Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08745

Full Text
LllllV
,1n Qli
Terra f^ira !*
, ) BMW publica-ae todos os das que
2> htem de guarda : Pref, da assifna'
, he d 4*W Por I""""'pas<" ?
.'i., Oj an'nunclos dos asignantes Bgo in-
/riuos a razo de 30 .tis por l.nba 40 rs.
tvno (Qorente, cas repeticoes pela ue-
15, Os que nao forem assignantes pago
30rt. por linha, el60emtypo differente.
bUASESDALDANO ME DE FEVEREIRO.
Lcenie3as2hor. e 51Imln.
I.,hria a 11 as 8 hor. e 51 inln da man.
fcTnte a 19 as hor. .Km!. da mn.<
HTaora a25 as5hor. e 11 mln. datard.
UTIDAS DOS CORREIOS.
Goiam iyl)a, Segd." e Sextas feiras.
vorte checa as quartas
i*io dio, e parte nasmesmaa ho-
ras as quintas
Cabo, Serinhaem, Rio Formoio, Porto Cal-
vo, eMacey, no l.9, 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito a 10 e 24.
Flores a 13 e28
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os.dias.
PRKAMAR DE HOJE.
Prmeira as 10 h. e 6 minutos 4a manhaa.
Segunda as 10 h. e 30 minutos da tarde.
de Fcvcreiro.
Aune XXII N. 3B,
das da semana.
18 Segunda 8. Porfirio, and. do !. dosorf.
do J. do C. da 2. v., do J. M. da 2. v.
17 Terca S. Silvino, aud. do J. do clv. da
1. v., e do J. de paz do 3. dist. de t.
18 Ouarta fi. TTieotonlo, aud. do J. dociv.
da 2. y., e do J. de paz do 2. dist. de t.
19 Quinta S. Conrado, aud. do J. de orf., e
doJ. M. dal.v.
20 Sexta S. Eleuterlo, aud. do J. do clv. da
1. v., edo J. de paz do 1. dist. de t.
21 Sabbado S. Fortunato, aud. do I. dociv.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
22 Domingo S. Margarida. .
CAMBIOS NO DA 16 DE FEVEREIRO.
Camb. sobre landres. 2 d. P- 1/ *> d.
Pars 350 reta por franco.
Lisboa 105 p. o. pr. p. in.
Desc. d let. de boas tirinas 1 'A P- % mez
Oure-Oncas Jiespanholas 30J500 a 31*000
. Moeda de#400vel. 1M800 a 17/000
deft/400nov. I6|300 a 10/600
. de 4/000 8/800 a 9/100
Pr.t-PaUcoes 1/020 a 1/940
. Pesos Columnares 1/940 a I/wO
> Ditos Mexicanos. 1/860 a 1*900
. Prata Miuda 1/600 a 1/700
Acedes da C* do Beberibe de 50/000 ao par.
PERNAMBUCO
. ADVERTENCIA.
No artigo, com que bootem noticiamos o aisusnito
doSr. FranciscodtSiln Jnior, pag. 2.'. col. 4." li-
ohi* 3*. em vei de loma petla, 14-ie Iota* mu fi*+
I tola, e na mesma ptg7 e col., liabas 46, em logar de
[ us de lit entend-es dout entoe d* rii.
parte ff:cul
MINISTERIO DA FAZENDA.
EXTRACTO DO EXPED BNTB DO DI A 17 DE DBIEM1R0
DB,ltf45.
_ Ao edminiltndor da reoebedoria em olu-
[clo so que repreientou em 9 do correle, se Ibe de-
Iclira, que st apostillas alo declarativas, enredas no
ffrm do oonUxto dt pitete militares, coneedendo re-
firmas, scenos e piaasfeni de uns pira outros oorpos
I do eier iito ; e bem aisim ai que le psalo em ttulos
de peosoes, teocti, etc., par le realisar mercal pecu
niariai, doiem pigir o lello e o direitoi de chancel-
lis, que forem devidos, ponerem laei apostilla ver-
daderos tituloi de merei.
dem do su 22.
A' tbeiouraris do Para em respoita ao oficio
de 19 de Miembro, o. 73, em que pede, se declare :
1.' seolundo, que deve servir de bale ao impoito so-
bre soasas, em que se vendem carnes verdei.deverl ler,
pouco mais ou menoi.'o qoo nelles houve no decurso do
snno antecedente, pois o exilente di oecisilo do Iso-
camento he diminuto, e nenhum be o permanente nei-
ii especie de commercio, que so fa i, com o que eotra e
sabe diariamente ; 2.' qual ser > fundo, que serte de
base ao impoito sobre os esoriptorios dos negociante!
cartoriosdoi advogados, onde penas te acblo papis e
livros, aem poder-se ajuizar do cabedal ou interesse,
que cada um tete em um aneo nesses escriptorioa : 3.'
a das teodas de faiendas em taboleiroa ou em caixas e
canastras.que se teem denominado--lojaa ambulantes -
devera continuar a arrecadar-ie o imposto, inda que
no regulamento de 15 do unho de 1844 nlo se acblo
mencionados; 4.* le o bilbetes de rifas propriamenle
ditas duveo considerar-se como os de loterias.de que se
trata no artigo 22 do regulamento de 26 de abril de
1844, para o impoito do sello ; 5, se doi ttulos de
pentoes ou (eneas, monte-pi ou meio sold, concedi-
dos s tiuvas.que fdrem da corte, lomterba de sello, se
defer ah arrecadar, e qual sera a laxa ; e bem ai-
sim das patentes de officiaos de guarda nacional ou po-
licial, qfie a est subitiluindo na protincia, e das qui-
tares pasudas pelas estsc,ei competentes aos thesou-
reiros, depositarios ou cobradores da fazenda publica;
6.'ie oas licencan nlo especificadas do artigo 32 do
regulamento dito in ^ne serlocomprehendidas ai que o
inspector da ajfandega dte dar noa casos dos arts. 135,
145, 3.s do regulamento de 22 de jonbo de 1856. e
quando orem concedidas nenes caios ebm urgencia a
horas em que estoje fechada a repartido, como mui-
taiveies'pde acontecer, onde se far a cobranca do
sello ; se declara, quanlo no 1., que, sendoolundo
dai casas lio incerto e diminuto, em tal caso deter-
se-ha lancar o mieimo da ptenle, 12,800 rs. ; quan-
lo ao 2, que, anda que o regulamento de 15 de
junliu nlo indique bate especial para o lincimento dei-
tas duas profissOes as cspitaei, tillas, etc., eomtudo
delle se deduz, que em taes casos se deteri regular o
lancamento dos escriptoriosdos negociantes pelo crdito
eertensio do gyro mercantil dalles, que, pouco mais
ou menos, fr constante e notorio no lugar, por meio
de um arbitrio razoatel, sera relaclo I i.opulaglo; e
dos drogados do mesmo modo pela reputado, que go-
tarem no foro, embora tees escriptorios tenbio ou nlo
litros e pipis, pois o imposto nlo recahe neises ob-
jecloi, mais sim obi profisslo dos individuos, que
as exercitlo, eomprtbendendo todos ni qaota minlmi
cii,5M, quandoest todos se derem estas circums-
tancias pan serem lineados aa mxima, ou ou inter-
medias, de que frste o 2." do referido irtigo ; qaan-:
to ao3.e 4.". ipprot as deliberaedes. em tirlude das
naet contn a ler extensito sos taboleiroi ou lojas
imbuanles o imposto estsbeleeido pelo altar! de 30 de
ootabro de IM2, w exige das rias legelmente per-
miltidas o impo'to do sello, ni eooformidade das leis
de 8 de outubro de 1833, e 31deoulul.ro de 1835.
Pimlmente, quialo io 5. efl.', qaa aprtenlo re-
oltida on determinada definititamente pela lei de 18
deselembro deste anno fies reservada para quando se
fizer a reformado regulimento respectivo.
dem no da 5 db jawbiro db 1846.
- A' thesouriria do Rio-de-Jineiro responden-
do sos tresqnesitos do.offici de 13 de deiembro n.
40, se os presidentes da'relieves podem dar liceocn
com tencimeoto ; se dve entender-se eom vencimento
laes lieengas, anda qoe is.to nlo veaha aellas decliri-
do ; e se detom ellas ier ipreienledu peloi proprios
licenciados, ou se tbesourii deve iguirdir participa
(lo official : 1.', que o presidente da relaclo pode
coneeder licencia ios joizes de direito al* 30 diai eon-
tiaoos, na lrm do regulamento da de Janeiro de
1833, eeom vencimento de ordenado, porque ah se
nlo ordena o contrario; 2.*, qoe ene vencimento,
quando a licenc f6r por motivo de molestia, se deve-
ri eoleoder por ioteiro, anda qoe nlo baja declara-
cao ; e quando fr por outro motivo, o vencimento se
entender por metide, como be regulido pela diipoii
ci do artigo 93 da lei ds 24 de ootabro da 1832;
3., qoe, supposto losas rsgolar, qoe o presidente
da relelo fizesse particpaelo ao da provincia, a falta
eomtudo de participi^io nlo deve obstar ao pagamento
na forma dita.
A' tbesouraria do Minnhio, mandando resti-
tuir parte dos direitos do incorsgem, que- odevida-
mente pagarlo diversas embarcacoes, que, leudo abi
duixado parte do seu carregimeolo. seguirlo pin o
Par, em vista do qos dup&e o artigo 5 do deoreto
de'20 de julbo de 1844, qoa isenta do pagamento de
qualquer direito de anaongem as embarca^des qun
lendoj pago em algum porto o imposto do artigo I '
{isto he, a ancoragem por inteiro. entrarem por qual
quer motivo em outro porto brisileiro na mesma via
Igem.
dem do da 7.
CircularDeelirando que juntada ou appensa-
meoto ao processo criminal de todas s notas falsas ip-
prebendidas ser! indiipansitai, quando ellas | eflecti-
vamente tenbio passsdo como verdadeirai, a com ellas
se lenba feito algum pagamento oo de qualqoar modo
prejudcado lazeoda nacional oo os particulares, para
que Sqoa constando e demonstrado no mesmo proces-
so a quantidide de taes notas pira fundamento da fu-
tura indemnisacloj e aindi mesmo neste caso nlo ser!
precito, era conteniente deixar grande camero de no-
tas falsas juntas-ao processo, bastando pira o dito fin
da indemniasclo, que dejfe conste por termos legses,
e bem especificados, quiete quintil nota* te achirlo
falsificadas, e qual o fim ou desuno, que (iverlo depois
de inotilisadas; juntsndo se-lbe depois as certidoes ds
tbesouraria e da caixa da amortisselo, por que se mostr
a elTectitidide da remessa deltas e o seo recebimeoto.
IDISI DO DA 10.
Ao presidente do Rio-de-Janero, detolvendoos
pipis, que acompanharlo ooflkio de 30 de deiem-
bro i reipeilo di berioc jicenteda> fallecido Domio-
goi jos da Molla, e respoodendo, que, alterando-
FOLHET1M.
se, pelo artigo 1. do regulamento de27 de unho del aocoramindmtedii irmis, e loinipector di supndita
1845, 1., adiipOMQiodoartigo 11 de regulamento| tbeiounrii.
de9 de miiode 18V-, segundo o qual se alo deterja | "~
proceder arreeidicio dos bens daqoellas pessoai, que
deixaren. ni trra herdeiroicollateraeinotoriamenteco-
nbeoidoi, legslmente te procedeo arrecaditio dos.bens
do intestado, que nlo deixoo conjuga ou herdeiros pre-
aeates, ascendentes ou descendentes, a que, conforme o
direito, perteopa ficar em pone e cabeca do casal, para
proceder ao ioventirio, nos termos do regulimento.
Para evitar a irregularidadee abusos, queem lies arre-
cadl(oes poni hiver, loi que no regulamento respec-
tivo se estibeleceo neiossidade de serem feitas com
audiencia e assistencia do procurador dos feilos, etc.;
e he portento ao dessa protincia, que se dte rcom-
mendar toda a aclitidide e vigilancia i reipeilo da ar-
recadaclo, de que se trata, e a respeito de que ba bem
fundadas sospeitas. .
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO Dt 41 DO COIRETE.
[Concluso.)
OfficoAo Etm. presideole.da Parahiba, declaran-
do, qoe para lili legue o hiite Santa. Crux com Inten-
tas das mil sacoas de farioba de mandioca, de cuja com-
prase Ihedeo pirte em officio de hontem (10) ; e ic-
eoiindo remessa de orna copia do cootrito, feito com o
vendedor da meima firiohi, Leopoldo Jos di Costa
Araujo.
DitoAo commindiotadis armsi, icieotifioiado-o
de baver S. id. o ImpoiadoreoncediJo pisssgem para o
primeiro bitilhao de cscadoret a Jos Francisco de Mo-
nea Vaicoacelloi, segando cadete do qosrlo bilalhao
da mesma arma.
DitoAo inspector di tboiouraria da fuendi, preve-
nindo-o de haterem sido racebida ao Llio-Grande-do-
Norte as(|ualrocenlas sscca da (arinba de mandioca,
que para all transportou o hiato Boa-Fiagtm ; e de
teroExm. presidente daquella provincia expedido or-
dem, pua que i reipectiva tbesouiaria indemnise a qoe
sob a inspecco de S. S.'eitl, ds 1:440,000 rs., por
queaqui se conprou a mencionada firinlu, e manda-
do pagar o frele dola.
