, cujii cooiionacao pode Ira-
zer tristes conseqiiencias. lie preciso que os papis
se nao mudeni ni ociedade, e que quem governa
mo esteje mere da lingua viperina principalmenle lendosen subordinado, como no caio
emqueslAo, rniqnc ligura lAo tristemente um mi-
Miar.
Nao son capaz para dar consclhos ao Sr. Jos len-
lo, que at lia consrlheiro ; mn elle averige o fei-
to, e corp pela rara e-si planta enfeuda.
Soi, Sr. redactores, -ru amigo o
SiitgMem.
Stnhoret reiaelorei.Como nfelzmenle os men-
tirosos calumniadores, n'o adiando motivo para
darem expansao e sen genio malvolo, se veleesem
de mira, propalando ser eu o anlor do eseripto Pa-
gina Avnlsainsera em en divnlgada jornal, c por
con'equencia da secnsarao que n mesmo escriplo fez
ao inspector de quiirteirSo da rila Hircila, rom o fin'
sem duvida de Innearem sobra mim o despello do I
dlo inspector, e ea desoja de urna ver. ver a venia- i
dcrcconhcci la para complclo desmentido dalles rn- ilCB" cebola*i -" cantslras albos Manoel de i"re-
go-lhes baja.n de declarar se relmenle o eu o'au- iMJ'm Guimartee.
tur di referid. ,, suecas au,cndoa, I cixin ha boi.es. i barricas
la correspondencia, e se por ventura al-1 presuntos, I dito vinho; a Fontes ,\ Irmao.
' pipas e 11 harria vinho, -J paroles coxinilho : n
Manuel Jonqolm llamos o Silva.
IrmAos.
I saeeo lalas de iii.inncl.nl i ; a Verialo de Cir-
valho lavares.
I frasqneiro dore ; a Antonia Pires Ferreira.
1 raixiiiha rap ; a Manuel (oncalves da Silva.
I cauole rolletes ; a JoAo Mara" C'.r.leiru l.ima.
ii ancoretaa azeilooss, :l pipas vinagre ; a Jos
Mara P.iragual.
18 barra (avallas ; a Antonio Jos dos Santos.
I pipa e .", barris vinho, 5 caixas elpisla ; a Pal-
tneira rjj B-llrAo.
l'Hi inoihcs aducios; a Antonio Fernanda da Sil-
va Berrs.
5 banis vinagre, lll eanastras rebolas, 10 ditas ba-
tatas, SO saceos farelle, I eeixinna mermelada, (i
saceos sevade, barril chouric,as ; a Cosme Jos dos
Sanios Callado.
I ramuda llor de sabiigueiro, i gaiola passaros, I
dita roelbos ; ordein.
I fardo, 1 sacco, 2 barricas e caixas drogas ; a
Vicente Jos de Briio.
I raixinha agoa ingleza, 1 dita vidros e fiinisp.ua
botica, I dita drogas; a Moreira ( Fregse.
1 dita vi iros e garrafas. 1 barrica cesso. I dita
drogas e vidro, l urdo plantas medicinaos ; a J.
Sonm A C.
I pacole almanaks ; a Ricardo de Freilas & Com-
panbia.
I aacco gnora-se ; a Leite.
1 caixoliobo ; a Kxm.a |. Adelaile P. Lomos.
I dito ; a Jos Joaquim da Cosa Maia.
I hila ; a Cardoso Ayres.
1 eiiihrulho ; a Antonio Joaquim Panasco.
1 dito ; a Aureliano de Alineila Suares.
I ililii ; i Francisco Augusto Ferreira.
I bflceliuba ; a Antonio Ignacio de Mcdeiros
Bego.
i cmbrulbos ; a Manoel Ignacio de Oliveira.
1 raixotiuho ; a Antonio Pedro .bis Neves.
33 pipas, ti nieles dilai e s barris vinho ; a l'ho-
maz de Aquino Fonseea Filho.
1 pipas vinho ; a Manuel Ferreira Barbosa.
inditas, S nieias ditas o 35 bariisvubo ; a Fran-
cisr.i Severiano llabello^ Filho.
39 pipas, |-j nieias ditas, :t> barris vinho; a Ma-
noel Joaquim llamos e Silva.
O pipas c "> barris vinho ; a Jos rlos San-
ios Pereira.
12 pipas vinho ; a Manoel do Piaseimenlo Pe-
reira.
Brigue meco Superior, viudo deSlockholmo, con-
consignado rj itolh Bidonlac, m.inireslou o se-
gninte :
13 daras e i taimas, 60 barricas alcalrAo, it) di-
la pixe, 8 vergas ; ordem.
Polaca heapanhola Pronipta, viada de Barcelona,
consignada a Kallbar A; Oliveira, mauifeslou o se-
cuiule :
180 pipase 110 nieias ditas vinho, ti fardos corda,
85 i lixes sabio, 15 saceos ervadoce, 5 saceos comi-
nhos, 1 caxinha chocolate, 20 voluntes "papel ; a
Bailar & Oliveira.
Biirca portauela yanta Cruz, viuda do Porlo,
consignada a Francisco Alves da Calilla, maiiifeslou
o segu ule :
I caxinha cerdea, S parales lio porrele, IS barricas
prego-, li eaixas liiiha, panno, toalhas c pentes, :! pa-
cole* fio porrele e liulu barquinha, 1 caixinha pen-
les, > ditas liaba, 8 barricas enxsdos,* caixas pa-
es, ferros de eogommar o linbas, I dita panno de
Imho. 8 ditas Techadoras, 3dites feixos iiedrezes,
KKIeanasIra* albos, i caixas fechaduras, linba e cai-
xas de chifre, Kirniilielessebii em velas ; a Barroca
& Castro.
I saeeo nozes, 1 dito panno de linho e colburnos ;
a l.uiz Augusio Fernaudes Vjeira.
I ciinhelc galoes, c.ijxas drogas ; a Mnaoel An-
lonio Torre--.
1 cailSo meniciirdlo, 2 latas carne de porro ; a
Jn.se Joaquim da (osla Maia.
2 caixas linda ; a Manoel da Silva Amo-
rim.
eanaslrai csstanhas; ., Manoel Googalves de
Oliveira.
> caixas culini, 1 barril vinho, 1 dito azeile : a
Joaquim Pereira Arante*.
I .aixAo gair.c. de eJa, damasco, ele, 1 cal linba
imagen* ; a -lose Ituilrigues Ferreira.
50 rodas de arcos de pao, loo liacas.de viino ; u
Antonio Fernaudes da Silva Iteiriz.
15 cana-iras albo*, mu ancoretaa ezcltonas: a Je-
s Fernandes Ferreira.
i barricas peras e macis; a los Joaquim de
Lima llciriz.
I barril prcsuolos li Vicente Alvos de Soas Csr-
valbo.
das, coiiduz.io o aegoiote : i>t> barricas bacalhao,
:i pipa. :l quartolas c (i barris de quarto azeile de
carrapalo, 8li duzias cocos de beber agua, 30 saceos
cera do carnauba, LIO mullios patita de dila.
Liverpool, barca ingleza iiEnlhiisiaslo, coildozio o
seguidle : 2,100 saceos rom IO,"iOO arrobas de as-
sucar, 1,070 saccas cora 5,120 arrobase 18 libras de
a IgodAo, 500 cocos.
HUCEBBUKlA I)B RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PEKMAMIICO.
Itcndimenlodo dia 1 a II 64308049
dem do dia 12........ 95.5s.jK3
7:386>532
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimento ilmlia 1 a 11 .... 39:8458865
dem do dia 2....... 2:li:l;l78
i1:'.80:0:t
ambulancias,
jeneres? Nao
de publica S.
ntimos ami
setiso, !:i-II' !.i
aientiudo po-
por odio pe-
desvelado por
ma.
com div er-
que tolos sa-
la subvencAo
1 ditos vinho; a Ricarda Depperman.
21 dilos vinho, 107 ancorlas nreilonas, 61
>0 res--
guma vez ro a esta tvpographia qoalquer autiara,-
plio por mim dirig to c asstgnado. Com a atbuacao
dest pedidu muilo obrigarao a seu cerlo leilor c a-
s sr 'nle FranciMO Jote Martn* Pruna Jnior.
OSr. Pcnna Jnior n.lo lem ecnpto nem escreve
causa slguma para elo Diarlo. Os /If.
V iMli IM i < i0.
CAMBIOS.
Sobre Londres, a 28 1|2 d. por 1>.
(i Paria, ,'18 rs. por f,
a Lisboa, 92por 100.
ir Itio do Janeiro, ao pT.
Acces do Banco, iO 0|0 de premio.
Aecoes da compendia de Beberibe. 5M000
Acces da companhia Pernambucana lo par.
Ultlidade Publica, 30 por rento de premio.
o lndemnsadnra.sem vendes
"""""o "le leltras, de 12 a t.5 por O|0.
METAES.
Ouro.Oneas hespanholas. .
Moedas de 69100 velhes
" o lisilXI novas
l?tltK)
lie.itro piiblt- Prala.Palacr.es brasileiros.
r um real do
ealro publico
o Es.ni. pre-
dverliiiieulos
Sr. I.ucci
REI.ACA0 DOS BAPTISADOS DESTA PREGUE-
/IA DE SANTO AMONIO DO KECIEE DES-
_TE MEZ BE DEZEMBRO DE iai.5.
I. Mara, branca, nascida a 2 de dezembro do anno
njoiimo passado.
dem, aldino, pardo, nascido a 3 mezes.
3. Antonio, brauco, nascido a 23 de abril de
1848.
dem. Annunciada, crioula, eicrava, nascida ha .T de
untlo o do correnle anno.
dem. JoAo, branco, nascido ha 12 de maio do anno
passado.
7. Nicolao, pardo, escravo, nascido a 15 de feverci-
rodo correnle anno.
8. Romualdo, pardo, escravo, nascido ha 10 me-
zes.
dem. Olimpia, branca, nascida a 10 de Janeiro do
correnle anno.
dem. Amelia, branca, nascida a 1(j de junho do
correnle anno.
dem. Benjamn, branco, nasudo a 21 de albo do
correnle anuo.
dem. Lata, parda, nascida a :10 de fevereiro do
carrete anno.
dem. Horlencia,' branca, nascida a 80 de abril do
correnle anno.
'01' ?80' Pardo' escravo, nascido ha mezes.
dem. Henriquela, branca, nascida a 16 de maio do
anno prximo passado. Santos leos.
1 !!"-.Ann*' branca, nascida a 30 dejulho de
dem. JoAo, branco, nascido a 21 de selembro do
crreme anno.
dem. Candida, crioula, forra por caria, nascida a
13 de agosto do correnle anno.
9. Anionia. parda, nascida ha (i mezes.
dem. Mari, branca, nascida a 27 de selembro do
correnle anno.
10. l.uiz, pardo, escravo, nascido a 21 ioulro de IK1?.
Santos Olees.
II. Mara, branca,nascida a II dejonbo do corren-
le anno.
dem. Bruuo, crioolo, eicravo, nascido a 6 de junho
do correle anno.
12. Mara, parda, niscida ha mezes. ;.
mens cuidosos, que nle reapirem odios mesquin
cvingincas torpes. Nao ha peste peior do qu
mentira e a calumnia.
dios
ne a
Pesos coliimnarios.
< mexicanos. ,
------II
ALFANDECA.
Kendimento do dia I a II.
dem do din i. ,
205000
I (Ha*i
168000
OdOOO
2)000
.'3OO0
19860
17.TI2SHI3
2K:390s9l(i
I73:5:l:lt70'.)
Descarregam hojeU de Janeiro.
Barca ingleza/osariomercaduras-
Barga ingleza Voirll of lite Times-bacalhao.
Barca americana.l/inesy/afarinba
Brigue americaio-//,,; (-J//er_hoiar|1|ia e o
que se plterccer.
Brigue suecoSuperiortaboado
a&CTLT".'""" r'"":-'"- e ceblas.
I ol tea nespanliola/'roni/j/avinho.
IMPORTA? AO'.
si.!',"," '"f.lc? "/:"'"'- ""''- le Liverpool, con-
signad., n E. II. Wjall, manifeslou o leguinte -
-' "icoles cha II fonos fi. 9R |,,1irs e c.ljvj.
nha remeens, 2 paroles linho,I caxinha cordAo, 15
ancoras 2 eorrentes. I caixinha realidue, 13 volu-
- 1 caixinha livros, 12 ggos lonco a E.
de algodRo; a J. Rxder &
fas de cerveja; a Adamion lln-
Acaba de parlir para o termo deCaruarn", comar-
ca do Bonito, o bachirel Joao Evangelista Mariins,
que vai exercer as fuucr;es inherentes ao cargo de
promotor publico, para o qual fura ha poucft Hornea-
do, e mandado com instancia pelo Sr. presidente da
provincia.
O Sr. Evangelista Mariins, mojo dislinclo
por suas qnalidades, cojo criterio bera remnhecido i
desde a sua vida escolar, em' que sempre se singu- I
larisou nle s pela sua aflabilidadc, Ihaneza, o fir-
meza; de caracler como pelas provas conlinaadaa c
mulliplicadas de sen tlenlo, de sua appljcacae, he
urna das parolas mais perfeitas, que se prepara paia
ornamenlode oeesa patria, lodosos amantes do
mrito, lodos que saliera bem cnmprehrnder a hon-
ra, a probidade, ea juslica.devem exaltar-se de ron-
lentamenlo pela feliz acquisic..o, que litera a ad-
minslracAjusliceira com a iiomeaQAodo Sr. Evan-
gelista Mariins.
A directSo. qoe naluralmente vio levando os ne-
gocios pblicos, eisa nova pitase de progresso e ci-
vilisacAo, qoe ie nos antollu, esle arrerecmenlodos
raes corda
II. Wvall
L'l fardos lecidos
Companhia.
