Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08750

Full Text
ni"
Searunda feira $X
0 DIARIO nublicn-se todos os das que
o faic.n de guarda : ,o prejo da assigna-
"rth/df 4*>oW por cartel pago, aoW
mm" Os anuncios dos 'signante, eao m-
"ridos a razio de 20 rls por linha,40x8.
', uno difforenlc, cas rcpcticSes pela me-
Tfte Os que nao forem asslgnantes pagao
) rs. por linha, e 160 cm typ.diftercntc.
PHASESDALUANO MEZ OE FEVEBEIRO.
r,cente a 3 as 2 hor. e 51 mln. da man.
'-SeU a 11 as 6 hor. e SI mln- da man.
Snte a 19 as2 hor. e 23 mln. da man.
f,"a nova a 25 5 hor, e II mln. da tard.
PARTIDAS DOS COHREIOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas felras.
Rio Grande do Norte, chega as quartaa
feirasao nielo dla.eparte asmesnias ho-
ras as quintas felras.
Cabo, Serinhacm, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1.*, 11 e 21 de cada un/.
Garanhuns e Hortito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 ejfc
Victoria as quintas feiras,
Olinda todos os diaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primejra a 2 h.e 54 minuto*da tard<
Segunda a 3 h. e 18 minutos da inanhaa.
""
Ffivereiro.
AnnoXXII N. M.
das da semana,
23 Segunda S. lzaro, aud. do J. dos orf.
edo J. do C. da 2. v., do J. M. da 2. v.
24 Terca S. Mathias, S. Pretxtalo, S. E-
delberto.
25 (Juarta de Cinta. S. Cezarlo, aud. doJ.
dociv. da 2. r., e do J. de par do 2. dlst.
26 Quinta S. Torcato, aud. do 3. de orf., e
do J.M. dal. v.
27 Sexta S. Eustoqua, aud. do 3. do civ. da
1. v., edo J. de par. do 1. dlst. de t.
28 Sabbado S. SeraplSo, aud. do 3. do civ.
da 1. v., e do 3. de paz do 1. dist. de t.
1 Domingo S. Seutbcrto.
CAMBIOS NO DA 21 DE FEVEREIRO.
C.imr. sobre landres. 27 d. p. lf a 60 d.
*aris 350 ris por franco.
Lisboa 105 p. c. pr. p. m.
Desc. de lct. de boas Urinas 1 '/, p. % mr*
Ouro-Oncas hespanhol.is 30^500 a 31/000
. Moeda de#400vel. OSOO a 17*000
. de 07400 nov. lOffiOO a 16/800
dc4O00 8/700 a 0/100
Praia-Patacfles .... 1/940 a 1/960
. Pesos Conminaros I*. n lf)70
Ditos Mexicanos. .HKO a 1*880
. Prata Miada 1/800 a 1/720
Acedes da C do lleberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE FERIVTAMBUCO
PARTE Off IjSlU.
G, .,,!.ir i\; r\ravhoin
- < ii" v*"-v. i* .?* '" -------
MPEDIBKTB DO DI 18 DO COAREIITE.
OflRcioAo Exm. presidente d Parabiba, declaran-
do, que em eumprimento dos imperiaes avisos, mencio-
nados na informicio, que lira remelle, do inspector d
ihesouraria da faienda, nio pode o agente daquella
proriocia ser admiltido a fiscaliser as reipeclias rendid
as dreiias repartic5ee, onde se'eUas arrecadio, mas
apenas requerer, no carcter de simples proojiiador.
ludo quanto orna tal errecedacio Ihe parecer apro-
vetavel. .
Dito Ao commandaote das armas, icientihcando-o
de baver conceJidoao primeiro cadete do segundo ba-
talhao de artilharia p, Maximiano Henrique da Silva
Santiago, a licenca, que para esto Jar os preparatirioi
neeeisarios para a escola militar pedio elle no requer
ment, que S.Exc. favoravelmente informo a 17 do
. corrente.
Dilo- Ao mesmo, intelligencianao-o da coneesilo
da licenca, que no requerimento, que veio eom o seu
oIBciode l6detemei;pedioGaldinodeOliveiraJacome
para continuar a estudarem os preparatorios tres filhos
seus, que esli com praca na companhia de cavallaria
de primeira linha.
Dito- Ao mesmo, determinando, mande presentar
um soldado de cavallaria ao juii municipal da primeira
vara, para levar uns oIBcios deste eos subdelegados de
S.-Louretico-da-Malta eJaboatio.Participou-ie ao
|uiz municipal da primeira vara.
DiloA' cama/a municipal desta cidade, determi-
nando, que ao engenbeiro em chefe das obras publicas, e
para pagamento do que se ha gasto com os preparos da
galera da allaodega, onde vai trabalhar o jury, mande
entregar 700* rs. da quote do $ 13 doartigo2. da lei
provincial n. 141 de 19 de maio do 1845. Partiei-
pou-se ao engenbeiro em chefe das obras publicas.
PortaraReformando o coronel chefe da primeira
legiao da guarda nacional do municipio do liedle, Jo-
si Francisco Mainede de Almeida, e o respectivo major,
Thomai Jos da Silva Guimio Jnior. Forao substi-
tuidos o primeiro por Jos Peres Campillo, o segundo
por Jos Egidio Ferreira ; efizeriose as participarles
do estylo.
Commando das Armas.
EXPEDIENT D<> DA 16 DO, CRREME.
Offic-oAci presidente da provincia da Parahiba do
Norte, requisitando as guias das pracas do redutido cor
po provisorio de linha, que se acbio em sersieo neila
proviocia, aa quaes por aviso da repartilo da guerra de
26 de Janeiro ultimo pesiarlo a ser consideradas praca
effectvssdo quarto batalbio de artilharia a p.
lllm. Sr. Nio lando sido destruida por lei alguma,
de que este commando tenba scienria, a competencia,
que o regulamento de 1763, a resolucio de 18 de feve-
reiro de 1764, e outraa disposicoes legislativas, dio aoa
commandantes decorpoa, para fazerem julgar emeonce-
Iho de guerra os deicrtores, cantes se deprehendendo
do ait. 20, 13 do posthumo regulamento de 8 de maio
de 1>)43, qutaes ccncclbos so deven fazer pelos cor-
pos ; por isso que fas diitinccio de concelbos de guerra
Horneados directamente por os cowmandantes de cor-
pos, e por os commandantes de armas, concelbos, que
nio podem ser d'outra nsturezi, que nio as de que se
ecliio classificadas na anterior legiilacio, pdeVS.'
proseguir no julgimeoto dos desertores do batalhao do
seu commando, como Ibe incumbe ; pois que tem nu-
mero suflicieote de ofjciaes para os fazer julgar, e s
noi casos excepcionaei, em que de presente se acblo o*
batalbSee segundo de artilharia i p, e priraeiro de ca-
tadores, pode ler lugar a uomescio doe concelbos dos
desertores por este commando, pela deficiencia, em que
Gtio.do cmfiaci psrs i ouuvss ~ tsss prosas:., s:r.
da mea rao doa de disciplina. Dest'arte bei dado o ei-
clarecimento, que pede no seu oflicio de 13.do corrente,
que trata desta materia. Daos gaarde a V. &.* Quartel
general na cidade do Recie, 16 dofeverairo de 1846
.4nonio Carreta Sera. Sr. Jote Vicente de Amo-
rim Bizerra, tenente-coronel conmandanle do quarto
batalbiode artilharia p.
DitoAo coronel commandante do segundo batalbio
de artilharia pe\ dizendo-lhn, em resposta ao seu oftl-
co de 14 do crrante, que nesta data bavia paassdo i
disposicio do juio municipal da primeira vara deata ci-
dade o soldado preso, sentenciado a 12 aoooa de traba-
Ihos oo presidio de Fernando, lnnocencio Gomes da
Costa, cuja guia de excluiao do batalbio devia de en-
viar ao referido juizo municipal Communicou-se ao
juiz municipal, disposicio de quem Gcou o preso sen-
tenciado, de que trata o officio cima.
PortaraNotneando o concelho de disciplina do sol-
dado desertor do deposito, Jlo Francisco Marques.
DitaNotneando igual concelho ao soldado desertor
do mesmo deposito, Marlinbo Alvea Quintino.
II !-----J-----------
EXTEhI^R.
!.. -L"1'W
Temos presentes joraaes dos Estados-Unidos, que
alcaoclo a S de Janeiro ultimo, dos quaes eitractamos
os artigos seguintes :
A qumtaO do oregon
O debate sobre a questio do Oregon conlinuou
boje na casa dos representantea. A oflerla de couipro-
misso feita pela actual .administracio foi apreaeotada
ao plenipotenciario ioglel na mais perleta boa f.
Ella foi feita sob a influencia das fortes considerares,
que o presidente dos Estados-Un idos frincamento ex-
plana na >ua mensagem. -Ella foi feita sob a expecta-
tiva de que provavelmente seria acceita. S mos indu-
zidoa a emiltir esta assercao sem alguma outra autorida-
de mais do que i dos fsetos, de que fomos positivamen
te informados na occasiio. Hiles nio podem aludir-
nos. (Tht Datly Unior.)
AS BELAgOES DOS ESTADOS-UNIDOS COM A INGLATERRA.
O estado das nossas relacSes com a Inglaterra pa-
rece eatar ebeio de duvida, mysterio e incerteza.
Proferem-se a respeito as mais contradictorias asser
cOes com'igual asseveracio: desde a concloslo da cor-
respondencia entre Mr. Pakenhtm o Mr. Bucbanan,
que teve lugar no verlo passado, quando se retirou a
proposta do govern americano, at o presente apenai
se tem augmentado o mysterio.
O que far o coogresso ? A grande questio, que
ora agita o espirito publico na posicio actual do naiz,
be o que fari o congreno ? O presidente tem fcilo
quanlo se pode julgar do aeu dever, pelo que respeita
is nossas relacfles exteriores e negocios domsticos, e
u'ora cm diante pode ser dirigido pela accio do actual
coogresso.
o Qual he a posicSo do congresso T Qual he a atli-
tude dos partidos ? Quaes sao as perspectivas ?
Depois de muita mystificaclo, qur sobre oa ne-
gocios estrangeros, qur sobre os domsticos, nos de-
batea de ambas aa casas do congresso ssiim como
entre os jornaea polticos, comecamos agora a feral-
gum vislumbre da aituaco das coosas n'aquelle corpo,
edo seu curso provavel d'acclo. O.' movimento te-
re lugar sobre a questio do Oregon, que deve come-
Car oa prxima semana, segundo foi proposto por Mr.
Calboun. O debata e s votsclo sobre as medidas do
A RAIJVHA MARGOT.
por 2llatuiiic Damas.
(?)
QUINTO V0L.UME.
CAPITULO IV.
OBESTES E PTXADES.
Depois da partida de Henriqne d'Anjo, enano que a
pos e s ventura tinliSi. vimlo cstabelecer-so no Louvro,
o lr densa familia d'Atrida.
Cirios, esquveendo a sin melancola, recobrava ande
vigorosa, cafando eom Ueurique, e fallando com elle en
eca una diaa i,n qUC n|u poda ir cacar, i urna oousa
Ino ceniurava, a sua apalhia para a caca de altanera, e
lua
1 1c irra elle un principe perleito ae soubesse
adestraros ralc6es, e oa gerifaltes, oumo aabia cadelloa e
rareirsM,
Catherina havia-ae tornado: meiga cora Carlos a d'A-
lcon, earinhoss) com rlnriquo eMargarida, affavel
" Maurevel ha Via aido'rerido ao ennaprir orna ordeni aua.
(*) Vide Difi n.' 42.
tn
havia ella levado a bondado d'alraa ao ponto de ir v-lo
onvalesoente duaa vexea na sua eaaa da roa da Ce-
riiflie.
Margarida oonlinuava os seus amores & hespanhola.
Todas aa nuitea ae oorreipoiidia da janella orna La
Mole porgeatos epor cscripto; eem todas aa auna cartaa
o uancebii rcoordava a sua bella rainba que lhe havia
prometido alguna doces inalanlea em recompensa do seu
desterro, na ra de Cloche-Perre.
Una s pesana nesse Louvre, agora lio calmo e lio
pacifico, eslava s e desimanada.
E>ta pessoa era o nosso amigo, o conde Annibal de
Cooannaa.
Era por cerlo alguma coala saber que La Mole eslava
vivo, era milito aer aeiupre o preferido de madama de
Nevera, a mnia risonlia c fantstica de todas aa mulhe-
rea; porm toda a ventura deaaes colloqnios com a bel-
la" doqnei, todo o repnuso d'alma dado por Margarida
a Cocannaa acerca da sorle do sen coiumuui amigo, nao
valiio aos olhus do Piemontei uma liora paitada com La
Mole em rosa do amiga! La Horirc, ante uro eangirSo do
vinbo doce, oo ainda n'urua deaaas extravagancia ver-
gonhoaaa fiilas em todo etaca lugarea de Paria, donde
uro gcntillinmeiii poa'i" aahir luuit veies eipanrado,
mi roubado.
Madama do Nevera, preciso lie tonfeasa-lo para ver-
ironha da Imnianidade, aupportava impaciento eaaa riva-
lidade do La Mole. No era que ella delrtlae O Proven-
cal. pelo contraro ; levada deaio malmeto irresitUvel,
iioe toda a mulher tem, mo grado seo, de ier loureira
con. amanto deontra, ...bretudo quando ea outra be
oa amiga, nio havia ella poupado 1 La Mole oa raioa
dos mi olboa de eameralde, o Gocannai podena ler m-
vejado o descuidisos apertoa de mi, e o diipendio de
Oregon em ambas as oasas detsrminara a accio do coo-
gresso e do executivo sobre muitis outras questoes im-
portantes. Com eflaito, esta voticio ser o passo de
Tbermopylss s rsspoito de todo; o? trsbi'hna subse-
quentes.
i Ji se sabe, que John C. 'Calboun e os seus a-
migos no congreaso e por todo o paii alo a lavor do a-
diameuto de todaa ai medida precipitadas, violentas,
vingstivas ou bellioas, relativas ao Oregon. Ellei pan
sio, que o lempo e o progresso nacional da emigrado
para aquello territorio, mnlhor resolver esta queitio
do que ja qualquer precipitada legiilacio. Mr. Ca-
Ihoun e o aou partido, asiim cono eotre os dous gran-
des psrtidos dos vrbiga e demcratas, austentariO por
tanto a batanea do podir oo congresso actual. Se,
pois, este este grande debate der em resultado o adia-
manto durante a presente sessio, entio se apresenla-
r as questoes da tarifa e do meio circulante nuas e
simples, e serio resolvidss pelos seus mritos intrn-
secos.
Nestas ultimas semanal, teem os demcratas, que
suitenlio a administracio, mostrado muitos sympto-
mas bellicnios, e parecem estar dispostos psra medi-
das fortes. Os whigs parecem ter graodes esperances
deohter a tarifa desta poltica, por isso apilo-na, e
esto determinados a bradar tio alto pela guerra como
oa demcratas. He esta a posicio dos whigs e dem-
cratas, que sio a (avorde um grande dispendio para o
fim de por o paiz n'um estado do predHposico psra a
guerra Os whigs eiperlo por esse meio destruir de
antetnio todas as tentativas para reduzir a tarila, ou
establecer um systema de sub-thesouro.
He esta uma poltica perigoia e reyoltante para os
whigs; mas, segundo todas as appareociai, elle teocio-
nio lenta-la.
Ver-se-ha, que este programma de partidos e pro-
posites he uma cbave para r aeco de toda a actual
sessio do coogresso sobre todas as medidas publicas.
Tudo depende do bou ou mi xito das medidas so-
bre o Oregon, que ora te acbio aflectas ao senado.
Se Mr. Calboun eos seus amigos forem apoiados por
uma porcio sufuciente de ambos os partidos na poltica
seguida por elle, entio poder propr, sobre os seos
limpies merreimeotos, as questoes relativaa i tarifa e
aosub-theiQuro. Mas, se elle fosse derrotsdo sobre
estes pontos, entio o resultado seria uma Tentativa pa-
ra contrahir um'emprestimo, e augmentar os impostos,
a fin de augmentar o nosso poder por meio de prepa-
rativos bellicos, e habilitar o executivo para negociar
sobre todas as importantes questoes eslrangeras ora
pendendea com cresrida lorca e momento.
Toda a legislacio do congresso e o carcter dos
aconteetmentos resultantei pende conieguinleinente,
porum 6o, para a aua determinacio, doreiultado do
prximo debate sobre o Oregon no senado.
WASHINGTON, 29 DE DEZEH3RO DB 1843.
a Um meniageiro especial, o tenente Todd da ar-
mada texiana, parte diqn amanilla para Texas le-
vando com aigo todaa as resoluc5es, que admitleai Te-
xaa na uniio; o acto que amplia ao oovo estado o sys-
tema judioiarioda uniio; o o acto que lax de Texas
um diitricto de collecta No outro me* podemos espe-
rar do estado de Texas dous senadores e dous represen-
tantes no congresso, e podemos esperar umai acea in-
teressante na sus primeirs introdcelo do meio da sabe-
doria da naci reunida.
a Houve esta manbia uma mingoada essio do se-
nado, e evidentemente sem disposicio alguma para
continuar regularmente a trabalhar at o fim do velbo
anno. A mociode Mr. Haonegan.iodioa o genio do
Oeste sobre a queitio do Oregon.
Crmos, que ambas as oasas se adiars de ama-
o bia para o sabbado aeguiote de manbia.i>
(7-s Tfttily Herald.)
INTERIOR.
RIO-DE-JANEIRO.
poltica geral.
O bil di lord Abtrdttn.
un quem oreia, que a Inglaterra vira ainda a
serum din maiajusta.... Nio, nuneaoser,
porque oollucada rain as burdas de uro ter-
rivel precipicio.
Sua industria tem lomado um deienvolvimanto
lio espantlo, e por tal modo vai o oorre no
seu progreiso, que mal an lhe abren novos
mercadela, lugo o abarrota o entupe : oque
em laei circuniiUnciai far n seu egosmo ?
Procura suffooar, matar e devorar todaa aa
industrias rivaei....
(Ed. de Warreii.A India inglesa em 1843,
vol. 6, cap. 11.)
Ao concluirmos este nosao trabalho, miiter nos pare-
ce repaisar pela memoria o que de mais importante La-
vemos al aqui demonstrado : convm que memoremos
ainda uma vez alguns desses lacios, que nevemos narra-
do, para que cbeguemoi concluslo, que delle natural-
mente corre.
Houve lempo cm que a Grio-Bretanha, em paga dos
louros.que colbeo nos campos de Ramilliese Blenheim,
estando na poise da influencia, que lh>) ganh&rlo tio fa-
mosos feitos de armas, outra cousa nio arrecadou para
ai, nenhuma outra ambicio linha que o abastecer os
mercados da America Heipanhola com escravos tirados
da frica (1) Guerras sanguinolentas, sacrificios de
toda a casta, tudo despendeo e empenhou por amor des-
ses lucros sabidos de uma fonte lio impura e de tio ne-
fando maneioe trato
Hoaie tempo, que lio licito e de mister esse commer-
cio era tido pelas lea ingleaa, que rigorosamente cas-
tigados forio os mestres dos barcos britannicoa, que mal
se haviio com.01 vendedores dessa mercadoria nos por-
tes de Gui, com receio de que, pelas liaudes e vio.
fencias, que por ventura por l commettessem, houves-
sem etses mercados do fechar-se aos subditos ingle-
ses I (2).
Houve tempo, que pelas leis britannicas a vida de um
escravo era reputada cousa de tio pouca monta, que o
que a tirasse, devia apenas responder por 30 libras !
Entio na frica se tirara um escravo por 100 libras !...
(3) E como se nio forao entes humanos, erio punidos,
e lio brbaramente, que incrivel parece, que taes leis
existissem A perna ou o braco erio cortados por sim-
ples deudos I (4j
Se contra eise commercio slguns remoques se faiilo,
amablidade feito pela duquesa em favor do seu imigo
nesaes diaa de capricho, em que o astro do Piemontei
pareca anuvar-se no cen 3a aua bella amanta ; mas Co-
cannai que terin enforcado quinse pesaoai por um i
volver de olboi da ina dama, era tio puuoo cioio de La
Molo, que algumoa vetes lhe havia feito, a respeito des-
sas ineonsequciicias da duqucia, confidencial que faiilo
subir o rubor cara do Provencal.
Deste estado de colisas resultou i|iie Henriqueta, a
quem a ausencia de La Mole privava de todas aa vanta-
gena que lhe proporcionava a companhia de Cocannaa,
isto be, da sua neigolivel alegra, o doa aeua inaaoiaveia
oaprichoa de praier, veio um da ler com Margarida
para pedir-lhe a reelitofio desse terueiro ubrigadu, aeiti
o qual o espirito c o coracao de Cocannaa se ao de da
em dia evaporando.
Margarida sempre complacen te, o d'outra parte inala-
da pelas rogativas de La Mole, o pelos proprios deaejoa
do aeu coracao, concorduu coro Henriqueta aobarem-se
un outro dia nn casa de duaa*eulradas, a fina de ah ilis-
cutirein a fundo estas rnaierioa em uma conversacio que
ninguem pdeme interroroper.
Cecannas recebeo com muito mo modo o bilbete de
Henriquela, que o convidara para as nove hura e meia
apparecer na ra Tiaon; mas ainda nsiiiu para l ae eo-
i'uiiiiuhou, o ah achou Henriqueta, ja irritada de baver
chegado primeiro quo elle.
Apre Sr. nieu, dase ella, lie muita grosseria fa-
1er esperar aasiro nio drei orna princesa, porm uma
mulher,
Oh eiperarl dase Cooannai, he palavra que ten-
dea aeuipre na boca Aposto eu pelo contraro qin. jhe-
gamos adiaatadua,
Eo, sim.
(1) Relerimo-nos as victorias alcanzadas em 1704 o
em 1706 por Marlborough sobre os Franceies, com-
mandados por de Fallafd e Villeroi, e as neg'ooiaSes de
Utrecbt, em que a Inglaterra tomou peito o contrato
del assicnto do niegros.
(21 Act. of 23 d. Geo. 2 e 31. No commaoder, or
mastrofasbip, trading lo frica smil by fraud, fo-
rc, orviolence, or by any ndirect practice wbalioever,
lakeonboard or carry away from lhe coast of frica
any negro, or nativa of Ibe seid country, or eommil any
violence oo Ibe oalives, to ikt prejudici o/ lhe raid
trade, and that esery person so offending sball for eve-
ry such offence forfeit. -
(3) Conforme as leisdss colonias ingieras. Pett.,
citado discurso de 2 de abril de 1792.
(1) Outras penas maio'es frlo decretsdas as colo-
nias ingieras.
Ora eala I e eu tambera ; lio quando muito des
luirn.
Pois bem I o meu bilbete diia nove e meia.
Tambem eu part do Louvro aa nove horas ; por-
que eilou deiervico ao Sr. duque d'Alencon, aeja dito
do pasiagem, o que fas que aorei abrigad a doixar-voa
dentro de uma hora.
- O que vo di grande praier?
- Por iiiinb f que nio, visto que M. d'AIcncen ho
um amo muito deienxabido e rabujent, e que a ouvir
ralhoi, antes oa quoro de una lindos labios conio os voa-
sos, do que de uma boca torta oomo a delle.
- Est feito! dase a duquea, isto assim mesmo he
m punco mclhor.....' Vos disteis entio que aabiatea do
Louvre aa nove horaa?
Oh I que sim, meu Deoa, na intencio de vir aqu
direito, quando ao canto da roa de Grenelle, avistei um
liomem que ae pareca coro La Mole.
Bou! anda La Mole.
Sempre, com ou eem a vossa perroiaaio.
Brutal.
Bem, dase Cocannas, vamoa comecar aa no isas ga-
lanteriaa.
iNo, ruaa acaba cum aa vossas narracoea.
__ filo fui eu que ped para faie-laa; foites vl que
me pergiinlaitei porque viro eu tarde.
Semduvida; mu eu quem deve chegar primeiru?
Oh vos nio tendea ninguem a procurar.
Soii fatigante, meu charo, maioontouai. Em fim
no cauto da ra de Grenelle, aviitaii um hornera que vos
parece La Mole......... Masque tendea vos nogibio?
sangue!
E eita 1 fui algum quo me salpicn ao cahir.
Vi brigaates?
;
iACAO INCORRETA


