Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08781

Full Text
nno cFe T847.
Qonta-fera
O 011110 nu'iliaa-se totas o dial fie 11*10
O'em Me ^u*r I t o preco 4j'i0" rs. poi qitartel, pi'-H iJifiti tni. O n-
ouncins ilo*.aagaantej 1 inseridla i rateada
10 n. |i.>r liaba, lo rl e.n tve > 111 i "- sute, as
repetics pil-i intada. C >-* 'pr; r>o f'ret **S'j!-
DanteS patrio *0 rs pnrlia'ii, ellleu lypH
fllcrenl, por :) pttliItcacVo.
PHASES DA LOA No ME 7, 1)R DE/.MBHO.
I.u.i nota, a7, 8 lioras e H- minutos da inanh.
descerne a lo, i I hora 8 mln. d* maobaa.
la dina a Jl. i il hotjs e 49 min da tarde.
M utanla a 29, s 11 lior-i e 38 mo. da tarde.
PAHTI.1V DQS CORREIOS.
'oianni cParlitb* a sagitadas esotas felra.
Hm-'i.MuJe- lr>- Norte quinen leirasao meio-dia
"nlii), Seriu'i'ie n, Rio-Kormoso, Poilo-Calvo
Mcalo no i.*, a 11 e ll de caila mez.
(lira lUnu e limito, ale tl.%
lloi-Vi*U flores, a llt Jl. .
Victoria, s quintas-faifas.
()liada, todos os das.
. PUEAWArl DE HOJE.
I'riraeira, is II horas e 12 minutos da inanh'ia.
Seguuda, i 12 iiorat e 6 minutos da tarde.
de Desembro. Anno XX?.
n. **$:
a
DAS OV EMANA.
29 Sag. S. Saturnino. Aml. do 1. >lo< nrph.
do J. doc. (i,i :"v. e Jo J. VI. da ? v."
30 Terca. >J> S. Andrc.Vud. do J. do civ.
da l.v.oiio I. da? MI 'o 5. dist. de t.
Quart. S. Flor. Atad, ilu I. do civ. da.
v.e do J. de pal rio 2. di<(. de t.
(.lumia,. S. Bibiana. And do J. de orph,
a do I. municipal da 1. vara.
Sssla. S. Francisco Xavier. Aitd'do J-do
civ. da l.v.e do J. de paulo I. dist de t,
habitado. 8. Iliilm-.i. Aul do I do civ.
da I. v. e do I. de paz.lo 1 dist de I.
Domingo. (jCraldo.
AlISPREflOSOSAWOS
di:
Q 52 (s) aaa&aa4i2)vDa
Tm MSTWrM9m
11' 'II au EDN saudou du novo-mubo
Leudan e auricrnita a roxa aurora !
i:om tal indulto o .Yunir condecora
O 3>2& quo a luz deu PEDRO SEGUNDO.
lilEilSlSilB-EaSfi 2 I.il'ai prazerjucundo,
Emquanto algtim Calilo a morle implora :
Quetn almeja utopias, deteriora ;
Scmprc a Ierra oliorlou tyranno mmundo !
Mala a seu fillro um Bruto, outr no pa mala !
Eis a virtudo dos Republicanos,
Virludc, quo a Niitiira desacata !
SVN'CTA CHUZ!... guia os leus AMERICANOS ;
De seu MOVARCIIAaesphera inslrue, dilata;
D-llie amigos, valor, Nestobios tfaVVO&
POR ..
ELOGIO DRVMATICO
Keelarto 110 1 de dczemln o, uo thcali-o
de Apollo, por oeenxin do festejo ao an-
nivers;irto da abertura domesnio the-
tro, e.111 ltamen o Setihor 19, Pedro TI.
Ha hoje um anno, que o maior desejo
Dos nossos coracOes, prezados Socios,
Foi coroado com feliz successo.
Da Patrie Scena o quadro magestoso .
Enlro.as pompas surgi ta nova idade,
E um "lia de prazer, de amor, de gloria,
Rasgando ao longe'a dcnsidfio das nuvens,
Sublimo fulgurou, sereno e bello.
Kis de novo no rubido horizonte
Esse dia gentil i de novo assoma,
Sumpluoso tropheu que ha visto o mundo,
Que o tempo respeitou, o anula respeila. '
lia hoje umanno.....eos frvidos applausos,
Que a.Scena conquistoq, que ainda nfio cessam
De toda a parle, o forte enthusiasmo
Nos nossos coracOes sbito accendem.
Prezados Socios para sempre o esforco :
Jamis compre afrouxar, avante otisados
A's.portasdo porvir. Temos colhido
Do nossr>afan o verdadeiro premio;
A gloria nossa, a gloria nao perece.
Aqui lendesna Scena manifesta
A osela da virtude;-A humanidade
N3o ve passar de espado o quadro enrgico
Que o Tneatro aprsenla ;"-os olhos Tila
Ncste vario cxpectadilo que avulta,
E ganha, e collte preciosos fructos.
Nollc v lielmente retratadas
As suas propensOes o homem perverso :
No espelho da ficco vendo a verdade,
O exemplo que observa c que o uommove
Veda-lhe os passos no carril do vicio.
0 mau esposo trepido recua
Ante o painel que a vista Ihe aprsenla
Por ses crims o Ihalamo ultrajado;
Arrependido, emlm, ci-lo que abraca.
A terna sposa, ein lagrimas ferventcs
Derrama-lhe no seio a dor que anceia
Sou magoado peito, e humilde implora
Um sincero perdSo.-Do filho ingialo
A alma experimenta um vivo sentimeiito,
Quando aos golpes da rigida justica
Ve castigado o proceder infame,
Que as otis sagradas leis quebranta, infringe.
K nflu vedes que a Scena so levanta
Entre nos com valor? nao por ella,
Que tanto se enteressa a humanidade,
Que os lacossociaes se consoiiiium .y
Que proveito maioi '.'___Jamis no olvido
Fique esle dia que afugenta as sombras ;
Km que o Sol hrilha mais, e a nalureza
Ostenta mais celeste formosura.
Kia, Amigos liis; saudai com jubilo
Este dia immorlal que firma os fastos
Da Patria Scena em poiennal memoria.
Saudai-o com sublime regozijo,
Comtemplai seu fulgor.-Como, vem bello,
Do remoto Oriente caminhaiido
Com toda a magestade e loucania ;
Sim : recorda tambem de Pedro augusto
0 feliz Natalicio, que avvenla
A paz nos coracOes, que os arrebata,
Que Ihes falla de amor e os embevece.
Dois pensamentos elevados surgein
Na mente que observa, e dois motivos
Fazem do dia que refulge ameno
l!m ponto excelso na Brasilia Misiona;
Doce harmona para sempre enlaca
Estes dois pensamentos.Quem so atrevo
A poder separa-I os ?.....Brilha inmenso
De Dezembro o primeiro; a Scena exulta,
Pasma o universo, a Patria se gloria.
Mas que transporto o espirito me enleva.....
Que novo encanto aos olhos me afligura
A vasta natureza?!Uin momento
Resplandece entre nos. Exulta, oh Patria,
Eis o Monarcha, o Grande, o Poderoso,
O leu Pedro immortal, vot-lfic um canto,
Leva aos astros seu nomo portentoso.
E nos. prozados Socios, que saudamos
Este dia tilo bello e tSo brilhante,
Ao grao Pedro immortal cantemos frvidos
Da gloVia o hymno em voz altisonante.
HYMNO
jj.iif-JAl/) '.PtB'U&Sr'.Jj 4) KftttBAlM ^JI 3. $D* 3i
1."
J no slo Brasileiro
Despontou a l.iberdade;
Do Co trouxe aos nossos pcilos
Singular felicidade.
ESTItlBILIlO.
Rrilha excelsa, oh Patria amada.
No painel do novo mundo ;
Tem por timbre, tem por gloria
Teu here l'edro Seiinulo.
2.
Derruhando o Despotismo,
A Liberdadc imperou ;
Ello morro, e nos vivemos,1
Seu poder j terminou.
a.*
Marcha ovante, oh Povo amigo,
Entre os vivas da victoria ;
Ser de Pedro ser da Patria,
Ser da Patria doce gloria.
4.
Ergue a voz, e brada ao mundo,
Valoroso, audaz, guerreiro :
Nilo esquecas, mo desmintas
Herosmo Drasileiro.
Por A. Jl. de Torres Hmuleim.
PARTE OFFICE
COVimO DA PBVINClA.
EXPEDIENTE DO DIA DO PASSADO.
OlcioAo inspector da thesouraria das rondas
provinciaes, ordenando fue en I regar a Mnnoel de
Mello do Albuqueique, procurador 1I0 delegado do
Rrejo, aquanlia de 97,200 rs par pagamento dn
que se despenden com os presos pobres de justica
(esse termo, do !. desetembro ile 1846 ao ultimo
de oululiro ilo correle anno.l'arlicipou-so ao
chefede polica.
Dito^Ao commissario-pagador, remnltenjlo copia
do aviso do 7 do maio prximo passado, para que,
em cumprimento do.quo nelle se dspOe, informe
orequerimenlo, que Ihe transmilte, de D. Igncz
Felicia da C.unha.
DitorAo administrador das obras publicas, de-
terminando faca restituir cmara municipal des-
ta ciclado as plantas da Capuuga, Apipucos u Man-
gtiinho, que ella mandara litar, e o eiigenhciro I..
I Vaulliier deixra (car no archivo da rcparlicio
que ora se acba a cargo de S. me; e doclarando-llio
que, caso seja preciso, pode mandar tirar copias
das mencionadas plantas na casa da referida c-
mara.
DEM DO DIA 5.
OBlcioAo inspector da thesouraria da fazenda,
significando que, de conformidatle com as rasos
do procurador-fiscal, relevara o capililo ta barca
porlugueza I.igtira da multa quo Ihe impozeiao
inspector da alfautlcga.
DitoA' cmara municipal do Recife, declarando
que lian pode aulorisa-la a suspender a exeOOcflO
do artigo 23 da le do orcamento municipal vigente,
como ella solicitara em olllcio do 12de outubro pr-
ximo (indo.
DEM DO DIA 6.
OllicioAo commissario-pagador di/.endo que
smente tleve de anuunciar a venda dos objectos d?
fardamento que pe tenceram aO balalhao da guarda
nacional destacada, o aos respectivos msicos; e
prevenindo-o de ler recoumendado ao director do
arsenal de guerra 111 andasso arraujar os uicneiona-
dosobjectos, e colloca-los em lugar onde possam
ser oxaiiiinados pelos pretendales, Qfliciou-so
ueste sentido uo director do arsenal de guerra.
Dito-Ao inspector da arsenal de marmita, orde-
nando fele um navio pura ir ilha de Fernando
com 800 alqueires de familia, mais alguns gneros
e diver sos objectus-- l)elcrmiiron-se ao director do
arsenal tle guerra comprasse s mencionados nl-
Suciresdu farinha, c os reiiieltesst; liara a precila-
a ilha, de conformidado com o couledo no olli-
cio do commi s'sario-pagador, quo se lite Iransmil-
tia por copia.

- '.i.1.1
EXTERI R.
MADRID, 1. DE Jl'SHO DK 1847.
Id y lord. --As propostas apresenlaoos pelo gover-
110 inglez sS. M.a rinia de Portugal, minlia au-
gusta soberana, como conditio sinequnon davossa
medaciio para acabar com a guerra civil que as-
sola anda mi ti ha desgragada patria, deixaram do
ser sogredo desde que osjornaes inglezes, a os de
quasi todas as nacOos da Europa, as publicaram.
Chegou, pois, o momento do en poder dirigir-moa
vos, mvlord, sem parecer indiscreto : pego a vossa
attengao por alguns inslantes o ouvi-mo sem pre-
vengao.
Entre as condigOesapresentadas a S. M. F. acha-
so urna (a qiiarta) que exige a inmeJiala uomea-
fdo dn um ministerio compostode ptssons que ndo per-
lencamao partido doiCabraes, nrn sejam memhros da
junta do 'orlo.
Sem me demorar, mvlord, a fazor-vos considerar
aparcialdado que sopantotoa desde logo em tal
condicao, liinitar-me-bei a indagar quaes silo as
causas que poderam decidir o governo de urna na-
cilo tilo poderosa, tSo generosa c lJo justiceira, co-
1110 a vossa, a apresenta-la minba augusta sobera-
na. P.ein grandes, mvlord, c bom justificadas devem
ter sido essas causas ; pols que a condigao de que se
trata nao pode ter outro resultado, que o do por no
pelonriiitio ( bu anda urra familia ; mas, o que he muilo mais
Importante, um grande partido politice.
