Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08743

Full Text
inno
de 1846.
Sabbado 14
n MABIO publlca-se todo, os das que
frein de guarda : o preco da asslgna-
'" hJdc 4J000 rs. por quarlel pagoi adxan-
;"(;V Os aunando dos asslg..anUs sao .a-,
1 V ,iio de 20 ris por linba, 40 rs.
'" '"dii>V e.. repettoe pela me-
"n.1>Pn.nue nao forem asignante, pagao
s;;'s. Pon.nha,el6e,.iji-> diffcreatfc
1ASES DA LANOMEZDEFEyEREIRO.
. ~ie a 3 as 2 hor. e 51 mo. da man.
:r0SCn,aallas6nor. e 5l.nln da man.
1,1 u a 19 as2hor. e 23 min. da man.
^. *-
II min. da tard.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Grande do >orle, chega as quarlas
feiras^omcio (lia, eparte as mesmas ho-
ras ns quintas felras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1., U e 2i de cada mea;.
Gar^nhuns Bonito a 10 a 24.
Boa-Vista e Flores a 13 c 28.
Victoria as quintas felras.
011 nda todos os das.________
PREAMAR DE HOJE.
Priineira as 7 h. e 42 minutos da inanhaa.
Segunda as 8 h. c 6 minutos da tarde.
de Fe ver i ro.
Anuo XXII N. 36.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda S. Apollonla, aud. do J. dos orf.
edo J. do C. da 2. v., do J. M. da 2. v.
10 Terca S. Guilhcrme, aud. do J. do cir. da
1. v., e do J. <1 Va* do 2-,list- ae '
11 (marta S. I.aiaro, aud. do J. dociv. da
2 v.. e do J. de paz do 2. dist. de t.
i Quinta S. Modesto,aud. do J. de orf., e
doJ. M. dal.v.
13 Sexta S. Benigno, aud. do J. do oiv. da l.
v., e do J. de paz do l. dist. de t.
14 Sabbado S. Valentim, aud. do J. dociv.
da 1. v., c do J. de paz do 1. dist. de t.
15 Domingo S. Jovta.
CAMBIOS NO DA 13 DE FEVEREIRO.
Camb. sobre Londres. 2 d. p. 1/ 60d.
Pars 350 ris por franco,
T.isboa 106 p. c. pr. >. m.
Desc. de let. de boas tirinas IIV. p. % me*
0ro-Oncas liaspanliolas 30*500 a oUOTU
Mocda deBflOOvcl. 1600 a JW80O
l dcG^OOnov. BJ^OO a in^not)
> de 400t> 8800 a 8*800
raa-Patacoe. rT J/* {Jg
. Toso Uolumnares I #20 a #M0
. Ditos >1exicanos. UW0 a 1870
. Piala Miuda W5*> W
Acedes da O." do Beberlbe de 50/000ao par.
DIARIO DE PERWAMBCO
ADVERTENCIA.
No 1 offioio do espediente do conmando Jal armas
jo'di 9 do correte, publicado coa o nosso o 34.
pag I '. col. 3.*. Iinhss38e39. en ves de e< voga$i
da junta di juiti gati dajunU dtjuiltca cwtatmnt, tic.
EXTERIOR.
REPCBUCA 00 PABAtHMY.
Viva a Refdbliea do Ptrgay !
Independencia ou morte !
MANIPWTO.
A Repoblica do Paraguay, .pesar de o. polit.c. i
costante e nlo intarrompid tai, spes.r de sea y-
tema de eircumsp^ccio para corn os govwsW e.tr.
-bo. epesir, em fim, de mus principios emioctemen-
te moffen.ivo. ve-se obrig.d neceessr.amento eom-
pellids k Mal neceuidsde de ioterpor o ultimo e *
tremo recurso das armas para defender o direito,
ultrajados pelo dictador de Ruenw-Ayre, e per I-
var a sua existencia oaeional.
Em to solemne e grve posicio, o sup.emo gover-
no da Repblica do Paraguay dse manifestar a todas
ai nscoes as rszes poderosas e urgentes, que detorm-
niooseu procedimento, expor oom toda a tranquera
gando-o* em relelo metropole, ejuer iuvoc.-lo no
leu interesse !
Dissulvid a eociedade hespanbola da Amenes, e rea-
iituidosoi socio ao estado de sus hberdade oatursl.
organisou-ee o povo paraguayo, eomo oecio toben -
oa que he; o gosou deede eotio paoifieameote de sua
indepeodeneia, que nlo oi turbada por governo el-
gum dos muito que tem lido Buenoi-Avres. Ella
partencia ji o dominio da bittoria, e niogoem poda
suppor, que fotse potia em duvida.
Juntamente com o direito e o facto da independee-
eia paraguaya, lioaa sido desde entSo reipeitado o di-
reito da nasegaclo da repblica pelas agoat do Para -
n a PraU. Nem um t gowoo argeotino Ihe dispu-
tou jsmais. e uolo eontrerio alguna se queiirlo do
ystems de isolamenio e prohibilo eommercial do
Paraguay. Se o direito de commeroiar eom as proin-
cias eonfederadss poda ser questionasel, nanea a di-
vida se poderia estender so direito de transito ou tor-
ventis resl, constituido desde os piimeiros dial do
irnp?< baspanhol na America. A eapital do Paraguay
governou todo o territorio e agoas do Paran atea iot-
tallacio do tice-reiado de Buenos-Arres antas e
depoit dalle, a ante e depoit da independeocis non
servbu sempre osse direito de terveotis real, ettejus
i'n n, que subsiste, qualquer que seja o propnetario.
Era este o estado de cousas qando terminouo go
vernodieUtorial da republioa. As necessidades sooiaes
suis viste, e patentear a sua somma justica. I 0 ,0| dl st|MCao exiguo Igualas praden
\oS -e tf.t.H.-ms guerra originada em odios pe-||M ^g^f^ do svstems anterior, e abertura dos
loaes, movida por ambicoes, dirigida a eonquiau., ou
cortejada por outro qualquer pensameoto reprovsdo
pela Previdencia ou pelos horneo; trsta-setim da cauta
roais justa esanta, e por isso mesmo nada ba queoo-
cultar eos olbot do universo.
Alm daquillo, que a imprensa, tanto deste estsdo
cmodo Eitsdo-Orieotal, tem publicado extensamen-
te, henotoiio e ssbido por todo o mundo, que a inde-
pendencia politice da Repblica do Paraguay he um
l.ctn consummado, eoevo, e tio legitimo como o daio-
den-ndencis de Buenos-Ayres. Todss ss polencias,
parte das quses ja reconbecro a soberana nacional,
sabem muito benque desde maio de 1811, o boto
rjiraguayo separou-ae a emancipou-se, naos da Hea-
paha. seno tambem de toda e qualquer subjeiclo ao
vice-reinado de Bueoos-Ayres, instituicao da metropo-
le, que caducou com a queda do systema colonial. Des-
de entSo at boje a soeiedade e destinos paraguayo
teem formado umaentidade totalmente soberana e di-
tincla da Repblica do Prata, oio s com seiencia, e-
no tambem com rfioonheoimento do proprio governo
e||a
He publico, que o governo das provincias do Hio-
da-Prata, por notas de 28 de sgosto e do 1 "deoutubro
de 1811, sssim como pelo Irslado sokrone de 12 desse
mesmo mei e enno, reconheceo plena e categorica-
meote a independencia paraguay; He tambem fcil a
qualquer razio imptrcal a conviccio de que neohum
outro expediente Ihe reslava, porquanto nenbum di-
reito tinha para oppr-se.
Ambos o psizes erao colonis que se libertara* do
cativeirocommum, e o faiiio com o mesmo e i goal di
reito. Nio tinhlo entre s vinculo algn, oscploniaes
cahirio rolos. Ettincta a delegaclo do poder do thro-
no hespanbol, no sobreviva vice-reinado nem auto-
ridade alguma : era preciso crear um novo pacto de aa-
sociacao, novo depositarios do poder, e o uoco meio
legitimo ers a vonlade livre do povo paraguayo, que o
oao quizcelebrar, nem celebrou com aa provincial do
Kio-da-Prata.
O principio do fundacio, possessio ou dmsio colo-
nial, aioda qusodo fossem ttulos dignos de serein al
legados por um governo honesto, parleociio i Hespa-
oba, e nunea ao dictador do Bueoos-Ayres, que, rs-
porto psragayos o" commerci estrangeiro. Para
ebegar a e.les tio imporUetes e liberae. er naoess-
rio crr relage eom si difieren tes oacoes. Dhi oas-
oe o penaamenlo de rtificar-se en 1842 o pronuo-
ciamentod ndependencis para ootifioa-lo aos gover
nos amigos, passo que nlo se tioha dado por eausa do
isolsmento anterior.
Desde esss *poea comerario ai gritoitat onentat e
injustas hostilidsdes do dictador de Bueaoa Ayres. En
nota de 28 de dezembro de 1842, o supremo geveroe
paraguayo commuoicou quelleadito proouociamento,
e Ihe oflreoeo suas relacoes de oommuoioacao, umita
de e commerci.
En nota de26 de abril de 1843 e memorndum, que
aoompanhou, ifustou o rofurido dictador a SUS
opposicio a independencit paraguaya, como se fotse
um seto novo ou problemtico, como se tivesse dirci
"to alguin de contradiie-la. ...
Con ogoagen fraoe e propria da sua digoidade,
pedio-lhe ogoveroo da repblica, em nota de 30 de
agosto do meemo auno, que reeonideresse o seu acto,
e reflectase sobre o lof das rel*r;0es dos dous panes,
e que entreunto procedesie de modo, que a recipro-
ca navegacioe eomnercloeontnustsem livre at um
accordo salisfsetorio.
Em 27 de merco de 1844 o mencionado dictsdorele-
voo a opposicio que faiia i iodependencia oaeional
altura de um ultimtum, declarando formalmente, que
motivoa inveociveit ioroavlo inverificavel esta conees-
tio. Psr eggrnvar maissemejbaote.boililidade aceres-
centou que coosentiris oa navegacio e commerci
reciproco, quando ou emquanto as circumstancias de
guerra com o estado de Corrientes consentaiem ,
isto be, conforme fosso do seu agrado ou arbitrio, ou
poltica cfleosiva.
Apezar de guerra de Corrientes, havia muitos edil-
lerente meios de gsrantir as reoiproess e interessan-
les transaccoes entre os dous estadoi; era pnssivel mes-
mo urna allianca; mas sos fins do dietsdor nio convi-
nbA Isncar mio.de nunbun outro recurso. A razio he
clara, e o meio cooteguinte : eomo pretenda comba
tera iodepeodene paraguaya, eonvioha-lbeenfraque
cer i repblica e enerva-la para domioa-la. ^^^^_
Em9dejulhosegunte reclamoa o governo nscio-
oal contra esta nova ameaca. Emquaoto esperase so-
lucio, promolgava o dictador o seu decrete do l.'de
agosto desse mesmo anno.
Ese deoreto permitti i navegacio proviaoriameote,
e limitada sneate sos navios argentino!, medida de-
pressors da marinha e inteiesses paraguayos.
Depoisdeate acto lio oaracterislicoesignifiaativo.rei-
pondeo em 3 de outubro poatarior, eoofirmando os
antecedentei, e nio abrindo meio algn da negocia-
cao.
Cetsou, poit, i ntvegsco doPsraguiy. nem un so
dos seui navios tornou a descer as agoas do Paraguay,
nen deviio arriicar-sea una contingenea perigota, e
propria somante para novos e maiores comprometti-
mentos.
Cbegando a Coriient-s ilgum naviot argentino, o
goveroo daquelle estado, pondo em execucio o ten
deoreto de 7 de outubro do referido anno de 184*. -
prezou-oi, obrando attim do mesmo modo, que pro-
ceda o dictador a reipeito dai propriedadei de Corn-
eo tea.
Comquantoogoiernado Paraguay oio podesse ver
nessa medid sooio um acto belligernte edevesie
guardar a sua oeutralidsde, exigi do governo de Cor-
nete* explcitas explicaedes, em cuja diicutsio che-
grio ss coasas un estado de rompimeoto. Ficava a
eleicio entre a guerra e urna oegociscio.
A guerra cootvarieva todos os interesses paraguayos.
pois que Ibe feehava tamben por parte de Corriente a
navegacio do Psrao, que se qaeria abrir. Alen di
to. segundo os principios do dictador.eomprqmettena a
Repblica do Psraguay com o Conederaoio. logo que
fosse violado o territorio argentino ou combatida ama
parte da naeionalidade.
