Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08738

Full Text
Ali de 1846.
Segunda feira O
O MAMO publica-sc todo os dias que
l7o oremde Ruardi: n.preco da aasigna-
!",,. de iJQOO rs. por quartel puotaJsan-
1 '' os anaunelo* dos assigaantes sao in-
", ,|US a razio de 20 reta por liona, 40 rs.
'* 'uno diflerente, cas repetlcde pela me-
( i. (taone nao forcm. asignantes pagao
- ,' nbr nAa. c 160 ero typo diflerente.
IriIVSESiULUANO MEZ D FVERErRO.
Irvnscente a 3 as 2 hor. e 51 ralo, da man.
E w-heiaa 11 as 6 hor. c 51 min, da man.
"l 'toante a 19. as 2 hor. e 23 min. da man.
, a a 5 hor. e 11 min. da tart.
PARTIDAS DOS CORREMOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas (iras.
Rio Grande do Norte, chega as quarlas
feiras ao nielo da, eparte as mesillas ho-
ras as quintas feiras.
Cabo, Seriuliaom, Rio Formeso, Porto Cal-
vo, Macpy, no 1., 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns c Bonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 98.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 h. c 42 minutos da tarde.
Segunda as 4 n. e 6 minutos da manhaa.
de Fevereiro.
AnnoXXII N.51.
DIAS DA SEMANA.
9 Segunda S. Apllenla, aud. do J. dos orf.
edo J.doC. da 2. y., do J. M. da 2. v.
10 Terca S. GuitUcrine, aud. do J. do civ. da
1. v., e do J. do paz do 2. dist. de t.
11 Qurtfr S. Lzaro, aud. do J. dociv. da
2. v., e do J. de paz do 2. dist. fle t.
12 Quinta S. Modesto, aud. do J. de orf., e
do J. M. dal. v.
13 Sexta S. Benigno, aud. do J. do civ. da 1.
v., edo J. do paz do 1. dist. de t.
14 Sabbado S. Valentn), aud. do 3. dociv.
da 1. v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
15 Domingo S. Jovitt.
CAMBIOS NO DA 7 DE FEVEREIRO.
Camb. sobre Londres. 2 d. p. 1/a 60 d.
i) .. Pars 350 ris por franco.
Lisboa 105 p. c. pr. p. m.
Desq. da le. da boas Armas 1'/, p. / mea
uVo-Oncat hespaiiholas Mf*W a .'.lWO
> Moeda de 6/400 vcl. 16#W0 a ItifltOO
. lofiln.i nov. HifiOO a Mi
de l^MM) 8T10ft a 8#80<)
I'rala-Paucfies '. 1/900 a 1/1*20
. Posos Coluniuares 1,920 yWO
Ditos Mexicanos. 1*840 a 11870
Prau Mluda 1/580 a 1/700
Acedes da C." do Ueberibc de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERNAMBUCO
PARTE OFFJCUL.
Governo dar provincia,
EXPEDIENTE DO DU 4 DO CORBETOB.
Ofricios Ao juiz relator da junta de justica, secu-
tando remes dos procesaos do toldado particular da
cornpmhia provisoria de cacedores de linh da provin-
cia do Rio Grande-do-Norle, Jesuioo Paulino Montei-
ro de Albuquerqne,' e dos soldados Inooceneio Gomes
da Costa e Ignacio Jos de Oliieira, este da referida
companhia, e aquella do segundo batalhSo d'artlha-
riao. f JtsM
Dito Ao inspector da tiieiourana u nazeuue, u
visando-o a satiifszer o pedido di pagidoria militar
para ai despezas do crranle mez, que, com o belaoco
da respectiva receita e despeza em Janeiro prximo pai-l
sado, Ibe devolve.
Dito Ao inspector interino do arieoal de marinha,
ordenaodo, que, apeis aqu ebegar o bergantro Felii-
Unitto, faca receber do respectivo mestre urna verga
com competentes escotas deveiacho, se estivetem ellas
em bom altado, ou a ma importancia, lo te achirem
anuinadas; pois que loi com eiti condicao, que por
emprMtimo ai recebeo o referido meitre em a provin-
cia do Rio-Grande-do-Norte. Partieipou-ie o pre-
iidente da meima provincia.
Dito Ao inspector da theiouraria d renda pro
viociaet, validando o balsngo da reipectivi receita e dat-
pezi no exereicio rindo de 18*4 1845, e no primeiro
temeitre do correte anno financeiro; e autoritando-o
a mande-lo imprimir
Dito Ao director do menal do guerra, ordenao-
do, Tica admittir ni respectiva companhia de aprend,
es menores o :po:'.o Mssce!. que, p' adrooistracio
dos estabelecimentos di caridade, ler-lhe-ba remett-
do. OfRciou-ie a respeitb adminitraclo doi eata-
bi'lecimcntoi de caridade.
Dito Ao commaodaote superior interino da goar
da nacional de Goianna, declarando, que a instrucao
dos ililfrentes corpos da mesma guarda naeional deve
ser dividida entre os seui doui instructores, Luiz Fran-
cisco de Paulo Reg e Francisco do Paula Ferreira Ba-
bello.
Dito Ao mesmo, icientificando-o de liaver conce-
dido a Manoel Xavier Carneiro da Conba a reforma,
qu pedio, do posto de teaen te-coronel chele do quirto
balalhio da mesma gaarda nacional. Para substituir
o reformado nomeoo-te ao m|or da segunda legio do
relerido municipio Amaro Gomes da Costa Itabello, e
para prember a vtga, que por esta nomeaco se veri-
iicou, ao capilio Simplicio Tavares de Mello.
Portara Aoeommaodante da corveta Setede-^4-,
lr\l, ordenando, ponha disposigBo do inspector da
thesouraril da fazenda os 25 quintaos e (re arrobii de
pao-brasil, que trouxu da Babia, Partcipou-te ao
inspector da tbesouraria da,fazenda.
Ditas ao mesmo, deieiiisnJs, ^g di tras:
porte para a curta sos recrutas, que Ibe forem remeti-
dos pelo comrnandanle das armas; ao* eidetei Philinto
Elisio de Queiroz Coutnho e Luiz de Queiroz Couti-
ntm Jnior; e, em cumprimento do imperial aviso de
2:) de dezembro do anno pistado, mi e mais familia
ilos mencionados cadetes. Mandou-se ibonir come
dorias de embarque aos cadete! supraci tadosje communi-
cou-ss ao ccm.T.snJante dss armis.