DitoAo commindaote superior interino da guarda
nicional deSerinblem o Rio-Forrooio, significando.
deve faier proceder I nota proposta pan 01 postos de
sjudinte da fracglo de bitilbio da fregueiia de Ipojuc,
de capillo da respectivi terceira compaobia, e de len-
les di primeira e segundi, rejeitados peloi individuos
para ellos ipprotidos
, DitoAocbefe de polica, determinando, mande
liuacir I bordo do brigue mercante Amom o crimino-
so Vicente, eo fsca conseriar em legursnca, at que
possa ser remellido psra oleara, onde, segundo com-
munici o ebefe de polica di cOrte. que para aqu o eo-
tiou, eita indiciado em crime de morle. Officiou-ie
respeito ao presidente do Ceir, e io chefe de polica
da cOrte.
dem do da 12.
Officio- Ao encarregado da agencia das bsreas de
vapor"nesta cidaos, auloriiando-o i faier seguir para
os porlos, que se destinio. depois de neste te demo-
rare o praio do estyle, barca Fernambucana, vindi
do Sal, e o vapor S.-Saltador, c'iegido do Norte.-
Eipedirio-ie n precisas ordens, pin que o eomman
date do ultimo dos mencionados vapores transportas
para ai Alagoai o desertores do bitilbio provisorio di
corte, naquella provincia em se/vico, Antonio do Ron-
rio e Elias Rodrigues ; e pan o Rio-de-Janeiro, en-
tregar ao Ibesouro publico jiicional, ai quantas, que
recebesse na tbesouraria da faiendi ; e communicou-se
INTERIOR.
A RAINHA MARGOT. (*)
por airxanoTr Dumae.
qartovolume.
Captulo xi.
os ATaiDAS. (Continvat;o).
Ella seitio, aeai causar ainda uisalasmpraiento,
rr'uadu oseipiritos. Heiiriqae d'Anjnu que I'
"icr o seu diacurso quaai lodo, aahio pan sp1
Irt'aliio. Margarida que alo bata recebido
r*i de Navarra, depois das que Ihe elle dera cora projiii-
odas lusa idrncai, oltu ao cu oposenlo na eaperan-
C> de que elle sin a ira ver. D'Alcncon que lera beai-
"fo noa olhoa de seu irralo d'Aojou, e aurprmlaca en-
lr elle e sus mil usa aignaf de iolelligeneia,
para peinar no que jaigava Dina cabala que principia*.
-"' fim, Carloa dirigia-se sua forja para**4^^^^^~
ablo, que elle merino fsbricava, quaudo Cl B^H
releve.
Carloa que deaconfiava encontrar en aua HSIIgorua
"Ppoaicio i ana voutade, paroo, fitou nella osf otho, e
dase : 1
Entlu, que temoa anda P
Urna ultima pal avro a cambiar, Sr. Noa eaquece-
rjio-la, a todatie ho de alguma importancia. Que dia
mnreamoa na para a audiencia publica p
Ab lie verdade, diise u rei tornando a sentarse,
conversemos niato, miaba rali. Que dia qaareia que se
marque?
Creio, respondeo Cltherina, que no proprio si-
lencio do V. magealade, no seu apparente esqueoimeu-
to, hara o que quer qoe aeja de profundamente calcu-
!,do. .
__ Nfo, disae Carlos; o porque, ininba mliP
Porque, oonlnuou Catherina devafarinho, pare-
w-me, mu uiiiu |w .. -.- -|- .m,-w
; nafrar li anciososapa easa earOa.
iilrari... uiioli m*i, dae Carina, ellea ae
arlo preauroaoa, vindo marchas foraadua de Var-
aqni......... Honra por honra, civilidade por civi-
(*) Vide Diaria a.' 37.
V. megeslsde poapa ler ralo em aa> aentisle, ooiao
uulro pusso en nao calar fura dalla. Por esas modo,
^^Eli parecer qoe ao aaresse a audienoil publica?
Por rertoquo airo, minha inti i nlo seria por aea-
**bbb1
__ Boi abis que o roeu voto he soropro para o que
.iinaia podo concorrer psra a vossa gloria; dir-voa-hoi
portanto, que, dando-voa prrasa por tal modo, deixaia
logar a ros aconearem de vos .provetardes cora dema-
siada preateaa da eooaailo, que se afferece, da alliviar I
cas de Franfl osencargoi_, qoo voaau iralu Ibeiape,
ma qu por certo resriboe esu gloria e de.voUelo.
Minha mii, dolarei otou irmiu, a aua partida de
(Franca, Ho rieareente, quu niuguem ousari uieam pen-
nr o quo vs rsceiais que se diga.
Nada mais tenho que diter, respondeo Catherioa,
puis que tendea lio boa reapoata coda urna daa minhaa
objeecea......... Maa para receber cate povo guerreiro
que julgs da forja dos estados pelos signaea exteriorea,
he neceasario ostentar eonsideravel numero de tropas,
e nlo supponho barerem aufficienlea para isae reunidas
na Ilha da Franca.
_ Perdoai, minha mli, eo havia previsto o caso,
dispoalu aa oouaaa para elle. Mandei vir para acpiul,
doua balalhoca da urinandia, um da Gnienne ; a minha
companliia desreheiroa obegoa hnnUm da Bretaoba;
catallaria ligeira, espalhada na Tourrsine, acara hoje
mesmo em Paria; e qusndo stippde-ae que tenho ni-
:;K 4i;:.v\cic ;pen" miro reaimentoa. hv- us:
parada defini mil hmeos.
A! ah dase Callierna admirada; enlfo a voa
falla orna euuaa, e easl atarranjari.
_ QnalheP
t Dinheiro. Creio que" nlo p tendee de aobra.
Pele sMintrario, senhora, pelo eonlrario, dille
Carloa IX. Tenho um milhlo e quatro oajataa mil elou-
doa (pouaa ajaia de qoairo millisVra de crotsaV da noaaa
actual luoads) naBaalilha; aa minh.is economas parli-
cularea ase secm produtidu nesles das oito ceios mil,
que entere oas minhaa adefaa do Louvre, o no caso 'de
necessidaar, Nantosillel tem uniros ircienlus mil a mi-
aba diaposicto.
Catherina eslava toda iris, porqoe vira aempre alell
Carloa violento earrebatado, maa nunca previdente.
Est dito, itaeells, V. mageslade pense emitido,
lio be admiravel; e por pouco qoe trsbslhem alfaistea,
bordasleirase ourites, V. mageslade poder dar audien-
cia antea de seis semanas.
SeUecmanae! eiclaatou Carloa. Minha mil, al-
VIAGEMDESS MM II.
C0BRUP0NEICIA DO JORNAL DO C0MSESCIO.
Colonia dt S. -Leopoldo, 17 de detembro d 1815.
O Imperador itraveiiou o rfo esta manhia pan iiier
omi cacada de poidites, o voltou i almajar.
A' Urde lornou passir ao outro lado coa a Impe-
ritrizeofficiaes da can, eom destioo de visitar is pica
dai; porm vio ipenas algomu habiticoei, por ser \k
rToute quando antrou, nellas ; esperou que ubisae i loa,
e chegou i povosclo dcpoii de 10 horas.
A noticia di cbegidi de SS. MM. tem chimado i po-
voicio grindissimo numero de colonos, qoe se bitilo
relindo, por ji nlo podere a aqui eipenr, tendo fechi-
dai su as casas.
D urna estitistica hoje apresentidi a S. VI. o Impe-
rador tese, que existem actualmente pouco menos da
6,000 colonos. Se alo he ella muilo iaexacta, grao-
dissimo numero se ha extraviado, poil ha 12 annos iu-
bii seu numero a 12.000. Expliclo eila mingoi de po-
pulacSo pela emignclo e morle durante a guerra desta
proviocis ;.mas ba quem conteste o peso desta rulo, e
issevere que he realmente miior populicio do qoe
constante do al ajame nlo.
Em verdade alo boute mortindade nem emigrado
tal, que produsiaaa-lio eonsideravel mingoa em orna
populaclo, que deve multiplicar a olhoi vistos, pois be
salubre o terreno que habita, e ha til copii de crimen,
que faz o rene na fecundidtde das Allemiis.
Os commeroiantes eipecolio timbem em pedral se-
melbantei i conlinai e igithis, que fizem apaahir ao
rio Taquary, e mindo lavnr em Allemaoha. Dallas
eipoierio eles s venda ditersas obris, como ciixas da
lbico, ditas de joiss, brisos, iderecos, memorial a
cibos de faca e garlo. Algumas asimelhio-se k lata do
Vesuvio. SS. MM. comprarlo algumas pecas ; is minia
teriio mulo valor, se lossem lanadas entre nos, mu
nlo o sendo, tem o mereeimento dai obru de nono ou -
ro ou ilgodlo, etc., tnbilbidis na Europa.
Apenas cabio i nouto, reonrio-ie os daosidoret,
hoje se nlo conlenllrig com um so baile ; fizerio dous,
um compost > de i emies, e outro de Bnsileiros e pon-
eos Allemiei dos mais oullitadoi.
dem 18.
Se nos demorarmoi ilguns diismais, sahiremoida-
qui Allemies em corpoe alma : ios raeus ouvidos qui-
s alo cbeglo outros sons e ah aodio pessoas di comi-
tiva a irnoharem a garganta com palanas allemiai.
Mullos curiosos JaVip bontem iiaiilir ao calamento
de dous piotestanteiem sua espolia. Ha mu pobre a ca-
pella, que aqui aaaraem os protestantes, e alo teem da
que se envergonhem, porque a igreja catbolica nlo Iba
en muita taatsgem em grandeza e decoradlo i trati-
e, porm, de edificar um templo, para o qual fizerio
SS. MM. 11.A donatito de 3:000.000 n.
O Impendo*- resolvi toltsr esla Urde pan Porro-
Alegre pelo mesmo caminhjjfc por que veio : o qoe bs
para verse afta visto.
Aotei de partir, dignou se S.M. de levar a pa bap-
lismal um menino boje mesmo nucido, sendo S. M. a
Imperatrii eanadrinhe. OaBMjds criinr;i he proteslan-
(e, a mii heeitbolica, e aaniMaiNitente fieou da honra,
que Ibes fi/erlo SS. MM., a de ter que li ella occiiiio
de ler seu filho ha# alo ealkolico. O pai tambom o v-
r! a ser com ra^Mifltroi, quando pin iqui vier um
sacerdote (Ilustrado, ata qnem nlo reciiio as aecusa-
edea, que ouvi geralmeole zer avarau e igoonncia
de um padre Ulano, que aqui tem a cun das simas, ds
faiatci, bordadeirai e ourivea trabalblo desde o dU esa
que se soobe da aomeacAo de meu irmlo. Em rigor, lu-
do poderla fi.ar hoje prompto ; maa com certesa, ludo a
eatar nealea tres aa qaafjs sliaa.
Oh! murmurou CasWrina, lendes msis pressa an-
da do que eu pensara, mea flllio.
Honra por honra, Ja voa dase.
Bem. He pois eaai honra ieita oaaa da Franca
que voa liaonga, nao be ato?
Se ni duvida nenhutna.
E he o voaso maia ardente aUaeio ver um principa
de Franca sebee o tbrooo da Pblonia r
He verdade.
F.ntlo he o (acto* he eos::, c sis cbossa, a
voa preuceupa, o qualquer qoe aeja O que reinar.........
M|o, nao, saaaliamli, eOrboBuf! fiquemoa onde
calimos. Ua Polacas eicolhrio bem. Baaa genio he dea-
ira e forte 1 afio militar, povo de aoldadoa tomao una
capillo por principe; irra! ialu he logioo. D'Anjou fes
o teu negocio. O hroe de Jaroso e Montoontour asaen-
la-lhcs como orna luva..... Que queris voa queso Ibea
remeta? D'Alencon, um cobarde; dar-lhss-hw ama
boa ideia dos Vnlois I..... O'Alabean fugiria primeira
bala que lhe tullase pelas orelbas ; ero quanlo Henrique
d'Anjou, uiu cuoibatcula seguro |..... seiuprc com a es-
pida na mo, aempre avanzando, a pe ou a eavallo!.....
Denudado! fere, impelle, derraba, inatal Ah que seu
irmlo d'Anjou be um hornero hbil, um destemido qoa
ha Id fase-loa pelejar desde manhia al a noite, deade o
primeiro at o ultimo da do auao. Elle bebe pouoo, be
terdade; maa fa-los-ha matar a sangue trio, a maia na-
da. All catarl eaae querido Henrique noaeu elemento!
Ei! sus! auoaropo dabalalha! Bravo Uwmbetas o tam-
borea I Viv o re! Viva o vencedor! Viva o general l
aaa.


.Sli.
quem ditem, qoe, em re de ebamir 10 gremio da gro-
ja o protestantes, planta desuniio entre o colonos,
preg.ndo contra ai relie/Je. de amir.de. querendo
prohibir aoicilbol.eo todo o trato con. oiprotest.otei,
que. a.erwd.de, beo m.iorfl.Bello.que poderla vir
ao .e.odest. gente, que tea, Mmpr, TYdo emhir-
raonn. .