Assegura-se, mvlord, que ou tenho attrahido so-
bro mim a inimizde o aversao do governo inglez,
porque elle mo tem na coula de um dos seos maio-
resinimigos; porque elle mo suppOe possuido de
odio profundo contra a nagilo ingloza. Esta persua-
silo. nascida sem duvda deimpulagues falsas e ca-
lumniosas, que doiis dos metis inimlgos mais enear-
nigados provavelmonle vossuggenram, ha sido bas-
tante todava para se mover contra num urna perse-
guigaosem.exemplo!.... A minlin posigiio como Ho-
mem poltico me obriga, pois, desde ja a dar expli-
cagilcs sobre esle ponto, reservando-me cumplir
mais tarde o mou dever no parlamento, dando cun-
ta a met paiz do meu proced ment o das minhas
opniOes.
Comego, mylord, por declarar que, como borne
leal Poituguei, desojo sobre luilo a independencia da
minhii patria : desejo que o governo do meu paizpos-
saVroceder sempre'com dignMaao, o com a lilicr-
d le mais ampia nos negocios interiores do reino
Devo tambem declarar, mylord, quo duranto seis an-
uos o mcio, quo serv como ministro do S. M. IV,
proced sempro com a mais porfoita independencia
do reprsenlante da Inglaterra ; mas ctimprc-mc ao
mesmo lempo asseverar, como fado verdadeiro e
posilivo, que esse mesmo espirito de independencia
me guin em todas as relagoes quo lve com os re-
presentantes de toilas as oulras nagoes. Se me 80-
iiis.imi, pois, por lal motivo, de ser ininigo da lu-
glalerra, conviria oOtUo, para se liaverem com jos-
liga, que me considcrasseni, pola mesma rasan, ni-
iiiigo de toda* as nagoes da Europa.
Ciiiifessar-vns-lici ainda, un lord, qiie, como bom
leal Portuguez, eu quizera vOr a minba patria lao
poderosa, e tilo fiorescente, como as maiores na-
tfles do mundo, e que o meu maior pezar he que
esle desejo nao possa cnverter-se em real idade ;
mas creio o espero, mylord, quo voz seris da mi-
tita opiniio, islo be que penlium governo pode
censurar com jusliga esle antimonio de nacionali-
dade, ncm condemnar os esforgosquo eu possa ler
folio; se nao para elevar a niinha patria a posgilo
que be desejo, ao menos para impedir que cahisso
em maior abalimento. Posso comtiido atlirmar
com a maior confianga, que, 011 como individuo par-
lieular, 011 como ministro da cora, nunca dtjno-
guei jusliga aos Inglezes, como Lio potica a dene-
guei aos otilros csiiangeiros residentes em Portu-
gal : nunca fiz usb do podrpa/a persegulr.poasoa
alguma, c provoco todo o mundo a provarme o
contrario com fados. Donde vem, pois, tal sanlia
contra mim ?
Mylord, se vos vos interessais sinceramente pelo
throno da rainha de Portugal,, pela ordem publica,
o pela prosperidade dcsla nagao desgragada, eu vos
convido a laucar urna vista de retrospecto ( mas sem
prbyencflo sobre as differeutes j ocas dos ultimo
vinto anuos.Quando he quo a rainha foi mais li-
are o mais respeilada, que no lempo em queeu l-
ve a boma de a servir como ministro?.Todo o pa-
iz responder por mim. Eu appollara mesmo pa-
ra S. M. se me fofa pe.nnttido invocar em meu
apoio um lo augusto testemunho. Quando la-
que a nagSo porlugueza gozou do mais ordem, < de
maior Iranquillidade, que durante o tempo da mi-
nha administracllo? A cslalslica criminal res-
ponder tambem por mim. Quando he que o go-
verno observou inais escrupulosamente as proroga-
livas do parlamento, e lodas as garantas da libor-
dade civil ? Os difierentes parlamciitos, lvre-
nientc elcitos, e sempre livres nos seus actos ; a im-
prensa respeilada talvez em demazia ; era una
gota de sangne vellido por Crimea polticos; to-
das as providencias governalivas tomadas de acem-
do com as cmaras ~ la ostilo, mylord, para prestar
loslemunho de jusliga ao ministerio a que ou live
a honra de pertencer. Quando foi que o commer-
cio e a industria foram levados a mais alto grao
de prosperidade '! O reiidimeoto [irogressivo das
alfaiidegas o o increnicnto das fabricas de manu-
facturas nacionaes durante a poca da minlia ad-
ministrscJJo podem, mylord, responder em meu
lugar. Quando se vio o espirito do associagao o
de emprza tomar em Portugal ramanho dcsenvol-
vimeulo? (luando he que tem sido restaurado o
credilo publico arruinado pelas revolugOes o por
admiuslrages incapazes f O grande numero de
MsociacOes lonnadas durante o meu ministerio, e
o duplicado valor A'qUesubiram os fundos pblicos
dentro o fra do paiz, sao provas que serv rao eter-
namente para coufuudir os meus ininigos.
CAMBIOS NO DIA 1 DE DEZEMBRO.
Sobre Londres a 28 d por l# 11. a d f 90 dia.
Pars 130 rs por Tranco.
T.isl 01 95 a lOfl de premio.
Desc.deUltras de boas Knn-s I a l|* J/.om-
Ouro0.is"I.aspan!.nlM....Snan a J9|000
vl.i'.i.is da al'08 relia. iCioo 16I200
da .ioiuov.. iB|iiea a I6100
dei/i>0f..... |rirt0 a 91100
Piala Patacos*-.......... I#9S0 a 2fom>
a Pesos colunnaras... li'i a JJ9A0
a Ditos mexicano.... i#T0n a 11*60
Vliuda............ I929 1*980
Acedas da coinp. do Heberibe da SOJTOOO rs.ao par.
uco.
E agora, mylord, que he feilo de ludo \ssof ..
Bu dei a niMlta dmissjlo no mez de maio do
I85 treze niezes sao apenas passados o quom
poder reconhecer o Portugal do onlilo no Poitugat
>le 18V7 ? O rospeito Iradccional pela soberana
o livre exorcicio da prerogatva real as funeges
regulares da represenlagao nacional a ordem a
prosperidade to pai/.-o commercio a industria
o crdito publico oul'ora 13o tlorcsconto que ru-
mo tomaram ? a que estado estilo reduzidos?...
Todo desappareeeti, mylord, e em logar do ludo
isso mis temos litio sob a administragao do liomens,
queso inculcaran) comopopi/i-iret a anarchia --os
tlireitos sagrados da rainha atacados o desconheci-
dos, a aulnridade das eortes tlosprczada. o com-
mercio e a industria aniquilados-- e o crdito pu-
blico arruinado parH muilo tempo! Eis-aqui, my-
lord, de que modo ou respondo j aos meus aecusa-
dores, o de que modo responderei mais tarde pc-
rantea Europa.
Escrevendo-vos esta carta, mylord, o apresen-
lando este resumo dos meus actos, eu nao tenho 1
mira em jtislilicar-me pranlo vos; por isso que,
mylord, seris vos o primeiro a reconhecor que
nao senil nunca peante o ministro de urna nacilo
estrangeira que eu leria de aprcsonOr a tninha jus-
titleacito ea minba defesa, anda quando as julgas-
se necessaras. Nao, mylord : para isso ha um tri-
bunal em Portugal : he o parlamento, sonde teroi
de comparecer em breve he la he ua tribuna pu-
blica queeu me aprcsentmvi para arrancar a mas-
cara calumnia, de quo tenho sido victima ha um
anno.
Nao venlio tao pouco podir-vos favor para mim,
riera que atVrouxcis a persoguicao sem exemplo,
que me leudes fcito em mime da nago inglo/.a,
pela qual eu teulio um elevado senlimento de affeirdo
c de rospeito. eu vetilla Uto smenlo pedir-VOS era
nomo da causa da rainha do Portugal, tninha au-
gusta soberana, e em nome da nagSo porlugueza,
que cesseis to perseguir por mais lempo lodo uia
grande partido, o partido conservador, que vos me
fazeis a lninra de chamar Cabralitta. Esto partido,
mylord, lie composto de horneis, quetecm dado as
maiores provas do amor a causa da rainha, da or-
dem e da prosporid ule do paiz. Se eu tenho erra-
do obrando com dignidado, e com a maior liberda-
do no governo interno de Portugal se tenho erra-
do por mo recusar a ser inslrumciilo de nenhum
min si 1 o e.strangcro -- So eu devo expiar os meus
eiros. Conlinua, mylord, se vos apraz, a perse-
guir-mo. inexoravelmcnte contnuai, se assim vos
ronvem, mas poupai homens, (|iio nutra culpa
nSoteem,que a de honrar-mc como seu apoio,
o dos quaes. alguns teem sido ja distinguidos uor vos
porestarem actualmente em perfeito aecrdo com
a vossa poltica.
Quanlo a mim, mylord, eu nao querooceultar os
meus sen tmenlos, nem apoltica que, segundo a
miuha opiniao. se deve seguir tanto a rospeito da
rogatorra, como das outras nagOes eslrangeiras;
tildo quanlo acabo do vos exprimir o repetirui, o o
descnvolvore mais larde do alto da tribuna 110 par-
lamenlo; osera depoisdes minhas declaracOos, de-
posda minlia defesa dianlo dos meus inimigos, o-
face de toda a Europa, que eu appellarei com confi-
anca para ojuizodos homens mparciaes de todos
ospaizes.
Aceilai, mylord, a seguranga da alta considera-
gao com que tenho a honra de ser -- Vosso humil-
de criado -- (assignadoj Conde dtThomar. A Sua
Kxcelleneia Lord IMlinerslou
(O Estandarte.)
PER MAM BUCO.
ItlAWMKNTO DA MESA DA RECEBEDORtA DE REN-
DAS INTERNAS CKItAKS, NO MK/. DE NOVEMRRO
PRXIMO PASSADO.
* saiieb :
1 oros do terrenos de maritiha ....
I.aiidemios ...........
Siza ilos bens de raiz.........
Direitos novse vellios........
Dtosdechanellaria.........
Dizima da uiesma..........
Sello lixo...............
Dito porporcional..........
Premios dos depsitos pblicos .
Patente dodespachantes da alfandega.
Emolumentos de certfdoos......
Carlas de hachareis .
2.' decima da corporaciio
Imposto de tojas abortas
Taxas do cscra vos .
de mai innrta
26,944
45,000
.-i: 403,600
354,409
5,080
143.12.5
1:759,987
1:797,450
103.778
75,000
"640
24,000
21,816
321,400
296,000
lis.
10.680,227
No impedimento do cscrivao, o 1. cscripturario ,
Manuel Antonio Simfcs do Amoral.
aaaafaaaaaai
PubticHtjo a pedido.
\ SI.NIIOItA I. DEPERINI.
Esta distincla artista satisfez complelamente as
pessoasque assislirara ao seu beneficio na noile do
dia 16 de uovombro p. p. He impossivel explicar a
iiiaiii-it',1 rom que cantou o duetii da opera Norma :
adigna hcneliciada commoveu a todos que tivoram o
pra/ri de a ouvir.e nao duvidamos allirma r que ain-
da nao lvemos netta cidade una cantora com tanto
mrito. Iloje esperamos que ella tora urna brilhante
concurrencia, porque a variedad* do espectculo o
merece


,2
QL'ADRAS offertcidat a insigne eantora Margarida Dt-
perine.
Toa voz suave e doce
Subo ;i touos commover,
As mcsmas pedras o o bronzo
He capaz de embrandecor."
Quando ao som da bella harpa
Solas a voz singular,
Um s mortal n-to existe
Que no co mo julguo estar.
Se nos cnticos da igreja
A voz suavo misturas,
Tu faics ouvir na trra
Os sons de ethereas alturas.
Quem a voz te ouvir, nSo cuides,
Que jamis della se esquece,
He um gota que lica n'alma,
Que entre visos appareee.
O teu nome, oh Deperini,
Ser jamis esqueculo,
Ficara em nossos peitos
Com leltras d'ouro esculpido.
" "53 imi Por /. /. M.
commercio.
A! randera.