f
' '


1 algaem oussva levtnlar sua voz contra eite (rato, te
alguna l te propunba, quem assim obrava por n-
mign ora tido dos intoresses da patria, e ai medida pro-
postaa reprovsdes! (6) 0iei(6), diz lord Brougbam,
nlliava coni desprszrr para taet projectoi, e te aborreca
de ouvir que essa quesllo so levantaste, e a cooiiderava
urna innovado ruinla : a corte Ibe era tambe avena
e oppmta, os pares a seguiSo... (7)
O que a iuo obrigava a Grao-Bretanba ? O interesse
- Whciias ihe trade lo and from frica te ttry ad-
vantageout to Great frilain, and neeeesary.... diz o
actoof.23d.Geo. 11,c. 3l.
I.tit"io nio era incompatiiel a eicraaria *com a reli-
giio, Dio era condennnada peloi principios da humani-
dade; porque era vaotajoia e neceistrii a Grao-Breta-
nba..,, -
Mal o leu parlamento prohibi em luai colonias o
(rafego de escravos, que lio vanlajoio Ibe fui, eateodeo,
queninguem maiso doveria manear.
A religiio o nio permittia, o principios de huma-
nidade o proicreviio, eem nome destcs principios eda
mximas do chrstiaoismo, para acaba-lo do todo, ba
lancsdo mo o leu governo das medidas ai maii insoli-
Hs eoppresiivas. dos ataques os mais directos contra a
soberana e a odependenciu dai nacoes, de todo le ha
valido....
As maiimas, porm. da religiao chrisla e abumani-
dade oenbuma (orea linhio e teem para os escravos chrt-
taos, que se mercadejio la pelo Leante, para os escravos
brancos, para os asemos, que napropria Europa se
vendem, para os proprios naluraes da Alrica, que por
dierontes partng da Asia e da frica 6e transporlao por
mar e por trra para commorcio, e nicamente alo in
socados em beneficio dos que veem dar alent e poder a
industria agrcola dospaizesda America!
Nenbum valor tamben tinbio estes mesmoa princi-
pise maiimas a bem do povo irlands, e para com os
habitantes do Iodo, cuja coodicao e miseria eipedagao o
coracio !
As colonial britannicas iao esmorecendo e definba-
il, i, de lado (icario os principios da humanidad, as ma-
iimas do christianismo, o trafego de escravos se renovou
debaiio da nova forma, e a industria britanoica mo-
Iborou.
O ttgrtdo datas contradicen (diz o viscoodo Cha-
teaubriand), i involcio non enlatis privados e no
genio mercantil da Inglaterra : mistar hique bem eom-
prehendumos islo, para nSo termos o alvo ios engaos
edoecarnto de urna philanthropia, que, ardtnte como
he, nao dtiia guardar para tao tarde suu benfica in-
fluencia (8)
Sim, he o interesse privado a mola de onde lem par-
tido lodos eisses movimontos, a bate de tudo quaolo a
Grlo-Bretanba tem feito a bem dos escravos da frica !
Sufiocar, matar e aniquilar todas as industrias rivaei,
eis o seu pensamento, eis o seu fim. Abastece annual-
mente osseusestabeleciinentos agrcolas por tneio desie
disfracado trafego do escravos, que ora mantttn com os
portos da frica e com os de Calcutta, Madras! e outros,
o privando aos wais paites agrcola! de obtertm bracos
na Alrica, tira-!hei todos os meios de poderem compe-
tir com as suas colonias da America, e com os seus do-
minios da India ; sequestra em beneficio dos seus nego-
ciantes todo o cominercio da frica, que, de ba muilo,
quasi exclusivamente com Portugal e com o Brasil se
maneava; impera sobre os mares por meio de urna poli-
ca tyrannica, e assim dessssombrsda de concurrentes
conseguir o privilegio exclusivo de suppriros mercados
europeos com os productos das trras dos trpicos, al-
guns dos quars actualmente se pudem considerar na
Europa como gneros de primeira neceiiidade I... (9).
A ir Roberto Peel, ern 12 de novembro de 1844,
(5) Em 1707, a assernbla legislativa do Massachu-
setts impoz uin direito prohibitivo sobre a eotrada de
escravos, e nao loi approvada ou sanecionada essa lei. O
niesmo succedeo com as que no mesmo sentido eonfec-
(ionarao-sena Peosilvania, New-Jerseie Novt-IoglateT-
ra. Em 1772 a Virginia pedio aorei, que foise prohi-
bida a importacao dos escravos, por sor contrario esse
tralego aos principios de humanidade, e nao loi atlen-
dida. Urn dos pontos,em que os F.stados-Unidos so ur-
inario para a sua separarlo e independencia,foi a recu-
sa deextnguir-se o trafego.Veja-se o citado Wbea-
ton.
(6) Jorge III.
(7) l.ord Brougham (Stalesmen who flourisbed in the
Reign of Geo. 3. pep. 154). lito succedeo em 1804
com a movi entio feita.
(8) Congresso de Verooa, vol. 1, cap. 14.
(9) O governo britannico(dii Scboell), perseguio as-
kiin seo) perder lempo e sein tomar (olego nos plsnos que
havia trucado... Applicou u estilcelo do tralego dos
negros una tal constancia, perseverante e zelo, que des-
cubri, e po claro que nada era to importante aos seus
Parece-me.
Pelo vosso La Mole ?
Por quem queris que eu brigue ; por urna iuii-
iber?
Obrigada.
Sipo pnit esae hornera que linha a impudencia de
tomar os ares d<> meu aruigo. Alcanco-o na ra Coquil-
lire, passo adianto, ulho-lhe para a cara lux de urna
luja,: nao era elle.
Bello I era bem feito.
Siin, maa custiiu-lhe caro. Sr. meu, disse-lhe
eu, vos sois uin fatuo em miaardre parecer de longe
.[.ni o meu amigo, n Sr. de La Mole, que he uin cara-
Iheiro completo; em quanto que de perlo bem ie v que
iiio suia inais do que uin birbante. Com o que, elle
puebon pela espada, e cu tambem. A' lerceira paasagera
do ferro, vdc o malcriado, cohio salpicando -me deste
mudo.
E occorrcste-lo ao menos r
la f.iie-loquandopaiaou tim cavalleiro. Ah des-
lave, duquesa, estoucerto que era La Mole. Infclii-
menlc o cavallo corra a galope. Deilei a correr apt o
avallo, c a gente que ae havia reunido para roe ver bri-
gar, correo atrs de iuiu. Ora, como me poriilo tomar
por un ladrao, seguido como eu era por toda essa caua-
Iha, fui abrigado voltar-me para a por em fgida, o
que me le perder mu ccrlu lempo durante O qual dee-
appsrcceu o cavalleiro. Anda quii aegui-lo, lomei in-
furiiiacoes, dei a c6r dueavallu. ludo foi intil, nin-
(ueiu havia reparado nelle. Aborrecido em fim, vito
para aqu.
_ Aborrecido, disse a duquesa; como he delicado.
__ Escutai, chara amiga, disse Cocamias ealendendo-
Hizia o celebreTbomat Clarksoo,que,sena mportacSo
de escravos, a lavoura no Brasil, e nis colonias hespa-
nbolas necesssriamente detapparecerip. Wilhout the
importation of llaves to a very largt exttnt every ytar
nei the Brasil or the tpanish coonits could keep up
tlieir cullivalion (10) Por certo esse prognostico se
eflectuara ; a elle tndem todas essas medidas de rigor de
que a Inglaterra tem usado contra o flnsil. Um compe-
tidor de menos terio as suas colonias!
He assim que a Grio-Bretanha lempre procede. A
historia nos fornece mait de um fado em prova de que
ella, em todos os seus pasaos, toma por alvo o interesse,
de que os seus clculos oulra base nio teem.
As leis ( dis Arthur Youog, tratando da perseguirlo
dos Irlandezes), nao parecen) tanto dirigidas contra os
catbolicos, como contra os seus beni. Um paire deve
ser deportado e eoforcado pelo facto de dizer misas; mas
d-te-lbe a facilidade de o faier impunemente. Desde
o momento, porm, que o psdreobega por meio de mis-
sai a adquirir alguns bens, toroa-ie inlallivelmonte o
objec^o da perseguido! (11)
Terriveis slo os efleitos do opio entre os Cbins : con-
tra, os principios de humanidade existe esiecommercio
mortfero de opio: quem o prornove T Os Ingleses.
Acaba-lo seria um passo da maior philanthropia; e
Grlo-Bretanba,porm, philantbropiea como be, custa
de urna guerra contra todos o intereases da humanida-
de, o conquistou e o mantem, e porque ? Grandes lu-
cros acarrala esse trafego aos seui subditos I
Antes dos Ingleses conquistaren) a parta da Asia, on-
de dominio, a cuitara das Ierras e as manufacturas sbi
prosperavSo, nio obstante o cruel despotismo dos pri-
meiros rajaba e dos conquistadores sfgaos e mogoes, que
os substituirlo.
Grandes obras pnbca se promoverlo e acabarlo :
depois que os Inglezes tomarlo conts desse psix nenhu-
ma obra publica se ba feito ; as que achirlo estes con-
quistadores se teem arruinado, ludo vai-se desmoro
rando, as trras esli incultas, as manufacturas, pene-
guidss, arruinlrlo-se, e, em proveito das da metropole,
desappsrecrlo (12) ; mas os Ingleses teem retirado da
circulscio da India um capital nio menor decem mi-
IbSes de libras esterlinas, no espseo de 50 annos I! (13)
Para a India corriio todos os metaes preciosos, todo
o ouro da Europa e da Asia para abi aflua : neste esta-
do acbou a Inglaterra essa trra, quando della tomou
conta. Calculase que de 1811 a 1834 a Inglaterra li-
aba tirado da India sement por conta da companhia,
7,976,819 libras esterlinas de metaes preciosos, alm da
quantidade exportada, como mercadoris, por conta dos
particulares! (14)
A tal estado seache reduxido este paiz, queum ho-
rnero de mrito o compara so de um individuo, a quem,
sobre estar privado de alimentos, se tira todos os dias
sangue por meio da copiosas sangras! Qual o fim, que
o espera ? A atropbia, as convulcOes e a morte.... The
stiuatxon of India may he compared to that of an in-
dividual deprtved ofnulriment, yel from tohom a por-
tion of the ctreulaling fleeid is daily abstracled. The
rtsult isatrophy, convuUions, deathl (15)
Anda um facto citaremos, e ser o ultimo. No fim
do seculo XVII, na Irlanda, urna induitria havia che-
gado ao maior auge de proiperidade : tallamos das ma-
nufacturas de lia em que, as paites do tul desse paiz,
consista toda a riquexa e bem estar dos seus habitantes.
Dessa industria tiravio subsistencia os arrendatarios das
olbns;depois do reitabelecimentodooquilibriopolitiooda
Europa nada oais restava doque acabarcom etsetrafego,
por cojo meioaicoloniasfrancezai, bespanbolas, portugue-
sas edinsrosrquexu da America poderiio abastecer tuts
metropoles dos productoi, que os povos europeos, j por
habito, repuli mercadorias de primeira necessidsde.
Eslss colonias restrietst de ora em avante ao trabalbo
dos indgenas poderad acaso supprir o continente) ou os
Inglezes, senbores dessas vsitai regides do globo, que
fornecem os mesmos productos com o trabalbo de seus
proprios babitantei, supprirS ao futuro as metropoles
de colonias desertas e abandonadas ? A geraclo futura
pi.dera respouder a ella questio. ( Hisl. resumida dos
trat. de paz, vol.3.)
(10j Representarlo do referido T. Glarkion-Anti-
slavery Reprter de 11 de deiembro de 1844.
(M) Artb. Young'i Travel, Beaumont. A Irlanda
tocial, etc., vol. 1.
(12) Warreo i India ingleza em 1843, vol. 6
As oblas existentes quando os Ingletes se apossarao da
India erio gigantescas, bojepoucas dn antigs existem,
e uenhuma uova se ba feito. U canal de Doab quasi
que nio existe, ludo vai em decadencia, porque s
cuida em abicrver e devorar as vidas, ariqueiaeas
Torcas desse paiz em proveito dos -eus negociaotes.
(13) Montgomery-Marlin e Warreo, vol. 6.
(14) dem.
(15) O mesmo Montgoinerv-Martin e Warreo.
so uin urna poltrona, va ainda me queris perseguir a
respeitu desse pobre La Mole; ora bem nio tendea ra-
llo ; porqno em fin a amixade, vdea....... Seeu tivesse
o talento ou a scienoia dease infeliz amigo, anharia algu-
ma cuinparacfto, que voa faria apalpar u meu pensamen-
to. A aiuizade, vdea v, be urna estrella ; um quinto
que o amor..... o amor; ah! achei a ooinparacio,
o amur nao be inais do que urna vela. Dir-me-heis que
ba muilas especies.
De amores?
Nao, de velas, e que nenas especies ha urnas pre-
feriveis as oulra: as de cor de roaa, pur exeniplo,
__seja a cor de rosa, be a melhor; mas assim roenno
rr de rosa ruino ella he, a vela gasta-se; em quanti
que entreiU brilba cniprc. A istu reaponder-nto-heis
que, quando a vela est gasta, poe-se mitra no ca-
tical.
_ Monaieur de Cocannas, vos sois um fatuo.
_ Ah.
Monaieur de Cocannas, vos sois um malcriado.
Ahi, abi.
Monaieur de Cocanuat, vs sois uin roarolo.
Madama, v idea faier que eu tenha tres vexes
oais saudades de La Mole.
Vos me nao amaia inais.
Pelo contrario, duquesa, vos nio entendis dis-
to, eu vos idolatro. Mas eu posso amar-vos, querer-
vii, idolalrar-vos, e noa meu momentos perdidos faser