A Repblica do Paraguay considorou portento ao
gnverbo de Corrientea corno o nico poder de fseto
que existia naquello estado, unioo que dispunh di
sua forca e recuno, nico m m' que o ctusli-
dade podia garaotir oa elaefjes, pois que Bueno
-Av/entoexercianem exorce tlli junsdiccio alguma
___:-jut4A n.n< mltm um nilmn de ler.
Ili'lll KOUIO Ulll mininwv) ..w. ----- r-.
reoo. ,
Em coosequencia celebrou a convenci de 2 de le
zembro de 184*. revogaveladnoftim. e na qual gusr
doureligio.aeatralldade, o cotsawltou attent.menti
o interesses do governo do dictador at con quebr
dos de Corrientes.
Comeffeito, elm de zsranlirseneisa convenci,
segursneadas peisoss e propried.des srgentio.s, de
r.grou.admini.tr.Sao p.r.gu.ya i de Corrientes, que
nio consenta, que os o.vio. aprez.do, pode.sem em
eso algum ser n.eioo.li.ado. na Republ.e, oem obter
deipachot. Aldi.to, negoa l. pedid., psr. o. porto, eorreotinos, e .ignifieou. que ^s
navio, pragaayo. nlo transportanio carga algums da-
uuelle estado para o Rio-da^Prata.
'V se pois p'elo enunci.do, que. oio exislir ad, a
coove.Co. e a eieeut.r-ie oonquentamMl. o n .-
rido decreto de 7 de outubro, o. interesse. gen ti-
no tarilo ofrido nuito ms.s ; ou .ote, toril i.do
impo.si.el qualquer naveg.ciooucommerci oco de
simftrsmenleserdesej^do. ..
A bo le do governo psr.gusyo lo. tio mgenu e
leal qu.le.e.preHOU.emoo.a de 26 dede.embro
I 844, a informar de tudo ao dict.dpr. '">""
do-lhe por copia, dita convenci. B,'?d"P"-
pr.ed.deP. arg.nt.oaa. e ped.ndo a ''^.de d "
gP,caopor esiarem renovido. todo. o. pongos. Seu.
Jeseioierto tio sinceros, que propd. slm d.sso que
,e stasse alguna convenci, que ..segurasse o. reci-
procJo. io.ere.se. e restoblece..e a .a. b.rmon. .ym-
patbiis.
de
FOLHETIM.
----- -----
A RAINHA MARGOT. (*;
por 2llttaii0ir Dumoe.
QUARTO VOLUME.
CAPITULO X.
PBfMieos j>x twommqa, (Contiwuafo).
O pegem da duque d'Alencon, que traiia o capoto de
Li Mul, lh!o apresentou ditendn :
Monsenhor inandou buscar ao vos.oqusrto este
espute para decidir urna posta quo tinha fcUo sobre a
sua i6r.
Oh! disse U M.ile, eu so o procurave porque que-
ra ikliir; mas se S. elleta precisa inda delle.......
-"io. Sr. conde, jn e.ia decidid apoal.
0 ptgem retirou-e; L Mole poao capote.
Eutio t Aiw elle, a qua ta decides?
Nosoi.
Eaentrar-te-hei logoaqui?
Como queres tn que eu te diga isso ?
() Vide DsVie n.* 34.
_ Pois nio sabe o que fars era Ju.i horas ?
_ Sei muito cera o que tarci; mas nlo sei o que me
obrigard a fier.
A duquesa de Nevera?
tito, o duque d'Alencon.
Com tffeito, di.se La Mole noto que do cerlo
lempo a eat parte, elle te mu.tra muita amisade.
He oerto, respondeo Cooaiinn.
Bntiu, est a la fortuua feila, disse La Mole rin-
" Boa fortuna I.........disao Cocanna., um filbo tJ
'"ILOhl acudi La Mole, ello te, lio bo vonLdejto
vir .er prineirujbsjae o ceo tara tabes um n.il.gre "
W favor. Cuo. qoe csiUu ni sb "^" '
acule P
-Nio.
Vui-te ao diabo
sai;*
durmir
tiaalcMcaW
La M-l.
Ao chegr
AuT!tt*. u^um,ieniJm
Sin, noaieoLor, re.po.'deo jp^undando-o
rcipcitoto. .
F.nlo. saina oajver
_ N,,, UniMimoSr.; v-,u pr^n.a te aba*1
-. masreiisde a rtinh d> Nvarr.
boruenagen. a S. aaTS At.t-u7
A qe or. ew~ &*t M- do U f
Todo estes vetos erio perdidos, e novoi > violenloi
insultos se prepararlo contra i Repblica.
Na menssgem de27 de Jeiombro de 1844, apreson-
tada pelo dictador i oaojira de representantes de Bue-
nos-Ayres, Republle d* Parsguay era tratada como
provincia ds Confederscio, ese annunciava, que sua
independencia nlo seria leeonhocida.
Por decreto de 8 de Janeiro do correte anoo de
1846 foi renovada a probibicio da navegacio e com-
merci paraguayo o odio estova tio exaltado, que Ihe
dava offoito retroactivo nandanJo regressar at os na-
vios oarregado por estraogeiros, que tiiessen descido
o rio antes de promulgado o citado decreto !
En 17 do nesno mei o aooo, o general Oribe,
alliado do dictador, pronulgava iguaes proscripcoes
qusoto ao rio Uruguay e territorio oriental, sen que
tivesse precedido a mais pequea raxio o menos pro-
vocacio de especie alguma.
En 21 de fevereiro seguinlc o ministro do dictador
na corle do Brasil protestar contr o roconhecimeoto
da independencia paraguaya por aquelle gabinete
Fir.slrr.cr.'.e em 22 de rnsrco respondes o dictador i
ultima nota do goveroo praguayo, calumniando trox-
neote o com a maior mi f a convenci de 2 de de-
zembro, ratificando sao procedimentos antecedentes
edeclsrendo solemnemente, quo nio bavia neio al-
gn de iatelligencia sbdo o Je iocorporar-se a Rep-
blica i Conloderacao.
Nio restan ao Pareguay nenhuma va de commerci
sonio por trra pelo Brasil; e eomo por all sahissera
alguos productos e fostem ao Rio-da-Prata, promul-
gou o dictador o docreto da 16 de abril de 1845, pro-
hibido toda introduco de productoa paraguayos,
qualquer que fon va por onde ebegassem. e qual-
quer quo fotse o ptoprietsrio dual, probibindo at a
descarga dos navios, que os tran.poitassem, anda que
pertenceisem a urna eio neutral. Nio he possivel le-
var a maior grio o odio e a hoatilidade contr o in-
nocente commerci do Paragey!
A' vista do piocedimecto taet. a Repblica |ulgou
dever i sua ptopiia honr o dignidade rebater as ca-
lumnias e cortar toda a cornmuoca<;ao com um go-
verno arroganlM prfido, e prepara-e para a justa de-
lensa de aeus direito. Respondeo-lhe poitaoto oesla
conlormidade, -en nota de 28 de julho de 184o, jsse-
Braiido-lhe.-qm. te elle Ira Uva de urna conledea-
cio voluntan, Repblica decidida e irremed.avel-
meitte oloqueri ; e.eirtav de um mcorpor.cio
violento e coaol, era bom recordar, que )4 pasou o
lempo das conquistas: que era indigno propor um
povo que renuneiasse sua independencia, e quecon-
tasse o dictador com lodo ossacnliciospara torn-la o-
vaole e respeitad. .
Os atteotado do dictador, que poierio em coona-
graclo os estadoi do Rio-di-Prata, e unitario Ke-
pub'lic Oriental, ja occa.iooirlo ioterveocio euro-
pea, quo pode ser envolvida em grsves compliestOes.
Mas, spezar da pres-nca dessa intervencio o da cr.se
que produi a poltica do dictador imprcvideote e te-
meraria, e a do seu alliado a respailo do Paraguay, nio
cesss desercada vez mai haetl.
Por decreto de 14 do agosto ultimo foi renovado a
proh.bicio da navegacio e commerci paraguayo en
iodo o territorio oriental occupido pelea rn. do ge-
"pof decreto de 27 de .etombro prximo plisadofoi
excitada pelo dictador a execucio dos seu decreto hos-
til de 8 de Janeiro e de 16 de bril.
En taes ciroumstsooi... .ofrendo o P.rsga.y por
,.nio lempo todo. o. males de om r.goroso bloque.o
eoervsdo o seu commerci. destalcad. a sua fortuna
individual e publes, sem t limites a su perda;
ultrajado en eoi m.is ebrojpas importantes d.rei-
te
ou antes, 'leo
CllMjai:
lenho

V alte temalguma ordene dar-mc.
Z AgrHio, ?m.?teUbo que fallar-vo. esta noito
E SSrde ne pre.eatar e... hora no a-
psenlo de V. lies.
Bem ; oonto com voseo.
L. l!lo fe reverencia, e oenlu.uou o seo ccminbo.
_ lile duque, dis.o elle, ten momento, em que be
n.llid. como nm cadver; he eou. bfjrfw. -
' E b..eo i porta d rainb. : G-llonne que (scrac.*, e.
Iprei......- ohrg.d., o condusio a prese.,, de Marga-
rditav.e.l.oecUp.d. con um IraUlho. que p.reoi.
.1, mullo; etmli. junio des. un. papel ebeio da
e entrel.nh... e um volumo do Up*l*.. Fe. a.g-
E Moto Qoe deixasse caooiuir.um paragrapo;
^ue o terminou, no e nio ga.lou mdito lempo,
!a peona, e couvido*>mancebo a^ent.r-.e o Vi
jle nio cabi. cm sf pra'-er. on eslivera lirr
nunca lio alegre. t."
b fem. grn*i exelasaon elle lancaodo os olhos
t'h a o livru ,ll diour.o de I.ocr.te.l Que qoerei.
hur eom ..ta? Obi oh oUlin. ne.lc papel! M r-
mmtim UgUm regina MargarUm contt. Ent*;o id, tal-
lar .es barbaroncm lat?
falli tranoei. .
- M oorao podeit voeliser respeta nte de ou-
:^Um.tapre.uid.(6,er.-v..cr.dlUr
q.e he ist. um improvito, m. com v>o. -<"> J
,ho, oo uto de taet engao. : oaromunicrao-me de an-
lemio o di.our.0. c .90 a .aa re.po.t.
_ E catio e.se. cmbaixtdore. prximo, a enegir r
_ M.is do que isso ; ta eh*gr* detde pele manbia.
_ M. ninguem o abe?
_ Vierlo incgnitos. A na apresentaoio .olemne he
depoi. d'.ro.nhla, .oppoaho ea. No mais, vos vere,
di..c Marg.rid. oom .rea de nlisfaco. que.ni* dcii.-
de ter so pona de pedsnt.srao, 0 que fis esta tarda
he bastante eicerooi.no ; deixenos porem estas tul.ii-
dsdea. Fallemoa do qne vo.aoonteceo.
_ A mira?
_ Sin.
_ Que me conteceo entio f
_ Ah! do balde vot quereit mottrar bravo, aobo-vot
""LP0EnM.S.dde bsver dormido muito; do que ac-
-Taor'nt'^mo. def.of.rrio; cu ei de
U*' Tende pois a bondado depr-me corrate ni..o,
"^^^o^Cpr.d/i^^o.mcnte.Qu.vo.per-
*aTYtlSST im ? EnUo .11. liah. de me fallar ?
_ Poi.nio a vistea ?
^ Eel-reiCrlof
Nio.
E el-re deN*vrra?
Mo.
Mas o duque d'Alencon, viste-or
Sin, ainda agr, cooontroi-o no corredor.

:


A'!!l?e,peTSC' d ne?olgum. honro, que
defer lser ? Reipondo os governos do mundo.
^TS "aia:8lm do "P0,to- 1ue ""o <>o
?.i.h j r"' g qU6 p,Me UurB"y. atacar o
eslsdo de Corriente, e seguidamente vira completar a
guerra obre o Paraguay, poii queso aeu.rda u n.
poitun.aade, como be patente eiabido de todo o mun-
do.
Neste estado do eouiei, s urna poltica impremen-
te consentira no anniquilmento das armai correnti-
nas. que pela nalurea das circunstancias formlo actu-
a mente a vanguarda do Paraguay : s urna poltica de
alta traicao i patria a deiiaria a deaeoberto e eipararia
inerme pela invasao do seu atrot inimigo, que sabe l-
ser guerra por modo to horroroso, que espanta a na-
turezae a todas ai ideiaa de hamanidado e de civilisa-
clo.
Portento, o presidente da Repblica do Paraguay,
invocando a Providencia e,o mando inteiro por teste-
munhas da soa raifio eda aua jntica, Toreado a esque-
cer-ae dos sacrificios e calamidades da guerra, rompen-
do a sua preciosa pat cultivada, ha tantos annos.declsra
guerra ao dictador de Buenos-Ayres, guerra justa e
santa, que cessarl, logo que elle respaile a mtica dos
povos e os preceitos do Creador,
A Providencia, que conhece o intimo dos coracSes,
ella que creon e aprecia os principios da ferdade e do
direito, ella que condemne a mentira e o crime, ella
emfim que recommenda a paz e desoja a felecidide dos
humanos, proteja as armas do Parsguay, de-lhet pros-
pendade, e permita que a victoria custe o menor sof-
frimeoto possivel humanidado.