. f.eD.'! 1 princiP0' ue ""> codae aqu muit. gen-
te.i ..mol, porm eng.oei-me : .hi e.U por!, d.
re,.denc. .mp.n.l cob.rt. de pedite.. o, com !-
nbi o digo, pela m.ior parta bra.ilairo..
Oteoeote-coronel, .ecreUrio da colooia. offereceo
ao Imperador um Mi., da Europa, leito em 174*. o
qual.pelo.ello.que traz.de Frederico II. mo.tr. ter per-
teneido ua b.bliotbec. Foi aeh.do ero Mii.Oe., p.ra
onde o trouse .|gUoi jMati S. M. aaraciou o len-
te coronel eom q babito da Rosa, j por eite oflereci-
meato, ja por ter cedido ua ca para a residencia im-
perial. O coronel Hildebraod nresenleoo a S. M
Impcrti.zcom um prinbo de Allemanba, o qual,
em seu canto sempre variado, procura imitar muiica.
que bou ve tocar.
Jselevai a edrle. eiminho dos Tr-Porlos, oom
rourto maior acompanbamento do qaeveio : boa via-
gcm.
Nk-JUfn, 19.
SS. MM cbegrio a e.t. cid.de, de .ua vi.gem
colonia de S. Leopoldo, iem inoommodo, deiembircsn-
do ai 10 bora. e 3 quarto. da noute.
Farem-ee preparativo, para a viagem do interior da
provincia m.i nao .t inda deini rmente m.rc.do
o da da tbida.
Pela barca Imperador fdrio p.raS, Paulo a. commu-
nieacde. offieiae* da viiiu de SS. MM. aquella provin-
cia A |ulgar pelo que ouco, corte nao pauar d. vil-
la de R.o-Pardo. Se aqui na capital o orlo eit n-
supportavel. apetar de la eitoacio em urna tollina la-
vada de arr rodeada de rioi e qo.ii cobert. de inore., o
que nao ier na deubrig.d. campaoba, onde s de lon-
go em longe .e encontrio pequenai ca ? Com to pe-
lada bagagem, qual a que tra. a corte, he impottivel
urna viagem n. campanba .em giandissimo incommodo
e pnvicdes.a que nao estao acoslumados o augustoi via-
jante!. Verificando se minba supposicio, tambero neo
aer longa a demora em Rio-Pardo, nem aqui na volta ;
e por tanto pdese calcular, que por lodo o mez de e-
vereiro eitar a corte recolbida ao Rio-de Janeiro.
/amafi.
Noi di decorrido, depoi. de minba ultima carta
datada de 19, nenbuma occurrencia (em bavido eitra-
ordinaria. S.M. o Imperador occupaJ*), com o minis-
tro. de negocio! de estado. Por distracclo, fez no dia 21
a projectada cacada de cervoi na var/ea de Gravataby.
Duposto a tomar parte na cacada nio como mero ee-
peclador, apenu o caes levantrio o primeiro cerro,
quiiS.M.iegui-loa (oda a carreira do cavado ; adver-
tirio-no do perigo, a que le ezpunba, deiando-se levar
por terreno lio desigual, e onde muitai veiei o miia le
guroicavalloiecavalleirone nio podem ugurar, cedeo
ao coneelhosda prudencia, e doixou que oicacadore,
que o acompanhavio, fizessem o leu olcio. Urna cerva
foi lacada por um doa cegadora! de nome Azevedo. e
conduzda a palacio j mora de enlezada.
S. M. voltou muilo latiileito deite diverlimento, (-
zendo viagem de du lego com tal velocid.de, que
nio pode ser acompanbado de todo, o d. comitiva
Abi Ib* remello o quadro demoo.tr.livo das quintil
de.pend.da, porSS.MM.il. ta^d, *tiaaa a eimol
lmenle nesla provinci.. d-ido o di. de novembru,
em que a ella chegrio. at hootem. Monllo enorme
somma de 42:523,000 r.. A' considerlo doa leilore
naciooaei e estrmgeiroi entrego lem a menor refleiio
rnioha este faeto; elle, qoe o avaliem, e digio teja
bouvo monarcha, que melhor uto fizesie de .eui tbe-
souros.
Vai tomando grao jiu prximo da certera a minba
supposicio de neo pactar a corle alm da villa de Rio-
Pardo. So S M. a Imperatrii all qoizer eiperar seu
augusto marido, ir. elle ijan.ii ligeiramente pouivel
at S.-aUriel, equigi i Pronteira; pata** eom a ba
gagem neceMaria para commodidade de fe; |L a Impe-
ralru e do suas damai e retreta! j di., que he im-
pouivel faz-lo sem gr.ndiuimo incommodo, e, o que
man be para receiar, algaa%riico de adquirir enfermi-
dadei. Como, porm, be mui provavel, que a Impert-
ir iz se nao queira separar de leu augusto marido, oio
ir elle adiaote, para nio eipo-lt a ritcot e incom-
roodoi.
Hoje embtreou a bagagem gros.a par. villa do Tri-
umpbo; a 27, ai 6 bor di-aaanhit, embarcar a cor-
te, a fim de ir janlar queHa vW.'daqui distante 12
lego. No dia 28ieguir em barata pira Santo-Ama-
ro, a 3 lego ; e a 29 partir per trra para Rio-Par-
do, viagem, que ae jutga Mil feita em 2 di.
____"_-_ I ...-. ; .;;;
Ei-lo proel.roado imperador tret vetet por auno I Quin-
to nio er itto tdmiravel para a em de Franca, e hon-
roso paraoa Valoit!..... Ser tairesmorto; maa ventre-
uiahiinl aera urna murte glorio.
Calberina estremecen ; ua Uiot faiicrlo-lhe.
Ditei,bridou ella, qagftiereii trredar Henriqne
d'Anjou ; diiei quo nio ani.it a rosto irmo.
Ah ib! b! dlteCarlo loltando ama gargalha-
da de rir nervoio; ti adivinhailei que cu o quera ar-
redar? adivinliaatei que eu o nao aroava? E qumido *-
aiaa futae, ^-j"^1*"^' ''* e '" I Porque
v SlSriS Cu, mi i ,m n .jiiciri, firi .,,,,
Ea medida qoe fallara, aaiuai pallida ficci teini-
inaviu de um rubor febril.
Aina-me elle por ventura ? proiegue o rei. E vt
rao auMiii P higuera, ecoeplo ot meafe cir, Mari* Tmi-
< bel ea minba ama, me leve aqui jaman amor? Nio,
nio, nio amo a nieu inujo ; nio amo aenio niim,
ouvit? E nio eilorvo a meu irtaao que faca o metra o
(je en fago.
Srnhor, dille Calherina animando-te lamben);
poit que me detcobri* e votao aorifio, precito he que
votdetrobra igualmente O meu. Vl i.braia como rei
fraeo, como monarcha mal aoontelhido dctpedit voito
segando irmio, o apoio natural do ihrooo, e que be em
ludo digno de meceder-vaa, te vo aennieecaae orna des-;
gract, deixando, nene calo, a voiii Cor* em abaiido-
ao porque como o dittestet, d'Alencop be moco, iajjjaj
fi, frico, anait que fraco, eovardal...... Bl por
ouvinel ? teergiie o fiearm-t.
E rnorte de todo ut di a boa | bradou Cario*, o que
mtbi a mim o qoe ha de aeonlccer depoii que en nio
aatir! O Bearaei te ergut por tri de meu irmio, di-l
0 biipo capellio-mr ainda por l anda, e provavel-
mente eiperar a chegada de SS. MM. IL
Em u regretso oio pastar corte o. cidade do
K>o-Grande; daqoi .eguir em direitura ieidadede
Pelotai, para onda aviiou, que espemiem no di a 20
de janeiro, legundo me informgo ; e iito maii corrobo-
ra q que eu di.ie sobre volta de Rio-Pardo. Diz-ie
maii, que SS. MM. tencionlo asiiilir no Rio-de-Ja-
neiro o primeiro annirerurio de ten .u.oito fiibo o
Principe Imperial; eneitec.io, mui pouca demora te-
rio, j nio digo em Santa-Catb.rin.. mai emS.-Paulo.
arece-me poder aononciar-lbe que S. M, a
Imperatriz eit de eiper.oc...
A irm.nd.de de Nos Senhor. d Dre fet
hontem cantar em lu. igrej. um 7e-Z>in., em accio
de gr.cai pela feliz viagem deSS. MM. II., ao qual ai-
ntio acorte e grande numero de cldadioi eivi. e mili-
tare convidado! pela irmandade.
- A. notiei do Rio-de-J.neiro aqui recebid al-
canelo at 27 do corrente.
Quaitfia, disptndida por ordem de SS. MM. II. ,m
donativo! ttmolai, dtsdt o diad tua cktgida
piovinoia d S.-PedrodoSul em 10 di novtm-
bro at 24 di dizimro d* 1845 inclusive, a tabtr :
POB ORDKH DE S. H. O MPEaUDOa.
Na cidade do Rio- Grande.
Donativo, Santa Cm da Miieri-
cord' .......10:OOO
irm.nd.de do Rozario 100*
Esmol a diverts pesio
zVa filia di S. -Jot-do-Norte :
Donativo matriz da villa 2:000#
Eimolai a di en pesio 2l0j
1:909*
-----------12:009*
Na cidad de Porto-A legre.
Donativo i Santa Caa da Miieri-
cordi........10:000*
Esmol div.rs peno 4:728*
----------- 2:210*
preteocSo tamben da Inglaterra conilder.r o tr.ego
de escravo. plratirls, conforme o dlreito das gente., em
virtuda do coocurao qoe diz baver da parte de qo.ii to-
da, a. potencial do mundo chrl.tio, com o Qn de com. em grande copla por quaii toda a. terral do Lev.
Na freguezia di ViamUo:
Donativo irmandade do Rozario 100*
Eimol a diverta peno 686*
Na capilla di Bilm :
Esmol diveriaa peiioai .
A a colonia-de S. Leopoldo :
Donitivot igreja catbolica 2:000*
Eimolan divenai pessoai 1:318*
---------14:728*
786*
128*
Total di. quantia. d.da. por S. M.
o Imperador......
--------- 3:318*
R. 33:079*
P0. OllDIM DE S. M. A IMPEIUTRIZ.
Na cidade do /fio Grande :
Domtivo Santa Ca .... 1:200*
Eimolei a diverta peno 610*
Afa eirla de S.-Jos-do-Norle:
Donativo matriz da villa 1:000*
Eimolasa divenai pesio lOO*
---------- 1:810*
elle tetbar, precito que anda no. demoremos oo e.a-
me desta queslio.
Em 1870, o tribunal iogle denominado Courtof
Klog'g Bencb dm doa prlmeiroi tribunaes do impe-
rio britannioo, a cujoa trabalbo. o proprio re ffoi ooitu-
medealgum tempo) ssl.tl, em pesioa, naoau, que
J menoionmoi, entre partei AMadra.o. RWil-
lli eitabeteceo como regra, que o trafago deetcrivos
oio er. contrario l leii dai na?5ei, nio t porque fot
.dmlttldo por toda a. poteoci da Europa ; como por-
que, leodo de pililer p.ra aaaim reputarse o contenti-
mento de toda ai nacBa, este conten lmenlo nao exista; i).
Antet des deciao, lordStowell, na reviiio, que j
rrferlmoi, da lenttnca, que condemnou o navio (raocei
Luiz, a meima regra h.vi. .eguldo '2 .
Em 1818, nocongreiiode Aii-la-Cbapelle, Anula,
a Pruisia e a Austria responderlo Inglaterra, que pe-
dia que o trafego de eicravoi fosie tldo, tr.tido e puni-
do como crfme de plritirii, eonforme o dlreito dis gen
tea, que, em qu.nto Portugal nio proscreveaieo trafego
de escravos, urna tal le nio poda aer Inaerlda no cdi-
go da. n.ce. 13).
Fundado em lio celebre autoridadea, julgimos que
miitar pira que 4a repute o trafMn rtn eieravna crfme
de piratera, que is nacei, por cuja, lel e.crivldio
be autoriiidi. a proscrevSo, e que pelo coocurao e de-
clnelo eral de todos o. povoi civilidad a.ilm le re-
pute e quiliflqne.
Actualmente nenbuma dettas condlcSes.eisencliei le
d. Multa, mefte. .dmittem anda a e.eravtdio, e ou-
tr oio eilfogairio .o todo o commeroio de BKravoi
Por outro lado ainda ae nio deo tata eoncai.o de todas
ai potencial do mundo clvlllsado, para quallflcar-ie pi-
rataria por dlreito da* geotei eite commercio.
Principlemol pela Inglaterra. O actos 3 e 4 Will. IV
c. 73 acabarlo com a escrividio nicamente as colo-
nias britannlcaa, nio fl extensiva, porm, iti medida
India Ingiera (4). Ao contrario, no metmo anno de
1833, em que eit le. forlo publicad, outra tambem
o foi autorndo-a. Referlmo-nm ao. acto, de 3 e 4
Will. IV de 88 de agallo de 1833, qoe prorogou a eils-
teocla da companhla da Iodia at 30 de abril da 1845.