o elogio do meu amigo.
Knto rluinai vussoa momentos perdidos aquellos
quo passais junto a mnu?
Que queris? esse pobre La Mole est sempre pre-
sente ao meu peusameulo.
trras, que te darlo eriaclo do gado respectivo, a o
pobre, que seempregava no seu fabrico. As manufac-
trasele lia da Iuglstetra, tendo-lbe inferiores, nio po-
diio concorrer com ellet; preciso, perianto, foi taerifi
car essa industria em proveito dos fabricantes britanni-
cos! O psrlamento o decrelou, creando um direito de
exportacio tobre os pannos sj* Ha irlandeses, que equi-
valrio a urna verdadeira prohibicao 1 M
Eu farei, dizia o rei em urna de suas rttjpostai, tudo
o que poder para acabar eom as msnufaetaras de lia da
Irlanda. A lei pessou em 25 de margo de 1699, e a
industria irlandeza acebou o todo (16) Entretanto
a Irlanda be um povo ifmSo !.....
Concluamos. poil, que irlo to os principios de hu-
manidade, nem as mximas da religilo ebrittia que di-
rigen) a Grlo-Brelanhs em ludo quaoto ba feito em be-
neficio da Afriea, em tudo qoanto ba feito eontra a ta-
berania e independencia das nacSas : nio, unicarnen
te o seu interesse particular.... foi ene srdido iote-
reise que dtetou o bil, que combstemos, essa medida
tio exlraordinarit cerno fra de todoa ot principios e de
todas as regras, por que as nacSes te dirigem.......,
essa hostilidade, esse grito de guerra, que contra dos er-
goeo.....
Com um tal proceder tem ella alheisdo de ti lodos ot
motivos de tvmpatbia e afleicio, que por vectora ainda
nos mereca ; j nio nos pode boje fallar nem de sua
benevolencia oem de toa smizade allianr;a; preciso
he que nio nos contentemos nicamente com um pro-
testo, que retaliemos taei crueza, e se acaso ousar, em
oome da humanidade, que continuamente uppiiuio o
ultraja, desembainhar a espsda......contra nos, a ra-
zio e a justica nos darlo forcas para rabater seus ataques
e Dos, que he a fonte eterna do todo o poder, da liber-
dade e da eivilisarjlo, decidir entre nos e ella......
PERNAMBUCO.
Cmara municipal da cidadr do recife.
SESSAO BITRAORDINARIi AOS 7 DE FEvKRKIBO
DE 1846.
Presidencia do Sr. Reg Albuquerque.
Presentes os Srs. Mello Cavalcaoti, Carneiro Mon-
lero, Oliveira e doulor Nery, la liando com causa par-
ticipada os outros Srs., abrio-se a sessio depois de ap-
provada a acta d'enlecedente.
O secretario deo conla de um offico do Exm pre-
sidente da provincia, autoriando a cmara a acceitar a
proposta da companhia doencanamentodas sgoas sobre a
cassde Francisco Martins Raposo.Deltberou-se, que
oeste sentido se olficiaise a idmottracio da dita com-
panhia,
Oulrodo mesmo Exm. Sr., remetiendo exemplsres
da portara de convocarlo da nova assernbla provin-
cial para 9 de marco. Mandou-se afiliar noiluga-
res pblicos, e ofliciou-so aos membros eleitot da as-
sernbla.
Ootro do mesmo Exm. Sr. communiesndo ter ap-
parecido em aples a febre amsrella em individuos
pertencentes a tripols(io do navio inglez Delfino, e
urna febre contagiosa oo vapor L'Edatr, para que ae
tomem as necessarias providencias sanitarias, Man-
dou se officiar ao ctrurglo da cmara.
Outro do presidente do concelho desalubridade pu-
blica,perguolaodo, se lorio entregues a cmara os map-
pas dss pessoas, que nio comparcrio ao oitavo dia
depois de vaccinadas, anteriores a outubro do auno pas-
sado.Que se responda affirmativamente.
Forio mandadas commissio deedicacSo difieren-
tes peticSes mandadas informar pelo Exm. presidente
da provincia. <
Despachrlo-se os requerimeotoi de Francisoo de
Carvalho Paes de Andrade, Mara da Conceitie, Jos
Goncalves Ferreira, Joaquim Jos Lourenco, Sebaa-
tiio Jos Gomes Penna, Paulo Jos Pereira Simes,
Chriitovio Guilherme, Manoel Ignacio dat Candeiat,
Manoel Francisco Guimaries, Joio Ferreira dos San-
tos, Francisco Jos do Reg.
E dsdaa hora, levaotou-se a sessio. Eu, Jodo Jos
Ferreira de guiar, secretario a escrevi.
Reg a .albuquerque, presidente. Mello Ca-
valcanti. Carneiro Monteiro Oliveira. Doulor
Nery.
Correspondencia.
Srs. Redactores. Por meio do competente recuno
detppillacio interposla, torio subinettidss ao esclareci-
do conbeoimento do superior tribunal ds relagio desla
cidsde duassenteness dorespectivojuizo da l.'varadoci-
vel, exaradas am urna ac(io de libello civel, agitada por
Agostinho Fernandea Cataoho de Vaiconcellos, e msis
(16) Ot citados Arthur Young't Travel e Beaumont.
Alrl. tocial, ele
asi
mammmmimmmm
Vos ni'o prefers, islo he indigno! Olhai, Annibal,
eu vos detesto. Ousoi ser franco, disei-rae que Ibe daii
o primeiro lugar nu vusso oornclo. Pois eu, Anni-
bal, voi previno que lealguma oouia me prefers no
inundo.....
Henriqneta, belli duquesa entre as duquesas to-
das, por vomii propria Iranquillidade, ncrediui-mo,
nio mo facaia perguntas indiacretas. Amo-vna mai que
todas as mulhercs; porm amo a La Mul mai que lu-
d ot humen.
Boin respondido, diste de repente urna toz es~
Iranha.
E abrindu-se urna tapetara do damasco, que, corren-
do pela paredo da va comniunicaclo ana dous aposento,
apreientuu-se La Mulo, que ntru u huiiibrae* da pa-
sagein pareca um bello retrato do l mano guarnecido
do seu quadro dourado.
La Mul! grituu Cocannas lem dar nllcncSo a
Margarida.c som demorar-seem agradeoer-lhe o que ella
Ihe havia preparado; La Molo, meu amigo | meu charo
La Mole.
E lmicuu-se nos brnco do amigo, detandu por trra a
poltrona em quoeatava sentado, e urna mesa que Ihe fi-
cava pur diante.
La Mole vollou-lhe cora effus&o os abraca; mas em
quaiitu o abracava:
Perdoai-me, senhora, diasoelledirigindo-se du-
quesa de Nevera, ae o mea nnme priuiiinciado entre vos
tem afumas vete podido perturbar vussa amaiel unilu ;
|mr eerlo, accresrentuu elle, laucando mu olhar de in-
dizivel ternura Margarida, nio dependeo de mun nio
toraar eu a ver-vos wais codo.
herdeiros dofinado Ricardo Fernandet Catanbo, contri
ot herdeirot do tambem fallecido Joi de Oliveira Rt.
mos. Os appellsnles, eiosos do seu bom oome e reputa.
icio, inoonciliaveis com a reprovariu da sociedade, coro
o estigma das oossas leis para com os dolosos donan.
distas, resolirio-se a dar ao lume da publieidade os I
faetos, que occasionrio esie pleito, as suas diflerentei
phsses, e a tequencia de outros, que teem ferido de mor-
le sos sous nteresses mss vitas, os teut direitos he-
reditarios, o de propriedade. Com esta publcsco o
correspondentes oio viopollur os principios do ju-l,, ,
nem desacatar atutceptibilidsde do cdadio honeito;
nio: obrio na justa eflicieocis dos seus direitos, usin.'
do de um meio legal para manifestar a juslics, q0ese
pertuadem assistir-lbei. A Justina he o fundamento de
todas ss virtudes soctaet. Eescudsdos com este txiomi
de eterna verdade, ot correipondentet irivoclo a slleo-
ci do respeitsvel publico, e do Ilustrado e recto tribu-
osl, quem eataflecta sos ctuss, para a seguate
expolelo.
Ricardo Fernandas Ctlanho exereia a profisslo de
negociante nesta praga ; trabalhava dia e noute, i |U|
de adquirir urna honesta fortuna, que asseguriHe a
subsistencia e a necessaria educscio seas fllfioi o
seu com poi lamento illibado, e os seus intensa veis ei-
for(os ilo sendo cordados com o exilo desejsdo ; quan-
do a sua morte prematura frnstrou intentos tio pui
e tio licitas I 0 frocto de seus suores e de tuat vigilia,
desappsreceoooi marulbotot torvedouros da rapacidad;;
teut filhos ficlrio orpblos desvalidos, sem pi escn
arrimo Embora a raiao universsi procisme, que a
berenga do patrimonio paterno ha um fado natural,
aoterior todas as corabinsedes polticas; embono
oossas leis, eooformaodo-se com ene principio, gsran-
tlo o direito do propriedade, e a transmissio della; em-
bora finalmente ellas proporcionen) a necessaria protec-
cio misera orpbandade; todas essss disposiedes teem
aido Iludidas e postorgadas para com os correspon-
dentes 1
Como o finado era negociante, e tinha algumas divi-
dis, oa sua morte foi dada sua casa urna adminitra-
Co liquidataria, composta dos negociaotos Jos de Oli-
veira Ramos, Joaquim Jos Mendes, e Jos Antonio de
Oliveira. A casado finado tinha 9:6001 rs. no thesou-
ro desla cidade, um sitio oa Passagem-da -Magdalena,
no valor de 13:000 ji rs e alm disso 11:999994 n ,
no tbesouro do Rio-de-Janeiro : tudo isto deiappsre-
ceo sob essa administraclo, nio sendo pagus os ere-
dores I A administraclo nio exhibi os respectivos li-
vros, nio preitou as suas contas, como em direito le re-
quer. Ui herdeiros do filiado, em eomequencia dssui
menoridsde, nio podiio, em tompo, prover sos seui di-
reitos; e, quando o poderlo faier, j erio morios insul-
vaveis dous membrus da administraclo : Joaquim Jos
Mendes, e Jos Antonio de Oliveira. Demandrio, pois,
por via de um libello civel, ao terceiro administrador
Jos de Oliveira Ramos, as pessoas dos seus herdei-
ros. por ter deixado bens, lomsue pelo pagamento dos
ll:999j994 rs. recebidos no Rio-de-Jaoeiro por
ordem da administraclo liquidataria. Decabirio ds c-
elo intentada, por duas senteness do juizo do civel da
primeira vara,das quaes appeilrio, como dito fica.e so
os fundamentos dessas sentencas, que vamos duutrinar.
Doua aao os argumentos priocipaes, em que se tun-
di as sentencas appelladas. Primeramente diz-se ncf-
las, que, se os autores teem direito a pedir o pagamen-
to dos rs. 11:999*994, recebidos no Rio-de-Janei-
ro por ordem da administraclo liquidataria devem
demandar aos administradores Jos Antonio de Olivei-
ra e Joaquim Jos Mendes, e nio Jos do Oliveira
Ramos, ou seus herdeiros, por sebaver elle desobli-
gado dessa responsabilidade, pelo lado de sua sabida
do psiz, algum lempo depois de entrar na gerencia da
administraclo com seus collegas. Pelo que respaila ao
{acto da sabida de Jos de Oliveira Ramos do paii, di-
remos, que, em direito, esse Iscto, por si s, nio o exo-
nera da responsabilidade pelos actos da administraban.
Para iuo era precito que na occasiio dessa sabida
( que leve lugar 8 metes depois que subjextou-se em
ontii), elle tivesso renunciado ao mandato, de que vo-
luntariamente te havia encarregado, aparte, que Ihe
dizia respeito, prevenindo disso aos interessados da ca-
sa administrada, a fim de que elles tomatsem ai suas
medida a esse respeito. A falta, em forma, da sus par-
te e desuaparticipacio aos interesssJos jurdicamen-
te induren) crr. que o dito Kan os quera continuar
a farer parte da administrado, nio obstante a sua au-
sencia compromeltendo-se no que fiessem os seus
compsnbeiros. Portanto, responsavel esla por lodosos
actos e omisses da administrarlo. (Esta conclusa"
he conforme a ndole do direito, e ao espirito das leu
mercantia. ( Cor. Telles, Dig. t. 3. 461. cod. civ,
fr. art. 2:007. F. Borg., dic. jur.com.). N5o apro-
veita i Oliveira o ter sabido do paiz por ordem do gu-
Tu v, diae Margarida, tuve, Henriquela que
desempenhei minha palavra: ei-loaqui.
Entio he nicamente aos rogo da senhora ''-
quexa, que luu devedor deata ventura? pcrgunlu L>
Mole.
nicamente aos seos rogo, responden M"J"
rida.
Depois vnlUndo-se para elle:
Permitto-vo, La Mole, oontinuou olla, que i>aa
rreditei urna s palavra do que cu disse.
Durante este lempo Cucanna, quo havia perlado d
vetes o amigo sobre neu roracio, que tinha violo **
vultadu em redor delle, quo Ihe haviu chegadu nasa tai
au rosto, para o encarar bem a aua vuntade, fui"!""'
Ihnr-ieau ps do Margarida e beijuu-lho o pregas Uo
vealido.
Ah quo felioidade! disse a duquesa deNevei
haveit de agora achar-me anpperlavrl.
Com osdiaboa! exclamou Cocannas, hei de achar-
vua cuino aeiupre, aduravel porm, diryo-l-hei,
melhor animo ; e quem der que agora aqu eslin'1'"
mis trinta Pulacoa, Sariuatas e outro brbaro liyp''r"
bureos, para o faser confear que sois a r.iiuha d.>
bellas.
Obi devagar, devagar, Cocannas, disse La Mul,
e S. niagettaiie entii......
Oh nio me deadign, exclumou Cocannaa eom M-
se aceenlo meioieriu, nirio fueeto, que elle puKuio.
a aenhura Uenriqueta he a minha das bella, eaicnl'"
Margarida he a bolla da raiuhas.
(CenfMor-a-U).


