Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08793

Full Text
Anno de 1847.
Sexta-feira
O DI IHIO i>iiMici-je todos os din tjue no
rem 'le R'*"da : o preo PARTIDA DOS CORRKIOS.
UtiO" rs.poi quartel, pa*nt ndianiadtt. Os an-lcsnianna eParalilbiis segundas esextas fein.
nuncios dos asignantes s^o inseri.los i raaaode llio-i-ande- Jn-Norte quintasfeirasio meio-dia
jora, porlinlia, rs em'typo dlerente, e as Cubo, .Serinhem, Uio-Formoso.Poito-Calvo e
.'_:_. ^.1. ..,.1,1, /I. ..... .. ". i"._______ ta .
repelijoe* pela melado. Os que n.io f.irem si"s{-
nnntripagaro 10.n. por liiiha, e IGt) ein lypo
dillerent, por sad. pnlilicac'.o.
PHASF.S DA LOA NO ME' DE DBZEHBKO.
J,u nova, a 7, 8 lloras e I!. minutas da inanh
Ciescenle a I i, I iiora 6 min. da manilla.
La clieia a ? I. isS botas 49 min. da tarde. .
M miomit '9. as 11 doras c J9 min. da larde.
^ Maceta, no i.*, a II e 21 de cada mei.
(arauhiins Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vi.'ta e Flores, a lie.
Victoria, s quiutM-feirai.
Olinda, todos os das.
PREAMAd 1>B HOJE.
I'rinieira, ios 30 miuutoi da mauh'is.
.Segunda, aot it minutos d* larde.
DIARIO DE
de Dezembro Anno XXTV.

DAS DA SMA.VA.
SegunilaS. Luzia. Aud. do J. dos orpli.r do
J. doc da 2 v. iloJ. M. dn 5 v.
Terca. S. Auuelln. Aud. do I. do cv.
da I. v. e do .1. Ouarta. S. Euzebio. Aud. do J. do civ, da 5
v. e do J. de paz do dist. de t.
o,unta. S. Albina. Aud. do i. de orph. c
do J. .municipal da l.vara.
Sexta. S. Colanco. Aud da J. do civ. da I.
v.e do J. de paz do I. dist de l.
Sablxado. S. Espridiao. Aud do I do civ.
da I. v. e do J. de paz do I dist. de 1.
Uamine.0. S. Fausta.
CAMBIOS NO DA 16 DF. DF.HZKVinO.
Sobre Londres > M '/ d por ti r, a n da
i Parla '10 rs. por Crneo.
LisbAl 98 por lr, de pi-ernio.
i. *!, de lettras da ias limas i a il" "/
OurnWicn lespattboloj-----ixqtmn a
* Moadls de ..no \t-l'i IQ||4M a
a .te 6|IOi' nov It/OO :<
i de 4 fOOO..... Sr.flil a
Prnta l'ataces.. ....... ifSSU a
i Pasos eoluMMHrW.. i*it*.i a
i Ditos mexicanos ... I|1C0 a
Huida............ tiflOOa
Acedes da comp. do llcberibedeSofOOO r
mu.
3.SVW
i!.;? i
I6io:>
fjlOu
||P80
IJ9fiil
IJ8II0
IJO-'O
u" par.
**.
AOS SENIORES SUBSCIUPTORES
EM ATRASO.

Nnohetjsla aprimeira vez que oemprezario ues-
te Diario ha rogado aos Srs. subscriptores que se
deixaram atrasar no pagamento das respectivas as-
signafuras, hajam de rea I isa-las com a devida promp-
tidflo ; mas, islo nflo obstante, semelhanto atraso
contina quasi na mesmaescala, com gravo prrjtii-
o do reforitlo emprezaro, que lem de fazer despe-
zag quotidianas e infalliveis, no critretanto que
sofTVe, da parte dessos Srs., urna demora extraor-
dinaria no cumprinientotla obrigaeflo a que volun-
tariamente se subjetaram, quando, por proprio ar-
bitrio, vicram inscrever-so ni lisls-dosassignanle*
deste peridico. Elle, pois, espera que dora em
dianta nflo continuo ess pratica tilo abusiva
quanto prejudicial aos seus interesses, e que os
predi tos Sr. subscriptores se deeidam apr-so em
dia no indicado pasamento, como rigorosamente
Ibes cumprc.
fin -in i ,-
EXTERIfR.
LISBOA, 2 DE NOVEMHRO.
A' urna, heo brado que resos em todo o paiz. A'
urna, porque hedahi que nos pode provir a salva-
clo. A' urna, porque lio este o sacramento necessa-
rio para todos os filhos da liberdade.
A urna livre salva os ciditdflos, a urna escrava mata
os Osas que Ibe pOem mflos impuras. Hoa Arca San-
ta que livra os que a veneran), qtieperde os que a
maclam.
I'azei unas eleicOes livres, e tereis urna represen-
tarlo nacional; fazei urnas eleicoes fradulent&s, o
tereis no lim urna revoluefo.
NSo importa que os despolas estrebuchem com
i-ate prugnostico, quo os ignorante scadmirem, que
os malsins nos denuncien como provocadores de're-
voltas. Revelamos o futuro, porque desejamos evitar
o nial; moslramos as consequencias do mo gover-
no, porque queremos quo os dscolos se emendom ;
aponamos o precipicio, para quo o Uironono sov
despenliar.
A revolufio de maio do 1846 nilo nasceu no Mi-
i' ln>, nasceu no gabinete dos ministros, n'um parla-
mento lillm dessas eleicoies fritas a tiros, desses re-
censeamonlos Talaos. Antes desse memoravel acon-
terimentn, declaramos quo ello se realisaria. T.im-
bem entilo como agora nos chamarnm revoluciona-
rios, tanibem entilo como agora nos appcllidaratn
inimigos do throno, tambem entilo como agora nos
cobrirara de baldOes, nos enoheram de doeslos o in-
jurias.
E quom assim nos calumniou entilo Foram os
q>ie boje nos calumniam. Foram os que hoje reco-
nliecem que esses recenscamentos viciados, essas
violencias torpes, esses contratos usurarios e es-
candalosos, essa odministracilo corrupta, provoca-
ra m a revoluco. Foram os que, enlflo comintnsaes
do Costa Ciibrnl, seus cunuchos, cuni|iliccs ein to-
dos os seus crimes, defensores de lodos os seus desa-
iirlos, Ibe exprobram boje os erros a que o incita-
ra m, o acCusain daquillo quo entilo defenderam, ar-
guindo-o boje que o consideram em ili-sgraca pelos
inesmos actos euf que tomaran) parle"!
Quem vos autorispu a levantar a voz, gente de ga-
libar? Sois tilo ignobeis hoje quo com bulis os o-
ros de 1845, como nntSo que os defendieis. (i mrito
lie o mesmo. I'agaraip-vos enliio para os appamlir-
des, pa'gavam-vo.s boje para os censurardos. Nlo
aprendestes nada no re vez-. Entilo por elogios com-
prados precipitantes o poder, boje fazeis o roosmo.
Daqui a um anno estaris a sold do mitro senbor,
taris a Mello e Carvalho o quo fazeis agora a Costa
!.*'
aesBvc
w
o uuqu: k guise. (*>
por tfreDmco 'jultc'.
l'RIMEIKA PAUTE.
XIV.
Ao ouvir a lerrivel allocuco de Rorgia, o capi-
tio bcspaiihoi foi estacando grandemente os olhos j
e, eslendendo a mito para o lado das falas, res-
pondn :
Isso he impossirel, senhor! qual seria o prin-
cipo do nobre familia quequizesse confiar a sua vi-
da e fortuna s embarrarles miseraveis em que al
os inais pobres pescadores da costa se embaream tre-
niciido? Eu apenas sou capitilo de urna galera de
lerceira ordem, continuou o Hespanbol com digui-
da.lai pois, assim mesmo, tifio seria capaz de des-
'urar-me com semelhanto imprudencia.
> Eosiihor j vio a barca em que cu vir para o
ucar do sen soinno ? ttisse Melcbior colrico;
') Vide Diario a." 284.
CabraJ, e assim continuareis essa vida de opprobrio
emquanto houver um real para vos comprar.
Somos nos os revolucionarios quo denunciamos as
rcvolucoes e as suas causas, e vos inimigos dellas
que vos querais da nossa propheca. Somos nos os
inimigos do thrniio que Ibe aponamos o abysmo, e
vos seus adoradores que amaldicoais eslo aviso sa-
lutar. Parece quo lucris com asna porda, oque te-
mis que elle acorde.
Opaizvai urna, porque osen inslinclo o leva pa-
ra ahi, a sua rasSo o aconselba, a sua liberdade o
exige. O districto de Sanlarm marcha compacto e
unido.
Comprazemo-nos ein annunciar estas lides elti-
loracs. Santarm marcha a frente dellas Kis-aqui a
circular da commissfio do dislricto do Santarm.
a A commissito olcitoral do partido nacional no
districto do Sanlarm julga do seu dever partici-
par-a V. que a coalliso eleitoral est determinada
a concorror urna, apezar da falta doseguranca in
dividualedas monstruosas irregularidades dos re-
censcamentos em imillas parles do reino.
A guerra civil o estrangeira terminaran! com a
con veneno de Ca mido, se nilo do urna mancira feliz,
ao menos a mais honrosa para o partido nacional,
que tilo nobro e corajosamenlo defendeu a liberdade,
as leis, a honra o a independencia da patria. Esta
convenci nto tem sido cumprida ;antes tetn sido
em parle sophismada, em parto impudentemente' vi-
olada e calcada aos pos. O sanguo dos cidadilos dos-
ormados tem alagado o solo de Portugal Ecm mui-
las parles os falsarios do 1845 empregaram na for-
ma^iTo dos recenseamentos as mesillas torpezas quo
entilo so prest'ticearam o que foram devidamente
cslygmatisadas nos proprios parlamentos c na im-
prensa das nacoos inlorvenloras.
o Tudo nos faz crr que a faccilo absolutista nflo
desiste em 1847 dos vergonhosos tneios que em 1845
empregou para fraudar e violentar a livie-expressflo
do voto nacional.
Mas, nada distnos deve desanimar. De que ser-
vio aos dspotas a fatal victoria d 1845? Seus che-
fes foram dahi a pouco obrigados a abandonar o
solo da patria que linbam opprimido ; eso vollaram
ella depois de vencida a sua patria pelos exercilos
eslrangeiros.
A nossa situacAo he semelhanto a dellespanha
depois da invaslo franceza de 1823, c mais seme-
lli.mte do Fi anca depois da invaslo dos exercilos
da Europa em 1814 e 1815.
Mas, nessas tnesmas nacOes calcadas pelos es-
lrangeiros, a liberdade pode mais larde levantar i
sua voz e firmar o seu poder.
A Franca licou desalentada depois de 1815. Mas
nos somos Portuguezcs, e nflo ha revezos que pos-
sam abalera nossa coragem abalar a nossa cons-
tancia.
ii Esta foi semprc a feicilo preeminente do carc-
ter peninsular.
As naces eslrangeiras quo depois do urna guer-
ra iniqua avassalaram Portugal, e que o desarma-
ran), promctleiam face do Dos que haviam de
manter a verdade, a sinceridade e a liberdade do
processo eleitoral.
'i Vamos para a urna.
Se forinos vencidos a Europa saliera quijo gra-
ves sflo os vicios de uossas instiluices que nao
permittem quo um povo iuteiro possa exprimir a sua
vontade.
So Tormos vencedoresmaior gloria nos resul-
tar de termos eniprebendido esta campan lia pacili-
ca no mesmo momento em que nossos irinflus polti-
cos calfein debaiXo do ferro dos assassinos-e quan-
do tilo escandalosas fraudes so linliam couimcttido
em inuilos dos recenseamentos cleitoiacs.
a A commisso, certa de que a coallisflo se prepa-
ra om toda a parte para ir a urna, espera quo o
dislricto de Sanlarm cumpra o seu devere por
isso conta com a eflicacia o aclividade, e pblica in-
fluencia de V. Dos guardo a V.
;Seguem-sc as assignaluras.)
PERNAMBUCO.
KLEIfAO PARA DEP11TAD0S GF.RAES.
COLLEOIO DO BRBJO.
Os Srs.