Abl le encontra a leguinle dlsposico art,89j.A'
escravidio aer abolida o mala cedo pouivel (5).E at
boje neohuma providencia ae deo a elle reipetto; a
poca promettlda anda oio chegou, ea philanlropla In-
glea nio le move......B nena triste parte do mundo,
em que o poder brltannlco domina do modo o mala ty-
raonlco pouivel, os pali e aa mita, cooiumldoi pela
miseria, vendem su fllhat a.....(;
A Franca tem escrivot naa auaa coloofaa a na ana Al-
geria. a Rutila os tem em grande copla. Eicravoi team
a lieipinha, Portugal, o Pal.ea-B.ixaa, a Oioamarca,
o Brasil, a Venezuela {7;, a Nova-Granada, Teai, o
Estido.-Unldoi da America 8) e moltoa outro. palies.
O trafego de eicrsvo. tioda actualmente he permlttldo
por algoma* potencies : oio mencionaremos o que ie
Na cidade di Porto-Alegre :
Donativo Santa Cata .... 2:000*
Eimola. a divertai panoli 2:878*
Aa colunia de S. Leopoldo:
Donativo igreja catbolica 1:000*
Eimola.. diverts pesio 656*
...... 1:100*
4:878*
---------- 1:656*
Totil d quintil, d.d por S M.
. Imperatriz......Rs. 9:444*
Total geral dos donativos e eimolai. Ri. 42:523* rs.
POLTICA GERAL.
O BILL DE LOBD ABEKDBEN.
........Deplorando a lnfelicld.de da.
negro, oceulta sob a capa de mui Jos-
tai quetzal... a presencio do dlreito
de visita, e de equiparar o trafego de
escravos ao crime di pirataria para
atacar impunementeHat atmarinha
do mundo.
I Vise, de Chateaubriand.Congrei-
io d Verona, cap. II, vol. I.)
At aqui haremos plenamente mostrado,que nem pe
los prioelpios de dlreito das gentes, nem pela convenci
de 1820, ou por quaeiquer outros ajustes e coocortoi,
pode a Grio-Bretaoha, por mel de suas foreas navaei,
eitorvar a rota de nouoi barcot mercantei, aborda-loi,
visita-Ios ou reglsta-loi, dar nelle. buict, dele-Ios, c.p-
tura-loi, subjeila-lot ao cooheaimento de teui tribu-
naes e condemo.-lo. em virlude de suat lela : e porque
teitvi? CorbCBuf] tanto melhor..... Eu diiia que nio
aroava a ninguno..... eng*nava-me: amo Henriquinho;
airo, eu o amo, e**ebom Henriquinho, que tem nm ar
franoo e a mi queme, em quanto nio vejo em roda de
mim nlo olho* falto*, e nio loe lenlo mioi gelad**.
Ello bo ucaoai de traieio para oommigo, jura-lo-hia!
Alm de quo devo-lhe mu ooropeniacio, envenenarlo
su* mii, pobre rapas gente da minba f.imilia, ao que
ouvi diter. Ilemaii, eu ettoa vigorlo. Mat aeadoecot-
e, charr.*-lo-lii*, nio quereria que elle me deixaue,
nio tomiria nada que uto fotae da aua mi, e quand
eu morrer f*-lo-hei re de Franca e de Navarra. E pelo
vcmre do pap* i em ve e rir com a roinh. norte como
tarilo meu irmio*, eboraria ou pelo ineaei dara moi-
ir de chorar.
So um raio oibra aoa pt de C.therina, alo a aitom-
baarj Unto oomoe*t*ip*Uvrai. Fieoa atterrad*, olhan-
d fiara Urlo oom eapamado* olhoa, ale que a final,
depoi do atguu* iniUiile* de tileuoi, exolamou I
Uenaat de Navarra, rei de Franca eu prejaisu
demeuiflH^Ah! *antiiioa madon*! v-lo-heiuo*.
He pir itlTentio que querei arredar meu albo?
Voito tilho...... e cu que ou ? fiibo de loba oomo
RuTiulo, brunio Cario trmulo de colera, e com oa u-
Iho* aoHillaatea. Voito fiibo, tendel rolo, o rei de
Franca nio he voito fiibo o rei de Frinet nio lera irJ
mi*; o rei de Franca nio tata aaii, o rei de Franaa a
tem lubditut. rei de Franca nao oeeetiita ter effei-
eoea, tea VoaUde*. Pode paaiar tem que o amem aaaf
quer que I be obedeci.
Senhor, interpretaile mal minba pilavrai; cba-
mei atan tVIho .quelle qae ia deitar-me. Amo-o maial
ntiie mamaota, par atr aqueile que neate lataant aao-I
(1) If a ibip be aetlng contriry to tb general law of
naliona, sbe Is Ihereby subjecl to condemnatlon ; but et
wai Imponible to ny thal tbe ilive trade is oontnrv to
tbii law of nationi. Jl mu, until lalily, carried on oy
all the nations of Europe, and a practice so sancUoned
couldonly be rendered illegal, on the principies ofinter-
nalional lato, by the conten of all the puteen. Many
ilate* had io consenled, but oihert had not; aod tbe au-
Judged case, b.d gooe no f.rlber thio to eitiblltb tbe
role, tbat ihlps belooging to countrfei that had probt-
blted the trade were Hable to capture and oondemnation,
of fouod engaged In it. Barnwell'a and Alderioo'i
Reporta, 3 vol., p. 363 ; e Wheaton, obra eltada.
(2} A court of juttice la the admioiatration of law,
muit look to tbe legal standard of morality, a ateo-
dard wblcb, upon a queitton of bfi nature, must be
fouod In tbe l.w of oatioo. .. fied tnd evldence by ge-
neral, ancient, and admitted practice, by treatlea, and by
tbe general tenor of tbe laws, ordloancei, and formal
traniactioni of clvlllted States ; and ltfcking to (hete au-
lorltiei, be found dffflculty io main taining Ihat the
traniactlon w*. legall j criminal. To tnake it piracy or
a crime bu the universal ato ofnafions, it mus have oeen
so considered and trealed in practice by all civilised
states, or tnad io by virtue of a general convenlion.
Tbe ilive trade, on tbe coolrary, had been carried oo
by all oatioo., iocludlng Great Britain, untll a verv re-
cent pariod, and wat atitl carried oo by Spain and Por-
tugal, aod not yet entlrely probiblted by Franco. It was
not, therelore, a criminal trafile by the coniueludlnary
law of nations, and wery natlon, Independently f spe-
cialy compacl, retatoed a legal rigbt to carry II on.
Assim te eiprlmio lord Stowell. Doodaon'i Admi-
ra liiy Reporta, vol. 2, p. 310. Whealon. obra citada.
(3) Thirteenih Report o f the director! of the Air. In.t
pig. 23 e b-5.
I*j Veja-ie M.c. Cullocb, Diotionary of eommerce,
verb., llave.
(5) Elle atto vem transcripto oo v. 2, pag. 289 da H.
Onancefra do Sr. Pablo Pebrer.
6) Warren. A India ingleza em 1843, V. 6, pag. 60.
7 Em 1813, o numero de escravo. ne>te p.i.er. de
28,586. Veja-ie o o. 25 do Anti-ilavery Reprter de 11
de detembro da 1844, e papel parlamentare de 1843.
Class. C pag. 809 e 305.
te, perteooentes aos estado, barbarescos, nica men
trataremoi do qoe val pelos dominio, das potanelai di
Europa e da America. Principiaremos pela Fian;*.
Na Algerla, e especialmente noi mercados de Argel,
OraoeBona, este commercio sa fai. Sio.oi eicravoi
transportados pelos Jews. nsturaea deise palz. do cen-
tro da frica, e abi por ellas.vendido, em publico e coi.
consentimento das autoridades franceras. O que acaba-
mos de dlzer ni > por eerto urna fbula, he negocio li-
quido, e qae consta de verlos escriptos. O aepuiado
fr.ntei Mr. Deijobert, em um opsculo Int talado jA
Algerla em 4814 o afirma. N'ootro opsculo, eeerip.
lo por E. Caretle, offlciat fraocei, memoro e secrei.rin
da commissio cientfica di Algeria, publicado em 1844,
eom o leguinte titulo O commercio da Algeria eom o
centro da frica e com o eitadoi barbareicoi prova
de lobra ae encontrio, alm das que fomeeem os peri-
dicos. O proprio marechil Bugeaud. rpondendo 0
duque de Montmoorency, preildente do instituto da a.
fre., qoe Ibe escreveo, mostrando a eeeeiildide de m.
bar com eise commercio, oio s coofassou roa eili.
tunela, maa anda deelarou, que, com quanto eonear-
dme n. opiniio de ser conveniente termioa-lo, nio po-
da eom ludo eonvlr a retoetto d. opportooidade dm.
ota eite objecto tom.rem-se medidas, neite. prozim01
lempos, que er. precito re.Uur.r o cjmmercio entre i
Argeli. e o grande Deierto, e que, .blido o trafago de
e.cr.voi, este de*ejo e neee.ild.de nio lerlio tstliFei.
to. ',9.
No. dominios portuguete. da coata da frica, tambera
por trra e.te commercio le d, o qoe .t be permltu-
do pelo proprio traUdo celebrado em julho de 1142
entre Iogl.terr. e Portug.i. lito ae eolhe do teor i
lettra do leu artigo l. Ei-io .. .
a A. allii partea contritantes mutuamente dietario
que a pratioa Infame e pirtica de transportar por ufar
o naluraei da coila da Afrioa, aflm de reduii-lot ei.
cravldio, e aempre leri. um erlme rlgoroiiraenle
prohibido e altamente punivel em todaa aa partei dos
teui domloloi, para todos os lubdltot de ambaa u
eoris.-
Para o dominio, d. Rus.i. .. trinfportivao, tan
eos mercados le veodilo, eicr.voi braneos de ambos o
eso, liradoi da Cireaiila e da Georgia ; de oerto lempo
paraca, porm, o trafego daaaior.v.i fot prohibido, .
subsiste tmenle o dot bomeni (10).
Permlttldo tambem e aer em quinto a escravidio
eziatir, este commercio no Interior dos piizei, que ttet,
etcravoi.
Se, poli, grande oomero de eitidoi admitte a eicrnl-
d*o, le o proprio commercio de escravoi he anda per-
mlttldo e tolerado em mullos lugares e poiseises de
differeotei oacoei civilisadas, se l, pelo Levinta, u
faz com tanta forca e vigor, e de modo q je nio poupi
oa Chilstioa oo o Mouro, nem o Abyssiolo oo o Nublo,
nem a cor alva doi babilaotea de Wadey e Fatua, a
menoi a branca tes d formosis mocil da Circas.lt, e
belleza sem igual-das donsellas da Georgia, teho-
meni e mulhere le vendem a todo o proco, noi Baza-
res deCooitaotinopla, e noi mercadoide Smyrn, Ben-
gasi, Argel, Oran, Booa e outroi, como querer a Ingla-
terra reputar urna oflenii feita it n.cSe. aquillo, qae,
pidos leui feitos, ellas admittem ? Como querer inseiir
oo cdigo das nacSes ama le sem.o concurso de todoi
o* esttdoi ? Em quanto subsistir a escravidit, urna til
preteneio be fra de cabimento.
Cabe-noa por ultimo e.amloar, te, pelo concuo ge-
ral de todaa aaoao3ei civiliadai. este commeicio he re-
putado pirataria. O Paiiei-Batsot, a Suecia e Norue-
ga, a Dinamarca, a Sardenba, a Heipaoha, ai Gdades-
Aoseatic, a Toscana, as Duas-Slclllas ,11;, em seas
tratados sobre este objecto, slrrrpletmente se obrigio a
decretar medidas coercitivas, leii penaos. Na Amen,
o Mezlco, tambem limpleimeote te obrigou a promul-
gar lela severa*. O H.ity Igualmente outro compromis-
io oio teve. Do que se v, que eise geral consuno du
naedes linda se oto deo. Alm disto, pelo conteito dos
difiranles tratado* das potencias, que ooniiderio como
piratera o trafego de eteravos, se reconbece, como ji
mustiamos, que todas el I le declario contra a preten-
eio de, por outras lela e por outros iribunies, que nio
forem o seus proprio., seren jolg.doi dbmo. e baoi
doi leus subditos, envolvidos nesse commercio, e o Es-
idos-Unidos iotelr.mente isto ie bao com lodo o ri-
gor oppoito.
Principio, pas, algum existe, em que se pos abrigar
a Grio-Bretaoba para fundamentar o pono, que ha di-
do ; boure, porm, quem, para a juitiOcar, diiietii,
ment recelo miii perder; he crime detejir urna mii,
que nio a derxe o filhoP
Eeu digo-ve*, quo elle vdideixar, digo-ros, qne
deiiar a Franc->, que ha de ir para n Polonia, e itto om
don* di**, e *e diiaerdei maii urna palavra, ter ama-
nilla, e *e nio abaixarde a fronte, ae nio cenarde t a-
vnoaca de vo**o| vlbo, eilrangula-lo-hei eila noile com
querieit que ae elrangul*e hontem o preferido d>
vo filha. S oom i differenca, que me nio eicapar.
como etcipon La Mulo.
A' eit priiurira ameaca Calherina abaiioo t)cabeca,
m quaii imniedialoinrnto ergueo altiva:
Ah pobre fiibo, die ella, leu irmio quer matar-
te. Nada purnrreeeie, (ua mii te defender.
