Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08747

Full Text
Anuo de J846.
**ci)iiftM- f<8irn Iv
0 MAMO publlce-se todos os dla que
nao foifm de Riiarda : o preon da asslna-
lura he de 4#000 rs. por quarlelpajo adian-
idrfos. 0> annunclos dos assignantes sao In-
snidos a razio de 20 ris por linha, 40 rs.
Pin tvpo differente, e as repetices pela me-
tade. Os que nao forem assignantes pagio
80 rs. por linlia, e 160 eui lypu difltrente.
MUSES DA LANO'MEZ DE FEVEr^EIRO.
i crescenie a 3 as 2 hor. e 51 ma. da man.
i'ua ebeia a 11 as 6 hor. e 51 rain da man.
ineoante a 19 as 2 hor. e23min. da man.
[ La nova a 25 as 5 hor. e 11 min. da tard.
PARTIDAS- DOS CORREIOS.
Golanna; Parahyba, Sgd." e Sexta* feira*.
Rio Grande do >0rte, chega as quarlaa-,
felras ao mel da, e parte as mcsmas ho-
ras as quintas Ierras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macej, no 1., 11 e 21 de cada inez.
Garanhuns e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feirai.
Olinda todos os das.
PREAMAI
Primeira as 11 h. c <
Segunda as 12 h. r
L DE BOJV..
2 minutos di mauha.
i minutos da tarde.
de Fevereiro.
AnnoAAIl Hf. w.
V5WT
DAS DA SEMANA.
16 Secunda S. Porfirio, aud. do J. dos orf.
ido I. do C. da 2. v., do J. M. da 2. v.
17 Terca S. Sito!no, aud. do J. do clv. da
1. v., edo J. de paz do 2. dist. de t.
18 Quarl.i S. Tlii'Qtouio. aud. do J, do clv.
da 2. v-, e do J. de paz do 2. dist. de t
19 Quinta S. Conrado, aud. do J. de orf., e
doJ. M. dal. v.
20 Sexta S. FJeuterio, aud. do I. do civ. da
1. v., edo J. de paz do 1. dist. de t.
21 Sabbado S.Fortunato, aud. 4o J. do clv.
da 1. v., e do J. d* par do 1. dist. de f.
22 Domingo S. Margarid.
CAMBIOS NO DA 18 DE FEVEREIRO.
Camb. sobre Londres. 2 d. p. 1/a 60 d.
o Paris 350 rls por IVanco.
ii Lisboa 105 p. o. pr. p. m.
Desc. de let. de boas firmas 1 '/, p; / inez
Onro-Oncas lu'spuiliolas 30^500 a 314000
. Moeda deftrtOOvcl. 16/800 a 170)00
de 6/400 uov. I6f300 a 16/600
de 4^000 8/800 a 9/100
Prata-Patacdes .... 1/920 a 1/940
Pesos Columnares 1/940 a
> Ditos Mexicanos. 1/860 a ll
. Prata Mlnda 1/600 a 1/700
Acides da C* do Hebcribe de 60/000 ao par.
ERUAMBUCO
PARTE OFF9GUL.
Governo da provincia.
nnoinfi do da 43 do comsmtk.
OITcio Ao Eim. presdanle do Rio-Gnnde-do-
Norle, rogando a expedicio de ton ordens, pua que
pelos cofres daquell provincia sejs indemnisado o are-
nil de guerra desta da 6j082u., qae e despenderlo
com a bindeira imperial, por S Fie. reqrjiitadi, e que
Ihe foi remetlida por intermedio do commandanle do
bngue-escun* Calitfn. Pirlicipou-se ao director do
arsenal de guerra.
itoA' cmara municipal de Flore*, declarando,
que, como agora coba o oflerecimento, que pbaotropi-
camenle fueta o cidadio Maooel Vioente da Caoba, de
vir a esta capital com as neceiiarias cavalgedura* pa-
ra cooduiir aquella villa os mantimentos, que a mesma
cmara recitas* para os seut municipes, fltgelladot pe-
la secca, cessou o motivo, pelo qoal ja nio bata a pre-
sidencia providenciado lemelhante respeito, vio Mr
plenamente sstiifeitas as requisicOes, que nesle sentido
farem a materia do leu officio de 1G dejaoeiro ultimo,
e isto, apenas aqu ebegarem as mencionadas cabalga-
duras, ,
DitoA' caniara municipal do Rio-Formoso, accu-
sando reeepcio do bataneo da respectiva receita e despe-
a no aono lindo, e do orcarrionto para o vindouro.
DitoAo juit relator da junta dejustca, tranimit-
tindo, para ser por ella definitivamente julgado, o pro-
custo do tambor do segundo batalhlo de artilharia i pe,
Amfro Jos Mstbias.
Dito\o inspector interino do arsenal de marioba,
declarando, que., apenas reeebidas, ser-lbe-hlo trans-
mitidas ai providencie*, qu ds respectiva secretaria de
estado se solicitarlo acerca dos concertis da barca de
cicavaclo.
DitoAojaiz munieipsl ede orphaos da cidade da
Victoria, significando, que no aviso imperial de 2 de
nnvemhro de 1844, cujas ditpoticoes Ibe forlo official
menle communicada 27 do dito mes e anuo, est in-
dicado o destino dos dinbeiros provenientes do arrenda-
mento dos terrenos dos Indios.
DitoAo coronal Bento Jos Lemenha Lins, dndo-
se por inteirado de acbar-ie S. me. restabalecido, e no
commsndo superior da guarda nacional do Cabo.
DEM D0 DA 14.
Officio Ao Exm. e Rvm. bispo diocesano, declaran-
do, levar! ao conbecimento da atsemhla legislativa pro-
vincial oorgarnento das obras pura a oapella-mr da
malrit da nova freguoiia de S. Jos, queacompanbou o
leu officio de i i deite mor.
Circular Aos vigarios dn freguesas da* cidade* do
llecife e Olinda, ordenando, que, com a mxima possi-
vel brevidade, remedio ao eoncelbo geral-de (lubrida-
de publica uoi mappa estaliilico das pestoas fallecidas
ero as respectivas paroebia* ero 1843, 1844 e 1845,
com especificarlo da* idades, sexos, condicOes, estados,
qualidadet e profiwoes ; e determinando, que d'ora ero
diante eovieni ao meiuio ceocelho, oo lim de todos os
semestres, uisppas iguaes ao exigido.
Officio Ao commissario pagador, ordeoando, que!
aocarcereiroda cadeia desta cidade mande pagar ris
115*770 pela cont, que Ibe remelle, do que no mes de
Janeiro prximo (indo se despeodeo com os presos, viu-
dos Ceare Alagdsapara a 11 ha de Fernando, e que an-
da eslo na mesma cadeia. Participou-se ao ebefe de
polica.
DitoAo commandante superior interino da guarda
nicional dos municipios de Olinda e Iguarass, iutei-
rando-o de baver concedido a reforma requerida pelo
al Teres do respectivo primeiro balalbo, Antonio Jos
Leal Res.
Dito Ao commandante da ilba de Fernando, orde-
nando, que, examinada e verificada a semelhinca entre
ai substancial excrementicia* dat aves aquaticsi daquel-
m picnuiu i: que to u oaiauTiSuo, ^ ioum.t,
"mande eolher ai meimis luhitaociii, eenvia-las para
esta capilal com as cautelas insinuadas pelo presidente
do conceibo geral de lalubridade publica do officio,
que por oopia ibe transmiti. Participou-ie ao presi-
dente do conceibo geralde alubridadepublica, em con-
lequencia de coja reqnisicio se expedio esta oidarn.
DitoAojuix relator di junta de jui^a, remetien-
do, para ser definitivamente sentenciado o proceno do
soldado deiertor do legundo batalhlo de artilharia a p,
Manoelde SlofAnna.
DitoAo presidente do eoncelbo geral de sslubrida-
de, mandando sobreestar na compra do guano, at que
da ilba de Fernando ebeguem as informacoes, que a-
cerca desia substancie se eligirlo.
Dito Ao commandante superior d* guarda nacional
do Rece, ioteiVando-o d tef concedido ao lente da
segunda companhia do respectivo quarto betalbo, Jos
Riboiro de Brrto, a reloroia, por elle pedida no rque-
rimento, por S. j^.* inlormsdp a 9 do correte.
borlaraRedund a um os dou* diit'rietoi poli-
ciaes da freguetia do Cabo. Demiltirao-ie lodos os
supp'enle do delegado do primeiro doi citados distric-
tos ; nomeirfo-ie, para o substituir, em primeiro lu-
gar Jote TbomeX de Agotar Pire* Ferretea, em segun-
do Bernardo Ferreira de Barros Campelfo, uti terceiro
Francisco Ferreit de Barros Csmpello, em quarto Joa-
rjuWTb'eooro da Sirva CiSneiro, erfi quint Francisco
Pees Brrelo, em seito Francisco Pereira de Carvalbo
e participou-leao chef de polica.
Dita Ordenaodo. que se passe nomeaco de delega-
do do conceibo geral de salubridad publiba oo termo
do Cabo ao eirurgito JuliSo Pereira MattoioPartici-
pon-se ao delegado do concelho geral de salubfidade,
ao io*pector da tbeiouraria da* renda* provincia* eao
oe-mido.
DitaAo directot do arsenal de guerra, determinan-
do, que, ordem do chele de polica, mande eotregar
12 pare* de elgema*. Participou-se ao ebefe de po-
lica.

INTI i ni ----------------- :rior.
RIO DE-JANEIRO.
poltica gbbal
O bil d lord Abtrdun.
Nio uonlestp, que a ruligiln chriala* nio favo-
rece a eacravidaiij mas niu iuu lie puasivel ad-
raittir, <|ue o nome do chrislianisino seja invu-
aado ma nossos debates parlaiuentares.......
........niu lio de niinler envolver santida
de da religiao, que profeaaaiuus, em iiouaa ques-
tfies pnlitieas. Na verdade, o csjiiritu dcasa reli-
giio nio favoreco a eacrjvidio, aasiru oonin a to-
dos us abusos do pnder; matlambemhe certo,qu
urna reprotafo tspreno epropriamint dila nda
txiile contra a eotaviddo...,. A eacravidiu lesu
existido era todos oa ttmipua, aub influencia de
todaa as religiea falsas ou verdadeiraa nasa
mnii Aio termo.
(Cimiiig, discurso proferido, oorao ministro,
no parlamentu ingiot.)
**
A RA1JNHA iMARGOT. (*)
pop. llfanlir Dumae,
QUINTO VbjtfME.
CAPITULO II.
as covrxiimciAB.
A pnmeira cortia qae aoiibe u duque d'Anjou ao che-
8" o (nutre fii que a solemne aprt-scittacio dus em-
oatxadores e.tava morcada para d'alli oincodias. Oa
B|raiaiea e joallieiros caprraviu o jirincipe c.im mognifi-
Cl" Te,1'dos o soberbua ornato* que'o re liavia para ello
eneunimeadado.
Eoi quanto elle os ensaiava com urna oolera que lle
"' virem lagrimas aos ulhoa^ Henrique o> Navarra
( U|t" sc.lcgrnva com um rico collar de eajmraldaa,
'"a eapada depunbo d'ouro, c uro nuc precioso que
"les Iba luvia enviado naquclla niaubja.
ff> Vide Diari, o.' 3.
CJuaodo, em outra poca, ao governo iogle se alle-
gavau as maiiaiat da rcligiio ebristia para aoabar com
aescravidio, os seus ministros nao s mostravio, que
taea maiimas nao podiip ler invocada* para o calo, e
que se oao devia envolver a sua saotidade na* questSe*
meramente politices; mas anda procurevlo conveocer,
que a religio cbrisUa a tolerara, e que nio era incom-
palivel a sua com a existencia do captiveiro, e finalmen-
te, que lmente ao interesse das colonias se devi* atlen-
der, a reipeito deite objecto. Boje, portn, para com to-
doi os demais puvos, a Inglaterra j descaptivada dos
i ole renes de *uti colonias, que promove 10b a caps de
introdcelo de Irabalhadore livre, a cada momento in-
!os ss msxira!! ds rsgiSo ds Js:a3-Chri:to, e proeu
ra demonstrar, que eom a la exiitnncia repugna a de
eicravo*. Nao em era mu remota, di;.ia um doa teui
grande* minislros e borneo* de estado,dizia no leu par-
lamento Canning, em resposta a Mr. Buxton, que pro-
px, que a cmara dos deputsdos declaraste, que a es-
cravidlo era contraria aoi principio* da religiio oda
conililuioio da G rio-Brotan ha0 nobre membro nio
pode deiejar mais do queeu, que o espirito da religiio
noi conduza ao bem que no* assegura ; convm, porm,
que m nio confunda a *0a laotidade eom o que loca
medidas polticas. Na poca, em que a religiio ebristia
foi no mundo inlroduiida, existia a envidio : ella co-
mecou oo meio da eacrtvidio do imperio romino. Um
senhor linha eotio direito de vida e aorta lobre seus
escravos (1).