Jos Pedro da Silva
Antonio Pinto Cliiehorro da Cama
Urbano Sabino Pessoa de Mello
Joaquini .Nuiles Machado
Jjironymo Villela do (lastro 'Cavares
Reliz Peixolo de Itrito e Mello
Antonio Allonso Ferreira
Manoel Mendes da Cunta Azevedo
F-ilippe Lopes Ncllo Jnior
Jos Francisco Arrulla da Camera
Joaquim Teixeira Peixolo de Abren e Lima
tbis Ruarte Pereira
Antonio Carnciro Machado Rios
Jos liento da Cunlia c Figucirodo
Rarilo da Roa-Vista
Antonio Peregrino Maciel Mont'eiro
Alvaro i:.u liallio I elia Cavalcanli
Antonio Correa Sera
Antonio C. de S Cavalcanli
Domingos do Souza l.eflo
Manoel Ignacio de Carvalho Mendonca
Padre Venancio llcnriquc de Rosendo
Joito Jos Ferreira d'Aguiar
Jos Tliomaz Nahucode Araujo Jnior
Jos .Nicolao Rgueira Costa
Francisco XaviorPaes Rarreto
Padre Miguel do Sacramento Lopes Cama
llerciilano <;on(alvesda Rocha
Padre Joaquim Francisco de Faria
Antonio da Costa llego Monteiro
Votos.
36
24
24
24
24
24
2.1
2:1
23
19
19
19
17
II
8
7
C0LLEGIO UE GAnSUUNS.
Os Srs.
IIevohi(lio de Splembrp.)
pois nem 110 menos he a fala do um pescador; be
a barca de um ladnlo, de um bandido ; silo qua-
tro tahuas mal unidas, quo urna vaga furiosa poda
fazer ein estilbas ; ccouitiido nilo besiloi ein Ibe
conliar a minha vida : nflo live vergonlia do llic
guiar o lente, e todava chaino-me Rorgia. Porm a
minha vi.la, a minha dignidade eo' meo orgulho na-
da sflo quando se trata do tneu dever; nao sou
daquelles que occultam a traieflo que tem no peito,
com pomposas desculpas.
0 capitflo deu um grito interjectivo desorpreza,
como offendido de tal colloquio, o Rorgia continuou
com violencia:
Senhor capitflo, apresse-se: he preciso que
aquella frotazinha seja aprisionada ou dispersa ; lio
preciso quo seja aniquilada antes da itoite, ou entilo
a sun cabeca responder a el-re Pbilippc IV pela sua
negligencia, se nilo lie traieflo.
Em mn momento se deram ssordens necessaras
para so porem a caca da Hollina do duque de.Guise ;
e Rorgia, Unido sido testemiinlia do ardor e aclivida-
de que substituram a indolencia costiimada dos
llespanbes, preparou-so a voltar para a sua leve
barca, onde Anita e Francesco o esperavam.
Enlflo V. Exccllencia nflo quor icar coinnoseo ?
Ihc disse humildemente o capitn, quo sabia que
Rorgia tinlia grande influencia noespirilo do duque
d'Arcos; nffoquer ser tcsleinunha da victoria que
vamos alcancar '!
He isso Intil, senhor capitilo, responden Ror-
gia, o qual procurava dOscobrir ao longo ocaminlio
da olilha, cujas velas brancas apparuciain no hori-
Antonio Carneiro Machado Rios
Antonio Peregrino Maciel Monteiro
Apollinario Florentino de A. Maranhilo
Rarflo da Roa-Vista
Seliastiilo do Reg Rarros
Jos Tliuma/. .\abuco do Aranjo Jnior
los lenlo da Ciinha e Figueiredo
Alvaro Rui I albo I cloia Cavalcanli
Joflo Jos Ferreira de Aguiar
Antonio Joaquim do Mello
Pe.Iro Francisco de Paula C d'Alhuquerquc.
Efllix Peixolo le Rrilo e Mello
Jos Pedro da Silva
Viscoude de Coi,nina
Manoel Ignacio Cavalcanli dcl.acerda
Antonio Allonso Ferreira
Urbano Sabino Pessoa do Mello
Joaquim Nunes Machado
Padre Joaquim Francisco de Faria
Manuel Ignacio de CacyalllO Mendonca
Manoel Mendos la Cnnlia Azevedo
Antonio Pinto Cliiehorro da Cama
lleiculauo Coucalves da Rocha
Joaquim Villela de Castro lavares
Joaquim Teixeira Peixolo de Abreu e Lima
Joo FrailCiaCO Cavalcanli d'Albuqucrquc
Filippo Lopes Netto Jnior
Jos Francisco Anuda da Camera
Joo (Juiniio Rodrigues da Silva
Coronel Jos Feliciano Mevcs Conzaga
Antonio Roiges da Fonseca
Jeronyino Villela de CastroTavarcs
Laureutino Antonio Pereira de Carvalho
Filippe Carneiro de Olinda Cam|iello
Francisco Joflo Carneiro da Ciinha
Lourenco lio/erra Cavalcanli d'Albuquerque
Jos d'Albuquerque Cavalcanli
Votos.
73
64
62
60
60
60
60
5!l
5!)
53
53
51
13
42
40
33
33
31
30
30
30
30
28
2H
H\
14
14
13

4

1
1
1
1
1
I
RESUMO da volarlo noscollegios do Iterife (exclusive
os vol's dos tiritares de Muriheca e Jaboatdn ,
Olinda, l'to-d'.MI.o, Hio-l'ormoso'presidido
pelo supplenle do juit Santo-AnUiO, Goianna, Limoeiro, Natareth,
Bonito, llrejo e ('aranhitns.
OS SKNIIORKS. VOTOS.
Antonio Alfonso Ferreira
Urbano Sabino Pessoa de Mello
Joaquim Nones Machado
Antonio Pinto Cliiehorro da Cama
Jeronvmo Villela de Castro Cavares
Flix Peixolo de Rrilo a Mello
Jos Francisco Anuda da Camera
Manoel Mendes da Ciinha Azevedo
Joaquim Teixeira Peixolo de Abren o lima
Manoel Ignacio de Carvalho Mendonca
Filippe Lopes Netto Junioi
Antonio da Costa Rogo Monteiro
Padre Joaquim Francisco de Faria
Antonio Carneiro Machado Rios
Laurenlino Antonio Pereira de Carvalho
Jos Pedro da Silva
Padre Miguel do Sacramento Lopes (ama
Pedro Rezorra Pereira de Aranjo Rellrflo
Joaquim Villela de Castro lavares
Filippe Carneiro de Olinda Compeli
Mei ciilano i.nncalw"" da Rocha
Antonio da Assumpcflo Cabra I
Luiz Ruarlo Pereira
.Manoel de Souza Teixeira
Antonio Tristflo de Serpa Rrandlo
Joaquim Jos da Costa
673
B72
652
VIS
575
5I<>
177
477
471
414
366
346
342
327
2S8
261
260
251
234
2:25
390
136
li-
mo
jeMBSa*
zonto como pontos imperceptiveis. Talvez queja se-
ja larde, senhor capitflo ; be preciso que eu chegue
a aples antes do duquo do Guise.
E, di/.endo estas palavras.toinou urna mecha accesa
das maos do um dos artilheiros da galera, e locoi
fogo elle mesmo a una pega de artilharia d que es-
lava porto. O tiro parti, e Rorgia, com os ouvidos
alientes, parecen seguir-lbc o rebombo. Eslava iin-
inovel, o com a inflo erguida, para impor silencio a
(Olios os que o ce rea va 111; alguns minutos depois,
um echo distante e apagado parti da costa.
Elles ouviram, exclamou com salislagflo Ror-
gia, dcscendo para a barca ; as galeras de Cacto vilo
cercar o mar pela sua parte, ese agora, vossa nierce
deixar escapar o Guise, lia do pcrniittir-nie quo pen-
se que o senhor capitflo be seu complico e quo o di-
ga ao vice-rei, com quem vou encoiilrar-iiie.
De leilo, o Uro de peca piulido da Iba de Pon/a
fora repetido por urna balera do monte Circcllo.
0 signal tjnha corrido de fortaleza em fortaleza, c
loda a cosa eslava prevenida deque lluvia pongo,
mas qual fo.sse a sua natureza loda ella o ignorava.
Rorgia ja se liulia mellido na barca,c la ia corren-
do rpido para a cosa de Cete, emquanto as gale-
ras se dirigan) vagarosas para a flolilha, a qual ti-
ulia parado a semelhanto sigua).
.Melcbior mandara que Aila se assentasse ao le-
ine, c litara em pe na proa da barca, com a espada
na mao, eniqtiaiito Francesco governava a vela, se-
gundo as ordena que Ibe elle dava.
Ouvc l,'rapaz, dase elle ao italiaozinho, eu
nflo seij quem s, nem o que queros; mas basta que
F.II.IC\0 PARA DEPUTADOS PROV1NCIAES.
r'bsi ho davotafaO nos collcgios do Recife 'exclusive
as rolos dos eleitores de JuboatSo e Muribcca),
Olinda, guarassu, ltio-1'ormosa presidido
pelo supplenle do juiz de paa), Serinhem, P110-
d'Allw, Limoeiro, Naznreth 6 Bonito.
OS SBNIlOSES. VOTOS.
Manoel de Souza Teixeira 561
Jeronvmo Villela de Castro Tavarcs 519
LaurentinO Antonio Pereira de Carvalho 510
Lou renco Trigo do Loureiro 50O
Antonio Alfonso Ferreira 483
Francisco Rarboza Nogueira Paz 482
'Padre Joaquim Francisco de Faria 481
Joaquim Nuiles Machado 473
Antonio Teixeira de Borba Jnior 455
Filippe Carneiro de Olinda Campello 432
Filippe Lopes Ncllo Junior 429
llcrciilano Concalves da Rocha 415
Joaqun) Jos da Costa 411
Joaquim Jos Nunes da Cunha Machado 409
Luiz Ignacio Ribeiro Roma 07
Antonio Pereira llanoso 403
Antonio da Assumpcflo Cabral 398
Antonio llercnlano do Souza Raudeira 395
Antonio da Costa llego Monteiro 393
Jos Pedro da Silva 384
Joaquim Teixeira Peixolo de Abreu c Lima 383
l.lliz Duarto Pereira 381
Vicente Ferreira Comes 37*
Pedio llezerra Pereira do Araujo Rellrflo 362
Padre Vicente Ferrer de Alququerquo 361
Jos Maiue.le AI ves le reir 356
Francisco Camello Pessoa do Lcenla 321
Ignacio Concia de Mello 351
Jos Carlos Teixeira 346
Jos Severo Granja 341
Antonio Carneiro Machado Rios 337
Padre Joaquim Jos de Azevedo 332
Joflo Clemente Pessoa de Mello 328
jQaquim Luiz de Mello Carioca 322
Manoel ClaroGonealvcs Guerra 316
Tiburlino Pinto de Almeida 308
iOMatu..-
lo lembres que no primeiro mnvimento que me fizor
suppr traieflo da tua parle-, eu malo-te, linda quo
depois,eu saiha que morro com esta seuhora a quem
amo; anda que mis iodos Iressejamossubmergidos
por eslas muas limosas, que se levantan! em vilo
contra nos.
Francesco abaixou a cabeca sem responder, e a
baica corren com loda a rapidez que um vento bs-
tanle forte Ihe poda inipr. Dahi a poco, a barca
de Rorgia seachou bstanle porto da flotilha do-du-
que de Guise, de modo que elle a pode examinar.
Todas as fainas cstavam grupadas unas no p das
nutras, coiiservavam-se iinmovcis, o parecan) nflo
lenier a approxiiuagflo das galeas, que, pela sua par-
te, uavegavam a todo o panno c torga de remos.
La estilo elles rm concedi, murmiirou Rorgia
desdeuhoso. Pobre ebefe de empreza, que nflo pro-
vio que poda ser atacado pelos inimigos que ia com-
ba lor, o que nflo loniou partido ncnbum com ante-
cedencia para somclhanle circumslaiicia .'
Tres galeras haviam sabido da ilha do Pouza e ve-
lejavam em linha do tal niaueira.qiie dentro em pou-
co podan! muilo bein envolver a flotilha. Rorgia,
que se linha enllocado entre as falas do duque dg
Guise o as galeras, parou por um momento a barca,
para ver como se ia Ira va i a acgfio. Comegava elle a
crr que Guise quera aguardar as galeras, e ja li-
nha concebido a esperanca deas ver apoderar-se do
duque, quando vio subilo a llotilha dvidir-so e'iu
lies grupos separados. O primeiro voltou para Irs,
pelo canutillo que haviam seguido pela manhfla. o
foi abrigar-se por tras da ilha de Pouza ; o segundo
MUTILADO



'
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OvT
2,
=31
Os Srs.