Ah migue de Cliriito ffnjlii morrer, nio eil* noile, pora mi
daqui a poiaeo, neiie nnmu inilanto. Ah uina arma "
ama adaga I urna faoa!..... Ah!
E depoi* de haver volvido o olho. intilmente
todo* o* lado*, dte oom elle* no punhilzinho qoe
m Iratia cinta, lancou-te obro elle, arranco
bainha de lita incrustada de peala, o talinu fr* da re-
mar*, pra ir ferir Henrique d'Anjou oade
chasie. Ma* ao ohegar ao vetlibulo, ai furc*(f~ 4)^^^H
alm do* limite* humtoot, de repente o aaWndtfarar*
cahirio-lbe u. braco*, a arma aguda foi or*var-ie'l
oalho, labio-lhe do paito um grito, bteo-.e-l
oorpo, e por fia rolou do otilo.
Ae metmo tempo trrebentou-lhe em.Jjhoi
migue pelo labioi e nirit.
letu, due elle, que me matlo i aeud*a*ma? ou-
dle-mel
Citherina quto baviaacguidu, vio-o oahir olbou-o
poralgun inmute impatiivel eiommover-ta; maa
|8) Em 1S30, o numero dos escravoieri de ,009,041,
legundo Cbevalier ; entretanto que em 1810 era da
1,191.364 o em 1790 apenas de 09",697.
(9) Vejio-ae os ni. 16 de 1814, 6 e 9 deate auno do
Anti-ilivery Reprter.
(10 Assim o colhemos d vlageni do rlenle dosr.
Lamartine.
(H) Cremoi qae tambem no oomero dettes se pode
contemplar a Franca, visto que nio foi ratificado o tra-
Udo de -20 de detembro de 1841, que conaiderava pin-
tara ene crime, e oeobuma lei oeste sentido nos pireea
ter tldo publicada nesse pas.
tornando a ai, nio movida pelo amor maternal, mal pe-
la difllculdade da iitnaolo, correo a abrir a poru, "
gritn:
Sooeorro! tocoorro 1
que el-rei *e icha mal.
' A'edegrito uti bando He criado*, de ofliciiei, 4
ortetio* oeroou o joven rei. Ma primeiro que Ioom
urna mulhorhivi* corrido acodada, e de*vi*ndo aapae-
ladare* h*via erguido o rei, paludo como ora ca-
dver. ,
Malio-me, ama, maUo-rac, murmurou wrioi.
banhado em auor o ungue.
Mli-te, raen Girlol, e.oliiuou a boa "
penando a vina por lodu ai carnt, cora um olhu 1*
iiar ale a propiia Calherina, e quero he eniao
'ult'ia aaaVaoo tuapiro, a deiroaiou cumpleli-
fiterio recitar
te mala
la**
i, medico Ambro.io Par, a qoe
iiieaino imlnnlc, ah eil el"
Agora, debiim "ii de rno grado, -dille entre li
db efle dar-lhe un pro.
liara ir tef*
ratono agoerdava aucioao
lia, lio importante para elle.
FIM DO Q0IRTO VOLOMB.
a fillm legundo, qui
ortauludo deU eonfe-
tConlinnmr-ti-h)


ae o tea governo Jane ata ntOa dem meto como um di-
%to de beligerante M).. 6. .." '""XV
e,te puto he por eerto um verd.detro acto bwlliMa.,
Je! E cebera elle d.. Ilberd.de. do belllgenote ? .....
A nio iolgar-ae o Brasil conquista da Ingleterre. julga-
rao" que .lo. He por orto um ac* de guerra : n. o
"TSSS.!q.*o.tr.-.Bf..H Grlo-Brala-
nh Dio sendo um. queitio poltica, nao mport.ndo
ouebra do verd.delroi e proprio* intere.te e direlto
rt.,,1 potencia (a*lm odevemo* crer). endo puramente
um. ae.Uo de humanidad*, poderla dar ato que a Iu-
al,urr. levantando um grito da guerr.. oalc.Me aoaj
! independencia e .uberaoU deate Imparto 7 Cana-
mente nio. Eofoltia .pen. asi. quettio urna traniec-
elo ero levar do captlvoi da frica, ou como mu baoi
clatiiocuu M. Dupln, uro contrato benfico, que ja-
oi.it lde da* dlrtlto ou Tornecer -lo de superiorlda-
de u5a potencia *"bre nutra Punca m damno e w-,
tunado brmftitor pd $er permillido tte tolva ou con^
ttrla o beneficio (I3> O dlreitos, poitaoto, de bellige-
nni* nio podiao oeste caso lar maneado* com juitica e
perielt* otorld.de pe. Grlo-Bretaoh*. O prooedlmeo-
io loiquo, que cooiuotco tam tido a*la potencia, d*co-
bre ao todo mu* fl o., tira a m.sc.r. ae philaotropia, que
at boje a ten esbelto. Nioguasj a pode erar....
(Do Eraiil. )
Armaumn 6 800*' no eiatello de D. Roy Goma*; 2.*, no mesmo
UUrairo V. Ligo. Um embruho coa. 6 panada. *?".; */. em Aqusgnni; 4.*. ero Sangoz.
ijorresponaencia.
Um erro gravwiimo, com qua bontem labio alta cor-
reipondeoci., no* obrig. a repet-1 boje.
Srs.Redactores.L num dos rtigos do
Ti.-novo de 11 do corrente, que me foi
rmettido por um amigoque o engenho
Cursnhy (a qe seu infame autor eliaanaI
Corsabi-)era coito de escravos jurtadoslU
Estou lirmemenle convencido de que
o individuo, qne a tanto aeatreveo, con-
ta com a impunjdade, que na presente
quadra girante os malvados, que com au-
dacia alassalliaoa honra ea reputaco mais
bem firmada ; e corto de que tal calum-
nia me nao rebaixar no conceito anda
d aquellas pessoas, que de leve rae co-
nliecemjcomo possa ella, por m, no animo
de outras produzir alguma imprem ao me-
nos favoravel a meu respeito, e j que-
outro recurso me nao resta, desafio aesse
covarde, para que prove, publique, qual o
escravo, ou qualqer outro ohjeCto fur-
tado, que tcnba sabido deste engenho ou
de casa de meus moradores, desde o au-
no de i8a5, em que para aqu me mudei,
at ao presente, sob pena, assim o nao fa-
zendo,de ser qualificado pelo mais infame,
litis covarde, mais desprezivel, e inais vil
calumniador.
Com a publicacao da presente, Srs.
Redactores, muito obrigard ao seu cons-
tante leitor, e assignante
Jos Mara de Barros Barreta.
Engenho Cuisahy, i3 de fevereiro de
1846.
COMMEBCK)
Alfandega.
Hbmhmkhto do du 16.......,........9:519*782
DeiearregUo Itoje 17.
Polaca urda Concordialaboedo, birricaiab.lid.se
i roo*.
Brigue-eicun. americano Cumeer/andfarinha, bo
laiinb. r barica* abatidas.
Barca W.m-Kennedyfarinha de trigo.
Consulado.
ENDiHirro do da 16.
Gcral...........................
Provincial........................
Direnai provincial................
3:427*922
1:236*66?
265*893
4.930*482
ifovinieiito do Porto.
meiae curte* da lioho.......000;
Jos Mina. Um embruho eom um* Camila, *
lor ...........2,000
Armatem n. 7.
UF. m embruho com dou* pare He broteguna
da oouro, averiados. Arbitramento 2,000
Doui pires de ditos de brim, viriidoi 2 000
Lettreiro Joi Jaquim. Um embrolbo com 9 pJ"|
de meias curta d* lioho ordinario 900
P. Sen moco* eom 47 forme* p*r* paleiro, va
lor .......... .34,7001
AL. Urna caita com om covado de panno de lie, 2
peitos e 2 eollirinhos de midipolio para cemi*ai, 1 par
de meiai curts, 2 lencos Vebita, 1 par de iuipeno~
rio*, tudo ordinario eom v.ria*. Valor lotal arbitra-
3 000 "ir toda emi escriplura*.
D. Urna ciii com 8 gar/.finh. de lioore* com raeia
oaoada........-. ow,
S. M. Dou* farros de engommar eom 1/2 arro-
ba, ............ 38KI
S & C. Um embrulbo com meia du*ia de tetoura*
ordin.ri.i..........
Alfa niega, 16 favereiro de 1846.
Sg&AxSssit Saturo i:
Os bilhetts vendem-ie em ese do beneficiado, un
to 10 theitro, o. II, e no di* 21 no botiquim dolhea-
tro.
Principiar ai 8 Aoroi mn'u.
J-ArnJ.
Odoulor Ju Tkomat Nabuco i Araujo Jnior, fi-
dalgo cacallliro da caa rtnsarraf. cavallro da or-
dtm dt Ckritto, jui% 4 dirtito do eittl na te funda
vara dula comarca do Htcift d Ptrr.amhuco, por
S. M.l fi iot guarde, tic.
Feeo lber, que no da 7 da *reo e ba d arre-
mitar, por venda a quem man der, un eicrevo de nome
Jlo, o.cao Angola, da idade de 16mnos, indio, do
lervico da venler n. roa, por 400,000 r. ; outro es-
envo de nome Frincisco, crioulo, com idade, que re-
presenta ler 40anno*. ladio, do servico docimpo. por
200,000 re ; peobondo* por eiecuciode Lenoir Puget
& Compenhia a Antonio Ferreire da Co.ta Bng*.
E par* qua obegue a noticia da- todo*, mindei lurir o
prewnte, qua ser* publicado a affliado o* lugir do eoi-
lume, a v*i por mim aiiignido e sellido eom o ello
deite meu juno. Recife. 13 de fevereiro de 1846. Eu
jMJuilino Fernanda di Sousa, eaorivio o esciavi.
Joii Tkomaz Nabuco dt Araujo Juntar.

L)ei lai ages.
' ts Pelo Iyceo fiesta .cidade se fai publico que este
estibel'cimentoie acbd lrnsferido para a cela, que
fiel ao lado do arsenal de guerra onda te (rilo as
sessSeido tribunal db jury e do di 13 do correte
comeco os trib.lhos d.i tula* pe* leguinte ordem :
tiuli de lingo* nacional tr.b.lhar d.i 10 ai 12 born
do di. ; a da latir du 8 n 11 hora* ; a de Irincez
dislO is 12; e d ingles da* 8 ai 10 ; a de geogra-
phia ds 10 12; a de deieobo, da 10 a* 12 ; a de
geometra da* 10 12 ; de rbetorica, di* 8 a* 10;
e de philosophii, das 10 12.
SfueUrii do lyceo, 12 de fevereiro de 1846. 0
iicretario 7odo Facundo da Silva GuimarSm.
nm A idininitngio do correio geni de*t* cidade,
lindo da por em eiecucao, do primeiro da margo pro-
limo, a recente determinc*o contid* na circular da
directora geral doi coneios, ab.iio trinicripta, f.
publiea pata conbecimenlo de quem convier, Coneio,
17 de fevereiro de 1846. 0 dmioistrador,
Bruno Antonio de Serpa Bianddo
PUBLICACOES LITTEIURIAS.
& Ctir-IOGaAPHI BBVBLADA
00
arfe di traduzir e dteifrar tuda a lorlis di iscriptu-
ras oicurai um conAcciminto alcum preliminar
dos carcter! mpnaad*l, quaaomt que itjSo usil
earactini.
bou* fins lem esli importantisiim* obra; ol*. en-
tinar a escrever de urna maoeir* obicura, e Uto por
diflerentes melbodos; o 2. animar a trtduiir deci-
da gravita*, agoa do ebeiro, rotroz, cimir*, cb*-
peo* de sol eilampis, lenco, *c. caj fnendi*
serlo vendidas pare lechar oontai com um cipitlo.e por
cooiequencia por qualqer preco que te onerecer.
i= Adimion Hoyie iCompinhii fario lailio, por
intuvenoiodo corrator Oliveira de am torlimeoto
de f*>endt* ingleui, i miii propria* deste mercado :
hoja 17 do correla, as 10 horas da manbSt, noieu
aruiarem ruada Aifandega-Velhe.
III
Avisos diversos.
A cryptogrephia revelad* he de grmde utilidade
pira todas is perion em geral, mas o be sobre tudo pi-
ra o* homeni de lettra* para o* negociantes, par o*
militares, e pira aquello* que ie oceupio com poli
dea. Ab quem nao estimara em certa ocoaiiOes
poder deeifrar unta eicriptura obscura ?!
Esta obra labire* lu por todo o mei prximo futu-
ro. Aquella* uessoas, que quuerom assi^nar, diri-
jo-se a roa da Cruz, loja de livros, n. 58. Prego da
siigntt'r* 2,500 rs.
O escriptor << comprometi explicar gratuitamente
aoiSrs., qoe asiignarem a cryptogrepbi* revelada, to-
da* a* diffhuMidr, que por ventura podio ah en-
contrar.
Remita Univertat Lisbontnii, jornal de litteratura
icienoiai arte* Ae. redigido icluilmente por J. 1
da Silva Leal, e'coliiborado por muitoi labio* e Inten-
to portugueze* ; publici-ie toda a quintis-leiris;
conlm 12 paginas de imprestio cada numen.
Anignatura por enno ou 48 numero, i 6400 rs.,
pago adtanladoi.
