Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08748

Full Text
exfa fe ira
O DIARIO publieaW todo os dtas que
o forcm de Riiarda : o prcco da asslgtia-
l he de 4*000 rs. por quartel pago, rnhan-
Sw. o aununcio do* asignante, saoin-
' idos a raio de 20 reto por linna. 40 rs.
',,, ,, drente, a rcpclicocs pela me-
\o Osnue naoforemassignantcs pagao
80 M. Por li"ha- e 160 emtypo dlfferente.
PHASESDALUANO HEZ DE FEVEREIRO
recente 3 a2hor. e 51 mo. da man.
tu cU a 11 as 6 hor. e 51:m*. da man.
J ngoante a 19 a.2 hor. e 23 mu. da man.
lia nova a 25 a 5 hor. e 11 uiin. da tard.
PARTIDAS DOSCORREIOS.
Goianna, e Parahybn, Sogd." c Sestas feira.
Rio Orande do \orte, cheganas quartas
feirsaomcio dia, c parte nasmesmaa ho-
ras as quintas fciras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, < Macey, no 1., 11 e 21 de cada me?.
Garanhuns e llonito i 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas fciras.
01 inda todos os dias.
PARAMAR DE HOJE-. "*
Primeira aos 30 minutos da tarde.
Segunda aos 54 minutos da manhja.
ce Fevereiro.
AnnoXXII
N. 41.
das desestaa".
16 Segunda S. Porfirio, aud. do J. dos orf.
r do .1 do C. da 2. v., do ,1. M. da 2. v.
17 Terca S. Silvtao, aud. do J. do el, da
l.v., edo J. Se paz do 2. dist. do t.
18 Quarta S. Theotonio, aud.-do J. doclv.
da 2 V., o do J. do paz do 2. dlst. de t.
19 Quinta S. Conrado, aud. do J. de orf., o
dpJ.M. dal.v.
20 Sexta S. Eleuterio, aud. do J. do civ. da
l.v., o do J. de paz do 1. dist. de t.
21 Sabbado S. Fortunato, aud. do J. doclv.
. da 1. v., e du J. de paz do 1. dist. de t.
22 Domingo S. Margarlda.
CAMBIOS NO DIA 19 DE ffcVERKIRO.
Camb. sobre landres. 2 d. p.-l/a 60 d.
Parg 358 rc'is por franco.
Lisboa 105 p. c. pr. p. m.
De.c. le Ict. de boas (Irtuas 1 '/, p. % mez
Onro-Onca h'espanholas .'tOCiOO a HOOO
Moeda dotMflOiivel. IGjSHO a 17t00()
* deli^OOnov. KMflOl) a lOffOOO
de 4^000 mi a 9 Prala-Pataces .... I#t20 a 1#940
Posos Coluumares Ijf.tH) a lWftO
Ditos Mexicanos. 1/900 a OOO
Prata Mluda 1/BllO a 1/700
Acedes da C.'do Heberibc de 50#000ao par.
DIARIO DE PERN AMBUCO.
_________, _____________________. ,. ________,_____________-------- i -.. ... ----------i, r --------------, ........., ;y _j------,___
PARTE OFF.CIAL
D. JoUo da Purificado Mareuei PardigOo, eonego
regrante de Sanio Agoiiinho, por grasa de Deot t
da Santa S Apotlolica, bupo di Pernatnbueo, da
concetho de A'. M. I.eC, etc.
Noie pode imaginir, dilectinitnosdioeeiSDOS, mys-
torioilgum, entreo qoe oelebramoim plena crenc,
que a nica verdideira religio noi precreve, como o ai-
sombroso 6 prtentelo myslerio da Resurreiciode Jei-
Chriato, poto que neate ineflabiliuimo myiterio cstio w-
lencialmente lundimentads ai noiiaiesperancavaeBdo
evidente a loda ai luzei doutrina do Apolllo, guan-
do noa aurgura, que, te Jeau-Chriito nioreiuscilou, be
asa nosia religio.
Esle mviterio he a lolidinima bate, em que todoa o
oulroi firmemente lubiistem ; myiterio, que jamaiii po-
dero coetradizer o meirao initnigo de Jeiua-Chriato,
que poucos diai antea o tinhio crucificado, satiifeiloi
nicamente em pagar urna copioia quantia aoi guarda!
do sepulchto, para i}us aueveraiieo,que, dormindo el-
le, viprioseuidiicipulos eo roubro. ( Main. C 38,
v. 12 e 13.)Prohibindo, que os apostlos aonunciaiaera
em nome de Jeiui-Cbriilo a doutrina, que elle promul-
gara. (Aet. doap.,cap. 4 16, 17 e 18.) Todos n-
bem, que quaoto niaiot be o myiterio, que loleoinisa-
moi, tanto maii digna deve aer a diapoicio, com que
he miite recordarrooa o facloi, por Jesui-Cbriilo pri-
ticadoi em favor da noiss lalvacao, para nona doutrina
e conveniente instruegio.
Eis o gran lee benigno projeclo, que a tanta igreja
ancioiameote pde em pralioa, quando, urna vez no cir-
culo do anno, noa demonstra a urgencia aquella diipo-
sitio, ("que ora noi proponioa persuadir) instiluindo
em iub origen) a sacratisiima quare:ma, na qual, como
tr.ai cargosamente allenl'a promover a eterna ventura
de ieai predilecto! lilhos, pretende excitar ettei & since-
ra penitencia, para reparo da innocencia, infelizmente
perdas, com que deviamo celebrar o auguiltoiimoa
myitenos. ans'qnaesa religio profesaada manda tribu-
tar Ingenua credulidade.
Tributar piedosa e fiel coniideraco i vot de to dig-
na mi, para com maior fervor noi resolvermos a rom-
|ier o aituciosos latos, e quebrar o engeoboioi artificioi
docommum ioimigo do genero humano, a cujo domi-
nio e prepotencia esto lubjeitos desgracadsmente todoa
os que vivem maculados em torpeai, e oppriniidus cooi
o reato de culpa mortal, be un doa oonoi primeiros de-
vere, filboi icmpre dileclisiiinos. Ser, pofm, pos-
liiel, que na quaresma do aooo de 1846 nio presencie-
mos al;um eslorgo em diligenciar a exlirpacao dat pai-
xoe, em promover com o pmprio ejemplo a regulan-
dalle dos coitumes, em fazer cenar, ou minorar, pelo
meno, a geral corrupco, que ooi tem acarretado as
maiore oppreiiSes ? Porque nao no deiafleicoamoi
das petslmai ioclinacoca, que nos occasionio o maio-
rei estrago, nmortecem a alma, ea privo degoiaroi
doces (rucios da penitencia em estado de grava, quando
u'oulra maneiro nos lio intil ?
Maiia Sanlisuma, protectora dos desvalidos, honesto
occaiiao, que o mnimo prelado du santa igreja, da qual
vosio (lilcclissitLoFilbo vos conitiluio defensora, i
recorre, implorando proteccSo em lavor doi que, por
propria culpa, exisiem em perigo decondemnacio eter-
na. Fj/ei sentir voiso efficaz patrocinio sobre os que
deito neceisitio. A vos noi dirigimos, acreditando no
grande poder, que goiais junto daquelle tbrooo, do
qual dimano ai grecas, que por vos nol sao prodigoli-
sadas, quando o leu theiouro eat confiado vona dii-
tiil'uioio. Protegei parttcuUrmente o que esoutarem a
>oi do Eterno Pastor, voiio Filbo, por intermedio do
1'- stor temporal. u*i nouai tupplieai, attendei nossas
A IIAIKHA 3IARQOT. (*)
por 2llcniirr Oinnas.
QUINTO VOLUME.
CAPITULO II.
a confidzkcus. (ContinuacOo).
N vespers desin rrcepnJo, pelas novo luirs da noito,
enrn eiirMScm todo no Loovre enlretidm com ot
preparativos do dia seguHile, Mnrgarida abri ajanellae
abin veranda; ruasopenn ah nppareeeoella, que La
M"le, i, ni eupernr o Ulbete de Margurida, e mais aprea-
'"lo que de cuttume, onviou com a labida deslreta o
" "> que vciu u-r aua pea t a real amante. Margaridn
' utondeu que a carta devia contor algunia cousa extrav
""linaria, o recolhen-sc para a ler.
O bilhete eonlinha iiprtmoira pagina estas palavraa.
Sc-nbura, lie precian que eu falle n ei-rci de Navarra.
u negocio he urgente. Aqui espero. -
E "a nurta pagina, que ae pudia separar da primeira,
et oulrat:
lagrimas, compadecei-vos dos nonos gemidos, pin vos
dignsrdes minorar as IrihulacOes, que por todoi os mo-
dos noi eerelo. Seeundai nowaa orle, fazenrio, qoe o
rfbsjo nroc dinsenlo d'ora em diante seje diverso da-
quelle, que et agora nos'tem designado indigno dos au-
xilios indiipensaveis para eonsguirmoi a Iruicio da
sempiterna gloria, que vosso Filho, juiz reetiistmo, do-
ve oonferir aos rieisobservadores de leui preceiloi. Dig-
nai-voi finalmente occorrer maii sfflicliva calamidade,
que actualmento nos stribula, para que poissmoi respi-
rar I if remen te, bemdizendo, e exaltando vossa clemen-
cia.
Charol dioceanoi, perraadidoi, qoe nos devemos
dispor, preparar para soborear o inerTavelprazer, que a
resuireicao de Jetus-Cbriito tas sentir nos coraces
verdaderamente penetrados da verilicacio deste mysto-
rio, eiforcemo noi a conieguir fruico deste celestial
recolijo pela penitencia perceptiva no saeratisaimo es-
paco de 40 dial, determinando a nos mesmuia frequen
oa dos sacrsmentoi. Entreguemo-noscom o maior fer-
vor ao recolhimento interior, nio convindo, que con-
sumamos eites prociosos dias no jogo, nos bailes, e em
quaesquer outro diverlimento improprios do lempo do
aaudavel jejum, que Jeius-Cbriflo pratieou no deierto,
para noi identificar como devemos e podemos debellar
os ioitnigoida nossa saltaco, que jmaii cesiio d'illa-
quear nosiai untas dispoiicoei.
Seja o nono maior desvelo evitar, ou extinguir qual-
quer odio, ou rixi contra nono prximo. Apreciemos a
harmona, que deve reinar entre as familias. Meditemos
quao prejudiciaessao 0% resultados daquelles deteitavois
vicios, lendo presentes os que prximamente preienciou
eita capital na perpetradlo deum borrorissimo ecrue-
liisiroo fratricidio, cujo autor neceasenmente deve es-
tar destituido de todo e qualquer seotimeolo de humani-
dad e de religio. Que escoplo pira os pais e obele
de familia, que oio educio seui filho nos preceitos da
religio cbrita, nal mxima do Evaogelho, o oo san-
to temor de Deo Que imporlantissima litio para al
gum pai, que neguem a seui.filboi a edueacio religio-
ii, etalve a prohibi 1 beellei nio foesem erueis pa-
ra com ipui filhos, e para li meslo, nio loriamos lido,
oo preseneiado fictos os man escandaloso, e capazea do
faier eibir a peona da mo ios que os eicrevem. Se el-
les instruisiem teui filhos. no dever de reipeilar ai le,
e na pratica da virtudes, queentinao a perdoar asof-
fenia, a reconciliar ocontendores e offensores, outro
seria o proredimeoto doi que leoulremcom a eflerve-
cencia di paixdes, que I isciedade abomina.
Predilectos filho, luppliquemoi mito asiduamente
ao Dador de todo o dom perfeito, que te digne minorar
o flig< lio,com que omnmodamente eta caitigando lo-
do o orbe, pin redusir os impenitentes io cumprimento
de leus deveres pin com Elle, que jmais quer i morle
do peccador, que reigatou com o teu preciomiimo sin-
gue, coniervando abertal e hrilhantes as cbages, pelas
quaesilmejanioi iilvacio de nonas almas. Boguemoa
coui perfeita contriccio, que um nio, ou urna faiica do
brilhanlitmo deitai ehaga d'infimlo valor desea lobre
nos, noi iilumine, e toque o coricdei endurecidoi pela
abstinacio na culpa, insinuando a retractacio dos ex-
celso il igora pratirado com eminente damno da e-
term reprovicio. Keflexionemos attentamente na dili-
gente lolieitude, eom que nossaternamii.a santa igreja,
persuade a penitencia, em que eufilho ?e devem exer-
citar, eonvenoida de que, lem esta, jamis Iheseri po-
livel obfencio de leo ultimo fin; indicio convincente
di inlallivel verdade, quo ella nos innuncia, predii-
pondo-noi pan noi ser fructfero n exercicio da peni-
tenciaquaresmal,quando, illuminada peloEipirito-Sin-
to, principia, desde a septuagsima, i deipir-se das ves-
te propria de festival regoiijo, e a prohibir cntico
indicativo! de jubilo e prazer, pin que leus filhos ae re-
sT-
(*) Vide Diari, .
40.