Commando das Arnis.
BXPKDIEME DO DA 28 DO PlSiDO.
dfBcioAo presidente da provincia, eaviaodo-lheo
mappa cst:t::ticc dss snfermidadci, tratadas no hospital
regimantal durante o segundo semestre do anno Go-
do, exigido dUaviso da reparticSo da guerra de 20 de
novembro, ficando^rto do enviar dito mappa em cada
trimestre, como diipSe ojreferido aviso.
Hilo Ao commissirio pagador, oaviaodolbe c
guias de soccorrimento, que pela tbeiouriria dai Ala-
gme pusrao ao cipitao Francisco Camello Peuoa de
A RAINHA xMARGOT. (*)
'pop. aiMrtinirt JDumag.
i I
QUARTo'vOLUMg.
CAPITULO VIII.
a tox,ta ao toinra.
Quando Catheriiia julji.u (iue ludo estara oobado.na
cmara di rei de Navarra, qa os morios esUriao ftra,
'. "urt"e transportado para sua casa, tpeles lava-
" &". c., despedio atsuas criadas, porque era pou-
co man aa ineno, ujjjg 0|r,f e prnenrou dormir. M
T" J.idu.l nmito violento, ronito fortoadecep-
:- o detestado Henrnjiio, escapando eternamente
lilsda, qnsii sempra raortses, pareeia protegi
" por nlgumn potencia invilivel, que Cstberint obsli-
n YideDiani'n.' 30.
Lacerda, e primeiro tcMBle FranoKo da Coala Reg
Monteiro, que ae recolhro a eata provincia ; preve-
niodo, qme este ultima official, haveodo Gnaliaado oa 40
diaa de lieenpa na forma da le, que obtivera da presi-
dencia, terecolhera ao aeu batalbSo, segundo de arti-
Iharia a p, aqu existente.
DitoAo capilao comrnandanle da forca em servico
ao aul da provincia, dixendo Ibe, que, posto j ae Ibe
houveaae expedido ordem, em 10 do corrento (Janeiro),
para se prestar aarequiaicoea das autoridades polioiaes
do termo do Rio-Formoso, linba ora de accreacentar,
que, no caao de aer predio para qualquer diligencia da
polica o emprego de toda a forca a aeu mando, devia
faze-lo, orna vex reqoisitada competentemente, segun-
do ai ordena, que a presidencia acabava de paiaar oeste
aenlido.
DitoAo coronel coromandanle do segundo batalbo
de artlbaria p, mandaodo-lhe apreaentaro primeiro
tenente Franciaco da Coila Reg Monteiro, que ieava
racolbido da eenca de 40 din, principiada de 19 de
dezembro ultimo, que obtivera da preaidenoia daa Ale-
adas, e prompto para o servico do mesmo batalbo.
dem do da 29.
OfficioAo presidente da provincia; enviando-lhe,
para serem presentes a junta de justica, e julgados de-
finitivamente, o prooeaos verbaes doi roi.ioldadoi de-
teriores do segundo batalbo de artlbaria i p, Lniz
Francisco de Mello e Domingos Jos Ferreira.
DitoAo coronel director do arsenal de Guerra, pa-
ra entregar a ambulancia, que temandou preparar para
a forca em lervieo na povoaco d'Agoa-Preti, ao com-
mitsario pagador, a im do promover a tua remeta pa-
ra aquello lugar.Communicou-se ao commtiario pa-
gador.
D'to Aocapito Pedro Ivo Velloso da Slvera,
communicando-lho, que, por mar at afiliado Rio
Formlo segua a ambulancia, que fra pedida pelo
seu antecosior em officio de 5 de dexembro, e que dal
li em eavalgaduras soguera a ser-lbe entregue por in-
termedio do delegado da dita villa. OfBciou-te ao de-
legado da villa do Rio-Formoso, par* promover a re-
meta da ambulancia at Agoa-Preta, e providenciou-se
sobre a despeza da conducco.
iobm do Da 30.
OfficioAo presidente da provincia, commuoicando-
Ibe, que Scavao passadat at conveniente! ordena ao ca-
pillo commandante da forca em servico aosul da pro-
vincia, no sentido do leu officio de hontem (29) da-
tado.
DitoAo mesmo, informando o requerimeato do tol-
dado reformado, Donizio Nicolao, que, aendo velbo,
e estando aleijado, nio poda subsistir com o simples sol-
d, que Ihe licou competindo pela reforma, pelo que
supplicava a S. M. o Imperador .agraes de Ibe mandar
addiciooar ao sold a etape e lardamento ; graca, que a
outrot le teem concedido em dentidade decircumitan-
ciai.
DitoAo mesmo, eoviando-lbe, para aer pretente a
junta de justica, o procetio verbal do reo Jlo Andr da
Coita, soldado desertor do primeiro batalbo de caca-
dores.
DitoAo brigadeiro Francisco Sergio deOliveira,
determinando, que comparece, na qualidade de vogal da
unta de justica, no dia & de fevereiro (correntej, as ho-
ras do coatume, a fim de ae preceder ao julgamento final
de varioa procesaos militares. Iguaes convilea le fice
rio ao coronel Trajino Cesar Burlamaque e tenente-
coronel Antonio Gomes Leal.
DitoAo coronel commaodaote do segundo batalbo
de artlbaria p, dando-lbe oa esclarecimentoa, que
pedir acerca da nomeaco do conceibo J'averiguacio
do toldado Carlos Jos Vanaos, que aspira aervir como
cadete da terceira clatse.
Dito Ao tenente-coronel comrnandanle do quarto
batalbo de artlbaria a p, exigindo a remeaia da cer-
lidlo d'obito do soldado desertor da companhia de art-
fices, Hanotjl Ferreira Gomes.
DitoAo capillo comrnandanle da companhia de ca-
vallaria, autorlsando-o para mandar fazer o concert
alai estival e manjadourai da coxia, pela manaira indi-
cada no officio da presidencia, que por copia Ibe trana-
mittia eonjunctamentecom ainformacio docommia-
aario pagador.
IDEU 00 DA 31.
Officio Ao preiidenlo da provincia, enviando-lhe
urna requisiclo do fardamento preciso Is pracas da pro-
vincia da Paiabiba, ques-acbao ha um anno nesta, em
servico, e inteirsmente deafardadaa, ha fim de que S.
