Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08741

Full Text
Lnn de IStt.
Quinta feira 19
O DIARIO publica-se todos os dias que
o foreni de guarda : o preco da asslgna-
E ira he de 4/fD60 rs. por quarlel pagomdian-
In/us Os annticios dos assignantes sao m-
LViidos a razio de, 20 ris por linha.Wrs.
r... tVPo dlffarentc, c as repetirdes pela me-
tido Os que nao forem assignantes pagao
Bu rs. por ulia, e 160 cu typo differente.
PIIASESDA.LUANO MEZ DE FEVEREIRO.
rvescente a 3 as 2 hor. e 51 min. da man.
iMicheUalwOhor. e l min da man.
i, coante a 19 as 2 hor. e 23 min. da man.
[ "'a 25 s 5 hor. e 11 min. da tard.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Ooiannav e Parahyba, Segd/' e Sextta feiras.
Rio Grande do >orte, chega as quartas
feiras ao meio dia, c parte as uicsmas ho-'
ras as quintas feiras.
Cabo, Srinharin, Rio Pormoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1., 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns e Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista c Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE'HOJE.
Priiueira as 8h. e 8 minutos da manhaa.
Segunda as 6 h. e 30 minutos da tarde.
de Fevereiro.
AnnoXXI N. 84.
DIAS DA SEMANA.
9 Segunda S. Apulle-nia, aud. do I. dos orf.
edo J. do C. da i v., do J. M. da 2. v.
10 Tensa S. Guilherme, aud. do J. do civ. da
1.., e do J. de paz do 2. dist. de t.
11 Quarta S. Lzaro, aud. do J. do civ. da
2. v., e do J. de paz do 2. dist. de t.
12 Quinta-S. Modesto, aud. do de orf., c
do J. M. dal. v.
13 Saxtl S. Ilenii;iui, aud. do J. do civ. da 1.
v., edo 1. de paz do 1. dist. de t.
H Sabbado S. Valcutim, aud. do 1. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. do t.
15 Domingo S. Jovlta.
CAMBIOS NO DIA 11 DE FEVEREIRO.
Caiub. sobre Londres. 2 d. p. \ a 60 d.
Pars 35(1 ris por franca.
Lisboa 10") >. c. pi". p. ni.
Desc. de let. de boas firm is 1 ", p. "/ tnn
Omo-Oucas hetptnbolas 307KH1 a 31*000
Moeda dt'#400vel. IStfOO a IbVHOO
n deu/400uov. ibVziM a 16/500
de ltKM) SBOO a 8
Prntit-PatacSes .... /mo a W0
" Pi'sos (Jolumiiarrs 1/920 a I"!Vi0
Ditos Mexicanos. 1/840 a 1*870
PrataMiuda I/Wi) a 1/700
Acetes da C do Ucbcribc de 50,4000ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
PARTE OFF.CIAl.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO Dlt 6 O0 COUBENTE.
(Concluido.)
OffleioAo vicario dos Aogados, declarando, qoe,
[psra obter repararlo dos aotos do proprietsrio do enge-
jnho Soccorro, Igoaoio Luir, de que sequeixa em offi-
cio de 3 deate mez, deve recorrer aoi meios, proscriptos
I us le.
DitoA administraclo dn nitaheleci tientos de cari-
Jdide, signifiesndo, que os eipostos, mencionados no
fieu oficio de 26 de jsneiro flodo, podem assenUr praca
[na companhia de artifices, oo ser remedido* para a de
[imperiaes marinheiroi os eorle, urna vei que, segando
I informa o director do collegio dos orpbloa, nlo be pos-
Isivei que sejao eiies aili reeobdos, por alo hararom ra-
li"-
DitoAo engenheiro em chefe das obras publicas,
lenesrregaodo-o de ir examinar, se esta feita seguodoo
I ornamento a obra de douramento e pintura da capel-
lia mor da matriz do Limoeiro ; e eiigindo participacio
Ido resoltado desse oame.
PortsraAo eommitssrio pagador, determinando,
[que s Jos Antonio de Araujo e Silva, primeiro lente
[do primeiro bataihlode srtilharia a p, que.com e-
|cuidado da presidencia, segu para a corle, abone tres
lmezi'8 de sold. Pirtioipou-se so commandante das
[irmas.
dem do da 7.
OflcioAo Extn. prndente da Parahiba, accuian-
| do remessa da infortunio da administraclo do correio
desta cidade sobre a carta, do cujo extravio se queixa o
ir Jlo Jos de Menezes, e de que S. Eso. trata em
cilicio de 12 de Janeiro ultimo.
DitoAo ebefe de polica, declarando, que pedio ao
Kim. ministro da fsxenda, provideneiasae eeroa das
dundas, que S. dic. di. hnr encontrado na organisa-
i (iodo processo, mandado instaurar em consequeneia da
spresentacao, ns mesa do consolado, de urna cdula fal-
ta de 200j rs., cor verde, psra pagamento de Jimios.
DitoAo engenheiro em che fie das obras publicas,
ordenando, mande tirar as paitas de capim, que se acbio
agarradas aos esleios da ponte da Magdalena.
Dito Ao mesmo, recommeodaodo, epresseos con-
ferios, a que te est procedendo ni casa, onde vai tra-
balhsr o jury, de mioeira que no dia 26 do prciente
meisepossa realisar a reunido aeise tribunal. Parti-
cipou-seaojuiz de direito interino da primeira vara do
crime, que communicou haver convocado o jury para o
lupramencionado da.
DitoAo commandante geral do corpo de polica,
dando Ihe afaculdade, que pedio, para, no pret de 10
de cada me/, tirar por ioteiro os toldos das pracas dea-,
tacadas em Goianna, Rio-Formoso, Nsiaretb, Victoria
e Pso-do-Alho. Participou-ie ao inspector da tbesou-
raria das rendas provinciaes
DitoAo presidente da sociedade de medicina, di-
: sendo, Tica remover de urna das salas da casa, para on-
i de vai pamr o lyce, os trastes da misma sociedude.
DitoAo eommissario pagador, prevenindo-o d'es-
tsr a auditoria de guerra a cargo do bacbarel Vicente
Ferreira Gomes, actualmente emexercicio da primeira
vara Jo crime desta comarca.
PortaraReformando, na guarda nacional do mu-
nicipio do Recife, o ajudante do segundo batalblo Ma-
noel Joaquim Silveira, e os respectivos lenles, Jos
IbeodorodeSena eJorge Vctor Ferreira Lopes; os
capules do qaarlo Francisco de Paula Queirot Fonse-
ea e Antonio Rodrigues de Almeida ; os tenantes do
mesmo, Antonio de Moraes Gomes Ferreira, Manoel
Jos Antunes a Jolito Jorge Goncalves ; os respectivo
alfares, Bonifacio Maiimiano de Uatloa e Jos Alvos
Guerra. Officiou-se a respelto ao commandante supe-
rior di guarda nacional do Recife.
Commando das Armas.
expediente: do da 0 do correrte.
A RAINHA MARGOT.
por 2Uan&rf Sumas.
<;
OflcioAo presidente da provincia, remettendo-lbe,
para ter conveniente destino, a guia do reeruta Jos
Henriqui da Silva, que voluntariamente sealiitou a 4
do correte, com o designio deservir em um dos cor-
pos' de oavallsria de linba no esercito do Sul, cojo re-
eruta seguia para a corte na corveta Sel-de-Abril.
Dito.Ao mesmo, enviahdo-lhe as guias dos sete re-
erutas, que embarcavSo para a corta na corveta o'ati-
it-Abril.
Dito Ao mesmo, informando o requerimento do
primeiro teoente do primeiro batslhlo de artilbaria
p Jos Antonio de Araujo o Silva, no qoal supplica
permiiiao para conduiir sua esposa a corle, e d'alli re-
greisar provincia da Baha, sade actualmente perma-
nece em servico o seu balalho.
Dito Ao mesmo, informando o requerimento do
majurda quarta olasae, Francisco Jos de Mueses A-
morim, que ao governo imperial supplica baixa para
seu filho primognito, o primeiro oadote Andr Aveli-
no de Menezes Amorini.
DitoAo genersl presidente e commandante das ar-
mas da provincia da Baha, enviando-Ihn anota de as-
sentamento, a urna relelo, que acompanbou a varios
objectos do armamento, fardamento e equipamento dos
soldados Delfioo di Silva e Jos Martina Rodrigues da
Costa, do primeiro batalblo de artilhana p, os quaes,
estando addidos ao quarto batalhlo da mesma arma,
desertarlo ; a fim de que S. Kxc. podesse fazer do refe-
rido documento e dos objectos o uso que conveniente
achesse.
Di>Ao general commsndanin Jai armas interino
la corte remettendo-lbe a gula do primeiro tunele Jo-
s Antonio de Araujo e Silva, que havia obtido ds pre-
sidencia perminlo para Ir ao Rio-de Janeiro condutir
sua familia.
DitoAo eommissario pagador, eoviando-lbe a guii
de vencimentoi, que pela psgsdorii da provincia da Ba-
bia foi passada ao cirurgiio ajodante do quarto batalblo
de artilbaria i p, Dr. Policarpo Cetario de Barros.
DitoAo commandante da corveta Sete-de Abril,
para entregar ao oflicial (portador deslej o alferes do
quarto batalblo de capadores, Francisco Eugenio Tei-
xeira, vindo preso da corte com destino ao Pir.
DitoAo coronel commandante do segundo bitaiblo
de artilbaria I p, eommunicando-lhe, que o segundo
lenle Manoel de Siqueira Campello, que se scbav ni
corte estudaodo, se recoibra e cava prompto para
servico.
DitoAo tenente-coronel commaodsnte do quarto
batalblo de artilbaria p, para qoe passe guia ao
primeiro tente addido, Jos Antonio de Araujo e Sil-
va, que seguia acorte com permisslo da presidencia, a
fim de conduxir para all a sua familia.
idbh do da 8.
OflcioAo presidente da provineia, commuoicando-
Ihe, que o reerula Jos Luis da Luz deixra de em-
barcar para a corte, por teradoecido de bexigis.
dem do da 9.
Illm. t Exm. Sr. Com o ofBeio de V. Exe., data
do de 6 do correle, recebi osproeessos militares, qu
QUARTO VOLUME.
CAPITULO X.
raojzcToa sx thtoajtoa.
Hsvii-se HenriquAiproveiUdo d dilacao que Ibe per-
"llia o interrogatorio por elle to beni sustentado, pan
currtr so aposento de madama de Sauve. Ah bivia elle
M* ib Hi-
..Zi: ^-.i- --
" \>, |.VH|
---------k4k.MI. ..._tal.l^
""'"i mas este s poder inf.irmr-lhe, que una homens
*"Wii invadido o seu aposento, e que o ohefe delle Ihe
Ha dado una pancada qom o punho da espada na oa-
l"', de que ficara aturdido. No aun. uingucm se havia
""['"'ladocom elle-, Catlirina.ao v-lo dciudu por ler-
r*. snpposera-o nnrto; e como havia tornado a ai no
"iicrvallo da partida da rainha-mti, I chegada do capi-
IS das guardas, cnoarregado de desentulhar a praca,
J( se elle havia refugiado no apoaenlo de madama de
O Tio Ditri *, 33.
Pedio Henrique a Carlota que guardaste o rapas at
que elle hoiivesae nolioiaa de de llouy, qoe do logar cin
que se achnaae refugiado nlo poda deixar de eacrever-
Ihc. EulAo mandara rthon levar a retpoata a de Moay,
e ein ves de um hoineni devolado, contara dous.
Determinado eate plano, voltura elle ao aeu quarto, e
ah philosophava passeando, quando de repente ebrio-
so a porta e appareoeo o rei.
V. niSgfiiUde! excisicu Hesriq-uc ir,Jo so teu
encontr.
Sou eu nicnio....... Na verdade. Henriquiubo, tu
s um excellente rapas, e eu conheco quo cada vei te
amo mnii.
Senhor, diaae Henrique, V. magealade me con-
funde.
Tu i tens um de frito, Henriqninbo.
Vl he? O qne V. magealade ja sao tero censura-
do muitai vesea, diste Henrique, o de preferir a cacada
de montara de alienarla ?
Nlo, nao, alio trato deate, Hesriquinho, fallo de
intro.
Kipliquc-iu'o V. mageatade, ditse Henrique quo
vio pelo sofrito de Carlos quo ello etlava de bum hu-
mor, que eu tralarei de oorrigir-me.
__ He que, lendo lu lio Luna olhoa, nao vejat melhor
do qae vt.
Ora ala! ditae Henrique, dar-te-ha caao qae en
eeia mvopo, aem o aaber, Sr. r
Peior do que itto, Hcnriqunho, peior do qsjs) isso,
to t eego.
Ab! de veras P disse o Bearnetj maa alo aera
quando fecho oe olhoa, que me saucedo esaj| igrac?
Etsa he fina I diate Carina, tu s bees sojats disto.