Minha irnliura, e rainlia rainhj, fuioi quoeu pona
dar-voa um dcstes abraco que vos envi. Aqui es-
pero. *
Quando Mnrgarida acabava de lr cita segunda parle
da carta, ja nuvia a vo de Henrique de Navarro, que
oum a ana habitual reserva bata porta cuiiimiim, -e
perguntava a Gillunne ao pudia entrar.
A rainha dividi immediatamenle a carta, pos urna das
folhaa no rmipinho, c a outra na algiheiro, berreo a fe-
char a janelli, e dirigindo-ae para porta:
Entrai, Sr., diaie ella.
Por mai branda, prompta o hbilmente qne Margari-
dn fechase ajanella, acoinraoclo desaaaccao havia che-
gado ao ou viiios de Henrique, cujoa sontidu, acmjire
alerta, linho no meio deisa sociedad do que elle tanto
descimfiava, qulai adquirido a superior delicadeza, a
que aio levados no humero que vive no estado aelvagem,
Mis o rei de Navarra no era um dessea tyranno que que-
rem impedir tuas mullierea de tomar fresco e contem-
plar eaeitrellii -HOHP
Henrique eta,va ritonho e affael como sempre.
Senhora, disao elle, em quanlo todos esse enrie-
laos experimenta o seus vestidas de ceremonia, lem-
brei-me vjr trocar com rosno algiimae palavraa aecroa
dos nieue negucios, que vi oonlinuai a considerar co-
mo vnsiMi, nio he aisun?
Porcerto, Sr., respondeo Margarida; nlosaooi
uossoa interestes aempre oa iiieaiao?
Sim,,inhora, eho por isu que eu quera pergun-
tar-o o qne pensis do cuidado com que o doque d A-
leneon ha alguna din me evito, a ponto tal que desde
nte-honlcni e retirou pra Saint-Germain. NI Serl'
para elle um racio, ou de le ir soiiuho, perqu he pou-
visto dos lentimenlos insepiraveii doi verdideiro pe-
nitente
Quinto, porm, ao diflerente dos da sinta igrej os
sentiniento de muitos chnstios, que, mu proiimoi io
lolemne jejum, seentregio aoidivertimento do carna-
val, inteirimente oppoitoi ao espirito do cbriitiioiimo !
Ettei reitol do paganismo contrarioi aoi designios de
Jess Christo, as mximas do Evsngelho, e da sis mo-
ral, devem considerar-so como origem da mais escan-
dalosa desenvoltura, alientos o pernicioso efleitoi, que
occasionio. Que penimai consequeociai nio teem el-
le produzido E nio havera quem retlexiono 10-
bre lio indecoroso procedimento demoostntivod'af-
feicio soi crimei que neitei din le commeltem ?
Horroroio e ibominivel coslume, que barbiridade
ntroduzio, e que oflusc a raiio, fomenta ai paixdes,
e posterga o senlimentos, qoe oulr'ora forio imbui-
do! em alma betn formidn !
Pernicioso prazore, divertimentos improprios da-
quelles, qoe devem evitar o oprobrio di religio cbrii-
tia, vos deveis ser considerados como origem donde,
genlmente fallando, dimsnio grandes dissences, ai
maiore discordia, e contend! eotre oprenles e ami-
gos inclinados espanto vinganga Vos lazeis perder
a innocencia. Vi constitus em occiiiio prxima de
peccar aquellos, que vos frequentio com animo de vio-
lar ai sagradas le da decencia e do pudor!
Telvez existi algn, que, a pretexto de jejuirem,
lem meimo dominar nellei o imor e ifleicio a elle pre-
oeito, pretendi justificar, ou deiculpar sua extravagan-
te conducta, penuadindo-se illusoriamente seenecessa-
ria eiti licenciosa diitnccio (significativa d'irreligiio )
para entrarem no exercicio penitencial.
Ser, porm, admiisiveleitiquilidade de impostura,
e toleravel a perminio de qualquer excelso, queindupOe
para apeniteneiaos qoe a este se entregiof Kio estamos
obligado 4 evitar n falla, quo podeni manchirocora-
cio? Como conceder aoi sentido! toda a torte do liberda
de, que no nio iiontide crimo? Que erro, queeslrioha
cegueiri, te coro miior indignidade noi entregarmoi
deviuidio, que devemos repellir I Se, pois, anhela-
mos nona talvacio: le em ri domina o telo da reli-
gi>t>, que profenamoi, abandooemo o profano diver-
mento, que noi induiio a peccer, para noi consliluir-
mos man devotos, mais mortificados, e aisiduo noi
exercicioi de piedade.
Benunciemoi ao espirito ifjo mundo, certoideque
todo o espectculo i 1 licito, no tanto lempo da quares-
ma, nio deve sor frequentado, logo que a tanta igreja
o lem doctorado criminlo, e como tal o prohibe. Quio
louvavel eria soccorrer a indigencia com a quantia de-
signada para a publica reereacio, e para si esplendida
iguaria, superfluai no lempo quareimel .'
Nao be lem grande fundamento, que i espqia de Je-
iu-Cbristo, no lempo prximo quaresma, refere a mor-
tal queda de notsos primeiros pais, condemmcio, que
Deo Ihei fulminou. de serem convertidos no p.de que
linbio lido formulo!, larendo-lhes ver. que devii
morrer em coniequenca de iui formal deiobediencia,
que infeccionou lodo o genero humano. Qualier4,
porn., aquello grande fundamento ? He, enlr'oulros,
o de ooi laier conbecer, quinto leja ponivel, at onde
ebega a enormidade da culpa morillera, e quaessaui
patorlos resultados, para que cordialnienle a deteste
mo eomo'ollena perpetrada pela creitura contra o cre-
ador, quem a meima creatura deve seu ler, sua exis-
tencia, e a recepcio de todos o beneficios, pelos quaei
lem de reipooder. Convem, que, antei de Uoaliiireila
nona carta pastoral, mencionemos, qual o meio mais
efficaz de nos prevenirmoi contra os analto e astucia!,
com que o infernal inimigo nos pode liliquear duran-
te pona existencia, e particularmente no lempo de nos-
la exinanico, sendo evidente, que quinto maii nos
prevenirmos, mai gfbriou lera i victoria, que repor-
tarmos, depoit da varonil peleja, sem a qual nio pode
baver triumpho
Em todo o decorio de nosa* preciria exilieneia s-
mente conbecemoi, como meio mais proprio para re-
frer ai paixSes, e reprimir os vicioi, a reflexio sobre o
ultimo periodo da vida humana, no qual creatura de-
ve comparecer notvibunil docreidor para lerjulgida
com infinito rectidio.
Oh, que terrivel trame pin os impenitentei I Quem
o poden juitificir! Quem o podera patrocinar, pre-
senciindo a ira de um Dos justiiiimimente indignado!
Eitii, e outrn laudaveii reflexoei, sao o poderoio
antidoto para o homem se conter em suai viciiiitudci
arriscadas, e supporta-U, para i sua virtude ler prvi-
da, como o outo no fogo.
Meditemos, poil, com a maior leriedido nette ulti-
mo momento, no qual smente a pratica das boaiobrai,
o procedimento verdaderamente chriito, ( e nio o t-
tulos pomposos, as dignidades, e os louvores humanos,
que naquolla hora desappirecem como o fumo) nos po-
dem adquirir solida e plena sttiifacio.
Nio erremos, amantissimoi filhos, a terrivel paisa
gem para a eteroidade. Em quaoto o lempo nos he con-
cedido, trabalhemoi em obter com temor e tremor ooi-
a perduravel ventura. Nio confiemos oa duracio de
nossos din, certos de que ignoramos o dia e a hora, .em
que devemol deixar o mundo, como a quotidiana ex-
periencia nos indica. Quanlo melhor seria, que o a-
hanilonnssemos, antei que elle noi abandone Como
be ponivel, que o lugar de deiterro, verdadeiro valle de
lagrimal; cootenha em ti to coniidenvel numero de
ifleicoidos ?
Nio entendemos por eita occasiio cemurar o amor
natural i existencia, em quinto eita nos fr concedida,
sendo do nona intonco smenlo reprovir o desordena-
do dilecto as mximas, e doutrinas mundanas, cujo le-
quito noi fici eiquecer, quaeidevemoi ler pan com
Dos, e para com o homem.
Permitl'a Providencia, que a letura d'esti nona ex-
bortavio pastoral produza os Iructoi, que ingenuamen-
te anhelamos em prol di grei pernambucana, para que
eila le disponba o prepare para lolemnusr dignamente
a Resurreico de Jesui-Cbriito, e ler participante de to
copiosa redompcio. Palacio da Soledade, em 17 de
fevereiro de 1846. JoOo, hispo dioceaoo.
co vigiado, ou do se nio ir? Dai-me o vosso parecer,
senhora, qneier, confciao -o, de grande peao para con-
firmar o nieu juito.
__ Tem .V. mageitade raiio de le inquietar ooui o si-
lencio de meo irniSo. Hoje todo o dia lenlio pensado
iiitin, c o meo parecer bo quo, lendo mudado ai circunia-
tanriaa, elle mudou com ellos.
Ou por outra, que ao ver enfermo el-rei Carlos,
e o duque d'.Vnjou rei de Polunia, nao deigustar ficir
em Paria, pira guardar villa a cora de Franca, aio
ser ialo?
Jiiitaineiile.
Seja. Nio quero outra eouaa, dina Henrique; bat-
a aerente elle (,.,,., para mudar ludo o -;,... ,,i,,ii ,
porque para eu partir aao-nie preoiaai Irea veiei ai
segnraiieas que -n teria exigidu para partir com vosso
irniAo, cujo nome e presenca na empresa meserviio de
salvo-guarda. O que ao'mente me admira he do nao on-
vir fallar de de Mooy. Nln he seu coitume ficarani
sem dar signal de ai. Nio lereia vea noticias delle, se-
nhora?
Eu, Sr. dsse Margarida admirada, e como ijuc-
reie vos.....
Oh! por Deo, minha amiguinlil, quo oadu seria
mais natural; v liveatea a bnndade de me faier o favor
de salvar a vida a esse bom La Mole........ Ease ropos fyi
pruvavelinentu para Mantea..... quando a genle vai p
de muito bem tornar a fie.....
Ora, eis-ahi a chave de um enigma, coja significa-
cao dcbalde procurara, respondeo Margarida. Ku havia
denudo ajanella aberta, e achei quando eotrei sobre o
tapete orna especie de bilhete.
Ora vede toto dme Henrique.
Governo da provincia.
RXPeniENTR DO DrA 10 DO COIREKTE.
Officio Ao inspector da tbesourfria di faieodi, ici-
entificindo-o de baver lido approvada por S. M. o Im-
perador a nomesefio, quo a preiidencia mandara interi-
namente pasiara Antonio Francisco Xavier pan o lu-
gar de guarda da mesa do consulado.
Dito Ao mesmo, declarando, que, sem ordem ex -
prea do tribunal do theiouro, nio icceite ll leltm,
que contra i thesouriria sob la inipeccio sacou i do
Ceir para pagameolo de farinba ; significando, que
fax temelhante declarario, porque o leceite denegado
nio est comprehendido no tj 10 do artigo 1. do decre-
to de 7 de maio de 1842, que manda fornecer manti-
mentoi as provincias, que dolos necenilarein, e nio
pagar o- que, como a farinba, de que so trata, ja sea-
chao compradoi e em distribuiclo por aquolle-, que
delle teem precitio ; erecommendando. que, quando
le dirigir ao referido tribunal acerca do cato em ques-
lio, pec_a-lhe tambem providenciis pin todoi o di
meima especie, que d'ora em diaoto occorrerem. Of-
ficiou-ie reipeito ao presidente doCear.
Dito- Ao supramencionado inspector, ordenando,
faca pOr disposiyio da admioistracio dos estabeleci-
inenlos de caridide o litio doi Colhos, pertooceote ioi
Um bilhoto de que ae principio nada entend, cao
qual nenhuma importancia dei, continnou Margarida ;
talve nio tivesse eu rasio, e venhu elle deaie lado.
Pode sor, diste Henrique i o eituu quasi a dixer
que ho pryvascl. Pde-ie ver ene bilhete?
Sem duvida, Sr., respondeo Margarida entregando
ao rei a folha quo havia mcitido na algibeira.
O rei !ancon-lho o olhoi.
N* he a letlra de M. de La Mole? die elle.
Nio sei, respondeo Margarida i parecco-nie fin-
gida.
Nio importa; leamos, disse Henrique.
Elo:
Scuhura, he precito que eu falle a el-rei de Navar-
ra. O negocio be urgente. Aqui espero,
Ora esta! oontinuoo Henrique......... Nio vdei?
elle diz que espera!
Bem o vejo, disie Margarida ; mai que quoreii
vs?
Oh! ventre-ainl-gri! quero qne elle vonha.
Qne elle veitha exelamou Margarida Atando no
marido oa seos lindos olhoa embados; coran podis di-
xer scnielliaute coala, Sr.! Um homem que el-rei qais
matar..... qoe c-la asiignoladu, amcacadii..... Que elle
venho! ditetovoe; ehe isio possivel!..... Fierio-to as
pono para aquellei qne forio.....
Obrigados ifugir peUjanell...... queris dixer?
bao mesmo, e va acabato o meu pemamenlo.
