Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08746

Full Text
: Ia
Anno de 846.

feira 18

0 DtABIO pubHca-ae todo* 0 das que
|o forera de guarda : o preco da assigna-
Imra he de 4/000 rs. por quartel pagoi adtan-
liw. O.auiuncios dos Signante* sj In-
I cridas a raxfo de 20 ral* por linha. 40 rl.
,, tvoo difforente, eas repellcors pela we-
I, u Osauc oaoforeuiassiguantes pagao
180 rs. por U..ha, e lGOemlypo differente.
IprUSESDALUANO ME DE FEVERE1RO
IrrMccnt* a 3 a 2 hor. e 51 min. da man.
viches* a 11 as 6 hor. e 51 min. da man.
El *nte a 19 aS-*vior. e 2,1 min. da man. j
Ru w. a 25 as 5 hor. e II < Urd.
PARTIDAS DOSCORREIOS.
Goianua, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Grande do Norte, chega as quartas
feiras aoinelo dia, e parte as mes mas ho-
ras ns quintas feiras.
Cabo, Scriuhaein, Rio Forinoso, Porto Cal-
vo, e Maceyo, no 1., 11 e 21 de cada mei.
Garanliuus e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR'DE HOJE.
Primelra as 10 h. e 54 minutos da manhaa.
Segunda asllh. e 18 minutos da tarde.
de Fevcreiro.
Anno XXII N. 39.
das da semana.
16 Segunda S. Porfirio, aud. do J.dosorf.
edo J.doC.da2. v., do J. M. da 2. v.
17 Terca S. Silvlno, aud. do J. do civ. da
1. v., e do i. de paz do 2. dist. de t.
18 Quarta S. Theotoulo, aud. do J. do civ.
19 Quinta S. Conrado, aud. do I. de orf., e
doJ.M. dal. v.
20 Sexta. S. Eleuterio, aud. do J. do civ. da
1. v., edo J. de paz do 1. dist. de t.
21 Sabbad'o S. Fortunato, aud. do J. doclv.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dlst de t.
22 Domingo S. Margarida.
CAMBIOS NO DA 17 JJE FEVExlEIRO.
CahB. sobre Londres. 2 d. p. 1/a 60d.
s Parts 350 ris por franco.
Lisboa 105 p. c. pr. p. ni.
Desc. de let. de boas firmas 1 '/ p. V, me/.
Onro-Oncas hespanholas 3MS00 a 3I*>000
Moeda de 6/400 vel. 16800 a I7*00
de6/400uov. 16*300 a 18/600
de 4m0 8>80O a 9/100
PraU-PalacSes .... 1/920 a 1/940
. Pesos Columnares 1/940. a i?W0
. Ditos Mexicanos. 1/860 a 1#900
. Prala Miuda l/BOO a 1/700
Acedes da C." do Bebcribe de 50/000 ao par.
DIARIO D ERKf AMBUCO
___------ ..)..t. -----"--H HlV '..... ------?^.....i '..: ,rtlf.uj-aaL-tiniiii n r i i, m i, i '......... aa=
PARTE Off3CIAL
Governo da provincia.
BzriDiwm do di 12 do correrte. 't 1
[ContinuQ<0.)
O.Ticio!A" enmmandar.te das armas, recomraindio-
I do l execuclo da ordem imperial, que minda dar bina
doservteo ao cabo-d oiquidra do logando batalhiode
irtilbirii p, Rayroundo Joaquim dos Santo*, ao
respectivo soldado Coime Rodrigue* da Coala ; ao sol-
I dado do qoirtu bitalbio di meima arma, Pedro de AI-
Imeid; e aoi do primeiro de cicidore, Zeferino Jote
| dos Reii Minoel Jos do Eipirito Sinto.
DitoAo metmo, icientiictndo-o da prorogacio,
be wii mrxei, da liceoea oom meio loldo, em cyjo go-
Izoeiti oeiti proviocii Minool Porfirio di Costa Arsujo,
|allereiiaore(irio do quinto bitalbio decacadores de 1.'
liobi.
Dito Aomenno, accuiando remeta di guia do ea-
pilio-ijudinte, Igoicio joaquim Guodei A!e:2?"r;do.
IParlicipou-ie ao preiidente do Ceiri, por cujo inter-
Imedio foi recibida a mencionada guia.
DitosAo mesmo eio coraminario pagador, inlelli-
Igenciindo-oi de ter o eipitio do lexto batalhio de ca-
lcadores de linha, Antonio Alve de Paiva, obtido deS.
|M o Imperador prorogacio, at marco proiimo futu(p,
I da liceoc, oom que pira eita provincia veio ; oom obri-
Igtcio, porm, de iptesentir-n, dentro deile prazo, do
[respectivo ourpo, oode qur que se este acbe.
Diloi Aoi meimos, praveniodo-os de haver S. M.
[ o Imperador mandado considerar eflectivas no qutrlo
' batalbio do aitilbarii i pe ai 74 pricn di eompaobia
proviiorii de primeiri linha di Parabibi, que ao dito
batalbio te mmdroo addir.
DitosAo joiz relator da junta de juttici, tnnsmt-
I lindo, pin obtqrem julgimento definitivo. 01 proceiioi
dos toldados do batalhio provisorio de 1.a linha do Cear,
Rufino Soare, Joao Piulo da Costa. Vicente Filippe,
Joao Baptiita dos Siotoi, Antonio Jote Fernira, Joi
I Pereira dos Sioto:, Joao Pinheiro da Silva e Joi Mir-
Itins ; e doi do segundo bitilbio de irtilbaria a p, Ui-
[ooel Antonio Marcellino, e Alejandre Barbn da Silva.
DitoAo presidente di relami, inteirando o do con-
ledo no aviso da lecretarii di justica de 26 de jaqeiro
ultimo, communicativo de hiver o deiembirgidor di
meim relacfio, Domingos Nunei llamos Ferreiri, exce-
dido a liceoc, com que eitav em Portugal, por ter gra-
vemente idoecido ao emptebender a tua vigem par*
(ite porto.
DitoiAo meimo, e ao inspector da thesouraria di
fazendi, scientificindo-oi de biver o juiz de direito cri-
minal de comarca do Bonito, Francisco Joaquim Go-
mes Ribeiro, olitido do governo imperial man quatro
mezei de licenc tem vencimentoi.
DitoAo inipeetor interino do aneo*I demarinha,
indagando, em conieqoencia d'ordem imperial, le IfS
rio construid* todn as quatro boias, lli modada* fi-
ur pira servicj da Mtaclo naval do centro, e bem mim
ii imarracoei dai metmai.
DitoAo meimo, ordenando, trate de comprir, e re-
raelter para o Rio-Grande-do-Norte, duzentii caadas
I deareile de lartirog, para lerem pagas nquel I* pro-
| vioei*, cujo preiidente ti requisitou.
DitoAo meimo, determinando, que em execucao
do avito imperial de 21 de Janeiro" prximo findo min-
de 'lar baixi io recruta do brigue-cicuna Caliope, Lorj-
renro Civilemti de Andrade, que actualmente *e acba
na rnfermaria d'aquelle arsenal, e pela junta de laude
fot luhiidcrsdo inhbil pan o servico, a que eslava des-
tinado.
DitoAo meimo, trinsmillindo copii do avilo de
21 de Janeiro deite inno, que permute, va acabar de
prender a conitruecao naval no arsenal de marinba da
Babia o mancebo de carpioleiroi, Antonio Loiz Bsitoi
dos Reii.
DitoAo meimo, eligindo idformaclo acerca di pre-
leneio 6t Jos Di* Goimarle* *o lugar de aponUdor
do arsenal 10b lu impeerjSo interina.
DitoAo meimo, determinando, em cumprimento
de ordem da reipeoiiva *scfeU d: '''o. compre,
pira lerem enviadn i eflrte, na primeiri oeeaiilo op-
portaoa, duii pipil do melhor a maii puro ateite de
mmVtato! e exisindo. fim de trammittir i meima ie-
cretnria de Miado, eonta do que com e*ia compra te
despender.
Ditoi Ao meimo, ao inipeetor d* thesouraria da
(senda, ao d'alfandega, e io administrador di meta do
consulado recommendmdo, reeonheco como Con-
ul doi Estidos-Unidos da Americi neita provinci* a
Geo. P. Manovrior.
- Dito*Ao director do itienil de guerra, accaiando
remella da cerlido de bito do lldado di repectivs
companhia de artfices. Frincisco Mireellioo, falle-
cido na provineia das Alagai; e recommeodando *
execuefio do imperial aviso de 4 de deiembro do anno
uftlmo, qae mindi dar biixi io loldado d* meima
companhia, Manoei Pedro de Lime. ~ Otnciou te a
reipeito ao proiidente dai Aligai, por cujo interme-
dio forSo recebidoi o aviso e certidao iupricitido<.
DitoAo chele de polica, determinando, em exe-
cucSo a urna ordem imperial, procure laber, e com-
rhunique presidencia, ie anda exilie neiti provincia
o AllemSo Henriqoe Jo*'1 Dam, nitural de Bingen,
que em 1841 viva nesti eidade onde eilibelecra
orna fabrica de chapeos.
Dito Ao meimo, ordenindo, minde recebar, e
entregar aoi pas, o menor Joi Joaquim deSinl'An-
m, filho de JoSo Machado de Amorim a Anna Joa-
quina do Sacramento, trizido pelo vapor S.-Salvador,
equo pelo presidente do Piuhy foi mmdido tomar a
Qns ciginoi, que deii* pin aquella provincia o leva-
rlo.--Parteipoti;ie ao Exm. presidente do Maranhao,
por cojo intermedio Foi o menor para aqui remettido,
eao do Piubv.
Dito -Ao encirregido da agenci* da compinhia da
bircn de vipor, determinando, que, calo lej poiii-
vel, mande dar traoiporte no .por S.-Salvador, como
piMigeiroi do osudo, a Luiz Caetaoo Jo di Rocha,
lente da armada nacional e imperial, e Francisco
fcft de Carvalho Rocha, eicrivlo da meima armada,
que v8o servir na estacio naval do centro.Participou
le ao inipeetor interino do arsenal de mirinba, decla-
randd-ie-lbe, que, le no mencionado vapor j nao
boveisem lugire vagoi pa* paiiageiro* d'eitado,
contratasie, na forma do imperial aviso de 8 de outubro
de 18i5, o traniporte do oflcial e eicrivSo tupraci-
tidos.
PorterilAo commindanle geni do corpo de poli
cia, ordeoindo, minde postar i bordo do vapor S. -
Salvador, at quo d elle a vel, urna pitrulbi de 6
toldados e um cabo, a fim de guardar o preoi, que
no mesmo bordo esto. --Pirticipou-ie ao encirregido
di agencia das baren de vapor.
i i ni i ......-------
EXTERIOR.
NEGOCIOS DORIO-DA-PRATA.
k MAVXaAlJAd DOS ROS IMTRMORES.
MonUmio, 2 de Janeiro de 1846 umv
Ecre*er sobre esta materia, depoM do mui'o que se
tem escripto oettei ullimoi tempai mi don margen*
do Pnla, parecer talves repeticio fastidiosa. Proeinn-
do, porm, opinidei mu diversas dai que gerilmente
temo* ouvido emittir sobre o aiicmpto, deiejimoi ver,
te podemoi twer a diicuuio a um terreno' novo em vea
de aeompanbir Rosal no terreno, que seus adversario*
llie permitliao escolber a seo bel-prner.
Rosai moitrou ma natural aitucii, elegendo o ni-
co, que Ib* offerecia vantagem Geoeralisaodo o* theo-
riis abstractas do direito publico tobre nivegacio de
goat interiore*, evtou a discussio especul e pratica da
FOLHETIHI.
----'------
A KAINHA MARGOT.
por ftUranirr urnae.
QUINTO VOLUME.
CAPITULO I.
W
do CiHHtofjpBBtW
iredilocto s^^HsslWa *t'1sa*ia
>ipt\o,
que ( albcrinn
.Ao nhir Catherinn do 0|
''l'pir su leu predilecto
Mplra Rene na so* camama
^ra a prinuim ves qoe r
"vio a ver depois d*a yisil*
'"j" da penteSaint-Michel; havia-lhc p_>
'" veaper, eera a reipoita qoe Rene
peii'a"
Enlio I pergunleu-lbe a rainba. vistes O
- Si*, aenhori.
(*) Vide imri n,* 38.
Como vil elle?
Antes niellior do que peiur,
E pode elle ja filiar?
Nao ; a espada atravcteoa-lhe olirynx.
Tinbs-voi eu dito que nena caiu o fitesieii es
erever.
Experimental; e elle meimo fes todoi o esforcoi;
mal nto pude tracar inaii quo doai lettra* qniii inin-
talligiveis, o dasfallooeo : abrir*u-lhe a vea jugulir, e o
JiSJi;* fS^perdeo tiron-lhe toda as furnia.
Viltes ai Ue* lelins?
Tenho-is aqui.
Rene lirou da algibeira usa papel, e entregou-s a Ca-
iherina, que o abri com grande prciles*.