IIIM)IMI,M()1)(1|)|.\ !<...........12:002,636
Descarregam no din 3 Je desembro.
Brigue l.ouiie farinha de trigo.
Brigue Ventura- Feliz mercadorias.
Calera Sword-Fith idem.
iirigue Veloz-fechos abatidos, vimes, canas-
tras com fruclas e legumes.
Brigue bliza-llowcn arcos de ferro.
Bares Serafina hacalhao.
IMI'OKTACAO'.
Sicori-Hsh, jalera ingleza, vinda de Liverpool,
entrada no correte mez, consignada a Me. Calmonl
* C manifestou o seguintc :
35 gigos, 24 meios ditos, e 1 caixa amostras e lou-
,-a, 7 fardos fazondas de algodio, 2 caixas ditas de
linho, 2 ditas ditas de algodio; a Fox Brothers
C. ,
1 caixinha balancase pesos ; a Hobilliard.
3 quartos de barris vinho, 1 barril ago'ardente : a
dem
2 caixas 2 lanternas ; a Feuton & l)r. May.
100 barris mantciga a Cockshotl & C
1* caixas fio de algodlo, 5 ditas fazendas de dito,
4 fardos ditas de dito, 2 ditos ditas de 13a: a H.
Gihson.
i caixas chales de algodio, 54 chapas para vapor,
24 barras de ferro, 5 caixas fazendas do algodlo, i
pacoto ditas de dito, 1 dito agulheiros, 2 quartos
de Larris com vinho; a K. Jamisson & C.
20 toneladas ferro em barra, 7 ditas dito em or-
cos, 8 harneas ferragens, 50 fogareiros, 25 chapas
de ferro, 20 pncotes de ps, 1 porcHo do ferro em
barca, outra dita de dito em folha; a Silva Bar-
roca.
1 caixa chapeos, I dita arreios o I carro, 11 fardos
fazendas do algodio, 30 caixas ditas de dito; a Dea-
ne Youle&C.
1 caixinha livros impressos ; a Christophers.
1 fardo fazendas de linho ; a A. F. Can.eiro.
15 barris tintas ; a It. & Bidoulac
9 fardos fazendas de algodio ; a R. Roylc.
26 caixas fazendas de algodio, 8 fardos com pa-
roles de fazendas, 22 ditos ditas de algodlo, 2 cai-
xas malcraos para escrever ; a B. Braga & C.
57 caixas fazendas de algodlo, 40 fardos ditas de
dito, 2 ditos ditas de Ifla, 1 caixa lencos ; a R, Mel-
Jors&C.
38 barricas enxadas, 11 ditas ferragens ; a \V. C.
Cox.
3 barricas ferragens, 1 dita grades de ferro, 200
fogareiros ; n Brendcr a Brandis & C.
t cmbrulho4 livros impressos, 1 caixa conservas;
a Amslrong.
1 caixinha falo, 1 dita soberanos; a Duntze.
I caixa 2 capoles; ai;. I. Snow.
II caixas fazendas de algodio 1 dita e 1 embru-
Ihoroupa; a J. Ryder &C
1 fardo cobertores; a viuva Ramos.
2 caixas falo ; a Johnslon.
2 caixas fazendas de algodlo, I dita panno, 1 vo-
lunte diversos olijectos ; a J. Slcwart.
2 caixas c 6 barricas drogas, I fardo papel, 2 cai-
xas oleo de aniz, 1 dita velas ; a Bravo & C.
200 barricas cerveja, 8 caixas fazendas de algo-
dlo, 11 ditas ditas de linho, 8 fardos ditas de algo-
dlo, 2 caixas lucias, 1 embrullio 1 gravura : a J
J'aton & C.
15 fardos fazendas.do algodlo, 15 barricas ferra-
gens, 6 barris pos prelos, 10 dilos salitru, C ditos
sal, 100 ilitos mantoiga, 2 barricas cutilaria 397
fogareiros, I barrica grades para os mesmos, 7 cal-
xas fazendas de algodlo, 6 ditas ditas de linho a
J. Palor & C.
4 fardos lonas, 50 barricas ferragens, 117 fardos
fazendas de algodlo, 5 caixas miudezas, i dita len-
cos, 60 ditas fazendas de algodio, 2 pacotes cabos,
7 caixas fio de algodlo, 50 barris chumbo de mu-
nicilo, 2 ditos mantoiga, 2 folhasde Klandres com
queijo, l caixa diversos objcelos, 1 einbrulho 4 re-
logios, 1 caixa meias, 1 cavailo de pao; a Kencwor-
thy & C.
17 fardos fazendas de algodlo, 1 caixa ditas de
dito, 5 barris Vidros, 1 caixa ferragens, 5 pacotes
fazendas de lila, 1 caixa papel, livros o cuntas,
Velos, brigu-escuna, vindo do Porto, entrado n
corronto mez, consignado a Manoel Duarle BoJri-
gues, manifestou o seguidlo :
24 cunhetes velas de sebo; a JoSo da Silva Lou-
reiro.
1 cndete diversas mercadorias; a Julio da Costa
Bibeiro.
l barril vinbo ; a Constantino Jos Raposo.
1 caixa chapeos, 1 dita cascos para ditos; a Joa-
quim do olvt ira Maia.
1 cunhete doce; a Henrique Bernardos de Oli-
ve ira."
12 caixas l'oohaduras, 1 dita e 2 caixes prata em
obra, 3 fardos peneiras, 10 canastrinhas macles, 3
caixas Nidias, 1 cuntite enxos, 3 ditos machados,
1 caixa fo de linho, 1 barril presuntos e paios, 2 cai-
xas figos, 2 ditas cera ; a Antonio Valentn) da Silva
Barroca.
1 caka diversas mercadorias; a Francisco Mendos
Rodrigues.
i OMITO mocGflfl n3T2 ChlPCO" SOCaln
550 resteas d'alhos ; a Jos Domingucs Simes.
20o feixos de pipas abatidas; a Rozas Braga
Companhia.
1 caixa panno de linho, I dita diversas mercado-
rias ; a Menriquo Jos da Cunha.
60 pipas, 40 meias ditas e 80 barris vinho; a An-
' Ionio Francisco de Moraes.
6 barris enxadas, 8 cimbeles machados, 20 canas-
tras albos, 60 dilas batatas, 15 ditas macles, 6 cu-
nhetes c 8 potes uvas ; a Jos Affonso Moreira.
V caixa roupa de uso; a Thomaz de Faria.
3 caixas vitihos, 8 barris pregos, 2 caixas fecha-
duras ; a Jos Lelo de Castro Nunes.
25 barriscal; a Jos Antonio do Souza Vianna.
1 barril prezunlos; a Antonio Francisco Maia.
1 barril enxadas ; a Jolo Pinto de Lemos& Filho.
2 barris prezuntos; a Jolo dos Santos Nunes
Lima.
30 canaslras albos, 8caixes perassceas; a Fir-
inim Jos Folix da Roza.
3 caixas e 3 caixes dormideiras e cevada ; a Ma-
noel da Silva Passos.
3 caixes e 3 caixas com hervas, ra es e semen-
tes medicinaos; a Manoel Marlins Pntcs.
24 barris vinho, 4 caixas panno do liuho c linha,
2ditas fechaduras, 2 barricas palitos; a Mendes &
Tarrozo.
1 caixa cascos para chapeos, 14 cunhetes macha-
dos ; a Joo Fernandos Ferreira.
3 barris prezunlos, 2 caixas pomada, 16 canas-
lras alhos ; a Antonio Jos Pedro Goncalves.
5 barris prezunlos, 251 caixes de piuho abati-
dos ; a Manoel Ignacio de Oliveira.
8 pipas, 4 meias ditas e 50 barris vinho, 8 caixas
nn/.rs, 10 barris azeite, 5 ditos prezuntos, 20 canas-
Iras albos, 80 ditas macles, 8 saceos cevada, 1 cai-
xlo uvas, 10 canaslras batatas, 128 resteas doce-
bolas ; a Manoel hilarlo Rodrigues..
5 caixas cevada ; a Jos Duarle das Nevos.
15 saccas cevada, 4 barricas macles ; a Paulo Jos
Alves da Silva.
1 barril vinho, 1 dilo prezuntos ; a Domingos Ger-
mano Alfonso Reguaira.
2 caixas fechaduras ; a Manoel da Cunha Cuima-
riles Ferreira.
10 caixas pomada; a Placido dos Santos Maga-
Ihlcs.
178 cadeiras, 6 dilas de bracos; a Jos Antonio
de Carvalho.
1 caixa flor de sabugucro; a Manoel Joaquim Ro-
drigues do Silll/.I.
100 bracas de vimes, I embrulho tezouras e fac-
cas ; a Antonio Percira Mendos
26 caixes poras e ameixasseccas;a Antonio Jos
Pedro Goncalves.
1 canaslra macles; a Jos Pereira da Silva.
2 canaslras castanhas nos ouricos ; a Thomaz da
Silva.
1 caixote obras de prata ; a Antonio Joaquim da
Silva Maia.
2 canaslras inacScs, 1 lata inarmelada, 1 barril
peixc ; a Jos Joaquim da Costa Maciel.
3 caixas hervas medicinaos ; a Manoel Antonio
Torres.
efles mercantis que, pela terminante disposicBo do
artigo 20 do regulamento das capitanas, nlo podem
as mesmas embarcaces sahir deste porto depois de
pr-se o sol, ou antes de nascer, sob pana de Dea-
re m subjeitos a multa, ordenada pelo dilo regula-
mento, e de por em pratica a fortaleza do registro,
como se depreca nesta dala ao F.xm. Sr. presidonte
da provincia, os mesmos meios, anteriormente au-
lorisados, de que laucar mlo para obstar a sabida
das referidas embarcaces, durante a uoite, sem
consenlimento ou previa scicnca da referida forta-
leza; meios, que podem occasionaf oceurrencias de-
sastrosas ase roba rea ges, mximo no caso de resis-
tencia; e tprnaram-se offeclivos no da 19docorrcnte
mez, pava obstar-se que um hiato nSo sahisse a 1
hora da mandila, como pretenda.
Capitana do porto de Pernambuco, 29 de novem-
hro do 1847.
Rodrigo Theodoro de Freilas,
Capitflo do porto.
Deelaracoes.
O arsenal de guerra compra azeite de carrapa-
to c de coco, Do de algodlo e pavios : quem taes g-
neros quzer fornecer, mandar sua proposta em
caria fechada a directora do mesmo arsenal, aleo
dia 4 do prximo futuro mez do dezembro.
Arsenal de guerra, 29 de novembro de 1847.
JoaO Ricardo da Silva,
Amanuense
to avallados, lhedario preferencia, ou desprezo n-
treos que-exislem.
OsSrs. que se dignarem subscrever pa,ra a refe-
rida obra, o poderlo fazer na loja do livros da ra
da Cruz n. 5B, e na da praca da Independencia ns.
6 e 8, pelo mdico preco do 2,000 rs. por cada exem-
plar, pagos na occasio da entrega, para cujo effei-
to terSo a bondade do declarar suas inoradlas nesta
cidade, ou a dos seus procuradores na mesma.
O padre Joo Rurbuta Cordeiro.
.Avisos martimos.
BGBGB0B&
O caixa da companhia de Beberibe, tendo de pres-
tar as suas contas, lemhra aos Sis. accionistas a iva -
isaciodos 4 por ccnlo, ltimamente pedidos.
COiNSLLADO GEHAL.
RES DI MENT 00 IHA 1.*
Diversas provincias.
2:358.569
93,589
2:452,158
CONSULADO
lien.lmenlo do da 1..
PBOVINClt.L.
...........1:693,193
embrulho 1 casaca, 1 dito' conhocimentos ; a' J.
rahtree & C.
37 pecas machinismo, 5 caixas dito, 19 laixas do
forro, 100 barricas aduellas-e fundos,3 caixas cannas,
2ditas lirim do Indio, 28 dilas fazendas de algo-
dio, 7 fardos dilas de dito, 1 barril presuntos, 1
caixa que.ijos, 1 embrulho bridas, i caixa moslarda,
1 dita 1 cbapo do senhora, 1 barril conservas, 47
voluntes de aduellas el porcSo de arcos, 3 caixas
longos de seda, 1 dita moslarda, 5 toneladas de pi-
ojira, i barrica pregos, 1 oaixa 1 tiiorinomelro ; u
Me. l'.alnioul & C.