Em todo o oaso eu vou abrir-t'os.
a final forSo sentenciados pela junta dejuslica em ses-
slo do dia antecedente.
as sentencas proferidas nos proeesso dos reos solda-
dos Manoel Francisco do Nascitnento, Joio Salvador,
e Jlo Nepomuceoo, do corpo provisorio de linba da
provincia da Parahiba do Norte, se estranha a demora
dos julgatnentosem primeira instancii, com o que diz
i junta te deo causa a soffrerem os reos mior pena do
que a designada na ordenanca de 9 de abril da 1805 ;
e porque na qualidide de commandante das armas del-
ta provincia a le me incumbe o dever de faer julgar
em conceibo do guerra os reos militares, esUu na dura
precisio de arrodar do mim essa censura, nlo so por ser
a todos os respeitos infundada, mas incompetente. Dos
processos respectivos se v, que o tres soldados era
quetto, achando-ie em servico io sul di fronteira, d'al
li desert.irio em julho do anno pasudo, e que o coro-
nel commandante da frca, em falta de ofJBciies para
formar os concelhos de disciplina, recorreo so espedi-
ente deslindo na mperil provslo de 10 de abril de
1843, remettondo-me os autos de inqunelo de teste-
munhas, para com elles instruir os concelhos de disci-
plina. Em 4 de novembro, forSo-me remedidos estes
desertores pela presidencia ds refer la provincia di Pa-
rahiba aonde se hiviio apresentado), o immu lista-
mente postos om julgamento ; de sorte que o processo
verbal do primeiro subi por, intermedio de V. Ere. a
docisio da junta de juslicj, a 22 do mesmo mei de no-
vembro, o de segundo a quatro, e o do terceiro a 20 de
dezembro do anno psssado, e forlo a fiml sentencii-
dos em sesslo de 5 deite mez, deprehendendo-se de lu-
do isto, que o processo do soldado Nascimento foi pio-
lelado pelo juii relator, por lempo do dous meses equa-
torie das, o do soldado Salvador por dous mezes, e fi-
nalmente o do soldado Nepomuceno por um mez e de-
sasis dias; pelo que, se bouve demora nos julgamentos,
e detrimento para os reos, impatada deve ser ao'men-
cionado juiz relactur, e os vogaes da junta dejuslica
quo cortamente nlo autorisariio com suas rubricas tio
malcahdoestranhamento, sohnuvessHiii sido melhor ins-
truidos da veracidade do que luvo dito pela leitura das
pegas dos processos.. Rogo, pois, u V. >Exc, de, na
primeira reunido da junta do justica, fazer presente
esle meu officio, para que fique a mesma junta inteira-
da das razos, que acabo de ponderar. D*os guarde a
V Esc. Quarlel general na cidade do Recife, 9 de
everuiro de 1816. Illm. e Enn. Sr. conselheiro An-
tonio Pinto Ghichorro da Gama, presidente da provin-
cia. Antonio Corrtia Sera.
DitoAo presidente da provincia da Parahbi-do-
Norte, enviindo Ihe a guia do soldado da companhia
provisoria de linba, all existente, Pedro Pereira da
Fonseci, que neita occasiio seguia a apresentar-se a
S. Exc.
DitoAo lenle coronel commandante do 4 ba-
talblo de artilbaria a p, remettendo-lbe a certidlo
d'obito do 1." cadete Eiequiel Cirdoso Pereira do Mel-
lo, para em vista desle documento, poder-se fazer nos
livroi de registro as competentes notas.
PortaraNomemdo o concelho de guerra, que lem
de julgar o tambor di companhia de artfices, Miguel
dos Anjos, pelo crime de desercio.
DitaNomeando o concelho de gui rra, que tem de
julgar, por semelhante crime, aoi soldados di compa-
nhia provisoria de guardas naciooaes em desticimento :
Josu de Jess Jardn), Antonio Joaquim de Souia,
Joio Franciico de Mello, Agoilinbo Tinouco da Silva,
c Manoel Luiz da Franca
DitaNomeando o conceibo de guerra, que vio
responder por crime de igual nalureza, os soldados do
l. batalblo de cacidores, Jos Minoel Liurindo, e
Cimillo Monleiro.
Miscelane;
i.
ESTRADAS
Recorramos todo ospmu* da t"rra, e aoode nlo a-
eharmos facilidado de viajar das cid ides para as villas, e
das villas para asaldeias, poderemos julgar-nos entre
um povo de barbaros assiai so expressa o abbade Rey-
nal ; eStork diz quo depois da proteccio Is pessoas e
a proptiedado nlo pode o governo faier maior beneficio
urna naci, do que dar-lhe bons portos, bons cantes
e boss estradas.
Deixarnos ao leitor a applicacio destas sentenciosas
verdides ao nono atramdo paiz ; e nem he mister mo-
ralisa las, porque a necetsidide de boas coinmuncacoes
internas, destas arterias tio necetsanas ao corpo do es-
lado, ;zmo estes o sobeja, cimo umversalmente reconhecida dos Portugue-
ses. Hoje, porm, que vai, segundo eremos, comiscan-
do a realisar-so este grande pensamento nacional, e so-
bre elle mu niturilmentn so (xa a atiendo publica,
nlo ser por ventura intil o espaco, om que delle nos
oceuparmos nesta folha, principalmente se podermos
popul irisa-lo. de modo que alcance o maior numero
de oepacidades Assim (e precisamos advert-1.) nlo es-
crevemos para o da prolissio, porquo para isto estamos
onge de ter os necesstrios requisitos mas tmente tra-
taremos de colligir de obras acreditadas quant > baste pa-
ra cada um poder, at curto ponto, avahar com algum
criterio como na feitura das estradis so empreg, e con-
som iquillo que a todos tanto nteressa a bolsa, e o
suor do povo.
Deve o bom engenbeiro ter conbecimentos (eologi-
ros, porque a despeza precisa para a abertura de urna
estrada, ou para os reparos e costeamento de nutra j
feita, depende da naturezi do terreno, da facilidado
com que se pode proourar a podra nocessaria, e mais
conveniente, da estabilidaile dos corles das rochas, etc.,
etc
Sem que se atienda timhcm I estructura geolgica de
um piiz, mal peder determinar-se, se urna linba de es-
trada dever ser preferida a outra, se convira em alguna
casos abrir antes urna estrada nova, do quo reparar urna
estrada velba, a finalmente quaes deverno ser as pedral
empreguJaa, quando podemos escoiher miteriaoaua di-
versa naturea. He por tanto deabsoluti necesssidade,
que antes de ae proodor abertura de urna estrada io
faca, aps o nivellamento, o exame geolgico do terre-
no, reeonbecendo pela sonda a nalureza das carnadas,
que teem de cortar so, e procurando ao memo lempo
osJocie9 das pedreins, e qual a facilidide de seu curto
e condcelo, conforme se acbaiem a mais ou menos
distancia do sitio aonde ba de servir a pudra. E de lu-
do se deve tiacar a respectiva planta.
A melhor linba de direcdode urna estrada ser! sem
duvid a que lr miis curta, que liver menores difieren-
cas de nivel, e cuja execucio apresentar maior facilidi-
de ; mas h> circunstancias s vezes, que nos Torci a
buscar urna linba mais Ioniza, o com mais declives.
Em terrenos strateficados, ou divididos em carnadas,
devem as valas abrir-se com cuidado, para que se nlo
corle algumu Itnhi d'agoi, que depois cause muito
damno estrada ; e corno as carnadas podem ser de na-
turea mui diversa, cumpre tambero evitar, que so nlo
d'Struio as superiorese firmes, e se topem por baixo ou-
tras de birro, por exemplo, ou de substanciii incohe-
rentes, que nlo podem servir de base nova estrada sem
obns de maior vulto. Em fim, as griodes escavaces
psra rehaiiar qualquer altura ou colima, convmdar di
veril obliquidideie corte dos taludes ou escarpas, se-
gundo i rus nitureza. He mui proveiloso, que a estrsda
seja,quinto forpostivel.ebemeiposta ao sol, epor isso le
devem evitar muros de grande altura, tipumes e villi-
"4K>W<#9l^~a>MaaKStBBFTt>?3
Oh diaie Henrique, nio acreditis a maledi-
Dos diste: Fnca-to a lu! c a lux foi feita. Ora
V. magealade lio o representante de Oeoa netlo inundo;
logo, pode fater na Ierra o que Deot fas no co: eu o
esculo.
Quando Cuite ditse hontcm a noilo quo tua mu-
llier acabara do pastar eacoltada de um caaquillio, tu
nlo quizetlo cr-loP
__ Senhor, ditte Henrique, como crr que n irmin
de V. magetlade commelta acnielhanle imprudencia?
Qunndo te elle ditte que tua mulhcr tinha ido para I
a ra Cloche-Perce, tu nlo quiseite to poucoacredi-|rv* ; purera, lamo peior. Nio quero que to turnom det-
,,.]? fgracado. Que Conde acjn engaado pelo duque d'Aojou,
Como tuppor, Sr., que una princea de Franca InSo me bate por itto o papo, Conde he meuiniruigo;
cenca.
Nlo te disia eu quo tu a maia que myope, qoe tu
t ceg ? miirtc do diabo | querca tu crr-ine una ves,
leinjoto? Dign-te quo Margot ie engaa, o que osla noi-
tu etlrangularemot o objecto de tuat affeicAca.
Henrique deo uro tallo do aorprexa, e fitou aeu cu -
ohado con) or Oitupefaclo.
1 o uo to enfadaa por isto, Henrique, la para ti;
contesaa-o. Margot vai ahi gritar como cem mil rafci-
rrisque attim publioamente a aua reputa(io ?
Quando ua titiamoa a cata da ra Cluobe-Perce,
o recebemos, eu um jarro de prata no hombro, d'Anjou
um oompola do laranjaa na cabeca, o de Cuino nina prr-
nade iavali pela cara, tu viste duas raulherea o dous hu-
manar
filo vi nada, Sr. V. magetlade deve recordar-te
que eu interrogara o guarda-portao.
^ Sim*; mu, huuCD. t: ;;;;.
Ali! ae V. magealade vio, he oulra cnuta.
Quero diier, vi dous homent e duat mulherea.
Poia agora tei, a nlo poder duvidar, que un dertat
duas mulherea era Margot, e que um deaaei dona hu-
mana en M. de La Mole.
Mas, disse Henrique, ae M. de La Mul eslava na
ra Cloeh-Perca, como eslava aquiP
Nlo, dme Carlot, nlo, elle nlo etlava aqui. Po-
rm nlo se falla raais da pesaos que ca etlava, ittu ba de
taber-se quando ene tonto de Maurevel poder fallar ou
eaarever. O que agora se trata be de quo Margot teen-
(ana.
maa tu I tu s mea imito; tu a inais do que meu mulo,
a meu amigo.
Mai, Sr.....
E n.io quero que le molettcm, nem que ir escar-
neci i baila o lempo quo lont tervido de pao de rabel-
leira a todoi eaaet gamenhot que chrglo das provincial,
para aprureitarem at mistas migalh.it e nos nnmorarern
nt mulherea; ventilo para ca, eorloouf! T cas sido
engaado, tienriquiiho ; islu pode acontecer a todo o
mundo i mat iiaaiic or, juro-l'o eu, urna eitrondota aa-
litfucao, e anninliia dirlo : Mil nnmea de um diabo !
parece que el-rei Carlea ama aeu irmo Henriquinho,
porque etU noilo fes elle diitir a M. de La Molo a lin-
goa tora pur icio modo.
Disei-me, Sr., pergunlou Henrique, he itto na
verdade uinacouta bem deleriiiinada!>
Determinada, reolvida, decidida ; o narourado
nlo ha do ter de (fue queixar-se. A expediclo ha de aer
rranjada entre ni un, d'Anjou, d'Aleneon e Gito.- Um
rei, doot priiiuipet de Franca c um principo aoberuo,
em te metter na oonta.
I


dos elevado!, ou mesmo eirreir.i de arvore ma copa-
ais,, afimdequeaaccio limuiUoea doiol e do vento
produia urna eviporacio rpida, e diaipe a bumidade
eoui prompt.dlo. Ai aores principslBeote sio noci-
vss, porque, nio dando vre aocesso ao aol e ao vento,
nlo so impedeo, a aeocora da eatrada. cobo tornlo me-
nos l.vre, resp.rscio dos anBaes, mal tanto Baia gra-
w.quinto he averiguado, que a. beata, .e fadiglo m.i,
por f.lt. da r livre. que re.pireB, do que pelo cansa-
co doi msculos das pomas.
As grandes inclinases, ou icelives das estradas, nao
poden, ultr.passar certoa iioiitea. W que resulte, alm
ao perigo para os psisag-iros, urna perd eonsideravel
ae torca rectoramas nem sempre convm, mxime
elD n":Ie, Bontsnhoaoa. o rebaiiar ou nivel ai alturas,
quando pela grande (fluencia do transito se nlo espera
OBI justa compensarlo summa despeza destes cortea
Ue contrario, oais vale deiiar acclives ub poueo maii
p'!"5' .J ?U" incor,rer em dePe B remunerado.