TJm M e-an O, date ella..... S*ri* ebro efeito La
fille, e nao seria tuda esaa comedia de Margarida, lenl
um meio de arreciar ai aiispeitat?
te me foasc permittido emitlir a rainba
um q/gorio em qae V. migettaile hesita
, (iir-lhe-liia que julgo M. de La Hule rnui-
*dw, para oeoupar-te seriamente de1 poltica.
pnndes iaao?
sobretodo muilo enamursdo da rainba de
aervir com devolacio o re, porque nao
or tem selot.
de*eolio inteinmenle enamorado?
enho cortesa.
' Ter-vot-ha elle conauliido?
Sini, aeabora.
liberdad de navegar o Pirana : tratando unieamente
do direito, que tem Buenos- Ayres pan excluir aoi ei-
tringeiroi di nivegicao dme rio, illuiio fcilmente o
exime do direito, que tem ai oulrai provincial hioraei
oan idmittir em seus porto* toda* a* bindein*. Pro-
curou com esmero nto ventilar os teui direitoi senio
como qoettlo da nacao argentina com o eitnngeiro :
nos eremos que devia, e deve tratir-M, comoquestio de
Buenos-Ayres e dai dentis provincias litoraes. A coin-
plicacao, que tobreveio na aetualidide.dc um elemento
estangeiro apparecer entSo na sua verdideiri loz.
Rosas, eotrincheirado em citaefles e em deelancOe*
geriei do conde de Aberdeen, prova mui (loil mente que
nenbumi meio eitrangeiri pode exigir, de direito, a
nivegacio de um rio interior contra a vontide do iobe-
rano, a quem esie rio pertenee; e, applicindo san doo-
Irin* ios lucceiios de boje, conelue, que t Franca e*
Inglaterra itropelllo iniquimente os dirtiln rfa Canfe-
deraqSi Argentina. Ootroi Ihe teem negado aquello
principio geni : nos Ib'o eoncedemoi de plano ; mu
negamos a applicaelo, e com ella a eonsequencia final.
KSo be a naci argentina quem le opp9e i livre nave-
gacao do Paran ; he o t e nico governo de Buenoi-
Ayroi ; ao meimo tempo que ai outrai provincii* ar-
gentinas, a quem a questio intereiia, longe de oppo-
rem-ie, deiejio, pedem em voz alta, neceuitlo vital-
mente dessa liberdad de nivegacio A biitoria dai re-
voltn domesticas daquellei povoi, logo depoii da com-
mum emincipacior o o ficto*, que boje vemos, provio
inconteitivelmente esta verdade.
O Paran, delde a confluencia do Pariguay at que
desage no Prata, corre biohando territorio de quitro
provincias argentinas. Corriente* e Entre Rioi na
marj gem direita. De todn ellas, s esta ultima tem inte-
reneinteresse segundo o lyitem anti econmico e
mesquinho, que at agora se tem seguido--om quo
navios estrangeiroi nio subi o Paran* ; porque, em-
quanto o termo final dai expedicSe do ultramar for
o porto de Bueooi-Ayres, s elle firi todo oeommer-
cin de transito com ai miii provincias. Ettai, pelo
contririo. loem o mis alto interesse mercantil, econ-
mico e'poltico, em fuero commercio directo.com o
eitringeiro ; em nio pagar a Bueoos-Ayres o direitos
e gastos do commercio de transito, em participar dai
rends dus ilfandegn, e em nio permanecer em im-
potente dependencia da vontide, do goveroo de Bue
nos-Ayres, que, allegando necesiidade de goerri, cer-
ta ouiuppoiti, leche, quando Ihe parecer, toda a com-
municacio fluvial, ineluindoat o commercio de tran-
sito.
Eua lituacio, o lentimentoi e disposices, que el!i
engendra ms provincial litoraes, lio tio evidentei,
que renhum argumento pode p-lai em duvida. Ter
desconhecido Buenoi-Ayres esici nleresse e euei
sentimentoi, tem lido em todos o lempos urna dai
5rimeiras causas ile desavenga e rompimento departe
provincial. Quili lempre teem justificado ellas leus
procedmentos, allegindo o dominio eicluiivo, que
Buenos-Ayres pretendia ter as igoaa da Repblica, e
nio participatio dai outru provincias nn vintageni
pecuniarias, que dessas agoas tirava a capital.
Roas, que se proclama fundador di Confedera-
do Argentina be Je todo o* governos-de Buenui-
Ayre o que miii obitimcio tem moitrido em negar i
provinci** conftderada que oecupao margeos do
Paran, toda a parlieipacio nal viotageni.que Buenos-
Ayres tira do commercio directo com o eitraogeiro.
Applicando a legiilicio e o* ajustes leitos para a nive-
gacio de rioi, que, como o Escaldo correm por ter-
ritorio de nacOesdiverias eindependtntet, i de um rio.
que Mnhi'rtwi'o' de-urna mema smcao naga
Aquellas, que chama suai irman, ai que teem direitos
perfeitimente iguiei ios doli o que aquella legiila-
cio neg neeei ealiiogeira. Arrogando-e o (Rrai
to de submetler eua* provineia* ao teu system bn-
R pedio-voi ilguiua beberigem, alguin philtro?
Nao, no* limitamo-iioi a figura de era.
Pirada na corelo ?
Justamente.
E cata figura ainda exilie?
Sim. Etli aqui no vutto aposento.
No men aposento? Seria curioso, dille Citberina,
que estas prcparacoei cabalsticas tivessem realmente a
infiieucta que so Iheattribue.
V. nageslade cita uitit do qae eu no caio de o
alear.
Ama a rainba de Navarra i M. de L* Mole ?
*- Ama-o a punto de se perder por elle. Hontera nl-
vou-o olla da morte com risco de tua honra e de sna Ti*
da. Sabeie disto, senhofa, e inda duvidiii?
De qoe?
Da tcietteit.
_ He que a loieneia me trahio, dise Gatherina, pre-
gando ot ulliot *u> Rene, que lupportouaduirivolmen-
te cite olhar.
Em que oceniin?
Oh! vl sibeii o que en quero diser; ou se nio fui
cienoia, fui entio o labio.
Nio tei o que qnereii diter, aenhori, reipondeo
o Florentino.
Rene, os voiioi perfumes perderlo o sea cheiro ?
Rio, senbura, quando ellei io empregadot per
mim ; mas pode ter que paitando por outrat atloa.......
Catharitta surrio-se e meaeou a oabeca.
ta que urna te lepare delle, oomosanoede boje com Cor-
ri ntei, para que o dictador fecbe do um golpeo Pa-
ran e miquilo em todas as outrai o meimo mei-
quinbo commercio de transito, que eonsente as que Ihe
obedecem.
Heeiies, poii, que fecbi o ros ao eitrangeiro, con-
tra a vontide contra o* intereswi maii euenciiei da*
ou'ras provincias. F.stas teem, pira abri-los, o meimo
icito que elle tem pira feehi-loi. Nio ha vords-
de por consegutnte que a nat-flo argentina recusa io
estrangeiro a eotrada do Pinol. Corrientes provin-
eia to argentina como Buenos-Ayres, ibrio os seus
portn todas as bandeiras por leii eipreuas da sua
legislatura ha miii de 5 annos; Santa-F e Entre-
Ros as admiltirSo igualmente no lempo em que se
virio emiocipadii do poder de Rosas, e as idmittirio
boje com principios de sua proiperidide a engrinde-
oimonto.
Sem negar, poii, o principio geral de que os astrin-
geiroi nio teem direito a navegar o Parini contra von-
tade da nielo irgentina negamo* a ipplicicio que
fu fl osas, desse principio, e diiemoi que 3 dai 4 pro-
vincias argentinas bandadas pelo Pirana querem, que o
estrangeiro o mvegue.o que l ha umi que so oppSe is
mais
Nio pretendemos, que esii circumitaoeia d direito
io estrangeiro pira (orear, em tempo de paz o sem ne-
nbumi negociacio previ*, o pino pelas agoas da pro-
vincia, que retiste ; mu nio te pode desconhecer, que
modifica de til maoein o principio geral do direito pu-
blico, que i iui ipplicicio torna-te eompletamente
impoisivel.
A Repoblici Argeotini nio tem hoje autoridade il-
guma oacioml;i attribuiclo, concedida a Rosas, de eo-
treter n relicfiei exterioret nio ie eitende a decidir,
por li e inte li, umi questio tio grave, a diipor do*
direitos e i ote renes das outras provincias. O estran-
geiro, pois, que iceita a perminio, que ii ptovinciat do
Alto-Paran Ihe concedem, de cmimerciar com ellas,
que deiej tproveitir-se dessa permtssio, e que nio en-
contrt tutoridade nacional, quem pon* recorrer, pa-
ra que remov o obstculo, que a provinci* de Bueno*-
Ayre he a unic* oppor, poda, quando menoi, pe-
dir, com bom direito, ao governo desti, que fie ajus-
te* tiei, que, nlviodo o que julgue convir a seus in-
teresse proviociaei, e evitando o commercio com a*
oostas da sua provincia, alo o prive do beneficio, que
11 outras Ihe concedem, e deixe livre o transito pira
illas; porque ai agoai, que baohao ti ooitn di pro-
vincia de Buenoi-Ayre, nio lio agoai do pirticulirdo-
minio deis* provinci*, eiim do*r;io argentina ; edo
mesmo modo que Corriente* oto poderia fizer na
parte do rio, que corre pelo teu territorio, obm, qua
impediuem o leu cuno, ou o deivitiiem, em dimno
dai provincias miii debaixo, issim Un pouoo podem
astas por peas livre comuauoioieio, que ai de cima
deiejio.
Tratando agora di entrada violaot, que nivios ei-
trangeiroi fiterio no Pirana, lioil aera provar qua ella
nao viola principio algum de direito inlerniconil ,
oem offende ai prerogitivn da naci argentina. A In-
glaterra e a Franca nio diuerlo : Entramo* no Para
ni porque, lei com mum dn otcei oot d o direito
de entrar, lindi que nio o queira a oicao argentina.
Nio ella reoopbecem pleoimente o direito dos Ar-
gentinos : o leet goverooi o declararlo lolemoemen-
te ; porm entrlrao no Pirana por motivos inteinmen-
le indepndanse desie direito.
A Franca e a Inglaterra nio entrarlo niquolle rio se-
nao depois de eitarem em guerra com lioias; e quem
nio libe, que a guerra envolve o descnhecimenlo de
todos os direitoi 1
Porm, ha miii do que isso, ha outro motivo, qua
utorisaris para entrar no Piran! nio (rnente a Fran-
ca e a Ingls!", re! !9>bem todss i oulra* nicim.
cujo* lubdito* te aehio oo oaio, qua exproMiremo*.
O tosi opiato tevofeitoi
raacavil
ella; e madama de Sauvo tem oklabi
Ihil, Rtn, diiio
bios raaia fretcot a
mais vermelbut do qae nunca.
Nio be o mea opiato que merece ene elogio, se-
nhora ; porque a baronesa de 0*nve, pelo direito quo
tem toda a mulher bonita de ter eaprichola, nanea mii*
me tornou a fallir dene opiata; e en di miaba parte,
oonlorme a recommendtclo qa V. mtgettade me havia
teitu, julguei a proposito nlu lh'o enviar. Ai eeitinhi*
ettSu poit todn em caa, taet que* I* deixaitet, me-
ku um nue detapoireoeo, e qne nio tei quem n'a le-
ou, nem o que ei'ia peno qaii raier eom ella.
^ Eiti bem, Rene, diite Citherin*; lilve aind* tra-
temot dino. Por igora, filiemos n'outra cousa.
Eu ouco, aenhurt.
_ Qoe he preoito para iviliir a dnelo provavel da
vida de om petsoaT
Saber primeiro o dia do sen nasoimealo, a tdade
quo tem sob que ligno vio a lnt do dia.
' E depoit?
Ter Mague e cibellot da pestoa.
E o vui eii der o eu tingue e o tena eabello*, te
voi eu diuer icbque ligno naiceo, a idade que tem, ea
dia do ten nncimento, dir-me-heii a pooa provavel da
tua morte?
Sim, com a differenca de algum din.
Ficu entendida. JA tenho o* cabellos, vou ver *e
contigo o angue.
A peno natoeo d dia ou da noite ?


Estuogeiroe de divri =1S56i '..Lciacrao-se nai
provincial argentinas do Alto-Paran e no Pregaiy,
con plano comentirnenlo doi governoi dos respectiioa
pairea ; ino Ihei deo o direito de diapdrem livremente
doa productos da sui industria e daa propredadea, que
adquirsiem. Sobreven) ama queslSo puramente domes-
tica entre duas provincias argentinas, a de Buenoa-Ayres
e a de Corrientes; e, abusando entlo da vaotagem, que
I be da o dominio da parte bata do rio, Rosas lecha in-
tegramente a communicacio cono aquella provincia, e
priva os ttrangeiros estabelecidoa nella e em todo o Al -
to-Paran de disporem dos seus productos e daa pro-
piedades, que adquirirlo licitamente Mo permute a
exportaclo dalli, debaixo de nenbuma bandeira neu-
tral, e nega aua propria bandeira, nica, que nave-
ga no rio, licenca para levar suaa cargas sos merca-
dos, a que se destinarlo. Felo, pois, todoiesses estrsn-
geiros privados do livre uso da sus propriedade, e sof-
frem immensas perdaa por urna querella puramente do-
mestica de Rosas; rielo essas propiedades encerradaa
nao smente em Corrientes, que est em guerra com o
dictador, mastsmbem no Paraguay e em outros pon-
tos, que nlo o esto. Semelhantea obstaculoa violio
iberiamente direitoa adquiridos pelos subditos estran-
geiroa, seja em virtude de tratados existentes, seja pelo
conientimento do livre exercicio do aeu commercio e da
sua industria nsquellas paragens. Se Rosas, pois, abu-
sa do seu dominio nos ros, com prejuizo dosestran-
geiros, clsro be, que di a estes o direito de opprem se
ao abuso, de empregaretn a Torca contra frca, de pe-
netraren; no rio para trazerem a proprfedade eitran-
geira, que o dictador, com violaclo de direitoa inques
tionaveis, nlo contente, que se traga.