15 caixas luzeudas do linho, 2 ditas amostras, 56
lardos fazendas de algodio, 1 embrulho ditas de
oilo, 51 caixas dilas de dito, 6 ilitas lo de dilo, 2
fardos paiiuas, 2 ditos fazondas de Illa ; a Adamson
&C. .
IZiivimenlo do l*orIo.
A'apio entrados no dia 1.
MaranoSo ; 23 das, brigue-escuna brasileiro Areeli-
na, de 206 toneladas, captlo Antonio Silveira Ma-
ciel Jnior, eOjUipagem 11, carga varios gneros ;
aFirminoJoso Flix da Roza. I'assageiros, Albino
Comes de Oliveira, Antonio Francisco Belm, Jos
Vianna, Portuguezes; Custavo Augusto de Figuei-
rodo, Brasileiro, e 2 cscravos a entregar.
Genova ; 35 das, brigue sardo Bittilia, de 138 tone-
ladas, capitSo Jacome Columbino, equipagem 10,
em lastro; a Lenoir Pugel & Companhia.
Montevideo; 40ilias, brigue sardo Hanibal, de 216
toneladas, capitilo Lus Pico, equipagem 16, car-
ga couros e lila ; a ordem. -- Segua para Genova,
e arribou por falla d'agoa e mantimenlos.
Navios salados no mesmo dia.
Cork ; galera ingleza Alexander, capitSo Edward Phi-
lipsou, carga a aesma quulrouxo.
Havre ; barca franceza Ztlia, capitSo Helaunay, car-
ga a mesma. Seguio do LameirSo, onde andava
sobre a vela.
HiJlTA L.
Rodrigo Theodoro de Freilas, oficial da imperial ordem
da llosa, cavalleiro da de San.-Benlo-d'Avi; condece-
rado com a medalha da restaurafdo da llahia, por oc-
casido da independencia, cap Ido de mar e guerra gra-
duado d armada'nacional e imperial, inspector do ar-
senal de marinha desta provincia de I ernambuco, e
nella capitn do porto, por S. M. o Imperador, que
Dos guarde, etc.
Faz saber aos captaos ou mestres das embarca-
THEATRO PUBLICO.
IIOJE, 2 DE DEZEMBRO DE 1847.
Grande espectculo em applauso ao sempre memo-
ra vel dia do nascimentode
S. M. I. 0 SENHOR D. PEDRO SEGUNDO,
que Margarida Doperihi tem a honra do offerecer ao
Ilustrado povo peruambucano.
Logo que chegue o Exm. Sr. presidente, dar prin-
cipio o seguirte espectculo :
PRIMEIRA PAUTE.
1. Depois de urna cscolhida ouvertura lera lugar
o hymno nacional, cantado por Margarida Deperini,
Srs. Tosell, Plassa e Joseph Deperini aniega augus-
ta clligie de 8. M. o Imperador.
2. Valsa executada por urna banda do msica mi-
litar no labiado.
3. Aria da opera (Jiouannaf'/lrca pelo Sr. Toselli.
4. Duetlo da opera Norma cantado por M. Deperi-
ni, o no clarim de chaves peloSr. Plassa.
SEGUNDA PARTE.
1. Aria da opera Julieta e Romeu, executada
orcheslra.
2. Linda aria da opera
soai-e po> M. Deperini.
3. Polaca da mesma opera no clarim de chaves
por o Sr. Plassa, com acoinpanhamento pela banda
militar no tablado.
4. Duelo nal ila opera Norma, por M: Deperini o
o Sr. Toselli ~ In mia mano alfim tu sei, e seguir-se-
na lambem o ulllmo final.
*" P8ra o Bio-Crande-do-Sul sahir breve o pata-
cho Dous-de-Agnsto,,por ter parte do sou carrega-
menta prompto : quem no mesmo quzer carregar
ou embarcar escravos pode nntender-se com Amo-
ri ni Irmilos na ra da Cadeia ,'n. 45.
Para n llio-Grandc-dn-Sul sabe nn| \
o brizne Echo, de que he capitflo Manoel Pereira d
S : lem bons commodos para passageiros e escra-
vos : os prolendeutes dirijam-se ao capitflo, ou a
ra da Cadeia-V'elha armazem de Bailar & Oli-
veira.
A escuna portugeza Andorinha pretende sahir
para Lisboa ate 3 do prximo dezembro : quem
nella quizer carregar ou ir de passagem, dirija-so a
ra da Cruz, n.45, casa do Nascimcnto & Amo-
rim.
Vcnde-se urna balieira nova de calafeto, com
todos os seus pe (enees, por preco commodo : era
Fra-ile-Portas, ra do Pilar, n. 145.
Vende-se a linda e milito veleira escuna ame-
ricana John de lote 111 toneladas, forrada e enca-
villnula de cobro o prompta para qualquer vagcm:
a tratar com llenry Forster & Companhia, na ra
do Trapiche n. 28.
Lcilao.
pela
/ Puritani, qui la voee sua
-- Richard Royle far leilSo, por intervcncSo do
corretor Oliveira, do grande sortimento de fazondas
inglezas, todas propria.s do mercado ; e como pro-
vavelmcnte ser o ulllmo leillo deslo anno, nvuilo
espera a concurrencia de seus freguozes i lerca-fei-
ra, J do crrente, s 10 horas da mantilla em ponto,
noseu armazem da ra da Alfandcga-Velha.
Avisos diversos.
TEBCEIRA PARTE.
1. Simphonia da opera Norma.
2. Torelo muitoongracado da opera*Searamucia
per ti. Deperini, o Sr. Tosell c Deperini.
3 Rondo Nel Italiana in Algeri poro Sr. Plassa. .
4. Grande pega instrumental pela orcheslra com
obrigaeflo de rabeca, executada pelo Sr. Theodoro
Oosle.
5. Duelo bufo da opera Hlha do Regiment por
M Deperini e o Sr. Toselli.
PiibliciicOs Litelaras.
as livrarias da esquina da ra do Collegio c
da praca da Independencia, ns. 6 e 8, vendem-se o
compendio do geographia elementar, adoptado no
collegio das artos da cidade de Olnda ; o de chrono-
loga e o de potica, pelos quaes so fazcm os exa-
mes na academia da mesma cidade ; redigidos pelo
bacbarel l.uz Paulino Cavalcantc Vollez de Guevara,
prolssor substituto ifaquello collegio.
SUBSCRIPCA LITTERARIA.
O abaixo assignado muilo se compraz em annun-
ciarodesejo quo lem de dar ao pelo, em lingua
verncula, urna pequea obra intitulada Artt de
fallar e de escrever, ou TRATADO DE RHICTORICA cu-
li AL, por Augusto Husson, cuja traduccilo esta con-
clundo ; mas mo pudendo levar a edelo este dese-
jo sem o auxilio dos amigos da lluslraclo do seu
paz, invoca a sua proteccSo, convidando-os por es-
te meio a subscrever a favor da jmpressSo da dita
obra, que tanto tem de compendiosa, como de in-
toressanle. Estabelecer os principios o definiros
termos com precisSo e clareza ; desembarazar este
tratado de urna mullidSo de regras vagas esutis, e
O LIDADOR N. 231
acha-se a venda.
O TRIBUNO N. 56
est venda na praca da Independencia, ns, 6 o 8 ,
o muito nteressante : leam, e o acharSo, princi-
palmente os eleilores
O reverendissmo Sr. padre Manoel Corrcia,
natural da freguezia de Tendaos, tem urna carta na
ra do Crespo, n" 3, ao p do arco de Santo-Anlo-
njo, venda do sobrado do Paiva.
Aluga-se um segundo andar na ra Nova, n.
12, pelo prego e quanlia do 250,000 rs. annuaes, pa- .
gos em quarteis.
AFFONSO SAINT-MARTI.N, residente no princi-
pio da ra dos Quarteis, por cima da loja do miu-
dezas de Victorino de Castro Moura, n. 24, conti-
na a ter sortimento de ricas mantas de seda, do
novos padres e lindos goslos ; outras mitaces da
cachemiras, muito ricas e elegantes ; ditas de gra-
nadina, e outras de foulard, sendo todas da ultima
moda adoptada em Pars ; chales de seda, meios
dilos de cores muito lindas; manteletas de grosde-
naple ondeado e liso, guarnecidas de franja de re-
troz, e outras com buhados enfeilados de irav.cas
de dilo, as quaes cstSo no grande lom, nSo s por
screm do geral moda, como pela gravidade do cos-
lunio ; corles re seda branca e de cores, para ves-
tidos, sendo do boa qualidadc e bonitas disposices
no gosto do lavrado ; chapeos de soda para senhora,
armados na ul tima moda, como o ineuleam osllgu-
rinos que em cada carlflo coslumam vir estampa-
dos ; ditos de palbnha abeila o lisa, enfeilados
semolhanca ibis programmas do modas dos mesmos
carios; corles de baregepar vestidos. Assenho-
ras que destes objectos precisarem, e os quzcrem
ver em suas casas, terSo-a bondade, a qualquer ho-
ra, de nnujilarem avisar ao annunciante, que inme-
diatamente lh.es serSo levados.
Precisa-so de urna ama parda ou prata do
meia idade de boa conducta para o sorvico.de
urna-casa: na praca da Independencia loja n. 3.
Quem anuunciou no Diario de torca-feira ,
querer comprar una venda" com os fundos de 400
rs. pouco milis ou menos, dirija-se a ra do S.-
Francisco, n. 68.
Irmndnde de N S. da Concei-
eo, erecta na.igreja da Con-
jrefja^o.
Matlvias do Azevcdo Villarouca escriv.lo da ir-
mandade de N. S. da ConccicSo, erecta na igreja da
CongregacSo roga a lodos os irmSos o seu compa-
recimento no da 5 do corrento, pelas 9 horas da
manhla no consistorio da mesma irmandade, para
reuniSo do mesa geral cnfrino dotennina o ar-
tigo 48 do nosso compromisso para o flm de se ola-
ger a nova mesa que tom de funecionar em o an-
uo de 1848.
Levan lamento da bandeira de N.
S. da Cohceico, erecta na Igre-
ja da Congregaco.
O escrivflo desta irmandade fa?. seente ao respei-
lavel publico queolevantauento da bandeira de
dcN S. da ConceicSo erecta na igreja da Congre-
-.RaeSo he na madrugada do 3 do crrante, polas 4
de todas cSas pomposas inutilidades do orgemgre- horas: assim como lambem faz scienle a lodos os
ga e romana ; nada omltir de essencial; substituir
a certos prcceitos mu uflexiveis simples observa-
res ; preferir na escolha dosexemplos e moder-
nos aos antigos.... Ues foram as intejires que
uiaram o autor, como elle mesmo o declara em sen
prefacio.
NSo obstante, porm, semelhante inculca, o a-
baixo assignado nSo desconheco, que ousadia e fal-
la doconhecmento na materia parecer la I vez esta
sua prelcncSo, quando varios compendios de rhoto-
rica-ein usooutie nos se ucliam, oalguns dos quaes
em graudo voga ; mas como al anda nenhum ho-
niom baja tocado a mla da perfoctibilddo em suas
obras, be muilu desuppor, quo os Ilustrados auto-
res desses modernos compendios Ionio a precisa to-
lerancia de permillir que maia um appareca agora
cujomelhodoeayatema comparados, e dovldamen-
rinSos e devotos da inesniu Senhora que as nove-
nas principiara no mesmn dia 3, pelas 7 horas da
note, al a vospera da festadesua excelsa padro-
eira.

:s:e:e:e:e%5:6.^:s:e:s:6fl
tielo w
pj No hotiqum junio ao Ihoatro, vende-se go-
q lo a q'iab|uor hora do dia e da note al as O
: 9 horas ; charutos do S -Folix, verdadeira ?
3 marca de fogo ; e muito bous da los de mar- 3)
^ lim, para gamilo. g(j
a.3;g.g:e;:g:g:G:s:s;@:s:c:e:e s U
a ra do Trapiche, casa n. 8, precisa-se alugar
um nioleque para servico de casa.


i.1
<3>
Antonio Pire Ferreira offerece
looooo rs. de gratificacao a quem Ihe
descobrir, dando as provas o individuo,
ou individuos, que tem mullido portas e
outros ohjectos da casa em que morn o
sen fallecido pai Gervasio l'r?s Fer-
reira na ra do l'ires.