75 barrica
ario iV C.
191 caixas o 19 fardos t cidos de algodlo, Ua e se-
da, chales e linba, :l caixas Ignora-**, 8ditas lecidos
de algodlo eesleirs. .15 dilase 10 fardos dilos de
dllo. aSoulhal Mellors&C.
7 dilosi dilosida dilo e laa, (apeles, esleirs e Ioli-
inas ; a l.uiz Antonio de Siqueira.
32 dilos e ii-2 calzas leridoa de n!g>dA
17 ditas
meias, 10 Jilas lecidos de linho; a Rostron P.ooker
a Lompannia.
Me. Calmonl iV Compa-
I pedra, 12 toneladas ferro ;.a
I caixinha e I fardo lecidos de algodlo ; a Augus-
C. de Abren.
50 barricas inanlciga ;
libia.
51 laxas de ferr
D. W.owman,
lo
69 loncladas lagedo, 81 Iraves de pinito. IO,(0
lijlos, .1, fardos lecidos de algodAo ; ordem
^ dilos dilos de dilo ; a J. Keller & Compa-
7.5 dilos dilos do linho ; a Jouhslon Paler & Com-
panhia.
tilda'1'1"5 Um ^ U>''' ''aln N'151' *,;""I''-
:i caixas e 2 soceos amostras ; i diverso--.
1 embrullio ; ao rapilAo.
Barca porlugucza Comanle, rinda de Lisboa,
consignada n Ihomaz de Aquino Fui.seca A lilbo,
ni.11 1 .-i,, 1 .1 segninte :
200 saceos aemeas, 18 pipas 10 barra, vinho, I cai-
. xole umhellas, I. barricas cera em grumo 10 ditas
nimos polticos, que nos parece deixar entrever, |i ceitolejivro, 12 pipas vinagre, 4caisotes ca-
alravez do manto cpeso do borisoiilc, una nova
era em ijue lodos os Brasileiros, posto que por ca-
miuhos diffareiiles, e por diversas Bleiraa, clieguem
ao flin commum a falieidade socia', exige que os
funecionarios da julica sejam aquilatados pelo seu
talento, su.i moralidade e sua inleireza : s assim fie
que se po lem extirpar os abusos, c as malversa-
efles, que por ra de regra, sAo lilhos da ignoran-
cia e da immoralidadc, s assim he que una admi-
nislrac,Ao lornnr-se-ha respcilaveL e poden firmar
os principios sociaveis, que [deverlo formar firme
aliccjce, que deva iinmorlalisa-la peranle os
seculos.
O Sr. Evangelista Mariins, educado 110 scio de
sua cariaban e respeitavel familia, que lem sabido
compreltender (oda a magniliide e elcvacjio de sua
missAo, que exlfsnjamenle desvelados nao lem pou-
pado esforcos, c sacrificios para o elevar a posicAo
deraaes e raedeira, I lata damasco" trela e relroz ;
a Ihomaz de Aquino Fonura & Filho.
15 barris vinagre, 100 ancorlasaz?ilouas ; a Au-
gusto Cesar de Abreu.
1 barril vinho, 1 dilo azeile doce, I caixinha vi-
dros ; a JoAo da C n.ceieAo Bravo.
100 barricas cal, 1 calilo braco de balance ; a
Machado A; (juimarArs.
25 barricas c 12 caixas azeile dore, 20 caixoles cu-
ra empelas, i dilo ditTerenlea berras medicinaos c
drogas ; a Manoel J-aipiim llamos e Silva.
t. barricas cal ; a JosTeueira llaslos.
80 voluntes aducas ; a Manoel Alves Guerra J-
nior.
2 barricas ra'iz dealla, i ditos alvaiade ; a Poli-
carpo Jos Lavnc.
i caixas rap, 1 encapado; a Amorim A Ir-
miios.
phai;a ik recife 12 de Janeiro de 1856,
AS :t HORAS DA TARDE.
lerista semanat.
Cambios----------A falta de numerario tem dado lu-
gar a snslcntiir-se a 28 l|2, e me
mosarrou-se algom a 20 d. por 1?
AlgodAo----------A entrada foi de 100 saccas, e os
preces eonlinoaram em apalha,
sendo os ltimos veutidosde 5-;:MK)
a 59600 por arroba*.
Assucer----------A entrada refresrou rabiado a
lli.tKM) saecos. I'.em r|ue e espe-
rasse baixa, lano pelo augmento
da entrada, como pela despropor-
cAo dos preces da Europa para
com os nossos ; com linio suslen-
larara-se. vendendo-o o masea-
vado de 29100 a 2>5O0, e o bran-
co de 25700 a :1S00 por arroba.
Os embarques foram avullados.
Couros- Cada semana sao mais procurados,
vendendo-se na prsenle le 220 a
2:to r. por libra das seceos sal-
gados.
Il-ie lih. ,i Toearam no nosso porlo sele car-
regamenljs, do quaes s temos
certeza fiear aqu um. que fui ven-
dido a 149500. A noticia de me-
llmr proco nos mercados das pro-
vincias do sul chama para all a
concurrencia. IMalh .u-e de I5">
a 16>, Beando em ser 11,000 bar-
ricas.
Carne secca- Smenla (emos em ser 3,500 arro-
bas do Rui tirando do Sul e ne-
nhuma do Rio da Prala; esta
mesnia nAo existira seo proco por
que se lem vendido 5ji0lia7>i
nAo fose tAo elevado que prefe-
risse o bacaibao.
Parioha do trigo- Tiremos dous carrcgamenlos ebe-
gadoa de I'hiladelpliia com 1,101)
barricas, com os quaes o deposito
anda por IJ.fiO barricas: ser.do
7.7'K) de Philadelpbia, 1,100 de
Genova, 2,KI bespanhola, 2,:I00 de
Kichniond e 1,000 de SSSF. Ven-
deu-se a primeira de 275 a :t0;, a
segunda, lerceira e qusrta a :10>,
e a ultima a 339. O consumo be
pequeo.
Dsconlo Tem-se oslenlado a alia do pre-
mio do dinlieiro de I a I l| por
cenlo ao mez, o que he atribuido
au desembolsa em que esl o ban-
co de cerra de lt> conloa de rs.
para com o do Rio de Janeiro, o
que lem dado lugar a queixar-se
u commercio ; queixas ^ue nos
parcrem alleudlveis, porque o ca
pital do banco desta provincia foi
criado em relacflo as preci-,,s da
praea, c no. para suprir oulros ;
causando seinelliaiitc oslado des-
costo pela incorporaeao do dilo es-
labrttecimenlo ao banco geral, de
quem se esperara sunprimenlo o
nAo desfalque.
I roles --------:s|.m tr,i!iaecr-es.
Toeoa no porto 1 vapor.
Enlraram : 0 embarcarnos em lastro, 7 com haca-
Ih.io. 5 rom fazendas c generas da Eoropa, 2 rom fa-
linhi do Irgo, I com taboado, 2 com carrito,8de ca-
bolngem, e 5 com cascos razio*.
S ihirarn : 11 com c irregamenlo de estocar, !! com
bacalhao, I m lastro '.\ je enhotagem.
Ftcaram no porto 101 omliarcs;Oes; sendo. 3 ame-
rieanana, | belge, 33 brasileiros." 2 dinemerqueae,
5 francezas, :t bamburgnezas, l". hespanholai, 29 in-
gieras, s porlqgneaas, 6 ardas e 6 suecas.
uabara para os pirlos do sul principism-se a fe-
char hoje (14] as 2 l|2bor ada tarde, edrpoisdessa
hora al o momento de larrarem-se as mesmas, s
recebem-sc correspondeneas com o porte duplo ; os
jornaea devem eslar na reparlcAo i horas antes.
AdinioistracAo do correio a- Pernambnco 13 de Ja-
neiro de I85ti.
BANCO DE PERNAMBCO.
O Banco de Pernaipbuco sacca a vista
sobte ocio Brasil no Bio de Janeiro. Ban-
co de Pernamljuco ") de dezembro de
1835.O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeiros Bego.
O lia neo de Pernambnco toma dinbei-
ro a juros, de conibrmidatle com os seus
estatutos. Banco de Pernamljuco 21- de
novembro de 1835.Joao Ignacio de
Medeiros Bego, secretario da direccao.
Por esla subdelegacia foi apprehendido um
queijo novo dos vulgarmenle chamadosqueijos do
Reino, a um crioulo livre, que pelas 8 horas da
noilr de boje, o fora vender em ama taberna da fu
Imperial, e ja o dava por .ii(>ii. o que Tez suspeilar
que o queijo era furlado ; quem for sea dono, pro-
cure, que Ihc er.i entregue, depois das averisuaees
neeessarias. Subdelegacia de polica de S. Joe rio
Kecife 3 de Janeiro de 1S5<. O subdelegado up-
plenle, Accioli.
F.mvirtude doavisoda reparlico de inarinha
de 27 de novembro ltimamente lindo, referindo-se
a elle o oHieio do Exin. Sr. presidente com data de
21 do mezsubsequente, <> lllin. Sr. inspector manda
fazer publico que contraa um contra-meslre de
calafates para o arsenal de mar i nha do Para', com
qnulqiiei individuo que apresenle-selbe, leudo aa
neeessarias habililacOes.
Secretaria da inspercAo do arsenal de niaiinlin de
Pernambueo em 7 de Janeiro de 183o. () secreta-
rio, Alexandre Rodrigues dos Anjee.
0 lllm. Sr regedor interino rio gvmnasio provin
cal manda declarar qne os compendios adoptados
lelo proless-r da lingua allemrla do mesmo gvmna-
sio Ao os eguinles:
Grammatica allemaa de Fries.
Coeceao de pecas de diirercnles autores allemcs
para tradii/ir de Ermler.
Diccionario freocei allemao e illemAo rancez
de Tliibaiil.
Augusto Slober colleccao de pecas allemaas
segunda parle.
Secretaria do gymuasio provincial de Pernambnco
7 de Janeiro de 1S5G.O secretario. Antonia da As-
sumpeoo Cabral.
O lllm. Sr. regedor interino do symnasio provin
cial manda declarar, em conformidade do artigo fi2
do regolatnento de 2-5 de jalho de 1855, que do dia
15 do correnle iiiezem dame est aberta a matrcu-
la do mesmo gvmnasio.
Secretaria do ftymnasio provincial de Pernamliti-
o 7 de Janeiro de 1856. O secretario, Antonio da
Assiinipnlo Cabral.
O lllm. Sr. regedor inlerino do gvmnasio man-
da declarar quedo dia 15 do correnle mes cnidi.in-
le sern admillidos no mesmo gvmnasio como alum-
nos internos e meio-peusionislas os meninos quo se
mostraren) habilitados na conformidade do artigo 03,
segunda parte do rcgulamentn de 25 dejulho de
I85(>.
Secretaria po gvmnasio pern.inibur.ino 7 do Janei-
ro de 1850. O secretario, Antonio da Assantprao
Cabral.
Pela recebedoria <<.< rendas internas geracs se
faz publico, que os .cerlicados da- matriculas do
escravosda freguezia de S Fr. Pedro ,1o Recife, ji
estilo passados, por isso podeni os nlereasadoa proco
ra-lns ua iiu-iu.i reparlirfio. Kerebedoril de Per-
naiubuco 10 de Janeiro de 1856O administrador,
Manuel Carneiro de Sotiza l.acerda.
,i nii.bilia-
:. que seja
lema r*7..
.li
Vti>ij- :' iririmo
de Souza Mo-
2 barris vinho ; a Antonia Luil dos Santos.
I caixAo obras de pratn ; a Moreira & Doarle.
3 cimbeles ferragens, 2 caixas penlcs, 11 barricas
enxailas. |u caixasfechidurus ; a Ihomaz l'ernan-
des da Cunha.
I caima pentes, i dilo palitos a Manoel de \re-
vedfl Andrade.
1 dilo paramentos de mise ; a Rallhar & Oli-
veira.
1 caixinha relroz, 1 dila linba ; a Aulonio l.uiz
do Oliveira Azeverio.
I barril vinho ; a Amoum IrmAo A Compa-
nhia.
I dito dito ; a Mauoel ferreira da Silva Ter-
roso.
50 rodas arcos de pao, 1 caixinha relroz, 3 ditas
linha e meias, 2 ditas COIJoilhos e panno ds linho,
200ancorelas.Lizeilonas ; a Joaquim Ferreira alen-
des liuinarAes.
43 barris vinho, I caixao com um santuario, 1
caixinha obras de prala ; a Jos Aulonio da Cimba
ot IrmAo.
1 dila objeclos de palbeta falsa. I dila imagens,
1 fardo capachos ; a Jos Alves da Silva Uuima-
res.
1 caixinha carlilhas ; a Jos Barbosa de Mello.
50 rodas arcos de pao : a Jujo da Cunha Wan-
deriey
100 ancorelas azetonai, 2 saceos nozes, :!0
molbos de arcos de pao-a Jos Pereira da Cu-
nha.
:l caixas chapeos, > ditas viola, I dita pentes : a
Joaquim Antonio Pereira.
I cauaslra caslanhas; a Manoel da Silva San-
ios.
1 caixlo doce ; a Antonio
reir.
2 caixas pomada, 2ditas linba, contal de osso, tra-
mlos, grades, ele, 1 dila palitos ; a Francisco Vi-
ves de Pinito.
:ll barris vinho ; a Manoel Duarle Rodrigues.
I caixinha fechaduras, :t ditas linha, 10 barris
pregas a Carvalho c IrmAo.
II pipase 10 barril vinho ; a Francisco Alves da
Calilla j G.
I cunhele biseoiloa e mermelada ; a Jos Joaquim
de rana Machado.
I cailSo relroz e redes pira bandas;
Pereira de Oliveira Runos.