Assumpco, capital da Repblica do Paraguay, i de
derembro de 1846. cabios antohio lopee.
AndrGill,
Secretario do supremo governo.
[J. do Commercio.)
INTERIOR.
AVIAGEMDESS. MM. II.
COBr.ESPONDKNCA uo JORNAL DO COUMRRCIO.
Porto-Alegre 18 de dezembro 1845.
Contina inalterada a preciosa ssde deSS.AJM. II.
Os estabelecimentos pblicos teem sido visitados pelo
Imperador, e nos momentos, qliedeixio de folgs o p-
blicos negocios, nao Gca S. M. em ocio as salas de pa
lacio, est em continuados movimeotos pelos arrsbaldes
da capital.
Parece, que le nao agradarlo SS.MM.da vivenda do
campo, pois apenas por dous dias incompletos oceup-
rio a chcara do Sr. Travassos no Caminho-Novo. A casa
be boa, est decentemente preparada, e em sitio mui
apraiivel, a borda do Guayba, com a 'cidade debaixo de
vista ; mas tristes esliverlo os douidias, quealli passou
a corte ; sempre ebuva e vento, que olo consentido, ae
abriste urna janella ; e ninguem vai por gosto encerrar-
le no cimpo.
Tenbo mui minuciosamente sondado o espirito pu-
blico da provincia, e cada vei mais me marafilba o que
observo : nao ha noticia do mais insignificante aconte
cimento, quesepesss ulgar iluuuu comequencia da
desastrosa detavenca, que pelo longo etpaco dolOan-
nos trouxe armada urna parte da populadlo contra a
outra. Onde, em que paiz do mundo se deo j o facto
de, no mesmo da e hora em que se proclama extincte
urna guerra civil, expiraren) todos o odioi e leseoti-
mentos naturalmente originados por eisa a mais temive|
das guerras T Ninguem se lembra de ler sido rebelde ou
legalista pare evitar a communbio e allianca de seu ou-
tr'ora adversario Os clirfes de ambos os ledos o su-
balternos, os simples soldados, se nao encontrao sem se
tratarem com a roaior aflabiltdade e Tranquis, como se
entre tiles nunca te dera o mais leve motivo de detin-
telligeocia I A alguna tenbo ouvido referir leus recon-
tros e combates ; nenhum nega so outro seus actos de
valor e dexteridade, explicando-seoccurrencias ha vidas
entre elles com tal frescura, como se fdrlo pastadas em
pura brincadeira Honra I moralidade do povo brasi-
lero, honra a ndole dos Rio Grandenses, que ssbem es-
quecer pesares e soflrimentos, que Ihei occaiionou o ge-
nio da discordia, boje baoijta U'entre elles.
Pergunle-se, piim, s estes hornees do campo pelo
motivo de seu procedimento, istotie o que os fez farra-
pos ou legalistas, e a maior parte responder, quesus
afleigdes pelos cheles. A familia de beato Goncalves be
n'imerosisiima. habita os povoados e a campanba ; por
toda parte, pois, eocontrava elle assympalhias do san-
gue pelo menos ; eassim os ontros ebefes. Na legalida-
de se di o mesmo facto ; todos os que por ella pugnarlo
linhlo sem duvida nos labios o nome do Imperador, no
coraco o amor da patria; porm seos olhos seguiio sos
Loureiros, aos Mena Brrelo, aoi Silva 'lavares, aoi
Chico Pedro, etc., e a final a ento Manoel; scompa-
nhavio-nos para onde quer tue fosem; nem lodos teem
Que vos dase elle?
Que tinha algunas ordena a dar-nic entre as nove
e dex horas da noite.
E nada mais?
Mais nada.
Acbo extraordinario.
Mas em fin, o que he que achais extraordinario,
diiri-mo ?
Que nlo tenhais ouvido fallar do nada.
Que lime entio?
llouveque boje lodo o dia, desaventurado, liareis
estado suspenso sobre um abismo I
Eu?
Sim, vos. '
A que respeit?
Escntai. Demouy, sorprendido esta nuil
ruara de el-rei de Navarra, a quero querio prender, uia-
lou treshomens, e eecepon-se sem que llu> cjttbsjB
sem
bastante illuilraclo para estudsr e comprnbender prin-
cipios polticos e as causas das desavoncas : a f impl-
cita nos homens com qoem de mais parto iratavio eis
o que os le legalistas ou farrepo,. H0jo mesmo muitos
nlosabem a denominarlo doseorpos em que aervirio :
a Jai da goets de Genio Goncaivos i> dir um, e eu res-
ponde outro com orgolho, fui de Chico Pedro. A
presenca do Imperador, sua aflabilidade para com todos
seus repetidos eapregoadoa actos de beneficencia e ca-
ndado confunden) agora estas crencas em urna so: slo
todoi imperialistas, todos reconheoem w beneficios da
umlo. ninguem quer ja leparaco de provincias, e ha
tal revoluclo as ideias, que os mais tenates e obstina-
dos republicanos fatem plena confisalo de seus sedi-
mentos de outr'ora para aerem cridos na snceridsde
com que protestio actualmente bater-se pela monarebia
com igual senlo maior ardor ao com que o fiterio por
urna caoss, que sua falta de conhecimeotos Jhes (azia
parecer boa Os estsncieiroi, os negociantes, os artistas
voltario a seus hbitos de vida ; em urna palana, da
lucia e convulslo, por que passou esla provincia, restlo
apenas vestigios pbysicos n'alguoi predioi arruinados,
n'algum campos talados, que se vio reparando.
O coronel Beato Goncalres preientou-se a S. H. em
audiencia particular com suas insignias e condecoraces;
e, como era de esperar, foi pelo monarcas tratado com
aalTsbilidadeegasalbado. queS. M. tem pira todos o
subditos, que o proco rao.
Desmeote-se o boato aqu espalhado, e de que dei
conta em tempo, de ir este veterano do exercito brasi-
lero servir Repblica do Paraguay : he cedo que con-
vite Ibe foi feito, porm o nlo acceitou.
Progridem as diligencias do ministro do imperio psrs
a fundaclo do estabelecimenlo de iostruccio para or-
pbias desvalidas, de que ji fallei mais de ama vez : a
subscripelo sobe j a setenta e cinco contos entre esta
a cidade do Bio-Grande ; e porque se tem de esten-
der a toda a provincia, oalcula-se, que subir a cero
contos de ris. EsU somma ja por s constitue bom ps-
tnmonio ; diz-se, porm, que para mais sarn tiae de
estabiiidade propor o presidente I assemblae provincial
em sua pnmeirs reunilo, que fote urna consignado ao-
nual de 20 cootos de res. Se sssim acontecer, bem po-
der! o estabelecimento maoter, lmente a suas expepsss,
cincoenta orpbias, o que j nao be pouco ; e slm des-
te beneficio, outro reiullari de to til creiclo, qual o
de poderem os pan confiar a educecio de suas lilbas a
estacan. Sendo este o monumento, queden levara
mais remotss eras a memoria da visita do Senhor D. Pe-
dro lia esta provincia, merecedesus solicilude o maior
cuidado o alinelo. Est escolbido o terreno em que se
deve edificar o predio : Cea a margem do Guayba ao
sul ds capital, na chcara chamada do Ckrystal O Im-
perador faz ao estabelecimenlo a doaclo do terreno, que
mandara comprar em praca n'um das dias prximos, o
qual est avahado em onze eontos de ris. Projecta fa-
zer f ir de Franca slgumas das seoborai, a eujo cargo fi-
que o estabelecimenlo, e ouv que para este fim se en-
tender com a pedosa esposa do rei Luis Philppe, por
intermedio da prineexs de Joinfille. para que a escolo
recaa em pessoss, que por snii luzes e virtudes dem
garantas de ums sia e Ilustrada eiliw.?o j. t\,,n.
miii brssileiras. Do instituto das irmias da earida'de'ou
de outro de igual crdito devem de sabir as principaes
meslrasdocollegiode.SsntaTherexa.
Corrigrei anda outra inexactidio, que me (l/.erlo
coinn>USremuma rlo deste estabelecimenlo. Nlo lio obras do finado
bnpo do Kio-de-Janeiro o estatutos que eu diste trou
xera o ministro i ara servirem de regiment do collegio,
be Irabalhodo finado hispo de Pernambuco. Examina-
dos, porm, com maior alinelo, vio o minilro, que
no podem ser adoptados em toda la integra, e care-
cen) de alterace, que Ibe serio feitas pelo concelho ou
directorio nomeado para administrar o estabelecimenlo.
Almdesta creaco, falla-se queoulra sei feits pa-
ra educaclo de meninos, porm loda a expensas da pro-
vincia ; be talvez o lyco p/ojectado pela assembla pro
vincial, o qual lera a denominarlo de Santo-Allomo.
He esta urna das provincias, que podem, sem grande sa-
erificio,curardainstruecl( deseusosturaesportaosinsti-
tuices: suas rendas sao avultadas; e ss estradas,que nss
outras absorvem svultadissimas sommas, siosqui feitas
pelo sol e casco dot cavallos, sendo raritsimss as que de-
mando pequeos raparos. Terminada a lucia que es-
lorvava seu engradocimenlo material e moral, he lem-
po dse aproveitar da boa disposco, em que se acolo
lodos, de reparar, anda com os maiqre sacrificios, os
damnos causados pelos dex annos de Iresvariot.
No dia da fetta do Poco, tiremos a fortuna de eonhe-
eer, quaolo vale a rabeca as mos do Sr. Noronha,
quando tocou em casi deum amador das bellas artes.
He de espersr,que, esta noute, immensa concurrencia
acudir ao concert do Sr. Noronha, com o particular
desejo deouviressa valsa, que os Fluminenses intitula-
rlo Ai Jess, por serem estss palavras pronunciadas
distinclamenle na rabeca, que o Sr. Noronha tem a ha-
bilidade de fa/er fallar.
Com inquietadlo esperamos pela noute de boje.
O Apaixonado dos bom artutai.
Communicadus.
COHCBRTO DO SENHOR P. S NOROHHA.
Hoje, poit, teremoi o prszer de ouvir o imigne rabe-
quiita, o Sr. Noronha, que pela primeira fes apparece
anteo publico pernambucano.
i" nutra couaa mais do que o faraaso capote reraicltio. qocriSn
Ed'ahi? E
E d'alii! esse oapole verasetbo que me engsnra
urna ve, engaen larubem a nutro suspeitou-ae que
eris vos, foatea al acensado daa tres snoi-M. Esta ma-
nhSa uyierio prender-vos, julgar-voa, qoem abe''..,.,
condemnar-vui tnlrex; porque para aalvar-voa, niu
quererieis diteron'de eataveia, nlo lie asaim?
Dixer onde eo eslava! exclsmou La Mole, com-
prometler-voa, minha Lella raiolia a va, minba bella
mageitadel Oh! tendea muita raalu, eu teria rnurrido
Mas como serenou easa grande temiieslade?
Adivinhai I
Que posao eu saber!
S havia um mei de provar que nlo estaveis na
cmara de el-rei de Navarra.
Qual era?
era o de diser onde vos aclis veis.
E entio?
Ecniiw! disae-o.
E a quero?
A' minha mili.
E a rainlin Catharina.....
A rainha Callierina aabe qne eu voa amo.
Ub.' senhura, depon de tanto liaverdes por misa*
fcito, poilea lude exigir do vuaao servidor. Oh! que na
verdade he bella egraSHie, Margarido, e que pratioa.iea.'
Obi Margarida a minha vida lie voasal
Eij u iaa|iiT, |>unsare arranque! aov que m'a
ri.oUM aas* agora atis alvo,
por fa, exclaataaT mancebo, pela minha ado-
rada rumba.
Neaae momento, urna bulla ealridextfe oa feestrame-
xer a ambja^LaMole vrgueo-se transido do vago terror,
MartjafJ^H H*|B um grito, fitou os olhoi no vidro
quc'bridsM%|a)aiiella.
Pur ciae vitara .acabara de entras um seixo do lam
abo de um ovo, qae anda rolava aobfe nassoalho.
La Mul vi por aua veta vidro quebrado, oounliecea
a cauaa da bulla.