T!"iito .los Lemcnha l.ins
Manoel Pereira de Moraes
sii licio AntonioMavignier
im Viuda de Castro lavaros
' : stovlo Xavier Lopes
Antonio I ristilo do Serpa Brandflo
lo |uim de Aquino Fonaeca *
Francisco Elias do Reg Dantas
Jos Tlii-odoro Cordeiro
Francisco Carneiro Machado llios
Pedro Dornellas l'cssoa
Joflo Baptiala do Amaral e McHo
Zeferino da Cunha Bastos
Jos Pacheco de Moraes
Jos francisco Amula da Camera
Mannel Nendea da Cunha Azevedo
Francisco Joaquina d Barros Concia
Umbelino Forreira Calila
Joaquim iligino da Sioia Stlveirn
Joflo Jos i'eroira
Padre Nemesio le s. logo Gualberlo
i ni/ Jos de Sampaio Jnior
l'rdano Sabino l'cssoa de Mello
l.uiz Correia de Quelroz llanos
I. I, de A. MaranhSo
i rancisco Ferrcira Barrlo
Francisco SimOes da Silva
Mu noel Florencio Al ves de Moraes
liellarmino do Amula Cmara
Francisco do Paula Curnoiro Ledo
C'aclano Alvos de Souza Filgueirns
los Cela no de Medeiros
\ o lato da Cunha Gouvcia
i rancisco Xavier do Lima
i is Antonio de Figueiredo
l rancisco Goncalvesda Rocha
Votos.
306
293
275
278
60
j:t7
383
222
200
203
200
192
192
191
18*
167
155
153
I3S
135
134
13!
129
126
122
122
121
117
111
110
105
KS
82
81
71
69
JLliY DO KEGIFE.
REIJMA AOS 15 de iii:/.i:.miiiio di: 1847.
puesidf.ncu uo
sumi k non oh
UA SUVA.
GERVASIO RONQA1.VES
As 11 horas da mandila, faz-sea chamada everi-
fica-se estarem prsenlos 23 Srs. jurados.
OSr. Presidente abre a sessilo, c multa em 10,000
rs. a todos os Srs. juizes de facto, que, tendo sido
sorteados, nSo coinparoccram, nem apresentaram
escusa legal; e dispensa do servrcm na presente
sossfio aos Srs. :
Francisco Joaqun Pereira Lobo, por ler remet-
tido altestado de lente, passado pelo l)r. Simplicio
Antonio Mavignier;
Francisco Xavier das Chagas, por ter sido elimi-
nado da lista dos jurados por despachodo presidente
da provincia ;
Joaquim Maria de Carvalho, por ter enviailo um
attestado de doente (Irmado pelo l)r. Ignacio Nery
da Fonseca;
Estanislao Pcrereira de Oliveira, por ter Coito a-
presentar altestado idntico no suprarefordo as-
signado pelo cirurgio Francisco Jos Cyrilo Leal:
Coronel Jos de Britolnglez, por haver represen-
tado que, alm de achar-so doente, nflo poda na
actualidade deixar a sua repartiego, como reconhe-
ccra o presidenta da provincia no ofllcio que trans-
mit ia
Joaquim Marinho Cavalcante de Alhuquerque, por
ler enviado um documento, do qual consUva que
lio se aeliava no gozo da licenca do 6 mezes, quelhe
foi concedida pelognvcruo imperial, para tratar le
na safide.
.Nao foi acceila a escusa que fez presentar o
inajor Jos Gabriel de Moraes Mayer, cm conse-
quencia le ser datado 12 le fcverelro deste auno o
altestado de doente que niandou.
lainlieni niio foram tomadas em eonsideragflo as
escusas dos Srs. Francisco Mena Calado da Fonse-
ca, Antonio Bernardino dos Iteis, Antonio Gongnl-
ms los Santo's c Silverio Joaquim Martina, por niio
estarem lega usados os documentos que remetto-
inm.
OSr, Presidente convida algnns dos Srs. juizes
defacto presentes a escolherem no livro da qua li-
li cagflo tantos nomos quantos eram 08 jurados nc-
( 'serios para rormar o numero legal.
Sflo os csoolhulos os Srs. :
lir. Joaquim Jos da Fonseca;
Mannel do Amparo Caj ;
Jos da Rocha paranhos ;
Ji fio Ribeirode Vasconcellos Pesada;
Teucnte Amaro Benedicto de Souza ;
Jos Francisco de Souza Lima ;
l)r. Francisco do Paula Baptista ;
Manoel l.idio (! Miranda Hcnrques:
Jos l opes Roza ;
Caetano Comes de S ;
Amaro de Barros Concia ;
i Marinho Pereira dos Sanios ;
Francisco Antonio Cavalcante Cousseiro ;
l)r. los N.i'i i'o Camello ;
Miguel FoICO da Silva ;
l)r. Jos Francisca do Paiva ;
Antonio Lopes Guimarilcs ;
lir. Pedro Dornellas Pesada ;
Francisco Martins Raposo ;
Jos Victorino de Lemos Duarle ;'
Jos Iligino le Souza Peixe ;
Antonio Carneiro Machado Ros ;
Rodolfo Joo Karata de Almeida ;
l)r. Jos liento da Cunha Figueiredo.
O mesmo Sr. Presidente ordena sejam notificad os
estes Srs.; convida aos Srs. juizes do facto preson-
les a se acharcm na casa, no lia seguintc, pelas 1 0
horas la mandila ; assegura que a essa hora a ses-
silo ser aberta inl'allivelmcnto; dissolve, emfim,
'reunido.
Era meio-dia.
IIF.MA AOS 16 DE DEZEMBIIO DE 1847.
PRESIDENCIA 1)0 SBNllOH DOUTOH GERVASIO OOsgAI.VlS
DA SILVA.
As 11 horas e 25 minutos da mandila, faz-so a
chamada, o reconhece-se estarem presentes 3* Srs.
jurados.
OSr. Juta Presidente, ten.lo esperado i hora, e ha-
vendo observado que nflo comparecer ningucm
mais, declara multados por lerein deixado de corn-
ea recer:
F.m 10,000 rs.; os Srs. :
Jos da lincha Prannos ;
llr. Francisco de Paula liaptista ;
Dr, Joaquim Jos da Fonseca ;
'rancisco Antonio Cavalcante Cousseiro ;
Miguel Felicio da Silva ;
Dr. Jo lenlo da Cunda Figueiredo ;
Antonio Lopes Guimariles.
Em 15,000 rs., os Srs. :
Antonio Gniigalvcs los Santos ;
Joflo Luis Cavalcanli ;
Antonio Cordciro da Cunda ;
Filippe Mena Callado da Fonscca ;
Coronel Cypriano Jos de Al incida ;
Silvestre Dantas Lima ;
Joaquim Martina dos Santos ;
Miguel Correia de Aducida ;
Major Jos Gabriel do Moraes Mayer;
AI reres Jos Paulo de Souza ;
Jos lliiymundo Ferien a.
Tendo sido convidados alguns los Srs. jurados a
escollicrem dentro os Srs. qualilicados os mais ba-
bilitados a comparecerem na presente sessilo, suc-
cedeu que a esculla recadisse nos Srs. :
Antonio Joaquim do Mello Pacheco ;
Francisco Aloxandrino do Vasconcellos Callara ;
Joo Evangelista Nery la Fon seca ;
Jos Joaquim Bezerra Cavalcante ;
Matdias de Alduquerque Mello ;
Jacinllio Alfonso Itotclho ;
Coronel JoSo Francisco de Cdaby ;
Capililo Honorato Jos le Oliveira Figueiredo;
Teiiente-coronel Francisco Mamede de Almeida ;
Jacinllio Correia de Araujo ;
Antonio Lopes Pereira le Carvaldo ;
l'r. l.uiz Duarto Pereira ;
Bernardino Pereira de Brilo;
Alexandre Rodrigues dos Aojos;
Antonio Jo'ilo da Ressureicffoo Silva ;
Dr Vicente Pereira do llego;
Antonio Pires Ferreira;
Francisco de Paula Gongalves da-Silva.
O Sr Juit Presidente convida aos Srs. jurados
presentes a comparecerem no da immedialo s 9
Moras do lia, e dissolve a reunido a urna dora da
larde.
ALFANDLGA DAS FaZENDAS.
Niio davendo dclerniinagflo alguma no rogula-
mentoque autorisen pralica, adopiada nesta alfan-
dega, de se publicar nos editaos para a arromatagflo
das mercailoi ias impugnadas o nomo do despachan-
le que assignou o despacito, ou da pessoa que des-
paedou como dono ou consignatario; o Sr. escri-
vflo da inesma fique na intclligencia que de ora em
liante, quando mandar fazer oafllxar os editaes res-
pectivos, lvenlo conter sement a descripgflo da
morcadoria, valor da factura, procedencia o o dia e
hora da praga, cessando desdeja a dita pralica de so
publicar o nomo do despachante ou do dono da mer-
cadoria que Ido den o valor declarado na factura,
por ser essa pralica niio conformo com principios de
Justina; por isso que, declarando o regula monto que
osempregados pdenlo impugnar quando jiilgarem
que os valores lados silo em prejuizo da fazenda, e
importando a impugnecilo urna presumpgflo, pelo
juizo do empregado impugnador, deque huuvc in-
tenego do losar os direilos, quando os pregos das
facturas silo exactos e rasoaveis, o por isso as mer-
caduras niio acliam langadorem praga, pudendo sof-
l'rer o empregado impugnador urna pona, niio se
publicando igualmente oaso resultado, vem a licar
subsistndo a presumpego infundada de iutengo lo
losar os dircitos que pcloedital recabe sbreos no-
nios publicados; ao que, em abono da jusliga, niio se
leve asentir ; e esta so registar, para a todo lempo
constar.
Alfandoga, 16 de dezemdro de 1847.AfunJeiro.
Correspondencia.
buscn aodaciOSO 0 mar largo, niio obstante o peri-
co a que se expiindam tilo tragis embarcagOes;
e o lercciro conlinuou a vjagem, dirigndo-seem di-
loitura ao gidpho aples, o conservando-so dis-
tante da coala. Como as barcas se liaviam dividido,
as galeras Uzcram nutro tanto, tomando cada urna
por termo da sua diligencia um dos grupos das fa-
las, n'algum dos quacs, sem duvlda, sodevia adiar
O duque do Guise.
Oh! quedoudoal que misera veis! que jumen-
tos! exclamou Borgia lodo furor, que caes sem la-
to! V$, Ailo, como cada um ilellos aceita tola-
menle o partido |iie Guise lite ofTerece, o como per-
de i rasto verdadoiro do inintigo?
Mas, replicou Aila, queobservava coniaitcio-
lade igual a de Borgia os niovimentos das falas c
las galeras, so O duque de Guise eslivor itaquclla
lila, leve aedar-sc n'alguma das barcas que so-
gum essas diversas direcgOi's.
(Ira olha para all, crianga, Ihe liiruou Borgia,
olha para aquella fala, a mais gil, a mais estrella,
n mais pequen, aquella em que forraram a vela e
inclinaran) o niastro, e que escorrega como urna ser
penle entre as ondas, a correr para a costa lo Gaete ;
he all que esta o duque de Guise, nao ha duvida.
O duque I disse Francesco olbando por sita
vrr, mas ello va-so perder, approximando-sc de
urna costa, onde, sem divida, ja lodos esliio a loria.
Pde-seapostar cen contra um, sem risco le '
perder, que o perigo de que se foge he oque nos al-1
cauca, replicou Borgia, e que o perigo que allrouta- [
DIOS he o i i'* recua nossa vista : o duque do Gui- I
Sr. Redactor do Diario de Pernrmbuco.Kpresso- me
a declarar que oSr. tenente-coronel Foliciano Joa-
quim dos Santos nfo tevo parto no supposlo desap-
parecimento dos meus autos, que j se aedam em
poder do mesmo Sr. Santos, os resta quo o amor
de jusliga dos Srs. jurados os faca reunir amanha
para rcsolugSo do meu destino ; so sou reo, qu se
me confirme logo a senlenga, e so no, deve ser
escusada mais alguma alrocidade, indigna do ca-
rcter pernambucano.
Seu amigo e collega ,
entonto liorges da Fonttca.
PubHcaco a pedido.