I'ois bem mas, ae ellea couheccm u caminlio da
jauelU, touiemesse cauinho, j que nio podem atiolu-
tamente entrar pela porta. Man limpies que tolo nio lia
nada.


2
v artigo l.'da le de 13 de
outubro de 1831 msndou eilabeleeer o grande hospital.
I'arlicipou-se a administrapuo dos eilabelecimentos de
caridade.
DiloAo procurador-fiscal da Ihesouraria das rendas
provinciaes. significando, que romo oi expedida em
um so efleito a appellacao de S. uto., para a relapio do
diitrioto.da sentenQa.que uomologou o arbitramento ta
indemnisapio do terreno, que, por utilidade proTiocial,
fe est doaappropriando a Joi Joaquim Bexerra Caval-
caoti, dte, de conformidade com o artigo 26 da lei
provincial o.* 129 de 4 de maio de 1844, condonar noi
termos de una tal desippropriacio.
DitoAo engenheiroem cbefe dai obras publicas,
ordenando, mande fazer por admmistripio asobrai da
barreira da ponte de Bujary ; visto, como informa
theiouraria das rendas proviociaes, nio bever appareci-
do quemas quiessecontratar por arrematapto. Par-
ticipou-se a tbesouraria das reodas provinciaei, e ios-
peccSo-Oical das obras publicas
Commando das Armas.
EXPEDIENTE DU BU 11 DO CBRENTE.
OfficioAo presidente da provincia, enviando-lbe
os mappis designados no artigo B. do regultmento de
8 de maio de 1843, e scientificando-lbe, que igual re-
mesas bavia directamente leito repartiplo da guerra,
como !bo incumbe o inetuio regulameoto.
Dito Ao mesino, enviando-lbe, para lereo direcpio
conveniente, os mappas parciaea dos corpos de linha,
outroda companbia de cavallaria, deposito e guardas
nacionaesem destacamento, e outro da oflicialidade das
qualro claises do exercilo acompanhado da respectiva
relelo n minal, ludo pertencente ao mei de Janeiro
prximo Ando, com o que ficava executada adisposiclo
do aviso de 4 de agosto de 1843.
Dito Ao mcsmo, transmiltindo-lhe, para serem de-
linitivamente julgados pela junta dejustipa, os pro-
cesaos verbaet dos reos, Francisco Jos de Sanl'Aana,
e Alexandre Barbota da Silva, soldadof desertores do
2 Miitalhio deirtilhariaap.
DitoAo mcsmo, remettendo-lbe, de conformidade
com o artigo 0,"do regulamentode 8 demaio de 18*3,
as conlas correntes do estado dascaixss da administrado
de fardainrnto e raocho do 2. batalblo de artilharia a
p, primeiro de capadores, eodas forrsgens da com-
* panbia de cavallaria, perlencentes ao annode 1845.
Dilo Ao commisssrio pagador, enviando-lbe a
guiado alfi'retdo 6." batalbio de capadores, Manoel
Cavalcanti Lins Walcasser, que por aviso de 17 de
detembro doanno lindo obtevo seis meiei de lincenca
com vencimentn para vir i esta provincia
Dito- Ao delegado do termo de Iguarass, dizendo-
Ibe, que mandara render o sargento do destacamento,
em vista dos motivos ponderados no seu officio de 9
do correnle, o de outro do 1." lente commandanle
do mcsmo destacamento.. Gommuoicou-se so 1.'l-
ente commandanle do destacamento da villa de Goi-
anna.
DitoAo subdelegado da freguezia da Boa-Vista,
disondo-lhe, que ao soldado, que acompanhou o aeu
officio de hontem datado, mandara castigcr corporal -
mcnte com aeveridsde, pela culpa mencionada em seu
dito officio.
DitoAocapitio commandanle da companbia pro-
visoria, ordenandc -Ihe, que mandaise render o sar-
gento do destacamento da villa de Iguarass, e que o
substituto li'vuria os officios, que Ibe enviava pira o
delegado, o commandanle do deslamento.
Dito--Ao mcsmo, mandando, que fizesse com seve-
ridade castigar, em presenca do 1. lia tal bao de capa-
dores, o soldado Antonio Jos Francisco, quo fra
preso em Santo Amaro, citando armado. Commu
oicou-se ao respectivo commandanle do 1." batalhio
de capadores.
IDHM DO DA 12;
OfficioAo presidente da provincia, rogando-lbe a
expedicio de suas ord.ni, para serem recebidos no va-
por S.-Salvador, e transportados provincia das Ala-
gaa, dous desertores do batalbio provisorio de linha da
corte, all em servico.
DiloAo uiesino, informando o requerimento doca-
bo-d'esquadra do primeiro batalblo de capadores, Joan
Coplista de Mallos, que supplica ao governo imperial
passagem para o quarto batalbio da mesmaarma,dapro
vincia do Para.
DitoAo preiidenteda provincia dasAlagoit, instan-
lando pela vinda temporaria do major Sergio Tertu-
liano Castello-Bcanco, e espilles Adorno H. Bastse A.
L. de Sanl'Anna, membroi clavicularas da ceixi admi-
nistrativa do segundo batalbio de artilharia i p, i vis
ta das razSe* ponderadas em officio anterior ; razdes ba-
scadas os conveniencia do servipo, e no cumprimento de
ordens do governo, tendentes a contabilidade dos corpos
do esercito.
DitoAo commandanle das Torcas dt provincia das
Alagas, faendo-lbe remesss de dous desertores do ba-
talhio provisorio da corte, constantes das guias annexss
a este officio.
DitoAo commandanle desarmas da provincia do
Para, enviando-lbe a guia do soldado particular Biee'r-
do da Fooseca Castro e Silva, que oeita occasiio segis
no vapor Pernambucana, a incorporar-se aoseu bata-
lbio, lerceiro de artilharia p.
DitoAo general commandanle das armas da corte,
aecusaodo recebidos os seas officios de 28 e SO de Janei-
ro prximo passado, e ditendo-lbe, que ficava entregue
do desertor Jos Pedro Evangelista, enioaasim do de
nome Joaquim Barbosa, por se ter ausentado na pro-
vincia da Babia, dorante o lempo, que a barca Pernam
bucana all estirara.
Dito Ao general presidente e commendtnte das ar-
mas da provincia da Babia, dizendo Ihe, que o desertor,
cuja remessa aecuta em seu officio de 8 deste mes, se
evadir de bordo da barca de vapor Pernambucana na
ooute, em que aportou a esta provincia.
DitoAo presidenta da provincia das Alagoas. para
que bouvesse do mandar faier eflective a ordem do go-
verno imperial, commonieada em aviso de 7 de Janeiro
ultimo, pela qual se concedeo.passagem ao segundo ca-
dete Jos Francisco de Moraes Vasconcellos, do qsrlo
batalbio de artilharia p para o primeiro de caca
dores.
DitoAo coronel commandanle do segundo batalhio
de artilharia i p, mandando desligar e passar guia ao
s Idado particular Ricardo da Fooseca Catiro e Silva,
que na barca Pernambucana deve seguir para o Para,
reunir se ao seu batalbio.
DitoAo mesmo, enviaodo-lhe a f d'officio, que
pela reparlipio da guerra oi paseada ao Dr. cirurgiio
ajudaole Antonio Jos daFooseca Lesia, para i vista des-
te documento abrireos-se os neceasanos assentamentos
no livro de registro.
DitoAo coronel commandanle do primeiro batalbio
de capadores, communicando Ibe a passsgem, queob
leve para o mesmo batalblo o segundo cadete Jos
Francisco de Moraes Vasconcellos, que sa achara na
provincia das Alagas.--Commuoieou-se ao comman-
danle do quarto batalhio de artilharia, para dosligar
com guia o cadete cima referido.
DitoAo lenle-coronel commandanle do quarto
batalbio, faiendo-lhe remessa do desertor Jos Pedro
Evangelista, para que procedesse como be de lei.
Dito-Ao mesmo, maodsndo passar a effeclivas do ba-
talbio as prapas do corpo proviaorio da Parabiba, que
lio comiderados addidss ao mesmo.
INTERIOR.
RIO DE-JANEIRO.
POLTICA. CBBAL.
O biil de lord Aberdeen.
Temos, que a posteridade sellar com a la
pprovaco iodos a.ses elogios, que A Ingla-
terra se tt'ccm peta sua magnaninidade a
espeilo da extiuceo don-alego dos nebros,
caso o seu governo acabe com a leva (preis)
dos inarinlieiros, logo que com as auas torcas
navaes extinga os liarlwrcscos, e finalmente
se no seu parlamento se no ouvitem mals
' acensar jes conti a os oppi essores do lado,
que debalde se liiem...
(Schoell, list resumida dos T. de par.,
vol. I,, cap. XL1. sec. V )
Quando um govoroo se deirive por melhorar a surte
de eslranhos, e applioa a esto liria os recursos, qu a seu
dispor tem, provenientes de multiplicados impostes,
que pesio sobre seus subditos, ao passo que a estes
deixa em lucia com a fome e com a miseria tequei-
tra-lheos me ios e modoi de prospersr, e 9a opprime
por todas as maneiras, que se podem imaginar, a nlu
ser inepto, atira a um alvo certo com esperanzas de me-
lhorar o estado do povo, que dirige.
Lnoga e porfiada fui a guerra, que lavrou entre a
Inglaterra e a Franca, grande a oppressio, immensos
os sacrificios de ouro esaogue, que o povo britannico,
na sua mantenpa, despendeo; grande, porm, oi sem
duvida o fructo, que della colbeo Se rilo cabira por
Ierra o grande capillo, que tanto susto e temor causa-
va ao governo ingles, o que era eito deiie colosso de
poder, que nss ilbas britannicas se ha levantado; o que
era feilo desse imperio dos mares, que os Ingleses se
arrogio ?
Constancia, que se nio abate, despetss e sacrificios
innmeros, eslorpos de toda a casta e fra docommum,
tem despendido a Grio-Brelanba para acabar com o
trafego de escaros da Alrica. Se com isto seua inte
restes nio promove, nio nos be dado crer, que lmen-
lo por principios do bumanidade o faca. Oa direitos
sagrados da humanidade, invocados em livor de estrs-
obos e bsrbaros, porque perdem ateirsmente ana forca
em p'roveito de povoa irruios, que vivem sob a ioQuen-
no vinha ao seu encontr, ficou vacilante por alguna
imlnntci. Mas na falla de Margarida avaiicou llcn-
rique.
Eolia, disto elle affaveliuenle, nio lie de Mouy, h
M. de La Mole. Bua-noile, M. de La Mulo; cutio,
lase i favor de entrar.
La Molo eslava estupefacto. Se elle eitivesse ainda
suspenso na cicada, era vei de eatar com na p firma-
dus na Taraiida, taitas huuvesse cabido para tra.
Desejavcit fallar a el-rci de Navarra acerca de ca-
to urgente, diste Margarida ; fi-lo adierlir, e ci-lo
aqu.
Henriquo fui lechar a j.inella.
Quinto te amo I dittc Margarida aportando viva-
mente A nio tu mancebo.
Entlo que tendr a diier-me ? diste Henrique a-
prrtenlnido urna cadrira a La Mole.
Quedeiiei de Mouy na barreira, Sr., respondeo
este. Elle deteja saber, o Matircvel filloa, e te a iua
prsenos na cmara de V. inagetlade he ronherida ?
Anda nio; mas iaao nio pode tardar, lie portento
preciso darmo-not presta.
A voitt upiniio he a tua, Sr. e ae amanhla, da-
r ni o. a imite, M. d'AIcncon cali ver prestes a partir, de
Mouy so achara na porta Saiiit-Maroel oont cent" e cin-
cuenta hornena; cpjiilientua etperar-vot-hiu em Fa-
tainulileau entlo ganhareia Bluia, Angolme e Bor-
dea ul.
Senliora, diste Renrique vollandu-se para sua mu-
fla do mesmo clima o das mesmss leis, e dos proprios
subditos ?
A humanidade imperiossmente reclama, que cei-
sem ao todo eiiai icenss de der, que continuamente se
representio nos dominios da Grio-Bretaoha, dada a
leva de modo, com que ella se opera, as violencias, queae pra-
liclo, diiem diflerontes eicriptores, dio aso a aceas
deplorareis, a rixaa sanguinolentas, a crueldades sem
conta, mais dignas de um povo brbaro do quo de um
paif civilisaJo I
A bumanidade condemna os cssligos inhumanos, que
os Inglezes inflingem aos seus soldados, aos marioliei-
res e aos convictos: os apoutes nio lio proprios de um
povo, que quer primar pelos seus principios de philan
thropbia eequidade.
A bumanidade proscreve casas leu iniqus, berbers
e crueii, que compSem a legislsclo panal dai ilbas bri-
tannicas.
A bumanidade tambem exige um olbar de coropai-
xlo sobre a trille coodicio das clssses pobres da Ingla
trra. Como abi se vive Como abi se educlo os fi-
laos dos trabtlhadores! Que miieria que lavra I Qoe
immoralidade! (i).