Quem lia o insolente? exelaroou elle, lancando-se
(*) Verificou-se a morte do Exm. Sr. Antonio Car-
los, senador por esta provincia, e por coosequencia exis-
te a vsgs, que temos de preeneber quando o governo
mandar proceder eleiclo, na forma docostume. A elei
(lo de senadores difiere muito da de depulsdos, porque
os primeiros, recebendo a sua misslo por urna sovoz,
sio vitalicios, e nlo dependem msis do povo, que os'
elegeo, nem da coros, que os escolbeo ; em qusnto os
deputados l durio quatro annot, e por isto ficlo tub-
jeitos ums reeleicio, ou excluslo, se nio cumprem o
seu mandato, ou etilo expottoi jjma ditiolucio, asan-
do astim approuver ao poder moderador. Portento a
eleicio e a escolha de um sensdor slo actos de muits
transcendencia para o povo, e para a cora, porque o
aeoado nio tem outro correctivo pela nosss constitui-
cio senlo na sua moralidade, e no seu patriotismo.
Estou, que baja espirito de psrtido, itrvaie sirvan
dit, ns eleicio de deputadoi, porm levar esse espirito,
com excluslo do mrito e dss virtudes transcendentes,
a cmara do seosdo, be alo s inverter todss ss regras
do justo, e do bonetto, como viciar e corromper as nos-
tas instituiedes at o fundamento. Se houver um bo-
mem, cuja probidade e intolligenoia estejlo cima do
eommum, esse bomem nio rleve ser esquecido pelo po-
vo, tobpens de reverter contra elle o seo proprio es-
quecimento ; porque um povo, que nio respeits, nem
sesta a inteligencia e a probidade, onde ellas se acha-
ren), be indigno de ser livre. DesgraearfanientH tH>o:
dado moitas proras, de que nlo sabemos apreciar as
condices do syttema representativo.
Logo no principio do tenado ufemos seis senidoret,
dos quse s dous erio filbos d'esta provincia, e dous
nem aqui erio residentes. Sem embargo concebemos,
que um homem como o Exm. Sr. Jos Carlos Mairink
podesse ser sensdor por Pernsmbuco, porque, residi-
do aqui, ha muitos annos, casado, proprietario, com
interesses rsdioaes ns provincia, este bomem tem ad-
quirido todo o direito de domicilio, principalmente
quando rene a inteligencia, e a probiJade ; porm,
como forio, e a que titulo, senadores por Pernsmbu-
co os Srs. Beato Bsrroso, e marques delnhmbupe?
Como o foi ltimamente o Sr Antonio Carloa? He
miater, que osle povo tenha perdido todo o seolimento
de honra, eda propria dignidade para votar em um fo-
rasteiro, com excluslo dos proprios filbos da sus pro-
vincia.
A eleicio do Sr. Antonio Carlos foi filha do espirito
de partido ; mas be mister nlo levar ette espirito a
ponto de envilecer-nos, fateodo representar a nosss
provincia nn Ri,,-H-J.n.irn ondisu'.S pspe! de pobio
de homens illustraaos, e sinds msis pobre de espirito
Tres quslidides slo essenciaes para sensdor: a primei-
ra be a probidade immaculada ; a segunde, a indili-
gencia acims do vulgar; e a terceira, independencia pes-
aoal e paicio elevada, porque o leado be o fecho da
copla social. Taremos acato falta d'esses bomem? Nio
de certo, nem Deot o permuta nunca; mai temos filis
de patriotismo, e de pundonor, e itto be peior que lu-
do. Cids vez que se reprodus em Pernambucano urna
eleicio de seosdor, aperta-se-noso corelo, porque ve-
mos, que esta provincia tem perdido todos os seut f-
roi, tem renunciado i ma anliga nomeada !
Em fim o ridiculo e miteravel estratagema dai cha-
pas, forcando a liberdade de sotar, tem escravisado a
coosciencis pblica ; a ninguem be licito volar em um
bomem, que julga digno da sus eleicio, se nio vsi in-
clu Jo ns chapa do partido ; e que chapas, Dos de
misericordia 1 I Ocaso, porm, nio be este, e oque
vou dizer convencer, que temos muitos bomeos dignos
de serem sdoptados pelo povo, como esndidatos psrs
urna lista trplice ; e como o meu objecto be lser lem-
brar um deuei nottoi patricios direi, queum dos msis
dignos he sem duvida o Exm. Sr. vsconde de Goiao
na. Como magistrado foi sempre de urna probidade im-
maculada ; ellesacrificou a aua carreira, so porque em
certa poca a magistratura nio Ibe pereceo lio cheia de
bnlbo como no principio.
Felizmente o Sr. viseonde de Goianna, alm de filbo
desla provincia, be pella casado e domioiliado. Se aua
probidade quizermos reunir a tus alta e Ilustrada a.
telligeneia, teremoi o complemento da magistratura con,
toda a sua brilbanto e aotiga repntaflo ; e se, arad,
para maii lustre, quiermos reunir a lodos estes predica.
dos urna elevada nosirio social, elle a tem por seos ti.
lulos, esinda mais por sua independencia, porque,a,,
lando aposentado, nio defiende do poder, nem eitt,
merefl das oscilsces dot partidos, poit nada tem q1(
esperar dellet. Se um homem ba, que na nona prorig.
cia nio possa ser exoluido de urna votacio para senador
sem grave datar nosso, sem resoltante ojustica, he tai
durida o f isconde de Goianna.
Combatendo, poii, a pessimo cottume dss chapt,
desejo, que o oobre viseonde sejs candidato propone
pela imprenta, e aubjeito discutslo. Nos o proporooi
todos os partidos, e esperamos, que elle sejs acceito -
'aiemo-lo com toda a franquesa e buarria, e estima
prompto a sustentar a sua candidatura, se acaso bouer
quem a combala. Desejsmos a diicussio, porque sari
um meio de instruir o povo, que pela maior parte nio
conhece os bomens mais^distinetos do paiz, ou porque
em sua longa carreira de servicos estiverlo muito tan.
po ausentes da provincia, ou porque, incapasos dos mi-
nejot oceultos dss faecet, fogem desea nomeada, qC(
se deixs de presente a Iguana cousa, leva comsigu pin J
futuro bem tristes recordaedes.
Tornamos a repetir, que temos muitos bomem es-
pales e dignos da entrsrem em ums lists triplica, e
que, se sio esquecidos, nio be o mal lio tmente par,
elles, como para a provincia, que oa portergs com mu
proprio desdouro; mas, como pqr ora noa propoarai
sustentar a candidatura do nosso smigo, s a ella eos
referimos, desejsodo. que com effeito os candidatos pi.
ra a tenstoria teji subieitos i discusia da imprenta.
Seria este o modo de faxer conbecidos alguna homem,
cuja intelligencia, probidade e servicos esto corno
completo esi|uecimento, ou cojos nomas apenas serien i
deanlepsro, ou de biombo entre os partidos. Convida-'
mos, portsnto, a imprensa a entrar oessa lucia, deque
muitos bens nos podiio resultar : quem ni quixer ei-
pr-se discussio, nio seja candidato. Se astim Giet-
semos para a eleicio de deputados, teriamos poupado i
nona provincia grandes motivos de descrdito.
C0MME4CI0
Alfandega.
BKSDiarnrro do da 13................3:169*781
DetemrregOo hoje 14.
BrigueDainomercadonas.
PatachoHalycon car vio.
Barca W."-Kennedy farin ba.
Itngue Amurxmfumo.
Polaca Concordiabarricas abatidai.
1MP0RTACA0.
CAfOLINE, barca americios, vinda de Bostn,
enlrsds no correte mer, consignada a Hemy Furitsr
& Companhia manileitau oseguinle :
'200 eanss velas de espermscete, 00 bsrricss baei-
Ibo, 1192 barricas fsrioba de trigo; aos consigna-
tarios
1V.m-KENSY, barca ameriosns, vinda de Billi'
more entrada no correte raer, contignada a L.'G,
Ferreira di Companbia, manifestou o teguinte :
2,000 barricas fsrinhs de trigo; sot contignsttrio).
(') Elle communicado noi foi entregue antes do fal-
lecimento do Exm. Sr. Joi Carlos Mairinek; e por par-
ticulares raides be, que o nio temos al hojo publicado.
Os HR.
Consulado.
RENDIMENTO do da 13.
Geral...........................
Provineial........................
Diversa! provincial................
2:827j794
339*061
3:860*997
Moviiuenlo do Porto.
cntoando caoticoa para poopar urna lagrima voseos
bello cibui. I ajanen*
Aidemim! meo pobre gentilhoraem, diae Mar-1 Lsperai, acudi Margarida; pareoe-me que ata
garida, oa mena belloa olboa muito torito chorado. iiedra est presa alguma couaa.
-.Coro tileito, diese Ls Mole, como que he um
papel.
Margarida preoipilou-ae sobro o eslranho projeolil,
e orrancou a delgada follia que dubrada como una fita
estreita, cingia o seixo pelo meio.
Este papel eslava atado pur um cordel qae sabia pelo
buraco do vidro quebrado.
Abriu Margarida o billiete, a leo.
lnfilii! esclamou ella.
E paaaou o papel a La Mul, desoorado, de pe e imrou-
vel como a estatua du Terror, que ooiu u eoraclu cer-
rado por urna dr de preaenlimento leo aa seguintea pa-
aV>>J|| *J <*> Mole, aero L.nga* eapadae. no
cierre! dar an posalo de M. d'Aleiifon. Tal
vei preferiste oUsjsaliir por esta janella e ir rennir-ie a
M- dSiMfWr eui Mantua.....
"B'aerio por ventora mu eapadae de que talllo,
pargnnluaTa Mole depoia de liaver liajsv, maialungaa
do quu a unnlia ?
Nao, maa he que ha lalvct deaaaatara urna.
I qual be uajaigu que noa raascia osla bilhete ?
ou ainda La Mole. HtjnW
laToTStou Ih'o Margarida outra aa das mies, e poxnel-
le ardeote ulliua.
Lettra de el-rei de Navarra! etelaraoa alia. EU
qav provine, he porque u perigu SnmaV Fugi, La Mole,
1'ugi, suu eu que vn-lo petu.
mo queris que ru foja? 'diaae La Mul.
Matala ianelU. nao *e faUa anu dIU?
Ordenai, minha raiulia, e aailarai deaaa janella por
obedecer-vua, anida que au cahir houveaae eudedespe-
dacar-ma mil vaxea.
rVoeio entrado no dia 13.
Philadelphia; 36 dias, brigue americano Cumberland,
de 158 toneladas, oapitlo L. P. Cassan, eqjipagem
7, carga farinba e mais gneros; a Matheus Austio
& Companbia.
A'acios taidos no memo dia.
Csnsl ; bsrea sueca Uelly, capillo J. M. Hrafl, carga
astuesr.
Hsmburgo; brigue sueco Solide, capillo W. P. VVet-
termsrk, carga estucar.
Stockholmo; brigue tueco Asina, capillo C Ulpo,
csrgs assucar.
Porto ; brigue portuguez Importador, capillo Jote
Franciaco Caroeiro. carga essucsr a msis gemios.
Pssssgeiros, Jos Goncilves de A levado, Antonio
Francisco da Coila Braga, Brasileiros; Jos de Csm-
Ora, rrperai, diaae Margarida, vde. Paree.e-oie
que eate cordel aupporta um peao.
Vejarana, dase La Mole.
E puchando ambue pelo curdel, virio coro indiiivi I
alegra apparocer a exiremidade de urna cacada declina
e ada.
Ah| estis salvo, bradou Margarida.
* He um milagre do ceo.
Nao, he um favor d'el-rei de Navarra.
E se fbase ubi cilada, obaervuu La Mole; sa esta
eaoada bouveaeo de quebrar-ae ton uinenpeaul Sr-
nhnra, nlo deanobritea boje a vuaaa affeic&u por iuiio?
Margarida, a quena a alegra restiiuira aa perdidas
corea, i. roon-ie outra vea de una p*llidei mortal.
Tendea raaau, diaae ella, he possivel.
E dirigo-ae para a parta.
Que idee feter? grileu L* Mole.
Deaenganar-roe por mim inetina, ae he verdade
que vos esperto no corredor.
Nanea, nunca para que a ana colera recaa sobra
va I
Que qaereia va que facto urna princesa da
Franja, a urna rainha? Sou duaa vetee inviolavel.
Dase a rainha eataa palavrae rom lal dignidade, que
La Mote perauadio-ae que com effeitu ella nada arriiea-
va, e elle devia deixa-la obrar como entendase.
Margarida, pundo La Mole aob a guarda de Gllnne>
edeixando aua aagacidade dei idir, avala du que se
paeeaate, ae devia fugir, uu eeperar a aun r> Ita, guio
neln corredor. .. que! vinillo !er d bibllwfea, r *
alguna outro* aalea de recepetu, e que ia dar diieito
aua aposentos du rei, e da raiaba-oaei, eesaa eacadi-
nba farlada pela ojajal te suba aos apoecutoe do duque


mm

poi da Silva Pereira Jnior, Frenoiieo de Jezu, Por-
tugueses. "... t.