Em outra occisiio, vindo a tratar dette raeimo ai-
sumpto, aiiim respoodeo a Brougbam (2). Eu nio
pens, como o honrado membro, que a eicravidio e a
religiio cbriiU* oio podem existir coojunctamente. Eu
creio o contrario,,Tenho como verdade iocootettavel,
que, desde os primeiros da* do., ehriitiaoisono at este
momento, estesdous syitema* oppoito*, como lio, teem
conjanctamenle existido..... Ao passo que aidoutrinas
da religiio chrislia le propagavio e pregavio pelss ra*
de Roma, ottrvi crueianturconlinuava a ler a for-
ma ordinaria, a do Forum, nio para punir eicraros
convencidos de crmes, mas para obter a evidencia de
prove pelo depomeoto de diversas teslninunba*. Aot
que d'zcm, auto homtm nHo pdi ser propriedadi de
oulro Aomcm, farii retroceder ao tempo da sua juttntu-
de, ao tempo dos olltgios; timbrar hes-het, que uto
nao A urna eonitdVacdo provria do um parlamento, e
accreicentarei, que sriuas tkeoriat fosttm adoptada,
trarido inevitavelmtnte a ptrda dus nosiai colonias.
CJusndo o* primeiros panos deo a Inglaterra para ob-
ter o concurso do* estados da Europa, sobre a extioccio
do trafego do escravos da Alrica no* paires da America,
em leu grande auge existia o Irafego de escravo* clms-
tlos na* trra* do Levante : natural ora, que por estas
partes prrncipiastem seo*esfbrco*, e linio mais quanto
oio l o* intoressos da rica brinca, como o amor da re-
ligiio chrislia, forcava osla medida: nenhum paiso deo,
porm, em beneficio deitei infelixei o governo ingles,
dola-lbe lmenle ver, que o* Africioo* vimiem atna-
nbar as trra* da America !
Em9de abril de 1816, o viconde Chateaubriand
pedia oa oamara dosdepulados da Franca medida* em
favor do* brancoi, j qae Grio Bretanha lmenle
peieei* poHuida do amor da humanidadeem favor dos
negro*, e deierevia com viva* cores o quadro trille doi
infelize* cbriitioi, que todoi os dial erio victimas do
brbaro jugo ottomano Trala-se, dizia elle, de
reclamar o* direito* da humanidade e de apagar essa
vergooha da Europa..,. acabemos lambem com a es-
crividio do* brinco* I (3). E nio obstante, eue
trafego eontinoou, em quanto todo o ernpenbo e gran-
des somroa* despenda a Inglaterra em favor dos capti-
vos da frica, qae vinhio para as colonias da Ame-
rica
Nada accrescentaremos sobre este objecto ; os que
coohecem a historia da eicravidlo nss parte* do Or
ente podero bem deduzir, se por ventura, por amor
do ohristianimo.laes medidas erio tomadas, estes esfor-
cos leitos, se delle be filbo eile ardor do governo in-
i em beneficio duses barbaros, etta eooitaoeia in-
domavel, que um l momento te oio tem arrefecido !
E nio s esse trafego continuou, como os cursarios
D'Alencon icabava da receber urna carta, o ae ha-
via fechado no sou quarto para alar cum tuda a lber-
da de.
Cucannas da ana parte pedia o sea amigo a todo* oa
eolios du Loavre.
Cutnt-ffeilu, como era natural, Cooaiinaa, poueo ad-
mirado de nio rr reoulber-se o aeu amigo mn todaa
noile, havii aoroecado ainquietar-se pela manilla : ti-
nba-se por cuoieguinle pustu em procura de La Mole,
principiando s t inrsgseso pela bepedaria Se\-
Ja-Eslrella, passaudo desta hospedara ra Cloche-
Perce, a ala ra Cloolie-Paree ruar'Tison, e da ra
TiaoM poateSaint-Micheli o aa* ala*, da ponte Sainl-
Micbel au Luuvre.
Esta poquita linha aidofeila, a raapaito daquellae a
queui ella ae diriga, ta urna maneira ora lio exlrava-
gante, ura lo engente, u que alisa be fcil da conoeber
cuulieeeudo o geiiui axceutrioo de Cuoaunas, que ella
liavia suscitado entre elle o vYca cortlos explicacea
que linlilo acabado i moda da poca, coso rapada ua
mi. Cocinillas havia punto nettea duelus a cuotcienoia
que punha de ordinario em tcmrlhanlet Oouaaa, islu be,
liana oiortu o primeiro, e ferido oa outrtia duna, di-
seudo 3
: 0 pobre do La Mole aabia tifl bem latn!
De surto que o ultimo que era o baria de Boiaaer, Ihe
diaaera au sabir: .
Ali pelo amor de Deua, Cooaaaaa, varia uso pou-
eo o dte au melles que elle sabia o gregu!
Em ti havia trauspiradu u ba tu do uef eeio do our-
redor; Cocannal ficra muito pesaroso, porque obegira
(1) Discurso proferido em maio de 1823-
(2) Ducurso proferido em maio de 1820.
(3) Vejio-io o* discunos e optoie* do vise, de Cbt-
teiubrisod.
a per*oadir-se que esses reii e esses principe Ibe hiviiu
matado o amigo, lancado em alguin ergastulo, ou enter-
rado em algum canto,
Soobe que d'Alencon fisern parte da expedicio, e *a-
qoeecndu a mngratade que rodeava o principe de san-
gue, foi ler com elle, e pedio-lbe urna cxplicacio, cuno
ao o tisesae a um simples gentilhumufD.
Teve d'Alencon ao principio ba vonlade de por
puNn o inslenle qne Ihe vinha pedir cunlaa do suaa ao-
{Sv; rl Cuenllaa fillav* per tiO SrfSbaUuu mOau,
linha oa ulhos lio accesos, a historia doa iros duelo* cm
inenoa de vinto equatru hora!* baria dado tal impurlan-
eia ao Piemontci, qne o prisicipe rcflrcliu, e em vez de
se deixar levar do primeiro atsomo, retpondoo ao seo
genlilbomuiu rom agradovel srriao, por este modo :
Meu eharo Cocannaa, he verdade quo el-rei fu-
rioso do levar no hombro um vaao de prata, o duque
d'Anjoo pouco salisfeito do o peutearora com orna coni-
pota de laranjaa, e o duque de Goise ssngadu do Iho ba-
verem dado peloa queixos com um quarlo de ja val, rru-
niriu-se para matar M. de La Mole; mas um amigo do
vusso amigo drsviou o golpe. A expedicio talbou doo-
vua a mulla palavra de principe,
Ab I Fes Cocearas respirando com esta srguranca
como um folie de forja, ah! oom osdlabo*, mnaeobur,
ris-ahi um bello proceder, e eu quitern conheccr eue
amigo par* teetemunhar-lhe o meu recunheoWnlo.
Nada rr>|>oi>deo AJ. d'Alencon, maa urrio-io ainda
maia benevulaniriiir du que ja o havia frito, o que dei-
xuu ever a Cucannas que es** amigo niu *ri a*M sealu
o momo principe.
de Trpoli, Tunes, Argel e Marro eos, deiitsombrado*
doi cavalbeiro* da ordem d,o Malta, soommeltio todos
as nanos, qas assontro e radaxo a iua tripolacSo
ebristia ao nuil trille e duro ciptiveiro !
Povoacei intera* erio por alie* lambem arrebata-
da* da* trra* oa ilhn, em qae viviio, e coodazidu ao
mercado de escravos, homeni e mulhere*, manaos e
velho*. (4). A este quadro tocante moveo-se a-
easo algum dia o grande poder brlannico ?. .. Argel
foi lomada pelos Frsncezes. ... muito deo quo enten-
der esta conquista a Gro-Brelanba. Deo* taba se foi
o amor dt chrittandide, que operoo a extioccio dos pi-
ritas argel i nos....
Muito padecerlo o Gregos, muito* captivo* nessi gen-
te fizerao o Muiulminos cora soeeorroi d* Europa,
-por meio da disciplina, que recebiio de offlcise euro-
peos, e com armas e muoicei tirada* da Ioglatarra,
aoles que a vctima de Navarino tiveue logar, e a Grio-
Bretanha nenhum palto deo...
A historia da Irisad* pode muito bem ser iovoesdt
para desmentir enes, que attribuem lodo* o* teto* da
Inglaterra em favor da liberdade da frica ao amar o
zelo pelo* principioi do chriitanimo.
Chriitao* erio o Irlandezei, maa Torio despojados
[de suas (erras, dos seus beos e liberdade, mortos oa
deportado*, e at vendido* como le forio eicnvoi, pe-
lo nico feito de serematholicos....
Niuguem lera o direito de votar e de tomtr ssenlo
os* cmaras do* pare* edo* depulado* da Irlanda, lem
que teab* prestido o juramento de lubmiuio i su-
premaca, e feito urna declaracao contra a substsncia-
cio, cootra o sacrificio da mina, cootra a idolatra da
igreja romana, cootra a invocacao da \ irgem-Miria e
doi Sanloi, etc.
Eia urna le da Inglaterra conlrt o* Irlaodesoi....
Todoi o* arcebiipoi, bipoi equaeiquer outroi ec-
cleiiaiticoi com poderes de dar orden* sacras, forio
banidos,sua volt* ao territorio da Irlanda punida com
a morte, sipesioai, que Ihei dessem loccorro, aijlo oa
hospedagem, castigadas leverimeolee o* denuociaole*
vantajosamenle premiado* ... O* mestres de eicola
christios, o encarregsdos do entino da mocidade de-
portados.... Todo* o empregoi do exercito, da mar-
nba, da magistratura e da admioiilracio interdictos aos
christios irlandezes ... A carreira das ledras, a da ad-
vocada Ibes foi fechad*, e toda* a* prosie* liberto,
tudo, excepto o ser medico I....
Nio podiio dar-se nduitris agrcola, adquirn-
do bem de raz ; na commercial e manufacturen*, mil
obstculo* eocontravo, e estes ebegrao a ponto de nio
poderem ler em leus eitibelecimenloi mais de dou* a-
preodiies.... at nio podiio posiuir cavallos de maior
valor do que o de5: erio punido* te o contrario
fazio, e quilquer pesios Ibes poderia tomar, dando-
Ibei eite preco, qaaeiqaer cavallos, que em leu poder
cbaisem....
Nio podiio seguir naffeicei do seu coricio n* ei-
colbt de urna consorte.... como raca abominada Ibas
era vedado o casamento como protestantes, e lambem
berdar de seus prente*, que nio fossem catholicos, o
al acctir doscea : o filhoi calholicos nio podiio
ter oa su* orphandade por leui lutore* o seus pare-
te*, lendo calholicos, qualquer que fosse a proximidade
dotes, e a vontade patero*.... O filbo, que ipostatava
da religiio catholca, lendo mais velho, ara senhor de
todos o* beos psteroos com exolusio de aeu* irmios,
o o nio teodo, tinbt direito s um maior quiohio....
Um tern numero de outra* oppressei e tvrannin
coolra o miieroi Irlandcie* foi decretada, toda* a*
carreiras o profissoei Ihei erio interdicta*, de todo o
meio de adquirir riqueza* erio privado*, e todo o fim
desta* a outras medida* legislativas era conservar os Ir-
landezes n* pobreza, os miseria e no aviltamento !

(4) Wem.
Ora, nioiisenhur, proaeguio Cocannas, ja que ti-
veatea a bondade de roe diier o comeco da biatorii, aca-
bai o obcquiu cunlando-me o fim. Queriiotaala-lo, maa
nio o malario, diteia V* enlio que fiserio delle? Eu
son corajoso ; podis diser tudo, que sei supporlar orna
in milicia. Lancario-u em algum esooro subterrneo,
niu fui assiniP He bem feito, isso o tornar maia cir-
cuniipeclo. Nio qner jamaia uuvir oa mena oonaelhoa!
Verdade beque oblo de tirar de l, com os diabos I
A> iicrs; nc sao dars para todos.
D'Alencon roeneou acabeea.
O peior de tudo iato, diste ello, meu bravo Cocan-
naa, be que depnis da tal expedicio, o leu amigo desap-
pareceo, sem quo se saiba para onde foi.
C,om us diabua exclamoo o Pieraontes deacoran-
do de riuvo, teuha ido elle para o ioferno, hei de saber
onde est.
Escota, diste d'Alencon, que, ainda que por bem
differente* ntolivoa, linha lio boa vontade. oomoCaoan-
naa, de saber onde eslava La Mole, dar-te-nei um oonse-
llio de amigo.
Oai-m'u, monaenhor, ditse Cocannas, dai-m'o,
Vai ler com a raiuba Margarid, ella deve saber o
que he feito daquelle por quem churas.
Se rae be permillido contaasa-lo a V. alteta, disaa
Cocannaa, ja eu uto baria peinado ; maa nio o linha
uusadu, porque alem do reipcilo qae me ella inspira,
nio ((limito nio sei exprraiar, receiava eoouotra-la to-
da rm pranlu. Maa ja que V. lleta meataegura que La
Mole nio est muri, e que S. inagotado dovesaber va-
de elle est, vou armar-me de ooragem, e procura-la.