E como vivem os Irlandeses ? Foi verificado, que na
Irlanda existem 2.300,000 pessoas, que cada anno
por espteo de trala semanas nio teem em que se em-
preguem e nem de que vivi i f'3). A fome, que ao-
nualmente acommette o povo irlander, dura sempre
desde o fim de abril al o de agosto. Nesle estado de
penuria vive, ha tio longo lempo, ess mesqoinha
gente, que ji parece, que este he osen estado normal!
Ha ceoto e oito annos Boulter, principal agente do go-
verno britannico na Llanda communicou, que01 Ir-
landeses, por centenas, morrilo de lome I many kan
drtd penihed. Em 1832, o bispo Dovle, interroga-
do sobre o estado do oeste deise psii, onde elle ae a-
chava, respondeoNada ka de novo, morte-ie de fome
como itmpre! -- People are perishing ai asnal. En
1817, de febres causadas pela indigencia e pela fome,
perecrio um milbio e quinbentos mil Irlandeses !
Em 1826calculou-se, que lmenle o numero doi do-
entei, que exiitiio em virlude da iniodade dos alimen-
tos, era de cerca de vinta mil !
Na parochia de New-Port-Prall, do condado de
Hayo, em julhude 1835, d'eotre 01 seus 11.761 ha-
bitantes, 7,531 dormo no cbio sobre a palba Na
pequea aldeia de Derry Lsken, situada na mesmi
paroebia, d'entre SC6 habitantes, qoe nesss poca ella
poisuia, lomete 39 linbio cobertura, oa mais momio
de lome e fri. (4). E sisiro por toda a par-
to! I...
(ue quadro triste este, que nos oflerece a Irlanda !
Os escravos nio soflrem tanto Onde a Grio-Bretanba
poderia descobrir melbor ohjecto para aatuaier esse
amor da humanidade, em que se abraza, do que esss
misera e mesquinha gente 1 S* sua obrigapio nio loase
melhorar 10a condipio, por caridade e por compaixio o
deveria fazer.
E a India ingleza ? Milhares de desgracadoi Indios
errio em roda das povospoo, a margem dos rioi, ns
extensio das eitradaa, mendigando algum sustento, i
cala de algooi grlos de milbo ou dos fsrellos.queeiheni
do repasto do visjsnte, e que com custo os tirio dos
cies. Coberlos de andrajos e de immundice, senioao
todo es, faces dercarnadas, olhos encovados e turros,
denles agupsdos, joelhoi maii volumosos que ss coixas,
estes esqueletos embalantes mal podem carregar a tril-
le pe le eoisoi.de queunioamenleie compOem leus cor-
pos. ..! Nsssuss angustiss, nos instantes liorriveis
de amargura, um s grito de sua bocea deipedem
Morrode lomo-ho quinto dizem.,..
(guindo a este ultimo estado de miseria nio ebega o
Indio, como vive T Sua babilaplo he de ordinario urna
pequea ebopa mal construida e fraca ; tem por cama
um tcharpae (leito de cordal entrelacada em palba),
ua vestimenta pouca e ruim, sua comida he pessima e
muito eaeassa Vivem aisim na maior penuria e mi-
seria (5).
(1) Quaii todos os jurisconsultos ingleses negio, que
esaa leva esleja autor isada por algumi lei.
(2) Report: Disposal of latida in tbe Britisb Colo-
nies, ordered hy tbe Houie of Communs, lo be prin-
ted, 1 August 1836pag. 1Minles ofevideoce.
(3) Podem-se a este respeito consultar differeule
obras oclusive a de Mr. Eug Bnol De la misere des
classeslaborieuseaeo Anglelerre, el en Franca.
(i)Todos estes lacios, e muitos outros, que por amor
da brevidade omittimoi, teem lido descriptor no inqui-
ritu e eximes feilos em 1832 e 1835, e porleriormeo-
le em 1836, por ordem do parlamento, e em diversas
oLras, como ai de WakifieldAccount of Irlanda ,
Rouller'a leltres, e a Irlanda social, poltica e religin
porG. do Beaumont.
(5) Revue des Deus Mondeiartigo- Impresses de
Penaait aaaim ? diisc Margarida, corando de pra-
ter pela ideia de se appruxiiuar de La Mole.
Eitou certo.
' Mas, como ha de elle subir? perguntou a rainha.
Pois nio contervaites a escada do corda que voa
envici? Ah que nino te nio revelara a vosaa previ-
- dencia habitual.
t Por certo que a guardei, Sr., diste Margarida.
Entlo vai Indo brn, dase Manrique.
Que ordena cniao V. magealade?
Poia leulio que diiarP dittc Hnnrique ; prendes
veranda a eacada, e dexai-a csliir. So for de Mouy,
quera espera, e oitou tentado cr-lo, se for de
Mouy, ene digno amigOt quero espera, e quiertubir,
subir.
E sera perder asna pachorra, Henriqua pegou na vela
pura alumiar Margarida na busca que ella ae diapunha a
faser da escada. 1M0 foi a busca loriga; a cacada eatava
fechada n'uro armario do famoso gabinete.
E-la abi, diaae Henrique. Agora, teniora, se nio
lie muito exigir da vossa condescendencia, prendei, ea
vo.lo pepo, etta etcada i,veranda.
E porque hei de aer eu e nio va, Sr. ? dase Mar-
garida.
Porque 01 melbores coptpiradores alo oa mais
prudentes. A presenca de um humero espantara tal ves
o nono amigo, besa vedes.....
Margarida sorrio-se o prende* a escada.
He iiso, disVe Henrique oceulto no ngulo da pare-1
de, 1111 ttrai-voa bem ; ogora faiei ver a cicada. Miraii-Illicr, cu da uiiriha parte estarei proropto iinaiihfla, cata- Elle li estar, Sr.
lhoiaroente, eilou eerlo que de Mouy vasubir. (rea va tambem? Entlo, M. deLa Mole, delevar-lBe minha retpot-
Cqiii rfTeitn, dea minatoa depoia, un. homem ciobria-l Oa olboa de La Mole fitrao nos de Margarida coas! te. Vt tendea ah perto, sem duvida, uro cavello e uro
gado de alegra galgn a veranda, a vendo quo a rainha |profunda anoiedade. |oriade. |
Va tendea a roinha palavra, diste a rainha, por
nde quer quo fardes, seguir-voa-hei; mat bem o aa-
bes, he necesiario que M. d'Alenpon parta ao mesmo
lempo que nt. Nio ha aqu sucio termo; elle ou nos
terve 011 nua t.-ahe; ao beailar nao arreclemot pe.
Sabe elle algoma omita deste projertu', M. de La
Mole? perguntou Henriqua.
Elle deve ler recebido, ha alguna das, uuit carta
de M. de Mouy.
Ab I ali! date Henrique, eelle que me ni fallou
em nada.
Detconfiai, Sr. ditte Margarida, deaconfiai.
Nlu receia, en ettou acautelado. Como faremoa
chrgar nina retpotti a de Mouy?
Nln voa diiso t uidado, Sr. A'direita ou i ea-
querda deV. mageitide, viaivel ou invisivel,-amanhla.
durante a receppo doa enibaixadores, elle la ae ha de a-
rhar : uroo palavra no diicurau doS. tuagettade a rtinlia,
fapa-lha entender, se conaenlis oa nao; se elle deve fugii
ou etperar-vat. Se o duque d'Alenovn recusar, elle
, pede quioie diat para reurgauisar ludo em vuosti
mime. *
_ Na verdade, ditso Honrique, de Mouy be um ho-
rnero preoioso. Podeia voa intercalar no voasu discurso
a (ilirase pedida, aeuhura ?
Nada mais fcil, respondeo Calberina.
__ Pua bein avitlar-me-hei amanhla oom M. d'A-
lenpon, ditte Henrique; de Mouy queeateja no seu posto,
e enlenda incm palavra.
Sajaai^SS!^^S^^^^OBSS^S^i
Que campo Vasto para cultivar a caridade Onda o
governo britannico poderia achar melbor pasto pan ,
iui philanlhropbia ? Baatava talvez para o melhori.
ment da India que cessisse a oppressio eomonopo.
lio Nio maia alm deite eifjrpo talvez demanden 0I
Indios, e a bumanidade tambem outra cousa requei.
ra... Sernos seus oppressore a India por certo flore,
ceria !...
Da raiioera, qoe o actos de humanidade do gover-
no ingles principisHsem por seo territorio, que esti
magnitude, esaa philanthrophia tio gabada correnen)
por este lado. Quaodo, porm, quizesse a Grio-Bre-
taoba tomar a peito acabar com o trafego da carne hu-
mana, quaodo tomasse horror a estes mercados, em qu(
te vandam a vida, a alma, o corpo e a liberdade de
entea humanos, que por tio longo lampo lorio sbss-
ascidos por seussubditoi... (6); a escravidio quasi por
toda a parte existia, o commercio era geral brincos,
Indios a pretis, bornele mulbere, velbos e menii
nos, mouros e cbriilioi.... ludo era objeeto de e,_
cenca....
Nio era, por certo, objeeto, qoe podene ser despre-
ndo por um paix, que toma .a peito melborar a sor(
do genero humano, o espectculo, que oflerecem 01 ei-
cravos conduiidoi por ierra !
Com tristes e negras cores pind oa viajantes o Ira-
lamento, que tem 00 seu trajelo, e at o porto do sen
destino oa al o mercado onde le vio vender I fl0
deserto o que nio soflrem os qoe por felicidade osii-
sio com vida Quadro de dor be esse, que deipedici
ocoracio !... E tanto maior devia de ser pirioi
Inglezes esia dor, quanto os objeclos desse padecimen-
to nio lio lmenle os barbaros, quanto muitas destti
victimas teguem a religiio de Jeiui-Cbristo .. e per-
leneem rapa branca.....
Sua existencia be geralmente conheeida, e 01 pro-
prios papis que em Londres le imprimem, por orden
do parlamento, fornecem disao exhuberaotes proras.
('Coni"iiiMr-iv-Aa.)
COWWERCIO.
Alfandega.
RBNDiainrTo do da 19............
Deicarregio hojUVO.
PolsesConitanlinaplvora.
dem Concordia mercadorioi.
...2:095,373
IMPORTACAO.
CONSTANTINO polaca tarda, viada de Loa-
dre entrada no crrante me., a contignaplo de Le
Bretn Scbramm & Companbia manifeitou o se-
guinte:
460 latas tintas 8 cairas clispeos de sol, 100 cu-
ntales upo 60 barrica eerveja, 400 barril plvora ,
2 caixas miudezat 100 ditas queijos: a Fox Hrstheri.
5 barricas tintas, 204>arris pixe 20 ditos alcstrio ,
20 ditos salitre 2ouilos oleo de linbaca 20 Hitos
plvora 1 dito encbofre 1 quartola e um barril sil,
1 caixinha cachimbos; a Jamea Crabtree f Compi-
nbia.
1 eaixa cooros; a Luiz Gomes Ferreira.
15 eaias vioho engarrsfsdo 100 barra cerraja di-
ta ; a Chriitophers& Dooaldion
200 barrica plvora ; a Jonei Patn & Com/'i-
obia.
2 caiiss pianos ; a M.' Cilmont & C.
10 barricas graxa e tintas ; a Adamion Howie &
Companbia.
50 barril plvora ; a W. E. Smitb.
1 embrolbo pellucia a J. P. de Leoiosdi Filho.
1 dito papel ; a Corbetl.
2 caixas lamentes: a ordem.
"77 canos de ferro ; a companbia de Bebiribe.
Consulado.
REHDI1IBHTO OO DA 19.
Geral............................. 4:2lfl|IB0
Provincial.......................... 1:470*141
Diversas provincial.................. 304*11"
5:990,401
viajante, Ed. de Warren, antigo ofRcial de S. >!
Brilannica na Indiaa India inglesa em 1843.
(6; Na cmara dos deputsdos da Inglaterra, lord
Brougham em 16 de junho de 1817. tratando das -
gociapdesde Vieona--disse, que o tratado de Utrecht,
onde os Inglezes por lodo o prepo das victorist de Rai-
nelle e de Blenbeim firerlo o msiores esforc! p"
comeguir um quinhio no abominavel trafego de escra-
vos, nio linha at aquella dacta sido, como devia,
execrado pela posleridade!
Orthon capera-mr no cara.
Ido reunir-vi> a elle, Sr. ronde Oh! iiiopeltjl-.
nella ; ism hr boro nn ncratira extremas. Podrs trt
visto, c cuino nio to pude saber que victtei aqu |",:
mcu reapeito, cuniproinettcri..-it a rainha.
Mat por onde, Sr. ?
5e nio porieit entra no Loovre, podeit tndavu
tahir coiiimi|{<> que Iciiho o santo. Tendee o vosio es-
pute, e eu o meo ; enibucar-niia-heniot anibiit, e strt-
veiiareflint o postigo tem difllculdade. Alm d a,M "'
limarei dar algamaa ordena parlicu arca Orthon. t"
perai aqu, ero quanto vou ver que nio baja algueiii nos
corredoras.
Heuruiiie, com o ar maia natura! J m.uJo whi "
explorar u caminho. La Mole fioou a toa com a vaiulia.
Obi quondo votlornarejauavr? oliste Lt Mul.
Amanhla u noite, le filgirmot; urna de,tai nuiles,
na cata da ra (linche-Perrn, ae nlu fugiriuot.