Macer, Babia Rio-de-Jaoe.ro; vapor brasileiro 5.-
Salvador, commandante o alinenle Antonio Cir-
Idi de Aseredo Coutinho. .
Declaracoes.
elle
_ Pelo lyceo tiesta eidade te fai publico que
e,Ubel'ementosea fci so lado do arsenal de guerra, aonde te faiiio ai
teades do tribunal do jury., e no dia 13 do crrante
comelo os trabslbos dai aulii pola leguinte ordem :
a aula de lingoa nacional trabalhar dai 10> 12 houi
do dia ; a de latim dai 8 ai 11 horas ; a de Irancez
d 10 ai 12; a de inglex das 8 ai 10 ; a de geogra-
phia das 10 ai 12; a de deienbo, dai 10 is 12; a de
geometra dai 10 ai 12 ; a de rhetorica, dai 8 al 10;
e a de philosnphia, das 10 as 12. "
Societaria do Ijrceo, 12 de fevereiro de 1816. O
lecretario 'JoUo Facundo da Silva Gnimarn.
= Brevemente le hio afluir edilaei de concuo s
fregueziss vagas desta diocese.
Recife, 13 de fevereiro de 184v}. O padre Fran-
ciieo JoiTavartt4a Gama, secretario deS. Ele. Re-
feren dissima
__Ulllm. Sr. inspector interino do arsenal de ms-
rinhs manda farer publico que, em cumprimento de
ordem do Exm. Sr. preiidenle, contratar com a maior
brevidadea compra de dual pipas do melhor e maii pu-
ro aieile de carrapato que houver no mercado delta
eidade para seren remettida 6 corte ; e assim a com-
pra,e remessa para a provincia do Rio-Grande-do-Nor-
te de-200 caadas de ezeite de tartaruga paga alia a
respectiva importancia.
Secretaria da da inspeceflo do arsenal de marioln de
Pernambuco, 13 de fevereiro de 1848.
O secretario,
Alexandrt Rodrigues dot /injoi.
O administra lor da mesa da recebedoria das reo-
das g'eraei internst avila aos Srs. despachantes da al-
fandega, para que venhi > pagar os qusrteis, que esto
a dever, pena de se proceder a eseeglivo. Recebed'iria,
12de Janeiro de 1846. FranciscoXavitr Cavatcanii
de Albuqutrque.
earga leve, psssageiros e eicravoi a frele : o preten-
dentes tratem com Manoel Alves Guerra Jnior, un
10 horai em diante, no armazem de oaboi do Sr. Fran-
cisco Mamede de Almeida, ou com o capitio Fructuo-
so Jos Pereira Dutra.
= Para o MaranhSn legue, por toda esta semana ,
o patacho braseiro Unido : para carga pissageirose
escravosa frele dirjanse a Gaudino Agoilinho de
liarros na praeinha do Corpo Santo n. 66.
O brigue-eicuna Hennqutta sabir impreterivel-
mento para oAracaty no dia 18 docorrente, e so ad-
mitte alguma carga miuda : quem a tiver o pretender
remetter, se poder* entender, na ra do Vigario, n.
23, primeiro andar, ou com o mestre no trapicho.
Leilao.
lempo
- Adamson Howie 4 Companhia lario leilo, por
interveoclodo eorretor Oliveira de um lortimento
de farendas ingieras, as miii propriss deale mercado :
terca-leire 17 do correte as 10 horas da roanhai,
armarem ra da Alfandega-Velha.
nojeui
Avisos diversos.
Na roa Direila sobrado de um andar o. 56,
p reeiss-se de urna ama de ieite que o tenba bom a em
bundancia e sem fillio.
A CARRANCA.
O n. 64 aebar-se-ba a venda ao meio dia na pracs
da Independencia, livrsra ns. 6 e 8.
0 CLAMOR PUBLICO.
O n. 76 acha-ie a venda, na praca da Independen-
cia, livraria ni. 6e 8.
O Sr. Domingos da Silva Barboza queira aa-
nuociar a ma residencia, ou procurar Gaudino Agos-
tinbo de Barros praeinha do Corpo Santo o. 66.
Na ra do Rangel sobrado o. 9, lirio-te pas-
uporle para dentro e fra do imperio, e deipachlo-ia
eseravos; ludo por preco eommodo e con brevidade.
Joaquim Salvador Pereira Braga subdito bra-
leiro retirase para o Rio Grande-do Sul.
= Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Josa da Fooieca
negocio de seu intereite ; por uso queira fazer o tt-
IIOJE U DE FEVEREIRO,
NO
HAVERA' UM
GRANDE CONCRETO
W3&& 3 aS381aSa33J1i
POH
F. S. Noronha,
Professor de rebeca.
PRIMEIRA PARTE.
1. Variaces intituladas A noiva do sepulchro,
compostas e executadas na rabeca por Noronha.
2. Duelo de .-luna /Mena, pela Sra. Marietta e o
Sr. Marinangelli.
3. Varibaos de Violoncello pelo Sr, Grosdidier.
4. Romance intitulado A tan/anca com pos-
to pelo Sr. Noronha ecantado pelo Sr. Toselli.
5. Aria final de Luccia de Lammermoor, execrada
por Noronha.
SEGUNDA PARTE.
1. Cavatina de Torquuttn Tasso, pela Sra. Marietta.
2. VariacOes de Piano, pelo Sr. Schmitn.
3. Romance e Barcarola de Marino Faliero, pelo Sr.
Marinangelli.
4. Dueto da opera Colomella, pelos Srs. Franchi
e Toselli.
5. Valsa de Strauss, variada, intitulada AiJe-
*** executada por Noronha;
Os mtcrvallos ser3o precnebidos por urna ban-
da de msica marcial.
Os b Hieles vendem-se no hotel Francisco Prec.o
3/000. Principiar s 8 horas.
vor da
falta.
anounciar por esta folha- a sua morada sem
Avisos man limos.
Vende-ie o -patacho nacional Lopct, de construc
co americana, forrado e encavilbado de cobre, de lote
de I i toneladas, ancorado no Mosqueiro : quemo
preteoder, pode dirigir-ie a bordo, aonde eiiste o in-
ventario do mesmo, ou a ra da Cruz, n. 45, em
cisa Nascimento Schaeffer & C.
=l'ra o Kio-Gnode-do Sul sabir* com brevidade,
e anda recebe carga, passageiros, e eseravos a frete, o
lirigue-eecuna titila- Virginia, da consignado de Nai-
cimenln ScbaefleY & C.
Para o Rio-Grande-do-Sul sabir* com brevida-
de o brigue braseiro /ndi pendente; tem praga para
u'Aiencini, edoHenrique. Posto que nio fnaaein maia
de nove horas da imita, todas na luir eluvio apegada,
e n corredor, afora uina ligeira lu quo Ihe vinha dos
cnraednre laterars, eslava na niais cmplela nbicuri-
dade. Avancou a rainha de Navarra cum pasan firme,
rnaa pula de chegar mi meio do corredor unvin como o
uaaurrar de votos bailas, qne pelo cuidado que punhlu
(ni abafa-lai, linhio uin acoenlo luyate rian e medonho.
Quaai do repente porin cessou esse sussurro, como e
una nrdeiu auperior o Imaveaae cxlinoto, e todo volluu
soailencio, cate a ubacuriiladc, porque eaaa mesilla fra-
cs claridad, como quo diruinuiu.
Coniinuou Margarida o sen rasainho, marchando di-
""" ao pengci, qne, a existir, a eaperava. Eslava ella
"liria coa appercocia anda que a ouiitraoflu dai mi
""e viuenla roslo nervosa. A proporcio que se
''" "l'i'rosimsva dupliuava o ainiatro ailencio, e a sotn-
h" e.uniu de uiua rnao okicureeia a trmula e inserta
elarid.de,
Ao chegar n altura de um dos oorredore laleraei,
"'(iodrlleel-rei, descobrio urna lanterna, coro que ae
"uniiavaejjiuia: Ei-lu!
Acli(,ii_,P Margarida cara arara rnniieu irmlu Car-
'" Por ti a di le ratava em |., oom un nordlu de seda
" niiu, u duque d'AIrncon. No futido, p na obacurida-
"Sapparecilo duna Tull,< um au lado do uutro, e que
'"" poditn distinguir pela lus quo da vio as espada que
''"lilu uuai c em plinlio!
"'rgariiia Wangco vutu urna vista d'olhos todo esle
quairo, fu um calorjo tupremo, e reauondeu nsjiiilia a
jCarlua:
- Queris diter, 8r.: Ei-la!
- Precisa-se de una mulher parda oupreta.qoe
soja idosa para estar oa eompaobia de urna senbora
casada sem filhoi, e que tenba alguma praticadeeo-
rinba, e de fazer algumas compras oa ra ; na rus
da Praia, n. 54, se ar o ajuste.
Pede-se a Illm. cantara municipal do Recife, dig-
ne-se de approvar, quanto antes, a planta da estrada
do Remedio que vai para a da Magdalena a fin de
que os proprietarios posilu murar a frente de seus li-
tios do queser-lhe-bs obrigado
Um propritlario do lugar
Aluga-ee a loja e lobrado de doui andares nos
Qostro-Centos da Boa-Vista n. 1, e a casa terrea o
3 ; osobrado de duus andares na ra do Faguodes; a
casa Ierres n. 21 da roa dat* Flores; e oolra na roa da
Paz n. 40 : a tratar com Manoel Caetano Soare Car-
neiro Monteiro no Aterro-da-Boi-Viata n. 15.
(uinta-feira 12 dn corrente ttrrSo do col-
legio S. Antonio do quarlodo director das 10 ho-
ras at ao oieio dia lempo em que o mesmo le acha-
la o aula um relogioiabonele d* ouro com tnn-
celioi; o director nao ignora quem foi o autor da gra-
cinba e serve-se desle meio para Ihe diier, que
pode re_stitui-lo ou por ti ou por segunda pessoa ,
que ter* a dignidade de se calar e a ninguem paten-
tesr tal infamia visto que a oceasiio aproveilada nao
foi l das oais felizes, nem das mais gratas. Na cassba
inultos olbos, e olbosde rapases, que sao afilados, e que
observa i todas ai acedes"e movimenlos. Dado que o re
logio esteja j* empenbado ou vendido quem o tiver
reconhece lo-ba pelos seguales signaes: He um sa
bonete de ouro patente ingle/. meio chronnmetro
compensado de volme ; amla para abrir o aalio-
neteesli relaixada aqual nSo fecha beon e falla-lbe
um brocho na mola de ac que segora a coberta da'
machina que be tsmhem de ouro. Qualquer pesioa
a quero for oflrecido, multa justicia far, se oapprehen-
der e dado que se acbe empenhado ou vendido, po-
de manda lo entregar qaereceber* a quantia que
houver dado.
0 Saiartno o. 3 est a venda, ao meio dia na
praca da Independencia, livraria ns. ti e 8; ns ra es-
trella do Rozario, easa da F, na ra da.Florentina,n.
8, na typographia Nazarena. Tras correspondeociss
interesantes da corte.
Alugio-se boas bichas, a 400 n. : no psteo
S. Crus luja de barbeiro.
Aluga-se orna canoa aberta que pega em
lijlos de alvenaria ; oa ra do Roiaiio da Boa-Vista
0. 16. aas-*s.'
AO PUBLICO.
Habitantes desta provincia Unto nacionaes, como
estrangeiros I Generosos P-rnambucanos I Os Cearen-
ses noiso'i irmaoi morrem de fome. Urna tecca borroroia
tem derramado a miteria e a consternacao no meio
dessa populacho laboriosa e digna de melbor orle.
Centenas de familias se achao all redundas ao estsdo de
desesperacio. O povo privado de recursos principia a
morrer as estradas, e nss nieimas ruis da capital, e de
outras cidades e villas da provincia segundo as ul-
timas noticias. Em fim o Ceara vsi ser em pouco lem-
po despovpado, se seus habitante, oao acharem no meio
de v6i o meimos loccorros com que em outro
salvistei da mizens os nonos irmos do Para.
Eu, pois, vos oonvido em nome da hutnanidade, e
d'esse povo que lucia com a anorte que vos aprei-
seis a soccorre-lo aubscrevendo pin este fim as quan-
tas que estiverem em proport}ao com as circumitsn-
oas e esbedaes de cada um de vos.
NSo se traa de- ventilar urna queitio poltica nem
de estabelecer os interesan de um psrtido : trata-se do
que be maia precioso ; de sslvsr a vida de nossos r-
meos que le achao em um trane horroroso : por is-
so, eierevendo estas linbss eu me dirijo a todos vos.
quaei quer que s jo voisas opinioes e os partidos a
que tertencaia, esperando que, em vosios coracoes
achar* acolhimento este brado, que sollo s favor dos
Cearensei. Recife de Pernamhueo 13 de fevereiro
de 186.Francseo Carlot Rrand&o.