Exc. houvesse de a mandar tatisfaicr pelo arsenal de
guerra, attendendo, que taet pracis, alm dii raiOes ex-
pendidas, conliouavlo no mesmo servico.
DitoAo mesmo, enviando-lhe o concelbode disci-
plina feito ao tambor da companhia de artfices, Miguel
dos Anjos, Gcando assim preenchida a tua exigencia ex-
preiia em officio de 12 do correte mez (dezembro).
INTERIOR.
nava-ae a chamar acaso, anda que no intimo de aeu co-
racao urna vui Ibe dissenc quo o verdadeiro nome desaa
potencia era o destino. A ideia de que o boato dessn no-
va tentativa, espalhando-se no Louvre e fra delle, i
dar a Henrique o tos buguenotes anda meior confianca
nn futuro, a exaspera va, e sencitc momento, ene acaso,
contra o qual com tanta infelicidide luotava, Ihe entre-
gara o sou inimigo, por certo que com o pequeo pu-
nlial tloreniiiia.-qae trasia cinta, tumbara da talalida-
do to favoravei ao rei de Navarra.
BaA*Ijm o-, !!??* n *ntm_ luirla da noite. eisas
toras to vagarosas para queni spera e vela, aem que
Catherina ptidesse pregar olhoa. Um borror de pro-
jBOtoa novo* se Ihe apresenlrlo duranlo eaias boras
nocturnas ao seu espirito oheio de visoes. Em fim ao
romper do dia ergnap-se, vestio-ae i por l, eencami-
nhou-se para o apartlo do Cario IX,
Os guardas, que estavio acoitumados a v-la ir ca-
ara d'el-rei a loda hora, a dcixrao pastar ; alravassou
pois a ante-camera e chegou ao gabineto d'armas. Mas
alii achou a ama de Cario, a qual velava.
lien filhn? disso a rainha.
Scnhora, elln prohibi iuO crHn u*>es qu:-
to antes da oito horaa, o estas inda nlo derio.
Bsa prohibiclo, ama, nao beparamim.
He para todos, aenhora.
Catherina lorrio-se.
RIO-DE-JANLIRO.
poltica cbbal
O bil de lord btrdtm.
(Continaaclo do numero 29. y
Cabe-uoa agora dar provaa, que as diflerentei con-
vencSes, que a Inglaterra tem celebrado com diversas
poienciH, noa fornecem, de que convencido eit o leu
governo de que o direito de visita, em lempo de paz, a
pode aer exercido em virtude de concessoei, concertoa e
ajustes.
Ai primeiras convencdei, que o governo britannico
celebrou com o fim de reprimir e extinguir totalmente o
trafego de eteravot, foi com Portugal e com a Hetpa-
oba.
Com Portugal concluio aade 22 do Janeiro do 1815
e a de 28 de julbo de 1817. Nesta ultima, a concessio
do direito reciproco de visita foi muito etpresia; dix o
artigo 5.'Aa duas alias partea contratantes, para me-
Ihor conteguirem o fim a que aepropde, de impedir o
commercio illicito a leus vstalos, contenttm mutua-
mente, que os navios de guerra, etc. pondo vititar (may
viiit) os navios mercante de ambas as nagOee.... etc.
A convenci, que concerlou com a liespanba, he da-
tada de 23 do selembro de 1817, e no artigo U. a mes-
ma concessio ae fez.
Lord Cattleareagb, dando conta da concluaio e rali-
ficacio dettaa duaa convenedea ao parlamento, e lison -
geando-se de Icr oblidoum tio grande resultado, diiia
He o primeiroexempfo, creio, que a historia diplo-
mtica noi forncee de que citados da Europa, por urna
ealipulacio reciproca, lenbio-se obrigado ao exereicio
do direile de visita, a respeito dot leui respectivos na-
vios mercantes (24).
Em 4 de maio de 1818 lambem concluio com oa
Paizca-Baixot urna convenci a esle respeito, e no arti-
go 2." ae ettipulou esta concessio.
Todos oa outrot trataHoa e convencSea feitot poste-
riormente aoa aoima releridoi, encerrao iguaes estipu-
ladles. O da Suecia e Noroega, do 6 de novembro de
1824, no artigo 3.", o nosso de 1826, que adoptou o
de Portugal de 1817 o mesmo, os da Fraoca, de 30 de
novembro de 1831, no artigo 1.a. e assim os da Dina-
marca, Sardenba, cidades Ameaticas, Totcana, Duas-
Sicihai e Haily,adoptando ou accedondo aoa celebra-
dos com a Frange : ai convencoes da Despacha, de 28
de julbo de 1835, no artigo .; a do Chile, de 19 de
Janeiro de 1839, ooartigo7 a de Venetuella, de 15
dejnarco de 1839, no artigo 5.; a da Coafederacio
Argentina, de 21 de marc de 1839, no artigo .'; a
da Banda Oriental, de 13 de julbo de 1839, ao artigo
(24) The illicit trafile arse out of the partial abol
lion, and out of Ihe facilities ereated hy the cesiation of
betligerant righte in consequence oflhe peaee. Itwii for
the lirst time, Ibelieve, in diplomatic history tbat Ibe
atetes of Europe had bound by a mnlual atipulalion to
etercise Ibe right of teareb over tbeir respective mer-
cbantmen Britiib Annual Reprter, vol.l, pag.19.
Sim, bem ei, replicou a ama, bem ei qne aqu
ningueni tem direito de por obstculo a V. mageatade;
pecu-lhe portanto que atienda supplica de una pobre
mulher, e que nlo puso adianto.
Ama, lie preoiso quo eu falle a mou filho.
Seohor, eu i abrirei a porla com ordem formal
do V. mageiladc.
Abr, ama, diaio Catherina, eu o quero.
A' cita vos mnis respeitada e aiuda mai temida no
Louvre do que a do proprio Carloa, a ama apresentoo a
chave Catherina, que alia nao precitava della, e que
tirou d< alguien; a chavo com que abra a porta do
quarto de ten filho, e sua rpida presslo cedeo a
porta.
O quarto eitava vano, a cama de Carloa intacta, o oa
seu dou galgo deitados obre a pello de uno eslendi-
da o p do leito, levantarao-ee e vierto lamber as inios
de raarfim de Catherina. *
Ab disso Catherina frantindo o sobr'olho, elle
sabio I Eapera-lo-bei.
E foi seotar-sc pensativa e tristemente rcoolhida ja-
nella qae deilava aobre o pateo do Louvrv, e s qul ae
CC-j*'-'" a entrada principal.