Furtaram, na noita >lo lia 28 prximo passa-
lo, pelo portan ilo quintal la casa n. -2-, da ra das
Cruzes de dentro ile um quarlo, un sellim novo ,
aun) urna manta de panno azul, debrunhada arro-
da do bronco cabocadas de couro de luslro e redeas
falsas, silbas rsase a crrela que as ataca muito
lina. Koga-se a quem for offerecido que o tome e
levo ao segundo andar da dita casa, que ser grati-
(edo.
_i Wm nr-iir :!.-::.r. 1110 ;ltna para 0
Hospital Pedro //.
Em consonquencia da oxtraccio que tem havido
na venda dos bilhetes da primeira quinta parle da
lotera a beneficio do hospital de l'edro II, tem o
thesoureiro marcado o dia20 de dezembro, para o
andamento das respectivas rodas, e espera que as
pessoas a quem o sentimeto de conimiseracSo pa-
ra com a humanidado desvalida forma o objecto que
inaisoecupaoseu goncroso coraclo hajam de con-
correr para quese realise naqnclle dia o seu impre-
tcrivel andamento.
~ Aluga-se o segundo andar da casa n 3, da ra
da Cadeia-Vclha com commodos para familia. Na
mesma casa se vende o verdadeiro especifico para
aii-t nascer conservar o cabello e outro para
vico interno de urna casa dehomem soteiro, ou de |curar a surdez ambos vindosda cidade de Braga.
LOTERA
1)0
poca familia casado, dirija-seao beco de Sarapatcl,
casa n. 7, que abi achara com quem tratar ; decla-
rn-se que he para consinhar, o oais servicos de urna
casa, a excepto de engomados.
Furtaram, da casa n. 32, na roa dos Cuarara-
pes em Fra-do-Portas, uin cavailo alazilo, peque-
no e bem carnudo : quem o pegar leve a mesma ca-
sa ou na ra do Trapicho, n. 3*, que ser genero-
samente gratificado guardando-se segrodo
Precisa-sede um moco portuguez inteligente
e capaz de tomar conia por bataneo do unta pada-
ria: quem esliver nestas circumstancias, dando
conhecimenlo de sua conducta, dirija-seas Cinco-
Pontas podara n. 63.
--Prncisa-se.dc jim caixeiro do 12 a 16 annos ,
sendo dos chegados agora lo l'orto : na praca da
lloa-Vista, n. 7
- Da-se linheiro a juros sobre penliores de ou-
ro ou prata : no Alcrro-da-Boa-Vista, n. 58.
OfTeceee-se um sacerdote para di/.cr as missas
de Natal, em algum engonho. Dirigir-se a ra Ve-
Iba, u. 105.
Os Srs. major Francisco Jos do Mello e Teophi-
lo Jos I.emos bajm no prazo de tres dias appa-
reccr na ruii do Rangcl, n. 36, primeiro andar a
negocio que Ibes diz respeito ,
\a ra da Gloria, n. 2*. engomma-se com per-
feiciio e porpreco commodo.
Ahiga-sc urna casa torrea na Soledado n. '17,
ao p do Sr. Vieira cambista ; a tratar no paleo
do Carino, n. 17, com Gabriel Antonio.
m

Odoutor Alexandredo Souza Peroira do
Carnio, mcilico mu.Ion sua residencia
para a ra larga do Rozoro n. 12, segun-
do e terceiro andares do sobrado onde tem
botica o.Sr. Jos Mara Coealves llamos.

~01Tereee-so um pharmaceulico com caria para
representar om alguma holica, que o dono n.lo te-
nha carta por preco commodo: os pretendentes
dirijam-se a ruadas l,arangeiras, casa terrea pin-
tada de verde, defronto do n. 6.
Aluga-se una prcla para vender f izonda com
nutra pessna : quema livor annuncie, ou dirija-so
ao Aterro-.la-Boa-Vista, n. 39.
Antonio da Cunta Soares f.ujmariics faz publi-
co -que tem constituido sen bastante procurador ,
aoSr. Rufino Jos Correia de Almeida para judi-
cialmente receber suas dividas
Precisa-so alugar urna escrava para o pequeo
servico de urna casa : na ra de llortas u. 16, pri-
meiro andar.
v rnazem para se alugar.
Existe para se alugar um armazem
"na do Vigario n. y, [uoprio para
Companhia gera! da agricul-
tura das vinlias do Alto-
Do uro
o abaixo assignado, agente desta companliia nes-
ta praca do Pernambuco acaba de receber pelo hri-
guc-escuna Velo i urna rcmessa de vinhos daquetla
companhia depois que ella foi rcnbilitada pela
logfslatura de Portugal, c dotada com os fundos
pblicos, pelas lei de 21 de abril de 1843 para le-
vara todos os mercados os padres e bausas lo vi-
nho genuino e puro do Allo-Douro geralmente
condecido pelo nome le vinho to -Porto, afim de
servirem de guia ao commercio. Esta remessa, to-
da de vinhos da iiinis escolhida qualidade, deve
offerecer aos Sis. consumidores, nao s a certeza
de sua pureza maslanibem o typo verdadeiro dos
expelientes vinhos do Porto. Espera pois o abaixo
assignado, que os Srs. consumidores se dirigirflo a
sua residencia na ra da Cadeia do llecife ,. l"r "
n. 51 -para tratarem do ajuste de quaja-.-'- poreflo
que desejarrm. Antonio I rano- iV de Maraes.
Quem livpx.iu>.'w|freta para alugar, que saina
""^Viimar, engommarefazertodoo milis servico de
urna casa, equo leador a sua conducta dirija-
6o a ra da Aurora n. 20.
Tresse, fabricante de orgios e realejos, tem
para vender 3 orgflos : lambeni colicorta os ditos ins-
trumentos poc marchas novas, e compra reale-
jos j servidos. v
Alugam-see vendem-se tanto i rctalho como
aoscentos. muito grandes e boas bichas, chega-
Jas de llamburgo Uimbcm so v3o applicar para
mais commodiilade dos prc.tendenles : na ra es-
trella do Roa rio luja de barbeiro, n. 19, defrontc
da ra das tai angeinis.
Ka ra Nova luja n. 58 lia quem se cneai re-
gu le mandar lavar e engomuiar toda e qualquer
qualidade,de roupa de hoinem, senhora o meninos
de iimboracxos, por preco rasnavel.
Esta jostae contratada a casa terrea n. 13, da
ra da Praia do Caldeireiro.pertenrcnteaoSr. fran-
cisco de Amorim l.iina ; sehouver alguma hypoine-
ea,-penhora, ou outroqualquer embanco, hajam le
annunciar uestes oitodias, para nio haverem duvi-
das para o futuro.
Anda est para se alugar, por todo esto veril ,
o sitio da Ponte-de-Ucha chamado deMeia-Dobla,
com boa rasa de sobrado gratulo cxtenso do ter-
reno com militas e differentes amores de Crudo,
boa agna de beber urna grande c fresca baixa de
capim le planta por preco commodo '. a tratar na
ra Nova loja do ferragensdo Teixeira & Andrade,
ou com Manoel Pereira Teixeira morador no scu
sitio no Manguinho.
l)ao-se Sos'ooo is.de gratificaco, gj
e se pagarao todos as nMS despe- gf
zasqtie se tenliam leito, a quem
der noticia do caliocliiilio escra-
vo por nome Vicente de seis
humos, pouao mais ou menos, sec-
co do corpo; tem no anns dtiasle-
udas de bobas, e lis uin tanto le-
so, por ser novato nesta praca;
na
|iii;iiim |i>iiii so-
car assucar : no segundo andar da mes-
ma propriedade.
Precisa-sc do um caixeiro : na ra Nova, n. 33,
preferndo-se o que livor pratica do loja de for-
ragens.
ITecisa-se do lous trablhadores Je paitara o
ile un caixeiro do sala : ua podara das Cinco-Pon-
tas, n. 40.
Precisa-sede um caixoiro que tnha hbil ida-
des para armazcm de molhados, e qno tenha Ha
15 anuos : quem estver tiestas circumstancias di-
rija-sc a ra do Trapiche-Novo n. 20.
Precisa-so do um feitor para um engenho .
distante desta praca 14 leguas quo seja Portuguj;/^-
na ra hiieita em casa da Senhora I). Joanna ^""P-
tista Pereira Prenle.
ATTENCAO". ., y
J so sabe eso poder provaronde i>->xisle acarlci-
laduviagcm, que foi Tunada
Francisco da Silva Novaos, n
Vendem-se portas, janMlas e grades de ama-
relio : tamhoiu so veudem portadas e sacadas de pe-
dra : na ra da Praia tanque d'agoa, ns. 9 o 11-
Vcndem-sc no armazem de Dias Ferreira ,
junto os oscadinhas da alian Jega.cs seguintes g-
neros por commodo preco o Je superior qualida-
de ; caixas com passas ditas com aineixns, litas
com figos, potes do uvas, ancorelas com azoitp-
uas de Elvas barricas com sarJiuhas ; ditas peque-
as com ditas e batatas a 1,000 rs. a arroba.
lm casa de Frederico llobilliard,
na rtra doTrapiclie-Novo, n. 18,
veiule-se superior cerveja branca o preta, em bo-
tijas da fabrica de liarclay ja conhecida como a
mcllior quo al ai presento tem vindo.
Lencos de cassa, a i'XO "*'
cada w**-"
No Alorrn-d.i-Rni-V; ta n ,0' Primeir8 'J* d*
f.zendas- in lo t Pontc vendem-sc lei.Cos de cas-
sa de flualr,? L"'""t*. 'n lislr:is hranc" e de CreS'
" ;,s casimiras finase ,le bonitos padres
ni casa le Manoel
a ra do Trapiche
Sr. novo possuidor,
n. 34. Roga-so portanto.ar
queseniloquizorver '0 S?u nomo por oxtenso nesta
follia cu alguma v,f,ta. } polica em sua casa ,
puislia leslemunl 1as de vista touha a bondado de
mandar entregar "** cima pois se guardar
segredo. A, lita cr jrleica tem msica o levou den-
tro algiimas ertas particulares, una chapa de
uietal e ali' .nns billieles de visita com o nome do
suppraiii' '-ncioiado.
alr^"s *.00 rs- co,t (,e 3 co?llos e, mei0>
mi il/',- ,s- ocovado;rii|uissimoscoites de col-
, ,c fustno, a 1,000 rs., e Je Botina de coros mui-
olii/"lo>a ,000.rs. ; selns broncos lavrados ,
/rios para vestido de balese casamentes a
\ ,^/)0 rs. o ovado, Todas estas fazendas sSo do
,^/ptima qiialid ule a vista ilellas verilo os compra-
alores que nlo ha exagratelo nesle aunuticio.
OBOH KAKATKIKO.
Cunha 8c Amorm.ooiu loja de
faxcudas tta ra da adea
do Reeire, coufroftle a ruada
lladre-dc-lh'os n. O,
vou vestido camisa de algodo
trra um tanto snja ; deseniv "nn-
nhou-se da rna do Vigaj,; 0> n- af>
aonde se poder fingir a pessoa
ou ra da Cadeia
. j'.
Compras.
jg que soober--
j^= yV .iccile, n. ai
Vende-se una miilalinha de 12 a 13 annos,
recolbida que ingomma muito bem cose ,
faz lavarinlo, marca, lava de sabilo e varrclla,
arruma bem urna sala, e faz todo i mais ar-
ranjo de urna casa, o que se afianca ; urna
li-
na ra muito bem, por eslarem a sao acos- _
turnadas ; urna dita com todis as habilidades gj
necessarias a urna casa le familia : na ra do ^
Vigario, n. 24, se dir quem vendo.
<*$ w'#%wm&&
.;
^-CH \ PJkJjOS'DE ,'SL;
Run do i'asseio* Publico, n. S.
Jo3o foiibet participa o rcspeitavcl pubh'co, que
recebeu, por estes ltimos navios francezes, um com-
plelosiii'liinciilo de chapeos de sol, de seda, amis
rica e superior qualidade; fin ta-ertrea e otilrss moi-
tasCoiiheci:s, tanto para honicns, como para Sras
e meninos. Ao mesmo eatabelecimcnto ha um sor ti-
ment do chapeos de sol le parfinbe, dos mais mo-
dernos; ditos muitogrande, proprios para homens
decampa: tambem tem chapeos de sol de paninbo
para meninos c meninas, por serem muito linos: no-
dem-socbaiiiar chapeo de economa. Na mesma loja
lia sorlimento do bengalas, b.nigalinhas e chicotes
muiloiii0dcriios;cobrc-.so|iialqueranna53o peos Jo sol, com solas de toitas as cores Bqualida-
des. Na mesma casa ha um .grande sortmenlo le
paniiinlios trancados e lisos, iiiiilando seda,, para
colirirosmrsmos: desta fazenda se vende aretalho.