A




E nBo era ito um verdadeiro oiptiveiro, e nlo rio
cbriitioi o Irltodetet ?
Dir-se-ha talvez, queeises ictoi forlo pretieadot en
tempos remoto*, que actualmente este ctptiveiro nlo
existe. Na verdade, iito be tstim, e no progreno e
no modo, por que te foi efleetuand a emancipado da
Irlanda be que baseimoi nona argumentadlo. Sim,
mnguem o contesta : em 1778 algumas deataa leis op-
pressiva lorio modificadas, e em 1782 eitai modifica-
cOea continuarlo ; mai ocaso seria iiso devdo ao n-
fimo das mximas benficas da religiio chrittia ? Cer-
to nlo Da necestidade e uaicamente ds neeessidade
partirle estes actos. A America do Norte tinba sscodi-
do o jugo de sua metrqpole, e a Irlanda oalholica mo-
veo-te; preciso por tonto era ceder, e eoncendet forlo
faites.
De 1798 em diante ainda novas modificacSes toftreo
cssa barbara legislarlo, a carreira da advocada (oi a
berta aos Irlandeses, deiapparecrlo as interdiccoet
sobre o casamento, o direito de votar Ihe foi outorfa
do, e quasi todas ai fenles publicas, e a carreira
das armas Ibes loi tranquea Ja. De onde partirlo, po-
rm, estas medidas Seria acaso da influencia das mi
ximas do christisnismo ? Nlo por certo. Ao impulso
dado pela revolucao francesa aoi movimentoi da Irlan-
da, a urna imperiosa necestidade foi isso devido. Es-
tas modfioacdos lorio verdadeirat concnsBea.
A ultima modificacio importante se operou em1829:
loi ella por ventura o efleito da vontade livre da In-
glaterra T Todos sabem que nlo. A Inglaterra reeu-
sou a emaocpacio exigida pela Irlanda. O'Connell,
nlo obstante ato, foi eleilo pelo condado de Clare, a
entonto se bata desenvolvido o espirito publico nesse
paiz tao subjugado, que dessa poca em diente osca-
tholicos tomarlo asiento no parlamento Lord Wel-
lington confessou, que este acto era contrario aos teut
principios, e que elle o tioha adoptado, nlo em obe-
diencia juitica, mas por urna imperiosa neceisidade;
que era de mister applaear os movimentot da Irlanda,
obstar os planos de revolta !
E vista de tantoi fados podemos aesso crer, que
tenhlo Torca nos actos polticos da Inglaterra as mxi-
mas do christisnismo, que a obriguem a despender
tanto cabedal e tanto trabalho a bem da lberdade da
frica t
Certo au o podemos crer....
(Do Bratil.)
CEARA'.
lirtADO FAVOR DA. Htllf ANIPADE.
Brasileiros, estrangeros, bomeos do mundo, a secca
contina no Cear, e a classe indigente doa seus hab
tsntes, nlo podendo resistir a roedora fome, consumi-
das anas carnes, pegadas as pellet aos ossos, qossi a exa-
lar os ltimos atentos de urna vida deploravel, anda
esta vex te es forea a faier-vos sentir seus lamentos,
ainda esta vez se esloras i dizer-voi por nono orglo:
eiqueee-vos por um pouco de voisa abundancia,e, lem-
bradoi do quadro lastimoso, que costumi produrir a pe-
nuria, compsdecei-vos denos ao menos por butnan-
dade, se os ttulos de christiot eamigos nlo sio bai-
lantes para escitar vossa compaixio, e lemiblidade. A
ira celeste, ou causas desconhecidas noi teem reduzido
a este estado de deseiperacfio. soceorros pblicos nlo
appareeem, e a caridsde dos habitantes delta provincia
ji nlo pode ser bastante para tanto; assim, se vos Bra-
sileiros, estrangeros, bomons do mundo, nlo prester-
des ouvidos ooi nossos gemidos e supplica, de certo iuc-
oumbiremos em breve aos horrores ds lome. Ah queo-
la nlo be a deigraca de ne misereveis Sim, nio en-
contrando y> hervas e railes silvestres, com que podes-
sernos ir matando a torga da lome, tomos torrado a
deixar nonas antigs habitaedes, e um saud-so sdeos, e
taltez para sempre distemos I aquelles campos, que
nos virio nsicer, peregrinando aqu e all em busca do
pao, slgons de nossos innocentes filbos, e caras esposas
cedendo aos rigores da estscio, a fome e a sede lorio
descancar na regiio dos morios ; ebegamos em (im al-
guns a capital, sonde eperavamos encontrar algum le-
nitivo a nossas neceisidades e amsrgurss, e na capital
oh nossos males se augmentarlo ; porque lomos tor-
eados a procurar os srrabaldes, e la'er da habitadlo
outr'ora das feras nossas bsbilacos ; fome, a nudex
e ao lempo estamos reduzdos, um pouco de penosa vi-
da so nos rests. Exige-te de nos, que respeitemos a
propriedede alheie, na procuramos, eos pedimos em
troca do pi o trabalbo, e notaos estorcos sao baldados,
esperamos como ultimo recurso o toccorrot pblicos, e
os soceorros pblicos nio appareeem! E vista disto po
der-se-ha dzer, que ba Um poto oais infelii que o
do Ceark ? I Todos quando soflrem qualquer calami-
dade teem a fortuna de encontrar urna alma bemfateja.
os Cearenses, os in(lites Cearenses canelo de estender
as mos, e de pedir pi a seus irmios comprovincianos
e seus irmios, como que indiflrentei a teus males, res-
ponden! com o silencio, excepto o Par, que ja nos en-
viou algum loccorro.

O poto cesreme, que tantss veres tero derramado
teu sangue em campo de bstalha a prol do throno e dts
lea, esta prximo a perecer qossi todo de fome, e o go-
veroo continuar na sua criminosa ioaecloT O governo
niosoccorreodo'nlo perder! defensores? O nosnede
cidadlo brasleiro nlo dar* por ventura ao menos tos
Cearenses o direito de pedir-lhe arquillo meimo, que or-
dena a le fundamental, soceorros pblicos? Nao he de
esperar, os delegados do Imperador nio commetter
de certo urna falta tal; porque entlo serilo censurados
por todoi aquelles povos do mondo, que ainda nio
christios te honrassem ao menos do nome de homens.
yundo um povo ten a iofelieidade de ebegar ao estado
de miseria, a que esti redutido o do Ceari, lodosos re-
entrmentos, qur pblicos, qur particulares, devem
desappareeer, todos devem te tornar amigos, todos de-
vem trabilbar para o fian de o salvar do precipicio.
________ ( Do Ptlro II.)
___PERNAMBUCO.
ASSOCIACAO COMMERCIAL
Aawociacao commeroial desta praca poasuida dos
meamos sentimentot de pbilanthropia para com ji ne-
eessitidot do Ceari que veem exarados no oflicio. que
V. S. ibe dirigi, em dsts de 13 do eorrente e dese-
joas de conco-rer. quinto en si possa, para um fim to
justo como o de acudir ao calamitoso estado dtquel-
la provincia lem a honra de convidar a V. S. ser-
vindo-se Irazer em sua companbia aos Snn. dootoret
FranciscoCarlos Brando, e Jos AntonioPerera Ibia-
pina i quem commuoeari este convite para ttiii-
tirem ao ejontamaoto que ter lugar no da 19 do
eorrente ao meio-dia em ponto na sala da meima
assoeiacio e ajudsrem oom o seu cootelbo e Ilstra-
telo a directora i ettabelecer o melhor meio de promo-
ver ama subscripelo para o fim citado.
Dos guarde a V. S. Sala da assoeiacio commercial
de Pernambuco, 17 de fevereiro da 1846. Illm. Sr.
Jeronymo Martinianno Figueira de Helio. Jos Jt-
ronymo Monteiro, secretario.
DIARIO DE PE II MU ICO.
INDUSTRIA PROVINCIAL. CULTORA DE ALGUNS CENEROS
ABANDONADOS. PROTECCO DEVIDA AO COMMERCIO E
A' LAVOURA.
A agricultura e o commercio, quesBoasduas fon-
tes de vida e riqueza social, teem merecido em todos
os tempos 13o particulares attencoes dos governos
cultos, que nos julgamos do nosso dever reclamar
hoje a solicitude do'administrador da provincia, co-
mo immediato delegado de S. M., e como tal, muito
cima de qualquer facclo ou bando poltico, para
que, attentando para as necessidades de um e outro
ramo, seja elle o que entre nos Ihes aplane os emba-
razos e promova o necessario desenvolvimento, como
seu natural protector.
O mais importante fim da agricultura ho conseguir
que a trra produza com abundancia todos os fructos
o materias primas, de que he susceptivo!, e que o faca
com o menor numero de meios, e a maior somma de
vanlagens, que possSo colher-se. Qualquer, porm,
que seja o systema de agriculture, que so adopte, e
seja qual fr o clima, a cuja influencia sesubieitem
assementes, que se lancflo trra, os principios de
exploracflo agrcola serSo sempre invariaveis o
Soverno deve ter extremo cuidado em que os pro-
uctos, que deseja obter, se achem sempre em rela-
Co com as necessidades reaesdo paiz, e com a promp-
ta venda desses productos nos mercados estrange-
ros ; por isso julgamos nos como primeiro preceito
de todo o governo conservador a introdcelo com
prudencia c gradualmente de variados objectos de
industria agrcola, e de novos instrumentos ou meios
de producgilo, com que se d incremento de da em
da ao progresso material do paiz.
Um engenho, urna fazenda, urna roca mesmo, he
sem contradicho urna verdadeira manufactura : d-
rigifla mal e sem meios, faz enormes despezas, c tudo
quanto rende heabsorvido por esses gastos; gover-
nada com intelligcncia e protegida pelo governo, he
de todas as manufacturas a menos subjeita a essas
influencias desastrosas, que cada da fazem morrer
tantas outras industrias no Brasil.
J nos em outro artigo dissemos quanto nos paro-
ceo conveniente para a introducco de novas semen-
tes dealgodilo na provincia, e para a extirpadlo de
alguns males, com que a nossa agricultura luda, al-
guna adherentes a planta, oulros relativos aos ti i re i -
tos, que o algodSo paga por sahida. Hoje tomaremos
a cargo indicar alguns oulros gneros de importan-
cia, cuja cultura, ou se acha abandonada, ou he pou-
co contienda dos nossos lavradores, mas cuja appa-
ricHo no mercado traria provincia novos recursos,
c dara populacSo do interior oulros tantos meios de
trabalho, que do que ella mais necessita. E seja em
primeiro lugarocafe, quefaz hojea principal riqueza
da provincia do Rio de Janeiro, e para a plan tcito do
qual tantas proporcOes teem as nossas trras mon-
tuosas do centro. O caf, que hojo disputa ao tabacn
as delicias das sociedades elegantes de todo o mundo,
e que, pela sua influencia sobre os hbitos intellcc-
-------------------------------m-------------------
Vi, meu migo, vi, din* o duque Francisco,
e se obliveres noticias, conununiea-ro'as, que etteu na
verdade lio inquieto como tu. Lombra-te porm de ama
coma, Cocannas.
Quir ...
Nio digas, que tai eu fuera te insiaaei etsa sur-
ta ; porque, a comtnelteres tal imprudencia, nrriicaa-le
a nao saberes nada.
__ Poja que V. alteta me recorotnenda segredo neste
ponto, lias Cucautiaa, .rrei luiiJu como uro pcixs, ce
come a rainba-mi.
E despedio-se, e ao tomar o catninlro do aposento da
rainha de Navarra mnrmurava elle:
Bom principe, excellente principe, principe mag-
nnimo. ,.,
Margarida esperara Cocannas, porque havia lido no-
ticia doseu desespero, e a saber por que actos oasedeiei-
pero se Iravia aasignalsdo, tnba ella qusai perdoado a
Cocannas maneira um pouoo brutal, porque elle trata-
va a sua amiga a duquesa de Nevera, i qu%l nio se lia-
via dirigid o Pieninnlet por causa do um grande agas-
Uoaento que entre cites houvera a tres das. Foi pois
introduiido no aposento da rainha, assim que se annuu-
cioo.
Enlrou Cocannas sera poder vencer esle aeanhamonlo
de que bavr'a fallado a M. d'Alencon, que sempre senta
tom presenfa da rainha, o que mais lh otpirava a su-
perioridado do espirito do que a da plana j Margafida
porm recebeo-o com ns sorriso quepa logo o pos r-
Iror d (i.
Oh senhora, principiou elle assim, restitoi-me o
meu amigo, eu vo-lo supplico, ou ditei-me aolmcns o
que he feilo delle; porque eu sera elle nao posto viver.
Suppnnda Euryalo sem Nite, DanrSo aero Pythiaa, ou
Oreitea aera Pvladet, eoonipadecei-vos do meu infortu-
nio em favor de um dos hroes, que acabo de citar-voa,
e cujo coraclo, eu vo-lo juro, nio excedoria em ternura
ao meo.