5
T-rr
-'1 -* *-


A.-r
Uo por quinto deisou-w-ihe sopeso d...l... oa
'dberir .o novo ..lama. gando o. meimo. .u-
....."...gem I lo o repentina, qt jbjjjg

aiuivugem nao ioi .---": V. .Ih.m.
Crroilli p'owr .o. interesad propr.oi e mi albeiM.
1 e b.vi. enc.rr.g.do ; iccre.eendo base.ont,-
eu do idn.ini.lr.iio o. .o. gerencia por muitoma-
- era que Olivejra desie renuncu. Em direito.
"'.I ir.ii de lber. ie uoi individuo-est, ou nio pre-
"te, P'm ,iin' *,,l' ounioobrigado: h,de,le
in aue vimos oecupar-noi. .
fiaIreci.r. poli.. ruio .llegada, a .Ja iar a obn-
Jio do pagamento pad.do dividida paloi tre man-
i, di idminitrican. eilibeleceremoi omr diMWO
1, principio! do nono direito, quinto h queiloei com-
"'ci, ; dea tumMu dai lea mercantil, ni mate-
lUbieita. e da eiiencia do contrato do mandato com-
ercial He noreste meio, que no parece, devenios
ai.r-noi Com a devid ipplicaclo deitei preceitoi
Jroviremoi. que i refutaclo dn allegicoel produz.dae,
o. fundimentoi. com que demiadamai, he urna de-
gccJo logieo-juridiei doi meimos pfeceitoi.
Cumpre fixirmos bem a iotaliigencia de que o eano-
er di questio, que noi occupa, he puramente eom-
nercial. He cominereial. porque a adminitracio re-
cud oi dada umi cm de comroercio, lu oomeede
or un tribunal commercial foi compoita d negoci-
antes, a finalmente, porque o ohjeeto da demanda for
um trenaieciocommorcial, operada entre a idminis-
Iniio commercial d'aqui e a caa commercial dej.
Joung, do Rio de-Jmeiro. Com-iuaoto tiei ciuiai ie
ao entre nsjulgida pelo foro commum, temoi ulo-
id.dei e leii, que ai mindio lubordimr ao direito
mmerciil. como" pimmoi a demooitrar. A com-
petencia eipeciil-da eauai mercantil, ou lit'gtoi
commeroiaes. ji nio he hoje um. queitlo de dimito
particular de urna naci i hoje ella resoluclo be do
direito dii gentil, ha do direito publico universal,
nsce de um direito convencional, que resullou di
neceiiidade niiciJa da naturea, e da oMencia eipe-
cifici dis cauas. Ferr. Borg. Adm. Com. pag.-7.
A lei de 18 de anorta de 1769 $ 9 e o aliento de
23 de oovembrode 1769 mao.llo observar as cauai
commerciaei e miritimii o direito commercial eon-
suetuuimrio e ii le commerciiei dai nacoes ettffl
tada. Esta dupoiicio he olera na* mesmea leis, eaa-
simasinterpretioCor. Tellei. eritioa i lei da boa ra-
zio, pag. 3 a F. Borgei, dio. jur. coro. pag. 132.
icceite do mindito pode ler licito e resultar di
eiecucio que lefo dida pelo mandatario ; o mao-
daurio he lire em aoeeitar ou recular o mandato;
mai, depoii de acceita-lo he obrigado a coniummar
o negocio que Ihe loi confiado; ae lilla aos leui em*
penhoi qur por infidelidade qur por negligencia,
be responsivel pelai perda e damnoi, reiultmtei di
fall de execucio do mandato. O mandato conlm a
obrigaco tacita da prestar contia(eod. civ. fr. art.
1985, 1991 e outroi. Pothier 2.*. Boileux ,
comment. io eod. oir. Ir., Pardeiiu Droit coma
v. 3. ;. Sio citas as regras, peles quees nos dfvsmoi re-
gulir ; e viita dellai, quediremoi fti raiOea allega-
da* : nioaou reiponsivel, porque me fui embora. ? ;
ijuo diremos ao laclo de le nio baver prestado contal
da adminitracio? Que diremos da lubtraccio ub
tubreptitia dos respectivos livroi ?
Aindi que a lolidiriadada, efn direito civil, deva
ser expreua eiti regn cessa noi casoa, em que a io-
lidariedadelem lugar ainda que expreiiamente nio
fosse etipulida porque ella tem lugar ifto jur em
virlude da disposicio de lei, bem como em direito
commercial, -segundo o qual, em reg'a le preiume a
solidariedade( cod. civ.fr., art. 1202, Pothier, t. i.
Feneira Borgei = odie, jur.)
Aioda maii- O mandato be gratuito por tua na-
tureza( Buileox, cod. civ. ir. art. 1986). Este meimo
icio, em commercio cbimi-ie commiiilo porm a
principal diflerenga. que o distingue, be, que o man-
dato eui direito civil be gratuito nio hiver es-
tripulicio em contrario ," em quinto que a eomminio
luppoe sempre urna convenci tacita de retribuido
( Rogron !'. Ilorgei). Aquelleait lubordinado ao
direito civil e esta al leu eomnierciiei; em virtude
uas quaei o mindatarioi quando corr debendi ,
esli sulijeitoi i regra iolam et lotaUtir debeal Sendo
a nossa caun de naturea puramente commercial ,
como proimoi,-inqueilioaaielmente eiti suuordmi-
da i estas regral.
Diz se nuis na tentencaa releridn, que doiautoinio
'cornil, que a administracio recebene o 11:999994
rs.; quando, em mu i tos lugares dos meimos autos os
appelladoiconfessio, que o agente da administracio ,
J Yoong recebera, no Rio, eite dinbeiro em pres-
larei parciaei. Alem disso iliego-.e, que Young
era credor di can, e, recebendo ene dmbeiro pi-
gou se. Ene agente nio era credor da caa como le
diz ; negamo-lo redondamente: e, cato o fosse de-
venaplgar-ie por suai niioi 1 Se a casa Ihe devia ,
como se nio apiesentou na musa doi credore?
Allegou-se unii, que o appellantei podiio redimir
de Youngodinheiro recebidopor elle. O ippellaDtei
nao poderlo entio reclamar porque erio-menorei, e
agora esse negociante deuppareceo, fillio; os appellan-
tei nada conlratrio com elle : a adminitracio man-
dilara he que reiponde-lhei por ease dmbeiro pelo
principio Por tinto, como provimos.que a admioiitracioman-
dou una procuracio a J. Young para receber o di-
nheirc do tbeiouro ; como profanos, que Jos de
Olivein Ramos lana parte deiia adminitracio ; conio
provmoa, que o agentes administradores lio cooii-
deridos em direito corrii debtnii ; como provmoi,
quedouideiiei igentei morrflrio iniolvavei; lgica e
juridicamente te conclue que o agente Jos de Oli-
vein Hamos nai pemoai doi ieui herdeiroi, est
lohdiriimente obrigido peio principa! e juroi desie ui-
nbeiro, recebido pela administrieo, de que faiia parte,
tanto maii, queorecbimento do mesmo dinbeiro te-
ve lugar dentro dos 8 mezes', em que elle esteva na
idaiinistracio.
O'vi, homem generoioi. i quem noi dirigimos,
no qadro, que vos patntennos aprendei a acaute-
lr-vos pira que o olios innocente! filboi nio ve-
nbio a ter a tinte loite dos correipondenlel.<^J'|i-
linio ftmaidei Ciianko de Vascomelioi. Leonor
t'aro/m.i i'atnnko tU VaieoHttlloi.
CurojwEttCiQ.
Alfandega.
RBNMworro do du SI..................481*728
Dmcarreja no dio 26.
Polaca ConKaiiinomercidoriis.
Consulado.
UHDiHnrro oo du Si."
Geral...........................
Provincial.......................
Difer provincial...............
ierm vnlrjnirimni;abser9wr pin o aoeeorro du
familiaa perseguidas pela secca.
= O hiato, Vara- Firmina, iODUoeiaio para tirar
mala no dia 2i par* o Rio-do-Janeiro s a tirara
no dia 28 do corrente mei.
PUBLICACOES LlHErUHIA
6 MONTE UO -UIABO
ou
3:581*888
1:136*50
131*145
4:849*832
AS TRES HORAS DA TARDE.
RIYIST* SEMANAL.
Cambios Houverio Uaniaceda regulire a 27 d. p.
1* n.
Aucir O brinco olo lollreo altoracio da pravo ,
oem lio pouco o maicavido encaiado;
mal o masoaiadi embarrioado e ensaoca-
dovendeo ie a 1*800 n. a arroba; taodo
ido o enciiado menoi procurado.
Algodio Nio teve diflereoca depreco, a a entrada
foi diminuta.
Couroi Forio ollerecidoi de 120 130 n..a libra,
e i eite preco houverio vendis regulire ,
achando-ia o mkrcido bem prvido.
Sol Abuudiocii.
Arcoi de ferro Vendeo-ie de 7* a 9* n. o quintal.
Aaeite de peiie dem a 900 t. o g -lio.
Bacalhkb Nio houverio eqkada, ea eilraccio toi
grande, licando Mepoito.hbje redundo
1,400 barrica!, lem diflerenca do preco
da ultima revista.
Barricu viiii Vendrio io de 720 a 780 rs. esda
urna em p, e a 700 ra. abatidaa.
Breo dem a 41500 n. o barril
Bolaxiohi Iderg 3*800 rs. a barriquinha.
Caf dem de 2*800 a 3*300 n. a srroba.
Carne secca Com um carregsmento entrado do Rio-
Grande-do-Sul o deposito he de 8,000 ar-
roba, tnndo-so vendido de 2*800 a 3*800
rs a arroba.
Farioha de tiigo O deposito he de 3,000 barricas em
prime-iras mios. e ai venda forio regula-
rei de 19^ 121* n a barrica da america-
na, e' 21* rs. a de Trieste marca S-SSl1'.
Dita de mandioca Ai venda forio regolirei. em poi-
S/5ei a 3*800 rs. o alqueire antigo, eiu
tindo em depoiito 3,400 alqueirei.
Feijao Vendeo ae de 5* a 8* tt. o alqueire.
Milho dem a 4 j' a naca.
Pimeota da India dem a 180 rs. a libra.
Sal estrangeiro Nio hi.
Velas de Mpufmaeeto Vendw-ie a 710 n. a libra.
Entririo durante a aemeoa 11 embarcacdei e hi-
ri 17, eiiitem no poilo 62 : nodo 3 imericioai, 1
auitnica, 27 braiileirai, 2 dinimarquezai, 1 hsm-
burgueza, 7 ingleses, 1 napolitana, 1 norogoense, 7
portuguesas, 7 sardas e 8 tucii.
O AVENTREIRO,
POR
Engne Sue.
Este excellento lolhetim acaba da obegar do Rie-de-
Janeiro, em 8.0-lrancez, 3volumei, e acha-se a venda
na prace, da Independencia, livraria, n. 6 a 8.
Galeras das Ordens Religiosas
e Militares.
OiSn. subscriptores gionse Militiraiqueirio mandar receber o nmeros
7 a 12 do 2. volume na pra?a da Independencia, li-
vririi, ni. 6 e8.
Myslerios da Inquisicao
del|espaiiha.
O Sn. qu lulwcrevrio pira a historii doi Mji-
tarioida Inqumcio de Heapanha, queirio mandar re-
ceber 20 numeroi. que acablo ^le chegardo Rio-de-
Janeiro na praca da Independencia, livnria, ni. 6
e 8, onde continn a lubicrever-ie para esta publi-
eacioa 160 rs. o numero. _____
Moviojento do Porto.
A'avio tntrado nodimil.
Londres; 48diai. biigue noroeguensay*m, de 207 to-
nelidn, capitio A. W. BuMhull, equipigem 12,
carga aienda; a P'rederico Robiliard.
A'avtoi tahidoi no meimo dia.
S.-Malbeui; lumaca braiileira Sanio C'rttr, eapitio
Baltanr Jos doi Reii, em laitro.
dem ; sumaca brnileira5. Jntonio-dt-Padua, eapi-
tio Manuel Jol Ribeiro, em lastro.
S.-Calhanna ; patacho brsiileiio Nativ dad, eapitio
Vital Joi ds Molla, carga asi, vinho e assucar. Pis-
sigeiro. Joaquim AnaiUcio da Natividide, Brnilei-
ro. e 9 eicnvoi a entregar. s
Canal; brigue ingles Lady-taiiiand. capillo A. il
dler, carga aiiucir. Pimgeiro, G. H. Tbotnai Ver-
ran, Inglez.
S.-Helena; brigue braiileiro Triumpho-do-Brail,e-
pilio J. aquim da Coila Rana Guedei, carga ago'ar-
dante _
S.-Citbarina; brigue braiileiroS.-Crus, cipilio Cin-
dido FrederieodiCunba Bitincourt, em laitro.
Bostn; gileri americio Iloberl-Pulijord* eapitio
W.* Caldevell, carga a meima, que trouxe.
Pbiladelphii; briguo-eieuna (.umberland. capillo L.