1 canastra caslanhas
beiro.
800 liaras de rime, 200 ancorlas azeilonas ; a
Joaquim \ieira de ll;irros.
2 barris pcixe salgado ; a Francisco Jlo de Bar-
ros.
200
Aranj
1 ra.xolc doce, 1 dilo salpicos ; a Jos Monteiro
de aiqoeira.
:i) feixos de orcos p;io ; a Manoel Ignacio de Oli-
veira.
Vapor brasileiro Mrquez de Olinda, viudo dos
portas do sul, consignado ;i agencia, manifeslou o
segninte :
.507 voluntes barricas varias, 2 caixas chapeos, III
rolos rumo, | resto liores, I carian lucos, :! rodetes
de ferro ; a ordem.
50 volumes barricas vasias; a Joa Piulo Rcgis
de Souza.
1 fardo bonetes; a Aulonio dos Sanios Vieir.i.
2 caixas lencos de seda ; a J. Keller & Conipa-
nhta. '
0 volamea chitas ; a 11. Gibson.
1 caixa imagem : ao dcsenihargador Rocha Ras-
Ios.
.'! caigas charutos; a Gaenslex.
21 -Llecas algodo, i ditas lio ;
de Oliveira.
CONSULADO
to da dial .i II
dia 12 ... .
PARA .
5 do Janeiro.
Agurdenle II0|000 pipa Azeile doce 40SOO0
barrilAssucar branco, 0-OtN) arroba Bacalhao,
11^000 barricaCerveja, Tsfim duzia Carne er-
ca. 29500 a '.sino arrobaCaf pilado. 0,-000 ar-
robaHilo rom casca. 69400 arrobaGenebra nao
ha, pipasManleiga ingleza, 000 a 800 lib.Quei-
jos llamengos, l>200 a 1>500 um Sal porluguez,
l-NHMl alqueirel):lo do MaranliAo, nlo haSola,
2*500 mcioSabAo do Maranhilo, 11(1 a 120 lib.
Vinho linio, 280?000 a 2!10> pipa Hito dito Tran-
ce!, 2305000 pipa Dilo dito Hespanhol, 200SO,KI
pipa.
a Antonio
Mauoel Barbosa Ri-
rodas de arcos de pao ; a l.uiz Jos de Si
Rendimcii
dem Manoel Ignacio
CERAI..
35:3578773
2:4l4g(Oi
Arroz de vapor. 2-000 arrobaDilo em casca,
ifijOOO alqueireBorracha lina, 229000 arroba__Di-
la enlre-lina, 179000 arrobaDila srosa, I2S000
arroba Cacao 5?500 arroba Cauros de Minas,
45300 um Dilos seceos, 100 lib. Dilos verdes.
1.53 lib.Oleo de rupahiha, 113500. 30 lib. Sai-
sa-parrillM, 109000 a 20SO0O arroba l'ruc em
massa,.53000 a 8?tM>0 arrobaDilo em grao, 49000
paneiroTapioca, 73500 paneiro.
T
:Jt:i?\> 11 i fi ri> > o pOtXO*
Sacio, entrado no dia 12.
Babia20 dias, hiato brasileiro nCegtroa, de 3:t to-
neladas, meslre Francisco de l.aslro, equip.-igem
7, carga farinha de mandioca e mais gneros ; a
Domingos Alves Malheus. Ficou de qu.ireutena
por 15 dias.
Sacio' sahidos no mesmo da.
Rio da PralaBarca braslleira o Rufina, capilao
Alexandre Aulonio Pereira, carga assucar e agnar-
denle.
Para pelo f.ear.i e MaranhSoBiale brasileiro Ve-
nse, capilo JoAo Henrique de Alir.eida, carga
assucar e mais gneros. Passageiros. IntonioCa-
valcanli de Vaseoncellos, Jos Bernardo de l.ima.
Cothembnurg pela ParalnhiRnguc sueco vprioa
Osear Fredereka, carga assucar. Passsgeiro, Jo-
s Eugenio de Sooza Calvan.
.vacos entrados no dia 13,
Rio de Janeiro21 dias, brigue brasileiro aUamaToa,
de 2:ti toneladas, capHAo Cielo Marcelino Com-s
da Silva, equipagem 12, carga vasilbime e mais
gneros ; a Jos Joaquim Dias Fernandos. Ficou
de qu nenien i por 10 dias.
Para e portee intermedios12 .ia c I i horas, va-
por brasileiro ntiuauabaraii. Commandante o pri-
meiro lente Joaquim Salom Ramos. Passa-
geiros para esla provincia, Dr. Jo-o da Anulo
Roso Dauim, sus senhora, 1 escrava e I criado,
lente Alexandre Jos da Rucha, llenriqne l.uiz
de Campos, Joaquim Manoel de Oliveira e Silva,
VctorCorbiano da I aisla, i ex-preca de marioha,
1 escrava a entregar. Segiiem para sul, Dr.
Antonio David Canavarro Vaseoncellos, Dr. Lo-
bato Marrilo.le Mallos, l),-. Cassiauo Augusto de
Mello, Dr. ..'oa-iiiim Cirios da Rosa, Anselmo
Ferreira Conde e 12 escravos, Florentino Jos
Pereira, Sabino Jos do Vaseoncellos, Raj mundo
de .Mencz.es Seises, Rila Mara di Gloria, Joa-
quim Jos da Silva Castro, alferes Vicenta l.uin
Pereira, i pracas do exereilo, ;l desertores, -2 re-
crulas. 21 escravos a enlregar. Ficou doquaren-
tet.a por 1.5 dias.
Sacio saiiido no rncsino da.
BabiaHiele brasileiro trSergipano, meslre llenri-
qne Jos Vieira da Silva, carga bacalhao o mais
gneros.
CKAP.A',
Segu ne?le dias o hiele /. rat da carga trata-s com Casiano Cvriaro da C. M., ao
lado do Corpo Sanio n. 25.
COMPANHIA PFIINAMBI CANA.
Denlro em poneos .lias sahtra para o MarLiul.ao
com escala peles partos da Parahiba, Rio Grande do
Norte, racaly, Ceani, Acarac e Maraobio, o va-
por Marqwz de Olinda : quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagein dirija-se ao escriplorio da
agencio no Forlc do Mallo.O secretario, Antonio
Marques de Amorim.
PARA O PORTO.
A barca remande* I vai seliir cora inuita brevi-
dade ; para carsa e passageiros Iralii-se com Barro-
ca A Castro na roa da Cdele do Kecife n. I, ou
com o capilao na praea.
PARA A BAHA.
O bera conhecido pall.abole nacional Dante Amigos,
pretende seguir com muila brevidade por ler parle
do seu carrcgamenlo promplo, para o resto e passa-
geiros trala-se com o >ea coiKiguatarin Antonio l.uiz
de Oliveira Azevcdo. ra da Cruz n. I.
PARV LISBOA
pretende lalur com mnita brevidade, por
tet -;i maior parte da carga prompta.obri-
gtte porluguez ulmperadoT : papa o res-
to, tratn-secom NovaesA C., na rita do
Trapichen. Tii, primeiroandar.
RIO DE JANEIRO.
No dia IS do correte segu o patacho / al'iite :
para o resto tin carga e passageiros, trala-se com
Caeteno Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio
n. 25.
ACARACl"'.
Segucno dia i5 do mez correnle o palbabota So-
bralensr; recebe carga e pa-sageiros : a tratar com
Caetano Cvriaco da C. M., ao la lo do Corpo Santo
n. 25.
Para Lisboa seguir com a maior brevidade
possivel o brigae porlosoez L.cveriencia : quem no
mesmo quizer rarregar ou ir de pasagem, para o
qu lem bons commodos, dirija-se a rua da Cruz n.
:t, escriptono de Amorim IrmAos & Companhia.
Maranhao e
ara.
O palbabote LINDO PA-
IJUKTK, vai seguir com
presteza : para o resto
,da carga e passageiros,
trata-se. com o consigna-
de Almcida Gomes, na
rita do Trapiche n. I (i, segundo andar,
ou cotn o sen capitfto Jos Piulo Nunes,
no trapiche do algedao.
Para Lisboa pretende sabir com e maior bre-
vidade .i nova n aceiada barra porlugucza i.Conslau-
le. capilao o Sr. Silver o Man,.el dos Res : quem
na mesnia quizer CLtrrcgar ou ir de passagein, diri-
ja-se ao consignatarios Ihomaz. de Aquino Fonseea
& Filho, ou ao capilao, na ru do Vigario n. 19.
I'recisa-se altigur lima i
da, para nina pequea lamil
periodo theatru, pelo lempo
nf.ii se ollia a prero: que.m tiver otri-
ja-se aohotel Francisco, anjeacenira' cea
quem tratar.
Roga-se aoS*. Meooel Joaf de S"'iza Sanios,
morador no Rio de Janeiro, com, socin liquidalario
da firma de Sanios Ferreira & Compiuhi, haja de
entregar aos Srs. Alves & Stmees, sjsjgeciasitee na
mesma corte, a rertulfle de bito ds estrave len-
lo, que diz Vine, ler fallecido ..o da -2R de julbo .lo
aiiiiu prximo paado no hnspiui de Sanla-fsnbe!,
e da sua conla rorrele ve-se que o dilo escravo fe/
despezss al 1 i de agosto.
Jos da Fnico e Silv a.
Oualquei seaher de engenho qne precisar de
un. Iiah.I dislilador. o qual tamhem enlende de cal-
deireiru e linoeiro ; oflirios esles que se tacna ni
muilo neceisarios, inornienle quando as dislilar.'.es
sao em lugares mu dislanles esla praea. onde de
promplo e Bio podeni acudir a algons 'desmanchos
que regularmente apparecem neslas oflicinas : o<
prctendentes dinjam-se a povoaran de Ipojoca. e-
fronle do Ko-aru., oo nesfa pr^iea .-i Irareasa do
(Jueimado, taberna :!. qne infoimar. Adeverl.'-
desta praea.
No dia lo do correnle fugio do engenho Boa-
Vista, fr-guezia do Cabo, o prelo Franciteo esnnaeajV
lo |ior nonio Maranh"o. i.la.ie -J', auno-, penco nie-
Bos, ostatnra media, seeea do corpo, poura barba,
falla descansarla, onflsjalofela ; este i .-... fni .:o
Sr. Jo-e Moreira. inarrineir... e lem nflicio .le boliei-
ro : quem o pecar leve-e ao oilo rugenlio, oo na roo
n. 55, qu ser generosamenle rerorupensado.
O lencn'c-cnronel M'iinel Rolemberg de Al-
mcida. ex-coiiin,andante do decim balalh.lo. lendn
ile relirar-se para provincia do Paran no pjoisnn
vapor, rom qasnla jolga nada dever, eoos ledo -e
alguem ejui-ir sea creder, apparr>;a na rea d
Cruzes n. 37.
U. E. Ucmesse v.ii para Kuropa.
Atteuco.
Precisa-se cemprar rom lala a breridade I mol*-
ques bonilos. de 10 a 11 annos : quem es liver par.,
vender, dirija-re ,n roa do Trapirhe Novo n. 10, ,c-
-'undo andar. .1 : horas da larde em diante.
Farlaram no dia 8 do correnlf, da estrada do
Cordciro, tres cavallo com ol signaes secuinles : nm
niela lo, de dina o cauda pelas, urna eu-iura velha
na cost--lla miudinba, urna pisadora no meio do e>-
pinhaco, pequeo ; o outro rastanho escora, un.a
sarna n'anra ; oulro alaAo, com ama estrella na las-
la, pos calcados de branco, com alaumas marras .ir
asaadoraa no rspinbaco, pequeo : < uem s pecar en
der noliria certa ua ra do Hospicio n. o, casa do
Sr. JoAo Rufino Ramos, sera generosamente recom-
pensado.
Exadio-se honlem, II do correnle, da casa do
abaisoassisnadn, no Monleito. a parda forra Ber-
nardina, quo era sua ama de casa, havendo-lhe fer-
iado una crrente de ..uro com urna cruz lavrnda :
roge-ee a quem forem oLTreridas dl obras, oa a
quem deiloa liver ketida. queira iipprrhender ou
enviar ;in shaixo assieiiado, que prcmette uralilir.-i
bem.Jenoiuo Jor; "lavares.
M, .No s abaixo assignados Lizeraus )S
^ setente ao corno do commercio JK
desta praea, que disaolvemos ami- ""V;
I gavelmcntt; a sociedade que tinha- W
'& mosnas'.ojasdecliapebsritasnapia- %
^ ca da Independencia ns. I i, I e |f, >
| qoe giravam debai\o da firma soci- S
jje al de Reg & Ajnujo, licando m locio Reg, vsponsavel pAo acti- *
M voepasstvoda esfiocta linna. isto y.
desdeot'de Janeiro do correnle. $
9 Recife \ de Janeiro de 1856
jg Joao Baptilta do Reg Placido *
g^ Jos do Reg Aratijo.
Continua a esta/ fariala o mnlrque BlejssfJase,
que fot escreve do Miecide l.uiz Ignacio Ribeiro
Roma, o qusl be bem conhe.idn dos r,-.;.ilAe .ie
campo, esuppe-se nu-e-lei assataila %tt .rcnezia
de S. Jos : qiem o pesar leve-o acs lllm' Srs. Cor-
rcia & IrmAo-. ou no er-genho AfOOS Qaraa, que
sera bem gratificado.
Precia-:e de um fnrneirn pera anal padati.-.
que se pretende abrir em nm dos anVarbios desia
cidade : a Iralr na roa do Vigario n. 23. '
Pede-se asanteeUaaoi ou peeeaes .:,>
apprcbeosio de um caveBe que desopilantiu n., daa
i iln correnle do aterro dos Alocados, o qoal lem ae
te rio Antonio
il.H'v,
(vhrcvfifa
'!T:T72M7!I
lrVERSAS PROVINCIAS.