M. de La Mole, diste Henrique entrando, podis
vir, uo ha ningoero.
La M)e re ama profunda reverencia i rainha.
Oai-lhe a ttsaia mo abeijar, fuliora, dase Hen-
rique ; M. dr La Mole nio be uro tervidor ordinario.
Margarida obedecen.
A proposito, dtte Henrique, guardai a cicada de
corda com cuidado; he um roovel precinto para cons-
piradores; ano momento em que menos te etpers, I1""
de harrr necestidade do aeu servicu. Vinde, M. de Li
Mole, vamua.
(Ce#!rtttsr-A-i).


Moviaienlo do Porto.
\uh

7.'i 18 tonelada., e.pitao Jo.eMore.r- a. ....
de US tono r oto e cera; Jos
JSS:"i H.M.geiro.. Jos Joaquim Fer-
( a 1 criado, Antonio Ferre.ra da. Nev, o V
rf Jo uim Martin. Ferr.ir. Areen.o AUe.
tS.lho, Jo. Pereir. da Sil. Joo Jo. de M--
. Bruleiro.. e 9 e.crwo. a entregar ; M.no.l
j2id. SM, Jort Do.r.... Ao.oo.o de Arau,o, Por-
'nK; 28 Ji... g.ler. .merie.n. Jo*-Cad..
M dfl 447 tonelada., ..pila. W. Commell, eqo.p.gem
3 em lft.ro; .o con.ol. Arr.bou p.r. eoncer-
lr o leme?* iegoe par. New-Ortoen.
AJ. 9 di... bi.le br.lltwro Andonnh*, de 71 tone-
lid... capitio Fr.noi.co de Citro equ.pigm 8 .
,r...I ecooro.; I Jo* Antoaio de M-g.lb...
S.MMI 80 di.., galera americana floVr-Puto-
Tord de 407 tonel.d... pillo W.-C.ldwell equi-
P.ge"ml5, earg. gomo.-arbica, madeira de to-
gire Moho em rama ; aecapito.
8 AWo laMos no mismo da.
...*. .,;... hr.iilerio Saqttario, e.pitlo Jo.* Joi-
quiw rte, carga mo. genero,. PJ.
Jlo do Bago Berro.. Hormn. dcS.olAnn. g-
dorod.S.U.Pimentel, Antonio Alvea da *<>*
cinliod. Roch.eSilv. e 1 filbo, B...la.ro.t F.l.pp.
da Sil. Ponte. Porluguez.
S,g-H.hor; g.ler. .mer.cn. Heltn, capillo S O.et-
migtet, c.rRa a me.ma. qoe trouxe
tr.do publico e da symp.thia, que sempre por elle tero
mostrado.
Pirtonagini.
Actores.
O Sr. G. M.rinangelli.
U Sr. JoaoTosoiii.
O Snr. Paulo Fran-
chi.
A Sr M.rietta Mari-
nangelli-
OSr.Giacomo Honanni
Ern.ni, o bandido .
. Cario., rei de Hespanha
D. Ruy Gome. d. Silv.
gr.ndede Hespanha .
Elvira, toa tobrinh. .
Jago, eicudeiro de D. Roy .
Coro, de mont.nheie. e b.ndido. .Ilnro, *c. *.
A cena p.ia-sa : 1." acto, na. montano, do Ara-
gn*, e no c.tello de D. Ruy Gome. \ no mesmo
ca.tello; 3.'. em Aqnigr.n.; 4.'. em Sar.gozi.
O Sr. ISoronha, por especial favor, to-
car as variaces intituladasAi Jess,
se nao tiver partido embarcacao, que a
deve1 levar para 09 Estados-Unidos.
Qt bilhet. vendern-se eme... do beneficiado, |QO.
to ao the.lro, o. 11, e no di.21.no botiqun, do loe.-
tro. ,
Piincipiar ai 8 ora m.io.
Avisos martimos.
Mimutl Archanio.Monttxro di Andrade ofitial da
,n,c aeJ,,dt Imperial, guiDeoigutsrdi, ele.
{'..ber.quenod.a2l do correte .0 me.o d a.
. p d. roe.!. blo de arr.m.l.r em bj-U publi-
ca11 duria. de doirn com ..oto de p.lh.. no .-
Iorde209s r. t 38 e.deira. de b.l.nco. com igu.e.
11. oo ...i de 176* rs ; 2 d, a. com .enlo. .
encost, de p.lh., no valor de 26, r. e 12dil *d.
,o. p.r. menino., com ...eoto. do p.lh.. no-lord.
20 ri impogn.do pelo fe.tor conferente Gu.t.vo Jo-
So RegoT^ dP..bo por factor, d. H.nry For.ter
&Comp.oli..: odo dit. arrem.l.cao .ub,e.l. di-
reito.. Aliando*., de levere.ro "de 1846.
Miguil Archanjo Afonturo di ndraa*.
= Miguit jTchanjo, tte. ?
F.iMber, que no di. 21 do correte m bao de
arrematar emla.t. publica a porta da .Han eg,.
.o meio-dia. 6 cade.r.. de b.l.bo de ..seoto de pao.
nov.lor d. 15 r. 6 dila.jequeoa. oo valor de M
,... impogn.d.. pelo gu.rd. deat. alf.ndeg. Jlo
Coci Gome. d. Sil oo de.p.cbo por factor i Ue
H. Fraler*Comp.ohi.: .endo arremataio .ub-
jeit. a direitos. Alf.ndega. 19 de fevereiro de 1840.
Miguel Archanjo Monturo di Judradi.
Pitia P.ricom .K.la pelo Aw be, at o
di. 24 do correle, o brigue n.cioo.l t.-S.-da-toa-
Viaeim : qoem no rnoamo quizer carreg.r. ou ir de
p.M.gfm dirij.-e.c.do con.ign.lano Francuco
AlvedaCunba o. ra do Vig.no. o. 11.
__ pr, o Porto abo, com a maior brevid.de .
b.rca Billa Piroambucana : trata-e para Miga e p-
sageiro.com o c.piUo n. pr.c. do Commerc.o, ou com
o cuo.igo.Urio I bomaz de Aquioo Foo.ec. o. ru.
do Vifl.rio, o. 19. ,. .
P.r. o Rio Gr.nde-do-Sul ..bir.. no di. 25 do
corrente. o brigue Diosu-Ouardi c.pito M.nool
Luiz do. Saoto. r. cebe etci.vo. freto e pM.geiro.
o. preleodente dirijio-.e a ru. d. C.doi.-Velba .r-
m.iem, o. 12. ... j
P.r. o Rio-Gr.ode-do-Sil s.hir. com brev.d.
de o brigue bra.ilrir Indipendinli; tem pr.Q. p.ra
carga leve, p.M.geiro e escravo. a frete : o. preteo-
deole. tr.tein com Manoel AUe. Guerra Jon.or. da.
10 hor..em diante, no armazem deoabo. do Sr. I'rao-
eiioo Mamede de Almeida. ou com o capillo Frucluo-
io Jos* Pereira Dulra.
Para Li.boa i com a m.ior brevid.de o brigue
portugue. JKobim, por ter a m.ior parte da erg: tr*-
la-te para meima e p.as.geiro. com O capillo o. pr.ca
do Commercio. ou com o con.ign.Uno Tbom.t de
Aquioo FoDaec., ru. do Vigano. n. 19.
- A barc. rortuguea EipiritoSanlo u\ para o
Porto, ato o dia 12 d. marco proi.mo: quem na oiesma
quizer erregar ou ir do pa.Miem, par. o que lem ei-
celleote. commodo. dirij.-.e a ra do Vigario o. 11,
a tratar com I'ranclico Alve. d. Cunh., ou .o ca-
pillo n. praca do Corpo-Santo.
=Pra o RioGranda-do-Sul ..hir5eom brevid.-
de o brigue Fe/u- Unido, e o p.t.cbo Lopes: quem oo.
oie.mo. quiter carregar ou ir de p.M.gem, dir.|a-.e*
ra .la Ciu, o. *6, em c... do N..cimeoto Scbaefler
*C ___._______
- Precisa-sedeum caiieiro portogoei de idade
de 14 a lft odo. para tomar eont. de urna cata de
negocio dictante de.ta praca 30 lego. oo dislrieto
de Poito-Calvo ; qoem se echar nesl.s uircum.Unoi.. ,
'dirija-w a ra da Praia ,.n. 61
-- Alusa-.o um pto pade.ro bom .m.w.dor : n.
roa Direila o. 22. Na mesma ca.a precisa e f.H.r ao
Sr. Jlo Feraandei da Silva, para e Ibe entregar urna
carta viuoe de Poilugal.
Una mulherde bons eostume e rne.ireg. d
crlaclo de meninos de peito. impedido, o leeimpo-
didos i e lamben recebe menino, p.r. .edeamam.reni,
no que promelte e.merar-se ; quem de eu prelimoM
quizer utili.ar dirija-.e ru. d. Palm. n. 17
. ca O baeharel Jos Antonio de Figueiredo vis. .0
publico, que adroga peranle todo. o. aud.toiio.de.-
la cidade : a.peuoa. qoe quierem hoora-lo f-
vorece-lo con su confianza dirijlo-se a ru. d.
Penha o. 5, piin.eiro andar.
= Um rapa, portugue., que tem batanle pratic. de
negocio de molbado e da .ufticiente. fi.dr a ua
conducta, oflereee-M p.r. tomar conta de alguma
venda ; quem de seu prestimo se qoiier utili.ar diri-
ja-te a ru. do Rangel venda n 79.
= Precis.-.e de um co.inheiro etcr.vo p.ra coiinb.i
em um. e... de horneo, tolleiro ma. qu. eu .eohor
fiance aua eooducta p.r. ter encarreg.do da. com-
pras ; quem o tiver neat.a eircumstanciss annUDia ,
ou dirij.-.e a ra Nova loj. o. 11. de Guerra Sil* *
Companhia.
= Um r.p. portugue., com b.stante pr.tic. de
c.ii.ir.ria o qued (adore, idneo. que abonen t
u. conducta .. oflerece par. c.i.eiro de qu.lquer
c... ou ettabelecimcnlo dentro da prava, ou fon del-
ta : quem de eu prestimo > quirer utili.ar dirija-se
. ru. da Prai. arm.zem 68 ou annuocie .o.
mor.da.
= Jlo Antonio de Ol.v.ir. v.i fuer
Deelaracoes.
Le i loes.
= A administrapio do correio goral deata cidade,
tendo de por em recuelo, no prim.iro de mrco pr-
ximo, receote determin.cio couda n. circul.r d.
directori. geral do. correios, ab.iio Iran.cnpt, I. I
publica para conhecimeoto de qoem coovier. Crrelo,
17 de fevereiro de 1846. O .dmioistr.dor.
Bruno Amonio do Serpa Bianddo.
Circular, qui iinfiri oannuncio tupra.
N. 5. Participo V. S. para .ua intelligencia e
executlo. que por avi.o da .acretori. de e.tado do.
negocio, do imperio do 10 do corrente mez. foi com-
municado e.ta dir.ctoria goral o h.ver S. M.
o Imperador por bem declarar em conaequen-
cia .lis ob.ers6e. fe.t.t pela direcloria geral, em 13
de levereiro do anno panado j olo .6 que o porte .si.
belecido pelo artigo 185 do novo r.-gulainento do.
correio. he o do. erreio. de torra, qur o. impret.o.
edirijio por terr. qur por mar, ou por mar e por
terrd ; mas t.mbem. que a. folhas avulaa. d. re, re-
. gul.mentot, acto, minisleriaet.e peridico!, coja meta-
de nlo exca.ler viole e quatro polleg..da, no .eu rn.iar
comprimento, e a quatorze, na .ua m.ior l.rgura, e
i|u.- nao conliverem m.i. de qualro pagina., t lo
eubjeito. o porte de dez ri; d vendo pagar rria.
melado quando Torm mai cmprid.., ou mai. I.r-
g.i ; e o dohro quando eicederem melada ou m.i. do
omprimento ou largura diada.
E p.ra que esta declaraclo chegue ao eonbec.mento
de todo., cumpre, que V. S. ro.nde publ.c.r no jor-
nal tfiai. lido de... capital, por Ue* da. eguidoa,
orneando o dia 1" de marco fuluro para pnnc.piar .
ter vigor esla del.raelo. Deo. guarde V. S. .rec-
lori. ger.l do. correio oo Rio-de-Janeiro. 26 de Ja-
neiro de 1846.-;a*ri/ Getulio Montura de Men-
doco.-Sr. Jm.nistr.dor do correio deP.rn.mbuco
Z. O b.ato Mar>a- Itrmina recebe mala para o
Bio-d.-Jao.iro, no di. 28 do correle, .o me.o da.
O er.enel de guerra compra um bom oculo do
veraolooge: quemo tiver pala vender, dirija-tea
directora do metmo .rser.al. com tu. propo.l. em
cuta fechada al o dia 21 do correle mea,
Directora doar.enal de auerra, 19 de fevereiro de
1848 O e.ciipturar.0, Francuco Serafieod* im
Carvalko.
THEATBO PUBLICO.
COMPANHIA ITALIANA.
Sabbado, 21 d. tve/tiro.
