Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08756

Full Text
de 18
Quinta-fera 1
ce Abril.
Anno XXIII.
O IAntO pnWio
^m da gurd*
ocios dos "*
Id rl. por linli,
.epeiices I*"
digerente, Pr"
Sfcft-i
DUS DA SEMANA.
Seauari*. 8. Piltor. Aud. do
pliSoi, do J. do c. da J v. e do J.
Tero*. S. Dcmnloo. Aud. do ).
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0 Tere. _.
v. e*do J. de |un da 2 diit. de t
ai Qusrt. 5. Henjtmim. Ad do >. do civ.
(toir edoJ.dt pz do 2 disl. de I.
1 Ouinl, iifitf do meio di al o ineio di !'c) S Macario,
cu*. S Francisco de Paoh.
tgjhfcbado. S. Rica.do.
BBiingo. 8. liidoio.
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Ouro
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cambios o da i rm
ffrJcambio obre Landre <' d: p. H ti. 0 o.
____a i'.*-.*.
I'.iu 11!. rl. por franco.
renilo.
dokttra. do*oeflrh I Vi P-Vs *<**-
-Onealospiif.otn....l8l
Mocitas de f 00 relh t0M I
de #t( -
. de 4,000..... |00 a Prau-Paucoa ........ *"
Pesos coluaso.rcs... 2/u:
, Ditos rntzieanos.... !-. '^2
Miada............. i
Aceta da comp. do Hebtribe de 401000 r. *e par-

UCO
PAMOFFICIAL.
Comm
Oeerirl-fen
Naconfon
o toque de
onleiii doSr. gen
vida cecuf ip.
WIlMBBZ
i rnrns.
Ia brild+W7.
8.
uto de 1784 dor-se-ha
.o, de
irade-
.Mware
^^liite d'ordi
^W---------
raluue, a qual havla recusado o eu conienttexerciclo de seus dlreltos de ioberanla, quanto ao oo.n-
merclo e havegacio, alem do estipulado netu conven-
ci, e ao mesmo lempo tase {ulgado coin dlreito i par-
ia da renda liquida perceMda sobre a navegacao ein
ios proporcio da extensao de aeu territorio pelas marg
altar, determinada a' casar dorio. Serla preciso estabelocer, aob essas bases, prin-
o re!
bre pela sua grandeza e pela dlgnlda- difl'erencea do localidades em sua appllcacao especial,
seus cheles! Asaim se exprime uiu jornal in- Os pontos que devianrter regulados por esses prtnci-
nios.eraiu oa sreuintes:
EXTRACTi
IGLEZES.
do.
data Tallava uo furor
sanente acoinmctilda
Nao Im memoria de casos
Havia ultiman" ms na
Inglaterra si eU?,'"
bro i
para a m guadas
por 2,148 peiwas ; c r do bil das
de, hora (de Irabalho i n fabrica.
Eate blll passoueinaegunda Icilura na rila do com-
inuns, no da 17 de fevereito, por urna inaioria da IM
tolos costra sido rejeiudo o adia-
inenio delli
A 15 chef; na Nora-
Zelandia, a Plym iucou-
tr'ora Inquietou s
socegado, e pare* a aaslin perinan
Ao sul linbem a vfcgoroaas medidas do governadorGrey
enllocado completeillenie oa eabreos rebeldes de Ran-
Ehlaeta, cujo iintiio Cora aprisionado no eatrelto de Cook,
c fra exetutade depois de uina invesligeeSo que pro-
vou a su parlicipacap as ultima desorden do rio
Ilntt. O sj-si governo colonial
de Welllngt' salisfacSo.
As Toldas i 28 de dezembro ,
do Hayti, di
revoluco, | m .inultos cliefea que toi
parle no ultimo roniplincnto, e que llndam-se refugia-
do na inontanbas, frito alguna preparatorio pera un
ataque contra os Cayes ne e se fi*eue a
ti va, juigava seque terinin iuso de ligue;
mas nenbulna du tara fui quanto
inancncia do t'o\ s que he summanientc
Snpular no pas. lis do Hayli em Ijiii-
resale4 dejan. ulam allusao algoma a elle
previsto acontecimiento.
Os joman de Paiis recebldos em Londres alcanca-
vam a 16, o de Madrid e Lisboa a lO de feverelro.
A coininisao da cmara dos de pinados de Franca
ioualforam remeltldoaos orcamcnlo para o anno de
1848, allm de seren por ella examinados, tinha esco-
lhldo aM. Ilignon para seu relator.
A penuria connnerclal ia em augmento em Parla.
0 Voiioiwii aTOimav que o governo francez eslava
prestes a contra! presumo a fin de remover
os embaraces causados pe alto preco dos viver.
Segundo o Courrier francals eslava o conde Napoleao
Watetbl para ser enviado n'iiina inissao extraordinaria o
I.a-Plata. on ubslltuir o barpo Deffaudi que
liavia sido revocado.
Frli/ni.iit para o amantes de espectculos publico,
estere o tein n Parla durante a prime ira parle
do dia tcr<; ndo. 0 bmuf oras (boi gordo)
deu as suas vollaa do costume, acoinpaubado de iinuien-
s,i nuil varda cstlveraw, desde
a Itastilbaai u at o praca da Con-
cordia, apin |>es; poim
inasi-.-i ucas se vaiu. Comtu-
do, Inl i chuva a cahlr s 3 horas da
tarde <, de modo que poz em fuga lodo os
duzio a utn lastimoso estado a enmpa-
nhiail ea e a toberba guarda municipal em-.
ion a fragata de vapor La-
ageiros o ilu-
Onted Najles encontrou o ii munando de
idIou-ocdm O ge-1
i'Slava CQtio ein
se ao general Marey com un grande
Osjoi-naes de Madrid de 4 annunclam que circu
alliv ; casanieiitus reacs. I)
.le Altamira devla uni
famila mais %'elha de D. Francisco de Paula
Enrlco casara com a irmia do conde de Castella.
OsdfOdi -icheco tinha sido
noineadn fiscal do supremo tribunal de justlca. A i
do Hespanba ha\ia autorisado o Sr. Ilrav> Mu iloL nii-
nitn a reter a preidencla*dacoininitsioen-l
., e nomeou oSr. Gon-
de estado da repartii,
i do depu lados d
havido lugar em
tpmsier, antea e
o da laxen'
ilar os lin-
i,,,. n rnf iilin
1
.i I
r____
0* de 9 diiiam que o general Parla, novo ministro da
i, tinha ebegado a Madrid, e prestado o juramento
lo aoit cargo as miios da rainha. O correspondente do
fiase mea a este jornal urna copla du contrato^ civil
inatrii do infante D. Heurlque eom a inuaa do
istella, o qual parece que fora asslguado pe-
lo pai do principe. Oirinao da joven senhora tlulia sido
da
no convento de Las-Mesas. Corra que o general Armero
lora Horneado ministro da marinha. Teinia-se que o Sr.
Santillam, ministrada fazenda, fosse obrigado pelo ms
estado de sua sade, a delxar vago o seu aasento no ga-
, no qual caso inui provarelmenta Uie succederia
o Sr. Man nesac emprego. A 8 deu Mr. Bulwer um jan-
tar a algum'as peraonagens distinctas da qqrtc, e a elle
assisti rain, tambe ni convidados pricncentcs ao partido
progresista.
Os de 10 diziain que naque lie dia se celebrara em pa-
lacio o consorcio da infanta SI ha do Infante D. Francis-
co de Paula, com o Cilio irais veltio do conde Alt^^B
'No
ouvir o projecto da mcusagem em resposta a lalla da
i.linlia. Uparagrapbo, relativo aos casainentos icaea,
appiova-os plenainaiitc e sem reserva.
MHMHHH
Variedade.
NAVEGAqiOFLV'AL,
(CoHlnaco 4 numero antfeedmte.)
as questoes enlre os Estados-Cuidos e Hrspanha -
certa da navegacao do Mississipl, e entre os inesraos es-
tados e a Inglaterra quanto ao rio S -Lourenco se prc-
lendeu o governo americano estender a navegacao da-
qiirlli' rio alm das ralas em que linalisava a sua ju-
rlsdiccao pelt.interior do territorio daquellcs doua es-
tados corribeirinbos, ninguem dir pelos commenta-
riosquefez M. H. Weat% que urna tal prcieiicao se
baseavaem oa principio gerae do dlreito daa gentes,
como quer este escriptor, mas nicamente cu motivos
de conveniencia, adinittida por aquella pi imelra po-
J'. C T ......i.nn .1 R.>al ,1o 1?OA a itnr
pos, eraiu os seguintes :
I. Aliberdade de navaarar.
a. Osdireitos de elapoode j existem, pols ninguem
pensarla em ettabelecer novo direitos dea natureza.
3. A tarifa geral de dlreito que alve a navegacao.
Julgou-se que era Indlspensavel regular estes direitos
ein sua totalldade, desde queum rio se torna navegavet
alsuafoz. deuin modo fixo e Invarlavel, subjeilo a
urna revisti peridica da tarifa, se fosse neeessarlo, por
todos o estados ilbeirlohos, depbls do lapso de um
certo numero de annos,' e bem asslin que a quota de di-
reitos nao licasse dependente da qualldade particular
dogneros, para evlar-ae o Inconveoieute de se deter
um navio em sua passagem, aflu de aser-se um exame
minucioso de seu carregamento. _
4.* Ntsfendo nada de mais prejudicial a navegaoao
do que aer ella forjada frequentcmente a tocar em pon-
tos Intermediarios para o fim de |tagar direitos, a coui-
iiiIssSo terla principalmente em atte,nco a redncao ao
numero das recebedorlas. _
5. Urna separacao absoluta da percepcao dos qireitos
de alfaudega da dos direitos Impostos sobre a navegacao
do rio, e as necessaria precauede para prevenir que o
dlreito que teem os osudos rlbercinhos, de estsbelecer
alfandega, nao se opponha llvre navegacao.
8 A appllcacao dos direitos percebidos as obras qe
foi*in preclsaa, e a distribulcao do rcmanesoerne entre
os catados rlbeirinhos em proporeio da extensao de sen
territorio peas marges do rio. *
A separaeSo da obra, necetsanas a navegaco, da
queteemporflmpreaervaropaix delnnndaeno, toman-
do-e as devida piecaujeapara que sejan alnbas ein-
prehendida sob o mesmo plano, de manelra que se nao
embaracen mutuamente.
7 Tornar os regulamentos de polica para a navega-
cao uniforme, e estabelectdo por coimnuin accordo,
de maneira que n.io possain ser alleradosjwr tfm itos es-
tados riberriphos smente niasno Imprcam ao mes-
mo lempo a polica que ests estados possam exeroe* so-
bre os rios, sem embaraear a llbei dade da navegacao.
8. Promover, quanto eja potsivel, mutuo compro-
missos para a aeguranca da navcnatfio, anda no caso
de guerra entre os estados rlbeirinhos.
Facllllar-se-hla a appllcajio destesprincipios gerae a
* 3_ l> k.___> .....a., an ni., allin.nn POIlVell
lieocia adinlttiaa por aqiicua primrira po- raeiliiai-se-nia a appncacs
tencia pelo tratado de S.-Lorenzo-el-Real de 1795, e por navegacao do Rheno, teudo-se em alteneao a onven
uto tambin por parte da Grao-Bretanha. c0 sobre a concessoo dessi
. .1 **n. LKiupllinnl arenl-an tiain mnl. tOMd PM... annllaa nlfrrarAi
nhol.
a con

dessa navegacao ci
A dependencia de ni scmelhaste accordo bewi inos- )M4, t0m aqnella alteracde que fossein necessavias
traque o Estados-Unidos nao tlnlian um direito per- por circnmslancias aupervenientea. Serla ein dnvlda
feito auella navegacao, como rconheceu o proprio Mr. impossivel concluir emelhanlcs convenfe acerca dos
Vftutoh. outros grandes ros da Europa, durante os trabalho do
Entretanto temos noticia daa representacfles que ha congresso ; mas inuilo se terla camlnbado para a "bcr-
algum tempo flzeram varios negociamos de Manchestci J
ao governo de S.M. Britannlca, para tornar-se livre a
navegacao dos grandes rios ; nao lia multo que a escu-
na de guerra franceza la Uoulontaiie, encetou, porem sem
consentimento do goverau) imperial, urna vlagem de
exiilornco pelo Amazonas at Macap c aantarem.
Appaicceu ein Bolivia o projecto de urna expedlco
connnerclal de Mojos al Para pelos rios Madelra e
Amazonas. '
ltimamente em ora jornal de Quito de U de malo
do anno pausado. La Concordia; vem a descrlpcao de urna
sondada viagein de quatro vapores americanos como
leudo subido o rio Amazonas al Tabatlnga, distante da
sua foz 600 leguas, cmpnhendida, ein Plilladelphia,ein
combinacao com urna casa de Lima.
Ilavrirdo todos estes factos, o nosso fim he eiclareccr
o publico, e o governo imperial sobre a uuica maneira
poi quepodcrausirllvieincnte navegados o rios da A-
ineiiea; mostrar que os rio sao da exclusiva jarifdiccno
daanacoesiibeirliilias, chamando a attn{o sobre os
nios porque tem sido esta navegacao regulada uos
Uilidos da America na Europa.
vira igualmente para bem avaliar-se o
que ein sua, alias Interessante, obra de dlreito das gen-
tes moderno escreve sobre o assumpto M. H. Weaton,
ministro dos Estados-Unidos na crle.de Prussla enicui-
l)i o correspondente da aeadeihia de ciencias moraes e
polticas no instituto de Franca/
balxo transcrevemo osseus commentirlo obre a
dlcusao havida a tal respeito entre os mesinos.estados,
aGrao-Bretanha c Hespanba, sob o Mlnlo= Libei'dade
da navegacao dos grandes rlos.=
Libtriait ia navgacio dos randa ros.
