Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08803

Full Text
S
Por 5 mezet adiantados -i-JfOOO.
Por "i mezet vencidos ijj'.


QUINTA FEIRA :, DE JANEIRO Dflk
/
Por anuo adiantado ljfOOO.
POrte franco para o subscriptor.
ARIO DE PE
NC VRRfADOS DA SUBSCRIPTA' NO NORTE- PARTIDA DOS CORREIOS.
Peraaiba o Gerva/iu V. da Natividade ; Natal, o Sr. Joa- lolinda ludos os dias.
quim I. (>Jre Jnior: Aracaty, o Sr. A. de lnos Brna Caruaru Bonito e liaranhunj nos das 1 e 15.
* deOliveira ; Moranhao, o Sr. Joaquim ser-1 Villa!
Piauliv, o Sr. Domingos Herculauo A. Prssoa
Sr. Jsiiano J. llamo.: Amnronss, o Sr. Jero-

AUDIENCIAS DOS TRIBU
Tribunal do commercio : quartase i
Bella, Boa-Visla, fui ,,\C icury : a 13 e 28.
Goiauna e Parahiba : segundas c extas-feiras.
Victoria e Natal : lias quiitas-feras.
AKS ll.V CAPITAL.
_ bados.
Reljco r.. i -1. i r .- e sabbados.
iFazenda : quartas e sabbados as 10 hpras.
Juizo do commercio : segundas as 10 boros quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos : segundas e quintal- as 10 boras.
Primeira ara do civel : segundase se*tas ao oieio-dia.
Segunda vara da civel : quartase sabpados ao meio-dia.
EPnEMERIDES >(> MU/. DE JANEIRO.
7 Laa'nova os8 horas, 48 minutos, SO segundos da tarde.
14 (Juarin crescente a 1 hora,24 minutos e 48 segundos da larde.
-'2 La efaeia j 1 hora, 10 minutos e40agundns da manhaa.
30 OuaTIo miuguaole as 5 horas, IB nsjpblos e 48 segundos da m.
I'IIEAMAII IIK-niO.lt,.
Priroeir a 1 bota e 18 minutos da tarde.
Segunda a 1 hora e (2 minuto., da manbaa.
DAS DA SEMANA.
31 Segunda. S. Silvestre ap. : S. Nominando.
1 Terca. ij< (arcumcisao do Scnllor.
2 Juarta. S. Izidoro b. : S. Argeo m.
3 Quinta. S. Aprigio b.; S. Amero p. m.
4 Sena. S. Til. b.. S. Prisco presb. m.
3 Sabbado. S. SemiJo Estelita.
B Domingo. Kpiplinnia, ManileslacJo do Senhor.
i;\c\itiu <.AIM>S DA sirscmimiaO afl STI-
Alagoas, o Sr. Claudioo Falco Dias ; Babia, o S l. DuprM
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Marlins.
EN l'ERWlllil CO.
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de I ira? na taa
livraria Pra(a da lnd-pi ndruria nt e 8-

ilos do inieresse carinhoso demonstrado pela joven
rainha.
Aquelles cuja lingua sedcsaiou lanas vezes para
i horas da inanh.i.i, iiifallivelmente _.' _____* ... r. ,
. ., | oftender a magestade do llirono, naulerao, a vista
DIARIO PAKA iW.ARETH TO
1)11 EM PAO PALEO.
alia do nosso corroo para as referi-
desles faclus, urna nica palavra de jusilla que an-
da osnossos assicuantcs que liverem ,
,, ;, viar a pessoa augusta quo lao perleilamenle obede-
lles lunares, manda-las ale un> quar- _r_ _..-- ... -
..,._,, co ao fiemo da insliliiir.ao que representa i ftera
me o pruprietann do Diario seres- -. v .,
, w e, possivel que o espirito de esco a e de wrtido, que
eulreza. >as semauas futuras o re- l^. M
a paltes inesqmnhas nos reguem a nonio de nao ver
tura iiivariavcliiienle Mi secundas | *___l_j_____:j___:.i L.:____,____.....
ao meio dia. Os Sr. assisuantes de
crever a seo correspondentes
nlregues, e o menino portador
l PROVINCIA.
a:Sde deinanbro.
residente dok- Rio Grande
icio de suas ordens para
iino viudouro i-m dianle
i solicitou o capilao do 10"
rancisc i Antonio de Cirva-
|ue remelle, o pagamento
iliOn rs. que elle consi-
lla provincia, envando-e
cerlido cm vista da qual
egularidade os pagamentos
edito capilao.
denle do Para, inleirando-
lliesouraria de fazenda o
ado en) lf> do correle, a
i til. je a mandar abonar a familia
nado Francisco de Paula Caval-
illo a preslacao que este Ibe con-
nesta provincia
narechal coiiunandanle das nr-
. u.re por despacho desta dala,
esourari; de fazenda a abonar os 3
que pe'hr un 9 alferes Joo Paulo
guer e o l cirorgio capilao Pra-
e Souza Pilanga.
esnio, para mandar apresentar ao
Joo Nepomueeno da Silva Portella
le carallana, afim de o acompanlia-
i de Serinliem.
ie;mo, recommeudando quo remella
afim de ser iraosmiltida ao Exm.
ear, ije a requisil.'i, a fdoohlc*i
liias Barbosa dos Santos, poMaoceDK)
iO daquella provincia,
nspeelor da thesunraria de fazenda,
a responsabilidad'! da presidencia,
ar coni urgencia ao Dr. Trajano de
quantia de 20>>9UU0 rs., alim delle
ej;uir amanluia neo) falta pira Ga-
inspector do arsenil de marinlia, ic-
qtt mande aprom^ur '"ni brevida-
rn enviados para a c- ital do Rio
18 remos para csca r, enviando
"mella nrn'*
o que lia de providencial, ^dmiravel e aublime nes-.
sa frequencia com que por meio dj caridadecliris-
la se poe cm immcdialo contacto a lilba de cem
reis e os bumildes e desconbecidos lillios do novo ?
Os que ii'iim momento de delirio declararam face
do pai?. jamis seriam inunarchicvs de />. Isa-
bel II, nio dariam acaso melada da sua vida pata
annijuilar a meuioiia d'asseveracocs lo funes-
tas?
Nao pergiinlaveis a inonarchia por seus ttulos ?
Pois al)i os lendes, vt'de-os e evaminai-os ; e se
depois de ludo persists na \os-a contumacia, e
se carecis de- valor sullicienie para reconliecer o
tOSSO erro e confessar o vosso arrependimenlo,
jiilgamos OU que naveta nascido sem cora^ao, ou
que o demonio do orgullio su compra/, cm atran-
ca-lo.
Em ipianl'i tosentregaveis a infausta larefa de
desorganisar o Kslado e de remover a sociedade dc-
baixo para cima e levaveis a pe turlorau c o es-
panto ao santuario das consciencias ; em quanlc
que cousumieis vossa vilalidade ollensiva em despe-
daear-vos niuluaiuenle, e rebaixar-vos a questes
d'indemnisarao, ressaici ment e recompensas |>e-
cuniarias as oais arduas c transcendenlaes proble-
mas : em quanlo um terror vio e pueril tinha a
mohos doS vossos afaslados do llieatro das vossas
glorias, a monarcliia e a dvmnasliaque simultnea-
mente liaviam sido o objeclo de vossos indiscreto se
inconsiderados ataques, sem cuidar-se nein de vos
uem de vossas dispulas e anjearas, proseguiatu
tlanquiilos e serenos desempeuliando a augusta
missao que a Providencia tem recommendado a
seus disvellos. I*, o llirono preservava o paiz dos
horrores da anarebia e era o ponto d'a'lraccao para
os sollos elemenlos da nacioualidade bespanbola ;
e a rainba rom sua bondade inexgotavel exgolava
n um momento. dtatrMindo entra os enfermos c
necessitados,a pingue dotacao cotn que a vosaa uiu-
nilicencia democraiiea u bavia favorecido. I" alian-
donavaasua manso d'Ardiijuez paradtasinircom
a sua presema as tristes sombras do hospital deS-
Jeninyiiio : o do ISscurial se linca va, aeompanba-
da de sua lilia e de seu augusto esposo no foco da
epidemia, mais lerrivel e ameaeadora eiito que
mima.
Mu valetn, nem que s'Ktnilicaiu em comparacao
dustes titiilus as vossas deliberaces uem os vossos
decretos ? Dizer que a monarchia existe em llespa-
nlia porque as corles couslituiulcs o lio querido as-
siro, e que It. Isabel II recebeu a sua real investi-
dura da asseinblauacioi.al, he fazer un inculto lo
I' un senso.
Porni que nos sorprende".' Nao se lem dito
que a revolucao dejunhose liavia lancailo em de-
redoi da monarchia'.' Sao se bao desconliccido at
-{tmlft-a ualureza e as tendencias de om tacto,
i furne- que longo d'alacar o throno, nao teve oulro objeclo
.Mr. Saint Mitre Girardin no Jornal iei Debates!
publica oMgniate inleressanle e significativo arliao,
acerca da quesillo da paz, que agora preoecupa lodos
os eauirilol:
Estamos persuadidos que em Inda a Europa,lan-
o na llu-.i.i como na Allemauha,tanto em Inglater-
ra como em Franca.as rares a favor da paz sao mai
e inclhores que as que pode haver pela coiilinuacfloj
da guerra. Porlanln laudes f na paz ,; OirAn alguns;
nAo. nt esperamo-la anciosainente, a eremos uella
com moderacao. Existen), com effeito contra a par.
precouceitos, e pnildea, syslcmas e resolures positi-
vas. Desejavainos, pois,examinar aUuusdesses pre
conceitos ou flgumas dessas illusoes que obslam
paz e desejavamos proceiler a este exame com a
maior reserva nAo vd porque esle reserva he urna
neces-idaile, seno porque lie piopria do nusso ca-
rcter.
Comecaremos por examinar os precouceitos e a*
illusiies, que vista dos jornaes e sia se oppocm paz. NAo contaremos entre precou-
ceitos c illusiies da Kussia o seu orgulbo nacional e
o seo palriolismo: respeilamos esses senliinenlos no
natal adversarios, porque nos ufanamos de tambem
os sentir ; estamos porem convencidos que o patrio-
tismo e o nrgulbu naciunal da Russia nada lem que
1cmer da paz ; a defensa pe luid/, de Sebastopol he
disso omapiova exhuberaDte para honra das armas
da Ru-sia. ^
',)uiil he pois a illusAo que na actualidad: ob-ta ''
que a Russia manifest os seus amores paze salisf
i;a o votos da Europa A Russia esta convencida da-
que a allianra augio-fraiiceza alo pode durar muid-
lo ; julga limhem qoe as uossas finanras nao pode
rao -upporlar por inuilo lempo o esforz ila guerra*
A'cerca (lestes dous pontos ilesejamos dizer algum
palavras.alim de que seja ceral o convencimenlo qu*
em Franca, lodos, tanto os partidistas do anligo r-
gimen coiislitiicioual, como os das novas inslituic.oess
eslAo resolvidos. para lograrem a paz duradoura e
imparcial que esperan), a sustentar a todo o transe'
a illianea Inglesa, e a nAorecuar cm face de sacrir
tirio ni -um que a guerra imponha as uossas linan--
cas. Convenremo-iios que a uiianimidadii da Franl
ci acerca destea ilous poulos. e ;\ idea que a Euro-
pi tem desla unanimiilade, servirao para appre*MK
a paz.
lia mais de30 anuos que us defendemos a allian-
ra inglcza, como a que mais convm n Franca, lie1
misler confessar que esrolheriamos um'i singular
occasiilo para ahandouar e^sa allianra ; aa.ira qu*
i>l pro luzindo cv detejado fruclo. que sempre c.pe--
ramos, isto he,o podar a Franca sustentar ama Roer*
ra que nAo saja revoluctonaiia,
A allianra da Franca e da Inglaterra fui duraute
dr/.oilo anuos a cansa da roii-ervareda paz na Eu-
i ipa ; e nesla coiijuiicliira he uroi das causas ilo as
rndenle que a Franca lomou na Europa, na ques--
(Ao do Oriente. Onde eslao pois o* incoiivenieiile
d-sla allianra '.' Ain Para arredilarmos na solidez relativa 'las linauras
de Franca, temos um fundamento que aposenta-
mos com a maior ronfianen, porque nAo assenla no
exame do orramenlo, mas na experiencia que temo'
do augmento dn riqueza em Fra lea dede 1SII. Nio
passaram em vAo qtiarenta annoi de Irabalhn e de
industria, qnarenta annos de economa e de aecu-
mnl-irjo de rapiae-. O rgimen pacilieo e liberal
destes quarenta anuo, desenvolvendo ao rne-rao
lempo a actividade industrial e moral da Franca,
tomar mi possiveis os esforjos da guerra. Por isso a
Franca he sullicienleinenle- r:ca para pa'jar a sua
alnria. De raso pensado r-j.j.igamaN urna phrase
que foi objeclo re inuilas conlrovertias ha mis de/,
annos, nAo o ser de cerlo applicando-a nos sloria
do nosso rxercilo no Oriente.
A paz semeou para guerra. .Sic uox non rofris,
proverliio triste e doloroso, qnando se Uata de indi-
viduos, proverbio quando nAoteioapplicarAo, quan-
lo c trata do estados e das nac,oevY ta desses grandes inierjfsses polilicos, ceia perma-
nencia he luna rompcnsaC/ij *lA iiislalnlidade das
tustiltiices polticas, sem comtudo ser urna COMO-
Insto.
A regeneraro do Oriente e a sun entrada na sce
na i|'> mundo polilico, a rehahililarAn das popula-
rles chrislaas pormuilo tempooppriini.las.eiso gran-
de lito que ha '(O anuos segu a pulHica di* Franca,
e (fue esl a ponto de alcanrar, e que alcanrar pela
paz. A paz.' nao a desejamos s para poup^r o sau-
gue dos nossns valentes soldados, e o diuheiro dos
conlrihuinles; nAo a desoamos mi no inieresse da
nossa industria e do noo commercio, cuja activula-
le redolirara'. Nao a desejamos porqu estejamos
caneados da guerra ; t> Russis he en.anada se lhe di-
zem qoe esle seoliment'( domina ja em l;ranea. De-
sejamos a paz, porque esta paz sera' para O Oliente
o principio de urna era nova, e porque a eom
ege equitativa das musas do Oriente he necessaria a
seguranra da Europa. A primeira coudicao deslc
concert imparcial do Oriente, he que a Russia nAo
ee dia 15 de novemhro he o anniversario de S. Eu- J zem, em tegrado, votos pelo Iriumpho das uas ar-
nenia, na padroeira. mas. prava de que a notsa causa he justa.
Depois do discurso do imperador, o conde Wa-1 l)isseram--ne qe as peqoenai novena que se le-
lexv-ki. nosso minislro dos negocios estranzeiros, se | vanlarain cnlre Napolcaa e lord Palmerslon, a pro-
inlrodu/io por entre'oa memhros do corpo diploma- j po-ito de certas proposirf.es le paz vindas do gabi-
liro para julsar por si proprio, do effeilo do discurso | neta de Barlim, eslao inleiramenle dissipadas, qoe
imperial. Os represdilaiilcs alliados apprc.varam se arliam ajora de arcordo lano sobre as eoiidi-
com inuitn rabir, mas os outro ministros guard iram
roes de pax, como solire os planos de campanha que
devem ser exerntados na primavera prxima.
Apezar da lingnagem de encomincnda dos Jornaes
miuislei mes, a cnlrada d** et-rej da Sardenha em
Pars Toi mu pouco Iridiiiplial. l'odo paiecia reu-
nido para lirar a cala snleinnidade o carcter gr.ni-
allemAes, o contraste desla festa pacifica d! dioque a*ignakl a recrpcAo feita rainha Vic-
nni silencio bastante eloqoenle. (guando conde
Walevvslvi seprou-e, Iroraram as ^suas opiniie". o
censuraran! unnimemente, as tendencias revolucio-
narias do discurso de Napole".
Apelar da opiiAo um poneo suspeila dos dipl-
mala
indnslria no meio de urna lerrivel ueira provoca-
da pela ambicio lutaeiavel da Ruasia, inspiro* ao
imperador grandes c nobres palavras. BSC appel-
lo o opiniao da Eiiiop-i foi interpretado por algO-
mas pessoas com i nina provoeadlo direcla .i insur-
rri^A( dos povos contra seos aovernos, mas n boni
senso das massas faz juslira a essa interpretaeao
peilida. O papel das potencias allemais as cir-
cumstancias acluaes he tilo odioso quanlo inepto.
Quando rasa de raen vixinho arde, se me ancerro
cobarde e estpidamente na miuha. me expouho a
ser lamheni qoeimado. I'm amigo do principe de
Melleiuirh, chegadodepois de algnns dias de Vieii-
ua, (xplicava assim a politira ailoplada hje pela
Au.lria. (Conservar ale nova orden), a SUS neolra-
^^**'8aYts
( furno- ,1.
ivincia.
"onfor-
bro ul-
a del-
a me-
algum
solu-
itacao
canoa
siden-
nii do
pro-
laran-
iinuar
parti-
do cn-
.r.i.
a, di-
aquelle
le leudo
nuar no
nao leve <
ness.'io ftli
torio. Ao principio o eco eslava rarregado de urna
cerrarAo espessa c glacial. O Monieur annuucia-
ra iilliciatmenle que Viclor-E'ninannel chegara ao
eniharcadoiiro do caminho de Trro de L>(ii, das
:! para as horas, c a una hora e meia ja entrava
elle unaTullierias. O cortejo devia seguir Inda a
linha dos Boulevard-, mas o seu itinerario foi re-
pentinamente mudado e o cortejo atrsvessou o ca*9
e a ra de Rivoli que n:V, asuardavam tanta honra.
Salvo os cein-guardas, em um esquadran dos guias e
dos courar.riros da guar la que esrnllavain as carril-
gens de oala, mi bavia tropas desfHadaa do po.ico
do Carrnnasl at opavilhiVi do Relogio. O impe-
rador fura al Boologne ao encentro da rainha de
Inglaterra, nem Mquer se den ao trahalho de ir ao
lidade.se eslabeleeer f.rleniente nos principados I embareadonro do caminho da rorro ; eaperavn seu
danubianos, e apoderarse da fortaleza de Alelan- hospede e alliado ao pe da grande escadaria das Tu
dra para proteger soas possessoes de Italia ; dei-
iar n Picmonle, a Inglaterra e a Franca exliiuirir as
soas finanras e as suas melhores tropas na guerra
contra a Russia. depois enlAo rasgar a mascara e
pesar com todo o seu peso na hlate; i europea.'(.lile
lh" parece esle plano de campanha '.' Como revela
a cobarde politira tradicional do gatMiielc de Vieu-
na".' Mas a Austria eaqoeee que lem no seu gremio
germana de dissoludlo, que, n'um caso semelha)ile.
se lia de desenvolver, a Italia, a Hungra e a Po-
Irale mus de ah estahelecer a sua preponderancia, loi,lil "i'"1" un,a "" pnder.lu acordar a voz da.
e de preparar o seu predominio. No dia em que a
Russia convencer a Europa que abandonen os seus
projectos ambiciosos, ness- dia alcanc/iu-se o lim da
guerra, fez-se a paz, e he por isso que mis desejamos
que a Ru-sia, pondo de parte todas as illu-es. que
apenas se fundam em asserroes vagas, aprsente
propostas de paz, isto he, appell* para esle grande
tribunal da opiniAo publica, que com razio pode io-
vocar-se contra ella, em quanlo o nAo invocar con-
tra os seus adversarios, submetleudo no puldim as
condiroes rom que deseja tratar da paz.
Mostramos quaes eram as illusoes que na Russia
abatatan a' paz. Ha tamben) Ignaes iUmoM na In-
glaterra e em l'ranra ; trataremos lamhem de as pa-
teulear, e eslamos convencidos que o poleremos la-
zer com liherdade, se o zermos com moderarAo.
Com eleiln m>s nao pedimos que o processo desle
tribunal da upioiau publica, que se iustaurnu com
ue'-
Fran(;a democraiiea.
Salvo a explosAo do paiol do Mnulin. rujo pro-
motores lera em todas ai gazelaa, nenliom aeonlo-
citneuto novo leve lug..r na Crimea desde a minha
ollima carta. Kenuncioii-se ao projeclo de se con-
servar Sebastopol; os 'oblados d-mulem Iotas a
Iberias. A embalsada piemonleza formalhaai os
ni i I i com esla mudaora orrortida no pritgramma
que fi/.era inaloarar-se lodo o elleilo da enlrada em
Pars de Vctor Fjiimauuel, esse re consiilnt-ionnl
que nao tirara nos WHS subditos nenhuma tas suas
libfrdade*. Por entro lado os relatnos da polica
linliain BSSgnalado a intenrAn dos refugiados Haba-
nos de bradar m paMagem de Vctor Enimatiiicl :
viva o rei de Italia Era o mcein dfSlas inanife.la-
res que lzeram que .N.ipoleAo mudasse suhilamen
te o Itinerario do cortejo e. annnnciaase mna hora
falsa que ilesnorteou o publico. Certamenlc nAo
hotiveram manifestares, mas faltou es'ia moltidAo
inenensa de curiosos, o mus bello ornamento des-
sas solemnidades*. Era um rspeclaculo sem espec-
ladores.
Vctor Emmanoel nao he hllo, mas tem uina fi-
casas e conduzem lodos os materiaes que podeni ser- gura baslnnle marcial. Antes de deixar Turin, Ira-
vir para a construcrln das S08 liahilaroas de in- ;:ia um uiagnifiro pardo bigodes, que llio de-riam
vento ; no nutro lado, os engenberos ravatn mi- at o nieto do peilo. Estimava mntto esle ornanten
lias para a/er sallar o magnfico estabelecimeitlo i lo naloral. nas exlravaaaute, e qoe lhe dava urna
pbysionomia eslranha : u recelo de ser motejado
pelo. Parisienses o deri lio a mandar corlar o barba
ellesapparecerao. Confessamos que duranlc a pat^losna declaracao solemne, seja lao estrepitoso
hoove urna occasiao, na qual a allianra inglcza leve 'd0 como ontrVa, sabemos a p;;-ai que vjamiAs-,
os seos luconvenienles. A Inglaterra levaba a t" o deaawrianios s"j_ visto "." -Ceoropeo deve
excess't o seu principio de paz ; desejava reler em I denlenciar, que o processo foi
semio o de iberla-lo da oppresso ftii que gemia ?
Nao se tem dito que a revolugo smenle Invia
deixado em punilioinein e umpovo quando o ni-
co sobrenadou naquelle ocano borrascoso foi o lliro-
no com a pes;oi que o oceupava A revolucao de
julho, desnaturalisada, adulterada e falseada, poz-
os a dous dedos do procipico ; foi urna especie de
abysnioqua irremediavclnienle noshaveria lra;ado
semainaravilhosa inlliienciie mediago do espirito
monarcliico. que dissipou a' nevoas que obscurecen!;
a nossa visla. Se nao temeratnos incorrer na nota
de irreverentes o temerarios revolucao de julho e
ao throuo poderiamos applicar aipjelle lao sabido
versiculo do (ienesis :
Tenebrae erant super faciem abinj, el spiri-
tus Dei ferebalur super aquas.
Lis aqui explicada a hometiagcm de respailo c
trbulo de admirar-o quo professamos monarchia
eis a razan desse culto que se nos lancou em cara
e que rendemos espontneamente a unan armacao
de qua'.ro talioas, frageiso indoleveis.
uniendo
, a quem
de que
io para
=. para
-can ..
.a certamen.
.aacoslumado c
^alisados todos os i
oceupa o llirono
.es de que esl rev
.simo prazer eprofum
, mo regressava S. M. a
i es|H)sU, do lemplo d' A locha
como lodos ossabbados, i virg
ma pobre nncia, quedesalinai
o senielhante accao, quiz, ao ra
rocas, por um memorial tas
IcS.
jren-
est
pela
jrm
o, o
mu-
lla e
i ha-
pre-
>]')-
pas-
da
VI-
re-
ar
' isto para que S. M.. que linh;
ntes pessoas ao palacio depoi-
e havia desejado, para estimul
aipiella noile rcpiesenla(o i o jiov-
ro real, nao doscancou um inoineiilo ale
jor seus proprios olbos do oslado da po-
la, que se bavia apresentado candada
ieros.1 das rainhas.
todos os chefes do palacio a tranquilli-
t o estado da anoia, a quem no mestlM
sua ipida se prodigalisafain os maiores
i. M. dirigio-se a casa desta pobre mu-
l'iiin 11 de douscavallos, eacompa-
,c de seu medico da cmara, d'u tu
ci, e levando lodo o nitro que encon-
-torque somonte o ouro pode mitig.ir
una familia, Encontrou-a con una
pe. S. M. a consola eom as suas pa -
em coir.panbia do seu espaso cui a
icuitalivoda cmara, chora e fazthe <-
vcm, o v correr de novo lagrim is
teda pobre inorada e dos olbos dr <-
ilregando-lhe a rainha 10,000 re i-
o levar maior quantia comsigo :
tu a palacio s 9 da noile, quand
Jr oprios olbos de que tumi o ma.
^Jr, ;ava a pobre avO daipiella boa fa
lli utu medico, e S. H. netuque
thealro al que lhe Iragam no -
.a7"uto satisfactorias da sua en|
' Aque que haviam presenciado loda es a
seetia, K .sm saLido mui profundamente affecla -
z
leve,
mW
con
vaeiMt
^leinia.
fk
[Do mesmo de28.)
As noticias daCatalunha quelcmos recehido pelo
correio de honleui teein verdadeiro inieresse c at
podiam classificar-se graves.
No dia 21 se verilicou em Barcelona a rbunio
que dissemos ia celebrar-se debaixo da presjuencia
da auloridade superior do principado. A esla reu-
nio, segundolionlein dissemos, assitiram commis-
Ses da junta de fabricas da municipalidade, da de-
pulacao provincial e da junta das estradas, baien-
do-se contado com esta para considerar que esse ra-
mo he o nico que for agora pijdo acudir com mais
faciiido |.j ao auxilio da classe obreira, que comeca
t-parterer com a paralisacao de algumas fabricas.
Quantos assisliram a reunio, convieram na gra-
vidade das circumsUincias e na opportunidade a cf-
ficacia de emprebenderem grandes obras as estra-
das, como meio de apagar fome com o irabalhn ;
portn comeio-se em adiar a resolucao diliniliva
at que se reunisse de novo a junta debaixo da
presidencia da auloridade militar A civil, pela
sua parte, ou\io no mesmo dia 21 loda a jun-
ta de fabricas, com assisiencia de lodos os ad-
j uncios.
Os individuos da junta de fabricas manifestaran]
aogovernador civil que seria conveniente que con-
vocasse e otivisse sobre a queslo das pautas a to-
dos os carpos e instituios existentes em Barcelona,
significacao all da verdadeira opinio publica. O
Sr. Lbasera acceden a esla prelencao, c convocou
para odia seguiulo 22 a todas as pessoas o institu-
ios imprtanles de Barcelona.
Em Barcelona no dia 22 pela nianlia fe jul-
gava i|ue naquelle mesmo dia llcaria nomeada urna
commissaode fabricantes que deve vira corte para
fallar sobre a qoeslao das paulas.
A junta das fabricas decidi no dia 21 pela noi-
le dirigir urna" carta ao duque da Victoria, recor-
dando llie nos termos mais afecluosos o sentidos,
qua antes o presidente do consellio de ministros
disse a unta eommissao de fabricantes que nao
consentira jamis emquanto delle depondesse,
que fosse prejodieada a industria nacional ; e sup-
plicando-lhe (pie inlerponha a sua influencia para
que nSo se approve o projeclo de reforma das pau-
las al que che.;ue a Madrid e seja ouvida a com-
inissao pelos lubricantes enviada So dia 22 es-
lava j posta em limpo esta caria para O duque da
Victoria, e so eslavam rewlhendo as assignaluras.
Por accordo da junta das fabricas, o Sr. Madoz he
(|uem pora a dita caria nas nios do general Es-
partero.
A depulaco provincial de Barcelona elevou s
cortes 0'ilra exposicao, pedind assembla cons-
'lutnleque rejetleo projeclo do ministro da fa-
^^miaido o que allecta sensivelmeiite a pro-
.'^^Tbril, e sobre ludo no ponto da admissao
dos tecidos de algudao de 20 OS, adoptando na
sua alta sabedoria aquellas medidas prudentes e
razoaveis que para a devida conriliac.ao de todos os
interesaes redamam a justiija e a conveniencia pu-
blica.
icrlodco dos Pobres no Porto.)
ileni'.. ia a Franca ii'uin estado negativo, e fui por)
isso, que tanto se irritan na queslAo chamada dos ra- j
smenlos heipaoboes.Be possivel que cbegtie o caso,:
en) qne tambera dorante a guerra a allianra ingleza I
veiiha a lr os seus inconvenientes, quando deseja .
levar inuilo longe o principio de guerra, e reler a
Franca no estado oflensivo, alcm dos inieresse* que '
a Franca pode ler nesse estado. Veremos. Seja como
for, essa rara conjuurtura anda nAo chegou, e sem
entrarmos no numero daquelles que acredilam na
eterna inlimidade da allianra ingleza, todava per-
tencemos classe dos que leetn IV na sua longa du-
racao. na sua permanencia, sem embargo das revn-
luces populares e das calastrophes dynaslicas ; li-
naiminle somos daquelles que arliam expelientes a
allianra ingleza, esprcialmente com a posicao que
nella temos, e que devenios s victorias do nosso
esercilo. Esta allianra apresentar diversas formas
e pilases diversas, como it'uma familia, a forma da
intima allVirao, a formado mutuo auxilio, a forma
da reserva ; durar tob todas estas formas, porque
ella inleressa aos dous paizes, e he a garanta da Eu-
ropa contra qualqucr preponderancia ambiciosa.
rotlania como acredita a Russia que estaallianca
pode vir a dissolver-se. e fundada nesla idea pro-
longa a guerra, ou pelo menos nAo oll'erece propos-
lasdepaz'.' Nao, em quanto a guerra aclual con-
servar o mesmo carcter, em quanto for dirigida pe-
la poltica conservadoras limitada de qae filiamos
hadias, i -allianra da l'ranra a da Inglaterra nAo
corre risco algosa. A poltica conservadora loma
fcil a inanutencAo desla allianra,porque nAojiilpor-
la nem rivalidades de engraudeciiento, ne.? '; ^.t-
lidadcs deinlluencia, o que de certo aconteceran
poltica conqui-ladora ou a poltica revolucionaria,
A poltica conquistadora faria logo reviver os au-
ligos ciuines entre a Franca e a Inglaterra. A quem
devena perleucer a ilha de Creta, o archipelago, a
Blgica, o Rheno .' A poltica revolucionaria lam-
hem suscitara gtavissimasquesloes. Alm das van-
tagens que lhe sAo proprias, a poltica conservadora I
lem pois iii.ii- a vanlngem de tornar mais firme e
mai- duradoura a allianejl ingleza. Ja temos reco-
nhecido e proclamado que al boje a poltica con-
serradora dirigir a guerra, o por isso nos temos
congratulado. Estamos convencidos que o guver-
no franeez permanecer liel a esla politca que lao
auspiciosamente o tem inspirado, lie nieto que es-
l o seu inieresse e a sua lerfa,
Bemseque ha genio que parece acreditar que
poderiamos seguir a poltica conquistadora, ou a po-
ltica revolucionaria com a annueucia da Inglaterra.
Segui-ls, siin ; mas com ella, he essa oulra qnesUo.
Mal lasemos porem cm suppor que so nos poderia-
mos tentar seguir a polil ca revoluc*rta ; a In-
glilerra podero tambein adopta-la. Ella pode per-
suadir-so que qual outro Eolo, do centro da sua
ilha inaccessivel as tempestades, pode anda desen-
cadea-las obre lodo o mundo. He um grande erro:
a Inglaterra s he ilha na geographia, mas nAo na
poltica. O que he certo he que a poltica revolu-
cionaria ou elia venlta de nos ou da Inglaterra, dis-
solveria a allianra ngle/.a pela nova direcejo qoe
esla poltica dara a' guerra, e pelos auecessos Im-
previstos a que dara lugar. Mas para islo, seria an-
da misler que a p.ililtca revolucionaria fencese a
conservadora e limitada nos conselbos das potencias
orcidenlaes. Grecas a Dos uo eslamos nesse caso,
e em quanlo a guerra nao se tornar avenlurosa, em
quanlo nAo correr a pot o desconhecido, cm quanlo
tiver o alvo a que viera desde o principio, a allian-
ra da Franja o da Inglaterra he indeslructivel, e a
ideada Russia de esperar a dis,olurAo ou o alliouxa-
meuto desta allianra he una illusAo.
Oulra illusAo da Russia he acreditar que as uossas
linanra- se exhauriram. Nao somos daquelles que
dizein que as finanras da Franra sao inexgotaveis;
sabemos os sacrificios ja pedidos ao nosso crdito ;
porin acreditamos sem querermo- ir mais odiante,
que as Hoangas da Franra estAo em muito bom esta-
do de esperar a paz, emhora as illusoes da Russia a
demorosa,
Queremos fallar da paz, que pode dar-nos a poli-
tica conservadora ; porque cmqoanlo a' paz que nos
alcanzara a poltica conquistad' M uu a poltica re-
volucionaria, essa esta IAo remot. e lo eventual, que
he nossa opiniAo que nAo ha finaiicas na Euror
nem as de Inglaterra nem as da Franca qoer
chein ni estado de esperar essa paz.
isse preparado em p-
nico, E, cumpre-uos di/.e-lo, nos imissos desejos
:pela paz, ha os que dizem respailo a que follemos a
~-a vida publica, qne foi durante 'iO annos o rgi-
men da Franca. N nAo temos cega conlianca no
quecimentoa que boje a Franca pareee ler volado
esse rgimen. Arreceiamo-nos dessas reviravotlas
impetuosas que entre nos muitas ve/es sefli apoca
iiHlillerenca. Uesejariamos o uso para prevenir o
ibnso. As inquielares da seguranca publica, e mais
larde as inquietares gloriosas da guerra poderAn
ler imposto o momentneo sacrificio de algurrs do
ii.-eilo-lque e.latuiam os principios de 178!). A paz
l.i.tara esta necessidade passageira ; a paz nos Ira-
' o uso dessas instituirnos liberaes, cujas estatuas
IAo sempre de p, embora veladas.
Inrnal do Commercio de Lisboa.
)RRES?ONDENCIA DO DIARIO DE
\ PEBNAMECn.
PARS.
V
7 de dezemhro
A ceremonia de 15 de novemhro encenoii digna-
mente a ExposirSo Universal. Agrande ala do pa-
lacio fora metainorphoseada em um immenso am-
phitheidro, podendo conler h.iki.i vperladore. A
decoracAo era explendid.i ; s se va velludo e ouro
de que se le.pi. ih.i-iii as bandeiras e os escudos das
i ires "\|io-iinr,i-. As obras que linham alcanzado
i grande medalha d'hniira se oslenlavam orgulhosa-
enle em torno do throno. Kao liavia um s lugar
isio. Todos os homens que nao linham trajes olli-
ies eslavam de casaca preta e grvala branca ; as
ulheresde vestidos de baile ; mas como la/.ia muito
ii, liiilimn prn lenleninl..( in-ei va.ta os seos man-
c seus enfeites, e mOSlravam a punta de um na-
enr de rosa ou branco, segundo a idade on a na-
ca do temperamento. A respirante desa. ill.OOU
cas formavam em baixo da sala una inmensa
em azul ; por esla circumstaucia pode julgar do
i de temperatura. A entrada do imperador e da
ralris foi acolhida por gritos e applausos ; os
:ze, como sempre, e lzeram observar pelo seu
isnsmo phrenetco. Alravessando ohemiexelo
ir para o llirono, NapoleAo parou um insta ule
. do corpo diplomtico. (' bardo Iluimer lhe
cu a mAo, mas Napoleao nAo muvcu a sua.
leq/jeno faci pareceu lano mais signicalivo.
peisde algum lempo obserrra-se que o impe-
lodas as vezes que eueoatrava o ministro
ii, empregava cena allectarAo em esleuder-
o. Este incidente causn uina peipiena emo-
MTpodiplomtico. Aseasio se abri por um
i do principe NapoleAo, presidente dn com-
aiperial da ExposirAo Universal. Os nove
da sala nao ouvirain una palavra deslc dis-
oda a gente eslava espantada de ver urna
tagra sabir de un) corpo IAo gordo, puncas
plan lirain quando o principe acabou O
se levanlou depois para responder-Uto, A
a clara e vibrante penetrara ale as extre-
is remotas da sala. Cada pin a-e levnta-
le applausos. Itecommendo-lhe o discur-
ro ; por que he destinado a fa/.er gran-
Depois da dislribuiriln das cruzes e das
llias d'honra, o imperador e a impera-
do estrado e passaram por dianto da
s Iropheos da industria e das bnis-ar-
ind.i pararam dianle do corpo diplo-
rador o o duque de Cambridge toca-
no baraode Rulliscbild, e a propria
tu algumas palavras graciosas ao
i israelita. I)ar-se-!ia caso que li-
tomsr-lhe algoin dinheiro enipres.
riz Irajav um vestido de vellcdu
enlc edberlo de magnificas ren-
nron : eslava scintillanle de dia*
o ponto de mira de lodos os
Inoeoles; as mulheres admira-
Himcns a belleza ; mas o eiilhii-
ia por esses gritos que cucan-
do ou ocoracAo dos grandes.
Cafo, No inoineiilo em i|ue ello
ix aguda de molher btadou :
a voz que nAo leve echo fez
silencio geral : assim a im-
anco dos olbos, Esla imlif-
siguificativa, quanto a gra-
nara visivel a olbos mis, e
das Docks que costn tanto dinheiro Russia. He
provavel que a campanha de lCiS se tenha termi-
nado, e que operares serias nAo comcccm antes
da primavera prxima.
Agora que os nossos soldados repousam soin-
I "ra dos seus louros, e os Russos a sombra d*
sens canhoes e. das suas linicheiras, os dipl-
malas eslAo cansados de Iraear planos e de spn-
-,-!-'..'-:. .,.'.a .%,--^napeie t'lrtU1. y|eX'*
eenaura-los muito. Isto pruva que e>es homens
honrados nAo qucreiu roubar o dinheiro eve s^ Ibes
d.
Depois de algom lempo circuan) boatos de p.tz
"a Bolsa, nos jornaes e nos salos polticos. Como
nao sAo bascados sobre facto algum preciso, as pes-
soas relleclidas s os acolhiam rom grande circums-
perrAo. Eiilrelanlo a sua persistencia de-peilou o
de-rjoinoi natural de remontar respectiva fonte ;
assim medou pressa roinmuuicar-lhc as iuforma-
res precisas que pude recolher a esle respeito.
He certo que a Prussia envioo a S. Peta,burgo
proposicao de ajuste : eis-aiui sobre que ba.es :
Nem mais nem menos que as quiltro garantas ;
nada de iiidemnidade de gueira ; para evilar de
"lien er a Russia a respeilo da terceira garanta, o
Mar Negro loniar-.a-ha um mar eammtreial, os
Russos nAo pnssuirA > mais'nesle mar eslabeleci-
mento algum militar.
Dizein que Napoleao abalado pelas perdas crois
que temosso'rido e pela crise liiiauceira que ... vai
aggravando cada vez mais, aceitara eslas pronos!*
ces : mss lerao sido regeiladis por lord Palmers-
t"ii qoe presume que a Inglaterra tirara una bu-
llante desforra, na prxima primavera, em nina
campanha martima. He o que explica a lingna-
gem bellicosa do Morning Pont, orgo do rhel'e do
gabinete de Londres, lingnagem que contrasta com
ado Times e dos oulms jornaes inglezes. Eulrelali-
lo, a malaria dos collegas de lord Palmerslon que
desejam ardenlemcute a paz, mandaran! dier, por
M. de Persigny ao imperador, que persislisse : que
se eslava sobre o concurso da cmara dos lords.
qoe al se esperava o da cmara dos cominuns ;
mas se lord Palmerslon persistir, como he prova-
vel, nas suas idas guerreiras, provocar a dissolo-
i.Ao do parlamento c enlAo os partidarios da pa/. se-
i.ri iiifallive'inenie balidos.
Por outro lado, uina curta particular da Berlim
do l.o dedezembro diz que oc/.arque soltara da
sua viagem na Crimea com ideas moi pacificas, ti-
nha adiado, ao entrar em S. Pelersliurgo, a corle e
o povo ia,i exallados, to phaiialisados, que compre-
hendera que proposicoes de paz nao podiam ser
acoln la- por elle sem comprometter o seu poder,e
ale a sua vida. A propria aristocracia que mais
solire com esla guerra lerrivel, parece decidida a
conlinui.r ato o lim os seus sacrificios. Ha pencos
dia.. varios principes russos viudos da Allemauha
a Pars sob nomos suppoatos se exorimiram, ueste
sentido peraute algumas pessoas, o com mu aler-
gia mui significativa.
Como ve, todas estas informaces nao annunciam
que a olivcira da piz deva reverdecer na primavera
prxima, e creio sempre que dessracadamente ella
anda lem necessidade de ser regada coiu muito
sangos.
O general Canrobert ha roma de (res das se
acha em Pars, de volla da sua viagem Slockolmo
e Copenhague. Na Dinamarca, o especialmente
na Suecia, fui acolhida pela popularAo com gritos
eiithuMiistas deviva a Franra viva ojgeneral Can-
robert Eslas acclamariirs punco agradaram aos
ouvidos dos seus visinhos, os Russos. Os boatos mais
Contradictorios lem corrido sobre o cuitado damis-
slo do general Canrobert. l.ns diaem que naufra-
gara complolamenle, oulros que o general volla
com um trtalo de allanca na algiboira. A ver-
dade nAo pode lardar em se manifestar.
O'que lhe posso aseverar he, que no mundo of-
cial cada qual se inostra encantado da viagem do
general Canrobert, e que o propno ministro dos ne-
gocios eslrangeiroa disse aherlhinento aos seus nti-
mos amigos, que a Suecia e a Dinamarca se linham
comprometlido a fazer causa "enmmum com as po-
tencias occidentes, se a paz nao fo-se assignada na
primavera prxima. Se esta noticia for verdadeira
como ludo iuduz a rrer, pioduzira profuuda sens.!-
r'o na Allemauha, c os amigos da Russia serAo os
primeiros a apressar a paz. Agora lodos os jornaes
s fallam cm tentativas teilas junto do imperador
da llus.ia, ora por parle da Prussia e da Austria,
ora por palle dos Estados secundarios da Alleiiianha
que ja comecam a envergonhar-se do papel pacifica
que representara n'inna quesi.vi verdadeirameole eu-
ropea. Ha nesla lula gigantesca um faci mui
significativo, que nao me posso eximir de lhe fazer
observar de passagem, he que lodos os povos do
mundo civilisado manfeslam .iberiamente a sua
sympulhia pela rama que defendem a Franca e a
Inglaterra, ao passo que os amigos da Russia su fa-
n moda francr/n ; mas leve pena d* con-ur.iar e-le
sacrificio. Adiar un geralinenle, na corle (las)Tuile-
rias. que Vctor Emmanuel linha maneiras mus sol-
da leseas que reacs, e que sua lingnagem clieirav*
un pouco a quarle'. Trata por tu a toda a gente, e
gnsla muito das mulheies. Achava as Franceras_'i
adoras, e exprima a sua admracAo com urna in-
genuidade um pouco crua, e que fazia. rir mulo a-
quellas damas da corte, que nao eran) mu gagas.
Pondo de parle estes* pequeos ridiculos, Vicloi
Euunannrl he um re francamente liberal, e que
para rhgar a reformas uleis, souhe lular enm ener-
gia coi-tra o espirilo'ilerolina do clero piemonlez. F
a,esle respeilo be curioso as-gnalar-lheiim faci que
os padres calholicos de Franra sao limito mais es
clarecidos e mais loleranlrs do que em oulra qual-
qucr parte. Sabe que depois da promu'gacAo da le
sobre a venda dos bens do clero, o papa excommun-
gou Vctor Emmanuel. Pois bem is|o nAo impe-
dio que os bispos de Marselha. de Avicnon.de Lien,
o arcebtspo de Pars, o pronno legado fossem cum-
primeular o inouarcba evcoinmungado c rerrbes-
simo delle cruzes e grande* cor.les. Assim, Vctor
ivminanuel dizia um dia, nas Tuilerias, ao conde de
.Moruv : Fustes curas sao excelleutes ; nsmeus es-
lao mui longe de se parecer com ell-s, mss poucu
me importa.
Segunda feira ;i invite o impera.lor sabio das Tui-
lerias a pe, acumpanbado .uniente do duque de Mon-
lebello. e passeou por IMlto lempo nos houlevards.
ruinando seu charuto, como um simples hurgue/, de
Pars. Ningueni u recoiflieceu; mss releva dizer
que Ira/.ia urna niascarilha irache-nez. Ao p>ssar
pela opera, disse 00 companheiro t entremos. O du-
que de Moutebello se aprsenle primeiro ao bdlie
teiro e diz : o camarote do imperador coulemplau-
no com espanto e Ib responden) : mas, senbor, nin-
guem entra no camarote do imperador.... O duqu
insisir, o bilheleiro julga que esln Iratando com ca-
valleiros de industria e manda secretamente chamar
o couimissirio de polica. O imperador que eslava
por Ira/, ria-se alrave dos seus grandes bigodes de-
le pequeo colloquio ; quando o coiumissario de po-
lica que corra esperando prender dous intrigantes,
recua espavorido ao reconliecer o imperador: trdos
se Dous dias depois vi-o no ibealro das Variedades
eom a mperatris ; mas ncsle dia viera com todo o
apparalo respeilafel dos cem-guardas, dos gendar-
mes e dos c-pies. Subindo a escadaria do thealro.
parava a cada degro para deisar respirar a impera-
Irii cuja gravidez esla mulo adiantada. A Impera-
Iriz he louca por espectculos; quando rrside nas
loilerias, vai aa Diestro duas vezes por semana. Ha
poneos dias assistia no dos Vaudevilles. a' represen-
tadlo de tima pera que obteve um verdadeiro Irium-
pho : o Filhode Hollar. Ha situa^es dramticas
e ninil.i palheUcas. A imperalril que he muilo im-
pressionavel derramavn grossas lagrimas que o im-
perador enchogava rindo-se. NapoleAo ri algumas
vezes, mas nAo chora nunca.
NapoleAo poz a concurso varios premios de poe-
sa, um sobre a lomada de Sebastopol ; oulro sobre
as- ddas napolenninas a proposito da e.iposir'io
unirrrsat; cada premio sera" de -ilblUK) f. i custa do
seu bolsiuho. Como v, para fazer poetas bona-
parliata*, o imperador nAo recua anle despeza : mas
Napoleao I, que podia tolo. nAo pode fazer um
poeta para cantar a sua gloria. Sera Napoleao III
mais feliz duvido. A Franja ncsle momento lem
lies grandes poelas, Reranger. Lamartine. Viclor
Hugo: os dous primeiros ja nao cantam"\lesde muito
lempo : O lerceiro so laura "maldiraes. Veremos
se desle sacco imperial de 11,0(10 f. saldr um poeta
iiapoleniiino.
Aleandre Domas que caeta e que trata a todos
com a mesma candura, nao sera allrahido por este
sacco nagnilico'.' Ha poucos dia<, elle escrevia
em um jornal belga, esla phrase dirigida a um exi-
lado : o met rorpo est em Paris. mas a minha al-
ma est em Jersey. Chamaran Alexaudre Damas
ao ministerio do interior e lhe l/eram eomprehen-
der que se conlinuasse a fazer semelhantcs decla-
macoes publicas, enviaran! immsdialamenlc seu
corpo a reunirse a sua alma.
o general Canrobert que deixou a guerra ocla di-
ploraai ia, deiva pois boje a diplomacia pelo amor.
Dizem que se casa cun a lilba de M. Rover, um dos
mdicos do imperador, e que dizem ser lili lissma.
ALAGOAS.
UACEIO'SS DE DEZEHBRO DE 1S55.
BOLETN.
Noticias olnciaes do a epidemia (|uasi exlincla
em Piassabuss.
A morlalidaue diaria nao excede de i a .I in-
dividuos, be porem grande u numero dos conva-