P. Ci.sari, carga anucar. Pamgeiro, Frsncisco de
Si Norooha e sus seuhora.
Maranhio; patacho braiileiro Unio, eapitio Agoitinbo
Fernindes Calanbo de Vasconcellos, carga anucar e
maii genero!, Pissigeiros. Antonio Leitio da Silva
Maia, Braiileiro; Joitino Jos Ramos, Portuguez.
Navioi entrados no dia 22
Aracity ; 9 din, biate brnileiro hovo-Olinda, oapi-
Uo Antonio Jos Vianoi, equipagem 9,, carga sola,
oouros e edra de carnauba; a Antonio Rodrigues Li-
na. Pasngeiroi, Ignacio Lopes Lima. Jlo Pauli-
no Alves da Cuohs, Felis Ferreira da Lima, Brasi-
leros, e 27 escravos a entiegar,
S.-Miguel; 38 dias, brigue portuguez Amelia, de 152
toneladas,, eapitio Jlo Ignacio de Meneies, equi-
pagem 18, carga ligado, batatas e lardinh'aa; a Joio
Jos da Cruz. Pasngeiros, Jaeintbo Candido, Fran
cisco Mara de Jess, Msria da Estrella Vianm, Joio
de Sousa Mattoi, Luis Frsncisco Rspozo, Jicinlbo
Minoel de Chives, Brnileiroi; Jos Pavio Antonia
de AndradedeNepomuceno, Manoel do Reg Pinhei
ro. Antonio de Souzi Mello, Antonio Jiciolho do
Amaral Aragio, Manoel Joaquim de Goveia, Al-
berto de Souia Travaisos, e Antonio de (uadros Pe-
reira, Portuguezes. '
Ro-de.Jaoeiro ; 21 dias. polaca hetpmhola Ceret, de
196 toueladai. capiUo Gabriel Pli, equipagem 11,
em lastro; a Nsicimento Sobieffer.
Avisos martimos.
Para Lisboa sai impretarirelnwnte no dia 8 de
marco o brigue portugus Htrealu ; ainda recabe
carga e pauageiroi: trili-ie com o capillo na praca
do Commercio, ou com o consignatario Tbomas de
Aquino Fonseca, ra do Vigario, n. 19
as Para o Asi com escala pela Pirihibi legue vii-
gem, at o dia 26 do correle o patacho nacional
Correio-de-Pernambuco : quem quiser cirregar, nu
ir de pauagem enteoda-ie com o capillo Antonio
Jos de Abreo.
Para Falmouth libe, com todi bravidade o bri-
gue ir-/foir<-Camlp6e/i, capillo Jamei Baird ; lem
Mllenles commodoi pin dous pasngeiros: tratase
ooeicriptoriodeC Roope & Compinbia na ra do
Trapiche-Noo n. 6.
Para o Para com eicala palo Ais libe it o
dis 24do corrente, o brigue nacional N.-S.-da-Boa-
Viagem: quem no mesmo quizer carregar. ou ir de
pauagem dirija-ie a can do consignatario Francisco
Alve da Cunha na ru do Vigario. n. 11.
Para o RiO-Grande-do-.Sul ubir, no da 25 do
crrante, o brigue Dos-te-Guarde espillo Manoel
Luiz dos Santos ; recebe eiorivoi a rete passigeiroi :
o preteodentei dirijlo-ie a ra da Cadeia-Velba ar-
maiem, n. 12.
=Para o RioGrande-do-Sul nbiri6 com branda-
da o brigue Felit-Unido, e o patacho opa*: quem ooe
mesmoi quizer carregar ou ir de pinagem. dinja-ae f^
na da Cruz, n. 45. em oasa de Naicimento SchselTe
4C.
.Leudes.
ss George Kenworlby & Compsnhii larl leillo
publico, por inlervencio do corretor Oliveira e por
conli e riico de quem pertencer de avultada porcio
de fazenda americanas avariada a bordo do navio
Concordia chegado de Bolln e de muitai outraa
inglezaa ai miii propriaido mercado : quinta- fera,
26 do corrente ai 10 brai da maobia em ponto no
leu armazem ra da Cruz
__ Francisco Severianno aHabello &
Filho faiem lejlo por conta e risco de
quem pretencer, em pequeos iotes, a
vontade do compradores, de 36oo ouri-
ns de p de pedra, e de urna porc3o de
barricas com tapioca-: qtiinte-feira 26
do frrente, as io horas da manhaa em
ponto no caes da Alfandega ao pe' do
armazem de Francisco Dias Ferreira.
- OiTereca-8o urna mulher parda de bons custumes
psra ama de can de homom lolteiro ou casado de pou-
ci fimilia, da porliai dentro; a qual sabe eozmhar a
engommar com perfeicio: quem precisar, diriji-ie a
rus do Fugo, por baiso do bilhsr.
Aluga-se um sobrsdo de um andar com commo-
doi lufficientoa pira urna familia, e com urna bonita
loja pertencente ao meimo na tua do Livramenlo. n.
39 i n pretenderes podero dirigir-ie a ra do Crei-
po, o. 2.
Preeiu-ie ilugar um eacravo que leja moco e
robusto pin a fibtici de pipelio dn Cioco-Pontn ,
o. 33. Ni rneimi libriea ha grande porcio de papa-
lio prompto de lodoi 01 numero! it pira livreiro ;
tambem se comprlo aparas de papel e retslbos de pspa-
!lo pagando se bem.
= D. Clara Clemenlina Carlota de Brito decli-
ra pelo presente qua a procuracio bastante que em
30 de letembro de 1844 pmou Jos Joiquim Fer-
reira Rabillo loi lio somanto pan elle ir tancar oa
parte de urna can terrea sito os rus do Altorro-da-
Boa-Vista que a requerimento de Agostinho Tasana
Kodovalbo como tutor de orna sus prima, teve de
ser arrematada : e como iiso se coocluio em uutubro
daquelle meimo inno de r844 cessou deide entio to-
do o efleito di diti procuracio.
= Aluga-se um preto padeiro bom amamdor; na
ra Direita jn. 22. Na meima can precisare fallar ao
Sr. Joio Fernandos da Silva, para te Ibe entregar urna
carta vinda-de Portugal.
= U bacharel Jol Antonio de Figueiredo iviii 10
publico que advoga parante todoa 01 luditorioi dei-
ta ciJide : ilpessoai, que quierem boora-lo e fa-
vorece-lo com a aua confianca, dirijio-ie s rus da
Penba n. 5, primeiro andar.
= Um rapaz portugus, que tem bastante pratica do
negocio de anolbados, e d lufficientei fiadores a sua
conduela, aflerece-ie pin tomar conla de alguma
venda ; quem de seu prestimo so quizer utiluar diri-
ja-se a ra do Rangel venda n. 79.
ai Precin-se de um cozinhairo escrivo para coziobar
em urna caaa de bomem lolteiro mal que leu icohor
afince sua aonducti, pin ler encarregadu dn com-
pra! ; quem'o liver neitn circumitincin annuneie ,
ou dinja-soa rus Nova loja o. 11, de Guerra Silva *
Companhis. i\
= Um rapaz portugus, com bastante pratica de ,
oaixeiraria e que di fiadores idneos, que abonem a
tua conduela le offerece pira ciiseiro de quilquer
cna ou eSUbelecimento dentro ds praca, ou fura del-
ta : quem de leu prestimo se qui'er utilisir dinja-ie
ra da Praia armazem n. 68 ou anouncie aua
morada.
= Joio Antonio de Oliveira sai fazer urna viagem
fra do imperio ; rog por tinto iquelln penois, que
le julgarem iuii credoras, que apresentem iuai con-
tal no prizo d.' 8 dial, conlidos di data deite.
Na loia da Joaqun da Silva Cntro 01 rus do
Creipo. n.l, bi muito luperior ssrji de tedi preta
portuguezaS chegads ltimamente do Porto.
Cirios de li Hautire deixou de ler procurador
deSr. Pedro Riguairo K nest praca.
__ Aluga-se o segundo andar e sotio do sobrado da
ra du Rangel n. II, com bons commodos epin-
tsdode novo : a tratar na ra Nova loja de fertageni
de Sebaslilo Jos da Silva & Barros
__ Offerece se para caiieirode eicriptorio ra, ou
armiiem um 01050 de idade de 22 annoi, natural
do Maranhio, de reconbecida probidade e baatanle
intelligente para qualquer emprego de eicripta e da
fiador a iui conducta : quem de leu preitimo se qui-
zer utilinr drrija-ae a ra doat^uarteii on larga do
Rozrio, n 18.
Aluga-se o segundo andar da casa
. ao da ra Direita, eetn>boa vista, e
bons coniniodos ; assim como o primeiro
andar o sobrado da ra da Senzalla-Ve-
Iha, junio eo Sr Lasserre, muilo fresco,
e com bons commodos : a tratar na ra
do Collgio, segundo andar, n. l4,ou no
IWilV, armajcm ,de Bacellar, a fallar
com J. Warcellino da Rosa.
Avisos diversos.
Richard Cliy Nipier retira-ie pira Ingliterra.
lem-se contratado comprar a can n. 22 atria
da matriz de S. Antonio, que ha pouco loi arremata-
da em praca e oeste acto designada com o terreno lo-
reiro : e porque baja mito engao dewja-ie ssber
bs dono ao referido terreno.
a* Na ra da Seozalla-Nova casa tarrea o. 31 ,
exilie urna carta de interene para o Sr. Franciico Jos
de Almeida.
__ Urna mulher parda le eflerece para o lervico in-
terior de urna casa a qual aabe bem coier todas ai
coito! queie Ibe oflerecerem, engommi e eosinba :
quem de aeu prestimo o quizer utilinr, annuneie ou
dirijs-seaos Afogadoi, em o litio junto ao do fallecido
P. Felis.
= Aluga-ie o segundo sndsr do sobrado do Aterro-
da-Boa-Visla com frente para a ra da Aurora ,tam
de Sousa Mallos, Luis Frsncisco Rspozo, Jacinino bo0, conimodol par, UBIi fimi|, : tratar na ruada
Manoel de Chayes, Brsiileira; Joi^ p*lo_ABntoK0J? Cadeii do Recito loj de Joio Joi de Csrvslho Mo-
rra. "
OSr. Asteri" Fraoeiieoda Coila Rre dirja-
se so correio, a fallar com Antnnio Jos Gomes do Cr-
relo a negocio de leu ioteresie.
Di-se dinheiro premio sobre penbore de ou-
ro e prala e boai firmas: na rus estreita do Rosario ,
n. 30, segundo andir.
= Fogioum papagaio muito fallador, levando um
pedago de corrente em urna perna : quem o acbou <
quizer restituir, lese-oio Hospicio, sitio o. 8 queieri
recompensado.
Arrendase um litio na estrada do Remedio, com
bc c::s de ,.vcJ- aiStMaxtul, e a uagsm 88
oa roa de A pullo n, 10.
LerlaraQoes.
" ASSOCIAQAO COMMERCIAL
Ni mell da asiociavao comuieicia! i.-,. OoCu-
po Santo exilie urna lilla pan as pessou que qui
Urna pesioa de saber e capicidade e que ji
lem pritic'i de eniino prop6e-ie a dar Ic6es de pri-
meirn lettrai, grammatica nacional e munca pelo
melbor meibodo poiiivel em cna de sua raidenea .
ou em ditas pirticulire, ifiancando o bom aproveita-
menlo. A pessoa que se quizer utiliar de leu prei-
limo dinja-iaarua Bella 11. 11, que achara com
quem tratar. .
Joaquim Lopes de Barros Cabral,
professor de desenlio, e pintura, partici-
pa ao publico e aos seus discpulos, que
tem aberto a sua aula desde as 9 horas
at as 1 da tarde para os que se quizerem
dedicar a esta arte. .
PRECOS DAS MENSAL1DADES
Desenho....... 6000.
Architectura .... 6sooo.
Pintura a oleo .... 8fooo.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olinda.
Nio tendo sido posaivel ^ffecluir-ie ao dii 30 do
prximo lindo mes o andamento dn rodal desli lolerii,
como se havia annunciado, porexiitir aioda por veuder
um creicido numero de bilbetei, cujo vilor lobe a pou-
co mais de melada da loteria. o que se deve sltr.buir
m J. f.-l- J..I." r* ruK.pl).
cooiinuacau uo panaueui -~ > """ r--
vo tbeioure.ro, legitimaoieote lutornado, que tem
tramferido pin o dii 26 do correte mez o lobredito
sndimento, bem convencido que, no eipico de tempo a
decorrer it ene dia. o amadore deste jogo concorre-
n5 a prover-ie de bilbetei 001 lugirsi i publicado!.
Agencia de passaporles.
Ni ra do Collgio,botiea n lO.eno Atierro di-
Koa-Vista loja n. 48, tirio-ae pnsiportei pin dentro o
r..rHn miu>rin|gfiim como despibio-ieeacravoi:ludo
|com brevidade.
i