O tratadil de paz celebrado em Par ein >815 eslipu-
louqnea navegacao do Rheno o do Escalda naquelle
inl ia por varios regulamentos dos estados rlbeiri-
e neste pelo tratado de Westphalla, licasse desde
e que o futuro congresso considerarla so-
bre os incios de estender essa liberdade de uavrgaco a
lodoso s da Europa,'que dividem, ou atra-
vessam diiereiitcs estados.
ngresto de Vienua nessa cooformidahe nomeou
so de navegacao, qual fol subineltido um
andum, apreentado pelo bario Wilhelm Vou
lliuiiboldi plenipotenciario da Pi ussia, ein 3 de feverel-
ro de 18i5. Neste memorndum que servio de base aos
traballios da commissau, dcclarou-se que, a/i ni de se
rciii regnlamcnlos geraes sobre eate Importante
].* Os principios, cuja adopcio fosse aconselhada pe-
lo iuterease geral do couimercjo, e que podesseui ser es-
tabelccidos sem entrar 'em pormenores que nao pode-
riain ser seguidos sem discruiiiiaco de djll'erentes loca-
uplad
fosse inquietado m
dade geral da sua navegacib, se se houvesse convidado
as poteucias, slgnaurlas do acto final do congresso, a
se obrigarem a concluir entre si, e com outros estados,
ajustes sobre a liberdade de navegacao dentro de seu
territorio, e conimuns a outros estados, do mesmo mo-
do por que se costuma eslfpular em tratado de paz a
conclusao de tratados de cominerclo. Aflm de obviar
o vago neste cojnpromlsso. que poderla torna-lo illu-
aorio, aquellas potencias podlaiu ler sido tambem con-
vidadas a declarar, de urna maneira positiva e obriga-
loria, que os principios geraes que ficam estabelecidos,
formariain a base dos-ajusles que houvessem de ser as-
sim concluidos.
O principios asslm apresentados por este celebre es-
tadista epliilosoplio foram adoptados pelo acto nal do
congresso, e desde entilo teem sido consignados em con-
vences especlaes para regular a navegacao dos rios
Rheno--Escalda--Mosa--Mo.elle'-Elba-OderWeaerc
P6 com eus confluente.
Pelo aniiexo XVI ao acto final do congreo, conlir-
nioii-ie a llvre navegacao do Rheno emtodo o seu cur-
so desde o ponto ein que se lorna navegavel ateo
mar, rio abaixo, rio cima, e fizeram-se regulamentos
especificados relativos quelle rio e aos rios-Prtcker,
Moyn, Moselle. Moa e Escalda, que declarou-.e Igual-
mente flearem llvres, desde o poutoem que cada u
delle. torna-se navegavel at a iu> ftn. f "e'J"l" "
Bulamentos sobre alivre navega5So do Elba se coi -
ej",ham.,tre o. estado, banhado, por este rloera srti
acto a.signado cln Dresde en. 12 de deiembro de 182i
e pelo acto final do congresso .fortn M""f^""
llnulacocs enire as differentes notenclaa Interessadas
.uHIvre navegaca-odo Vstula e de outros res da aliga
Polonia, comidas no tratado de 3 de malo de1815 en-
tre a Austria c a lluasla, c no da mesma daU, entre a
Russiae a Prussla. aquedepols P'""" "'Tu
Austria. O mesmo acto tornou tambe... 'n''vos0
rio P os principios gerae adoptados pelo congre.se. bre a navegacao dos grande nos ; e afinal """
tambem adoptados quanto a navegacao do Danubio pe-
lo tratado concluido entre a Austria e a Jlussia em Pe-
tersburgo, ein 25 de julho de 840.
A interprctaco das estipulacoes acuna relativas a li-
vre navegacao do Klieno suscitou depois urna contro-
versia entre o reino dos Paizes-baixos e outros estados
nteressados no commerclo daquclle rio. O governo hol-
laujez reciamou o direito excluivo de regular e impOr
dlreiioj obreoconuncrcio e navega9ao dentroi de seu
proprio territorio, uo tugare em que o diflerentes
ramo, em que te divideo Rheno. desagam no mar.
Xexcencao nos IraUdos de Par e Vlenna ) mer, at o mardisia-ie ser diflerente em seu sentido do
termo=no mar=W tftf e alui disto accrescenlou-
e que, e o estado rbeirinl.o do alto Rheno insis-
liam lo i igorosainente nos termos dos tratados, devialn
elles contenur-sc com .o curso do mesmo alto Rheno.
A muca d'ngoas levadas por este rio, dlvidindo-se u una
pequea disuada cima de Nlii.egua, corre para o lijar
nc tres canses; o Waal, o Lee e o Yasel: o prlmelro
uto por Gorcum, onde muda seu nomo pelo c
Mosa : o segundo aproxi.nando-ie ao mar am Hotter-
,lam, e o teroeiro lomando a direceto norte por Zutpben
e Deventer. desagua no Zuyderee. Neiilium dete ca-
uae, comtudo, -tem o nome de Rheno ; ete nome he
reservado a urna pequea crreme que deixa o Leck ein
e toma eu curo pelos conhecidos retiros de
t e Leydem dispersando e perdendo gradual-
:k.
uleiro Rheno sendo asslm inUtilaos fln da na-
substltuido em logar do Leck, par melhor adapUr-se
aos fins da navega9So ; Ipsltllndo, porem, aquello go-
verno que o Waal termina em Gorcum, at onde a cr-
rente sobe, e aonde portanto termina 6 Rheno; e
quanto resta daquell ramo do rio, desde Gorcum at
Helvoetsluys e a fbz do Mosa. forma um braco do
internado no territorio do Rheno, e por consequeacti
subjeito a'quaesquerreguUinenWs que Me possa julgar
conveniente esubelecer.
Por outro lado inslstiram as potencias interessadas na
navegacao do rio que as eslipulafles do traudo de Pa-
r de 1814, pela quaes revlveu a obefania da casa de
Oranee obre a Hollanda com urna acoessfO' de territo-
rio, e rol a navegacao do RUeno declarada aa ineamo
tempo llvre, desde 6 ponto em que wrna- naTefsve
at o mar, se achavam lnseparavelmenla ligaq na
mente das potencias adiadas que foram partes no j
do; que as inteneOes asslm oanhecida foram depouvle-
vadas a efteito pelo congresso de Vlenna que decretou
a uniSo da Blgica com a HoHad e confiinouajluer-
dade da navegayio do Rheno, como urna condlcao ao-
nexaaesse duginent de territorio que liavia sido cel-
ta pelo^overno dos Palies-Halxos ; c que o dlreito a
llvre nvegacoo do rio trazla anos si, e implica necesa-
riamente, o USO Innocente, das diflerentes agoas que o
unem ao mar, e a expressao at o mar lo la sea .. era.
a este rrsplto, equivalente ao termo mar; porquanto a pretencio dos Paizes-Balxos de linpor
direitos sem limites as suasprinclpaespassagens tal
ihsssa tornarla totalmente luutil a outros estados o
privilegio de navegar o rio dentro do territorio nolian-
des.
Depoisdc urna enfadonha e prolongada negoclaaao,
esu questaabi afinal resolvida pelaeonvencao conclui-
da em Menii, em 31 de inarO de 1841, entre coWs os
estados ribelrinhos do Rheno, pela qual a navegacao do
rio fol declarada llvre, desde o potito em que *"-
navegavel at o mar alo a* o iaosulndo suas dua
prindpae paiaagens ou embocaduras no reino dos fai-
ses-Haixos o Uck e Waal, passando por Rotterdam e
Brlel pela primeira destas correntes, c por Uortrecftt e
Helvoctsluys pela outra, com o uso da'communlca9aoar-
tificial pelo canal que une Voorne a Helvotftsluys. Peta
termo desle tratado estipulou o governo dos Wlaea-
llalxos que, no caso de que as passagens para o sito mar
por lirlnl ou Helvoctsluys vlessein a ser, em algum lem-
po, nnavegaveis por causas naturaes ou artificiaos, in-
dicara outra corrente para a navegacao e commerolo
dos estados ribeirtnho, Iguaea em vantagens as que tos-
sem aberus navegacao e commerclo de seus proprioa
subditos. A convenci umbem dlspot sobre iul"ucu>-
sos regulamentos demolida e dlreltos ftxos de portagein
{flxst toll duli") sobre ps navios ie 'n"csa0'1".^fl'Z
nhain de passar pelo territorio dos Palzes-Halios vlndoa
do mar, ou que para all e dlrijam ssl.n 'nP"'*'-
ferentesportos dosesudos rlbeirinhos do alto Rheno.
0i.ciH.ao entri os Eslados-Vnidos t Hupanha ictrea i M-
vegato do ro Musuiipt.
Os principios eUbelecido pelo congresso de Vlraof
e appMeados navega?o do grandes rlos d Enrona,
lnhain aido multo ante, sustentado, pelo "**"
Estados-Ciiidos a respeito da navegacao do HlsMMipi,
miando a Hespanha eslava de pos.e das dua. inargen.
oeste rio, por urna grande distancia cima Vmta
Pelo trotado de paz concluido em Pars em (783 entre
a Cr o-Rre.anha. a Franca e Hespanba. a provincia do
Canad foi cedida Grao-Breunna P<-la Franta, e da
Florida me.ma potencia pela Hespanha ; "'''"'"
entre, aa po.sea.oe. brlunnlcas e ">nce..s na America
do Norte Mu flxado por uina Inha tracada pe o
meio do rio Mia.issipl desde a ua origein ateo Ibervll-
e. e dejfi pelo ultimo rio e os lagos M .urepaa e Po ni-
el artr/n at o mar. O direito i navegado do M. ssiul-
p| foi, ao mesmo tempo, garantido ao. aubdlio do
Grao-Bretanl.a, de.de a .uaTonle '"*' ,|J*
geni por sua foz, ou por qualquer outro ponto. I vie de
embaracos ou visitas, n do pag.u.entci de qualquer dl-
reito. A provincia da Loulslana fo logo depoIs cedido
pela Franca HeP"ha e '""lo ,r?,ado ,a' ..
783, a Florida foi restituida Hespanha pela Groc-Bre-
tanha A independencia do Eslailos-Unldo. foi reco-
nl.ee da. e o Jireilo de navegar o UiiMialpi ge sntldo
aos cld.dao dos Estados-Unidos, c aos .ubdlto da
GrSo!uretalha pelo traUdo separad enlre e.U. po-
tencias Mas,tendo a Hespanha se tornado por este mo-
do^.Vuldor. d dua. Eup^i^&vfih J
multo alm, reclamo.! sua navega9ao esc.1 usiva at d
Z5 em ,i e, o, XTJZ'^^Xjt
aturaleda* eentes. A questio termlnou com o trata-
dodeSan Lorenz-e.-Reil.e.n 1795, pelo q-al noorilgo
\ Sua Mageatade Cathollca convelo em qne a Mvego-
iodo Mls.is.lpi, em toda a ua exMneio lawn.
aede a sua fonte at o Oeano, He ae livre ao ctua-
uio, dos Esudos-Unldo. ; permlttl..d.-.e-lhe. peto r-
aS&RSSfaSSTSE
Unidos e a seus cldadaos.
O a-overno americano apolou o direito dos Estados-
,. j.n.nlrlmr com a Hespanha da navegacao do
ta MlasitS ote do ceMo daLouislana nop\lntlp14
rav.d" e. pro undo. c^aclere. no coracio djhbmem,
gravauo ni iodo, e eus ros aos qde
K.W.rt4W natural he recUecIdo
i..irt.. em todo o lugares deuin palz ligado por
.m?me. > ."cledade poltica, aohde o.' rita novjrtfrl.
."ioabert. a todo, o, que boblttnt o .O* margen*.
-Guando estes rios transpoem os limites de outra ec-
ciedade, se e pozesein embaracos ao dlreito que te
os habitantes Ja parte uperlor, de deicer a correrrte,
seria istd um actu de violencia de uina socledade ni
forte contra nina mais Iraca, condemnada pelo juizo dos
domen Por Itso o projecto que ltimamente leve o Inv
persdor Jos II de abrir o navegacio do Escalda, d An-
tuerpia at o mar, fol considerado coi lente
prova de acord geral no principio que regulam esu
materia, e tem-e coiuo*cerlo que Amsterdam dUM
mente encontrarla ura dvogado
anda alllasus preteOcesforan MJ-
lilil ll *CM en aaww .-*..-. .......------....-
veeseoo, as -oteada interenadas na queslao, de com- amaa am asan prercnuc. ir..
laoiii oecordo. sutatolrain-iio pelo Letk; e o ****{ >dlos derivado), de MMta, WJJ*
dos Poizes-BaUo ceusentlo depols que o Wool OnelEste sentiinentb te Jullco e uwor
dos habitantes
MUTLADO


c
margena da parle superior de um rio deve ser tanto mais
forte, quanto maior Mr a extenso de seu territorio
comparativamente com o que habitaren) os que cam
lias inargem inais prximas sna fot. Os Estados-Uni-
dos tinhain 610,000 milhasquadradas de territorio habi- brevidade possivel, o brigue Felii : quem quizer carre-
tavcl as margena do Mississipi c seus affluentes, e estes
riosoffereciam muitas mil milhas decurso navegavel
pelo seu territorio ein todas as direcces. O territorio
li.HiitnvH da Hespanha sobre o rio, que s se poderla re-
celar que fosse por elles navegado, nao era a milessima
parte daquella extensao. Os Estados-Unidos nao tinham
outra sahida para seus productos, e estes eram do maior
wfc f,8*8'1" P'spassageindesses productos pelo rio
abaixo devia nao s ser considerada Innocente como era
para osHcspanhes, senao tambVn teria de augmentar
em inuito os Hielos de estes se enriqueeerem. Osinte-
resses reaes, portante dos dous povos am de accordo
com seus respectivos direitos.
(Conlinuar-u-ha).
COMMEBCO.
Alfandega.
REPiDIMENTO DO DA 31.............
DLSCA1SEGAM IIOJE, 1. 110 COIKENTE.
Ilrigue-eseuna Joitfina charutos e aduellas.
Marea Etther-Ann mercadorias.
Ilrigue -- Putrtam dem.
Barca lobt farlnha e bolachnha.
l:350/i<19
Segu em poucos das para a Rahia a sumaca S.-
Balbtna : quem quizer carregar dirija-sc a ra do Viga-
rio ai mi .i/, -ni de l.niz Rorges de Siqueira.
Para o Rio-Grande-do-Sul partir,com a maior
gar ou ir de passagoni, para o que tem excellentes coin-
modos ou renietter escravos a frote,, trate com Fir-
mlno J. F. da P.osa na ra do Trapicho, n. 44.