lescenles. O digno subdelegado daquella freguazia,
Joao de Dos e Silva, que tantos servijos' havia
prestado nos dias de maior agonia, fora breve-
mente accommetlido pelo mal ; mas felizisruite j
eslava fra do perigo. Naquella inbdiz povoJn a
morlalidade excede a 600 pessoas.
Na cidade do Pcnedo a epidemia lem de-
crcscidoconsideravciinenle. A mortaliJade ojue em
alguna das subi 8o e 100 lioje ose lia esrate-i-r
10. No da 19 bouveraiu ."> ciiterramanlos. Nos
lio-pitaes poucos doentes existen! : he |Hirm gran-
de o numero de convalescentes nas rasas parti-
la rus.
He doloroso termos de registrar a morsa do m-
feliz acadmico, Jos Ribeiro de Cnamo, do 5.*
auno ir ediro. Esse humano e cotajoso mincefe..
viera reren temen te da Babia no vapor MaTfssrs str
Olinda. Pela sua actividada, A .'dicacao e canda
de loruou-se um verdadeiro anjo entre o< aflictos
c desdilosos Penedenses ; mas approiivf ar c"
rouba-lo d'entre nos, e delle s nos resta baje a
mais pungente saudsde. Accommetlido pela fetal
epidemia que tantas vidas lem reliado neta ptn-
vinria ; suecumbio em pouco mais de dous das
sem que lhe vallessem os cuidados mdicos da sens
collegas, c o iffago e solicitude dos Penedenses que
(pie n olhavamroino pai. Morreu : porem, naam.ii
morle ile chrstao e de homem da sriencia : Deas
o lenba na sua sania glora.
Os arrebaldes do Penado iim sendo inva-
didos pele epidemia. Mdicos, medicamento* .-
viveresj se achina tu nai|uelles lugares.
Em S. Braz o mal tem sido intewissiaM.
Para l seguiram da cidade do Penedo o Dr.jya-
pindola, o delegado di cidade do Penedo. tflJsitsaT
Viiidiano l'inbo, o alferes de polica Paixao e al
gnns soldados.
I :na jangada diegada bonlein do -erlao na
hora da partida do vapor Colinguiha trazia a n-
liria de nao ser muito iulens a epidemia na-
quellas paragens : nao vieram porem .- immunira-
i;i'> ofliciaes.
Noticias da villa de Malta Grande em dala
de 9 davam a epidemia anda nao existenM na-
quella villa. Tres individuos apenas linham eatsr-
ni.i,bi, fallecendo um delles queja ha tres osases
soffria incommodos bem differnts da cholera. OV
soccoitos enviados para li restituiram animo a
populaco, e baje aquella villa ai-h.vsc desasasaa-
brada. p
De Cor.iripe as mticias BU .igradaveis.
Alm dos primeiros casos que tiveram lugar sm
sitio denominado llarreiras, eque forain todos
laes ueiihum outro se lem dado. A prcsei.r:
Dr. Pamphilo M noel Freir de Carvallio, a
actividade eo 'eu vivo inieresse pela sorle dos
hitantes daquella pnvorrao tem concorr.do poda,.
smente para a tranquilzale do e-piriki dopnvo
i daquella localidade O bajajjsjsV *ts*^t
.o, .(.cuado*.
Da Anadia as noticia nio sao agraJav,!-
Alli o mal tem sido extenso e intenso. *
Achavam-sr accommettidas differentes possuas'
impoilanles : todava a rorage-m dos saos era gran-
de, e o soccorru aos docnies era prestado regular
mente. O acadmico Barbosa de Oliveira >-bo(.
se levemente incommoilado.
S. hxc. o Sr. presidente man.loo sem denMera
que o r. Benjamim Franklin da Rocha Vieir.
panissedeS. Miguel para \nadia. afim de pres-
tar alli os seus servicos mclicos, mas coustand<>
honlem s 8 horas da noile ao Si. Si Albuquer-
que que sua orden) nao podia s^r cumplida, visto
que o Dr. Benjamim acha-sc na Barra de >. Mi-
guel, onde ;rassa a epidemia, determinoo na
mesma hora qne da cidade das Alsn-oas pirli-se
para Anadia o acadmico Octacilin Arislido Ca- *
mata, que de leito dever^ ler partido.
S. Exc. remetteu para Anadia lioladias a ..rrtv
para as dietas dos doenles,
Na barra do S. Miguel a epidemia tem cafa
do algumas vidas, mas o zelo. actividade e delira
rao do distiucto delegado diS. Miguel cap lio Jos.
Muniz Tai-are e os socrorros para li enviad'
pela presidencia muito leinconrorndo para alliviar
o -alTi i metilo daquella popularn.
"Va villa de S. Miguel pa/oce que :. aftaV-
inia se vai apresenlando, mas a populaco esta re-
signada a encarar o mal com as verdadeiras BCSJana
de um lal cmbale, prudencia, eoragem. humani-
dade e interesse sata sorle dos infdizes que foreiu
alocados.
O vapor Cotinguiba volla para Babia r-0ru
escala |>elo Penedo, afim de |>rover-se de carv.iu.e
regressar sem demora para aqui, a continuar ix-
servir ,),n que se acha. Conduz ivos oerurin-
para a manzem do S. Francisco.
Faeceu nontem s 6 horas da manhaa ataba u>
polica Migad dos Anjos Lima. Ijjse bravo, ma-
infeliz soldado, deve sem duvidaa um exrcsso ib-
dedicarne a urna imprudencia sua minie, ja
accommcltido de diarrh nao se recusuu a ruudu
zir medicamentos c oulros objectos para Aad i.
Aqui chegando de volla no'dia 19, despre.on
completamente o mal, e anda mais aggravcn-.,,
alimenlando-se de comidas oleosas i indigestas.
O mal cresceu, e no dia 20 s A horas da larde
f J elle recolhido ao hospital militar desta cidade, ja
no periodo lgido. O Dr. /.a, ar i,,-, oulros facul -
lativos desta cidade, e o Dr. homeopata Mam,
Porte velaram cabeceira do infeliz doenlt- ale
exhalar o ultimo suspiro, entretanto que algum mi-
tro Dr. un seu gabinete queimava as pesianas no
aturado estndo da sciencia para salvar o enl-rmo.
Foram impotentes afinal os" soccorros da meriirina
contra um mal lio poderoso, lio caprichoso, c la"
adiantado. He sempre BSOnvol a unirte de um o-
dado i|ualquer ; mas a ex tensan do t/ar peto pa.
sanenlo de um bravo soldado todo dedicaslo !.w
de ssus seinelliantes e de seus superiores, he vsn
limittes. Essas devotacoes da parte dos hnm. n
desconheridos impoem sea grandes e tos ricos a
mais religiosa admiraco. c nn mundo servem de
molde ao procedmientodos que ficam.
Esle faci confirma o que ludos devem saber, i-io
he, que o cholera be leveenfermidade, quando com-
batido sem demora, e pie os excessos da comida
sofatalissiinos aos doenles Parcimunia na co-
mida, e escama de alimentos foram sempre proco-
los higinicos muito recoinmendados pela soencio
ine.lira em qnaesquei circunislancias ,rn que se arhc
o individuo. Este prereilos sao indis|nMi.i\i-
n'uma localidade, que est soba pressio de um
flagcllo da fjrca e caprichos do cholera. Ei- ncum
se exprime una pessoa de elevadocri'crio, sjM nns
escreve da corle, no seguini Hecho
Felizmente esla mole;lia, (ja aamoi extravia
afui) nao be rousa de teiner-se, he una epidemia
como as ordinariss do Brasil e muito menor que a
febre amarella : s niorre quem aaprom j BsjIh
na, ou quem vive etu deliocho, com ilesrcgiada-
innnte, pascanailes no sereno etc., eiuliin. I: \.-n,)..
bom rgimen de vida e de bocea nao se faz caso de
tal doea. Osymptoma peior be a diairnia, Issja
que appareee. loma se remed's que a -us|-n,|i.
est salvo o docnie. Se aeaomsaassi com mslrsa-
ntento ipi ilquer tesBa m enm ssae'ap transpirar
e est salvo o doenle. Aqu t owrria oaote aaaa-
pida, sem dieta ; morriam, e anda morrrn, >-
negros cscravos das faHodas, |Kirqiie alcm de s,- ,,i,
mentaren defeijo, de ordinario eom destegraoani-
lo. pcciiltavam os symptoinas, e quando ss d.vam
os remedios j era tarde.



MFI HOR FVFMPI AR FMPOMTRAnn
^IITII AHA"



-:

sotTrer a Jiarrhj por mais de um
os negros orcultavam por 6 ou 8
i quando cahiaip era logo gelados.
nos livrarmos della he o bom re-
OmO g iauMBicQ QU1MTI FE Rl 3 JINEIRO '8*6
(Norct'ador Alogoano.)
HA UA FAZENDA I'ROVINCIAL.
i do saldo eiisteule na caita do eierci-
55 a 1856 em 31 de dezeinbro de 1855.
Je ixivciiibro
.....8.">::5888it
fa 31 do curr. 102:668&:t!M
----------------848:10*285
>t.........78:7959682
Id
1009603
. I9:2089000
.169:308?603
169:3069603
& O thesoureiro,
nemas Jos da siim Gtumao'.
inmuto do escrivao, o 1. escripturario,
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
racau do sabio existente na caina ile dep-
sitos em :tl de dezeinbro de 1855.
m 30 de novembro
"lo......298:953S>86
de 1 a 31 do corr. o
298:95:15081.
9&3339033
i idein
Saldo.
Mas. .
F
tJtiOoOlKI
261:9599253
9684199853
'rTOp
262:6199253
O tbesoureiro.
Thoma: Jote da Sil at Cusmao.
I!pedimento do escrivao. o 1. escripturario,
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
Demonstrarlo do saldo existente* na caixa es|>ecal
do calcaraeolo das ras desta cidade cm 31 de
dezembro de 1855.
Saldojcm 30 de oovembro
protimo linJo 94)951339
Rcita de 1 a 31 do corr. 4:7759766
Despeza idem
Saldo.
Em cobre.
notas .
6:8f>l9<05
3:1009000
1589105
::W3500(i
3:7013000
3:701105
O thesoureiro,
Tltoma: Jos da Silva Cutmao.
No impedimento do escrivao, o 1. escripturario,
Francisco Geraldo Monira Temporal.
Demoustraro do saldo eiistente na caita especial
da coustruccao da ponte do Recite em 31 de de-
/.einbru de 855.
Saldo em 3U de novembro
prximo (indo I'.l: lili- >",i,
KecciU de 1 a 31 do corr. 3530
Despeza idein. .
Saldo.
Em cobre.
ii uolas.
19^049586
2:5003000
1039586
16:7010000
16:8019586
16:8013586
O thesoureiro,
l'lmimiz Jos da Silva Cusmao'.
No impedimento do escrivao, o 1. escriplurario;
Francisco Ceraldn Moreira Temporal.
DemoustrarAo do saldo etistenle na caita especial
das loteras em 31 de dezembro de 1855.
Saldo em 30 de novembro
protiiuo lindo. 7:1183000
Reeeila de 1 a 31 do corr. 1103000
mecadas la* felizmenteenlreo paMoal daedusses-l a Outra embarcac'te americana, o ll'lut Cloui
quadros e cimentad hojp por una eslima reripro-1 leudo nina carga aemelhante, licou delida pelos gc-
ca, ronliuuarao cun o ollicial gen-ral que lia de los, e como Icinus um trio de 5 graos ahaito
-' "~ dndixu de uro
succeder-mr no conimanln em dieta das forjas na; I l.eauiii.r;, he fura de duvida que M vrate e uua.
vacs de S. M. 00 mar Negro. i tro navios restantes passaiau o invern em Ar-
Despeza dem. .
Saldo.
Em cobre. .
Em untas .
13000
1:9519000
74569000
240O9OOO
14589000
14589000
O thesoureiro.
Tiloma: Jos da Silca Cusmao
No impedimento do escrivao, o escripturario,
j Francisco Geraldo Moreira Temporal.
ilenionslrara'i do saldo existente na caita especial
das apolices em 31 de dezembro de 1855.
Saldo em 30 de novembro
protimo lido. 178:0003000
ceita de 1 a 31 do corr. 9
----------------178:0003000
peza dem.........' 1t-.6003000
Saldo.....166:1003000
O thesoureiro,
Thomaz Jos da Silca Gusmo.
oneni" *> .-rivita. o 1.. escripturario,
a Considero, ineu charo colleja, romoum dever e
o dever mais agradavel que eu poda ler de desem-
penhar, o ajunlar as felicitaces de S. Etc. o mi
ni-iro da marinha os nievo agradec montos e 1 ex-
pressao di minha sratidilo |ielo auxilio 13o leal e lao
allectuoso que nSo cessaslo de preslar-me.
Sede, meu charo collega, interprete dos meus vo-
tos paracom os olliciaes e equipagens da vossa es-
quadra. Eu meassociarei seinpre aos seus successos,
e nunca e-quecerei a parte tao gloriosa queelles lo-
inaram naquelles que oblivemos juntos. Fazei tam-
ben!, meu carocollega, constar ao vosso valeule ami
go o almirante Sir llouston SIewart a seguranra dos
meu mais afl'ecluoos e dedicados sentimenlos.
iiRecebei, mou charo clica, a seguranca da mi
nha alta cousideracao e da minha completa dedi-
carlo. llnial,
o Almirante coiuinanJante cm chele.
O almirante l.vons responden o seguinle :
A bordo do Royal Albert, em frente de Sebas-
topol, 5 de novembro do 1855.
. Meu charo almirante.
Se algoma cous polia cousolar-mc da partida
de um amigo e de um collega como vos, era certa-
menle a eipressao lo benvola e generosa, n;lo s
dos vossos proprios sentimenlos, mas tambem dos de
S. Etc. o ministro da marinha.
Acreditai, meu charo almirante, e fazei o sabes
a S. Etc. que os meus -entunemos sio partilhados
pelo contra almirante Sir llouston SIewart e por lo-
dosos olliciaes e inarinheiros que servem as minhas
ordens. Esles senlimentos auimam-os a todos, e
dirigem-se tanto a vos como aquelles que servem
sob o pavdh.lo de V. Etc., pavilhao que nos com a
maior satisfazlo vimos arvorar no mastro grande.
a V. Etc. diz que nos deita com saudades. Esta-
mos disso persuadidos e muitu uos honramos com es-
ta confiss3o ; porm nao est na natureza das cousas
que esta (epatarlo seja tan sensivel para vos como
para nos, porque us licamos as costas em quanlo
que cada legua que augmeula a distancia entre mis,
vos aprotima mais do vosso paiz e das vossas fami-
lias que se preparan) ja par.T vos receber com os bra-
cos aberlos e para vos agradecer os uobres feitoj que
praticaste.
Recehei, meu charo almirante, juntamente com
os meus senlimentos de respailo e de estima, a e-
gurauca da minha sincera amisade.
(i Lgons,
a Contra almirante commaudantecm chefe.
0 O almirante Lvoos dirigi tambem a seguinle
carta ao almirante Rruat:
ii A bordo do Rovat Albert, em frente de Sebas-
topol, 5 de novembro de 1855,
1 Meu charo collega. Tenho a honra de acensar a
recepcao da caria de V. Exc. de i do corrente. pela
qual me informa de que'he chamado a Tranca em
virlude das ordeus de S. M. I., e que o oulra-al-
imranle Pelli n lomar desdo hoje o commaudo pro-
visorio das lorias navaes francezas no mar Negro.
11 Ja exprim a V. Etc. o profundo pesar que nos
sentimos em nos separar do V. Etc., porm temos
grande satisfazlo em que o commando que V. Exc.
deixa seja entregue a umoflicial lito dislinclu como
he o almirante Pelliou com o qual Uve j t3o agra-
daveis retadles.
Sou, meu caro almirante, vosso sincero amigo.
Lyoiu,
a Contra almirante commandante em chefe.
Eis aqu agora a orden do da, pela qual o fal-
lecido almirante se despedio da esquadra que com-
mandava.
a Olliciaes e marinheiros da esquadra. Chamado
a Franca pelas ordens do imperador, nao quero dei
tar esles sitios onde passamos por tantas provaces,
aem vos agradecer lerdes-me secundado tao bem. Os
gloriosos successos que abriram e coroaram estacam-
panha, os serviros que vos preslasles desde o da era
que o iiosso pavilho llucluou no mar Negro, sern
para a nossa mariuha urna honra eterna, para a
Franca um legitimo motivo de orgulho, c para os
REPARTI5AO DA POLICA.
Parte do dia 2 de Janeiro.
Illuj. 1: Exm. >r.Levo ao cunhecimenlo de V.
Ktc. que dasditlerentes participa^oes honlem e hoje
recehdas nesla repartir io consla que se deram as
seguinles oceurrencias :
loran presos : pela delegada do primeiro distric-
to desle termo, Antonia Maria da Conceicao, e Fran-
cisco de Paula _Cerqoeira Varejao, ambos por em-
briaguez.
Pela subdelegara da fregueiia do Recfe, os
marujos franceies Antonio Cardo, e Jules Joachen,
a requisicAo do respectivo cnsul, os porluguezes
Jos Das da Cosa Martins, por desorden), Aulonio
Mpiules Gomes da Silva, por insultos, e o pardo J-
se l.eovil^ido dos Santos, tambem por desorden).
Pela subdelegada da freguezia de Santo Antonio,
os marojos inglezes William Mathan, e Eduard
Siuilh, por ebrios.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Visla, o
prelo escravo Corneiio, a requerimento do senhor.
E pela subdelegada da freguezia do l'oeo da
Panella. Ceuldo tiaudencio, por deeordem.
Por ni'icio de 99 de dezemhro do anno lindo, refe-
re o delegado supplente do termo de Scrinhaem,
que no da 20 do me......mez pelas i horas da larde
no cngeuho Jacar do primeiro dislrielo do meimo
termo aolTrera um tiro de emboscada Amonio da
Silva Accioly, geralmenle couhecido por Antonio
Dodo, branco, morador no lugar da Boa-vagem
desta cidade, o qual o ferira gravemente com duas
balas, havendo morrido o cavallo em que elle ia
montado, lendo-seo assassino Pedro Chrisologo ler-
iiaudes Cavalranli posto em fago, e attribuindo-se
como mandante de semelhanle crime ao proprieta
rio do engeuho da Telha d'aquelle termo, Jodo Cli-
m ico Fecnandes Cavalcanti pado dito Pedro Chri-
sologo. E que no da 1 do dilo mez as 3 horas da
madrugada no segundo dislrielo do referido termo
fra morialmente ferido cora 0111 tiro o pardo Ma-
noel IVreira o'Aceiicao coohecido por Min, ha-
vendo esle se posto em fuga ; sobre estes faclos ac-
cresceula o inesmo delegado que se proceder as
competentes vistoriai para serem instaurados o res-
pectivos summarios, e ficava erapregando as mais ac-
tivas diligencias para a caplnra dos criminoso*.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 2 de Janeiro de 1856. Illm. eEtiu.
Sr. conselheiro .lose Benlo da Cunha e Figueiredo,
presdeme da provincia.O chefe de polica, Lux:
Ctrlos de t'aica Teixeira.
almirantes que ...t1.lt JWW <~- W B*i*E
a melhor das leinbrancas.
Entrego com plena conlianca as mos do cou"
tra almirante Pellion o deposito das tradicc,Oes que
me linha sido legado pelo valeule almirante llame-
lio. A esquadra do mar Negro conservar se-ha liel
ao passado ; ella BSo esquecer que lem a honra
nica de puntillar com as nossas valenles tropas as
ardenlessmpalhias da Franca, e a confianra da Eu-
pa, e com os nossos valer.tes alliedos a admirado da
Europa,
o Esquadra, 1 de novembro.
Bruat,
Almranle-commandante em chefe.
O imperador Aletaudredirigira a seguinle ordem
do da ao seu etercilo da Crimea, ao qual visitara e
inspeccionara ltimamente, como j sabem os lei-
tores :
o Valenles soldados da Crimea !
Na minha ordem do dia de II de setembro, ex-
primi-vos a minha sincera gratidio pelos vossos ser-
vidos na defeza de Sebastopol, servicos que vos tacan-
earan! urna glora immortal.
Porm nao era baslaule para o meu corarao a-
gradecer-vos de longe os aclos heroicos de coragem
e dedicado com que sus'.enlastes um sitio terrivel de
quasi um anno, com admirarao al dos vossos inmi-
gos ; he aqu, no meio de vos, que eu queria expri-
mir-vos- os sentimenlos da miuha benevolencia e da
minha siucera ar.itidao.
Sent urna salisfacao ineiprimivei ao ver-me
reunido a vos, e o brilhante estado em que encon-
trei as tropas da Crimea por occasiao das minhas ul-
timas revistas excedeu as minhas esperancas. Ver-
vos e acliar-me uo meio de vos foi urna felicidade
para raim. ,ii,c
u Agradejo-vos de lodo o coracao os vossos mere- ((0r
cimenlos, as vossas accoes heroicas, as vossas virlu- ca
des. Ellas me garantem a conservado da gloria da8 jjsse
armas russas e o ardor com que o meu vajeule excr- 9ein
cito estar sempre promplo a sacrilicar-ie pela f.
pelo czar e pela patria.
Em memoria da bullanle e gloriosa defeza de
Sebastopol fundei, para as tropas que concorreram
para a defeza dcsta fortaleza, urna medalha de pee-
la especial, que devert ser trazida so*bre o'peito com
a lita de S. Jorge. Seja esta medalha o signal mani-
fest dos vossos 111e1cnu1c.it ;-. e inculque ella a vos-
sos futuros compauheiros a aila idea de honra e de
dever que forma o mais inalialavcl apoio do tlirouo
e da patria. Seja o noine de meu pai, para sempre
lamenlavel, unido ao meu nesta medalha, um pe-
nhor dos nosios eiilnimiis de benevolencia para
comvosco, c lome elle inseparaveis em vossos cora,
coes a memoria liel do imperador 1'aulov.itch e a
minha.
a Sinlo orgulho por fot, como meu pai senta.
Como elle, lenlio conlianca na vossa provada dedi-
caran e no vos:o zelo pelo cumprimeulo do dever.
Em seu nome e noraeu, agrdete oulra vez aos va-
lenles defensores de Sebastopol, agradeco a lodo o
exercito.
chamgel. 11
A reorganisarao dos prucipados do Danubio con-
tinua a oceupar os espritus em Vienna e em Cuns-
lanlinopla. Segundo as nformaces dadas por um
jornal, parece que a eaeetha do novo boapodar, que
ha de ser vitalicio, peder produzir alguma desinlel-
ligencia entre as potencias que lem de resolver a
queslao. A Turqua prelende conferir a diguidadede
boapodar um Vallachio, a r'ranja e a Inglaterra a
um C-rego de l'hauar, e a Austria e a I'russa a um
principe allemao.
Espera-se anda a abertura das conferencias que
deven, ler lugar em Copenhague, para regular a
dilliculdade relalva a passacem rio Sum. O adia-
mante das deliberares lem sido motivado por duas
circunstancias : M. de Tegoborski, encarregado de
represeular a Russia lias conlerencias anda nao che-
goo, e por outra parte o representante dos Eslados-
I. nidos, como ja disnemos, anda nao receben do eu
enverno as nstruccoes necessai ias. Os oulro> gover-
nos inlcressadosua queshlo ,ti3o represeulados pe-
los seus agenlea diplomticos acreditados junto do
governo dinamarquez.
He nolavel, que as conferencias lulo de ser presi-
didas por al. Illulinie. ex-men.bro do gabinete ulti-
mo, e que figura como acensado no processo iuslau-
rado a este ministerio perante o tribunal supremo da
justica da Dinamarca.
Esle processo acaba de dar um passo importante.
l'endo allegado o conselho dos aecusados a incom-
patencia do supremo tribunal de Justina para lomar
conhccimenlo da causa, decidi este, depois de ca-
lorosa discusso, que lal allegacao nao linha funda-
mento.
Esta dccisSo he mni desfavoravel aos ministros ae-
cusados, porquanlo a ler-se o tribunal rerouhccido
incompetente, seria mpossivel, atientas as mudan-
zas feilas as iustiluicoes constitucionaes do paiz,
adiar para elles urna junsdicao, vindo assini a mor-
rer o processo pur falla de juizes.
O supremo tribunal de Justica da Dinamarca com.
poe-se de 16 memhrus, melado nmneados dos tribu-
u.ies de segunda instancia, e a oulra melade lirada
i sorlc denlre os roembros da primeira cmara da
Dicla.
Osoilo membros magislrados votaram pela incom-
petencia do tribonal, 09 oito parlamentares contra
ella.
Suscilou-se enUlo a queslao de saber se a causa
era criminal ou civil, pois no primeiro caso o empa-
le na votacao Iraria a absolvirao do reo, e no segun-
do competira ao presidente o desempate.
Depois de concordaren) cm que o presidente des-
empatara, caso ainda nesla segunda queslao houves-
se lanos volos a favor quanlos conlra, procedeu-se
a \olac,ao..resullando o que se rcceira ; islo he, os
oito memllros magistrados opinaran! pela crimina-
lidade da causa, e os oito parlamentares contra.
Enlao o presidente, que uessa orrasiao era um
membro da Dieta, o Sr. I.arseu, dcsempalou no
seulido pelo qual lindan) volado os seus collegas par-
lamentare*, designando o dia 15 de dezembro prxi-
mo passado para a deeiflo final.
As noticias da Despatilla sao animadoras.
Segundo urna correspondencia de Madrid, publi-
cada pelo .Momteur, a iltnacSo material e moral do
pai/. vai melliiraudo de dia em dia. O carlismo esla
abatido, as opiniocs anarciiicas saamenle julgada
pelo bom senso do povo, j nao lem nenliuma pro-
babilidade de serem bem succedidas ; urna colheila
mili boa, e a esperauca de oulra extraordinaria, a
allluencia de capitaes estrangeiros em consequencia
de numerosas compras de cereaese vinhos na Penin-
sula, ludo se rene para auiiunciar a llespauha um
melhur porvir.
No dia 15 ou 17 do passado devia celebrar-se em
Roma um consislurio, no qual asseguram que o San-
io Padre elevada alguns ecclesaslicos a dignidade
de cardeaes.
O imperador da Austria, a proposito da concorda-
ta clelo -da ultiiiiampiilc com a Sania S, mandara
olferecer ao Papa liMnOJO llorins ,.250.U0H fr.) a ti-
tulo de presente, c ao cardeai Antonei
ornada de pedras de maravilhosa riqueza, receben-
do tambem o ca.'deal Sanlucci e os bispes Bcrardi e
Ferrari, ceremon^irios do Santo Padie, decorarnos
distir*clas.
Segundo escrevem de Roma ao Journal des Deba-
tes, parece reinar agora enlre o Vaticano e a corle
de Vicua a mais cordial inlimidade.
Na China moriera ltimamente a imperalriz vul-
va. Cancuhina de Tao-Kwang e m'.i do irimlo mais
velho do actual imperador, nao fra elevada i dig-
nidade de imperalriz viuva senJo poucos dias antes
de nirrer.
O povo deixa crescer a barba e os cabellos da ca-
beca durante cem diasem sisnal de lucio.
Na ludia i insurreicao dos Santales vai augmen-
tando.
Em Londres licaram oa consolidados de 00 3)4 a
00 7|8 ; os fundos brasileiros a 96 3(4; os sardos a
Si os maaM, de 89 a 90 ; os turcos, de 84 a
81 3(8.
asua lornou-se limpa, clara e perfeila, seiu perder
nada de sua propriedade frrea.
He as-im, pois, que quando acabo de fazer um be
neliciu ,10 puvo, que eslava hebendo urna agua p-
trida e nociva com indiflereiica de lodos, sou ac
enaade de ler privado o povo de um beneficio que
gozava.
D'ahi eu bem poda tirar importantes illaces a
respailo do zelo e boaa iiilenci'i s de lodos esses phi-
lanlropicos qo* apenas leem lincua para fallar ;
mas nao ; meu lira nico he confundir a leviau-
dade de iiuem quer que fo que levantou essa ce-
Icuma.
Qnalqner pessoa esclareciila c professional que
examine actualmente a agua frrea no Cachaug.
que o resollado dease etame ser em honra mi-
nha.
Bernardo Antonio de Miranda.
Recfe 20 de dezembro de 1855.
*\\hlixiu :\ ll i'^iDo.
No primeiro de Janeiro de 1856, ao apostar
do sol no orizonte.
O. D. C.
t)h re do lempo oh re da natureza !
1)1) sol!Konle perenne da abundancia,
Do prazer e da vida !Eu le saudu
N'aurora do anuo novo !
Surges sobre o ocano, e sobre os montes
l.a do centro do co !prodigio d'optca !
-as plagas do Brasil esparge, esparge,
De luz, ondas immensas.
I. da luz n'armonia iuconsebivel
A's sensacoes humanas,sol Iiansmille,
Na aurora do auno novo meus cantares
A' JEIIOVA Supremo '. '. !
Depois guia o favonio matutino.
Elle conduz 00 eccos de nm soluco
De coracao paterno an fillio ausente..........
Nao tenha mais outro voto.
Sitio do Mouteiro.
II. S.
SUTi'iyUuf-
AS CARTAS DE JOAR
I.
POR MR. ROCHE.
e as carias seriam os taques dos preguicosos ou dos
tolos.
Ora romo o nome eihccs he persa, e os Persas con-
Ultadosa esse reopeilo altribuem aos Indios a inven-
;ao do propriojogo.parece natural col locar tambem
na India o bergo dos tarots e das cartas.
Quero dizer que sua orgem perd: se na imite dos
lempos.
a Ja temos visto tantas comes, dizem ellas era
nm bello dialogo em que Areliu as anima, temos a
travessado tantas geranios, que o astro que allumia
todos os povos nada pode ensinar-nos: apeuas sabe
lanto quanlo nos.
Ii.
Em um lempo em que a pintura e o brazan, os
poemas eos romances, as moralidades e os myslerios,
us semines inesmo e os manuscriplos piedosos eran)
smenle divisas, allegorias, symbolos, as cartas nao
podan) deixar de ler tambera um sentido misterio-
so : -opiioslo que nada dislo livesse havido, os es-
piritas se teriam esforcado sempre por acl.ar-lhes
malicia.
Carlos V depois de ler declarado guerra a Eduar-
do III publicara o seguinle ediclu:
11 Carlos por grara do Dos rci de Franca.
. A todos aquelles que viren) eslas letras, saude.
o Fazemos saber que desojando de lodo o nosso
coracao a paz, seguranza e defeza de no-so reino, etc.
temos prohibido e prohibimos lodos os jogos de da-
dos, de l.ilhar, de pella, de hola, de conca e lodoso5
mais que nao servem para etercilar nossos vassallos
n uso das armas para defeza do nosso reino sob
pena de quareola sidos de Pars.
a Dado ero nosso palacio de Saint Pol no anno da
graca mil Irezeulos e sessenta e nove, e quinto do
nosso reinado:
Como o jogo de cartas nao era uomeado nesle
ediclu, uns concluirn! que nao exista ainda ou nao
era couhecido ntrenos; uniros que linham entao
appareucia guerreira ou que lh'a fui dada logo. Os
paos Cem traeeea Infle, trifolio) diz Mr. I.acroix, fi-
gurando 0gurdenlo da espada, os ooros em fran-
cezcarreau, quaJrado) o ferro de urna setta grande,
asespadastem francez pique, lancea) o ferro de urna
I parlasana, as copas (em francez criar, corarlo.) a
1 punta de urna bsla era 111 as armas e as companhias
causa dos abusos para que ellas lem servido minias
ve/es, Ibes lem laucado o analhema.
As narraroes mais phanlashcs sobre as cartas per-
correram muilo lempo as choupanas. Como as pri-
meiras figuras haviam. representado os dolos do
paganismo, una iulluencia falal penelrava-aa
sempre : locar-lhes era j c-.immunicar com as po-
tencias infernaos, o quando o goalo do jogo apode-
raudo-se de um hoinem, converlia-sc em paixo e
em furor, era mais urna alma que o diaho linha.
Os conlos sao a poesa das aldeas. Ainda em 001-
sos dias contase as margena do Canee ou do I luis-
no uos sei o-- de invern a claridade de um fogu de
lantes do interior a I izer provi'e:'
nao lem comprada a nao a med'
soes. Esla rirrumsl liria augme
senlam em relacao a a primeiro- '
Vt.OOO.OOO de libras, mais que c-n ,VT"*
Os prec.o> desle a 11 10 nao lem jc *.... ..
_luid.iiln os liabi-
tjf rnnlrariv
' 'M pren-
des ravoraveis em qu e baseam 7^-?******
Al o presente a c limita abun.lnl(^| n ,,re*-
18)1 supprn as eran es necessidav. at O.' eni
mas para 1856 de*- c e.perar a rrr?" """"ento.
ficit de 500.000 are, ...o caf deX* "' om 1'
que se pode asseaura a esta mereak.,. D""1"
tajosos no auno vindiloro. Precoi ld.
Assucar. Nos prtaeir ve urna alta de 2 fl. \1 sobre lod T?25 hou-
ins hoje o inovimeiiK
a ..us mo"""* ui.tiiiu vm.itiauo uc um lu.o uc ni"s nojt: u inos uni-oi* oas ira.lsa.ji_. .----- '
urzea e de follias seccas, historias extraordinarias so- tm tfa da diiniiuir o dos stori BaaSf"
em Ani.terda,,,
bre as cartas. Aquelles que lem viajado pelo Perche <
I,OBO onceas de Java
uu pela baixa Normandia recouliecero talvez esla :
11 Havia nm fazendern que chamava-se Chape-
lain e urna fazendeira que chamaxa-se Marielle. Ti-
nham mu.1 filhinha de 5 anuos do mesmo nome da
mai e que era viva e gentil cuino una arveloa. Des-
de algum lempo Cliapellaiu pozera-se a praguejar e
a beber ; lornira-se triste e mao e nao ia mais a mis-
sa nem as vesperas.
o Na tarde de um dia do Todos os Santas Marielle
quiz leva-lo igreja, e disse-lhe : vai-se fazer o
oflicio de liuados, vem orar por la mai. O lempo menle activas ; todava a prurui
est tao escuro que parece que .. ceo vai cahr, res-1 us P-"""". pomain-^ em res,
vembro venderam--e
17,080 onceas de Ja*i
eteinbro ; mas hoje
das Irn-a,
Qoaliriadis
buhlicome.il
8 n<. eeteaaana r
xa tenha affecladous arreos de SUSH* '
blera mais os la venda de?j tZZ"*?'
Aocolares du Brasil siio : brau."^-'"^'1*"-
dilo trigueiro 12 11, dilo sujo 15 { '! "s -
logrammas. "*' 4i-
Antuerpa 17 de de/en
Caf. Este genero Bozava de na '
quandochesaram ao noliciasd.i Km
annunriando mais do do ataana.
Antaerpia eausmentadjeiire^i naoj
sullou dah urna alia rajnda de Irai
. b.
Iirec-.
. !-"
N
in
n
l.-enos livros antigua qmrla- 15o frequen- | arma. 0s --e9 nome de urna moeda da enliga
lemenlecomo caria,. Demais a pronunciaran no. Koma>signficaana 0 ujnhair0 qUe paga as tropas;
dous casos era oulr'ora a mesma. Quando assm I
n.lo fosse mais. devia naturalmente prevalecer a or-
thographia que rapresentava o som consagrado. A
&tvejtipi>nfatt%
.rarit> bi ^iiiuiitMiCi).
Nao gazelas que pelo Acn recebemos encontra-
mos anda as seguintes particularidades.
Os alliados vendo que nao Ihes era possivel desa-
lojar prescutemanto os Russos da parla seplonlrio-
iial de rsebasiopol c que tambera nao era mni pru-
dente conservarem durante o invern a parte meri-
diuual daquella cidade petas mesinos evacuada,
i .'solxcram arrasa-la, e ueste trabalho te lem em-
preado ullimameule com grande actvidade.
a Ao ras, diz o Journal des Debis estao cheas
de carros que transportara os restos. Acidado est
i|u..-i toda deslrnida ; seria imposs- el adiar nella
um pedazo de raadeira do comprimento de 6 pole-
gadas. Os maleriaes que os soldados tiram, sao
transportados para o campo para Ibes servircm para
o invern.
Parece que os alliados nao conservarSo na Cri-
mea se n.lo tres pontos tortilica los: kamiesch, ll-i'a-
clava e Eupatoria com um ellectivo de 30 a 10.00X1
homens.
-Oalmirante Bruat, cuja norte j noticiamos an-
tes de se retirar do Mar Negro, onde coinmandava
asforcas navaes da Franca, dirigir a seguinle carta
ao almiraute l.xons coramandaiile em chefe das for-
ras ii.ii.i-'- ingieras no inesmo mar :
A bordo do Monlebello, i de uovembro de
1855.
Meu charo collega.
o Tenho a salisfacao, anles da minha partida, de
vos Iransmillir as feliclarcjes queS. E\c. o minis-
tro da marinha me eucarregou de vos dirigir, aaotan
cuino aos valenles inarinheiros que Uo bem vos .ni -
xiliaram no ataque dos forte- de Kiinburn.
1 S. Etc. o Sr. ministro da inarinha parlilhuu a
salisfacao que os lerda commi-sarios do almiraulado
senliram pela completa harmona que au lem ces-
sado de reinar entre nos c enlre os olliciaes e inari-
nheiros de ambas as esquadras.
a He a esla boa harmona que S. Etc. o ministro
da mariuha allribue fobrelado, da mesma sorlo que
su.15 seiihorias o successu que lem coroado Indas as
nossas operacops marilimas euipreh.'iidiilas de coin-
1011111 accordu, pelas forras navaes combinadas. S.
Etc. o minislru da mariuha me pede que vos dirija
assiin como aos olliciaes e cqupagens as vossas or-
dens, os eus a_ adecmii-iitu- pela vossa cnrdeal coo-
perarAo. O ministro me eoeorraaa ao mesmo lem-
po de vea exprimir a espeanra, iundada principal-
mente uo vosso carcter, deque as boas relarocs co-
Srs. reiacloresiPrestando culta- i verdade, co-
mo heiroeu coslurae, devo ilizer que nunca me quei-
tei do procedmento da presidencia sobre os ndicos
mililales ao Sr. mgico da segunda-fera do chro-
oisla Jo Liberal l'ernambucano de hoje, o qual nao
Itnho a honra de conhecer, e nem me consla que o
icnli. n feilu os meus nohrcs collegas, que nao cos-
tumaia recusarse s comuiissOes, para que sao Ho-
rneados, e que at as solicitara, como acaba de
a. oiilrcer au Sr. Dr. Caboss, que se ollereceu a
ar para qualquer poni da provincia, onde
entura se desenvolva a epidemia do cholera,
nhem foi mal iuforiiiado o Sr. mgico, quando
que S. Etc. ja deslacou qualro facultativos
iroporciouar-lhes os mdos, nem commodos ^
porqlie apenas seguiram dous para a comarca de
Gari nbeno, onde ha u) forte deslacamenlo, o qual
por em duvida o Sr. mgico 11.I0 ha de querer que
seja dizimado pelo terrivel llagello mingua de soc-
coriL mdicos ; c mesmo o Sr. Dr. Velho foi acom-
panhado de alguns recursos, como tassem urna ara-
buliiicia, cavallos para si csua bagagem, urna pa-
te
pac
doj
IS'.C
sel
do exercito para sua ordenanca e dioheiro, que
io 1 presidencia, que cerlameute llie nan man-
dar mai, por clin mais nao haver pedido ; ese
nao sao meioi, enlflo ignoro ojoaei elles dnaiam
1 .lanlo ao Sr. Dr. Amazonas que marchou cm
pr iieio lugar, -c que fez sua vlagam pelas Alagoas,
na
ao
Simphcropol, 13 de novembro de 1855.
Alexandre.
tirara a expirar era Varsovia o marechal princi-
pe Paskiewilsch, um dos mais lluslics filhos da
Hu'sia.
Os almirantes alliados couimandanles das esqua-
dras em uperacuo lio Bltico linham ja partido de
hil para as suas respectivas patrias.
Na Independence llelge l-sc o seguinle acerca da
actvidade desenvolvida pelos Russo, assim no Mar
Branco, como 110 Bellico :
Recebemos, diz o Estandarte, a caria seguinle,
com dala de 15 de novembro, conleiido iiifnrmacoes
sobre a actvidade desenvolvida pelos Russos uo Mar
Branco e no liallco.
1 Olanlo ao Mar Urlico. .1 hloqueio nao foi com-
pleto ; ser-nos-h'a preciso um numero inuito mais
roii-ideravcl de pequeas embarcarues a vapor pela
Iraca corrente d'agua. Foi da mesma inaneira no
Itallico, aonde simples cruzeirus separados, commau-
dadof por olliciaes habis e leudo caria branca, le-
riaiu feito muilo mais mal ao inimigo na cosa que
as esquadras. Devcriainos ler cauhonciras aos ceios
c inrsin.i aos m lliiii 1 s.
i S-.'iin lo una caria de S. Peleisburgo-, cummu-
nicada ao mesmo jornal, I", navios escaparan) a es-
quadra do hloqueio (liante d'Archansel ; no dia 10
fez de vela, carrejadas a maior parle de ceido c
familia de renleio.
.. Fina embarcacJJe americana, o lelegrapb, Icn-
do l,7i. caitas de llnhaea, e quasi .50 toneladas de
linho e25taupiada, de mlopaa para Amslerdain,
parlio para se dirigir a esle porto.
lia posso dizer, porque nada sobre elle chegou
meu coiiliecnieiilo.
airre-me resnela ohrigacao de pugnar pela can-
da meus dignos collegas, comquanlo rae reconhe-
pur de mais flaco para cumprir lal dever,- e mui-
ngradecemos ao Sr. mgico o iulcresse que pare-
Cal lomar pelos mdicos militares da provincia, que
lem os cnaes competentes para tazerem valer suas
reclamadles, quando fundadas, o que me niiu consla
Iciiham encontrado linio acolliimcnlo da parle de
seus superiores, que cortamente nao Icmfcilo.le
mis criados de diligencias, para o que somos os me-
nos habilitados.
Creio haver respondido cabalmeiile ao Sr. mgi-
co, que muilo respeilo, e posso nilirinar-lhc que
nislo sen orgao de quasi lodos os mdicos militares
nesla provincia.
Sou, Srs. redactores, seu constante Icilor
Dr. Manoel Adriano da Siha l'onles.
Delegado do crurgiao-amr do exercilo.
S. C. 31 de dezembro de 1855.
leudo cu lindado os alicorees para urna casa jun-
io 1 agua forrea 110 Cachangii, fo islo bstanle para
que algumas pessons inconsideradamente me/ allr
bulasen) a matignidada de ler privado o publico de
um hendido, dizendu-se que cu destruir urna
agua medicinal que umitas beus havia fallo.
Para aquelles que me conliecem de perlo nao
prenso jiistilicar-ine ; para aquelles que me nao
conliecem, dirijo as seguintes manifeslarcs :
Ficiindu os aliccreea que fon.le cima dos alicer-
ees da pequea casioha d'agna lenca, he mpossivel
que aquellos alicerees pedeasem corlar a vea d'agna
'errea, como maliciosamente se .lis-.', i-lo he obvio.
Enlicl nilo devo accrescontar por amor da ver-
dade, que acbando-ae a agua frrea em pesimo es-
' lado, lni:o que de ordem pira se limpar a peque-
a casa que Ihe serve de deposita, e logo que, fa-
zendo-sc este spi vico, liron-se de dnilro ossos de
pequeos animaes que eslavam em polrefaeclo, c
outras limitas malcras e substancias ptridas, a
cthvmologia, dissr um escriplor. nao era menos f-
cil, vista que a mesnri natureza do jogo Iraz por
loda a parle a memoria o numero qualro. Parece
que foi depois da lomada de lam.-i.iniiiiopla qne el-
la fo tirada do grego : os vencidos que linhaui se
refugiado na Europa haviain posto em moda sua
liugua, e os sabios do lempo julg.iran fazer urna
descuberla escrevenlo rharttludtum e dtartie.
He verdade que alguns autores km aventurado
que as cartas nos fora 111 trazidas dessa cidade pelos
cruzados ou pelos inarinheiros de Veueza e de Flo-
reura. Pensa-so boje que se os eidadSos (alanos
as trouxeram do Levante, receberam-uas dos Sai-
racenos, e nao dos Cregos ; o historiador l'eliciaiio
liussi que uus diz qus o jugo de cartas foi iulrodu-
zido era Viterbu em 1379, Ihes d expressamente
essa origem.
(luiros bao julgado que as cartas alravessaram
o llediiei 1,1111 1 nos navios de Tarik, o Mouro, e
participar.1111 da victoria de Sarna : eslahelccidas
na Hespanha, passaram os Pyreneos quer em se-
guimenlo dos companheirjs de Du (juesclin, quer
as algibeiras de alguns estudanles ousados que dos
reinos chrislaos iam a CorJova, a cidade maravi-
lhosa, buscar a sciencia, e segredos mgicos. O
rei de ouros do haralho de Carlos Vil Iraz o nome
de Coursube, no qual tera-sc pensado reconheccr o
nome allerado dessa cidade. Ainda boje os llespa-
nhoes nao lem damas era seu baralho : Ora, he sa-
bido quo os rabes estilo tange de render i belleza
um culto delicado e cavalleiroso. Ha em sen amor
pouca eslima c muilas precaures. As mullieres re-
clusas e coberlas de feo nao apparecein nem mes-
mo em imagem nos seus jogos de tadrez ou de car-
las.
Tudo induz a crer que nossos baralhos mais anti-
caitYHn* tiyeraCB ease carcter. L'm ilos prime iros grava-
dos na Europa e adiado era 1763 pelo doulor Sli-,
kelev lem :c.^eaaBBumjmar^.Mii rei^. "m cava'tairo
e 11 m vlele bem como as carias liespanholas.
Na opuao uioderna foi a Franca que iuvenl 1
o jogo dosccnlos lal qual MJOga em nossos d
Seudo magem dos torneios t das justas, era forec .
que nclle se achasse a belleza : foi enlao que a m -
Iher receben as carias um lugar e urna coroa.
Uu mo a' poca a que remunla esla mudan,
as formas mais determinadas do vestuario das ca
las, diz Mr. Leber, s lem analogas bem caracleri
das, as modas do reinado de Carlos VII.
Foi por essa relie que deu-se o roine deste pri
cipeao mais antigo jogo dos ceios de que ha re
quias uo gabinete das eslampas. Um amador di
cobrio-as em.l.yao uos nllimoa lempos servindo
capa a um mauuscriplo velho. Prova rova de r
se ojo devera desprezar os carlCws velhos. Fon
dos nao de massa como hoje, mas Ue folhas unic
elles oterecem s vezes na menor dental folhas pi
didas preciosos documentos.
a As dez carias que assim nos chegaram, diz '.
Duchesne, sao cerlainenle de fabrica franceza | .
que as inscripees e os mimes eslo lodos em f-
cez. As figuras s.lo gravadas em madeira, imprx -
sasconi lnla paluda e depois coloridas como se us*
ainda agora ; as Bordea dos rcis sao formadas de llo-
res de liz, o os vestuarios silo os do rciuado de Cir-
ios Vil o qual subi ao Ihrono em 1122. Enea ra.
zes e sohreludo a cr da tinta bem como o carada
do dezenho dao-nps quasi a certeza de que foram in-
pressas no seaundo quarlo do secuta X.V. Sao pos
ao mesmo lempo um momento curioso de xyoulr-
phia e de lypographia.
Dgamo-lo lugo, os homens mais serios smei 1
lem-se oceupado comas carias de jugar para rera. -
ti.r ao berro da gravan em raadeira. Com efli o
os jo^os. diz um autor, sem duvida Dio tornan -
se couimuiis senao depois desla ullima iovenc.lo
causa da rjeopeza que a piutura das cartas lena
casiouado.
nanlo i opiuiau de que taran) inventadas
recreio de Cariot VI dcmeule, ulo he cmo a
teco militas vezes mais do qua uuii consequ
exagerada de um tactu certa. O trihuual de c
possuio um documenta, no pial tara notad;
passagem : a Dado a Jacqucuiiii (iringonneur
por Ir.-i baralhos de ouro e de diversas cures 01
de muita divisan alim de levar a Sua Mut
para sen diverlimcnlo ciiicotmla c seis suidos .
les ei.1 Pars. Mr. de Geigmierea rltr^rl
nelos de l.uizMV recolbora dezesele dessl
que aciam-se uo gabiueio d-s eslampas dt
Sua liqueza, diz Mr. Duchesne, sua belleza,
feicSo com que siu cteculadas moslrara qui
com clcil 1 desuadas ao diverlimenlo de u;
cipe e be para lamentar que smente saibat
Iradico que sao as cartas de Carlos VI sei
mus como chesaram as milos do zeloso auli
leco que conservo a Franca tao grande
de monumentos inleressantes para a hisl'
So.nenie estas fruas piuladas e donrada
relarilo atauna comojogo dos ceios de ('
Representara uin doudo, um escodeiro,o i
o papa, dous amantes, a Forluin, a I
Juslira, a Forra, a la, o sol, um cerro,'
com um ueeiro, um enforcado, a morir/
Dos, o ultimo joizo. S.lo anles taroli
pinturas dillereules, do que caitas. '
Assim denomina-sc 11111 jogo na llal
p.le-se primeiiament de 11 qnadroo,'
asseraelhani-se as imagena de Grin'
chamam-se trun/os. Mais US pejai'
carias de reversiuo con. a excepca'
damas erem sub-Iilu las por escud a
galauiaria franceza passou os Alp
nhas quo ella curoara perdoar.mi ]
conMivaram-nos em seu servir
numero das peras a 5.
Nosso joco dos centos aCjcresct
primitivos, ou seperou-ae deiic
quo divide os sabios.
Em ambos os casos lodos coi
carias nao de: variara por issi
farola".
E-se mesmo jugo leve eelri
dros lirados de seus usos 011
autores que lem investigado
coberlo que as .arlas em su
do que o jugo do \ 1 Irez I
prcslando-se melhor aos lau
achava-sc assim mais uu ir
gundo as conveur's de 1
os quatro res represenlavam as qualro grandes ino-
narchias judaica, grega, romana e franceza. Cario"
VII como succ.essor de Carlos Magno poda preten-
der ao imperio do occidente; David, Aletandre e Ce-
sar tra/ITin tambera o manto de arminho eo cep-
Iru com llores de liz. As qualro damas subsliluiam
as quatro virtudes dos tarots, os qualro vleles re-
presenlavam a nobreza da Franca desde sua poca
heroica al a' cavallaria.
Segundo Mr. I.eber o coracao (copas) he o emble-
ma da coragem e da grandeza de alma, o quadrado
(ouros) da constancia e da virlude, a lauca espadas)
da tarca militar e da conquista, o trifolio (paos) Iraz
memoria u numero que lodos os pnvos amigos ve-
ner.ii ,1:11 : he o liaran ternario, o igual du triangulo
e como elle syrabolo mvslerioso e divino que depois
mal desenliado e carrejado de diversos adornos, deu
emlim nasciiueulo 1 llor de liz.
O padre Meueslricr que naturalmente devia ter
ideas de paz, era de opiniilo que se quizera pelo jogo
de cartas dar nina idea da vida pacifica, bem como
pelo jogo do tadrez se quiz dar una idea da guerra.
As copas (eoeur) representan) a iareja com seu coro
\choeui, os paos {tre/leI exprimen) naturalmente a
agricultura, os ourus [carreau) por urna finura igual
a prini ora referein-se aos burguezes, cojas casas
eram quadradas ; quaulu as espadas 1pique. moslram
0 soldado guardando com a laura em punho a igreja,
os agricultores e os burguezes.
Emfim se reraonlarinos s folhas primitivas, no*
tarots, s pagina', os >v rabotas sao mais decididos e
mais serios. Os quodros 195 Mouro e dos Indios ce-
dern) o lugar aos da dina macabre 1 a allegoria
tao philosophica da vida humana, diz Mr. I.acroix,
que achava-se por (oda a parle na inedia idade dese-
nliada as margena dos miooae*, gravada nos cabos
dos punhacs, piulada as igrejas, nos palacios, nos
ceiuilenos, rimada noa poetas e posta em msica pe-
los meneslreis. He o papa, o imperador, o ermi-
13o, o doudo, os amantas, o enforcado, o triiimph.iu-
If, todos Jan- nnli juntos e confusamente debaixo da
man da unirle at aos ps do tribunal de Dos!
- III
Os nomes das figuras tem variado umitas vezes.
Segundo os que reslam, Judilh he a niulher de l.uiz
lionachao, Rachcl he a bella Iguez Sorel ; sendo Ar-
ga o anagramma de Regina, na dama de paos se
recouhece Maria de Aujou raulher de Cartas Vil ; a
dama de espadas occulla-uos debaixo do nome de
Pallas a virgem guerreira, a herona da Franca Joana
la Pucelle.
O vlele de paos depois de haver muito lempo ti-
do por ordem real o nome do fabrcame, lera hoje o
de l.ancelol du l.ac, hroe de 11ra romance celebro
na meda idade, e que tai educado pela dama du
l.ar, a fada Viviana.
O vlete de ouros he o grande Heitor, cuja lem-
branca Raciue lornou tilo entercedora em .tndro-
maca,'e qne paseara oulr'ora pelo pai do fabuloso
Francus de que descendan) us Francos.
O vlele de copas he o famoso La Hire, um dos
bravos capilaes de Carlos Vil. Consultado por esse
priucpe em Burgess sobre una festa que preparava
a bella Ignez, rcspuudeu : u Pens, senhor, que nao
se pode perder mais elegremenle o reino. Comba-
leu ao lado de Juana d'Arc em Orleaus, e cabio 110
poder dus Inglezes em 1131 approximaudo-se de
Ruilo para Icnlar livrar a herona. Horren das f-
rulas onze aunos depois cm Mnulauban.
Chamava-se Eslevan de Vignolles e La IJire nao
he mais do que um appelli lo que lhe foi dado pelos
Uorgunhezrs, e que exprima o rosnar de 11111 cao
encoleiisado. Com elfeito era rule campeao.
Um dia que tralava se de abastecer Montargis, si-
liada pelos Inglezes, observou, segundo se le na his-
toria de La Pucelle, um lugar por onde pareceu-lhe
que passaria bem ; enlao elle e seus compauheiros
lomaram suas celadas suas laucas, c ahi eslavam o
senhor de tjraville, Uraugonuel d'Arpaion, Saullou
da Mercadieu e nutro-, l.a Hire echn um capelln,
ao qual pedio que lhe dsse apressadamenle a absul-
\ cao ; nas u capelln disse-lhe que confessasse seus
peccados. l.a Hire resp.....Ipu-lhe que nao havia lem-
po, pois couviiiha atacar promplaraenlc o inimigu, e
que linha. feilu u que us guerreiros coslumam fazer.
lint o u candan absolveu-o,e l.a Hire orou a Dos
assim de ui.los postas : Dos, rogo-te que far/as hoje
por l.a Hire quaulu quererlas que l.a Hire zesse
por Ii se elle fosse Dos, e lu fosses l.a Hire.
O vlele de espadas ilogter, appellidado de Dina-
j marquez pelos nossos antigua romancistas, posta que
a Auslrasia lhe liouvesse dadu iiascimeuta, era um
dos mais bravo paladins de Carlos Magno.
He couhecido na historia peta nome de Autcairc
uj de Olger. Tonda abracado o part lo de Cario-
man conlra liarlos Magno cabio em Verona no po-
der desle principe, o qual perdoou-lhe. Desgosloso
do mundo, quiz la/er-se frade, e s cuidou cm pro-
1 curar um luosleiro, onde a regra fos-e fielmente ob-
servada.
.Nada he mais singular du que q meio que linha
para experimentar us relidosus. Armado de um
baslo, do qsal peudiain algumas boliuhas de Ierro
entrtva as capellea s horas dos oiiicici- e lanca-
va-o repentinamente no meio deeanetoerlo. Foram
os frades de Saint Faron em Menas os nicos que a
e-se rumor estraiihu nao fizeram nenhiim mov,
ment.
Decidido pur essa prova de recoihimenta. Hogier
fui pedir logo a Carlos .Magno a perinissao de lomar
o habita da urdem. O imperador, diz Mabillon, cn-
lerneceu-sc a poni de chorar porque amava-o. Foi
era sua cuiisiderarao que deu duas ubbadius au inos-
1. no. ui.ia das quaes Bcava justamenle perlo de
Vereeil, tornada depois lao celebre, e perlenccu sem-
pre ene frades de Saint Faron euiquanlo o Franca-
lea possuiram a Italia.
Murta Hogier, foi-lhe elevado um rico tmulo
rom um epilapho em versos leoninos e curiosa es-
culpluras, enlre oulras as estatuas de Carlos Magno
e de Rolando. Represenlaram-no deilado junio de
seu irmao da armas Benedicto, ruuipanheiru do suas
proesas que u quizera tambem ser de sua uova vida.
\ -21 de Janeiro de 1397 o preboste du Pars pu-
blcou urna ordem pela qual prohiba a genle de ulli-
- ciu jegar nos das de sei v ica a pella, a bola, dados e
carias.
Depois muilas oulras ordens policiaes lem lenla-
-uhibirou regular os jago* de carias. Mulos
jiuliaii) desde a origem proscripto seu uso.
Jos osescnplores ancucos sem duvida por
pondeu Cliapellaiu ; lico para guardar a casa.
a A raulher foi s levando a filha pela mao.
a A primeira cousa que fez o fazendeiro foi pro-
curar que beber e acceuder um bom fogo. O co
lornou-se entilo mais sombro ; pois os dias j sao
curtos no principio de oovembro. Pouco depois
abrio-se a porla e appareceu una sombra no limi-
nar. Chapellnin julgou reconhecer o visnho Viel,
e olTereceu-lhe om assenlo c um copo.
As vesperas eslavam acabadas, e comecavam os
dobres fnebres.
Esle lempo e aquelles sinos mo sao alegres,
compadre. Tem carias para desenfadar-nos?
a NSo, compadre, miuha devota as leria quei-
inata.
Sou lionieiu acauletdj : trago algumas na al-
gibeira.
a E os dous amigos pozeram-se a jugar sem ees-
Bal de praguejar nem de beber. Entretanto eeeibOa
continuavam a dobrar, c apesar da distancia suas
vo/os queixosas e fnebres chegavam as halora lo-
aos ou i ios de Chapellaio.
Tenho curiosidade de saber se joga-se la uo nu-
tro mundo.
a Ha um hora meio de sahe-lo, compadre, he
ir l.
O mais larde pussvel.
a A marte nao lhe perguutaru ua opiniao. O da
esl para acabar ; todava ha olho, coiqo dir-se en-
tre nos, que nao lhe vciao o lim.
E dizendo eslas palavcas, os du pretendido vl
-intu brilhavam comu douscarvoes cu. braza. Sem
saber porque Cliapellaiu tema.
Minha raulher larda muilo a vollar !
A aldeia fica longe daqu, o leuipo est carre-
eado, e os caminhos sao m.ios. A' sua saude, com-
padre, e Iriumpho !
a Emfim ouvio-soo rumor de passos no meio da
lama e das poras de agua misturados com a voz de
una menina que tagareliava ; depoi a porla abrio-
se oulra vez.
Apenas a menina avMea o homem, escondeu-se
na saia da mili gritando : Fujamos! fujamos !
m Era vao a mulher repela que o visnho Viel ia
dar-lhe hlalas; a menina nao cessava de chorar e
de dizer:Nao he elle, fujamos !
Marielle que sabia que o espirita maligno n3o
pode o collare a innocencia dos meninos, teineu
lamben) vendo carias sobre a mesa. Laucando a
vista por loda a parle com ilesconanru, observou
que o falso Viel nao linha pes humauos. Fez o sig-
na! da Cruz dando um grita.
u Inime lialameiiie urna grande labareda sabio .lo
chao 110 lugar cm que o diaiiu eslava sentado, urna
ventana passou pela casa, e as cartas vuarain pelas
jauellas quebradas.
1. Cliapellaiu cabio de juclhus junto dos copos do
cntaro derribados. Adevinha-se o reato, A febre
apoderou-se delle ; Marielle mandn chamar o sa-
cerdote e o medico. Os sinos depois de huverein do-
lo jdo toda a uuita peles liuados caiaram-se alguns
instantes de madrugada ; depois ouviram-se com
longos inlervallos 0 badaadas lgubres ai nunciande
a parochia que linha de orar por mais um defuolu.
Monileur.)
es vendas do do Brasil, de uin mez
:MI,000 saecas lanto em disponivel p
A diininuirao do Stock Veja-se mai
do augmeuto de us das bebidas qu
quencia da caresta dos vinhos e a.
melle orna ptima venda aos posss.
Exisliam em ser no primeiro de
o
r.
I
Java, l.a e i,
S. Domingos
Brasil
Diversos
mao sarcas.
I 1
Tola
DdUrenra para men- cm
I liiim preros. Urasil
diarle H a aB cen. or.l>
m a -JX eeot.. ojaveideanc
verdela 31 ce il. p. m
Assucar. A animara,
enero, depois de nossas" u
se al o meado de novrr
pausa. Em qualquer oulr
leria talvez produzido
prsenle a diminuido do
la os precos.
Etiolia.n no primeiro 1
,600 sacras da liavana .
em 1851 etistiam 19,000.'
do Brasil, e, poi, nem me
lemente.
Marselha 7 <
Cif------Depois das ulli
lo Acn, li/piain-o con
cerca de 30,000 sacras Uo
lauta disponiveis, como a ,.
-iv niienlo favoraves, que
\1",. sobre no de nossa ull
30 cen, a 70 fr. por 50 l-
pela melhor qualidade lo'
larao e o consumo, tendo-oe a
ludo o que lem chesado do Bras
dido, uesUs duao ollimas teman
do Rio de 5S a 2 fr., segundo
saecas, diia- avanadas, vendid
de 51 a (2 IV.
Assucar. A all ota .'inda en
cados. deu um vivo im| lo aos .
achavam em calmara, parece nao
sarroes sobre o do llr..sil, parque h 1
delle.
Trieste I de de/emhr.
Caf. Com as utidas receida-
gare desperlou se a especula, ae, e
mente o Brasil e S. Domingos que l
alinelo. As transarme lem estad,
da, lano a resreilo do que e ada
no do que se lem de receber, com
elevada*. Em ullu.o logar, o com
le acontece, depois desle mnvimen:.
reacro, mas oprero do gennro leu
hveravel. Venden se 4,000 saecas
nciro de :t> a :)7 Irj II. T.OIWaac
: a 35 \\1 <\. IIHK) saecas de Sa
:ii ll.
Assucar. Sede o que exista em
foi comprado pelos refinadores, e o
mercado eosMorvava-sa em precos ni
lucros de Kl saceos do branco da I'
rain a _!(i II. ,.vn j0 de l'ernaiul
ignorado.
A opiniao he favoravel ao pew
-ao firmes.
P. S. paquete ingloi Iham
lampin r S de dezembro.