Estas slo as raides, por que se torga a entrada do Pa-
ran, e nlo por desconbecer-se o direito, nemasobe-
rania da naci argentina naquelle rio. Rosal, eso Ro-
sal, he csusa dessa bostilidade, como elle, e s elle,
be quem se oppa liberdade da nsvegac,lo, que Cor-
rientes, Entre-Kioi e Ssnta-F desejio, e de que pre-
oislo para prosperar.
(Commercio del Plata.)
(Jornal do Commercio.)
a t................a*i.-:
este lado ba colhido a aua marinba (3). Eessa polica,
que ella sustenta no alto mar ser por ventura de pouca
alia e importancia para asna industria e commercio,
cujas neceisidades cada dia se augmeatlo na proporcio
de aeu espantoso progresso? E a soite de tuas cofoniaa.
e dos seus dominios da India nlo pode tambem explicar
a aeiljdade, com que este governo ha deapendido Unta
aomma de dinheiro na reprsalo do trafego de esersvos
da Arries ?
A um grande internase o hbil poltico sacrifica io-
tereiies secundarios ; assim, o custo da liberdade dos
760 mil escravos (4) daa colonias ogleaa era por eer-
to um pequeo sacrificio I vista dos grandes intaresses
e oeeessidadea mercantil e polticas do imperio brisan
nico. que o aeu governo trabalba constantemente por
iitisizer ; e cate sacrificio torasvs-se tasto oais de
mistar quanto era argumento, a cada momento pro-
dundo pelos inimigos da Inglaterra contra os aeua pro-
j actos, a permanencia da escravidSo em suaa possesioes
coloniaes (B).
Seas, porm, raiio niato, ae em verdade o odio
da esersvidio, o amor da bumanidade, aa poras mi-
xmaada religiio de Jess Christo, e nlo os intereises
mereants, slo a bsse a razio sufficionle de tudo quan-
to contra a railo, contra a independencia e soberana
de dilTereotes estados ha feito a Inglaterra, he nego-
cio, que s pode ser Mohecido pela investigarlo de
oxjum ajtvhUB.
INTERIOR.
i tr------------------------------------------------------------
RIO DE-JANEIRO.
POLTICA GEBAL
O bil de lord Aberdeen.
Os direitos sagrados da humanidad* frlo in-
vocados, e oa oradores exaltarla a niagna-
nimidade do governo Lritannico (1).
Nao ha poder, que oppriroa, que ola procure
justificar aeua aeloe, e dar-lhei uiaa eauaa
ou pretexto : deate modo militas iniquida-
des so teeni comnaeltido.ero noroe da justi-
ca, innuroeraa orueldadea em nome daa leia,
e impiedades seni cont em nomo de Dos (2).
Canea, e fatiga ouvir os anglo-maniacos descreverem
com exsgeradas cores o desinteresse do governo britan-
nico, ostia magnanimidad no que ba feito contra a
escravidio ; aeu zelo pelos inleresses sagrados da buma-
nidade e o seu acatamento a mximas da religiio ebria-
lia! as negociarles, que tem eta potencia enta bola-
do a respeito deste objecto e em todos os seus passos,
estes ioteresses e estss msximas slo invocadoa, as con-
venceres e tratados, que tem celebrado, slo estes princi-
pios de philanthropia escupios, como a verdsdeira das
coocesaoes, que adquire, e em todas aaoccasides seus
portas e oradores, aeua escriptores e historisdores exsl-
tlo at as nuvens este to generoso procedimento, e es-
ta constancia, que ae nlo tem um s momento arrele-
cido! Anda ha pouco lempo um peridico, que em lin-
gos estranhs n'esta corte se publica, armou-se em aua
defeza, eem um dos seus artigos pereceo fundar todos
os leus elogios e admiracio noa grandes gastos, que (az
com a conservscio dessas torcas martimas, que de ba
tantos annoa emprega na rrpreaslo e exlioccio detse
commercio, com a indemnisacio, que tem dado a algu-
nas potencial, que teem accedido a seus placos, e final-
mente com a liberdade, que outorgou aos escravos, que
exiitid em suaa posiessei coloniaes. Ha, porm, pes-
soas distindas por suas leltraa e por muitoa outros ttu-
los, que attribuem esse ardor, e todos esse. esforcos e
despezss a mero calculo, a a meros ioteresses mercantia
e de poltica.
Na verdade a conservarlo deise cruseiroi, depois da
grande guerra, que abalou toda a Europa, era de grande
Interesse, genio de necessidade, para a Grio-Bretaoba,
que, por todoa os motivos de sua particular conveniencia,
devia procurar meoter a tuperioridade e imperi >, que
nos mares bavia levantado. Urna escola de mais offere-
cilo elle* para aeua oficiaes e para oa aeua marinheiroa,
e certo pinguen contestar o muito proveito, que por
He com oa proprios faltos, e nlo com as declama-
coes, que ella de continuo faz, qoe cumpre a este res-
peito raciocinar, a baldado seri o intento do que con-
fiar em suas palavras I
Declarava em 1782 ante o mundo ioteiro o parla-
mento britannioo, do modo o maia aolemoeque to-
do o plaoo, que tendease a proseguir na conquista da
India era contrario aoa votos, i honra e i poltica da
naci ingleza ; e apenaaconbecido este passo, o ge-
neral brilannico Mathieo, por ordem do seu governo,
se foi apoderando dosdistrictos de Bidnapore, Caoo-
pore, Maujalore, e muitoi ontros, as fortificarles de
Seringspatam forlo attacadas, e tomadas i viva forca,
e a metade de Missore foi incorporada as possenOes
iaglem, ehojeqoaii todos os territorios desia parta
do mundo alo do dominio britannioo (6). lie assim,
que sempre procede o governo ioglez ; e como cre-lo
podemos T
No eotsnto cumpre investigar e spreciar a verdade,
e laucados oeate empenbo, principiaremos pela ralaclo
dos factoi, que,- com a cipa de introdcelo de bracos
livre nai colonial dessa potencia, ae vio teitemu-
nhando.
He cousa liquida, he verdade ioconteitavel, que a In-
glaterra tem, sob o titulo de trabalhadorea livres, traos-
portado para as suss colonias Africanos, Indios, ou
Coolis, ou Chins, ou tirados daa ilbaa de Comoro, e
de outraa partea da Aaia, e que eitei bomeo lio tra-
sidoi e tranaportadoi e poitoi a mercado, e que vivero
como os captivos da frica, que para as pracasefei-
raa da America vinbio, e erlo como taes vendidos.
Pelo que toca aos Africsnos, atris jl alguma cousa
diasemos, fundadoa em documentos officiaes. enlos
na menssgem de Mr. Tyler, presidente dos Estados-
Unidos da Amrica (7), dirigida ao respectivo congres-
so, mssainda em urna nota do minislro bespanhol, en-
derezada ao proprio governo ingles (8), e cum quanto
proras bstanles sejo estas psra confirmar o nosso a-
certo, comtudo, como be nono proposito levar esta
verdade ao ultimo grao de evidencia, ootras mais for-
tei aiada exhibiremos.
O almirante Duperr, dirigindo-ie, etn 28de julbo
de 1841, io seu collega, o Sr. Guizot, disse a este
respeito o seguinteO governo ingles permilte'ba al-
gum lempo, que as'suss colonias da America tiren da
coala occidental da frica, e especialmente ds Serra-
Leo, trabalhadorea, que, apenas posto em Demra-
ra, ou na ilha da Trindade, alo obrigados a contratar
aeusservicos pelo lempo de 14 annoa, contrsto este,
que be leito pelos Isvrsdores com as compaobas de co-
lonissclo, que os lasem importar. De que natureza
he este contrato ? Os negroa, que se tirio assim da A-
lamefitos coercitivos, pelos quaes os negros, assimeon-
Iratados, sio obrigados a servir aos lavradores, serlb
organisados de modo, que tirem toda a suspeita de que
o Irabalho forcado nio se acha restabelecido sob certa
eapa auas colonias, a respeito da popolacio negra
para ellas transportada ? Todas estas davidas ainda nio
se achio esclarecidas (9).
Contra taes provas ae poderia talvez allegar algom
desejo mi de obscurecer aa claraa intenedes ds hunis-
ns Inglaterra; daremos por lano urna outra, que, ao
que noa parece, est fra de toda a controversia : pro-
duziremos o teslemuaho de Ingleses, e da propria so-
ciedade intituladaBritihs and foreign enti-slateryso-
ciety,|- eujos servicos e zelo, a bem da exlioccio do tra-
fego de escravos, sio geralmente reconhecidos.
O celebra apostlo da liberdsieda Africs, Thoma
Clarkson, presidente da meama soeedade, em 12 de
novembro de 1844, dirigiodo-se a Sir Roberto Pee),
moslrou, que por todos os principios nlo poda ser ad-
mittida a pratica de se transportaren* assim os Africa-
nos para as ooloaias inglezas, e de ahi servirem tor-
cidamente, como se esouvos fossem, aos lavradores.
Que os importsdores, alm do premio de 5 librea 'va-
lor igual ao preco do eecravo nos mercadoa da frica)
por cada um recebiio do governo, exiguo e tnblo dos
lavradores mais oertasomma de dinheiro por cada ca-
bera, que dispunhlo, e que os contratos erlo urna ver-
dadeira armadilhae burla taita para mados mesmos A-
frcanos, que, brutos como erlo, nio podiio entender
nem a qualidade das obrigacoas, que se Ibes impu-
nhio, nem os beneficios delLi resultantes, e muito
menosssbero que se estipulara. (10)
Em urna peticio dirigida cmara dos comuns pels
dita sociedsde, dizia esta, que considerava urna tal
pratica como o eomeco de um novo trafego de escravos
da frica (commencement of oew sirican slave-trade);
porque nio ae podem obler trabalhadorea livrea em ne-
nbuma parte da coatada frica. (11)
Em 26 de feveriro do carrete anno Mr. John Seo-
ble, secretario da commjsslo da referida sociedade o
mesmo afUrmava aos seus amigos da Grto Rretaoha e
Irlanda. He (disse)o trifego de escravos, que debaixo
de outra forma sereprodoz (12)
Todos os diaa se lavsntio vozas oa Inglaterra con-
tra um tal procedimeoto, e nio obstsnte o clamor
geral, lord Stanley sempre sustentou esta medida,
(1) Sohoell.H. resumida dos T. de paz, vol. 3, c.
XIA, aeecao V, pag. 4**. .....
(2) Gustavo de Beaumont,A Irlanda social, F., e
R., vol. 1., cap. 2.
Aa cinco horaa e vinte trea minotoa da Urde.
Appareeei amanhla aa cineo horaa em minha caaa,
a experiencia deva aW feila hora precisa do uaaci-
snanto.
Est bem, diaae Catberioa, no la eetaremoe.
Rene aaudou e relireu-ee, aem dar moatraa de baver
feila reparo no tte eetaremoe, que todava indicara, que
centra o aeu coatome, Calberina na ira s.
No ouiru da peia manhaa, dirigio-ae Caiheriu o
quarto do aeu Iho. Ameia noite tinha ella mandado Be-
ber noticiaa elle, e ae Ibe havia reapondido que oicatre
Ambrosio Pareatava preaenle, a se diapunh a sngra-
lo, se conrtuesse a roesma ngitaflo nervosa.
Ainda estreraecendo no seu aomno, pallido anda do
aaagoe qae perder, dorma Cerloe aobre o Mimbro o
aua ftel ama, que encuatada ao leito, nlo barcia durante
trea horaa mudado de poaicao pelo receio de perturbar o
repoaao do tea charo Albo.
Una ligeira eanuma apontava Je lempoa em tempes
noa labios do enfermo, e a asna alisupava oera um fino
lenco. 8obre a cabereira esta?a outro lenjo todo naan-
chado de grandea nodoaa de aangue.
Teve Caiberina dcaejaa deaeapoasar deaae lento i "
lerobrou-ae qae esae aangue miaturado como eslava oem
saliva, qae o havia disaolvido irlo leria lales a meama
fllcac; e pergnntou si ama eco medico ule tioba aan-j
Irica serio realmente livres ? Sua liberdade, ficticia
ou real, nio he por ventura em todo o caso o efleito
mais ou menos immediato de um resgate de captiveiro,
anlogo ao que se di no Senegal P Em Sai, os regu-
(3) Mr. Booet, commandante da eitaclo francesa da
frica em urna sua carta assim dizia : O Madagmcar
(navio de guerra ingle) acaba de chegar nesta costa, e
traz officises to oovos, que seu procedimento tem csu
aado o riso e qoeixas da parle dos seus proprios compa-
triotas.