Para o Coar seguir com brevidade o brlgue-es-
cuna Ilrnriqueta : quem nollc pretender carreear, ou ir
de passagem, laljc com o inestro, Jos Joaqulm Alves da
Silva no trapiche Novo, oui ra da Cadeia-Vellia, ri.
17, segundo andar.
Para o Rio-de-JnneiWo hiate Kereide segu via-
gem com multa brevidade, por ter o son carregamento
quasl prompto : quem qulzer carregar, ou mandar es-
cravos a frete, para o que tem excellentes comniodos,
dirija-se a ra do Vigarir nrniay.cm n. 5.
Para o Maranhiio sahir, ein poneos dias, o brigue-
escuna Ytlox capitao e pratico Francisco Berrardo de
Mattos; tem a maior parle de seu carregamento promp-
(o : quem o restante qulzer carregar ou ir de passa-
gem para o que tem excellentes commndos, dlrija-se
ao ni.-sino capujo mi ao consignatario, Manuel Duar-
te Rodrigues na ra do Trapiche u. 26.
REND1MENTOTOTAI.NO MEZ DEMARCO FINDO.
ltcndimcnto total.........\..........168:040^228
Rcstiluiccs.....................;. 192/000
107:848/258
Diroitns de consumo................. 164:53'V280
Recxpnrtacao, I por eento............. lOJBQfl
Expediente de '/, p. c. dos gneros lo palz. ,riH#268
Dllodo 5 p. c. dos gneros com cartadeguia. 2(!)84.r)
Annaienagem de mercadorias.......... 59?#zi0
Dita da plvora..................... 16/87
Premio dos assignados............!.!! S:139/MS
J.,ult?s.......................... mim
Emolumentos de certides............. SfSiO
Rs.
167:848/228
O escrlvao da alfandega,
Jaeome Gerardo Mara Lumachi de Mello
IMlWrACOA'.
r- Putriam, brigue americano, vhdo de Philadelphia, en-
trado no eorrente mez, consignado a Ilenry Foslcr It
Companhia, manifestou o seguinte:
1:100 barricas farlnha, 200 nielas ditas dita, 30 barri-
cas bolacha, 200 barriquinhas bolachinha, !00 calxas ve-
las de esparinacete, 60 barrls bren, 75 mecas pinen'ta,
18 calxas traques da India, 50 fardinhos fio, 100 barricas
bacalho, 3,000 pesos; ao consignatario.
Avisosuvcrsos
Geral
Provincial
Consulado.
RF.NDIMEr.TO DO DA 31.
.. S:4SStf605
..1:160/894
3:613/499
Mi
WUH-WBBBaBHBBBBJggaiJ_________L -.L..1
lloviipento co Por lo.
.Vario ciiiiiii/o no da 31.
Ncwporl ; 00 dias, escuna dinamarquesa Albura, de 116
toneladas, capitao 11. P Madson, equipagem 8, car-
ga carvao de pedra; a Joaquim Raptista Morilla.
A avos tahidos no mesmo da.
Macei e Rahia ; brigue de guerra nacional Coliope, com-
ni.in.lante o capito-tenente Elczeario Antonio dos
Santos.
Lisboa; brigue porluguoz Conceico-dc-Maria capitao
Antonio Pe reir Horges Jnior, carga assucar. Palia*
geiro, J. S. Donaldson, Inglrz
Una ; hiate brasileiro fiovo-estino, cajiitao Caetano R-
belro, carga varios gneros. Passageiro .los" Alves
l'creira, Rrasiloiro.
I'.ii.Hiiha ; hiato brasileiro SVinia-Crtis, capitao Antonio
Manoel Alfonso, carga varios gneros
Ihclaracocs.

O arsenal do guerra compra azeile de carrapato,
dito de cuco, fo de algoduo e pavios, c cento e oitenta
varas de brim : quem ditos geuores quizer fornocer,
mandar sna proposta em carta fechada, e a amostra do
brim, directora do inesmo arsenal, at o dia I." (boje)
do eorrente.
Arsenal de guerra, 29 demarco de 1847.
Joao llieardo da Silva,
, Amanuense.
Os abaixo assignados convocam os accionistas do
theatro publico pjra se rcunirem na ra do Queimado,
n. 17, no da 7 do eorrente, atim de instruirem aos
inesmos Senhores do que se tem passado sobre os ne-
gocios pendentes do mesmo theatro, de que os encarre-
garain ; o ao mesmo tempo tratarem da maneira, pela
qual se deve proceder ao raleio da soinma recebida do
Saverno da provincia.--Manoel Caetano Soaret Carneiro
Umttiro.Jnt Pira Ferreira.
.accionistas da companhia de Keberibe qiieiram
roalisar urna prestaran de qualro por eento dentro do
]ir.i7ii di- 30 dias, contados desla data. Escriptorioda
companhia de Ueberibe 4 de marco de 1847.
0 secretario
I*. J Fernandn ttnrros
LOTERA
DA
Matriz da Cidade- da Victoria.
0 Ihesoiireiro de novyo certifica qnc as
rodas des'a loleria andam inprclerivel-
mentc no dia i5 do eorrente mez, co-
mo tem anniinciado ; c declara que os
respectivos bilheles vender-se -hao s-
mente at o dia 8 do dito mez, por sso
que os que anda reslarem passarao deste
dia em (liante a ser vendidos porcontade
urna sociedade que se acha organisada.
A' vista do que, pensa o mesmo niesou-
reiro que nao ha Ver mais quem duvide
da rcalisncao do andamento das rodas no
referido dia i>..
Na rlbeira da Roa-Vista, praca da farinha n, 11, ha
nina p.ircao do familia da torra limito grossa, propria
para anitiiacs, a quatro patacas o alquelre da medida
nova.
Uina muiher parda, de niela dado c bons costu-
mes, e que sabe cozinliar, lavar e engommar, se propde
a encarregar-se do servico interno de qualqucr casa de
honiem soltoiro, ou de pouoa familia, a mdico e rasoa-
vel estipendio. Os que a quirerem contratar dirljam-se
a ra das Cruzes, Inja de marceneiro, n. 29.
Em a noite de domingo de Ramos, na Roa-Vista ,
pela roa da Aurora ou Aterro perdeu o abaixo as-
signado daalgiboira da casaca, nina carteira o.mi al-
guns papis e entre estes a quantia de 8 ou 9/ rs., c
um ni. ni lulli. ir da lotera a favor da matriz da cidade
da Victoria ; pelos papis se v que ella pertence ao
abaixo assignado o qual pede a quem a livor adiado a
distinclaaccao dea restituir, soni o dinhelro, no bairro
da Boa-Vista, na toja de calcado do Sr. Joaqulm no
Aterro; em S.-Anlonlo, as boticas dos Sis. Pinto c
Moroira aonde fui comprado o bilhete de cujo nu-
mero jase acha corto o Sr. Gusmao thesoureiro da
dita lotera alm da assignaliira, do abaixo assignado,
que se acha no verso do meio bilhotr, pelo que j licou
corto de nao pagar a outro qualqiier premio que Hie
possa salir. J\ Mara Ildefonso Jaeome da Yega Pes-
toa.
APOLLINKA
Avisos marilimos.
Para o Porto segu viagem, at o fin do eorrente
mez, a barca portuguesa Bclla-Pernatnbucana, capitao
Manoel Francisco Nogueira, por ter a maior parte do
seu carregamento prompta : quem nella quizer carre-
gar, entenda-sc com o dito capitao, nu com o consigna-
tario, na ra da < adeia do Recife, n. 51.
Para-Lisboa sabe, com toda a brevidade o brigue
portugus Hbbim por ter a maior parte da carga : quem
no mesmo quicr carregar ou Ir de passagem trate
com o capitao Antonio Jos dos Santos Lapa na pra-
ca do Conimercio ou com o consignatario, Thomaide
Aquino Fonseca na ra do Vigario n. 19
Para o Rio-de-Janeiro segu com brevidade o pa-
tacho S.-Jos-^mericnio, de boa marcha e ltimamente
forrado de cobre : quem no mesmo quizer carregar, ou
Ir de passagem dirija-sc a Gaudlno Agoslinho de Barros,
na pracinha do Corpo-Santo u. (i i.
Para Lisboa, com escala pela Illa Terceira e S-
Miguel, seguir com inulta brevidade o patacho por-
tuguez lartarvga, forrado c encavilhado de cobre c
de inuito boa marcha : quem nrlle quizer carregar, ou
ir de passagem dirija-sc a Francisco Bento de Mcdciros,
ou a Joo lavares C'ordeiro na ra do Vigario, n. 8.
A ooininissSo administrativa uiarcoa o da 8 do eor-
rente mez pelas 6 horas da tarde para recoher as
propostas de convidados que deverao ter lngresso na
partida do i7 do eorrente ; e adverte que depois do
dia marcado nao admillira proposta algunia.
NA ULTIMA MODA.
Fazem-se chapeos, toncas, vestidos e qualqucr outra
io upa, propria para senhora ; bem como camisas para
linun ni no ultimogosto abortas atrs c de poililho ,
-em abertura que as faz muito bein assentar e tildo
sem haver demoras por proco muito commodo : na
ra larga do Rozarlo n 35, a fallar com Joaquim Jos
Lody.
I). Filinpa Emilia de Mello (avalcanti embarca
para o Rin-de-Janriro o seu escravo Roberto, de nacao
Angola.
-----Fiirtarain da rua Nova cocheira n. 54 dous re-
loglos de caixa de prata sendo um patente inglez c
outro horizontal : quem delles der noticias em dita co-
cheira ser generosamente recompensado.
0 abaixo assignado declara ao publico e principal-
mente aos seus amigos c IVegueies que val abrir a sua
loja doouiivos r.arua do Cuhug aonde teye loja o
Sr. Joo Porrira Lagos, e que ahi acharo obras fcilas do
boin gosto omodornas ; lainbcni faz obras de enrom-
iiienda de todas as qualidados e da iiiesma- maneira
concerta toda a qualidade de obras ludo por muito
menos proco do que em outra qualqiier parte.
Franeiitco Candido dai Chayas.
Dedicado aos senhores de engenho desla praca $ aos (azen-
deiros do serlo.
Se oftereee um homem de idade media e sem familia,
para administrador obrlgandn-se a dar por cada um
escravo duas caixas de assucar livres de desposas fazer
com que nao pe eram os animaos por falta d'agoa em
lempo de socoa fazer engonhooas para fabricar assu-
car, soja em que serian for que para qualqucr dcsles
luis tem os precisos conhcciincntos para por em exeeu-
co o que dito tica: quem de sen prestimo *e quizer
n ti I isa i, dirija-sc a rua do R auge I casa d* Luis Jos
Slarques, que a vista dos pretendemos se dar os conhe-
cimentos que quizerem do sua canacidade e conduela <
Precisa-sedema ama para tratar do un, occ ''". n 'w rncroMmcnte.recoinnenMdo:
en. Aplpucoi na rna do Vigario. venda n. 12: 9 desconl.a-se onde elle esta, e entao proceder-se-ha pelos
" meios legaes.
SOCIEDADE IIARMONICO-THEATRAL.
O concclho deliberativo,comprimi com o dlspos.to no
15 art. 20 dos estatutos avisa aos Srs. socios que do-
mingo, 4 do eorrente abril pelas 10 horas, da uianha,
havci .i i eniiiao ordinaria em asscmbla geral marcada*
pelo art. 10 afim dola usar das facilidades que llie
confore o 1. art. 13 de conformidade com os arts.
58, 59 e 60, leudo para isso os inesmos Sis! socios na
devida considerado o art. 11 dos inesmos estatutos.
Reclfo, 1. de abril de 1847. O secretario Uterino ',
Franeiseo Joao de /Jarros.
r Precisa-se de um bom trabalhador d masseira :
na rua Direita. n. 24-.
-----Quein llie fallar urna preta Nag ainda nova e
que nao sabe diierquem he seu senhor, procure aocapi-
ao-iiir de campo Jos Ignacio Poicia ein Agoa-
1 ria -oulirberibe-de-Daixo, que, dando os signaes, e
pagando-sc as despezas que se teem feito llie ser en-
tregue. .
Thomai Purcell tem urna exceden-
te armacao de loja de fazendas para ven-
der, ca da por preco commodo : a tratar
na casa n. ai, prxima cadeia.
-- Aluga-se urna casa de quatro anda-
res, que tem m excedente mirante, sita
na rua da Cruz do Recife, na esquina do
becco das Crioulas, com um bom arma-
zem ; toda a casa est em bom estado : os
pretendentes dirijma-se ;.o escriptnrio de
Manoel Goncalves da Silva, para tratar
do ajuste do aluguel.
Adverte-se ao Sr. Domingos de tal, que, no prazo
de tres dias, v tirar o seu relogio que empenhou na
rua da Senzalla-Velha, venda n. 4< : do contrario, ser
vendido para pagamento, e Acara o annunelante sem
responsabilidade algiima.
D-se dinhelro a juros sobre penhores de ouro e
prata : na rtia larga do Rozarlo, ao p dos Quartels ,
ns. 6 e 11, se dir quem d. Na mesma casa vendem-se
as seguintes obras de prata do Porto : una lolieira um
assueareiro um bule urna cafeteira, urna tigolla ain-
da nova e muito rica, com 1,400oitavas.
Furtaram urna colher de prata, de sopa, de mar-
ca grande : a possoa que a comprou, queira leva-la a
rua do Livramento, n. 20, primeiro andar, que selhe
dar o duplo do valor da mesma colher, cointanto que
diga quem a venden, que se prometi guardar segredfl.
Segunda vez se avisa a Sra. I). Francisca Mara
do Sacramento, moradora na Sorra-Orando, freguezia
do (rain, termo do Bonito, que na freguezia do Poco-
da-Panella, junto a cidade do Recife, se acha em depo-
sito, na subdelegada, um sea cavallo que Ihc lo i Cur-
iado em dias de outubro do anno p. p., cujo cavallo foi
apprehendldo pelo inspector do Arraial a um cabra por
nimio Luir Jos de Medeiros, sobrlnho dos criouloi Jo-
s Antonio Simos e Jos Vicente de Sant'Anna, cujo
cabra foi preso com o mesmo cavallo, e foi o proprio
lidian que o furtou, como consta de um atestado do
lllm. Sr. subdelegado de Gravat.