SONETO
Que ao Sr. Dr. Antonio Jo$i Henriques, ex inspector da
thesouraria da Parahiba do norte, dirigi, na occa-
sio da sua partida para a corte do Rio-de-Janetro,
de rdem do Exm. ministro da fazenda, um seu ami-
go daquella cidade.
Forcoso he que partas, c que eu fique
Saudoso, e com rasflo, de ti ausente ;
Assim quer o destino, assim consente,
Magnnimo hroe, inclytollenrique!
Se oxpressOes me faltam com que oxpiiquo
A jusliga, rectidilo em ti fulgente,
E os lotes quo ornam tua mente,
A trombeta da fama que o publique.
Do Monarcda o melhor acolhimento,
O premio ao leu saber, la virtude,
Sera para todos nos contentamento.
De ti lembranga nossa nflo se mude,
A fortuna te circunde, e d-te alent;
Vai, e volta feliz, e com sadc.
Declaradnos.
COWWERCIO.
Alfandega.
HKNDIME.NTO DO DIA 16............8:186,205
Descarrega hoje, 17 de detembro.
Polaca Adriano mercadorias.
IMI'OHTACAO'.
Adriano, queche hespanhol, viudo de Malaga o Te-
nerife, entrado no correnle mez, consignado a Joflo
Pinto de Lemos Si Filho, manifeslou o seguintc :
355 caixas. passas, 60 ditas ameixas, 50 barrili-
nhns izeitonas, lOO ditos uvas, 50 barris azeile do-
ce, 20 ditos vinagre, 62 ditOS violto, 12 saceos her-
va dice, 1 (ardo cobertores, 1600 pedras para ladri-
Ibos, 2000 pesos licspanhes; aos consignatarios.
CONSULADO GEBAL.
IIEMHMENTO DO DIA 16.
Lora I.
3:647,770
Diversas provincias............... 250,526
3:898,296
O escrivo chefe la segunda secefio do consulado
provincial, de ordem do lllm. Sr. administrador do
mesmo consulado, faz conslar a todos os propieta-
rios de. predios urbanos dos bairros tiesta cidade,
que, lo dia 1." do correle mez de lezembro, so
principiaran! a contar os trinla uteis pira o pagamen-
to, bocea do cofre, da respectiva decima do 1. se-
mestre do anuo financeiro correnle de 1817 a 1848 :
e todos os quo dcixarem do pagar, dentro do referi-
do prazo, incorrem na multa de 3 por cenfo sobre o
valor de seos dbitos, e serflodc prompto execula-
dos. Recife, 6dedezembro de 1847.
No impedimento do escrivilo,
Jos Guedis Salgueiro.
C BBBEBDBBo
O caixa da companhia do Beheribe, tendo le pres-
tar as suas contas. lemhra aos Srs. accionistas a rca-
lisagflodos 4 por cento, ltimamente podidos.
Estanto a tenninar-se a obra a quo a compa-
nhia do Beboribo so comprometteu pelos seos con-
tratos, silo convidados os Srs. accionistas para se
reunirem em assembla geral, quarta-feira, 22 do
correnle, pelas 10 horas da manhila, no escriplorio
da companhia, afim de se tomaren as medidas con- /
venientes para ella entrar no gozo do privilegio ex- '
elusivo, e se deliberar sobre outros objeclos do seu
interesse. Na mesma reunio o director far o reja-
torio dos trabalhos do ultimo semestre, o o caixa
aprese niara as snas contas, sondo de esperar que no
entr ctanto se complete a entrada dos 4 por cento
Escriplorio da companhia do Beberibe, em ses-
so de II de dezembro de 1847.
O secretario,
B. J. Fernanda Barros.
PuIiIcac&o Litteraria.
HISTORIA DE PORTUGAL,'
por Alexandre Herculano.
Os Srs. novos assignantes quoiram mandar bus-
car ao segundo andar da casa n. 1 da ra da Cruz
os primeiro e segundo volumes desta inleressante
obra quo chegaram ltimamente servindo-se en-
viar o seu prego de 6,000 rs.
Avisos martimos.
se est naquella barca, digo-t'o eu, se do quo elle de
verdadeiramente o homem cuja coragem e audacia
tanto segaba. Eis-shi, accrescentoit elle com cole-
ra, o que he confiar o comniando dos navios a ho-
niens que sabiram das ultimas classc do po-
vo. Nada ha que. indique aquellos estpidos vil-
les, que onde esta o maior perigo he que convm
propinar o inimigo, se esse ininigo lie um fidalgo.
Repara, como dios so eucaruigam cm perseguirs
falas vasiaa o inuleis, einquanlo o duque le Guiso
Ibes foge l'ois beni! accrescentou elle, aineagamlo
do longo abarca com a espada una, a iiiiin, niio mo
ha do, ello escapar. Avante.' Tomemos tle novo a
carreira, c se chegarmoa a apandar a fala, Frances-
co, niio le | ego senlo urna cousa, de'que juntes
a muida barca do meo inimigo com tanta solidez
que o cbilo niio nos falte emquanlo combatermos
ambos com a espada n'uma nio e o punhal n'outra.
Emquanlo islo se passava na barca em que ia
Borgia, o duque tic Guise tornava a levantar o mas-
tro da sua fala, largava do novo a vela ao vento, e
volta va resoluto a proa para os baluartes tle Caen:
NSo obstante O que disse Borgia, o duque tle Gui-
so fia loscolierto de cima das galeras quo perse-
guan) a llntillia ; mas parccra-ldes intil oceupa-
rem-se com urna barca que ia estar d'abi a pouco
ao alcance la arlilharia dos tlespanhcs.
O duque eslava asseulado ao p do inastro, com
a cabega inclinada para o peilo, e com a vista seguia
aliento o um; menlo das galeras.
O ardil sempre he boui, meu sendor, disse sbito
Candlo Scoppa. Ura nflo da duvida que temos
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnlo do dia 16..............2:543,807
iloviiunlo do Porio.
Navios entrados no dia 16.
Liverpool ; 42 das, barca ingleza Priscilla. de 218
toneladas, capililo Richard Gnble, equipagem 15,
carga fazendas; a Johnslon Pater &Gompandia.
Passageiro, Massey Rrown, liigbv..
Figucira ; 35 lias, drigue braslleiro Flor-do-Norte,
de 130 toneladas, capililo Antonio Monteiro de Al-
meida, equipagem 13, carga vinho; a Nascimen-
to & Amorim.
Trieste ; 62dias, escuna austraca Angiolina, de 183
toneladas, capililo Francisco Covacoovicb, equipa-
gem 10, carga farinda de trigo ; a N. O. Bicbcr&
Companhia.
Navios salados no mesmo dia.
Maranhfio ; patacho drasilciro Dous-lrmdos, capitflo
Vicente Ferreira Lopes, carga assucar, caf e mais
gneros.
Radia ; drigue brasileiro Flor-do-Recife, capililo An-
tonio Monteifo de Almeida, carga a mesma.
ffagrmar?T-3CTg: w ei i.'aae*a
SsmmsmmmSm
muita rasilo em contar com a estupidez dos nossos
inimigos, quando se trata de tomar alguma resolu-
gilo grande Km verdatle, dir-sc-dia que estes lles-
pandes nflo donhecom scmelliante mar, anda que
ha ja bstanle lempo que aqu 10iIIa 111. Est vendo
acola abaixo no horizonte aquella cinta amandla,
arrendaila de llocosinhos lirancos f Niluse passariio
tluas titiras sem quo Icithamos urna tcmpcstatle que
ilerrote todas ns galeras de Hespauha, emquanlo as
falas vogarflo por cima das ondas como ninlios de
macaricos; e locaremos trra antes que esses pru-
dentes Hespanhesleiiham vollado para a sua sngra.
O duque de Guise, que pareca nflo ter ouvido
Cernile Scoftpa, interrompeu-o arrebuladamente,
dizeu-lhe :
Nflo porci os ps cm Ierra senilo no caes do
Chjala. Ou esta agoa me suhinergir ou mo levar
at aples
Comtudo he procisoque tomemos trra, disse
Scoppa com mao humor, ainda que nflo seja senflo
para tomarmos a nica barca- que pile passar, sem
excitar suspoilas, por entre a trola que guarda a en-
trada ilo golplto tle aples Alen tlisso, da algiu-m
queme espera l, e que V. Alteza niio da tloficar des-
contente de conliecer.
Guise continuou a licar em silencio, e Scoppa
prosoguio:
Deixe V. Alteza o negocio por minlia conta, que
quando vira linda fala que o espera, com b seu Int-
uito maslro piulado d'azul e flmula encarnada ;
quando vir a formusa moga que o deve acompauhar,
Para o Ro-de-Janeiro o patacho llno deve se-
guir em 17 do correte : qitem quizer embarcar es-
cravos, ou ir de passagem dirija-se a Gaudino
Agostinho de Barros.
Para o Rio-de-Janeiro o brgue-esciina Feliz-
Ventura segu com brevidade por ter a maior par-
te de seu carregamento prompla : o capilflo he Joflo
Goncalves Leite : quem no mesmo quizer carregar
dirija-sca Gaudino Agoslinho de Barros, na pra-
cinha do Corpo-Santo, n.66.
Para a Baha segu viagem com multa Drevitla-
de, por lera maior parte da carga prompta, a escuna
Curiosa, forrada e pregada de cobre : para carga e
passageiros, trata-so com Domingos Antonio de. A-
zevetlo, a bordo da mesma, ou com Luz Jos de
S Araujo, na ra da Cruz, n. 26.
Para Lisboa pretende sabir com toda a brevida-
do por ter parte da carga prompla o brigue por-
tuguez CarI'ola-&-Amelia de que he capilflo Ma-
noel Joaquim dos Santos: quem nelle quizer carre-
gar, ou ir do passagem, para oque leni excellentes
e asseiados commodos, dirija-so aos seus consigna-
tarios Francisco Severano Raheld & Filho ou ao
mesmo capilflo.
Para o Rio-de-Janeiro o brigue Bom-Jesvs ,
bem Mohecido nesta praga deve partir a 17 do
correte: quom no ti.esmo quizer ir le passagem,
ou embarcar escravos dirja-se a Gaudino Agosli-
nho de Rarros ou ao capilflo Pedro Jos de Sales.
l.cil.K)
Leilflo, por intcrvengflo do corrector Oliveira,
consislindo em um earrinno de duas rodas com ca-
vallo e mais pertcnces, sellimcom portences, com-
inodas, mesas de jantar, do mcio de sala o outras,
sofs, cadenas, ditas de halanco, dajicas tle jogo,
espedios, tlotis pianos novos euin usado, camas de
armagflo e llvenlo, secretaria de vidraca, lavato-
rios, ouga, apparelho tle cha, tic prata, vidros, relo-
gio tic patente inglezes, qualros, outros nitritos ob-
jeclos e algumas obras de ouro, &c. &c. ; boje,
17 to correnle, s 10 horas ta mwibffa, cm casa de
Joflo Kellcr & G., ra da Cruz, cujo socio nrelendo
fazer urna viagem a Europa, pelo Sword-Fith, dei-
xando a gerencia da casa ao Sr. Gustavo Lutz.
i ai M--9M. jjamt
lcar encantado to viajar cm Companhia d'uma e
d'outrs. Eis-aqui o meu plano : assim que chegar-
mos cabanazinha que evantei ao p do monte. Cr-
cello, tleixar V, Alteza esses vestidos tle fidalgo, pa-
ra vestir o casado de durguez em viagom ; cu mes-
mo tirare estes apelrecboa militares, etomareios
vestidos do pescador: c entilo, ainda quo todas as
galera% de llcspanlia nos venhum abordar, leve-me
o diado se, em elles o vendo assenlatlo junto ta bel-
la Amia, nil julgareni quo leem que tratar com al-
gum par ainorosii tle iiomis quo vollatn para a sua
familia, a menos que Ibes nflo quedamos dizer que
a moga vai furlada.
Do modo que, replicou o tiuque, ou hei decho-
gur a aples com vestido do vi 1:1o e do drago dado
com alguma marafona que te pertenga. ... Hem .'
Mo est na a entrada, com efleito, para o duque do
Guise, quo leva a um povo intoiro a victoria e a li-
berdade.
Mas, senlutr duque, so nflo sarmos de artifi-
cio, quo ser do nos ?..... J lio lempo de virarmos
para o lado da minlia casa, porque dentro cm cinco
minutos estaremos ao alcance da arlilharia tle Gaete.