- er cuiro ,'ado niu e uui pereiio niiei o Bais idequa-
jo para umi estrada, porque uma tal ou qual inclinado
de superficie- 1 em 100 por exemplo, facilita mui-
to a limppza da estrada, e o esgoto das agoas, e por coo-
segu.nte a soccura della. Alguna autores repullo Bes-
moas pequeas undulac3es do terreno cobo favorsveis
ao trabalho nacio, dependente do grao de perfeicio da superficie da
-airada, e da conitruccio e feitio dos carros, a qual nlo
pode exceder sem perda da torca de trcelo necessaria.
fcsle acchve, ou nelinaelo, chamado ngulo derepou-
o, be aquolle alm do qual os carros deicenio por aeu
proprio peso ; eB Inglaterra o ngulo de repouso anda
por 1 em 36.
Eb todos os acclives Beos tortea do que o ngulo
do repouso, be necessaria certa quantidade de torca tra-
loria, tanto na descida cobo na subida ; e a media del-
tas duss be igual a torca de trcelo requerida em ub ca-
ininho bonsontal. Assb em taea acclives taota forja ae
gan na desuda, como se perde na subida: mas na-
quedes maiores do que o ingulo de repouso, o peso cir-
rega sobre os cavados na descida, embaraca-lbe o dio-
vimentos. e parde-se uma parte de sua torca ; e quando
mesmo este efleitoseja diminuid) pela pristo de algu-
ma das rodas, anda assim se em prega em pura perda
torca necessaria para arrastar o vehculo.
O grande defeito de todas as estradas em paites mon-
tanbosos be que. depois de subirem a umi altura eonsi-
deravel, descem constantemente antea de ganhar a al-
tura do paii, quo teeB de atravessar ; e assim Buitii e
mu i tas vezes se augmeota o numero de palmos de subi-
da; o que nioteria lugar, se, ganha uma vez uma altu-
ra qualquer, se a nlo tornasse a perder. Quando se
traca uma estrada atravez de um valle profundo entre 2
ouleiros, convm, quando possivel, o leva-la pela parte
opposta I queda, ou ihelioaelo natural do mesmo valle ;
porque, atrevessaodo-o na sua porcio maii elevada, Bul-
lse diBinuem as subidas e descida."
Os dous requisitos necesarios na supreficie da estra-
da sio : 1.., que ella seja lisa: 2.\ que seja dura
6 Te"'teD[e- Alguns prio Mac-Adaro, sttendrio smente a primeira quali-
dade, alarman Jo que, uma vez que Osse lisa e duravel,
pouco impoitava, que a superficie da eatrada fosse maia.
ou menos dura. Mas be este um erro to reconhecdo
pelos principios ds sciencia, cobo pelos resultados da
pratic. He na verdade ub vehculo qualquir, uma vez
impedido um corpo em movimento que intereasa
so conserve com o Benor desfalque possivel da frca
traetona ; c como be sabido, que um corpo, uma vez
posto em movimento, continuar a mover-se em linba
recta pelo seu proprio momenlum, eB quanto nio r
parado pela accio de alguma torga externa, como o
choque, o attrilo, a gravidade, eoar; he claro, que,
sendo o momentum dos carros tambem embarazado por
estas uiesoias foress, a maior ou menor dureza de su-
perficie deve de necessidade influir demasiado aobre a
sua velocidade. Com efTeilo. o attrilo obsta muitoao
movimento dos carros, e tanto mais quanto pela elasti-
cdade do terreno as rodas mais le enterrio. A resis-
tencia do attrilo, diz Le.lio, tem muilo da resistencia
dos Huidos; porque consiste no gasto di torca motora,
ou trabalho dascavalgaduras, occasionado pela superfi-
cie branda da estrada, e continua prttsSo do tubilracto
esponjoso, t elstico do terrino A experiencia mos-
tra, que uma bola de marfim, impedida com a mesma
torra, avanca menos sobre ub tapete de lia,do que so-
bre uma superficie de panno fino ; que corro Bais sobre
ub plaoo liso de madeira, e que apenas se Ibe conbece
aluBa perda de movimemto aobre o gelo. Em 6m,
para que uma estrada seja perfeitamente lisa, he mis-
ter que ella aeja perfeitamente dura, dix Sir H. Parnell;
e assim o engenbeiro deve, primeiro que ludo, formar
uma juila toeia da dureta, que be aquella propriedade
de um corpo, em virtude da qual elle resiste i impres-
slo de um ootro, que sobre elle carrega. A quantida-
de de resistencia da-nos o grio de dureza, que he per-
leiti quando o corpo resistir a ponto de nloioflrer im-
pressio ilguma. Convm. porlanto, na ibertura de ubi
nov estrida, queseescolhi, pira leito ou issento della
ub lubitncluB do solo,que nlo saja esponjoso ou elas-
tieo, e de sobajo forte para que resista ios grindes pesos
que teem de alnvMii-li. ForBi-ie depois i superficie
di estrada cob os materiaes necessirios, de modo que,
quando consolidados, adquiri um grao de durexa suf-
ficiento, para que nem se enterrem, nem o cortem as
rodas dos carrol. Mu para islo nlo basta, contina o
mesmo Piroell, lancar tobre a trra preparada urna ca-
rnada de pedras quebradas, porque as rodil, pissmdo
por ellas, enterrio ai mait prolundis.e forceo por entre
l outras grandes quantidade de terri, o que tem prn-
cipemente lugar no invern ; e esti mistura de lama,
que leformi. edepedra, torna a estrada muilo im-
pessun sobre i superficie di estrada. Depoii di conso-
lidada esta carnada pela continua pisiagem doa carrol,
ate, etc., langa-se-lbe por cima oulra igual porcio de
pedral quebradas: e consolidada esta igualmente, vio-
le ajecrescentando cutral, al que a estrada adquir a
devida resistencia. Mac-Adam nunca variava este pro-
oesso, qualquer que fsse, (cobo ji disiemos) o subs
tractum, ou leito-di estrada, embora mesmo a lormasse
eB terreno pantanoso, ou de itoleiro. Tellord. pelo con
trario atiende mui principalmente ao lubstnctUB,
ou ilioerce, a fim de Ibe dir maior grao de dureza, e
deste Bodo facilitar a trcelo. Comeca por tanto por
calcar o leito da estrada cob pedras de 10 12 pollega-
das de coroprido, e 9 de espessura. que se devem as-
untar i mi, como fazem os ealceteiros, e com as fien
mais largas para baixo, e as mais bieudu para cima.
Os intersticios, ou faltas entre umu e outras, devem lar
peso. Em
bii pro
.J...m a r \r V"'6"- ? Poto. prefenvel o I bem iticidoi cob fragmentos de pedn cascalbo, de
...I...:, aoo uu G4ue u. iodo ,usH., e seguro. Cobrem-
le 18 pts, poueo bii ou meos, no centro di estrada
cob carnadas de pedn quebrada at i altura de 6 polle-
ou pavimento bmbora grosseiro, que sirva de base i ei-
trada, e sobro elle lancar eolio pedn quebndi; sjs-
Iobi, que nlo s d i superficie di estrada um grande
grio de durexa, bis a toma mais econmica, porque
nlo carece de taota altura de pedral quebradas. As pe-
dras para formar o leito da estrada pdem-se com a lace
rnais larga para baixo, e enchem-se oa intersticios com
fragBentos bem batidos, evitando-se assim a pissigem
da trra atravez do leito, que se nio mistura com o cas-
calbo da estrada. Esta carnada bem consolidada (ar dal-
le Bodo ubi pasta solida e uniforme, muilo mais dura
do que quando formada pelos fragmentos de pedra de
mistura cob a Ierra do substractum, ou leito da estrada.
A largura ordinaria dn estnda principie* ni Ingla-
terra ande por 30 ps, nio entrando o pineioi dos la-
dos pin gente de p, os quiei se fazem abrumas pol-
legadas cima do camioho. Pode esti largura exceder-
se na vmnhanca das grandes cidades, segundo i quan-
tidade do trinsito ; mu tindo dihi, deve ella ser uni-
forme, nlo so em risio di bellen, como pela econo-
ma do leu cosleio. Alguns rec mmendio, que o leito
da estrada tenha a mesma convexidade, que deve ter
a finil superficie acabada ; mu outros querem-no
plino, vindo imm i iccumulir depoii maior quantida-
de de materias no Beio, do que nos lados
Tem-ie dito muilo acerca di forma da scelo trans-
versal da estrada. Ji foi uso, cob o fim do fcil esgoto
das agoai, o cooitruir-ie cob demasiada convexidade
o que ai tornivi perigosu, sem ib conseguir o deseji-
do intento, porque, iberias uma vex as rodeiras cob a
passa^era dos carros, por maior, que a convexidade fs-
se, oio seria bullle pin as conservir leccu ; io pss-
so que, se a superficie r bem feita, uma pequea con-
vexidade be indicente pira o esgoto ; accrescendo an-
da que as grandes inclinares dio i agoa uma queda
tal, que breve arruiniooa lados da estrada. Ubi outra
desvantageB oio menor provm da grande convexidade
da superficie, e veB a ser, que os carrol, ioclinindo-ie
muito tobre um lado, oio s se estrado mais de pru-
sa, como cortio a estrada com mais ficilidade em ra-
no do maior peso sobre uma das rodas. Alguns prefe-
rem as superficies, ou perfeitamente borisonlaes, ou
Igum tanto cncavas; mu a pratica maii moderna be
o laxe-lai levemente convexas. as estradas construidas
por Tellord a convexidade he illiptica. sendo a depres-
slo uma pollegada I distancia de ps do centro, 2 col-
egidas a 9 pea, fl pllegl, !6 RSCOiririlBni]ioou.
troi que a scelo transversal tenba 3 palmos, o do can
tro bonsontal, e os outros com ligeira queda para os la-
dos. Eb caminaos mui estreitos d-se a inclinacio mui-
tu vexei s pin ubi banda, cobo le fsse a melado de
uma superficie convexa, o que se pratica tambem as
estradas pelas encostas de montes alcantilados. ficando
a inchmsio para a parte do moote ; o que chama para
ah o esgoto da agoa da lurperficie, que entn em canos
aubterrioeo; e ao mesmo lempo impede tombarem o
cirros pira o lado de fre, que be o maia desamparado
O esgoto das agoas he essencial, para que as estradas
se conservem em boa estado por muilo mais lempo ; o
que se pratica por Beio de varias especies de desagoi-
douros e caoos, em cujas particularidades de construo-
cio nio po Jemos entrar, por nao sermos demasisdo
longoi. Alem de que, i quilidide e oiturexa do terre-
no, a sua exposicio, e outrai muitu circunstancias lo
caes podem faier variar muilo o melbor modo e arranjn
para o esgoto das agoas. He de ordinario dos ledos das
estradas, que se praticio os grandes desagoadouros ,
profundando-os no terreno de 2 ps e 6 pollegadas a
4 ps. #
Macadamiiiclo. Eite processo do nome de Mac-
Adam, iquemsedeveB os immensos melhorsmentos
das estradis inglezu, bi ciocoeoli annos para ci, con-
uste em formar uma crusta, ou carnada de pedras que-
bradas i mirtello em pedacoi ingulire, de forma e ti-
manbo uniforme. Reduzida is pedias a fragmentos,
espilbi-se uma carnada dellei de 3 i 4 pollegadas de ei-
aaal
Como, sem rae ructler na cunta?
Smi, tu tambern lo acharas.
Eul 4
Sim, 111; iipunha la-rae o maganio de uma maneira
real, i m quinto na o eatrangulirmoa.
Sim, dase Hcnrique, vossa Lendade me enleia ;
mas como labeia vos.....
Ol! peina cornos do diabo! parece que o palife ae
gabou. Elle vai ora io aposento della no Loiure, ora na
ra Clocbe-Perro. Fateiu venus junios. Quisara ver
oa versos desse caiquilho; piatoran; convenio em
Hdii e afuiuhua, faieni alternar Daphoia eGorvdon. I
Ora, loma-iue ao meuoa una boa farladella. lacho.
Senhor, diase Henrique, reflectiudo nisto.....
Oque?
V. magestade ver que cu nio posio ichir-me em
lemelhante expedicto. Pareoe-ine indecente estar ahi
cm pessoa. Sou niuito interesaado no negocio para qne
b roinha intervencSo nlo seja rstsda de fcr;:idade. V.
maf eatade vinga a iionra de aua umi aol.re um faln
que ae gabi>u naluniniando minha roulher; nada ha maia
Tudo o que V. mageitade fat he bem faito, rei-
pondeo o rei de Navarra.
Ena bem, eniio eil bem, deixa-me saaer ala
larefa, e fica certo que nio aera por iaso masa mal-
fata.
Deixo tudo vossa discricio, Senhor, dina Hen-
rique.
Mae a qne burai vai elle ordinariamente aoquartu
de tua inulber?
Pelaa nove da noite,
E quando tai?
Antes que eu la chegue,
gadas, laucando primeiro s at 4 pollegada de altura,
pan qus sejio batidas pelos cirroi e csvalgaduras ,
quindo entio u Ibe langio is outrss.