Arrendi-se, ou vende-se o sitio da olarla grande ,
ao p de (II i ma com caca-de sobrado e olarla : a tra-
tar com Manoel Joo de Miramla, no Forno-da-Cal.
Precisa-se de um bom amassador ; paga-se bem
tambeni preplsa-se de dous preos que enlendam do
mesmo trafico : no pateo da S.-Cruz n. 6.
liniou-so, do sillo da Piranga que foi do defiinto
Villaca, um cavallo ruco-pedrez em grao; tem una Ce-
lada no meio do espinhaco, e urna costura no boleo, an-
eas de porco; carroga um tanto obrigadoc pesado, e est
alguina cousn magro: quem delle tlver noticia poder
leva-lo un dito sillo que ser recompensado.
Perdeu-io, sabbado,27 do eorrente, quatro ohavi-
nhas oni urna argola, sendo a maior das ditas Hiavinlias
torta, e a mais pequea de cadeiado: quem as adiar
3n. ii.i levar tirara da Independencia, liviana ns. 6c
, que se gratificar.
Precisa-se de um fellor que enlenda de borla,
pomar c enxerto: no Alerro-da-Boa-Vista n. 43, ou
na Magdalena estrada da Torre 78.
D-se dinhelro apremio com penhores de ouro,
mesmo em pequeas quantias : da ruadoRangel, n. It.
----Precisa-se de um caixeiro de 14 a 18 anuos, para
venda que tenhaconhecimento do mesmo negocio e
de fiador a sua conducta sendo dos chegados lia pun-
co tempo : na rua da Senzalla-Velha, n 50.
Centuries,
e mais figuras para a procisjpo' de Enterro promplas
de ps c caboca com ricos vestuarios a primor a 4/
rs. cada urna pagos a vista, no theatro publico se alu-
gam.
Precisa-se de um trabalhador de niasseira : na
rua Direila, padaria n. 40.
Empenha-se um bom inoleqiic multo esperto e
ladino: no pateo da S.-t.'ruz loja de funileiro se dir
qual o negocio.
Aluga-sc una pela nova e robusta que sabe co-
zinliar, engommar, lavar, coser, e he apta para todo o
servico domestico de qualqucr casa de familia: na ra
da Solodade n. 32, dofronte da igreja.
Precisa-se de um ofRcial de charuteiro : na rua
novado S.-Amaro n. 20.
Deseja-se fallar a um Sr. ex-emprogado do arse-
nal de mal i nba que se acha empregado em oulra repar-
tico a negocio que nao ignora : ein -Fra-de-Porlas ,
n. t08, todos os dias al as 9 horasda [inanba.
Precisa-se alugarum preto para servico de casa e
rua: na l'Ua do Trapiche-Novo, casa u. 8
Perda.
Perdou-se una fronha delavarinto chelo, com quasl
um palmo de largo, e com bicco de mu palmo, desde a
rua do Queimado at a travrssa de S.-Jos : quem a a-
chou, quorendo restituir, dirija-sc a rua do Queimado,
loja n 13, que ser generosamente recompensado.
Jos Estaque Vieira roga ao Sr. thesourelro da lo-
tera da Victoria, que nao pague o mel bilhete n. 2971,
se sabir premiado, por o ter perdido ; o qual tem a sua
assignalura no verso.
D-se dinheiro a juros sobre penhores : na rua
Nova n. 63.
Tresse, abricanle de orgos e
realejos, no Alerro-da-Boa\'is-
ta, n. 21,
avisa ao publico que elle contina a fabricar, orgaos
para igreja do lodos os tanianhosi com trombela; reale-
jos com tambor, campainha, conleudo quadrilhas para
dae i; as pessoas que o hniirareui e ni vistalo adiarn
(entre nutras obras j promplas) tres orgos para igre-
ja, ou outro qualquer lugar que sem duvida nao tem
apparecido aqu; a duas finas, a clavier, e a chave de
realejo por falla de organista, o por falta do saber tca-
lo: onin se toca com a chave, como se fosse um realejo,
obtendo a mesma voz, contendo nos cylindros a missa,
mi qualquer msica do groja, indo reunido na mesma
obra; dito orgo-fortc-piano : tambem cOncerla os ditos
instrumentos, po marchas novas, concerta pianos %
qtiaesqucr instrumentos de msica, e compra realejos
j servidos.
- nueui livor adiado um gallo de campia que des-
appareceu da ruado Livranicnto n. 28, bajado leva-lo
Lima alaiate,
na rua do l.ivr.irnenlo sobrado n. 1 precisa de bons
olli ( bes de seu ofiicio c recebe aprendizes.
Roga-se aosSrs. Manoel Joaquim dos Santos, An
Ionio Guilherme de Araujo e Dionizio Elarfo Lopes,
queiram por este rioannunclar as suas moradas, para
se tratar de negocios que- Ihes discm res pello.
Aluga-sc una boa tasa terrea, com grande quin-
tal quo tem parroiras figuciras pinheiras c mullo
mais arvores de Inicio boa cacimba d'agoa de beber,
no principio da estrada dos A MI icios ao p do Mangoi -
nho ; outra casa terrea na rua do Padre-Florianno, com
bons cninmodos : li ata-so na rua da Cadeiado Recife,
0.25.
D-se dinheiro a Juros sobre penhores de ouro e
piala em pequeas quantias : na rua da Cadeia de
S.-Anlonlo, loja de marceneiro n. 18, a tratar com
Mauoel da Costa.
- Tomam-se aprendizes para marcenlro : na rua
da Cadeia de S.-Antonio n. 18.
. Casimiro Rodf igues Tinto da Rocha e Flgueiredo
rclira-se para o Porto e declara que nada deve.
Precisa-se de um prolo bom trabalhador de m'as-
scira : na rua Direita n. 24.
Precisa-se de mn caixeiro para venda, c qued
fiador a sua conduela: na rua da S.-Cruz, vendan. 3, sa
dir quem precisa.
O engenheiro Mlet pretende abrir um curso
completo (te ai iiiiini ii> a, ese a eincacau dos diver-
sos systemas de numeraco at as diversas applicacoes
dos lliooi ouios sobre as proporcOes, progresses e loga-
rithmos; as qucsldes cientficas, financeiras e coin-
iiioiciaos; como taubrm um curso completo de geome-,
[tria com asiias applieacdes mal nsuaes, e moruiente
as que se referem a arle do engenhelro.
Quem quizer tiltlisar-se de urna ou oulra destasduas
disciplinas dirija-se a rua do Alorro-da-Roa-Vista, casa
n. 3, primeiro andar, das 10 horas do dia as 4 da tarde.
Na rua do Sebo n. 3 d-se. dinheiro a premio
com penhores de todas as qualidades e em pequeas
quantias.
AO PUBLICO.
Em mui crescido numero contavam os mdicos
at agora molestias incuraveis, contra as quaes s
era permittido ao paciente resignacSo para soffrer
um mal de que ja nio liavia esperanzas de poder li-
herta-lo, o ao medico philanttopico a dor de ver
muitos de seiis semelhantcs, victimas de enfermida-
dcs, contra as quaes so declaiHVt impotente, po-
dendo apenas lamentar a fraqurza da inteligencia
humana. Mas, gragas aos progressos da medicina,
graoas ao zelo de homens incansaveis que, tifio des-
esperando da perreclihilidade da sciencia, Se teem de-
dicado invostigaco de remedios que possam al-
uvial- a humanidade de alguns males que a aflligem, o
numeradas molestias-reputadas incuraveis vai de
dia em dia diminuindo. Assim, acbar depois ds
longos trabalhos, de profunda meditacio e reitera-
das experiencias, medicamentos que us restituam o
aso dos dous mais importantantes sentidos, de que
he dotado o homem, quando estes j se achavam no
supposlo estado de incurabilidade e inteiramenle
perdidos, he por corto unylos maiores servicos, que
se podia prestar humanidade; eis o que eslava re-
servado um homem philantropo da cidade de Bra-
ga, em Portugal, cuja sciencia, cujo amor de seus
seinelhants se tem feito geralmente conhecer. Os
remedios que ora offerecemos ao publico, nio en-
tram na classe d'aquelles que o vido e ousado char-
latanismo inculca com raucos e descompassados
lirados, e que o crdulo vulgo por ignorancia rece-
be na boa fe e sem discernimento, achando-se depois
Iludido; tem porm deoecupar mui distincto lugar
entre os medicamentos que maiores beneficios pres-
tamao homem: constam elles dadissolucioaquosa
de extractos de plantas medicinaes, de virtudes mui
reconuecidas e verificadas. O longo uso, as conti-
nuadas e severas experiencias, a que por toda a par-
te teem elles sido submcltidos, sem que urna s vez
liajain falhado em seus bons effeitos, e desmentido
as espera-ncas jjue sobre elles havia fundado o seu
inventor, lhe teem grangeado constantes e repetidos
elogios dos mais sabios e respeitaveis mdicos, as-
sim da F.uropa, copio da America, que unsonos
abonam e proclamam sua accAo sempre certa e be-
nigna. Um dcstes licores he destinado a combalcr
as molestias de olhos, e tem por principal virtude
restituir aos orgSos da visfio suas funccOes; reani-
mar e fazer reapparecer em sua natural perfeiedo
vista, quando esta estiver fraca ou quasi extincta,
com tanto, porm, que nio haja cegueira absoluta
com dsorganisacHo das partes; nio menos til e
enrgico 1ie para desfazer as cataratas, destruir as
nevoas e de promplo debelar qualquer inflainmacno
ou vermelhid3o dos olhos. N8o causa dor, netn es-
timulo na parte
Outro liquido rcslituc-a faculdade.de ouvir os sons
ao ouvido tocado .de surdez, ainda que inveterada,
urna vez que o malnio sej de nascen^a, sem causar
em tempo algum o'mcnor iucommodo aodoente, o
sem priva lo de cuidar ein seus negocios.
1NSTIUICCOKS PAPA O USO DOS REMEDIOS.
O dos olhos einprega-se do modo seguinte:
0 docntejiola manhfla, em jejum, urna hora pou-
c mais ou menos depois que erguer-se do Ieito, lo-
mar sobre a palma da inio pequea porffo daquel-
la agoa; e com ella molhar bem os olhos, fazendo
que algumas gottas caiam sobre o globo ocular :
sem os Ifmruir, os conservar molhados al que na-
turalmente enxuguem : ao deitar-so a noite pralica-
ra o mesmo : durante o tempo qu usar do remedio
evilar o calor, aceito de fuinaca e o vento; far abs-
tinencia de comidas salgadas, azedas e adubadas
com especiaras.
O remedio dos ouvidos ser applicado do modo que segu:
O doenle pela mandila, urna hora pouco mais ou
menos depois de erguer-se, ainda em jejum, far
derramar dentro dos ouvidos qualro ou cinco gottas
do liquido, tapando-os depois com algodo um ra-
ma; a noite ao deilar-se repetir a mesma opera^lo.
Durante o uso do remedio evitar expor, os ouvidos
principalmente, a accao do calor e do vento, afim du
evilar grande transpiraefio, bavendo cuidado em nio
molhar os ps em agoa fria; finalmente deyeabs-
ter-se de comidas salgadas, azedas e adubadas.
Estes remedios estao a venda na botica de Bartho-
lomco Francisco de Souza, na rua larga do Rozario
n. 36, nico deposito em l'ernambuco, pelo preco
de 2,000 rs. cada vidro.
Fabrica de chapeos de. sol. ^
rua do Passeio, n. 5.
Joao Loubet tem a honra de participar de novamente
ao respeitavol publico que recebeu uin rico e completo
sorlimentode chapos de sol,tanto do seda como de pan
iiinliu Cuii.i-enies, c de todas as mais cores conlieoi-
das. O fabricante alianca soguranf.i em armaedes e co-
res; assim cono loin chapos de sol para seulioras, do
ultimo gosto de l'aris. Ka mesma fabrica ha com abun-
dancia chapos de sol, de seda e paniiiuho, da marca
maior, pois teem 32pollogadas,bem construidos em suas
aimacdcs e boas fazendas ; seitdn estes os verdadeiros
guarda-chuvas : tambem ha una porco de chicles da
ultima moda de Paiis, bengalas de junco, easles ricos
e pontoiras, lioilolas para o boman-aujo das iiiesinis; e
tambem se l'azeiu todos os concerls ein chapeos de sol,
pois para isso lianm bomsortinientodosobjectos mais ri-
cos e bonitos que pndein haver. Na mesma fabrico co-,
brem-se cconceriaiuse umliells de igreja. Tildo com
perfeico e brevidade. Ka mesma casa lia ricas sedase
pauninhos do goslo dos freguezs que quizerem apro-
\( itar as armacOes de chapeos de sol velhos.
Deseja-se saber noticias do Sr. Bruno Jos Perei-
ra que at l825exeslia no engenho Freclrelra,e quando
nao exista mais, c tenha familia o inesno podido se fas a
esta: na rua d Moeda,'n.7. Advorte-se oue oslas inror-
nacocs sao exigidas por srus paientrs de Portugal.
--- Deaencaminhou-se ha bstanle lempo, una ca-
noa de carreira de nonie Oandurra, pertenceute a quar-
ta seceo do polio das canoas da fregueiia de S.-Frei-
Pedro-Ooncalvcs ; tem por marca no costado n. 45 D :
quem della der noticia no annazeiii da rua da Cruz, n*-
Recife n. 45, ir recompeniado. #f
MUTILADO)


__ Manocl da Silva Santos contina a
vender farinha de trigo da verdadeira
marca de SSor.
pr.rl,vsp alugar um ou tres prctns que saibam
~T i(,ar em padarlaj pagae bem : no paleo da Santa-
CrUt, n. 6. jnj g Can(J) ,,e vasconcrllos que inora em
" a* eneenho Serra-Verde naja de vlr ou mandara
trrao = B.hr,|n n. 29. nara receber urna carta
;UuCn"eCn*el."PO.tante.
IVivo estabclecimciito, na ra
Hot. n. 52, de Caumont,
fabricante de gaz e de can-
diiiros de ga.