Rciulinirrlo.lo da 1 all
dem do illa V2 ,
50diloscera em velas.KIseirAes alplsla ; a Fran-
cisco Severiano Kabello & Filho.
80 pecas de cairo. 30 canaslras btalas, 90 Caixas
vinho ; a Silverio Manoel dos Reis.
2 pipas, i meias dilas e 10 barris vinho, 20 dilos
em que ora ie acha; cercado desde a infancia de loucinho ; a Manoel do Reg Lima.
/
l:975SS86
52?:lt
2:518*191
DESPACHOS l)E EXPORTA! AO PELA MESA
UOCONSfLsUO DESTA I.IDAIlli MI IH v
12 DE JANEIRO DE 1856.
Ilha de S. MiguelPatacho pariagoei ^Alfredo,
Ihomi/. de Aquino Fonseci A Filho, .5 pipas c.i-
eiiaca.
LisboaBarca porlugucza ..Cailolae Amelia, Fran-
cisco Severiano Rabelle & Filho. :l saccas algu-
dao em rama.
MaraOlhaBarca franeeia La Francos. Vova A-
morim i\| Filho. 500 saceos a-ucar branro.
GenovaPolaca aarda ...Mari.i Elleae, Basto di Le-
inos. 201) s.cros i.lem.
(ibrattar Brigue hambitrgorz vOlindan, Jj. O.
Bleber & Companhia, 400 sarcos dem.
Ilha deS. Miguel Patacho purtuguez Alfredo,
Fonseea Medeiros t\ Companl
It fiscal da freguezia de Santo Aiiloiiio.de novo
avisa ,i lodos os donos de estahelecimentos de perlas
.iberias de qualquer nalnrea que sejam, arrisles
de giejas etc., que alera da obrjgaeAo que leem de
fazer varrer al as ot^ horas da manhila as lesladas
do seus estabeleeimenloi e ollicinas, sao tambera obri-
Bados a irrigarem depois ,|j varredara, as mesmas
testadas, conforme dispoem o art. 2 oseas ; da pos-
lun addirional de O de novembro de 1855. E. por
que nao obslanlc 0 cdilal da cmara municipal desla
ci.Ude, e o ipie [li puhlicaram os fiseaes desta cida-
de, continu o mesmo oslado, scieoliflca que em lees
dispo'irfles se achem comprehendidee os que nao as
observaren] e offrerSu a peoatfdecreladaa pelo ci-
tado arligo Fisealisar;Ao .la freguezia .le Sanio Au-
lonio do Recife 12 de Janeiro de IS5I.O fiscal, /a-
itoel Jnai/nioi da Silnt /iibeiro.
Ol-cal da freguezia dosanloAntonio.lavisa a lo-
dos os proprielarios da referida Irejuez/a que, na
conformidade do arl. 1 da postara adriiconal de 20
de novembro do 1855, lera nesla dala marcado o
prazo de 15 dias, conformo delermina o citado arti-
go para seren exlerinrmenle rajadas ou pioladas as
rasas habitadas, que por ventura se acharen] dene-
gridas, e qoe Ando o mencionado prazo sabira de
corrida, e os que assim nAo bouverem cumprido fara"
lavrar torillo da iufraecAo, para a mulla de I0> rs.,
derrclada pelo uprarilado artigo. Oque faz publico
para que jamis nppareca ignorancia. FScalisacJo
O agente Oliveira fara leilao, por conla c risco
de quem perlenccr, le lll pipa- e O barris de quin-
to un mais snpeiior vinho de Selle : lerca-feira, 15
do corrale, as 1(1 horas da manhjta, no arma/eui do
Sr. Annea Jacome, defronte da arca li ilu alfandego.
O agente llurja. por aulorsacAo do lllm. Sr.
Dr. uiz especial do conunercio, conforme o sea des-
pucho proferido em rerpierimciitu do deposilario da
massa fallida de Malhias de Azevedo \ illarouro,
l'ar loilAo da loja de fazeiiilas. sita iili ru.l do Crespo
n. I, cuii-islindo ta armaCL'toe (odas as fazeadas ele,
exislontes na me mobllia pare case, o ama escrva parda, moca, de
bonita figura, perlcuccntes a referida massa : quin-
la-feira, 17 do correnle, as lll horas cm ponto, na i
lopradila loja.
O ag-iiic Borja far.i leilAo em se o armatera, I
na ra do Culiegio n. 1-5, sexta-fcira, IS do corren-
le, as 10 horas da manhaa, de um grande ec .mplelo
sorlimeulo de obras de it.Liicineiria novas o usadas,
o oulros muilos objeclos etc.. que se achardo plen-
les iii mesmo. bem como una excellente mobili.i r
diversos objeclos para casa de familia, pertencenles
a nina pessoa queso retira para fura da provincia.
Os quaes e vender., sera limite da precio algum. ao
meio dia em poni.
Manara segundes : ruco sanhacn'. com una Orea na
queixo. una sobrecanna na rcAo tfiroila, i ni l.exi-a
no espinliaco,uin ra-co raxado, csrrega rlesaJSaoajTe-
eede, lem a manhade quando re qccr mentir dar
paladas, osla desesraedo i portantn qcem oatnare-
hendci. love-o oo larga te S. Piste te ateste, ta-
berna n. I, ou ao engenho Malapiruma. one asna
gratificado.
I. m moco que enlende a'.sama causa de escri-
pturacAo mercamil por partida* delirada., se nn>re-
ce para caiseiro de alguma usa de necoein il.-lj
pruviuria ou mrsmo f.ira deila. dando fiador a sau
conduela : quem da sen prrslimo se quizer ulilivr.
annuncie por esla folha ou dirija-se a esta Ivpopea-
phia sob as imriaes E. V. C.
Precisa-se de ama ama para o serxico inlern
e externo de urna cana de pe^ueua familia' : na ra
da M.ngueira ti. 7.
O* Sr. Cv priann l.uiz da Paz, na roa iiu Col -
lesio ; .Manoel iluarte Vicir. larao do Collesi... .li-
rAo qnem da qnaMias de .30fs c eou^ com bipelbi
ca em casss terreas.
Joaquim .ose Marques, ninradnr H roa da
CoMegio ii. |fi, pe le cncarecidimeiile a pessoa que
por engao ou por ler igual i.nme lirou dn cnreio
deta rapilal urna caria enderezada .-o B.csmo. do
Rio tirando do Sul. e pnblirad na lisia do vapor de
dezembro ultimo n. 322, baja de rrstiloi-la, levan-
do-a a dita casa de sni residencia, oo 'lerlarar onde
a deve procurar, visio romo rontm latn malcra
de sen particnlai Mleroaao.
O bachorel Joan A. de Sonm BflIrAn de A-
raujo Pereia ver.de algn* terrenos alerrrdos para
s- edificar, na ru.i da Palma, na da Aarora. e em
oolrai litas prximas i da Auror-, : qoem os qoizer
comprar, dirija se ao primeiro ami~r em que Ico se-
criplorio o afrente de leiles Fr.-.nci-c.i Comes de
Oliveira, roa da Cadete do Recife.
Precisa-se de um criado : na pr;:ca da B'a-
Vista n. :\>. primeiro andar.
C. STARR & C.
espeilosamenlc aniinnciam qoe-no seu extenso e*-
abclccimenlo em Sanio Amaru.eonnuaiu a fabricar ,
com a maior perfeirAo e promplidao. loda a qnai.la-,
de de macbii.inio para o uso da ag cultura, na-
Veaasae e manufactura; e qne para maior conmina.,
de seus numerosos fregrezes e do piiiirn/m peral.
leem aborta em um dos grande nnnaiens Oa >r.
Mesquita na ra do Brasa, alrsz du arsenal de ma-
ntilla
DEPOSITO DE MACHINAS
Construidas no dito seu eslahelecirr.cuto.
Alli achetne oacoeepradores i.m cmplelo M ii'.enlo de asneadas te caima, rom I-dos n.clhor.,-
mclos ali:uns delles noves e origiSBaee' de qne a
experiencia e inuites aOBSOB lem ntostrailo a necr*-
sidade. Machinas de vapor de baixa r alta presan,
laixas de ledo limaaao. basto bsAsons oesno nanlt-
das.jcarros ile tu,"o e ditos pera candurir i,,n;;a- le
assucar. niacbinas pora moer mandioca, prensas oo*
ra|dilo, fornos de ferro balido para aiinha. arados de
ferro da mais approvada coostrarrlo, fundos para
alambiques, crivoi c portas para foroalha*. e Beaa
inlinidade de "Oras de ferro, que sci ia aoJBsnaBSSO
enumerar. No mesaae deposito existe urna pessoa
inlelgenlc e habilitada para rereber lodas as ru-
commrit las. ele. ole, que os annanrianles cual, n-
do com a capacidad,' le suas o:li'-ins c ni.ichinsiiio,
e pericia de sus oflciae-. Itasa a fairr
oxecolar, com ; maior presteza, | rfriran. aacea
eonforniidede rom os niodelesoii,: .'.Los,.' ii**itri:c-
ro-'s que lhe* forem forsM Us.
^yg^ss
*%&& '*S^->
i.
Vn$0& '&WtY$9i
MarselbaBarca franceza La France, Viuva Amo-! o Osea
rim A Filho, 700 saceos assucar maseavado.
liba de S. MiguelPalarhu porlugnez Alfredo,
Fonsca Medeiros ^ Companhia, 18 saceos i.lem.
Golhemhourg Brigue sueco D. Therezi, Me.
Calmout iS Compauhia, 1,500 couros salgados.
na. 30 acos i.lem. da fre'giiezia de Sanio Antonio 12 dejaeiroiic SooV
Manoel Joaquim aa Silca /Iibeiro.
XtclatacotS.
.,. As malas que tem de condozir o vapor tiua-
I
O Sr. Joaquim Octaviarlo ta Silva
queira dirigit-sc a esta typographia a ne-
gocio sen.
Precisa-se de um ainassadoi: na pedera da
ra da Senzala Velha n. !N.
.loo Moreira Lopes, ivspeitosanicn-
le pede aos sens devedoi-es, por lettrat ven-
cidas o contas de livro, que uestes oilo
dias venltan pagar seils dbitos, em Ma
loja. na ra do Crespo n. II, do contrario
teta' de cobrar dosmesraos senliores jn-
didaknente.
Precisa-se de urna ama para casa eslranseira,
quesaiba cozinbar c cngouiriiLii ; na roa dol Cua-
rarapes u. 30.
)

m
i.

COMCULTOr^O
HftlffilPATIICI.
2S. Kuaihis Cru/c H.
3ralu:to para os pobre .
o >r, Cmxanora *i r^Ktallaf r (nVeV-
zilat .i qualqaer bt ra ". i
?.-.) ftu >:.ii i'iii!-ii!|ir:i v >--f
!) TKATAME.MO HOMOEOPATtH-1
CO, preservativo rural lera
ntarwis, arcommc sdo a i: teiltgencia da
povo. cad i folaolo......
('. rtclras de !- me.li (|
para o cholera, a : e 1-
', ii ;: ir Untura......! -UM UH
ful us avalsos, a itUO, 500 -yitsi *
C- rVia. de lodo > J'
muito rm .-Mita. at.
,a. N. 15.O* medicamentos i.. .;'i-
#>V d que forem eomprados po.- cei.ia ,t., >
(# ve:no del., piov ni. ,a, n ra.. o ..lilimente
j. de -JO por cente abr.-..
(v inaiiieiiie. levendesn
valor de que sene-
L.o | i.lieo.
#S9-%% ajsi
val has ac ; > ,t .
Na'roa da Cadeia do Recife a. K, primeir.i ..n-
dar, escriptono de Augusto C. de Abren, oaaoV
oaam-se a vender a SoOOO o p.ir pre a liv. a> ja
bem contiendas e afamadas naval!:..> de naraa feitas
pelo hbil fabrcaale que foi pe miada :a ev,vo'i._aa
de Londres, as qoaea li'iui de iliaaiSI riIraaidiM-
riamentc, nao se senleui 00reate .;;. BOfaO -I coilai ;
vondom oa com a eondicle de. n;io oaradoasla, >-
derem oeeonjiaradoresdovolvo'laotd 15 diadcf><'s
pa compra reslituindo-sc o imnorte.
Precisa-se alugar um sitio qu disle uina ou
dua* legoas desta praea, e que lenha romuiodos pra
12 ou Iti captivos, e ooa casa ; >-im como terreno
uflicienle para planlario de capim : qoem o tiver
dirija-se ae largo da Soledade n. Ib, padara.
& i I
-JT


Terceira eelcao.
nOHEOPATHIGO.
Preservativo e curativo
DO CNOLERrQRBUS,
PELOS UBS.
J9l. ii-k *ks53 "bk jr>iv a as: s ts ,.
oa instrucc.lo ao povu parase poiU i curar desla onii.Tiiu.la le, a miinlstraiidoos remedios mais efllcazet
para ata litadla, eniquauto se recoman medico,ou ruesmo para cura-la iudepeodentc deslet nos lagares
em que nao os ha.
TRAUZIIH) EM PORTGUEZ PELO !)i!. P. A. LOJSO M0SC0Z0.
Esles.dous opsculos contentas imlicacOes inais claras o precisas, e pela sua limpies c concita esposi-
ci eslnao alcance de lodas as atolliiencias, nao s pelo que din respoito loa neios coralivos.comn prin-
cipalmente aus preservativos que lemdado oa mala Mtisfaclorios resollados em toda a parle em que
elles tero sido postes em pralica.