dhikiho :
T^ o: i i!! 1" t u i>.
HACA DO RECFE 2 DE DEZEMBRO AS 3
HORAS DATARDE.
Colaces olliciaes.
A-sucar maseavado purgado510O com sarco.
Frele de Parahiba |iara Liverpool'ti d. c5"por
algodilo.
(CAMBIOS.
Sobre Londres, a 2S d. por 1^.
Pars. 31S rs. pur f,
o Lisboa, lis a 100 por IDO.
.( Rio de Janeiro, au par.
Acres do Banco, 10 0)0 de premio.
Acres da companhia de lleheribe. Vi-i;l
Acres da companhia Pernambucaua au par.
1- Ulilidadc Public 1, .10 por ceulo de premio.
i. Indemnisadora.sem vendas.
Disconlo de letlras, de 11 a 1K por O|0.
METAES.
Uitfu.llnciis hespanholas...... lO^tKM*
Mnedas de 0?iOU velhas IfigOOO
G5O0 novas .... tlisOOO
" -15001....... JsOOO
Prata.Palac.les brasileiros...... 2-3000
Pesos columuarios...... 2>l00
11 mexicaiius....... I.-Stiil
6:783(051
AI.FANDEC.A.
Reu'.limenlo do dia 1.....
Uescarregam hoje .i de ianeiro.
Barca inglezaTown of Liverpoolmercaduias.
Barca imglezaFloating Clouddem.
Brigue suecoTherezatabeado.
Brigue sardoMaria lili:afamilia e ina-a--.
UUttSULAOU UERAL.
Hendimenlndo da 2...... &984s455
UIVEKSAS PROVINCIAS.
Reudiiiienlodo da -2...... lOflfTOH
Despachos de exporlarao uo dia 2 dejaueiro de IS5U
pela mesa do consulado de Pernambuco.
Liverpool, briuue ingle/. uWestuiorelaudii. Me.
Calinuul & C, 917 arrobas c 4 libras algodao em
rama.
Iiirrulli.ua, polaca liespanhola Acmciao, Ar,ma-
ga & Urjan, 157 arrobas e : libras idem.
Porto,brigue portognezS Manuel I, Jos en-
lomo de Carvalho, 151 arrobas e 15 libras assucar
bronco.
Idem, brigue porluguez S. Manuel lo, Antonio
Joaqun) de Souza Ribeiro, UM arrobas dem.
dem, brigue porluguez (S. Manoel lo, Manoel
Ignacio de Oliveira, 370 arroba dem.
Gibraltar, brigue hollandezeElizabellie, Schramm
Walhely A; C, 3,000 arrobas dem.
Rio da Prala, barca nrasileira uRnliua, Viuva
Ainurim V Filho, ,1IS arrobas e 17 libras i.lem.
Valparaizo, barca chilena ..Andador, Aluorim
Ionios \ C, 7,-JOU arrobas idem.
l'almoulh, barca ingleza Meleorn, Barroca A;
Caslro, 1^,000 arroba' assucar maocovado.
Porta, brigue porluguez. .( s. Manuel Ib, Jus Au-
lonio de Carvalho, 175 arrobas idem.
dem, brigue porluguez S. Manuel I, Aulonio
Joaqun) de Souza Htbeiro, 175 arrobas idem.
dem, brigue porluguez uS. Manuel la, Manuel
Ignicio de Oliveira, ISs arrobas idem.
Rio da Prala, barra brasileira ..Rufina, Viuva
Amoriin tj Filho, ll arrobase 15 libras idem.
Lisboa, barca porlugu.v.a ..Carlota e Amelia
Fraucisco Severiano Babello & Filho, 3,.,O ranadas
mal-
dem, barca porluzueza Carlota e Amelia..
Francisco Severiano Rabeilo Filho. 90 pranch.le
vinlialico.
KECEBKDORIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Hendimento do dia 2...... 50l"K5li
CONSULADO PROVINCIAL.
Itpn tiinrnl.i do dia 2...... 1:i7sti7(i
Ierra .*
tone
cari:
Pal.
Coln
me
cal
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leu.
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de
i*iO a a,,
p.ie esliveiem i
coronel Meeaaea
. uu se .i.-Ii i uo ten.
esideucia. Redfe 21
liis conlinli i o dita u.
lo qual o escrivao lavroi
heor segniule :
de dezemhro de IK55 nesla cid
Tiiambuco era meu escnplori
Siqueira e pranla miin e a-
sigiiadas, diso que prolestav
sua pelic.lo retro, que fazia pai
mo para o lim na mesma r.
as -mi o disse e protestan as-
as unhas o prsenle termo. Eu
Fri o l'uarle escrivao privativo do
marcial -crevi. l.uiz Anlui.iu Aiqueira
Iba da Silva Aranju, J .lo Caelanu de A
Nada mais se cunlinha em dilo luna i
depois lie que seguia-se a rrlarao oOgaan'
l iii i lellra do padre Augelo Cu-louo
Caslro, eudos-ad, por Malinas Jo> da 1
ci.la em 7 de jaueiio de 185(1.55-500 ; d
de Joan Claudinu Fenaz .! niKi-iisi.. -
J3de fevereiro e 2 de abril de I85st, rw
urea leltrai 'le Antonia PeJiu de Airan
das em Ii dpjullio. II de novembro i
de marte de ISII li.'|--,.liS ; ama le tlr
g. Fcrreira da Rucha de r.05.V-'V>,5.
Jj de oulubro de IM1, reda I i!t>lss
de Jeta de Souza l.eile de d.wii;
una em -_'s de f.-vereiro e duas em 1
I47, rcslo :ldtr?:5i ; sei< letlras de
REVISTA COMMERCIAL DAS PU1NC[P\ES
PRAl.AS DA EUROPA l'ELW VAPOR AVON.
Amslerdam 7 de dezembro.
Cafe. Compras importa lites, feilas por especu-
laro, lem provocado nm inclhoranieiilo que oeex-
plica perfeilamenle peta pnir.lu bastante favuravel
do arligu. A falla de preferencia pelo de Java one-
ron -obre o du Rrasil urna procura maior que de
ordinaria. ,\us primeiro das d mez de oven-' ** >aleule- "* mam
bro comprarain-se lli.lHK! saecas do do Rio petas i "ia'0 ** '>i',', ':0,,,5 '< lellra de
precoo seguintes : 5 \\2 a 2V> cent. real or- : Paula Pimeul.i. vencida em lli de
diado 27, b,.,, ordinarioJ7 \V2 a & cent. 1,000 ; -.170-55-.', Antonio Jos lime.
saecas bom culornlo da Theodora, comprados eir ., .. ...,.
Antuerpia no principio de seleiuhru a 2\ cen.. Ju9 'e'e"* "ellu '"
ram vendidas a 21 e 21 l|i. >ada mais se runlmha em .lila
Durante u mez de novembro as tra.isarrues ..ls ,, ual eslava coiiipplenlpmci.i
llrasil leem sido frequenles ejior alto prec. Dahi', ... ,
as ultimas colac-oes lo: infeuur-.'5 o Jli cen. ,,Ue l",d suPP1,"",e l,roJ
ordinario27 l|-a 20 cent. real ominarlo 2H Ii2 munhas taran) os autas coiiclusos,
a 29 cen, bom ordinario :) |f2a 30 cent. fino I profer miuha seulenra do Iheor aven,
ordinario 30 30 112. Deveinus uular, que ha certas |u|..,
das a esla parle as Iransacroes Irem -ido limitadas '

.?
ili( prvida a ausencia do- p 4i/i,-,r-
ta
i-"
em consequencia da falla de cunnuino, sem que os
i gares nao sabidos, pelo que mand o que'
eejIaiV"
_j oBa
precos Ipiiham declinado. As remessas da lluilan- i declarado ni pelirilo le 11. -'. e/arn gT.^ ^
de, de llaiuburgo, de Antuerpia e du Havre apre- [odelos pajsan.lo-se cana com otjMazc*" ZLm~
V
i i iAn
vrun An
mpamtd a r\r\
ki i-rri"~7r