.1
*
J C" A.,ocedade' que t agora vrava nesta praca
d.b.1,0 da firma de Dowsley R.vmond.fV PryU, fi
d.tiolvi.la, e continua tmente com a firma de Dowilev
& Ktymond; v.sto que oSr. PrjU et della disliKa-
oo. A nova loc.edade tica encarregada da lequidacio
da antiga firma a quera todaa aa neisoaa ., i8_
rom contt ai poderfl apreaentar. Recife, 19 de fe-
vereirode 1846.
Precisa-e de urna ama para o lervico interno de
urna casa de pouca familia e que aaiba perfeitameole
eogommar; a quem convier, dirija-se a roa da Con-
cordia entrando da ra Nova lado eiquerdo caa
que faz esquina para o traveita da mc.ma ra.
- O abaiio anignado faz publico que no dia 19
do correnle pelai 5 horai da Urde loe appareceo
n aua caa um preto de norae Lu, crionlo, que dit
m eiorato de Joaqaim Pereira da Cunba morador na
Miinsda-de-Pedra diitanleda villa de Souia 3 Id-
Bou provincia da Parabiba, de onde veio ugindo ao
terrivelflagellodalomo, que devait aquellos lerldei:
eu dono, ou pessoa por elle autorisada, o poder pro-
curar, certo de que o abaixo anignado se nio reipon
sabilisa pela fuga. Frantiteo Fernandit Tkomaz.
Lava-see engomma-sa-por preco commodo ; noi
Bairros-Baiioi, n. 22.
/iluga-e a casa terrea n. 42, na ra da Alegria,
com coramodoi para familia concertada pintada :
tratar na ra da Aurora n. 44.
Aluga-ae urna canoa de conduiir agoa por pre-
to commodo ; na ra larga do Rozario, loja n. 22.
D. Franciica da Silva Ribeiro, aolteira. abri, nei-
te correnle anno um collegio para educar o aexo fe-
minmoe entinar a ler, eacrever, contar, grammatica
portugueza bordar doouro, matix, seda Trocha, la-
cada e de luito marcar de 4 qualidadei. fater ca-
cund lavarinto panado e ebeio, ve.tidoi mojemos ;
tambero cose para lora toda qualidade de costura ;
aisim como dirigir outrai aulaa como bem : frao-
coz inglez, geometra, dama dte. Recebem-ie para
se lim pensionutaie meiaa-peniionitai, ou para com-
modidade dai mesmas em fim como melbor Ibci
convier por preco commodo. Quero de leu preitimo
sequiierutiliaar, dirija-ae a ra Velba, 91.
*4
Compras.
Compra-se urna negrinha de io a
i7i anuos, queseja de bonita figura, pro-
na para mucama ; igualmente um mula-
tinho da mesma idade, que possa servir
para pagem : na na da Cruz, n. 6o,
primeiro andar.
Comprio-ie escravoi de ambo o sexos; lendo
do 13 a 20 annos, e de bonitai figura, pago-ie bem:
na ra Nova loja de ferrsgens n. 16.
Compra-se umiellim ingles em maio uao ; na
ra eslreila do Roiario n. 30, segundo andar.
ComprSo-se pennas de rabo-de-|unco j no cor-
r.dor-do-Biipo, n. 8. -..
Compra-" um sellim em meio uio ; na Calcada
do Peitoto, as Ciaco-Pootss, n. 154.
Comprao-iegarrafal valias, na fabrica de lico-
res e bcbialai espiritaoaa, na roa da Senzalla-Velba ,
n. 114.
Compra-se ama preta moca qua
dico prego de a4o r<58 a libra : na ra. do
Trapiche armazem de Jos Teixeira
Basto.
= Vendem-se rooeoda de ferro para engenhos de
aisucar, para vapor agoa e beata da diferios lma-
nnos por preco commodo; e igualmente taixas de
ferro coado e batido de todos os tamiobos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmont &
Companbia oo na ra de Apollo armazem, n. 6.
Vendem-se as melhores sarjas lar-
gas e hespanholas, por prego commodo ;
na pracinlia do Livramento, hoje ra do
Queimado, n. 46.
Vendem-se o utensilios de um completo deposi-
to de nadara como teji : eaixOes grande* epeque-
no pintado eeoverniado* caua do Porto balan-
cas grandes e pequeas peso, ama mesa grande e
man audeas; tudo qaaai novo por preco mmn_
do: na ra dosCoelhos, o. 11.
Vende-seuma venda defronle da ribeira da Boa-
Vuta n. 58, laz-se todo o negocio com a mesma : a
tratar com Jos Soares Pinto Correia.
=Vende-se um baldo e um armario envidracado ,
propno para loja franeexa : na ra Nova o. 18.
= Cootinuacio da lista doi livro que se acbo a
venda em a ra de S. Francisco, aotigameote Mun-
do-Novo, n. 66, primeiro indar : Telemaco de dif-
ieren tei edic5e<; Memoria refutativa de Zelador do
direito de propriedade : compendio de potica ; gram-
matica e diccionario da liogoa bunda; Cathecismo do
soldado francs ; Tereneiot de difirante edice; Di-
ri( lorio sacro; Principios de descnbo linear ; Roman-
ce de Volter; Expoiitor portugus; Elementoa de geo
grapbia astronoma poltica e phvsica ; compendio
da doutrina de Jesus-Cbristo ; resumo de arilbmetca ;
manual de unt ; a moral de Confucio ; arle de faxer
vinho ; Elemento de bittoria ecclesiaitica ; Quintilia-
no Utinoi ; Elemento de 'oivilidade ; D. Pedro no
Porto, tragedia; Vida Chriitla ; Etcola Nova ; gram-
matica latina de Maia ; Job, traduzido em portuguez ;
Novo alpbabetofraocex dividido por syllabaa.
= Vender ama preta crioula, com urna filha mu-
idba tendo a preta 20 annoi, e a mulatinba 2 ;
de leda da India ; letim preto de Macao ; velai de ea-
permacete de 4, 5 e6 em libra ; cera amarellu ; al-
godio grosso para saceos; todo por proco commodo :
em oasa de Matbeus Aostins & Companbia na ra da
Alfandega-Velba o. 30.
Vende-se, na ra da Cruz, n.
6o, primeiro andar, cera em velas,
recebida directamente de urna das
melhores fabricas do Rio-de-Ja-
ueiro ; he de ptimo sortimeato,
e 'por prego mais barato do que
em outra qualquer parte.
s