Sendo o Iralamanlo horaeopathico o nnico que (em dtdo grandea retolladot no coralivo desfa horri-
veleiiirmi.l. '-, oigamos a proposito Iradtltlr rastel dous importamos opsculos em lingua verncu-
la, para Itotarle facilitar a sua leitnra a quein ignore o francs.
Vende-se umcameiile no Culisulloriodo traductor, roa Nov u.S, por :fcflO0. Vendem-se lamlien
s medicamentos precisos c boticas rin 12 lobos rom um frasco de lindura lo, umadla de :)() lab os coro
livro e 2 frascos de tintura rs. 25gO00.
Ilesappareceu no lia ." de iiovembro o pardo
Maaoel, com 65 annos de idade, lem as barbase
os cabellos orticos, falla lina, lem as mos o os
joelli.is foveiros como quera leve calor de ligado ;
foi escravo de Joao da lloclla, em Ttiicnpapo, on-
de se juina eslar ; porlanlo roga-se as autoridades
polici.iese capitiies de caryo daquelle lugar a ii-
prehens.io do dito escravo, que levando ao sitio de-
fronle do Poco da I'anella aos herdeiros do falleci-
do Pedro Cavalcauli de Albuqnerque Lint, scrao
recompensados.
OIMIO 01 PERNMBUCO SEGUNOA FElRA 14 DE JANEIRO OE 1856
Precisa-se fallar com o Sr. .Manoel Mendes
l-erreira Ouimaraes, ou com pessoa encarreRada dos
negocios do mesmo: em casa de Paln Nash & Cora-
panilla, ra do Trapiche Novo n. 10.
O SOCIALISMO
PF.LO GENERAL ABREU E LIMA.
Anda exislem algiins cveniplares cnquailcrnados,
e .irliam-sen venda na loja de livros dos senlinrrs
Kicardode Frailas & C, esquina da ra do Collegio,
e em casa do autor, paleo do CoUegio, casa amarella,
no primeiro andar.
Nv sobrado da ron do Pilar n. 83, |irerisa-se
alagar ama pessoa livre ou eserava, que saiba eoxl-
nliar alguna cousa, para ser ampregada ueste e
n ouiros serviros ordinarios de urna rasa do pequea
lamilla, a cxcepc.io de cngoinmadn, preferindo-ea
tesla ultima condirao, cdo sexo masculino
he agradando.
paga-te
O Dr.Ribeiro, medico pela Univer-
sidade de Cambridge, continua a residir
na rua'da Cruz n. 13.
EM COMANDITA.
FABRICA DEFIARETECEt A LGODA'O,
A<|ttal oceupa diariamente para maisde
200 aprendzl's ou obrnos
de 10 a 12 mnos de idade
nacionaes
para/ama. |
CAPITAL 500:0005000.
Socios em nome colleclivo serenes respontaveii
ossenhores : AntonioMaraesde Aniorim. Justino
i'ereira de Parias, Manoel Alvea Guerra.
Firma social: Amorim, lanas, oerra&C.
A sociedad teui j numerosos awigoanies, que
pnfaxera para man ilo valor da melade do capital.
fc.Hi continua a admiltir no decurso desle inez
socios de 1009 al 3:000?.
As pessoas aMigaanles das primeiras listas, quede-
lejam contribuir para a prompla realisarjlo da fa-
brica sao convidadas a nao demorar sua? respectivas
atafgnaUme, que devem ser pastadas no livro da >o-
ciedade.
Nolim do correlo os socios gerentes retlamarilo a
primeira psl,icuo que sera' de lo por ronlo do ca-
pital subscriplo, c pastars os coinpclenlps recibos.
As vanlagens que a fabrica onerecera' loco que
ella eslivcr em pleno andamento sero :
PUBLICAQAO' L1TTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esla publicarlo era sem duvida ile ulilidade ao.
principiantesqoese qaiierem dedicar ao eiercicin
do furo, pois nella eneontrarao por ordem alpbabe-
lica as prineipaese mais frequentes ocenrrencias ci-
vis, orphanologicas, eommarciaes e erdesi.isiicas du
nossn foro, enm as remissoes das ordenarse*, leis,
avisos e reclmenlos por qoe se rog o*Brasil, (
bem assim resolurOes dos Pravislas anligos e moder-
nos em que se linnam. Conten semclliaulemenle.
as decisr.es dns que.les sobre sizas. sellos, velhose
novo diriMlos e derimas, sem o Irahalho de recorrer
a colloroo de mistas leis e aviso* avulsos. Consta-
r de dous volumes eiuoilavo, grande francs, eo
primeiro sabio loze est i venda por 9 na lujare
livros n. (i e 8 da praca da Independencia.
AULA DE LATIi.
padre Vicente Ferrer de Albuquer-
({uc contina com sua nula dclatim, do
da 2 de Janeiro om dianle, pela mesma
rnancir.i e sol; as condieOes ja' annun-
ciadas.
L'ma pessoa bstanle versada na lingos portu-
gueza se ollerecc para eusinar primeiras ledras a
ambos os sexos, diriglndo-se para isio as casas dos
pas de familias: quem do seu prestimo se qni/er
ulilisar. dirija-se a ra lo Padre FlorilDO n. -JHr
qne achara com qncm tratar.
I Precisa-se de um.i senhora lenosla, cqueaf-
fiance a sua boa conducta, para servir ele mestra ile
primeiras letras a Iros meninas lillias de um senlmr
de engenhe da fregnezia da Becada : quem Ibe een-
vier anntincie por esle jo.-nal ou dirija-te ao paleo
da matriz de Santo Antonio casa n. 1, que encontra-
ra com quem ajostar-te.
Pedro Allain venden a sua corheira do larco
do arsenal, livre e deesmbaracada de qualqurr onus,
ou h) polliera : as pessoas qu se julgarem loas ere-
dora, queiram apre>cnlar suas ronlss ao caiieiro
na mesma coebeira.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
bilhetes da
le correcrao, quede-
pul
vcl
e fabrica ile chapeos
no sobrado novo que
ra
Vende-se ama crioula de'JO anuos, engnmma-
deira, cozinheira e lavadrirs, para lora da provin-
cia ou para o mallo, e um pelo de meia idade para
sitio ou servi0 de ra : na roa das Cruzcs n. >.
Superior Jacaranda.
Tem para vender Amonio l.uiz de Oliveira A/e-
vedo, na ua da Cruz n. I.
Vemle-se um negro de Indo serviro. p por ba-
rato preco : na ra da Senzalt Velbt n. 70, segan-
do andar.
que
peda
MAIA RMA'OS.
recm a bonrede participar aorespeila-
ico que teemaherto tuna nova loja
na ra do Crespo,
faz esquina para a
da Cadeia, aoude os compradores
acbarao desde boje em diante um bello
sortimento de chapese (azendas tenden-j L*creencarnado muite fino, libra
tes ao mesmoestabelecimento, e por mc-lj^'l 'llores, maco de ao qaadernoa
nos prerodoqueetn outra qualquer parte,: lit^ho.'d'' dos os nmeros, dnxi.
tanto em poreao como a letalbo, e desde1 j-'.nhas de novel los grandes para bord
ja Ibe recommendam chapeos francezes
I.HJLII'ACAO-.
O arremalanle .la loja da mindezas da ra dos
yuarleis ii i, qoerendo acabar as miude/as
Uistero, vende barato alim ele liquidar tem
de lempo.
Hanj.i com bullas para cortinados, peca
I pe paulado, resma, (de pe-o
Hilo de poso, resma
l.la ile corea para bordar, libra
Penles de balalo para alisar, iluzia
rivelas iloura.las para calca, nina
roza de obreias muilo linas
Lencos de seda linos, ricos padrdes
taita de liulias de marca
Moias para senhora por
Penles -le larlaruga para segurar cabello
tirozas ilo canelas finas para pounas
lilla- de bnles linos para casaca
Veas prelai para senhota, duzia
Dil.is dilas pwra bomrm
Chapeo de
Cbili.
Ha um pequeo sorlimenlo desles chapeos, che-
gados ha poneos ilia, assim como chapeos prelos de
mola e de pslha aberlot para bomem, as qualidades
sao boas vista dos precos que sAo muilo ra/.oaveis ;
em casa de J. Falque, ru> CHARUTOS FINOS.
Vcnde-se na praea ila Independencia, loja de cal-
iSMHI I -ai1" "s- :t" B "' "* verdadeiros charutos vrelas c
l-iuiu r,'--dia imneriaes.
29700 F.uiilia da milbo ; vende-te no bccroda l-in-
goela, deposito de p;o n. li.
por
einoutraqnal-
I." 1^ por cento sobre o bcnelici < annusl que ca-
da socio recebera', aler do seu direilo sobro o fun-
do de reserva, quesera tic la 7 por cenlo do ca-
pital.
2. Occnparao diaria a mais de 3)0 operarios, ou
obreiros nacionaes.
>.' Conmino de :!!) a in mil arrobas do algodSS
nacional, o qual al agora nao lem oulro comprador
senlo o exportador.
4. Tecidode qoalijade superior l;o ou lawado
a 210 a vara, em lugar de 260 qu SO que se venda
da Baha, e boje nao ha mesmo a mais de :120 reis,
pre0 da ultima venda.
A facilidadd das entradas, que nunca serlo de
mais;dc l'O por cenlo do capital subscripto, permute
a lodas as pessoas que poderem disporde nina eco-
noma mensal do 05 pur mez, cnlrar como socio
de I(H);. '
Sendo as entradas de 10 por cenlo o os pasamen-
tos espacados de pooro mais oo menos -2 mores, se-
rio precisos IKa 20 para ser realisailoo inleiro pa-
gameulo de cada sabscripriin.
Os teohoret qae residem lora da capital, e qnc
quizerem entrar ncsla ulil sociedade, poderlo diri-
gir suas cartas de pedido a qualquer dos tres socios
-renles, ou ao tocio de industria I". II. Dupral,
que lem em seu poder o livro dasoubtcripcoe*.
Elles declnraiflo os seus nomes por extenso, do-
micilio e o nome do correspondente nesla capital,
cncarregado de elTecluar o pagamento das entradas
das preslacScs, quando forcm reclamadas.
, lima copia Impressa da escriptura da sociedade
sera eulreguc a cada um dos tocioa na oecttilo de
cllecloar o pagamento da primeira preslaro d
por cenlo do capital subscripto.
Peroambuco 0 de Janeiro de IB."*.
F. ^r. Dupral.
i
O Dr. Firmo medico, tniidou
a sua residencia para a roa Nova
Bjaj ii. 2o, primeiro ar.dat
Q una no exercicio de
c conti-
SUa pro'issao.
Billieles 39600
Maios iBSfK)
1ergos 1320
Ooarlos 18M0
Quintos 1-3160
Ollavot 720
Decimos eoo
Vicsimos 300
aviso i ni porta n-
tissimo para os
Srs. jogadores
das loteras.
O cautelista Salustiano
de Aquino Ferreira
avisa aos Srs. jogadores das loterias da provlneb.
que os precos dos bilhetes c cautelas Bcam lirmes
como tbao se demonstra, os qnaes sao pagos sem o
desenlo de oilo por cenlo da lei as (res piiireiras
sorles grandes em quanlo esislir o plano actotl de
>,OuO bdbeies, polo qual sao extrahidss a lolerias
da proviuiia. Elles eslao oxposlos venda as lo-
jas do costurac. So he responsavel a pagar os oilo
por cenlo da le sobre os ires primeiros premios
grandes om sem bilheles inleiros vendidos em nri-
ginaes.
Recebe por inleiro 5:00S000
2:5009000
" 1:6669666
" 1:2009000
1:0009000
>' '< 623(000
" ."005000
2509000
<> ci niel isla
Salusliano de Ji/uino t-crrelra.
O Dr.-Joaquim de Oliveira eSouza,
lecciona em sua easa, ra do Aragao n.
i, e. por casas particulares, a ler, escrever
e fallar a linguafranceza.
Existen? para alosar na Pataagem da Magda-
lana, aotes da ponle, 2 silios com cuas de sobrado
as quaes lendo communicacao interna, lambem po-
dem servir para urna s familia : a Iralar na ru.i da
Cruz n. lo.
Jos F. de Oliveira contina dar lenos de pri-
meiras lellras, lingua nacional, francs, ingles, por
casas particulares, a discpulos de'nmhos os sexo
prometiendo todo o disvello pelo adiantamento dos
mesmos : a Iralar na roa do Colovello n. 12",.
Attenajio.
O abaixor.ssignado, leudo'de fazer urna viagem a
Earopj a Iralar de sua taode, =c llie faz Iprecitoil-
quidar eus negocios ; assim roga a lodas as pessoas
que Ibe esln devendo de gneros comprados em sou
eslabelecimenlo da ra, da Cadeia do Kccife n ->",
defronle do becen Cargo, que l!,P queiram pagas
seus dbitos al o fin do correnlo mez, Itocife 10
de Janeiro de 18.M.
Manoel fos do Naseiraenlo Silva.
. Precia-se de cm criado : na praca da Ilna-
> isla n. 38, primeiro ailar.
OITerece-se um moro brasleiro para escriplo"
rio do casa comtncrclal. ou do advogado, o qual sa-
be Lem ler, escrever e contar : qncm precisar, din-
a-s a fu ireila n. 8(, segundo andar.
Precisa-se de
Aeliam-sea venda os novos
Lotera 18- da casa d
via correr a i ou .1 do torrente: as lis-
tas esperam-se pelo vapor portuguez D.
PEDRO Il.de 15 a 1( do andante : os
premios serao pagos a distribuicSo mes-
mas listas.
CONSULTORIO CENTRU S
HOMOPATHICO.
'(Gratuito para os pobres.)
/la de Sanio Amaro, (Mundo-.\oio) n. fi. J3(
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinhn d w
i consullas todos os das desde is 8 horas da
2* manilla al as 2 da tarde. 53[
Visita os enfermos em tena domicilios, daa g
|S( 2 horas em dianle; mas cm eatot repenliuos 3
gj e te molestias agudas < graves ds visitas seiio S
W fcas em qualquer hora.