Ja o devnolos eslar, disse o duque, que licara
completamente imniovel, so a darca em quo vamos
fosse igual aquella que nos persogue com una obs-
linacflo inctvel. eque da jugando sobre a nossa
mais de um teigo da distancia que a separava de nos.
*
(Continuar-ie-ha.)- 4


^=?
3,^
Avisos diversos.
MmsiUA
0 TRIBUNO N. 62
est 4 venda hojo na livraria da praga da Indepen-
dencia, ns. 6 o 8. O poto compro, que Ido nflo
yai prejuizo em perder dous vinlens.
Anda ha para so alugar urna das melhores ra-
sas no sitio do Cajuoiro por ser grande e quo ser-
ve para duas familias passarem a Testa e at se p-
IsttSpifftl iJC(h'() J de dividir urna da outra por tor duas cozinhas : i
tratar no mesmo sitio.
A o resppitavcl publico assegura o the-' -Vendem-se-tres casinhas de taipa com seu:
no
soureiro desta lotera qu as rodas de sua
primeira quinta parte correm iofallivel-
mete no consistorio da greja do Livra-
mento, no dia ao do corrente mez, e que
a venda dos bilhetes ser smeote at o
di anlecedeiite (sg), ficando o restan Ir
perteneenJo sociedade, desde o meio-
- -Hoje, as4 horas da lardo, na praca do Dr. iuiz
do eivol, se lia de arrematar o negro Jos, por exc-
cucSo de Jos Gongalvcs da Fonte.
floga-so aoSr. bacliarel Lourcngo Accioli Wan-
derley, que ha pouo chogou a esta provincia, viudo
das Alagas, da villa do Pene.lo, do declarar asna
residencia, ou dignar-se do apparecer no segundo
indar do sobrado da ra Nova desta cidado do Roci-
fe, n. 47, a negocio iuteressante.
Ein casa de M. Bernel, na ra do
Trapiche, n. 3$, veude-se salame sti
; assucar refinado,
a libra : charutos da
quintaos que botam para o rio Caihariho e com
suag plantas, por 300,000 rs.: na ruado Amorim
n. 24.
A pessoa que, ha lempos, coniprou uma phan-
tasmagoria, sendo quo a qoeira vender annunoie,
ou dirija-se a ra da Caduia, n. 14.
Mensal.
JDl
ersor e limito freso
pao, a ioo rs.
I11 vana, verdadeiros ; vinhos Bordeaux
e Saulernes, em caixinbas.
--Furtaram, aoamunhecer do dia 16 do corrente,
do trapiche do Giqui, uma taixa de cobre nova,
corlada em dous lugares : e como se suppfie que
o roubador a corte para n poder vender, recommen-
da-so a qualquer pessoa a quein forofterecida de a
apprehender e leva-la a ra do Queimado, n. 38, que
se pagar toda a despeza.
Itoga-se a pessoa, quo no dia 4 do corrente rc-
cebeu, lalvez por engao, cinco latas com bolachi-
nhas de araruta, que um preto levava para o Holel-
Comntercio, sendo quo as qudra entregar, diri-
ja-se ao dito Hotel, ou na cscadinha da alfande-
ga, armazem ns. 1 ou 2, que se pagar toda a des-
peza.
Deseja-se saber tiesta praca quem
be correspondente dos Srs. Carlos Jos
de Albnquerque e Joa.o Lopes dos San-
tos aquelle senhor do engenbo San-
Francisco, em l'orto-Calvo, e este senbor
do engenbo"Bastio, termo do llio-For-
moso, para negocio de grande interesse
aos mesmos senbores; na ra da Cadeia
de Santo-Antonio, casa onde mora lian
cisco Joiquim (lardoso.
Quont precisar do urna ama de lcite, dirija-se a
ma da Cadeia do liedle, n. 1, casa do Sr. J. (',.
Turres.
Aluga-sc o sobrado' de um andar o sotSo, na
ra da Praia, n. 74 : a tratar no armazem por baixo
do mesmo.
Havendo o Tinado Carlos Augusto de Moraes de-
clarado em son testamento que se llie era levedor
da quantia de 3 contos e tantos mil ris em lettras ,
e nioapparoccndo estas, o abaixo assignado como
testainenteirndaquello (nado, pelo presente previne
aos respectivos devedores alim de nflo pagarem
as ditas lettras senflo ao abaixo assignado. lie-
dle, 16 do .lezembro'de 1847. Antonio Alve de
Miranda (uimaraa.
Aluga-se a casa terrea, no bairro do Fra-de-
Portas, ra do Pilar, u. 7, o potra na ra dosCnara-
rapes, n. 13, ambas novas, envidracadas o com bous
enmurados para familia : a .tratar coirf Antonio Joa-
quim de Souza Ribeiro, na ra da Cadeia, n. 18.
Em consequencia de so nflo haver reunido no
dia 12 do correle numero legal de irmilos da Glo-
riosa 8. Hita de Cnssia. para se fazer. nova elcigflo ,
para esle liin silo novamente convidados os iruiOos
a comjiareccrem no consistorio da irmandade, no
da 19 do corrente, pelas 8 horas da mantilla.
Prerisa-so de um bom amassador forro ou
captivo : na ra da Florentina n. 3.
Ilavcndo nlguem assoalhado maliciosamente
que A Vox dofratil, nflos he escripia pelo propie-
tario da typographia Liberal como influenciada pe-
la actualidades e lendo esse alguem com o lim de
desacreditar o referido peridico juntamente com
a mencionada actualidade insuflado a gente mo-
nos pensadora a pralicar os desvarios que tiveram
lugar em as noiles dos dias 4 c8 do corrente, fomos
privados; com rasflojde imprimir A ?oz do llrasil
na predita lypogrphia Liberal, cojo proprietatario
neiiliuma parte tem na rodncgflo da nossa folba ,
que nao be subordinada a nen|ium partido poltico.
Fallando-nos assim a typographia Liberal com a
inipressflo, recorremos a raiileira nio s por nos
persuadirmos que esse nomo smente fosse bas-
tante para liuo fosse aceita impnwsSo da Vos do
llrasil, como porque para a compra dessa typogra-
phia concorrOmos com nosso contingente: mas en-
gaa mo-noa completamente; porque as pessoas
que se chamaram a possedessa typographia, longo
de satisfazercm nossa expertativa ao contrario
negaram-se a aceitara impressilo da nossa folha,
prelexlando ser esta escripia o colloborada pelas
pessoas cima indicadas, e confirmando com esse
proeedimento as nossas nrevisoes isto he de le-
rem concurrido para o descrdito da nossa folha.
Nesla collisfio, adiamos um amigo que nos von-
deu urna typographia queja est em nosso podor,
e pa quul vai ser iniprcssa A Foz do llrasil.
O HK. da Vos do llrasil.
Prccisa-se alugorum moleque mensalmente : na
ra larga do llozario n. 24..
Preeisa-se deuma ama .para casa de um ho-
memsoltciro : na ra do llangol, n. 59, primeiro
andar.
' Mn ra do Mondego, n. 59, engomma-sc perfei-
lamente, por prego commodo.
Cari s D. Fredricks, profes-
sop do dagiicrreotyno,
contina a tirar retratos na sua residencia da ra
da Caileia-Nova, n. 26, das 9 horas da manhfla at
as duas da tarde.
~ PermuMeSO uma casa terrea, n.3, sita na ra
do liom-Succaso da cidado de Olinda reedifica-
da de novo com um sitio soffrivol, em onos pro-
prios, por outra qualquer nos bairros de S -Anto-
nio ou Roa-Vista preferindo-so no Aterro-dos-Afn-
gadns, nuSoledade : na praca da Roa-Vista por
cima da botica n. 6, ou na ra do S.-Francisco, de-
fronte da venda do Nicolao.
Alugam-sec.vendem-se tanto a retalho como
aos centos muito grandes o boas bichas, chega-
das de Hamburgo : lambem so vfio applicar para
mais commodidade dos pretendentes: na ra es-
trella do Rozario loja do barbeiro n. 19, defronle
da ra das Larangeirrfs.
A pessoa que Dio falta? om cavallo rugo-pe-
drez desde o dia quinta-felra, 9 do corrento, diri-
ja-se ao pateo do Terco n. 6, que, dando os sig-
naos certos, o pagando as despelas que o mesmo
tiver feito, !he ser entrogue ; do contrario, nflo
apparecendo dono nestes tres dias sera entregue
polica.
-Aluga-se para scassar pa fesla a casj do sitio
Cajueiro sendo a prmeira na entrada do porlflo
a tratar na ra da Cadeia de S.-Antonio n. 19.
ATTENCAO.
Aluga-se um excellente sobrado para passar a
Testa, n. 18, prximo do porto de desembarque da
cidade ile Olinda, com grandes commndos para fa-
milia o escolenlo banheiro no fundo: quemo
pretender dirija-so venda por baixo do mesmo so-
brado, quo adiar com quem tratar.
A direceo da sociedade Recreio-
Jvenil transferioa partida de l8do cr-
lenle para Janeiro de iH.'jS.
Compras.
Compram-se
veslidos bordados do praia ou ouro; timos de
velludo ou de soda, antigos ; cabelleiras de to-
dos os lmannos e caracteres; fazendas de la de
nina s cor, excepto preta ; e oulros quaesquer
objectos antigos,proprios para so desmancharen! oin
trages de grande carcter para presepo : no thea-
tro publico, a fallar com o director.
Na ra Mov, loja n. 58, oomprain-so os ferros
uecossarios para um oficial de surrador ou esco-
liador de couros, a apparelhar os couros ; para o
que tambem se precisa de um ollicial do dito uftlcio,
quesaiba e o queira executar.
Compra-so um cachorrinho ha pouco nascido,
queseja do casta lequeua, chamado do reino :'quem
tiver, equizer vender, v ao pateo do Terco, n. 5,
que achar rom quem ajustan
Compra-SO, em segunda m;lo e sem foitio um
trame I i n de ourn de lei com o peso de 7 a 8 oila-
vas : na ra do Rozario da Boa-Vista, n. 8.
Compram-se os primeiro o segundo voluntes
do Judeu Frranto, traduccito de Lisboa, segunda
edicHo, 1844 : na ra da Cnu n. I, segundo andar.
Ve odas.
ATTENCA.
I O melhor especifico e o mais ellieaz que
ha nesla provincia para applacar e des-
truirs mais violentas dores de denles,
producidas pela carie, ou por qualquer
outra affecefio da bocea he o vordadei-
ro paroguurnux odontalglco, composto
por MM. Roux & Companhia pharmaceu-
ticos em Paris. Este remedio goza do gran-
de reputaciioem Franga foi amigamen-
te ,-iqu vendido na botica do Sr. Saisset,
o lu muito approvado. Afllrma-se ao res-
peitavel publico e a todos os mais hahi- I
> tantos desta provincia, que as pessoas que ,
sofTrercm dores de denles, c applicarem '
l este remedio verfio immedialamcnte em i
I cinco minutos o grande allivio eseusan- '
do cada um tirar os seus denles. Vende-se I
esto remedio nicamente em casa do den-
I lista c sangrador, Jos Anecleto na ra (
. eslreita do Rozario, junto a igreja casa .
' terrea, n 7, na fregue/.ia de S.-Antonio '
I desta cidade do Recite cada frasquiulio i
Com um impresso que ensina u mellior '
methododese applicar, por 4,000, 6,000 (
e 10,000 rs., o em pequeas porcOes a '
1,000 o 2,000 rs. ;o embebido em algodflo, (
trazendo cada um seu vidrinlio com rollia, ,
a 320 rs. em cobre. '..
Traspassn-.se a posse de um terreno no lugar
da malta da Torre, margem do rio Capibaribe, ja
beneficiado com uma mor"agoa do pedia e cal, ca-
cimba de boa agn, roca em estado de fazer-se fari-
nha, ecapim de planta : confronte a olaria di-Jos
Francisco Relien), ou a tratar na ra do Caldcireiro, 1,as 'lo Aracaty : a tratar com Antonio Joaquim di
Souza Ribeiio.
Vende-se froco de todas as cores,
FOI.IIIMIAS PARA 1848.
Vcndom-so foliiinhas de algibeira, de porta e de
padre ns mais correctas e mala regulares : na piu-
ca da Independencia, livraria ns. 6e8; na ra da
Cruz, loja ii. 56 ; na ra do Crespo, loja n. II ; na
loja da esquina do Collegio; na botica do Sr. Mu-
reira .defronte da matriz.