,3.
File fabrica todos o candlelros em brome, de manel-
:'. tudo se acha de uina solidez mais superior aoi
?veem da Europa e de todos ospreeos.de 10/ a
r'n dourado, prateado e de todas as cores pe
1
m^nd'ei'ro,"la"'padas e lustros velhosemestado de no-
vo e tambera para r"rem>ir jjaj.
Tere um lindo orlimento de relogiosde cima de mesa,
... hronte dourado e de varios feitios e de gosto milito
moderno por pirco inultocommodo.
Acha-sc fabricando um completa soi tmenlo de uten-
silios de Icreia tudo em brome domado e prateado ,
or nreco tao em conta como se fussem de madeira ; os
miaes sao ossegulntes : castlcaes cruciflxos navetas,
luribiilos, lampadas e caldelrlnhas para agoa benu,
tudo de brome domado prateado e da mancira e co-
res que qulterein. -
Faz, toda a qualidade de dourado e prateado ein rac-
U Compra toda a qualidade de metal quebrado, por bons
PIDourae pratcia todas as qualidades de ornamentos
militares em metal. .', .! .
Concerla todo e qualquer objecto de metal quebrado !
e de hoje em diante acharao sempre cas prompto e de
prlmeira qualidade a 320 r. a garrafa.
0 fabricante afianca tudo quauto elle fabricar, e se
rrsbonsabilisa por todas as suas obras, assim como
promelte d'ora em vante apromptar todas as encomu.cn-
das com brcvldade por se achar ja rcslabelecido de
sin laiide.
lilhnr no Passeio.
Faz-se scionto aos amantes dos bons sorvetes fa-
bricados naquella casa, que os teem procurado o ja
os nAo teem encontrado por seterem acabado, que
vito mais cedinho, para gozarem da boa medida que
o sorveteiro costuma vender i seus freguezes,. 0
mesmo promette de hoje emdiante augmentar o fa-
brico com mais urna sorveteira, com tanto que nSo
baja esquecimento em levaros competentes200 ris,
porque se est resol vi do a nao liar, para nao se per-
der dinheiro e freguezes, como j ljie tem aconte-
cido por muilas vezes.
Aofficina de encadernacao que o padre F. C. de
Lcmos e Silvadirije na ra de S.-Francisco, an-
tigamrntc Mundo-NovO. n.66, aclia-sc provida
de lodo o nrcessario para o bom desempenho de
qualquer obra de encadci-nacao.por mais rica que seja :
assim como tem e aprompla quaesquer emblemas ap-
propriados as mesmas obras.
Compras.
ComprSo-se por sen competente
casto, e estando completas, as colleccoes
do Diario de Pernambuco dos anuos de
1828, 1829 e i83o, dos mezes de Janei-
ro, fevereiro, marco, novembro c dezem-
bro de 1831, e dos de Janeiro a selembro
de 1833 : quem as ti ver, diriia-se a esta
lypograpbia, k fallar cotn Joao Carlos
Marinlio Ralbares, ou annuniie por esta
folba sua morada, para ser procurado.
Compra ni-se escrivos mo-
gos sem vicios nem achaques, com
officios Je pedreiro e carpira; e
tambera sem habilidades,comida*
de de I i a 18 anuos. Na ra D-
reila, sobrado, n. 29.
Compra-se un papagaio inulto bom fallador; paga-
se bein : n ruada Crin, n. 51.
__Compram-se esclavo de ambos os sexos para
urna enroiiiiiiriidn : na venda da esquina da ra larga
do Rosario n. 39. "
___Compraiu-se, para una cneoiiiuirnda, 2 escravas
que nao excedam a 18 annos ainili. mesmo sem habi-
lidades; urna iiegrinlia de 4 a 6 anuos; um pardo de
20 anuos, para pagem que nao seja vicioso ; paga-sc
bem : na ra de Agoas-Veidc n. 46. .
Compra-se un par de mangas de vidro, em segun-
da nio : na ra Dlreila, n. 0.
___Compra-se orno anda mesmo em obras quebra-
das: na ra do Hangel, n. 11.
Vendas.
__Vende-se um bom sillo, com una excellente ca-
sa de sobrado com bstanles cou.inodos para grande
familia com 4 salas 13 quartos Incluwe 3 mor
comjanellas 2 cozlnhas una en. balso c cm
cima, bastantes a rejadas, com Por nos modernos e
outros dive.sps airan jos. quarlo para fe.lor scnzalla
para prelos estribarla para 3 cava I los a (oiga alen,
lie una pequea casa vellia que pode servir para co-
cheira: ositio he de urna extensao inmensa c conten
diversos aivorcdos um pomar de la.angeiras enser-
iadas con. laranjas selectas e de rmbigo luiiors doces
e limas de eml.lgo que j prodlitcnt huelo alcm de
mitro pe j amigos que produzrin larai.ias inulto do-
ces coquelros, algn dcdenzelros ctjneiro, man-
Bur'ira jainbieirns, pitombrira, pllangurira, uba.ei-
ra asssfroeiras, jaquclras, pinheiras, liguen gola,
beira brancas, imi.iensos aracaseiros anauaseiro .
uiu-coii, con. baixadecapim plantado que mientoi2
carillos com mu grande vlvelro subilividldo en .
rom bastante terreno para diversas planlacoes como
o, |.ons incides mrdobiii, n.acacbelras lugar para
iardiiu ecom alguiuas-flores outio lugar |*ra noria ,
todo cercado de lluio com um grande poco d agoa de
' Lber c mais outros dous pequeos, em chaos proprios,
multo ,e. toda capital, porser no principio da estrada
de Joao-dr-llarro : a tratar no mesmo sitio, a qi...l-
quer horado da.
Aos amantes da boa pitada.
Acaba de chegar do Rio-de-Janeiro, PeJn4,,'!"0
vapor, urna nova remes do superior pe Pnncnle
'mperal. He cscusado tecer elogios a este rap, pois
o seu autor he o mais perito fabricante que ha na-
quella corte. Vende-se as lojas dosSrs. Victorino de
Castro Moura na ra dosQuarteis ; Jofquim Mon-
leico da Cruz & Companhia, ra do Queimado ; An-
tonio DominguesFerreira, ra do Crespo, o na de
Francisco Joaquim Cardozo.
Chegou esta cidade o Medico e o Cirurglao da
Roja, novo tratado completo de medicina e cirnrgia do-
mestica, adaptado intelligencia de todas as ciarse do
POVO. tior L F. Hnnjean. dnntnr ... !Ti~fM?!Sp?!S r*"l
universidade de Trim; cirurgio n.r honorario da
armada sarda ; agraciado por S. M. o rei Carlos Alberto
com a medalha d'onro com a efflgie do mesmo augusto
monarcha ; approvado pela faculdade de medicina, do
Rio-de-Janeiro ; membro titular da academia Imperial
de medicina, membro correspondente da ocledade real
acadmica de Saboia, das de mediclna-pratica c medi-
co-pratica, c do instituto histrico de Pars.
2 volunte; accompanhados de64 eslampas.
Annunciando a publicajo do Medico e Cirurgiao da
Roja, os editores se lisongeam de prestar um servifo
importante aos individuos de todas as classes sociaes,
principalmente aos habitantes do interior do paii, me-
nos accessiveis s visitas proflssionaes.
As despeas enormes, inseparaveis da iinpressao de
uin tratado, em que a.nplainente se discutissem as na-'
terias interessantes medicina e cirnrgia domestica, en-
careceran, a obra, tornando assim mais diflicultosa a
ua TUlgarisacAp. O autor do Medico e do Cirurgliio da
Roca venceu tao grande,embarafo, alliando a conclsao
com a clareza, e pondo as in.meusas rantagens desse ll-
uro precioso ao alcance de todas as fortunas e de todas
as intelliecncias. Honra lite seja frita!
A typhilis, as bonitas e mitras molestias desta ordem,
que reclamavam inalor desenvolviinenlo, oceuparam
com patticiilai iiladc a escrupulosa allencao do Sr. Dr.
Bonjean. Seguro com o testemunho de sua esclarecida
consciencia, e reflectlndo sobre os males iucalculavcis
que estas enfermidades causatn bumanidade, quando
nao sao convenientemente tratadas, elle nao recuou
diante de preconceitos populares que o charlatanismo
alimenta, e atacon esses preconceitos com as armas da
sciencia e a franqueza do hotnein honesto.
Consta a obra de dous voluntes :
?0 prlmelro conte.n unta introduccao preliminar, re-
lativa medicina pralica, c historia geral c parcial
das febres, hemorrhagias, iulanimacdes, molestias cu-
tneas, e das dentis enfermidades propriamentc medi-
ca, com as nocoes Indispensavcis obre a prenhez, o
parto, o recemnaacido c as amas de leltc. Ho ndice
deste volunte deixou-sc de mencionar por descuido o
artigo dasConvulsocs em geral, e das do reetmnasci-
do em particularque se acha pagina n. 359.
No segundo volume, dividido em quatropartes, tra-
ta-se dasmolestias d'olhosda syphillsda pequea
cirurglae do formulado e vocabulario.
Na primeira parte o autor ocenpa-se da descrlpcao do
olho e seus anticxos ; da historia geral e particular da
ophthalmla ; dos symplomas. sede, causa. trrn.lMfao
e tratamrnto della ; de sua divisao cm simples, especi-
liCa r composta ; da.descripcSo e tratamei.to das ulce-
ras, cicalrizes, granularles, pannos, leas, manchas,
escuritlao, belida, hernia e staphylou.a da cornea ; pte-
ryglo, occliisao e dilalacao da pnpilla ; glaucoma ; sy-
nechia anterior e posterior; hypopion; liydropltthal-
mia ; atropina ; phlegmao e degeneracSo do olho ; da
catarata e sua complicacao, e dHcrenYa da amaurosis ;
do ymplomai caractersticos da cat-irata e da amau-
rosis iniciantes; da fraques* da vista; amaurosis ; ilas
cataratas falsas, sua causas, tratamento e condlcOe
geraes do xito da operactio.
A segunda parte respeita s molestias syphilttlcas,
consideradas em duas classes, a saber: l.'classe. Af-
fecce virulentas, ou syphills primitivacancros, abs-
cessos, bubdes, c curativo : 2." classe. Syphilidesde-
finlcao, apparicao, sede, cor, frinai, especies, com-
plicacoes, terminacao, rgimen, e tratamento. A que
dse cuinpre elevar o mercurio para debellar a syphi-
lls ? Methodos de Boerhaave e Monlpellier. Ptyalismo
ou salivacao ; dlarrhca ; eczema e cacliexta meriuriaes.
Accidentes nervosos occasionados jieloemprego do mer-
curio. Reflexaes acerca do lodo, ouro, prala e mercu-
rio ; sua administracao, modo de obrar, e preparares
appliradas como antl-syphilitlca. Orchlte, quedados
cabellos e unhas ; tubrculos profundos da pclle.
res osteocopas ; perlostite, osteile, e goinmas.
Slolettiai nnudo-iyphilUieai. Blennort hag.as ; estret-
tainento do canal da uretra ; retencao da urina ; phy-
innse; parapltyniose. lloubas, sua descripco. niam-
feslacao. invaso. marcha, modifleacao, sede, varieda-
des, diirereiifa da syphills, e tratamento.
Prophylaxia ou tratamento perservallvo da syplnus.
Malcriada tereelra parte, que versa sobre a pequea
cirurgla :-Sangria em geral : sangra do braco, do dor-
io da mao. do p c do pescoco. Sanguesugas. \enlosas.
Escarificaces. Vesicatorio CauteiisacaO. l.aiiteno, lo-
te ou exutorio. Caulerisacao das frulas envenenadas,
do r,i bnnctilo, da pstula maligna e hemorrhagias
Moxa. Sedenho. Fracturas etn geral. rrac "ad^'av'-
,lo humero, ante-braco, radio e cubito; dos os-
do fe.ttur, da rodela, p e perna. Melos
rula,
da
sos da mao, do lmur, aa raura, i-v 1------ -----
en.pregados para curar as fracturas, aeompan lado, dt
(M eslan.pas irpr.du/.lndo exactamente essas f.actuias,
o nfm":.: X.WM.". .ataduras, ligaduras e appa-
rellios para as conservar reduzida.
O formularlo e o vocabulario dos
termos scientilicos
en.preeados pelo autor na confeceno da obra, co.utt-
U em a quar.a parte. No formularlo se mencionan, as
propiedades e quantidades dos mcdicaincntos MU
ri.Xs ; multa, eceltas patliculare. ^"/l'131'" a".
pella preparacao e ad...inistravao da ogol.oa, ull.ma-
111,-ule desenberta pelo tinao do autor.
A mpress-io da obra he folla com loda a n.l.dez em
PaCende-,e"n.lbolica de Barlholomeo Francisco de Sou-
za, por 8/000 ris.
AVISO
Assenhorasdo bom
gosto.
!NTa ruado Crespo, toja n. 12,
de Jos Joaqun da feilva
Haya,
hnum novo sorti ment das ricas mantas do lanzi-
nha eseda para scnbora as mais modernas que se
usam na Europa, e por isso se tornan, rwornmon-
daveis as acnl oras de bom gosto. bem como aque las
que usam de economa, tanto pela boa qualhUde
ricos gasto, como pelo barat.ssm>o precot de 5000 re.
cada una ; ha igualmente um rico sortiraeiilo do
cortes de vestidos da rica fazenda denominada ba-
zullina. Esta fazenda he de cores escuras bordada
.le listras c quadros os mais claros, de lindos dese-
nbos, cOreslisas e bonitos tecidos e or isso mullo
proprios para o lempo de qaaresma e de invern.
REFRESCOS
nessoas que padecein do peilo por j ter folio bons be
neficios? Uors. ^^M\%^n^^.
marindo ananas limaoe laranja a 50U rs. a garrfa .
po Aterro-da-Boa-Vlsta fabrica d#llcow, n. ir.
INTERESSEGERAI..