Eslava stlli a duas hora, iinmovcl e paluda como uina
estatua de inanuors, quoudo avittou ero fim entrando no
Loovre uro grupo de oavalleiros frente do quaes oo-
nheceu Carlos e Henrique de Hararra.
4.'; a da Boliva, de 25 dcietembro de 1810, no arti-
go 4.'; a de Texas, de 16 de novexbro de 1840, artigo
%'; a do Mxico, de 24 de fevereiro de 1841, nos arti-
go* 4. e 8 ; aa daa cinco potencial da Europa, Austria,
Prussia. Rutsia, Franca e Inglaterra, de 20 de dezem-
bro de 1841, no artigo1.'; e a de Portugal, do 3 de
julbo de 1842, no artigo 2.
Nlo obstanteasquestSes suscitadas sobre o ultimo tra-
tado concluido entre a Grlo-Bretanha o os Estados-
Unidos da America, nos parece, quo o governo inglez,
no artigo 8.*, abaadonou inteiramente eita tua nova
pretenclo, e isto tanto mais parece verdade quaodo te
allende aoquedi lord Aberdeen, as suas notas dirigi-
das ao ministro americano Stevenson, em 13 de outu-
bro e 20 de dezembro de 1841. Na primeira dettaa no-
tai, diz esle ministro : abaixo astgnado nega, quo
baja algoma pretenclo da parte do governo inglez de vi-
sitar e dar busca noi naviol americanos em lempo de
pazThe undersigned renouncei all pretensin on the
part of the-britieh govememeni to visit and search
ameriean venis in time of peace. Na segunda assim
w exprime : Nenhum intento guardio os cruzeiros
ingieres de entender com os navioa americanos, qual-
quer que seja oteu destino. Fica-lbes livre o monopo-
lio do trafego de escravoiThe undersigned btgo to re-
peal, that with ameriean vessele, whatever be their des-
tinaron, britisk cruieer have no pretensin in any
manner to tnterfere. Such tessels mus be permitted,
ifengaged in it, to enjoya monopoly of this unhallo-
tced trade... (25)
Assim, pois, parece-noi, que evidentemente havemoi
demonttrado, que a Inglaterra, por tout factoa, tira to-
da a duvida, que podette por ventura existir de que nen-
huma nac.o tem o diieto de registrar da navios de nu-
tra, em tempo de paz, tem que preceda o leu consent-
ment, ajuste e concert.
Anda exhibiremos urna oulra prova de grande peto.
Aprezado o navio francez Luiz, e condemnado pelo tri-
bunal do almirantado, Sir William Scot (lord Stowell),
como juiz da instancia tuperior, revogou esta senteoea
do almirantado em 1817 e lundou o leu julgado no
nenhum direito, quo tinba a Inglaterra, de visitar, dar
buaca e capturar os navios de oacoes, que por tratados
nlo tinblo feito eata concessio.Nenhuma naci (dil-
le elle no teu relatorio ou lentenca), pode ejercer o di-
reito de visita e busca as livres e communs partes do
Ocano, excepto como beligerante. O direito de visi-
ta e buaca nos altos mares nio pode dar-aeem tempo de
pn.ffo nntion couldexerciso the right ofvtlatUn
and search upon the common and unappropriated parle
ofthe ocean, except upon the belligerant clatn. The
right of vintation ana late* r. :h: ffh sea did not
exisl in time of peace(26). He a propria Inglaterra,
que, pelos seus junes, assim o declarou e decidi I
A' villa disto, em que, poit, te lunda eita nova pre-
tenclo da Grio-Bretanha ?
Na cmara doi pares da Franca, em 184), o duque
deBroglie (27), lio notavel pelat suas luzca, philantro-
pia e affeicSes para cornos Ingle/os, pereceo tirar o seu
fundamento do facto do seu exereicio peloicruxeirot bri-
lannicos, independente de concessio ou tratado nesta
base parecem repousar o melbores argumentos deque
lelo mi os minittroi inglexei. Se o facto deate exer-
eicio, aem oconaentimento expretio das nacoes, tem
concer los e sjuiies, pode, conlra as regraa de direito in-
ternacional, legitimar urna (al autoridade e direito, cor-
to ai depredacOei, exercida no alto mar pelat potencias
barbarescas, como fontedassuaa rendas, ero legitimas,
erlo e lio conforme o direito ; e assim aa doa pirataa,
que por ventura psalo, por algum tempo, sem reve-
les, conservar-te e'm certot marea! Ninguem pude, de
boa fe jurdicamente luttentarum tal principioque
(25) Papis parlamentares de 1841. Class.D., pag,
267e 280.
(26) Dodson'i. Admirality Reporta, vol. 2, pag.
210. .
(27) Annaes do parlamento francez, eLesur. An-
nuario histrico de 1843.
Entilo ontendeo tndo. Cario, em vez de diacutir cora
ella sobre a prisao do seu ounbado, tinha-u levado com-
sigo, e deste modo salvado-lbe a vida.
Cogo, ceg, i-ego! die ella entre oa denles, e
oaperou.
Um inatanto depois reolrlo paiso na cmara conti-
gua, que era o gabineto d'armaa.
Ma, Sr., disia Henrique, agora que estamos Ja no
Louvre, ditei-rao porque quixeile que u ibie equal
he o servico quo nio fieite?
Nio, nlo, llenriqunhoj reipondeo Carloa rindo-
te. Talvex um dia o aaibas; mas pur agora bo um myt-
lorio. Sabe porm que neila occanlo, segando toda a
probabilidad, vou tor por (eu respeito ama grande dis-
puta com uiinha mli.
Ao acabar esta palaira, levantou Carloa o repoatei-
ro e cncuiitrou-io cara a cara com Catherina.
Por tria delle e por cima do hombro appareoia a ca-
brea do Hearnes, que tinba pinladoa no rosto o uttio o
inquieta ci.
_ Ab va estis aqai, seahora, diste Carlos IX en-
rugande a fronte.
Sim, nicii filho, reipondeo,Catbsriua. Tenho qne
6*r-voi.
Amimf
A vs so.
Ora, vmosla, dmeCario liltaadft-sepsraaera
?

fl


I
factoaioda quando ronlrario as rearas de idlica e
*' leu da. Mfflei. constilua direito ?
