Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08758

Full Text
sj JA n no tle 1847.
Ter^a-feira 6
n r I ARIO puWi-e todos o din, que n*o
Ji ,l urd opreco da-assignituraih de
i ii coi nu.rlel. pago adinntadm. Os an-
4,0- dSTi'S*."'-""aiinseridos rseSo de
,W '.'.';n. o-l meude. Os que oJo Turen ass'g-
repe
lire p
Jo 0 r por linha, e 180 ein ijpo

' .lo > r por linha
PHASES DA LA BU MEZ Ou atmiL.
.. ..i* 8, aos &' "" I tarde.
r,nsv*.<4h,,"'-"-d'
I;"1 ,_ a }j, s horas e*6 uiin. da maiinSa.
min. di manliia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Goiennae Parahyha, s segundas escitas feirai
llio-Grande-dn- >oi t quimas feiras aomeio-itia.
Cabo, SerinliSem, Hio-Formoso, Pono-Calvo t
Maeein no 1., a II e li decada mez.
(tarsnliunse Bonito, a 10 e 21.
Boa-Vista e Flores, a 11 c J8.
Victoria, s quintas fenas.
5:., wuv> u um.
PREAMAts DE HOJE.
Primeira, s 9.Ilotas e IS minutos da manlia.
Segunda, ii 9 horas e ti minutos da larde.
ha>
de Abril.
MMkMinbaaM
Haaaa^-
1
Arm XXIII.
N.76.
das da semana.
& Segunda. >X$< S. Vicente Ferer.
6 Terca. >< S, Marcellino.
A ucl. do J:d* orph..
Tira
7 Quinta. S. Epifanio.
S Quinta. S. Amancio.
edo I. municipal da I _
9 Setla. S. Demetrio. Aud do J. docir. da I.
v. e do J de paz do I. din. de l
H SabUdo. S Etequiel. Aud do J. do civ. da
I. v. e do J de paz do I disl. de I.
11 Domingo. S. Lego Magno.
CAMBIOS NO DA J DE ABRIL.
Cambio sobre Londres a *'/i d P-1'
a Pars IIS rs por franco.
Lisboa 95 de premio.
Desc. de leltras de boas firmas I '/t p.*/o
OstroOncas hespaiiholas.... JsSnO a
Meedasde|i00velli. lOCooo
i 0 d-
aomei.
Ufa
ief>oo
i i 1(10
9jl8
50JO
JfOlO
l/oi.0
1*910
A croes da comp. do Hcberibe de a0|000 rs. m par.
da 61400 nn
.de 4*000 .....
Pralj Patacoes
Pesos culuninres. ..
Ditos mexicanos ...
Miuda..
16*000
9|000
J'lOO
2|o:o
1/600
1,900
DIARIO DERfiAMBUCO.
PARTE 0FFICIAL.
^^__^ _j. |__t -----------------~ ------------~" i i |_|
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DES DO PASSADO.
Odelo Ao administrador das obras publicas, re-
coimiiendando Indague do engenhetro i.arvalho Men-
donca, se cha convenieote que a ponte da Tacariina
seja pensil, de conformlda.de cun o que se lia vi a pro-
Jeciado, ou se Ule prefer; outra ennstruccao) e recum-
inende-ihe que, ueste caso, organise inimedlatameuie
o urcaincnlo e riscos da obra.
Dito Ao administrador da obrada academia de O-
linda, aulorisando a vendada porco da pedra que na
dita obra abundar, e fr precisa para u rmpedra-
icntodoquartel de artilharla daquella cidade. Par-
' iicipuu-se ao encarregado dos cunenos deste quar-
Portaria Ao director do arsenal de guerra, orde-
nando que, de posse dos 50>000 rs. que recebera o coin-
niandante do 1 bataUo da guarda nacional do Cabo
paia a factura de urna bandelra, c de mals 20^000 rs.
que Ihe ser remellld pela thesouraria, mande com ur-
gencia apromptar a mencionada bandelra com o respec-
tivo porte e bastea.
DEM DO DA 9.
Offlclo Ao deseinborgador juii relator da junta de
justica, irausiiiilliuilo, paf-.-iscr submcttldo a final julga-
niriilo, o processo do reo Thom" Ferreira Pontes.
Dito Ao cummissaiio-pagadoi-, declarando que deve
1 lagar os sidos do lenle ajudante da 2.' linlia da I'ara-
liba, Asitonio de Sonto Gondiin, ein quanto elle se nao
nao mirar para a rdrte.
Dilo Ao administrador da mesa do consulado, sig-
nificando, de cunformidade com iiifnriiinciio do inspec-
tor da thesouraria das rendas provinciaes, que os mar-
cadores do assucar podem substituir a verrmna pelo-
trado.
Dito Ao administrador das obras publicas, dizendo
que smente deve comprar os inalcriaes de que absolu-
tamente precisaren! as obras eiii andamento.
DEM DO DA 10.
OfncloAo rommandanlc das armas exlgindo urna
copia aulhenlica da siva ordem do da a respellu do pa-
gamenlo, por cautelas, dos prrls dos ullimus mezes.
DiloAo inspector da thesouraria das rendas provin-
ciaes e ao respectivo procurador -fiscal, cicnliricando-
os de ter concedido a Jos Juqiiiiu Ferreira Rabelloa
deinissao que pedir, do lugar de solicitador da inesuia
thesouraria.
Ditos--Ao presidente da rela^iTo, ao insprcto'r da Ihe-
sniirariada fazenda, ao juiz de direito da comarca do
Limoeiro e o resptivojui/. iiiunicipal, inteirando-os de
liaver encarregado o registro .geral das liypolliecas da
referida comarca ao tabellio Asitunin l'rres Quintal
PnrlariaMandando admltlir no tollegio das orphas
a expnsta Silveila Flurruria da Silva Bastos. .
I1)|:M DODIA 15.
OffirioAo inspcclor la Ihosournria da fazenda,
determinandoem conseqnencia de requisic.lo do pro-
siilcntp ilo Cear, compre e faca remetlcr para aquel-
la provincia rem soceos do milito e outras tuntas de
familia, a prero tal que a respectiva despeza, inclu-
| ve o frete, nflo exceda de 4:800,000 rs..
DitoAo inspector da thesouraria das rendas pro-
Ivinciaes, ordenando faga adiantarao destacamento
l policial do Bonito os sidos de 11 dcste mez (marco;
fao ultimo de abril.
Dito- Ao mesino, inteirando-o de haver rescindi-
' do do contrato o arrematante da ponte da Tacaruna;
scienlilicaniiQ-o de Icr a presidencia resolvido que a
mesma ponte fosso frita de mttdeira sob a direccflo
do en^enheiro Carvalbo de Mcnilouea ; o declarando
que mande avaliar o sivico feito, para poder de-
cidir acerca do pagamento a que tem direito o men-
cionado arrematante.
DiloAo commissario-pagador, validando o con-
trato que, a respeilo dos concertos do quartel dos
[aprenitizes mehores do arsenal de guerra, celebru
[aquella pagadoria com Andr Zacher.
DitoA' cmara municipal do Recife, declarando
[que, nos lermoado artigo I9 4." da lei do orcamento
I municipal vigente, perlenCe-lbe a arrccadacSodos
[impostosdas licencasecordeacOes.
DEM DO DA 10.
OlTicio. Ao Exm. presidente das Alagas, preve-
nindo-o de haver permittido ao tenente do 1. baU-
lhfio de encadles de primeira linha, Antonio Jos ilos
Passos, deixar nesla provincia a cousignueo mensal
de 111,000 ris a favor deseupai, acontar do 1. des-
te mez (marco).
Ditos. Aocemmandanto das armas eso com-
missario-pagador scienlificando-os de ler 8. M. o Im-
perador concedido ires mezes de lircnc,a com venci-
mento de sold ao ajudanlo da directora do arsenal
tle guerra, capitlo Manuel Fernsndes da Cruz.
Dito. AO inspector da thesouraria das rendas
provinciaes, ordenando, cniconscqueiicia do reso-
ucSo da assmbla legislativa provincial, mande en-
tregar ao respectivo 1 secretario, Dr. Flix Peixole
i de brlto e Mello, a quota votada fiara as despezas da
niesma assmbla e publicaeflo deseus trabalhos por
tachigraphos.
Dilo. Ao douJir Joaquim de Aquino Fons'eca,
Ipara que de commum accordo com os deputados
iJoaquioi Nunes Machado, Flix l'eixoto de Brito e
[Mello, Filippc Lopes Neto e Antonio AiTonso Fenei-
j i a, e com o doutor Jos Mamedc Alves Ferreira, hoja
|deorganisar a planto e orcamento de una casa de
que Mello Montenegro; e participou-so aopresiden-
te da relcelo, ao inspector da thesouraria da fazen-
da, aC^oizcs de direito caos inunicipaes das duas
com
o s cmaras respectivas.
Dita. Nomeando 2." supplente do subdelegado
deltamh aManoel da ('.osla Alecrim. Participou-
se ao cliefede policio.________________________
EXTtRlOR.
NOTICIAS 1)1 vi: USAS.
INGLATERRA EFRANCA.
L-se no Time de 30 de fevereiro :
Consta-nos que a rainha decidi que o primei-
ro lugar dos reis d'arn as, .vago pelo faliccimenlo de
duque de Northumberland, fosso contundo a Sua
droga, e duque de Itedfonl. Gtobt.
Do Mentageiro de Galiguani de 18 de fevereiro faz o
mesmo jornal oseguinte extracto :
Ha hoje urna especie de suspensiq de hostilida-
des entre os principaes orgQos da'imprensa parisien-
se pelo que rospeita aos prximos incidentes acerca
dos casamentos liespanhes, sobre osquaes mostra-
ram clles por alguns dias passados mais violencia do
que discricilo. Todava, cpnsagra o Contlitutionnel
toda a sua primeira pagina a un artigo em resposta
de tesa da poltica gcral do gabinete francez apre-
sentada pelos jornaes mnisteriaes. Como nos absli-
vemos do dar mais do que urna ligeira noticia dos ar-
tigse este respeito as columnas dos orgflos que
apoiam o ministerio, porque nflo achmos nelles
mais do que urna repetieflo de opiniOes o sentimen-
tosque ja tinham sido por militas vezes postos pe-
rante o publico, devemos pela mesnia rasfle abster-
nos de dar a resposta da opposicflo. -- Artigos desla
especie s teem valia para pessoas que tomam gran-
de ulerease em polmicas de jornaes.
A Epoquelraz utn ai ligo sobro as prelencOes de
D.Miguel edo conde do Montemolin, esobre a por-
suaslo que alguns dos jornaes fraucezes teom tenta-
do cominunicar, de que lord Palmerston, com o In-
Uiilo de tirar a desforra do governo francez pela sua
mallograqfio na quesillo do casamento hespanliol re-
sol ven dar apoioaosdous pretendentes as suas ten-
tativas para produzirem urna reaccAo om acu favor
na llespanha e Portugal. A Epoqut ridicularisa as
liivli'iie/ies dos dous principes desterrados, o decla-
ra que uo ha o mnimo fundamento para susto a tal
respeito. Pelo que perlencc asserefio de que lord
Palmerston acloplou a causa daquelles principes, a
i'povue he de opinilo que talvez elle os tenha lison-
geado roma esperance de aterrar o governo fran-
cez ; mas ella uo er que elle tenha iutencn seria
do passar alm de urna lisonja, o qirella se inclina a
desculpar as circunstancias. Ha no modo por que
falla a Epoguetie lord Palmerston una bramliira ues-
te seu artigo que nflo he de mo agouro. O Dbil
dedica consderavel espaco a urna noticiadas con-
cessOes constitucionaes recentcmente.feilas pulo re
da Priissia aoscu povo. A maior parle do artigo
consta de urna moderada critica sobre a iutoncaO e
relaeflo dos decretos que o re tem ltimamente pro-
mulgado para a formaeflo de urna dieta unida.
os obstculos sua passagem pelo senado, ou que
altcraccssc Hzoram para conseguir-se a sua ralili-
caQiio, pois que as objeccOes feitas entflo eram de
tal nalureza que tolhiam aquello governo deappro-
var um tratado solado deste genero. OZollverein
estendeu os privilegios exclusivos adinissflo dos
productos e manufacturas dos Estados-Unidos nos
seus portos, sob condicao de se eslenderom guaes
privilegios aos productos e manufacturas dos paizes
que compoemoZoIlverein. Tratados existentesontro
aquello e outros paizes vedavam ao mesmo governo
o faz-lo ; pois que a clausula que conlem todos os-
ses tratados, admitlindo os productos e manufactu-
ras do cada palz sob condcOes guaes s das na-
cOesmais favoreeidasoobrigavam a p-los todos em
parallelo. Embista d'estea relos, parece muilo es-
Iranho que esse tratado podesseser ratificado. Com-
ludo, tal he a noticia de Washington. Dentro em
poucos dias sesaber mais alguma cousa acerca dal-
le. No entretanto convem vigiar e orar, para que o
boato seja venladeiro; pois quo nflo s ser sem
duvida oulro passopara o comuiercio livre, seiiflo_
que abrir Immonsos morcados as fllasticas e outras
manufacturas do algodflo americanas.
(NewYork Htrald.)
(Times.)
CONV0 CACAO DA NOVA DIETA PUUSSIANA.
xGazela Unktrial Pruttiana de 10 de feveroiro
conl.n na sua parte ofllcial asoguinteordenanca,
relativa convocaeflo da dieta unida:
Nos, Cuilherme Frederico, rei da Prussia, &c.