3



pa-san io--e piecaloria p:ira a eilarAo do corunel
aspar de Metieses Vaaconcellos de prummoml,
<|ue reside no lerino de Serinhem, c cusas. Recite
*8 de dezembro de 185. Ansclinol-raucisco Pe-
relli.
Piada raais se conlinha eni dita miulia senlenra
aqui bem o li lun-nte tran-i iipl.i.i-ui virlude da qual
o escrivao que e-ia li.i le inbacrever mandou pastar a
presente caria cotn cprazode :Hl das, pela Iheor da
'l'ial se chama e intima e liei por inlimados | -u[ -
pilcados devedores da reanlo cima transcripta,
l'elo que Inda e qaalquer pessoa prenles 011 ami-
gos dos supplicados liles pdenlo fazer srieutes do
que cima lica exposto ; e o, porleiro do juizo filar*
esla no lugares do coslume, e sera publicada pela
imprensa.
Dada, c passada nesla cidade do llocife ,iu- 29 de
dezembro de 1855.
Eu Maximiano Francisco Duarle, escrivao priva-
livodo juizo commercial a subscrevi.
Anselmo francisco l'erelti.
O Dr. Auselmo Krancisco I'erelli, commendador da
imperial onlem da Rosa, ejuiz de direilo espe-
cial do commercin desla ridade do Recite, pro-
vincia de l'ernambuco. por S. M. Imperial e
Constitucional o Sr. D. Pudro II, a quem Dos
guarde ele.
Paro saber aos que a prsenle caria virom, que Jo-
s MarcelliDo da Kosa me lez a pelit;ao do Iheor se-
lateto:
Illm. e Exm. Sr.Diz Jos Marcellino da Rosa,
commercianteestabelecido ucsta cidade, que Clau-
dino Jos Raposo Ihe he ilevedor da quanlia de ruis
lIcOGO, constante de du.is notas prumissorias, acei-
tas pelo supplicado, urna em 2 e oulra em I de
maio de 1850, ambas coin seis meza* de prazo e ju-
ros ue 1 1(2 por ceulo nellas estipulados, e como al
agora nao tenham sido pasas, ven o supplicaule pro-
testar por seu pagamento, alim de ioterromper a
prescripcao, e requer a V. Exc. que se digne de
mandar tomar por termo o seu protesto, e como o
deveoor se ache auscute, em lugar ioceriu, requer
igualmente osupplicanle qne \.Exr. o admita a
justificar dita ausencia, para que. julgada a justilica-
'.""'"ii "''ja o supplicado intimado por editos uos Icr-
moi |.rescriptos no artigo (533 do Cod. Comm.
Pede a V. Esc. Sr, l)r. jui/ especial do commercio,
assiiu Ihe delira. E R. Me Jos Marcelliuo di
Rosp.
Tom-s por termo o protesto do supplicaule, e
justifique este a ausencia do sopplicado. Recite IPde
dezembro de 1855. Perctli.
Ao 18 de dezembro de 1855, nesla cidade-do Re-
cite de Pernambuco, em meo esciiplorio, veio Jos
Marcelliuo da Rosa, peante mim e as teslemunbas
abaixo assignadas disse que protestava contra Clau-
dino Jos Raposo, peto conteudo em sua petirao
retro, que faifa parido prsenle termo para o fim
na mesma requerido, e de como assim o disse e pro-
lolon, assignou <-om|as leslemunhas o presente termo.
Eu, Maximiano Francisco lijarle, escrivao privativo
do juizo commercial o escrevi. Jos Marcellino da
Rusa.Joao Caelaoo de Abrea.Jos da Silva Aze-
ilo.
E inaisse n.lo coutinha em dita petirao e protesto
aqui copiados. Depoisdo que scudo-me os autos cou-
clusos, dei a seutenra do Iheor seguiule :
A' vista da inquirir "io de follias 4 a folhas 5 verso
pela qual se prova estar Claudico Jos Raposo au-
sente em lugar nao sabido, mando que para ser-lhe
intimado o proteslo consUulc do lermo de II. 2 ver
so se passe cajla de edictos com o prazo de 30 dias
e cusas. Recite 22 de dezembro de 1855. Ansel-
mo Francisco Peretli.
E mais se nao conlinha em dila senlenca, por vir-
lude da qual mandou o escgvAo qu esla subscreveu
passar a prsenle com o prjzo de 110 dias. pela quai
e seu Iheur se chamarila< hei por intimado o
supplicado auseule de todo o lim declarado na pe-
tito termo de proteslo aqui ludo Iraiufriplo.
Pelo que toda e qBaJo;r pessoa, prenles ou ami-
gos do supplicado o poderao fazer scienle do que
cima fica exposlo,^ e o porleiro do juizo ailarla
publicara a presfule nos lugares do coslume e sera
publicada pela imprensa.
Dada r passada nesla cidade do Recite aos 2V de
dezembro de 1R55. Eo, Maximiauo Francisco Doar-
-"rftiWe- prwt'ivo do juizu commercial a snbs-
crevi.
Anselmo Francisco l'erelti,
O Dr. Anselmo francisco I'erelli, commendador da
imperial ordena da Rosa, juiz de dir "reo- especial
do commercio da cidade do Recite provincia de
Pernambuco, porS. M. J. e C, ele, ele.
Faro saber aos que presente carta virem como
Manoel Jos Soaresde Avellar me fez pelcula do
Iheor forma maneira seguiule: lllm. e Exm. Sr. Dr.
juiz do commerrioM.JosSoaiesdeAvellar sendo-lhe
devedor l.uiz Francisco de Mendonna da quanlia de
1:4009000 proveniente de urna ledra vencida em 3
de selembro de 1840 e Jos Antonio Alves da quan-
lia de 3339000 proveoieules deS leltras vencidas em
3 de fevereiro de 3a maio de 1830, quer n suppli-
cante protestar na conformidadedo art. 453 do cdi-
go do commercio, requer a V. E\c. digne-te mandar
tomar por termo a fim de evitar a prescripi-ae do
principal e joros estipulados em .tilas leltras. e como
s3o os aupplicados moradores em parte nao sabida,
quero sopplicargt jn *** essa incerteza alim de
seren intimados por e por isso.
Pede a V. Eic. assi lira.E R. M.Manoel
Jos Soares de Avellar.
E mais se nao coutinha n dila pelu-.m a qual de
e profer n despacho do leor, forma e maueira se-
oleslo do supplicaule e
s supplicados.
le 1855.Anselmo Ir.in-
guinte:
'f ome-se por termo t
justifique esle a ausencia
Recite ao de dezeiubi
cisco Perelti.
E mais -e nao uuUjnha em dila petirao e despa-
cho, em virlude do qutri- escrivao lavrou o lermo de
proteslo do Iheor forma e maneira seguiule :
Aos 22 de dezembro de 1855 nesla cidade do Re-
cite de Pernambuco em meu escriplorio veioManoel
Jos Soares de Avellar e perante mim e as leslemu-
nhas abaixo assignadas disse que proleslava pelo cou-
leudo em h nelicao retro que razia parle do pre-
sente termo pa.o-. '' m_u^ mesma requerido e de co-
mo assim disse e prolt>.Ju assiguou com as leslemu-
nhas o prsenle termo.
Ea Maximiano Francisco Duarle, eirrivao priva,
tivo do juizo commercial o escrevi.Manoel Jos
Soares de Avellar. Autopio Piulo de BarrosLeo-
poldo Ferreira Marlius Htbeiro.
E mais se nao continua nem oulra cousa alguma
se declarava em dito lermo de protesto, e leudo o
supplicaule produzidj suas leslemunhas sellados os
documentos e sendo os autos conclusos oelles dei a
seutenra do Iheor, forma e maueira segninle :
Julgo priva la a ausencia dos justificados l.uiz
Fraucisco deMeudonca.e Jos Antonio Alves em lu-
gares nao sabidos e mando para o lim declarado na
lo de II sejlo- citados por edicto! passando-se a
rjK.a carta jom o prazo de 30 dias e cusas.
Reci"i7 de/dezembro de 1833.Peretli.
Nada nstseuao conlinha nem oulra cousa algunia
se declaraVm dila senlenra aqui Belmente trans-
cripta em vtde do qual o escrivao que esla subs-
creveu mandd>assar a prsenle carta de adelo* com
o prazo de 30as pela qual e seu Iheor se chaina e
iulima e heij-inliinado aos devedores ausenles a-
cima dedabs de todo o conteudo ua petirao e ter-
mo de profo aqui transcripto pelo que. toda qual-
quer pessoarenles ou amigos dos dilos supplicados
os poderao .ir scieulea do que cima fica eipostoe
o porleiro Aliso alfiur* o prsenle nos lu-ares do I
coalume e slpublicado pela imprensa.
Dado c pilo nesla cidade doRocile de S de de-
zembro de d.
Eu Al ninfo Francisco Duarle, escrivao prhati-
vo do juizo omeri-i.il o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
'5r. Aniel Francisco Peretli, commendador da
imperial om da Rosa, ei'nil de direilo _csperi.il
do commet desla ridade do Recie provincia de
Peruambutjor sua mageslade imperial o cons-
lilocioual o. Dr. Pedro II. a quem Dos guarde
etc.
Faro saben que a presente caria de odelos vi-
rem em comtieenle Alves Machado me fez a pe-
tirao do Ihetiguiile':
IHm. e ExL.-Diz Vicente Alves Machado,
que quer prafcr pela prescripcan a vista do artigo
453 S 3 do cot, commercial a seus devedores cons-
tante da relauiita, e visto serem residentes em
lugares incerje nao sabidos, requer a V. Ejc,
para que di-n.. m indar passar o competente ter-
mo de prole*admittir a justicatao de ausencia
para ieremctlsporcarla de adidos na forma do
artigo e j ja rilados para o que. Pede a V. K*c. aS-
sim Ihe delira.E R Me.Vicente Alves Machado.
Tomc-se por lermo <> protesto do suppliranle e
juslilique a ausencia dos individuos de que trata.
Recite -2i de dezembro de 1855.Peretli.
Aos >\ ;de idrzeiubro de 1855 nesta cidade do
Recite de Pernambuco, em neo escriplorio veio Vi-
cente Alves Machado, perante mim e as leslemu-
nhas abaixo assignadas disse que proleslava pelo con-
leudo em loa pelicao retro, que fazia parle do orc-
aenle lermo para o lim na mesma requerido e de
como assim o disse e proleslou assiguou lo presente
termo com as leslemunhas.
Eo Maiimiano Francisco Duarle, escrivao o escri-
vi.Vicente Alves Machado, Amonio da Fonceca e
Silva, Antonio Jos Rarbosa Vianna.
E mais se nao conlinha em dila petiSao e protes-
to aqui copiado, depoisdo quesev a relacdo dos de-
vedores do Iheor seguinte:
Relacao das leltras eobrigaces pcrlcncenlM a Vi-
cente Alves Machado de seus devedores que se
acham ausenles em tugares incertos e nao sabi-
dos para protestar pela prescripcao a vista do c-
digo commercial.
A saber, l.ourenco da Cosa Lima, -2 ledras venci-
das a 12 de juulio de 1830 principal 3381000, Joa-
quim Alves Bezerra, 1 leltra veucida a 3 de junlio
de 1839 principal 1879360 res, Manoel Lata Perei-
ra, 1 leltra vencida a Ifi de novembro de 1813 prin-
cipal 559160 reis, Ovidio Goucalves Valle, 1 ledra
vencida a 1i de Janeiro de 181 principal 63)040
reis, Pedro lavares de Santa Malheiros, 1 leltra veu-
cida a 17 de selembro de 1810 principal 469000 reis,
Antonio Braga, 1 ledra vencida a 17 de uovembro
de 1845 principal liOgOOO reis, Florentino Velloso
Cavalcanli, 1 lelira vencida a II de Janeiro de 1813
principal 46)740 reis, padre Francisco Bastos de Oli-
veira, reslo de I leltra principal, 1(8730 reis, An-
tonio Octano Vieira, 1 valle 409000 res, Domingos
Cezario Pinto, 1 lelira vencida a 26 de onlubro de
1839 principal I83OOO reis, Jos Joaquim Barbosa, 1
documento que passou na importancia de 1:1479182
reis. Antonio Malillas da Coila, 1 obrigac/10 vencida
priiicipaltkllKI raa, Jos Correa de Araujo, ou seus
herdeiros, I ledra vencida principal 8139252 reis,
Manoel Antonio Correa Fancllos. 1 documento prin-
cipal lOOfOO reis.
E mais se nao conlinha em dila relnjao aqui co.
piada. Depoisdo que prudiwindo o supplicaule suas
leslemunhas, e sendo-me os autos conclusos dei a
senlenra do Iheor sesuinle :
A vista da inquirirn de fl 5 a fl 6 verso, pela qual
se prova que os justificados eslao ausentes em luga-
res nao sabidos, mando que para ser-lhes intimado
o protesto constante do lermo de II 2 a II 2 verso
se passe caria de edictos com o prazo de 30 dias e
cusas.
Recilc27 de dezembro de 1855.Anselmo Fran-
cisco Peretli.
E mais se nocontinlia em dila senlenra aqui co-
piada, em virlude da qual o escrivao que esla subs-
creveu mandou passar a prsenle carta com o prazo
de .'til dias, pela qual e seu Iheor e se chama iulima
liei por intimada! aos supplicados ilevedores constan-
tes da relarao suprade todocouleudo na pelirao eler-
mo de proteslo aqui ludo transcripto. Pelo que loda
e qiialqucr pessoa prenles,ou amigos dos supplicados
0* poderlo fazer seienles do que cima tica espos-
tn. E o porleiro do juiz alliihr pnblicar a pre.
sent nos lugares do coslume sera publicada pela
imprensa.
Dada e passa la nesla ridade do Rccife, aos 20 de
dezembro de 1855.
Eu Maiimiano Francisco Duarle, eacrivga priva-
tivo do juizo commercial a labscrevi.
.In.'elnm l-ranviscn I'erelli.
O Dr. Aii-elino Francisco I'erelli. commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direilo especial
do commercio por S. M. i. c C. o Sr. I). Pedro
II a quem Deus guarda etc.
Fajo saber sus que a prsenle caria virem cm como
Antonio Jos de Carvalho Santiago me fez a pelirao
do Iheor seguinte :[
Diz Antonio Jos de (." ...no Santiago invenleri-
aule dos bens do casal de Caetano Pereira Conral- !
ves da Cunha, que esislindo tiii sen poder diversos
ttulos de dividas perlenrcnlcs ao dilo 33atT3itSf--.
les da relajajunta, em a qul liguram diversa pes-
oaa como devedores, quer o supplicaule protesta'
como protesta para resalva dea direilos dos herdei-
ros daquelle casal,dignando-se V. txc. maudar lavrar
competente lermo, sendoinliiiudoaossupplicados, c
depois de ligada a ausencia dos ir mii papa ilu
se caria de edictos como determina o artigo453 do
cod. do commercio; pede a V. Ec. assim Ihe delira.
E R. II. Como procurador, Flix Francisco de
Sooza Magalhaes.
Nada mais se conlinha nem oulra cousa alguma se
declarava em dila pelillo aqui transcripta, a qual dei
0 despacho do Iheor seguinte :
Toine-se por lermo o proteslo do supplicaule, e
juslilique esle a anuncia dos devedores a que se re-
fere. Manguiuho 28 de dezembro del855. Pe-
redi.
Nada mais se cunliuba neta oulra cousa alguma se
declarava em dilo despacho aqu. transcripto, en,
virlude do qual o escrivau deste |uzo lavrou o ler-
mo de protesto do Iheor forma e maneira seguinte:
Aos 28 de dezembro de 1855. nesla cidade do Re-
cite de Pernambuco em meu escriplorio, veio Autouio
Jos de Canalla Santiago, e perante mim c as lea-
(erauDhas abaixo assignadas, disse que protestava
pelo conleudo em sua pelirao retro, que fazia parle
do presente lermo para o lim ua mesma requerido;
e de como assim o disse e proleslou, assianou com
as le,leinunhas o presente lermo.-Eu Maiimiano
Francisco Duarle escrivao privativo do juizo com-
mercial o escrevi.Antonio Jos de Camino San-
tiago. Estanislao Pereira de Ulivcira. Norbcrlo
Vives Cavalcanli. *
Nada mais se couliulia nem oulra cousa alguma se
declarava em dilo lermo de protesto aqui trans-
cripto, depois do qual se via a relarao dos devedorcs
que he do Iheor seguinte :'
Lina letra aceda por Antonio Rufino de Araujo
Cavalcaule vencida em I de marco de 1837
4509000, urna dila de Dinfi Jos llerculano ven-
cida em 10 de novembro de I8i I 3:5069027. dem do
mesmo Sr. veucida a 11) de novembro de I82........
3:5069027, dita Jos Carlos de Mendonra garantida
por Dinta Jos llerculano em 10 de novembro de
1811 1:1379001, dita 111 mesma conformidade venci-
'daem 10 de noveiubto de 1812 1:137*010, dita de
Joao Izidro Lopes Lima vencida em i de fevereiro
de 1841 30J, dila de Antonio lioraes da Fonseca
vencida em 18 de oulubro de 1837 IIIU9. dila de Jos
da Cosa Nogueira vencida a 15 de novembro di
1817 55}, dila de Jo- de Piiiho vencida a 4 le fe .
vereiro de 1S3I 1029, dila de l.uiz Antonio Pereira
Chacn vencida em 3 de fevereiro de 1832 180;, dita
de Francisco Agoslinho Pimental vencida em II de
selembro de I8S2 1019, dila de Amonio Uoncalve*
Canwiro vencida a 27 de abril de 18:12 PJ4>, dita de
Antonio Duvirges Soares vencida a 30 de marro de
1837 1049800. dila do padre Francisco Rodrigte
Machado vencida a 28 de Janeiro de 1812 14lf\ dila
de tiasp.'.r de Alhuquerque Maranhao vencida'a6
de mam do 18.11 18093:10 dita do mesmo senhur ven-
cida a 6 de maio de 1832 I729MJI5. dila de Joao Ja-
nnario Durao veucida a 5 de Janeiro de 1,831..........
1659838, .lila do mesmo .Sr. venpda a 18 oulubro
de 18399989626, dita Joo Firmino ds Coria llar-
radas vencida a 6 de maio de 1832 3129074, dila de
Manoel Antonio Couliiiho vencida em 2t de feverei-
ro de I80 2809770, dita de Joaquim Jos Bello ven-
cida em 18 ile feverciru de 1830 1249. dita de Fran-
cisco Firmino Rodrigues da Silva cm 15 de Tevereiro
do 181(1 I6i9,dila de Chrietoflo de ilollanda Caval-
cantc em 12 de dezembro de 1812 140)800, dita de
Jos Francisco Farias Salles em 7 de marro de 1810
67S. dita do mesmo Sr. em 7 de marro de 1811 67),
dila do mesmo Sr. em 7 de marco de 1812 679, lila
de Ciiristovto do llego Barros garantida por Ignacio
Paulino da Cunha, vencida a I de marro de .I88..
2119510, dila de Ignacio Paulino da Cunha em I de
marro do 1818 1:0259, dita 110 mesmo Sr. em 20de
abril de I88 1:000.?, dila do mesmo Sr. vencida em
1 de marro de 1810 1:625?, dita do mesmo Sr. em
20 de abril de I80 1:0009, dila do mesmo Sr. em I
de marro de 18 O 1:625?, dila do me-iini Sr. em 20
de abril de 1850 IsUOQa, dile do mesmo Sr. em 1 de
marro de 1851 1:625?, dila de Sebastian Antonio de
Mello Reg vencida a 11 de levereiro de 1843........
1:05.5?47i, dila de Domneos Carlos Teiieira ven-
cida a 13 de dezembro de 1818 2509, dita de Joao
Par- Brrelo grantida por Francisco Paes Brrelo
veucida em I de fevereiro de 1847 2339540, dila de
Jos Justino Fernandos de Souza e Jo- Joaquim de
Aducida Gucdes vencida a 26 de maio de 1815 709,
dem na mesma conformidade em 6 de marro de
!
pumo ti mmmm qwi>ta feim 3 01 janeio oe >m
1816 709, dila de Francisco Caetano Porfirio|vencida
a 12 de marro de 1845 325)300, dita do Manoel
Franrisco do Monte, vencida em 2 de fevereiro de
83 4489194, dila de Antonio Iheodoro de Serpa
em 6 le marro de 1831) 129-312 dita de Elias Cuelho
Cintra em 8 de junho de 1838 1:257)750, dila de
Autouio Borges Leal em 22 do jolhc de 1839 100?,
dita de Flix Jos Pimeulel em 18 de Janeiro de
1843 38950, dila de Cinstantini. .Jos Soares ven-
cida em 24 de Janeiro de 1848 806?, dita do mesmo
em 31 de Janeiro de 1847 5249100, dila de Joao Lins
(.avalme de Alhuquerque e Francisco Xavier Ca-
valcanre l.'choa em 31 de maio de 1836 65*9100,
dila leTiago Delfinn Dura o 537--165, dila de Jos
Antonio Pessoa de Mello em 1 de marro de 1846
1:0009, dila do mesmo em 1 de marro de 1847
1:0009. dita do mesmo em I de marco de 1818
2:0009, dila de Jos Cordeiro Carvalho Leileem 18
de novembro de 1812 1:7229160, dila de Jof Fran-
j cisco Bello em 31 de Janeiro de 1817 1:1369, dita
| de Francisco Xavier Cavalcaule Lins cm 3 de feve-
.reiro de 1855 509 umaobrigacSo de Miguel dos Ali-
jos Torres em 18 de fevereiro de 1833 IOI96OO, dila
de Joaquim Francisco Cavalcaule em 30 de dezem-
bro de 1831 150?, dila de Antonio Correa de or
nlia Bravo em 28 de fevereiro de 1813 1:0009, dila
d* Jlo Victorino Hercules em 25 de novembro de
1835 2409, dila de Joao da Rocha Carvalho em 7 de
novembro de 1831 299)010, dila de Jos Francisco
Xavier Ribas em 15 de oulubru de 1827 1709200,
dila do mesmo em 18 de selembro de 1828 609, dita
dos herdeiros de Pedro Cavalcaule de Alhuquerque
Lineam 10 de narco de 1840 300?, dita do Dr. F-
lix Pcixolo de Brito e Mello vencida a 26 de junho
de 1841 200?, dila do mesmo a 20 de dezembro de
1811 49, dila de Manoel de Souza Canto vencida
a 17 de jonho de 18*7 .509, oin recibo de Diniz Jos
Herculano em 8 de man; de 1815 40J, dilodo mes-
mo em 15 de marco de 1846 4509, dilo de Joaquim
Jos Bello em 29 de maio de 1840 309, dilo de
Jos Ignacio da Loyola Callado em 26 de oulubro
de 1810 .509, dilo de Augnslo Carlos de Lomos Pai-
Igo 21? vencido a 18 de selembro de 1838, dilo de
Lourenco Antonio de Alhuquerque Mello vencido
em 21 de abril de 1842 lOg, dilo do mesmu por
coota de om sido em 28 de Janeiro de 1812 4169500
dilo de Jos Joaquim dos Santos em 25 de novembro
de 1831 1:196)720, dilo do Dr. l.ourenco Antonio
de Alhuquerque M- Un a 22 de fevereiro de 1812
309. um val paseado por Jos de Barros 609, um 1
ordem de Loureuro Anlonio de Alhuquerque Mello
em 14 de onlubro de 184225, orna de Joao Bap-
liata Paes Brrelo 2829046, herdeiros de Joze Luiz
da Meara 1:5849459, dilos de Joao de Ademan Cis-
neiro 1:2989610 dilos de Jos Vicente Rodrigues de
Carvalho, DinizAnloeio do Moraes e Silva seus her-
deiros, Joao Baptuu di Silva 2:1519180, Manoel
C iiicalves de Farias 8.3359157, herdeiros de Igna-
cio Cavalcante de Laterda, Gaspar Cavalcante de
Alhuquerque L'choa o Moslcirode S. Benio I6I9U0
urna letra de Lourenjo Avelino de Alhuquerque
vencida 30?, nina obrigacao por Antonio Aniceto da
Silva 1:8679720.Antonio Jos de Carvalho San-
tiago.
N..da mais se coulinlia nem uutra cousa alguma se
ueclarava em.dila relacao e coula dos devedores
aqui transcripta, e depois do que pro luziudo o sup-
plicaule suas leslemunhas e sellados os autos,siibiram
a coiiclusao c nelles dei eprofer a senlenrado Iheor
(orina e maneira seguiule :
Altendeudo a juslilicacao de lis. 6 a lis. 7 verso,
julgo provada a ausencia em lugares ole sabidos ;
pelo que maudo que para ser intimado aos ditos au-
sentes o protesto do lermo de folhas 2 verso se pas-
se caria de edictos, enm o prazo de 30 dial e cusas.
Recite 28 de dezembro da 1855. Anselmo Fran-
cisco I'erelli.
.Nada mais se conlinha nem oulra cousa alg.....a
se declarava em dila senlenra aqui bem e belmente
transcripta, em virlude da qual o escrivao que esla
subscreveu mandou passar a prsenle carta de edic-
tos com o prazo de 30 das, pela qual e seu Iheor
sechainae intima, e hei por intimados, ao*supplica-
dos devedores cima declarados de lodo o conleudo
na pelirao e turnio de protesto acuna transcripto.
_.F*iO que,"iuii3 qualquer pessoa, pureutesou ami-
gos dos supplicados os poderao fazer seienles do
que tica cima expotto, c o porleiro do juizo (Ti-
xara' osle nos lugares do coslume sera' publicada
pela imprensa.
Dada e passada nesla cidade do Recie aos 31 de
dezembro de 1855.Eu Maximiano Francisco Du-
arle. escrivao privativo do juizu romiuerciala subs-
crevi.Anselmu Francisco I'erelli.
O Dr. Auselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa, juiz de direilo aspe.
cial do commercio desla cidade do Recite, capital
da provincia de Pernambuco por S. M. I. e C. o
Sr. 1). PeJro II a quem Dos guarde etc.
Fac.o saber aos que a presente carta virem,
em como Claudio Dubeuv, me fez a pelirao do Iheor
seguinte :
Illm. c Exm. Sr. juiz do commercio. Clandi-
Dubeui, quer protestar contra seus devedores cons-
tantes da relarao junta, alim de evitar a prescripcao
dos respeclivos ttulos .'ja forma do arligo 453 do c-
digo do commercio, requera V. E\c. digne-se man-
dar lomar por lermo o seo proteslo, sendo esle inti-
mado pessoalmeule aos presumes, e por editos aos
incertos justificada peviamenle sua ausencia. Pede
a V. Exc. assim Ihe delira ua forma requerida. E
R. M.Procurador, Manoel Jos Soares de Avellar.
Nada mais se conlinha nem oulra ceusa alguma
se declarava em dila pelirao aqui transcripta, ua qual
dei e profer o despacho du Iheor seguidle :
I ome-se por lermo o protesto lo supplicanle e jus-
lilique este a ausencia dos individuos a que se re-
fere. Recite 17 de dezembro de 1855.l'erelti.
Nada mais se conlinha nem oulra cousa se declara-
va em dito despacho aqui Irn triplo, em virlude do
qual o escrivao deste juizo lavrou o termo de protesto
que he do Iheor e Coima e maneira seguinte :
Aos 18 de dezembro de 1855, em meu escriplorio
veio Claudio Dubeux e peranle mim e as leslemu-
nhas abaixo assignadas, dixe que proleslava con-
tra Frauscisco Francolino de Mello c oulros pelo
couleudo em sua pelirao c retara qoc adianto se se-
gu, que fazia parte do prsenle termo para o lim
ua inusina requerido, a de como assim o disse e pro-
leslou, a-signou com as leslemunlias o presento
lermu. Eu Mav.iu1i.1no Francisco Duarle, escrivao
privativo do juizo commerual o escrevi. Clau-
dio Dubeux, Anlonio llcnriques Maura, tialJiuo da
Silva Marlius.
Nada mais se conlinha nem oulra cousa sr decla-
rava em dilo termo de protegi aqu transcripto, de-
pois do qual su via a relarao dos deve lores que be do
licor somante:
Em 1838jaldo 7 Francisco Marcelino de Mello
00-9. dezembro 9 Anlonio Cyriaco de Vascoocelloa
88), em 1840 jnlho 20 Luiz Linio Monleiro da
Franca 80?, cm I8I Janeiro 22 liento Jos da Vei- |
ga 230)500, julun 3 Felisberlo de Souza Marques e i
Seralni de Souza e Silva 1:3913200, dezembro II.
Manoel Jos da .Mella 146), em I8i2 selembro 25 I
Anlonio do Ilollanda Cavalcanli 12?, em 1843 Ja-
neiro 20 Josc Marcelino de Aiiioriin Jnior ajelo
de Allemlo Qineiro 45). om 1844 Janeiro 31 Joa-
quim de Suuza Moreira 50?, feveieiio 2 Francisco
de Souza Mallos .58?, marro 2-1 Loortmco Francisco
de Alineida Calauho 338), abril 29 llenrin.ua Jorue
Itehedo 376.?, maio i.lein o inesmo I:3I?800, rm I
1815 oulubro 21 Antonio TheodurA Serpa 2:12?, de- i
/.moro 23 Joao liurmauo nos Santos 100), 111 1816 i
fevereiro 17 llerudiano Frede'rico da Silva 3009, em I
20 Cosme Damiao Ferreira 9B9500. agosto 15 Ma-
noel itomao Coma de Araujo 202?. em 1817 mar- '
(O 3 Martmhoda Silva Costa 60?,iiovembro 13 l'heo-,
d.,ro Jos Pereira lavares 30?, ,em 18(8 Janeiro 5
Joaquim Correa da Costa 115?, a li idein 105?, a 10
idem 195), a 30 idem 1359, a 3 de fevereiro dem'
1109, a 3 idem Anlonio Faustino de Miranda I i i?, -
a i dem Joaquim Correia da Costa 2009a 10 dem j
162)300, a 25 idetu 88- idan 6 de marro 1659, em
1810 ulhu 20 Joaiiiiim i!e Sou/a Cirilo lio-, a 29
Antonio Moreira da Costa l-s. solembro 24 Manoel !
Candidu eiuiquu da Silva c Manoel Joaquim Sa-'
res 50?, oulubro 20 Jorge Rodrigues Si Ireira 2509,
novembro 27 Jos Soares da Silva 2?, cm 1850 ja- 1
nelro 29 Manoel Antonio do Carmo 50?, cm 1851
agosto 23 Nicacio Anlonio Neves 60), em |K52 ja- I
nero-20 Joilo da Cimba Moreno Jnior 50-, abril '
18 Joao Jos Ramos 102?, selembro 18 Anua Joa-
quina Pereira de Manido e Francisco Anlonio Pon- I
lual 75?, em 1850 maio 28 urna obriaacao de Bar-
Iholumeu Pereira 3029510.Recite 17 de dezembro |
de 1855.Claudio Dubeux.
Nada mais se eutstittha nem oulra cousa se de- (
clarava em dita relarao e conla de devedores au-
sentes aqui transcripta, c leudo o supplicaule pro-
duzdo suas teslemunU, sellados oeautea sohiram
a oonelnaao e nellesd* profer a sjileura do lUeor
forma e maneira segu >|e I
8 verso, pelo
acham auseu-
que para ser-
termo de lis.
" o piazode
Anselmo Fran-
cousa se decla-
pte em virlude
icreveu mandou
111 o pra/o de 30
c intima e hei por
ievedoros ausenles
lermo de protesto
soa, prenles ou,
darlo fazer sci-
i o porleiro do
jslume c -cr pu-
A vista da inquirir de fls. 7..V
que se mnslra que os -.tifie
lesem lugares nao sal
Ihes intimado o protesli
2 verso, se passe caria
30 dias e cusas.
Recife 27 dedezembn
cisco Perelti.
Nada .mais se conlinha
rava em dita senlenra aq
da qual o lescnvao que
passar a prsenle caria de
dias,pela qual seu Iheor se 1
intimados aos ditos supplica
de lodo o conleudu ua pelic,
cima transcripto.
Pelo que loda e qualquer
amigos dos dilos supplicados o
entes do que cima fica exposl
juizo fixar esta nos lugares d
blicadt pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade d Recite de Pernam-
buco aos 20 de dezembro de 18. _Eu Maximiano
Francisco Duarle, escrivao priv. ,, al/0 com.
mercial o subscrevi.Anselmo 1 sc0 Perelti.
0 Doulor Anselmo Francisco le commendador
da Imperial ordem da Rosa, e ,;,. de direilo es-
pecial do commercio desla cid. j,, Kecife pro-
vincia de Pernambuco, por S.
nal o Sr. I). Pedro II, a quem
Faro saber aos que a presente 1
rem, em como Francisca Cavalcao
me fez a pelieau seguinte :
Diz Francisco Cavalcanli de A
mercianle nesla cidade, que senil
renles quantias dos diversos indivi. ,s comanla d.
relarao juula, e que nao leudo el at ao presente
satisfeilo os seus dbitos, nao obs ,e eslarem ven-
cidos o lilulos dt dividas de uns e prazos das con-
las de livros de odlros, van) o sup cante protestar
judicialmente cono a o procedimer desses seus d;-
vedores, alim de que so nlo sec m a e||cs para
allegaren! prescripcao cmseu fav prometiendo o
suppliranle altendei qualquer qu quc por _
tura hajam dado por conla de se .ebilos ; assim
pois requer o st ulicaiite que redi 0 a lermo o seu
proteslo teja inl ido aos dilos s, devedores
carlas de edictos, visto nue nao ti
os presume ausenles. l-'edo a V.
especial do cominercio Um defira
rida. F. R. Me. Francisco Ce
queiquc.
Nada mais se conlinha em dila
o despacho seguiule :
Twae-se par lermo o protesto, supplicanle, e
justifique este a ausencia dos indiv|0s de que Ira-
la. Recite 20 dede/.einbro de 18153 Viisclmo Fran-
cisco Peretli.
Nada mais se contiuha em dlt.l lacho, em vir-
lude do qual o escrivao respective ron o segunde
lermo de protesto :
Aos 22 de dezembro de 1853, ne cidade do Re-
cite de Pernambuco, em meu OKI rio veio Fran-
cisco Cavalcanli de Alhuquerque, erante mim e
as liiiemuhas abaix assignadas, di )ue proleslava
pelo conleudo ua sua pelirao reln ue fazia parle
verso, se passe carta de edictos com o prazo de 30
dias e cusas. Recife 27 de dezembro de 1855.An-
selmo Franrisco I'erelli.
Nada mais se conlinha em dila senlenca, em vir-
lude do que o escrivao que esla subscreveu mandou
passar a prsenle caria de cilicios com 11 prazo de 30
da, e cusas, pela qual e seu Iheor se chama e inli- do na pelirao de fl. 2, sejam citados por editos as-
la e 101 Mor iolno.ln, un* i......U...I J-... ....... ... "
plicante produzido suas (eslemunli.is, o escrivao
fez sellar os autos, e logo m'os fez conclusas, no
quaes dei e profer a iniuha senlenra do Iheor e-
guinle : N,
Julgo provada a ausencia dos justificados cm lu-
gares au sabidos, c maudo que para u fim declara-
I e constilucio-
js guarde etc.
de edictos vi-
Alhuquerque
querqne, com-
redor em dilfe-
por
nilicia delles e
c. Sr. Dr. juiz
forma reque-
anti de A ll.ii
irao, a qual dei
do prsenle lema para o lim na un
de como assim o disse c proleslon
testcniuiihas o prsenle termo. Ei
cisco Duarle. escrivao privativo 1
n escrevi.Francisco Cavalcanli 1
Estanislao Pereira de OliveJra. -
\ ascohcallos Leiiau.
Nada mais se coolinlii em di 10 i.
em seguida ao qual .se via a seguiul
irancisco Anlonio de tlliveira
Francisco Jos de Meuczes 863)S70
da Silva 802?75(l, Luiz ledro de I
nvmo Ferreira Callado 8966O, Jos
Brrelo 150-, Joao Claudino Feffi
ros I.-O6I98IO, Joao Vieira de M
Venceslao de Alhuquerque Na
Francisco Ferreira de Atbuquerqi
dr Pereira de Brilo 1:049959, J
lim 1:5789080, Manoel Antouic le .
1:014)640, Juo Maiii.ho Fa!e-'i 7
sario Cavalcanli de Alhuquerque OlH irlholomeo
lavares de Oliveira 33-9530. Vico erreir dos
Ssnlos 1:1115720, Luiz Jos de So
naci Joaquim dos Santos 27)70
de Araujo :I509665, Jos Luiz Pe
dido Jo de Lima 1:6261215, Je
Silva Brrelo 0129315, Alban
89)680, Joaquim Cavalcanli de
Francisco Marques Bezerra 400932U,
1 re] uerido, e
signou com as
.iiniano Fran-
o comineicial
buquerque.
o Augusto de
' de proteslo,
lacan :
iel_ 7359500.
icio Hiplito
> 1009, Jero-
ulo do Reco
seus herdei-
69840, Jo
o 1.53170,
.0 726?, Pe-
' M na Ho-
-ade l'eixoto
iiO. Jos Ce-
e hei por intimados aos supplicados devedores
ausentes cima declarados de lodo o conleudo na pe-
tirao e termo de protesto cima transcripto, pelo que
toda e qualquer pessoa. prenles uu amigos dos di-
tos supplicados o pn ler.io fazer seienles do que ci-
ma lica exposto, e o porleiro do juizo alxar a pr-
senle nos lugares do coslume e ser publicada pela
imprensa.
Dada e passada nesla cidade do Recife de Pernam-
buco aos 29 de dezembro de 1855. Eu Maximiauo
Francisco Duarle. escrivao privativo do juizo com-
mercial a subscrevi.
Anselmo Francisco Ptretti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti. commendador da
imperial ordem da Rosa, juiz de direito especial
do cogimercio desla cidade do Recife provincia de
l'ernambuco, por S.M. 1. C, ele.
Fajo saber aos quo a prsenle caria virem, como
Jos Moreira Lopes, me dirigi a pelirao do Iheor
seguate:
Diz Jos Moreira Lopes, commercianle malricu-
fado mista prar.i, que quer protestar para conserva-
rao e resalva de seus direilos, e inlerrupcao da pres-
crtprao contra os seus devedores constantes da rela-
rao junla, dos quaes alfana residen) nesla cidade,
mas dos oulros nao ha nolicia, pelo que requer o
supplicante a V. Exc, que se digne mandar tomar
por lermo o seu protesto, alim de ser intimado aos
supplicados nu seus heideirus, dos que forem falle-
cidos, sendo-o pessoalmeule aos residentes nesla ci-
dade, por edilos aos amenice em parle incerla. e ad-
millido o supplicanle a justificar a ausencia .lestes,
para o indicado lim nos lermos do arl. 15:1 ^ :t do
cod. comm. arl. 53 S learl. 391 doreg. 11. 7.17.
E assin. rede a V. Exc. Illm. e Eira. Sr. |>r. jui,'
ile direilo do commercio deferimenlo__E R. M.
Procurador baslanle, Anlonio Piulo de Barros.
Nada mais se coutinha em dila prlirao aqui bem e
Belmente copiada, na qual dei e profer o meu des-
pacho do Iheor seguirte :
Assijnado vulle. Recite 20 de dezembru de 1855.
Peretli.
Nada mais se conlinha cm dilo meu despacho aqui
copiado, o seudo apresenlada a mesma pelira ao
Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do commercio, india dei e
profer o meu despacho do llieor sesuiule :
Tome se por lermo o protesto du supplicanle, sen-
do intimado aos devedores prsenles o mesmu pro-
testo, e justifique, o supplicaule a ausencia dos ou-
lros. Recie 20 do dezembro de 1855.Perelti.
Nada mais se contiuha em dilo meu despacho aqu.
bem e belmente transcripto, em virlude do qual o
escrivao lavrou o proteslo do Iheor seguinte :
.Vos 2i de dezembro de 1855, nesla cidade do Re-
cife de Pemamliuco, em meu escriplorio veio o soli-
citador Antonio Pinto de Barros, procurador bstan-
le de Jos Moreira Lopes", e perante mim e as tesle-
munbas abaixo assignadas, d.-se que proleslava pe-
lo conleudo em sua pellejo relro.quc fazia parle do
peseme lermo para o lim no mesma requerido, e
de como assim o disse e proleslou, assiguou com as
tealtYnunhaa o prsenle lermo.
ando-se a respectiva caria cun o prazo de 3 dias
e cusas. Mauguinho 27 de deiemhro de 1855.
Anselmo Francisco Perelti.
Nada mais se conlinha cm dila minha senlenca,
aqui bem e fielmente transcripta, em virlude da
qual, o escrivao que esla subscreveu mandou pas
ar a presente carta de edictos pela qual e seu
Iheor se chama c intima, e hei por iulimadosaos
devedores constantes da relarao cima Iranscrpla,
pelo que loda e qualquer pessoa, ou amigos dos sup-
plicados, Ihes poderao f.izer seienles do que cima
lica exposto ; e o porleiro do juizo alxar esla uos
lugares do coslume, e sera publicada pela im-
prensa.
Dada e passada uesla cidade do Recife aos 20 de
dezembro de 1855.
Eu Maximiauo Francisco Duarle, escriva.) priva-
tivo do juizo commercial a subscrevi.
Anselmo Francisco l'erelti..
Instruccao.
Jos It.iiinidilio de Souza Peivc h/.
te nos paia de acus alumnos eaquei-
usoas quem iotamar iiossa, que
nodia^docoirenle, da' principio .,.,.,
trat>.ll)os-t(a sua aula: ua ra Direila
n. 50.
AUiitjao.
.Na ra Direila n. 2, luja i, pobreza, aclia-s* um
completo sorlimenlo de faze. dM, e os prtree sis
mu.to favoraveis ; he loja nova, 1 o dooo desia to-
mar freguezia. "
Precisa-se aluzar urna casa lerrta do bain da
Boa \ isla, em qualquer das ras, para pepuaua la-
milla, com lano que tenlia quintal e caciinbe, ae.r-
verando-se que paga-se bem : quem liver, dira-se
a ra do Vi-ario, no deposito de vender po.
llenr. Brunu & Campanilla avisam ao corno
do commercio, que com a dala de hoj entrn romo
socio na sua casa o Sr. Adulpho Muller.
buco 1. du Janeiro de 1856.
.-i i i l t itU i> t. v.
ttWOI), Ig-
nio Gomes
9987, Can-
erreira da
Kolim rs.
rque 189,
Francisco
Correa da Silva 114-9060, Manoel da I a lcixeira
109. Bcllarininn Firmino Bezerra de lo 8.>400
Joao da Silva Mello 139, Francisco Aii ( da Silva
1:8259500, Miguel lioifies Pereira de 899690,
Alexaudre Cabera de Orna 109320," .\ mire Go-^
mes 99. Joaquim Pereira de Mendonc lo, Joa-
quim Jos de Sanf-Aiiiu 34)600, Joa n Canuto
78800, Jos Fraarisco Correa 79680, Ji todrigucs
da Silva Cabral 79400, Jos Francisco Souza rs
819600, Ezequiel de Souza Cavalcanli |(o, Ma-
nuel Mauricio 889440, Manoel Teixeir Almeida
794OO, Seralim Sabino Paes Brrelo : 1, Mara
Joaquina do Ksprilo Sanio 87-200, P Ferreira
Coimbra 273&470, Francisco Anloni< ajes rs.
">, Pran-
Palriciu
rrelo rs.
rancisca
'.arneiro
ue Mol-
Eu Maximiano Francisco Duarle escrivao privati-
vo do juizo commercial o escrevi.Anlonio Pinto de
Bario-.Jos Fraucisco de Menezes Amorim.An-
tonio da Silva Ramos.
Nada mais se cocinilla em dito proteslo aqu bem
< fielmente transcripto, e junto ao dilo protesta va-
se a relacj dos devedores ausentes da rasa He Jusc
Moreira Lopes, a qual he do Iheor seguinte :
Manuel Correa Gomes de Almeida, por urna letra
vencida em 11 de dejulhode 1818, de 22966 ; An-
lonio Rufino de Araujo Cavalcanli, por nina dila
veucida cm 15 de dezembro de 1848. de 10991)70 .
Joao Mariano Cavalcanli de Alhuquerque, por ama'
dila vencida em 21 de julho de 1851, de 1009000;
o mesmo loan Marinho Cavalcanli de Alhuquerque!
por sua conla de livro, 79900, 1079900 ; Mauoel de
Amorim Lima, por 19 letras vencidas desde 28 de
dezembro de 185! al 28 de juulio de 1853, de lOg
cada umo, 2:85091100 ; urna dita vencida em 28 de
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O couselho administrativo lem de comprar o se-
guirte-
Para o presidio de femando.
Familia de mandioca, alqaeires 600 ; papel alma-
jo, resmas 8; dilo paulado, dila 4 ; lapis, duzias
8 ; caivetes linos. 6 ; folhiiiha de algibeirado auno
de 18)6,2; bii-lillia encarnada, pera 1; panno
verde, .vados 9 '. ; lila de relroz amarello larga,
u'" Lj. '0Bf,,sue '"i 6 : Pregos ripares do
Reino, (,,000 ; dilos cariaos, 10,000.
Ouem quizer vender estes objeclos aprsenle as
suas propostas cm carta fechada na secretaria do
viudo ''S lllora:",oaia ,ac J"eiro prximo
Secretaria do ranerillo administrativo para fnrnc-
cimei.io di, arsenal de guerra 29 de dezembro de
>*>fenlo.fose. I.amtima Lins, coronel presiden-
te. Hernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
secretario.
BANCO UE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco saccu a vista
(Obre o do Brasil 110 Bio de Janeiro. Ban-
co de PeinainJnilo ."> de dezembro de
1855.O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Peina 111 buco loma dinliei-
ro ;: juros, de conformidade coin os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
novembro de 1855Joao Ij-nacio de
Medenos llego, secretario da direccao.
t) couselho de administrado naval contrata
para os navios armados, barca de escavano, enfer-
mara de mantilla, pracaa dos escaleras e" africanos,
por lempo de tres uieze-, ou pelo que convier ao
inesmo couselho. o fornecirneulo de agurdente bran-
ca de 20 limo, arroz branca do Maranhao, assucar
r.iui-o. dilo reliuado. azeile dore de Lisboa, dilo do
Jledilerraueo. dito de carrapato. bacalbao. bolacha,
cale em ?r,1o, carne verde, dila secca. feijflo mulali-
nlio, rarmlia de mandioca, pao, loucinho de Lisboa,
vinagra dito, sleanoas e carnauba em velas ; pelo
que convida-te aos que ioleretsarem em dito forne-
ciiiienlna aprestiilsrem-secom as amostras e pro-
postas declarndoos ullimus procos e seus fiadores
as 12 horas do da :| do mea de Janeiro viudoitro, na
sala de suas esses.
Sala das scsses do eoiuelho de adminislranlo na-
val em I ernambiico 28 de dezembro de 1855. O
ecrelario do con-rlho,
C!iiislo\,o Santiago de Oliveira.
O Illm. Sr. inspector da tbesooraria provincial
manda azer publico, que do di* :l do rorrete por
dame pagam- se o* iirili-uados e mais despezas pro-
vinciaes vencidas ale o ultimo de drxembro prximo
lindo. Secretaria da lliesouraria provincial de Pcr-
iiamlnico 2 de Janeiro de 1856.O secretario,
. A. F. I' A 11 mi t 1; 1, .1,..
-.)
t!l'm%B'8 ^.mtmi9&.
-IIMIO, Manoel Ferreira de Mello 5:7
cisco Marlius de Mello IS8J8.15, l-rai
Marques Bezerra ii6>.20. Manoel Al'
503. Casimiro Mauricio Calladu ^06-
Joaquina de Jess 1049075, .uiz Can
da Cunha 2003, Cosme Bezerra de Albn
lo 42I-755, Liborio Jos de Araujo 1:1 54, Uij.
nuel Archanjo dos Santos 5473280, Agos 1 Soares
de Messias 394)905, Jos Alves da Cos. Hb750,
Anlonio Comes de Araujo 383*945, Anli |g |||.
lauda Machado 97#I00, Antero Jo.e Mnn Jjsik),
Antonio Rodrigues de Senna Birro I IjSO nionio
Jos Fernandes 929500, Aulonio Francisi dmbra
80?'JO, Barcllar Anlonio do Valle 1539 Seve-
rfaio Ferreira da Silva 6.143540, Francisco er da
Paz 4!3, Fraecisco Cecilio Manso 803200. 0 !to-
driues Varedo 3. Juan Francisco Florenc 326O,
Joao Manso da Silva ;)5>180. Jos Poociaui Valle
'i23:ti0, Jos Manoel da Vi.i(raj 2737:1 \Liria
Francisca Paralila 3l*400, Manuel Cavajii de
Alhuquerque l'l>620, Manoel Vicente da ta rs.
0238IO, Manoel Alea.ulre do Nascimento I glfjn
Pedro da Cunha Cavalcaotl de Mboqoerqui ,|mj"
Jos Luiz Pereira l'rub H6.322. Jacinlho Xa-
varea 03l700, Jalo Anlonio de tlliveira 0 irdL.s
599OO, Manoel Joaquim Ferreira 2823100. ra,|0
Jos Antonio de Menezes 3194401, tlanoei ,tis-
co da Silla Caialange 125-720, Amonio Jos erra
>2i0, Anlonio Alves Pimeulel lsfKO, miil
das Morir, Paralila 499700, Alna adre Fe ,|a
Silva 16-78U, BniIhulomco lavares de Or Is
3395:10, Claudino .lose Pe I 169370, Claudi Ir|,
rio Sacramento 159920, Francisco Paes Ba rs.
119150, Francisco Joaquim da Barros Cor ron
I1S9IIO, Francisco Jos Pereira 932211, Joa
de Mello 069240, Joao Tiburcio da Silva
Joao Rodrigues da Silva 309900, Jlo de All
Cmara Ci-neiro IOS, Joaquim de S.i Caval
Alhuquerque 623110. Jos da Coala e Souza
Ignacio Joaquim dos Sanios 273700, Joan it
Vasconcellns 2O2359O, Laureuliuu Anlonii
de Carvalho 339720, Mara do Sarramenlo
M.iria Filippa da llonceicao 123, Mara II
Sonreir 349570, Mara l-ranci>ca da Coneei
229, Main I Antonio de Araujo Real I.IMK -,.
noel Anlonio da Silva Podrosa 809900, Han .
mes de Barro) Brrelo 199800, Manuel Pedro n.
carnario 989720, Manoel Mauricio da Silva |.
cauli 52-, Manoel Jos Vieira 213580, Mam 0-
mes Barbosa 148580, Manuel Anacido de So j,
379I0U, .Manoel Barbosa Camello 209680, !
Rodrigue! da Silva Cabial Jnior 923:120, Ue
Comes do oliveira 129750, lta\ mundo Anli a
Cunha i2-- I, Thereta Mari., de Jess 17-rl it .
Iherme da Silva Torres 153900, Manoel Joaqi .
Silva Nuiles 59I100, Joan Bellariniuo da Si .
J95IO, Jo-i- de Cont Pacheco 108300, Filipp
de Sauliagu :ll-'.HK), Jom> Paulo do Reno Barr. .
150-3, Irancisco (ionios Pacheco 12N10O. Sil.
Pereira de Jess 909800, Joaquim Ignacio de I
red" 7, Luiz Antonio do Espirito Santo 213.
rio Jos da Silveira 99980.
.Nada mais se conlinha em dila relarao, em
de da qual dei a senleui.M sogninle :
A visla da imniirrao de lis. 5 a Rs. 6 verso
onde se musir que os ju-lilicades Se acham ai
les em lugares nao sabidos, mando que para sei
inlimadu o proteslo couslaulc do lermo de lis. '
ira
60,
da
de
SO.
de
ira
i,
judio de 1853. 109/777 ; nina dita vencida em 28 de
auosio de 185.1, 1:100300, 1:3599777 ; Vicente Fer-
reira da Cruz, reslo de urna letra vencida em 7 de
julho de 1852, 1509000 ; Anlonio Pacheco Unis,
por sua conla de livro. 119480 ; Antonio Maximia-
no da Costa, poi sua conla de livro. 499700 ; An-
lonio Marques de Araujo e tlliveira, por sua conla
de livro, 141995 ; Amonio de Oliveira Mello, por
si-a corta de livro, 179900 ; Amaro do Reno Bar-
ros, por ua conla de livro, 35920 ; Benedicta Ma-
ra da Conceicao, por sua coula de livro, 538280 ;
Barlboloineu 'Pavares de Mello, por sua conla de li-
vro, 9.3OOO ; Bernardo Jos Lopes, por sua conla de
livro, 908160 ; Candido Jos de Lima, por sua con-
la de livro, 173000 ; enharina Mara da Concei-
cao, por sua conla de livro, 883OOO ; Caetano de As-
sis Campos, por sua conla de livro, 529500 ; Cae-
tano Aurehanu de Carvalho, por sua oonla de livro,
129000; Domingos Pereira de Mendonra. por sua
conla de livro, :173900; Estanislao Jos" de Alcn-
tara, por sua cuula de livro, H90OO ; Francisco Al-
vos Pires, por sua coula de livro, 123880 ; Francis-
co llerculano, por sua conla de livro, IfifflbO ; pa-
dre Fraucisco Lrbano.de Alhuquerque Monte-Ne-
gro, ,. m cunta de livro, 339360; Francisco
Porfirio de Oliveira, por sua conla de livro, 109000 ;
Francisco Duarle Coelhu, por sua conla de livro,
20-3620 ; Francisco Camello de Paula Pacheco, por
sua conla de livro, 568000 ; Francisco Geraldo dos
Sanios, por sua conla de livro, 158000 ; Francisco
de l.emns Duarle, por sua conla de livro, 2U9200 ;
Flippe Bello Maciel, por sua conla de livro, .589160;
Gnstavo Adolpho de Figueiredn, por sua conla de
livro, 233550 ; Gama, por sua corta do livro, 219.
Joao Carlos de Mendouc e VaaconcaUos, por sua
conla de livro, 1913368 ; Joao Francisco Lins, por
-ua coula de livro, 198180 ; Joo Floripes Das
Brrelo, por sua conta de livro, 1799910 ; Joao Jo-
s lavares, por sua conta de livro, 12>3O0 ; Jo3o
Luiz Pinto, por sua conla de livro. 659820 ; Joa-
quim Ferreira, por sua coula de livro, 229920 ; Joa-
quim Jos Pincnlel, pur sua conla de livro, 299300*
Joaquim Jorge de Mello, pur sua corta de livro,
108900 ; Joaquim Anlonio dos Santos Andiade, por
sua cunta de livro. :3:0U ; Ji.- Feijo de Mello,
por sua conl. de livro, 313000 ; Jos Joaquim de
Faria leireira, por sua conla de livro, 28381 Jo-
s i'oliearpo de Freilas, por sua. conla de livro,
I8300 ; Jos da Silva Basdeira, por sua cania de
livro, 529810 ; Jos Joaquim Cavalcanli de Aihu-
querque, por sus cuula de lisio, 188560 ; Jos Po-
dro Velloso da Silveira Jnior, pur sua cunta de li-
vro, I3280 ; Jos Malinas da Fonseca, por sua con-
la de livro, 153120 ; Jos Mara de Fiaueiredo, por
sua cunta de livro, !2>S0 ; Jo-e Ferreira d
Para o Ararat*.
. seiiue com brevidade o luale
Eialaeaei-; recebe carga e passageiros Irala-se
rom Caelauo Cvnaco daC.lt., ao lado 00 Corpo
Sanio n.2-5.
PARA O ItIO UE JANEIRO.
A barca brasilea Ipojuca, forrada e encavilhada
de cobre, eja bem coaberida pela sua veloz marcha,
val seguir para o Rio de Janeiro com presteza, por
ler meio earregamenlo prompio : quem na 111-111.,
quizer carreiiar, drija-se a roa da Cadeia do Recife
11. 12. escriplorio de Bailar & Oliveira.
Para o Rio de Janeiro seijue com brevidade o
bnaue brasileiro Elcira ; so recebe ranea miuda
escravos e passageiros, para o que lem excedentes
coinmodos : a Iralar com o consigiialario Jos Joa-
quim Dias remando.
Para a iiha de S. Mi^viel
pretende sabir com a m.inr brevidade o patacho Al-
fredo, novoe de primeira marcha : para o re-to da
carga e passageiros, para o que lem os mais nceia-
dos coinmodos, Irata-se com os consignatarios T. de
Aquino bonsera A Fiiho, na ra du Visarlo u. 19
ou com o capitn na prara.
Cear, Mara-
nhao e Para.
bpalbabote LINDO PA-
QUETE, vai seguir com
pi*este/.a : para o resto
do teu oai'rejjameuto e
passageiros, trata-se com
os consignatarios, na ra do Trapiche
n. IG, segundo andar.
PARA O RIO DE JANEIRO
Segu em poucos dias o brigue nacio-
nal ADOLPHO: para o resto da carga
e escravos a (rete, trata-se com. Antonio
PedrodasXeves.ua rqa do Viga rio n.
5; ou com o capitao Manoel Pereira de
Sa', na prara.
AVISO MARTIMO.
Para o Aracaly sabe o bem conhecido hiale lucen-
cicel ; anida recebe alguma carga e passageiros : a
tratar na ra da Madre do Deas n. 2.
Vende so o patacho hrasileiro tlenle, de I5U
toneladas, forrado, pregado de cobre, promplo a se-
guir viagem : a Iralar com Caetano Cyriaco da C.
M., ao ladn do Corpo Santo n. 2.~).
Para Acaracu' segu o palhabole Snliralente ;
recel carga e passageiros : a Iralar com Caetano
Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
:.ilhU;3.
l.EII.AO' EXTRAORDINARIO.
O atiente Uorja tar leiiau em seu anna/om. na
ra do Collegio n. 15, de um grande e completo sor-
lmenlo de obras de marcineria, novas e usada, um
rico sancluai-io de *oslu modernissimo, obras de ou-
Not-1 ro e prala, relogios patente ingles, atase e horisou-
pao.