Acaba de chegar a esta cidade a importantsima obra
intitulad.ObservacOessobre o commerclodo assucar
a qual trata da culturada caima e fabrico dos seus pro-
ductos, comppsta peloInsigneUr.George Eduardo r-alr-
banks. Esta obra he de utilldade sumina para os bis.
de engenho, fazendelros e indas as inais pessoas tnle-
rrssadas neste importante ramo de industria, e para
tomar mais convincente esta verdade basta considerar-
se que o seu autor foi ltimamente coinmissionado pela
assemhlca provincial cial'ahlaa viajar pria indis* Oc-
cideniar, afim de indagar, ufeMar e eolher todos os
inelhoratnento9 que teem haflBia cultura da caima e
fabrico do ass.tr.tr, e de coaVPnr-sc loda a utilldade
etn um dosprincipars ramoiaerlqiiea que mal pude
assegurar a prosperldade deste imperio.
Vende-se na loja de J. <-'. Ajres, ra da Cadeia-do-
Recifc e na llvrarla da esquiado Collrglo.
AVISO
aos Srs.de engenho
i\a ra do Crespo, loja n.12,
de Jos Joaqun da Silva
Haya, vendem-sc
cobertores de algodo muito encorpados, proprios
para cscravos ; bem como urna fazenda de linho a
mitacHode estopa, fortee propria para roupa de
escravos e saceos para assucar; tudo por preco mui-
to barato.
O LIVRO DE TODOS
ou
Manual da ntUV,
('nntendo
todos os esclarecitnentos theoricos e praticos necess.i-
rlos para poder preparar e empregar, em o occorro do
professor, os remedios, e se preservare curar-sc promp-
(a.neiite, com punen dispendio, da mor parte das moles-
tias euraveis, e conseguir um allivio quasi equivalente
sade, as molestias Incurarels.
Seguido
de uiu tratamento especifico contra a co.jueluche, e de
regras hygieniCas para prevenir as molestias ;
pelo doutor G. de Ploesquellec.
Preco 4/000 rs. em brochura.
O supplemenlo, indispensavel aquem tem a obra, da-
se gratuitamente aos compradores. O dito suppleincn-
te trai as tres dlllerentes rcceltas para a'composlciio da
agoa sedativa; esle precioso remedio que tamaita repu-
taban j tem ganho, c que deve existir em todas as casas
para remediar proinptaiuenlc aos accidentes e nconi-
tnodos repentinos
Vende-se na praja da Independencia, livrana ns.
6e8.
Na ra Nova n. 6, loja de
Maya llamos 8c .
vende-se sarja prela larga ; sellm p.rto de Macau ; veos
prelos, de muito lindos padres ; luvas de seda cunas
e con.pridas ; nielas de seda prelas e brancas para ho-
inein c senhora ; ricas perfumarlas ; ricos chales e
mantas dos melhores gostosque leem vindo; borzeguis
para hoincm c senhora ; sapatos de lustro para hoineni
e senhora ; sapatos de duraque muito novo e bons a
1*)00 rs. o par ; creps sonidos ; (lores muito finas para
chapeos; leos lencos de seda para mao ; ditos prelos
para grvala ; c outras muilas fasendas de gosto, e pelo
mais barato possivel.
/ *
Obras novas, chegadas livra-
ria da esquina do Collegio.
Revitl* hitlorica de Portugal desde a morte de D. Joao
VI at o fallrcimento do Imperador I). Pedro, com um
supitlenienlo at o rrstabelecimei.lo da^cjrta COnslHU-
ciOnal 1 v. rnioitavo,, com perto de JOU pag. ibio,
2i00r. ,
Esta obra he be... escripia e os Tactos eitao narrados
com imialidelidadc c iniparclalidmlc verdaderamente
histricas. ,
iVoeoIr.ttndnrf^iirnn.fnei coinmerctal ou decn\ol-
vimcntoslmplicificadode ludas as regias de arilhineli-
ca relativa ao cotiiniei co aconipanbadas de um gran-
de nuil.ero de exentplos e nereidos os quaes facili-
tan, o mrlhodode resolver qualquer calculo que lenha
relaeo con. o trafico inercanlil por P. P. da Cmara,
i84(i, 5/000 rs. .
Cnuin tobrt nullidade de mnlrimitnio entre parles fle
unta como autora, a ralnha 1). Mara Francisca Isabel
de Saboya. e da outra o procurador da jusllca, ecclesias-
tica. en. falta de procurador de S.M. el-rei D. Allmiso
VI 1 v. em oitavo. 06ra til a peitoai que tratialham
na furo ecelt'instiro.
Taboaireduelivat de medhlas eslrangriras a varas bra-
slleiras, c distas varas quadradas para uso dos que
trabalhain as alfandegas r dos qu s<"n?PP|lcal" au
conimeicio, 1 v., oitavo grande, 1840. ..#000 rs.
Plutarco brasileiro : monumento histrico naejonal
destinado a perpetuara memoria dos filhos do Brasil
notaveis pelo'seu saber virtudes e nobres foilos. Uic-
Boudolllo o prlmelro vol. ntidamente Impresso e
subscreve-se para obra a 6/000 rs. dous volume em
oitavo francez.
CHOCOLATE DR SAUDK.
ATERRO-DA-BOA-VISTA, NA FABRICA DE LICORES,
DE FREDERICO CHAVES, N. 26,
ha sempre um grande sorllmenlo de chocolate de todas
as qualidades Nao se faz preciso diteras boas quali-
dades, por ser conhecldo e por ser bem superior a
outros quaesquer que teem vindo e que veem das ou-
tras provincias do Imperio como tamben da Europa ,
nornue o mesmo fabricante nao se tem poupado a tra-
balhos para o obter superior a todos os que podem se
amesentar. Os piceos das qualidades sao : saude ca-
nrlla e baunillia a 400 r. ; o chocolate ferruginoso a
UOOOrs.alibra. Este ultimo se acha agora mui co-
nhecido c em toda a Europa adiarse mui vangloria-
do, por suas virtudes tnicas; e por esle motivo lorna-se
nuil neerssario nos paites quemes, onde sempre e pa-
decen! as fiouxidcs de estomago e nos quaes, os tni-
cos se tornan, indispensavcis. Na inesina abnca ha li-
cores de todas as qualidades e de todos os precos com
ricas tarjas dour.das, e por preco mais conimodo do
me en. outra fabrica ; genebra ago'ardentedo reino,
di-a de anlz dita de Franca, en. caadas o., en,.garra-
fas ; vinagre blanco e tinto muito forte a 400 c S00
t. a caada; espirito de vinho de 3 grao.
N B.Quera comprar o chocolate cm arrobas, o ohte-
^NbotrcaTa-ruado R.ngel vendem-.e o, reme-
dios seguintes, dos quae. a experiencia tem eeafllMie
o .elbore, effelto, ? denlllico. que tem a propriedade
de llmnar os denles cariados, e reslitmr-lhes a cor es-
to X "... muito poucos das; o uso do dito reme-
do oriV.ca as gendvas e tira o indo cheiro da bocea
proven ente o^a'da carie, como do trtaro que e
neao pescoco desles orgo.; o remedio he designado
pelo, nmeros i. e 2 : orchata purgativa,^,u. ..I1 as
riancas e as pessoas de toda e qualquer idade ; he com-
nnsta de substancia vegetaes. nao contui mercurio.
preco
a 140
Iml tcltillll.l
de 6 .7 e 9
, de 6 em libra;
cha hyson ,
nereas antle-as e que teem resistido ao tratamento -
flm" fe SlleadS ; dito para provocar a .
e^accelerar a acta'o do ulero nos partos naturae em
que nao se precisa das maiioura .elent.nca da art ,
dito para resolver tumores lyn.phal.cos, vulgo glanclu
las ; dito pata curar boubas c cravos seceos, o mal eBk
ca que .econhece al aqui.; dito oximel de ferr., mul-
la til n.n chloroies, vulgarmente chantadas ll,ll('"'
pos anti-biliosos de Manoel Lopes; cansla fle gelati-
na, contendo balsamo de cupahlba ; dita de oleo de
recio purificado ditas de ciibcbas em po fino lW
de assafetida; ditas com pos purgantes; ditas de '">--;'
da China; ditasde sulpliato de quinino de i c 2: graosi caaa
cansla ; algaleas, velinhas elsticas; pilulas de sal deca-
bacinho; agoa das Caldas, chegada prximamente; reme-
diosquecuram a rrialdadedcntrode40dia,uicsmoetao-
do inchado; oleo multo bom para conservar o cabello.que.
alen, de nao delxar cahlr o cabello, llmpa a caspa,
enjo uso continuado fas reapparecer o cabello perdido ,
pilulas especificas para curar as gonorrheas chronlca,
quando a lesao nao pasa da ureta ; igualmente un ja-
rope anli-hemorragico, appllcado nos caos em que e
deita sangue pela bocea : o preco de todo estes reme-
dios he mui rasoavel, c o bon resultado da sua appu-
cacio he que devem faicr ua apologa.
Venderrrse
redes do Maranhao brancas e de cures : na ra da Ca-
deia-Velha loja n. V>. ...
Vendem-se tres bonitos moleques de nacuo oe if
a 16 anuos ptimos para lodo o srrviea ; um bom M-
cravo para engenho porque et.lende bastante do oftl-
cio de pedreiro; mn molrque de IS anuos; um casal
de cscravo, porMOJ rs. ptimos para sillo ou enge-
nho ; um bonito miilatinho de 13 anuos, ptimo pa-
gem ; unta escrava de 22 anno sen. o ineuor vicio ,
con. habilidades ; una bonila parda de 24 auno ; una
escrva para todo e. servico por 250/ rs. : na ra ao
Agoas-Verdes, nr46.
Continiia-sc a vender chocolate novo por
commodo ; caf moido a 180 rs. ; dito em grao ,
r. ; cevada.. a 100 rs ; passas a 240
Inglesa atOOr. ; velas de carnauba ,
320 rs. a libra ; espcrniacete a 7.'0 rs.
u.antelga inglexa a 400, 500 e 720 rs
bom a 2#000 e2^560 rs. ; aletrla a 24u rs^; naiinauc
porco a 320 rs. ; toucinbo de Santos a 200 riti-
II.n alpisla a 640 rs a Dula ; arroz de cisca a AfW r.
oalquelrr, pela medida velha no pateo do Carino ,
esquina da ra de lionas lado dlrel(o n. 2.
Vende-se uina pela de natao de 3S anuos pou-
co mais ou menos quecozlohao diario de una casa, l
lava e engonima : por detrs de S.-Francisco travs*
da ra Helia n 6. ._
Vende-se nina garrafa de rob-anti-siplillilico de
iJll'etcur, com a sua competente inslruccao pralica
para uso do mesmo remedio : na ra do Cabuga 10-
Vendem-se duas venezianas em bom uso : na ra
larga do Rotarlo, n. 35, loja de niludc/as.
-- Vendem-se cinco aeces dacompanliiade Ueberitie,
r um reloolo patente inglet, sabonete de piala, limito
bom regulador, na ra da Concordia, u. 2o, prlmelro
andar. ,
Vande-se una mulata de bonita figura, que sabe a-
var, coiinharrcoter, por preco commodo: na ra uo
Oiiarteis, n. 22, segundo andar. .,.
_- Vende-se unta coiiiinodadc conduru ; urna cama
de Jacaranda para casal com seus competente en-
xergoes colchocs em inulto bom estado, por pirco
commodo : na ra da Cnu no Rcc.fc loja de tiasle,
do Sr. Antonio Jos Coelho. ...i|0
Vendem-se tranceln ; anuelf.es; mcdalhas, hun-
cos ; boles; e outras mais obras de ouro ; colhcr.es de
prala pata sopa ; urna colcha; superiores sarUlunas .
na ra do Rangel, n. 11.
Ao publico.
Ricardo & Companliia com loja de fa-
fazcudasao pe do arco de S.-An-
tonio n. 4
Os proprietarlos deste novo estabeleclmento teem a
suu.n.a satlsfacao de annunclar cora preferencia a
senhora e srnhore ainante da decencia e do lublime
Koslo me teem sncceislramente sonido o seu estabe-
leeiitiento com fatendas linas, tanto apropriadas ao
sanio tetnpo qtiaresmal como qnelles que, sendo de
gala reqiierein malsbrilho, galltarder.a e loi^ainlta, que
levando subida vanlagem no sublime gosto e uperlo-
ridade na qualidade etn quaesquer outras que encon-
trar se possam estao alui disso em preferencia*
ttuarsquer outras por mais balxo e mdico que seja seu
preco! epara que os concorrenlrs tenhan. disso uina
affirmatlva e nao conlradietorlasprovas.abatxo se decla-
ramos piceos de alguinasdellas, por uao se poder fa-
,er de toda pelo limitado espaco de un. annunclo :
sarjas ..reas largas de boa seda liespanltola a 2/ rs.
ncovado; dita estrella de multo superior qualidade .
, 1/500 r. ; dita estrella lav.ada de muito superior
seda a 1^800 rs. ; vestidos de seda do "'dhor gosto ,
l.rancos de cores, lavrndos e acha.nalotados, a 2/
rs.o covado ; alpaca de lustro, da mais superior quali-
dade a .#440 rs. ; corles de collrle de velludo de qua-
dfose de'.tras, superior fa.enda a M000 rs. ; dito,
de goiguraodesedalavrada a 5/rs. ; ditos de gorgu-
rodelae seda, a l/llOO rs. ; r.qiiissi.nos corte de
vestido genovezes, com listras de seda eque seus avi-
vado lavrores exceden, no goslo, npparf nela e brllhan-
tismo a propria seda ; ditos de can.braia de cote,, de
lindo estampado a Ale S#000rs. ; dito de lan.inha,
do mellior goslo existente no mercado e com primo-
roso laviado a ft'400 rs.; cotes de velludo brancolavra-
d prop'iZ ^r casamento (collete).a 10|O00r. ;cr,c.
ic colletc de setin. de cores lavrada a OliOrs. lUfM
de pellica enleiladas ; ditas sem dedos de boa seda ;
nielas de seda para lionirm c senhora ; panno finos de
cores preto .cor de azeitonas azul, verde-escuro e
cor de rap: ha tambera um sorl.menlo completo de
casimiras pretal, corde azeitona, lxa aniarella, atul-
escuro c claro, c encarnado, que se tornara recoinmrn-
davels aos Srs. alfaiates para golas, libres assim com
posta de substancias veg
competente penhor.