(i) Este be o numero, que geralmonte se d como
exseto, soppoodo, que, segundo Msc-Cullocb,em 1832
o numero dos escravos fosse de 689,002.
(5) Assim ditia Pitt em 2 de abril de 172 no parla-
mento.
(6) Pablo Pebrer,~H. linanceira, e Stati. ger.l do
imp. Brit., vol. 2, pag. 233.
(7) Citada mensagem de 19 de feveriro de 1845
(8) Papis parlamentares de 1842 Class. B. psg. 5
apsBjpsBBflaxaaxaxaxasBj^^
sido to copiosa, que Carloa havia deimaiado duaa
vesea.
A rainha-mli que tinha algom conheciraento da me-
dicina, como todaa aa princriai deaaa poca, pedio o
aangue para ver: nada era maia fcil ; porque o medio
(savia reoomniendado que o guardaaaem para examinar-
Ihe oa phenumenoa.
Eslava o singue eu urna baca, no gabinete ao lado da
amara. Calberina rnlroa alta aob pretexto de obaer-
ra-io, e i rnoeo do liquido vermelho um fraaquinbo,
qae eom casa intenclo trouoera feito o que voltou a
cmara cacondendo noa dolcoa oa dedos, oujaa cxtreini-
dados drnuncavto a prof eommetler.
No momento em que ella appareoia i porta do gabi-
conitantemeate o governo ioglez o tem at o presente
feito: e todaa aa colonias teem oblido licenca para trans-
portaren) eases novos trsbslbadorespara o seu seio I
Quanto aos Coolis, o mais Indios, que para aa
mesmss colooas teem sido importado, cabe-nos tam-
bem apresentar provas da que sus condicio he igual i
de esersvos.
Gomse lurtio ascresness sio os Coolis arrebata-
dos vJe seus lares, mettdos ero. priies nos depsitos de
Calcuta, Madras!, Bombaim, Bengala, a outroa por-
to, a ahi conservados at a occasiio da partida do na-
vio, que oa tem de transportar. Embarcados forca,
e as veses por eogsno e engodos, slo calcados no porlo
do nsvio. ecbsodo-se as escolilbss deste, segurando e
poslmdo-ie lenlinells psra sua guarda. Ahi (icio a-
piohsdos, aem que aocommodacSes schem para paass-
rem o lempo, da viagem, e nio se Ibes fornece, nem o
sufficientesustento, que be de miiler, nem na doen-
ca os cuidados, de que cireoem. Deixlo suss familias
entregues lome e i miseria e sem meioi da obterem
algum toccorro Chegsdos ao Porlo-Luiz, ou a oulro
qualquer de alguma colonia brilannica lio dados e enr
treges aos lavradore, debaixo de fraudulenloi con-
tratos, para Ibes trsbalharem por varios annoa, me-
diante mesquinhos salarios e sustento. Ignorando a
liogoa do paz, o valor da moeda correte, as penaa,
que sesul jeiUo, os precos dos salarios, &c.,que contrs-
lo poderfi fazer, que vantsjosos Ibessejie? O que
Ibes conceder! a beneficio seu a ambicio doa lavrado-
res T Nio teem a liberdade de escolber nem a pessoa a
quem teem de servia, nem o Irabalho, em qoe devem
em pregar se, alo dados quem os quer, conlorme ss
suas quslidsdes physicas. Os imporladorea recebem do
governo tele por esds cabera, e pela faculdade da
escolha psgio os Isvrsdores di 1& 20 dolan por oada
um ; verdadero mercado, umaqoasi veods .'!
Transportados i faienda, ou estabelecimento, em
que devem ser empregsdos lio aboletados promiscua-
mente, como o erlo os escravos e sssim comem, vivem
e dormem. Compellidos ao Irabalho. sob a dirercio de
feitores e administradores, supportioo peior Iratamen
lo poisivel, e ficto come presos a ligados as fszeodaa sem
poder sabir dellas. Teem contra ai a polica, que os
prende e castiga, e as rigorosaa penas contra os vaga-
bundos Ihe sio sem dr inflingidas. Privados da suas fs.
(9) dem Class. C.
(10) Aoti-slavery Reprter da 11 de dezembrode
1844.
(11) Esla peticio foi spreseotsds por lord John Rus
sel na tesiio de marco deste anno. Veja se o Anti-
siavery Reportar da masma data, e da 2 de abril.
(-12) Veja-seo Aoti-slavery Reportar da 19 de mar-
co deste son.
vio e cora vot abatida pelo aooeaau de que ainda soffria,
grilou:
O meo ministro, o sellos, a corte..... obamem, e
traglo-iBC aqu tudo.
Tornou a ama ouin lerna violencia a enoostar-llio
cabeca aobre a hombro, e para adormeoe-lo quii era-
bala-lo como faiia quando ellr era menino.
Mo, nlo, aiua, disse elle, en nlo durmo maia.
Chama oa raeua criados eeaaa gente, que quero trabalhar
cata manilla.
Quando Carloa fallara auiui, forcoio era*obedecer;
e a propria ama, apesar doa privilegios que a aua real
orianca Ihe bavia conservado, nlo ouiat ir contra as
auaa ordena. Chamou-se quem o re quera, e a audien-
cia fui marcada, nlo para o dia seguinte, que era iin-
milias, sob o rigor de orna severs disciplina, appiica.
dos ao mais duro (rabslbo por mfsquinhos ordenid0i
vivem vida igual a de escravos, e se entreglo a mii0|
depravaclo. Sua immoralidade he proverbial: aos bC|
eoilumes do Oriente aecreseeoa os vicios, que sSoini,.
rentes a sua coodicto e miseria !
Pomas mulheres Coolis os marcadores importio, e
mercado destaa he prompto, ou antea mando da pro.
pria ezpressio inglesa. (13) A mortalidade desjes |n.
dios rogla como a dos escravos: no Porto-Luiz re.
gulou de 8 a 9 por canto, noa msis lugsres a lo. jj0
excede, dis Mr. John Seobla, a queaa di no Brasil e ero
Cuba a respailo dos negros novos. (14)
O que ha em todas estas cousas de di Itrenle do traas-
porte e da vida dos esersvos da frica, que vinbio pi-
ra a America, como com negras corea a descrecen o
Ingieres ? Nsda absolutamente. Tudo ino fiata Sir
f.ioml Stcitk, tir concedido pelo governo, at r/uio
clamor publico tej auvido, eenldoo trafego de sera-
voe Coolii (the coolie llave trade) ietappareceta. g-,
nominalmente fieras ( ditia o mesmo Joba Seobla ) (n
realidade trabalhadore escravoi I
A prova do que aeabmos de referir encontramos n0|
documentos, que atris citamos, ito ba, ns reprasenu.
Co da Mr. Thoaaaz Clarkson (IS), na peticio dirigi-
da I asmara doa dapuladoa britannieos pela sociedad,
initituida contra a escravidio (16;, em urna circula i,
commisslo ds mesma sociedsde (17), e em uoiann.
mora dos miuionsrioi de Berbice (18). Por certo, qge
laea autoridades nlo podem aer inviliJada por motiio
de suspeita O mesmo governadoi da ilha Maoriii o
nlo nega. (19)
E qual he a serta do convicto oa Australia o asi se.
lonisa inglesas do Pacifico T Seri difTerente da do ter.
vo ? Por certo nlo : em Indo iguil, al quando fofta
slo acontados pela polica .'! Nio he aboso o qoe afir-
memos, no relitorio da commisslo da cmara dos di-
putado! britannieos, que foi em 1836 encarregiditfe
examinar o melhor methodo da venda daa lerna ds co-
loniss inglezas, echemos disto exuberante prova. Mi.
Wm. Bryan. inquirido sobreest ponto assim o da-
clarou. Eis sosa palavras (20). a conviet rea
seay from my lerctee ; / kad h\m brought up totee
plice office and ie seas atearded 50 lath.ee fer lunniee
atcay. E por certo, sendo este individuo proprietiria
e morador em urna daa colonias do Pacifico, tem direito
a ser crido !...
Vivem separados dos trabalhadorea livrea, debaixo,
da mais severa disciplina dos feitores e administrador
paaslo de una psra outros senhorios conforme a vonU-
da dos governsdores, supportio o mais cr tratamta-
to, a al a acoutea eilio subjeilos !. .. E qual, por-
tento, s diflerenca entra escravos e convictos ? A nica
difirenos, que echamos be, que os convictos lio Eu-
ropeos e Inglesas, e os nossos escravos slo am geral A-
fricanos....
Eis o odio profondo o entranhavel, que i escravidio
vota a humanisiima Grio-Bretanha ...
_________________________________ (De Braetl.)
Correspondencia s.
Sre. (eductores. Cbegsndo-me is asios o n. 37
do Diaiio-novo de 16 do crrante, deparei nelle coa
a assercio, de qoe, por consideraeoei a atleotoes de par-
tido, lenbo deixado de chamar,S juio algumaa pessou,
que devem afio eontoi, conloa i conloe de rtu;
e porque ests assercio seja em tedas as suss parles ol-
fensiva de meu crdito, como juix dos leitos da fesodi,
desafio os Redactores dsquella folba a apontarem o ne-
me dos individuos, i que se referem, sob peni dj pis-
caren, no conceitodos bomens rectos, por levianos, ac-
ceitindo preciptadsmente informa^Oei infundadas, ou
(13) Assim o ostra o mesmo T. Clarkson. En-
tre 19,050 importados psra a ilba Mauncia, lomead
05 erlo mulberes 1 E entre 30,538 lmente 3,159
erlo do sexo femiono Dos que forlo psra a Goyi-
na-Britanoice s 12 I
(H) O mesmo Clarkson o demonstra De 25,000
introdozidos na meama ilba em 4 annos morrrio
7,000. De 453. que lorio de Caleutti para a Goji-
morrrio oa viagem e estada 165, e chegirio i In-
dia na aua volta.depoia do termo doaseus contratos, ni-
camente 190.
(15) Citada representa(io de .IS de novembro di
1844.
(16) Citada Anti-elatiru Reprter de 19de mirto
deate anno.
M7.) drete of the,commiltee of the britiih an for-
eign anti-elavery lociety lo tti auxiliara and frtendi
Ikroughuut Greai Britain and Ireland i6 de fes-
reiro de 1845.
(18) Adris of the Berbice Min liuante lo thi pre
prietors, aitornrys, and managere of eslaiei i* '*
counte of Berbice 15 da outubro de 1844.
(19) O goveroador da ilba Mauricia o reconbeceosm
um despacho dirigido a lord Stanley ei.n 19 de deam-
bro de 1843.
(20) Pag. 219.
horaa, eneaminbavio-ae arainha-nili e o duque d'Au-j
jou para a casa de Rene, que, preienido cuino si
desta visita, baria preparado tudo para a myslernua c
periemoia.
I ex.
, Carloa abri oa ulhoa, c adroiroa-ae da preaenca poaaivel, mas para d'alji a cinco dias.
de sua rali. Jteeordandu-ee enllo, como depois deum Enlrctanlo i hora ooiivenoiuuada, nlo ha, asi
oiiliu, de todoa oa aeua rancoroaoa jiensamentos
Ab! aeiava, aenhora, diaae elle. Poiabeml diiei
ao voseo amado filho, ao voaao Henrique d'Anjoo, que
o negocio aera amanhla.
Meo charo Carloa, diaae Calberina, aeri para o dia
qoe quixerdea. Tranquilliaai-voa pois, e dorm.
Carloa, com ae ae conformara com eateconselhn, Ss-
cbou com erleito oa olhos; eCatherina que Ib'o havjaj
dado, eatsie ae fax para eonaolar um dnrnle ou urna cra-j
Maaaaaiiu que Carina ouvio fe-
Kntrou adianto Henrique d'Aajnu, que levara raanl-
leira e mascara, e ia envidio rm um grande capot*, so
proprio para de noite. Veu ilepuia u oiSi, que se uto
auubera que era o filho quem all a espera va, nlo o en-
altecer. Calhorina tirou a aua mascara u duque d Au-
jou pelo contrario conservou a aua.
Fiseateeata noite aaluaa ubiervacoe* ? perguntou
Catherina Rene.
Siiu. aenhora, diaae alie; aa reapoata doa asirosj
me exphi'ou o paaaadu. Kase por quem me interrogan
tem, como todaa aa penosa naacidaa aob o aigno aa cn-
cer, o animo rdante e de dan orgulh aem exemploi
he poderoso, lam vivido parto do um quarto da aeealu;
l liojo ha oblido daeeu gloria e.riqueaa. Sara '
meamo, aenhora
Tal.es. diaa^^JHBtJg..
Traten- neessnguc?
i-loaaqui.