Pela ordenanza concernento instituitjflo dos
correQfio, o remella presidencia juntamente com as grflo de propriedade de estrangeiros sera oulra vez
fieexes que Ihes occorrerem, acerca d syslema -~"n.:n.i
penitenciario que de preferencia deva ser adoptado
nessa casa, e com a mdicacflo do lugar que mais
apropriado lites pareca a semclliunte edificio. No
mesmo sentido se olllciou aos Srs., cujos nomes fi-
cam declarados.
Portara. Demiltindo o bachare,l Dominaos Lou-
renco Vaz Curado do lugar de promotor publico da
comarca de Goianna. Removcu-se para esle lugar o
bromotor publico de Flores, EslevSo de Albuquer-
PltlJSSIA.
0 forM/uioniie/publicou urna carta de Derne de
5 de fevereiro, dizendo que a concentradlo daa tro-
pas austracas as fronteiras de Tjciiio tinha indu-
zido o governo daqui'lle cu nio a depnlar o conce-
Ihciro Ploda a Derne para concertar medidas com o
presidentedo directorio. O preco do trigo tinha aug-
mentado consideravclmenlc na Suissa em conse-
auencia do decreto real prohibindo a sua exporlacflo
e Franca. O coucelho executivo de Berne havia jul-
gado conveniente fazer represalias prohibindo por
um decreto de 5 a oxportoco para Frange de toda a
sorte de grflo efsrinha, al 31 de jullio de 1847. A
Noca (tela de Zurick de 6 dizia que os canlOes se-
parados liniiiini feito poucos dias antes um concedi
de guerra em Lucerna, no qual fui o coronel Sals
Saglio uomeado cuminaudaiile ein cliefe das tropas
de linha, com o sold de 18 francos sussos por da.
Accrescentava-so que o governo austraco emprestara
sem juros urna sonima do 100,000 francos suissos aos
sepai istas.
ITALIA.
A Gazela I'iemonle:a ilo 1." de fevereiro publicou a
seguinte caria de Ancolia, relativa a prohibieflo con-
tra a exporlacflo do trigo :
Aqu cliegou a 20 do passedo um estfele do Roma
com ordem do suspender-se o embarque de todo o
irflo no nosso porlo franco. Fez-se urna exceptu em
svor do trigo de propriedade de estrangeiros com
tanto que por exaine se verilicasso haver sufliciento
deposito de trigo mflo parasupprir os habitantes
at a prxima colheila. As autoridades municipaes
procederam inimcdialamcnte ao preciso exame ; e
enlflo achuu-se que havia cerra de 4,000 rubinas de
trigo e 11,000 rubbiaa.de millio nos armazens. A
populacAo da cidade nflo usa do segundo genero. As
autoridades j" tinham lomado precauces para se
contar com um u bastec monto certo o sufliciente pa-
ra os habitantes, e espera-se que a exportacodo
estados, de 3 do correte, e outras ordenancas da
mesma data, declaramos a nossa nteneflo de con-
gregar n'uma da monarchia, nflo s todas as vezes que o exigirem
as necessidades do estado icomo a de se contralurem
novosemprestimos ou adeseiiugnienlarem ascon-
IribuicOes existentes; senflo lambein para outros ne-
gocios importantes do estado. A adminstraeflo fi-
nanceira, perfeitameute eslabelecida durante una
paz longa e feliz, de nenhuma sorle exige urna tal
assmbla; mas como ha assumplos importantes,
de nalureza lal que devem de ser discutidos pela die-
ta unida, e como alm disto experimentamos a ne-
eessdade de tornar remarcavel o importante acon-
tecimento da formaeflo de assemblas contraes de
estados regulares, reunindo em lomo de nos os liis
estados ila nossa monarchia, resolvemos abrir em
pessoa a dieta unida na nossa capital e residencia de
llorlim, no domingo 11 d'abril do presente anno,
-S.....I'>ala4>> .....i l',,i l jlilllllll1
E este auto he asslgnado e entregue oom a as-
signatura de S. A. R., por S. A. S. o infante D. Fran-
cisco em prova do seu consentimonto, nesla muilo
heroica cidade de Madrid. hoje 6 de fevereiro de 1847,
l hora damanh.la ;osflo dello tostemunhasoExm.
D. Miguel dolharrola y Gonzales, senador do reino,
lenente-general dos oxercitos nacionaes marquez de
Zembrano, concelheiro d'estado, &c.; o Exm. D Jo-
s Santos de la llera, conde .IcJRaimsseda, tenentc-
general dos oxercitos nacionaes, senador do reino,
gentilhomem da cmara do S. M., com exercicio,
&c.; o Exm. D. Manuel Muoz do Vaca, major-gone-
ral, cBvalheiro gran-cruz de San Herrmenegildo,
gentilhomem da cmara de S. M., 0 ora no servico
de S A. S. o infante D.Francisco de Paula Antonio
Boiirbon ; o o Kxtn. D. Vicente Palavicino, marquez
de Mirasol. E eu abaixo assignado, notario de S. A.
R., e da sua real casa, dou disto testemunho as par-
tes conlrahentes e outorganles do presente.
Francisco de Pulla Astosio de tyounaotf,
Infante de Despatilla.
IlLSA BR CsSTElLtll.
ii HenriQue SUia he Hotiiuos,
Intente de Hespanht.
Peranto mim,
Gaihiil Santis de QubteoO.
a Eu,D. Gabriel Santin de Quevedo, notario daS.
M. o da Ilustre faculdade de Madrid, fui presente a
este acto, cm cuja f assigno o dilo auto no mesmo
dia da sua entrega.
t CUMEL SaTlN DE QOBVEDO. .
'permillida
TBATnOS DE COM MES CIO.
Dizem-nos de Washington que o senado ratificara
finalmente o tratado commerciaf feito com o JSoIlve-
rcn peloex-ministro americano, Jlr. Wheaton, na
corto de Austria. Esle tratado foi rejeitado pelo go-
verno americano, quando Ihe foi pela primeira vea
apieseutado, e desde entflo tem jazido no esqueci-
mento. Nflo abemos de que modo foram removido
ordenamos ao ministro d'estado que faca convocar
a dieta pelo ministro do interior, e os demais prepa-
rativos necessarios.
Passada em Borlim, aos 8 Jb fevereiro de 1817.
Fhedeiiico Glilheeme.
OTRO CA9AMDNTO HESPANHOI..
Madrid, 9 de fevereiro.
Copia do contrato civil de casamento entro D. Ilen-
rique o a rmfla do marquez de Castellar:
No real palacio de San-Joan, situado no real pa-
trimonio do lluen-lleliro, residencia deS. A. S. o in-
fante de llespanha D Francisco do Paula Antonio de
IIiiiii liiin, e com a devida permissao de S. A. It. dig-
narani-se de comparecer peranto mim, notario pu-
blico do Madrid, abaixo assignado, S. A. S. D. Delin-
que Mara de Oourbon, augusto filho do dito infante
D. Francisco de Paula Antonio de Bourbon, e du fal-
lecida infanta I) Luiza Carlota, havendo sido decla-
rado do idade legal, em virlude do um decreto de S.
M. a rainha D. lzabel II, sua augusta prima, com dala
da ludo passailo, de oslado solleiro, nascido c resi-
den te nesla corte; cD. Helena de Castellar y Shell y
Fernandas de Cordura, nacional da cidade de Valen-
cia, Ii 1 tin legitima deSs. Exs. o conde e a condessa
de Castellar de Villanueva e de Cartel, j fallecidos,
de idado adulta, e em consequencia disso na admi-
t islracflo dos seus bens por sua propria eonta ; e am-
bos elles, de commum accordo, disseram na presen-
i;a das tcslcmuiihas, cujos nomes vflo abaixo decla-
rados : Que como principe, o como cavalheiro, S.
A. R tem conlrahido urna obrigac.lo sagrada, oom-
penhado a sua palavra de desposar a dita D. Helena
de Castellar, com o lim de afianzar honrosa e perpe-
tuamente o amor que mutuamente se consagram um
ao oulro, o de sua propria, livre e espontanea von-
lade, prometiera, e reciprocamente einpenliam a sua
f e palavra de se desposaron, em virtude do presen-
to que conslitue a ohrigac/io decontrahrem legiti-
mo e verdadeiro matrimonio, na conformidade do
concilio de Trenlo, a 12 do corrente mez; e quo ne-
nhuma das sobi editas parles contrllenles coutrahi-
ra esponsaes com alguma outra pessoa, sem cousen-
limentoe licengade urna a outra dus partes conlra-
hentes; c se alguma deltas o fizer, um tal contrato
seja nullo, inlo, o de iienhum e'eiio: para garan-
ta de ludo islo U410IU as suas mitos direilas; o an-
da mais em penhor de fe da S. A. R. a dita D. Helena
un collar de brillianles e d'osinalte verde, e a dita
senliora d da sua parle um nuc a S, A R.; as
quaes dadivas ou prendas silo mutuamente trocadas,
e de cuja troca dou f. Tamben) se obrigam as ditas
parles contrllenles a nflo rescindir esle contrato;
e no caso de tentaron faz-lo, alen) de nflo seren
ouvidos judicial nem extrajudicialmenle, poderflo
ser couipeliidas sua observado, como se o l'osscm
por seiilenca deliniliva de juiz competente, com a
frca de causa julgada e decretada; e serio obliga-
das a sua liel obseivacflo ein suas pessoas e bens, pe-
las autoridades competentes.
PORTIGAL.
CMARA DOS PARES.
Sendo de 1 de abril de 1846.
(Presidio o Sr. D de Palmella.)
nnnr.M nO ni.
Diicustdo dos teguinlei parecer, e tolo em separado.
Parecer A commissflo de guerra examinou com a devida
atteneflo o prnjeolo de lei n. 6 apresentado pelo
digno par conde de Lavradio, que tem por flirt flxar
o modo pelo qual se deve proceder, no caso em que
algum ofllcial do exercito, armada, e guan muni-
cipal do Lisboa e Porlo, possa dar motivo a ser pns-
sado para a classe de aggregado, na forma do dis-
posto no artigo 9 do decreto do I." do agosto de
1844 ; e observando que o dito projeclo de lei he
tima copia exacta do citado artigo, e das medidas
regulamenlares exaradas no Anal da ordom do dia
de 16 do mesmo mez o anno, pelas quaes actual-
mente se procedo cm semclhantes casos, o que el-
las dflo sufllcientes garanlias aos Offlclses contra
quem deva proeeder-sc; decidi a maioria dos mem-
bros da mesma, que a approvaQflo do projeclo se tor-
na por sso intil, e que Ihe parece que deve ser re-
jeitado.
Sala da commissflo, 23 de marco de 1846.-Conde
de l-'illa-lieal. relator. Cunde de Stmodaet.Ctnde
dat Anlas, vencido.-Fisconae da Serra-do-Pilar.
Duque da Terceira.
Voto em separado.
Nflo podendo conformar-meH com a decsflo da
maioria dos monbros da commissflo de guerra, re-
lativamente ao projeclo n. 6, do que se trata, sou
obrigado a daros motivos da divergencia da minha,
opiniflo a tal respeito.
Nflo ha falta militar quo nflo possa ser julgada
om coucelho do guerra, meio o mais legal para as
punir; mas,achando-se em vigor o decreto do 1.'de
agosto de 1844, que no artigo 9 determina que os
olliciaes possa m ser passados classo de aggregados,
julgo de justica quo se Ihe dem todas as garantas,
e que nflo seja a arbtrariedade, ou a ma rontade
quem dsponha da sua sorte; doulrina esta reconhe-
cida pelo nobre duque da Terceira, que. vendo a de-
ficiencia do artigo, publicou no final da ordem do
lia de 16 do mesmo mez e anno us inslruccfles que
Iheservem de rcgulameoto, e pelas quaes hoje se
procede. E non se diga quo a nggregacflo he urna
pequea punieflo, quando o ofllcial quo a solfre,
perde nielade do sold, c o lempo de servco par
lodos os cuellos
Julgo,pois,que,se as instruccOes referidas sflo ne-
cessarias para alterar o artigo citado, he de justica,
rasflo o conveniencia, que ellas sejam roduzdas a
lei, o por isso voto pela approvacflo do projeclo.
Sala da commissflo,* 23 de marco do 1846.Conde
dat \ntas.
OSr. Conde das Anlas : -Sr. presidonte, eata dito
quasi ludo quanto se pdedizer porum o oulro lado
relativamenlo ao projeclo emdiacossflo; mas, leudo
eu dado o meu voto em seprado.sou obrigado a de- .
elarar as rasOes, pelas quaes me separe! desta vez do
pensar dos dignos pares que compficm a commissflo
do guerra, o quo raras, vezes acontece, porque de
ordinario tenho a fortuna de combinar com SS. EE.
He evidente Sr. presidente, que noajfeaao* ua
nossas leis e ordenancas militares prov)fjfl |MsM se
punrem lodosos deudos, por mais peqioa que
sejam, pornueeu ja vi em conreino de guerra um
ofllcial por haver lossido, ou espirrado, dianle do
conimaudanle, e tratava-se da maneira pela qual o
havia feito. Pelo decreto do 1.' de agosto determina-
se que um ofllcial seja passado a aggregado quando
lenha commetlido qualquer pequea falla, falta de
quo um concelho nao possa lomar conheciment, e
essas fallas liflu de ser avalladas pelos commandan-
I les dos cor pos: se lodos estes commajidauU>9 ossem
I

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despidos de paixfles, de certo eu nfo julgara que
faltassem garantas aos officiaes, e estara persuadi-
do que nenhum seria castigado sem quo o mereces-
se, porque eu dpsejo que caia sempre o rigor da lei
sobre que faltar ao eumprimcnto dos seus (leyeres;
mas hoje, Sr presidente, no mcio das divis>s polti-
cas, em que nos achamos, nflo estamos nos vendo
commandantes procei|er contra individuos nica-
mente por motivos particulares? Oxnlque af::uns
nao esiivessem sendo victimas de seiielhante procc-
der! Ese inas o nflo sSo he isso devido summa
bnndadedo nobre duque da Torceira tapoiadm). Eu
sou partidista da intcira disciplina, e at em com-
mandosou tidn como um pouco rgido. (OSr. mar-
gue: de l'onlt de Lima : Apoiado.) Porque cntendo
que todos os regulamentos militares sito poucos para
conservar a disciplina no ejercito, eoxal que todos
se co.ivencossem de que a fdrea armada n8o deve sor
senflo meramente passiva e obediente a todos os go-
vernos existentes: e se algum desses individuos que
fazem parle do exercito julgam que devem ser pol-
ticos, nessecnso larguem a espada, pocam a sua exo-
nera (jflo, c vilo para as pravas publicas fazer guerra
ao governo fapoiad"s geraes.) f.hora-me o coraeflo, Sr.
presidente, ao verofficiaes fazciem Agina na poltica,
ealguns at urna figura saliente (apoiados, porque
dcste modo he i m possivel ennservar-se a disciplina.