MITO BARATO.
=Vende-se um pequeo sitio a margen do Cepi-
baribe com casa de vivenda coqueiros e trra para
plantar alguma cousa agoa de beber muito Ireaco e
alegre, com estrada pela Pasiagem e peloi A fugados;
aa mais proporcoe te dirS ao comprador : na roa de
Agoa-Verdet, o. 21.
Vende-te milbo velho 2800 r. o alqueire ;
> novo a 4# r.; ucea cora firinba de Mig a
S. Antonio deposito de
preta coie, eogomma, lava e cozinba : na rui da Ca-
deia-Velba n. 59 tegundo andar a tratar com D.
Joanna Mara do Santo Morao, oo com Jos Diai
da Silva.
engommadeira e costure ira ; nJo te olna i preco ;
eja perita
i^rreco ; um
mulatinho, de 12 a 16 anno, que tej clero : na ra
de Hortat n. 70, ou no sitio, que fof de Francisco
Manoel da Silva lavaje. ?
= Compra-se urna tipoia que etteja em bom uso ;
na ra da C'adeia-V>llia, loja n. 39, ou aonuncie.
- Cori.pr9o-ie Aquailos oovos, carnudos e sem
achaques c pofeommodo preco : no Forte-do-Mato ,
o tratar com o Pires.
Compr5o-se, para fra da provincia escravos de
13 a 20 annos ; sendo de bonitas figuras pagao-se
bem : na ra da Cadeia de S. Antonio sobrado de
u ni andar, de varanda de po n 20.
= Comprao-se dous escravos de olicio ; sendo um
pedreiro e outro carpina para urna encoinmenda do
Rio-Grande-do-Sul : na ra do Collegio, armazem,
n, 1J,
Vendas.
= Vendem-se os seguintet romances novos tradu-
zidos e impressos na cidade do Porto ; cada um por
400 rs. : a Joven Siberianna ; o Pacha de Buda, con-
t suisso ; Conneinara, ou urna eleiclo na Irlanda ;
A voi de sangu ; a Noute de S. Silvestre cont suis-
so ; Colis eonto suisso; o Filbo deTtiano; aa Duai
Amadaa ; Ignei de Las Sieras; Adonit ou o bom ne-
gro ; Trilby, cont de Garlos Noder : na praca da
Independencia, livraria, ns. 6 e 8.
= Vendem-se al 60 milbeiros de palha de carnau-
ba por atacado ou a ratalho : na ra da Praia n. 32.
=s Venderse um preto perfeito padeiro de boni-
ta figura, de idade de 25 annos, por preco commodo ;
DisCinco-Poota, n. 164.
=Vende-se cera de cor para lima de ebeiro, a 1000
rt. a libra ; na ra do Rangel, n. 62.
= Vendem seduas pretas, sendo mai e filha esta
de 18 anno cozinba engomma cose cbio tem
principios de renda e faz todo o mais servico de urna
case, e aquella lavadeira e tambero coxinheira; ao com-
prador se dir o motivo da venda : na ra do Sebo ,
n. 1, primeiro andar.
>aW Veade-se ama neg/inba crioula da 14 annos,
propria para todo o servico; urna eaerava de naci, de
25 esc: ep!i.r; qS!*"**f ; um pardo, de 17 an-
no ptimo paia pageos; um dito de 22 anno, pa-
ra o servico de campo ; um escravo de naci de 3*0
annos muito possante ganbador de roa : na roa
daiCruie, n, 22, legundoandar.
Vende-se urna negra boa lavadei-
ra, e soffrivel cozinheira : na ra da
Cruz, n. 6o, primeiro andar.
Vende-se muito
= Vende-ie urna bonita eterava da Coila, de ida-
de de 20 anno lem vicio nem achaque ; na iua
do Pilar, o. 29.
=Vendem-te BeflexSe lobre o estado da nanca
no Braiil, e meios de o melhonr, e de ptgir ai di-
vida publica pelo deiembargador Henrique Velloso
deOliveira por 600 rs.; a Substituido do trabalho
dos escravo nei trabalho livrn nn Brasil por um meio
suave e sem difficuldade, pelo mesmo deaembargador ,
por 600 n. : na ra do Trapiche n. 3 casa de
Novaea & Companbia.
= Vendem-se 2 eteravoa tendo um preto e um
pardo o primeiro be bom trabalhador de enxada e o
legundo ptimo para pagem ou qualquer outro ser-
vico ; na ra da Cadeia do Recife loja de Joio Jos
de Carvalbo Moraes.
= Vende-se um muito bom oculo de ver ao longe ,
com algum uso ; urna mesa com eterivanbia e repar-
limentos para papis, muito propria para cscrever: ns
ra da Cadeia do Recife loja n. 37.
Vende-se um melhodo de violSo por Alexandre
Carull ; a obra do Judeo Errante, em 5 volumes ,
eocaderoados; o tratado da existencia e dosattiibutos
de Dos; na ra do Crespo, loja que faz esquina para
a cadeia.
= Vende-te um litio com casa e variot arvoredot,
na frezuexiada matriz da Varzea conlroote a pri-
meira cruz da estrada do engenho de S. Cosme, qua
foi do fallecido J. Franeitco Pereira : na travessa do
Carmo, n. 16.
Potassa americana.
Vende-se a 240 rs. a libra da melbor e mais no-
va que existe neste mercado ; no armatem do Bra-
guez ao p do arco da Conceicao ou a tratar com I.
J. Tasso Jnior.
= Vndem-ie 8 escravos mocos, com bonitaa fi-
guras entre ellet dous bons ctrreirot; um dito de 16
annos com cilicio de pedreiro ; outro de idtde de 18
annos camaroeiro : na ra Direila, n. 5
= Vende te tarja preta portugueza, muito boa, por
prego commodo ; um relogio saboneta de prata pa-
tente ingle; estopa do Porto boa para roupa de ei-
cravo por ser encorpada : na ra da Senzalla-Velha,
n. 142 segundo andar.
= Na loja de Jos Gomes Leal, na ra da Cadeia
do Recife vende-se boa sarja preta por commodo
prego.
= Vende-se um cavllo ruco apatacado, muito no-
vo e bom carregador baixo; na ra Nova n. 41.
= Vende-se farioba para porcos; no largo da Ribei-
ra o. 3.
= Vendem-se casacas e tobre-casaca de paono e
merino de differente core; jaqueta daa mesmas fa-
zendn ; ditat de riscadoe bretaoba ; collete* de le-
tim maceo de teda de cores e velludo ; calcaa de ca-
simir., panno e merino ; ditat de brim de quidroi e
istras ; dita* de dito trancado lito ; chapeo do Chi-
a e de masa; ditot de sol, de seda para hornero e
lenhora; tobre-caiaca de brim de todat ai qualidadet;
dita de bom ritcado ; um completo tortimento de
pannos linos de todas iscre e qualidade ; sedti para
colletei; catimirat para calcat; ditat brancas; fuitoei
p:r; ce!!;!;:; ud? pnrpr";nommodo : na ra No-
va n. 18.
*= Vendem te castas da cures e rouxas, a 220 ra. o
corado e corles daa mesmas a 2000 rs. ; cbitat, a
140 rt. o corado ; ritcadot largos propriot para cami-
n a 160 rt. o corado ; cortei de lia e seda a \ 2
ra.: na ra do Cabug, loja de Antonio Rodrigue
da Crui.
5/ r: na ra da Cadeia de
farinha n. 19.
Vende-se, ou permuta-se por casas
terrea no 3 burros do Reeife, um armatem grande de
pedra e cal, com 60 palmoa de frente, na ra de Apol-
lo no Recife n. 80 da parle da mar com mui-
tat propoicet nara w iaajantar um elegante predio,, e
com deiembarque no fundo, proprio para algum ealabe-
leciroento, que ae quizer por, por er tambem de eiqui-
na, e por se Ibe poderem abrir portas e mellas no oiUo
da parle do Norte ; e juntamente com o mesmo predio
vendem-se 2 canoas de agoa, 1 nova e a outra ero bom
oso, 2 ditas abertas e grandes, e 5 escravos csnoeirot: a
tratar na ra da Senzalla Nova, venda de Jos Pereira.
= Vendem-se meias curias pretas, muito superiores
meninaa de escola e mesmo para meninos pequeos ,
pelo barato preco de 600 ra. cada calca ; manas mui-
to bonitaa para tenhorai, a 3000 ra,; vetlidinbot de
mili, oiuito fiaos, c de bonitos gostos para meninos ,,,
a 800 rt, cada um ; ganga azul para veitidoa de pre-J apologa.
tai, com 4 palmoi e meio de largura a 240 ra. o
covado ; panno de linbo com liitrai ames de muito
superior qualidade e proprio para todo o homem de
offioio tanto pelo barato preco como peda umita du-
racio a 280 rs. o covado; e oulras muitai fatendis
por preso barato : na ra do Crespo loja nova
12, de Jote Joaquim da Silva Maia.
= Vendera-ie etpadaa prateadaa; na ra \"v
loja de ferragent, n. 16.
annoi, cozinba o diario de urna caa ; na ra ,
Hita-Nova o. 89.
-- Vende-se um violo de muito boa
VO'SS, S urna chnneleira ingleza de Courn
e muito bem feita ; tudo por barato ptcM
co : a fallar com o Sr. Thomaz Dias Son-
to, ra da Cruz do Recife n. 6?..
= Vende-te potataa nova, e barata, meias de linh..
snlhoi de arco de eaittnho volteadoi e direito.'
meiaa barrica com farinha nova da marca gallego
barrica com dita de SS e SSS peneirat de rame'
na roa do Vigario, n. 9.
=* Na botica da roa do Rangel vendem-te o re-
medid legainte, dos quae a experiencia tem confir-
mado os melbores eeitos : dentifico que tem a pro.
priedade de limpar os dentes cariado. restituir-Ibes
a cor esmaltada em muito pouco dial ; o oso do dita
remedio fortifica as gengiva e tira o mo clieiro da
bocea proveniente nio da carie como do trtaro
que se une ao peseoco deites orgios ; o remedio b
designado pelo numero 1 e 2 : orchata purgativa
mui til a crimen a at peuoai de toda e qualquer ida.'
de; he composta de substancias vegetae nio conten
mercurio, nem drog alguma que poisa prejudicar
remedio para corar calo, em pouco dia; dito pata
curar dore venereaa antigs, e que teem resistido >0
tralamento geralmente applicado; dito para provocar
menstruaco e accelerar a aceto do tero noi partos
naturae em que nio ae precisa das manobras scien-
tifica; da arle ; dito para resolver tumores lymphiticos
vulgo glndulas; dito para curar bbaa e cravos sec-
eos o mais efficat que le conbece at aqu; dito oxi-
mel de ierro muito til as chlorozes, vulgarmente
chamadas frialdadea; pos aoti-biliosoa de Manoel Lo-
pes ; capsolaa de gelatina contando balsamo de co-
pahiba ; ditas de oleo de recinos purificado; ditas de
cubebaaem pfino; ditas de assafetida ; ditas com pos
purgantes; ditss de ruibarbo da Chiba ; ditas de sul-
pliato dequinino de 1 e2 graos cada capaola ; alga-
leas velinhas elsticas ; pilulas de sal de cabiciobo ;
goa datCaldat, ebegada prximamente ; remedio qu
cura a firaldade 'dentro em 40 diai mesmo estando
ochado ; macella nova a 240 rs. a libra : o preco de
todos estes remedios he mui razoavel e os bons re-
sulta doi da sua applicacio bequedevem fazerasua
Casa da F,
Na ra estreita do Rozario, n. 43.
Na casa cima continuio-ae a vender cautelaa da lo-
tera de S. Pedro Martyr de, Olinda cujai rodal de-
vem ter teu iofallivel andamento no dia 26 do correte
mex. A ellat, quesio poucas.
= Vende-te um cavallo alario cachito carregador
e bom pasteiro ; na ra estreita do Rozario n. 30 ,
legundo andar.
= Vende-te urna preta de benita figura, muito li-
dia de idade de 30 annos, boa engommadeira cot-
lureira e cozinheira ; oa ra da Cadeia do Recife, to-
jo de Joio da Cunba Magalhies,
= Vende-te caf moido, muito bom e tem a menor
miatura ; qualquer porco al mesmo aos vintent;
cavada torrada muito nova e em grio, a 100 rs. a
libra : na S. Cruz padaria de urna porta junto ao
_. = Vende-te taperior nrioceza preta com 7nalmos
superior potassa L, |(|rguf, pr0pri. par. Mbr,-.aca.; mernP preto
na Kussis, em barns pequeos, pejo mo-|muito fioo.com a mesma largura
Jos Rodrigues Coelho'roga ao Sr.. I>a4 Alves
Faloio e Taques sai outro lempo Uavid Alias do Sa-
cramento e Silva o fervor de ir ou mandar pagara
quantia de 4440 ra. dinheiro que pedio emprestado
em marco de 1843.
a mesma largura ; fraoklim da duis
larguraa ; tudo peiu pit* maia b.i.i puiMt. --
loja da esquina que volt para palacio, n. 27, de Ma-
noel JosGoncalvet.
-= Vende-te potaita americana, ltimamente ebe-
gada em barra grandes e pequeos; lencos preto,
obrado e na travessa da Madre-de-Deoa n. 11.
Vendem-se garrafas grandes, com
agoa de Cologne, chegada ltimamente
de Franca, e pelo moderado preco de
a'4oo rs. cada garrafa : na ra do Cres-
po, loja nova n. 12, de Jos Joaquim
da Silva Maia.
Na ra do Crespo, loja nova n. 12,
de Jos Joaquim da Silva Maia, vendem-
se as admiraveis e bem acreditadas nava-
Ibas de ac da China: estas navalhas teem
a vantegem de cortar o cabello sem offen-
sa da pelle, deixando a cara parecendo
estar na sua mocidade. Este ac vem ex-
clusivamente da China, c so nelle traba-
IhSo dous dos melhores, e mais abalisados
cutileiros da nunca excedida, e rica ci-
dade de Fekim, capital do imperio Chim,
MJTOH SHORE.
N. B. He recommendado o uso destas
navalhas maravilhosas por todas as socie
dades das sciencias medico-cirurgicas,
tanto da Europa como d'America, Asia, e
frica, nao so para prevenir as molestias
da cutis, mas tambem como um. meio cos-
mtico.
= Vende-se superior farinha de S. Gatbarina
bordo do brigue ero fuodeado defronte das
dinbss.
Vende-se um canoa de muito boa madeiraa ,
e que pega em 800 lijlos ; he muito pouco usad : na'
roa da Concordia armazem decapim n. 25.
= Vende-*e um eieravo de 20 a 25 annoi de ida-
de bem parecido, e muito proprio para qualquer
lervico ; um eavallo bom carregador baixo tem acha-
que novo e gordo ; ni ra do Amorim n. 36.
- Vende-*e urna preta de naci boa quilandei-
ra coiinba o diario de ama casa e eniaroa ; ven-
de se por precisio, e por isso da-se por preco commo-
do ; na raa estreita do Rosario, n. 21.
~ Vend" :: rr !"'"'> hnriwmlnl Hb mira por
preco muito commodo ; na ra do Queimado, o. 39.
sxVende-se o diccionario de Moraea em bom uso ;
oa ra Nova o. 16.
Vende-ie urna crira crioula de idade de 19
tks
Escravos Fgidos
esca
= Fugio, oa noute de 18 do corrento um preto dt
nome Blum baixo gordo, de nagio, de 3o annos,
pouco nuiiou menos foi visto no dia immediato ao
da sua fgida no Aterro-da-Boa-Viste dizeodo que
aodava procurando senhor; levou jaqueta de panno
axul,. caigas de brim e chapeo de pello preto: quem
o pegar, leve ao escriptorio de Lenoir Puget & Com-
panbia ra da Cruz que ser recompensado.
Fugio, na madrugada do dia 7 do correte da
cidade da Olinda, urna parda de nome Cosma pare-
cendo branca por aer bailante clara cabellos corta-
do* acorridos estatura mediana, nio mal parecida,
olboi pretoa e grandea eobrancelbae grossas com
falta de dentes na frente peitos grandea ps e maos
regulares ; em um dos ps tem urna pequea ferida en-
tre os dedos, que nio a deixava andar bem ; o dedo
do meio da mo direila, na ultima junta, be defeituoio
de um panaricio; representa 20 a 22 annos de idade; le-
roo alm da roupa do corpo, urna trouxa com um ves-
tido de chita novo e algumaa camisas sendo 3 de ma-
dapoln fino ainda em folha ,e 45i rs. em cdulas:
quem a pegar, leve a sobredi! cidade de Olinda ni
ra do Paaso-Castelhano casa cootigua.ao tbeatro ,
ou no Recife na ra da Aurora o. 12, que stra ge-
nerosamente recompensado. *
= Fugio, no dia 16 do correte mez de fevereiro,
um moleque de 14 a 15 annos de idade, crioulo, relio
to de boa appareoeia ; tem um p' quino deleito em
urna das orelbas, cbama-se Luii; lem andado apren-
deodo o officio de calafate ; levou calcas de riscado e
camisa branca ; julga-se que elle tenba seguido pan
Olinda por ser all nascido, e ler sido escravo de l).
Liberata ou alus se teri escondido em algum esta-
leirodessss praias do Recile, do que tem protica:
quem o pegar, leve a ra Imperial, o. 39 que s ra
generosamente gratificado.
Desappareceo oa tarde do dia 16 do correnle ,
o prelo Martinbo natural do Rio-do Peixe escravo
de Vicente Ferreira Longuinho vindo do Aracaty ,
pelo brigue-escuos Btnriqueta oa sua ultima viageo,
a entregar ao abaixo assignadb ; tem os aigoaes seguin-
tei : illo rosto secco, cabello piebaim olhoi pretos,
nariz chato bocea grande falto de dentei da parle su-
perior cor fula aero barba .andar vagaroso ; levou
cbapeo-braoco deabat curta calca de algodiozmbo:
quem o pagar, leve a ra da Cadeia do Recife loja de
ferragent, n. 56, que ier bem gratificado.
Joaquim Jote da Coila LeilHo.
Fugio, no dia 15 do corrente urna -preta ain-
da mopa, de oome Catharina, de naci Benguela ; le-
ven estido de chita desudada com listris amarellu ,
panno da Costa novo, com franja do algodio e juma
volta de miitanga azule braoca oo peseoco; tem oss
costas duai grandes marca de duaa veotoiaa ; algum
taoto peituda 01 deolei da frente furadoi; tem no
braco direito umai marca feitai como ai que coslumio
traxer tt da trra della ; lem sido vista pela Boa-Villa :
quem a pegar, love a ra do Cabuga loja de miu-
dexai, n. 1 D qu*ier gratificado generosamente.
i'ugiu, pe 3 Lua* use;; ds Urd; do d1" '"
do corrente urna preta crioula de nome Faustina,
de cor preta bocea grande nariz chato quando
falla parece estar assuilada e o melbor aignal que tem
he ter aignaea os palmas daa mos de ter levado b
poucoi diaa boloi por outra fgida que le ; jt fui vil-
la na praca da Boa- Vista e pela ra da Conceicao do
mesmo bairro ; levou vellido de chita aojo de cozi-
nba camita de algodio e panno da Costa: quem a
pegar, leve a ra da Seozalla-Velbt, o. 142, segundo
andar, que sera recompensado com generosidado.
PIBl. } HATYP DE at. P. DB FAMA1846,



N.fr.
sis QQmrn
DE
PERNAMBUCO.
(SOB 06 AUSPICIOS DA WIEDADE COMMERCMX.)
S4&
Subscreve-se na Praca da Independencia, loja de livros n. 6 e 8, por 12/000 ris por anno pagos adiantados.
2S333 <^SaS30,3E3S>& 5>&(3& (Corregido Sabbadoas 3 horas da larde)
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Hfl^HHI