As molesias nervosas mereeem IralamenU Q
W especial segundo nteioa boje aconselhadns Q
M pelos pralcos modernos. Estes meios exis- 3
??[ lem no consultorio central.
O padre Joao Jos da Cosa Kibeiro, substituto
das aulas de lam dosis cidade, contina no exer-
cici de soo aula no da 11 do correnlo, paleo do
Collegio n. 37, segundo andar.
Precisa-se de um CSixeiro que lenba pralica de
taberna, sendo poiluguez, de idade de 10 a 20 an-
10 nos, que dd conheeimenta de sua conduca : no Ke-
cife, ra da Cruz n. 31, se dir quem precisa.
Precisa-se de urna orna para raa do bomem
solleiro : a fallar na ra Nova n. 3>, loja.
Illni. Sr. presidente e mais membros da rom
irnsso de hygiene desta provincia.Diz Paulo l.uiz
Gatgooux, dentista Irancez, que precisa a bem de
seu direilo, Va. St. screm servidos examinar a pre-
pararan de que se serve para chumbar denles, e de-
nominon massa adamantina, em ordem de verificar-
te que a dila preparadlo difiere inleh-amente de to-
das as condecidas. Pode a Vs. Ss. sejam servidos dc-
ferir-llie como requor.E. K. Me.
Paulo l.uiz Gaignatur.
A m:>ssa denomiundi pelo Mipplicanlc- Adaman-
lina o pur elle apresenlada rommissao de hygie-
ne publica, difiere de todas as a presentadas nessa
mesma ocrasiai. por ootrot; sendo a eanirontaeao
leila na presrnca de lodos. Sala das scssOes da com-
missSo :10 de julho de 1855.Dr. A. Fonseca.
B
e bonitas e elegantes lrinas e de boa
qualida.de, ditos ieitos na trra de todas
as qualidades de paftia, seda, e montaria
paia senhora, de lustre para pagem,#e um
rico sortimento de galoes finos, de piala
e orno pata os mesmos; chapeos de castor
francezes eingle/.es, ditos de Italia para
homens, meninos esenhoras, do Chile linos
para homens, meninos e senhoras, bone-
tes de lodas as qualidades. assim como se
nprontp qualquer encommenda (endent
ao misino estabelecimento, e ludo
precos mais baratos do qut
quer parle.
Aluga-se urna grande rasa com Millo, i .loar-
los, eoxinha fra, estribara, casa para pretos. 2 co-
piares, porMo de madeirn, boa quintal plantado
-eiido na Capunga, canto da ra dos Droges: os pre-
lendcnles podem dirgir-se a roa do (.lueimado n. 7.
A barca nacional Ipojocat tem neeessidade
de marinbeiros brasileiros, para rompdr a inaioria
de soa IripoL-cAo na rcenle viagem quo vai farer ao
llio de Janeiro, e os respectivos consignatarios nao
duvidam dar maiores soldadas do que as eslaboleci-
das: qiiemquizer *nleuda-se com o capilo a bordo.
Francisco de Oliveira Franco previne Ja ludas
as pessoas que se jolgarem endona lie Pedro'de Oli-
veira Jnior, que se eiilendam com a mesmo, na
ra do Kangel n. 1.
Precisa-se de una ama de Icile, forra ou cap-
tiva, que nao lenha Hlho : a Irtlar n> ra da Cadeia
de Sanio Aulonio, armazem de lijlos n. 17.
;O'erece-se um rapaz brasleiro pa-
ra caixeiro de loja ou para nlguin ar-
mazem : quem pretender dirija-se a rua
do Vigarion. 20, segundo andar.
l'recisa-se alagar urna casa na povoaplo~ds
Afogsdos, que tenha quintal murado e cacimba :
quem liver e quizer alugar, dirija-se a rua do Ran-
15, a Iralar do aluguel.
larga:
de sarjn, lavradat,
73000
ityiiKi
loo
li-HHIII
I? Val
L'iO
210
yKio
23000
8(100
:tj20o
2CNII0
IWOO
0110
720
29300
I9WK)
!MKI
:I5;K)
to
i(H)
l?(ilK)
30O
25100
ICiOO
1C200
ljOOO
gol n.

Paulo aignoux, denlisla, eslabelerido na ^5
rua larga do Rosario n. 36, segundo andar,
collocadcntcscom a pressflodo ar, e chumba a)
denles com a massa adamanlina e oulros me- l
laes.
Cias;*i"::c" 9
+?
Na roa do Collegio, armasen) n. 15 a quem inculcar urna ama de Icile Turra ou Captiva
qoe leoliaMiom leile e boas qualidades.
Aluga-se por anno oo annnsn grande sitio de-
nominado Peixiubes, no eaminho de llebcribe, indo
pelo rio, o qual he o primeiro dos silios all eolio-
radas, eqi:e tem milbarcs de pes de mangabeins,
pos de coqueirot, e mais froelas deqotsi lo-
qnalidades, com grande pasto para se eonser-
AO PUBLICO.
No*armazem de fazendas bata-
tas, rua do Collegio n. 2,
vcnde-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, por
precos mais baixos do que em ou-
tra qualquor parte, tanto em por-
eoes, como a retalho, aflianeando-
si; aos compradores um s preco
para todos : esle estabelecimento
abrio-se de combinacSo com a
pudor parte ais casas commerciaes
inglezas, francezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
islo oll'erecendo elle maiores van-
tagens do que oulro qualquer ; o
proprietario desle importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge- 9
ral, para que venliam (a" bem dos in
seus interesses) comprar fazendas II
baratas, no armazem da rua do
Collegio n. 2, de m
Antonio Luiz dos Sanios & Koliin. B
e ms saaasEB a^iaB srogess
Meias rruas sem costura para bomem
Dilts de seda n, 2, peca
Traiirs de seda branca, vara
Canas de rajz, duzia
Pecas de filas de cus
Capis lino-, (roza
Conato para vestido, libra
loucas de blondo para menino
Chiquilos de merino bordados para menino
e oulros minios arligot que se tornan rccoinmenda-
veii pr inat boas qualidades, a que nSo -e riovidar
ar um pooquiiibn mais barato a aquello senhor lo-
gula, que queira a dniheiro comprar mais barato
no que Se compra om primeira nulo.
Vende-te nina canoa de carga de 1,000 lijlos,
com nona incolainentot, fundo lodo novo, pois ido
lem um moa, e bem so v pela cor das madeiras,
muilo bem cncavIluda o sruuril : r* pretendenle
dirijam-se a roa Imperial para ver e Iralar com
\ irtorino Iranciscn dos Sanios, casa de frenle azul,
cnwdracada a moderna.
Cola superior da Rabia.
\ ende-se no escriplorio de Antonio l.uiz de Oli-
veira Azeveilo, rua da Cruz n. I.
I'arinha de mandioca.
\ onde-sc farlnha de mandioca : para ver, no Ira-
Oiclie do Pelourinho, e para Iralar com \n!o:iio
'z de Oliveira Axevado, rua da Cruz n. I.
astelaria fran-
cesa,
aterro da Boa-Vista n. 17.
Madama Blandi lem rcceliido pelo ultimo na-
vio Irancez cbocolale Uaunilba a 19600 a libra, dilo
Bagueros a <52SI) dilo llain Ture a 80, a un sor!
lmenlo de camnhas de ;onfeilo.
- MOENDAS SUPERIORES.
gNa ftindicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acba-se para vender
moendasdecannaslodasde ferro, de um
modello e constniccao
Na rua do Ct".
59 A
jrro,
muito superiore.
espo d. 12, loja de
Lampos & Luna, vendetn-se cobertores
pequeos e grandes.
de
Confronte ao luisa ro de
Simio Antonio.
a\s.i ao respeilavel publico, que cunslanlemenle
lom um coinplolo sorlimenlo do aecinte : para
mais de 20 qualidades de bolinhos franceses, lalaa
de ditosde Lisboa, lalas de bolachinbas de Lisboa,
dilas de hiscoilos ingleses, dilaa de marmelada, di-
las de oela, doces em calda c om conserva de fruc-
las de Europa, amondoas de dilferentcs gustos con-
felUdas, confeitos diversos de Lisboa, ditos dilo de
llainburgn,Jilosditos francezes, pattilhas de orlel-
laa-pimenla e ridos, licores francezes, etlraclo de
absinlbo verdailciro, xaropes diversos linos e inferio-
res, vinlio Bordeaux, dilo de caj', caixinhas com
enleilrs as mais dihcailas que lem vindo a esta pra-
ca para eonfeilos e para guardar aquillo com que ss
bellas so adornain ; lia mais .,. cliocolales seguinles
viudos de encommenda : superlino.dilo dilo de bau-
nilha, dito de saule, dilo bomropalliiro, dilo em cha-
rulos, hiscoilos da Ierra doces e aguados, falias, bis-
cnilinho, aramia, soda, regala ; tudo se vende em
poreao e a retalho, por r.immodo prei;o.
\ ende-se a taberna sita na rua do Hospicio n.
I : a Iralar na mesma, ou na rua da Cadeia de San-
io Antonio n. 20.
Vende-Se urna carroca com seus
competentes arreios para m cavallo,
tudo em muilo liom estado e por barato
preco: na rua da Cruz n. 26, primeiro
andar.
Vende-se urna eserava de nacilo, de 2">annos,
com habilidades, por preco commodo : em Fina de
Porlas, rua dos Guara rapes n. IS.
Vende-te nina muala de bonita- figura, com
principio de eugommar, rozinhar e coser, e urna
prela boa cozinheira : na rua Direila n. fitj.
t Farelo de. Ilamburtro, de superior qualidade,
em barricas : vende-sc na rua da .Madre de lieos,
armazem de cenle Ferreira da Costa.
GiBIKETE
DE
'ORTUGI
Por ordem do lllm. Sr. presidente do consclbo de-
liberativo convoca-te o mesmo cnnselbn para a reo-
niio ordinaria no dia 15 do corrale, aso horas da
lardo.M. 1. de Snuza Barbosa, l.o secrclario do
consellio.
vN OHU.Mtlv,
muil
das*
var maisde 50 vaceasde leile, com moflo terreno
para se plantar, e grande malla, rom nina easa de
podra e cal bastante grande, que oceupa 1 sals e di-
versos qoarlos, COZioha boa. quarlo separado pora
pretos, c estribara, e finslmenle banbo de agua'do-
ce no rio quasi ao pe de rasa, etc., ele.: quem o
prclender alugar, dirija se ao lugar dot Arromho-
',, ." ''Ilaroom a proprielaria Joanna da Silva
Aledeiros, ou no Hccife, na rua do Collegio n IS
segundo andar.
a-7,LrUa eslrcil:1 do Rosario n. 1, se dir quem
os l ;0005 com mdico juro sobre hv pollieca cm caas
nesla cidade. ou sobre joias ou lellras com firmas i
coulenlo da pessoa que d cs.a quaotia.
Precisa-se do bons amassailoies para palaria,
paga-se bous ordenados : os prelendcnlea drjain-e
a rua Imperial, defronle da fabrica do sabio n. I7;.
E2PERT0HI0 DO MEDICO
HORSEOPTHa.
EXTRAIllO DE KUOFF E BOEX-
NINGHAUSEX E 0UTR0S,
e poslo em ordem alpbabelica, com a descripeo
abrevada de lodas as molcjiiat, a indcacao pbysio-
logica e Iberapeutica de lodos os medica.iionlos ho-
meopalhicos, seu lempo de tcejo e concqrdancia,
olio roo < "m '\'"'"*r> significado lio lodoa
osjermos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
m. a. j. m
Os Srs. assignantei podem mandar buscaros se u
exemplares, assim como quem quizer comprar.
. Massa adamantina,
ile.ceraluienle recouhecida a excellencia detla
preparaerto para chumbar denles, porque seus resul-
Oidos sempre felizes sao j do dominio do publico.
Sebasl.ao Jos de Oliveira faz uso desla preciosa
massj., para o fim indicado, e as pessoas que quize-
rem bonra-lo dispondo de sous servicos. podem pro-
eura-Inna Iravessa do Visario n. 1, loiadi
beiro.
Compra-te urna eserava com cria ou sem ella,
com tanto qnc eslea em esiado de mamonlar urna
enanca ; paga-se htm : na rua Nova n. :t:t, primei-
ro andar por cima do Ha/arPernambucano.
Compra-se urna gramm .lira franceza de Bur-
gain, ultima edicto : no pateo do Collegio, loja de
Compra-se urna eserava de 30 anuos de ida le,
qoe nao soja vicios, que cozinhe e lave de sabio !
ni ruadas Cruzcs n. 22, seguudn andar.
Compra-so um arrecho de fazer farlnha, em
Dom uso ; quem liver annuncic para or procurado
ou dirija-so a freguezia da Vanea, no silio da Cruv
do padre Jos Simes.
Compra-se um predio de 'Ion 3an-
dares, em qualquer dos tres bairros desta
cidade, comanlo que niio csteja delcrio-
rado, eipte osen rendimento regule de
OO.v a 500$000 n.: na rua da Cadeia
do Recife, loja n. VI.
Compram-so escravos de ambos os sexos, as-
sim como rerebem-se para se vender de commissao :
na rua Direila n. .!.
Compra-se nina casa lerrea ou sobrado de um
ou dous andares, em boas ras : a Iralar confronte
ao Kosanode Sanio Antonio n. 30 A.
Compra-se urna eserava sem vicio nem acha-
ques, e q110 nb;, encobar c engommar : na rua do
Calinga, loja n. 11.