Assentado isto, desejoque caia todo o rigor sobre o
delnqucnte, mas assim como dosejo isto, quero
tambem que tenha garantas todo aquello que nflo
estiver as circumstancias de ser. punido, para evi-
tar o seja por capricho .' As nttruccoos reglamen-
tares que o nobre duque da -Terco ira simultanea
mente publicnu com odcorelodo Io de agosto, jul-
goque servirflo de garanta nos oAlrines do exerci-
to, garanta que v obstar arbitrario lado com que
se podesse proceder contra elles, c julgo da juslica
do nobre duque que S. Exc. ha de fazer obra por os-
sas inslruccfles, nSo passando individuo algum
qualdadedoaggregado senno quando se dem as
condiees que nellas se exharam Mas que duvda po-
der haver em qae aquellas instrueces que foram
lanzadas na ordem do da para ser executadas, pas-
sem agora a ter frca de le ? NHo deve haver nenhu-
ma: verdade be que determinado as ordens do da
obriga a lodosos inferiores; mas nlo obriga ao ge-
neral em chefe que he actualmente o Sr ministro da
guerra, porque S. Exc. pode deixardeas executara-
manha publicando o contrario do que boje havia
dito, poisnnguem heobrigadn a cumplir uina coli-
sa contra a sua volitado apoiados) quando a execuQflo
sdepende do seu arbitrio. As ordens do'dia obri-
gam os inferiores, eso em 1833, na ordem do dia n
31 o Sr. duque de ttcaganca determinnu o seguinte
(leu.) At cerlo tempo julguei que asrdeos do dia
tinham frca de lei, mas depois, tendo-me dado ao
estudo deltas, vi que eslava engaado. E nflo se
diga que ho um pequeo castigo a aggrcgacflo de um
official por qualqucr culpa leve. Pelo alvara de 23 de
abril de 1790 se determina que os officiaes presos por
culpas que nflo exjam concellio do guerra, devem
receber o sold correspondente sua patente sem
retencfloalguma, seja qual foro tempo da sua pri-
_sflo; eagora va-se-lhes tirar metade do seu sold !
Como beque um ofllcal se ha do mostrar com a-
cjicMa independencia que Iho he propra ? Ello nflo
s Acara sem poder sustentar-se e a sua familia, por-
que nos todos sabemos que os ofAciaes portugueses,
com (.oucas exeepefles, apenas teemoque Ibes da a
sua espada, e alm de tudo Istoesse oflicial que pas-
eara aggregado ha de perder todo o lempo que as-
sim estiver para todos os effeilos. Se um ollicial
commelleu cssa pequea falta va para a lerceia sec-
eso, posto que cu deseje que a nflo baja, e quo todos
os oniciaes eslivessem empregados, mas por ora
tambem vejo que ssose nao pode fazer.
Por ludo quanlo tenho expendido julgo que se de-
vem reduzira lei as instrueces, ou regiilainento,
que o nobre duque da Tcrceira apreseqlou na ordem
do dia de 16 de agosto, o que nflo pode fazer senflo
bem e nunca mal, poique qualquer ministro da
guerra ha de por frca cumpri-la, e nunca arbitra-
riamente decidir da sorte de m oAicial; e por sso
voto pelo projecto.
_______________________t [Viario do Governo.)
plicar, porque nSo querem admittir que do nada
saH alguma cousa, ou quo a parte seja maior que o
todo? Na verdade, nffo. Ha no mundo, .quando nellc
so considera, tantas verdades improvaveis, tantas
cousas ao principio proclamadas iuipossiveis, o que
entretanto liveram andamento, que s por nos pare-
cer absurda a nova doulrina, nflo seria .um motivo
sulnconto de concluir que ella nflo podo ser verda-
daira Nossas rasoes, pois, nflo estilo nisso. Nossa cro-
dulidade nflo se funda sobro raciocinios, mas sobre
factos patentes, comprovados, cuja importancia nin-
guem pdp minorar, ou desviar-llic a sgnilicaeflo.
Todos o roconhocem hoje: o que, mas ahulado
3ue a bisarria de seus principios, e a extravagancia
o seus pro'cossos, da a homoeopathia urna posieflo
interamonte excepcional, lino maravlhoso de suas
promessas Nflo he, na verdade, bastante para ella cu-
rar lulo, cito etjucundr, segundo a antiga exprcsso
da escola, dulas as molestias curaveis; ella prometi
anda pnrmptae inteira cura s affeccOos al entilo
ncuraveis; e bem assim nflo so cholera e a raiva
enmo nmn multiilfln do molestias que om todos os
lempos foiam oescolho dos melhores syslemas, no
desespero dos mdicos" mas habis. Alegremo-nns,
nois, de pertoncermos a poca bemaveqtnrada que
llova ver taes prodigios, o apressemo-nos de os con-
testar.
He intil lembrar que o cholera, no eomeco da e-
pidemia, he urna molestia quasi inevit.tvelmonle
mortal:' nossa pobre Franca disso tevo urna prova
dolorosa. Todava, em 183-2, um hnmceopalha, em
urna earla dirigida a mediem francezes, ensinava os
ineins de CHrar, c de preservar-se do cholera. Em
1835, poca em que o cholera assolava cruelmentea
parle meridional da Franca, o mesmo medico publi-
ca va urna outra brochiira, com o titulo do tralamenio
mutuo da cholera asitico. Nossa hrocbura o autor, do-
pois do descrever os sympthomas mais espantosos da
molestia, c do indicar o remedio a nppr-lhe, acores-
cenia terminando: A cura lio franca e completa
em algumas horas, mesmn sem couvalescencia pro-
priamente dita. S a m f pode persistir desco-
nheccr o cffeilo, cuja existencia he notoria caulhcn-
lica. *
Munidos dessas preciosas instrucefles, dous hooeo-
pathas foram Marselha. Quaes foram os resultados
deseos ensaios?
Iruccflo medica, aos enfere-r ns menos experimen-
tados, a todos aquelles emAiu que teem visto um s
phtysico, quo nomesedeve dar aquello que, quasi
na vespera da morto, de urna morto enmecada, se se
pode dizer assim, seis mezes antee, vem affl-mar que
trikta das antes, tera chegado a lempo para curar
urna phlysica pulmonar ?
Masa homccpatliia nflo cura alguma vez?Sim,
cura, mas neste sentido que todos os doentes, gra-
bas ao Co, nflo morrem entre suas mflos. .Qual-
quer que soja o systema de medicarlo applicado,
disso um grande observador, ha smpre um tere/)
de doentes que Acam bons > Pois bem he dess
terco previlegiado que a homoepathia tira um parti-
do brilhanle ; ella nfio falla senflo nesse terco : eis
sua grando tctica. Quanto aos seus mortos, el-
la os enterra sem dizer palavra, o o mais discreta-
mente possivel. Cada dia, os mdicos que ella- represenlara a nona diluido,'em cinco yezes ovo.
PERMAMB !CO.
RENDIMENTO D,\ MESA DA RECEBEDORIA DE REN-
DAS INTERNASGERAES DE PEHNAMHUCO, NO MEZ
DEMARCO PRXIMO FINDO.
A SAPP.n :
Foros de terrenos de marinha ....
Laudemios ..........
Siza dos bens de raz.........
Segunda dcima de mflo mora.....
Direitos novos e voltios........
Ditos de chancellara.........
Dizima da inesrna .- ........
Matriculas do curso jurdico.......
Sello fixo..............
Dito porporcional..........
Licenca dos despachantes da alfandega.
Emolumentos de coi tillos
Carlas de hachareis .
Imposto de lojas abertas .
dem de soges e carrinhos
dem de barcos do interior
32,950
125,000
3:617,603
698,724
558,264
6,0s0
1:758,280
8:960,000
2:362,380
1:878,00'"
25,000
3,540
4,000
1:506,000
12,800
340,800
Taxas de escravos......... 390 o
22:279,421
Rendimento pertencenle ao
. auno correnle.....
Dito dito a divida activa .
20:029,821
2:249,600
22:279,421
Rccebedoria, 4 de abril de 1847.
. Kq impedimento doescrivilo, o."escripturaro,
. Manoel Antonio SimOes do Amaral.
Variedade.
A BOMOEOPATHI APRECIADA POR SECI PACTOS, SUAS ILLU-
SOIS k rmeos.
Doutor, acreditis na honiceopatnia? A esta
ouestuo, ingenuamente impertinente, s ha, secun-
ni?.lU!l!,e""rVum" re8posla POM'vel seeu
nclla crease, sena homeeopatha
ta?,lre'"0' nmo ,u,d0 passa para 1uem n" con-
tradii, o por flm os liomoeopalhas nflo dflo or
ci to oxemplo da discrieflo e da cardade, nos resa-
namos a romper o .silencio, para acabar com esss
imperturbaveis questionadores.
Porque motivo os mdicos em geral rejeitam a
doulrina ensinada por llohiiemann i' Ser porque a
raOo se revolta contra aqulllo que cHa nflo podo ex-
deseos ensaios? Oiiecholerieos curaram elles quo
dispiinliam de um remedio efllcaz? Ah henocessa-
rio lembrar, sua impotencia mos(rou-se luz do dia.
a Tem-se fallado militas vezes dos prodigios da ho-
mreopalliia, diz .Mr. Mont-Falcon, as regios que o
cholera assolava, em Toulon, porexemplo; mus ape-
nas se Iratava de verificar os farlos, apenas se intoi-
rogavam testemiinhas, homenscompe entes, mdicos
imparcacs, o maravilh^so ilosapparecia; o dessa in-
linidade do casos do sucressos, nflo fkava urna s
observaeflo de cura verilicada, de que a homcCopa-
thia tivesse o direilo do prevalecer-se. Quando ella
linha curado, oulros melhodos de Iralamento cura-
vain tambem. Quecouclusflo ron vem tirar do que
precede ? Ei-la: a liomoeopathia foi inteiraniente
impotente, eos nicos doentes do cholera que ella
pode curar, foram aquelles quo nflo livoram o cho-
lera :Historia do cholera asitico observado em
Marselha durante os mezes de julho e agosto de
1835.)
Assim se realisaram as promessas relativas ao cho-
tera. Quuantoa raiva, deve-se eslar lembrado que
a homceopalliia solicilou e ohleve a autoriSae,flo de
ensaiar seu melhodo de tratameulo; entre outros,
no Hotel Dieu de Lyflo. Qual fui o resultado? O cei-
llcado que maisalia\o transcrevemos lextualmenle
nos dispensa da resposta :
a CerliAco ler tratado ao fallecido M. G..., do ida-
do de 61 anuos, desde o dia seguinte aquello cm
que foi mordido, 7 de abril de 1843, o durante a
hydrophobia, at as novo horas da tardo de 15 de
maio crrente, vespera de sua morto 20 do inaio
de 1843. Assignailo. **?
Apseste certificado, so l urna nota concebida
de.ste n'iodo : Em 1842, M. ?** publicuu una bro-
chura leudo por titulo: dos meos hom curar e prevenir a rar. Esta annotarflo he do um
bibliopbilo contemporneo.
Este certificado verifica, mellior do que loriamos
podido faze-lo, quo nflo somonte o tralainenlo cura-
tivo cm seu ludo, mas tambem o Ira la monto preser-
valivo poderam ser applicadosao doente do que se
trata. Desla vez, pelo menos, a hmeoopalhia que
pretende sempre que se Ihe aprsenle cadveres, nflo
lera tido o pretexto de recriminaeflo.
Entre as outras doencasincuraveis, contra as quaes
a lionii eopai liiu nflo teme ensaiar suas freas, cita re-
inos epile) :ia. Nenhum melhodo, sabe-so siiflici-
entemenle, ousa jactar-se de curar esta terrivel
affeceflo. Eslava reservado homojopatliia tentar a-
foutamente este prodigio.
Nflo colillero incuraieis, havia dilo a homoeopa-
Ihia ; esfa exprcsso nflo he franceza. O termo he
jocoso, vejamos se he \erdadeiro.
Pelo mcio do anuo de 1841, esrrevo o doutor Tneo-
doro Perrn, em sua obra Do perigo, dos systemas
emmedicina, que tres epilpticas doestabelecimenlo
ilas iyparigi}R ncuraveis, de dadeile 20 a 30 anuos,
fiiiaui coiuluzidas casa de urna de nossas grandes
celebridades homceopalhicas para nclla sercm trata-
das Rgimen, remedios, cuidados, precaucOes mi-
nuneiosHS, ludo foi seguido coma mais escrupulosa
exaetidflo; o trata monto coiitinuou por dous mezes
pouco mais ou menos.