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exportagAo.
EXPORTS.
Agoardente Cauri -IBum -
Algodo l corle- -IColton I. qualiiy -
[ Assucar brinco em caitas
mascavado -
trauco einliarricado
em saceos -
mascav. embarricado
a em saceos.
Couros seceos salgados. -
Meios do sola -
Chil'rcs da Ierra -_t
do Ido Grande -
Sugar in cases wliile -
l brown.-
i in barris wbile -
> baga
> /xirels bnewn. -
Bags
Dry salted bids -
Taime bids -
Ot-horns -
pnEgo da pra(
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800
120
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4|000
4f.00
1SS&0
Ifl60
WO
-'750
130
mulla abundancia
I|u00
?#000 4*6110
POR
Pipa.
Arroba.
Libri>
Ilun.
Cculo.
CAMBIO p
Landres......................... 27 d. por If rs. o diasl
'boa.......................... 105 por cenio premio,por neUl cflccluados
Franca-------...................... 350 ris por (rauco. .
Bio de Janeiro.................... I por cculo descont.
PKATAmiuda................... 1*800 a J|720.
l'atacdes Brasileos........ I#9*0 a 11900.
a Pesos (.'oluiniiarios......... ijfDUO |J70.
Hilos Mejicanos........... IIHO* 1*880.
ORO. Moedas de OJ400 velhas..'. I6f800 a I7J000.
B) Ditas diia> dotas... I860G 16/800.
Ditas de <|M0............ afroo a DfooO-
Duras liespanbolas'. ...... JIjOOO a 31*000.
> Ditas Patrio ticas.......... anjsoo a 3IJ000
Mlrl" .................... I 'I, por cento ao me.
F RETES.
ASSUCAR.
Liverprol ....".'.'.,.'........." t I i7 fi
Caiialenlre Amburitoellavre........ | i 12 < saces*
incluindo portos Inglezes ...... f J 6 0 caitas
Genova em saceos ....,.......... i IM l 5 por ceiito de primagem
Ilamhurgn caitas.................. 13 6 0
Bltico........................... (
Trieste para caitas................. I 3 10 0
Estados-Cuidos.................... }00 par @ lein priinageni.
Portugal.......................... !i)0 a 250
"ranea........................... f 3 6 e i % de primagem
Portugal...............
Kranra..........
Inglaterra...............
lfaicelona...............
AtGODAO.
000 por ( sem primagem nominal
> pnr @e (flpn/eocarnl>. de lUOpfr iioininil.
*AP- *e p. / de primagem.
6oo p @e Mlp /0aoceinb. 800o pes p. fr
COUROS,
Inglaterra Seceos! II ti......... por tonelada e 5 por cenlo.
.. ... .. 180 cada liuin elOp %cainb. 180 I fr
Estallos Unidos................... Nilo'lia.
BIIV,
.c^Ai?ai.
De'da II de Novenihro de 1814 su diante pagarn C0 p. c.o rape otl tabaco
de pi, os charutos cu cigarros, o fumo em rolo ou em folha.
Pagar 50 p. c. o saceos de c.inliama-so gaossaria ou gime dMo.li.i, o< cai-
vetes em lrma de punhal, as aliaofadas para cnrriiigeiis, as pedraajavradas para la-
goda, as pedras decantaiia para portes, portas e jaurilai, as pedras lavradas para
i'ucaiiainenlos, cepas, cunhaes e cornijas, o assucar reliuado, crystalisado ou de qual-
quer maueira conleitado, o cha, agosjfSjacte, acerveja. a cidra, a geuelira, o mar-
rasquino, ou outrns liceres, os riubos de qualquer qualidade e precedencia.
Pagar 40 p. c. es alcatifas ou tapetes, o canbamaco ordinario ou gross-i'ia, as
halanfas de qualquer qualidade, e roupa feita, nao especificada na tarifa, s cartas pa-
r.i jogar, as escenas de cabo de marlim, o fogo da China em carias, ou qualquer ou-
Irn logo de artilicio, o papel pintado, prateado, ou dourado, sendo de qualidades
iiinis, e papel pintado para loriar salas em colleccoes ou paixagens, o papel de Ilol-
anaTs, imperial ou oulro nao especificado na tarifa plvora, os sabonetas, o salio,
o sebo em vetis, as velas de Stearina ou composico, as amainas, ou oiilras fructas
em Irascos ou latas, acocas, em calda, ou em espinto, e chocolate le cacao ordinario,
avinagre, os carrinlios, carruagens ou caitas, jogos, rodas, arreios para urna e ou-
toe cousa^ as esleirs psra Torrar casss, os carros para conduzir gente, os sociavuis,
pr.silhoes, os sreieiros e tintetros de porcelana, e qualquer objecto delouca uo cora-
hpicndido na tarifa; os lustres, os clices psra licor ou vinlin de vidroliso ordins-
i uin o ile vidro moldado ordinario lavrado ou moldado, e lavrado ordinario da A lle-
co mlia e scmelbantcs os de vidro liso moldado ou lavrado, de fundo cortado ou liso,
r 0u lavor ordinario ; os clices para Champanhe ou cervrja, as canecas ,
eoposoldereitos de 10 a I em quartilbo. as garrafas de vidro al I quartilhceu mais,
sendo diodos estes ohjeclos de ns. I e 2 ss garrafas de vidro pretas ou escuras da
mesnia tapaeldade, compehendidas as que servem para licores ou Le-lloy ; os copos
para lcenlas ate nina cauada, os frascos de vidro ordinario com rolhas do niesino
al 3 lilihas ou mais ; ou sem rolba at 2 libras ou mais, os de bocka larga com ralbas
do mesinro, t 4 libras ou mais, ou sem rolda para opndvldoc os vidros para a
lampadas ou candeiros, as taboas ou folhas de mogno ou oulra madeira liua, e tras-
tes de qualquer madeira.
PagarSo 25 p. c. o ac, alealro, lineo em barra on em folha, chumbo em barra
ou lencol, estanho em barra ou em verguinba, ferro em baila veiguinha, edapa o
Im^uados para fundico, folha de Flandres, galba de Alepo, lata em folhas, iatoeni
chapa, marlim, salitre, vime, bacalho, pene pao, a qualquer oulro, secco ou sal-
f.ado ; bolacha, carne secca ou de sabanura, herva-doce, farnha de trigo, pellicas
iranca ou pioladas, cordovei ou cortes de hezerro para calcado, hezerrose cnuros
envernizados, couros de poico ou boi, salgados ou seceos ; sola clara para sapnleiio
oi> correeiro, cobre e caparrosa.
Pagara 20 p. c. o trigo em grao, barrilha, canolildo espiguiiha, (ieiras, Tos,
franjas, lautijoulas, paldelas, passamanes, sendo deouroou prala etitrelina, ordina-
ria ou falsa : galas da mesma natureza, ou tecidos com reros, linho, algodo ou
seda, reodas ou ntremelos de algodo nao bordados rendas de fil, as de algodo.
retrot ou trocal ; lencos de cambraia de linho ou algodo, e bandas de retrot de
malba,
PagariS 10 p. c. os litros, mappas e globos geograpbicos, inslrumenlos mathe-
maticos, de physica ou chimica, coi tes de vestidos de velludos un damascos, borda-
do* de prata ou ouro lino ; reros ou trocal, e cabello para cabellciieiio.
Pagars 8 p c. o canutilho, cordo de fio espiguiiha. liefrn, (ios, franjas, ga-
lio de fio ou palbeta lautijoulas, palheta. rendas, cadarcos e lodoso mais objee-
los desta natureza, sendo de ouro e prala fina,
Paga- 5 p. c. o carvo de pedra, ouro para dourar, ou quaesquer obras e
ulensis de prata,
Pagar 4 p c, as joias deouro ou prata, ou quaesquer obras de ouro.
Pagar 2 p. c. os diamntese outras pedras preciosss solas, semenls, plan-
las e racas novas de animaos uleis.
Pagir 30 p. c. todos os mais ohjeclos.
Os gneros reexportados ou baldeados pago I p. c. de direitos alm da armaie-
nagem; e o despachante presta Canea at a approvaco desta medida pela Assem-
bla (eral.
Concedem-se lirres de armazenagens, por 15 das, as mercaduras de Estiva, e
dons mezes as outrss ; lindos estes plazos, pagars '/, p. c. ao mez do respec-
vo valor.
Os rdiretos das fazendas, que pago por vara, deve entender.se vars quadrada.
Os direitos nao podem ser augmentados dentn do anno financeiro i mas o Go-
rrino poder i mandar pagar em moeda de ouro ou prata urna vigsima parte das que
forem inaiores de 6 menares de 60 p. C. dos precos das mercaduras, ou mesuio I
diminnil-os, segundo I lio parecer.
O G cerno osl autorisado a eitabelecer um direito difTerencsl sobre os gneros )
de qualquer naro, que sol
igiiaes de oulra' liarlo.
enrregar os gen cros brasileos de maior direito, i,,,.
Os ertigns nao especificados na pauta pago o direito ad valnrem sobre fac un
apresentada pelo despachante : podeudo poim ser impugnados por qualqu, r ofliciil
* A'',n"e?". tal caso paga o impone d factura ou valor, e os direitos
Ao caso de duvida sobre a classificaco da mercadoria, pde a parle requertr
arbitramento para designar a qualidade e valor da pauta, que Ihe compete.
Sao isentas de diieitos as machinas, anda nao usadas no lugar, em que loica
importadas.
r-XPORTAC'AO Os direitos pago-se sobre a avaliico de umafpauta sema-
nal na razao seguinte : Assucar 10 p c. Algodo, caf, e fumo 12 p, c. Agur-
dente,^ couros, e todos os mais gneros 7 p. c. Alem destes direitos pago-se ai
Usas de 180 rs em cada caita, de 40 rs, em cada fecho, de 20 rs, cu cada barrica
ou saceos dskftssucar, e de 40 rs em cada sacca de algodo.
Couros e todos os mais gneros solvres de direitos para es portos do Imperio i
ncepcao do algodo, assucar. caf, e fuo, que pago 8 p. c. e as Usas por voliim'e-
Osmetaes preciosos em barra pago de direitos 2 p c. sobre o valor do mer-
cado, e a prata e o Ouro amoedado nacional ou estrafigeiro paga nicamente '/, p. &
Os escravos etportados pago 6fOOO por cada un,
TOSPEZA DO PORTO As embarcarSes nacionaes, ou eslrangeiras qur
navego para fora do Imperio, pago 00 rs de ancoragem por tonelada ;e ai
nacionaes, que navego entre os diversos-portos do Brasil 90 rs. As que entrama
em lastro e sahircni com carga e viceversa, pagar mc'ude do mpoilo snpra e uin
terco as queenirarem, esahirem em lastro;.e mesmo as que entrarem por fiannuia,
ou escala, quer entiem em lastro, quer com caiga. Desta imposiro po iojhm
isentas as que importaren!mais de 100 Colonosbrancos, e as queenlradrem poi anidada
Toreada, com tanto que estas nao carregiinn, ou dcscarreguem s mente Os eneroi
uecessarios para pagamento dos reparos, que Bzercm,
VENDAS DE NAVIOS As embircaces eslrangeiras, que passsrem a ser
nacionaes, pago 15 p. c e as nacionaes, mudando de proprietano, ou de baudeira
pagao 5 p, c. sobre o valor da venda.
REVISTA SEMANAL.
CAMBIOS Houverio transaccoes iegulares a 21 d. por IJOOO res a C0 das.
ASSUCAR Ks entradas foro regulares, as caitas foro menos procurada;
os piceos conforme quotaru.
ALGODO As entradas foro diminutas: os precos conlorme a uimUco.
COCHOS Teem sido olIerecdos! ha abuodan:ia, viudal regulares, c precos
conforme a quotacaO *
11 w:\I.IIAO N!o bouvero entradas, muta ctliaro o deposito de de
1:400 balitea*.
CARNE DE CHARQUE Entrou dum eariegamenlo do Rio Grande do Sal,
o deposito de de 8:000 airabas.
FARINHA DE TRIGO Nao l.onvero entradas o deposito de de 3:000 bu'
ricas ein primeiras nios, e as vendas legnlares as quolacJes.
FARINHA DE MANDIOCA Hi 3:400alqueires, vendas regularos, leud-
se vendido algumas porceesa 3SS00 ris o alqueire vclho.
Resumo das Embarcacei existentes neste porto no da 21 dt Fntrciro di lWr).
Americanas................,...................................... ;
Atisl'iaca.............................................................
Brasileas.......................................................... Jj
Duiamarquezai............................................... ......
llamburgueza....................................................... ,
Inglezas...............................,., 7
Napolitana-..................................., \,."'.*,/;V..'..".".".'.".". I
^oruellguense ...........................,.............................
Portuguesas......................................................... 7
?*rdas............................................................. *
SuecM................................................................. s
A Provincia goza tranquillidadc,
ToUl
if


I
v~vt- w

IB-
LISTA das Embarcaces existentes neste porto at o dia 2 de Fevereiro de 1846.
lSTBiDiS.
,l Fevere.ro (
Jaoe'
2fi
Otiemhro 19

18*6
Janeiro
Uto Fevereiro?
1116 Ji>e'<>
Fevereiro JO
DONDE VE*.
Kaltimor
Philadelpbl
Montevideo
Uio de Janeiro
Rio Grande do S.
Sanie Catherine
Rio de Janeiro
Sania Calharina
Rio de Janeiio
U
A Icobaca
Cal>o-Verde
Merseilles por G
Parahyba
R. Grnela do Su I
AmA
Paiahyhe

Santa Calda1
Santa Catliariua
Au
a
Rio de Janeiro
R Grande do Su I
Acanta
Ass
Assli
II j rende do Sol
Ass
Acarac

Trieste
Montevideo
CASCO
lili Janeiro 23 Rio de Janeiro
lili Janeiro
a
Feveieiro
ISIJ Janeiro. 14
1816 Fevereira 21
1815 Outubro IJ
Noveuih. 17
ISAS Janeiro I
a 4
a C
1810 Janeiro 12
lia
4
Fevereiro
1816 Janeiro 4
12
Ferereiro 7
16
20
Terra-Nova
I.i-boa
Terra-Nova
l'h d'Assumpco
Terra-Nova
Baliia
New-Port
Palermo
Londres
Figueira
Ballia
Porto
Lisl.oa
a
Porlo
Lisboa
Genova
Montevideo
Hoslon
Genova
Rabia
Londres
Genova
Baha
Hoekholm
Rio de Janeiro
Babia
Rio d Janeiro
HACAS.
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U,g-eSC.
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Aguia
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Thomai Battersby
Ilalcyon
Antoinetla
Juno
Primavera
Reslanraro
Relia l'crnambucana
Hercules
Tarujo II
Espirito Santo
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Boa Inlclligencia
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Manoel Goncalves da Silva
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Cha riles Poope
James CabrelreeSt C.
M. CalmontstC.
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A. Joaquim de Sorna ttilieiro
Firm. 1. Felit da Rozast Inn
Thoroas de A quino Fonseca
Thoinai de A quino Fonseca
F. J. Feliz da Rosa Si !
Francisco Al ves da C'inba
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Luis Riuguic e
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Joliuslon Pater St C
Le Bretn Schiaram St C.
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Le Oretnn Schramm St C.
Le Rrelon Scbramm StC.
Frederick Robilliard
Ale. Calmcnl Si C.
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Londres
Canal
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Lisboa
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Lisboa
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