Ultima repie.eol.cao lyric.
'Enr beneficio do Harit'ono
era eieeut.doo gr.nde drem. lyrico .m 4 eto.
EI&KAi\l-
Est. oper. be chefe-d'obra do moderno compo.i-
=Nlo se tendo eflecto.do o leilio da taberna d. ru.
d. M.dre-de-Dep., apprebeodid. pelo juio de .uteo-
te. por fallecmento de Joi Joaquim da Silva Bairio,
no da 19 do corrente, como for. ai.nunci.do, Oc. tra-
feridoo mesmo leilio p.r. o di.21, .. 11 bor.., no lu-
gar cima declarado.
Joio Keller & Companhia f.rlo leilio, por in-
lervencaodo corretor Uliveira, de grande variedad* de
bem conhecidas f.iead.. de seda, lia, linbo e de algo-
dio pi.fito. deste mere.do : boje, 20 do corre-
le i. 10 bor d. m.nbi. no .eu .rm.iem ni ra
daCrut.
Avisos diversos.
toe
Giuseppe Verdi,
tJlUJU'l'' r *" *" j a -----.
o beneb oiado todo eper. d. geaeroiid.do de.lo illut-1 M.rtyr de Oliod..
Alog.-se um sobrado deum andar com commo-
do. .ufficiente. p.ra urna familia, e com urna bonita
loj pertcncente ao me.mo, n. ra do Livramenlo, n.
39 : o. prelendente. poder.S dirigir-se a ra do Cre.-
po. o. 1.
O LIDAOOR.
O o. 85 .ch.r-M-ba a veoda I bora d. l.rde, na
praca d Independencia, livraria na. Ce 8.
A/renda-.e um litio na tirada do Remedio, com
boa cata de .venda, arvoradot, e margen do rio ;
o. ru. de Apollo o. 10.
Detencamiohou-se, no dia 16 do correle um
relogio suisso, de (abnete caiu de prata dourada ;
leu. a mola da lampa quebrada : pesio., que O achou,
ou tiver en .eu poder podo leva-lo a ra do Quei-
u.ado loja n. 24, que .era recompensado.
= Alug.-.e urna ca.a terrea com 3 porta* de frente
qointal e cacimba na ra da. L.r.ngeir*., o. 29 :| a
tratar na praca da Independencia, n. 3.
I'recis.-.c lugar um escravo que leja moco e
robusto p.r. a fabrica de papelio da. Cinco Pona. ,
o. 33. N. me.ma fabrica ba grande porcio de pape-
lio prompto de todo, os nuo.ero. al para livreiro ;
tambem se comprlo apara* de p.pel e rel.lhos de pape-
lio p.gand i se bem.
Antonio Jos Antune. Guim.rie. vi*, .o re.-
peitavel publico, qoe Jos Aotooio da Cosa e s dei-
xou de ser .eu caiieiro. desde o'dia 17 do correte.
= D. Clara Clemenlina Carlota de Brito dtcla-
r. pelo pretente que procuravao bailante qoe em
3Ude Miembro de 1844 putoo a Jote Joaquim Fer-
reir. B.bello foi lio tmenle para elle ir lancar na
parte de om. ca. terrea tita n. roa do Atterro-d.
Bo.-Vist. que a requenmentd d. Ago.lioho T.vrte
Rodov.lbo como tutor de um. tu. prim. teve de
Mr arrematada : e como lio i. condujo em outubro
d.quelle meimo nno de 1844 coaaou de.de entio to-
do o i-fleilo d. dita procuragio.
Fr.nci.co Alve. d. Cunh. comprou. por conl. Jo
S. Goncalve. & Uern.rd.no d. P.rabib. um bi-
Ihele o. 613 d. loler.a I.vor da igteja deS. Pedro
. um. tiagem
fra do imperio ; roga por Unto quella. peos, que
e julgarem tu.) credoras, que .presente... tu., cun-
ta, oo pr.to de 8 dia. cont.do. da dala de.te.
Fugio, hontem de maohia, urna carauna, da qual
aind. m endou etra., m.s oio w pode pegar,
porque peideo-.e do vida ; quem da me.ma der noti-
cia, n ru. Nov. o. 38 pnmeiro and.r, era recom-
peniado.
Na loja de Joaquim d. Silv. C.tro oa ra do
Cretpo. n. 4, h. rouito tuperior ttrjt de tedt prelt
porluguei. chegada ltimamente do Porto.
Bailar & Oliveira embarco pira o Rio-Gr.ode-
do-Sul ot teuteicr.vos Luit, crioulo, Joao de Aogo>
la, Antonio, Mocambique.
Carloi de la Hiul.re deixou de ter procurador
de Sr. Pedro Rigueir. nett pra?..
Alug-e o segundo andar e sollo do tobr.do d.
ra do Rangel n. II, com bon. commodo. e pio-
lado de novo : tratar na ra Nova loja de fetragee.
de Sebaitiio Jo. da Silva & Barro.
Oflerece .e para c.i.eiro de escriptorio ru, ou
armaren. um 01050 de idade de 22 anno natur.l
do Maranhio de reconhecida probidade e b.tlante
inlelligeole pra qu.lquer emprego de e.cnpla e d.
fiador a tu. cooducla : quem de .eu pre.timo .e qui-
ter utili.ar dirija-.. ru. do. Qu.rten o Urg. do
Roz.rio, o 18.
Aluga-se 0 segundo andar da casa
o, ao da ra Direita, com boa vista, e
bons com modos; assim como o prirneiro
dndar do sobrado da ra da Senzalla-Ve-
Iha, junto ao Sr. Lasserre, muilo iresco,
e com bons commodos : a tratar na ra
do Collegio, segundo andar, n. 14, ou no
Recife, armazem de Bacellar, a tallar
com J. Marcellinoda Rosa.
D. Marh Marroquina d Jess a-
areno faz scienle ao publico, que pessoa
aleuma receba em pagamento de Joaquim
Francisco de Alm, ou de oulra qualquer
pessoa, urna leltra da quantia de oosooo
ra., acceila poroSr. Miguel Axioli Lina
Wandei ley ; por isso que, bavendo Josc
Ribeiro Roa-vista rccebulo dita leltra
para a cobrar, como consta de urna sua
clareza, foi a dar ao dito Alm, o qual nao
aquer entregar, e a supiadeclaruda, lo-
Koque soube,que a referida leltra acbava-
seem poder do mesmo Alm, fez parti-
cipante ao Sr. Lourenco Jos das Keves,
correspondente do Sr Lios VVanderley,
para a n5o pagar aenao a annunciante,
do que fioou sciente.
log-seoterceiroiod.rdo.obrdo da ra do
Queimado n. 15 ; quem o pretender dirjate bo-
tica por b.110 do mesmo aobudo.
_ Alug.-se o terceiro od.r do .obr.do n. a a
ru. do Oueim.do : tr.t.r ni loj. do mesmo .obrado.
=, Da can. 18. de Cl.udio Dubeu o. ruad..
Lar.ngeir... de.apparecco. no dia 18 do corrente
urna cabra ( bicho), bailante gord. teodo parido b.
10 dia., com o. igo.e. .eguinte. : cor de ripo .
malbidadebranco. tendo o ubre bailante grande e
deiandooifilbot em cata: quem della der noticia,
ouapeg.r, dirij.-.e. me.m. ca.a, que .ei gene-
rosamele recompensado. .
Tra.p.wa-e p.d.ri. d. ru. d. Gloria, com
o. tea. perteoce., e tem termo de bem eolloc.d. .e-
gundo a. po.tura. : a tratar aira, da matnx da Bo-
Viato, o. 22, onde e f.r todo o negocio, com o con
eotimento de eu proprietario.
Preci-e de urna parda ou preta que ..id.
cotinb.reengcmmar, parioaervico ioteroo de um
caaa de pouea familia preleriodo e em lodo c.o um
moleqoe : n. ro. I.rg. do Roi.rro obr.do, que volt,
p.r. ru. do Calinga..
Prec.sa-se Irocar um. imagem do Menino Oto*;
na ru. do R.ngel o. II.
Precita e de um c.ix.iio p.r. reod. e qoe
6ioce tu. cooduet, e .e nlo tiver mua pratica, lan-
do o mai. que te exige tambem erve : o. roa larga
do Roiino vend di e.quioi, coolioote 1 igreja ,
a. 52.
Tranceln, de qu.lquer modelo, inneii, fil... flore,
derecos, pulceiras, brinco., *c. ; ludo o m.i. bem
feito pditivel e por preco mdico.
Joaquim Lopes de Barros Cabral,
professor de desenlio, e pintura, partici-
pa ao publico e eos setis discpulos, que
tem aberto a sua aula desde as 9 horas
..t s 2 da tarde para os que se quizerem
dedicar a esta arte.
PRECOS DAS MENSAMDADES.
Desenlio....... Cs'ooo.
Arcbitectura .... Gsooo.
Pintura a oleo .... 8^000.
A pesio., que empenhou um relogio, h. 15
met. em um. das catas dot Quatro-Cotoi da ra do
(femado queira tira-lo no praxo de 3 dia. ; do^con-
Irario aer vendido p.r. pagamento de principal, joro..
= Precii.-ae de um ofGciil d. cb.ruteiro : o. ru.
do Collegio, n. 15.
= Jos Fr.nciseo M.mede de Almeid, teododato-
zer um. vi.gem p.r. lora da provincia, vendeo sua
parla, que linba na loja do fazeod. d. ra Nov., o.
6. ic.ndo, porm, com as divida, da dita loja; e par.
cobranca della. deixa enearreg.do o seu procurador o
Sr. Manoel Alvet Guerra Jnior: e por i.to avi. a scut
devedore., para que com elle .e entendi respeito, no
pr.to de 15 di.., fiado, o. quae. terio execuUdo. O
mesmo procur.dor fie. ouloriado p.g.r ilgum. eoo-
tai, que aind. deve o .onunci.ote. Beoife, 18 de fe-1
vereiro del846. 7oie FranciscolUamedt di Almiida.
Guerra Silv. & Companhia faien. publico, i].o
comprario ao Sr. Joi Fr.nciico Mamde de Almeid. .
parte, que o meimo tinha na loja de faxenda. da ru.
Nov, n. 6, e ficar.5 obrig.dos .0 pagamento doa
credores da mesma, quem ja anterrormenle linhio
dado.u. garanlia; (cando perlencendo ao dilo Sr. Ma-
mede lmente paite das divida, d. mesma loja, aquella
que por su. ordem linblo .ido contrahid.; im co-
mo tambero Ibe fice perlencendo o pagamento do que
mai. Jever. nlo g.r.olidopelosannuncianle. Recito, 19
de fevereiro de 1846. uirra Silva */ C'omi>aiio.
- Aluga-.e um rieravo bom p.deiro. por preco
commodo; n. ru. da. Trincheir.. o. 40, prim.iro
and.r. ,
Da-.e dinheiro premio com penhore.. meemo
em pequea quantia. ; na ra do Rangel n. 11.
AluR.-.e um lobr.do de um end.r e .olio, pio-
lado de oovo proprio para pequea familia ; na ru.
da Pr.ia n. 74.
Preeia-e de um ma pra todo o eri?o de
urna casa do pequea familia ; na rui da Praii, D. 74.
Antonio Gomci Moreira Jnior reliri-e par.
Portugal.
__Aluga-se por preco commodo um. boa e ai-
seiada casa na ru. Imperial n. 187. com du.s ala. .
6 quarloi, co/inha fora copiar, quintal murado: a
tratar na ra Direita n; 82. primeiro andar.
Engonimi-ie roupa com perfeicao e por preco
commodo: na ra da Mueda n 29. .-..'.
- O Snr. Antonio joaquim, filbo de Calhanna
M.ria do Nascimento dirija-se a ra do Cr.tpo o.
4 para recober urna carta vinda de tu. familia de
Portugal ; julgaiequeo mesmo existe em S. Autio.
. O Sr. lente que veio de urna d. provio-
cias do Norte queira vir pagar 20s' r. que ficou re.-
tando de eomedoria., se nio vera o seu oome por ex-
tenso. ,
= Precisa-se de 1:500 rs. premio de um e meio
por cento por lempo de 6 meze. d.ndo-se por .e-
ur.nc urna boa ca.. terrea livree deiembaras.d. ;
1 fallar oa ra da. Cruze., n. 40.
Lotera de S. Pedro Martyr
de linda.
Nio tendo sido puiaivel eftoctur-e no di. 30 do
prximo findo mex o .ndamento da. rod. de.t. lotera,
como se b.via annunciado, por e.i.tir ..oda por veuder
uro crescido numero de bilbele, cujo v.lor ob.a pou-
co m.is de metade da lotera, o que e deve .ttribuir k
coolinuacio do paitia.ento da (ella ; declara o leipecli-
o Ibeioureiro. legit.min.eote .utoruado, que lem
lr.nsfer.do para o dia 26 do correle mez o .obred.lo
andamento, bem convencido que, no e.p.co de lempo
decorrer .t eut di., o .m.dore. de.te jogo concorre-
,i5 a prover-e de bilbele. no. lug.re. ja publicado.