ros
Pernani-
Lscola pelo methodo Castillio
Scm rigor, sem vis castigos,
Rindo, a eseo .1 nos atlrahe
Tem o ine-tre em nos amigos.
Temos nelle amigo e pai.
Raiou luz na escuridade.
Como um doce alvorecer !
A alegra, a variedade,
l'z encantos 110 aprender.
Caslilho, directorio de inslrocrao primaria,
pagiua 52.
Abre-se esta erola segunda-feira.T de Janeiro, no
sobrado de um andar na ra Nova, junto a igrria da
Coiiceir.10 dos Militares ; a casa lem todas ascondi-
coes hVBjenieas ecapicidade para passarera ah a se-
mana ns aliiuinus que pela Ion-ilude de soas mora
das nao quizerem regressar diariamente i-soas ca-
sas.Francisco de Freilas i,amboa, profeasor parli-
cular, aulorisado pelo coveruo.
Aluga-se um sobrado na Passagem da Magda-
lena com bstanle commndo, estribara, coclwira.
casa para pelos, oulra dila para teilor. cacimba
lodo murado, com um uptuun banhn no tumi 1 ; as
pe.soas que preleuderem, dirijam-se a na Direila
11. J.
Perdeu-se no da -fll do prximo pa-- d-, m-z
urna carleira de marroquim rxo, desde a roa da
Concordia ale a ribeira do peixe, couleudo deatro
da mesma 5 em sedlas, assim como varias leltras a
saber : urna de |O0*) aceita por Antonio Alves Fer-
reira, una dila de ccnlo e lautos mil rs. aceita pelo
prelo Lu de Melibu Anlonio de Moura, assim
como ma)sduas aceiUs por Be nlo Alves Rodrigues
lupiuaniln. um lica aceito por Vicente Ferreira da
Losla da Mas-lia de 59, e dous vigsimos da lotera
passada ; ulca-se, pois, aos ditos aceitantes nao pe-
guera sean ao abaixo assignado. e qoeira leva-la
ra da Senzala Nova 11. I. que receber os 59 de
gralibcario ; a< ledras pertencem os recebimeiib
a Jn-lino domes Villar.
. nionio Pereira de Oliveira Maia.
Precisa-se de um inolrque de || a 1t> anuo-,
ra Nova n. 22.
N11 noile de 28 para 2!l do mez |ia>sado lagio
de campia da Casa Forte, da casa do abs'io assig-
nado. o negro Jos, rrioulo. idade de 30 anoos, pou-
co mais ou menos, estatura Ma, serr do eorpo e
bem espiza.'o. cur prela, falla do denles na freulc
do lado soperior, falla um *nuco desranado. Irvou
camisa n.ad.ipolo, ralea azul, foi conduzuidi.
um baln n liado de vcide do compnmenlo de 2 ',
palmos, ponen mais 011 menos, rom techadora nova,
tem o vii 10 de racliimbar, eosluma trazer cinto e
oelle a chave du b.ihu' ; foi enrontrado na. mesma
uoiie cima em procara do Rente, ,. nppe-s ler
Tugido para o serian ue Pajea', por assim o ter feiln
por tres vezes que tem lomado esle destine, ou para
bordo de algn, navio por .cr embarcadiro. u-in olli-
co da serrador: qoemopegai leve u a ra doOae-
mado, loja de mimllliai 11. 33.
Fiancisco Josc Alves Caintaries.
PERGl VIA 01 E NAO* OFFENDE.
IerKunla-se ao amor do auuuiirio iuteiido no
Diario de hoiilem n. |, em que pede a alguma. la-
millas da ra de Sania Rila, que se nao imporlem
com a vida de Smc. que declare por este jornal m
enlende-se com o bailo assignado, morador em di-
ta rna n. 2,, para prevenir supeilas: cosn que
mullo obrigato Ihe lira.
Anionio Josc da Cunha Cuimaraes.
Ollerecc-se um rapaz porluguez para caivairo
de qualquer eslabelecimeulo, anda mesmo seudo
Jora da prara : quem prelender. dirjase a ra do
Vijiriu 11. 21, piiiiieiru andai.
Precisa-se de um guia de confianra para acoui-
pauliar urna pessoa .0 cenlro das provincia, do bor-
le ; paga-se b-ni : quem esver ue-las circeiustau-
cias, d)rija-se ao cafe dos arcos.
Precisa-se de duas pessoas para o serviro in-
lei 110 de urna casa esiraugcia, que emenda de co-
zinhaeeng. mine, e oulra para costura : nv rna No-
va n. I,, se dir quem precisa.
O bilhele da terceira parle da quarla lotera a
beneficio da matriz de S. Pedro Marlvr n. 12-sD per-
tence a Josc Pacheco Meudes, do Cer.
OiTerece-se um meuiuo para raixeiro de loja
de iniudezas ou fazeudas. leudo boa leltra.
O Sr. Eladio Ciolm.i deisou de sei caixeiro da
casa romuicrcial dos abaixo asignados de-dc 31 de
dezembro prximo passado.Arauaga i Brvan.
- ~ ,,recisa fallar rom o Sr. Viccule da l.unlia
Souto Maior, que mora 110 engenbo Doos Braios, e
negocio que mo ignora, na travessa dasGuzes'o. 14.
Jos Antonio Anselmo Moreira declara pelo
prsenle, que o annunrio da compra da taberna sita
ua ra de S. Jos 11. 2,e enteude com Victorino Je-
sc (..ii-rea de Sa, e n.lo rom Larangeira, como trata
o aununeio inserto Do Diario n. 1.
Nos abaixo assignados, faltaramos ao mais sa-
grado dos deveres, nao dando puUicamenle om il-
leslado de gratidlo ao Sr. Jos liaggero, rapilao de
po ac sarda Mario I-liza, pelas boas maneirss e
111 que fomos ub-equiados dorante a
Aceite, pois. o
eslima e ronsiderarao
que uos sinceramente Ihe tribuanme. Pernamboro
f. de janeiro de 1856.Adata Rebu.,iui. Angiolma
Remoriin, Jusia Callo, Domingos Ternavasio. Test-
erea, Xeruoriiii. Jum Ipolilo.JFederigo Callo lomba
c suaseuhoia, l.u.za Remoriui, Joao Fll lilis, Fran-
cisco Rivoiza, Iniocencio mu di/, lu. I eao Ri-
guiur. Achule Reinorini, Teresa Vietle.. Coslancio
Umoumi elilho, D. Jos Mana Kan-onda
--.----- ------- .W...WJ ......"HI
nossa viagem de Cenova para esta.
Sr. aggero as cxprcsses de estima
&$*s^$*s*
CONSULTORIO
IIOMIEOPATHICO.
28. Ra das Cruzes 28.
(Gratuito para os pobres
O Dr. Casanoca da consultas e tai vi-
zilas a qualquer hora do da.
No jnesmo run.ultorio vemle-se
m
m
m
i
i
O TRATAMENJO IIOMOEIPAITII-
CO, ireserralko e curaliro it cholera J
inlelligencii da Cjk
sjM ||
ismai
I
tal para dgibeira, canll-bro*, laulernas, lo*>e|
vidros para nerviro de mesa, urna grande porfo de
iniudezas de diversas qualidades mullo modernas, e
oulros muitosobjeclus, etc.. etc., que se acharan pa-
tentes no mesmo armazem no dio du leiiau, os quaes
serlo vendidos sem limite de preco algum ; a-sini
rumo varios esclavos moQos e de bouilas figuras, de
ambos os sexos: sexla-feira, i do crrenle, as II
lloras em poulu.
rmenlo, por sua roma de livro, Il>2-I0; Jos Fran-
cisco dos Sanios Miranda, por sua conla de livro,
SiSyOOO ; .loso Vieira de Oliveira Maciel, por sua
conla de livro, 21.-,V)0 ; Juaiiua Baplisla das Ne-
vos Seixas, pur sua coula de livro, i I3KS0 ; l.ouren-
co Jiisliniano, por sua conla de livro, I2i.*5:i80 ;
.Manoel Pereira de Sa e Silva, por saa conla de livro'
-0S350; Manoel Correa Gomes de Almeida, por
sua conla de livro. 22*?tili0 ; Manuel l.uca Ferreira, I
por sua conla de livro, 27>>UO ; Manoel Ignacio da
ConceicAo, por sua conla de livro, lgOBO; Manoel
Pacheco de Queiroga, por sua conta de livro
|HH,: u^reM Ur ,T '^fr' ."' ":rU:.M.?!? .Ydn0el.d.a.::,IV,,..,errer." Ju"iuf.:..orte : na liv.aria ,,S. e8, da prara da
tnorbus, accommodado
I pavo, cada Tldelo.
Carleiras de 12 medu-amenlos
para o cholera, a K> e 12-tKHi.
'i 011ra de Indura. .....
Tabee avulsos, a 300, 51111 e
Carleiras de Indas OS laiiiaubos
multo em conla.
N. II II. medicamentos lioiim-opathi- ,_
rus que forem comprados por ,-oi.la do go Wf
verno desla pros Mein. Ia*taa o bsliii.riilo utft
de 20 por reiilo sobr- o valor de que ordi- 2k
'- sr venden) ao publiro. (0)
^ Ferj-iinla-M- pola sej-tmila vez aoSr.
HigueJ Esleves Alves; portugueg e .11 ma-
dor, cpie mora
Sanio, ate u
uariamrnle
do G
V!mvi.>\' .riiH-ro-i-o.
Preeisa-se fallar aoSr. L;ii/. Augusto
Fernandes Vieira, que veio em marco do
por sua conla de livro, IO-jOOO ; Manoel Esleves da
Costa, por sua cotila de livro, 2>T:lll ; Manoel Joa-
quim Antunes Cavalcanli, por sua conla de livro,
17*1100; Dr. Miguel Archanjo da Silva Costa, por
sua conla de livro, 33*500 ; Miguel Pereira Ceral-
des, por sua coul.i de livro, :12?i(H) ; D. Mana
Francisca de Lima, por sua conla
Dr. Nabor Camelro lie/erra Cavalcanli, por sua
conla de livro, 159000; tilinto Diirucllas Cantara,
por sua cont de livro, :ft<3oll ; Pedro Comes da
Cunha, por sua conla de livro, 2(i--*'.llKl ; Rufina Ma- I
Independencia.
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva,
queira dirigir-se a esta t\ pographia a ne-
gocio sen.
BICHAS DE IIAMIIIKGO.
Ka ra estrella da Ro-ario, loja de barbeiro n. 2,
irej;iit'/.ia o l.ui|ni
piando quer abusar da pari-
enria ja 'escolada, uequein lia ipialromc*-
/.es tem sido diariamente Iludido por lao
ridicula quanlia....
all de latn.
0 padre Vicente Ferrar de AIIjiiu,-,,.,-
que continua com sin. aula de latim, do
da 2 de Janeiro em dmirte, pela mesma
maueira tob as condirt5es ja' annun-
ciadas.
Prccisani-se de ti al*-,ll.ado.fs para
abrir o encanamento do rio Belienlie : na
cidade .le Ol.nda, junto ao pi/.a, a tratal
com Norberto Antonio Lealdade.
Pe
a primcira secrao da consulado provincial
e iiir<, .11311111 venden) se bichas de llamburgo. chegadas pelo ul- !, '"'"' ""* Pr"pnrlaii..s ,iie> predio, urbanos da
lel.ilho,
1110- 'r.e-71:1 <""" ale e d.. dos .Mingado. ,,e a. SI
I das ule.s para o pagaaMnlo da derima do primero
semestre do anno tin..r.-.. de.lsv, a UC-f, liadain-
Im eni da., ir
limo navio, aos ceios e mesmo
licu prero.
lotera do rio di; janeibo.
. i 11 "* "'* ''o rorrenle n
ACIia-ie a venda as lujas do costume, mcorrerao na mulla de :l por .-,........
na do Espirito .santo, por sua cunta de li-ro, um pequeo numero de llillietes da lote- ; "I" leix^ieni Ma, por sua conla de livro, 20SWK); I ria de San-Pedro de Alcntara : espe- O asssgnade rsa a toslaasM ne..,,,- njn
ramosas lisias lioie. pelo vapor nacional ; ^T^^r^"'^ "'""" ''* ,,,lsr*"" <* de.-
i-, 1 1 "."*,< um do correal.-.Joaiiuim Irrrtirn da
distribuicao da\&to*.Jmtior, < rrrtiri **
Sdvrrio ferreira da Silva, por sua coula de livro,
2i.-:',oo ; Simio Jos da Anvado Santos, por sua
conla de livro, :IOMJOO ; Ihoin Correa de Araujo,
por sua coula de livro,269500* Ihomaz Jos de Mal-
tos, pur sua conla de livro. 12- ; viuva de lla\ inun-
do Piulo de Abrea, por sua conla de hvro,l2>'J00 ;
Paulino l-'ericira Jnior, por sua conla de livro,
121970.
Nada mais se Mntiaha em dita relarao aqui bem
e iioluieiiie Irauscripla, depois do que lendjjo.sup
oje
os premios sao pagos a
mesillas. I ~ '"'"K'nn lerrei.a da Silva Jnior r.-,, a qoal-
I 111 individuo da Ireguesua de San- i,"-r i","1"> me sejuu.r seu .-mior a TiiwiTi
Josi-, rosa por favor a algumas familias E?!?.''2Vy? -'Weia, ai.-10.1 mnm.
da ra de Sania Hila, que se nao i...... "; <"'"""u "" ,3' 1","":'r,, "*

I u.i 111.1 m: .tul,( una, (iic se nao imoor-; i.,.,,- ,
' tem con, sua vid,, e ,em dado p.-ovas'que \ ^yZg&tSSA ^l 'ZZ
u nao teem educarao, e com especialidade! D"" ,,"",*,l,;e Bel,ru "su, uberna-em Fon <
- SeUS pas. Vo\ de Janeiro eu. dianle. e gvrar u|
1 ta/ao 1 e Jo.i-l.uiu-at.- 11..11. ,_ -^sss"-*
rulo de Josc Uoealva Beltro A trnsla.
MF HOR FYFMDI AD CMPAM
A r\a^N
rsi 1x11 a nr.