Compra-se urna esrravn prela ou parda anda
moca, bem parecida, sem molestia e vicio algnm, o
que se venda por abroma circumslancia, que saina
coser, engommar, lavar e cozinhar o diario, e sirva
para rasa e rua : quem a (ver, dirija-se a qualquer
hora do .lia ruadoOiieimado, loja n. 20, que acha-
ra com quem Iralar.
Relogios
inglezes de pa-
tente,
os mellinres labricadus em Inglaterra: em casa de
llenry Glbsoa, rua da Cadeia do Recito n. 52.
AVISO
As senhoras de bnm goslo achara" em casa de J.
ralqoe, roa do Collegio n. J, os mais ricos chapeos
do sed c de lumias as mais elegantes c mais moder-
nas que ha cm Peinainbuco, lano brancos como cr
de canoa, zoes e cor de rota, ditos de palha e seda
multo bonitos, riqusimos laucados e enleiles para
caneca, de diversas cores, com llores e filas muilo li-
nas e Iroro. do mais apurado goslo. e dilferonles qualidades e feilios de 53 a 12->, lovas de
pellica Jouvin brancas, cor de esnna e prelas, lano
para senhoras romo para homens. No mesmo esla-
belecimenlo ha um grande sorlimenlo de extractase
perfumaras das mais acreditadas fabricas de Par
como soja : l.ubin. Piver, DemattOU e oulros almo-
ladinhaa de selim de varias coros com dilferenles
cheiroa, proprias para tor onde se guarde a roana.
1 o-dos os objeclos cima declarados se vendem por
preco mais commodo qoe em oulra qualqurr parle.
Vendem-se dous pianos fortes deja-
caranda", constniccao vertical e com to-
dos os melhoramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio deHambor-
go : na ruada Cadeia, armazem n. 8.
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente inglcz, e da melhor quadade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson Mowie&C, rua do Trapi-
che n. 1-2.
tsr CORTES TURCOS-
vendem-te osles delicados corles de cusa prela
ciin piulas carmezins e lislra los, os mal) lindos pos-
siveis pela sua novidade de padroes, c sii se vendem
lias lujas dos Srs. Campos A. Lima, rua do Crespo ;
.Manoel Jos,, Leile, rua do gueimado ; Narciso Ma-
la Carneiro, rua da Cadeia, por preco muito em
cenia.
REMEDIO IHCOMPABAVEL
<> ,.
seiio
Esto a
lluu
PARA 1856.
venda as bem condecidas fo-
oja de bar-
nma ama qoe saiha oo
< ---------- -----------,..^ -..(..-i i "/ mu,!! f
lazeroservicoinlerno de casa ; na rua Direila n.
1^0, segundo andar.
Apromplam-se cncommcmlas para cncbimei-
los de aguardme, espirito e azeilc : os prelonden-
les podem dirigir se a rua da Prala de Sania itila
armazem n. 17, qoe al.i achanto com ijucm Iralar e
se I he faro ver as vanlagens que lem.
, zlluga-se
..i da rua do Ifondago n. 12, conteni commo-
los para numerosa familia, un grande silio com
hasiaulcs arvores fructferas e um eleg.iule ardim
bem plantado de lloros : na rua do Oueimado, loia
n. 2.
Precisa-se de urna ama para serveo iolerno
i e externo de orna cata de pooca familia : na roo do
Catrag n. o.
,i, ^^?ti
/.i n11,11 i '.j [ J i 1 s i \" 3 ,. rsn i r*7>
4. JASE, DENTISTA,
conlimia a residir na rua Nova nTtV.'nrimel. d
0 ro andar. g
-Vttje|eS9 No silio do Crlame, onde resiJo o abaixo ,is-
signado, appareceu o escravo pardo de nome Lacla-
do, ahm de qae o compraste, o abaixo asolanado len-
do-se dirigido ao Sr. .lose Jacomo de Oliveira, para
Ibe o vender, discordaran! no nrero, e nessa occa-
tiao o prevemo de que o dilo escravo eslava residin-
do para Olmda, e que solicilasse a sua apprchcnsao,
e como cunta ao abaixu assiguado que o dilo escra-
vo anda anda ausente, e nao quereudo responsiabi-
hsar-sc por cousa alguma faz o prsenlo annuncio.
Cssaiano Alberto Pimenla.
.Ouem precisar de um porluguez para fellor de
engenho, o qual desempenha o seo cargo, diriia-u
rua do Hospicio n. 15.
. ias impressa nesta typographia, as
de algibeira a 320 e as de porta a I 0; as
dealgibeira ale'm do kalendario ecclesi-
astico e civil, conten um resumo dos in.-
postos municipaes, provinciaes e geraes
que all'eclam todas asdasses da socieda-
de,extracto dosregulamentos parocliiacs,
docemiterio, enterrse sello, tratamen-
to de varias molestias, inclusive a do cho-
lera, COntps, variedades e regras para fa-
zer manleifja e queijosde dilterentesqua-
lidades, ditas ecclesiasticas ou depadie,
correctas, e conforme as rubricas e us
deste bispado, inclusive a resa de S. Tilo,
e (citas pelo jiadre Macliado, o mais an-
tigofolhinheirodesta provincia, sem pri-
vilegio visto como a constituirlo e leudo
Brasil o prohibem) a 100 n. cada urna;
ditas de Almanak, a 500 is.: vendem-se
nicamente na livraria n. eS, da praca
da Independencia.
Vendem-se loas bancas de meio de sala, una
camadearmaeao, urna dila de vento de arniacSo,
i venia n. 70, segundo andar.

UNGENTO HOLL WA\ .
Uilbaresde individoosde todas as naoSes podem
leslemunhar aevirludesdesle remedio inconipaiavel,
ejprovar cm easa necessaro, que, pelo uso que dclle
lizeram, lem seu corpo o membros iiileirameule
saos, ilopait de haver empregado intilmente oulros
Iralanieiilus. Cada pessoa poikr-se-ha convencer
deesas caras maravilhosas pelaloiiura dos peridicos
que II, as relalam lodos os das ha muilos anuos ; c
maior parle dellas'sao 13o sorprendentes que admi-
ram os mdicos mais celebres. (.Inanias pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernea, depois de ler permanecido longo
lempo nos bospiUes, onJe deviam sofirer a amputa-
<.'ilo .' Dolas ha mulas, que haveudo deixndo esses
asjlos dopadecimcnlo, parase au suhinetlerem a
essa operaco dolorota, loram curadas complela-
incnle, medanle o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das laes pessoas, na ofusiiu do sen reconbeci-
mento.decltraram esle resultados benficos dianle
do lord corregedor, e oulros magistrados, alim de
niaiaautenticaran sua afiirmaliva.
Ninguem descspi raria do oslado de sua saude es-
livesse bstanle conlianca para cnsaiar esle remedio
cou-lanlemenle, sesuindo algum lempo o trala-
menloqae necettilattea nalureza do mal. rujo re-
sollado seria provar inconletlavelmeote : Que ludo
cura !
" ungentos/ka uill mais particularmente no*
ttguintes casos.
matriz.
Tatxas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rua d Bru, pastan-
do o cbalariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e balido de. 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acbam-sc a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
ernbarenm-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendse
um cracha da ordem de Chrislo, por preco muilo
commodo ; na roa do Queimado n. 2. Na mesma
casa se dir quem se incumbe de escripluraees mer-
cantis.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Avisa-seaossenboresde engenho que
para facilitar o uso do arcano do l)r.
Stolle para purilicacao de assucar ven-
de-se o mesmo ao preco de 5.^000 cada
lata de 10 libras.
Vendem-se tarcas com farinlia de mandioca,
chegadas ha poneos das do norte, c de boa qualida-
de : quem preienrier, dirija-se ao armazem defronle
da rampa da escadinha n. 3, de Joaquim de Paula
Lopes, ou a rua da Cruz n. 3, escriplorio de Amo-
rim 11 ni.ni. ,\ Compauhia-
Sedas de cores.
Vendem-se corles de vestido de seda do cores,
gotlos modernos, c por preco commodo : na loja de
i porlas, na roa do Queimado n. 10.
Relogios de ouro
inglezcs de pa-
tente, de sabo-
neteedevidro,
clieuados pelo ullimopaquelc. vendem-se por proro
razoavel ; em casa de Augusta C. de Abreu, na ra
da Cadeia do Kecifen. IS, primeiro andar.
Tabeado de pinhn da Suecia, alcalrao e plxe.
alo. C dmont .V Companhia, lendo recebido um
carregamenln desle cneros pelo biiguo suero/;.
Thereza, de Oollicmbourg, venderao os mesmos a
retalho por precos baratos: olaboado acba-se reco-
mido no armazem dos Srs. Carvalho & Irmo, rua
do liriiiii.
JLuvas de pellica
de Jouvin prelas para bomem, e brancas para senho-
ra ; vendem-se na rua do Crespo, loja n. 19.
Pratos ocos patentes
para conservar a comida
quente: vendem-se aa pra-
9a do Gorpo Santo, arma-
zem n. 48,de Hostron Ro-
oker #C.
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-M ricos leques com plumas, bolola(e
etpelhua ?, luvasde pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a ls00 o par, dilas de seda ama-
relias e brancas para homem e senhora 1-jmi, di-
las de lorcal prelas e com boidados de cores a 800
rs. c I-Jim. dilas de fio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para homem e senhtra a .'KHI rs., dilas
para meninos e meninas muilo boa fazeuda a :IJU,
lenrinhos de relroz de todas as cores a IS, toacas de
Ma |iara senhora a 610, pentes de tariaruga para
alar cabello,fazenda muito superior a ."19, dilosde
alisar lambem de tariaruga a 3o, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a 18280, dilos de alisar de blalo, ia/en-
da muilo superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda pintadas para ruancas de I S 3 anuos a lj00
o par, dilas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para enancas de I a 10 annos a 320 o par. t-
pelhot para parede com eicellenlcs vidros a 500,
/OO, le loiOO, toocadores rom pes a 18500, lilas
de velludo de todas*s cores a 160 e 210 a vara, es-
covas finas para denles a 100 r., e finissimas a 500
rs., dilas finissimascom cabo de marfim a I?, Iran-
-nln'1e Seda d" '<"li,S 8S Cores e lareoras :,<. *00 e
aOOrt. a vara, sapalinhos de lita para enancas de
bonilos padroes a ->M) e 30, aderecos prelos pan
lulo com brincos e alfineles a IjS, loucas prelas de
seda para enancas a I?, InvetMS dasqueseusam
para scgurarrabcllo a lo. pislolinhas de melal para
criancas a ->(M rs.. galheloiras para azeilo e vinagre
a J.yMl, bandejas muilo finas e de lodos os tama-
nhos de lo. 2o. 30 e lo, meias brancas linas para
senhora a 20 e .120 o par, dilas prelas muilo boas
a 100 rs., ricas caias para rap com riquissimas es-
tompas a :lo e 99500, meias de seda de cores para
homem a Od, charuleiras muilo linas a B, rastoe*
para bengalas a 10 rs pa-ia- para guardar papis
aHOOrs., oculosde armado dearopraleados e doo-
radosa 6M, lo e 1,200. tunelas com aro de bfalo
e larlaruga a .,00 rs. e 10, superiores e ricas henga-
linnat a 2?, e a 500 rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequenns e eraodes, fazenda mallo supe-
rior a 640, SOO, 15. lyaoo, lo.VIO e 25. atacadores de
cornalina para rasact 320, penles muilo finos para
soissa a 500, estovas finas para cabello a 610, dilas
para casaca a 6(0, capachos pintados para sala a
610, meias hranras e croas para homem, fazenda
superior a 160. 200 e 210 o par, camisas de meia
muilo finas .1 lo e 1>200, lovas brancas encorpadas
proprias para monlaria a J40 o par, meias de core
ara senhora moilo forles a 220 o par, ricas abotoa-
durasde madreperola ede oulra muilas qualidades
e goslos para cnlleles e palil.is a 500 rs., fivelas lloa-
radas para calcas colleles a ISO, ricas filas finas
avradssc de lodas as largura, bicos finisiimos de
bomlns padroes e todas as largaras, ricas franjas
brancas ede cores para camas de nolva, lesoori-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Almda 1 o.lo i-lo mi iras muilissim.-is coasas muilo
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os fregnezes j a-
hem : na roa do Queimado, nos qnalro cantos, na
bem conhecida loja de mindezas da Boa Fama
n. 33.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-te superiores meias de laia para pedrea,
pelo harahssimo preco de l>S00 o par, dilas de al-
godao prelas a 610 o pr : na rua do Queimado, loja
de miudezas d.i lloa Fama n. 3.1.
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar borlase baixa,
decapim, 11 a fundicao de D. W. Bowman : na rua
do Brum ns. 6, 8e 10.
Camisas de meia
de puralaa.
\ endem-se superiores camisasde meia de Isa,
lo barato preco de 33: na rus do Queimado,
de mindezas da Boa Fama 11. 33.
G'i'tes de cassa para quera quer dar fes-
tas por DOUCO dinheiro,
l lfattdem-te corles de cassa chita de boas goslo a
59, dilos de padroes francezes a200, castas rotas
para tleviar lulo, dilas prelas dc;padroes miudos a
2-5 o corle, alpaca de seda de quadros de lodas as co-
res a 720 o covado, leocos de bico lano pintados
como bordados a 3:20 cada um, grvalas de ed.i pa-
ra homem aloe 1600 ; lodas estas fazendas ven
dem-se na rua do Crespo n. 6.
LEONOR D'AMBOISE.
Vende-se o excellente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqueza de lireta-
nha, 2 volumes por LsQOOrs., na livraria
n. ti e 8 da piarada Independencia.
Vendem-se relogios de ouro pntrnl.-
meio chi-onometro e de muito boa qUa|.
dade. o que se aflianra c por commodo
prcp: na rua da Cruz n. 26,
indar.