Margarida aorro-se, e depois de obter de Cocannas a
nrmniM do segredo, contnn-lhe a fgida pela amella.
Quanto ao tugar da residencia, por mais instantes que
foiseru aa rogativas do Piemonles, guarden ella o mais
profundo aiiencio. lito nio satiifaira a Cucannaa, epor
rato deiiuu-se arrastrar ^ esposicei diplomticas da
mais alta esphera, do que resultou ver Margarida alara-
mente que o duque d'Alencon entrara de meu nesse
deaeje que tinha o seugentrihomem de saber noticias de
La Mole.
Bem I disse a rainha, ae queris absolutamente sa-
ber algutna censa positiva acerca do vnsso amigo, per-
guntai-oa'el-rei Henrique de Navarra, he o uniou que
lem direito de fallar; quantd a mira, o que poaso diter-
vos, be que aquelle que procuris est vivo. Crde na
ininha palavra.
Acredito n'uma nousa ainda mais certa, senhora,
be noa vetaos bellos olbos que nio chorarte
E dito isto, jiilgsridu que nada mart tinha a accrea-
centar una pirrase da duplioada vantagetn deespricnir
o seu pensamento e de significar a alta opioiio que fasie
do nierjj* de La Mul, Cocannas retirou-se, rufoinand?
tuaes e montes do povo, he univertalmente cortejado
pelos mais distinctos physiologicoi da poca, tam-
bem he o arbusto que sem mui grande trabalho crea-
ce, -e se subjeita a um processo limpo, e de modo al-
gum arriscado no.Brasil, onde as eslacOes nSo sSo
irregulares e caprichosas, como na Arabia, n Egyp-
to, e n'outras partes do Oriente, e iii.us de Oeste,
onde esta planta se cultiva com grande labor. Pelo
contraro, o caf, no Rio de Janeiro, e j boje no Pa-
ra e no Maranhifo, parece ter-se de tal sorte aclima-
tado, que mais se ostenta aqu planta indgena que
da patria do propheta ; e lie della, que, ao ver as
foi has brilhantes, a baga de ceroja, e os ramos odo-
rferos, poderiamos dzer com o caujor do Tejo, que
(i ... a tapecaria bella e fina,
Com que se cobre o rustico terreno, -
Faz ser a d'Achemnia menos dina,
Mas o sombro valle mais ameno.
Ora, o caf do Itio, primeira qualidade, he ji vendido
nos mercados da Europa a par do de Moka e de 8. Do
mingos ; e se o do Maranhflo e Para secultivaasecom
esmero, e os lavradores dessas provincias osoubes-
sem preparar que se nito damnificasse, pouco inferior
seria elle ao do Rio, cujo territorio, em verdade, he
um dos mais proprios de todo o,Brasil para seme-
ntante cultura. Mas, se compararmos as Ierras de
Pernambuco com as do Para oMaranhlo, pelo que
apresenltode proficuo para a planta do caf, achare-
mos que a natureza das nossas he excessiyamente
superior, pelo que ellas teem de maisaicantiiosas, ei
pelas carnadas de turba preta suceulenta, que em
muitas partos do interior se achilo ; e o caf sahido
das nossas maltas equiparara o do Rio, se nSo no
miudo do grito, ao menos na cor e no balsamo da fa-
va. A sua cultura e generalisaciio por toda a pro-
vincia ha. pois, de urna utilidade evidente.
O ail he outro ramo de industria agrcola, de que
at hoje se no tcm foito caso em Pernambuco, onde
as condiQOes meteorolgicas do terreno anda sao
mais adaptadas para esta planta que para a do caf I
Os nossos sertes, cheiosde maltas frescas e virgeps,
todas entrecortadas de regatos, e na latitude, em que
nosachamos, offerecem o solo mais favoravel que
possa dar-se para a cultura do ail, que hedaquelles
gneros que actualmente mais rendem nos mercados
europeos, o cuja colheita as Antilhas rivalisa hoje
com a da canna e do caf. Smente o processo para
a sua extraccSo, desde o interceptar dos glbulos at
o fermentar da ultima fcula, he algum tanto com-
plicado, porm urna vez mandados vir homens expe-
rientes nesta cultura, mui depressa a teriamos conne-
cida em toda a provincia, e d'ahi, novo genero de
trabalho para a populacSo. Ha urna excellente me-
moria sobre o ail, publicada ha pouco tempo na Eu-
ropa por urna das nossas esperances medicas da Ba-
bia : temos bem pena de a nflo ha ver agora mao,
porm quizeramos que os presidentes de cada pro-
vincia a procurassem, e mandassem estudar, afim de
que a planta se propagasse com proveito por todo o
imperio.
O terceiro genero, que hoje indicaremos solicitu-
de do governo da provincia, para que elle fomente a
sua cultura por todas as comarca, he mais um artigo
de economa que de expprtacSo lucrativa. Mas a
economa do lavrador he a primeira fonte da sua
abastanca, e he della que partem todos os seus gozos
futuros, e a t3o desejada independencia do campo.
He nina vergonha que os nossos lavradores e senho-
res de engenho estejSo a comprar as outras provin-
cia o arroz, de que necessittio para consumo de suas
casas, e que nm urna s sacca appareca do interior
a vender no mercado I Porque o no plantao elles?
N3o ser boa a trra para o arroz em toda a provincia P
Todos sabem que sim, mas o apparente i ulerease
da canna absorve todos os cuidados da nossa agricul-
tura, e d'ahi falta o necessario para o consumo quoti-
diano. Nos desojramos que o arroz fosse um grao
taocommum na provincia, que podesse vender-so a
menos de vintem a libra, no s porque a constante
escassez, com que aqu o recebemos das outras pro-
vincias; faz com que o povo o compre ao enorme pre-
go de 100 e 120 rs. poi fibra, como porquo he este um
excellente alimento para o clima, em que vivemos,
tao scmelhante ao da India.
D, pois, o governo da provincia toda a expansao
possivel sua agricultura, mandando generalisar por
toda a parte os gneros, que ora Ihe indicamos, como
de profunda riqueza para o nosso territorio; auxilie
a industria agrcola de Pernambuco por todos os
meios que Ihe suggerir o seu zelo pelo engrandeci-
mento da provincia, que administra, sem consentir
em perseguicOes crueis e caprichosas de partidos, a
titulo de bem publico; e anime e proteja o commer-
cio, como elle tanto necessita, inoculando no animo
dos ministros da corda medidas protectoras, que se
iniciem no parlamento, com o (Im de alhviar esta
classe respeitavel em todo o Brasil dos enormes im-
postos, que sobre ella pes3o, e acabar por urna vez
com o cancro da moeda-papel, fonte de incessa.ntes
roubos, que ao paiz se fazem, com gravissimo detri-
mento do commercio, o qual, s vezes, anda em ci-
ma he processado, como ha poucas semanas vimos,
por haver recebido esse papel em boa f. Se o ad-
ministrador da provincia quizesse acceilar as obser-
vacfles, que Ihe fazemos, e os conselhos, que nos
atrevemos a dar-lhe, com o mesmo espirito de since-
ridade, deque nos echamos penetrados, dramos-Ihe
nos llanca de escriptor, que nunca falseara principios
nem factos, que urna administrado scmelhante, as-
uma concilnr.Su eoro madama de Nevera, nlo por amor
della, anta para saber della o quo nio podra aaber de
Margarida.
Aa grande* dorea ato situares anormaea, i que o es-
pirito ae evade lio depressa quanto pode. A ideia de
deriar Margarida havia ao principio partido o coraclo
da La Mul! e fura mais poraalvar a replselo da rai-
nha duque or preeervar a propria vida, que elle enn-
aenlira em fugir.
Por estr logo no da srgoinle a norte volira elle i
Paria para tornar a ver Margarida I janelia. Esta da aiw
parto nomo se urna vos secreta Ihe houvera detcobertn a
volts d<> mancebo, havia paisado toda a noite na veran-
da, do que resultou que ambos te tiuhlo tornado a ver,
oom cita indiaivel ventura que aoosupanha uagoios pro-
hibidos. E nlo era alo, o espirito melanclico e po-
tico de La Mola achata certo encanto ruste oonlratempo.
Todava como o amanto verdaderamente enamorad" s
be relia um momento, este durante u qual vi ou poasue,
o padece durante todo lempo da ausencia. La Mole,
tao ardenle em tornar a vr <>largarida, oceupuo-ao de
preparar o aucreaao que lli'a devia restituir, istu he, a
fgida do re do Navarra.
Margarida pela ana parte deixava-ae levar da ventora
de aer asnada oom lio pura devotee*o. Algamaa vee se
aecrnav* do que ollrava como urna fraqana, para ella,
espirito viril, que detpreiava aa pobretas do amor vol-l
gar. inaeuiivel as minooioardade que fasenr para as al-j
mas ternaa u oris dooe, o mala delreado, o mais eppele-
oivel de todos os presares, aohava teu da, seoiu fe- J
sim elevada e sisuda, deixaria em Pernambuco um
nome impossivel de destruir, nem pelos partidos da
actualidade, nem pelas geracoes, que hSode succe-
der-ae.4
A attociteto commercial desta praca, sempre promp-
ts a estender mo protectora a quem qui'r que com jus-
to motivo Ib'a implora, accedeo, como esperstsmos
id pedido do Sr. doutor Jeronymo Martinianno Fi-
Kueire de Mallo, a como que deiejosa de ctbalmente
preencher ot philanthropicot votot dette llutlre filbodo
Cetra, que entre ot demtii, que er favor doi Brssei.
ros, all Qagellados pela fome e pelos terrivejt miln,
que della dem ter comequencii, levantarlo a O, loi,
so nosso ver, o qne recorreo a lonte, donde msis segu-
ros e proficuo! resultsdos se podem colber, convidou-o,
como cooita de um oflicio sen, qii" acima jfaa transcrip.
to, para que, de paiceria com oa Srs. doutorc Jos An-
tonio Pereira Ibiapina e Frsocsco Carloe Mrsndlo, t
orienta-la ns reuniio, que deve boje verincar-se com o
nico fim de providenciar acerca do modo de toecor-
rer a populado dsquells proviocia, e Je algumi torta
mitigar oaotlrimentot, por que so ach patttndo. Per-
mita Dos, que enes tret cidadiot accordem no meio
maii alequado t produtir aoi Ceirentei o lenitivo, que
i ptrt elles solicitarlo Queira a Providencia, que i
benemrita assoeiacio commercial adhira a esi aecordo,
e assim complete o acto meritorio, a que deo principio
pelotea lio promplo tssentimeoto a lembranca doSr.
Figueirt de Mello, e de que nio pouca glora Ibe den
provr ; a qusl maii completa ser, se tambem esteodtr
ellroi teut beneficios at dun comarcal do centro detlt
provincia (Boa-Vista e Flores), igualmente victimas da
tecos causadora dos psdecimeoloa, i que vaiprovsr; e
tos habitantes ds Perabiba e Rir-rande do-Norte,
tambera nossos rmios, e por conseguiote com igual di-
reito i nosss piedade.
. '.'
____ COMMERCIO,
Alfandega.
RinDiMorro do du 18................5:383552
Dttcarrtqa hoje 19.
PolacaPreciosa ttboado.
Gersl.
Consulado.
BKHDII1INT0 DO DU 18.
Rrovioesl.......................
Diversas provincias...............
6:9-13*834
2:374*658
374*951
8:693**43
Movimciito do Porto.
iXavio entrado no di 18.
Mar-Pacifico, lendo sabido de Stg-Habor, ha 26 tne-
zei, galera americana //e/en, de 424 toneladas,ca-
pillo S. II. Cartungtel, equipagem 28, carga ateite
de peite ; ao espillo.
OhrvafaO.
O briguestrdo Rota, entrado bontem, veio em las-
tro, oio com cebollas, como te ditse.
Edital.
Miguel Arckanjo Monteiro de Andrad official it
imperial ordtm da Rota, eavalleiro da de Chritlo, i
tiitpeclor d'al/andt^a por Sua Magett.idl Jmptrial,
Su* Deot guarde, He.
z taber, que no dit 21 do correte to meio da,
a porta da melma, te bad de arrematar ero baita publi-
ca 1.1 du'iiiidecadeirai com atientot de palbt, no va-
lor de 209* n. ; 38 cade:rat de balsncos com 'guies
assentos, oo valor de 175* rs.; 3 ditas com asientos e
oncostos depslba, no valor de 26*i rs., e 12 ditas di-
to, para meninos, com asientos do palha. no valor da
20* rt ; impugnado pelo (eitor conerente Gustavo )o-
i do Reg, no despacho por factura de Henry Fortler
& Companbia: tendo oita arremtlivSo aubjeilt di-
reitot. Alftndegt, 18 de fevereiro de 1846.
Miguel Arckanjo Monteiro de Andrtit.
Um aiaeoes.