Estad* n",d,rl8,da1 Mr- Staven.on. ministro do
EMado,-U,do. ern Londres, em ,5 de outobro de
dVchiiiL.L ~ A f"l,Z """""i do. estados
do .f"in 8obreMto8'*neobjecto (a extinceio
cl.m.H- l)rn8.,nd,'Pen,ml odi"o agorar
clamado e exerado pelo governo brit.noico.
o.lfc r,'sp01,.t,, \e,M gmenlo be breve e precita, e
mas nT ,dePd'-l qw compete dar;
Z ,Pr au,oridd Propria. de um direito
2l, P"tonee' e,n toP0P. porprincip-o
gum. A concurrencia d.a potencial cbristis. nlo
pode laier per.mir direitoi inbereotei A loberania nacio-
nal e dar-vos autoridade para que exercai. jur.dicclo
no mares livre* e communs. e sobre o territorio de ou-
res potencial para que aiiim quebrantis 01 princi-
pios mais vitaei de direito da. Kentes,
> poca, com o oiso sangue sottentastes.
1 terceiro argumento funda-.e n
que, em outra
gentes eumaltentdo contra dignidade o fodeneD-
dencia naoional F
Assim o diz a Grao-Bretanha, auim o daremos crer
e reputar ene eerebrino e inlame acto de sou parla-
mento '
[DoBruil.)"
Correspondencia.
S,i. fedactoree.- Em a minba primeira correenon-
me.a, publicad, em seu numero de 6 do correoK-
cao de ambas,'e pira esse tempoaprazo os vil, que ae
cooililuem boje meo. carra*.
Sou, Sri. Redactore, mu, eto.
ipt Jeronymo dt Albuquerquc Millo.
fjPo-do-Albo, 7 de fevereiro de 1846.
Publicacao a pedido.
correte, pa
..otee, .o publico a m.i fi|en. e sultsnic. POr
Z o,iL,,^,d,,I<,,i,,h' PrP^. appr,"',nPd -
o J.Z, WHTdT,e ,r,,'d, mi"> ''"'" pela
poli.,, deila comarca; porm anda me re.ta dar con-
t da per.agu.cio. que .e me tem falto, .er.indo o de. -
preso d. le. como degrio, em q, ,.j montando a vio-
g.nca de meu. dcprexivels inimigot.
Ja diiie em a miaba primeira corresponden*., qu
h.v.a dado asvlo em mioba casa seobora de JosHara
raes B.rreto, perseguida eacompmbada de seui in-
fortunio., assim como algn,,, de sU, muc.mai,
ilv? .,ohr DePoi'dB fimoa d,iio' -
famoeo Beltrio, acboo a polica ( oio pono garantir a
veraC1d.de) que du.. dVtsa. muc.ma, d? aenor
de Jos Mari. ni0 Ihe perteociio e. oio querendo des-
perdicia occ.s.io do timar mioba boora e reputa-
, o promotor denunoiou-me como oumplice em
bo deccravoi! Sr.. Red.ctore.! coste aobomem
que .empre tem procurado viver na lociedade sent
de crimes, que tem gasto idade em preparar um fu-
turo honro. .eu. filbo. que nunca foi timado pelo
... poi.ibilid.de do
at.uso da bandeira de urna potencia, leito por'embarca-
COe. de nacdes, que leem dado autoridade por meio de
rmU!,.80S C,U'e.r' n8lMe' Para "8itr.reme apre-
larem os navios de seus subdito., suspeito. de empre-
gerente no trafego de escravo*. E,la. convence, se -
nao .Iludidas, d.iem os ministro. nflete., e o. pro-
pr.os subditos britannieos poderio, sob outra b.ndeir.
largare-.e na torrente desse commercio infame ; para
o preven.r, mister be por unto que os n,-*os cruzeiro,
xam.nemseonavio.que.viitao, pertence ao estado,
cuja bandeira o cobre (29).
Dado como valioso eite argumento para fundamen-
tar osse direito, de nrcescid.de segue-.e : 1/que urna
nacao, sob pretexto de prevenir que seus subditos nio
trahquem em certas veni.g.s, pde tomar a .i a polici.
fH r!mareS: 2 vengo fe.U con outra, tem o poder de obrig.r es do-
mis qu.llo quenella .e contem ; 3. que e.tipu-
Ufoesfe.tas entre duas nacdes, porm.i.fr. da. rearas
que eslejio, e por mais contraria* ao. principios de li-
berado ocano, de inviolabilidade do territorio de conw'en<". deaejariio trocar o me crimei pela,
um estado ,vre e nuependeuie, e de loberania, dei- 'r'-'J-e!- -=-6aigu, Rev o Sr. Lui.ignacu
troem os pnnc.p.os de juil.ca univer..lmente recebido.f ,Andr,deL.
eadophdos pelo direito d.. gente.; o que por certo
n,.o tem cabimento. E que de perico, p.ra o commer-
cio daqu. nao .e levantarlo ? Cora este pretexto os
mares livros senio subjeitoi a urna oppressora polica, e
toda, as naroes poderio exercer, e .ssim domin.r o
mercados do mundo.
A forca, por taoto parece a nica ba.e deise poder .
que ora arroga-.-, Gro-Bretanba. E ie nao be .
porquo. como bavemos demonstrado procurou e io-
licitou a sua conccsso e aconsagrou em tratadoie con-
ventoes? A. esse direito, se o tinha correspond,
urna ob. .gacao de reipeita-lo da parte das demais poten-
cias; nio era de mister por tanto que, por concerlos e
ajustes, e sob. base de reciprocdade, Ihe foste coo-
dido. Demais. se era ello lorte. legitimo e
lavel como soflrer que se Ih i cortaste o
soci.el Fui denunciado e eTectivamente recolbido a
h.b.tapao do. reprovado. da .ocied.de, pela primeira
ez, tire de aupportar o ae.nhamento, ae nio a dr de
retpopdereomoroabomen., que, no Juodo de .u..
iuii
0R4gi6 BBBVI8SIMA
qu* na matriz di Sanio Antonio d Hecife, por oe-
easito do tolemn* Te- Dtum, alebrado pelot tltito-
res damuma ptrochia, na lrdale 27 dtttlim-
brodt 1844, rteitou Joaquim Pinto do Campo,
presbiltro acular.
O escrutinio, lenhore*. eudirei melhor, a Provi
dencia acaba de depoitar em voss. mi. um part
dos de.tino. d. provincia, em qae tiveate. a ventura de
abrir pela primeira vez o* voiio* olbeaa lux.