< entrega* ao i-eromante umanneldeca-
dJHHbo, e fraaquinbo
Lue.
j tomoB o fraaqninbo, aacudiu-o para miassirar
ciiscai-i, =,...........- _~ ~r_:-~r~m~ -^-Lin.y. ,-. mho da cmara. Maaaaanu que Carloa ouvio fia- va eiou muito Mera, i-uoor
fe^L?^ -.C.tb.riM^fu^^r.b,^Po^oda.oo^U.t*e,
No quarto direita, ou por Outra, n *'r
crifioioa, havia um fugareiro aceao. lobre o qual faua-aelbem a febnoa e a aeroaidade, e denou oabir aobre a ia
vermelha urna lamina d^pdealinada a reprealar. por mina vermettia urna grande goua dessa carne *"'
arua fanualiuoa arabeacoa oa aucoeaaoa duajeairlo, aar-fqna torvauo meamo matante, e aeextravaaou logo
na d qual se conaullava o orculo; aobre o ,iiM|aa|aaHaJaaUeoa deaenhoa.
preparado o livro daa aurtea i e drame a noile, que^Bt^amVVb I aeabora, I o vejo toreer-ae conjatrow
via aido muito clara, podara Reno etludar marcha VTI res; ouvis como elle geme, como |de que o aocror
| veda cuma lude he aangue em redor delle i veeeeu "


orealumoiedorei. .ffirmendo tcienlemente ooonlra-
'- Deto, porm, diiwit Vmoe., e
no exerci-
rlo do que pnalo
ao publico, deqoem preso oconoe.to, <|M.
cio do meucirgo tenbo procedtdo conU. tooe oa sfefe-
doret di fisendi tem excepcio de petsoas, e ajudidp
nicamente do pouooi meiot, que no dlo.i leu; que
se hs devedorc di fisenda provintml. ou geni, que
nso tenblo ido cbamedot juxo, culpe nio he mt-
nhi mis de outras autoridades respectiva, oujo pro
cedimeoto me nio compele fiscalisar ; que le d'entre
.. exeouoe principiadle algumai exutem, sera a con-
ni,otii promovi, dotniodo no oartorio do fetoi,
,01 procuradora* fitcaea compre responder, e oto mim.
que, na qoelidade fc joiz.ootenhoootra obrigacio ie>
nio deapaafca eanlonn* le o requenmeoloi, que
piraiuo 'tttaren{ finalmente, que para maior
regoleridade 4o servico, prompto andamento desexecu-
c3et, facilidad* di cobnnet judicial, e infallivel en-
trada da dinbelros noa cofre* provineiaei, teobo leito,
[ieji-me licilo dize-lo ero proprii", maa obligada defe-
,i ) lodo quanlo o maia iocioeavel lelo pode obrar, di-
tigindo-me ja is reparlicoea liicses, ojia preaidencia da
provincia.
Queirio Sri. Redactores, dar publicidade no leu
jornal i ettet pouca llnhaa, que e deiiggrtvo pro-
prio, e para esclareoimenlo do publico, Ib* dirig- o
,pu conaUota lailor, eto. Jtronymo Almrliniann
igueiradi Mello.
S. C, 17defefereiro de 1846.
Sr$. Redselore. Appareceodo um anoaoaio.no
Diario, de Jos Fernando da Crui, aobre uaa asente,
Dio poeio raapooder eibalmeote ; porque olo li o dito
Diario, em que vem o annnneio, poia que um amigo
meu, meodando-o de Rio-Formoio para minbaeaia, o
portador deo-lb* fim em camiuho; porm, para que o
publico oio a* penuada que o meu ailaooio aoiorin
.calumnia do Senbor Crui por iaao, pan iprovei-
Itr um portador moa, qoe v*i eita prava, declaro,
qu* be fallo dilo aonuncio, e convido omeimoCruz,
a peaaoa, que oinformou. pan provaren.
Sra. Redaetore, quem nio aprecio iui conducta, co-
mo apreciara a alhaia ? No entretanto be celebre, Un-
cir qualquer peiioa, por urna pequeoa noticia o oo-
ine de oolra noa foihee faieodo-o odioao. Nio me
quaro oalendor eeipero ver o Diarto em que vero
til annuncio, para entio eiplicar todo o oegoco, e la-
ier ver doode aai eita auipeita a meo respailo : entre"
Unto recommeodo ao Sr. Cruz, que cuide no enorme
drdo, que cat/eaa e nio aeoocupe com quem com
ella nio tem relevoe* algumai
Queirio, Srs. Redactare*, trtmcrerer em ni lolba
alta rwpoila, em quinto nao me he poui*l di-la maia
cibilmente.
sou, etc. Manoel Galdino TVanderlty Lint.
Brejo-Novo da oomarca de Kio-Formoso, 11 de fe-
vereirodel84.
COMMERCIO
* i
Alfandega.
Rbnmmbto oo n 17................6:139j833
Detcarrego hoje 18.
Brigue-escuna americanoCumber/andfarinba, bo-
laiinba n banicaa abatida.
Polaca tarda Concordiapeen de cabos.
Consulado.
RENDIatBNTO DO DA 17.
Coral.........................
Provincial.......................
Dirai provincia.................
4:389*872
1:754*206
205*985
6:350*063
.11 o vi ment do Porto.
Navioi enlradoi no dia 17.
Londres; 64diai, polaca urd Constantino, de 197
tonelada! c.pilau Giuaepe Repello, equipagem
13, carga faiendas ; a Le Bretn Scbramm St Com-
panbia.
Genovt ; SOdiaa, brigue urdo Rota, do 167 tonela-
da!, capillo Filippe Semiglia, equipigam 10, car
gi cebolla! ; o Jos Saporiti.
fiavioe tbidos no intimo dia.
Ilio-Grende-do-Sul ; brigua-eaeooa brasileiro Btlla-
Virgima, capillo Matbiai remira, carga la I e et-
sucar. Cooduz 9 euravo* a entregar
S. Malbeui pela Itahia ; lamaca braiileira S.-Maria-
bta~Sorte, cipilio Urbano Jo** dni Santo*, earga
varioi geoeroa. Passageiro, licnjamim Coelbo de Ser-
pa Braodio e 1 eteravo.
wmmmmmkWkmakWk^kma+ukmkmm
TBEATfiO PUBLICO.
COMP'ANHIA ITAf.ANA.
Sabbado, 21 di fivi'reiro.
Ultima reprenntacio lyrict.
Em beneficio d Bartono
Jo&o Toselli
aer eiacutado o grande drama lyrico em 4 actos
ERKASI.
Esta opera ba e>efe-d'obra do moderno composi-
tor
Giuseppe Verdi,
e o beneficiado ludo esperi da generosidida deitc illui-
trado publico a da tjmpatbia, que aempre por alie lera
moalrado.
/'erionaoim.
Eroini, o bandido
1) Carloi. rei de Heipinba ,
D. Ruy Gomei da Sil
grioded llespanhi .
Elvira, la lobrinba .
roa da Ciu, a. 45, m can do Naicimento Schaeffer
._____,
Leoes.
Adoros.
0 Sr. G. Marinangelli.
OSr^ Joio Toaelli.
O Snr. Paulo Fran-
cbi.
ASr Marielta Mari-
nangelli.
O Sr. Giacomo Bonaani
Jago, escudeiro de D. Roy
Coroide mootaobeai e bindidos, civilleiroa, Seo. iceoa pusa-ie : >. acto, na raoniou'u.. do An-
dona, c no castalio de D. Bu; Gome* ; 2.*, no-meame
caatello; 3.'. em Aquigrana ; 4., em Saragoza.
O Sr. Noronha, por especial lavor, to-
car as variac5es intituladasAi Jess ,
se nao tiver partido a emba-cacao que o
deve levar para os Esatdos-Unidos.
Oibilheleaiaodem-ie em eaaa do beneficiado, jun
toao tbeatro, n. 11, e no dia 21 no boiiquim do tbea-
tro.
Principiar ai 8 Aorai i masa.
Avisos martimos.
Pira o Porto labe, com a maior brevidade a
barca Helia Pernambueana : Irata-ae para earga o pai-
i.geiros com o capillo na praca do Commercio, .ou com
o o. niigoalino Thomaz de Aq/iino Fomeea na ra
do Vigario o. 19.
m Vende-ae o patacho Conceicto de eomlruccio
braiilaira torrado da cobre. prompto a seguir vii-
gem para quulquer porto ; assim como 5 escravoi ma-
rojos, pertencenles ao dito navio : o* pretenderle* tra-
tem com Firmino Joi Felis da Rota & lrmlo na
ra do Vigari n. 23.
Para Liiboa aabe, impreterivelmeate no dia 20
do crrante o patacba^porloguez lieiiauracao ; rece-
be alguon carga miuda, aaaim como pisiageiros para
9que tem eieellentea commodoi : oa preleodentea tra-
tem com oa consignatario* Firn.rno Joa Flix da Ro-
za & Irmio oa com o capitio Aleaodre Jos Cor-
rea oa praca do Commercio.
Para o Rio-Grande-do-Sul uhiri, no da.25 do
correle o brigue Dtot-lt-Guarde capitio Manoe
Laizdoi Sanloi; rfcebe eaoravos a fretee.paiaigeiros
o pretendeotei dirijio-se a ra da Cadeia-Velba ar-
maiem, n. 12.
Para o Rio-de-Janeiro sihe, ateo dia 28 do
correte o hiate nacional Mara -Firmina : quem
fiiier carregar, ou ir de panagem dirija-aa a Jos
ntonio Baato ra da Cadeia do Recife, o. 34.
Para o Rio-de-Janeiro sabe, com a maior bre-
vidade posiivel o pataabo nacional Venut, forrado e
pregido de cobre : quem no mesmo quier carregar,
ou ir do pusigem para o que tem excellentea com-
modoi, dirija-se a Novaos & Gompaobia ra do Tra-
piche o. 34.
Para o Rio-Grande-do-Sul nbiri com brevida-
de o brigue braiileiro Indepcndente; tem prar;a pan
earga leve, paasageiros e eseravos a frele : os preten-
dentes trstem com Manoel Alvea Guerra Jnior, das
10 horas em diante, no armazem de oaboi do Sr. Frm-
cisco Mimede de Almeida, oo com o capitio Fructuo-
so Jos Pereira Dulra.
=* Para o MaranbSo legue, por toda esta semana ,
o patacho braiileiro Unido : pira cirga piaiageiroa e
eecravoaa frele dirijad se Giudino Agoitinho de
liarroi na pracinba do Corpo Santo n. 66.
=Para Liihnai com a maior brevidade o brigue
portugus Asesas, por ter a maior parte da earga : tra-
ta.se para ameima e pasaageiroi com o capillo na praca
do Commercio. ou com o coniigmtirio Tbomat de
Aquino Fooseca, roa do Vigario. n. 19.
A barc portugoera Etpirito-Santo asi para o
Porto, ateo dia 12 de marco proiimo: quem na mesma
quirer carregar ou ir de piiujem, pira o que tem en-
cllenle, commodoi. dirija-se a roa do Vigario n. 11,
a tratar com Fraaciieo Alve da Cuoha, ou ao ca-
nillona prici do Corpo-San|n.
= Para o Rio-Grande-do-Sul sal i ri 5 com brevida-
de o brigue Filit-Unito, e o patacho Lopor. quem nos
mesmos quiter carregar ou ir de paiaagem, dirija-se
s= Por despacho do Sr. doutor juix de orphSoa e
auienles proceder se-ha a leilio ai 11 horas do dis 19
do correte de urna taberna sita na roa da Madrc-
de-Deos ,. apprehendida por fallecimento de Jos Joa-
quim da Silva BairSo : quem qoizer lancar, pode alli
comparecer.
llavera leilio, quinta-feiri 19 do crrante,
nll horn da machia no armiiem de L Bruguire ,
ra da Crui, n. 1 por sntervenflo do corretor li-
veira de urna porcio de fazenda, como luvaa da te-
da gravatn agoa decheiro retroi, oaaimiraa, cha-
peos de sol eslampas, lencoi &c. eujai faiendas
serio vendida para lechar eootai com um capitio,e por
comequencia por qoalqoer preco que aa oflerecer.
Avisos diversos.
romo em turno do leu leito grande! cdmbatei ie prepa-
r.iii; nlhai, alli calSo na lincaa, nlhai, nqoi aa eipadai.
Sari ii" longo f pergunlou C.lherin palpitante
(leiiidiaivelrmncl'i, etuatendo a mo de Henrique d'A"
jni, que aguilhnado de vida cnrinaidide, ae debrucava
(mr rima da braaeiro.
RO pprotlmou-ie do aliar, ercritou orna arenga
ratialiaiica, com um ardor e convirc.lv que Ihe inrhavlo
a> ei*a das funtei, r llic prodolilo risaa cunvnlarira pro-
phrlioa*. raa irrmcirra nerru.ua, de que ae lomavae aa
aniig.i pyihiaa aobre a trpode,' e qne as penegnilo ata)
o Irilo da morie.
Ergueu-ae emfim, mnnnncinn que todo calara prea-
tea, pegou eom ama mi >' fraaquinho ainda qoa.i
cheio, con. a nutre noa cabello., drpoit orden.ndo a Ca.
Ilicriu* que abrase o livro avo aco, e deixaa.o enhir a
vina no priuieiru lugar, qno ae Ihe offereceaae, derra*
Du aubrr a lamina U'.co iodo o aangue e lanfou nal
l'riiai todua ui cibelina, pronnaciandu urna pliraae cal
aaliaiica dooipella de palavrai nubraicaa, daa quel ell
"amo urna a nio enlendia.