= Aluga e urna cata na ra Imperial. n. 137, com
duas salas. e 3 alcov.s: a trat.r 01 cu. D.re.t, loia do
C"ll. Preci.a-M de um pequeo do 12 U o'10
pouco m.i.ou meno., p.r. c.i.eiro de venda ; pre-
fire-ie doi ullimot cbeg.dot do Porto : o. ru. d. Wl-
^l'pVecto*.... de pretil, que .ejio bo.. v.od.dei.
r..de.zeie de c.rr.p.lo ; p.g-.- ^^
c.d. c.n.d. : no becco do S.r.p.t.l. P"8"'0
,nd" Luix Jos M.rques, como enh. de ira Portog.l
tr.t.r de.ua..ude,de.ej.deix.r su. cas. desembara-
za eor i.o rog a todo. o. .eu. devedor.t. que no
prat deP30 di., venbio ..l..fer seu. debito. .fita
de ev.ur maiseust..; porque. Pdo o pr.xo mirci-
d uiirdot meios juJiciie. contr. aquello. que
forero ''*oaiBgol A|iel b,,^, teB, um. carta
0. ra. d. Crox, n. 37, egundo od.r.
Agencia de passaportes.
Jm Na ra. do Collegio.botic. n. l.eno Attorro-da-
Boa-Viit. loj. o. 48, tirlo-se pMMporte p.r. dentro
forado imperio,assim como dipcb.o-*eeKrao:tudo
com brevid.de.




*
--'
Aluga-se, por preco muito eommodo loja da
casa o. 36, na ra da Cinoo-Pootai ptima para
qualqocr negocio : a tratar no pateo do Terco renda
. 7.
Precia-se do um caiieiro que tenha de idade
14 a 18 anoo<, para urna venda em Olindi; na ra
do Amparo, venda n. 7.
Aluga-se urna canoa de conduiir ngoa por pre
oa ra larga do Rozario. loja n. 22
(o eommodo
Compras.
Compra-se urna negrinha de io a
lannos, que seja de bonita figura, pro-
pria para mucama ; igualmente um mula-
tinho da mesma idade, que possa servil1
ra da Cruz, n. 6o,
para pagem : na
primeiro andar.
=i Cdmpra-io um caaal de rolai de Angola, ou orna
io sendo macho : na ra Velha n. 61.
Comprao se escravos mocos, com ofEcios o
ellcs: no fim da ra da Aurora n. 4.
T* CmPra_,e M"01 de *mbo1 0I *<>; endo
do 13 a -.0 annos, e de buuilaa figuras, pagio-se bem:
na ra Nova loja de forragens n. 1G.
Compra-se umsellim ingle* em m,>io uso
ra estrella do Roiario n. 30, segunijo andar.
Compra-su urna preta moca que seja perita en-
fjoinmadeira e cottureira ; nao se oda a pre{o : na ra
<)e Horlai, n. 70, ou no sitio que foi de Francisco
Manuel da Silva Temes.
na
de Franca, pelo moderado preco de
ioo rs. cada garrafa : na ra do Ciesr
po, loja nova n. fa, de Jos Joaquim
da Silva Mata.
Na ra do Crespo, loja nova n. la,
de Jos Joaquim da Silva Maia, vendem-
se as adiniraveis e bem acreditadas nava-
Ihas de ac da (hia: estas navalhas teem
a vantagem de cortar o cabello seni olt'en-
sa da pelle, deixando a cara parecendo
estar na sua mocidade. Este ac vem ex-
clusivamente da China, e s nelle traba-
lh5o dous dos melhores, e mais abalisados
cutileiros da nunca excedida, e rica ci-
dade de Pekim, capital do imperio Chin,
AUTOR SHORE.
N. B. He recommendado o uso dests
navalhas inaravilhosas por todas as soce
dades das sciencias medico-cirurgicas,
tanto da Kuropa como d'America, Asia, e
; ^frica, nao s para prevenir as molestias
da cutis, mas tambem como um meio cos-
mtico.
WMMM1

Vendas.
= Vendem-se os seguintes romances novos tradu-
ndos o impressos na cidade do Porto ; cada um por
400 rs. : a Joven Siberianna ; o Pacha de Duda, con-
t suisso; Conoemara, ou urna eleicio na Irlanda ;
A voz do sangue ; a Noute de S. Silvestre cont suis-
o ; Colas cont suisso; o Filho de Titiano; as Dual
Amadas; Ignoi de I.as Sieras ; Adonis ou o bom ne-
gro; Trilby, cont de Garlos Nodier : na praca da
Independencia, livraria, ns. 6 8.
. Continuio-se a vender chapos finos de castor,
nretallio; na ra do Trapiche-Novo n. 5 casa de
Jojo Slewart,
= Vndese guano
Alfandega-Volba.
A inda reslao duas
mascaras linas para baile :
n 6.
Vende-se, na ra da Cruz, n.
6o, primeiro andar, cera em velas,
recebida directamente de una das
melhores fabricas do Rio-de-Ja-
neiro ; he de ptimo sorlimcnto,
e por preco mais barato do que
em outra qualquer parte.
no armeiem o. 44, ruada
na
exquizitas
ra Nova,
*** r i i
f% Vendem-se borzcguinsgaspeados i
$# para homem, ns 35, e3^, a 4'5oo |
^ rs. ; ditos demeia gaspea, ns 3"j, i
j& 38, e 43, a 4s5oo rs ditos de I
J| pona de lustro a 3.faoo rs. bo- '
ftiris de Lisboa a 2s5Go rs SBpa- '
tos de marroquim para senhoras i
| a i.s2oo, ditos de Lisboa de tordo-
^ vao a 900 rs o par, dilos de tape- \
fie a isooo rs. dilos de lustro A
para meninas, n. 37, a isooo rs., i
'$} chiquitos para meninos a 120 rs 8
*** sapatos abotinados francezes a *
Jfo 3aoo, e outras muitas qualida- j
files, por precos muito comtnodos : \
na ra da Cadeia do Hecife, n. 35. !
Vende-se tina negra boa lavadei-
ra, e solTrivel cozinheira : na ra da
Cruz, n. 60. primeiro andar.
= Vandfl.se urna bonita escrava de Angola.de 18
nnnos, sem vicios nem achaques ; na ra estreita do
Roiario botica n. 10.
=Vende-se um moleque de Angola de 18 a 20 an-
nos de idade de boa figura sem vicios nem achaques
de qualidade alguma lio bom comprador, e coiinha
bem o diario de urna casa ; una prela de Angola de
18a 20 annos, nio lom vicio algum cozinba bem
diario de orna casa be boa lavadeira Jo sabio o var-
rella engomma liso .entende de boceteira, e he mui-
to fiel ; urna dita crioula moja de boa figura -boa
coiinbeira tanto de forno como de fogao cose bem
chao engomma soHrivelmenle e be boa refinadeira
de assucar : na ra do Crespo n. 12, a fallar com Jo-
si Joaquim da Silva Maia.
= Vende-se superior farinha de S. Gatbarina ; a
bordo do brigue Vero tundeado defronte das esca-
dinhss.
Vcndc-se muito superior potassa
da Htissia, em barris pequeos, pelo m-
dico preco de a4o ris a libra : na ra do
Trapiche, armazem de Jos Teixeira
Basto.
. = Vendem ss mocadas de ierro para eogenlio.de
assucar, para vapor agoae beatas de diversos tama-
nhos, por preco eommodo; e igualmente taias de.
ferro cuido e batido de todos os lamanhos : na pra-
va do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmoot &
Conipanbia ou oa ra de Apollo armazem, n. 6.
Vendem-se as melhores sarjas lar-
gas e hespanholas, por preco eommodo ;
na pracinlia do Livramento, boje ra do
Queimado, n. 46.
Yendem-se o utensilios de um completo deposi-
to de padaria como sjio : ciiiOes grandes e peque-
nos, pintados eenvernisados canas do Porto balan
cas grandes e pequeas pesos urna mesa grande 1
11/n miudezas ; ludo qursi novo por preco eommo-
do: na ra dosCoelhos, o. 11.
Vendem-**; garrafas grandes, com
ngoa de Cologne, chegada ltimamente agoa,
mmmmxmmmm
se Vende-se milbo velho a 2500 rs. o alqueire;
dito novo a !j rs.; saccas com laiinha de Mag a
5/rs: na ra da Cadeia de S. Antonio deposito de
farinha n. 19.
= Vende-se um prelo crioulo de bonita figura
muito moco e sem achaques; urna cabra, tambem mo-
ca coiinha bem o diario de urna casa lava bem de
varrella e sabio be de boa conducta, e sem vicios
nem achaques: na ra do Queimado, n. 39 cssa de
Antonio da Silva Gusmio
MUITO BARATO.
=Vende-se um pequeo sitio a margem do Capi-
baribe com casa de vivenda coqueiros e trra para
plantar alguma cousa agoa de beber, muito fresco e
alegre com estrada pela Passagem o pelos A Togados;
as mais proporcSes se dir5 ao comprador : na ra de
Agoas-Verdcs, n. 21.
Vende-se um moleque de muito boa figura
bom oflicial de sapateiro e propriopara pagem ; urna
preta, de 20 annos, pouco mais ou menos, boa la-
vadeira e costurara chia tambem de boa figura ; am-
bos sem vicios nem achaques : na ra da Cadeia de .
[Antonio, n. 2o.
Vende-se, ou permuta-se por ca.^as
terreas nos 3 bairros do Recife, um armazem grande de
pedra e cal, com 50 palmos de frente, na ra de Apol-
lo no I tur 11'.' n, SO da parte da mar com mui-
tas proporcSes para se levantar um elegante predio c
com desembarque no fundo, proprio para algum estabe-
lecimento, quo se quizer por, por ser tambem de esqui-
na, e pur se Ihe podrem abrir portas e jsnllas no oito
da parte do Norte ; e juntamente com o mes.no predio
vendem-se 2 canoas de agoa, lnova e a oulra em bom
uso, 2 ditas abortas e grandes, e 5 escravos canoeiros : a
tratar na ra da Scnzalla Nova, venda de Jos l'ereira.
:= Vende-se cevsda nova por prego mais eommo-
do do que em outra qualquer parto ; no caes da Al-
fandega armazem n. 7, de ias Fereira.
= Vende-se um escravo robusto e muito possante ,
por preco eommodo proprio para o sorvico de agricul-
tura ; atrs do Ibealro velho n. 20 segundo an-
dar.
Aleros baratoi.
Vende-se a Solideo 3000 rs. ; Jsus Christo
peranteo secuto, 3000 rs.; Tenue des livres, 2000 rs. ;
Tratado de operaedes de cambio 2000 rs. ; Arilhmo-
tiquee analyse logique 2000 rs.; Defense de la mo-
rale catbolique, 1000 rs. ; Telemaque, 2000 rs. ; Mar-
qot'za d Pontanges, 1000 rs.; la Vision de i). Ro-
drigues por Scoot, 1000 rs. ; Partidas dobradas, 1000
rs.; historia deNapoleocom retrato 1000 is.; Pas-
cal Bruno, de Alex. Dumas lOOO rs. ; Ducbesse de
Montmorency, 1000 rs.; Colonie Ghrelieooe, 1000 rs.
tudo novo e encadornado : na ra do Collegio, botica,
n. JO.
= Vendem-se os mais lindos e modernos corles de
cambraia de listras matizada de cores, a 5800 rs.
ditos de cambraias pintadas a 2 rs. ; ditos de cas-
sa-chitas a 1600 rs.; cassa-ebitas de assento escuro,
com 4 palmos de largura a 160 rs. o eovado ; chita
de cores fixas, modernos padrdes, a 120, 140 e 160 rs.;
pe^as de ganga azul da India com 14 corados, a 1600
rs. ; as maisconhecidasbretanhas de rolo, com 10 va-
ras a 2000 rs ; ditas de puro linho com 6 viras, a
3500 rs. ; ditas com 25 varas a Sf rs.; superior me-
rino preto de duas larguras, a 2000 rs. o eovado ; dito
verde escuro, a 1600 rs. ; crep preto de pura lia,
proprio para batioa de padro a 1000 rs. o eovado ;
meias casimiras de quadros a 320 rs. o corado; di-
tas chinezas, a 480 rs. ; gol las de cambraia bordadas a
agulha a 400 rs. ; ditas de fil de linho, a 1600 e
2000 rs.; mantas de fil de linho brancas o de cores
a 2000 rs. ; ditas de cambraia adamascada, a 1200
rs. ; ditas de lia, proprias para meninas, a 600 rs. ;
atoalbado de algodio a 320 rs. a vara; guardanspos
de liobo a 3800 rs. a duiia ; rucados escuros para
escravos, a 180 ri. o corado ; algodio gross ameri-
cano para os meamos a 220 rs. a vara; e outras mui-
tas fazeodas de linho, seda e lia de bom gosto por
preco barato : na ra do Crespo loja n. 10, da alo-
ra Cunda Guimaries.
das eslo juntas, se vendem por 2:800' rs. e rende
cada urna 7000 rs. mensaes; tambem se vende cada
urna de per si : oa ra das Cruzcs, o. 40.
= Vendem-se courinbos de cabra sola caitas
de tartaruga muito bem feilas, um resto de carne pa-
ra eseravos beierros surrados, muito bons; na ra
da Cruz, no Recife n. 24.