Qoanto he doce, .enbores, qu.nto he suave em-
preg.r c.di um o. .eu. eaforco. para bem servir o seu
paiz.
A liogoagem foi communictda ao homem pelo Arbi-
tro Supremo, que do alto do tbrono regula a. naca. ,e
o. imperio.: cada vocabulo exprime urna oclo, ela
gumaa veres muitas ideia.janta.; mas neste complexo
de articulacSes, concedida, ao homem paia revelar .eu.
pensamentot, labem de leui labio* alguma* palavrat,
que elle nlo pde exprimir sem urna viva emoclo.
Entre eite. voc.bulo., que eu chamare! magnigoos
e sublime., porque exprimen) ideias, o coutit de urna
ordem ra.r.vilho... e dign. da m.ior contemplaclo,
entre estes voc.bulo. (dme eu). que complexo de ideia.
nobre., vejo que se encerr. oeata p.l.vr. de encanto,
e de entbu.ia.mo p.ra todo, os horneo.patria! Ella
disperta a indolenoia do Caraiba telvagem; agita e com-
move o coracio do homem mais polido e Ilustrado.
<^ue noci lio ampia, lio cbeia de relacoet, e de des-
vares Expreuio rpida, e como isoltda no campo v-
tiNimo d.* immeoHi artioulaeSe. do homem, mi, ao
mesmo lempo, que reuoilo de pen.ameotoi gracioMM
e eikn*o* p.ra o genero humano Patria Ella ex-
prime o paii natal, nim n ddn H n.n.
melindre ; ma.em vio ; deixal-oi roj.r em .ua co
P'ete nullidade : beetlo t.nta. deigrac... qU8 pe^'
obre nos, proveniente, talvet, da no... reprehei
vel e erimioo.. oondetceodenoia.
Saja desU vei engaarlo o egosta indifferente
l.o?. ama viita de omnolenoi. e de torpor Mbre'ooi'
lluda-tc U ir. be ir. o fmoaiio iudiioreio, que, .onhan
do com theorias bellas, porm ioapplicaveis, obierv
que medro o. principio, constitucionaes, que p5era''
remate i. nossa. preci.Se. polticas. E se algum h
mem desalmado im.gin. po*vel a aoiquilaclo deu
jitema benfico, reconheca, bem a .eu penr, que e!,e
volt., e se erreig. c.d. vez m.i. no tolo brasi|0ro
comoem terreno proprio e natural. '
Ao mesmo tempo coarctados pele equilibrio da 001
magna carta encontr eaae detfjladeiro de ulicos, 'a
cortezSosuma barreira .Icantilada, e invencivel l08
eo.deiregr.meotoi. Porm, lenbore, jimaiieonie'
guiremos todas estai vaotagens, te 01 nonos olhoi nj
viremem tudo isto mais do que urna poltica esteri|
desprevenida do. .occorro. do co. Dos he o iU(Qa
d.t .ooied.de. : .ubtr.hi-U* ao dominio d > sou fuod,'
dor he arrancar a familia da. mloi edo poder doie
primeiro protector, e pai. Eu e vos conbecemos e,i,
vardade lundamenUl na ordem da natureza e na ordem
poltica.
^igRsloa o
Nlo, nt lo (ugiremos, oh Ser Supremo ni D5
fugiremos a esta homenagem felii para o homem chris.
to. Pelo contrario, n. imploramos agora tua om-
nipotencia ; empenbamo. a tua gloria; pedimos o tc
auxilio ; submettemos-nos a tua vontade; etperioioi
tudo da tua providencia ; e, em prova da non. humi.
Ibapioe do nono profundo reconbecimento deidai
engrandecemot, e exaltamoi a tua loberania; e. rec-
nhecendo o teu dominio lobre todo* o* povot. e tobte
a mturez. tod., todo, nt o confeu.mo. : T% %,
laudamut: Te Dominum con/itomur.
Dissi.
Ignacio dejva*tdiodoglobo-terrBqoeocadaamdo*homen* oara
, a. 1 encirre.,r d8 m,nh defe*. na ervi.-lhe de abrigo no momento em uue de I.
Si '* "U,U,0'Bc0,d,de lha le ^.infrttl.tem de cp.?" Pri
cimento da protervia, de mi h* ,-..,.......:j_ .... a______.l._., """P"" !
incole,
.eu uto e o
restr.ng.sse a certo lempo a certa, paragens e mares?
Kestr.ccaoe corte se Ihe deo na convenci celebrada
Z S 1 ".", rHr Suecia Frsnf Dinamarca ,
IlMpanhe, Cb.le, Portugal e mu.Us outra. potencias
"miando o a mares, que nio fo.sem europeos, si-
li.dos lora do e.treilo de Gibraltar. siluad,. .ob certa
lal.lu.leelongitude, e ao Mediterrneo e outros lu-
gares ?
Nenhuma resposta satisfactoria nos parece, que a is-
to se po,sa dar Se pois nenhum direito assi.te 1 Grao-
relaiiha para exercer es, autoridade, tendo cessado
a convencao de 8 de julbode 1817, pela qual o Hra-
il Ihe concedeo sa faculdade aobre o* teus navios mer-
cantes visto be que o parlamento e o governo britao
meo otlentao contra as leu da. nacde. conlr. a inde-
pendencia e dignidade dette imperio autorizando taet
acto, jior suas leis e orden*.
Con. tanta maior convicio isto aflirmamo.
temos em nosso apoioa propria autoridade do governo
ingle Lord Al.erdeen. em sua citada nota de 13 de
outubrode 1845. dirigida a Mr. Stevemon ministro
dos Estados-Unidos assim o reconheceo __Tht un-
dtrsigned readily admite that to w'iil and search ame-
rica- vetele in nmoofpeaee when that right of.er-
i~h lenut granttd by ueHy uuld be an mfraciion
0/ pubtte laxe, and a tuolnlwn ufnaliunal digmly and
tndependence (30;. O uto do direito de visita e busca
( diz lord Aberdeen) em tempo de paz quando nio
concedido por tratados, he urna ofrcelo do direitodas
forma
couhecimento da protervia, de que be c.p.z a autoridad
de publ.ca.quando, de.viando-se da senda que Ihe marca
oieudever, representa as paixdei de um partido e
lorna-.e m.trumenlo da. ving.nca de outros. Lobo
que as testemunbas interrogada, a re.peito de meu
tuppoito enme respondi, que nunca ouvirao fallar de
lurtos de escravos commettido. por mim e muito menos
auxiliados, o ,u.z municipal .upplente. como po.iuido
f.'i! ,' l\!V Cm dePonenl direndo-lhe., que
r.lUvio 4-ft do juramento pre.tado, e ameacaodo-o, de
puo.clo. Nlo podendo o meu advogado e amigo *uo-
po.tar, que, comemelhantee*candalo, o proprio juii
procetsante assaiiinane o aun ilir.iin ;.!;_:/_
proceuanie ai...tin.ie o meo direito, intimidan-
do e coaindoas tettemunb*. a deporem o que oio sa-
fcilo. recl.mou contra esse cto de verd.deira perGdi
e despotismo, faiendo-lhe .entir, que a obriRacio do
joif era inquirir com linceridade e instruir .. testemu-
hni inlt
oubestem
testemu
maniiesiar o que
quanto
(28; Papei. parlamentares de 1841. Ciis D
P*g. StJ7.