A mudenca a maisapreciavel foi um augmento da
molestia, assignalado pela frequencia e intimidado
dos alaqucs. Emduasdessas raparigas, os acciden-
tes tornaram-so tilo graves quo inspiraram receios
bastante serios e capazes de fazer suspender o trata-
ment. Ambas licaram loucas, e a lerceia suc-
cumbio.
. Que a homceopalhia tenha naufragado nesses ca-
sos, he urna infeiicidade em duvida pura ella ; mas
quem cuidara em imputur-llie esse mo successo
como um ciimc, se ella soubesse guardar a reserva
cnnvenienlo, so ella cessasso de pioclamara infalli-
bilidade do seus recursos, so, cada dia, nflo desse cOes aritlnneticasa esse respeito.
a mais amarga critica os actos daquclles, quo nflo Tomemos, porexemplo, urna gramma de um es-
partIham os seus principios ? Um oxemplo lomado pecilico homoeopalhico qualquer, o que, para primoi-
chamaallopatkas, teem quo tratar doentes, que el-
la abandona, ou que Ihe escapam.-Que fazem, pois,
etes? Tratam-nns,ecuram-nos: so anda he tempo
dopois, como Ibes parece que apezar de tudo sflo
mdicos para curar, guardam para si o segredo de
seus successos, e nflo procuram exaltadores.
Al aqu s temos rallado, nesta revista, de ajtos
feitos da homorppathi^, dasaffecc.Oes contra as quaes
a medicina mais racional fica ordinariamente im-
potcHle, quando nflo inlervem desde o principio
Nflo Ihe lembramos suas derroUs, se nflo para fazer
com que nflo reserve d'antemflo para si as honras do
triumpho. Ascena, porm, muda aqui pois que
nflo se trata mas de molestias rebeldes aos esforcos
da arte ; mas sme,nte dessas affecQOes perfoitamen-
te curaveis, em cujo Iralamento a medicina ordina-
ria aprsenla quasi sempre felizes resultados.
Um dia, um csb"Iecimento publico, consagrado ao
tratamento das alTecces venreas, abro-se aos en-
saios de um homoeopatha. Vinloe cinco doentes Ihe
foram confiados : elle os tratou como onto.ndeu. As
observacoesforam redigidassobsuas vistas.e as pres-
cripcOes cada dia inscriptas por elle mesmo foram
exactamente cumpridas. Que succedeu ? A historia
dessas observacoes, publicadas pelo Dr. Seriche ,
menciona que dos vintee cinco doentes submettidos
to tratamento homoeopalhico, um s no foi curado.
Ficou demonstrado:
1." Que, a na tu reza smentee alguns cuidados
hygienicos teriain feito pelo menos tanto.
2." Que, coiicedendo a medicina de Hahnemsnn
algum poder medicalivo, fica todava provado, por
factos irrecusaveis, que ella nflo pode ser comparada
a allopatha, pois que esUi cura om um espaco de
lempo tros vezes menor, o, por isso mesmo, impede
muilas vezes a produc<;flo das leses orgnicas que
em pouco tempo resislem a lodos os recursos da
arte
Mas certas pessoas objectarflo anda, so lio assim,
comodi/eis, se lodas as promessas da homopatha
rcmatam em taes resultados, a doulrina do Hahne-
mann hfln teria sido rejeitada pelo paiz cm que tentn
introduzir-se ? Antes de exigir urna resposta, in-
forma i-nos acerca do dous pontos Leipsig vio, ha
j algum tempo, fechar-so seu hospital homoeopa-
lhico? Nflo he tambem verdade, que depois de ter
ordenado ensaios no hospicio Delle face, o rei de
aples prohibi o exercicio da medicina homoeopa-
Ihica em seus estados?
Ha urna reflexflo que as pessoas da sociedade par-
tidarias da nova doulrina parcrem nflo ter feito, e>
que todava-, em nosso pensar, he do natureza a
modificar sua perigosa precupa;flo. Conceder-nos-
hflo que um medico instruido ho mais do que qual-.
quer, apto para julgar de urna doulrina medica. Nflo
negarflo de ouliolado que, qualquer que seja seu
valor scienliAc, a homoeopathia nflo seja com ef-
feto a medicina positiva no sentido do enrique-
cer as mais das vezes aquelles que a praticam.
Ora, se assim he, como he possivel que cm Pa-
rs, onde os mdicos secontam por milliciros, ape-
nas se citem alguns homocepalhas? Como ho possi-
vel que ontre tantos mdicos que pela mor parte vi-
vem eom a esperauca de um futuro melhor, nflo se
encontr algum que, cansado do soffrer, consinta em
trocar sua m fortuna pelo deslino tfio diffrente da
homceopalhia? Que voz se eleva, pois, em sua con-
sciencia, voz mais poderosa do que a seduceflo do
ouro ? Respondei, vos todos que os impellis ao a-
bandono de sua f scientifica !!..
Sosequizessoconhecer anda o quo a homceopa-
lhia d om resultado das frias aprecia^Oesdo calculo,
nos lombraiamos o trabalho de um dos primeiros
malhomaticos da Europa, astrnomo, c membro da
[secretaria (ureo, das longitudes.-Eis-aqni suas pa-
la vras -.
linas brochuras ltimamente publicadas, ecujns
litlos contem a palavra verdade me iuspiraram
o pensament de suhmetter ao calculo a parte desse.
systema susceptivo! de urna apreciaclo mathemati-
ca Quando se trata de verdade, niiigueiii deve ficar
iudillerente, e pens que em todas as cousas s um
calculo rigoroso pode estabolecer o seu valor real e
incnnlestavel.
Sabe-se que urna diluieo homocopathica se ob-
tem, dividindo-se urna parle da substancia medica-
mentosa cm cen partes do um vehculo inerte, tal
como o assucar de leite, a gomma, Muido, ago dis-
tillada, &c. A segunda diluieflo se prepara, toman-
do-so urna parle dessa mistura, que se addicioua
com outras partes de vehculo; a tcrceira, misturau-
do-sc urna, parle da segunda diluieflo com eflm ou-
tras partes do mesmo vehculo, e assim por diante
Nunca admitido menos de tres dilui^es, o vflo ordi-
nariamente at trinta.
(i Por vezes so tcm rido com as fraeces indefini-
das dos medicamentos, a que se chega desta manei-
ra; tem-se fallado do mi llionesinios, de cem millio-
nesimos; lem-so cligado a dizer al quo urna gram-
ma desulphato do quinhio, laucada no Sena da pon-
te de Austorlitz, bastara para curar toda a popula-
cho do Pars nos casos do febre epidmica. Convmn
dar, urna vez por todas, a essas allegacOcs um valor
preciso, o ver at onde 'me levaram minhas indaga-
Em cada diluico seguinte, a proporeflo augmen-
ta de zros, de tal sorte que na nona, a unidade he
seguida de deZoito zros, isto he, um centesimo cu-
bico de substancia activa, dividida em um mllhar da
metros cbicos de liquido.
Sosequizor fazer urna [deja desse volme ja
enorme, bastar convert-lo em um prisma de um li-
quido apreciavel, o que teria, por exemplo :
80,000 metros ou 20 lte'goas de comprimentO,
19.000 metros ou 3 legoas de largura,
1,000 metros------------------de profundidade.
O que equivaleria.aos 96 centesimos de unOnilhar de
metros cbicos. 0 lago de Genehra tem,pouco mais ou
menos, 20 legoas decomprmento, 3 legoas emsu
maior largura, e 300 metros narpatte mais profunda
le sorte qiie, ostimandn-soo prisma do liquido, que
Itime do lago de Genehra, flear-se-hia anda muito
abaixo da realdade.
n Na duodcima diluieflo, a unidade ho seguida
smente de24 zros; entretanto que na trigsima
ler-sc-hia 60. Pde-se dizer, por consequencia, que
a superfice de todo nossso systema planetario, com-
prehendidoosol.coberto de urna carnada de liquido
de 1,000.metros de profundidade, nflo bastara para
diluir em grao conveniente meio dedal de substan-
cia medicamentosa, destinada a dar propriedadei.
homoDopathicas a esssatnassa incommensuravel de
vehculo.
Estes clculos, como ho fiol de verificar, sflo
serios o exactos. Ta.l he a verdade relativamente a
urna das partes importantes deste systema. So a
arithmotica a mais simples pode demonstrar assim o
seu valor real, nisto a que eUa pode ser applicada,
o que virilo a ser as outras partes, quando forem
apreciadas segundo as regras rigorosas da sciencia
e da lgica ? '
(Exlr. ecommunicado.)
entre cem outros anlogos dolermiiiur a medida
das excentricidades fabulosas, a que pode arraslar
a necessidado do obter exaltadores. Um mdico ins-
truido Iratava desde muito .lompo urna phlysica;
gracas aos recursos, de que a posieflo da enferma
Iho permiiliai dispr, elle linha podido prolongar
sua vida alm dos limites ordinarios dessa affeecio ;
mas haviamlres mezosja Iratava urna moribunda :a
hora da morto approximava-se. Um hoiiinsopatha he
chamado. Ao aspecto da onferma, declara que esta
perdida, que o tinham chamado mu tardo; mas
que, se tivesse sido chamado um me/, astj-, a loria
salvado f* ra perguntamos as pessoas aem ius-
l* Nflo he preciso ser bomoapatha, para que at-
uemasaiin o diga.
{Note, de tni.)
ra diluiedo, se misturara com cem partes d'agoa : no-
temos que esta gramma do liquido medicinal equi-
vale,em volume, a um ecntuiiolro cubico, pouco mais
ou menos mcio dedal de coser ordinario. Ohtem-se
a segunda diluieflo, tomando-so um centmetro cu-
bico dessa primeira mistura, eaddiconando-lhe 99
centimetros d'agoa, ou anda, ajunlando-so priinoi-
ra mistura 99 vezes lauto vehculo, de tal sorte que'
o volume primitivo dusubstancia activa so acha, na
primeira diluieflo, na proporeflo de 1 a 10), c na se-
gunda de (0 a 10,000; islo lie, um centesimo cubico
pura dez litros d'agoa, ou vehculo. Na tcrceira
diluieflo, lein-se por formula a proporeflo de 1 a
1,000,(100; isto lie, como um centesimo cubico est
para um molro cubico de liquido. He urna dso de
substancia activa licsenlas vozes menor do que as
agoas sulfurosas naturaes menos carregadas.
____COWWEBCIO. __^
Alfanrlegn.
RENDIMENTO DO DIA 3.............6.20O,S6t
Desearregam hoje 6.
Barca Eithtr-Anne mercadorias.
Brigue Putriam dem.
Barca WHHam-KHSsell -- dem
Sumaca Santa-Cruz-- barricas vasase arcos.
IMPOUTAGAO'.
J ohn Campbell, barca ingleza vinda do Liverpool,
entrada no correnle mez, consignada a Me. Cslaion
& Cnmpanhia, manifestou o seguinte :
150 toneladas de sal; ao mesmo consignatario.
Aalborg, escuna dinamarquoza vinda de Newport,
entrada no corrento mez, consignada a Joflo Baptista
Moreira, manifestou o seguinte :
156 toneladas de carvao de pedra; ao mesmo
consignatario.
Consulado.
RENDIMENTO DO DIA 3.
Geral......................... 3-140,055
Provincial..................... 1:220,948
Diversas provincias............'.'..' 51,000
4:412,003
PRACADORECIF, 3 DE ARRIE DE 1847,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambio.........No principio da semana hou-
veram transadles a 30o 29 3/4
d. por 1,000 rs. a 60 e 70 dias:
depois doclnou para 29 1/2, o
qual se fizerain algumas trans-
aeces.
AlgodSo........Foi pouco procurado, oven-
deu-se a 5,500 rs. a arroba, do de
1.' sorte, e a 5,000 rs. do de 2.'
Assucar........Em consequencia de terem
chegado algumas. embarcares
foi mais procurado.
Couros .......... Empatados por falla do com-
pradores.
Bacalho. ........-O deposito be de2,400barri-
cas, e se est retalhando de ris
11,600 a 11,700.
Bolacha........- Vendcu-se a 9,000 res a bar-
rica.
Bolachinha......dem de 4,100 a 4,200 "rs. a
barriquinha.
Carne secca. ..... O deposito he de 31,000arro-
bo, tendo-se vendido de 2,000
2,800 rs. a rrroba.
Farinha de trigo. Chega rain dous carregamen- ,
los com 2,929 barrica quo se es-
tro retalhando de 21,500 a ii
mil ris a barrica.
Pimonla da India. Vendeu-sede 145 a 150 ris
libra.
Velas de espermaceto -dem a490rs. a libra.
Entraran! depois da nossa ultima revista 15 cm-
barcac/Cs esahiram 9, exstindo boje no ferio 44,
sondo : 3americanas; 22 braslleiras, 1 franceza, 10 |
inglczas, 5 portuguezas, 2 sardas e urna dinamar-
quoza.
i n'uwaT^"^' HHMiiini.ii.L-u__ijjMa
ilovimeiito Navio entrado no dia 2.
Marseilles ; 3? dias, barca sarda Josephina, de 291 to-
neladas, capilflo /Vimbre Prev, equipagem 13, car-
ga lastro; a Le Bretn Schramm.
Navios, entiados no dia 3.
Macei; 2dias, galera ingleza Sword-I'ish, de 345 to-
neladas, captflo Richard Creen, equipagem 21, car-
ga assucar-calgodflo; a Me. Calmout & Compa-
nhia. Seguio no mesmo dia para Liverpool.
Mar-Pacifico, tendo sabido de Sag-llahor ha 31>me-
zes, galera americana Nivar, de 327 toneladas, ca-
pitflo Nalhaniel Case, epuipagem 27, carga azeile
de peixe; ao capillo.
liba da Assum|icflo ; 13 dias, barca ingleza StfMHft*,
de 514 toneladas, capitflo Joseph Lakey, equipa-
gem 20, carga lastro; ao capitflo. Seguio pn
Liverpool por Parahba.