Gaatla ot Tribunw publicada em Lisboa pele is-
loeiirao doiadvogadn* portugueiei, trex vetei por le-
mam ; conlm polmica jurdica proceiso* civiie cri
minie* grave* questes da direito lolucSe da*
mesmas &c. .
Aisignilur* porinno, ou 640 paginas em folio
16*000 ra., pagos odia vitado*.
A pesto** que quizerem issignir pin quilquer
desle jornie* podero (ete-lo comeciodo a anig-
natura do primeiro totume ou de quilquer do* to-
tume* ja publicado.
Hiiloria tfo Cumulado i do Imperio por Thier
verti porlugueade Lisboa com estampas. Esta obra
conilai de 10 totumes em broebur de oitaro francez.
Assigmtura por cada volume 2*000 rs.. pagos i re-
cepcio de cade volume. Pelo primeiro navio, que che-
gardo Lisboa be proVavel que chage al o quin-
to totume, O primeiro e segundo volume podero ser
entregues ja aot issignintei. '
Kecebem-ie ai issignalurit para as publicacoei
icima no Recife. loja de livrct doi Srs. Cirdoso Aires,
rui di Cideia; em S. Antonio ra Nova loja do
Sr. Guerr Silva & Compinhia ; e n Boi-Viita, ru*
do Sebo, n. 8.
Natiei entrada! na da 16.
Kio-Gr*nde-do-Sul; 38 das, brgue briiliiro San-
ia-Maria-foa-Sort,iie22'2 toneiada, capillo Jo-
s Jaaquisn Di** do* Prizere*,. equiptgem 17, carga
carne; a Amorim Irmlo.
Bihia; 14diai; bircl suc* Carlolle-Selitia. de 532
tunelidn. cipillo Andre John Floreen, equipigesn
13, em liilrp; a F. Robilurd.
Binco-do-rloaji, lindo libido de New Bedlord ba 6
mezes e 25 Uia*. barca americana Preiident. de 166
lonelidis, cipiUoW." G. MancheiUr equipigem
22, carui aieila de pene ; ao cepitio.
----------'
Edilaes.
Migvtl Archanjo Montawo i\ W* I lf. offici
ordim da Rvia. cataltetro da de Lkritio, e
lor d'al/andcfa dt PernmbUco, etc.
1 Fu iiber, que no di* 20 do correte 10 eaeiodi*,
* aortid* incaia, e bio de arrematar n mercadorialj
bail0 deuripUs. eiisteat**u)fU *llandega rm doj
'ipo m.rcido no reguliaicnta, i i|uejl forlo eaoo
du por ediul da ti da avembr de 1845, p**f ae
dones m despichare.
.irmaztm n, 5.
9M. 'P. Urna ciii* com 40 cajxa* da cbarutosd
250 cada ama, averiada. Arbitrimenlo ^80,OCO
Circular, qut u rtftrt o annuncio tupra.
N. 5. Pirticipo* V. S. para la inteligencia
eiecugiu, qua por iviso da ec retir i a de citado do*
negocio* do imperio de 10 do correnle mez. foi com-
municado esta directora geral o bver S M
o Imperador por bem declarar um conseuuen-
ei* d*s observ*(oe* leitit pela directora geral, em 13
de letereirodo inno passado ; nlo so que o porte esta-
belecido pelo ertigo 185 do novo rnulimenlo dos
correio* he o do* coireos de terri, qur o imprettot
sedrijo por terri, qur por mir, ou por mire por
larra; mu Umboo, que a folbe avulm da lei, re-
Kulamentos, acto* miuisteriaes e peridico*, cu;* meta-
de nio eiotttor vinte e quatro polleged*Hoo teu miior
comprimento, e a quator/e, na iua miior lirgura, e
que nio contiverem maii de quilro paginas, s lio
subjeito* ao porte de dei rea; devendo pagar man
metido quindo forem miit compridis, ou mait lar-
ga; e o dobro quando eicederem melide ou inii do
comprimento ou largura fixadi.
E pira que esU declnelo ebegue conbeoimeoto
detodoi, cumpre, que V. S. a mande publicar no jor-
nal mus lido deau capital, e por tres din seguidos,
marcando o da 1." de margo futuro pira principiar a
ler vigor ule declrenlo. Deo guardo a V. S. irec-
toria geral doi correiot oo. Rio-de-Janeiro, 26 deja
neiro de 1846 Gabriel Gitulio Montitro de Meu-
donca.St. .dnini.lradoi do correio da P>rnambuco
THEATRO PUBLICO.
COMPANHIA ITALIANA.
Sabbado, 21 di fiVeriiro.
Ultima represenlacio lyrici.
Em beneficio do Bartono
Joo Toselli
I era executsdo o grmde drim. lyrico em 4 icios
i:k\ a\i
Esta opera he chefa-d'obr* do modarao compou-
ra dos depaUdos da Franca,
em 2 de levereiro da
tor w
Giuseppe Verdi,
eobeneficiido tudo eipe/i di geBeroiidide desle llui-
indo publico e di tympithi, que tempre pore'
Ejrionogeni.
roini, o bandido .
Hk, rei de Hespanhi
D. Roy Gome*- da Silva
griBded^eipiBhi .
Elvira, su sobrino .
eicudeiro de D. Ruy
lie lem
Actoret.
O Sr. G. Uariuaagelli.
OSr. JoioTotelli.
O Sor. Piol Fnn-
chi.
ASr" M.rietU Miri-
j ningelli.
O Sr. Gi.como Bon.nn.
(' Bm um rtlRO do Timei Isth temos.
CoVo;d7mont.Vheze. e bandido*, c
I A icen pitt-se : 1." acto, nu motDhu doAra-
Avisos niaritirnos.
os Vende se o pitacbo ConceicOo de construccio
braiileir* lorndo de cobre, promplo seguir vii-
gem para qualqer porto ; tsim como 6 eacravo* uia-
rujo, peilencenle* o dito navio : o pretendentes tra-
ten) com Firmno Joi Feln d Roa & Irmlo na
ruedo Vigiri'i n. 23.
Pan Litboa sabe, impreterivelmeole no di 20
do crrante o patacho portuguez Hutauracao ; rece-
be dgum carg miuda, awim como pisngeiroi pan
o que lem encllenle! commodoi : os preiendente tn-
lem com ot contigoitanos Kirn.ino Jb Feliz da Ro-
za & Irmio ou oom o capillo Alezandre Jos Cor-
ra* ai pnga do Commercio.
Pin o Rio-Gnnde-d o Sul uhir, no dii 25 du
crrante o lirigue Deos-U-Guarda cipillo Minoel
Luiz doi Sanloi ; i< cebe esenvos a frete a pastageiro* :
os pretndante* dirijlo-se ru* da C*dei*-Velba ar-
miiem, o. 12.
__ Para o Rio-de-Jaoeiro she, t o da 28 do
eorrento o bule nacional Mara-Firmina: quem
quier cirregir, ou r de pisngem drije-se a Jote
Antonio Rasto ru d Cadera do Recife, o. 34.
__ Pir o Rio-de-Janeiro labe, com a maior bre
vidade potivol o piticbo mcionil Fiisu, forrado e
pregado de cobre : quem no meimo quier cirregir.
ou rdopetsegem, pia o que lem ezcelleotes cosn
modos, diriji-se a Novaea & Companhe ru do Tr
piche o. 34.
-Yendc-se o petacbo necoml Lope, de cooitruc
ci americna, forrado e encavilhado de cobre, de lote
de 12" tonelada, ancorado no Moiqueiro : quemo
pretender, pode dirigir-a* a bordo, onde eiitte o m
ventirio do mesmo, ou 4 rui di Crus, n. 45, em-
cisi Niscimento Schiefler &C.
=Pan o Rio-Onnde-do Sul ubiri com brevidade.
e undi recebocarga, pttsageros, e escravo a frete, o
brgue-eecuns Bella-Virginia, d* conignCio de Nli-
oimento ScbUfler & C.
pr o Rio-Gnode-do-Sul ssbira com brevide-
de o brigue brasleiro Independen!*; tem prege pare
cerge leve,' psgeiroi e esenvo a frete : o pretn-
deme Irim com Sioof! A!vc! Guerra Jnior, da.
lOhontemdinle, ao irmizem deciboidogr. rno
ciico Mimede de Almeida, oo com o cipillo Fructuo-
so Jos Pereiri Dutra.
! Pare o Maralo legoe, por toda esta semina ,
o pitaclio bnsileiro iVnifo : pin cirg piissgeirote
e*cr*voa frete dirija* *e i Giudin Agoilinho de
liirros ni pracinhi do Corpo Santo o. 96.
O brigua-escun Henniila lahiri laipreterivel-
mento pira o Aractty no di* 18 do correnle, e id ad-
mita tlgumi carga miuda : quem a tiver e pretender
remetter. te poder entender, na ru do Vigerio,
23, primeiro endar, ou eom o mettre no trapiche.
Leudes.
Heveri leilio,' quinta-feira 19 do correte.
ai 11 horai di minbia no errouem de L Brogoi' .
imiaa-fui n. 1, por iatarvaagao do eorretor Oli-I**compo*ta de ingrediente* inlillive* conua
ieia"7"3e um porgio de (zendi*, comoJuiai do le- rugeoj.
Perdeo-se uma.biin me Domingo Ferreire Rodrigue defo. 139 : quem
a acbou o quier retlituir dinji-ia ao forte da Cin-
co-Puntas que era pago de seu Iratialbo.
Precisa se^ da um caizeiio pera venda que
afiance sua conducta, e le nlo tiver muili pritici, lan-
do o miis que se elige tambero serve: ni ra larga
do Rorariu venda da esquina confronto igreja ,
n. 52,
Urna mulher se oflerece para ama de urna ca
de borneen tolteiro ou viuvo, mano comprir; quem
de seu prestirno precisir, diriji-sano Alerro-dos-Afo-
gados n. 20.
= Um rapaz portuguei, dejdede de 18 eonos ,
se o lo i uto pan oaiiero de voudi que ji tss hs-
lante pr.tic. : quem de seu prestimo ae quier utilinr,
aonuncie.
= A pesaoa.qne precisir de um homem brinco ,
citado quo entende butinto de administrador a (ei-
lor de engenho dirjase a ra do Queimado loja
n. 13.
Seve & Irmio fuem publico que deiiou de ser
eu ciizeiro, detdeo da lo do correte, Jos da Al-
meida Nunet Lima. .
- A petso, que empenhou um relogio b* 15
mei** em om* das rnai dot Quitro-Cintoi di rui do
(eiatido queiri tiri-lo no pnto de 3 din ; do con -
trino lert vendido pin pagamento do principela joro.
= No domingo, 15 do correnle do ateo da Con-
ceicio at defronto da casa do Sr. Luiz Gome Fer-
reire perdeo-se urna bengala de junco oucinni da
Indi* porin lili ecdr de carne com cutio de mar-
lim cabeci redonda e con umis pintas pretal e urna
argola tmirelli : quem a achou, e quier fuer o livor
de a retlituir diriji-iei ra do Crespo n. 14, loja
de Jos Francisco Din que te Ihe ficira muilo obli-
gado.
a Quem apprebender um pretode nome Athine-
zio, crioulo de idade de 30 ennoi, leve i Jlo l)u-
boii na ra do* Quarteii, que recompenier.
= Quem precnir de urna ama de leite, diriji-se
a ru di Cideia irmiiem n. 3.
= Quem quizar dar roupa pare le levar e engom-
mar dirija-te ao Becco-Lirgo, o. 102, que seri
servido com todo maio.
= Precisi-se de um ofliciil de cbirutero : ni rui
do Collegio, n. 15.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olinda.
Nio teodo sido possitel eflecloir-te no dii 30 do
prximo findo me* o andamento di* rodil detla loteru,
como se batn ennunciedo, por existir anda por veuder
um creteido numero de blhetet, cujo vlor sobe pou-
co ruin de aiet.de di lotera, o que te deve iltribuir i
oontinunio d^M>tBjanto da fest* ; declara o respecti-
vo theiourtai Mfeimente lutorii.do, que tem
transferido pila o i 26 do correnle mez o tobredito
ndimenlo, beni convencido que, nu espigo de lempo a
decorrer ite" eue dii, o* amidore* deste jogo concorre-
ri6 a pruver-te de bilhete* not lugires ji publiudot.
- Olferece-te um feitor portuguez para litio ou
engenho, pan quilquar occopiglo, o qual di fiador
asuaconduta; quem precisir, dirija-ie a ra do L-
tramenlo, n. 24.
Sr. Domingo di Silva Rirbozi quen in-
nuncir a sui resdenci o praturar Gaudino Agoi-
linbo de Birrot, prac inicio Corpo Sinto n. 66.
Na rauda Ringel obtido n. 9, tirio-se pis-
saporteiaalantro e fra do imperio, o deipicblo te
escritos; (udo por prego com modo e com brevidade.