D t>a
QUInTA Fi
k P J NlhO t 856
CMJiL OftIO
4d*4*&
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IAIA IRI 'OS.
'. A. Lobo Mosco.-., u. co'' |r ordinario* a qualquer hora riu dia ou noile.
lloras da
maiih a ale o meio dio, c em cosos el
Offerece-seigualuje
quer iDiilhcr que esleja
I i i$l -;" -'"'
U(Terece-se igualiueule paraV' ,u'r 1uquer operacao deciraVrsjU, e acudir prouipUmeiile
mulherque esleja mal .(( "' e aiascircunistauciaf nao permitan) pa^ar ao medico.
quai-
iccn a honra de participar aorespeita-
vel publico queteemaberto urna nova luja
e fabrica de chapeos na ra do Crespo,
no .sobrado novo que faz esquina para a
tunde os compradores
ao Sr. Joan l.eitedo
o abanado *.* Bom Jerdiro. sillo da.
nuradur i.o Carato^emure prximo pas-
arto apparece. tmnl caso. ...,.,av,1 ,, l(<. ;
O baixa
Krias. i
ra di Mangu
nio Feliciano*,
comprar ; qui
pOIS li.ii tesp-
a ;i|)|>;n. e-i.
i. .), o
inln
fu** ova
VENDE-SE O SEGUIRTE:
Mam'-'' '""'l'1"1" 'n uieddicina liomcopalliica do l)r. (i. II. Jalir,Iraduzidocoi por
(rguei pelo l)r. Mosrnzo, qualro voluntes enradernados eai dous o acompaohado d.
ni diccionario dos termos de medicina. ciroreia, analomia, elc.i'lr...... U{OU0
EsU lira, a maisiinporlanle de loda asquctralam du estiidu c pratica da liomeopalhia, pur*er .1 nica
quo cont 1 base londaiuenlal H'eata dooiuaA PATHOtiENKSIA OL'EKFETOS DOS MEIMCA-
Mfirfl'OS MMMHiA.MSMO KM ESTADO DE SAUDEconhecimenlot que nao poden) dispensar as pes-
soa que sequerem dedicar a pratica da verdadeira medicina, inleressa a todos os 'medien que qui/crcm
experimentar a douirina ile Uahoemaaa, e por si meamos se convenceren) da verdade d'ella: a lodos s
aiendeiroae senhores de ensenho que esiao longo dos recursosdus mdicos: a ludosoa capities de navio,
que nma ou oulra ve? niio podem deixar de acudir a qualquer ineommodo sen ou de seos tripulantes :
a lolos os paii de familia que por circumslancias, que nem sempre podem ser prevenidas, alo |obriga-
dos a prestar a continenli os primeiros socorro ero tnai eufermidades.
O vade-mecum do homeopalha ou Irailuccu da medicina domestica do l)r. Herinc,
obra (ambem mil >s pessoas que se dedican) ao esludo da homeopalllia, um volu-
me fraude, acompaiiliado 1I0'diccionario dos lermos de laediciua......
O diccionario dos termos de medicina, eirurgia, anatomia, ele., etc., encardrnado. .
Sem verdadeiros e bem preparados medicamentos nao se pode dar um paseo segara na pratica da
liomeopalhia, e o proprielario desle esl.ibelecimeuio se lisonccia de tc-l o raais bem montado possivel c
niu-iieiii duvida boje da grande superioridade dos seus medicamentos.
PRECOS INVAKIAVE1S.
Boticas da 5" ou 110 dyoamisaco.
i-2 lubos.................." .
Ji ..................
10-001!
::jihk)
De
e
De
De
De
36
48
eo
Menores.
. HSOOO
. i."atKio
. liOJIMM
. ")9O0O
. ItOjylMHl
. tisooo
(iraiides.
10NHKI
iaOOt)
308000
H.VSKK)
I
quenn brilliai
no. baja, quei
lauto qtienlu >
Joao da Silva
ir. 2.
N.O. Bir
bheo eao Coina.c
meier desejando 1
ser socio de nos-a
>:'ii lugar os Srs.
Peinaiiibiir.o I.-
De 144
Oualquei desla- boticas cni lilicturas, o dobro.
I ada tubo avuls....................... I-uno
Meia onga de qualquer lindura d quinta dvnamisac,Ao......... ?000
L'm frasco da verdadeira lindura' de arinca............. l'"00
Na mesma casa ha sempre i venda grande numero de tubos de eryttal de diversos lainanhos,
vidros para medicamentos, e aprompli-.se qualquer encommeoda de medirameoloscom luda a brevida-
de e por preces muito rommodos.
1.
-
Terceira edicio.
TRTAMESTO HOIEOPATHIGO,
Preservativo e curativo
i
i
.V
i
4,
Oflbaixo
miirt letliM da <|
htO tlll ftDVIO DaJ!
Anloinnllv Aglac
.1 ililH trilfi iriid ,
CHOLEHA-MOBUS,
PELOS DRS.

00
t^Jt-m^^JHtXiJaB3 WBZ Jf J*L. Jal 3i=l5 6 i
ou luolruc^ao ao povu parase podercurar desta enfermidade, adminisiiandoos remedios mais ellicazes
para ala/ha-la, euiquotilO'Screcorrtao medico,oti mesmo paracura-la iiidependenle desles nos lagares
em que nao os ha.
THALUZIDO KM POUTUCUEZ PELO DR. P. A. L0150 MOSCOZO.
Estes dous opsculos conlcmas indicacoes mais claras e preeiras, e pela sua simples e concisa eiposi-
cilo eiluao alcance de todas as iulclliaencias. nSos pelo ioe disrespeito aos meios rnralivoi, como prin-
cipalmenle aus preservativos que tem dado os mais sadsfactuhos resollados em toda a parle em que
elle- Icio sido pofloa em pratica.
Sendo o irataienio liomeopa'.liico unjeoque tem dado grandes resultados no cnrali ve desla horri-
velenfermidade. julaamus a proposito Iraduzir estes dous Imporlanles opascnlos cnrlnigua vernecn-
m^,, la, para desl'arte facililfr a sua leidua quem ignore o trance.
"? Vende-se nicamente no Consiilloriortn Iraduelor, ra Nova 11.52, por "J-S100. Vendem-se lamben
os-medieameulos precisos e boticas de t;2Aibos coiu um frasco de lindara 153, ama dita de 30 lubos cora
s-y"'livro e 'J frascos de Unturas. 25Q00O.
na ila Cudea,
ai liarao desdo boje em diante um bello
sor ti ment de chapese iazenda tendeo- tendo
., .11 I cima 111 a|
les ao niesinoestalielccnnenlo, c por me-
nos proCjodoquecmoutra i|uahiut:r parte,
tanto em porcao eomoa tetalbo, e desde
ja Hu reeommendam clii[)eos francezes
de bonitas e. elegantes lriaas c de !io;i
ipjalidadc, ditos leitos na Ierra de todas
asquabdades de pallia, seda, e montara
parasenborii,delustre para pagem,eum
ricosortimente de galOes finos, de prala
e ouro para os inesmos; chapeos de castor
francezes eingleses, ditos de Italia para
homens, meninos esenhoras, do Chile linos
para homens, meninos e senhoral, bone-
tes de todas as ipialidades. assmi como se
apron qualquer encommenda tendente
ao mesmo eslabeleeiinenlo, e ludo por
prei.'os inaisbaralos do que einoutratpial-
quer parle.
.Muta-so unta graode casa com sol.io, : (piar-
los, eoiinha fra, estribara, casa para prelos, u co-
piares, porteo de inaileira, bou) qoinlal plaulartn,
sendo na Capuaga, raulo da ruados Dropes: os pre-
lendeoles podem dirigir-ge a ra do (Jueimado 11. 7.
(y O Di". Firmo medico, mudou
a sua residencia para a ra .Nova
n. 25, primeiro andar, e conti-
nua no exercicio desua prolissao.
O padre Tliomax de Santa Nariaaus de Je-as
alasalliAes mudou a sua residencia para o paleo da
Sania Crol 11. \2, Iresoezia da Boa-Visla, e conti-
niia a eosinsr pini|-ii.i- ledras, graminaliea porlu-
gaeza e n m.us tpic easinava ; e promette louo cui-
dado e toda dedicacao para o adiantomenle de seus
discpulos.
abaiio auiuuailo para o
as n mandar conduzir,
oer oceurrencia qoepos-
' deembro de 1850.
ntoiiio lime-* l'essoa.
do Mondeso Ponte de
Desmallado, com um pe-
< selembi'o do nesgado an-
u ai bar, pelo que receber
mete valer, de Qfttregg-to a
,Na!>ui 1, na ra Nova:, Inja
.lup.inliia parlieipam ao pu-
n uer.il, i|ue o Sr. J. Teai-I-
r--e d 1 coinmereio, deisa de
desde Imic, i' que e-itram em
. I'. Roeck e |". |). I-Voei boei d,
ineiro de IK56.
\ eiiile-se um cabnulet em bom uso
na 10a do Collegio n. I, primeiro andar.
a irala
;n-ilii faz publico, que perderi
1a de i.i ti 1 dala iie de sefem-
, e asM-.nada pela Sra. D. Alaria
cJsc.eque oiugaem negocie com
pois lie inteiramenlp senj vigi'r.
1 de 1,'viti.Miclirl Moral.
tei lie 1. de jane
innunciou querer ai rendar urna
-- A psoa .p ., >I1X.....J,
Diaria, dinj.-se
L.era de car-
nauba
Veode-se cera de carnauba a relalbo e por alara-
00, mais bjala "do une em entra qualquer parle ;
auemqoiaer aproveileea da setsiilo: na tua do
IJueimadon. 69. toja de ferra;?cii.
SYSTEMA
'r.ttOS )'>.n |i; 11- J: I s
> i'.- conservar s eiuida
'jitciiii : veitfieiit-Ke na pra-
5a d Cor|M> auto, anna-
/ ni
v>iei
IIOI.LWAV
)H!L'TJ{V,
1 seguirla mo um rompen lio <'c
t.ornpra-s, ., adp|ado na l'aroldade de
liireiii, Eeclesi ,.
Direiio desla r.l
labiuer porriio de calica a 210 a
w ira da ra da Roda.
ou ilii^-> u'iii live aiiuuiicic.
r,|t 1 u .; : II I c
Compra
para dar lfiie
f^rii^i
K$ta<
-
.
RAPE tlAICE. .
0 verdadeiro e genuino rape trancez
deve ter preferencia sobre outi o qualquer ]
rape tanto pelo seu simples e agraaavel
aroma,como pela sua qualidadebigyenica,
yisto nao lera menor coinposiciio (pie,
fara dair.no as pessoas que de'.lc lazem
uso. Vende-se por jjOOO cada meio -
lograma, que gulamuito mais de urna
libra: as tojas dos Srs. Moreira & Duar-
le ra db Cabuga' n., Joiio Cardo/.o Ay-
res ra da Cadeia do Recite n. VI, e no es-
criplorio de Burle, Sou/.a & C. ra da Cruz
11. 48.
*; a viso importao-
tissimo para os
Srs ioffadores
das loteras* !
O cautelista Salustianu
de Aqu no Fer.eira
avisa sos Srs. joaadorea das loteras da provincia, I
que os precos dos billieles e cautelas lieam liuues'.
como abaixo se demonstra, os qnaes aso pagos -ern o
detcoulo de oilo por ceulo ila lui as tres priiveiras
sorle uraudes em quanlo existir o plao aclii.l da
> .-'. .",,000 bilheles, pelo ,|ual alo eatrahidas as loterias
da provincia. Kilos eslo espostoa vemla as to-
jas do costme. So be rcsponsavel a pasar os oilo
por cenlo da lei sobre os Ires primeiros premios
gandes em seas bilheles menos vendidos em ori-
gjasea
Recebe por ioteiro 5:iMH)sooo
_*: VKI.jIlOO
1:6669666
I^iOSIOO
i) 1:(KKto()00
< 0259000
t a 5OO1JO00
2505000
o eaaleli'la
Salusliano de .tt/uinu terreira.
UKI1ISII CI.EKkS l'KOVIDENT ASSO-
CIATIOK.
1 ie suhscriplions for Ihc mouing monlh will be
received 011 llie 2 ud prox. hetweeu Me huursof.'i
i l> V M a*t 11. H, ra do Trapiche. Applications
for new share fc>ll also be receixed al lile above li-
me and place. By order.
LOTERA da provincia.
Vespera ue Sieis, 5 to
trorrelite, as 9 \4 lonjas da
mailha, he a extrac^So
d terceira paite d;i quar-
ta lotera de San-Pedro
Martyr.
OUveira JuniorS, C.
lotera di provincia.
'-. :'
a

Bilheles 58600
Meios 29*K)
,t Tersos i 51120
1 CJuarlos 15II
l.luinki- ll(10
'-.^-" l)itavo's Decimos 720
00
t Vizesimos IDO
f
DENTISTA FRAXCEZ.
Paulo Gafguoux, dentista, eMabelecido na 9
O ra l.irua do i.u-,iri '.Wt, seguildo indar, ^'
eolloca (ionioscmn n prvtttdodo ar, e chamba -,.
CP dnic> com a massa adamanlint eoutros me- ;
lni. Sr. i'i'i "U ii!f e mais membresda rom
mitso de bygoiio desla provincia. n Paulo Lui
Gaisnouii danlia fraucez, que precisa a l>em de
si' direilo, Vs. s. serem servidos examinar a pre-
pr>^ao (leijucse serve i-ara cliombar denles, e de-
noniiuou matsa adamantina, em nrdem de veriflear-
M (ue a ilila preparaea diflere inleiraniente de lo-
das at cosbeoidaie Pede a Vs* Su. sejam servidos de-
ferir-lbe como reouer.E. Ii. Me.
/'(tltlll CVUZ H'lifJH'.H.l .
A RMan denominada pelo sapplicanle*- Adaman-
tinae por ello aprsentela a commissao de hvCie-
e publica. lilTcro de Indas as apresenladas nesaa
mesma oceasiAo por oulnn : sendo a eenfroulaco
feita na presenta de lodos. Sala das sessoes da com*
mi>>o SOdejuIho de 1KV>.i)r. A. Fonseca.
EEPERTOBfl DO MEDICO
KXTRAHIDO DE UUOFF E BOEN-
NINOUAUSEN E OUTUOS,
p poslo em ordem ;iljibabetica, com a descripcao
abreviada de lodasasmoleslios, e indicado ph\sio-
loglca e tlierdpcolic.'i de todos os medicamentos ho-
meopalhicos, sen lempo de acedo e concordancia.
seguido de um diccionario da signilicacao do todos
slennos de medicina e eirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO 10RAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscaros seus
exemplares, assimeomo quem qui/er comprar.
M.i-- adamantina.
HecerluicDle reronhecida a excellcncia desla
preparaco para Chumbar denles, porque seus resul-
lados sempre felices sao ja do dominio do publico.
Sebastiu Jos de Oliveira faz uso desla preciosa
maesa, para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rem honra-lo disbondo de seus servidos, podem pro-
cura-lo na traveksa do Vigarion. 1, toja de bar-
beiro.
S J. J^E, DENTISTA, %
contina a residir ua ra Nova n. 19, primei- ^
as, ro andar.
) *S-3-S
Precisa-se Wllar com o Sr. Monoel Mendes
lerreira tiuimarAeti, ou com pessoa encarregada dos
negocios do mesmo : em casa de Paln Nash & Com-
panhi.i, ra do Trapiche Novo n. 10.
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABRE E LIMA.
Anda exislemultiius cvcmplaresenquudernados,
e acham-se a* venda na loja de livros dos senhores
Ricardo de l'reilas A C, esquino da ra do Co!Iko,
e em casa do autor, paleo do Collegio,casa amarella,
no primeiro andar.
lina pessoa versada em latim. liance/., ingle/.,
porloauez, gens^apllia, Keomeiria, arvtlimetica e phi-
ioMipliia, eiisiua pora a degue/ia de Santo AuUu ou
parle coiijuiila a ella : quem precisar onnuiicie.
Desappareeeu no dia 2, da Capunoa, da casa
do abnilu aasignado, um cavalle ruco pombo, car-
reja baixu, o qual foi encontrado sollo na estrada do
.Maugiunbo, em procura do engetiho Ooimuuba :
quem do mesmo Uver noticia, c queiendo maudar
pnf um proprio ua casa cima, ou a roa da Cruz u.
Its, primeiro andar, sera generosamente gratificado.
francisco de Paula Fiuueira doSaboie
Avisa-se enearecidaiueule ao Sr. J.de I). \.
('.., veuba quanlo antes resbalar o seu penhor que
empeiiliioi p,ir 11 lias. ej. val com dous mezes -cni
ter apparecido ua Boa*Yisla, onde iuo Ignora.
Precisa-se de um criado: a tratar na ra I'i-
reita n. III, primeiro andar.
Alu;;a-se lima ama larva ou capti-
va, qucsaiba cozinliareei>gurniuur, para
casa epequena lamilia : no pateo Carmo, sobrailo,n-7, primeiro andar.
-'t,--z-----g^
;
i t-r
i
, O abaixo assignado Ur. publico apenar.
t em loii'equencia de nna imiuncios inseras
*.-.< nesle OiariOf nos ultime- das .lo anuo li:i-
'%v5 do honiem, aasianadosjiorum dfi srtKcrr- :,
35 doretque, sracas a PROVIDENCIA, H||
r; moda desla ve/ abortn O TEMEROSO !
\\*. l'iOr.Ml.sTIC.O IIESI..V MOKTE! esa- |*
i.' railo em m//i arro/o exttaordinarot no ?
rtA almanak, para o ure*eiite anuo, qoando "--*j
* diz as follras 1178, ser > ensenho l'.NA DE :'-'-:
paai
llllllli.lS llllj
de algibei'
'le algibeir,
aslteo e Civil
M
uta as liem eonlieetcias lo-
ssas nesta typogranliia, as
520 e as de porta a 100; as
Inri do La leuda rio eccleki-
contciu M
.MEDICO
iVVi
l'il.i LAS IlUi.LOWAY
Este meslimav elespecifico, composloiuleiranieu-
le de liei vas inedicinaes, uAu conlcm mercurio, nem
alguma otilra substancia deb i Icrea. Itctiiaio mal
tenra inlaiuia. e a coiiiirlcieau mais delicado, li-
igualmenle promplu u seuuro para desarraigavo mae
ua cumpleieao mala nduisla : be inleirameiile inno-
cente e,;t snas opeiaeoes e elieiles ; pois busca e re-
move as doeiieas de qualquer especie e ^ro, por
mais ulicas o leares que sejaBi.
^jl'Jn'i mitliarea de pessoas curadas com este re-
medio, inultas qu. ja esla>am as purUs ra minie,
preservando em seb uso, coiiseguiram recobrar a
saude e foros*, depois de luver tentado intilmente
linio- Os Olllros Itlin-illo'-.
As mais afilelas nao deven) ci.tregar-se a desespe-
raco ; lacain um competenle eusaio dos ellic/es
elleiles desla assombrosa medicina, e prestes recu-
peracin lieneficioda saude.
Nao se perca lempo em lomar csse remedio par
qualquer dasseguinlesnfcimidad
i. ?{,dc ostrn lio-
(partas frauce-
zas.
\ elid m-se superiores carias trance/as pala vol-
larcle a MKt rs. o baralhn : ua iua du Oueiinado,
leja do miude/as da lloa I ama u. :C1.
de
paes, provii tae e guracs
todas aselasses da soeieda-
isregu lamentos parocliiaes,
enterrse sello, tratamen-
olest'.as, iiiclusivea do clio-
ineilade.se regras pana (a-
ft|tteijosdedilYefAte8qa-
lidades.difclCC*!,a,,, postOi mu'
pie anecia
de,cxtruct<
do ceiutter,
to de varias
lera, eolitos
Accidente se pile pdcos.
Alporcas.
Amputas.
Arelas mal d' .
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
llebilidadc ou e.xli'iiua-
co.
tlebilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
. Hcsinferia.
siniiodos itr.- Uur de garganta.
. de barriga,
o nos ruis,
llnre/a no ventie.
Enfermidade. no ligado.
venreas.
Knxaqucca.
Erysipela.
Kebres biliosas.
inlermiltenles.
correlas,
deste bispj
efitas pe!
ligo lolilllll
vilegio visl
rastl o pr
vciidetii-se
S, da prac
Ora cao
Acha-seji \
Independenc
ces contri o
le. a Ii) rs. c.
OTiiIblllK
> <
383 S. AMAO. prupriedade ra MIVA'I)]-; -J
^ ANTOMU CAKIOSI IJueessa dnen- '
tend declararlo se enlende com
;^m
5*;; nuci>m(e pAo re-l.i duvldi
'At qaeem S. Anta uflo 0.1 oulro na, ^
filS tliu P"' "do luver .lili uenhom oulro pro- *^
S| prielario eo readeiro, que tenha tettsdou$ "T
&R prmtiros notne*: n eulrelanlo que o an- ;';is
i^g noncanle, qne lein naquelle ensenho ama **>
kSy peqena parle; esleve coltivando-o al a
; ; inaudita e fatal te/tararlo ile *ua uuilhrr,
^g lilh.i do Sr. commendatlor Antonio de .S'c-
Ji^ t/ueira Cotateanti do ensenho KsHapagi-
^ e tU Cnlm Se nma i^l ...iul..; declara*
^ ''^" u'lCf *e' ',*' c"-;|n" ''" 'leborailor do
-1", almanaki o Ilhn. Sr. I'igue'nua, pur cerlo
i-4? f o i|ue lie evidenlf! p.irlio daqujlU's qiip,
J^ arrogantes9\m anciosamenie cr-hmor-
i (';, para uno arrisearem-se -i seren cettei-
^i do* cin juizo.
^ Mas o aballo assignado UAo sade se de- -ij-i
1
; > 1
I :
-

!a
1 a 1
.-a .
89
**-.:

s rubricas e uso
. Micltisive a resa deS. Tito,
adre Machado, o mais an-
odesta provincia, (sem pri-
:omo a constitiiicao e leisdo
bem] a M)()rs. cada nma:
ticamente iw lvrara n. 6' e
a Independencia.
otra a peste c o cliolera-
inorbus.
i na livraria u. Ii e S da prae. da
i loiliMiub" i-,m diflereutes ora-
n-morbos, e'|o il';uer outra pesa
in.
sle.itmas, pedias demar- &
a mesas, papel de peso
i pe de eiubrullio, oleo
;a em bol jas, cliicotes
ro, pianos de armario,
:i de vella, cemento ro-
UWtWJn" ie'~l<)dris"as
, cabes de Imito e de
i\e da S:i,cia, chain-
nlios linos do ilcnlni :
no armasen de C. J.
b., tua da Cadeia n. i.
i'ebrcloda especie.
Gota.
Humor rboidas.
llydropisia.
Ictericia.
Indines toes,
lullammaeoes.
Irregolaridade da meiuj
truacao.
I.ombrlgas de lodaespe*
ci.
Mal-de-pedra.
Alancliasna cutis.
Obstriiceao de venlre.
I'lilisicaou consuinpcau
pulmonar.
'eleno d'ouriua.
Hheiimatismo.
Svmptomas secundarios.
Temores.
Tiro doloroso.
Ulceras.
Veutrco mal.
?eudem-sslaa pillas no eslabelecimenlo era
de Londres, n.S44, Slrand, o na loja dV lodos o.
boticario*, droauislase oulras pessoMcnearregadas
do sua senda em teda a America do Sul, U a va ni e
llespanba.
Vende-se boc liiihii agUO rs. Cada urna dola
conten urna in.lrur.cjloem porlusnez para explicar
o inoito de se usar deslas pilulas.
O depn-id ral be em caj do Sr. Soum. pbnr-
iiiaceutico, ua rua da Cruz n. -22, em l'ernam-
buco.
Na rua da Aurora b. :*. primeiro andar, b,
para vender us rr-iu. d. mobilia, Um Inrrador e m.n-
nllo proprio para rclinacan ,.u para qualquer nutr
esldbeleriiuenlo, Ireni de cuoiiba. caldeiroes sr--
des, 2 caniliriros palele iuglti, rolbere. de melal
lirincipe ; vende-se lodo ni conla par* .iral,
ralo,
i ai \.\s de FEaao.
Na liindicao' d'AiiKna asaj Sanii,
Ainai.., e lambern un DKI't SIIO H
na do liriim lojjo na entrada, dcli..,,
te do Ai-senal de llai ni'lia Ji.i Minpi,-
um {pande sorliinenlo de tiiiilia tasajaj
de labrica nai ional como i-slian"e:t.i,
batidas, fundidas', grandes, [Hipiena,
raas, e fundas ; e em ambos os nfasTSJi
eiJatem ipiindaste, pia ca r noas, oti carros. Ii*res re oVaavassi. o
precos sao' os mais 'unriio.l,.
JT CBTBS TURCOeV
Vendem-se estes ortfario. rana dt i. |*ela
com piulas carmeno* lislradn-. m ntai. lindos ow*-
stveis pela sua Bovidade t padn.e.. ,. ^. ,f
nas lujas dos Srs. Campes A Lauta, rua do i.t*a :
Manuel Jos" I.elle, rua do Oueimado ; Noretsu Ma-
n., da ludria, por pree.i niuim ero
Carueirn.
conla.
Vendem-se sellins cnu |k-i lenccs Inj.
tente inyle/., e da mellioi rpialidade ipr<
tein viudo a este mercado : no ai rna/em
de Adausoii MoxvieAC, i ua do Trapi-
che ii. %>. ^
Na
Sanio
dus i
&C, na
Em casa deN. O. Biebei
da Cruz n. ';, vende-se :
Vinlio de Uadeira em quartos e oitaves
barris.
Vinagre brancu.
Tin la! en; oleo
Lonas.
liriiis da ttussia.
Papel le einbrullio.
Saceos de esli ni.
Cemento
P
i
O !llt:i o
O" t1llllll|.'.|!(K
^istehina trau-
8ss.f *& ^sss
t>: V .-vf -*" '7:
Madama III ni.liii li-m reeebido peln ultimo na-
vio Irau.e/. rhurulale Uaunilha a INIOII a libra, dito
Bagueres a Is^ht), dilaBaln Ture a laSK), e um sor-
liinenlo da Caivmliasde oulbitn .
^ousas unas i
boifis gostos
N-LOJA da boa fama.
Vearlem-se ricos loques com plumas, holola.e
espelho a 2-. luvas de pellica de Jouvin o melhur
que pude baver a lySOO o par, ditas de seda ama-
rellase brancas paro bomem e senliora a tj0, di-
las de lorc.al prelas e com bordados de core a 800
rs. e IsiOO, dils de lio de Escocia brancas e de to-
das as cores para bomem-e senbora a .'<00 is., dilas
para meninos e meninas mullo boa fazenda a 3^0,
lencinhos de relroz d* ludas as core, a 15, t"ucas de
Ua para senbora a (iiO. peines de tarlarusa para
alar cabello, fazenda muilo supeiioraSS, ditusde
alisar tambem de lartarusa a 38, dito de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imitando muito aos de
tartaruga a laS0, dilos de alisar de blalo, lasca-
da muito superior a 3:20 e 500 rs., linda meia. de
seda piuladas para enancas de t .1 3 anuos a lc*SO0
o par, dilas de fio de Escocia lambern de bonitas
cores para enancas de 1 a II) anuos a :1J1) o par. e-
pelbo- para parede rom escolenles vidro. a 500,
.00. \,< e 19-200, tomadores com pos a l>"i(io, lilas
de velludo de todas ascures a Ititi e 210 a vara, e
covas linas pera denles .1 100 rs., e finissimas a .">00
rs., dilos finissimaseom cabo de marlim a 19, tran-
cas de seda de todas as cores e laraoras a 320. 100 e
500 rs. a vara, sapalinhos de la para enancas de
bonitos padroes a 210 e 321), adereros prelos para
lulo com brincos e allinele a 1>, tilicas prelas de
seda para chancas a l>, travessas dasqueseusam
para senurarrabello a |>, pislolinbss de metal para
chancas a 20" rs., galheteiraa para aieile e vinagre
a 39200, bandejas muilo linas e de lodos lama-
nbos de l>, 38, ;)> e (S, meias brancas linas para
senbora a 2il> e 320 o par, dito prelas muilo boa
a 400 rs.. ricas caixas para rape com nqunsimas es-
tampas a :i> e ftOO, meias de sedade cores para
111111...... o lid. rbaruleiras Inuitii linas a 2>, n.-lne-
para bengalasl 40rs., pa.tas para guardar papis
a 8(10 rs.. uculos de armadlo de ac prileadoa e dou-
radosa (ii(), 1-se |s-J00, lonelsa eom oro de blale
e tartaruga a 500 rs. e 1$, superiores e ricas beaga-
linha. a 23, e a ."ido rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavado pequeos e"grande, fazenda iniiilo supe-
lior a 640, 800,1, l00, |S$00 e 2-r, atacadores de
cornalina pra casaca a :I2(), peolM muilo finos para
suissa a .">0U, escovaa linas para cabello a KM, dilas
para casaca a (iiO, rapacbos pintados para sala a
6(0, meias brancas e cruas pra bomem. fazenda
superior a 160. 2iH) e 210 o par, camisas de meia
muilo liuas a 1? e i.-;2K), tovas brancas .aearpadat
propria para montana 2i(l o par, meias de cures |.|li.rj a 360, Isasitasa rt
par- senbora muilo funes a 220 o par. ricas .bolea
duras de madrepcroll e de oulras multas qualidades
e gotto para cid leles e palito* .100 rs.. livelas ilou-
rada part calcas c cuteles a 120, ricas lilas ana*
lavradas e de lodas as largura., bien linis-iino- t
bonitos padroes e Indas as Misaras, ricas franja*
brancas o de core, para cama* de noiva, lesouri-
nhaa par costura o mais lino que >e piule encontrar.
Alcm da tuiln to outras muilisimas cousas muilo
propria* pira ,1 fesla, c que ludo se vende por pro-
co qoe faz admirar, como lodos os fregiieies ja sa-
bert: un roa rio flueimado, nos quatro cantos, na
bem conliccida loja .le miudetas da lina lama
11. 33.
arados di; reaao.
lundicao' de C. Stair. di C. em
Amaro aclia-s- para vender ai-a-
-ferro de -otir- uualiilaile.
Ricos chapeos
para senhoras,
o ma'i lindos e nsudertins que lia, indo* prli t
vio fraucez lote, toncado e rnfeile* m.ila lioulo..
uvas de iwllica Junvn de toda* rore, lano pan
huiuens rumo par. aenliora : na roa do (aotlogTii
I, casa de J. Falque.
ReJogios
cobertos e cles-
cobertos,
(Ir mili), (WlcMle n<;li-/..
_ Vendem-se no escriplorio de Soulhall Melb.r A
Ouiipaiila, na rua da Cadeia do Medie o. ,'IK, o
maisMipeiiori.-srelngios cobeilus e de-robeito-, de
ouro, patente iuslex. de 11 m do melhore. I.brirao-
le de l.neipool, v indos pelooltiinn paqorte ingle
Veud-io-se queijn alo Keino, os mai. oovna
que ha no mercado a :520. r- ponile-e pela qu.h
32ii. aleiria a 00 r., inarafrao a .160.
luisuic. do Reino a IiO: na rua
laberua n. 36.
i.-.i- 1
r
to- Mal I) 1 ios,
Vende-se urna escrava rrinola, ra. en^ommadeira, coznbeir. lavaileira, e rooa
el 1 .; ; e un, esrrav de meia idade, propiio pwi
sino n nutro qualqurr rvic.i r na ro 1 da Oares
iiiiiueio 22.
Vende-se superior Teijao molalinho .Hecto
ullimaineule : na la do Vi.aiio n. .">.
Viuho de caju\
Este evrcllenlo viuda eugairalado, cb,
la a li-ISK' a garral), na. secnmles al
'fi'S /! b i O rk|i*fkO ti.fc r,J''-''''lo Krcile. casa dos M. !
.5 M V 11 SI C I 91 Uld O I Pe" i ,"ao '< "' "" eslreila do RoaMUO, r.M
* I '"' ''.'' iM,lr "a lo|a de doc 11. :i!l A.
ra padres
Este exfolenlo mi,lu eugairafado, arb.i-se mu.
la a l:WM> a garrafa, na. seguales iaberaar : na
11.u A Ir-
lo Sr. fo-
|a le ,ior>. 11. 3!l A. Por ala-
is*.'" veo.lt-e na toja 00 is. lineen A l.ritt, loa
I do ijocimadu 11. 27.
\ ende
;.'
esaa,
CONSULTORIO CE\TR\L
Gratuito para os pobres.)
Rua de Sanio .(maro, {Mundo-Som) n. 6.
O l)r. Sabino Olegario Ludgero Pinho di
~j corisull.is lodos os hias desde s 8 horas da
?? manliaa alas 2 di tarde.
?S{ Visita os enfermos em seus domicilios, das
^ / CU If IISll A lllOH !(. J O" \ k4 2 horas em ilianle ; mas em casos repentinos
e de moleslias aguda c graves as visitas serSo
s Rodrigues c!e lotiza
Jtinir avisa ao respeita-
vel publico, que sai)bdti
o do coi rente, andaiti "as
rodas da lotera: o resto
dos seus afortunados bi-
lbetes se ach, a venda nas
lojas da praca da i.de-
peidencia ns. 4, 15. li$e
40, e nas outras de custli-
me ; as surtes grandes sao
pagas seiu disconlo algn,
logo q.:e sabir a lisia ge-
ral.
aiiomeoimuiivi-ooiolerv.
Lineo trata nenio presurvativoc curativo.
fcas em qualquer hura.
As molestias nervosas mereeem (ratamenlo
especial segundo meios hoje aconsclbados
pelos praticos modernos. Estes meio c\is
lem no consultorio central.
Precisa-se tic tima ama Je leite, pre-
ter ndo-se escrava : (nem pretender di-
rija-se a rua das Cruza n. 11, segundo
andar.
Dase a qtianlia de imij a premio rom peona-
res de ouro ou pral : a traUr ua rua de Santa Kila
n. 8,1!.
I) l)r. Joaqaim do obveira
em sua casa, rua do Aragau n. 4,
Sou/.a lecciona
,or casas parti-
culares, a 1er, escrever e fallar a lingUO francesa.
CHOLERA MOBBUS,
l'eto Dr. Sabino Olegario Mdgero l'inho.
Acaba de sabir i luz este ex
muilo deve contribuir para
Iralamenlo da epidemia que se reeei
Vende-se por..........i^mj,,
lie deilribuido uralis aos Knlioresassl guanes do
tliesouro homeopalltieo ou lade-menim do horneo-
lathao igualmente a lodosos Rvm. Sis. vigario,
que acredilam na liomeopalhia.
Consultorio central heueenalliico de Pernainbuco
[Manda Novo n. t.
Precisa-se de urna ama pan fa/.er bulo servil o
de portas a dentro : no Iteciie, loja de calcado, pr-
cinbl doCorpo Sanio, ti. 29.
No aterro da Boa-Visla n. 77, fabrica de cha-
rutos, precisa-se de ofliciaes para a mesma.
PTeeisa-se de um caixeiro porluguez paro ta-
berna, de 12 a lfi anuos: ua/oaestreilado Kosariu
DE S. PEDRO EARTYR DE
OLINDA.
Saliliado > de Janeiro de IS.jli, liao de
andar ndiiliilavclmciilc as rodas da refe-
rida lotera, no esparoso salao da rua da
Praia n. 27, pelas !l e meia lioras da ma-
nliaa : u resto de meiis hillielese cautelas
icellentc opusculo, uue i i i -j i
a salvacaodo puvVno; cst'' a VCnda ":' loJaS JH -OllIlCCItlaS to
espertavel publico- Sel disconlo.
liilliete ioteiro 5s(MH .">:OO.sOO
Meio liillieie 2s800
2:5005000
Tercos l.s'.lo I :(iii.siiii
Quartos t.sii) I ri.vO.sOOO
Quintos l.sKiO I:000.v000
Oilavos 720 O25s000
Decimos 00 OO.sOOO
Vigsimos 500 250$000
Pernambuco 2 de Janeiro de 185.0
cautelista, Salusliano de Aipiino Fer-
reira.
vido a (ranqoillidade de sua coiisclencia
parnier desmentido ll MISERAYEI. V. i i
ASgi.lllOSO NBCROBIANTE. por que g
hoje 1" de Janeiro, senao engaase, Jl'l.- S ;
C..\ ESTAK VIVO, CHE' SKMIR-SE. E*
e por isso exolla de rer. que ua mulher >sjs
nao ba paseado jinda pela acerba dor de ^ j-^
cobrir-se de lulo e ne '"er-se entreeu. ^.^
verdadeira VIUVEZ, e nem estarem -eos M
muito prezadiM e idolatrados lilhiobos rr^
traicociramenle ronbados ha pnze me/es
privados 0E SEI' l'AI, de MU nico
PROTECTOR:! /> i/iieira arnera r9
de lanos DESVA'.IOS !!!!!!!'.
Rectfe 1" do anuo de IKjti!Antonio
3*' Carlos l'creira de Burgos Ponte de l.son.
l'erdeu-se um caivete pequeo de .5 tollias,
cabo de (ai taruga, lodo bordado de prata : quem o
acbou pode entregar na rua das Cruzes n. :!, que b -
ra o adiado.
Belarmiuo l'inlo de l'aiv.i deisou de ser cai-
xeiro de Jet l'ereira da Cuuba.
Precisa-se de um pequeo de l.'l a 1( annos.
que saiba ler e escrever : na fabrica de tenas de
Antonio Carneiro da Cunha.
Precisa-se de um ollieial de cliaruleiro P-ua
Irabalhar em casa particular : quem pretender, di-
rija-se ao becco de JoSo Francisco, na Boa-Visla
n. 15.
B O abaiio assisnado faz sciente ao respcilavel
publico, que mudou a sua residencia da rua do Pa-
dre Eloriano paraaSoiedade dofroiite do sobrado o.
42 ; quem quizer ullisar-se de seu presltmo, que be
curar morpbca radicalmente, sreBlin, pernas in-
chadas, ervsipella e rheumati-mo, dirija-ss ao men-
cionado lugar.Mauoel Bordes de Mendouca.
PTeeisa-se elugar urna prela capliva para co/.i-
nharem casa du ramilla: no aterro da Bata-Vista
n. W.
Precisa-se alujar ama tpulber forra, capa/.
que cozinhe bem, para lomar conla da eoxinha de
una casa de familia, c lendo as condiedes cima pa-
aa-se muilo bom ordenado : no aterro da Boa-Vi-la
n. 4H.
PUBLICAQAO' LITTERA.RIA.
. Kepertorio jurdico.
Esta publicarlo ser sem duvida de nlilidade i
principianles que se qiiizerem dedicar ao exercicio
do foro, pois Bella encontrarlo por ordem alphabe-
lira as'principaes e mais frequenles ocrurrencias ci-
vis, oriihanulogicas, commcrciaes e eeclesiaslicas le
nosso fi'iro, com as remissoes das ordenaee-, |es.
avisse rccutamcnlos por que se r. ue o i:,.i-i;. i
bem assim resoiuces dos Prasistas anlicus o mnii r-
i- liriuam. Coiilm semelliautemente
as decisoes das quedes sobre sizas, sellus, velliose
novo, diretos e dcimas, sem > Irabalhe de recorrer
colleceao de uossss leis e aviso nvolsos. Coosla-
r dedou vo'mnes em oil.iv., lramle franco/, eo
primeiro sabio ii lu/. o esui o venda poi s:-.na loja de
livros n. ti e S ila praea da lud, p-ieleucia.
Acba--e .i vettda : Ilemou-lr.ie.'Mi do. arlisos
do Cdigo Cominercial BrasHi ira, lera por Jos An-
tonio Gomes Jouior, cupis arlit;o. b"ia referencia en-
de -i e o* resulamonlos, porl.ria, aviso, eousollas
respeito ao mesmo Coil. ; e a Demnnstracdo dos
artigo* dos rcaulamenlo. n-. 7'17, 73M de 2-", de no
veuiliro de IS com referencia aos avisos, parlara*,
regulamenlos, pelos uuaes lein sido alterados ou ex-
plicados. (;uni quanlo esla obra livesso in.iieria pa-
ra id i mve grande volme, todava pelo inelliudo
dentado esl mu resumida, e compreheude depoi
da devida explicaraol 1 tahuas. I. indica us ai!-,
do Cod. com referencia entre si e os Rcgs. ns. KM,
7117. 738. TOO. SH7. ROR, S-'iS. sti:l, sii.",. 013, !>'*.
9.')2. I.ikki, 1.1101, l,t)i)2. I.3U3, 1,573. 1.397, e lei
n. 7yi). 2.1 indica os arls. do mesmo Coa. con re-
ferencia aos avisos, portaras consultas, regulatnen-
In-- alcm dos mencionado* na primeiro pelos quacs
lem .sido alterado, o e\plieado>. II.1 indica ovurl,
do Reg. o. 737 na ooniormidado da antecedente, i.-
indica os arls. .lo Reg. 11. 738 na 1110*1110 ronformi-
da le ; sesoe-se a lei n. 71)1) de Ib de selembro de
\H'i', e o ISeg. n. I.MI7 do I.- de malo de 1855: '.eil-
de-se nos din* iilei.*, das i as li horas da larde, rua
do Sebo, casa n. .;.'> I) ; prceo de cada exemplai
:,.sm)i).
O Sr. Bernardo f:ernandcs Gama deixou de ser
caixeiro da casa do ab i\n assignado desde o dia 2!)
de dezcmbio.Firmiano Jos Rodrigues terreira.
Vende
CO* 'l/l'llll.:-
prelendenli
M .111 eo,
queiendii a
d- existen,
o correul-
Rica* iran '
tiroza.do I.
I.em.os de
Peules de
Meta* de a
LA. de coi
Espelho,:
Papel de 1
luocas de
I):,rea. ..,
l'e;a de ir
cortina
Libra de
Basar Pernaiiitiuceno com as pou-
oslam, em muito bom estado : os
'ii-se ao mesmo.
QCIIIACAO'.
loja da na dos l,)iiarleis u. 2,
Na ru.i
\
da Ci
i.SS
CU
Cl.t.
do Korife 11. is. priuiero an-
idar, escriplorio. de Auausiu C. Jle Abren, ronli-
I 1111 nn--e a vender .: 89tXKI o par .proco livn, .,5 j.,
1 presteza as iniuoeas qu. ain- \ uem conhecidas e afamadas navnlha de bar.,.1 feilas
nato alim de liquidar uur lodo I""1" h"ul1 'l""-1"* W ''" premiad,, na ex,>osicao
de Londres, as Djuaes al. 111 de durarem exlrasrdina-
riamonle, nao se si iib-m no rosto na acc.io d corlar ;
ven I nic rom a conibc.in de, n.io agradando, (,o-
derciu oscoir.pradoresdevolve-lasal IS diasdepoii
pa compra restiluindo-ee o importe.
neiro.
- iia, a vara llKI
ie seda para casaca 19800
rico, padroes l.-li(K)
iruga para segurar cabello l&OO
lo para senliora, aduna 2&S0
ara bar lar, a libra 7-II1K)
ca, a duzia. orlnlo JOO
. masso de20qna ler nos (K)l)
para senliora laOO
iva, gro/.a ll-V)
do nlgodflo com bulla para
19000
nvelln grande |i.na bordar !"*bi>0
, .1
Meias ci 1
l'entis de
Libra de
Pecas de
Agullias
Resma di
I)ita.r|i5 1
Dita de 1
Chiquito
Tacas d
e outros
que se v
Vi
nos; nr
\
M anu
modo :
-- \
Taipe,
Soare*
quem
ara honiem, a diuia
do para alisar, a du/
"l para vestido
ce/, com tu varal
isinha
un papel aliare
ibn.ien
,. teso
ici imi bordados
ide para ditos
. ubjorUM ue
10 sc.11 linle.
e urna prela ci ioul.i, idade 311 a 35 au-
ssa do Cilabaoco velbo n. 36.
P
297(10
llOlSK)
C2IH)
flO
leo
iroo
2>SIK)
2-sStMJ
minos i~:im
i-r-ito
miumh; lili ,e
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundcao de C. Slarr & Compaubia
ca Santo Amaro, acha-sc para vender
moendas de calinas todas de Ierro, de um
modello e coustruccao muito superiore.
Em casa deHenrv Brunn &C.,rua da
Cruz n. !o, vendem-se:
Lonase brins da Itussia.
Instrumentos pora msica.
rlspeliiOSCOUi moldura.
(lobos para ardis.
(leiras c sota s pura jartliiii.
Oleados '.ara mesa.
\'slas de l'eriiainlitico.
Cemento romano.
(iomiaa lacea.
em-se superior a. pelo uaratissimu prerode I98UQ0 par. dita* de al-
g oa., prela. bit) v p..f ,M r., Jo Queimado, loja
le miudetas da Boj Pama n. 33.:
(]amisas ilemeia
puralaa. .
de Lia. |i*-
cjij.ntn, li.j.t
m
to
S
sp nma acra va rridul.i
i>e cozsr e a*iiQomuiara jm
ua de Heras n 11<>.
. 'ti' illcldt de i
r pret; ctim- ;
I
liOPE
-se mais de urna Icrea par do ensenho
tocn em (aleio a Miguel lleuriques
,\n, dislantene Iguarassu' meia legua:
odor, dirija-se a seu procurador Anto-
os Sanio*, ou na loja de cera, rua do La-
bu ga
Vei
lem v
caixiu
cera 1
iT para crer.
i-se as melhores velas de carnauba que
do Araealx a 180 a libra, e lamben) em
de armba, sacros com gummi, dilos com
irnaoba. por preco commndo: no aterro
., isla, delionle da bunec:: n. Ii, leja de cal-
lo comn 11 ir e.ompb lo -01 lmenlo du cal-
cados
TINTAS PE OLEO.
e-se tintas de oleo surtidas ilainc-
lidade que tem viudo a esta pra-
casa de
r lie u.
>r pri'co commodo : na
)i llowie i C, rua do Ira
Ada
42.
ca-
dos
le
(jo
iidcm-M- dous pianos t'orles deja-
a', constrticciio vertical e com lo-
melhoramentos mais modernos,
viudo 110 ultimo navio de I lamn 11-
1 ruada Cadeia, armazera n. S.
CANOS.
lem-sir cm casa de llcnrv Urtiniios
ia da Cruz 11. 10, ptimos pian &
>s no ultimo navio da K,tropa.
raas e mm.
itmlu c variadu snrlimciilo de ni< tlclli para
9 f:iii:!u : 11,1
i ilci Aurora, pm Sanio .\inaru, o no deposi-
i'viii.t. 11.1 rua to t mu.
no
O ipiii'u .]o()U4locniitiniiJ a ~or u.i bohc.i de It.n-
.liolomeu KrauciscodeSoa, na na lardado Kosa-
io n.36; narrara* Rrandes5500 e pequenas3$000
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO.
I'ara cura de pbtisica em todos os seus dillereules
erhos. quer motivada por conslipacoes, tosse, aslh-
ina, pleuriz. esrarros de sanguo, dor de costados e
peilo. palpilacao no coraeao, coqueluche, bronchite
dor nasai'anla. e ledas.is molestias dos orgos pul-
monares.
Vp>deui.-c superiores cimis isde meia
lo barato preco de :.- : na m. Uu Oue
de miudea. da Boa lama n. 33.
&'oinho.s de vento
ombombasilerepuxopara regar borlase baila,
dceapim.nafiidiraodc l). W. Bowmau : na rua
do Brum ns. li. S e 1(1.
COtiNAC VEKDAuSf IB.O.
\ eude-se u i crdadeiro corosc, ; lantu cm garrafas
como em garrafn : ua rua da Cruz. n. ID.
Lurtes de cassa para ipiem quer dar fes-
las por potico dinlieiro.
Veiid.in-se corles de cassa chita de bemsosloa
lj. litios de padri.es franceses a-jon, cama. roa.
liara iletiar lulo, dilas prela* de'.padres miados a
orle, alpaca d seda de ,|uadro. de ludas as co-
II o covado, lencos de bico lauto pintados i chinas d
res a
como bordados a .20 cada um, grvalas de teda pa-1 e
ra bomem a I- e l.-bOd ; todas eslas (ateridas xen
dem-se na rua do Oespn n. (i.
'l|>a Vi&9Vis.
Vende- se pon.au de pip-s esias piopcia para n-
eber de agurdenle, a preco de 175 i ada un*. : a
tratar un escriplorio de Maswel Atoes Opera, na
rua t> Trapiche n. II.
POIASSA I5I5ASILEIHA.
VendetC superior potassa, fa-
brioda no Rio de Jaaasro. clic-
gaa i crentemente. rn-oiiiineii-
da-M ios senhores de cii^enlios o
seus I,, ns elleilos ja" <\|hji tmen-
lados: na rua da Cruzn. 20, ar-
ma /em de L. Lccontc Feron 4
Companliia.
AGENCIA
Da Fuisdicao Low-Hoor. Rua
Seuzala nova n. 42.
Neste eslabclecuncnto contina a ha-
ver um completo sortmento de moen-
das e metas moendas para ensenho, ma-
vapos, e taixas de Ierro balido
i a ve
da
lo, de todos os tamaiihos, pal a
'atente.
relopied do miro patento, ioutez ; no
asente Oliv( ira, roa da Cadeia do Ke-
\ andcm-9*
escriplorio di
cit! n. tij. primeiro andar.
LKJUIDACAO.
Ka inltca 'e licn ronhecid loja de mludezas da
rilados OnaritM-i n. "J, vpnde-*e um completo for-
tnenlo de miude/as por menee lo que poderja
rntnprtir em pnmeini mo.que he paraliquidir-Mi e
;t|;anca-se a hua qualdade,
LE0.N0 D'AMBISE.
Vende-se o excedente romance histri-
co Leonor d'Amboise, duqaeza He Brota-
uha, t! voluntes por l.sOOt) rs., na livraria
n. (i e S da pracada Independencia.
Vende-se cal em pedia llegada no ul-
timo navio de Lisboa, e potassa americana
da mais nova no nico deposito da rua
de Apollo o. -IU, de A. .1. T. Basto \
Companliia.
Na rua do Vigario n. 19. pridieirnandar, ven-
de-sefarelo imx o. ctiegado de l.isbi a pelo briuue/-.'.-
aeranra.
) $SS#S:S:#^s99
Deposito de viuho le chatn- i'.
paijiie Chali'im-Av, prii leira (pa- .
lidade, de propriedadc do conde ^
(^ de Mrcuil, ruada Crtz do Re-
cite n. 20 : esle vinho, o inelhor a,fc
de toda a Champagne, vende-se *^
a lj.sOOO rs. cada caixi acha-se
I dito.
AOS SENHORE
Rednzido de 640
Do arcano da in
do Stolle cm Hcrii
ionias inglesas c I
de vuntagem pai
assucat-, acia-se
libras, junio com i
m
tNGEXHO.
>>.' 300 rs. a lib,.,
icao' do Dr. Eduar-
empivgado nas co-
indezas, com gran-
melhoi amento do
ida, em latas de 1(1
nethodo He emp.r'-
unicamente em cata de L.
comte Feron : Compa liia.
B.As caixas sao marc das
i Conde de Marcnil- -c os ro-
bo-
tn'los das garrafas sao az
POTASSA E CAL
.No antigo e ja
to da r
D. 12,
potassi
Le-
N.
i fo-
ja-lo no idioma portugite/., em casa di
N. 0. Bieber 4 Companhia, M ,ua di<
Cnt/.. u. 1.
Yiiidem-se em casa da S. P. Joh.i-
tOuA C., na rua de Seiuala Nova n. k.
Seilins ingleses.
.{elogios patente ingle/..
Chicotes de cario e de montara.
Candieiiose caatirae. bron/.eadoi.
Lonas ingle/as.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre pura curo,
liareis de gra\a u. 1)7.
Vinho Cheriv em barris.
Camas de ferro.
IRGEM.
engonhos
/ei ro de
do lu ni!,.
o. m.
pansa ii-
ue
em conh 'cido
ua ila Cadeia do Ixeci
ha para vender milito superior
da iiissia, dita do i o de Janeiro
e cal virgen, de Lisboa em
precos muilo (aevoraves, coi
carao os compradores satisli tos.
FAKLNHA DE NANO
Vende-se superioi farinha
em sacras ipte lem um ahpi
veiha por ."i.sOOO reis : "
~>, o e ", e no armzem defrn
aliandci;a, u a tratar bo e
na riu
)0SI-
i, escriptorio
;ie,:
ludo M
i os cpiaes U-
eii.lein-se sacras
\ l^iiiio.l.iiielii.i
alil
mu liiillin por .t:--')!l : na
Joio Sinn'iesdn Alllieida.
1*r.
)i>
i :s as ';i ilidadpf,
, i, IiiiIki e .'.! ndAo
iiicoiilmr, mikIii <
10 Hi'uix n. i.
.es
Ionio de
i. os mai
ile i.iiui'i
I
panno cuino de se-
i iinideru que -e
de :'.-o .;il>. e de
Jos Baptisla Braga, com i.iinica de lalooiro. l'un-
ilieao o funileiro, ni rm Noxa n. lis, acaba de mon-
tar nina oulra fabrica de In lies de metal em poni
si ande para fabricar toda a qualidade de boldcs cun ,
ilUiitern, lellras mi qualqoer dizer que o pretenden le NovaeS 01 .ompanina
qoeira, lauto para trepa de Ierra mmu de marinba, n. 51
dourado. ou em amarelb,, assim como para os bala-1
Ihcsde suarda nacional, por tueco binlo.
Vcnde-so umajpure.m do sola minio hua, pelles
de cabra, viudo do Ararat; : Iralat com Anleiihi
ioaquim Seve, ruada Ciuz n. I't, primeiru andar.
10CA.
de mandioca
L'tre, medida
js i ma/.ens ns.
e da porta da
rriplotio de
do Trapiche
Taixas para
Na 'undcao' de
Bowmann na roa
do o chafariz conlinu.i have.
completo soitimenlo de taixas de ferio
fundido e balido de 5 a 8 palmos de
bocea, as.ptaes acham-sc a venda, por
prero commodo c com promaijr:
embarcam-sc bu carregam-sc env cari
sem despea ao comprador
MECMRISSO PAEA ,1lfiE-
NO
NA I INDICAO UE FKHkc
MI 1.1110 DAVID W. l!ON\
KUA-DO Kltl M, PASSAM
FAltIZ,
DO K.M.K-
IAN. AA
O UIA-
Ct
ii'tcs ele seda
na c.t-'.i tic .1. I al'] AVISO.
i rua iRi Cadeia do lenle, loja de
legas, de Antonio Lopes l'ereira de
o & C, vendem-se sacias cun o ja"
condecido fejao mulatnho, chegado
esdas do Aracat\, no biale Capiba-
superioree.
\ i'iiileni-se corles de seda de quadros, csircii.i- e
tai de muito bous muslos o modernas, "- iinriiinu
lencos de einibi.ii.i iniiiln linis eom lucos mulla I n -
un-, chales de lita o merino, lisos, com barras de co-
re-, lialras de seda e bordadii*. assim como oulra.
umitas Iszendas por preee muiln commodo, a di-
iiiiiciro a vista : mi ru do Cadtia do liecite. loja ll.
! 5tl' delroule da rua .lo Madre de Heos.
lijlos de marmore.
Acaba ,le chcaar um novo sortitnento de lijlos de
marmore, e vende-se no anna/em de Tasse Irmos,
uo becco du Goncalves.
Vende-se cal de Lisboa ullimam
siio como poiassa da Hussia verdad.
C.orpn Sanio n. II.
Vende-se ac em cimbeles de
preco muito commodo : no ermai
inont Ox l'.oinpanlii.i, prora do (.orpe
Vende-se um.i b.llancaroma
sjiis perlences.em bom uso eile 2.0 0 libras; quem
prelendur, diriia-se rua da l'.ru/. .
Brins de vella : no ai ra<
Hii'ber xV; C., rua da Crt.'/. ll.
ler besada, as-
:i : no proco do
un quintal, por
le lie. Col-
Sanio n. ti.
ha com todos os
lia sempre um RTaade soiumenlo de
jectos de ineeboiiisiu,.. prirprm, para
bor : moenila, e mei.. im.,n.l... ,i,i
ci n-lioi i.-.io : misas de ferr tund.
superior qualidade e de lid.j i |.
deni.ilos |..irn agua u auiustis. de
rOes ; ciivs c bocra. de fomsllue
eiro. aguilMe*, braanes, paralu..-,.
nlio de mandioca, etc. etc
XA MESMA FlMil
'e execiiiam ludas a> cneonimeiid.i.
ridade jo conhecida, eeeua a de vid
tnodidade em preco.
e'juniles ub-
enhes, a sa-
l- UMHleiiia
e lialid.i. de
ilihos : rola.
la* as |a. | .-
W.II de I.
\ilbi.e*. moi-
.'(>.
ni a -upeo.r
f-\rut n :i,
>-.
'-Til- .v I|i0
lo-r/iiii n. i.
/.cuide N.O
o..
v'eu.le-se excellenle laboado d
tcmenti checado da America: na
trapiche do t'erreira. a enleiider-sc
Irador do mesino.
VINHO &EREZ.
Vende se superior viuho de \croV. em
l|. em casa de E. Wyett: ru i
u. 18.
-nrr
| He.api .iricen do p Unln
piel., in.irinlieirii. natural dota pri
Joaquim, o ipial nssla ir laaluii
| seuiules : estaara seeeeaaa, ba
I queiso, marca- de bexi^j. no r..l.
iniis,.., Iiuur., Camos de idadi
ipiube, rocea- ,, de aluodlu azul echado ..ll
ni de ApolloUeaplurar, pide lev.-|0 a b..i
com oailminis
.
barris lo
do Tr aiche
que se acha ancorado prrlu d.
a ma da Cdela di: lenle ,i, i:>
rado.
r-.-.
nal hlrra mi
'c.a. |.or iiuiic
|K-lo -i-n.'e-
I |"ir b.inc dn
le.tiruliM .oln-
java calca e i i-
de beia: quem
i asta palacU.
I" Ollecio. ou
[ne Mr* cialili-
PERN. :TVP..DB M. F. I'B
tK*.