Vondenvse 18 escravos, sendo :'dous moleques
do 12 a 1.1 anuos; 4 mulatinhos de 14 anuos j uma
negrinlia ; uma dita de 18 anuos que engomma o
coso bein ; 5 escravos mocos para todo o sorvico ;
6 escravas do servico de campo: na ra Itireita ,
n. 3.
Vende-se farinba do reinon 100 rs. a libra; as-
sucar, passaa, Dtalas, arroz do vapor, toueinlio,
munteiga, pomada, sabflo branco, cha, ienlia do
mangue o queijos, ludo isto muito superior, e do
melhor : na ra de Hartas, na esquina que delta
para Santa-Thereza.
Vondcm-se vitellos: na ra da Aurora, n. 44.
-- Vctulem-se 42 pipas abati-
das: na ru.i da Cadeia do bairro
de Sanlo-Anlonio, n. 25.
RAPE' NACIONAL ANDARAIIV.
Conlinua-se a vender em libras o mcias libras o
j bem ei^ihmdo iap nacional Andaraliy, viudo
fresquinho noTillimo navio do Rio-de-Janeiro : no
depositla ra do Trapiche, n. 34, o nos lugares an-
nuuciados.
Admiraveis navalhas de ac
da China.
.Va ra larga do llozario, ti. 35, loja da l.odij
Estas navalhas teein a vanlageru do corlar o
bello sem oll'ender a pello, deixan lo a cara parecen-
do estar na sun brilhante moeidade. Este ac he da
China, e seu autor he Shan. Por todas as socieda-
des das (ciencias medicc-cirurgicas, tanto da Eu-
ropa como da.America, Asia e frica, lio reconhe-
rido o 'Uso desta* navalhas maravilhosas, nflo S"
para prevenir as molestias cutneas a que a huma-
nidadeesl subjeita mas lambem como um meio
de as curar.
Vondcm-se as verdadeiras s na loja cima indi-
cada.
Vendem-se 12 barricas com sebo em rama, vin-
Vende-se urna bonita loja na ra Nova, n. 30,
com armnefio toda envidraQnda propria para qual-
quer estnbelecimento, principalmente o de alfaia-
le : alm disto tem miiitos connnodos e propor-
coes para morar familia : a trillar na mesma loja,
que se fara negocio a contento e dosombaraeado do
todo 8qualquer obstculo.
Para as scnhoPAS Pcniarn-
iuicaii (|iii> trajiui a moda.
Na nova loja da ra da Cadeia do Recife, n. 32,
do Claudino Salvador Perda Rraga vendem-se
extremadas sedas finissimns brancas e de cores
transparentes de exccllentcs padres o de subli-
mes gustos proprias para noivas, bailes ou qual-
quer funcclo principalmente para a fesla do Natal,
a 2,000 rs. ; grandes cortes de superiores gorgurOes
com bordados riquissimos para rolletes, a 7,000
rs.; engraciados bonetes do velludo com enfeitcs,
pura houiem o meninos a 7->n rs. ; ricos chicoti-
nhos francozea, oncastoadoa, para huiliento se-
nhora, a 1,000 o _',000 rs. ; famosos brins trancados
de linho branco com listras lavrsdas, a 1,440 rs. ;sc-
llm macan preto e lino a 2,2*0 rs. ; ditos franrezes,
hrancos e de todas as cris, a 900 rs.; tafet a
(loo rs ; alpaca preta fina de cordlto, a l,2S0 rs. ;
dita lisa uiuilo lina a I.QOO e 1,280 rs.;lapim, a
1,200rs. o miiitissinio lino a 1,800 rs. ; panno da
Costa encarnado e azul franco/. I roprio para cn-
brir mesas e Cobortui'B para quando se andar em-
barcado a 1,200 rs. o covn lo ; dulas nixas, a 140
rs.; riscados de quadrose listras padres iniudos,
a 161) rs, ; uieias de seda pela, para liomein, a 1,500
rs. ; ditas compridas brancas, para aenhora i
a.OOO rs.; chapeos francezes do palhinhs amarela,
para liomein a S.000 rs. ; luvas do pellica para lio-
mom,al,000 e 1,500 rs. ; ditas pora seuliora a
1,000 rs., com borracha a l,500rs. e enfeitadasa
1,600 rs. ; chapos de sol, de seda, para homeni,
com barra grande basteas de balis 0001 capa do
Sola o (ivelu para trancar, a 7,000 rs. ; lencos de
sel i m macan para grvala, de coros o de padroes
muito agradareis a 1,28 rs. os de tres ponas, e os
dequalro ponas, a 2,560 rs. ; cambraia lisa muito
fina a 880 rs. ; dita mais groSM, a 560 640 0 720
rs. ; madapoIBo lino para camisa a 200, 220 e 24o
rs. a vara eas pecas de 20 varas a 4,000, 4,400 o
4,800 rs.; dito de forro Pa 140 rs. a vara, o a 2,400
rs. a peca ; algod'io/mho americano milito cncor-
pado a 200 rs. ; dito inglez a 140 0 160 rs.; bien
de dedo e meio de largura a 100 rs. a vara ;dito do
dous dedos, a 140 rs. ; dito de tres dedos, a 180 rs.;
dito de tres dedos e meio a 200 rs.; cortes de ves-
tidos de barra a 4,700 rs.; ditos de seda para se-
uliora a 12*000 rs. ; ditos mili superiores, a 18/ rs.
Vendem-se velvules prelos e velas de cera do
Rio-dc-Jaueiro : na ra estrella do Rozario n. 3 .
loja decerieiro e armador de Antonio Valenlim.
Novo Ircm de co/Joha.
le ferraeens
tle cnegado a
lose Lui/. Pereira
Ol.l de ici .incln ,
, na na Nova, n.
culo de panel! is, cha
de
lei-
umi novo soiliin
ras, cassarrdas e frigidei's de Ierro,
forradas de porcellana. Os Srs. que teem
feito encommendos riueiram apparecer
com lempo.
Vendem-se sellins inglezes elsticos e do pa-
tente, para montara do homem os melhores im-
portados ueste mercado, por proco commodo : lam-
bem vendem-se pianos dos muito acreditados au-
tores Collard Konworthy (\ Companhia, na ra da Cruz, n. 2.
PARA A FF.STA.
ca-
r
O secretario da irmandade do N. S. da Solcda-
de, erecta na igreja do Livramenlo, por ordem da
mesa, pelo presente convida a todos os irmflos pa-
ra quo comparecam no consistorio ila mesma ir-
mandade, no dia 19 do corrente, s 3 horas da lar-
de alim do que, reunidos em mesa gjral," possam
elegero novojuiz e mais cmpicgados, que teem de
reger a dita irmandade para o anno do 1848.
ftacocheira do paleo da matriz deSanto-Anto-
lio cuiilina-se a alugar carros, qiip eslao arran-
los do novo, e promette-sc aos fre^uezes da casa,
so lera conloinplacflo, pela fesla, no preco; fa-
>ido ver quo he com aquolles que (eem sido cons-
.les.
numero 68.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio, n. 10, e no Aierro-da-Boa-
Vista, n. 48, continuam-so a tirar pnssaporl.es lau-
to para dentro, corso para fra do imperio; assim
como despachan! se escravos: ludo com brevidade.
Aluga-se nina casa terrea na ra Relia, prxi-
ma a mar, com duas salas, tres quarlos, corredor
ao lado, cozinha fra, quintal e cacimba : a tratar
na ra de San-Francisco, antigamente Palacete, alt-
as oito horas da manhfla.
Precisa-sede um caixeiro para venda : em F-
ru-de-Portas n. 84.
Aluga-se urna excellente venda em bom lu-
gnr com commodos |iara morar familia : a tratar
na ra do Queimado n. 53.
mais lindos
que
i.i
na ni;
No
va.
os
0. lo, loja de Hiplito Saint Martin
&c
Vende-se um cavallo de muito
gordo bom carragador de baixo a
H*?' O dontnr Alejandro dn Soir/a Pnrnini .ln $u
;:
m
m
Odoutor Alexandrn do Souza Pereira do
Canto, medico mudou sua residencia
4>ara a ra larga do Rozario u. 12, segun-
do c terceiro andares do sobrado onde tem
botica o-Sr. Jos Mara Congalves Ramos.
inda cor bom
meio com ai-
reos, mi sem dles : na ra da Gloria n, 2i, das 6
as 8 horas da manilla c das duas as 5 da larde.
Sementeg de bortalicc
de todas as qualidades bervilhas tortas o direitas,
reijflo-carrapalo: ludo muito novo, viudo de Lis-
boa : na ra da Cruz, n. 62.
Tresse, fabricante de orgflos e realejos, ne Aler-
ro-da-ltoa-Vista n.:2l, tem para ve.n.ci Iros or-
gflos proprios para igreja ou i|ualqucr outra parte:
lambem concerta ditos instrumentos, pOemar-
chas novas o compra realejos ja servidos.
TlioniazPourcell, marcene!ro junto a cadeia ,
tem urna armaeflo pata loja de fazendw ou oulro
qualquer eslubelecimento para vendor muito ba-
rata, com a condieo de ai inania a quem a comprar.
Vendo-so urna pela moca com uma cria mu-
lalinhade ,'iannos ou sem ella : a prota cozinha.
lavado va rrel la c sabflo e que vendo na ra : na
ra da Madre-de-lleos, n. 36, primeiro andar.
Vende-se um lindo mnlatinho do 12 anuos, com
hons principios de sapateiro : vende-se por se ter
receido etn pagamento : na ra larga do Rozario,
loja de miudczas n. 35.
Vende-so um cavallo novo o gordo bom mar-
chador, muito esquipador proprio para se ter pe-
la fesla por nflo ter achaques e ser de linda cor
bem como 6 formidaveis quartos : tildo por pre-
go rasoavel: na ra da S.-Cruz n. 70, confronte a
ribeirada Roa-Vista.
--Vendem-se, por diminuto preco, as obras de
Rergicr, diccionario de Ibeologia ; de Fritot. (cien-
cia do publicista ; de Comi, tratado de legislacflo;
que en- de Reiste, diccionario universal; de Guiso!, pena
Pelo juizo do civel desta cidade, so ha de arre-
malar uma morada do casa de sobrado do qualro an-
dares n. sita na ra doCruspo ; e outra de um an-
dar slito, na ra do Collegio, n. por execueflo
do Jos Raplista Ribeiro de Faria e Rento Jos da
Silva Magalhflcs, contra os herdeiros do fallecido
Antonio Raplista Ribeiro de Faria.
Alugam-se boas bichas, lano em lamanho
como em qualidade, viudas prximamente di- ll.nn-
hurgo : tambem so veiideiu ein poreflo c a relalho :
ludo per preco commodo : na ra larga do Rozario,
n. 52, venda da esquina confronte a igreja.
Precisa-.se de um ofiiciulde feneiro,
leuda bem do seu oflicio : no Alorro-da-Rua-Vista,ide norte': "na'r'a do GaTu'ga'Toj de Jos'.r'ii'andflo
" ,,a I da Rocha, defronle da matriz.
No escriptoiio do Froderico Robilliard, ra do
Trapiche-Novo, n. 18, vende-se a retalho, em barri-
cas de 3 duzias, n muilo afamada cervoja preta, ein
botijas, o mais superior que aquj tem viudo. Na mes-
ni i casa cima, vende-se inoda de cobre por pre?o
commodo.
^a ra dos Tanoeiros, n. 5,
vendem-se dous escravos de 20 a 28 anuos, proprios
para todo o servico, e iluas esclavas de 22 a 28 an-
uos, quecosein cliflo e enlendem solTrivelmente do
cozinha, lvam e fazom toda a qualidade do (ti-
cos orondas. Vendem-se por commodo prego, por
ser para um pagamento.
Vondom-so, no armazem de Maa Ferreira ,
junto as oscadinhas da alfaudega os seguintes g-
neros, por commodo prego e de superior qualida-
de; caixas com passas, ditas com ameixas, ditas
com figos, potos do uvas, ancore tas com azeito-
nas de Elvas barricas com sardinhas ; ditas peque-
as com ditas e hlalas a 1,000 rs. a arroba.
Contina a oslar a venda na loja de livrosda
praca da Independencia, o na da esquina da ra do
Collegio, o folhelo Juila apredafo do predominio do
partido praieiro, ou Historia da dominando da praia.
As pessoas que teem comprado o mencionado folhe-
lo, encontrando por acaso qualquer desarraigo na
brochura, poderno troca-lo nos mencionadas luga-
res.