QuinU-feir* 12 doxorrente tirarlo do col-
legio S. Antonio do quartodo director dis 10 bo-
ns t io meio dii lempo em que o mesmo se acha-
ta n'auli um relogio bonete de ouro com trin-
ceiim ; o direcior oio iguora quem foi o autor da gra-
cinbi e serte-se deste meio, pan Ihe diier, que
pode restituidlo ou por l, ou por segunda peiso* ,
que leri a dignidede d e* calar e a nnguem paten-
tear tal infamia tillo que a occitilo apruteitede nio
loi li dai m.is felize, em das m.i gratet. Ni cmhi
muito* olboi, e olhotde rapaiei, que tio itiladoi, e qua
obtervi ) todn is icgde e movimentot. Dido que o re-
logio eitej ji empenhido ou vendido quem o tiver
reconhece lo-h pelo* seguintes ligmei: He um m-
bonete de ooro patente ingle'., meio chrenomelro
compensado de volume ; a mola pare abrir o ab-
nele eill relaizada a qual nlo feche bem lelte-lbe
um brocho ni mole de teo qoe segn cobert da
machina que he timben) de ooro. Qualqer pesso*
a quem for oflerecido, mima just* far, le oippreben-
der e dado que le ache empentado ou vendido, po-
de miodi-lo entregar, qae roeeberi a quantia qua
houver dado.
= Quem pretender .a*** I lenta* postil!* do primeiro
e egundo anno de leadoalb de Olind* dirija-** a
botica do Gonziga ; *tim como ode* de Ortcio en
portuguez. .ja
= abaiio aatignido deiiou de ler ciueiro do ar.
Seve & Irmio, d**de o dii 15 do correlo.
Joiide Almeida XuaetLima.
Aterro-da-Boa-Viita, n. 5.
Pommiteiu cutileiroe imolidor de lodo o* ier-
ro, qoe perleneem cutilri, previne oi teu* tre-
gete* que ilm doi lerroi de iua irle lambem (a-
brici-ie ni tui ofBcini quilquer obla da ego eom to-
da a perleigio, co-o lejiO eiporit a freio* da todo* o*
leitioi todot o* instrumento* de cirurgia a de denlis-
t* concert* de etpogirda, fizando peen novit,
ando precitas. Ourt-fer* a ubbido da cada nmi-
ni tio otdiiideilinidot pira imolir todi a quitidi-
dede ferro* cortante*.
No mesmo esttbelecimento timLem te aloglo espin-
(*rdide cica pagando o aluguelde cidi dii.
Timhem ha pin vender un puctroi de urn m*t-
ler-


Tendo-ie dwenolido noi rmateos daalfsode-
marttfiordman. qoaotidad de copim sahido
roceotrc da trra, e nlo ae lando podido extinguir,
per decoDtinuadaiapplica?6Mde veneno, o arrema-
Mnl^acepataiia convida o qualqusrpetsoa que ai-
be extinguir esta praga para vir lazer applicacio ou
?D\in" 1De P88"8 que e ajuitar, faieodo o eflei-
todaie)ado; adverlindo, que o copim appareoe do
cbio e quando te tira o objerto, em que est em
pouco lempo desspparece pela torra lem deixar vestigios
dealhterexiatido. 8
Jlo de Souxa Fidalgo, aubtido portuguez nlo
podendocuroprijcomo trato leitocom o Sr. Maooel
Antonio de Jeaua pelo qual te obrfgou a trabelhsr
por 20 oieies pela importancia de 50 patacOei, quan-
tia, etaa pela qual foi jaita a panagem do annuneiante,
e como nlo pona continuar com o eer?ico, a que (oi
destinado, por nocivo a toataude, e eateja proropto a
ressarcir os servicos de tre meies e meio que Ibe falli
para oa tinte, porque contratou por moeda ; roga
ao dito Sr. queira neatea 3 diaa mandar, com aua con-
t recebar a importancia dos ditos servicos, noa Re-
medio, otaria do Sr. Figoeiredo onde por ora aaaiate
o annuneiante; do contrario recolhera qaantia equi-
valente ao deposito para judicialmente mostrar e pro-
var, ciue nlo pode ccartinuar no dito trato.
= f recisa-se de urna ama para casa de um homem
solteiro que seiba coiinhar coser e engommar:
quem estiver nestas circomstancias, dirija-se ao pa-
leo da rbeir* de S Aouio oocneiia p. 2.
Precisa-so de um forneiro que entenda bem de
massss para lomar conla do servico de urna padaria :
quem estiver nestas circumstanctas, dirija-se a ra
larga do Roxari, n. 25, a fallar com /os Pudro de
Alcntara.
Urna pesaos de saber e capacidade e que ja
tem pratic de ensino prope-te a dar licoes de pri
me i ras leltrat, grammatica nacional e muaica pelo
melhor nielhodo poasivel em casa de sua residencia ,
ou em ditas particulares, afiancando o bom aproveita-
menlo. A pestoa que ae quier utilisar de teu pres-
umo dirija-se a ra Bella n. 11 que achara com
quem tratar.
I'reciaa-se alugarum moleque de 12 abos para
cima : quem tiver, dirija-te a praca da Independencia,
- n. 2.
Perddrlo-se duss apolicef do thesouro de os.
20 e 21, da quaotia de 400* ra. cada urna e uoidoa as
mesmas, dous conhecimentoa sendo um da quaotie
de 60# rs. e outro de 40# rs. documentos estes que
s podem servir a o seu propietario por depender
das precisas lormalidades qoe exige a lei: roga-te a
quem os acbar, de fazer o favor de eotregar na toja de
lateadas n. 57, na ra do Queimado que ser gra-
tificado pelo seu proprietario, Jos Antonio de Oliveira.
Aluga-se urna casa terrea na ra da Soledade ,
muilo larga e repartida a moderna com dnas salas,
6 quartos corredor ao lado cozioba fra quintal
murado e ostro cercado, cacimba com moito boa agoa
de beber : a tratar na rus da Aurora n. 38.
AlugiSo-se dous andares e um gran-
de armazem na ra do Trapiche com
milito boa vista para o mar e milito fres-
coa : a tratar na ra da Aurora, n. 58.
=Firmino Jos Flix de Rosa & Irmao fazem scieri-
te ao publico e principalmente eos seus devedores ,
que Manoel Joaquim Machado Guimtrles doixou de
ser seu caixeiro desde odia 12 do correnin.
Aluga-se o segundo andar do-sobrado da ra da
Pecha n 31 muito fresco por preco commodo : a
tratar nt mesma ra por baixo do sobrado do coronel
Joaquim Bernardo.
Jos Lourenco Meira de Vasooneellos, substituto
de latim do collegio dss artes de Olinda fas publico ,
para quem convier que ensina a materia de aua pro-
fisslo em casa de sua resjdencia, lia ladeira da S .
para o que, e para os preparatorios que teobio de
dar n'outrs aulas, ja tem, e contina a admiltir alum-
nos internos, menores de 16 annos, sos quaes se com-
prometi a prestar zelesa edu cacto.
Precisa-se de um hbil caixeiro que lenbs to-
da pratica de venda e dando conhecimento de sua
prjsos ese Ibe far bom. ordenado .conforme seu
merecimento : na Soledade, venda n. 20.
- Quem quizer comprar, ou tomar conta, por so-
ciedade, de urna padaria, sita em muilo bom iugar de
negocio, e com todos os utensilios necesssrios, equasi
novos, com boos commodos para moradia na mesma,
pode dirigir-se a ra da Guia do Recife, casa n. 7, por
cima de um marcineiro, a tratar como Ibe coovier: po-
dendo ser o negocio vantajoao, por querer o dono mu-
dar de estabelecimenlo.
Joaquim Lopes de Barros Gabral,
professor de dcscnho, e pintura, partici-
pa ao publico e eos seus discipulos, que
tem aberto a sua aula desde as 9 horas
at as da tarde para os que se quizerem
dedicar a esta arte.
puecos
Desenbo
Architectura .... 6000.
Pintura a oleo. Hs'ooo.
-vt-asa-
1/1 annos, que seja de bonita figura, pro-
pria para mucama ; igualmente um mula-
tinho da mesma idade, que possa servir
para pagem : na ra da Cruz, n. 60,
primeiro andar.
ComprSo-te o Lunario perpetuo, e ortbogra-
phia de Madureira ; na roa de S. Francisco, o. 66.
Vendas.
= Vendem-ae varios cavalloa entre ellos urna fa-
mosa parelha de cavalloa grandes e gordos, e igualmente
um carro de 4 rodas, com os competentes arraios, tudo
em bem estado ; em oasa de Luis Gomes Ferreira ,
00 Mondego.
Continulo-se a vender chapeos finos de castor,
a retalho ; na ra do Trapiobe-Novo n. S casa de
Jlo StewarL
= Vendem-se duas oegrinhas, de idade de 18 an-
nos muito lindas, com principios de engommsdo e
costura ; outra dita de idade de 22 annos bos cozi-
nheira ; usa cabrioha de 16 annos com principios
de pedreiro ; dous ditos de 24 annos, boos oarreiros ;
i escravos de naci ptimos para todo o servico ; um
dito de sejio ds idade de 18 ansas, ?onb*i?.o ; l
preto bom canoeiro todos por preco commodo : na
ra Direita n. 3.
= Vendem-ae charutos de ptima qualidade, e mais
em oonta que em parle algo roa em porfi e a reta-
lho ; na ra da Praia, n. 31.
A BOU GOSTO.
=Vende-se por muito barato preco, urna rica toa-
Ihe de bretanba toda abarla de lamilo a polka ; oa
rus Velba, n. 101.
Vendem-se, sem feitio, duss correles para se-
obora; 4 anneles de muito liado gosto ; dous cor-
ddes ; uom medalha ; 3 pares de brincos com diaman-
tes ; um traneelim ; botdes para abertura e oulras
muitas obras de ouro de lei ; 12 colheres de piala pira
so upa ; 6 ditas para cb ; urna oa oda de carreire.no-
va por preco commodo : na ra Bella, n. 37.
ATTENgAO AO BOM !
= Vende-se farinha da Ierra muito bos e torrada ,
para mesa a 61 rs. o alqueire velho bem medido e
caculado ; um cavado gordo e aovo bom andador.,
sellado e prompto ; oa ra do Raogel venda o. 50.
Vende-se um uniforme completo
para oflicial da guarda nacional, sendo
o telim proprio para o quartoJjalallio, as-
sim como um mui lindo e rico par de dra-
gonas para oflicial de ileira da mesma
guarda nacional : quem pretender ditos
objectos, procure na Boa-Vista, ra For-
ro osa, quem vira para a travessa do Mar-
tina, que achara com quem tratar.
= Vendem-se superiores cartas fraocezas para jo-
trar e lambem ordinarias; Da ra Nova, leja de
ferrageos, o. 15.
= Vende-se guano; 00 armazem o. 44, ruada
Alfaodega.Velba. *
Cheguem ao barato !
= Vendem-ae bolina e meios ditos psra homem de
640 a 1000 rs. ; sapatos de couro psra mulber e re-
pazca a 160 rs.; ditos desetim para seohora a 320
rs. ; ditos para meninas a 80 rs. : na praca da In-
um preto de 20 aooos; urna preta de 20 annos, lava ,
cose, engomma e cozioba ; urna negrinba, de 10 an-
nos ; urna parda com dous filhos de 6 a 7 asnos
lodos ebegados prximamente do Aracaly por puco
commodo : na roa da Gru, n. 61.
= Vende-se urna negrinba de 14 aonos coxinha
e lava de sabio ion escrava de naci, ptima qui-
tandeira J dona mulatinbos, de 12 a 13 annoa pro-
prios para officio ; um dito de 17 annos proprio pa-
ra pagem ; um dito do 22 anoos para o servico de
campo ; um escravo de naci de 40 annos ptimo
padeiro ; um moleque crioulo de 14 aonos, psra lo-
do o servico : oa ra das Cruzes n. 24 seguodo
soder.
Vende-se urna preta crioula de 18 a 16 anoos,
de bonita Ggura cozinha e engomma soflrivelmenle ;
ns ra do Crespo, n. 0.
1 s= Vende-se um cavalloroco grande, muito bom;
passeiro csrregador e esqoipador; qa ra do Cres-
po o. 10, primeiro andar.
= Vende-se ssl estrangeiro a bordo : a tratar com
Leopoldo Jos da Cosa Araujo na ra da Moeda,
o. 7.
= Vende-se superior farinha de S. Gatharina ; a
bordo do brigue Niro lundeado defronte daa esea-
dinbas.
= Vesdim-ssiescrs-csscsc: bon "' o tra-
balho de campo e da praca ; um dito official de carpi-
na ; dous mulatinbos de 10 a 12 annos; um moleque
peaje, de tK annos orBcia! de aliis e bom pagem ;
um preto de meia idade por lOOj rs., bom para Irs-
balhar em um sitio ; Aescravss, urna engomma e co-
xinha besa ; duas dilaa quitaodeius ; urna mulatinba,
de 14 aooos, com boos priocipios de habilidades : na
roa do Crespo, n. 10, primeiro andar.
=Vende-te um piano de Hamburgo de ptimas
votes e do melbor autor; carneiraa de lustro, por
preco commodo : es rus da Cadeia-Velba n. 16 ,
primeiro andar.
= Vende-se a venda da ras ds S. Cruz, n. 5, t di-
oheiro ou a prazo com os luodos a vootade do com-
prador : a tratar na mesma venda ou oa mesma ra,
o.3.
= Vendem-se dous ptimos piaoos ingieres, de afeferi!gSss sosa, gge; i: beber,
muito boas voies e conslrucco, por preco commoda^
oa roa do Crespo toja o. 4.