(29; dem. Veja-sa a nota do lord Palmerston, de
27 de agosto de 1841, e a lord Aberdeeo citadas,
dirigidas ao ministro dos oegociot eslrangeiros, e o d-
curso de Sir Roberto Peel no parlamento, na essio
de.1813. Lesur.Annuario histrico de 1843.
(30; Citados papis parlamentares de 1841.
'"""i pu' ijue ueviao
mas o promotor, que nlo era chamado .
assisl.r es*e acto, metteo sede per meio e procurou fir-
mar o terror, arguiodo os deponente* de falta de ainee-
ridade. Continuarlo as doposicSes de ouvida vaga so
bre faelos mdi/Terentes, dos quaes se nio poda dedusir
o menor indicio de enminalidade. que mo podesse pre-
judicar; mas, querendo, apextr disto, o meu advog.
docontetlar as testemunbas f*r wtabelecer a moral i-
dade dos mesmos fsetos, foi interrompido pelo promo
tor sob pretexto Ue que-a.iim fiearia dutruida a ,ua
denuncia l Em vio requereo o meu advogado oues
escrevesse a conte.tac,, em vio allegou o 'prejUo
queetta falta occationaria minba defesa, em vio j0
vocou a disposicio da le, tudo foi intil, porque
denuncio fiearia da.i/nido .'.endo forcoM, que N
mente se etcrevei.e squillo. qNie quixerio o promotor e
jui I Assim, prejudicado em minba propned.de of-
endido em meu. direito*, maculado em minba repu-
tacio perseRUdo contra a lei em nome da me.ma le
tendo de ucttr com a ioimizade metamoPbor.ead. em
ju ica.julgado pelo odio em lugar do direito.teoho por
*ylo urna cadea onde e.tou expiando o crinu! tal vei
de possuir alKuns ben. E quem sio 01 aulore. des*.
em que
r meiro vagido, sea.
que de eu* olho* tem de detfiar-.e a primeira lagrima.
KII*porn marea devore*, que n.ioem com o ho-
mem, e que morrem com elle.
Em toda. a. tituicoet da vida, no gremio do* prese-
ro*, ou n.. vexacSe. do infortunio ; no circulo dos a-
migos, ouno tropel das contradiecSes. ou das nimi-
'des; no remanto da familia, ou as aspere... do des-
terro; b ama imagem, qoe nos acompanha, e que
ie lanca para nos; que no. disperta, e nos ttr.be: he
a patria.
Se a natureza, pois, ligou to estreitamente por es-
te grande vinculo lodos o* horneo*, que povoio a Ierra
be evidente, senbores, que o maior de lodo o* *acri-
leg.os seria o esquecimento. a profanacio, e o aban-
dono de um objecto tio charo, e lio sagrado.
Se qualquer cidadio be urgido pela natureza meima
. cumprir os deveres, que Ihe ai0 im^Mig. p.r. ..
o seu pas ; quanto deveri obrar por elle todo*" bomem,'
que se achar constituido em um logar, que exige posi-
tivamente seus esforco, e 01 teui desvellos para me-
Iborar os destinos da patrio, que o invoca, e que de
HOTi.
Poucss horas me lorio coocedidas para a re.ci0
dette breve diMOrso, que, i pedido, de algn, amigo,
douaoprelo. a o primirn> q-je, !? ishs c;rrc-'
publica, recitei ne.1. v.tta, e polida capital.
Conheco a mioha in.uIHoienei., e reclamo por isso
mesmo s indulgencia doa meu. concid.dio*.
COMMERCIO
Alfandega.
KDIIIKHTO DO DU 7.................2:174iU5
DeecarregOo hoje 9.
BrigueEnieipriee'-cenio e pipa* v.siss.
Brigoe inglezHichmondcarvao.
PataehoMmelabacalbio.
PolacaBoa-lntelligenciapedra.
Consiliario.
quantu
ounbado, ja que nlo i.a meio de eicapar-ll.e,
111,111 redo niell.ur.
Eo vo dcio, Sr., dii.e llenrique.
Sim, ni..., deixa-nos, re.pondev Carlos, o como o.
calholioo, Henriquinho, vai ouvir a ruina por minba
inteiicin; eu ca fino para o sern.lu.
Henriqne fet a reverencia o retirou-ae.
Carlos IX,r antecipando aa queatSea que ana mii ti-
nha a d.rigir-ll.e.
Eenlio! aeiihor, diise elle, procurando levara,
comas a gracejar. Pardieu eatavei. a minlia espera
para me reprehenderdet, ni lie t fu irreligioaameole
falhar o voaao projectinho. Oh! quo pela murta il'un
d.abu eu ..lo poda deisar prender e conduir Baati-
Iha o l.umem quo aeabava de.alvar-me a vida. .Tamben,
i.io quera l.o poucu altercar com voacu ; sou bom fi-
Iho. E demaa, accre.oeotou elle em ro. haixa, De...
eafl.ga oa hll.os quo altrelo cun .ua. mii, lueuirmio
Franatocti II lie um exeioplu disto; perduai-ine por
tanto fraiicamente, e oonfesaai depoi. que o gracejo fui
perseguico ? quem os instrumenlos ? aquelle. 1
nos que, anda seis meses, gritavio contra todos
osado! de um outro partido; que quahfjcavlo a. .c-
V5e. mais innocentes de atrozes violencias; que em
ludo v.io perseguido, injustica, violencia e prepoten-
cia Fel-xmente. Srs. Bedactores, se emum momen-
to de illusio eu tive a innocencia de suppr sinceridade
eintencoes puras nessa horda vil etraicoeira, rstame
a coosol.cio de a ter conhecido em lempo e de ter .ido
curl. a mioba allucinaco. Tenho a firme eonviccao de
que o tnuropbo da maldade be sempre epbemero 1 ha
leis no Brasil, que protegen) a innocencia e vingi'o as
injurias, e quando aquellas forem observadas, quando
a raio assumir os.u imperio, eu procurare! a protec-
nu i.iteiro, que nos deria levar a urna grande de.co-
Ah temo, outra! uro plano......... p0, T0, fieai.
alrapalhada por um plano abortado, tos, uiiuha mS ?