Estes fragmentos de pedral devem ler, quaoto possi-
vel, a forma cubica, e de tammbo que posslo pistar por
ubi irgoli de 2 1/2 pollegada de dimetro. Os etps-
cot de cidj lado dos 18 ps centran deven cobrir-se
de pedras quebradas, bem limpas de trra it ao
nivel dos puseios dos lados di estrada, de modo que
toda a convexidade venbi a ter 6 pollegada no meio,
d'exeesio lobreos lados ; e finalmente bem consolidado
tudo, arremata-se com uma carnada depedicoi de pe-
dn 1 l/2pollegidi de espessura.
Alguns engenbeiros costumio fizer asiento di etica-
da mesmo sobre a rocba viva, quando desigual : o que,!
porm alo he necessirio, eonvindosin, todas u ve-
zes que ella he muito lisa, o tr.balhi-li a pido, a fim
de que a asparen sustente melhor u camidu di pedra
quebrada, que se Ibe Isncio. Quando fr muito dn-
pendiosooilcartodaa estrada, bastir s calcar 16
18 ps no meio della.
Alm das vintagens do systema de Telford lobre o de
Mac AdiB pelo lado da melbor construccio e durexa,
acerases i da economia, por quanto, diz Sir H. Parnell,
anda que parece maior i primeira villa, se lomarmos
ub medio de 5 annos acharemos, que a despea di
construccio e repiroi du estradas, por este modo, be
muito menor do que niquellii, em que sobre o solo
natural, e sem raleada, se lelo os materiaes para a
superficie: porque be o tacto que estai estradas care-
cem de ler feitu quisi de novo todos os annos, pelo
menMdunnte os primeiros 3, ou 4. E por outro ledo
be muito mais banto fizer umi estrada sobre cilradi,
e 6 pollegadas de pedn quadndi, do que fzala com
10 pollegadas di espessura di mesma pedra aobre o
terreno, cobo demanda osystema de Mac-Adam.
Coslumi-ie ti veiei nu estradas de pouco transito
substituir o seixos rolados li pedras quebudll, mis
sio sempre mais mperfeitu e menos dunveii. Em Ub,
circunstancias punmente locaes, tanto pelo que toca
ao terreno, como pelo que dit respeito ao miior ou me-
nor intercurso ou comrounicacio entre doui pontoi
quiesquer, be o que deve decidir-nos, ipezir do que
donamos dito,' na escolba ou modiScaclo do melbor
methodo.
O emprego de bons materiaes be de summi consi-
deri(io ni leitun du estradas. Em geni a melhor
pedn be i mais durs, mu nem sempre, porque ilgu-
bii hi, que, posto que mui duras, te reduiam a p, ou
se desgutlo cob a bumidade, mais fcilmente do que
outras, que. posto que mais brandal, sio com tudo mais
tmazese resistentes. A este reipeilo, diz Pirnell, u
melbores sio o batallo, granito, quartio, syenite e
porphiro. Os sebistos como sio argilotos, e de itructo-
ra folbada, faxem estradas lisas e doces, mas humedeci-
dos nao resistero i pressio das rodas. O caIcario tem o
mesmo inconveniente, porque se gasta tambem com
facilidadn. Os gres, ou pedras arenosas, sio de ordi
nano mui fracos para a superficie das estradas, que ja-
mis poder5 fuer duru ; bu nio deixlo de aer de -
proveitir pin o calcado dos ilicercet Os cilhoi rola-
dos, ou seixos, se provem de pedras duru, lirem bou
estradas, so forem do grandeza til que le possio Iric-
tunr ; mas, quando lio restoi de pedru brindis, pin
nada servem. (
Mscneil em algumai estradas di Inglaterra enter
rou aobre o micidimiudo cubos de ferro de uma polle-
gidi de dimetro, 1 cubo em cada 4 pollegada de es-
trada : o qge a pratica tem mostrado que conserva mui-
to a duren di superficie. Este Betbodo, porm, deve
ser mui dispendioso pin que se idopte em panes onde
ferro oio abunda.
O tamanho dai pedru quebradas, segundo Mac-A-
dam, ou Telford, nlo deve exceder 6 qu 8 oocu em
m ilgumu partes costumio peur-ie ,- o,,, i
mpto ter 1 innel ou irgoli de ferro de 2 a),
pollegadas de dimetro com um cabo, pira por el),
mostrar o conveniente tamanho. As pedrea nio devan
ser quebradas na superficie di estrada, nem urnas
cima das outras, mas sim em separado-sobre orna D,
dra maior para isso apropriada ; trabalho, que os on
rarios faxem melhor e mais deprena estando aiiar,
lados,
He neceuirio formar deposito de pedn qaebndi .
distancia em distancia aos lados, o fon da astndi. Q|R
quirto de milhi pouco bii ou menos, iobreeilent
que deve haver pin acudir aos precisos reparos, n
invern be a melhor esUcio pin se ir lugmenlmdo,
eipeisun di pedn quebrada, e para anchar qual0,r
con, ou rodein, que la forme. Mie-Adam recoaj.
menda, que, sempre que se lince nov carnada de m.
dra, se pique primeiro a superficie di estrada ; s^
Pifiiou, que nao be Decenario, porque, estando i
superficie molhada, os fragmentos de pedra prolundio
o se enterrio lacilmente. Nos lados de ostra-la he n0,
u lelo os pedacos de pedra bii miudos, que j ,.
u sto se soparlo por meio de um crivo de buracos
pollegada quadrada.
Pouco adnnti para a consolidaclo da luperfici, 0
abata-la por meio de rolos pesados. He melhor deu,
essa larefa ai rodas dos carros, e ao piso doa aninu*
obrigando-oi calcar, un uma, or outra pirte delli
por meio de toroi ou princhoes de msdein.que se p6o
atravez da estrada mus batida.
A construccio das eilridis, como deixmos dito, ,
hoja gerilmente se pratica em Inglaterra, he, stni
queitlo alguma, prelerivel i dai esledas. Demindio
porm, umi constante ittenclo, o promptoi repiroi
soD peni de eB poueo lempo se inutilisir toda a dat-
pen do tribal bo faito. A mais pequea cov ou ro-
dein, que se forme, deve ser logo enobids eiplanadi;
e alm diiso be necessirio cuidar eB npir os lados i
muita lam, que le cria quando cbove, ajuntaoio-i,
pan que eseorre para os canos laterau, a la pon a!
cirretsr para fon depois da seoea. A muita poein,
que se frm no verlo, e a gunde quantidade de limi
no invern, he um grande inconveniente, do terreno
macadamisado, para formar u ras de cidadea popu-
losas, e de immenso trafico; porque necessita, no lem-
po de ealor, de regas mui repelidas, e na eslacio das
chutas, de urna limpexa constante a trabalbosa. Ai
calcadas, qur de pedn, qur de madeira, como mo-
dernamente se esli oonstruindo, sio neste caso o que
se deve preferir. Eb outro artigo nos occupiremoi
Ulvex deste objeojo Firnandtt Thomat.
(O Industrial Portuenti)
(Diario doGoturno.)
IIMRIO DE PEII\IIIIIICII.
Nio noi loi possivel oblar os joroaes, que da corle nos
deve ter trazido o vapor Ptrnambucana, chegado dos
portos do Sul ao d'esta cidade, hontem quasi a nout',
Soubemos, porm, por intermedio de algumas pesiost,
que forlo a bordo do dito vapor, que al o da 30 do
pasudo, em que do Rio-de-Janeiro sabio elle, nadi
baviaoccorrido deextraordinario all, onde a lodosos
momentos se contava com S. M. O Imperador, de volli
deS.-Pedro-do-Sul.
COMMEHCIO,
Alfandega.
Bbhdimbkto DO DU 11............
Ihicarrcgo lioje 12.
BrigueCarolintfarinha.
BrigueDainobatatas.
Polaca Concordiamercadoriu.
PatachoHalyconcarvio.
BrigueAmorimmercadoriu.
Consulado.
aENDIMENTO DO DU 11.
Geni...........................
Provincial........................
Diverus provincias................
...4:293*159
2:649,628
943*73
136*614
3:729*974
liovment do Porto.
on intei eatiravi-sa sabr cama
Jnnto a elle dorma
oulro mancebo.
En um o nono imigo La Mole, de qaam tanto ae ha-
vilo oceupado neaae dia, e de quem anda ie oooopavln
lalvet maia sem que elle o suipeitasse, ou oulro o un
oompanheiro Cocannas.
poia que nunca la o
Pelas.....
Pelaa unte horas.
Bom i vai hoje a roeia noite, que a eousa estar
foit.
E Carloa, depnia de apenar cordialmenle a mi de
Henrique, o de rriiurar as anas priimesaas de amizade,
sahiu aaaobiando uma daa snaa marchas ravnrilaa de
caja.
Ventre-aaiiil-grii! di.io o Bearnei acompanban-
rimples, e Margarida, que eu amiento nnorente, Sr.,
nio fica por isau derhunrada ; un ae en acbar-ine ah, Ido Carina cun oa ulhua, uueu me engao muilo' <
lie outra cuuaa; a mnha ouoperacJo fai de um aolo de Ida eata dialrura he anda parlo da rainlia-roii. Na ver-
jnalica um acto de vinganca. Nlo he nun urna eiooiiciu, I dade ella nlo aabe o que invena para me nialquialar ouaa
minha mulher: na que auraoa tan bem caaadoa !
E pux-ae a rr, como elle ra, quando ninguem podia
v-lo nem ouvi-le.
lie um aaaasanato iniuba roulher niu be maia calum-
niada..... he culpada.
Mordieu! Henrique, tu filial com lingoa d'ouro,
e eu o dixia anda ha poucu minha ml, la tem espiri-
to coma um demonio.
E Carlos esicarou com complacencia para aeocunha-
do, que ae inclinon para reipauder ao coroprimenlo.
Entretanto, accreacentou Carloa,
te deaembaracem deau caaquilho?
Pelas sete horaa da noite do intimo da em que todo
eates lucceiaus haviio tido lugar, penleava-ie operfu-
mava-ae um bello mancebo, que acabara de tomar um
tuestimaa queibenho, oanurolando umi oancioxiuba ante um eapalba
em um quarto do Loavre.
Com effeto, toda eiaa grande Irovoada m hivii pal-
iado sem qne elle ouviiie roncar um i trovlo, ou via-
ae brlbar um a relmpago. Havia-ee reoolhido ai trea
da manilla, e linlia eatadu deitado al ai trea da tarde,
ura dnrniindu, nra aonhandn, edificando cntelloi mbre
eaaa areia movedica que ve chama tul uro; depois ergu-
ra-se, pasara uma hura em uma casa do banhu, daa
maia freqnentadaa, tora jantar i hospedara de mealre
La Uurire, ede tolla ao Lotifre, aoabava de arranjar-
so para ir faser a aua visita ordinaria a Margarida.
E tu dixea entlo que jantaste? perguntou-lhe Co-
cannas bocejando.
Por certu que ai, e com muito appelite.
Porque me nlo levaale tn com ligo. egoialaP
Ora eita! porque ilurmiaa aomno lio profundo
que te nlo quis deapertar. Porm tu ceari em ves dr
{'anlar. Muilo te reouinmmilo que pet;ai a mealre La
lurire aquello vinhoiiahu d'Anjuu, qua Ihe abeguu
oalea diaa.
Ha bom ?
Pade-o; a te digo ato.
onde ras tu?
Eu, dina La. Mul admirado deque o amigo Ihe I
fileno e'iita pera,unta, onda rou? oomprimentar a j
rainba. aa
Ob! nlo aabei ? wtou capas de ir jantar i nona j
Navios entrados no dia 11.
Asi; 11 diaa, patacho bruileiro Conctico, de ISi
oaainha da rui Cloche-Peroa; jamara oa reatoi de
hontem, e ha la um certo rindo de Alioanle, que be
restaurador.
Isso seria uma imprudencia, Annibal, meu amigo,
a vista do que houve eita noile. Alm de que, nao
demos na a noaaa pilivra de nio rollarmos li sosi-
oboa ? Da-nie o meo capole.
He verdade, disae Cocannas j nlo me lembrara.
Maa onde diabo est o leu capoto ?......... Ah c-lo
aqui.
Nio ; lu sue dia o prelo, e be o vermrlhn queea
te prc.i>. A rainha guala maii de me ver eom elle.'
Ab disse Cncamias dapois de haver olhad para
tndoa oa lados, prooura-o tu meamu eu niu o loh.
Cuino, diaie La Mole, la nio o aobas I mas nuda
est elle entio?
Te-lu-haa vendido.....
Para faier o que i* anda tenho aeia escudos.
Entio, levi o roru.
Ah sim........ oapnle amarillo com gblo verde,
parecera um papagaio.
Por minha f, que es muito diflloil. Poiaarranja-
te como quserea.
Quando La'Mul, depoi de haver revolvido ludo, oo-
meoava a dearaxer-ae era inveolivaa enitlra oa ladrara
que ae iulrudoiiiu ale uo Lnurre, apjiareoeo um pagem
do duque d'AIeneon cum o preoioao capole lio procu-
rado.