Havro-do-Grace ; 39 (lias, brigue francez Nelie, do
192 toneladas, capitflo Joflo Baptista Gullbert,
equipagem 11, carga fazendasja J. P. Adour & C
Mar-Pai ilicojtondo sabido de Nuw-London ha SSmezes,
galera americana Ntftun, de 285 toneladas cpi*'>j


to Joseph M.Ost, equipagem 4, carga azeite de
pcixo; o "Pll.'^nle nacional Aguia-Brasileira, de
,e"!CUildi c'P'lfo Manoel Jos dos Santos eqni-
Mloneladavc p^ ^^ Gonca|,es da Sil-
P'8(passgeros, Jos Lins Freir, e 2 escravos o
entroKr nrB4ieiro Novo-Destino, de 3*7
*8SUJ f^.."raoito Francisco da Fonseca Rosa, e-
t0".m ? c"rK Ml Manoel nu,rte R0dri"
qu'P8^; ye0 |trgar o pratico e segu para a Baha.
gues. ya1)iol ,hido* no iwnio da.
i i,nsro- brigue de guerra nacional Brasi-
Rtr comm'andant
*nciscodaCrtiz.--Conduz a seu bordo o preso
L "enriado Manoey gnacio Rodrigues
Lverpoo; brigue inglez Active, eapttOo Alexander
..nlfbTgSezTX, capitao Joseph Potts,
ca?g o r?sto da que trente de Glasgow
ll iverpool pela Par.hiba; barca inglesa KhiyJohn*-
"to, capitao W. Donaldson, carga lastro de assu-
ll iverrool; galera ingleza Sicord-Fa.capiao Richard
' Creln carca a mesma quetrouxe do Macei. Pas-
sageiros.il p. Kalkman e sua familia, Tsckctmire,
Uem pela l'arahiba; barca ingleza Susanna, capiWo
Joseph Ukey, em lastro. .*
Ittabia brigue brasileiro Novo-Destino, capilflo Fran-
cisco da Fonseca Rosa, carga a mesma que trouse.
Nomos entrados no dio 4.
Tcrre-Nova ; *9 dias, escuna ingleza Otkel/o, de 155
toneladas, capitno VV Young, cquipagem 11, car-
ca bacalho; a Me. Calmont & Corapanhta.
I nio-de-Janeirn 95 dias. brigue americano Brandy-
uine de 207 toneladas, capiUo Powell Smack, e-
quip'agem 10, carga caf; a Mathous Austein &
I Ma^Tacifico, tendo sahido do Sag-Habor ha 7 mezes,
' barca americana Cadmus, de 307 toneladas, capi-
Ulo David Sniith. equipagem i, carga azeite de
i peiM ; ao c.ipit.lo.
Rio-da-l'rala ; S3 dias, brigue americano Jmerica,
de 148 tonelada, capilflo Thomas F.- Lumbert, e-
quipagem 23. carga azeite de peixe ao capitao.
Navios entrados no da 5.
Londres 56 dias, brigue inglez Centurin, de 175 to-
I neladas, C3|.ilflo,Jobnfiefle, equipagem 9, carga
fazendas ; a Deane Yille & Companhia. .
Genova ; 37 dias, brigue sardo llemac, do 177 tonen
das, capitflo Ignacio Antonio Demero, equipagem
i 13, carga azeite-doce; a Joflo Pinto de Lomos.
nio-da-1'fc.ta oor Hio-de-Janeiro ; 29 das, polaca sar-
da (Orne, d 178 toneladas, capitflo Joflo Baptisle
Gliiozza, cquipagem 10. carga carne secca ; a oau-
I dio Agostinho de Barros. .
Itio-de-Janeiro; 27 dias, escuna portugueza Milhci-
ro-Primtiro, de 117 toneladas, capitflo Joilo Rjbei-
ro l'ajha, equipagem 21, carga assucar o care; a
OliveMlrinflos.
I Mar-Pacifico, leudo sahido de New-Bedford ha 29
mezes, barca americana fortune, do 291 toneladas,
capitflo Thomas S. Bailey, cquipagem 23, carga a-
zeite de peixe ;. ao capitflo.
dem, tendo sabido de Ncw-l.ondon ba 21 mezes, c
ltimamente de Santa-Calharina ha 28 das; galera
americana Hlladuem de 347 toneladas, capitflo
Albert M. Len, cquipagem 31, carga azeite de
Ilull: 40 dias, brigue'inglez Yarmoua, de 151 lanc-
iadas, capitflo Williem Forstylh equipagem 8,
caiga carvflo de pedra; a Me. Calniout & C.
Novios sahidos no mesmo dia.
Lisboa pelas ilhits de Atores; escuna portugueza
Milheiru-l'rimeiro, capilflo Joflo Ribeiro Palba, car-
ca a mesma que iruuxc.
Mar-Paeifico; brigue americano America, capitao
David Sinilh. carga a mesma que trouxe.
IM'Claracs.
- Os abala ampiado, convocan, os accionistas Arrendam-se barreiras P^j *'.?,,?!."
thcatro publico para se reunir.,, na rua doQueimadu. toda a qualidade de obra quo se Turica em ""*
n. 17, no dia 7 do correte, nnm de instrulren, no* tambem so vende por canoas ; e igualmente naoai-
niesinos Scnhnres do que se tem passario sobre os ne- ro excellente para SO trabalhar em obras; assnn
ocios pendentes do mesino :heairo, de que os encane- como no mesmo barre.iro ha barro proprio para se
g.ram ; e ao mesmo tenipn trataren, da maneira. pela CSpH|harem terrenos enlulhados do areia destinados
qual se deve proceder ao jlelo da souuna rrcebida 'lo plantaces, por fazer produzir toda a quali-
r0 dadjsdelavoura, havendo vantagem nos ditos bar-
reiras do sorem muito mais porto do quo os do
Monteiro e com a maiorcommodidude possivel de
a canoa encostar junto ao barro o poder na mesma
marquosahirdo Rocife, tornar a voltar, c liyre
dasinterrupcOesdas cheiasdo Capibaribo : a tratar
no sobrado que tem olaria atra s dos Remedios.
l-erdeu-se, no dia 2 do correte, da ra Nova ate
a matriz da Boa-Vista, urna pulseira doouro fingm-
do escamas etendo no atacadorduas conlinhasde al-
jorrarenomeiodestasuma pdrinha verde: quem
a achou.querendo restituir,dirija-se a ra das Laran-
goiras n. 18, que ser recompensado.
Una mulher parda, de inela idade e bon coslu-
mes, e que sabe coiinliar, lavar e engoniniar, se prope
aencarreenr-sc do srrvlco inierno de qualquer casa de
hoinem solteiro. ou de poiica ramilla, a mdico erasoa-
vel estipendio. O que a quLerem coniraur dirljam-se
ama dai frutes. Ija de marcenelro. n. 29.
Jos de Hedelros Tavaies vai a illia de ).-niguei,
c durante a sua ausencia delta por seus procuradores os
Srs. Antonio Domingos de Almrida Pona e Manoel Jo-
s de llastos e Mello, com quem e deverao enlender to-
das as pessoas que tlverem negocios com o mesmo.
FURTO.
governo da provincia.Manoel
Monteiro.Joi_Piret Perreira.
PuMica^ao Iliteraria.
Na livrarla da praca da Independencia', ns. 6 c 8, a-
cba-se a venda compendio de gengraphla elementar
que ltimamente fol adoptado pela congregaeo dos Srs.
lentes da academia da cidade de Olinda para o ensino
docollegio das arles da mesma cidade. redlgido pelo ba-
charel formado I.uii Paulino CavakanteVefe?.deGueva-
ra,substituto de rlietorica e geo(raohia do dito colleglo.
Proco2^000 rs., em bruxura-, e /W0, inela encadema-
cao dourada.
Avisos martimos.
Para o Rlo-de-Janeiro segu com brevldade o pa-
tacho S.-Jnsr-Americano, de boa marcha e ltimamente
forrado de cobrr : quem no mesmo quiter carregar, ou
ir de passagrm dirila-se a Gaudinn Agostloho de Marros,
na pracinha do Corpo-Sauto n. 63.
__Para Lisboa, com escala pela illia Terceira e S -
Miguel, seguir com mulla brevldade. o patacho por-
tuguez Tartaruga, forrado e encavllhado de cobre e
de inulto boa marcha : quem nelle quizer carregar ou
ir de passagem dirija-se a Francisco Benlo de Medelros,
ou a Joao Tavares (iordeiro na ra do Vlgario, n. 8.
,__Segu em poneos dias para a nahia a sumaca S.-
falbma : quem quizer carregar dirija-sc a ra do Viga-
rio annazem de Luiz Borges de Slqneira.
Para o Rio-Grande-do-Snl parllr.com a malor
brevidade possivel, o brigue Felis : quem quizer carre-
gar ou Ir de passagem, para o que lem excellenles com-
modos ou remeiter escravos a frete, trate com Fir-
uiino J. F. da Rasa na ra do Trapiche, n. 44.
Para o Rlo-rte-Jarteiro o hiaie Nereirie segu via-
gem com milita brevidade, por tero seu carngamento
quasi prnmplo : quem quizer carregar. ou mandar es-
cravos a frete, para o que tem rxrellenles commodos,
dUlja-se a ra do Vigarlo, armazem n. 5.
Para o Maranhdo sahira, em poucos dias, o brigue-
eacuna Vtloi capilflo e pratico Francisco Bernardo de
Mallos; lem a malor parle de seu carregamento promp-
to : quem o resume quiter carregar ou ir de_ passa-
gem para o que lem excellenles commodos, dirija-se
ao mesmo capitao ou ao consignatario, Manoel Duar-
le Rodrigues na ra do Trapiche, u. 2b\
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos, pa-
ra venda, que da mesma tenha pratica: na ra ua
Aurora, n. 48. ,._ moco
Precisa-se de una ama para tratar de um inoSo
em Apipucos : na ma do VigJ>o. y*nda,.------^^
Pr.cisa-se de um bom frabalhador de masseira
"i:%^dmn,eh2o' a juro, sobre Ipenhore. : n. ra
NI! PrnecU-.cdeumrei.or u.. cntemU de horU.
pomar e enxerto: no Aterro-da-Boa-VIsla o. ou
na Magdalena estrada da Torre u.
: '-
Compras.
I.oilao.
Jo3o Jos Fragoso far leilflo do urna poreflo de
marmelada em bocelas dediuerentes tanianhos, ge-
la do marmelos e de maefles, e de urna porQflo de
drogas: quarta-teira, 7 de abril, as 10 horas da ma-
nhfla, no armazem do Bacellar, defronto da escadi-
nha da alfandega.
.i i ^^
Avisos diversos
LOIEIUA
DK
ARREMATACES QUE NO CORENTE MEZSEIl\0
DE EFFEGTUAR ANTE A THESOURARIA DAS REN-
DAS l'ROVINGIAES.
dias 8, 10 E 12.
Por tres annos, a contar do i.' ejvlho de 1847 a 30de
junMo de H50.
Dous.mil o quinhtos ris por cabera legada vac-
ctimquefor consumido nos municipios do Recile,
Olinda, Iguarass. Goianna, Pao-d Albo, Naiarelli,
I.imoeiro, Cabo, Santo-Antflo Ser.i.bflcm, mo-For-
inoso, Agoa-Pieta, llonito, Brejo, 'mb,rw'JSl-"
uhuns, Flores eFloresla, Roa-Vala e Exu ; cobre-
veis nicamente nossete ltimos dos citados nitini-
eipiosdaquellos individuos que Ulharem carne para
negocio, pois que os criadores ficam subjoilos ao
dizimo, ... ..,
Dizimo do gado cavallar nos municipios doLi-
moeiro, Bonito, Brojo, Cimbres Caranhun, Flo-
res e Floresta, Boa-Vista e Exu.
Por dovs annos, a contar dpi." dejvlho de 1847 a 30
dejuhhode 1849.
Dizimo dos cocos nos municipios da Boa-Vista o
Exu.
Porvm anno e tres mezes, a contar 0 !. dejulho de
1847 a 30 de setembro de 1848.
Vinle por cento d'ago'anlenle de con8UI|noan^mau:
nicipios Je Cimbres, Flores eUoicst*, Boa-Mala e
diversos impostos provii.ci.es a cargo das collec-
toriasdos municipios do Bonito, Horcs o Horcsla,
Bo-Vista o Ex.
da 16.
As obres da ponte da cidade da Victoria, avalladas
ero 7:57C/000 ris, son a condico de principiaren!
dous mezes depoia de assigoado o termo do conlre-
to, eacremfeilas dentro do prajo de l *"
tallo do conformidaite com o artigo 10 do regulamen-
to dasarrematacoes; com a clausula de seiem fe los
os pagamentos na forma dodisposto no artigo U
do rtiesm regulamento; e Picando o arremtame
rcspo**vel pelas mesmas obras por lempo de um
anuo
dratn
Lnpanhia de beberlbe 4 de .^uio
f.J Fernanda Borros
Matriz da Cidade da Victoria
No dia 15 do correnle as 8 horas da
manli5a e no consistorio da igreja da
oneciraodos mililarcs, andatn infalli
vilmente ns rodas desla loleria ; e oros-
pectivo thfsouroiro isto ccilificando de
clara aquellas pessoas qni: tcem aparta
do bilbete que os v3o receber ate o dia 8,
cerlos de qne se assim o nao lzerem,- se-
rBo'diloa bilhetes, cornos que porven-
tura ainda reslaretu, entregues socieda-
de qu se lem organisado, por contada
qual elles corro ao.