Conceila-se todo qualquer chapeo de sol, por haver
>m completo adrlimento de todoa os pertences para
^mesraos, com toda a perfeiqao e brevidade.
n
Alugam-se os dousandares da casada ra i)n
Cruz, n. 40, no P.ccire proprios para escriptorio,
consulado, ou pessoa quo nio precise c.izinhar
a tratar no primeiro andar la mesma casa.
-rQucm lhe faltar umo canoa, apparecida nos A fu-
gados, drija-se a casa de Luz do Valle na mesma
povoacilo que dir quem achou.
Quem annuiiciou querer vender urna casa ter-
rea na Capunga com um pequeo sitio ea mar-
gem do ro driju-sc a ra da Cruz, n. 56, primei-
ro andar.
Prct isa-so de urna niulhcr bronca para tratar
o facer companhia a una senhora : avista se
far o ajuste : quem esliver nestas circumstancias ,
sendo peasoajMpaa lirija-se ao becco de S.-Pedro,
defronto das catacumbas, a tintar com Jos Joa-
quim uuarte, ou com sua senhora que dir paia
quem he.
-- Furtaram da escada la casa da ra da Penha ,
n. 3, um embrulho com un pennncho de ollical su-
perior o urnas cabecadasde palha azul e branca: a
quem forem olfcrochlos esses objectos baja do, os a;>-
prehender, ednr noticia na lila casa.
Precisa-se de nina niulhcr .para O servico le
urna casa de pouca familia : na ra da Cruz, ti. 18,
primeiro andar.
Aluga-sc o segundo andar do sobrado da ra I
do Amorim n. 14 : lainbcm ceJe-se o primeiro. <
mesmo sobrado vende-so ou troca-so por casas
terreas no bairro da lloa-Vista. A tratar no pateo
daS.-Cruz, .
Precisa-sede um caixeiro que queira suhjei-
lar-sea Irabalhariia reslilacfioda travessa da Con-
cordia.
Precisa-sede urna ama para casa de lime ni
sotleiro que sai ha cozinliaro eiigommar : na ra
da i'raa, armazcm u. 66.
oSr. Jos Urbano da Silva queira procurar
urna carta na run da Cadeia, ti. 38.
Na ra Relia, u. 31, precisa-so de. una ama
quo toiilia bom Icite, qur seja livro ou escrava.
Compra-se um braco le balancal, com suas
competentes corrpntes e conchas, sendo j usa-
das e em bom estado : na ra da Cadeia do Recife ,
n. 14.
Faz-se sciente que todos os auimaes le roda e
de mais servico do engenho Pindobinh se achato
marcados com as letlras p. e. c. o por isso qual-
quer um que for encontrado fra do servico do dito
engenho sera considerado como Curiado, em ia-
sflo dos mesirios u1o liavercm sido o nem terem de
seren negociados o quo se declarar pelo presente
unuuocio.
Na ra Direita, n. 30, primeiro andar,.fazem-
s flores lo todas.as' qualidades, por preco com-
modo.
Na cocheira de JoSo da Cunha Res, atrs do
Ihealro, alugam-so muito bon-s cvalos, e bem gor-
dos, proprio paru a marcha, lamhem so compratn,
tiocam-so, vendem-se e recchem-so para se tratar.
o O suhstilulo de pliilosopltia o geometra do col-
legio das artes, eniijia, durante as ferias, estas dis-
ciplinas, no collcgio S.-Antonio, pateo lo Carolo,
onde pode sei procurado a qualquer hora do lia,
ou no paleo da S.-Cruz, sobrado grande de dous an-
dares.
Alugn-se una grande casa terrea na ra Impe-
rial, cun duas salas, 7 quarlos, cozinha fra, quin-
tal e cacimba : a tratar na ra de San-Goncalo, so-
brado, n. 29.
Compra-so, ou aluga-se urna negrnha para o
servico de urna casa eslrangeira de pouca familia,
c que enlenda de engommor : na ra to Vigario ,
n. 4.
Conipram-se 50 meios de sola de boa marca :
na i ua do Collegio, armiizem n. 19.
Com pa-se urna mohlia em liom uso ua ra
da Cruz, n. Si.
"
Vendas.
TV a ra do Agoas-Yerdes,
n 46 ,
vendem-sc 4 lindos molrqucs ; 3 esclavos ; 2 par-
d os ; :i cscravas : tud por prego commodo.
Vendem-se espadas icis, para oli-
ciacs e oliciaes superiores: na l'ua No-
va, loja de fciragens, n i6.
- Vetule-se, por diminulo prego
a ilhii de Joio-
Raptisla junto aos Afogndos com duas casas de
pedra o cal, anda QOvas, com diversas frutoiras ,
vivero-le peixe mangues para Ici.ha : a tratar
com o Sr. doulr Ihiapina.ou na travessa da Concor-
dia, n. 19!
Vende-se un canoa meia aborta em bom es-
tado : na travessa da Concordia, n. 19.
Vende-se um pardo do 25 annos pouco mais ou
menos sem molestia alguma quo he holtciro, co-
peiro im'ori principios do olCaiate: q molivo da
vendase dir ao comprador, com preferencia, e
por menos, sendo para fra da provincia: na ra
de Joiio-Feinnndos-Vieira ao sabir da Soledado ,
em um sobrado do lado direilo das 3 horas da lar-
de em liante ou na alfandega, das 8 horas la ma-
ntlfla as duas da tarde.
-Vendem-se bichas

lecni pata vender, alm do um variado sorli-
mento le boas fazendas, corles de catnbraia bran-
ca e de cores, a 3,200, 3,600, 4,000, 4,200 e 4,600 rs. ;
tilos de cassa de cines a 3,400, 3,600, 4,000 e 4,800
rs. ; coi les de fuslilo para col lotes broncos e de
cores, a 800, 1,000, 1,300,1,600, 2,000, 2,400 e 2,800
rs.; cortes de calcas de bons castores de 3 i a 4.
covados a 1,120, 1,280 rs. e o covado, a 240 260,
280, 320 o 360 rs ; cortes de pelle do diabo, a 1,400
rs.; ditos do caigas de brim do c\r a 2,000 o 2,400
rs.; ditos de velludo para collctes, a 2,400 o 3,200
rs. ; i iscadinhos francezes a 220, 210, 200 o 320 rs.
o covado; chales le rambraia, grandes, com listras
do Corea a 1,800 rs. ; ditos blancos, a 2,000 e 2,560
rs.; pecas de cassa de quadros, com 8 varas c meia,
a 2,800 rs.; lencos de canihraia com cerradura aber-
la o do cores a 320 e 360 rs. ; chales Je la e algo-
d'io, oscuros, a 2,000 rs. ; chitas escuras irancezas ,
largas.a 320 rs. o cova.lo; ditas em cortos, a 4,200 r9.
res,
mil
ma,
de
enejadas ltimamente,
su peno*
adez
res o cenfo; e de mil para c
a oito mil lis; no armazetu
Jos iVlaria Palmeira, no lar-
do Corpo-Saivlo, n 6.
Vendo-se, por 5,000 rs., urna grammiitica fran-
ceza por Emilio Sevne: a giuiuiiialica acha-so no
nielhor estado possvcl : quem a pretender annun-
cie.
Vende-so nina boa redo de dormir, obra pri-
mo e muito lorio : na ra .Nova, n. 26.
Os llarlyres,
ou o Iriumplio.da relgiao, poema pelo viscondele
Chateaubriand, traduzido em verso portuguez pelo
insigne Filinlo Elysio: alm desta obra acham-s
venda nutras minias, bem como urna porr.no dos
mclhorcs romances de Walter Scott : na ra do
Queimatio, n. 15.
Veude-sca mellior venda da ra Imperial, n.
145, por seu dono ler de ira Portugal: o compra-
piador tem a armagilo da dita venda a sen Cavor,
por sordo propriotario.
- Vendem-se os seguintes ob-
jectos por prego rommodo : coroulas de tneia, boa
nzenda; um canditiro do gaz de gosto moderno ; a
tiovolla, o Viajante africano, ou casamento porsytn-
pallua : na ra do Queimado loja le uiiiideza.s,
ii. 25.
Vende-se cal virgem em liat ris chegatlos pr-
ximamente de Lisboa,por pretjo mais barato lo-que
om oulra qualquer parto: na ra da Mocda, arma-
zem n. 17.
-----Vendem-se enleites de froco de di-
versas cores para cabecas de senhoras :
na loja de M-aya ltunios & C, ra Nova,
n. 6.
* indo de Champanlia da
marca cometa,
vende-se no armazem de Kalkmann Si Rosenmund,
na ra da Cruz. n. 10.
Deposito de vinagre da (abnca
da ra Imperial, n. 7.
na fabrica de licores, do Frederico Chaves, no Ater-
ro-la-l!oa-Visla, n. 17, onde so achara sempro
grande poreflo e por preco commodo.
Charutos de Ha va na
em caixinhas de 100-edc 250 iiltimainento chega-
dos, vendem-se no armazem de Kalkinann & Ro-
senmund n.i ra do Cruz, n. 10.
Tintas d'oleo
em latas pequeas, vendem-sc no armazem de Kal-
kmann& Rosenmund, na ra da Cruz, n. 10-
Vidros para espelho,
de varios tomatillos, vendem-se no armazem Jo
Kalkmann & Rosenmund, na ra da Cruz, n. 10.
O NOVO DARATEIRO
Oh le, cnlo' anda nao \ iran?
I'ois aqui estoii na ra do
^neimado, n f 0,
queimando boas e. cxccllcntes quenquilharias por
procos mais rasoaveis possiveis o se duvidam ve-
nhaui examinar neos bengalas c modernas, a 320)
rs. cada una tesituras muito linas, com toque d9
ferriigem a ICO rs. cada una ; rquissimas caixast
de vidn) para guardar ouro. proprias para dar do
mimo a qualquer moca j brincos de ouro francez ,
os mais modernos c chegados ltimamente do Fran-
ca. Uli quo riquissiiiios Icqucsilo peonas com plu-
mas e de outras mais qualiilades proprios para bai-
les e outros tliVertimonloj de niaior luxo possivel;
licm como aljofares le todas as qualidades e de to-
das as cores ; um rompido sorlimenlo de botOes
hrancos e amarcllos, para pagem ; riquissimos bo-
tOes amarellos, muito linos, de Pedro II; ricos ca-
ivetes linos de cabo dechifre de viado le 1, 2e 3
Colhas ; e entras militas quenquilharias do luxo ,
proprias para assenhoras le bom gosto : o que ludo
se vende mais barato lo que em outra qualquer
parte.
Vende-se umo barretina, unta canana, um ta-
ino una farda, um lian etilo : ludo proprio para
guarda nacional, em bom uso e por prego commo-
do : na la Nova, n. 35, se dir quem vendo.
Vendem-sc 16 cscravos sendo : 7 pretos ,'
alguns delles com ofllcio do 18 a 25 annos ; 2 mu-
laliuhos de 16 a 18 annos, proprios para pagem ;
duas pardas de 12 a 20 anuos com habilidades ; 5
prelas de 11 a 30 anuos, com habilidades : lodos da
boa conducta e proprios para todo, o sorvico do
campo eda praca : na ra do Collcgio, n. 3, segun-
do andar, so dir quem vende.
Vende-se uin prcto do naciio, muito robusto,
bom ganhador do ru c do servido le casa o cam-
po do qtinl enlendc muito nao tem vicios nem
achaques vende-so para se comprar um moloque*
ou urna uegriiiha tambem se troca nio leudo vi-
cios nom achaques : na ra da Concordia passan-
doa ponlczinha ,a direita, segunda casa terrea,
se dlri quem vender
Vende-so urna venda com pocos fundos e em
minta lii'.a i u.-i, sita na Boa-Vista, a tratar no Man-
guinho venda do MisquiU.
.-'
MUTILADO
i


l/,

A.
.