Ah I exclimou Li Mole, aqui eati elle em fim I
(Casrf.ssaiar-af>aa). .,


*J!
tonelada! capillo Antonio Jos deSooza Ramos,
equipegem IS, cargrtal; a Firmino Jos Flix Ja
Roza & Irmio. Paiaageiroi, Antonio Joaqaim de
Cirvalho, Francisco Antonio de Souia, Brasileiros.
Aearae; 14diet. hiale brajileiro M aria-Fir mina, ca-
pillo Antonio Duirte Rodrigues, equipagem 8, car-
ga tola ; a Jos Antonio Bastos. Passageiro Do-
mingos da Silva Leal, Brasileiro, e 1 eicravo a en-
tregar
Ah ; 10 dias, brigue brasileiro Filit, de 187 tone-
ladas capillo Aleandre 'Jos Gomes eqaipagem
l5,cargasal;a Firmino Jos Flix da Roza & hmlo.
|(iu-de-Janeiro, por Babia e Ivlacei; 12 dias, barca
de vapor 'irnambucana, de 210 toneladas, com-
mandante Jlo Vlilito Henriques, eqaipagem 30
Patsageiros: para esse porto, Domingos Alve Vieira,
e o' escravo Bazilio, pardo, Venceslao Antonio'
Prea-, e o eacravo Jacob, crinlo, Joa de Carva-
Iho Medeiros, major Jlo Guilberme de Azevedo,
Manoel Pedro Alvet Moreira, e o eicravo Floren-
cio, cabra, Patcoal Pereira de Mallos, Pedro Fran-
celino Guimerlea, e o escravo Faustino, orioulo,
Artbur do Espirito Santo, e o escravo Adolpho,
Tapa, Romualdo Antonio de Seias, eseu criado,
Manoel Ferreira, Jos Martins Alves, e o etcrlvo
Tilo, Neg, Joaquim Ferreira Bndeira, Arcias de
Meneiet, Paulo Joaquim Telles, Jos Lucio Mon-
teiro da Franca, Feliz da Costa Moraes Jnior, pa -
dre Francisco Antonio di Costa Palmeira, cirurgiiol
Jos da Silva Costa, padre Manoel Correia de Araujo,
rasitetros Antonio Teixeira Pinto, Eugenio Jus
Nevea de Aodrade, Augusto Carlos Martins da Cu-
nta, Manoel Jote* Machado Guimarlet, Portugua-
zea; Migoel Ronnilon, Francez; Roberto Alejandre
llaiselt, Hollartdez; doas pracas de pret, deterioras
doos eaeravos, Domingos, de S Thomc!, e Kn/en-
do. cabra: para os portot do Norte, a E"D.
ulica Ferreira Carneiro de Campos, sus flha D.
- Anna Frederica Carneiro de Campos, e a serava
Miquilina, crioula, doutor Antonio Manoet de A-
ragio e Moli, Pedro Coelbo de Alvega dontor
Claudio rHanoel de Castro, Brasileiro, e o escravo
VSflliu, l'agu
Sattos sahidot no mesmo dia.
PBLICACAO LITTERARIA
? CRYPTOGBAPHIA REVELADA
O]
arle U tradutir e dicifrar loda a% tortes d tscriplu-
ra% obicurai sem conhteimento algum preliminar
dos caracteres empregadoi, quaaquef que sejdo eiset
caracteres.
Dous fins tem esta importantiisims ohrt; ol*. en-
sinar a escrever de tima maneira obscura, e isto por
di Aeren tes metbodos; o2.ensinar a tradazir e deci-
frar todas estas escripturas,
A cryptograpbia revelada be ds grande utilidada
para todas as pestoas em geral, mu o be sobre tudo pa-
ra os hmeos de lettrtt para ot negociantes, para os
militares, e para aquellos que se occuplo com a poli-
tica. Ab I quem nao estimara em certas occasiSes
poder decifrarama eseriptura obscurt.?!
Eslaobra sahiraa lu por lodo o mez prozimo futu-
ro. Aquellas pestoas, que aqaizerem essignar, diri-
j*o-se ra da Cruz, loja de livrot, n.58. Preco da
assignatura 2,500 rs.
O escriplor se comprometle a explicar gratuitamente
aotSrt., que assignarem a cryptograpbia revelada, to-
das at diffbuldadei, que por ventura posslo ahi en-
contrar.
Cesri ; brigue brasileiro Indiano capillo Antonio
Francisco da Roza, carga a meima, que Irouze.
sbs brigua brasileiro Concntc&o-de-Ma'ia, capi-
llo Ma noel da Costa Neves, carga ataucar. Paeaogei-
rot, Luiz Antonio de Siqaaira, Luiz Gomes Ferrei-
ra, esua lamilla, Gustavo Cancio e Paula, Brasi-
Lileiros; Sebastiio Toble, Sumo.
Canal; barca^ inglesa Mancheiler capillo William
Tsar, carga assucar.
Edital.
I O doutor Francisco Rodrigues Sete, un municipal
da l. vara do termo do fteife, por S. M. I, t
C, que Otos guarde, ele.
Paco saber, que pelo doutor Vicente Ferreira Go-
mes, juiz dedireito interino da l. vara do crime na
comarca do Recife. mo fra Teja a parlicipacio de ha
ver nnte termo convocado, para o dia 26 do correte
ai nove borasda manbia, a 1.'sesillo ordinaria do jury
desle anoo, para a qual tabirio sorloadosos 48 seulio-
res, que se seguem :
Doulor Jlo Ctpitrano Bandeirt de Mello.
Jeronymo Cezar Mannho Falcio.
Manuel Ribeiro da Cuoba Oliveira,
Francisco Coelbo.
Jocquim Jos de Miranda Jnior.
Manorl Cerdoso Ayret.
GoOpalvet da Cruz.
Luiz Goncalves Jnior.
Doulor Jos Benlo da Cunha Figueiredo.
Jlo Hez.-rra Monteiro.
Manoel Joaquim Ramote Silva.
ii de Siqueira Campello.
Jos dos Santos Araujo.
Dmtor Jos Bernardo Galvlo Alcanforado.
Patricio Jos Bnrge-t.
Rufino Jos'Ferreira de Figueiredo.
Jos da Rocha Paraobos.
Manuel Filippe do Carmo Nunes,
Joto Jacmtbo dos Santos.
Jacome Gerardo Mara Lumacbi de Mello.
Marculmo Alves de Moraet.
Manoel Fernandea da Cruz.
Doutor Joio Domingutsda Silva.
Jos Peres Campello.
I.uiz Pedro das Neves.
Hditli lomeo Francisco de Sooia.
Manoel Prea Ferreira.
Jlo Pereira da Cosa.
Major Joa Egydo Ferreira.
Arsenio Fortunato da Silva.
Thom Carlos Peretti.
Major Thomai Jos da Silva Gutmio Jnior.
Francisco Luiz Maciel Vianna.
Caetano Delfino Monteiro de Garvalbo.
Joaquim Claudio Monteiro.
Jou Pinto de Lemot Jnior.
Antonio Goncalves dos Santos.
Jlo Prea Ferreira.
Pedro Cavalcanli de Albuquerque.
Antonio Carlos Francisco da Silva.
Cuitodio Joa Aives.
Maaoel Antonio de Jatos Jnior.
Candido Tbomaz Pereira Dutra.
^ostanco da Silva Neves.
pMlinu Augusto da Silva Freir.
^** Antonio Gomes Jnior.
'"<*! Jos Martina da CosU.
Ao|ooio Goncalves Ferreira.
" quaea hlo de servir durante a referida tenso
Ptraoqusgio pelo presento edital convidados, de-
' "do comparecer, attim como todos os ioteroisados
Do da a bora designados sob aa penal da le, te lalla-
'esn. .
K para que chegue a noticia da todos mandei lavra
SABBADO 14 DE FEVEREIRO.
' NO
HA VERA' UM
GRANDE CONCRETO
POR
F. S. Noronha,
Professor de rabeca.
PRIMEIRA PARTE.
1. VariacOes intituladas A noiva do sepulchro -,
cornpoRias e <*xpcutadas na rabees por Noronha.
2. Duelo de Anna lolena, pela Sra. Marietta e o
Sr. Marinangelli.
3. Variarles de Violoncello, pelo Sr. Grosdidier.
4. Romance intitulado A tardanca compos-
to peloSr. Noronha, e cantado pelo Sr. Toselli.
6. Aria final de Luccia de Lammermoor, executada
por Noronha.
SEGUNDA PARTE.
1. Cavatina de Torquutto Tasso, pola Sra. Marietta.
2. Vuiiacoes de Piano, pelo Sr. Schmith.
3. Romance e Barcarola de Marino Faliero, pelo Sr.
Marinangelli.
4. Duelo da opera Colomella, pelos Srs. Franchi
Toselli.
5. Valsa de Strauss, variada, intitulada Ai Je-
ss t executada por Noronha.
Os interyallos ser&o preenchidos por urna ban-
da de msica marcial.
Os bilhetes vendem-se no hotel Francisco Preco
3/000. Principiar s 8 horas.
Avisos martimos.
m
o presente, que sera publicado pela imprensa e
'do nos lugares mas pblicos oeste termo.
Recife. 9 de fevereiro de 1846.Eu Jos Afomo
Outdet alcanforado, etcrivlo o eterevi.
Francisco Rodriguu Site.
Vende-te o patacho nacional Lopes, de conslruc-
ci americana, forrado e encavhado de cobre, de lote
de 127 toneladas, ancorado no Mosqueiro: quemo
pretender, pode dirigir-te abordo, aonde eziite o in-
ventario do mesmo, ou ra da Cruz, n. 45, em
oata Naaoimeoto Schaeffer & C.
Vende-se o patacho nacional Fsnut, de lote de
224 tonelada forrado e pregado de cobre promplo a
seguir vagem": a tratar a bordo do mesma.
--Para Lisboa partir,dentro em poucos ditt, o pata-
cho portuguez feuauracdo, forrado de cobre; anda
recebe alguma carga a frete. e para pastageirot offere-
ce ezcellentes commodos : ot pretendentet dinjo- so i
Firmino J. F. da Rota & Irmio, na ra do Vigario,
n. 23, ou na praca ao capillo Alezaodre Jos Cor-
reia.
Para o Rio-Graode-do-Sul unir com brevida-
de o brigue brasileiro Indi pendente; tem presa para
carga leve, patsageiroa e escravot a frete : os pretn-
danles tratem com Manoel Alves Guerra Jnior, das.
10 doras em diante, no armazem de caboa do Sr. Freo
cisco Mamede de Almeida, ou com o capillo Fructuo
zo Jos Pereira Dutra.
Para o Rio de Janeiro tibir com brevidade o tnui-
to veleiro e forrado de cobre brigue braieiro Ledo :
quem no mesmo quizer ctrregar, ir de pasttgem, ou
mandar escravos a (rete, falle com Gaodino Agoaliobo
de Barros, na roa da Cruz, n. 66.
Para o Kio-Grande-do Sol aahir com brevidade.
eainda recebe carga, pitiigeirot, e escravot a frete,
brigue-eteuna Btl/a-Virginia, da cooaignaco de as
tmenlo ScbaeOer & C
Para o Aracaly taba ateo dia 15 do correle
eontinuaclo do pissamentoda fasta ; declara o respecti-
vo tbetoureiro, legtimamente autoritado, que tem
transferido para o dia 26 do corrente mez o tobredito
andamento, bero convencido que, no espaco de tempo a
decorrer at esse da. os amadores deste jugo concorre-
riS a provar-se de bilhetes nos lugares j publicados.
Quem precisar de urna ama aecca pira homem
nolteiro, duija-seaobecco do Padre, n.52, die acha-
ra com quem tralar.
-Oabaixoatsigosdo, tendo de retirar-se pira f-
ra da provincia, com sua familia, se Ihe fst preciso
vender a soa venda n. 58 da roa da Sants-Cruz da
Boa-Vista a dinheiro ou a praso ; a qual tem bons
eommodm para familia: vende mat tres escritas
boat sem icios nem achaques sendo urna negra de
naci, cozinhein; urna cabra vendedeira de ra e perita
lavadeira ; urna mulatnbade 13 annos, recolhida em
cisa : a tratar na mesma vend.
Jos Soares Pinto Correia.
=Alugo-se asseguinles casas: um sobrado de 1
andar com sollo lojas e quintal, ni ra do Sebo o
50, por 300,000 rt annuaet; ot dout terceirot an-
dares dos sobrados ns. 4 e 6 com olio no Aterro da
Boa-Vista; o segundo indar do tobrado n 2\, ni ra
da Aurora com quintal e estribara para dous estallos;
aa catsi torreas ns 5 e 6 na rui Formosa, e outr ni
roa do Sebo n. 5, com quintal, cacimba e mat com-
modos para grande familia ; outra dita com iguaes
commodos na ra da Soledade n. 35 ; oulra dita na
ra da matriz n. 32, por 10*000 n. mensaes; o to-
brado de dout indares com lujas novamnle replra-
do e pintado todo na ra do Rosario n 21: quem
as pretender dirija-se ao escritorio de Francisco An-
tonio de Oliveira & Filbo na ra da Aurora o. 26.