= Quem pretender eicellenle poatillai do primeiro
eaegundoanno da academia de Olinda dirija-se a
botica do Gonziga ; assim como odes de Oracio em
portuguez.
Dio-se 600* rs. a juro com hypotheea em
urna casa eujo aluguel fique peloi juros, ou penhore
de ouro : oa ra larga do Rozario venda n. 21 que
laz esquina para a travesa dss Cruzas, se dirs
quem d.
A abaixo assignada que mora no segundo andar
do sobrado o. 16, defronte do tbeatro velho, por mo-
tivos de grsves enfermididei em pesioai de tua cais ,
(em deiisdo hem a seu petar de abrir a tua aula no
lempo apresado ; pnrm eipera poder eitar no exerci-
cio de seu msgisterio no primeiro dia til ao depois do
entrudo ; o que participa aos pais de suss alumnas, e
a quem convier ; assim como se ofterece a receber me-
ninas pensionistas.
Mara Carntiro de Souza Lactrda Vtlla-Sicca.
Joio Jos Ferrein de Aguiar mudou sua re-
sidencii pan a ra Nova, n. 54. -
-Urna mulher mofa e deiimpedid, que sibe fa-
zer todo o servico inteiior de una casi, se propdea
ser ama de qualquer casa; quem della precisar, pro-
cure na ra do Mondego, adiante do sitio do Sr. Luii
Gomes, n. l.'ii.
Pedro Riguaire, agricultor francez, vii para Lo-
anda.
Precita-se fallar rom o Sr. Jos Paulo Brsbo,
vindo do Porto na barca llermelinda, na ultima tiagem
para este porto, a negocio de seu interesse : na ra da
Cruz, n. 10.
Carlos Dobois, relnjoeiro, trndo de fazer viagem
para a Europa, e querendo liquidar, vender de hoje
em diante relogios detodss as qualidades pelo prefo do
cusi, assim como svismentos de rSInjoeiro e lerramen
tai, ele etc. Por isla occaiio pede l penoai, que
leem relogios para concertar na sua ollicins, bajo de
os mandar buscar pars evitar duvidas: pede lamben as
pessoss a quem dever, que Ihe apresenlem suas conlas
para seren pagas; e ai peisoai, que Ihe devem, que "
niandem pagar seus dbitos.
ie,n. do
ocias m
c
o da ,
aoo I
Carloa reuuou um paiao. Todos s oulrus ficrao iro-
iDuveis.
E'l tu Margo!, diaie o rei; e onde va i esla hora?
A cala hora! dase Margarida, pois lio larde ho I
Pergunto-le, onde va?
Procurar oro livru daioracei deCicero, que pen-
an haver deixadu no quarlo du noaaa mi.
Aaaiin, aein lu?
Supponha > corredor allSoslado.
E vena du leu apoientu ?
Venho.
Quefaiea eatln esta nuile? _^
t'reparu o mcu di ai aran ana BWRidiK po
lia aniaiib4a"vjiiiicellio, e nSo tr deniriioASje
aentanle us aeua diacursoa a V. niageataata?
E nio leni algiiew .(uo a ajudc em tal
Margarida reuni Indas ana forjaa.
'Ses, meo irr
bomem inuito
To instruale, sises o daaatua d'tHenfnn, que Hie
bavia pedido me procuraaao para tr-me alguna coitae-
Iboa, a mim que nao aoaSSa volaa farola.
E o eajitrnvei? diaao Margarida no tura iiiaiiju-
tural. -%
Sim, diese d'|>eosi c"1 impaeietieia.
Neaae caao, vou luaudor-vievlo, porque ja acoa-
bainoa.
E o voaio livru? diiie Carlos.
Mtiiida-ln-hei ve* por Giuiim.
Oa duua iroilo trnciru um aignal.
Ido, disse Ca loa; o ua, cuiitiuueanus a nosss
ronda,
AO PUBLICO.
Senboros, o melanclico quadro, que aprsente a in-
feliz provincia do Ceara, luctaodo com a fome e todos
os seus horrores, me obriga i convidar, a quem se com-
padecer da lorie de lanas familias reduzidaa ao ultimo
apuro de desesperacio, para concorrer com qualquer
quanlia.a fim de offerecer um lenitivo rontra a mi/eria,
a fome ea completa desgrana, a que sucumbem lantoi
paia e miii afilelas. ,
Recife, 12 de fevereiro de 1846.
Jos Amonio Pireira Ibyapina.
A quem (altar una cabra (biso), procuie na pra-
ca da Boa-Vista, botica do Sr. Ignacio Joi de Couto,
que dir quem a acbou.
O abaixo essignado, tendo comprado o servcoi
do psrdo eseravo, de nome Simiao, com o oflicio de si-
teiro, o qusl foi eicrsvodo fallecido Sr Vilhla, que
orou na Caia-I'orle, e que por eicnptura perlencia
Sr. Antonio Marinho Paea Brrelo, rujoi servcoi
nhSo de findar em |5 de lelembro Jo corrente anno,
clara pelo presente ao mesmo Sr. Marinho, queche
jinda contina a andar amente.como j* se Ibele tr pe-
lo snnuncio do Diario de Pernambuco de 13 de maio,
ka
diie ella, *. Ja La Mole ; he
Vossa ronda? dase Margarida; que preourais vi
eolio?
O Inliiihomem, dine Carlos. Nio isbeia, queap-
pareren um lubishomeiii no velho Luuvre ? Meo irtnio
d'AlenQun diz t-lo falo, o noa andamos em cata delle.
liua cacada 1 diaae Margarida.
Eretiruu-ae deilando niraa oa ulhna. Vio olla enlan
na parede do corredor ai quatro aorubraa reunida, que
larecilo conferenciar.
Em um ilutante ae pux porta do aposento.
Abre, Gillunne, dnao ella, abre.
till"imc ubedeoeu.
Margarida enlroit precipitadamente, aaltaaaLa Mole
que a eaperava. cabaau e leaelnlo, aaaa cuca espada na
a*.
Fngi, bradea ella ; fug aesn perda da lenipo. Es-
perlu-voa no eorredor para ves aaaaaiiajaraat.
Va o ordenis ? dille La Masa.
En o quero. Forcoau hn sayararroo-nos para nos
tatnarmosa ver.
Durante a excursSu de Margarida, bavia La Mole a-
marrado a cacada tranca dajanella; UesSait-eel) maa
antes de por o pe no prsjueiro degro, beijaa ternaoien-
to a mo da rainha.
Se cala cacada for uina eilada, e ou morrer por vos,
Margarida, lembrai-voi da vmaa prnaneaia.
Nao he uina prnmeiia. La Mul, ha uan juramento.
Nio tcniaii nada. Aden.
EL Molo reanimado, nao dciceo aescada, deixou-ae
oacorresjar por ella abaixo.
A*1 aaeamu lempo balero a porta.
' Margarida olbou para La Mole, durante a sua pengusa
o. 104 ; e adverte a qualquer pessoa, que o lenhi em
seu poder (nio vindo denunciar por estes din), de uiir
dos meins, que Ihe faculti a le; e roga a qualquer pes-
loi, que delle souber, Ihe participe.
Dominaos da Silva Campot.
si Quem quizer comprar, ou lomar conta, por so-
ciedade, de urna padar), sita em muito bom lugar da
negocio, e com todos os utensilios necessarios, e quasi
novoi, com bom commodos pira moradia na meim,
pode dri|ir-so a rus da Guia do Recife, cosa n. 7, par
cima de um marcineiro, a tratar como ihe convier: po-
dando ser o negocio ventajoso, por querer o dono mu-
dar de estibelecimenlo.
= Alugi-ie ums csnoi de conduzir igoa, muito
limpa e nova por pravo eommodo ; na ra larga do
Rosario, o. 22.
Antonio Valentim da Silva Bitroca fai publico ,
que Manoel Rodrigues da Silva Fgueiredo deiiou de
ser leu caiseiro desde 11 do corrente.
=l)edlefl Karrpe vai para o Rio-de Janeiro.
Williain lleniy Tboiuas Verran, subdito ingles ,
retira-se pira Inglaterra.
= Dio-se 300/rs. a uros; oa rui Nova o. 63,
loja de cera.
Alugs-se um eseravo ptimo pideiro por pre-
co eommodo : oa ra dn Triocbeirii, n. 46, primei-
ro andar.
Aluga-ie o sobrado de um sndsr e solio, 01 pra-
Qa da Km-Vista : a (ralar com B. J. Fernaodes Barros.
Quem precisa de urna perda que sabe bem co-
ser fazer todo o trrico de urna casi e corinbar, di-
rija ie i rui do Rangel, n, 60.
A luga-se um sobrado de um indir com com-
modos lufficienle para urna familia e urna bonita loja
perteocente ao meimo oa ra do l.ivraoiento, o. 39:
a tratar no mesmo lobndo.
Um mo^o braseiro solteiro do optim coo-
ducli, propr0e-ie ir pira qualquer eo^enbo eminir
meninoi i ler, escrever e contar ; e tambem emina
a muiicae flauta : quem de sea prestitno se quizer
utihssr, dirijs-se atril dos Marlyrios, rui do Cildei-
reiro n. 46, ou anouocie por esla folbi.
Alugi-se a loja do sobrado di ra Direila, n. 43,
com commodos pan familia por 8000 rs. mentios :
a tratar na inesma ra com Jos Pinto da Costa.
Aluga-se, ou compra-se um prelo sem vicios e
bom cozmheiro ; na ra da Cruz n. 40.
Antonio Pereira Rabsllo Braga, subdita por-
tuguez, retira-se para Macei.
Precisa-te de urna ama pira o semeo ioteroo de
urna casa de pouca familia quo saibi perleramente
engommir : quem esliver nettts circunstancias di-
rija-se a mi da Concordia entrando pela ra Nova ,
do lado isquerdo, casa que faz esquina pin travesa
da inclina ruu.
Petdeo-se, no dia 9 do correle um annel de
brilhanle com o peso de um quilate e 19 grioi. no
Forte-do-Matto : quem o achou, leveao largo do Cor-
po Santo n. 4, em caa de Joio Francisco de Car-
valbo que gratificar com 40s rs.
Sr. doutor Antonio de Caivalho Raposo quei-
ra por favor mandar pagar a obra de Voltaire que S.
S. complots, ou ali*s mandar os volumes que levou,
visto que o Sr. Antonio Jos Pinto (livreiro) nio quiz
dar cumprimento a sua ordem passada em 1842.
Aluga-se um sotan e lojas de urna easa na ra
Augusta : a tratar na ra do Collegio, n. 8.
Aluga-se a eisa terrea sita na ra do Colrelo ,
o. 81, com duss salas 2 quartos, cozinlia fra, quin-
tal murado-, cacimba com boa agoa, e independenle de
visinhos: a tralar na rui estrella do Rosario o. 30 ,
>c;undo indar.
Jo-o Loureoco Meira de Vasconcelos substituto
de lalim do collegio das artes de Ohnda fas publico ,
para quem convier que entina a materii de sua pro-
fissio em casa de sus residencia na Isdeira da S ,
para o que, e para os preparatorios, que tenbio de
lar n'nutras aulas, ja tem, e contina a admittir alum-
nos interno, neoore de 16snno, aosquaes secom-
promelte a prestar zelot educacio.
Aterro da-/loa'Fista o. 5.
Pommiteau eutileiroe*amoladof de todos o fer-
ros, que pertencem a cutilaria, previne aos seus fre-
gueses que alm dos lerros de sua srle tambem fa-
brica-se na sua ofnrina quslquer obra de ac com to-
da a pereico, co/nosejadesporss e freios de todos os
feilios lodos os instrumentos de cirurgia e de dentis-
ta concert! de espingardas, azendo pocas novas,
sondo preciiss. Qoirtsfein e ssbbsdo de esds sema-
oi, sao n din destinados para amolar todi a qualida-
de-de ferroi curiantes.
No mesmo estabelecimento tambem sealugloespin-
rdasde cica, pagando aluguel de cidi dii.
Tambern ba pin vendar un puesros de urna mu-
s composli de iugrasjsssatei
rugar.
MU II
influiris contra a fer-
Heaeida, c a ae voltou uo momento, em que se certifi-
oou bem que elle eitava em Ierra.
__ Sonliura! dizia Gillonne, tenhnra!
_ Que he? perguntou Margarida.
Bate el-rci porla.
Abri.
Gillonne obedeceo.
Oa quatro, caneados sera duvida daeipcrar, eiiavo
do p ao Inniar.
Carlos entrn. .
Margarida fui ao encontr de seo irrolo oom o sorrl-
eo nos labios.
O rci lanooo em derredor de li rpido olnar.