*. Vendem-se, I bordo do patacho ffl^l"
Tartaruga, vin.lo da ill.a de S.-M.guel l0"c'ad"
,1c Dcdra, muito boa para calcamonto do "s
VXn. n-ado Vigario.n. 8. N "lesma easa tamben
vende-se um poreflo de pegas de 6/00 rs., oncas o
S='Vende-se ura allmete cora um MI^ISape
tres quilates pouco mais ou menos : na ra das Uran
geiras, n. 18. molenue de 16 a 20 anno ,
Vcnde.u-se^lmdosmm 4 ^ ,,,
:e:1r,n?ddele.ao..i;,.o ca.Liro ; 5 nretas de 20 |*
24 Ln.s con, habilidades, tendo urna dellas bom
frite "co.n una cria de un. anno ptima par* e
dimamar ...napretadeidade. por 200/rs. : na ra
do Collegio! ... 3. segundo andar, se dlra quera vende
___Fr.tot, espirito de dirello vende-se n* prcad*
Independencia, livraria, ns. 6 e 8.
Vendem-se 7 escravo, endo : 5 pretas mocas e
de bonitas figuras, proprias para todo o lervlco de ca*,
e entre rilas urna com una cria de 9 mezes ; ura pr-
da de 18 anno, de multo linda figura e que cose e
enaomma soflrlvelinente ; ura pardo da meiin Idade .
proprio para pagera : todo sera vicio era achaques :
na ra da Cadcia de S.-Antonio n. 25.
Vcndem-*e bracos de balanca grandes proprios
^A^T^^V'^'^i^^^^ para armazem de assucar: na ru. Nova, loja Je Cerra-
curar calos, ein poucos das; dito par* cur.r dores ve-1 gen ,0.41.
i

ILEGIVEL


-4
.""" A bordo do patacho nacional S.-Joi-Americano,
chegado prximamente do Ait, e fundeado dcfronle da
Lfngoeta, ba superior sal para vender: quera convier
dirfja-se a bordo do inesrao, ou a ra da Crui, no Recife,
casan. 66.
Vendem-se2 ce vados criado em um sitio perlo
da praca, como sustento de milho e farinha e comi-
das boa, que ppr issn dcve er a carne saborosisslina ,
e tal vez deite para mais de 6 arrobas cada um : ha ra
da Oadea do Recite, n. 25, se dir onde eslao.
Na lo ja n. 16 da ruado Crespo ,
la esquina que vira para a ra
das Cruzes, de Jos Manoel
Alonteiro Braga,
vendem-se ricos cortes de vestidos de seda para se-
nhora, proprios para bailes pela sua delicadeza e
liom gosto assitn como brancos, o mais rico possi-
vel para noivas ; cortes de cambraia de seda, com
(lores adamascadas, de muilo ricos, padrOes; los
pretos muito superiores ; e outcas multas fazendas
ne gosto, que polo pouco espado torna-se impossi-
vel menciona-las.
Vende-se urna barretina; um bonete; urna
grvala para guarda nacional, em meiouso ; um
relogio, saboneto de prata um methodode piano,
porAdao; ludo isto muito barato: na ra da Sen-
zilla-Velha u. 50, primeiro andar.
No Aterro*da-Boa*Visla,n.84,
vendem-se sapatos para menino a lOO rs. ; ditos para
senhora de setim e de panno, a t/000 rs. ; ditos de lus-
tro, a 1/440 rs.; dito para homein de marroquim ,
a 8C0 rs. ; ditos de panno e de lustro, a 1/000 r. ; ditos
de cabra a 560 r. ; ditos de cordovao a 600 rs.
borzeguin preto e de core a 2/800 rs.; bolins e
meios ditos ; sapatdes ingleze* a 3O00 rs. pelle de
marroquim, a 1/000 rs.
- Vende-se chumbo de mu-
nicao bem sortido i na ra da Ca-
deia do Recife, n. 48, casa de Ja-
mes Ryaer.
Chcguem a pechincha!
Na ra da Alfandcga-Vclha, n, 38, vende-se arroz pi-
lado a vapor, de primeira qualidade, chegado. ultima-
nente do Maranhao, vindo pelobrigue-escuna Veloi, em
pequeas e grandes porces a vontade do comprador, em
saceos de 4 ao preto de 2500 rs. a arroba: as pessoas
que quierem comprar inaior porcao, levaro ao preco de
2/450 rs. a arroba.
Na rua estrella do Rozarlo, n. 22, 1." andar, casa do
encadernador Francisco Antonio Bastos, vendem-se as
cgulnte obras por preco muito commodo:Vida de D.
Fr. Ilai tholomeu; Imagein da vida christaa; Macarrone;
elemento deFonsecaHplstola do erangclbo ; Escola de
Eoltica; Fonte de anta-Catharina ; Memioiados ritos ;
xerciciosquotidanos;Medilacao da paixao! Pralica ex-
hortatoria ou novo ministro; Retrato da inorte; Historia
Sagrada; Miserere; Hizope, poema; poesias de Souza ;
Horas da Semana-Santa; ditas portuguezas; Resumo da
historia sagrada; ditas grega e romana; dita geographlca;
e tambera teui boa tinta preta deescrever, encader-
na todas as qualidades de obras com promplidao e
azscio, e apara papel ludo por preco multo com-
modo.
= Vende-se urna parda de 12 a 16 annos pouco mais.
ou menos sem vicio algum e que cozinha, lava, cose
ctem principios de engommar: na ra do Cabug to-
ja de miudcias n. 1 D.
Vendem-se duas commodas de oleo e 1 canap de
Jacaranda por.preco multo commodo : na ra da Ma-
dre-de-Deos armazein n.26.
Medicina universal.
Pitillas vegetaes de James Morison.
A. medicina vegetal universal he o resultado de 20 an-
nos de investigares do celebre James Morison. Por
mel dcstas piiulas consegulo seu autor innmeras e
admiraveis curas desde as affeccoes que atacara as
criancas de nelto at "jj^ji- chroicss <> auemu.
A Europa saudou f%m nedio como remedio univer-
sal para todas as doentJB Ktc hoje anda nao fol des
uentido tal titulo.
Esta medicina vem acompanhada de urna receitarjuc
ensina e faclliu a sua applicaco. Consiste em tre pre-
parares a saber : duasjaualidades de piiulas distinc-
tas por nmeros, e umjlo : cada qual goza de modos e
acedes diversas.
As piiulas ii. 1 sao aperitivas; purgara sem alalo os
huMinies biliososevicosos, e os expulsara com elRcacla.
As do n. 2 expulsara com esse humores igualmen-
te com grande Torca, os humores serosos, arres e ptri-
dos, de que o aanguese acha a miudn infectado ; per-
correm todas as panes do corpo cessam de obrar
quando teem expulsado todas as impurezas.
A tercelra preparacao consiste em urna limonada ve-
getal sedativa: lie apera ti va, temperante e'adocante: tor-
na-se em coinraura com as piiulas e facilita-lhes os mc-
Ihores elTeitos.
A posieo social do Sr. Morison, a sua fortuna lude
pendente repeliera toda a ideia de charlatanismo ; e as
admiraveis curas operadas com o srusystema no col-
legiode sadede Londres, sito mais que garantes da
efneacia do seu remedio.
Recommonda-sc esta medicina que nao pede nem
resguardo de tempo nem de posicao da parte do docn-
te a todos os que atacados de molestias julgadas in-
eui i vi'is se quizerrm desengaar da sua virtude.
Oxal qqc a humanliladc feche os ouvidos aos inte-
ressados em desacreditar estes remedios tao simple ,
to coimnodos e tilo verdadeiros.
Vendem-se smente em casa do nico e verdadeiro
agente J.Elstcr O. na ra da Cadeia-Velha n.29.
TU
I] Vende-se,na ruada Cruz, n. 23,
Kt cera em velas, de tima das melho-
m res fabricas do Rio-de-Janeiro ,
JL. .sci I menlo vontade do rompra-
7V dor, em caixas pequeas e por
jj preco mais barato do que em 011-
T) tra qualquer parte.
5
lN ra da Cadeia do Recife,
loja de miudezas, n. 9,
acha-se venda um grande sortimento de
bichos de massa, de todo e qualquer ta-
manlio, proprios para ornamento desala.,
xnuzo e presepios, os quaes vendem-se
muito baratos, dinheiro a vista
Pechincha igual anda nao vi!
Na esquinado Livramcnlo, loja do nicho, vendem-se
chales de lia, de ricos padrOes, a 2/240.
- Vendem-se nielas para meninas c que tambera ser-
vem'para meninos de 5a6annos,a 160 r. o par: na ra
larga do Rozado, n. 35.
ra ra da Cadeia-Velha, n.
9, loja de *J. O. Elsler,
vende-se vinho do Porto de diversas
qualidades ; dito da ftladeira ; dito de
Slierry ; dito de Bordeaux ; dito Cliateau
la Rose \ dito S.-Julien, dito do Rbei-
no ; ditodo Rbeine-mousseux ; dito Tene-
rife dito de Bucellas ; dito de Carcavel-
los ; dito de Lisboa ; champanba sellery ;
dito marca cometa ; ago'ardente de Fran-
ca; cherry cordial ; marrasquino; gene-
bra de Hollanda ; ponche fifio da uis-
sa ; cha preto ; dito hyssbn e perola ; bis-
couto fino de Hamburgo, em latas ; vidros
de conservas de verduras ; charutos rega-
la finissimos,da Babia ; velas de composi-
co ; latas de carnes e verduras em con-
servas. Adverte-se que tudo he da melhor
qualidade e por precos rasoveis.
Na loja nova n. 4, do baratei-
ro, ao p do arco de S.-
Autouio, vende-se :
Primor e bpm gosto para vestido o covado a /320
Mantas de cambraia avradas de seda, a 5/000
RUcados fraijicezes, o covado a...... /240
Ditos largds, ............ /)20
Luvas pret de seda, com dedos a l/ooo
Cortes de fnstao de la e eda para collele, a 1/000
Ditos de seda e de sellin lavrado a frauceza ,
got6 asseiado a......
Chales de laa c seda goso rico, a' 6/400 e
OambrlOe para calcas fingindo casimira lis-
trada, o corte a ... .....
C.*',t,r! t>reta 8UPrflna. o covado '.
Uiales de seda de ricos Ivrores de 13/a ,
DSO-se amostras Sobre penhores.
..w~, ye"de->e u> fiteiro, proprio para qualqner rs-
-u'"ne.nt0 U'"* ""** rdun(la de iacaiand para
ineip de sala usada : na ra da Cadei* de S.-Antonlo,
~ Vendem-se acefles da extincla companhia de Per
nambuco eParahyba: na ra da Cruz do Recife, n. 9,
escriptorio de Oliveira limaos & C.
Champanha.
Vendem-se gigos com 12 garrafas de vinho de cham-
panha, de qualidade muito superior, era casa de J. J.
Tasso Jnior, ra do Ainorim, n. 35.
A ,9440 rs.
7/0OO
7/000
1/580
3#1)00
2:i/tM)o
Na loja nova n. 4, de Ricardo na ra Crespo ao p
do arco deS -Antonio vendem-se corte de cassa da
afamada fazenda pelle-do-diabo padrdes novo taes
c quaes o da casimira franceza.
A 720 rs. cada um.
Na loja n. 4, de Ricardo na na do Crespo, ao p do
arco de S.-Antonio vendem-se lencos de seda para me-
ninos e meninas, pelo mdico preco'de 720 r. cada
um.
-Vende-se azeite fino de gerselim, para comer e
para lu7 : no deposito de azeite de carrapato, na ra
da Senzalla-Veiha, n. 110.
VELAS DE CERA DO RIO-DE-JANEIRO E DE LISBOA
Ve nde-se sortimento completo de urna a 16 em libra ;
bogias de 4, 5 e 6 ev libra e baranddrs qur Pin calzas
grandes sentidas quVr era caixinhas de 50 libras de
cada qualidade ; ludo ao gosto do Comprador : lie a me-
lhor e mais alva cera que tora apparecdo e pelo preco
mais barato possivel. Sprua da Schzalla-Velha, arma
zem de Alves Vianna n. 1TU,
No Aterro-da-Boa-Vsla, loja no-
va n. 24, vende-se
superior sarja preta hespanhola a 2/200, 2/800 c 3/rs.
o covado; superior casimira preta a 3/200 rs. o cova-
do ; pannos pelos ; merinos ; alpacas por muito bara-
to preco ; casimia escarate, para fazer capas do SS.
Sacramento; lencos de seda de cores para grvalas, a
2/ rs.; ditos pretos, a 1/, 2/, 4/ e 6/ rs. de gorgurao;
ditos brancos de cambraia com bico e sem elle para
uni do senhora ; cambraias lisas muito linas para fa-
zer lencos para caneca de senhora, c outras faiendas
baratas, como sejam : chitas pretas com listras azues ,
a 160 rs. ; ditas pretas achamalotada fingindo seda la-
vrada a 200 rs. o covado; ditas de cores escuras a 120,
160 200c240 rs. ; mursulinas de cores a 240 rs. o co-
vado; (esta fatenda he inuilo bonita, pois-lingc seda) as
im como nielas pretas Anas, para senhora c para pa-
dres a 240 i s. o par.
Vende-se cal virgem em niela barricas chegada
ltimamente ; calas vasias para assucar ; urna porcao
de pesos de ferro, de duas arrobas ; seiras grandes para
selrar uiadcira ; tudo por preco commodo: na ra da
-Muida, armazein n. l7.
= Vendem-se moendas de ferro para engenhos de as
sucar, para vapor, agua e bestat, de diversos taannos,
por preco commodo e igualmente taixas de ferro coads
e batido, de todos o* lmannos: na nraca do Corpo-San-
to, n. 11, em casa de Me. Lalment Si Companhia, ou na
ra de Apollo, aruiazem, n. 6.
Na loja n. 4, de Ricardo ao p
do arco de S.-Antonio,
na na do Crespo vendem-se lencos de flnissima cam-
bala arrendados c bordados com bico em voltaJ
proprios para man de seuhora de-lindisslino gasto, pe-
lo mdico preco de 640 a 1/280 rs. cada um ; chitas de
cores fixas de ricos eslampados a 160, i80, 200, 220 e
240 r. o covado.