Roga-te as auloridadet a quem perleoeer que
volvi os olhnsde piedade para urna pobre preta que
rola, ba 6 das pelas calcadas da ra larga do Roa
rio semiviva e boje a porta da mesma igieja ex-
pottt tt aoices queja Ihe teem comecado a lamber
as feridas terminaras por adevorar, a nlo terem sido
encbotidot pelos passageirot : isto se pede a bem da
mo'al humanidadee civilisacao.
Alugi-se um escravo ptimo padeiro por pre-
co commodo : na ra dat Trincbeirat, n. 46, primei-
ro andar.
A pesso que tem caria para Manoel Duarte de
Faria, pode procura-lo no Aterro-di Boa-Vista,
o. 15.
Aluga-se o sobrado de um andar e sotio, na pra-
ca da Boa-Visla : a tratar com B. J. Fernaodes llanos.
*- Quem precisa de urna parda que sabe bem co-
ser fazer lodo o servido de urna casi o coiinhar di-
rija-se a ra do'Rangel, n. 60.
Aluga-se um sobrado de um andar, com com-
modos tuflicientei para urna familia e urna bonita loja
perleacente ao metmo na rui do Livrainento, o. 39:
a tratar no metmo sobrado.
Londo-se o Diario de bontem, encontrou-se um
annuocio com isleltrat iniciaes T. A. C., sobre o ein-
penho de varias pecas de ouro ; e por isso roga-se a
essa pessoa, que, porsua bondade, declare por esta o-
Iba, se se entende com Tboma/ de Aquino Carvalho.
Um moco brasileiro solteiro do ptima con-
ducta, proproe-sc a ir pura qualquer enuenho ensinar
meninos a ler, escrever e contar; e tambem ensina
Aluga-se um tollo e lojas de urna cata na roa
Augusta : a tratar na ra do Collegio, n. 8.
Mara Tbeodora Viannade Carvalho profetto-
ri publica da freguezia de S. Fr. Pedro Goncalvet
do Re>ife, participa ao respeitavel publico que a sua
aula est aberta.
Jos l.i urenco Meira de Vaseoneellos substituto
de latim do collegio da artes de Olinda fas publico ,
para quem convicr que entina a r-.leria de sua pro-
litslo em casa de sua residencia, oj lsdeira da S.
para o que, e para os preparatorio* qjie tenhlu de
dar o'outraa aulas ja tem, e contioa a admittir alum-
nos internos, menores de 16 annos, aot quaes se com-
prometi a prestar zelosa educaclo.
Quem se acbar no oata de poder tervir de feilor
em um engenho filie com Gaudino Agostinho de
Barros, na ra da Cruz, n. 66
=a A teobora Mara Luisa de Moura qusira mandar
rooeber urna cirta vindi do Rio-Formoso na ra do
Graspo loja da viuva Alfonso di Companhit, ao p do
arco de S. Antonio.
= Precisa-se de um caixeiro qae aaiba ler e escre-
ver para tomar conta da urna padaria : quem estiver
nestas circumslancias, falle a Joio Manoel Rodrigues
Valleoca.
II<- Irancelint obra moderna ; na ra dat Floret, o. 18,
casi de relojoeiro.
= A luga-s urna casa terrea na ra das Cinco-Poo-
las do I idj da sombra n. 60 com jsnellis de v-
drace boa sala, dout quurtos .coiinba fra, quintal
comecimbae porti : a tratar na ra do Rangel ,
n. 17.
Di-se diobeiro a juros com penhores do ouro e
prata mesmo em pequeas quantias, e rebalem se sol-
dos e ordenados menoi provincias com cundicOes ;
na ra do Rangel, n. 57, ou na ra da Praia, n. 22.
= Alugio-se os primeiro o segundo andares da casa
da ra larga do Rosario defronte do Sr .Barlholo-
nieo ; a tratar na praca da Independencia ns 6 e 8.
= Precisa-so alugar um escravo quo seja nv'co a
posanta para fabrica de papolao ; as Cinco-Pootat,
n 33 Na me*ma ha grande porcio de papeleo
prompto de todas as grosturat at para livreiro ;
tambem cumprio-te aparas de papel dn toda a qualida- ,
de e retalhos de papelio, pagando se bem.
=Aluga-seum primeiro andar em Fra-de-Portai,
por cima da segunda venda : a tratar na mesma venda.
= Antonio Ferreira da Cita IJraga faz sciente aot
teus di'vedures,que Vicente Jos da Costa deiiou do
ser seu caixeiro desdu o dia 7 do corrente, e por isso nlo
tem ni ais ingerencia Di negocio da casa do anoun-
cianle.
Engomma-se e lava-se por preco commodo e
promelte-se toduo desvello, porserem as engommadoi-
ras e lava leiras propriat: na ra do Rosario da Boa-
Vista n 32.
= Precisa-so de urna ama de leite que o tenha
bastante e bom e que saiba bem tralar de meninos ;
na ra dasCruzes, n. 22, segundo andar.
Francisca de Jess, Portugus, retira-se para
Portugal.
Mara Roa, subdits portuguesa relira-te pira
Portugil com 4 filhos de menor idade.
=a Perdeo-se, no dia 9 do corrente urna ordem ,
a msica-e flauta: quem de seu prestimo se quiier.de Fra dc-Porlas al a ponte do Recife da quantia de
a tumaca $.-Antonio-di-Padua por ler a maior
parte de seu carregaonento prompta : quem nelle qui-
tar carregar ou ir de pastagem dirija-te a ra do
Vigario armas em n. 5.
= Para o Porto tai, com brevidade por ler par-
te do carregimeoto prompta a barca Espirito-Santo:
quem na mesma quizer carregar ou ir de paitigem ,
pira o que tem cxeellenlet commodot, dirija-te ao
leu consignatario Franciaco Alves da Cuoba na ra
do Vigario, -ou na praca do Corpo Saoto ao capillo ,
Rodrigo Joaquim Correia.
= Para o Marenhao _, per cds cata semana ,
o patacho brasileiro Unido : para carga psaaagairoa e
eacravot a frete dinja-se a Gaudino Agostinho de
liarros na pracinba do Corpo Saoto o. 60.
r
utilisar, dirija-te airas dos Martyrios, ra do Caldei-
reiro n. 46, ou annuncio poresla lolba.
Promette te recompensar a quem dor noticias
de urna vacca de leite algum tanto magra, e com um
garrotinbo, tuda malhada de branco e preto parecen
do lourina que, ha 10 dias, desappareceo dosilio do
fallecido Teixeira Bastos, da outra banda do Monteiro :
quem der noticias, dirija-se ao mesmo litio ou oa
ra do Vigario n. 42
Aluga-se a loja do sobrado da ra Direita, n. 43.
com commodos paia familia por 8000 rs. mensaes :
a tratar na mesma ra com Jos Pinto da Costa.
A pesnoa, que annunciou querer comprar um es-
cravo de meia idade para o tervico de sitio dirija-
te a ra Imperial, n. 167.
Aluga-se, ou compra-se um prelo sem vicios e
bom coiinbeiro ; na ra da Cruz n. 40.
O traductor do tratado da religiio tendo-te de
retirar no fim de fevereiro para a sua provincia, roga
aot Srs. que tubscrevrio para a impreisAo da dita obra,
queirio mandar receber os exemplares que Ihes per
lencem e pagar as sois assignaturas, na ra do Amo-
rini no lenle n. 17, primeiro andar.
Comprou-se, por ordem do Sr. Joaquim Ave-
lino Tasares residente na cidade de Lisboa o tullir-
te o. 1277 da primeira parte da terceira lotera a fa-
vor da igreja matriz de S. Pedro Martyr da cidade de
Olioda.
- No dia iOdo corrente enlregou um preto um
rolo de fumo na ra da Praia o. 46 ; quem for teu
dono pode o procurar.
'_ Antonio Pereira Rabello Braga, tubdib por-
tuguez, relira-separa Macei.
Precisa-se de urna ama para o servico interno de
urna casa da pouca familia quo aaiba perleitamente
engoinmar : quem etliver Dess circumstanciis di-
nja-se a ra da Concordia entrando pela rui Nova ,
do lado isquerdo, casa que faz etquioa para a travesa
di mesma ra.
lOOl rs. com o abatimento de 2000 rs., sacada, em
29 de Janeiro do corrente anno de 1846 por o Sr.
Jos Antonio Miiii sobre Antonio Francisco Martint
de Miranda : qum a acbar, far o lavor de a entregar
a Vital Pereira da Silva Belmonte na ra da Coneor-
n. 18 que ser rccompensido ; poil a dita or-
nan pode servir em razio de |l estar prevenido
para nio a pagar senio ao dito Bel-
\visos divorsos.
Na ra Direita sobrado de um andar o. 56,
precita-se de urna ama de leite que o tenha bom e em
abundancia e sem fillio.
Avrial Irruios embaroio para o Rio-de-Janeiro
o seu escravo Antonio, de Angola.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Olinda.
Nlo tendo tido pottivel eflecluar-ie no dit 30 do
prximo findo met o andamento dat rois detta lotera,
como te bivia annunoiado, porexii'.ir anda por veuder
um creteido numero de bilfaetet, oujo valor tobe a pou-
co mais de matada da lotera, o que te deve attribuir i
Peideo-te, no dia 9 do corrente um annel de
brilbante com o peso de um quilate e 19 grios oo
Forte-do-.Malto : quem o achou, leveao largo do Cor-
po Santo n. 4, em casa de Jlo Francisco de Car-
valho que gratificar com 40) rs.
- Aluga-te o segundo andar do tobrado atrs d
matriz da Boa-Vista o. 26, com muitoe commodot,
e niuito fresco por ser da parte da sombra, por preco
commodo.
O profetsojf.de latim que quizer dar lices em
urna casa partiaolaf nesta cidade dirija-te a ra Di-
reita o 36 primeiro andar.
Precisa-se alugar duat pretil ou molequet ,
que teji fiis psra venderem na ra pagando-tea
vendagem do costme ; na ra do Rangel, o. 43.
= Francisco Jos Duirte embarca os teut dout et-
cravosAndr. pardo, e Jlo, Aogola, para o Rio-
Graode-do-Sul e Porto-Alegre.
Sr. doutor Aolonio de Caivalbo Raposo qoei-
ra por favor mandar pagar a obra da Voltaire que S
S. comproa, ou alias mandar ot voluntes que levou.j
visto que o Sr. Antonio Joa Pinto (livreiro) nlo quiz
dar cumprimenlo a tua ordem pastada em 1842.
dia i
dem
o dito Mirand
monte.
D-se dinheiro a premio tobre penhores de ouro
e prata, em grandes e pequeas quantias; na ra eslrei-
ta do Rosario o 30, segundo andar.
Aluga-se a casa terrea sita na ra do Colovelo ,
o. 81, com duassalas 2 quartos, cotmba fra, quin-
tal murado cacimba com boa agoa, e independente de
viiinbot: a tralar na ra etlreita do Rozarlo o. 30 ,
segundo andar.
O aluno assignado faz tr aos Sra., que tinhlo
penhores oa venda do becco do Serigado, n. 1, que di-
tos penhores se achio em sua mi, e por isso roga aos
ditos Srs. de os virem tirar no prato de 8 dias, acontar
ds data deste: do contrario o abaixo assignado pasta a
vende los para tu pagamento, licando ot ditos Sis, sem
direito algum aos mesmot. Bernardo Jos da Costa.
D-se 'linheiro a juros sobre penhores de ouro e
prata, mesmo em pequeas quantiat: na rus da Flo-
rentina, n. 3.
Aluga-se o primeiro andar do so-
brado da ra da Senzalla-Yellia junto
ao Sr. I.asse re, com commodos para
gratule familia, e milito fresco : a tratar
na ra do Collegiu n. i'i, segundo an-
dar, ou no armazem do Bacellar, no lar-
go da Allandega, com Jos Marcellino da
hoza
A loga-te o terceiro andar do tobndo n. 2 da
ra do Queimado eiquioa do becco do Pexe-Fnlo :
a tratar oa loja do mesmo sobrado.
AZEITE de GARRAPATO.
Vende-se todo o anuo, cm
grandes porces e s caadas,
vonlade do comprador, e
sendo de 200 caadas para
cima cinco por cento menos :
no deposito da ra da cn/.al-
la-Velhau. 110.
Compras.
- Cooipra-te um catal de cacborrot de fila ; oo
largo do Carmo, venda n. 1.
Comprlo-ie escnvoi de ambos os tesos de 12 a
30 annos; piglo-se bem : na ra Direita, o. 3.
= Compra se um cavado de estribara que teja
bom pasteiro e etquiptdor ; quem livor, aoouncie.