= Vender por eommodo prego urna marque-
ta de condur duas banquinhas de Jacaranda e um
bahu grande com ps, tudo em muito bom uso ; oa
ra do Sebo, n. 6.
=3 Vende-se orna preta ; 01 ra di Crox, venda o.
26, de Luii Jos de S Araujo.
= Vende-se urna caa terrea na roa da Alegra da
Boa-Villa por conmodo preco : a tratar com Ma-
noel Jos de Magalbiei Basto.
=-Vende-se um sellim em meio uso com todos os
mais preparos ; na ra da Prafa n. 74.
= Vsode-se, ou sluga-se urna canoa acabada de
novo propria para familia com bancos de encost ;
na rus da Praia o. 74.
= Hoje pelai 10 horas da manhia se acbari a
venda na ra da Cadeia junto a coeheira do Tho-
mar, urna vacca filha do pasto, boa leiteira, por preco
eommodo.
= Vende-se ama venda deronte da ribeira da Boa-
Vista n. 58 fiz-ie todo o negocio com a mesma : a
tratar com Jas Soares Pinta) Corris.
=Vende se um moleque de nac,8o de idade de 16
annos bom cozinheiro; dous pardos mocos, com
bonitas figuras bons carreiros ; um dito da 16 annos ,
gj com 3 annos de officio de pedreiro ; duas oegrinbas ,
com varias habilidades; dous esersvos ptimos canoei-
ros : na ra bireita, o 5.
Ao barato frtgu2*i !
= Vendem-se sapatos de couro de lustro para ho-
mem a 1000 rs.; sapatSes da duas palas, a 2000 n.;
ditos de urna pala para homem e meninos a i I ; bo-
llas para bomem a 610 rs.; sapatos de marroquim
para rapazes a 500 rs ; chiquitos para meninos a
80 a 240 rs.; sapatos de selim a 320 rs. ; botios de
marroquim para meninos, a 320 e 480 rs.; tamancoi
pequeos s 120 rs. : na praca da Independencia ,
os. 13 e 15.
"= Vende-se um bom preto canoeiro de naci An-
gola por preco muito eommodo ; na ra Bella so-
brado n. 37, at as 9 horas.
Vendem-se ululas da familia muito novas, e por
'preco muito eommodo ; na roa do Vigario, n. 11.
= Vendem-se pellas miudas de muito boa qualida-
de aos centoi, e meimo em menores porcdei, a
vontsde do comprador: na ra das Cruzes, venda de
Joio'Jacinlbo Moreire.
= Vendem-se meias curtas pretas, muito superiores
e imitando seda a 320 rs. cada par ; calcinhas para
meninas de escola e mesmo para meninos pequeos ,
pelo barato preco de 600 rs. cada caifa; mantas mui-
to bonitas para sonbores a 3000 rs.; vestidinbos de
meia, muito finos, e de bonitos goitos para meninos ,
a 800 rs. cadi um ; ganga azul para vestidos de pre-
tss, com 4 palmos e meio de largura ,-a 240 rs. o
eovado ; panno de linho com listraa atuei, de muito
superior qualidade e proprio para todo o homem de
ofieio tanto pelo barato preep como pola muita du-
racio a 280 rs. o corado ; e outras muitas fszendas
por prego barato : oa ra do Crespo loja nova o.
12, do Jos Joaqim da Silva Maia.
== Vendem-se duas moradas de casas, com muita
largura eainda por acabar ; urna deltas est toda Ira-
vejada o tem porta para um earrinho, e com muito
material para as acabar : quem as pretender pode ir
ve-las na ra Augusta e ajustar com Luii Jos Mar-
ques na ra do Rangel.
i
Casa da F,
Na ra estreita do Hozado, n, 43.
Naca.a cima conlinuio-soa vender cautelas da lo-
tera de S. Pedro Marlyr de olinda cujas rodas de-
vem ler seu infallivel andamento 00 da 26 do corrente
mea. A ellas, que sio poucu.
= Vendem-se cortes de cassa de cores seguras, pe-
lo mdico preco de 2600 rs. o corle ; na pracnha do
Livramento, n. 42
Vande-se um moleque crioulo do idade de 9
10 annos ; na ra da Gloria o. 59.
=.Vendem-se os diccionarios grandes de inglez por
Vieira ; oa ra da Gloria n. 59
Vende-se caf moido, muito bom esem a meor
mialura ; qualquer porcao al mesmo sos vintens
cevada torrada muito nova e em grio, a 100 ra. a
libra: na S. Crux padaria de-lima porta junio ao
sobrado, e na travessa da Vladre-de-Deos, n. 11.
Vende-se superior essencia de aniz
em garrafas de ao onc^s, por preco eom-
modo: no Aterro-da-Boa-Vista, na fabrica
de licores n. it.
=Vende-se vinbode Itordesui, em quartolas, mui
bem acondicionado ; ago'ardente de Franca, de pro-
va, em barris ; 2000 garrafas vasias de Bordeoi; urna
porfi de muito boai rolhaf de cortiea grandes e bem
feitas : em casa de Avrisl limaos, ra da Cruz, n. 20.
Champagne da marca C 8c G, vin-
da no ultimo navio de Franca : vende-se
em porcoes e a retalho, em casa de 31c.
Calmont & C.
da de idade de 30 annos, boa engommideira eo<.
lureira e cozinheira ; na ra da Cadeia do Recife loJ
jo de Joio da Cunba Magalbies.
=Vende-se o diccionario de Moraei, em bom dio-
oa ra Nova n, 16.
= Vendem-se espadas prateadas ; na ra Nov
loja de ferragens, n. 16.
Vende-se urna escrava crioula de idade da 19
annos, coiinha o diario de urna casa ; oa ra de s
Rita-Nova o. 89.
= Vende-se um escravo, de 16 a 18 annos se*
vicio algum ; na ra estreita do Roiario o. 11,
Vende-se um escravo de 20 a 25 annos de id,.
de bem parecido, e muito proprio para qualquer
servifo ; um cavallo bom carregsdor bailo sem acha-
ques novo e gordo ; na ra do Amorim n.
=Vende-se cera de cor para limas de eheiro, a 1000
rs. 1 libra ; na ra do Rangel, O 52.
Vende-se pilba de carnauba nova e muito (rin-
de, chegada bontem do Ass'j a bordo de urna bares
(a no Forte-do-Matto por prefo eommodo.
- Veode-se urna preta de cacao boa quitandei-
ra cozinba o diario de urna casa, o ensaboa,; ven-
de-se por precalo, e por isso da-sc por presjocomiso"
do ; na ra estreita do Rosario, o. 21.
= Veode-se superior prioceza preta ; com 7 pelmoi
de largura propria para .obre-casacas ; merino prelo
muilo fino, com a mesma largura ; fraoklim de dan
larguras ; tudo pelo preco mais barato posiivel: ot
loja da eiquina que volts para palacio, o. 27, de Ma-
ooel JosGoncalves.
= Vendem se casias de cores e romas, a 2^Q rs, o
eovado e cortes das mesmas a 2000 rs. ; chitas ,
140 rs. o eovado ; riscados largos proprios para carl-
sas a 160 rs. o corado ; cortes de lia e seda a \2,
rs. : na ra do Cabugi loja de Antonio Rodrigues
da Cruz.
Veode-se urna canoa de muito bou madairas
que pega em 800 lijlos ; ho muilo pouco usada : D,' '
ra da Concordia armazem de oapim n. 25.
-= Vende-se potassa americana, ltimamente che-
gada em barris grandes e pequeos; lencos pretos,
da seda da India ; selim preto de Maceo ; velas de es-
permacete de 4, 5 e6 em libra ; cera amarelU ; al-
godio grosso pira saceos; tudo por prego eommodo:
em casa de Matbeus Austini & Companbia na rus di
Alfandega-Velha n. 36
= Vendem se dous bonitos molecolos, sadios esem
vicios; na ra di Cruz, o. 3.
Veode-ie um torrador de caf, em bom uso ; 01
ra da Semalla-Nova n. 4.
Escravos Fgidos.
Fugio. ni madrugida do dia 7 do correnle da
idade da Olinda, urna parda de nome Cosma pare-
cendo branca por ser bastante clara cabellos corta-
dos e corridos estatura mediana nio mal parecida,
olhos pretos e grandes sobraneelhas
falta de denles na frente
grossas
Tende-se um violSo de muito boas
vozes, e urna chapeleira ingleza de couro,
e muito bem feita ; tudo por barato pre-
co : a fallar com o Sr. Thomaz Dias Sou-
to, ra da Cruz do Recife n. 62.
= Vendem-ie 3 varas de bico Isrgo de muito bom
gosto de ramageos e pontas de recortes fundes pro-
prio pira roquete de pidre ou cimisa de seobon ;
rui da Palma n. 17.
Vende-se um relogio borisontal de ouro por
prego muito eommodo ; na ra do Queimado, o. 39.
Vendo-se um escravo du 16 annoa, muito sa-
dio e sem vicios de qualidade alguma ; ca ra da Ca-
deia do Recife, n. 32. .-.*.,
= Vendo se um cavallo alnio cachito carregador
bom paiseiro ; oa ra estreita do Bozrio n. 30 ,
com
. peitos grandes, ps e niios
regulares ; em um dos ps tem Orna pequea ferida en-
tre os dedos que nio a deiiava andar bem ; o dedo
do meio da mi direita, na ultima junta, be defeituoio
de um panancio; representa 20 a 22 annoa de idade; le-
vou alm da roupa do corpo, urna Irouia com um ves-
tido de chita novo e algumas camisas sendo 3 de ma-
dapolio fino anda em folba e 48 rs em cdulas:
quem a pegar, leve a sobredi!, cidade de Olinda na
ra do Paaso-Caitelhano easa contigua ao theaf.ro ,
ou no Recife na ra da Aurora n. 12, que stra ge-
nerosamente recompensado.
- Fugio, no dia 16 do corrente mez do fevereiro,
um moleque de 14 a 15 annos de idade, crioulo, retin-
to de boa appareneia ; tem um pequeo deleito em
umidasorelhas chamase Luis ; tem andado ipren.
dendo o ofliciode calafate; levou calcas de riscado e
camisa branca ; julga-se que elle lenba seguido para
Olinda por ser lili nascido e ler sido escravo de D.
Liberata ou alias se lera escondido em algum eta-
leirodessss prsias do Recife, do que tem pratica :
quem o pegar, leve a ra Imperial n. 39 que serl
generosamente gratificado.
== Fugio o escravo Gregorio Jos poucos diasm-
tei do da 25 de do/embro do anno (indo, levando urna
fouce de cortar canoa duas cimiiss e dual oroulai da
agodiozmho, leitas de tiras do referido panno ; b
alto, vistoso, de mais de 40 aonos, bem empernado;
tem um talbo na cara em cada urna das canelas duas
costuras ocasionadas de vaquejar gado e nos ps o de-
do indas he meio berto ; foi do coronel Quiabira do
Ceir, e comprado em Pernambuc'o : quem o pegar,
leve ao engenho Tibiri da Parabiba-do-No. le.
-Desappareceo na (arde do dia 16 do correnle ,
o prelo Martinho natural do Rio-do-Peie esersvo
de Vicente Ferreira Longuioho viodo do Aracity ,
pelo bngue-escum Btnriqutta na suioltim vigem,
a entregar aoabaito aisignado ; lemossigmes segoin-
tea : silo, rostosecco.cabello piebaim olboi pretos,
naris chato bocea grande fallo de denles da parle su-
perior cor fula sem bsrba andar vagaroso; levou
chapeo branco de abas curtas caigas de algodioiiobo :
quero o pegar, leve a ra da Cadeia do Recife loja de
ferngeni, n. 56, que lera bem gratificado.
Joaguim Joi da Cotia Liilo.
-- Cjoalquer ciptio de campo, ou enearregadode
polica poder apprebeoder o preto Francisco de
naci Mocsmbique com os signaes seguintes : baiio,
grosso do corpo ceg de um oiho ; levou camis de
algodio di trra com mangas cortas, e calcas do mes-
mo novas, chapeo de palha carapioha alta quem o
levar a seu lenhor, Joio Leile Pila Ortigueira ao p
da ponte da Magdalena, ser recompensado generosa-
mente.
Fugio, no dia Ib do corrente urna preta an-
da moca), de nome Catharin.a, de naci Bengaela ; le-
veu .est.do de chita de.bot.d. eom li.tra. sometas ,
panno da Costa novo, com franja de algodio e orna
'ol a de missangaaiule branca no peseoco; tem mi
costas duas grandes marcas de duss ventosas ; algum
Unto pe.tuda os deoles da frente furados ; tem no
braco direiloumis marcas feilas como ii quecoslumio
traier 11 di tem delta ; tem sido vista pela Boa-V.sli :
quem a pegar, leve a ra do Cabugi J loja de miu-
D que ser gratificado generosamente.
Vendem-se 4 moradas de casss Ierren de urna's [segando andar.
novas, lilis nos Coelhos 01 roa do Jaimim; o-1 = Vende-se urna preta de bonita figura, muilo si-Jpern. j na typ
de u,

F. DE FAH1A -lb^.