/
Vendem-so bichas de Hamburgo, muito boas :|tede caiga. Esta fazenda he recommendavel pola
tamboril soalugam, por mais cmmodo preco do sua qualidade lauto em fazenda como em gostos
pplicic, pa-.
que em outr. qualquer parte e vilo-se a. .
ru innis commodidaue dos Tregeles. Sangra-se'ti-
rani-se denles, botam-se ventosas toda hora. dro-
guera freguezesa pechincha antes que se acab a
febr, No uecco-Largo, loja de barbeiro, de Joilo
Antonio do Arantes c C.
Vondo-se urna prota de meia idade de narrio ,
que he quitandeiru : na ra do llozarib da Boa-Vis-
ta, n. 2.
Vende-se um cavallo rugo, bom andador, de
bonita figura bastante manteudo o sem achaques:
na ra de S.-Goncalo, sobrado n. 29.
Vende-so um sitio cora arvores do fructo, a
lieira do rio Capibaribu, siluado no corredor de
S.-Joio na matriz da Varzea por mdico prego:
/-vaibMk- "18;.
jacars, todos JS |>|dimoseasaes de pombos corujas c
boa raca, por prego &?0IW ".SieJores B'"o de
v ludo : na ra da llorcn-
porserem os mais modernos ; .casimiras pretas ,
superior Tazenda por seren nlito linas a 2, 3 e
3,500 rs. o covado :. naruadoCollogio, loja n. 1.
sopoiuuioo {o&Oud aoil
opni : S3ppi|anb se sepoi ep sitpiazaj op ojuaui
-ojos ojaiduioo um 'sapuazaj seisap ui.qu o opa*
-i o -9J nce ap o5aid oiajeq ojad sa.ioi.i9d.ns sou
-und ep osoanosa' smcij sojoo op 'oo.ipu sopun ap
' bja euin uiai enb .infliei Bi.iBinpjoojixa ens b|
-Od 'x'o.i IMIOUI SOpB|mHl! SOpBOU OAOU SO 9S-I31
-U3A eii|UBdU03 uinaoss3!3J'U!n3 op efo| bm
80J|SMIO(U SpBOsI\\
tina, u. 16.
Vende-so um lido moleque. ,,a la .nf,s ,i
bomta figura: na ra das llores, ,i.l '8 ",,n0S de
._-Vende-se um moleque de 18 a 20% d
bonita figura sem vicios nem chaquev nr n
para todo oservigo : na ra do Codorniz, n> '
Faunos (imus.
Vendem-
sesuperioies pannos Tinos a prova ...
liu.no, preto, 3,000, 4,500,5,500 e 6,500 rs. ; di
toazul, a 3,000 rs. ,e milito lino, a 4,500 rs. Estes *
pannos silo novog e pela sua barateza, atlendendo
a sua boa qualidade, tornam-sc recommendaveis.
Na ruado Collegio, n. I.
3Va nova loja co Ps*ei'>-Pu>
buco, o. 19, de Manoel Joa-
qun] Pascoal liamos ,
vende-se cortes de rambraia alegra, fazenda milito
moderna a 2,000 rs ; cortes de 15a para calcas a
3,000 rs. ; cortes de casimira de quadros niuilo
moderna a 6,500 rs. ; alpaca prela, a 900 rs. ; me-
rino prolo a 3,200 rs.; panno piolo muilo lino,
a 4,500 e 5,000 rs. ; dito azul, a 4,000 rs. sarja
preta despalillla a 2,000 rs. ; setim preto, a 1,000
rs. ; lencos para grvala do seda .le cores, a 400
rs. ; ditos de cassa a 160 rs. ; lencos de seda pa-
ra hoincni, a 1,4i0e 1600 rs.; lencos brancos de
todos os tamaitos, de 210 ate 400 rs ; mantas del
seda muito ricas a 9,000 rs.; chales de lila, a 2,000 *
rs. ; ditos de 13a e seda a 8,000 rs.; ditos de me-
tilo e chita a 1,00o rs. ; e outras muitas fazendas
muito emeonta.
Vende-se uina negrinha costureira e rendei-
ra ; um mulatinho com principios de sapateiro : na
na larga do Itozario loja do miudezas, n. 35,
se dir quem vende por querer retirar-so para lo-
ra. Na mesma loja lainbem se vendo um piano in-
glez que precisa de um pequeo concert pro-
prio para so aprender.
Pechinchas para a festa.
Vendem-so bonetes para irao banho a 360 rs.,
nSo pode haver mais barato : no Aterro-da-Boa-Vis-
ta loja n. 78.
SAo de patente, e smente se
vendem no Alerro-da-Boa-
Vita, loja II. 7Ji,
cxccllcntes bonetes do verdadeiro marroquim pre-
to e cor de ganga de modelo muito engracado ,
obra franeeza enjo gosto podo ser bem avaliado ,
vendo-sc a fazenda, e silo lito decentes que podem
sorein usados por qualquer personagem ; ditos de
m- Tino do cores bordados e de excellontes gustos.
~* Vende-se urna casa terrea nova, na ra da Flo-
rentin ^ ^ |ivieo desembarazada : lambem se vende
urna b. >iflMca grande ,e una porreo de pesos: na
ra do Coiiv1P(?j0> armazcm n. 19..
1
He f na loja rio nicho que
apparecein estas pechinchas.
Na esquina do Livramcnto loja do nicho, ven-
dem-so mantas para senhora a 1,000 e 2,000 rs. ;
setim branco de llores, com duas larguras, a
1,280 rs. o covado ; riscadiuhos chinezes, com lis-
lias do seda a 360 rs. o covado chales muito gran-
des de garca e seda a 2,000 rs.; lencos grandes da
mesma Tazenda a 1,000 rs.; ditos eseocozes, de
bonitos gestos a 200 e 320 rs. ; e outras muitas
pechinchas novas (llegadas de proposito para a
festa.
--Vendem-se ancorelas de di-
versos lmannos com vinho da
JMadeira, Unto e branco, de su-
perior qualidade: no escripto-
rio deOliveira Irmos & Compa-
nliia na ra da Cruz, n. 9.
Altencao!
Acaba de chegar loja do Passeio-Publico n. 17,
nina poreflo de cortes de canil', ai.i transparente de
13a, para vestidos de senhora, padrfles inteiraniente
iiovos, c que se espera merecam geral npplauso das
sentaras de bom gosto, e muito principalmente das
que toncionam passara festa em seus sitios. A por-
eflo lio diminuta e n3o ha mais em l'eruamhuco ,
por isso sem demora devom mandar por elles, antes
q ue se acabe ni mesmo porque o prego convida ,
pois he o de 5,000 rs. por cada um corte.
Na loja nova da ra do Quei-
marlo,n. 11 A, de liaymun-
do Carlos Leite vende-se a
1,000 e 1,1200 rs
a vara de um exccllente panno de linho que cho-
gou ullimamente de Porttugal, cujas pecassSo de 21
varas : tambera se vande a retajho ; assim com chc-
gou novosorlimehtododeSOOrs a vara e as po-
ras com 18 varasemeia : anda contina ha haver
do de (00-rs. e hamburgos fino**; estilo se aca-
bando os guardanaposde linho a 800 rs.
Vende-se um boto em bom estado que bota
4 rentos ; na ra Dircita, n. C9.
DEPOSITO DE CALVIUGEM!
INa ra do Trapiclie n. 17, lia sem-
pre cal virgen de Lisboa, em harria pe-
>|iienos, e ltimamente chegada mili-
to superior e por preco rasoavel.
AGENCIA DA rUNDICAO' )E I.OW-MOOI.
Na ra da Sonzalla-Nov n. 42, conlina a haver
j n completo sortimento de raoendas e machinas de
vapor, para cngen'hos de assucar : bem como tai-
asde ferro batido ecoado de lodosos taan los :
Judo por preco commodo.
Casimiras clsticas c finas, a
7^000 rs.
Vendem-se superiores casimiras elsticas Gnas o
do cores, pelo baratissimo proco de 7,000 rs. o cor-
LOJA
DCG PORTA!
3 Nesla loja das pechinchas, vendem-se pv ,
4 nos linos, a 2,500, 3,000 3,500 o 4,000 rs\
I e muilo fino, prova do limito, a 5, 6 o 7,000
I rs. ; casimiraade duas largaras a 1,500 o
2,000 rs o covado, e muito superior, a 3,000
e 4,000 rs. ; cortes do setim e de velludo
paracollele, a 2,000, 2,500 e 3,000 rs.; man-
tas de setim para hornera, a 2,000 rs.; um
grande sortimonlo de madapoldcs chitas
r outras muitas fazendas para a festa por
baratissimo prec,o, para acabar antes do ba-
lando.
/avavaV m m yti mmmri
Vende-se, a bordo de bergantim ndependen-
lo Tundeado defronle do trapiche da alfandega,
seboein rama, c;carne superior.
Na loja nova da ra d > Quei-
mado, n. 11 ,t, de Rayrnun-
(u Carlud Leite, a ( 400 rs. o
covado.
Alm de terum completo sortimento de fazendas
finas o grossas, pelos precos mais rasoaveis possi-
veis, ha casi miras lisas e elsticas da melhor qua-
lidade que lem vindo a esto mercado, a 2,400 rs. o
covado ; bem como do listras, a 4/, 8/e 10/000 rs.
o trte.
-- Vcndcm-sc pechas de niadapoblo limpo, com
20 varas, a 2,500 rs. ; pecas de chitas escuras mui-
lo encorpadas fortes e de cores lixas a 5,500 rs. ,
o a ifiOrs. aretallio: na ra estreita do Itozario,
ii. 10, terceiro andar.
Vendcm-se vinhos verdadeiios, de
diversas quididades, muito tipeiioies, e
bem canliecidos ; tambem ago'ardenle
cognac e cerveja cmbjriicas e engarra-
fada sendo propiia para armazem e
para gasto particular da Testa: ni ra do
Trapicbe, u. ^o.
Vende-so, oti troca-s por casas nesla praca, um
terreno com 412 palmos de Trente e 150 de Tundo,
sito por detrs ilo covento do Carino : a tratar com
o seu proprielario no Manguind., segundo silio
depois da capel la de S.-Jos.
Vendem-so boizeguins de crese botins, a
2,000 rs. ; sapalos de setim o tapete a 800 rs. : no
Alerro-da-Boa-Vista, n. 84.
t Vende-se urna porco de arroz branco ; dito
vermt-lho; dito com casca; Teij.lo mulatinho, tanto a
retalho como por atacado por preco muito com-
modo : ludo novo : na ra da Praia, n. 39.
O ta. IIA T til RQ.
!%a nova loja da ra rio Cres-
po ao p do arco de 8-An-
lonio n.4, de tticardo Jos
de Freitas liibeiro,
vendem-so casimiras a turca do urna so cor Ta-
zenda inteiramnto nova empadrOes e qualidades,
e quelem urna claslicidade que se nao euconlra
nessas outras casimiras vulgares.sendoestasapplau-
siveis tanto para caigas como para excedentes pa-
litos por terom dus larguras eo seu prego ser
4,000 rs. o covado c o corle de calcas 7,000 rs. Igiial-
menla ha lencos de 3 ponas decainbraia com cer-
cadura do cor e palmas bordadas proprios para
pescoco de senhora a 120 rs. cada um ; cortos de
cambala adamascada, de bonitos padrdese com 7
varas, a 4,000 rs. ; ditos de cambala com listras as-
selinadas brancas ccom 7 varas, a 3,500 rs.
Vende-se um moleque de 8 a 9 anuos crioulo,
sem deleito por mdico prego : na ra Velha, so-
brado n. 18.
Vendcm-se 4 pretas com algumas habilidades;
um pardo de 18 anuos, proprio para pagem ; um
dito de 11 a 12 anuos; um preto do 30 anuos, pro-
prio para qualquer servigo : no paleo da S.-Oruz ,
n. 14, se dir quem ven le.
Vendem-se duas casas terreas, urna no bairro
da lioa-Vista e a outra na Capunga sendo esta /
ha pouco acabada perto do baubo e com un pe-
queo sitio por 750,000 rs.: ambas livres e des-
embargadas : lambom vendcm-se a prazo de 6
matas, pagando os juros de um o meio por cento,
edandopara isto penhores. quem pretender an-
nuncie.
Vendem-se caixas do cha hysson, de 13 libras,
em porgOes ou a retalho : na ra da Altandoga-
Vellia, n.36, em casa de Matheus Austin & C
.
He lm i ras.