SOCIKDADb'rHILO-TEUPSICHRK
O conceibo administrativo marcou o
dia lodocorrentemez para receber as
proposlas de convidados para a parlida
do dia-a^'d correnle: oque se partici-
pa aos Srs. rocos.
- Precisa-se do um caixeiro, de 12 a 14 annos, dos
cJiegados ha pouco na provincia, com pralica ou
sen. ella : em F.'.ra-de-Portas largo do Pilar, n. 17.
__Aluea-seoprimeiroandardacasa da ra wo-
va n 20 : a tratar na loja da mesma casa.
precisa-sedo urna ama forra que tenha bom
leile, para criar um menino : na ra Nova, loja de
U.r.'!eAl!!ga3m-se os segundo e terceiro andares do
Sobrado n 23 da ra Nova : a tratar na loja do mes-
mo sobrado. .
- Quem precisar de urna ama secca minio cu -
dadosa e carinbosa para meninos, dirija-se a ra da
Cadcia do Recifc, n. 19. ,, ,
- Carlos Augusto de Moraes relira-se para fora rio
imocrio a tratar de sua saudo : por isso.quem se jiiI-
garscucredor aprsenle suastontas, no prazo de
4 dias para ser cmbolcado.
- A nessoa que no transito da procisno da Be-
surreicflo saluda da igreja de 6 -Francisco achou
urna arlcirapre.a e pequen. con. 150 000^ en,
cdulas, sendo duas de 50,000 rs., duas do 10,000 r^
cinco d 5,000 i s. duas de 2,000 rs., e um do 1.000
re or caridade a queira levarna ra do Noguera,
n,' na certeza do que este dinheiro foi rcceb.do
no sa'bbado do Alcluia na thesouraria para se entre-
aar a varias pessoas necessitadasa quem perlenc.a ,
ooannunciantequeo perdeo nflo tem outro para
restituir; alem dse ficar eternamenteobr.gado. se
gratilicara cor generosidado a quem achou. -
B Precisa-se de um caixe.ro : na ra Nova, n 23.
-- A mesa regedora da irmandade do N. S. a Kon-
cclcao da Congregarlo avisa a todos os irmfios da
mesma que no dia 7 de abril, pelas 6 horas da lar-
de llavera mesa gcral, para ele.cflo de escr.vlo, o do
1 mesario, cujos lugares se aeham vagos, por terem-
se excusado os irmflos que para os exercer t.nliam
aido eleitos : e para esle llm os convida a compare-
cer no consistorio da irmandade n indicado da e
h0-o'abaixo assignado.tendo de fazer urna viagem
Europa, deixa a sua casa tiesta praca aob a iadmii s-
traeflo dgs Srs. Joflo Ignacio de Meleros Reg e T m-
maz Fernandos da ^unha, como scus procu^redores
Antonio Yaltntm da Silva Barroca-
Furtaram, do sitio do Sr. Tliomaz de Aquino ron-
seca no Caldelreiro, um cavallo grande, ruco, bom pas-
seii o ca regador, srm afronte abena e com signaea
.Ir arftliui as u.aos e ps ; suppc-se ter o ferro H-.
Koi rurtMlo na nolte do dia 31 de manto, con. I sellim
iiiglcicom o nomr do rubricante Collins BrncraU, ecom
os maisrreios. Quem o restituir com os pertences un
rila da ('adela do Recife. casa de Husscll alellors U .
receber 100/rs. de graliftracao.
J. J.Maya Hamos vai a Porluml.
= Arrenda-sc um sitio com sufliciente casa no Rarba-
Ihaj estribarla para dous cavados, algumasarvores que
Ao fruclo. ptimas trras de multa pro.luccao. e mul-
to peno do rio : trata-se na cua do Queimado, loj.x n.
38
- \rrcnda-se urna casatrrea no becco de Jbao-Frau-
clsco, con. boa sala adianle e outra airas, Ires qiiaitos,
cotinha fra, quinUl e cacimba: IraU-sc ua ra do
Qucimado, loja ii. 38. .
Em n nolte de domingo de Ramos, na lioa-Visla ,
pela ra da Aurora ou Aterro perdeu o abaito as-
slgnado daalfiiboira da casaca urna cartrira com al-
cuns papis e entre estes n quantia de 8 ou 9/ rt., e
um nielo bill.ele da lotera a favor da mat.it da cidade
da Victoria; pelos papis se v que ella perleuce ao
abaito assignado o qual pede a quem a livor aehado a
disllnciaaecodea lo.lilulr, seni o dinheiro, no baiiro
da Bua-Visla. na loja de calcado do Sr. Joaquiu. no
Aterro: em S.-Aiiiouln as bol.cas dos Srs. Pinto e
Morelra aonde fol comprado o billiete de cujo nu-
mero jase ada ceno o Sr. Guarnan, Ihesomeiro da
dita lotera alem da asslgnatlira. do aba xo assignado,
qne se acl.a no verso do meio bilhetr, pelo que ja licou
ceno de nao pagar a outro, qualquer premio que ll.t
possa pblr. Jos Marta Ildefonso Jacoms da F.i Ptt-
NA ULTIMA MODA.
Faiem-se chapeos, toueas. vestidos e qualquer outra
roupa proprin para sei.hora ; bem como camisas para"
bon.em no ultimogoslo alurta airas e de pe.li lio
srm abertura que as fas mu.lo bem assentar e luffo
sen. I.a.er demoras por proco muito MUMe M
i na larga do Roiario n.35, a fallar com Joaqun. Jos
L-d-- Furtaram da ra Nova cocheira n. 54 dous re-
logios .lo caita do piala .sendo un. gM 'W"*
ouiro l.orixoulal : quem dellos-dcr noticias eiu dita co-
cheira ser eonoiosainento rocompoiisaUo.
-- A uga-se urna boa casa terrea, con. grande quin-
tal que ton, pa.rri.as. liguoiras. pin .oirs e nimio
,a?s arvore, lef.ucto boa carimba d'aaoa dr beb. .
o ,.,.cipio 21 ouu a casa terrea ...roa do Sf&jg^ftg"
bou. commodos: ata-.ooarua daCadeado Rocilc ,
M' Na ra do SoIki n. 3 da-so dinheiro a premio
comp?nhoUre,de,oda.'av qualid.de. c cm pequeas
quantias.
Compram-se por seu competente
custo. e estando completas, as collecc5es
do Diario de Pernambuco dos annos de
i8a3, 1819 e i83o, dos metes de jamu-
ro, fevereiro, marco, novembro c dezem-
bro He 1831, e dos de Janeiro a setembro
de i833 : quem as tiver, dirija-se a esta
lypograpbia, fallar com JoSo Carlos
Marinbo l'albares, ou annuncie por est4
follia sua inorada, par ser procurado.
__Compram-se escravos de ambos os sexos, do
12a 20 annos: na ra Direita, n. 3.
Compra-se um casalde porcos do mallo j n
rua da Cadeia do Rccifo, n. 60.
Vendas.
APOLLINKA
A com.nlssfloadminl.traliva mareo.. *&*
SSSKSsaR^i
dia marcado nSoadiiiillir proposla alguma.
... Precisa-se alngar um ou (res pretbs que_ sa, a...
trabalhar em r.ada.Ta: paga-.e bem : no pateo da Santa-
' T.'o Sr. Jos do Canto de Vasconcelos que mora en.
trras do ongrnhoSerra-Verde hajadevir ou mandara
iroi.a,Bsobrado n. 29, par. receber urna cari
'-.'sa.ttsaKaW r"- r*m tusn
nrata en. pequeas quantias : na rua da Cadeia d.
-Tnt'oio.Poja de narceneiro ... 18, a tratar con,
MT/;feP.&r. Ml.et prelende abrir um curso
oon.pleto de a.ilhmelica, desde a rspliracao dos diver-
, .Pylt'm.de nnmer.cS. nlV **E"t?S2E
do. tbooroma. sobre as proporcooa, progrea.es t loga-
rithn.os; as que.trtes scionlil.cas. nnMWlras WP
norciaei; como tambem um curso completo dogoo.ne-
IrTa con, a, ...as applU-at6 .. quo se referen, a ^^^'^"ou.ra de..a,d,,a.
- Vende-so um prelo e urna prcta, casados, com
urna cria do dous annos, proprios pare todo o ser-
vico: na rua da Madre-de-Deos, loja de fazendas,
n. 36.
NA LOJA DE 3 PORTAS NA M'A W) CRF^JK), N. 3,
AO PE' DO ARCO DE SANTO-ANTOMO,
vendem-so chitas de diversos pedroes, a 100 rs. o
covado ; cortes do rolletes de padres "0;'c
2,000 rs.; cortes dechaly de seda dos mclhoresgoa-
les que leen, apparecido, a 14,000 rs.; P<^d J-
breiaa lisas muito linas, a 3,500 rs; man as desol.m
miiilo superiores, a 14.000 rs.; ealem df^l*si^nd"
acha-se t.m completo sorlin.ehto -*""'""""
Vendem-so duas mulalinhaa.de a 15 annos,
urna das quaes cose, faz rendas c b.cos, ea outra i em
principios de costura; um escravo prelo, .de*.
anuos proprio para todo rijo; e urna negrinta
crioul.Ie 15 annos, para fora da torra. Na rua dos
.^-Vemle-se'um cavallo rodado do muito bona an-
dares e bonita figura : na rua das Cruzcs n. II.
Vendem-se escravos baratos na, rua das
l.a.ange.ras n. 14, segundo andar, sen-
do : um bonito preto de nalio ,, muito
forle e novo sem vicos nem jaques
um lindo pardo de 22 annos bom para
pagem; um reto cnoeiro \\*^mT
lito anda moco proprio para trabalharem um si
lio, por 250,000 rs.; um dito mu.lo foro emoco
por 350,000 rs.; urna prcta que e tendo mu lo lo
servico de urna casa c que he^muito d ligenle.por
360.000 rs.; urna dita ..por 340,000 re. duas diilas
de acflo por 900,000 re. ; e mais aIguM escravos
que a vista dos compradores se mostrarflo.
Scm^nlclc horlallce.
Rbanos, rebneles, nabo. m^gS^SttSI
xuda. salea coenlr.. de toucoira .cebla, c>. nafro
repoliio, Iface-repolhuda, d.la allemla, d la mas
saroca,selgas.sci.ou.as. "'"JVff'S '
ehiearlla scuurvlha, pimpinella, fej.lo-carrapaio ,
rlrC^goude'l-isboa no brigue Aee.m,e
vende-so na rua da Cruz, n. 62.
_ Vende-se litado velludo, psra <**>'-
nhora. a 160 rs. a vara -, luvas de seda Umbem para
senlm a a 1,000 rs. o par; meias para meninas a
60rs. o par: na rua larga do Rozarlo, loja de
miudezas, n.35.
Ven nino e homcm, de ttjdos os lama-
nhos; capachos-redondos ecom*
pridos de crese brancos, para
ornar salas ; esleirs de Angola :
na roa larga doliozario, n. 21.
_ Vende-se o Caslrioto Lusitano ou a guerra
Kttu.TJ5Sflaa
Lima alaiate,
. rua do I.ivrameto,.obrado n. 1 .precisa de bons
officiae de seu olllcio 0 recibe ap^ndiics.
- Roea-soaosSrs. Manoel Joaqun ds Sanios^ An
tonio cilberme de Araujo c BlonWa Baria te|H
nucirn, por esle {MarteaniiUOClar as suas ...oradas, para
se tratar ac negocios que Ibes dlic.n respello.
-- Aluga-se urna casa de quatro anda-
res, que lem um excelleule mirnule, vita
na rua da Cruz do liecife, na esquina do
becro das Criolitas, com um bom anna-
zem ; toda a casa esl em bom estado :
por A V: de Casimm ; V.; um ika. com seu
netbodo: ludo novo, por preco commodo : na roa
"-RVene^e urna morada de rasa di,sobrado,, um.
diU terrea, nobairrode S.-Antonio : a traUr na
rua da Concordia n. 3. i_,iBn n.
_ Vende-se una redo gran.le, de ada
rus da Cadeia do Recife loja de Jos Mana See,
"'"'Vende-se un. sitio distante da prace 3 quair-
los de lego, com casa de pedra e cal, com^m mo-
dos psra* grande familia, Wr0^
frticlciras, e surfiejencia para P^J ,f*
v,rM de leite todo cercado com cerca nsn
dios. __
_- Yende-ae urna peca de gorgurao
rito com -trila e quatro covadoa e meio,
nrop.io para opas do ienhor dos Pomos.
por ser lazcnda muito rica ; na rua da
.- Vendem-se cinco accei daoompanhiad* Beberlbe.
e un. roioBio patente ingles ..bonete de pr.U. nmIto
bom regulador, na ru da Couco.rd.a, n. 25, prlmeiro
*D=Vende.n-se 4000 pootai de boi': ... pr.ca da Iade-
zem \ oua lana -^'- ------- t .
nrcleiidenlea dirijma-ser.o escriptorio (Je
Manoel r,ouCnlveS da Silva, para Halar
do aiuslc do nlugiicl.
.- Preoisa^e alug.r un. prelo p.ra servico de Cl
"'.'i tSSSS!\tS^'^ S^f^Stte--.*- condur; um. cm.