Detepetlte tvrlw o dnque d'Anjou e Catberin alrnr
u cadver enrollo eta-aen aarfario.
Oulra fignin que parele de mulher eilav inelinad|
aobre a prioieira. > .
A niraaai, lempo inflammrlo-ae oa eabellna, fistrud
un > rh.maaa, clara, rpida, aguda como urna hnguj
v*raeb.
Um anuo! etclamou Rene*, daqui a un aniin njir-
naa aer morto rale hornero, e lo um. mulher ehor.ri
.obre elle. Porm nio, li .(| ira eitremid.de dn lami-
na, anda nutra mulher que como qne tem urna enanca
noa braco..
Calhrrin. enrarou o filho, e apeaar de ter mli, pare-
ca perguni.r-lhe quero erlo cual duaa mulhere..
Malacnbnva, poroi. Rene, e ja o ac ae turnare tran-
co ; ludo ae hara gradualrnrnle apagado.
Caiherina eolio nbrin ao acain o livro e leo coro iui,
ruja alteradlo, nio obaiante tuda a'aua fprca moral, nio
"podia encobrr, n dialco arguinie:
F"i aaaim que aucrumbio
Qfl'em l.nto deo que temer;
E mai. cedo, a nio ter iio,
Viera elle a mor
Profundo ailrnrio reinen por algnan lempo em derre-
dor do braaeiro.
R para aqnelle que ..bel, jiergnnlou Clherin*
quaef alo oa aignae. done tan?
Florearentea romo aempre, arnliora. A nio vencer
o destino n'ama Inda de Deoa rom Deua, o futuro he
ni ui t rerlo para eaae hornero. Tadavia,...
Todava, que?
rfiTC das eairellaa que cnmpSrm a mi Pifiada eate-
t* dorante a. minhaa obaerv.fcWt cubera de um. nu-
vem Brgr..
Ah 1 piclarnoa C.lherin.. urna nurem negra... .
Haver* enUo algnma eaperanc ?
D. Mara Mairoquini de Jeiui Nazireno fitici-
ente ao publico, que pessoa alguma receba em paga-
mento de Joaquim Francisco de Alm ou de outra
qoalquer pesioa, urna ledra da quintia do 500j rs.,
SCC6U por o ot. Miguel ioii Lina "v'uinieiiej, por
isio, que havendo Jos. Ribeiro Boa-Vista recebido
dita lettra para a cobrar, como constado umasuacli-
reza, foi adir ao dito Alm, oqualnio a quer en-
tregar; e a tupndeclarada, logo que aoube, que i rafe
rida lettra tebava-ie em poder do meamo Alm, le
participante aoSr.Lourenco Jos dss Noves, correspon-
dente do Sr. Lins Waoderlev, para a trio pagar senlo
a aonunciante, do que ficou icienle.
= Quiota-feira, 19 do correnta, pelas 4 horai di
tarde, ni prica do doutor juit de orahios, ie hi de ar-
rematar, por vend, a parte, que a lallecidaD.Catharini
Rita de S. Jos ttnha na can de ttenodare o lotao da
ra doFagundei, n. 39, a requerimento de teua her-
deiroi, pan pagamento doa credore da mesma; coja
casa lo i avallada em 11:000,000 n. tendo a viuva
8:331,247 rs.: timbem le vende a ootra pirte, que
pertence a doui beroeiros.
O NAZARENO N. 4
eiti a venda ao meio dia na luja de liaros da praca di
Independencia ni. 6 e 8 ; na ra eitreite do Rosario,
casada t', e na typographia Nazitena, roa da Flo-
rentina n. 8. Traz artigoi divetlidoi, necrologa de
Antonio Jos Fernandei Nobre, e reipoita ao D. -novo
deante-hontem.
O LIDADOR.
O n. 84 acha-se a venda, na praca da Independen-
cia, livraris ns. fie 8.
Joaquim Lopes de Barros Gabral,
professor de desenlio, e pintura, partici-
pa ao publico e aos seus discpulos, que
tem aberto a sua aula desde as 9 horas
ale as 2 da tarde para os que se quizerem
dedicar a esta arle.
PRECOS DAS MENSAMDADES
Desenlio....... 6? 000.
Archileclura .... 68000.
Pintura a oleo .... 8'ooo.
- Alugs-se um eseravo boro padeiro. por preco
eomtnodo ; na rui das Trncheirsi, 46, primeiro
andar.
OSr. Honorato Jos de Oliveira Figueiredo
dirija-se a ruado Kangcl o. 11 a negocio de seo
ioteresse.
Di-se dinheiro a premio com peo.hores, mesmo
em pequenn quaotiai ; ni ru do Riogel, n. 11.
Aluga-ieum sobrido de Um andar 10I10, pin-
tado de novo proprio para pequea familia ; na ra
da Priie n. 74.
Precisa-le de urna ama para todo o lervico de
urna casa de pequea familia ; ni rui da Pnii, o. 74.
Tendo-se desentoldo nos armaiens di alfande-
ga urna eitraordinaria qoantid.de de copim sabido
do centro da ierra e nio ie tendo podido extinguir,
apeur de continuad applicardes de veneno, o arrema-
tante da capataiia convide a qualquer peisoa que iii-
baeitingur esta praga para vir fnzer applicacio ou
eniinir que pagu o que leijuilir, faiendo o efle
todesejado; advrrtiodo que o copim appirece do
chio e quindo le lira o objecto, em que est em
pouco lempo desapparece pela trra sem deiiar vestigios
de alli ter etistido.
== Precisa-se de urna ama para cita de um hornero
clleiro que iba coiiohar coser 8 cngonssr
quem eitiver neitis circumitincias, dirija-se ao pa-
teo da matriz de S. Antonio coebeira n. 3.
Precisi-se d um foroeiro que eotenda bem de
msssii, para tomsr coota do tarrico de rima ptdar: I *
quem estirar neiUs circumitancus dirija-se a ra
larg do Ronrio, o.*28,1 fallir com Jos Pedro de
Alcntara.
Urna pessoa de saber e cipicidade e que ja
tecn pratica de eoiioo propOe-ie 1 dar licet de pri-
meirai lettrn, grammatica nacional e musios pelo
melbo r melhodo poiiivel, em em de iui residencia ,
ou em ditas particulsres, iliincindo o bom aproveita-
mento. A peuoa que 10 quier utilisar de leu pres-
umo dirija-se a ra Bella o. 11, que achira eom
quem trstsr.
Precisa-se alugir um moleque de 12 annos para
cima : quem tiver, dirija-se a praca di Independencia,
0. 2.
Perdrio-se duss ipolices do tbetooto de ns.
20 e i 1, di quiotia de 400# rs. esda urna a unidos al
meimai dous eonbeeimentos sendo um da qusntia
deOOiri. eoutrode40j rs. documentos este que
O podem servir ao seu propietario, por depender
das precisas lormalidadrs que exige a lei : roga-se a
quem 01 ichir de fuer o favor de entregar na joja de
fateodii, n. 57, na rui do (ueimido quesera gra-
tificado pelo seu proprielario, Jos Antonio de Oliveira.
Antonio Gomes Moreira Jnior, retira-* para
Portugal.
Aluga-te por preco commodo urna boa a af-
ielada casa oa ra imperial n. 137, com duat salas ,
6 quartos, coiinba fura copiai quintal murado : a
tratar na ru. Bireita n. 82, primeiro andar.
= Arrendi-10 um litio com asa coquelrot e ou-
tras ariorei de fruto, annual, ou te acceta urna easa pela
renda do dito litio: conforme o negocio, reitir um oa
outro, no lugar da Boa-Vingem: a tratar na ra Impe-
lial, confronte a matriz o. 18.
Eogoromi-ie roupi com perleigio e por proco
commodo : na ra da Moeda n. 29.
Preciu-ie de um ciiteiro para um novo eatabe-
lecimeoto, que teja pessoa capas: na ra Dinita ,
n 9.
O Sor. Antonio Joaquim filho de Catbarioa
Mara do Niicimeato diriji-ie a rus do Crespo a.
i para receber urna caris vindi de iui familia do
Portugal ; julga-se que o meimo existe em S. Ailo.
OSr. leante, que veio de umi dis provin-
cias do Norte queira vr pagar 20}' n^, que ficou ret-
undo de comedoriat, te nio veri o teu nomo por ex-
terno .
= Precn-ie de 1:500 rs. a premio de um e meio
por cento por lempo de 6 mezes dando-ie por se-
guranza una boa caa terrea livre a desembarazada ;
a fallar na ra dasCruzes, n. 40.
Digo eu abaixo asiigoido quej que nio ta-
nbo dinbeiro para ter a roioha liberdade : peco a Deo,
que todii aquellas peatn, que preteodem lubternr-
me oio posiio morrer tem me pedir perdi. Deoa olhe
para quem be innocente. Mano*! Voriisimo Alvtt
de Mello.
Precisi-se de um eaixeiio pata venda o que
insnce tua conducta, e te nio tiver muiti pntica, ten-
do o man que te exige tambem lerve : na ra larga
do Bonrlo venda da eiquina coofioote a igteja ,
n. 52.
= A pettoa.que precisar de um boqiem brinco ,
cuido, quo enteqde bistsnto doadministndor e ei-
tor de engenho diriji-ie a ra do Queimado, loj
n.13.
Seve &. Irmio fisem publico que deixou de ter
teuciixeiro, deideodi lo do correte, Joi de Al-
meid NuneiLimi.
= (uem sppreheoder um prelo de nomo Atbina-
to, crioulo de idade de 30 aonot, leve a Joto Du-
boii, oa rui doi Quirleii, que reoompeneara. ,
=0 absixo ssiignido deixou de ser csixeiro dos Srs.
Seve & Irmio, desde o dis 15 do correte.
Jote de Almeida NunetLma.
Agencia de passaportes.
Na ra do Collegio,botica n. 10,eco Atierro da-
Boa-Vitta loja n. 48, tirio-ie passiportei para dentro e
fra do imperio, atiim como despachlo-se eseravos: ludo
com brevidade.
Dio-te ROO* rs. a juros com bvpotheea em
urna caa, cojo iluguel fique peloi juros, oupenhores
de ouro : na ra larga do Roiario venda o. 21 que
laz eiquios para a travem dn Cruies, se dir
quem di.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olinda.
Nio tendo sido poesvel eflecloar-se no dia 30 do
prximo lindo mes o andamento das rodas desta lotera,
como le haviaannunciado, por existir ainda por veuder
umerescido numero-de bilhelet, cujo valor sobe a pou-
co mas de metade da lotera, o que te deve altribuir
contmuaeiu do paitamanlo da feta ; declara o respecti-
vo tbeioureiro, legilimmente entorilado, que tem
tracterido pira o dn 26 do cortante mez o sobredi!
andamento, bem convencido que, no eipieo de tempo a
decorrer it ene di, 01 amadore deite jogo eoocorra-
110 a prove-se de bilbelesoos Ingiret j publicado!.
Do quem fallail voi, aenhora ? perguntou o duque
d'Anjoo.
Cathrrina lernu o filho para longe da lu 10 fugareiro,
e falluu-lhe era rosbaixa.
EntreUulo, hari.-ae Rcn ajoelbido, e lu da ch.aa-
ma ohaervara a ultima golta de aanguo, que ficra no
fundo do fraaquinho, a que elle derramara na palma da
mo :
Eatranha conlradirrln I ditia ella, ito pro, nulo
pouco aolidee lio oa tralcoaunlioa da loiencii aimplei,
que pr.ticlo oa lioment vulgar. Para outro qualquer
que nio eo, para 1110 medico, par. um aabio, pira o pro-
prio me.tre Ambrsiu Par, eri. .ate langue lio puro,
lio fecundo, to cheio de forf e de lucooa auim.ei que
permiltiri. longo, annoa de exialencia ao corpo de quo aa-
liio ; o todaria todo cate rigor deve draappnrecer oui bre-
ve, toda eata vida deve exiinguir-ae ante, de uro auno!
C.lherin. e Henrique d'Anjou linhlo-ae v. liado o ei-
eulnvio. olho. do principe brilhavlu tr.vi da
rnaicara.
Ab! continuon Rene, he que aoa ubiot ordinario!
l u preaeotc pertence, ciuquanlo quo a na ii pcrleo-
ce e piaiadoe o futuro.
Coro quo enllo, perguntou Catlierina, perailtia ea.
crer que elle morrer anlr. de uto anuo?
To certo como miamos aqu irea peaao. iven-
lea, que um dia repuntarlo por sua vo no tusBiilo.
Maa voa dilieia quo o laoguo era pury ^JatOOaWo,
queaileaangdpromcllia una longa rida.
_ Siru, aa aa oouiaa .eguiaeaa o mu corto natural.
Nio pede, poriu, acontecer quo om aeoid*nte....
Ahfaim, ouvii, diue Catberina a Heanquo, m
occidente..... .... a...
_ *\ideroimldinoeite, anda maior raUo pira fcear.