- De ordem do lllm. Sr coronel director do trie-
nal de guerra te fai publico, que no dit 8 do correle,
naigrrjadeS. Amaro acbou o aprendiz menor, di
nome Flix da Trindade Torres urna caita de prata ,
de tabaco a qual enlregou boje ao niern o Sr. direc-
tor A peisoa, que a mencionada tina perdeo com-
parece ni directora do meimo trienal que diodo
ot tignaei Iba ser mmediatamente entregue pelo
baiio aitignado.
Directora do anenal de guerra, 18 de fevereiro di
menle irreenchido, ao oirnm felizmente terrainido,
guando pelaa nev horaa, apparecendo veranda veiti-
da de um rnuplu branco, deacubria aobre i> caea, i !*
bra, un cavalleiro, qrre piruaava a mi uu sobre os li-
bros, ou aubre o ruracln, o a quem por urna toaae ergni-
"taetiva renda a Icsnbranca da vut amada. Outrai vetes
rubem era o meneageiro da sua prcienr;a um brinete
meado i-iim vigor pela delicada mln, que envulvi* *'-
,urna joia precise, porem inuitu mais preciuis ainds
por haver penencidu aquella que a eoviava do que pe-
la luairria que mdiita r.li, 6 que ia rej-.rirr obre a
ealc'da alguna paiaoa do nraueebo. Entlo La Mle ""
melhanle ao ruilliafre dbhia sobre teea preia, aperlivi-*
cuiitro o peitu, reapondla pela mnn,a t, e Margan"
s deixava a veranda depois doouvir perder-te na noil
o tropel do cavalio rmpellido a toda a brida, qnandu '<
nha, o que pareca, na retirada, de orna mana to iner-
te cotnu o famoso coloeso que perdeo Truia.
Eia-aqui porque a rain lio nio eatava inquieta a rs-
perlu de La Mole, ao qusl entretanto, polo receio da
que foisein teus pasaue observados, leiiuuaa recua"'
qualquer outro encontr, que ni fuaseni e.tia cirtre-
vitut a hespanbola, que duravto deade a aua fugida,
se rt|.etilo noito de cada um doa diai que drcorrrilo
na esperanza da reeepelo dus embaixadorea, qual b"
via aido prrngada, ernno ae aabe, por alguna diaa, V
ordem expreaaa de Ambrosio Par.
((auIiiM*-*-*)'


11846. O eripariio. Francisco Sirofico At
I R,o-de-Jnejro no di. 21 do crtente ai KThor.*
"Jn O patacho Satividade recebe a mal para S Ce-
I .harina oo da 21 do cor rente.
a. A administrado dp correio geral de.ta c.dade,
I ..do de por emezecucio.no primeiro de marco pro-
," a recente determinado contida na circular da
i rectora geral do correio, ab.ixo tran.cr.pla, fa I.
'blica pira coohecimenlo de qoem con.ier. Correio,
1 ?7 de fevarero d. 1846. O .dro.o..lr.dor.
Bruno Antonio-de Strpa BiandSo.
Circular, qut w r$fere o annuncio eupra.
N 5. PartWj* V. 8. para aoa inteligencia e
coccsJ, fflue por avila da lecretori de estado doi
negocio do imperio de 10 do corrento mez. fui com
munieado a esta directorio geral. o baver S. M.
j, Impera lor por bem declirar em consequen-
cu la obierac,de feta pela directora geral, em 13
je |ereirodo anno panado ; no a que o porta esto-
belecdo pelo artigo 185 do novo reulmenlo do
correio be o do c irreo de trra, qur o impreo
ledirijlo por trra, qur por mar, ou por mar e por
ierrj ; mu Umben. que a folha avul de le, re-
sulamento, acto minitteriaeae peridico, cuja rriea-
de no ezcerfrr a.vinte e quatro poilegada, no eu muer
comprmanlo, e qoitorze. na ua maior largura, e
que nlo contrverem m.w d qitro paginas. A alo
subieitos o porte de dezri; devendo pagar mal
metade quaodo forem maia comprida, ou m a i lar-
ga; e o dobro quando eicederem metade oumaitdo
om'primento oo largura filada.
E para que esto declareclo chegue ao conbecimej
de todo, cumpre. que V. S. a mande publicar no j
nal man IWo de oipital, e por tre dia aeguido,
marcando o di Io de marco futuro para principiar a
ter vigor etla declaricio. Deo guarde a V. S. Direc-
loria geraldoi correio no Rio-d*J|oeiro. 26 de Ja-
neiro de 1846 GabHtl Gttult Montura de Men-
donca.St. admioittrador do correio de P. rnamboco.
theatbo publico.
companhia italiana.
Sabbado, 21 di ftcereiro.
Ultima representado Ivric.
Em beneficio do bartono
Joo Toselli
ser ezecuttdo o grande drama lyrico em 4 acto
IKVAAI
Cita opera be chefe-d'obra do moderno composi-
tor .
Giuseppe Verdi,.
n o beneficiado ludo eapera da generoiidade deite illu-
trado publico e da sympathia, que lempre por elle tem
mostrado.
Pertonagem.
Ernani, o bandido .
D Cario, re de Hespanha
O. Ruy Gome da Silta
granifede Hetpantoa .
Elvira, tua sobrinba .
JaRO, eieudeiro de D. Ruy
Coro de mootanhezes e bandidos, cvalleiro, c. &c
A icena pasia-se : 1. acto, na mont mbas de Ara-
gona, e no castellu de D. Ruy Gome ; %.', no metmo
caitello ; 3.'. em Aquigrana ; 4.a, emSaragozza.
O Sr. Noronha, por especia! favoi*, to-
car as vai iai;5es inlituladas--Ai Jess,
se nao tiver partido a embarcacao, que o
deve levar para os Estados-Un idos.
O bilhete vendem-se em casa do beneficiado, jun
to ao thettro, o. 11, e no da 21 no botiquim do tbea-
tro.
Principiar a$ 8 ora e mita.
Porto, at o dia 12 de marco proiimo: qoem na mesm
quizer carregar ou ir do pas* zem, para o que tem ez-
calletecommodos. Jirija.se a ra do Vigario n. II,
a tratar corr Fraacisou Aires de Cunlia, ou ao ca-
pillo na prca do Corpo-Santo.
= Pr* o Rio-Grande-do-Sul MfeiriO com brevida-
de o brgue Feliz- Unido, e o patacho .opa: quem us
mesmj quiter cirregar ou ir do passegenr. dirija-ie
ra da Crux, b. 45, em ca de Niicimento Scbaefler
Le i loes.
Actons.
O Sr. G. Marioaogelli.
Sr. JoioToiell.
O Sor. Paulo Fran-
ebi.
A Sr.* MariettaMari-
nannelli.
U Sr. Giaeomo Bonanni.
Avisos maritimos.
Para o Porto abe. com e maior brevidade i
barca Bella Pirnamlucan,a : Irela-ee para carga e pai-
ageiro lom o capillo na praya do Cnmmorcio, ou com
o c naignalaro 1 homaz de Aquino Fooieca na ra
do Vigario o. 19.
m Vende se o patacbo CoitceifOo de eonslrucclo
bratileira forrado de cubre prompto a seguir via
gein para qualquer porto ; assim como 5 escravos ma-
nijo, perleDcente eo dito nato : o pretndanles tra
tem com Firmino Jos r'el da Reza & Irmio o
ra do Vigario n. 23.
Para Lisboa abe, imprelerveimenie do dia 20
do correte o patacho portuguez Restaurado ; rece-
be algum carga miuda, assim como paHageiro para
oque tem eicellentea commodo : o pretendite tra-
te ai com o* consignatarios Firn ino Jote Feliz da Ro-
za & Irmio ou com o cepillo Aleandre Joi Cor-
reia na praca do Commercio.
Para o Rio Grande-do-Sul aabir, oo dia 25 do
torrente, o brgue feos-te-Guarde capillo Manoel
Luiz dos Santo ; r cebe escravos a frote e paisageiro :
os pratendenfe dirijlo-fe a ru da Cadeia-Velba ar-
mneii, n. 12.
Pera o Rio-d-Jsn'rn aahu. rom a maior bre-
tidade posiivel o patacbo nttjooal Vbhi forrado e
pregado de cobro : quem no meimo quier carregar ,
ou ir de pitugem para o que leui eioelleote com-
modo, dirija-aea Noiaea &(Jompanbi rae do Tra-
piche o. 34.
Para o Rio-Grnde-do-Sul aabirt eom breyida-
de o brigue braiiieiro Indeptndtnli; tem prar;a par
e,'g leve, pawagUiro e escro e frete : o preten-
donte tralem eom Mano.'l Aire Guerra Jnior, da
10 hora em diante, rio armazem de cabo do Sr. Frn-
cico Mamede de Alrneida, ou com o capillo Froctuo-
io Jos Pereira Dulra.
= Para Liboaiai com a maior breidde o brigue
porluguei Hobim, por ter a maior parte da carga: tri-
la-ie para amesma e panageiroa com o eapitio oa praca
do Commercio, oo com o romignatario Tbomar. da
Aqoioo Fonseca, roa do Vigario, n. 19.
- Abaiei porlugueza Espirito-Saniot m pin o
= Por despacho do Sr. doutor jui* de orpbioa e
auteote proceder se-ba i leilio, a ll bora de boje 19
do correte de urna taberna sil oa ra da Madro-
de-Deo apprebendid* por fallecimento de Jos Joa-
quim da Silva Bairio : quem quizer laucar, pode all
comparecer.
Hatera leilio, boje, 19 do rorrele, 11.
hora da manbia, no armazem de L Bruguire, roa da
Crui', numero 1 por interanclo do correior Oti-
veira de urna porco de fazjtndaa como lua de le-
da gravita agoa decbeiro retroz, casimira, cha-
peo de sol estampas, lencos, &c. cujas fazenda
serlo vendida para lechar coala* com um espillo,e por
cooiequencia por qualquer preco que *e olferecer.
Joao Keier t Companuis ftris !ei!So, por in-
torvencio do eorretor Oliveira, de grande vanedade de
bem eonhecide* fazeodae deteda. Ha. linho edealgo-
!?, prop''"" dete mercado: ii'lta-leira. 20 do cor-
rente, 1 10 hora da manbta, no leu ermtzem, na ra
daCrut.
Avisos diversos.
,Df Mara Marroquina de Jess Na-
zareno faz sciente ao publico, que pessoa
algttma receba em pagamento de Joaquim
Francisco de Alm, ou de outra qualquer
pessoa, urna Ie11fa da quantia de 5do'ooo
rs., accila pnr o Sr, Miguel Axioli Lin
(Wanderley ; por isso que, havendo Jos
Uibeiro Boa-vista recebido dita lettra
para a cobrar, como consta de una sua
clareza, foi a dar ao dito Alm, o qual nao
aquer entregar e a supradeclarada, lo-
go qne son be, que a referida lettra acbava-
se em poder do mesmo Alm. fez parti-
cipante ao Sr. Lourencp Jos das Neves,
correspondente do Sr Lins Wanderley,
para a nao pagar seno a annunciante,
do que fi:ou sciente.
Aluga-te o terceiro andar do obrado da rna do
Quemado n. 15 ; quem o pretender, dirjase a bo-
tica por baizo do metmo sobrado.
Aluge-ae o tereeiro andar do obrado n. 9 da
roa do Quemado : a tratar na ioj do mesmo obrado.
Da casa n. 18, de Claudio Dubeui, na ra das
Earingeiras detappareceo, no dia 18 do correte ,
urna cabra ( bicho), basta nte gorda tendo parido ba
10 dia, com o signaes seguiolea: cor de rapoza ,
malhada de branoo tendo o obre bstanle grande e
deisandoo lilbo em caa: quem delta der noticia ,
ou a pegar, dirija-sea moima cita, que ar gene-
rosamente recompensado.
O Adiareno n. i ella venda na loja de liyroa,
ni. 6 8 na praca da Independencia ; na ra eitrei-
t do Rorario cala da F ; oa ra da Florentina ,
n. 8, onde est i lypographia. Traz artigoi de inte-
reite.
= Quem enconlrtr um cavado pedrea moito pe
queno que fugio na noutede terca-feira do ailio do
Sr. doutor Alcanforado na estrada do Monteiro le-
ve-o ao dito sitio ou a ra Nova, em caa do dito
doutor que ser recompemado.
- Traipa-ie a padaria da ra da Gloria com
o eos pertence e tem termo de bi'm collocada e-
gundots posturas: a tratar atrs da matriz da Boa-
Vista, o. 22, onde se fara lodo o negocio, com o con
sen limen to de seu'propnetario.
Precii-e do urna parda ou preta que saiba
co/inhar e engcnimnr, para o tervico interno de um
etsa de pouca familia prelerindo se em todo cato um
moleque : na ru larga do Rozario (obrado, que volt
para rus do Cabug.
Precsa-se trocar urna imagem do Menino Deo ;
na ruado Rangel o. 11.