Vendem-so suporiores cortos da fazenda nova
denominada bel mira para vestido^ do senhora ,
pelo barato prego de 4,500 e 5,000 rs. corte. Esta
fazenda he nova e de muito sublimes gostos, sen-
do as suas cores raui apreciaveis por seren cor de
lirio, rosa operla. A cl|es, antes que se acabem.
Na ra do Collegio, loja n. i. '
' mf.ZmaRii.no <;OWns.
Vende-se na livraria Ja praga da Independencia ,
ns, 6 8, o Novo Mez Mariano, accrescentado com o
l.ausperenne do Santissimo llozario.
Clieguem que estao se acabando
os sapalfiesde bezerro para homem, a 1,280 rs., e as
bengalinhas para passoio a 320 rs.: no Atcrro-da-
ISoa-Vista, loja n. 78.
, -V'ondem-se4 bois de carro: na praga da Boa-
Vista, n 13, venda de Antonio Jos do Magalhfles.
Sellins para a festa.
Vendem-se excellenles sellins inglezes com to-
dos os seus pertenecs : na rna do Trapiche-Novo,
n. 19, cm casa deFrcdirico Robilliard.
Admira veis navalhas de ac
da China,
NA flUA LARCA DO ROZARIO, N. 35 ,1.OJA DO l-ODY.
Eslas navalhas teem a vantagom de corlar o
cabello sem offendor a pelle, deixando a cara pare-
cendo estar na sua brilbante mocidade. Este ago he-
da China e seu aulor he Shan. I'or todas as socie-
dades das sciencias medico-cirurgicas, tanto da
Europa como da America Asia e frica, he rece-
nhecido o uso destas navalhas maravilhosas, n3o s
para prevenir as molestias cutneas a que a huinani-
dde esl subjeila; mas lambem como um meio do-as
curar.
Vendem-se as verdadeirass na loja cima indi-
ca il a.
Vende-se um moleque de bonila figura, sem
vicios nem achaques: na ra do Queitnado n. 55 ,
tratar como Jos Mara Kerreira da Cunba.
VVo terro-rla-Boa-Visla, n.78,
vcnVle-se bauszinhos de pao com lindas pinturas e
que sevorvem para guardar roupa de criangas e costu-
ra, de 64>v^n 2,560 rs.; bonetes de velludo para me-
ninos ; sapalt>c? Dara senhora a 1,000 rs.
Va ra da Caricia-velha, u.
O, loja de J. O. JsSlster ,
vende-se vinho do Porlo.de diversas qualidade*^
dilo da Madeira ; dito do Malaga ; dito do Shirry
ilo de Carra vellos ; dito do Tenerife; dito do Lis-
boa ; dito do liliriiio ; dilo de gravis ; dito.Sautcr-
ne ; ditodc Bordcaux ; dito Cliateaux-la-rosa ; dito
S.-Julim ; ditd'S.-George ; ago'ardenle de Franca
de varias qualidades ; cherry-cordial; marraschi-
no ; licores linos ; PTIMA CHAMPANA.em garraTas
intuirs o meias ditas ; velas de composi5flo ; cha
preto e venir, de superior qualidade; presuntos e
salames do Hamburgo ; sardinhascm talase vidros;
petits-pois m latas ; inostarda ingleza e Trance-
za ; vidros com frutas em calda de assucar o espi-
rito ; agoa de flor de laranja ; CIIHIUITOS DE HA-
VANA K DA BAHA ; c oulrus muitos ohjectos : ludo
recenlenicnto chegado.
PARA A FEST*.
\'a Inja nova da ra do Quei-
mado, n. II A, de lia\mun-
do Carlos Leite ,
vondem-se s melheres chapeos do Chili, que teom
apparecido neste mercado, a 16,000 rs. cada um :
lambem hade 7,000, 8,0)0 e 9,000 rs.; mantas de
seda a 2,000 4,000, 10,000 e 16,000 rs. Cada urna
um novo sortimento de chapeos francezes ; meias
pelas o grandes, para padre, a 600 rs. o par ; e um
completo sortimento de pannos linos, do todas as
cores por pregos com modos.
Va ra do Crespo, loja n. l,
de Jos Joaquim da Silva
Haya,
vendom-sc muito lindos chpeos para meninas,
tanto de so la como de palhinha chegados ultima-
menlode Paris ; chapos de seda para senhora ;
corles do crambraia do seda do ricos gostos, por
prego muilo commodo; cortes de vestidos do cam-
braia e cassa-chilas de difiranles qiialidados por
pregos baratos; ditos com urna pinta do mofo o
seni elle a 2,000 e2,500 rs. cada corte ; mantas do
seda e lila para senhora, das mais modernas que
leem vindo a esta praga ; o 5,000 rs. cada urna ;
mantas e chales do seda de varias qualidades c ba-
ratos; ajpaca prcta a 800 e" 1,600 rs. o covado j
panno de linho, a 400 rs. a vara; casimiras fran-
cezas eelsticas para caigas, a5,000 rs o corte ;
TustOes; setins o velludos para collete, por prego
muilo era conla ; bem como um sortimento de ou-
tras muitas fazendas, que so vendem polo barato.
casa; urna crioufa do 26 annos, que engomraa,
coso, cozinha a lava do sabio ; urna dita do nagSo,
de 40 annos, que cozinha, lava bom e vende na ra:
na ra das Cruzes, ti. 22, segundo andar.
. Vende-se a venda da ra da Cadeia do Rccife,
n.8, com poucos fundos, e mesmo nara oulrn qual-
quer negocio por ter grande quintal o sabida pe-
lo mesmo para outra m :' a tratar na mesma.
Vende-se um cavallo de linda cor, bem gordo,
livro de achaques muito novo bom carregadordo
bnixo a meio, com bous e novog arreios, ou sen
elle:-na ra da Gloria, n. 26, das 6 as 9 horas da
manh3a ou at as 4 horas da tarde.
Q10010 *1* 1* 1* *l# %!#i0Q0a
0 Vendem-se cortes de cassa ecambraia de se- fe
5 da, a 9,000 e 10,000 rs. ; ditos do novos e ri- m
0 cea padroes a 14,000, e 16,000 rs.; chapeos ^
5, demassa, rancezes, da uiiima moda ; risca- 0
0 dos Traiicezes para vestidos de senhora ; no- c
(A vos cortes do cassa-chita; eoutras muitas Ta- O
O zendas de gosto, proprias para o lempo de %
fc Testa: ludo por menos prego, do que era ou- #
a Ira qualquer loja : na ra do Queimad, nos ^
5| quatro-canlos, loja da casa amarella, n. 29. 9
<30T*0!0fe0fe 01* 01* 01*01* 01* 01*%
Na nova loja da ra da Ca-
deia-Velha, 11. 32, de Claudi-
110 Salvador Pereira Braga,
vendem-se lengua de cambraia de linho, bordados,
para mflo de senhora a 4,000 rs ; luvas de seda de
cores sem dedos, c pretas enTeitadas par* se-
nhora,~a 1,000 rs. ; ditas compridas sem dedos,
prolase de cores, enTeitadas, a 1,500 o 1,700 ra.;
longos de seda para algibeira a 640 rs. ; suspense. (
ros de seda, a 880 rs. ; bengalas Tranceza^ de jun- .
co envernizado a 880 rs. ; e outras muitas fazen-
das por prego commodo.
Vendem-se, na loja de miudezas da ra do
Crespo n. II caixas do charutos os mais finos
possiveis os quae deixam muito bom paladarna
bocea, por prego o mais mdico possivel do 1,000
rs. Os amantes dos bons charutos devem comprar
logo, porque so eatflo acabando,
Vendem-se penles do tartaruga da moda, abar-
los e lisos; ditos de marraTa : tambem so fazem
quaesquer obras- deste genero, concertam-se e
desmancham-se penles velhos, e fazem-se mjvos :
na loja de tartarugoiro no pateo do Carino, que
volta para a ra das Triuch'eiras, 2.
Na nova loja de barbeiro, na ra da Cruz, 11.
58, vendem-se ealugam^se bichas de Hamburgo,
por mais baralo prego do que em outra qualquer
parte : bem como lodo o mais sorvico pertencento
ao mesmo ofiicio.
Vende-se uina prela da Cosa rna ruada Cruz,
n. 18, p'rimeiro andar.
Vende-so urna morada de casa terrea, na ra
de S. -Rila ; uina dilana ra das Triucheiras : na
ra do Mondegn, n. 137.
Vende-se um moleque de 12 annos muito lin-
do, proprio para pagem, ou aprender officio : vende-
se por preciso : no paleada S.-Cruz, n. 14.
Potassa,
milis
: na
ai-
para
Venile-se potassa da Hussii a
nova que boje existe no mercado
ra da Cadeia-Vclba armazem de
ler e Oliveira.
Vendem-se carros do mffo, proprio?
carrcgarcnlulho, ou paraservigo de pedruiro; iinia
crnica para dous Carnciros propria para padiria:
na praga do Commorcio casa de Joilo Carroll &
Couipanhia.
Vendem-se 4esclavos sendo : um moleque de
16 annos, que cO/.inlir. o diarlo de Una casa ; uma
tarda de elegante figura do 16 a 18 anuos quf
engomraa, cose o faz lodo o mais serricp de urna
SH=
DAO'-se 50,000 RS. I)K GRATIFICAV-o
a quem levar ra dos Laloeiros, n. 66 um mole-
que que fugio no da 26 de abril, de nome Matheus,
e que tambem responde por Monleiro de 14 a 15
annos, de naglo Angola,T11I0; lem orelha Turada; he
lustrador e empalhador. Tambem se proceder com
lodo o rigor das Iris contra quem o liver acuitado ,
para se haverem 1 /rs. diarios. A pessoa que o.levar
a casa cima recebera a dita gratilicagflo.
Fugio, no da 28 do passado o preto Rufino,
ile nagiio Congo, He 40 anuos pouco maisou menos,
de estatura alta, corpo medio, cor fula, olhos gran-
des, nariz e bocea regulares barbado ; lem uma
peina cambada ,e um brago desde o colovello al
a mo quasi branco. Ruga-se as autoridades po-
licias e capitiles de campo, que o apprehendam e
leveui-iio a ra da Seiizlla-Velha n. 98, que serSo
gratificados.
Kugio, no dia 26 do passado, a osera va The re-
za crioula de boa estatura, secco do corpo, olhos
grandes e vivos, bejgos giossos denles alvos e
bons, de 24 a 26 annos pouco mais ou menos. Quera
a pegar, ou souber a casa onde olla esl acoitada
baja de participar a ruada Aurora n. 12, que ser
generosamente gratificado.
fugio, no dia lo de outubro do
engenho dntt Matas, fregnezia do Cabo,
a cabra Vernica ; reprsenla ter 3o a
35 annos baixa, bastante 1 cloro-ida do
corpo beicosgrossos ; tein os tientes do
lado superior podres ; lem urna beli-
da pequea em um olho ; tem os cabel-
los da frente crescidos e um signa!
branco cm uma das ps ; fui encontrada
no Barro no dia i5 dc'novcmbio indo
pira o Kecife com um conductor di-
zem que cbanudo (iiiilbermiiio e que
mora em S.-Anlao ; dizem mais que
ella icon occulla no Hecife Quein a pe-
gar leve-a ao dilo engulio, ou a ra D-
reila, n 6/que ser recompensado.
Desappareceu, 110 dia 21 de novembro, uma
negrinha da Costa de nnme Reiledicta de Pan-
nos pouco maisou menos, de bonita figura, cor
prela beigos grossoj; anda com a bocea meia ber-
ta ; he um tanto acaugulada ; lera uus talhos pe-
queos na cara sgnaes do sua Ierra ; levou vesti-
do de chita preta o cabec,ao de algodloziiihn pan-
no da Costa ja velho, com maiamos brancos : quem
a pegar, leve a ra fireita n. 30, terceiro andar.
Fugio, no dia 16 do prximo passado a prela
Marcellina ; levou vestido de chita rxa e panno
da Cosa ; lio bem roiihecida por ter as pejnas tor-
tas ; consta ter ido para Kazarelh com urnas pretas
boceteiras : quem a pegar leve-a ao pateo do Parai-
zo 11. 20, que Sei a recompensado.
------------------ -" ~- MM'II I
iiU>.: XA XVI'. DIO M. F. DB 1-AHIA.lH47.
It
MI ITII ADO
RESTAURADO L