Vende-e, no primeiro andar do sobrado n. 3 da ra
do Aterro-da-Boa-Vista, urna arroba de prussiato de po-
lassa (.ryannfrrruro de jwlasiium).
Vendem-se 7 calzas de vidros de relevo para vi-
draca os quaes laoexcellente por nao dclxarein de-
vacar de fra para dentro das casas: na ra do Trapi-
che casa de F. H." I.nttkens
Vendem-se bico do Porto-ou tremolas largos e
estreitos, imiito'-fu opi ios para babados por preco mul-
to commodo : na ra do Crespo, n. U loja de Jos
Joaquim da Mlva Maya.
tica; los pretos; sarja hespanhola; e todo o sortimento
de fazendas finas proprias para a Qaresma : na ra
do Queimado, loja n. 11, de Raymundo Carlos Lclte.
O novo barateiro da loja nova,
ao p do arco de 9.-An-
tonio, n. 4,
avisa ao respeitavel publico que tem ricos pannos para
mesa, de casimira fina com vista* e psssag'n* hist-
ricas a 25/000 r. cada um ; ditos de laa e algodo ,
com rico desenlio a 4/5000 rs.; pannos Unos de to-
das as corea e preto muito superior de 4/000 at
IWO0O is., verde e cor de vinho, de lindo panno, a
6/500 rf. dito azul para farda, de 4/a 6/WO r. ; Iuvas ,
tanto de pellica como de seda e de algodo com borra-
cha para boinetn e senhora. Dao-se amostras sobre
penhores.
Vendem-e latas com biscoutinhos de araruta e'
herva-doce chegada ltimamente do Rlo-de-Janeiro?,
por preco commodo : no armaiem do Braguez, ao p
do arco da Conceico.
Vende-4jjm escravo de 20 annos, bom cozi-
nheiro de um tudo ; um dito bom bolieiro e que tra-
balha de alfaiate ; um dito bom para todo o traba-
dlo da praca e do campo; 2 pretas mogas, urna del--
lascngommB, cozinha e lava ; urna parda com duas
lilhns, urna de 6 annos e a outra de 4, a qual cose,
engomm a e cozinha ; urna dita de 16 annos, pti-
ma para se educar: na ra do Crespo, n. JO, pri-
meiro andar.
Vende-so urna escrava que cose e engomma :
na ruada Matriz da Boa-Visla, n. 33, segundo an-
dar.
Ahrens, ordenaeoes notas
Mello.
Vendem-se eslasobras, na livraria da esquina
do Collopio.
Veinle-se urna porcao de sapatos vlndos do Ara-
caly por preco commodo : no largo de S.-Pedro, n. 1.
Itua do Queimado, n. 11.
Na loja nova de Raymundo Carlos lclte acba-se Um
completo sortimento de fazendas finas o mal -em con-
ta possivel; assiin como chapeos do Chill finos e or-
dinarios; o famoso panno de liiiho e as chita asseti-
nadas pretas ; chale e mantas de teda; corle* de cha-
l os mal moderno que ha ; merino e alpaca fina ; o
verdadeiro hrim de llnho de Ultras, para caifas.
Vendem-se dous relogios novos patentes Inglezes ;
sabonetes dos inelhores autores que teem apparecido
prcentimente; um rico palitelro; una bandeija, para
el neo copos; doze colheres para sdpa, ndo a prata de
lei; umnquisslmo annclo, com um grande brilhante;
dous trancelins, um para senhora e outro para hornera;
um relogio de prata domada, tabonete horltontal;diver-
sas obras de ouro, as qiiaes obras se mostraran ao com-
prador, e por preco commodo : na ra cstreita do Ro-
zarlo, n. 30, segundo andar.
Vende-se una preta de melaldade, denacao. por
preco com mu do : na ra da Conceico da Boa-Vista,
n. 40. ?
Vendem-se riquissimas fitas de seda, do ultimo
gosto, para cintirosechapeos ; Iuvas do pellica,
seda castor e fil, para liamem e &enbora, das mais
modernas; cartas para "voltarete ; ricos suspenso-
rios de seda com borracha; bicos pretos e brancos
finos ; lencos de soda para grvalas o para senho-
ra do ultimo goslo; meias de seda, de patente ,
brancase pretas; eoutros muitosobjectos de gosto:
na praca da Independencia, n. 39.
l\Ta ra do Crespo,
loja ii.lff. de Jos Joaquim
da Sil va Maya ,
vende-se alpaca preta a 800 rs. o covado; dita muito
fina, preta o de cores, por barato preco; merino
preto, muito superior; panno fino preto e de co-
res; casimiras elsticas, de duas larguras, para
caicas, a 6000 rs. o corte; velludo ; gorgurSo de se-
da ; setim para collete; tudo por preco commodo;
fustdes para colletcs; e outras inuitas fazendas,
tanto para calcas como para vestidos de senhora ;
tudo pelo barato.
i\ ovo chal, a 400 rs o covado:
Na esquina do Livramento, loja de seis portas, vende-
se novo chalim de ricos padrOes, a4O0 r. o covado. A
elles freguezes, ante queacabem.
Loja de Jooo Chardon
Aterro-da-Boa-Visla, ri.5.
Nesta Joja acha-se um rico ortimento de LAMPEOES
PARA CAZ com seu competentes vidros accendedo-
i-es e abafadores.
EsteS Ci'ludC l'OS sao o melbores e
mais modernos queexistem hoje : recoinmendara-se ao
publico, tanto pela seguranca e bom gosto de sua boa
confeccao como pela boa qualidade da luz, economa e
asselo de seu servlco.
A a IIICSII)a loja o consumidores em-
pieacharoum deposito deGA' de cujo e afianca a
qualidade, e em porcao bastante para consumo.
Vinho de Bordeaux
de superior qualidade, em caixas de duzia, por preco
commodo: vende-se na ra da Cruz, n. 10 armazcm
de Kalkinann Roscninund.
Na ra da Senzalla-Hova, n. 3o,
(padaria) vendem-se juncos de superior,
qualidade, em porcao e a retaldo,' e por
menos do que em outra qualquer parte.
Vinho de Champanha
de superior qualidade : vende-se na ra da Cruz, n. 10,
armaiem de Kalkinaiin It Rosenmund.
cortes de collete de seda de diversas core ; tudo n*r
preco commodo. P
Ricos veos pretos de Hnho
lindas mantas de leda ; borzeguinspara senhora in,-
de seda preta para senhora ; dita* para padres HnU'
tos de lustro para hornera e senhora ; Iuvas d .S'
preta para senhora ; ricas flores para cabeca ; c ouirj
multas fazendas de gosto que se vendem por preco m, \
to commodo : na ra Nova n. 8, loja do Amara).
Vende-se uma canoa aberta que p6,
ga em mil tijolos de alvenaria ; urna dita
meiaaberta, pequea, retiicada de no-
vo ; nma dita de conduzir agoa: tudo
por preco commodo : na ra da Senzal-
la-Nova n. 7.
Vendem-se batatas afooo rs.
no caes da Alfaudega, armazem de Fran.
cisco Dias Ferreira.
j Vendem-se 7 cscravos de ambos o sexos a saber
1 preta que lava, coe, cozinha e engomma, calada com
um cabra bom serrador ; 3 pretos e 5 preta* bons parj
o servico de campo ; todos estes escravos s5o mocos t j,
boas figuras : na rua do Queimado com trente nam -,
largo do Colleglo. n. 33
Vendem-se 50 toneladas de pedras para tadrilhode
rua* ou caes por preco commodo : na rua do Trini
che, n. 44, a fallar com Pirmino Jos F. da Rosa. '
== Vendem-se chita limpas, a seis vintn*o covado
e a 4/600 rs. a peca ; ditas limpas e escuras de inuilo
bom panno e cores fixas ,"a5f600rs. a peca, e a reu
Iho amela pataca ; sarja preta limpa e superior, a
1/400 t. o covado ; o Guarda-I.ivros moderno em boin
iimi : na rua estrellado Rozarlo n. 10, tereelro andar.
Vende-se urna pipa chela de azeite de carrapato
na ruado Rangel, n. 5.
- Os cncarregados da qui-
Ldaco da massa de Fernando de
Lucca vendem o estabelecimen-
to do mesmo, constando da ar
maca o do armazem, gneros e
dividas activas, etc.: quem pre-
tender este negocio, dirija-se sera
dernora aos liquidatarios.
- Vendem-se chapeos pretos
francezes para homem, as mais
lindas formas que teem vindo ao
mercado : na rua Nova, lojan.
8, do Ainaial.
Excellente rap.
Acha-sc aberto um novo deposito na rua da Crui,
n. 44, de superior rap tanto lino comogrosso e meio-
grosso de Gasse da Baha e por muito commodo preco.
Acha-se a venda no dito deposito, e bem assiin no
bairro de Santo-Antonio as lojas dos Srs.: Filippc
de Santiago Joaquim de Abreu, Henriques & |Com-
panhla ; Alineida e Campos Antonio DorainguoFer-
reira Joaquim Monteiro da Cruz St Companhia,
Manoel Jos da Costa Oliveira ( udeceira & Guiuiaraes;
bairro da Boa-Vista os Srs. Antonio Arres de Castro k
Companhia, Caetano Luiz Ferreira; bairro de S.-Jos ,
os Sis. Joao Jos Pinto de Oliveira, Vicente Jo* Ta-
vare*.
Escravos Fgidos.
Pannos pretos finos
e decore, e novona.lola; verdadeiro setim e lenco*
ae Macau; chapeos de *ol, de seda ; casimira preta elas-
No Aterro.da-13oa-Vista, def-on-
te da caJunga ,
a dinheiro a vista est o barateiro torrando por todo o
preco o srguinte : sapatos francezes de inarroquin,
cordovao, duraque, setim e de couro de lustro, par
senhora ; bolins dcinai roquim ; sapatos de clcheles ,
para mciiiuoa por todo o preco; lapates iuglezei, pa-
ra homem ; ditos francezes de lustro, de nina e duas
pala; ditos de entrada balxa ; ditos de inrrnquin e
tpele ; borzeguius gaspeados para homem ; sapatdes
blancos, de Lisboa, para humera ; sapatos de ruino de
lustro, duraque e cordovao, para euhuia ; borieguins
gaspeados para senhora ; bonetes de palha, a i2 rs.
pelle de eduro de^uilro de multo superior qualidade;
R. 100/000
Do abaixo ossignado fugio, no dia 26 de dezembro de
1845, o seu escravo crioulo de noine Antonio, de 26
annos pouco mais ou menos com os signaos sgulnle'
estatura regular corp chelo olhosamortecido, fal-
la descamada ; fol comprajo a Manoel G.i'ldiuo Wauder-
leilin morador no rngenho Brejo-Novo emSerl-
nhaem ; dlteni que fra quera o eduzio par fugir e
que o tem tldo sempre e contina o ter em seu poder ,
ora no dito engenho Brejo-Novo ora no dei.orainado
Po-Sangue tambera em SerinhSem de proprledade
de um seu prenle. Roga, portanto, o mesmo abaixo as-
signado a autoridades policiaes do referido lugr aap-
prehenso do dito seu escravo, rogando-a tambera i
qualquer particular, a quem promette a gratificacao de
100/ rs. logo que lhe entregue o dito escravo na rus
Direita deta ciade sobrado n. i21 ou no engenho
Pintos, na fregudia de S.-Amaro-Jaboalio.
Joii Fernando da Crut.
Digo eu abaixo assignado que entre os mal bens I
que possuo, de mansa e pacifica posse livres e desem-
baracados de liypotheca ou penhoras, he bem assiin o es-
eiavo crioulo de nome Antonio o qual o lime por
heranca de uiru fallecido pni; cujo escravo vendo, e de
facto vendido lenlio de huje para seinprc no Sr. Jos
Fernando da Cruz, pelo puco e quaniia deOO/OflO rs.,
que recebi ao paisar drste em mocita correte para
que cedo e traspasso Inda a posse e dominio que nelle
tinba, ao sobrcdlto comprador o qual o possuircoma
eu que he e fica sendo de boje para sempre pagando
o mesmo comprador a ciza. r. por ser verdade pedi c
roguei a Joaquim da Fonseca finares de Figueirrdo que
este por iiiiiu fizesse no qual rae assgnu com as tes-
lerauhhas abaixo assignadas. F.ngenho Pintos, 2(iile
junho de 1844. Manoel faldino Wanda ley Lint --- Como
test< multas padre Jrronymo Karreiros Rangel, Jo-
quim da Fonseca Snaresde Kigyciredo. Pagou a ci-
sa como consta do recibo n. 18.
Fugio, na imite de 7 para 8 do inez patsado da ca-
ta de Jos Clan diiio Le te na rua larga do Rozarlo um
pardo, de nomc Josc, de 22 anuos de bonita figura, ol-
io, um pouco cheio do corpo cabellos corrido e pre-
to claro ; tem urna cicatriz em uina perna testa pe-
quena lentes limados poucos cabello* na barba,
gagueja quando falla ; he bom olllcial de aapalelro ;
cosluina a tratar-se como forro i quem o pegar leve o
dileJos Claudino Leile na mesma-rua por cima da
botica de Bariholoiiieu Francisco de Souza que rece-
ber 50/rs. de grailflca(fio.
Anda continua a eslar fgido desde a noite
de sabbado, 419 de agosto de 1846, o molecoto Fran-
cisco de 18 annos, pouco mais ou menos, olhos
grandes, beicos grossos, nariz chato, denlos liu-
dos sempre muito risonho, e apezar de ser de lu-
cilo, falla como crioulo por ter vindo pequeo; le-
vou camisa de ajgoduozinho calcas de ztiarlo azul,
unssuspensorios de meia do cor, urna jaqueta de
panno verde rola no cotovello esquerdo, chapeo de
palha e urna truxa com o resto de sua roupa ; per-
tenco ao Sr. Francisco Lourenco da Fonseca, do Rio-
(>rande-do-Sul : prorriette-se generosa recompensa
a quem o pegar e levar a ruada Senzalla-Veiha,
n. lio, casa de Alves Vianna.
PERN. .' ^A TYP. DEM. F. DE fARlA. 18|
y
ILEGIVEL

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