= flojo, 19 do corn-nte, pele 4 hora datar-
de, na praca do doutor juii de orphios, se ha de ar-
rematar, por venda, a parle, que a fallecida D. Catbarina
Rila de \ Jos tinba na ca de lie andares e solio da
ra do ragundes, n 39, a le^dmuruu uc icm ur-
deiro, pira pagamento do eredore d meama; cuja
casa loi avallada em 11:000,000 rs. tendo a vigvf
8:331,247 rs.: tambem ie vende a' outra parte, qu
pertence a dous berdeiros.
Joaquim Lopes de Barros Cabra],
professor de desenlio, e pintura, partici-
pa ao publico e aos seus discpulos, que
tem aberto a sua aula desde *s g boras
al as 2 da tarde para os que se quizerem
dedicar a esta arte.
PREC08 DAS MBNSAUDADES.
Desenho....... 6'ooo.
A reb i lectura .... Gsooo.
Pintura a oleo .... 8sooo.
- A pessoa, que empenhou um relogio ba IB
mes em urna das caa do Qualro-Canios da ra do
Qeimado queira tira-lo oo prazo de 3 dia ; do con-
trario ser vendido para pagamento de principale uroai
= Precisa-se de um official de cbarutoiro : oa ra
do Collegio, n. 15.
- Olferece-se uro leitor portugus para sitios
engenbo, para qualquer occuuico, o qual d fiador
a sua conducta; quem precisar, dinja-se a ra do Li-
na ment, n, 24.
-m Os abaiso aitignidos berdeiro do engenbo
Qneimade, sito na freguezia de Btrreiro, d comarca
do Bio-Fornof, fazem Miente ao publico, oo aquem
convier, que ningnem contrato, ou fsca oegocio elgom
de comprado mesmo eogenbo coro D. Aona Victo-
riaa'de (Mello ; porque, tendo-o esta enhora comprado
a ooiss ml e to, aquella nlo pod vender a parte
perlencentea sru canil p|o lallerimenfo do nosso psi.
Jos Crrela de Jeto, fallecido depoi do rallecimento
de nosso ave Manoel Leilio Figueira tem 10 proce-
der ans respectivos inventario Unto dele edmo d-
quelle finado; lano mais sendo uro do abaiio sisigm-
do orpblo, ao lempo da venda em 1843, e havendo
alm disso outra herdeira orpbla.
He mai de notar ter o dootor Fernando Afionso de
Mello, juiz municipal e de orpblo de dita enmarca,
julgado por sentones um imentario amigavel. a que ueste
anno, ou no de 1842, so procedeo por fallecimento de
nos av, sem te contemplirem o abaiio aitigoado
cosfio hardeiros nameia-aejo daheranca que veio ao ea-
aal de nono pi, daodo-ie ja de prevenclo todo o qo-
nblo do .'ngenbo a nossa mii, havendo dous orpblo,
para depois figurar oa sua compra, como piocorador di
dita Aona Vctorina de Mello, sua ml. e nlo eteru
poliaar a vitta da lei, tanto em'comprar directamente
pira a dita sua mii (que he o metmo que ser para ai
um bem derait, em que orphlo leem parte, eiubjeito
a aua jurisdiclo, ou guarda, em raito de leu offlcio.
(artigo 146 do cdigo criminal), como en faier a com-
pra pela quantia de 22 cont de re* em algum di-
nbeiro a villa, e diversas deiobrigai, que oda nlo
cumprio, e mandar paisar a escripturas pela quantia
de 16 cont de re em fraudp da ia nacional, o que
denunciio a qoem competir, para nlo iocorrerem as
penas da iei. E como os sbsizo aisignado vio tratar
da acelo de nullidade da venda do referido eogenho
eom a compradora proteitlo desde j! contra toda e
qualquer pessoa, que se proponha a querer effeituar a
compra do citado engenbo, viito estar litigioso : e fa-
zem o presente aviso, pira se nlo poder em lempo al-
gum allegar ignorancia. S. Jos da Coros-Grsnde, 24
de Janeiro de 1846 Manoel Fidelis de Almiida.
Manoel LeitSo Correio de Jetus,
CARNAVAL CAMPESTRE.
O mestre-sals identifica a todos
ot senhores convidados e tocios,
que o baile he tegunda-feira, 23
do correte, impretervelmenle,
oa can griode do litio doSr.
Brilo no Cajueiro e roga api
enbore convidado!, hajio de
comparecer com iuii familias
no trajo o maiimpleipossve
este pedido he psra eommodi-
dsde e liberdadedos meamos con
vidados: adverle o mestre-ssla,
que os seobores coovidsdos, que
quizerem ir ao bsile mssearados
o poderid fazer,participsndo-lhe
com antecedencia.
Oulro Bim, o meilre-ila participa ao senhore so-
co, que deveraS receber do seobor theioureiro o csr-
tlo, com o qual trlo ingretso na casa do baile, apie-
sentando-oao meetre-sala oa oecaiiio da entrada. Ad-
verle mai o meitre-Btla, que terio entrada o le-
oliore convidado, que apieteotarem ocartio de con-
vite, e forem reconhecdo ot proprio ; nao iendo ad-
mitudos aggregado, que nlo pertencerem a familia
convidadas.
O ESQUELETO.
Sabio boje o 2.'numero: et importante e diverti-
do, porque tras como variedade m tumba praiiiro, com
veno improvisado polka. A elle fregueses.
ADVERTENCIA.
Nlo tendo sido pottivel prompltr-te com lana bre-
vidade, quanla queramo, a chapa do nono Esi/ueleto,
deizrio por iito deapparecer com ella o numero pana-
do e ette; mu promettemot aot leilore, que olo ser
publicado o 3. numero, sem que o desejo de muita
gente teja tatisfeito a esse retpeito.
mp Jos Francisco Mamede de Almeida, tendo de 'a-
zer una viagem para lora da provincia, vendeo a sua
parle, que tnba na loja de fazenda da 'u Nova, n.
6. ficando, porm, com a divida da dita loja; e para
cobrenca dallas d. iza encarregado oseu procurador o
Sr. Manoel Alvrs Guerra Jnior: e por so avisa a seui
devedores. para que com elle se entendi s respeilo, no
prazo de 16 das, (indos ot quaei lero ezeeulado. O
metmo procurador fica aulorido a pagar algum con-
tat. que inda deve o annunciante. Recife. 18 de fe-
virerodel846. Jos FrancittoMamedt di Almeida.
= Guerra Silva & Cowpanbia f'cm publico, que
comprarlo ao Sr. Jos Francisco Mamede de Almeida a
parle, que o metmo tinha na loja de fiieoda da ra
Nova, n. 6, e s (carao obrigedot ao pagamento doi
credoret di meima, a quem j anteriormente linhlo
dado tua garanta; ficando perlencendo ao dito Sr. Ma-
mede rnente parte das divida da mesma loja aquell
que por oa ordem tinbio tido conlrabidii; mim co-
mo tambem Ibe fie perlencendo o ptgamenlo do que
r.i; Jccr. nlo gsrantido pe!osennuncinie. Rerile, 19
de fevereirode 1846. Guarro Silla $ Compankia.
- AJugt-se uro eeravo bom padeiro por preco
commodo ; na roa da Trncheira, n. 46, primeiro
andar.
_ O Sr. Honorato Joi de Oliveira Figueiredo
dirija-te a ra do Baogel, o. 11 a negocio de leu
ioteresie.
Di-te dinheiro a premio com penhore, metmo
em pequea quantia ; na ra do Raogel n. II.
Aluga-t* nm obrado de um andar a olio, pio-
lado de oovo proprio para pequea familia ; na ra
da Praia o. 74.
Prwii-adaamssms psra igb o servico d
urna caa de pequea familia ; na ra da Praia, n. 74.
Tendo-te desenvolvido nos rmiens da alfande-
ga oml eztraordioaria quaotidade de copim sahido
do centro da Ierra e nlo te (endo podido eztinguir,
apelar de continuadas applicacoes de veneno, o arrema-
tante da oapalazia convida a qualquer peso que (li-
ba eztinguir esta prega para vir fazer applictrio ou
eosinar que pagar o que eeuiar, fazendo o eflei-
lo deiejado ; adrerliodo que o copim apparece do
blo e quando se tira o objeeto, em que est em
pouco lempo desapparece pela tetra sem deizar vestigios
de all ler asistido.
Precisase de nm forneiro v que enlenda bem de
maesas para lomar coola do servir o de urna padaria :
quem estiver nestas circumslancu dirij-e a ru
larga do Rozado, n. 25, i fallas eom Jos Pedro de
Alcantorl.
^m \y>\ k
z&JB&f**-
'>i i \r.v
Trancelios de qualquer modelo, annei, fila, flores,
adereco, puleeira, brinco, te.; tudo o tois bem
(eito possivol e por preco mdico.
= Preciss-tede urna ama para casa de uso hornero,
solteiro que saiba co/inbar coser e engommar:
quem estiver nealas crcumttahciaa, dirija-so o pi-
teo da matriz de S Antonio cocheira n. 2.
Urna pesio de saber e ctpaeidada e que j
tem praliea de entino propoe-te a dar licSes de pri
meira leltrat, grammalica nacional e music pelo
melbor melbodo poiaivel, em casa de sua reaidencie ,
ou em ditas particulares, aiincanJo o bom aproveila-
menlo. A pesso que quizer utili-ar de seu pres-
timo dirjate ra Bella n. 11. que achar cora
quem tratar.
Piecisa-se alugar um moleque de 12 snoos para
cima : quem tiver, dirija-se a praca da Independencia,
n. 1.
Antonio Gomei Moreira Jnior retira-se para
Portugal.
Alugs-e por preco commodo urna boa e ai-
eiada casa na ra Imperial n. 187. com dnas salas ,
6 quarlo, coiinh fura copiar, quintal murado: a
tratar oa ra Direila o. 82, primeiro andar.
Engomma-ie roupa com perfeir!o e por preco
commodo: na roa da Moeda n 29.
O Snr. Antonio Joaquim filho de Catharioa
Mari do Nascimento dirija-sea ru do Crespo n.
4 para receber urna carta vindt de tu familia de
Portugal; julgasequeo mesmo existe em S. Aullo.
O Sr. lente, que veio de urna di provin-
cia do Noria queira vir pagar 20s rs. que ficou re-
tindo de comedoria, ie nlo ver o leu nome por ei-
tenio.
= Precisa-so de 1:500 rs. a premio de um e meio
por cento por tempode 6 rnezes dsndo-se por se-
guranza urna boa casa terrea livre e desembsrr;d* ;
a fallar oa ruadas Cruzes, n. 40.
= A pessoa, que preciiar de um bomem brinco ,
catado, quo entende bstanlo de administrador e fei-
lor de engenbo, dirijt-se a ra do Quemado, loja
n. 13.
Seve & lrmao faiem publico que dezou de ser
leu cazeiro, desde o da 15 do correte, Jos de Al-
meida Nunes Lima.
=0 abaizo assigosdo deiiou de sercaiieiro dosSri.
Seve & Irmio, deideodia lo do corrente.
Joi de .4/mfida S'uneiLima.
Lotera de S. Pedro Itartyr
de OHnda.
Nlo teodo sido possivel eflectusr-se no dia 30 do
prozimo (indo mez o andamento das rodas delta lotera,
como ie bavia annunciado, por existir anda por veuder
um crescido numero de bilbeles, cujo valor sobe a pou-
co mais de metade da lotera, o que se deve atlribuir i
continuarlo do passsmento da festa ; declara o respecti-
vo Ibesoureiro, legtimamente auloritado, que tem
transferido para o da 26 do corrente mez o lobredilo
andamento, bem convencido que, no espaco de lempo a
decorrer at cise dia, o amadore dele jogo concorre-
ro a prover-ae de bilhete no lugiret j publicado.
e= Aluga se urna eata n* ru Imperial, n. 137, com
daa ala. e alcovas: a tratar oa ra Direita, loja de
cera, o. 135.
Precisa-te de um peqoeno de 12 a 14 anno,
pouco maia ou menos, para caiseiro de venda ; pre-
frre-se d ullm.os ebegado do Porto : na ra da Cal-
da o. 2.
Precita se de urna ama tecci parda ou preta ,
para servir em urna cali; na Inven da Midre-de-
Ueos, obrado n. 6.
i= Urna mulber se ofler.ee pira ama de casa de
um bomem solteiro, ou vuvo de pouca familia : quem
de seu prettimo se quier utiliisr dirija-se ao pateo
do I erro, n. lo.
Sr. de engenbo, que precisar de um leitor
portuguez filbode lavrador de dade de 34 anno ,
que sabe bem plantar caona, de arado, ou de qualquer
modo que so Ibe determinar poi tem pratica do
ompiego, por ettar no pas, h 6 anno, o leu orde-
nlo sendo justado no lim de 2 mese, conforme o ser-
vico, que presentar, e sabendo elle ler, eicraver, e con-
tar dirija-se a ra do Livramento caa de Antonio
Joaquim de Metra o. oa a ra da Praia n. CC.
Precii-e de preta que teji boas vendedei-
raa de azeile de Garrapato ; paga-e um erosado por
cada cacada : oo becco do Sarapatel, n. 1, primeiro
andar.