_ Oh I quanto a iuo, oio pemeia mala em Ul, na
""o^quevoltou-ie entio pira Reo, o diifarcmde a
ves, di?:
Obrlgado, toma eita bolla.
_. Vinde, conde, di.ae ClheriM. dmdo .0 Blho um
Utolo que-II. olo tinha, ato da descoacertar a. con-
lecturas de Rene.
VaX -inh. li. be- ved.., *m bW.i um
a.cideBle!....o.eeate accidente aoontecer. eu nio mo
"harei oraaentat aaiarei a q.iroeeU. lagoaa da va...
_ Qualrocenlae lagoa. xaaant.s. em o.lo das, mea
Sira m.s quem aabe ae ene gente me dentar voU
lar! Porque nio hei d* eu poder aperar, minha rali.....
_ Quem aabe, diaae Calherina, a* esae acoidente do
qne Rene falln, nio be o que po dead* hontoni a el-ret
n'uro leilo de dr? Eacntai, meo Ribo, enlrai por l, que
o vou paaaurprlo objmalrodo Agoaohoii a minha co-
ojilira eppera-rne neaie eonveato. Ida, Uenriqae t ido,
e guardai-vo. de irritar a toeeo iraaio, aa o virdee.
(Ceat.itiar aa ka).


Aluga-se ama caa terrea na ra da Soledade ,
muito larga e repartida a moderna,, eom dun salas,
fiquarlos, corredor ao lado, cozinha Tora, quiota
murado e oatro cercado, cacimba com muito boa agoa
de beber : a tratar oa ra da Aurora n. 58.
AlugSo-ae dous andares e um gran-
de armazem na ra do Trapiche com
maito boa vista para o mar e muito fres-
cos : a tratar na ra da Aurora, n. 58.
Aluga-se o segundo andar do aobrado da ra da
Peona a 31, muito fresco por preco oommodo : a
tratar pa rneima roa por baixo do.sobrado do coronel
Joaqun Bernardo. *
= Quem quizar comprar, ou tomar conta, por so-
ciedade, de urna padaria, tita em muilo boaa lugar de
negocio, o com todoi o> uteniilioa necesario, e quni
novos, com bons commodos para morad a na meama,
pode dirigirle a toa da Gnia do Recife, cata n. 7, por
Sima de um marceneiro, a tratar como Iba oonvier: pc-
endo taro negocio vanlajo*, fot querer o dono mu-
dar de esttbelecimento.
Compras.
= Csaspra^se ws preto da cia ogoia que se-
je ponente, e que nio tenba vicio* ; paga-ae bem : na
Yenda da esquina da Penha por beizo do sobrado do
coronel Joaqoim Bernardo.
Compra-ie um compendio de potica por Freir
de Cirvalbo; na roa cj Graspo n. 10, primeiro ast-
ear.
Compr8o-*e dous grandes baaeos do assantar ;
pigao-ae bem : na roa dos Qaartei* a. 11.
Compra-se urna negrinha de 10 a
i/| annos, que seja de bonita Ggura, pro-
pria para mucama ; igualmente um mula-
tinho da meama idade, que possa aerVir
para pagem : na rtia da Otu, n. Qo,
primeiro andar.
m Compra-so um casal de rolas de Angola, ou ama
so sendo macho i na roa Velba n. 61.
Comprio-se esc raros mopos com oficio* ou aero
elle: no lim da roa da Aurora a. 4.
tadas, as mais superiores que be possivel, a 4200 rs.;
ditas de urna largura, a 1000 r*.; lencos de .oiim os
msis aaseiados a 2880 rs. ; ditos para meninas, a 610
rs.; as mais asseiadas mantas deaeda ; bales de lia e
sede ; e oatras coaitas lazendas baratas : na roa do
Crespo loja n. 12, de Joi Josquim da Silva Mala.
= Veode-seum cavado ruco grande muito bom
passeiro carregador e esqoipador; na ra do Cres-
po n. 10, primeiro andar.
=s Vende-so ssl estrangeiro a bordo: a tratar eom
Leopoldo Jos da CosU Araujo na ra da Meeda,
o. 7.
= Vende-so superior farinha de S. Gitbarina ; a
bordo do brigue Nro fuadeado defronte das esca^
diobas. .
= Vendem-se 4 eeoravos mocos bons para tra-
blbo de campoe de.praet} um dito ufflcial de earpi-
na ; dous molatiohos da 10 a 12 annos; Um moleque
peca, d* 18 tono* offieial de allaite e bom pagem ;
um prelo de tneia idade por lOO rs., bom para ira-
balhar em um sirio ; 4 eterav*, urna engomma e eo-
sinba bem ; duaa ditas quitsndeiras ; urna mulatiobs,
de 14 annos eom boaa principios de habilidades : oa
ra do Crespo, o. 10, primeiro andar.
==Vende-sea venda da ra da S. Cruz, n. 5, a di-
nh'ftiro Ah a nrato oa ssdc: > luuade
uu mi ai-
Vendas.
Vendom-se os seguintes romances novo*, tradu-
zidos e impressos na cidade do Porto ; cada um por
400 rs. : a Joven Siberianos ; o Paeh de Boda, con-
t suisso ; Connemara, ou urna eleicio na Irlanda ;
A voz de sangua ; a Noute de 8. Silvestre cont suis-
so ; Colss coito suisso; o Filho de Titiano; as Duai
Amadas; Igaei de Lss Sieras; Adonis ou o bom ne-
gro ; Trilby, cont de Garlo* Nodier: na prsca di
Independencia, livraria, ns. 6 e 8.
= Vendem-se varios cavados entre ellos urna fa-
mosa parelha de cavados grande* e gordos, e igualmente
um carro de 4 rodas, com os competentes arreios, tudo
em bom estado ; em casa de Luis Gomes Ferreira ,
no Mondego.
Continulo-se a vender chapeos fiaos de esitor,
a retalho ; na roa do Trapiche-Novo n. 5 casa da
Jlo Stewart.
= Vendem-se charutos de ptima quelidsde, e msis
em conta que em parte alguma em porelo e a reta-
lho; na ruada Praia, n. 31.
AOBOMGOSTO.
=Vende-se por muito barato prego, urna rica toa-
Iha de bretanha toda aborta de lavarinto a polka ; na
ra Vaina, h. 101.
ATTENCiO AO BOM!
= Vende-se (srinha da trra muito boa o torrada ,
para mesa, a 6j rs. o alqueire velho bem medido e
caeulado ; um cavado gordo e novo bom andador L
sellado e prompto ; na ra do Bangel venda o. 60.
Yende-se um uniforme completo
para ollicial da guarda nacional, sendo
o telim proprio para o quarto batalho, aa-
sim como um mui lindo e rico par de dra-
gonas para offieial de fileira da mesma
guarda nacional : quem pretender ditos
oHjctos, procure na Boa-Vista, ra For-
mosa, quem vira para a travessa do Mar-
lina, que achara com quem tratar.
= Vende-se guano ; no armazem 0. 44, roa da
Alfandega-Velb.
Vende-se urna negra boa lavadei-
ra, e soffrivel cozinheira : na ra da
Cruz, n. 6o, primeiro andar.
= Vende-ae urna bonita escrava de Angola, de 18
annos sem vicios nem achaque* ; na roa eslreits do
Rosario botica n. 10.
* Vende-se om torrador de caf, em bom uso ; na
rae da Senralla-Nova n. 4.
= Vende-se um moleque crioulo, de idade de 20
annos, pouco maia ou sueno*; na ra da Moeda ar-
mazem n. 15.
Vende-se cal virgem em barrica*, chafada pro-
lienanrenfe por preco com modo ; na rae da atoada,
armazem. o. 15.
=Vende-se um moleque de Angt>ia de B a 20 an-
nos de idade d boa ligura, sem vicios nem achaque*
de qualidade alguma he boro comprador, e coiinhs
bem o diario de urna casa ; urna presa de Angola da
18 s 20 nao* nio tem vicio algum cotinba bem o
diario de urna cas* he boa Isvadeira de sabio e var-
rella engomma liso eolende de bocetaira, e he mui-
to fiel ; uaaa ditecr.oula moca de boa figura .boa
coiiabcirr tanto de forno como de Cogi, cose besa
chao engomma sofhveranenU e he boa refioadeira dito novo a 4* r*.; saecaa eom farinba de Mag ,
de asaucar: oa roa do Crespo a. 12, a fartaf com Jo- 8/rs: oa ruada Cadea de S. Antonio deposito da
s Joaquim ds Silva Maia.
Vende-se Um sitio n estrada de S. Amaro para
Bef*as com cblos proprios boa eaaa bastantes ar
voredos de fruto trra para plantar, pasto para 4 rac-
caa de leite : a tratar no mermo sitio paasando a pon-
te, que ai para Belem primeiro portio do lado di-
reito ou na ra do Livrameoto o. 28.
== Vende-ae a a ais superior sarja beapasahola pe-
Jo barato proco de 2560 n. o corado; casimira* oofoa
?o* oj ssdss >
prador : a tratar na mesma venda ou na mesma ra,
as Vendem-se dous ptimos pianos ingleses, de
muito boss vozes e construccio por preco commodo;
na ra do Crespo loja n, 4.
Vende-ae muilo superior potassa
da Kussia, em barra pequeos, pelo mo
dico preco de a4 r'8 a l'br : na rua do
Trapiche, armazem de Jos Teixeira
Basto.
aEva fajrioa do* eagenheiros e meebinista* M.* Csl-
lom ft Compendia rua do Brum, nt. 6 e 6 veodeai-
se moeodas deeaona, de diverso* ttmaanot, para agoa,
ou aoimaea; e tambero se concertio por preco com-
modo. Na dita fabrica ignalmeate ae recebem encom-
mendaa para mandar vir teda a especia de machinas da
roelhor e maia moderna comlrucclo.
=s Vendem-se moenda de ferro para engenhos de
ssiuoar, para vapor agoa a beatas de diversos lma-
nnos pos proco oommodo; e igualmente taisas de
farro coado o batido de todos oa tatnanhos : na pra-
ca doCorpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmen! 4
Compaohia ou na rua de Apollo armazem, n. 6.
- -- Vendem-se as melhores sarjas lar-
gas e hespanholas, por pre<;o commodo ;
na pracinba do Livramento, boje rua do
Queimado, n. 46;
-= Vende-se potsssa americana, ltimamente che-
gada em barra grandes e pequeo* ; lenco* pretos,
de seda da India ; aelim preto de Macio ; velas de es-
permaeete de 4, 6 e6 em libra ; cera amarella ; al-
godio grosso para sacos ; tud por preco commodo :
em casado Matbeos Austins&Companhia na ruad*
Alfandega-Velba n. 36.
Vend-se um vioio de muito boaa
vozes, e urna chapeleira ingleza de couro,
e muito bem feita ; tudo por barato preco:
a fallar com o Sr. Thomaz Dias Souto,
rua da Cruz do Recife, n. 6a.
Vendem-se garrafas grandes, com
agoa de Cologne, chegada ltimamente
de Franca, e pelo moderado preco de
2s'4oo rs. cada garrafa : na rua do Cres-
po, loja nova n. ia, de Jos Joaquim
da Silva Maia.
Na rua do Crespo, loja nova n. la,
de Jos Joaquim da Silva Maia, vendem-
se as adiniraveis e bem acreditadas nava-
Ihas de 390 da China: estas navalhas teem
a vantagem de cortar o cabello sem offen-
sa da pelle, deixando a cara parecendo
estar na sua mocidade. Este ac vem ex-
clusivamente da China, c s nelle traba-
Iho dous dos melhores, e mais abalisados
cutileiros da nunca exeedida, e rica ci-
dade de Pekim, capital do imperio Chim,
ATJCTOR SBORE.
N. B. He recommendado o uso deatas
navalhas maravilhosas por todas as socie
dades das sciencias medico-cirurgicas,
tanto da Europa como d'America, Asia, e
frica, nao s para prevenir as molestias
da cutis, mas tambem como um meio cos-
mtico.
= Vende-se Iones* vidrada de todos 01 tsmsohos,
jomo sejio: algoidares, boioe aova manteiga ou
doce, paneilas, caetrelu com cabo proprias para for-
ao vasos para florea, servidores, tudo barato : na
rua do Encantamento armazem ao p da cacimba.
Vende-se a trramente deum oflieiil de marce-
neiro e algumas obrss principiadas, proprias pira
algum principiante por se vonder tudo barato : oa
roa da Msdre-de-Deos n 9.
MUITO BARATO.
=Vende-se um pequeo sitio a roargem do Capi-
baribe com cata de vi renda eoqueiros e trra fiara
plantar alguma cousa, agoa de beber muito fresco o
dettrttfugamoHobem feitss, um resto de csrne pa-
ra escravos bezerros sorrsdos, iriuil bons; na mi
da Cruz, no Recife n.24.
== Vende-se por commodo preco urna merqo.
zadeeondur duas banquinbasde jacarandk e o
babu grande bm pl, tudo em muito bom uso; 01
roa do Sebo, n. 6.
= Vende-se orna pteta ; na rua da Cruz, venda n
26, de Luis Jos de Si Araujo.
Vendem-se ume corrente, 6 nnelOes, 3 relogioj
3 pires de brincos, 5 Iraneelins de ouro colheres d
prata dun eaixSs de prats para rap e ontral obras
moderna*, por commodo preco ; prsto* rasos e fBn.