Qtve proooraii vus, manirmo? pergunlon Mar-
*"L Procuro,:... diiie Cario,, procuro...... *b! eor-
BuH procuro M. de La Mole.
M. do La Mole?
Sim; onde esta elle?
Margarida travou da nil0>deseu irrolo, e levou-o pa-
ra a janclla. ... ... t.
Nene mearao inilanle, perillo doni cavalleiroi a"to-
do o galope, ganhaiido a vulla do bosque; um delles
faiia em lignal deadeos fluctuar a facha de setim branoo
que delatara; cateadnos homena erlo La Mole eOrlhoo.
Moiirou-oi Margarida oom O dedo Carloa.
Que quer iatu diter? perguntou o rei.
falo quer diser, reipondeo Margarida, quo o Sr.
duque d'Alencwn pode guardar na algibeira n seu oor-
do, e o Sra, d'Anjnu ede Guise embaiohar aa eipida,
viato como M- do La Mul uto toroar eite noilo a pli-
sar pelu corredor. ,
[Ciitantar~*+*).
i


-A
A commissao administrativa da sociedade Apollinea
convoca assembla geral den social, para eloicio da
nova commissao no da seguoda-leira 16 do correle
pelas 5 horas da larde.
Precisa-so de um hbil caiieiro, que tenha to-
da pratica de venda e dando conhecimento de sua
pessoa etelhe far bom ordenado, conforme seu
raereci ment : na Soled a Je, venda n. 20.
7= Na ra do Collegio, o. 7, primeiro andar, alu-
ga-ie ama ama que tenha bom leile, e em abundan-
cia.
Compras.
Compro-se travs de qualidade, que teohio
:(.') palmos de comprido, e 1 palmo em quadro de gros-
sura : na ra da Cruz no Reeie, n. 11.
Compra-ie um trancelim com 7 oitavat de ou-
ro ; na praca da Independencia n. 12.
Compra-se o segundo volunte das ordenacSes do
reino de Portugal; no caes da Allandeg armaiem ,
n. 5.
Comprio-se para fra da provincia eseravos
de 13 a 2 annos; sendo de bonitas figuras, pagio-ae
bem : na ra daCadeia deS. Aotonio, sobrado de um
andar devarandade pao n. 20.
ComprSo-se dous eseravos, um pedreiro e ou-
tro carpina para urna encommenda do Rio-Gnnde-
do-Sul ; na ra do Collegio armaiem n. 19.
Comprao-se cavallos ; na ra da Conceicio da
Coa-Vista, n. 60.
Compra-se um quartao que esteja em boas
carnes, eseja estradeiro ; na ra da Crt n. 3.
Vendas.
Veodem-se dous bonitos eseravos mocos e sadios;
oa ra da Cruz 3, que ficarS satisfeitos vende-os.
Blieles do Rio-de-Janeiro. -
Vendem-ie meios bilhetes, a 12000 rs. cada um ;
na ra da Cadeia-Velha casa de cambio na esquina
do Ilecco-Largo, n. 24.
Lotera do llio-dc-Janeiro.
Veodem-se bilhetes e meios ditos, a raio de 24000
rs.; na ra da Cadeia-Velba loja de cambio, n. 38.
= Vende-se sal do Ass ; a bordo do pacho Con-
eeiro ao pe do trapiche novo ou a fallar com Fir-
niiiio J. Flix da Itoia & Irmio.
= Vcndem seibgdei quadrados, de 5 e 6 boceas,
muito modernos ebegados ltimamente de Inglater-
ra ; na ra Nova loja de ferrageni, n. 25.
= Vendem-se superiores cartas francezas para jo-
(4ir e tambem ordinarias; oa ra Nova loja de
ferragens n 16.
= \ ende-so um sobrado com muilo bons commodos
para grande familia com quintal na ra do Ampa-
ro ; outro sobrado com seu sitio oa ra do Jogo-da-
Jinla ; urna casa terrea com quintal, na ra do Cabral;
todas em Ulinda e em chaos proprios: na ra das Fio
res, n. 7.
= Vndese guano; no armssem n. 44, ruada
Alfandega-Velhs.
=Vende-se urna rod nova acolelioada e com varan-
das por preco muito commodo ; airas do theatro
velho n. 20 segundo andar.
Vendem-se os cortes de vestidos
de cambraia, rainha victoria, os mais
ricos, e nicos que existem nesta praca :
na ra do Crespo ,4oja n i5, de Antonio
da Cunha Soares GuimarSes.
= Vendem-se os3 voluntes da tradcelo em portu-
guez do tratado da religjio pelos padres Richard e
Girand; na ra larga do Horario, n. 20
= Vendc-se a Tu ais superior sarja hespanhola pe-
lo barato proco de 2360 rs. o covado ; casimiras enfes-
tadas, as mais superiores que be posaivel a 4200 rs.;
ditas de urna largura a 1000 rs.: lencos de sotim os
mais aneiados a 2880 rs. ; ditos para meninas, a 640
rs.; as maisasseiadas mantas de seda ; chales de lia e
seda -, e outras muitas lazendas baratas: na ra do
Crespo loja n. 12, de Jos Joaquim da Silva Maia.
= Vende-se um lorrador de caf, em bom uso; na
ra da Senialla-Nova n. 4.
Cheguemao barato !
= Vendem-se botios e meios ditos para hpmem de
640 a 1000 rs. ; sapatos eVeouro para mulher e ra-
pazes a 160 rs. ; ditos devetrm para senhora a 320
rs, ; ditos para meninas a 80 rs. : na praca da In-
dependencia ns. 13 e 15, loja do Arantes.
= \ende-.'e cera de cor para limando ebeiro, a 1000
rs. a libra ; oa ra do Bangel, a. M.
Vende-se urna prela crioula de 15 a 16 annos,
de bonita figura cozioha eengomma loflrivelmente ;
na ra do Crespo, n. 9.
=Vendem-se 8 escravea, sendo um prelo muilo
claro de bonita figura alto de idade de 16 annos;
um preto de 20 annos ; urna preM de 20 annos, lava ,
cose, engomma e cotinba ; urna ntgrinha, de 10 an-
nos ; pina parda com dous filhos, de 6 a 7 annos;
todos chegados prximamente do Aracaty por preco
commodo : na ra da Cruz, n. 61.
= Vende-se urna nagrinba .dji4 annos,, cotiobe
e lava de sabio ; urna escrava de naci ptima qui-
tandeira ; dona mulalinhos, de ti 13 annos pro-
prios para offieio ; um-dto de ti aawoe, payrJriejN
ra pagem ; um dito do 22 annos para o servico de
campo ; um escravo de naci, de 40 annos ptimo
padeiro ; um moleqoe criedlo de t anaoi, paralo
de* o servico : ni ra dai Croxei, n. 22, gande
andar. ,
x~ Vende-ie um escravo de 20 a 25 aonos de ida-
de de boa figura ponilo proprio par todo o ser-
vico sem vicios nem achaques ; o qual se vende para
pagamento : n roa do Amorini o. 36.
Na ra do Amorim n. 36, continui-ae a ven-
der muito bom eif moido eeaa mittun e de boa
qualidade em grandei e pequeas por core por pre-
co commodo. _, *
= Vende-se urna facha nova pira inspector de
quarteirio ; na ra do Rangel o. 9.
==Vende-se a loja de ferragens e quenquilherias do
Aterro-da-Boa-Vista n. 78 com maior, ou menor
porcio de fazendas, e a pratos raioaveis: a tratar na
mesma loja.
= Vende-se sal do Asso'; a bordo da sumsca Car-
lota, fundeada defronte da Liogola.
sa Vende-se urna casa terrea em Fra-de-Portai,
da parte do mar grande com frente para o pbarol, n.
14, por preco commodo ; a qual rende 8000 rs. men-
saes: em Fra-de-Porlai, roa do Pilar, n. 98 das
6 as 9 boras da manhla e das duai as 6 da Urde.
=Vendem-se 90 palmos de terreno ja com alicerces
para 3 predios, tendp 30 na roa Imperial, e 60 na
roa Augusta ; na ra di Cideia de S. Antonio, o. 14
= Vende-ie um cavallo ruco grinde muilo bom
paiseiro carregador e esquipador; na ra do Cres-
po n. 10, primeiro aodar.
fc^EMPRIMEIRA MAO.,^
Vende-se CERA EM VELAS do Rio-de-Janeiro ;
COLLA DA BAHA ; VINAGRE DE V1NHO TINTO,
superior a 320 rs. a caada velba : ros armaiens de
deposito de AZEITE DE GARRAPATO na ruada
Senzalla-Velba na. 108 e 110.
= Vendem-se duas moradas de casas terreas em
chaos proprios, sitas o rui de S. Goncilo, ns. 1 e 3 ;
na ra da Senzalla-Velba n. 70.
= Vendem-se duas negrinhas, orna de idade de
12 annoie a oulra de 14 ; um moleque de 11 an-
nos ; as negrinhas teem principios de costura, e sio de
bonitas figuras; no pateo da'matriz de S. Antonio, n. 4,
segundo andar.
= Vende-se urna preta de nagao Angola propria
para o servico de campo ; no largo do Carato esqui-
na da ra de Heras venda n. 2.
=Vende se a Historia Universal pelo abbade Millo!,
em portugus 10 v. por 12 '000 rs. ; diccionario de
portugus para latim porFooseca: no Aterro-da-Boa-
Vista, o. 44-
CALCADOS.
Acha-se de novo aborta a muito eonhecida loja de
calcado da prac.:a da Independencia ns. 13 e 15, com
muito bom sortimento tanto para homem como pira
senhora e criaoca de um a 12,annos; assim como de
muitos outros calcados velbos, que serio vendidos a lo-
do o prego igualmente espartilbos, peitos psra ca-
misas com babadoa mantas de fil lencos, fitas de
garca de todas as larguras tamancos de todos os ta-
maitos pbosphoros e graxa Irancea.
=Vende-se um sobrado novo de um andar e grande
solio em cbios proprios e em boa ra por prego
commodo ; na ra eslreita do Rozrio, n. 10.
^Ilencdo !
No deposito de bichas da ra da Crax do Recife n.
43 acaba de receber-se urna grande porcio Ue bichas
hamburguezas, que se vendem e alugio-se por mais
commodo preco do que em outra qualquer parle ; ai'
si ni cmodo Lisboa que se alugao a 200, 240 e 320
rs.; tambem se vio applicar psra mais commodidade dos
pretendentes ; tambem ha para vender 200 meios de
sola urna porcio de cera de carnauba e 20 pipas va-
sias, tudo por preco commodo.
- Vende-se um preto de Angola muito bom ca-
noeiro por preco commodo ; na ra Bella sobra-
do n. 57 al 9 horas.
= Vende-se sal estrangeiro a bordo : a tratar com
Leopoldo Jos da Colla Araujo na ra da Moeda ,
o. 7.
= Vende-se superior farinba de S. Gatharioa ; a
bordo do brigue Ntro, luodeado defronte das eica-
dinhas.
= Vendem-se 9 eseravos chegados prximamente
do Aracaty sendo 3 escravas pretal dous pretoi, 3
tabraa e um mulatioho ; todos mocos : na praca do
Corpo Santo, o. 23 a tratar com Antonio Rodrigues
Lima.
Vendem-se as melhores sarjas lar-
gas e hespanholas, por preco commodo ;
na pracinha do Livramento, hoje ra do
Queiinaiio, n. 46.
Potassrt* americana
de muito superior qualidade vende-se a 250 rs. a
libra ; no armaxem do Braguez, ao p do arco da Con
ceicao.
Vende-se potassa americana, ltimamente che-
gada em barra grandes e pequeos; lencos pretos,
de seda da India ; setim preto de Maceo ; velas de es-
permaceti de 4, 5 eC em libra ; cera amjrellu ; al-
godio groHo pira saceos ; tudo por preco commodo :
em casade Malbeus Austins&Companhia na ruada
Alfandega-Velba o. 36.
= Vendem-se moeodas de ferro para engenhosde
assucar, para vapor agoae beitu de diversos tsma-
nhos por preco commodo; e igualmente laixas de
ferro coado e batido de todos os tmannos : na pra-
ca do Corpo Sanio,, n. 11, em can de Me. Calmont &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
MUITO BARATO.
Vende-se um pequeo litio a margem do Capi-
baribe com casa de vivenda coqueiros, e Ierra pa-
ra plantar alguma couia agoa de beber muilo fre -
coe alegre, eom estrada pela Passagem.e pelos Afo-
gadoi ; n mais proporcoes le dir ao comprador : na
ra de Agoas-Verdea, 0. 21.
= Vendem-se 4 eseravos mocos bons para o tra-
balho de campo e e praca ; um dito olliciai de carp-|
na ; dous mulalinhos de fO a lt annos; am moleque
pe?a, da Jb aonus oficial de allaite e^om pagem;
um preto d u balher em um sitio ; 4escravis, urna engomma e co-
zinhabem; duas ditas qoitandeiras ; ama mulatinha,
de 14 Mil f com bom prineipioi de habilidades : na
ra do Crespo, o. 10, primeiro andar.