Luis Jos Marque, como tenha de ir a Portugal
tratar de tua laud, deseja deixtr toa caa desembara-
zada, e por lio roga a todo o eu devedores, que oo
praso de 30 dia venbio tisfazer seu debito, a fim
de evitar mai custaa; porque, passsdo o prsio msrea-
do usar dos meios judicial' contra aquellei, que
forem lemiiioi.
= O Sr. Domingo Alve Birbosa tem ama carta
na ra da Cruz, o. 37, segundo indar.
tirro-da-Boa-Villa, o. 6.
Pommateau cutilero e amolador de lodo os fer-
ros que perleocem a cutlaria, previne aoa seus fre-
gueses que alm dos ferros de sua srle tambem fa-
brica-ieni uao(Boioa qualquer obla de ac com to-
da a perlecio, coa" ieji3 esporas e reios de todos os
feilios todo) os instrumentos de cirurgia e de dentis-
ta concert de cpngrda, fazendo pegas novas,
sendo precins. Quera feira e sabbado de cada sema-
na lo os das destinados para amolar toda a qualida-
de de ferros cortaotes.
No mesmo ettabelecimento tambem ie aluglo etpin-
girda de caca pagando o aluguel de cada dia.
Tambem ha para vender uns pucaroi de urna mn-
compoita de ingrediente infalliveia contra a fer-
rugtm.




Alnffll-flft nm Imrrmm n* wnm muito larga e repartida moderna com duai salai,'
6 quarto, corredor ao lado eozinha fra quintal
murado e ostro cercado, cacimba com muito boa agoa
de beber: a tratar na roa da Aurora n. 58.
AlugSo-se dous andares e om gran-
de armazem na ra do Trapiche com
muito boa vista para o mar e mnito fres-
cos : a tratar na ra da Aurora, n. 58.
== Aluga-se urna caa terrea com 3 portn de frente,
quintil ecacimba oa ra dai Larangeiras, n. 29:
tratar na praca da Independencia, n. 3.
Precia-ie alugar um ciento que teja moco e
robusto f para a fabrica de papeleo dai Cioeo-Pootai,
. 33. Na meima fabrica ha grande porcio de pipe-
lio prompto de todoi o numeroa ate para liireiro ;
tambeai e comprio aparai de papel e retalboi de pape-
lo pagando-te bem.
Antonio Joi Anlunea Guimariei avila ao ret-
peitavel publico, que Joi Antonio da Coetae S.'dei-
xou de aer aea caiieiro, deide o dia 17 do eorrente.
Cbristovao Guilberme Brekeofeld eoaao procu-
rador bailante de Domingoi Goncaltes da Crui, mora-
dor no Bio-de-Jaoeiro remeUe, para aer entregue ao
meimo Sr. a aua eacrau Reza, de selo Baca.
Desencaminhou-se, no dia 16 do crrante nal
relogio iuiiio de libonete caita de prati douradi;
tem a mola da tampa quebrada: a peisoa, que o acbou,
ou tver em seu poder pode leva-lo a ra do Quei-
mado loja o. 29, que aer recompenudo.
P
Wm
ir.
vcnue-se
da
A comminSo tdmnitrativa da lociedade Apollinea
convida pela segunda ex aoi Sri. socios para em as-
eembla gerel procederem eleiclo da nova commiuio,
no dia 28 do crrante pelai 6 horai e previne aoi
meimoi Srt., que, oa forma doi eiUtutoi, nesla tegun-
da reuniloie proceder a eleicio com quilqueT nume-
ro de aocioi, que ie acbarem preaentei.
= Aluga-ie a loja da caa n. 100, da ra Imperial,
ptima para quaiquer eitabelecimeoto por commodo
aluguel: a tratar defronte da meama n. 167.
Aluga-ae, por preco muito commodo, a loja da
cosa n. 36, na ra da Cioco-Pootaa ptima para
quaiquer negocio : a tratar no pateo do Terco venda
i. 7.
urna negra uoa la
ra, e solrivel cozinheira : na ra
Cruz, n. 6o, primeiro andar.
= Vende-ae urna bonita eterna de Angola, da 18
annot, leal vicios oem acbaqoM ; na ra eilreita do
Roiario botica n. 10.
= Vende-ee um torrador de caf, em boan uto ; na
ra da Seosalla-Nova n. 4.
Vende-ae um moleque erioulo de idade de 20
anuos pouco maia ou menoi; na roa da Moeda ar-
mazem n. 15.
- Vende-ae cal virgem em barrioaa ebegada pro-
limamente por preco commodo ; na na da Moeda ,
armazem, ni. 18.
=Vende-ae um moleque de Angola de 18 a 20 an-
noa de idade de boa figura aem vioio* nem achaquet
de quahdade algoma be bom comprador e cotinha
bem o diario de orna caa ; urna preta de Angola de
18 a 20 annot, nio tem vicio algum eozinha bem o
diario da ama otea he boa Itvadeira de labio e vir-
rella engmma lito entende de boecteira, e he mui-
to fiel; urna dita crioula moca de boa figura boa
con'nbeira tanto de foroo como de fogio eoae bem
chio engomma aoffrivelmente e he boa refioadeira
de aisucar : na ra do Creipo o. 12, a fallir com Jo-
te Joaqun) da Silva Maia.
Verde-ie um litio na estrada de S. Amaro pira
Beiem com cblot propriot boa cata baitantea ar
voredot de fruto trra para plantar patio para 4 vec-
caa de leite : tratar no meimo litio paitando a pon-
te, que vai para Belem primeiro portlodb lado di-
reilo ou na ra do Livramento o. 28.
= Vende-te ni eitrangeiro a bordo : a trtttr com
Leopoldo Joto da Cotia Artujo na ra da Moeda ,
o. 7.
= Vende-te tuperior farinba de S Gatbarina ; a
burdo do brigue Ntro, tundeado defronte dai eete-
dinbtt.
= Vendem-se 4 esersvos mocos bool para o tra-
badlo de campo o da prici; um dito officitl de arpi-
a'; dous mulatinbos de 10 a 12 annos; um moleque
Compras.
Compra-se urna negrinha de 10 a
i7| annos, que seja de bonita figura, pro-
pria para mucama ; igualmente um mula-
tinho da mesma idade, que possa servir
para pagem : na ra da Cruz, n. 6o,
primeiro andar.
Compra-so um casal de rolas do Angola, ou urna
s teodo mtebo : oa ra Velha n. 61.
Comprio te eicravot mocot, com officioi ou tem
ellos: no fim da ra da Aurora, n. 4.
Vendas.
= Vendem-se o teguintet romancea notos tradu-
cidos e i mpreuoi na cidade do Porto; cada um por
400 ra. : a Joven Siberiaona ; o Pacha de Buda, con-
t suisio ; Conciernan, ou urna eleiclo na Irlanda ;
A voi de langue ; a Nnute de S. Silveitre cont iui-
io ; Colas, cont mino; o Filbo de Tiliano; as Duas
Amadas ; Igaei de Lss Sierss ; Adoois ou o bom ne-
gro ; Trilby, cont de Garlos Nodier : na praca da
Independencia, livraria, na. 6 e 8.
= Vendem-se varios cavallot, entre elle urna fa-
mosa parelha de cavados grandea e gordos, e igualmente
um cirro de 4 rodal, com o competentei arreiot, tudo
em bom ettado ; em caa de Lua Gomes Ferreira
no Mondego.
Continulo-te a vender chapeos finos de castor
a retalbo ; na ra do Trapiche-Novo n. 5 casa de
Juao Stewtrl.
= Vendem-se chsrutosde ptima qualidade, e mais
cm conta que em parte alguma em porcio e a reta-
lbo ; na ruada Praia, n. 31.
= Veode-se goaoo ; no armazem n. 44, ra da
Alfandega-Velba.
Chegucm
fl ricas fitas para) sinteiro, a 5oo, 4<>o,
3ao, e a4o rs. a vara : no aterro da Boa-
?jtsj-, Ini D; 48,
las
exqutzitas
na ra iNova,
Anda restao d
mascaras finas para baile :
11. 6.
Vendem-se borzeguins gaspiados ,
para bomem, os. 35, e 37, a /,s'5oo
*) rs. ; ditos de meia gaspia, ns 37, 1
$ 38, e 43, a 4s'5oo rs. ; ditos de I
ponta de lustro a 3s aoo rs. bo- !
tins de Lisboa a as56o rs. sapa- '
tos de marroqttim para senhoras
a isaoo, ditosde Lisboa derordo- ,
vo a 900 rs. o par, ditos de tape- ,
te a i|ooo rs. ditos de lustro
para meninas, n. 27, a isooo rs.,
S chiquitos para meninos a 130 rs.,
Ssapatos abotinados francezes a
3/aoo, e outras muitas qualida-
fdes, por precos muito commodos : ^
na ra da Gadeia do ttecif, o. 35. x
pees, do 18 annu official de alfaite e bom pagein ;
un pfeto de meia idade por 100| ra. ( boa para Ira-
balhar em ttm sitio ; 4escravas, uan erigommae eo-
iinba bem ; duas ditas quitandeiraa ; una m'latinha,
de 14 annos com booi principios de bibrfdadet : na
ra do Crespo, n. 10, primeiro anlar.
=r Vendem-se dous ptimos piado/ ingleses*, de
muito boaa voiet e contruccao, po'r prceo conflDodo ;
na rus do Crespo loja n. 4.
Vende-se muito superior potassa
da Russie, em Larris pequeos, pelo m-
dico preco de 24 r's libra : na ra do
Trapiche, armazem de Jos Teixeira
Basto.
= Vndem-se moendss d ferro para eogenbos de
anucar, para vapor agoa e beitai de divenoa tema-
nhoa por preco commodo ; e igualmente taiat de
ferro coado e batido de todos 01 tamanbot : na pra-
ca do Corpo Santo o. 11, em cata de Me. Calmonl &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
Vendem-se as melhores sarjas lar-
gas e hespanholas, por preco commodo ;
na pracinha do Livramento, boje ra do
Queimado, n. 46.
- Vende-te pota na americana, ltimamente ebe-
gada em barril grandea e pequenot; lencot pretot,
de teda da Iodia ; setirarpretd de Macao ; velas de ei-
permacete, de 4, 6 e6 em libra ; cera amarella ; al-
godio groiso para aseos ; todo por prego commodo :
em can de Matbeut Austins & Companbia na ra di
Alfandega-Velba n. 36.
=Vende-ie a venda do pateo do Carino n. 18 ,
com poucos fundos : a trstsr na meama venda.
Vendem-se garrafas grandes, con
agoa de Cologne, chegada ltimamente
de Franca, e pelo moderado preco de
as 4 00 rs. cada garrafa : na ra do Cies-
po, loja nova n. 13, de Jos Joaqulm
da Silva Maia.
Na ra do Crespo, loja nova n. la,
de Jos Joaqun) da Silva Maia, vendem-
se as admiraveis e bem acreditadas nava-
Ibas de ac da China: estas navalhas teem
a vantagem de cortar o cabello aem offen-
sa da pello, deixando a cara parecendo
estar na sua nocidade. Este ac vem ex-
clusivamente da China, c s nelle traba-
lliao dous dos melhores, e mais abalisados
|mciu ciiuhiu ue oonua ngura ,
muito moco esem achaque-; urna cabra, tambem mo-
ca eotinha bem o diario de orna cata lava bem de*
varrella e sabio be de boa conducta e aem vicios
nem achaques: oa ra do Queimado, n, 39 cata de
Antonio da Silva Gutmlo
as Vende-se louca vidrada de todos os tsmanfaos,
como sajio: alguidares boides para manteiga ou
doce, psnellsi, cscarolai com cabo proprisi para for-
oo vasos psra flores servidores ludo barato : 01
ra do Encantamento armazem ao pe da cacimba.
Vende-se a trramente de om official de marce-
neiro e algumai obrss principiadas, propriai para'
algum principiante por le vender Indo barato : o
ruada Madre-de-Deo n. 9.
MUITO BARATO.
Vende-se um pequeo sitio a saargem do Capi-
baribe com casa de vivenda coqueiioa e larra para'
plantarlgumacousa, agoa de beber, muitofreicoe
alegre^, com estrada pela Panagirn e peloa fogadoi;
aa mait proporcSet ae dird ao comprador : na ra de
Agoai-Verdes, o. 31.
= Vende-se um cavalh> ruco, de bonita figura,
com lodos os andares st meio ; nss Cinco-Pontas,
n. 71.
Vende-te um eseravo bom cortador de carne ;
na ra do Padre -Flor un no, o. 63.
=" Vende-se um moleque de muito boa figura ,
bom ollicial de lapateiro e proprio para pagem urna
preta de 20 annos pouco msis ou meaos boa la-
vadeira e costureirs chis tambem de boa figura ; am-
bos tem vicios nem achaques : na ra da Cadeia de S.
Antonio, n. 25.
Faz-te publico que de hoie em diante e para
empre se vender .ebo de rim de boi a 160 rt a
libra e em porcio muito maii em coola na ra dot
Quarteii, n II.