Compcio-ie pira fra di provincia escravoi
da 13 a ^20 annoa; sendo de boa lis figuras, pigao-se
bem : na ra da Cadeia da S. Antonio, sobrado de un
andar de veranda de pao o. 20.
Comprao-ie doui esoravos, um pedreiro e ou-
tro carpina para ama eacommenda do Rio-Grande-
do-Sul; na ra do Collegio armasem n. 19.

1
Vendas.
wf-
= Vcnde-ie um escravo de Angola do muito bo-
nita figura por preco commoJo na roa da matriz da
Boa-Vista n. 22, das 11 horas emdiante.
=Vende-se a loja da ferragens e quenquilberiss do
Aterro-da-Bos-Vista n. 78 com" maior ou menor
porcio de laxendaa, o a praroa raroaveii: a tratar na
mestna loja.
= Vende-iesal do Asia'; a bordo di lumioa Car-
lota, fundeada defronte da Lingota.
= Vende-ie umi caa terrea em Fra-do-Portti,
da parte do mar grande com frente para o pharol, n.
14, por prego commodo ; a qual rende 8000 rs. nen-
iaos : em Fra-de-Portaa, roa do Pilar, n. 98 dai
6 ai 9 borai di minla e daa duai ai 6 da Urde.
=Vende-se um sobrado coro muito bona commodos
para grande familia com quintal, na roa do Ampa-
ro ; outro lobrado com seu litio na ra do Jogo-da-
Bola ; urna caa terrea com quintal, na roa do Cabral;
todn em Olinda eem cbioi proprioi: na ra dai Flo-
ros, n. 7.
=Vendem-se90 pilmoi de terreno j com alicercei
para 3 predios, sondo 30 na roa Imperial a 00 na
ra Augusta ; na roa da Cadeia de S. Antonio, o. 14.
as Vende-ie um cavallo ruco grande muito bom
paiseiro cirregador e eiqoipador; na ra do Cres-
po n. 10, primeiro andar.
= Vendem so doui pardos com bonitas figuras, bom
carreiros; um moleque de naci, bom coiiobeiro;
duss negrinhu de 15 a 18 annoi, coiiobioe eogom-
mio ; duai pretal, lendo ama boa corinbeira o a
outra lava bem e coiinha ; 4 eacravos de nielo, pti-
mos para todo o serviro lendo um caooeire ; urna
parda ptima para ama de oaia : oa ra; }r*ta, o. 3.
t.*3^KMPRIMElRA MAO.^cf
Vende-se CERA EM VELAS, do Rio-de-Janeiro ;
; COLLA DA BAHA ; VINAGRE DE VINHO TINTO,
superior, a 5:20 rs. aunada velba : nos armazeni de
deposito de AZEITE DE CARRAPATO na ra da
Senzalla-Velba, ni. 108o 110-
= Vendem-ie duas moradas de cuse terreas em
chioi proprioi, litaa na roa de S. Goncalb, ni. 1 e 3 ;
na ra da Semilla-Velba n 70.
=Vende-ie um cavado novo gordo e aem acha-
ques, rom carregador baixo; na roa do Amorim, n. 36.
= Vendem-ie duas negrinhai, urna de idade de
12 annoi e a ootra de 14 ; um moleque, de 11 an-
noi ; ai negrinbn teem principios de costura, e slo de
bonitas figuras; no pateo damatris de S. Antonio, a. 4,
segundo andar.
= Vende-se urna prela de nielo Angola propria
para o semeo deesmpo ; no largo do Carmo eaqui-
na da ra de Heras senda n. 2.
= Vendem-se duas mesas compridaa para por fa-
zendas em lojas; urna grade ; um toucador: na ra
do Queimado n. 23.
= Na roa do Queimado lojas ns. 31 e 33 conti-
nua te a *ender agoa de tingir oa cabellos e luima. O
metbodo de applicir a dita agoi acompanha o vidroi.
=Vende-se a Historia Universal pelo abbade Hillot,
em portugus, 10 v. por 124000 rs. ; diccionario de
portugus para latim por l'ooseca: no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 44.
calcados.
Acba-iede novo aberta a muito eonbeeida loja de
calcado da praca da Independencia ni. 13 e lo (com
muito bom lortimento tanto para homem como para
lenhora e crianca de um a 1:1 annos; assim como de
muitos outros calcados velhos, que aerlo vendidos a to
do o preco igualmente eiparlhos, peitoi para es-
misas com babadoi mantea de fil lencos, fitas de
gires de toda as largurai, tamancoi de todoi o ta-
maohos, pboiphoroi, e graza francesa.
=Vende-ie um sobrido novo de um andar e grande
solio em cbios proprios e em boa ra por prego
commodo ; na ra eslreita do Rosario, n. 10.
= Vende-ie um preto de naci por preco com-
modo muito sadio, proprio para o servigo de campo,
sem vicios nem acbaquei; o motivo da venda be meimo
por nio servir sanio para sitio e nio poder estar na
praca: oa roa da Madre-de-Deos, n. 36, a fallar com
Manoel Luiz da Veiga.
= Vecde-seum paUnquim em muito bom ata-
do por preco commodo ; na ra do Padre lorian-
no n. 23.
Jllintdo!
No deposito de bichsi di roa da Cruz do Reeife n.
43 acaba de reeeber-ie ama grande porcio de biches
bamburguezaa qpe ae vendem e aluglo-so por mail
commodo preco do que em outra quilquer pirte ; ai
aim como de Lisboa que se alTJgo a 200, 240 e 320
n.; tamben) vio applicar paramis commodidede dos
pretndanles ; tambero ha para vender 200 meios de
sola urna porcio de cera de carnauba e 20 pipil va-
lias tudo por preco commodo.
Vende-se urna parda anda moga propria para
todo o servigo ; oa roa doa Martvrioe, n. 23.
- Vende-se uro preto de Angola muito bom ca-
ooeire por preco commodo ; aa roa Bella sobn
do n. 57 at 9 boraa.
> =f Vende-se orna moela de 6400 rs., guarnecida de
ouro sem feitio;. um pir de brincos ; urna meda-
Iha; um cordlo ; no largo do Carmo venda n. 1.
= Vende-ae aal eatrangeiro a bordo : a tratar com
Leopoldo Joi da Costa Araojo na roa da Moeda.,
o. 7.
=Vende-se por preco commodo, ame pequeni
porfo de IiUi de mermelada ; na ra Direi la, refj-
naeio, n. 10.
= Vende-se urna eaaa terrea eom. 30 palmos de lar-
gara e muito fundo sita na roa Aogusta por 700/
rs.; no pateo do Carmo venda n. 1.
= Vende se urna casa terrea, liti oa travesea do
Lobato por 1:000 rs.; no pateo do Carmo venda
n. 1.
= Veede-se ama escrava crioula de 22 annoi,
eozinha bem o diario de ama casa, engomma liso, nio
foge, e be muito fiel, d-ae ate a contento ; um pre-
to ja de idade: na ra Nova n. 39, legando andar, va 7 v., em folio ; SermOei por Pontei, *, v. ; Ao-
de manhia at ai 9 horas, e das duai aa 4 da tarde.
= Vendem-se cortes decambraia escocesa de to-
das ai cores, padrdes muito moderos, pelo barato
preco de 2000 rs. ; dita em varea, a 400 rs.; panno
chines de quadros para veatidoa e aquetei, a 240
ri. o corado; madapoldes enleatadoi, finos, a 6800
n. ; pecas do bretaoha de rolo com 10 varas, a 2*
ti.; casaa-ebitas, muito fins, de listras ecbadrezes,
240, 280 e 320 ri. o corado; merino fino de dual lar-
garse pelo barato preco de 1280 ra. o covado; chi-
tas finas para coberta, a 240 ra. o covado ; cortea de
chitas eoviizadea, muito liodoa padrSea, a 4200 rs.
ditos, a 3500 ri.; brim trancadobranco muito eo-
corpado a 560 rs. a vara ; e outras muitss fasendas
or barato preco : na ra do Crespo o. 14 loja de
os* Francisco Dias.
= Vende-se superior farinha de S. Gatbarina .
bordo do brigue ero (uodeado defroote dsi esea-
dinhai.
= Vende le farinha de mandioca de auperior qoa-
lidade em ssecas, ou alqueirea por menos preco do
que em outra qualquer parte ; assim como gamelas d
differentes tamanboi: no arco de S. Antonio, n. 2,
loja de Hanoel Joi Goncalves Braga & Companhia.
Vendem-se as melhores sarjas lar-
gas e hespanholas, por preco commodo ;
na pracinha do Livramento, hoje rita do
Queimado, n. 46.
Potassa americana
de muito superior qualidade vende-se a 250 rs. a
libra ; no armaiem do Braguez, ao p do arco da Con-
ceicio.
Vende-se potassa americana, ltimamente che-
gada em barril grandea e pequenoi; longos pretor,
de aeda da India ; aetim preto de Macad; velas de es-
perncete de 4, 5 e6 em libra ; cera amirella ; al-
godio grosao para saceos; todo por prego commodo :
em caa de Milbeus Aostini Se Companhia na ra da
Aliandega-Velha n. 36
= Vendem-ae moenda de ferro para eogenhoa de
an'car, psrs <--, agoa e bastes de diversos tenis-
nbos por preco commodo; e igualmente tanas de
ferro cosdo e batido de todoa oa tamanhoa : ua pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em caa de He. Calmont &
Companhia ou na ra de Apollo armazem, o. 6.
=Vende-se um piano de Hamburgo de ptimas
vozes, c do melhor autor; carneiraa de lustro, per
preco commodo: na roa da Cadeia-Velha n. 16 ,
primeiro andar.
= Vendem-ae [dous traneelina, cordSes, botdes,
um aonel de brilbante um par de brincos de diaman-1
tes, tudo por preco commodo ; na roa das Florea, ea-
aa de relojoeiro, o. 18.
= Vendem-ae borzeguini gaspeados pira homem ,
na. 35 e 37 a 6a n. o pir; ditoi de meii gnpea
ns. 37, 38 e 43, a 4500 rs. ; ditoi de pona de lustro,
ni. 38, 39 e 40, a 3500 n.; botini de Liiboa, a 2560
rs.; ispatoi de marroquim frmcezei para senbora a
1200 rs. ; sapatos iuglezes, dos oovoi receolemente
chegadoa e outraa muitas qualidades, por preco mui-
to commodo : na ra da Cadeia do Reeife o, 35.
MUITO BARATO.
Vende-se um pequeo litio a margem do Capi-
baribe com caa de vivenda coqueiros, e trra pa-
ra plantar alguma cousa agoa de beber muito frea
eo e alegre com eitrada pela Pamgem, e pelos Afo-
gadoa ; aa maii proporcoes ie dira ao comprador: na
ra de Agoai-Verdes, o. 21.
= Vendem-se 4 escravos mogos bom para o tra-
balho de campo e di prega ; um dito oflicial de carpi-
na ; dona mulatinhos de 10 a 12 annos; um moleque
peca, de 18 annoa oflicial de alaite e bom pagem ;
um preto de meia idade por iOO rs., bom pira tra-
balhar em um litio ; 4 eicravaa urna engomma e eo-
zinha bem ; duai ditu quitindeitai; urna mulatioha,
de 14 annos, com bons principios de babilidadea: na
ra do Creapo, o. 10, primeiro andar.
= Vendem-se lindos cortes de csssa-cbitas muilo
modernas, a 4000 e 4500 rs.; ditos de tarlataoa de
gosto muito moderno a 4000 rs.; ditos de cimbraia
de Mitras de cores pelo barato preco de 3600,4000 e
5000 n.; meiu casimiras muito eocorpades para cal-
cas pelo dimioulo prego de 640 rs. o covado casi-
netas para collete a 720 rs. o covado; chelea de lia
e seda muito finos a imitacio de teda a 7000 rs.
merino preto, fino, de dan larguras, pelo diminuto
prego de 1280 n. o covado; bicoa de fil de linho mui-
to finos de bonitos gostos, pelo birato prego de 200
a 320 ra. a vara ; chitas escuras finas a 200 e 220
rs. o covado riscados muito modernos para vestidos,
a 200 rs. o covado; e outraa muitas fazendas por me-
nos prego do que em ootra qualquer parte : na ra do
Crespo, n. 8, loja de Campos & Mais.
Gaspar da Silva Fros vende o seu esersvo pirdo
de nome Ignacio mostr ispateiro muito bom pa-
gem e fiel e toda prova ; o motivo |ds| venda ha o mea-
mo nio querer acompanbar sea eenhor para o Poito-
Alegre; aasim como urna preta quilaodeira muito
fiel que tambera nio quer ir por ter uma.filba em
caa do Sr. Manoel Lucas; vende maia urna cama riea
com cupola e enchergSee um toucador de Jacaranda ,
com meia com moda e repartimento para oa entortes de
urna senhora, urna commoda de Jacaranda com co-
lumnas um guarda-veitidoi, de mogoo, um guar-
da-livroi, umguardi-louga, de mogoo: na roa daa
Trineheiraa n. 18.