Lotera do Ito-de-Janeiro.
Vend ni-se bilbetes e ineios ditos da
H. lotera a beneficio di construccSo c
reparo das matri?es : na ra dt Oadeia,
e cambio, n. 38, d iManocl Gomes.
ra da Cadeia, \ en-
io| i d<
No armazem do BragllOZi na
dem-se barricas com Superior fardo de Lisboa, edi-
tas com nozes por commodo prego.
SSSF.
Silva Sanios vende barricas
Mu
de fnrinha de trpoda marra SSSP, ebe-
(jada u
niel da
nii t il<
ultimo navio a ole mercado.
MORII.IA.
Vende-so uma porgflo de trastes novos e quasi no-
vos ; loucase crvataos ; uma mulatinha de 4 anuos;
um moleque de 7 anuos ; caixas com vinho de Bor-
deanx .Colares, Lisboa, Porto e Madeira: tambem
Igumaacnisaa de cera do Rio-de-Jaueiro : ludo
muito barato em virtudo de retirada : para ver-e
tratar na ra da Senzalla-Vclha n. 110.
-- Vendem-se duas molocotas, de bonitas figuras,
de i.lade do 12 anuos cada urna, pouco mais ou me-
nos, por prego commodo : na ra da Cadeia-V'clha.
ra.sa n. 33, se dir quem vende.
MUTILADO
ILEGVEL


M
\

s

pe
Vendem-se dous armarios grandes, 4 ditos pe-
queos o 3 baleos : na rua da Cadoia do Rccife.
n. 36.
Vendem-se pegas de chitas escuras, niiitn en-
corpadas e decoros llxaa ; ditas corda rosa todas
limpia a 5,500 rs. e a 160 r*. a retalho : m.ioapo-
l.lo .ino ,i largo ; c outras fezenda)baratas : na ra
estreita <;o Rozarlo n. 10, tercsiroandar.
Restara alguns eseravos por se ven-
dcren>, muito baratos, e todos de bonita
figura, pois he para se fecharen) as cori-
tas deslc auno : um lindo negro poca do dad.: .le 90
annos, de nagao, bom eanoeiroo cdzinhoiro : um
oilo ile 16 anuos, crioulo, ptimo para um pagem,
por ser bastante ligoiro; um dito de i.lade Je 25
tinos, peifeito oflicial de sapateiro, este vende-so
muito emeonta, por ter um pequono defeito ; um
mualo de idade do 35 anuos, do milito boa condue-
la, iiom para tomar conta de um sitio, por 360,000
rs.; dous negros milito fortes e de bonita figura, I
de idade> de 22 annos; um dito de nagflo, bom ga'l
nliador do rua, oque sabe lazcr todo o servido do1
urna casa, por 340,000 rs.; um dito por 400,000 rs.,
anda moco; um dito por 200,000 rs. una'negri-
nnaue idade de 90 anuos, quo cose ptima mente,
fez lavarinto.engomma ocozinha.; urna dita de 26
annos, percita cozinhoira o crigommadoira ; urna
mulata de ptima conducta, por 450,000rs. ; urna
negra por 200,000: na na das t.arangeiras, n 11
segundo andar. '
caes da
Jacomc
A 'i.pOOO rs.
Vendem-se saccas com bom milho: no
Alian.lega armazem do Antonio Anuo
Tires.
A 4^200 lis.
Na lo ja ile Gu maraes Serafim &
Companhia rua do Cres-
po, n. 5,
vendem-se chapeos da para borneen, pelo baralo pre
yode 1^200 rs cada um.
---Vende-so champanha domuito superior quali-
dade recentemenle chogada : na rua da Cruz,
sa.i
-oquad o.icj. s sciisotui se 3S-omi
:mn upco 'sjooSJ^ op o5a-jdojiM
-i(| o|ad 'apppio Bjsauopioajedde
maai onl) sooijsioui sojsoSi 9 saoip
-mi sop !?|Si> cpuaZBj 'saci.iadttii
sRSvco op sajjoo sooi.i 9-ojapuaA
'5 *U 0(1
-so.r) op un 'cii|iiud(uo')
^UIipM). S9K.I6UIII1C) ap Bf0| Vfl
'saeijadoi; sesseo soaou sy
Q%\@:@w.<9 w ota %& p ^p^ie^ias
9
1

Vendem-se corles docassa e cambraia do se-
da, a 9.000 o 10,000 rs. ditos de novos o ri-
cos padrOes, a 11,000 e 16,000 rs. ; chapeos
demassa, rancezes.da ultima moda; rutea-
dos france/es para vestidos de senbora no-
vos cortos da cassa-chita; eoutras muilas fa-
zendas de goslo, propriaspara o lempo do
resta: Indo por menos prego, do que em ou-
I'" qualquorloja : na rua do Qucimado, nos
qualro-cantos, toja da casa amar'ella, n. 29.
M *0fe0A &\% && 0>^ s>\% &\<& #1^
Pannos finos.
Viiidein se superiores pannos Tinos, a prava do
limSo prelo, a 3,000, 4,500, 5,500 e 6,500 rs. : di-
to azul, a 3,000 rs. e muito lino, a 4,500 rs. F.sles
pannos sfio novos o pela sita bai ateza, attendendo
asna boa qualidade, tornam-se recoinmendavcis
Na rua do Collogio, n. 1.
,\v/
7<
porscrcm os mais modernos; casimiras pretas
superior fazenda por sercm muito finas a 2, 3 e
3,500 rs. o covado : na rua do Collegio, loja n. 1.
PARA A FESTA.
'Va Lija nova d rua do Quei-
. lado, n. II A, de Ha\mun-
do Carlos Le te ,
vendem-se os melheres chapeos do Chill, que teem
appaiccido nesto mercado, a 16,000 rs. cada un:
t.imbem hado 7,000,8,01)0 o 9,000 rs. ; mantas de
seda a 2,000 4,000, 10,000 e 16,000 rs. cada urna ;
nm novosortimento de chapos francez.es; meias
pretas e grandes, para padre, a 600 rs. o par ; e um
completo sortimonto do pannos unos, do todas as
cores por procos com modos.
Va rua do Crespo, loja n. 12,
de Jos Joaquim da Silva
Maya,
vendem-se muito lindos chapos para meninas ,
Unto ilo so.la como de palhinha., chegados ltima-
mente de Pars ; chapeos de seda pam senbora ;
cortes de crambraia de seda do ricos gosto, por
Sreco muito commodo; cortes de vestidos de cam-
raia ecassa-chitasde dillercntcs qualidades, por
procos baratos; ditos com una pinta de mofo e
sem elle a 2,000 e 2,500 rs. cada corte ; mantas de
seda e Illa para senbora, das mais modernas que
leem viudo a esta praca a 5,000 rs. cada urna;
mantas chalos do seda de varias q-ualidades e ba-
ratos; alpaca prota a 800 e 1,600 rs. o covado;
panno de linho, a 400 rs. a vara; casimiras fran-
rezas eelsticas, para calcas, a5,000 rs. o corte;
rustoes; etinse velludos para collete por prego
muito em conta ; bem como um sortiinento de ou-
tras militas fazendas, que so vendem pelo barato.
Va ru-i do Trapiche, armazem n.
34, de JV1. Beinel, vende-se o
sepuinle :
salame fresco; presuntos de Weslphalia ; licores
superfinos e superiores a todos quo teem chegado
amigamente ; coracflo verdadeiro de HollanJa; an-
chovis muito fresco; absintho da verdadeira marca
c kirschwasser da Suissa; wermoulh; fructas m
ago'ardente ; conservas do petits-poiso sardinhas;
ditas inglezas em vinagre; conservas de bajes
schtiittbohnen; eni potes muito frescos, clicgado
no ultimo navio de llamburgo ; licor de kirsch em
meias garrafas brancas de superior qualidade; as-
.sinicomo todas as qualidades de vinhos, ago'ar-
dentes, conservas de carne, etc. ; charutos regalos
de llavana; o uiitos outros objectos de superior
qualidade e por preco mais commodo que em qual-
quer outra parle.
No .\terro-da-Boa-Vista, loja n
78, vendem-se ricos chicotes para mon-
taria, obra ile muito bom goslo ; assitn
como superiores chapeos de sol de sed
para senhora, de muito bonitos psdroes
e por preco commodo, p rop r i os para a
festa.
Vondem-se obras de ourp de varias qualida-
des tapio para homeni como para senhora: bom
romo un relogio de 'uro; un dito de prata ; 6"co-
llieres e 6 garfos de prata : na rua do Rango!, n. 11.
Potassa.
potassa
Vende-se potassa mu nova, prxi-
mamente chegada do Rio-de-Janeiro :
na rua da Cadeia-Velhn, armazem de
Bailar & Oliveira.
-- Na rua estreita do Rgzario n. 1f, segundo an-
dar, vende-se um bonito escrayo que trabalha mui
bem de carpina ; um dito do 16 annos bom ca-
noeiro;um molequodoll ounos.
-Vende-se urna to'alha de lava'rinto, toda aberta
de chadrez de cravo muito bem feita ; duas carro-
cas e dois bois mansos e gordos: na Trompe, n. 1.
Rehuirs.
Vendom-se superiores cortes da fazenda nova
denominada belmira para vestidos de senhora ,
pelo barato preco de 4,500 c 5,000 rs. o corte. Esta
fazenda be nova e de muito sublimes gostos sen
do as suas cores mu apreciaveis por serem cor de
liro rosa e penda, a el les, antes que se acabem.
Na rua do Collegio, loja n. 1.
Vendem-se caixas de cha hysson de 13 libras,
em porefo, 011 a retalho: na rua da Alfandega-
Velha n. 36, em casa deMatheus Austin & C.
AGENCIA 0A KUNniCAO- EE LOW-MOOR.
Na rua da Senzalla-Nova, n. 42, continan ha-
ver um completo sortiinento de moendas e machi-
nas de vapor para engnnhos de assucar : bem como
taixas do ferro batido e coado de todos os taa-
nnos : ludo por preco commodo.
No Vteno-da-Roa-\'isla, lo-
ja n. 78,
vendem-se sapatos de lastro para meninas de 13
(5 annos; assim como para senhora.
Na loja nova da rua do Quei-
mado, n. 11 A, de Raymun-
do Carlos Leite, vende-se a
1,000 e I.QOO rs.
a vara de um excellente panno de linho que che-
gou ltimamente de Portugal, cujas pecass H de 21
varas : tamhem se vende a retalho: assim como che-
gou novosortimento do de 800 rs. a vara, e as pe-
gas com 18 varas e meia : anda contina havor
do de 600 rs. o hambiirgos finos: estilo se aca-
bando os guardanapos de linho a 800 rs.
13
Vendem-se, ou trocam-se por eseravos de am-
bos os sexos duas inoradas de casas de pedra e
cal sitas dentro desta praca : tamhem se vende
parte de ambas a prazode'um por cont ao mez :
quem pretender annuncio.
Vendem-se dous eseravos sendo um bom mo-
lequecozinheiroe copciro o o outroauteiro o
bolielro : este vende-se para fura da provincia: a
tratar no sitio do Cajuciro ou na loja do Sr.-Ouer-
ra na rua Nova. I
Vendem-se 6 eseravos sendo ; unta preta de
20 anuos, quo engomma liso e cozinha ; urna dila
quitandeira ; urna dita que vende miudozas, ou ou-
tra qualquer venda e cozinha bem o diario de urna
casa ; urna dila do meia idade por 230,000 rs. que
lio boa vendedeira ; um mulalmlio de 12 annos; um
moleqiiedo 12 a 13 annos, que tem muito bons
principios do coz.inheiro : todos no teem vicios
nein achaques : no paleo da S.-Cruz. n. 14, se di-
r quem vende.
Vende-se cevadinha emgarrafoes
de una arroba, chcgadi prximamente :
na rua da Cruz, armazem 11. 48.
OE 6 PORTAS N" .> Nesta loja das pechinchas, vendem-se pan-
g us luios, a 2,500, 3,000 3,500 e 4,000 rs. ,
m e minio lino, prova .le limao a 5, 6 e 7,000
g| i-s. ; casimiraa de duas larguras, a 1,500 o
.5 1,000 o covado, o muito superior, a 3,000
6 4,000 rs. ; cortes de selim e .le velludo S>*
.;t paracollelo, a 2,000, d,500e3,000 rs. ; man- 3
m lasdoselim parahomem.a 2,000 r.s ; um ^
^ grande sortimonto de madapolOes chitas S
ig e nutras mullas fazendas para a fesla por 9
:< Daralissuno preco, para acabar antes do lia-
lauco.