Villaca, un. cavallo i 'ata-Hw*'^ '"^ ^.^ii, p,rl,,l,coui seua compleme en-
rda no molo do espinhaeo. e nmi.costura,i.c^''^' a" ^^"9 r clch V> en. mullo bum estado por pref


p

Na loja n. 16da ruado Crespo ,
na esquina que Vri para a ra
das Cruzes, de Jos Manoel
Monteiro Braga,
vendem-se ricos cortes de vestidos de sed para se-
nhora, propnos para bailes pela su delicadeza e
bom gosto assim como broncos, o mais rico possi-
vel, para noivas; cortes de cambraia de seda, com
Dures adamascadas, de muito ricos padres: los
pretos, minio superiores, e outras muilas fazendas
de gosto, que pelo poucoespaco torna-se in.nossi-
vel menciona-las. '
No Aterro*da-lWvsta, n. 84,
vendem-.e tpalos para meninos", a i00 rs. ditos para
senhora de setim e de panno, a .000 rs., ditos de lus-
1 n,!'*.." Vd"" n"ra ">">. de marroqu!,
a otu rs. mtus de panno e de lustro a 1/000 rs. ; dilos
de cabra a 360 rs.; ditos de cordovao a 000 rs. ;
bor/.eB,,,ns preos e de corea a 2/800 rs. botina
Chcpuom a pechinrha!
Na ra da Alfandega-Velha, n. 38, vende-se arroz pl-
nert,a.rtaPM' dc15ri""l qualidade. chegado ultin.a-
mertte do Maranhoo.vindo peloUrlgue-rsciina Velot, ein
pequeas e grandes poicfles a vonladedo comprador, em
saceos de 4 $>, ao preco de 2/ftflO rs. a ar.oba: as pessoas
oiv/'ii*"""c?",nrr'Brporcao.lcvaraoao precode
fi'i sr VLJ. ,e moBM>e fcro para engenhos.de as-
nnr nJ vaPor-agl,e "?"" de d' "0 anhoi,
uaT, h .n'?0d0 P leua'"-"'" *'" de ferro coado
ton II S" ,a,,,anh,0$: "praca do Corpo-San-
a^de Vp9To.1rmazemC; u^T" Cmpanh,a" U "*
IV a lo ja n. 4, de Ricardo ao p
do arco de S.-Anlonio,
na ra do tresno vendem-se lencos de flnissima cam-
braia arrendados e bordados com bico emyolw
CT^Hi' Para "T S 8euhora df "'">imo go.tope-'
20 "oco'v2do, a,"Pad0' a m' ,80, S00 BOe
do'Atlr riTf Kl2*lh*andar d0 ,obrado n- 3 d" rua
r .. /rro-d?"Ba-Vlsta, uina arroba de prussiato de po-
lassa (yano/irrniro de polauium). P
lindas formas que fcem vndo aolp^T^T!?'*'''^1*"10"0' iu* _________J_ .. ""lepando subida vantaffem no sublime .nu.T'1
Pccbiiirlia igual anda nao vi!
.i,T!".rS,U,'-na i" L,lvra""-"l. loja do nicho, vendem-se
diales de laa, de rico padres, a 2/240.
Na loja nova n, 4, do baratei-
Pannos pretos finos
nVMr e "ovo na |0J I verdadelro tellin e lencos
,L,. chaPPOS de "" de seda ; casimira prrtaelas-
.l^'T* ; Sa,ja ,,esPanhl" e todo otorlimenlo
LtESt****? i ProPrh P Quare.ma: na rua
do Que .nado loja n. 11, de Hayinundo Carlos Lelle. '
- vende-*- um escravo de 20 annos. bom cozi-
iheiro de am ludo ; umditobcm boliciro eque tra-
ballia ile alfaiate; um dito bom para todo o traba-
rlo da praca c do campo; 2 prelas mogas, urna de|-
las etigomma, cozinha c lava ; urna parda com duas
Ulnas urna de 6 anuos e a outra de a qual cose,
engommae cozinha; urna .lita jlo 16 anuos, pti-
ma para se educar: mi na do Crespo, n. 10, pri-
meiro andar. r F
ro, ao p do arco de S.<
Antonio, vende-sc :
Primor e bom goslo para vettido o covado a
Mantas de cambala lavradas de seda, a
Wadosfrancezes.ocovadoa ... ^240
mo
l/DOO
1/000
/320
Hilos largos, a .
I.uvas pretas de aeda,"com dedos
COrles de fusiSo de laa e teda para coete,
Dito, de seda e de tetim |avr,do a ,vaile2a
gosto asteiado, a .
Chales de laa e teda gosto rice
Gaiubridea para calcas flnulnd
trada, o cortea.....
Casimira preta tuperna,' o covado '.
^lales de seda de ricos lavrorej de 15/a
Dao-se amostras sobre peuliorrt.
1TrnHlid0"'",eduasco"""odaid,,ol,'oe > canap de
Ji .i Pr PreS'"""o commodo : na rua da Ma-
dre-de-Dcot, annatem n. 28.
rico, a 6/400 e
do casimira lis-
7/1100
7/000
1/580
3/1)00
25/000
16 ua do encimado, n. {II.
nl!2a nova de "y/nundoCarlos lelle acha-se um
completo aormneiiio de tienda tinas o ...ais em con-
mOZZT 'aS8"" C0I" cha','0, do Chl" finu e r-
dina,,os; o famoso panno de linho, e as chitas assetl-
naas pretas; chales e mantas de teda; cortes de cha-
J\!'Tis1",od verdadelro brlrn de llnho de lislra, para calcas.
Medicina universal.
Pilulas vegelaes de Jomes Moiison.
A medicina vegetal universal he o resuludo de 20 an-
uos de investigaedes do celebre James Morison. Por
nielo dettat pilulas consegulo seu autor innmeras e
adniraveis curas desde as allecedes que aiacam as
Cr.aiicas de pello af' as molettias chro.ilcas d. ancio.
A Europa taudou este remedio como remedio univer-
sal para todas as doencas e ate hoje ainda uao Coi des-
mentido tal titulo.
Esta medicina vem acompahada de una receitanue
ensina c racilila a tua applicacu. Consiste em tres pie-
paracoes a saber : duas qualidades de pilulas distinc-
tas por nnieros, e um p: cada qual goia de modos e
arenes diversas.
As pilulas n. 1 sao aperilivat; purga! tembalo os
humores bilioso! e vicosos, e os expulsam com emeaela.
As do n. 2 expulsam com esses humores, Igualmen-
te coin grande forca, os humores serosos, acres e puti i-
dos, dequeosanguese acha a inludo Infectado ; per-
correm todas as partes do corpo e t cessam de obrar
quando teem expulsado todas as impurezas.
A lerc.ira preparacoconsiste em urna limonada ve-
getal sedativa: he aperaliva, temperante e adocaute: tor-
na-te em ruin i..um com as pilulas e facillla-lhcs os me-
mores elIV-i los.
A nosiee, tooial do Sr. Morison, a sua foiluna inde-
penilente repellen, tod a i.lei.. de charlatanismo ; e as
ni ni i i.i veis .nas operadas com o seu systema no col-
legiode tndedr Lmidres, so mais que garantes da
rftVacia do sen remedio.
Ileeiiin.iie.iil.i-se rsta medicina que nao pede nein
resguardo de lempo nem de posieao da parte do doen-
te a lodot os que atacados de molestias julgadas lu-
cira veis te quizrTFnidesenganar'da su vil lude.
Oxalque a humai.iilaile fi'die 8s ouvidus aos Inte-
rettados em desacreditar estes remeuios to simples ,
lio con.modos e tan verdadeiros.
Vendem-se smente em casa do nico e verdadelro
agente J. O. Elstcr na rua da Cadria-Velha u.29.
Ricos veos prelos de linho ,
detfl!!"n?.a'",<''""'la vb"-glnspara senhora ; meias
d.f.Hnap. ,'"pai'a.8'""hora; diu" l,ara Pad"- Pa-
tos de lustro para homem c senhora; luvas d seda
" B?r "'''; rl florea par. cabec. j c ouir!
militas fazendas de goslo que te vende... po preco mui-
na rua^ova n. 8, loja do Amaral.
No Alerro.da-Boa-Vista, def-on-
te da c- lun^a ,
a dinheiro a visla est o baratelro torrando por todo o
oXan 'f" ,e : Sarn,' rrac" de marroqu,,,,
nnhr If W"1^ "''" de C0Ur0 de ""ro.'pai
na ama.;il0l"S,de.",Har,U,,U,n aPato9 de clchete.,
para menino, pur todo o preco; aapatoes iuel.zes, pa-
..'"h".' y*" fra''?<-> > "ualro, de una e dua.
,ne ; S "e ,C"l''ada l>ai,a ; di,u de "'arroquim e
',^i,Rk "9 easpeado. para homem ; sapates
Imitro H. I b0a, Pa,aJ'u"-l" Patos de como de
'"" O:d,,ra1ucecordov"> P"ra senhora ; bnnegtiiiit
ga.p. ados para senhora ; bonetes de pall.a, a .20 rs
.A ,2 ,'' C!','"0 dr1lu8l,, <"' "'to superiorqualidade
co. les de cohete de seda de diversas lores ; ludo por
preyo cuiuiuodo.
- V
en.ie-se urna canoa aberla que pe
ga em mil lijlos de a I venara -, urna dia
meia aheila, pequea, r. UficatJa de no-
vo ; nuia dila de condtizir agoa : indo
por preco commodo : na rua da Senzal-
la-LNova n. 7.
i\a rua do Crespo.
loja n.I!, de Jos Joaquina
da ^ilva Maya ,
mercado : na rua Vova loja n.
8, do Amaral.
e al/000 rs. a peca ; ditas llmpas e escuras de multo
bom panno e core. fiza. a 5/600 rt. a pecl f.
SlM "*' PalT '' *&* Preta "'Pa uperlor a
Na rua-do Crespo,
loja n. 12, de JosJoaquim
da Silva Maya,
vende-se superior sarja preta hospanhola; nobreza
roxa, multo superior e muito propria para capas
1 o Sr dos l'assos eoutrasirmandad.es; ricos cortes
de seda para vestido de sen hora ; meias de seda pre-
tas e brancas, as mais superiores que teem appare-
cido, tanto para homem como para senhora; luvas
de seda ; chales de seda muito modernos e de lia
dos gostos; cambraia de linho, muito fina; lengosde
cambraia de linho bordados, para senhora, dos mais
linos que ha por muito fcarato pre?o ; esguiflo de
puro linho e muito fino; platilha de linho ; e outras
muilas fazendas que sero patentes aos comprado-
res e por barato preco.
Vcndcm.f 7 escravos, sendo : 5 prelas mocas e
oe oonitas liguras, proprlas para todo o servico de casa,
e entre ellas nina com urna cria de 0 mezes ; urna par-
da de 18 annos, de muito linda figura e que cose e
engommatofli iveluiente ;'um pardo da metma Idade ,
proprio para pagem : todos sem vicios nem achaques :
na rua da (.adela de S.-Antonio n. 25.
- Vende-se um bom sitio, com urna excellente ca-
sa de sobrado com bastantes conunodos pira grande
lamilla com 4 salas 13 quartos Inclusive 3 maiores
com janellas 2 cozinha urna em baixo c outra em
cima, bailantes arejada, cora fornos modernos, e
outros diversos arraufos quarto para feitor senzalla
para pretos. estribarla para 3 cavado, a tblga alen.
de uina pequea casa vellia que pode servir para co-
cneira : o sitio he de urna extensao inmensa e conten
diversot arvoredos, um poiriar de larangeiras enxer-
tadaa com laranjas nelectas e de einbigo limes docet
e limas de einbigo que j produtem fruclo alo... de
outros peJa amigos que produzera. laranlat inulto do-
ces coqueiroa, alguna dedenzelroi cajuelroi, man-
gueiras iambrelros, pltombelras. piangueirat, ubaiel-
ras, assalroelra., jaqueiras, plnheiras, figueiras coia-
b.iras brancat, inmensos aracaseiros ananurlros ,
oui-coros, coi baixa de capim plantado que sustenta 2
cavallos com um grande vlveiro subdividido em 3,
rom bastante terreno para diversas plantacdes como
os bons incides medubins niacachelras lugar para
jardlm ecom algumas flores outra lugar para borla ,
lodo cercado de l.i.iao com um grande poco d'agoa de
teber e mais outros dous pequeos, em chaos proprios
muitopertoda capital por ser no principio da estrada
de Joao-de-llarros : a tratar no mesmo sillo a anal
quer hora do da. H
# %'endem-se cadeira.s de
pinho, a polka, para assenio
de portas de fojas ; um novo
sorlimcnto de taboas de pinho, de costado e costa-
iiinho assoalhoeforro para casase tambem para
lundosde barricas; taboas americanas de todos os
(-.imprmenlos, e at de 3 palmos de largura: alrasdo
inealm, armazem do Joaquim Lopes de Almeida,
caixeiro do Sr. Joio Malheus.
ridadr
Pfri.
preco
vantagem no sublime gotto e
na qualidade em quaesquer outras nue ''""
"-rncu"
tenhaii~diMa *eu
trar se possam esiao aiem aisso em 'nrefe
dicoque
. nhai.i d
alIinnaUva e nao contradictorias provas, abaixo te d u
Po>r f,.
rain os precos de algumas dellas, por nao
ser de todas pelo limitado etpaco de um no'ZI'
sarjat pretal largat de boa teda liespanhola .4*
o covado; dita estrella, de multo superior q^ld./''
* Z500 rs,J,Jita eslrfita lavrada. seda a 1/800 ri ; venidos de teda do melhoT'
brincos c de cores lavrados e achamalotados .1
rs.o covado alpaca de lustro, da mais suferlor .
dade a 1/440rs. ; cotes de colletede -3
drot e de llstras, s
de.gorguraodsaed
rao de Ua e teda a i/OOO rs. ; Tiqulstlmos corti'
vestidos genovezet, com littrat de seda -
vados lavrores exce
iis.no a propria teda ; ditot de cambraia de c.
lindot esumpadot, a 4/e 5/000 rs. ; ditos de lin.i!,'
do melhorgoito existente no mercado, e coin prin,
; cotet ae colletede velludo de mi"'
tuperlor fienda a 5/0OO rt. if'
dalavrada a ri. ; ditot de or1
rao de Ua t teda a i/OOO rs. ; ^iquiatlmos cdrtV.1"
vestidos genovezes, com littrat de teda equeteuii 1
vadot lavrores excedem no goslo, apparencia e brli.