Vende-se um lindo eicrivo de 20 annoi, de boa
conduti, proprio pira aarregar cideirioba ou para
qualquer aervigo, por aer bastante deligente; e ama
bonita eaereva de nagio, de idade de 20 annos, com
todaa as habilidades precisas para ama familia; dir-ie-
ba o motivo por que ae vende : na na eslreita do Ro-
zarlo, n. 31, 1.a andar. _,_
*- Vende-ie um carrinhn de dafBrodas, piolado
da novo, com o competente cavado ^b aem elle; para
ver na oocheirajdo Miguel, e tratar no largo do Col-
legio ,n.6.
= Vende-se a venda da roa da S. Cruz, n. 3, a d-
oheiro ou a prazo com oa lundoa a vontade do com-
prador : a tratar na mesma venda oa oa mesma ra,
0.3.
Vendem-ae, oa livraria da roa da Cruz n. 56,
bairro do Reeife oa legumtei livroi, eom pequeo
oso: Floa Sanctorum por Sarment, 2 v., em folio ;
Biblia Sagrada traduzida pelo padre Antonio Perei-
noPanegrico, 2 v. ; assim como uro grande sorlimen-
to de muiicas modernas para piano.
= Vendem-se dous ptimos pianos ingleses, de
muito boas vozes e construccSo, por prego commodo;
oa roa do Crespo loja n. 4.
=3Vende-ia, por prego commodo ami mirqaeza
decondor urna commoda e duai banquinhaa de Ja-
caranda um babu' grande com oa competentes pea;
tudo em muito b'om uto: na ra do Sebo o. 6.
= Vende-ie a melhor propriedade, que te pude
encontrar no eentro delta capital a que oferece toda
a vantagem com duaa casas terreas, na frente da ra
da Florentina e lundos para a nova ra do Sol, con-
tendo grande eztensio de terreno plantado de fruteiras,
ama grande fabrica de pedrae cal applioavel a toda o
qualquer aorte de negocio, por ter ptimo porto de
mar a terreno para ae poder edificar 3 grandes pro-
priedadeide cisas de 30 palmos cada urna ; a. vista do
merecimento da mesma se poder tratar do ajusta: da
ra da Florentina o. 16.
-Vendem-se 4eacravaa aendo duas crioulas, de
13 a 15 aooos, de bonitas ligaras, e duai de oacap ,
de 20 a 24 annoi, com varias babilidadea ; dous
mulatinhos, de 12 a 13 annoi, proprioa para officio ;
um dito de 17 annoi, ptimo para pagem; um dito de
22 annoa, muito robusto para o servico de campo;
um moleque crioulo de 14 annoa ; um escravo de na-
ci de 40 annos, ptimo padeiro : na roa dai Cru-
xei, o. 23, segundo andar.
Vende-se umi preta de 20 annoa da idade com
urna cria de um anoo e meio ; a preta engomma, coae,
lava e eozinha o diario de urna can: na roa da Cadeia'
do Reeife n. 59, segundo andar.
Vende-se muito superior potassa
da Russia, em barra pequeos, pelo m-
dico preco de aijo ris a libra : na ra do
Trapiche, ar.mazem de Jos Teixeira
Basto.
- Vendem-ie ladrilboi de mirmore ; na roa da
Cruz n. 9, caa de Oliveira Irmlos & Companhia.
Na (abrir* nnqKniroi e macbmistss M.* Cal-
us 1 Curnpanhia ra do Brum, o. 6 e 8 veodem
se rooendss decinns, de diversos tamaitos, para agoa
ou snimses; e tambero se concertlo por prego com
modo. Na dita fabrica igualmente ae recebara encom
mendaipiri mandar vir toda a eipecie de miehioaa da
melhor e mais moderna constraeco.
Cootioulo-soa venderchapeoa finos de castor,
retalbo; na ra do Trapiche-Novo, n. 6 eaaa de
Jlo Stewsrt.
Vende-se milho velho a 2500 rs. o alqueire ;
djto novo a 4# rs.; uceas com farinba de Mago a
6/ra: na ra da Cadeia de S. Antonio deposito de
larinha n. 19.
= Vende-se arroz de casca em saceos : na roa da
Senzalla-Velha armaiem n. 144.
= Vendem-se 3 pardas, de 15 a 20 annos, com
habilidades; 2 moloques, de 14 annos; duss presas
mogas com habilidades e do bonitas figuras; 2 pretoe
de meia idade, por prego commodo : atrs da matriz
de S. Antonio n. 16 primeiro andar.
= Vende-ss urna parda vistosa o sadia engomma
bem, eozinha o diario de urna casa coae mui bem
costura cbla, enaaboa e corta veatidos de senbora ; na
ra da Cadeia do Reeife loja de Jlo da Cunba Ma-
galhles.
= Vendem-se dun eicrsvss, de 18 a 20 annoa ,
recolhidaa com todas as habilidades; duas mulsti-
nhaa, de 14 a 17 annos de bonitas figuras, com ha-
bilidades ; um moleque, de 14 annos; um preto, de
35 annos, por 300/ rs. bom trabalhador de eozada ,
por ter tido muita pratica ; duas pardas, de 20 in-
annoi; urna rela da Coila boa quilaodeira : atril
da matriz de S. Antonio, n. 16, primeiro andar.
Venda-ie a melhor venda da roa de Agoai-Ver-
dei, n. 15, com com modos para familia : a tratar ou
Cineo-Pootas, defroote do Terco, o. 4.
Vende-se um preto de meia idade bom traba-
lhador de eozada sabe tratar do gado e tirar leite; na
roa do Rosario da Boa-Vista, o. 32.
elusivamente da China, c s nelle traba-
Iho dous dos melhores, c mais abalisado.s
cutileiros da nunca excedida, e rica cu
dade de Pekim, capital do imperio Chiui,
AUCTOH SHORE.
N. B. He recommendadon uso destas
navalhas maravilhosas por todas as socie-
dades das ciencias medico-cirurgicas,
tanto dfe Europa como d'America, Asia, e
frica, nao s para prevenir as molestias
da cutis, mas tambem como um meio cos-
mtico.
Vende-se a can do beeeo da Bomba o. 4:
tratar na roa do Collegio, botica do Cjprianno.
Escravos Fgidos.
mu; ves
as mais superiores em quali-
dade e lamanlio, que teem ap-
parecido no mercado, e por
preco commodo; ao p do
arco da Gonceicao, no Reeife.
Vende-se um violo de muito boas
vozes, e Orna chapeleira ingleza de couro,
e muito bem feita ; tudo por barato prcc.o :
a ailar com o Sr. Thomaz Dias Sonto,
ra da Cruz do Reeife, n. 6a.
Vendem-se garrafas grandes, com
agoa de Gologne, chegada ltimamente
de Franca, e pelo moderado preco de
a'4oo rs. cada garrafa : na ra do Cres-
po, loja nova n. la, de Jos Joaquina
da Silva Maia.
Vende-se um bonito mulatinho
com idade de i4 annos, sem achaque ne-
nhum, muito proprio para pagem, ou para
acabar de aprender o officio de sapatei-
ro, e um moleque com a mesma idade,
por mdico prec,o: a tratar oa loja da
Sra. Viuva Cunta Guimares.
Vendem-se mascaras finas para
baile: na ra Nova, n. 6.
Na rut do Crespo, loia nova n. la
de Jos Joaqi.im da Silva Maia, vendem
se as admiraveis e bem acreditadas nava-
lhas de aso da China: estas navalhas teem
a vantagem de corlar o caballo sem offen-
sa da pelle,' deixaodo a cara parecendo
estar na soa mocidade. Este 890 vem ez-
Fugio, no dia 20 de fevereiro de 1835, um es-
cravo de nome Antonio, de pselo Mogambique, baj-
o, grosso, escoro a marca C na fonte cor fula,
olhoa grandea cara bem bezigosa dous dentei d
cima podrea e os maia limados, nariz chato mal //.
lo e ps e pernss caaeirai gianiioi Je idade dsiij
a 40 annos pouca barba atrapalhado na falla ; bg
eanoeiro : quem o pegar, leve a N, S. do Terco, lo-
brado o. 1G, que aera recouipeoiado.
Fogio, 00 dia 2 do correte urna preta de no-
me Beoedicta de nacao Angola alta bastante mui-
to magra; levou vestido de chila azul: esta esersra
nunca andou na roa ; roga-tea pesioa, que a reoolheo
em sos oaaa a queira mandar entregar a aau seahor,
Joio Jos de Carvalho Mraes na roa da Cadeia do
Reeife e na falta, o meimo passar a proceder o qus a
lei Ihe concede.
Na manhia de 28 de deiembro de 1845, fugio da
villa do Principe no Serid um escravo crioulo,
bem preto de nome Francisco de 45 annoa de ida-
de bom cozinheiro, estatura ordinaria poucs bar-
ba cbsio da carpo ferco!; !*b:q!i!t; ; ta sai
orelba furada em que melte orna argolinha por chi*
banca ; he bem conhecido por toda a parle, porque 14
annoa acompanhou o finado senador Francisco da Bii-
lo Guerra aas snss viagens de visita e da corle : quem
o pegar, leve ao dito logar, a entregar ap vicario Ha
noel Jos Fernandes, que gratificar generosamente,
Fugio 00 dia 28 de Janeiro do correte anuo'
um preto orioolo de nome Joaquim de 20 annos, -
tature regalar um taoto cheio do corpo, cor bem pre-
ta, deoles alvos, sem barba, nariz chato; lem urna pe-
quena cicatriz sobre os paitos, csuisds de ama antjga
queimadura, pernas alguma cousa arqueadaa, e o andar
gingando ; tem sido occupsJo em aervigo de padaris, e
vender po em Olinda : quem o pegar, leve a rus ds
Moeda, o. 18, que ser recompensado geosioia-
mente.
Fugio, oa madrugada do dia 7 do correte, di
cidade da Olinda, urna parda de nome Coim pare-
cendo branca por ser bastante clara es bel los corta-
dos e corridos estatura mediana, nio mal parecida,
olhoa pretoa e grandea lobranrelhai grossss, com
falta de denles na frente peitoa grandes, ps e maoi
regularas ; em um dos pe* tem urna pequea ferida en-
tre oa dedos, que nio a deizava andar bem ; o dedo
do meio da mlodireita, oa ultima junta, be defeitucw
de urna paoaricio; represents 20 a 22 annos de idsde/ls-
voo alem da roupa do corpo, urna trouza com um ves-
tido de chita oovo e algumai camisas sendo 3 de mi-
dipolio fino anda em folba e 45f rs. em cdulas:
quem a pegar, leve a sobredita cidade de Olinda, ni
ra do Passo-Csslelhano cssa contigua ao theilro,
ou ao Reeife ni rui da Aurora 0. 12, que uri gs-
nerosamento recompensado.
Roga-se as autoridades policiaes,
capitaes de campo, e pessoas particulares,
que apprehendo, por onde fdr visto, o pre-
to Jos, narao Cassange, o qual julga-se
que fra para Po-d'Alho, por ter l um
lillio ; tem 5o a 60 annos de idade -, baixo,
grosso do corpo, pernas inchadas, bastan-
te potroso, e padece de frialdade, e por
esta molestia canea continuadamente ; le-
vou chapeo 1 reto, camisa e ceroula de
algodSozinho. Adverte-se, que este es-
cravo j fez outra fgida em i3 de oulu-
bro de 843, e foi preso em Paratibe, e
daappareceo do filio do Monleiro, na Ur-
de de 5 do corrente : quem o pegar leve o
ao Aterro-da-boa-vista, n. 37, no ter-
ceiro andar, que-ser gratificado, ou no
Monteiro, sitio que foi do finado Domin-
gos Rodrigues do Passo.
g Desspp.receo, na noute de 7 do correte de
bordo do brigue Flor-do-Sul, o escrivo marioheiro,
de naci Bengaella de nome Manoel, representa te'
25 annos poueo mais ou menos tem barba rosto
redondo orelhn furada; conita que em trra sndi
calcado : quem o pegir, leve a roa da Cadeia, n. *><
oo a bordo do meimo brigue que receberi boa g"-|
tinca ci.
Fugio, no dia 31 de Janeiro, do abaiie *"*"
nado, morador em S. Anto orne presa crioula
nome Joiephi que se suppoe ter ido para o Reeif*^
a qual tem os signaos seguintes: estatura regular, '"
presents ter 18 annos de idade, rosto redondo, olbo
peitos grandea, nariz ehato ventaa largaa, cor be
preta ; tem um carocinbo as costas oheia do corpo
ioi coberloe, pea nem pequeos nem grandes: M
os cilcanbire raebadoi de oravoi; quando anda
um poueo diifarcada a maneira de ficeifi, a olban o
paradifferentea partei, nio muito apressuda : que""
pegar, leve ao abaizo asiignsdo, na cidade da Victo'1'
ou no Reeife ao Sr. Joaquim Jos Perreira de Ca"s-
Ibo, escrivio da relacio oa ra daa Triocbeirai, qut
serl bem recompensado.
neodoroTtix$radtMtUo.
PKBM. i NA TYP- DE
M. F. DE FAMA itfq-0.
H