Richas de Ilamhurg.
Vendem-se bichas de Himburgo;
G40 r.s. h retallio e em porcao .
de >l uioel Jos de S Araujo,
da Cruz, 11. 2.'|
a
em ca*a
na rua
Aa rua da C'adcia-velha, n,
W, loja de J. O. Elster,
rendo-so viuho do Porto, de diversas qnalidades s
dito da Madeira dito do Malaga ; dito do Sllfirry [
dito de Carca vellos; dito de Tenerife; dito do Lis-
boa; dito |.lo Itheino; dito Claves; dito Sauter-
ne; dito doBordeaux; dito Chaleaux-la-roso; dito
V-Julinn; ditoS.-Ceorge ; ago'ardente de Franca
de vanas qualidades; cherry-rordial ; marraschi-
no ; licores linos; PTIMA CIIAMI'ANIIA.om garrafas
inteiras o meias ditas; velas de OomposiJflo ; cha
prelo e verde de superior qualidado; presuntos e
salames de llamburgo ; sardinhas em ltase vidros;
petils-pois, em latas; mosliirda ingleza o franco-
Na loja no va da rua d Quei-
mdo, n. II \t dejlayinun-
do Carlos I a He, a 2,400 rs. o
covado.
li..asle"'Jr:slr.Um c,oml>,el sortimenlo de fazendas
wU iT }S-' P l'revOs mais rasoaveis possi-
lTddaflu??Z'CM ,S1,SC elMlc" nielhor qu..
liuadc que tom viudo a oslo mercado, a 2 400 rs o
o cdrt.' bem Cm0 ,,C lisl' V. V W*t
-isinjiraselasliease finas, a
7,^000 rs.
Vendem-se superiores casimiras elsticas, finas o
lie recommcndavel pela
decores, pelo baratissi.no proco de 7 000 rs o cor
i
za vidros com frutas em calda do "assucar o espi-
rito ; agoa de flor de laranja ; CHIIIUITOS DE HA-
\ ANA K DA BAHA ; e outros inuilos objectos : ludo
recentcmcHte chegado.
Na rua da Cadeia-Velha, n
yen.lem-so bilbetes e moios ditos da lotera a bone-
licio da construceno o reparo das inalrizes da pro-
vincia do llio-Janeiro. Adverte-se aos amantes da
fortuna que at o da 20 do corrente ja poderlo go-
zar do premio quo por sorte Ibes sabir: e como j
reslain poucos bilbetes por isso so annuncia.
Vende-se urna, taboleta nova de duas faces
3 caixes para deposito de fiirinlia ou de assucar '
muilo bem feitos uina carteira sem ps para cima
de mesa ou balco 4 enchamois de 30 palmos : lu-
do muito em conta : na rua do Codorniz junto ao
ioii,-iio-Maitos casa nova sem numero.
Vende-se urna casa terrea, com muito bous
cominodos: na ruado Codorniz, junto ao Forlo-do-
Mallos casa nova sem numero. I
jj|' Na loja de Jos Manoel E
^i Alontciro Braga, na rua |k
]> do Crespo, n. I6,esqu. 'j|
jij na fu vi rua das Cruzes, 1
_JJ vendem-so mui lindos chapos para senho- uj
U ra do gosto o mais moderno e de cores j|]
_,. mui lindas, por terem chegado ultimamun- ~
;|^ ledo Franca, por precos rasoaveis ; o ou- ^f,
;ni tras muitas tazendas de costo. hi
He s na I \ja do nicho que
apparecem estas pechinchas.
Na esquina do l.ivramento, loja do nicho ven-
dem-se mantas para senhora, a 1,000 e 2,000 rs. ;
selim branco de llores, com duas larguras a
1,280 rs. o covado ; riscadinhoschiiiezes, com lis-
tras do seda, a 360 rs. o covado; chales muito gran-
des de garca o seda a 2,000rs ; longos grandes da
mesilla fazenda a 1.000 rs.; bonitos gostos, a 200 o 320 rs. ; e oulras muitas
pechinchas novas, chogadas de proposito para a
Testa.
Vende-se urna rede do muito boa qualidade,
lazenda muito superior,'e de muito bom gosto
na rua do Cabug, loja do Joaquim Jos da Costa
Fajozes.
Vende-se una cama do forro com armac.lo do
mesmo ; 2 paros de suspensorios; -2 manteletas pro-
tas ; 6 indispensaveis : ludo bordado a maliz e de
muito bom gosto por preco commodo : na rua da
Cadeia do Recita, loja do forragons, n. 56.
A venda reformada toda de novo dofronte da
matriz da Boa-Vista u. 88, convida a todos os seus
frcgiiezesa comprarem os superiores o novos gene-
ros, por preco o mais commodo possivel, a saber :
vinho do l'orto engarrafado, a 400 rs. ; dito de Lis-
boa Pltn, a 240 rs. ; dito do outros autores a 200
rs. ; dito branco, a 240 rs.; vinagre, a 100 rs. ; cer-
veja a 480 rs. ; azeite doce a 500 rs.; dito do co-
co a 400 rs. ; dito de cirrapato a 240 rs., macar- I u a rua di Cruz, no" Recife n."26?
rao aletna e talharim a 300 rs. a libra ; passas a Sa Araujo que gratificar.
240 rs. ; ligos, a 240 rs. ; ameixas a 240 rs. ; cha
Eseravos Fgidos.
-----!---------------;--------------------Mr------------1---------------.---------
Fugio, nodia I* do corrente, o pardo Josa do
25a30s;nps, cor fechad, bom barbado alio o
secedo corpo ; tom as nemas um tanto arqueadas,
don* toioi os dontos da frtinto ; levou caigas de ris-
doe camisa fina. Este pardq porteqca ao, onganbo
Carnadas berencnle ao Sr. doulor Manoel Firmi-
no de Mello. Quem o pegar leve-e- ao dito engenho
ou a rua do Agoas-Verder, n. 46.
-- Oesannareceu. na noito do dial para <3 An
corrente o preto Silvestre; levou um bhu de co-
ro preto com malhas brancas o com roupa. da rua
da Praia n. 25, para o sitio do Sancho om Tigipi:
0 preto he grosso, baixo, ps apalhetados cabel-
los vermelhos; tom a marca C no paito esquerdo;
pertcnce a Francisco do Carvalho Paes do Andrade
Junibi1, morador no mesmo sitio. Quem o pegar
ouder nolibia do bah na casa j Indicada sera
bom recompensado.
Fugo, no dia i'A de Novembro, do
engenho dos Maltas, freguezia do Cabo,
um cabra carioca, de nome Joao, que
ha ponco foi comprado a Antonio Tava-
res de Andrade, morador em Nazareth ; X
o qual Irazia urna guia, do subdelegado
do lugar, o major A miro Jos Lopes
Coulinho Galvacanti. ('s signaes do es-
cravo sao os seguintes": baixo, bastante
reforcado do corpo, escuro, olhos brari-
cos, cabellos incarapinhados : era qual-
quer parte que chega intitula-se forro e
se olTerecc para carreiro. Quem o pegar
leve-o ao dito engenho, que ser gra-
tificado'generosamente.
. Fugio, no dia 9 do corrente, do en-
genho das Matas, freguezia'do Cabo, um
pardo, de nome Filippe. muito conheci-
do pelo Barro e Jangadinha, aonde j
por muilo lempo passou por forroj npel-
lidando-se por Manoj Caniasry e
lambem no curato do Bom-Jardim, don-
de j veio preso : tem os signaes seguid-
les: bastante alto, secco ; representa 3o
a 35 annos ; tem o cara becbigosa, olhos
pequeos e bem pretos, nariz grosso e
com bastante tabaco, falla efeminada ;
tem marcas de acoutes, cabellos pretos
e corridos : quem o pegar leve-o so di-
to engenho, que ser bem recompensa-
do.
Fugio, na noile de5 do corrente, de bordo do
bfiguo>S.-,Mor(i-Afo-Soric, o cscravo marinheiro ,
de nome Joaquim do nagilo que parece crioulo,
de bonita figura* bom fallante, estatura alta, bar-
hado com suissas por baixo doqueixo ; representa
30annos poucomaisou menos; consta andar pe-
los arrabaldasdesta cidade. Roga-se a capturado
mesmo cortilicaudo-so que quem o levar a bordo
do dito brigue ,ou a Amorim Irm.los receber boa
gra ti fi cacito.
Fugio de bordo do brigue Cpn/ianfa, na noite
de 30 de novembro passe.de* o escravo marinheiro
de nome Jos, de nagilo Galtao; representa 30 e tan-
tos anuos; de estatura baixa; sem barba ; levou
caigas de brim, camisa de algodflo e barrete, o assim
mais urna caiga de casimira amarellada camisa de
dula e una sapatos. O dito escravo sabe todos os lu-
gares da provincia assim como os de fra delta ,
ej foge por habito visto que no auno prximo
passao lambem fugio de bordo do brigue Mentor
e foi capturado para as partes do Porto-Calvo
aonde se neulcava por forro : elle perlence ao Sr.
Jos .Mana de S negociante no Rio-de-Janeiro.
Roga-se e pede-se a lo.las as pessoas e autorida-
des policiaesa sua captura cerlos de que quemo
trouxcr a esta praga aos abaixo assiguados rece-
ber boa gralificago.
Amorim Irmos.
Fugiram, nodia 21 de outubro do engenho
Mazagio os seguinlos eseravos : um crioulo de
30 annos alio o alguma cousa vermelho o signal
mais visivel que tem be ser quebrado: outro ca-
boclo fugio no dia 29 de novembro, do nome Jos
Brs com cabellos bem cacheados mogo ; tom as
pernas arqueadas o pos grandes : c outro preto do
nomo Jeronyino, do altura regular, mogo e bem
barbado. Todos estes eseravos sSo do serillo e por
isso he de suppr que seguissem para cimB. Ro-
ga-se as autlioridadcs policiaes e capitiles do campo,
que os apprehcndam o levem-nos ao dito engenho,
a I.ui7. Jos de
. a 240 rs.
Iiysson muito superior a 1,600, 2,150, e 2,300 rs
a libra; chourigos, a 48o rs. a libra ; paios a 24o'
rs. cada um ; manlciga ingleza, a 800 rs.; dita'fran-
ceza a 600 rs. ; queijos flamengos.a 1,400 rs.;
sabilo hespanhol,. a 240 rs.; dito inglez, a 140 rst
nozes a 160 rs.; amoiidoas a 240 rs.; esporma-
ceto americano a 800 rs. ; dito francez -a 700 rs
bolacbinha ingleza, a 240 rs.: em todos estes pre-
gos se faro abates comprando-se porgilo mais avul-
tada o quo ludo so fara com multa promplido e
aseadamente.
Vende-so um oratorio grando, em que se ce-
lebra missa com sous utensilios; o um pouco de
piala velha : na ruado Agoas-Verdes, ii 18
BrCHAS.
Voiidenirso e alugain-su muil boas bichas de
llamburgo : na rua do Rozario da Boa-Vista, loja
de barbeiro, u. 60.
Vpnde-seum relogio, saboneta de ouro, ho-
rizontal patente l.ondon por baralissimo prego :
na ruadosMarlj-rios, n. 13.
Vende-se urna casa terrea, sita na rua das
Cinco Ponas, n. lia : a tipiar na mesmacasa.
Vende-se um cevado muilo gordo, o do bom
tamaito : na rua da Gloria n. 26. I
ILEGIVEL
Ainda contina o estar fgido, des-
de o die 8 do crtenle, o cabra M^nqel,
natural do l'ar, e que tem os signaes se-
guintes : representa ter 30 annos, alto,
rosto redondo, cibellos pretos e corridos,
olhos pretos, ponca barba; tem a fall al-
guma cousa descansada ; consta que tem
andado pela Boa -Vista, inlitulando-se
por forrle julga-sc que coui esr a eva-
siva j llic asseu'.aran praca no Far.
Postuma embriagar-c amiuiladas vezes.
liste escravo perteneeao Sr. Nicolao An-
tonio ttodrigucs Chaves, do l'ara. Quem
o pegar leve em casa de Novaes &(J.,. na
rua do Trapiche, n. 34, que receber bba
gru'ificaco.
Peh.
N. : NA TYP. DEM. F. UEFA
I
eceuera Dea \
RIA. 1847*