Vende-se muito superior potassa
da Russia, em barris pequeos, pelo mo-
navalhas maravilhosas por todas as socie.
dades das setnelas medico-cirurgicas
tanto da Europa como d'America, Asia, e
frica, nao s para prevenir as molestias
da cutis, mas tambem como um meio cos-
mtico,
Vende-se um globo terrestre em bom estado ,
por 12,000 rs. ; na ros dos Quarteis, n. 11.
= Veode-seum preto crioulo de bonita figura,
muito moco e setn achaques ; urna cabra, tambem ene,
ce eoiinhi bem o diario de urna oasa lava beta oa
varrella e aablo be de boa conduela, e sem vicios
nem achaques : oa ra do Queimado, o. 39 oasa de
Antonio da Silva GusmSo
=Vende-ses venda do pateo do Careno ,
cpm pouco tratar na mesma jei
= Vende-se louca vidrada de todos oa tamanhos,
como sejio : alguidsres, botes para manteig
doce, panellas, escarolas com cabo proprias panW
00 vasos para flores, servidores, todo barato: s
ra do Encantamento armazem ao p da cacimba.
= Vendem-se alguns exemplares do primeiro ae-
ro do Ramalhtit iat Dama, peridico musical, con
4paginas em*folio de loriara do anno de 184$,(
1800 rs. e do numero 2 a 500 res cada om; stsim
como alguna nmeros do anno de 1845 contendo
o Judeo Errsnte 600 rs.; Il.-Prigloniero roman-
ce 600 rs. ; Nova Polka 500 rs.; romance d
Dona lgnez de Castro 600 rs. ; Casi di Sspno,
valsa e retrato 1500 rs.; hymno do prineipe D. Af-
ronto psra canto e piano, 1800 rs. ; ditodilo pm
piano s ISOOlrs. ; aria dos Puritanos 1500 rs. :
ns ra do Crespo n. 2, onde lambem se receben as-
signaturas para o mesmo peridico.
Vende-se a ferramente de um oflicial de msree-
neiro e algumts obras principiadas, propriaa pm
algum principiante por se vender tudo barato: oa
ra da KUdre-deDeos n. 9.
MUITO BARATO.
Vende-se um pequeo sillo a margem do Cap-
baribe com casa de vivenda coqueiros e Ierra aati
alegre com estrada pela Passagem e pelos Afosados;
as mais proporces se dirad ao comprador : na rus t
Agoas-Verdes, o. 21.
= Vendem-se 5 animaos de rodas, bons moedores;
00 engenho Novo da Moribeca.
dico preco de a/J0 ris a libra : na ra dol = V*ode-se a colleccio completa do Panorama;
DAS MPMAUDADES.
>*..... GjSOOO.
5=5=
^OiAJ jiS 5.
= Compra-s um preto de naci Angola que se-
ja possante, e que nao teoha vicios ; risgi-se bem : na
venda da esquine da Pe noa por baixo do sobrado (
coronel Joaquim Bernardo.
Compra-se urna duzia de cadeiras de palbinba ,
sendo em conta ; oVru de Apollo tanque d'agos .
n. 28. .
Compra-se um compendio de potica por Freir
de Carvalbo ; oa ra do Crespo n. 10, primeiro an-
dar.
Compra-se o segando volume dss ordeoeedes do
reino de Portugal; no caes da Allsndega armazem
ti. 5.
Comprio-se dous grandes bancos de assentar ;
psgio-se bem : na rus dos Quarteis n. 11.
Compra-se um par de globos geogrsphicos; o*
rus larga do Rozario n. 36, lerceito andar.
Compra-se urna negrinha de 10 a claro
dependencia ns. 13 e 15, lojs do Arantes.
Vende-se urna negra boa lavadei-
ra, e solrivel cozinheira : na ra da
Cruz, n. 60 primeiro andar.
Vende-se, na na da Cruz, n.
60, primeiro andar, cera em velas,
recebida directamente de urna das
melhores fabricas do Rio-de-Ja-
neiro ; he de ptimo aorlimenlo,
e por preco mais barato do que
em outra qualquer parte.
!;
sss vende-S'i uma bonita escrava de Angola, de
annos sem vicios nem achaques ; na ra eslreila do
Rozsrio botica n. 10
= Vende-se um moleque crioulo de idade de 20
annos pouco msis ou menos; oa ra da Moeda ar-
mazem n. 15.
- Vende-se eal virgem em barricaa, chegsds pr-
ximamente por preco' commodo ; ns rus ds Moeda ,
armazem n. 15.
=Vende-se um moleque de Angola de 18 s 20 an-
nos de idade de boa figura sem vicios nem achaques
de qualidade alguma be bom comprador, e cotioha
bem o diario de urna casa ; urna preta de Angula de
18 a 20 annos, nao tem vicio algum cozinba bem o
diario de, urna casa he boa lavadeira de sabio e var
relia engomma liso enlende de boceteira, e he mui-
lo fiel; urna dita crioula moca de boa figura boa
Trapiche, armazem de Jos Teixeira
Basto.
=Na fabrica dos engenheiroa e macbinistas M. Cal-
lum & Companbia ra do Brum, ns. 6 e 8 vendem-
se moendas de canna, de diversos tamanhos, para agoa,
ou animaos ; e tambem se concertlo por preco com
modo. Na dita'fabrica igualmente se receben) encom
mendas para mandar vir toda a especie de machines da
melbor e msis moderna constraccio.
= Vende-se milho velho s 2500 rs. o slqueire ;
dito novo s \ rs.; scese com ftiinba de Mag a
6/ ra : oa rus ds Csdeia de S. Antonio, deposito de
larioha n. 19.
=Vende-se vinho de Bordesus em quarlolas, mu
bem acondicionado ; ago'ardente de Franca, de pro
va, em barra ; 2000 garrafas vasias Bordeaux; urna
porefio de muito boas rolbas de cortiea grandes e bem
feilas : em casa de Avrial IrmtTot, rus da Crui. o. 20.
Champagne da marca C 6c C, vin-
da no ultimo navio de Franca : vende-se
em portoes e a retalho, em casa de Me.
Calmont & C.1
= Vendem-se moendas de ferro para eogenhosde
assucar, para vapor agoa e bostas de dirersos tame-
nbos por preco commodo; e igualmente taitas de
ferro coedo e batido de todos os tamanhos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de Me. Calmool &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
Vendem-se as melhores sarjas lar-
gas e hespanholas, por preco commodo ;
na pracinha do Livramento, boje ra do
Queimado, n. 6.
Potassa americana
de moito superior qualidade veade-tc a 250 rs. a
libra ; 00 armatem do Brtguez, ao pedo arco da Con
Mielo,
Vende-te potassa americana, ltimamente che-
gada em barris grandes e pequeos; lencos pretos,
de sede ds India ; setim preto de Macao ; velas de es-
permacete de 4, 5 e 6 em libra ; eera amarella ; al-
godio grosso para saccot; todo por preco commodo :
em cats de Matbeos Austios & Companbia na rus da
Atfaodega-Velba o. 36.
Vende-se um violSo de muito boas
vozes, e orna chapeleira ingleza de couro,
e muito bem feita ; tudo por barato preco:
a fallar com o Sr. Thomaz Oias Souto,
ra da Cruz do Recife, n. 6a.
Vendatm-se garrafa* grandes, com
agoa de Cologne, chegada ltimamente
e
na rus do Crespo, toja n. 15.
Vende-te um cavallo ruco, de bonita figura,
com lodos os andares, al meio ; oat Cioco-Ponlts,
n. 71.
= Vende-se um escrtvo bom corttdor de carne;
ns rus do Padre- Flonanno, n. 63.
= Vende-se um moleque de muito boa Ggura,
bom official de sspsteiro e proprio psra pagem ; urna
preta de 20 aonos, pouco msis ou menos, boa la-
vadeira e costure ira chia tambem de boa figura ; am-
bos aero vicios nem achaques : na roa da Cadeia de S,
Antonio, n. 28. .
Faz-te publico qoe de hoje em dieale e psra
sempre se vender sebo de rim de boi a 160 rs. 1
libra 1 eem porclo muito mais em conta na rut doi
Quarteis, n 11.
Vende-se um casal de gneos, estando smbos bu-
fante alvos ; na ra Augusta, n. 34.
= Vendem-ae duas negrinbas, urna de idtdo ds
12 annos e a oulra de 14 ; um moleque de II sa-
nos ; as negrinbas teem principios de costurs, oslo da
booitss figuras; no pateo da matrii de S. Antonio, o. 4,
segundo andar.
Escravos Fgidos
cozinheira, tanto de fomo como de fogio, cose bemjde Franca, e pelo moderado preco de
chao engommasoflrivelmenle e he boa refinadeira\2H00 r8. cad<, carrafa na ra do Cies-
de esauvaf : =2 "-i do Oesno n. 12. a fallar com Jo-I"*.?* _. t. t Zt t.
t Jotquim da Silva Mais.
Vende-se um sitio na estrada de S. Amaro para
Belem com chios proprios, .boa) cata bailantes ar
voredoi de fruto trra para plantar, ptsto pira 4 vac-
as de leite : a tratar no mesmo sitio, pastando a pon-
te, que vai para Belem primeiro portiodo lado di-
reito ou qa ra do Livramento o. 28.
= Vende-se a nt ais superior sarja bespanbola pe-
lo barato preco de 2560 rs. o covad; casimiras eofea-
ladtt, u mait tuperiores que be possivel s 4200 ra.;
dittt de urna largura, a 1000 n.; leocot de totim os
mait aaieiadot, a 2880 rs.; ditos para meninas, a 64
rs, as mais asseiadas mantas deseda ; chales de lia e
seda i e oulras muilss -lazeodas baratas : na ra do
Crespo loja n. 12, de Jos Joaquim da Silva Msia.
a, Vende-se um orrador de caf, em bom use ; na
rus d Seotallt-Nova n. 4.
:Vendem-se 8 osemos, sendo um pardo nuito
de bonita igurt sito, de idade de
pOj toja nova u. uj uc usc Jaquini
da Silva Ittaia.
Na ra do Crespo, loja nova n. !,___
de Jos Joaquim da Silva Maia, Vendem- dejme Meria, que (oi estrave do Sr. doulor Janteo
se as admiraos e bem acreditadas nav-j
Ihas de 390 da (hia: estas navalhas teem
- Detappareceo, da can de J. J. Tasto Jnior,
um moleque crioulo', de oome Marcianno, rindo pr-
ximamente do Ceari de idade de 6 annos, j>ouco
msis ou menos olhos bastantes grandes; letou ca-
misa de tlgodio tuja de carvlo e comprida : quem o
pegar, leveao dito Tasso, que recompensar o proce-
der com todo o rigor ds lei contrs quemo tiveroccelto.
Fugio, na madrugada do dia 7 do correte da
eidede da Olinda, orna parda de nome Cosma pare-
condo branca por ser bastante clara cabellos corla-
dos e corridos estatura mediana, nlo mal parecida,
olbos pretos e grandes sobranrelbas grossas, cos
falta de denles na (rente peitos grandes ps e mioi
regulares ; em um dos ps tem una pequea ferida en-
tre os dedos, que nio a deixava andar bem ; o dedo
do meio da mo direita, oa ultima junta, be defeituoso
de urna panancio; representa 20 a 22 annos de idade; l-
voo alm da roupa do corpo, urna trouxa com um ves-
tido de chita ooro e slgumaa camisas seodo 3 de os-
dapollo fino aioda em folba e 4Sf ra. em cdulas:
quem a pegar, leve a sobredita cidade de Olinda o*
ra do Paase-Castelbeoo casa contigua ao theatro ,
00 no Recife na roa da Aurora 0. 12, qoe stra ge-
nerosamente recompensado.
= Fogio oo da 5 do oorrente do eogeobo L-
moeiro regoeiia de Agos-Prets um eseravo criou-
lo, de oome Joaquim, fula, alto, cheio do corpo, quei*
xo meio pootudo ps grandet e grossot, andar meio
Serado por ter tido urna fstula na cocha da pernt ra-
uerda reprsenla ler de idade 20 annos : quero o
pegar, leve ao mesmo engenho ou nesta praca, na roa
da Gloria em cata de Maria Fraocitca de Carraloo
gouoiuiaaivui ^CCC?,,*""
sedo.
= No dia UdOjjau-reole pelas 10 borat da
fugio do-ataamfc assagaudo uma presa crioula >

a vantgem de cortar o cabello setjy
sa da pelle, deixando a eara pa
estar na sua mocidade. Este a
elusivamente da China, c s nel
Iho dous dos melhores, e mais
cutileiros da nunca excedida
dade de Hekim, capital do imp
AUCTOR SHORE.
N. fi. He recommendado o uso destasIpEnin. ; na typ
Vr-irT rW! TTWBtPsWta
morador em Olila, ^de etUtura mait que regula'.
ni fallante e tottj ftajtatOa 25 annoa de idade;
upa verrugaT p eos cima do beico tupo-
e lila, e panno lioo pre-
s de andar acoiUda por
_^^^HPBtantef eaniitdes : quem apegar,
a ra de Crespo loja n. 10, ou em Olinda ao
llor Maximiano Lopes Machado, ser genero-
recompensado.
Jott Joaquim d$ Frutal GuimarM.
DI
M. Ft DI t7AU t^6.