060
800
640
640
640
640
640
1000
720
200
Vende-se, na rua da Cruz, n.
60, primeiro andar, cera em velas,
recebida. directamente de urna das
melhores fabricas do Rio-de-Ja-
ueiro ; he de ptimo sorlimento,
e por preco mais barato do que
em outra qualquer parte.
Vende-te milho velho a 8500 rs. o alqueire ;
farinba n. 10.
Vende-se um preto erioalo de bonita figura ,
muilo moco e sem chique*; mi cebra, tambem mo-
ca cosiobs bem o diario de ama caaa lava bem d
varreda e sabio ha de boa conduela e sem' vicios
nem achaques: na roa do Queimado, a. 39 caaa de[
Antonio da Silva Gusmio
i mai* proporcSes se diriO ao comprador: na rua de
Agoat-Terde*. n. 21.
a-> Vendase um afelio ruco da bonita figura ,
eom todoa oa andares, at meio ; oh Cinco-Ponlsi,
n. 7!.
= Vende-se um atuvo boto cortador de carne;
na rus do Pdre- Ftoriinno, n. 03.
*" Vende-se um moleque de maito boa figura ,
bom offieial de sapsteiro e proprio pira pagem ; ama
preta de 20 annos, pouco mais ou menee, boa la-
vsdeira e costureira cha tambem de boa figura ; am-
bo; es vicies nsa chaqus : s ras ds Csdsis ds
Antonio, n. 23.
Fsz-se publico que de boje em diente e para
sempre se vender sebo de rim de boi, a 160 rs
libra, eem porcio maito mais em conta na ra dos
Qaarleis, n 11.
Vende-se, na fabriea de licores de Fre-
derioo Chaves, no Aterro-da-Boa- Vista,
n. 26.:
Ago'ardente de Franca caada
Dita do Reino
Dita de anis
Dita de canalla a
Di la de eravo a
Dita de lima
Dita de mil florea
Espirito de viobo a
Genebra
Dita embotijada
Licores de todas ssqoslidades e todos os preco*, eom
ricas tsrjat,
Cbaropes finos para refresco* a da verdadeira reti-
na de angieo muito bom para ai moleslisi de paito.
Mechss phospborica em macos de 100 150 a
20 ra. cade maco.'
Chocolate de pnmeira qualidade de saude bau-
nilba e canella a 100 rs. a libra ; dito fef ruginoso ,
a 1000 rs. a libra e a quem qaizer comprar em arro
bas ae dar por preco muito commodo. Para maior fa-
cilidade dos compradores acba-ta om deposito de
chocolate na roa da Cadeia loja de chapeos n. 46*,
de Candido Jote de Sales.
Vende se, ou permuta-se por casas
terreas ao* 3 bsirros do Recife, om armatem grande de
pedraeeal, com 50 palmo* de frente, na rua de Apol-
lo no Recife n. 80 da parte da mar, com mui-
las proporcet pars se levantar um elegante predio e
com desembarque no fundo proprio para algum es-
lecimeato, que se quizer per, por sertsmbem de esqui-
na, e por se Ihe poderem abrir portas o janellai no oitio
da parte do Norte ; e juntamente com o mesmo predio
vendem-se 2 canoas da agoa, loOva e a outra em bom
uso ,2 ditas abortas e grandes, e 5 escravos canoeiros : a
tratar na ra da Sentina Nova, venda de Jos Pereirs.
= Vende-se cenJ nova por prego mais commo-
do do queert outra qualquer parte ; no caes da Al-
fa ndega, armaiem n. 7, de Dias Fereir.
= Vende-se um eicravo robusto e maito posssnte ,
por preco commodo proprio para o servico de agricul-
tura ; atrs do thestro velho ,0. 20 segando an-
dar.
= Vendem sedos bonitos rcolecotei, sadioi esero
vicios; na rua da Cruz, n. 3.
=3 Vendem-te dous casaet de pombos de Lisboa,
sendo um dito de cauda de leque, e todos muito boni-
to* e dio-ee barato* ; na rua do Aragio n. 25.
iarot baralu.
= Vende-se a Solido 3000 rs. ; Jess Chrislo
peraole o secuto, 3000 rs.; Tenue de* livres, 2000 rs.;
Tratado de operares de cambio 2000 r*.; Aritbme-
tique e analvte logique 2000 rs.; Defense de la in-
rale oatholique, 1000 rs ; Telemaque, 2000 rs. ; Mr-
quez* de Pontaogee, 1000 r.; la Vision de D. Bo
drigues por Seool, 1000 r*. ; Partida dobradt*. 1000
n.; historia de Napolro com retrato 1000 is.; Pas-
cal Bruno, de Ales, buenas lOOO rs. ; Duchesie de
Monlmorency, 1000 rs.; Colonie Cbretienne, 1000 rs.;
tudo novo e encadarnado : na rua do Collegio, botica,
n. 10.
mm Vendem-se 4 moradas de casas terreas de ama s
agoa, novas, sitas ooeCoelbos, oa rua do Jasmim; to-
das esli junlsi, se vendem por 8:800* rs. e rende
cada urna 7000 rs, mensaea ; tsmbem se vende cada
uro* de per si: na rua daa Cr zea, n. 40.
Vendem-se o* mai* lindo* moderno* cortea de
cambrai* de listras militada de corea, a 3800 rs. ;
dito* de cambraiai pintada*, a 2 ra. ; ditoa de c**-
ta-chitss a 1600 rs.; casaa-chilaa de astelo cacuro,
com 4 palmo* de largura a 160 rs. o covado ; chita*
de coretfixee, moderno* padrbes, a 120,140 e 160 r*.;
pecti de ganga amida India com 14 corados, 1600
rs, ; as mais eonbecidas brettnbas de, rolo, com 10 va
us a 2000 rs ; ditas de puro liobo com 6 veras, 1
3500 rs. ; dita com 25 varaa, a S rs.; superior me-
rino preto de duat largaras, a 2000 rs. o covado ; dito
verde escuro, a 1600 rs. ; crep preto de pura lia
proprio para batina de padre a 1000 rs. o covado
meias casimiras de qoadros a SW rs, o covsdo ; di-
ta* cbinezai, a 480rs.'; gollss decembraia bordadas*
agulha a 400 rs. ; ditss de fil de linbo, a 1600 e
2000 rs.; mantas de fil de linho brencas a de core*
a 2000 n. ; ditas de cambraia adamascada, a
r*. ; ditss de lis, proprias para meninas, a 600
alegre eom estrada pela Paaaagem a pelo* Afogados; do* a 880 r*. a dalia ; copos a 100 e 120 rs. ,"
' outros muitos objectos por preco eomnot|o: na ro |]0
Rangel, o. 11.
.2= Vendei** nma casa terrea na raa o
Boa-Vista, por**Jinmodo preco : a'trata
noel Jos de Hdgilbles Bsito.
= Vende-se ou loga-ie una canoa acal
novo, propri para familia com bneos de l
ni rui da Praia n. 74.
* Vende-se om seltim em meio uso eom todos es
msis preparo* ; na rua da Praia 0. 74.
Vendem-se rices fita* para cinteiro a 320 e 4o0
rs. s vsrs; se riaMla Brwi-VSil* Ii 5. g
Vende-se um vioiSo de muito bois
vozes, e urna chapeleira inglesa de couro
e muito bem feita ; tudo por barato pre-
co : a fallar com o Sr. Thomaz Dias Sou-
to, rua da Crui do Recife, n 6a.
Uoje, pelas 10 bons dt mtobit, te achira 1
vende oa rua da Cadeia junto a cochait* do Tho-
maz urna vacca Giba do pasto, boa leiteire, por hueco
commodo. .
Livraria da esquina o Coilijio.
PubiieafO nova $ Lisboa em porlngaez agro
corralo. Manual dt etviiidadi 0 d* iifetie oroio
deestampai, para uso da oioeidadi portegaei* a brs-
ileira, pelo cavalbeiro ***; obra impressa com toda
nitidez oa lypographia do Panorama em 1845 1,
conlm prefacio obtervacet geraes sobre etiqueta
capitulo 1.* introdaoces a preteatecOes ; 2.' orlas
de introd. e reeommendacio; 3.' estamentos; 4.'jia.
tare ; 5.* Iibequistas ; t." fomentes ; 7.a traje* e rio-
das da horneo; 8 dito* e ditu de senioras; 9.1
baile*; 10. converaacdei;; 11. visitas ; 12. jogos; 13.
theatroa; 14. Intrnenlo, 15. braslo ; 16. honra
fnebres psames e loto. ConclasioPenssmentoi
e maiiaaaa.
Escravos Fgidos
1200 eamii brinca ; julga-se que elle ..
uu ra. ; Dunda por ser alfi nucido e te'r sido eserivo de l>.
atoalbado de algodlo a 320 rs. a vara ; guardanapos Liberata ou alias s* lera escondido em algum asta-
de linho 38(10 rs. dsia; riscado* escaros par leiro dess praia* do Recife, do que tem pratm
VesMie-se e venda do pateo do Carato a.
m ptajtoa luodo*: a tratar na mesma venda.
escravos, alBrs. o covado ; algodio grosso ameri-
cano para 0* meamos 220 rs. vira; e outra mili-
ta* faienda de linho, *ed* e lia de bom goalo por
f preco Nrato t na rua do Crespo loj* n. 10, de vio-
- Desappareceo, da caaa de J. J. Tasso Jnior
um moleque orioulo de nome Marcianno, vindo pr-
ximamente de Cear de idade de 6 annos, poseo
maia ou menos olbos bastantes grandes; levou ca-
misa de algodio luj* de csrvie e comprid* : quem o
pegar, leve ao dito Tasso, que recompensar;, e proce-
der com todo o rigor da lei contra quemo tiverocculu,
Fuaio, na madrugada do dia 7 do correle, di
aidadada lioda, urna parda de nome Cotroa pare-
cendo branca por ser bastante clara cabellos corta-
dos e corridos estatura mediana, nio mal parecida,
olhos preto* e grande* sobrsnrelhas grossss, con
falta de dente* na frente peitos grandes pis b2m
regulares ; em um dos ps tem urna pequea ftida en-
tre os dedos, que nio 1 deiiava andar bem ; o dedo
do meio da mi direila, na ultima junta,"he defeilnoM
de urna panaricio; representa 20 a 22 annos de idade;le-
vou alm da roupa do corpo, urna trouza com um ves-
tido de chita novo e algumas camisas sendo 3 de ais-
dspolio fino anda em folha e 15' rs. em cdulas:
quem a pegar, leve a sobredita cidade de Olinda 01
roa do Passo-Castelbnno caa cootigua ao thestro,
ou 00 Recife oa rua da Aurora n. 12, qu trl ge-
nerosamenle recompensado.
= Fugio no da 5 do corrente do engeoho Li-
moeiro fregueiia de Agoa-Preta um esersvo criou-
lo, de nome Joaquim, fula, alto, chelo docorpo, quei-
zo meio pontudo p* grandes e grossos andar meio
pesado por ter tidouma fstula na cocha da perna n-
querda reprsenla ter de idide 20 annos : quem o
pegtr, leve ao meimo engenbo ou nesta praca, oa roa
da Gloria ero caaa de Mara Francisca de Canalbo
Paos de Andrsde quesera generomente recompen-
sado.
= No dia 14 do corrente pelas 10 horas ds an-
ubla fugio do abaizo assigoado uro* preta erioul* 1
de oome Mara, que foi eterava do Sr. doutor Jsnsto ,
morador em Olinda de estatua man que regular,
bem fallante e sooca ; representa 26 anoos de idade ;
tem ama verruga ou ligoal em cima do barco supe-
rior; foi vestida com sais preta de lila, a panoofino pre-
so pelos hombro* ba noticias de andar acollad por
(Jlmda oode tem bastantes amnades: quem a pegar.
e levar a rua do Crespo loja n. 10, ou em Olinda *o
Sr. doutor Maiimiaoo Lopes Machado, ser genero-
ament recompensado.
Jote Joaquim dt Frtitat GuimarM-
Fugio, no dia 16 do corrente urna preta lin-
da moca, de bonita figura de naci Benguela; le-
ven vestido de chita desbotada ums volts de miwan-
ga azul e branca no pescoco paooo da Costa aiods
novo ; tem as costas duas grandes marcas de vento".
algum tanto peiluda; tem no braco direilo urnas fni-
cas feitas com ferro marcas que coslumio a traaer'
da ntesroa naci : qoem a pegar, leva a rua do Ca-
bug leja de miadas** n. 1 D que sera gretificado.
Fugio, no dia 16 do correo le mes de evere'-
um moleque de 141 15 nnos de idade, crioulo, retm
lo de boaappafenera ; tem um piquee deleito o
urna das orelhas chamase Luix ; tem andido tprei-
deodo o ofDeio de calafate ; levou cale de ricdo s
tenba seguido p
13 ,1 vi Cunht Quimeree.
I c& Vendem-se cotuinho* de abra, aola 1111*
quem o pagar, leve a rua Imperial o. 39 qu
generosamente gratificado.
SrtS
pian. ; na trp. de h. r* de fabu-
.ofr