Gaspar da Silva Frei vende o seu aaeravo plrdo
de nojnfuunicio mestre sipiteiro ,<*MMto bom pa-
nel a toda prova ; o motivo da vetada ha o mei
mo rio querer acomoanhar sea arnhor para o Porto-
Alegre; assim co'mo urna p'rela quitandefra muito
fiel que tambem ni quer ir, por ler urna filba em
casa do Sr. Manoel Luots; venderais urna carnario*
eom copela e enchergea um loacador de jviraed ,
com meia commoda e repartimento para os enleiles de
urna senhora urna eoeimod* de Jacaranda eom co-
lumna! um gwrde-veetidof, de moa no um guar
"-livros, umguarda-louQa, de mogno: oa roa dai
Trinebeirn n. 18,
=Vende-se um piano de Hamburgo de ptimas
votes, edo melbor autor; carnei ras de luilro, por
preco commodo: na ra da Cideia- Velba n. 16 ,
primero andar.
= \ onde-se venda da ra da S. Cruz, n. 5, a di-
nheiro ou a prato com o lundos a ventado do com-
prador : a tratar na mesma venda, ou oa mesma ra,
o. 3.
= Vendem-se dous ptimos pianos inglexes, de
muito boss voies e construcco, por preco commodo ;
na ra do Crespo loja n. 4.
Vende-se muito superior potassa
da Russia, em barris pequeos, pelo m-
dico preco de il\o r'8 a ''Dra : na rua ^
Trapiche, armazem de Jos Teixeira
Basto.
=Na fabrica doi engenbeiroi e michinislas M. Cal-
!um S Companbia roa do Brum, ni. 6 e 8 veodem-
se moendii decanna, dedirersos tamanhos, para agoa,
ou animaes ; e tambem se concertio por preco com
modo. Na dita fabrica igualmente le recebem enftom-
mendss psri mindar vir toda a especie de michinai di
melbor e mais moderna conitraccio.
= Vende-se milho velbo e 2500 n. o ilqoeire ;
dito novo a \t rs. ; iiceai com larinba de Mag a
ri: na rua da Cadeia de S. Aotonio deposito de
lirinha n. 19.
Vende-ae ama parda vistosa e sadia engomma
bem, cozinha o diario de urna, em cote mui bem
coituri chii, emaboi e eorta vellidos de senhora ; na
rua da Cadeia do Recife loja de Joio da Caoba Ma-
galhlei.
= Vendem-se don eicrivn de 18 a 20 innot ,
recolhidii com todn ai habilidades; duas mulati-
nbas de 14 a 17 annos, de bonitas figuras, com ha
bilidades; um moleqoe, de 14 annos; um preto, de
35annos, por300/n. bom trabalhadorde enxada ,
por ter ti do muita pratica ; dan pardal, de 20 an-
annos; urna prela da Costa boa quitindeira : aires
damalriadeS. Antonio, n. 16, primeiro andar.
Vende-se um violao de muito boas
vozes, e urna chapeleira iogleza de couro,
e muito bem feita ; tudo por barato preco:
a fallar com o Sr. Thomaz Dias Sonto,
rua da Cruz do Recife, n. 6a.
Vendem-se garrafas grandes, com
agoa de Cologne, chegada ltimamente
de Franca, e pelo moderado preco de
a.s'4oo rs. cada garrafa : na rua do Cres-
po, loja nova n. ia, de Jos Joacjuint
da Silva Maia.
Na rua do Crespo, loja nova n. ia,
de Jos Joaquim da Silva Maia, vendem-
se as adtniraveis e bem acreditadas nava-
llias de ac da China: estas navalhas teem
a vantageui de cortar o cabello sem olen-
sa da pelle, deixando a cara parecendo
estar na sua mocidade. Este 390 vem ex-
clusivamente da China, c s nelle traba-
lliao dous dos melhores, e mais abalisados
cutileiros da nunca excedida, e rica ci-
dade de Pekim, capital do imperio Chim,
- AUCTOR SHORE.
' N. B. He recommendado o uso destas
navalhas maravilhosas .por todas as socie
dades das sciencias medico-cirurgicas,
tanto da Europa como d'America, Asia,
frica, nao s para prevenir as molestias
da cutis, mas tambem como um meto cos-
mtico.
= Veade-ie firinha de mandioca de luperior qua-
I idade em iiecii, ou alqueires por menos preco do
qoe em outra qualquer parle ; assim como gamella d
difieren les (amanaos; um alambique com 411 libras
no arco de S. Antonio, n. 2, loja de Manoel Jos
Gottfeive Braga & Companbia.
k Vende-se um cavallo ruco carregador baixo e
de meio, por preco commodo; na rua Direita, n. 108.
=Vende-se um cosmorama em ponto pequeo ,
com 12 vistas de paizes para dedia, e 12 para de noule,
por preco commodo ; e se ensina ao comprador como
learma : na rua larga do Rorario, o. 22.
= \ endem-sn camal de ferro com armtcio e sem
ella ; cafeleiras de fizer cal pela preuio do ir ; can-
dieiroi de bronze pira meio de sala ; casliceei de
bronze e easquinba ; estojos com todos oa preparas pa-
ra barba tudo ingles, e muilo boa fsxenda : na rua
da Se malla-Nova o. 42.
= Vende-se urna eicriva de elegite figura de
idide de 18 a 20 annos, muito boi coiinbein e ca-
riohosi para meninos; ao comprador se dir o moti-
vo da venda : na esquina da rua da Aurora loja de
louca.
Vendem-se, para desobriga de bypothect, ou
Iratpassa-se a mesma bypotbeca em duas moradas de
cesas ni Soledad, ao p do palacio do hispo onde tem
a padaria ; ni rui do Cabuga loja de miudeai da
Joiqujm Joa da Coala Pajoaoe.
>*<>Vende-M urna erara de naci Coiti boa qui
tsrdeira e deMn oierviro rfe livni caa, 4* bonita
figura representa 30 aonos psra dentro ou lora da
provineia ; em Fora-de-1*las n. 18.
s Vende-se o diccionario de Motees, da quarta edi-
cto por 16 rs. ; ni rua Nova, loja n. 58.
= Veodeaue superiores caitas de tartaruga para
rap vindas ltimamente do Aracaty por menor
pteco do que em outra qualquer parte; istim como urn
esplendido sortimento do chapeos de todas as qualida
d)n como aejio : chapeos de palba italianos, muito
finos ; ditos do Chile ; dito* de^aastor branco ; ditos
dito rispados ; ditoe de maesa fin fnneetes ; palluca
seda ; carneirai; tebosinb"; pp"l|o ; fi' muses
portuguetat, frincezia e himburguem; e oulros mul-
los obfectos pira fabrica de chapeos, que se venders
Ipor preco muito commodo : na praca da Independen-
cia fabrica de Chpeos de Joiqoim de Olivein Mia
ni. 24, 26, 28, 30.36, 38 e 40.
= Vende-se um balde com "1 palmos de cornpei.
melo 5 fiteiroeenvidracadoa porprefo commodo"
na rua do Rorario n. 2.
= Vendem-se sophs de Jacaranda ; ditos de angj.
co ; eadeiraide jacarandi e de angico; jogoa de ban-
cal de Jacaranda e angico ; marquetas, camal, e com-
moda de angico e de amarello ; meial-commoda d
dito ; cidoirai para meoinaa ; baoeai de meio de sala-
tu Ju de gosto o maii moderno que se pode encontrar
por-preco maii commodo do que em oulra quslquer
parte : na Cimboa-do-Carmo caa deumircioeiro
o. 8.
sas Vende-ie um carillo de estribara novo, gor-
do o com muito bons andares; na praca da Indepen-
dencia livraria ns. 6 e 8, se dir quem vende.
= Vendem-ie ehifres e 90,000 easquiohoi de boi
no Corlme dai Cinco-Pontaa n. 3.
Vende-ie urna boa morada de eaia terrea en
cbioi proprioa livre e deiembincidt de tudo aita
oa Iraveasa dos Expostos, por detrs da matriz de S,
Antonio n. 22 com quintal e cacimba ; ou Cio-
co-Pontas n. 4.
Vende-se orna cabra (bioho) e um cabri o| ni
rua da Conceicio da Boa-Vista n. 60.
Vende-se, na fabrica de licores de Fre.
derico Chaves, no Aterro-da-Boa- Vista,
n. 26. :
Ago'ardente de Fraoca caada ogn
Dita do Reino goo
Dita de aoit otg
Dita de canella a 640
Dita de cravo 040
Dita de Lima (40
Dita de mil florea 640
Espirito de vicho 1000
Geoebra 720
Dila embotijada ioo
Licores de toda ai qualidadei e todoa 01 precoi, com
ricaa tarjas.
Cbaropes finos pin relrescos, e da verdadeira reti-
na de angico muilo bom para as molestias de paito,
Mechas phospboricas em macos de 100 e ISO p 1
20 rs. cada mico
Chocolate de primeira qualidade de laude baa-
nilba e canella a 400 n. a libra ; dito ferruginoso ,
a 1000 rs. a libra e a quem quizar comprar eat irro-
bai le dari por preco muito commodo. Para maior la-
eilidade doi compradorea, acba-ie um deposito de
chocolate se rua da Cadeia loja de chapeos o. 46,
de Candido Jos de Sales.
Vende-se superior essencia de aniz
em garrafas de ao oncas, por preco com-
modo: no Aterro-da-Boa-Vista, na fabrica
de licores n. a6.
Eseravos Fgidos
Na manhia de 28 de detembro de 1845, fugio da
villa do Principe 00 Serid um escravo crioulo ,
bem preto de nome Francisco de 46 annos da idi-
de bomcozinheiro eitatura ordinaria pouea bar-
ba cheio do corpo farcola tabaquita ; tem urai
orelba furada em que mette urna argolinna por chi-
binca ; be bem corrtiecido por toda a parte, porque 14
annoi acompinhou o finado leador Francisco it Br-
to Guerra bu lua viageni de titila e da corle : quem
o pegar, leve ao dito lugar, a entregar ao vinario lli-
noel Jos Fernindes, que gratiPicara generoumente.
Fugio, na madrugada do dia 7 do corrente di
eidale da Olinda, ama parda de nome Cosms psre-
cendo branca por ser bastante clara cabellos curti-
dos e corridos estatura mediana nio mal perecida,
olhos pretos e grandes sobrancelhaa grossas, con
falta de denles na frente peitos grandes, ps e mos
regulares ; em um dos ps tem urna pequea leriJa en-
tre 01 dedoi, que nio a deixava andar bem ; o dedo
do meio da mi direita, oa ultima junta, be defeiluoto
de urna panaricio; representa 20 a22 innoide idade;le-
voo alm da roupi do corpo, umi Irouxa com um ><--
tido de chila novo ealgumaa camisai sendo 3 de ma-
dapolio fino aioda em folhx e 45i rs. em cdula'.'
quem a penar, leve a tobredita cidade de Olinda <"
rua do Patic-CtttclhaBji, cssa contigua ao tsealro,
ou no Recife ni rua da Aurora o. 12, que air 4e"
oerosamenle recompensado.
Roga-se as autoridades policiaes,
capitaes de campo, e pessoas particulares,
que apprehendao, por onde for visto, o pre-
to Jos, naco Cassange, o qual julga--"'
que fra para Po-d'Alho, por ter l un
filho ; tem 5o a 60 annos de idade ; boixo,
grosso do corpo, pernas inchadas, bastan-
te potroso, e padece de frialdade, e por
esta molestia canea continuadamenief le-
vou chapeo 1 reto, camisa e ceroula de
algodiozinho. Adverte-se, que este es-
cravo j fez outra fgida em i3 de oulu-
bro de 843, e foi preso em Paratibe,'
desappareceo do sitio do vlonteirn, na I1''
de de 5 do corrente : quem o pegar leve o
ao "Aterro-da-Boa-vista, n. 37, no ter-
ceiro ndar, que ser gratificado, ou no
Monteiro, sitio que foi do finado Uotni""
gos Rodrigues do Passo.
Detappareceo, na ooute de 7 do correle. dl
bordo do brigue Flor do->ul, o eicravo-4D)*''noe"0'
de 019*0 Benguella de nome Manoel. repreteeU lf'1
26 innoi pouco mais ou menoi, sem barba rot I
redondo, orelba* fundas; consta que em trra and I
calcado : quem o pegar, lee a ruada Cadeia, o. *5I
on a bordo do mesmo brigue, qoe recebar* boa g''l
tifeselo.
PERIt. j NA TYP- DE M. F DI FARIA1
46,