Vende se, bu permuta-se por casas
Ierren nos 3 btirrotdo Recite, um armaiem grande de
pedra e cal, com 50 palmoa de trente, na roa d Apol-
lo no Recite n. 80 da parte da mar, com mu-
tai propoicoei para se levantar um elegante predio e
com desembarque no fundo proprio psra algum ea-
lecmento, que se quizer por, por ser tambem de qui-
na, e pur se Ihe poderem abrir portes e janellai no oitio
da parle do Norte ; e juntamente com o meimo predio
vendem-se 2 canoas de sgos, loova e aoulra em bom
eso, 2 ditss sbertes egrsndes, e 5 escravos canoeiros: s
tratar na ra da Sentada Nora, venda de Jos Pereira.
= Vende-te ce*ida nova por preco maia commo-
do do que em outra quaiquer parte; no caes da Al-
fandega armaiem n. 7, de Dias Ferera.
Vendem-se 4 moradas de calas terreas de orna i
agoa, novas sitas 00a Coelbot, na roa do Jasmim; to-
das estio juntas, se vendem por 2:800# rt. e rende
cada urna 7000 rt. meniaet; tambem te vende ctd
urna de per ai: na roa dai Crazra, n. 40.
Vende-te om eseravo robusto e mallo ponan le ,
por preco commodo proprio para o servico de agricul-
tura ; atrs do Ibestre velho ,0. 20 segundo sn-
dar.
= Vendem se dous bonitos molecotes sadios esem
vioioa; na roa da Croa, n. 8.
1W01 baralot.
AS Vende-se a SoFidio 3000 rs. ; Jess Cbrislo
p'ersnte o seculo, 3000 rs.; Teoue des livres, 2000 rs.;
Trstedo de opcracoesde esmbio 2000 rs.; Arithme-
liqoee analye logique 2000 n. Defenie de la in-
rale citbolique, 1000 ra. ; Tlemaque, 2000 rs. ; Mar-
queza de Ponlanges, 1000 rs. Is Vision de D. Ro-
drigues por Scool, 1000 rs. {Partidas dobradas, 1000
rs.; historia deNapolefo'com retrato 1000ie.;P*a
cal Bruno, de Alez. Dumat 1000 n. ; Ducbetse de
Montmorencj, 1000 rt.; Colonia Cbreliene, 1000 it.
ludo oovoe encadernado : na ru do Collesio, botica,
n. 10.
Vendein-re tre cesaei de ponibot de Lisbos,
sendo um dito d csuda de leque, e todoi muito boni-
tos e dio-se baratos; na ra do Arago o. 26.
= Vendem-se os mais lindos e modernos cortet de
esmbraia de luiros matiada de cores, a 5800 rs. ;
ditos de cambraiti pintadaa a 2# rs. ; ditos de cas-
sa-chitss s 1600 rs.; caisa-chlaa de ssenlo escuro,
com 4 palmos de largura a 160 rs. o covado ; chita
de cores fhss, modernos padrdes, a 120, t40 e 160 n.;
peen de ganga atul da India com 14 covadoi, 1 1600
n. ; 11 oais conhecida brelanbat de rolo, com 10 va
ras a 2000 rs ; ditaa de puro linbo com 6 varas a
5600 rt. ; ditas com 26 varaa, a Sf rs.; superior me-
rino preto de duai largurai, a 2000 ra. o covado ; dito
verde eteuro, a 1600 rt. ; crep preto de pora lia,
proprio para batira de padre, a 1000 rt. o covado ;
meiat casimiras de quadroa a 320 rt. o covado; di-
tai cbinezas, a 4,80 rs. ; golfss decambrsia bordsdsss
ulna a 400 rt. ; ditas de fil de linbo, a 1600
ese vente-te 00 ara^a-ie urna caa actbadi j,
novo, propria para familia com bancos de encost-
ba fus da Praia n. 74.
Bofa, pelas 10 horas da raanbla se achar,
venda na ra da Cadeia junto a cocheira do 1\.
mas orna vacia filhado pasto, boaleiteira, porfnrtK
commodo.
u Vende-se urna venda defronte da ribeira da Boi.
Viita n. 58 faz-se lodo o negocio com s mesma
tratir Com Jos Soares Pinto Correit.
Vende-ie um moleque de naci de idade de IR
annos, bom cozinheiro; dous pardos mocos, co,,
bonitas figuras, bom csrreiros; um dito de 16 annot
l-cm 3 annos de otBco de pedreiro ; duas oegrinbss
com varias habilidades; dous escravos ptimos canoei
ros : na ra bireita. o 5.
Ao barato /Voue-*/f
Vendem-se lapetoa de curo do lustro p
mem a 1000 rs.; ispsldes de duas palas, a 2000 rs
ditos de orna pala para homem e meninos a Ij t '
tim para bomem a 610 rs.; lapatot de' marrqnm
para1 rapaiet, a 600 rt ; chiquito! pira meninos
80 e 240 rs. ; ispitoi de tetim a 820 rs.; botn,' d,
marroquim psrs meninos s 320 e 480 rt.; tiraiocoi
pequeos a 120 nr. : ns praca da lodependeocn
ns. 13 e 15.
= Vende-seumcsvailo roco, manto bem MrDo.
do, com boas habilidades ; ni ra Imperial, n tu*
=Vend-s um bom preto esnoeiro de ntejo An-
gola por preco mito commodo ; na ra Btllt, K.
Erado n. 37, at as 9 borss.
Vendem-se (ululas da familia muito novas, pj,
preco muito commodo ; na rus do Vgario, 6. J|,
== Vendem-se pellas miudss de mut boa quatida-
de sos centoi. e meimo em menores porcfiei
tontada do compredoT ; na rita dis Crues, veod/d
Joaojacintho Mori'ira. V|
= Vendem se meiss corlal pretes, muito auperiores
a imitando sede a 350 n. eadt ptr; caTcinhai pin
meninat de etcola e mesmo psra meninos pequeos
pelo barato preco (Je 600 rt. cada etica ; manas mu.'
lo bonitat para senhoras a 3000 rt.; vestidinboi de
mera, muito finos, e de bonitos gostos pata meninos
800 n. cada um ; ganga azul para vestidos de bra-
tti, com 4 palmot e meio d largura a 210 rCo
covado ; panno de liaho com liitras ames de mnito
superior qualidade e proprio para todo o homem da
ofticio tanto pelo barato preco como pola muiti du-
rsclo s 280 rs. o eovsdd ; e oulrss muitis fszendas
por preco barato : na ra do Crespo loja nova n.
12, de Jos Joaquim da Silva Maia.
Vendem-se duss moradaa de casaa com mniti
largora e aindo por acabar; urna dellas est tods Ira-
vejada e tem porte para um carrinho, e com muito
material para as scabar: quem as pretender pode ir
ve-las na ra Augusta e ajustar com Lurt Jet Har-
quet na ra do Rangei.
Casa da-F,
Na fu estreita do Hozario, n. 43.
Na can cima continuio-ae a vender cautelas di lo-
tera de S. Pedro Martyr de Olioda, cujat rodil de-
vem ter seu infsllivel sndamento 00 dia 26 do correle
mes. A ellas, que sio poucas. "
= Vendem-se cortes de cassa deere seguras, pe-
lo mdico preco de 2600 rs. o corte; na prsciohi do
Livramento, 0. 42.
Vende-se um moleque erioulo de idade de 9 1
lOsonos ; na roa da Gloria n. 59.
=Vendem-se os diccionarios grandes de inglez por
Vieirs ; na roa da Gloria n. 59
Vende-se caf moido, muito bom esem a menor
misturs ; quaiquer porcio at mesmo sos vintsns;
cevsda torrada, muito nova e em gro, a 100 rs. 1
libra : na S Cruz, padaria de urna porta junto 10
lobrado e na travesa da Madre-de-Dos ,0. 11.
,-------r |
Escravos Fgidos
! us ia.
-^00 rs. ; maotes de fil de linbo brencas e de cores,
cutileiros da nunca excedida, e rica ci-l' 200 ; ditas de esmbraia adamascada, a 1200
dade de 'ektm, capital do imperio Obim,
AUTOB SHORE.
N. B, He recommendado o uso destas
navalhas inaravilhosas por todas as socie
dades das sciencias medico-cirurgicas,
tanto a Europa como d'America, Asia, e
frica, nao s para prevenir as molestias
da cutis, mas tambem como um meio cos-
mtico.
gt*&ft>Sr^gf^Sttt*l
pi opuas para meninas a 6U ra. ,
atoalhadode algodlo a 320 ra. 1 vara; guardanapot
de linho a3800n. t dazia ; rucados eteuroa para
esersvos, a!80n. o covtdo ; algodlo grosso ameri-
cano para os mesmos a 220 rs. i vara; e outrai mui-
Ut fatendss de linbo, teda e Ha de bom goato por
preco barato : oa roa do Creipo loja o. 10 da viu-
va Cunlia Cuimaries.
I

is% iiatar ~iatmt% tiotk futa finIB
W^arT^ayVaaV Iwui vs%aVVVa71SwW
Vende-se, na ra da Cruz, n.
60, primeiro andar, cera em velas,
recbida directamente de urna das
melhores fabricas do Rio-de-Ja-
neiro ; he de ptimo sorlimeulo,
e por preco mais barato do que
em Outra quaiquer parte.
Vende-se nulhu velbo a 2500 rs. o ilqueTre ,
dito novo a 4| rs.; uceas com larinha d Mag ai
67rt: 6a rui da Cadeia d S. Antonio deposito da,
firinba A 19.
e= Venitem-se courinbot de cabra f sola canas
da tartaruga muito bem feitaa um resto de carne pa-
ra escravos buenos torrsdos, mnito bont; da roa
da Cruz, no Recite n. 24.
= Veode-te por commodo preco orna marque-
ta de condur duas banquinbas de jscarandi e um
bahu grande com pea tudb em muito bom uso; na
ra do Sebo, n. 6.
= Vende-se urna preta ; na raa da Croa, venda n.
26, de Luis Jos de S Araujo.
Vendem-se urna correte, 6 snneles, 3 relogios,
3 psrea de brincos, 3 trancelina de ouro eolberes de
praia duaa caiaa de praia para rap e outraa obras
modernss, por commodo preco ; pratos risos e fuo-
dos 1880 ra. a dutia ; copos s 100 e 120 rs.;
oulroi mullos objeetot por preco commodo: na roa do
Rangei, n. 11.
== Vende-te urna ctaa terrea na raa da Alegra da
Boa-Viita por commodo preco : a tratar com Ma-
nee I Jos de Magalhiea Bulo.
t- Vende-te um tallim em meio uso com todos os
11 preparot ; na raa da Praia, o. 74.
Fugio, ns msdrugsda do dis 7 do correte di
idsde da linds, urna parda de nome Coima, pare-
cendo branca por ser bastante clara cabellos corla-
dos e corridoi estttura mediana, nlo mal parecida,
olboi pretot e grandes sob'rancelhas grossss coo
fslts de denles na frente peitoi grandes, pt e nios
regulares ; em um dos pi tem una pequent frida en-
tre 01 dedoi, que nlo a deitava andar bem ; o dedo
do meio da mi direita, oa ultima junta, be defeiluoso
de urna panaricio; representa 20 a22 annoide idade;le-
vou alm da roopa do corpo, urna trouia com um vel-
lido de chite novo e algumei camiai sendo 3 de mi-
dtpolio Ario ainda em folba, e 45f rt. em cdulas:
quem a pegar, leve a tobredita cidade de Olioda ni
ra do Paato-Ctitelhano cata contigua ao tbeatro ,
ou 00 Recita ; n rn 4* Aurors c. 12, qse ri ge-
nerosamente recompenudo.
Fugio, no dia 16 do eorrente mez de tevereiro,
um Coloque de 141 16 tnnot de idtde, erioulo, retin-
to de boi appareneia ; tem um pequeo deleito em
urna dai orelhai, cbama-ie Luii ; lem andido apreo-
dendo o oflicio de calafate ; levou calcas de riscado e
camisa branca ; julga-ie que elle tenbt teguido pin
Olioda, por ter all nucido e ter sido eseravo de .
Liberata ou aliit le ,tera escondido em algum tsta-
leiro dess praiaa do Recife do que tem pratica :
quem o pegar, leve a ra Imperial o. 39 que ""
generoumente gratificado.
Fugio um preso de nome Antonio, de navio Coi-
t de bonita figura bem proto de 30 annos de
idade pouco mais ou menos o he muito brulo:
quem o pegar, leve a ra do Livramento ,(o. 6.
Quaiquer capilio da campo ou oncairegado di
polica poder apprebender o preto Francisco de
naci Mozambique com os sigoaaa seguintes: bsiso,
frouo do corpo cago de om olbo ; levou eamiss ds
algodio da trra cora mangas curtas, o calesa do mei-
mo novu, chapeo de palba carapinha alia : quero o
levar a seu senbor J0S0 Leite Pite Ortgueirs ao pe
da ponte da Magdalena,, tere recompenudo generosa-
mente.
PRN. } NATTP. t)E M. F. I FAR1A
irM6.