(sino a propria teda ; ditot de cambraia de core, i"
lindos esumpadot, a 4/ e 5/000 rs. ; ditos de lin,ih'
do melhor gosto existente no mercado, e com nrlin '
roso larrado.a 6/400 rs.; cortes de velludo brinco|,
do,proprios pira casamento (collete),a 10/000 rs con
de collete de setliu de cret lavrada a 5J0i 0 rs i
de pellica enfeludas ; ditas sem dedos de boa" Ved.
meias de teda para homem e aenhora ; pannos fino, a
cret, preto cor de azeltonas azul, verde-escuro
cor de rap: ha tambem um sortlinento completo /
casimiras pretas; edrde azeiuina, rxa. amarelli ,
escuro e claro, e encarnado, que se tornara reoo..n,.,,.
Co.no
davels aos Srt'. alfaiatei para golas! iTbri", assiin","1"
vende-se alpaca preta a800rs o covado; dita muito
una, preta ede cores,, por barato pre?o ; merino
preto, muito superior; panno lino preto e de co-
ros; casimiras clsticas, do duas larguras para
calcas a 6000 rs. o corto; velludo ; eorirurSo de se-
lla ; setim para collete ; ludo or nrern n.mmrwln
nistoes para collelos,
tanto para caigas como
ludo pelo barato.
ludo por prego commodo
e outras muilas fazendas
para vestidos de senhora
l p
Vendein-.c 7 escravos de ambos os texot, a laber:
preta que lava, cose, cozinha e engomma, casada com
JE
l4
Vende-se,na rua da Cruz, 11. 23, g
cera em velas, de una dosinelho- 1
res fabricas do Rio-rle-Janeiro ,
soi ti ment vonta'de to compra-
dor, em caixas peauenas. e
pequeas,
j| preco mais baralo do que
fe| fra qualquer parte.
por
em oii-
mr^s
i
i
5
Vendem-se accOes da exlincla coinpanhia de Per-
nambuco e Parahvba: na rua da Crui do Ilecife n 0
escrlptorlo de Olivelra Irmot k C. '
Champanha.
Vendem-te gigot com 12 garrafas de vinho de cham-
anlia, de qualidade muito superior, cu cata de J. i
uso Jnior, rua do Amorlm, 11. 35.
A .440 rs.
Na loja nova n. 4, de Ricardo na rua Cretpo ao p
do arco de S -Antonio venden.-si' crtet de cassa da
afamada fazenda pelle-do-diabo padrdet novot, taes
e quaea os da casimira franceza.
, A 720 rs. cada um.
Ka loja 11. 4, de Ricardo na rua do Crespo, ao p do
arco de S.-Antonio veodam-ie lencos de seda para me-
ninos e meninas pelo mdico preco de 720 r. cada
Venderse azelte fino de aerselim, para comer e
^r!,7 in0v T8it de aze,le de "''Pato na rua
da Sen zalla-Verba, 11.110
. Vende-.e jal virgen, em meias barricas checada
Ulllmametite ; caixas valias para assuear; nina poica,,
de pesos de ferro, de duas arrobas ; serras grandes para
terrar madeira ; tudo por preco commodo: na rua da
Ndeda, rmatem n. i7.
um cabra bom senador ; : pretos e 3 pelas bons para
u servico de campo ; todos estes escravos sao mucos e de
boas hgiirns : na rua do Queiuiado coi frente para o
largo do t.ollegio, 11. 33
Vcndeii.-tr SO'toiieladas de pedras para ladrilho de
ras ou caes, por preco commodo: na la do Trapi-
che, 11.44, a lallar com Kinnino lote F. da llosa.
Gaz.
Loja de Joo Chardon ,
^terro-da-Uoa-Visla, n.5.
Nesta loja acha-se um rico sortiment'o de LAMPE0ES
PARA GAZ com scus competentes vidro. accendedo-
ret e abafadores.
E.SteS Candil'1*TOS ti 0, melhoret e
mais modernos queexistem hoje: recommendam-se ao
publico, tanto pela segursnea e bom gosto de tua boa
confeceo como pela boa qualidade da luz, ccouomia e
aueiodeseu servico.
Va niCSIlia loja 01 consumidores tei
pre acharfio um deposito de GAZ de eujo te aflanca
qualidade, e'cm porco bastante para cousumo.
\ovo chal, a 400 rs. o covado:
Na eiqiiina do I.lvramento. loja de leis portas, vnde-
se novo chalim de ricos padrees, a 400 rs. o Covado. A
elles freguezes, antes queacabem.
Wa rua da Senzalla-Mova, n. 3,
(padaria) vendem-*e juncos de superior
ffualidade, em. porco e a retall.o, e por
enos do que em outra qualquer parte.
Aos amantes da boa pitada.
Acaba de chegardo Rio-de-Janeiro, pelo ultimo
vapor, urna nova remessado superior rap Principe
imperial. He .scusado tecer elogios a este rap, pois
.fpiu"0.r v "J,la pe,il frl>rcai,le que ha na-
que la corte. Vende-se nns lojas dosSrs. Victorino de
'n?rl i ura 11? rua ,,os Quarlp's Joaquim llon-
!'? d" (rUZ ^""h'". ruado Quein.ado ; An-
tonio Dom.ngueaFerreira, rua do Crespo, e na de
Francisco Joaquim Cardozo.
as encarnadas pan as capas de uiatrlzet. Tambem.
rao os Srs. armadores uin torlimeiiio completo de obitc
los que lh.es competnn, como tejara : volautet,eipu"
Ihat, galoet, rendas etc. Dao-ie amostras, sob n
competente penhqr. "
Vendem-se dous relogios de ou.
ro muito modernos, por preco oqnituodo:
na rua Direito, sobrado n. ag.
AVISO i
As senhorasdo bom
gosto.
IVa ruado Crespo, loja n. 19,
de Jos Joaquim da fellva
Maya,
ha um novo sorti ment das ricas mantas de laqzi-
nha eseda para senhora as mais modernas quo se
usam na Europa, e por isso so tornam recommen-
daveis as senhoras de bom gosto, bem como aquellas
que usam de economa, Unto pela boa quafidade e
ricos gostos, como pelo baratissimo pre?o de 500b rs
cada urna ; ha igualmente um rico sortimento do
cortes de vestidos da rica fazenda denominada ba-
zuiina. Esta fazenda he de cores' escuras, bordada
aehstraseouadros os mais claros, de lindosdese-
nhos, cores (isas e bonitos tecidos, e por isso muilo
propnos para o tempo de quaresma e de invern.
Chitas de coberta, a 160 rs, o
covado.
Na primeira loja do Aterro-da-Boa-Visla, n. 10,
vendem-se chitas de coberta, a meia pataca o co-
vado. r
Vende-se um escravo de naco Costa, de 30a
35 annos: preferc-se para Tora da provincia : n*
Lamboa-do-Carmo, n. 33.

Escravos Futidos
Rs. 100/000
Do abaixo ai.lgnado figlo, no dia
im>., o seu escravo crioulo ,
annos pouco raai
26 de deien.bro de
de noine Antonio, de 25
Excellente rap.
Acha-se aberto um uovo deposito na rua da Cru
n.44. de superior np tanto lino comogrosso e inelo-
grosso de Gasseda Bahia e por multo commodo preco
Acha-se a venda no,dllo deposito e. bem assim no
bairro de haiito-Amonlo as lojas dos Srs. Filippe
de Santiago, Joaquim de Abreu, Henriquea i (Coin-
panhia ; Almeida e Campos, Antonio UoininguriFrr-
reira Joaquim Monteiro da Cruz & (.ompaubia
Manoel Josi1 da Costa Oliveira < odccelra Cuinaraes;
bairro da Boa-Vista,, os Srs. Antonio Ayret de Castro &
Coinpanhia, Caeano I.iriz Frrrrira ; bairro de S.-Jot
sSrs. Joao Jos Pinto de Oliveira, Vicente Jos Ta-
vares.
Na rua JN ova it. 6, |0ja de
Maya llamos & C. .
nre.n'SH sar-la,fr!.,a \*re* i lm preto de Macau ; veo.
pretoi, de muito lindos padrOes luvas de seda curtas
e cumplidas; meias de seda prelas e branca, para lio-
era e senhora ricas perfumarla.. rico, chales e
mantas dos melhores gostos que teem vindo borzrguics
para homem e senhora aapato. de lustro para homen,
^ii ; "f3103 deduraque mullo novo, e bons a
UWO rs. o par creps sonidos dores muito linas para
Uinpeos; ricos lencos de seda para nio ; ditos pretos
para grvala ; c outras muilas faiendas de gosto, e pelo
mais barato posslvel. '
AVISO
aos Srs. de engenho
Ka rua do Crespo, loja n.lJ),
de Josd Joaquim da Silva
Maya, vendem-se
cobertores de algodflo, muito encorpados, proprios
para escravos; bom como urna fazenda de lindo a
imitacilode estopa, fortee propria para roupa de
e"tainr. re... ",Pn.<" C0'" 'gnaes eguinl.r
InXtZ.S? r,>Crp cl,." ""amortecido., M-
ta descansada foi comprado a Manoel G.ildino Wai der-
lei 1.1.; morador no engenho Brelu-Novo .
nh.-.em ; ditera que fura qiieiu o sedusio pai.
Vende-se nina pipa cheia de ateite de
na ruado Rangel, ... 5.
cal rpalo '
- Veiulem- se chapeos pretos
franceses para homem, as mais
o Wander-
, em Seri-
em'eu^Se'r!
" nJ?*', /< "k1" Br<-J-Nl" ""a no dei.on.lnado
Pao-Sanguc timbera en, Seiinh.iem de proprirdade
ele um seu prenle. Hoga, portanlo, o mesmo abaixo is-
signado as autoridades policiaca do referido lugar a an-
prehensao do dito seu escravo rogsndo-a timbe, a
yftfta',luer1l>9r"'',,lar' quera pron.ette i gratificaeoo de
100/ is. logo uur ll.e entregue o dito escravo na rua
Direlta desta cldade sobrado n. i2I ou no eiieenlio
finios, ua freguejra de S.-Aniaro-Jaboato.
_. Joii Fernando da Cnu.
Digo eu abslzo asslgnado que entre os mais bens
que possuo, de mansa e pacifica posse livres e desem-
barcados de hrpolbeca ou penhoras, hr bem assim o es-
cravo crioulo cenme Amonio, o nuil o l.ouve or
heranca de meu fallecido pii; cujo etenvo vendo, e de
tacto vendld.. tenho de hoje pin tempre ao Sr. Jos
ri manilo di Cruz, pelo preco e quantia de 500OOO rt.,
querecebiappassardeste, em mor.la crreme, pan
qe cedo e traapatso todo a potse c dominio que nelle
tlnha, ao sobrrdlio ompiddor o qual o pstuira como
seu que he e fica sendo de boje para ..empre pagando
o mesmo comprador a glza. f. por ser verdade pedi c
rogueia Joaquim da Fonseca Soares de Figuriredo que
e-te por i.,ni, lizes.se no qual rae assigno cora as tes-
tenranhas abaixo atsignadai. Engenho Pinto*, SU (le
jnnho de 1844.- Maml testeiiiuhas padre Jeronymo Harreiros llaugel Joi-
quim da ronseca Snarride Figuciredq. Pagou a ci-
ja como consta do recibo n. 18. >
No dia 31 de marco do mez prximo paitado fugio
um moleque de nome Benedicto, de uacao Angola, com
ot sign.et tegu.ntb,: calca e camisa de ilgodaozini.o ,
suja ae alcati-Mo e varias nodnas de lima verde: de idade,
poiicomaisouraenos,del4a!oniios. Quera o prender
podera levar a Fdra-de-Poi las.rua dos Cuararape, a Jos
Ktteve de Amorim *
- Fuglo, na nolte de 24 do panado, um pretd d* no-
ine Manoel.. de nacao Cibinda, baixo. coi preta, falla
grossi, rosto redondo, e represeuli ter ib anuos : roga-
escravos e saceos para assuear; tudo por preco mu-l""." quom '"'6ar de lcvai a Prata d" Iiidepcdiicia,
lo barato. |'0J* "_3
Ao publico.
Ricardo & Companliia com loja de fa-
fazendasao p do arco de S.-An-
tonio n. 4.
Os propietarios desle novo estabeleclmento teem a
lunniia sotisfaeo de aonuneiir com preferencia as
senliuras e seubores ninn.ites da decencia e do sublime
goslo que teem succtinlvamente tortido o seu estabe-'
ecluicuto com fazendat nat, Unto aprapriada. ao
santo teinpo quacetmal, como queile. qUe, ,enao de |
-- Fugio, na noite de 7- para 8 do mes pissado, da ca-
sa de Joset liudino I.eite .na rua larga do Horario um
pardo, de nome Josc\ de 22 annos de bonila figura, il-
lo, um pouco chelo do corpo cibelloi corrido* e pre-
los claro i ten. uina cicatriz era urna perna tetta pe-
quea .lentes limados poucos catortlos na barba,
gagueja quando falla ; be bom oltlcial de aapatelro :
rottuina a tratar-se como forro 1 quera o pegar leve ao
iliioJosClaudino Leile na mesmi 1 ua por cima da
botica de Bartholomeu Francisco de Soma ciue rece-
beraoO/rs. de graiificacao. 4
PKBN.
HA TTF, DEM. f. DE FAR1A.I47'
""
MUTILADO