P'
IECHARISIO PIBA EM6E-
IHO
NA FLNUICAO DE FKKKO DO ENGE-
MIEIKO DAVI>V.BOWNUN S
RUA 1)0 BRUH/PASSAXIMI O J
r AKI/.,
ha sempre um graode sorlimenlo dos sceoinln k.
jeetot .lemecb.i.mp,.p,w, tn^^.Z-
l*r : moendase metot ^nd,, da ^^^
conslroccao ; la.ias de fm. foBjido JJ" J
supe.iorquaUdadee de lodo. m lamanbo, ;^,
denladas para agua ou anm.,. de ,1M) "*
ce*, ; crivos e boceas de for.,,||e rMHlro.,de,kB_
eiro, aguilhoes, bronzes, paralan ccovill. ....
niio di mandioca, etc.. ele. ''*. *-
NA MESMA Fl NDICA O.
te execolam lodas as encomnicndas rem > gmH.
ridade j conhecida. e com a dev ida p.wi,,, ^m-
modidade em preco. ^^
EmcasadeN. O BielierAC., rua
da Crat n. i, veade-sc :
Lonas da Bossia.
Brinzao.
Tintar em oleo.
Ultramar.
Cognac em cai.xas de nina duzia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ramelas.
Por commodos precos.
Sed;ts brancas.
Veodem-se ricot corles de vestido de seda branca
com babadas e sem elles, havendn rtimenlo i^ra
e-clher : na loja de 4 porl.s, na raa da Qewisiwo.
n. 10.
Millio e farinha.
\ ende-se milho medido o em .accat. c Urtha de
mandioca de alqaeire a ucea, rhegado do notle SSjS.
lesdn. ludo par henee preco: n. rea di Saala
Hila, taberna n. .>.
Chales de touquim.
Vendem-se chales de louquim bordada* a taalit
e por preco commodo : na leja de 4 portas, na roa
doQoeimado 11. 10.
Atteneao.
Na confeituria
aclia-se sempre
completo sortimento de doces seceos ede
caldas, e de ructas de todas as qualida-
des, tudo superior, para embarque para
dentro ou lora do imperio, por mais ba-
rato preco que em outra qualquer parte
se pode vender.
da rua da Cruz 11. 17,
a venda um grande e
o -
aja
Pannos pretos
de diversas qualidades. por precos de 2*800 a KO ;
Vendem-te na rua do Crespo, loja 11. III,
Chuls
de merino e bjpim bordados na pona : vendem-se
na rua do Crespo, loja n, 19.
i Bsennos imlezes. m
m
I
I
fdjb versas qualidades, receben pelo ultimo na-
T? *iochlgadode Inglalerra um grandeaor-
No paleo da Sania Cruz, padaria 11. 6 de %
Joao l.uiz Ferreira Ribeiro.alem do excel- M
lenle pao, bolacha muilo fina, hiscoilos. 3
falias, aramia, alliados e holinhos de di- <
a
lmenlo dos mili apreciaveis hi-coilinhos
de dilTerenles qualidades em latas peque-
as, os quaes se lornam muilo recommen-
daveis pelasua superior qualidade o deli-
cadeza : vendem-se por precu moilo com-
modo.
Vipreas.
Caimbras.
tallos.
Canceres.
Corladuras.
Hros de cabera.
das roslas.
dos membros.
Enfermidadei da cis
em geral.
Enfermidadet doanne.
Empees escorbticas.
Fstulas no abdomen,
Frialdade ou tolla de ca-
lor lias exliemidadcs.
Frieirat.
GengWat escaldadas.
Inchaces.
Iiillammacao do ligado.
Lepra.
Males das pe as.
dos peilos.
de olhos.
Mordedurasde replis.
Picadura demosquilot.
l'iiliiies.
Qiieimadelas.
Sarna.
Supuraccs ptridas.
riliha, cm qualquer par
le que seja.
Tremor de ervos.
I leers na bocea.
do ligado.
das arliculaccs.
Veas torcidas, ou u'oda-
das as pernat.
._ ''' bexiga.
,j\ ende-se esle ungento no eslabelecimenlo ccral
de Londres,,,. 2U,Strano,e na luja de lodosesbo-
llcariot, droguistas e ontrat pessoas cncarresadaada
na venda em luda a America do Sul, llavanae
Hespauha.
Vende-te a wm retocada bocelinha.contm urna
inslrnccao em porluguez para explicar u modo de
r.izoruso desle unsueulo.
O deposito geral he cm casa do Sr. Soum, phar-
maeeolico, na rua da Cruz 11. -22, em I'eruam-
buco. .
l
Algodo monstro ;i 900 rs. avara.
\ emle-sc o verdadeiro algodle monslro, com 9
palmos de largura, pelo baraiissimo preco de 900
rs. a vara : na rua do Crespo 11. 5.
ROLA'O FRANCEZ.
lie novamemte chegada esta aprecia-
re! pitada no ultimo navio Irancez, cesta'
a venda por barato prego: na rua da
Cruz n. 20, primeiro andar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos, francezas, muito proprias para caca
ltimamente chegadas de Franca, e por
barato pieco : na rua da Cruz n. 26, pri-
meiro andar.
Vendem-se Irascos com rollias de
vidro, proprios para conserva! toda a
qualidade de rape, c por baratissimo
preco: na rua da Cruz n. 20, primeiro
andar.
Vende-se muito superior cham-
pagne emcaixas, o melhor que tem ap-
parecido no mercado epor commodo pre-
co, licor de Kirsch tambem em caixas e
muito em conta : na rua da Cruz n. 20,
primeiro andar.
No ensenho Moreno vendem-se bois para acou-
suc : os pretendemos podem dirigir-te ao proprie-
lario do dilo engenho Antonio de Souza Lelo.
Vende-te um cabriole! em liom uso ; a traa
na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
'lijlos de marmore.
Acaba da cheaar nm novo sorlimenlo de tiiolos de
marmore, c vende-se no armazem de Tasso Irm.los,
no becco do l'oec?Ives.
Carlas france-
zas.
Vendem-se superiores carias franeatae para vol-
larcle a 300 rs. o baralho : na rua do Queimado,
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-se cal em pedia ebegada no ul-
timo navio de Lisboa, c potnssa americana
da mais nova : no nico deposito da rua
de Apollo n. 2B, de A. J. T. Basto &
Companhia.
POTASSA CAL YRGEI.
.\'o antigo e a' bem conbecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Rusta, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo a
precos muito favoraveis, com os qnaes li-
carao os compradores satisfeitos.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-te superior farinha de mandioca
cm saccas que tem um alqueire, medida
velha por .".sOOO reis : nos armazens ns.
3, 5 c 7, e no armzem delrnte da porta da
altandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes ii Companhia na ruado Trapiche
n. ."4, primeiro andar.
p
| ArniVAM PELA JUTA
g DE IIYGIIRE PUBLICA DO
jj, Rio de Janeiro.
m PRIVILEGIA DO C0-
YERNO DE SUA MACESTADE
(f Imperial.
I

Vende-se cal de Lisboa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio o. II.
Vende-so ac,o em cunhetes de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, praca do Corpo Sanio n. 11.
VIMIO XEHEZ.
Vende-se superior vinhn de Xerez em barril do
1|*. emeata M E. B. Wvall : rua do Tralca e
D. 18.
Chapeos do
Chili,
tanto para senhora como para homens e meninos, de
qualidade mais superior que ha nette mercado, re-
ceulemenlc chegados pelo ultimo vapor : vendem-se
na lahnr.i da rua Nova n. 44.
Vende-se Urna armario de urna loja qoe se
desmanchen, lendo um bom hlelo, luciros, e por-
c.i de lahoas, ludo englobado ou o retalho confor-
me a s ma.le do comprador : na ma Nova n. s.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor, Rua d a
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de |moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos. Dar
dito. H
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-seo verdadeiro coanae, lano em garrafa
como em garralSet: na roa da Crol n. 10.
Pipas vastas.
Vende-se porfo de pipas va-ias proprias para en-
rher de agurdenle, apreso de 17? cada urna : a
Iralar no escriplorio de Manoel Alvos liuerra, na
rua do Trapiche n. 11.
Contiiiua-sc a vender banda de porco derretida
a l"0 rs. a libra : na rua do ll.iii.-i-] n. 35.
I.ABVRINTIIOS. "~
Na rua da Cruz 11. 31. primeiro andar, continua
a haver sorlimeuto de boas obras |e Ubyrinlho a1
1
NON PLUS ULTRA.
Jos Poiz > llruciici a declara an respei-
lavel publico que lem o prazer de Ibe ofle-
rerer .1 admirnveis virlodes qae, esa urna
Linca experiencia lem demonstrad a gaa
do* amantes, de soa oomt>o*c,aO, e saa ao
1A seguinles: cura toda* as rnfermidades de 1
2t pclle, como pao, (com I garrafa w
VL'"-'1 n,a'* ou menos *>r nuco mais oa menos) e as espinhat, par
nulo antigs qoe sejam. rom rtuns na
(p A-es garrafas. pede-s a uluuia atan forle 1
., ou mais rarregada e applirande-a meia
vv q^enlc que 111. rn,i com om Irapinh* ira-
0| Inado, e amarraudo-n rom am lenco. Fra,
^ refresca, lira a pelle farahaaa e-a,
<|rV d.-i-lhe lustro r 1.1/ dr^ippaMrr a ri ln-
(V?. Rtwtra em cinco das de unonodo mui no-
S17 l.ivel cura a borlueja com muil.i farilida-
de. por ser muilo fresca, e tem prrjndirar
a saude. Instantneamente faz drxppa-
recer o ardor do sangue qnrndn se cora a
(tj^ pelle, eapplicado as faces am alcodao
molhado na dila agua, e amarranoV-o coa
um lenco, fmanhecem as cores aalnraea '
(A muilo agratjatass, sem prejodirar eat nada
J2 S pelle, e pode-se contiuaar quando ai
ty) nirr/s se perderem causara esle rtlriis 1
quando se liver lemperameiiln -anzuinro
Em lavalnrio he om | rr-tivalivo opli-
A mo conlra svpbilis. E applir.-indo mor ni
Aav as faces um alzodSo malhado na dila a-
Sp) raa ao lempo d< apparirao das aeiitM,
2Jv sene ptra neulrali.or ou parificar, liaipar
2? o humor, e para prevenir a r..imar;iii oa
\ff) asarraa ao reato; e faz desapparecer a n-
Haiiiinac.lo preservando da ar e da laa, .
aus doenlesde blicas, lio mesas HMM
!s cura impingeos diflircis de rarar. Para 1
loucadores loileiie' parlicolar das aho-
ra., preco ftOOO a garraa.
,'A Veide-sc uniramenie na roa ta Crat,
2Z escriplorio de Antonio l.uiz de Oliveira
jpi Vzevedo.
MODA.
Chailv do melhor goslo possivel. 1 becado ailhna-
iiirnic de Franca, para vrslido de senbora e meni-
nas, pelo preco de I9 cada covado: nos qnalro can-
tos, rua do Oueimado, loja do sobraao amarrIW
n. !l.
Vende-se excellente tataala 4a pinhe, recen-
lemente chesado da America : na ra de A poli
trapiche do Ferreira. a ealeoder-te com o admi
ni Vende-se cal nova e muilo tiperior, rliecada
ullimamenle de Lisboa no brlgne |ioriuguez I .jme-
riencia, e por commodo prcro ; quem quizer pode
diiigir-seao armazem n. :l, 'defronle da lampa da
rscadinha, de Joaquim de Paula Lope.
Vendem-se cm casa de S. P. J ohns
ton & C, na rua de Senzala Nova n. *.
Sellins inglezcs.
Relogios natrntri inglrr
Chicotes de carro e de montaria.
Caudieirosc casticacs bronzeados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barrisdegraxa n. 97.
Vinho Clierrv em barris.
Camas de ferro.
gcratw* nalDoi,
Kogio a sen senhor Domingos soriano d> Oli-
veirv, propriclario do engenho (Inca, na freiaeria
le L"na, no dia -JO de novembro de'lS"*. o escravo
crioulo, de nome Jos, de 28 anno^ de idade. esta-
tura regular, poura barba, roslo desramado e rom
signars miudos de heiigas lidas ha pouce lempo,
denles perfcilos, nariz afilado, ar i ar regado, peina-
e pe< regulares, nadecas elevadas, e liaballia do
meslrc de ..ur.ir ; con.,11/10 um rjv.,lio roca ver-
inrlho piulado de pedrrz, e com morcas ou nal do
besla nos quadriz e as pernas : qoem apprehender
dilo escravo r entregar a sen senhor no meaciouado
engenho, teri 100; de gialifieafSo.
No noile de 2H para do mez passado fucio
da campia da Casa Forle, da rusa do abaiso assig-
nado, o negro Jos, crioulo, idade de 30 annos, pan-
to mais ou menos, estatura baisa, secco do corpo e
bem espigado, cor prela, falla de denles na frr i-.ic
do lado sopenor, falla um ponen descansado, levoo
eanritl de aadaaorla, calca atol, foi rnnduzndn
uni'i l ninlado de verde do eompr imen lo de i '.
I almo-, |. -ico mais 00 menos, com ferhadnra nova,
lem o virio de cachimbar, eosluma trazrr rinlo, e
nelle a chave do bahu' : foi enronlrado na mesma
nuie.icima em procurado Recife, ,. nppe-se let
fgido para o serillo de l'ajeu', por assim o ler feln
por Iris retes que lem lomado esle desuno, 00 para
bordo de ..Ignni navio por ser embarradico, lem offi.
ci d serrador: qoem o pecar Icveo a rua do Uoei-
mado, leja de miudezas 11. 33.
Francisco Jos Alves Coimaraes.
PERN.: TYP. DB M. F. DB FARIa 1856

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