Fareisoulro. Tinte, e uessos prometi en auxiliar-vos
Agora, anda, que me auxiliis, ja |,0 urde; por.
que elle esta advertido, e por-se-ba preciada.
Ora, loquemos nu fin. prinoipal, diiso o re Quo
que.xa leudes vos oonlra Henrquinho?
Tenho a queixa de que elle conspira.
S.ro, ja aei; he a vusaa eterna accionlo ; mas nlo
conspira todo o mundo pouco ou nimio neata agradare!
residencia real quo ae chama o Louvre?
Maa elle conspira
corros? Eis, senbores, a vossanosiclo I Posiclo, que eu
chamare ventajosa e eiii! Quanto he bello, (excla-
mase um gen.o.da sobarba, patritica e atilada Boma)
quanto be suave e honroso dsr os ltimos instantes
por aquelle pan, que me ega*albou entre os borneo,
pela primeira vea Dulce, et decorum pro patria mor
Sim: em vossas ios se Clloeou agora urna grande
parle dos bens, de que se torna digno o nosso paiz
mormente em ums quadra, em qu. tudo parece con-
vergir para um translomo final I V. como eleilore.,
leodei de nomear os repre.ent.nl. a desla smens e deli-
ciosa provnole. Ah e que Ihe pederis fszer de mais
ventajoso e 1 mportaote ? O bem, que resultar dest.
eleicio, ser! um apaoagio de gloria para vos: d metme
sorle caber-vos bis amaldcio eode.douro, se por
desgrasa vos desliaseis do trilbo, que s rssio e as ne-
cessidades do pas exigem, que sigis.
No meio das nuvens espessss. que se comecirlo
esp.lhar pela oossa atbmosphera poltica, he em verda-
de um auspicio de feheidade para nos e para a capital
terminarem nossos augustos Irabalbos, no meio da mais
pacifica e fiel fr.ternidade. O genio da intrija. que
impece, e que torva, ha tanto, tudo aquillo, que
pode concorrer para o nosso eograndecimento, nio ou-
sou, nesle sagrado recinto, levar i elTeito teus plano*
tortuoio*. Be.U, senbores. que vos penetris da votss
missao sagrada. Estai. eleitos. Quaolo. devere. a cum-
prir Que funece. lio venerand.s psra eiecut.r !
Ab I preparsi-vos para vos tornarde. de ferro a indis-
crelo e ouiadja do* solapadores da ordem publica ( eo
Tallo emgeral, e oio be o meu fim peronali*ai.) Im-
portunos, elles lerio de procur.r-vos, e de por em roa-
nobra tudo, que pde inspirar a corrupcio e e (alta de
RENDIMBHTO DO DU 7.
Geral...........................
Provincial................
D:;ims provincias
6:383*682
1:762*884
69*832
7:206*398
bem.
Senhor. dsae Calherina, V. mageslado se engaa ;
neo ae trata d nm gracejo.
Pu'r certo que ai mi que ora um gracejo eodiatt.
me cerregue, ae v. nio verde. a enc.ra-lo como l.l I
sennor, por vossa nolpa, deamanohastes um pla-
mais que nnguem, o he tanto
man per.goso, quanto nnguem o suapeila.
Ah lemos o Luurenii.io diise Carlos.
Escutai, disse, Catherina lornando-ie carrancuda
ao ouvir ste nome que Ihe recordava urna daa mais
sanguinolenta! catastrfica da historia floronlna: ea-
eutai, un meio lia de me provar, quo nio tei.l.o rasio.
^ c. qual be, minha mai?
Perjnnf.i a Henrique quem eatava eata noite ou
eu quartu.
Mu sea quarlo..... esta noite?
Sim. E so vu-lo elle disser.....
Se disser ?
lias ae entretanto fosee urna mullier, nos nlo n0-
demos exigir.....
Urna mullier?
Sin..
Urna mullier que malou doua homent, e ferio t.l-
vex morulmente a M. de Maurevel I
Oh! oh I dale o rei, o caso torna-.e aerio.
Ilouve sague derramado?
Trea tiomens ficrlo por Ierra.
E o que oejpox neaae estado ?
Escanon ato e salvo.
PRACA DO BECIFE, 7 DE FEVEREIBO DB 1846
AS TRES HORAS DA TARDE.
RRVI8T\ MERCANTIL.
Cambio Houverlo Iransaccde regulares no deturso
d semana, e estl firme 27 d. p \
Assucsr Vendeo-.e de 2*400 i 27S0 r.. a arrobi
do braoco embarricado; de 2*4001 2*700
rs. a dita do dito ensacc.do; a I 750 rs.
a arroba do mascavado embarricado; de
1*700 a 1*760 rs. do ensacesdo ; o encal-
lado a 1*300 r*. a arroba sobre o ferro do
brsoe i a 1*100, rs. oo mascavado; seo-
do a. Iransaccde. re guiare.
Algodio Pequeas Iran.accdes de 4*600 4900
rs., e rtpula-se o preco 4,1600 rs.: si
entredi, foriodiniinutnsim.s.
Couros sslgados Houverlo vendas regulares de 125 i
136 rs. a libra.
Azeile doce Vendeo-se s 2* rs o gallo.
Batata. dem 1V r.. a arroba.
Bacalbio Entrarlo dous csrregemootoi, que.etup-
pde teroblido cerc. de 12*300 r. pur
barrica.
Carne secca Ha muilo pouca no mercado, e de qu.-
Iid.de muilo inferior.
Farinha de trigo Cbegou um c.rreg.meoto de 2.000
- barricas de Baltimore, que anda nio foi
vendido,
lita de mandioca O coosumo (em augmentado, e
as vendas regularlo a 4*5rJb rs. o alquei-
re aotigo, lando entrado dous cerregamen-
tos, que se achia em ser.
Masas Vendrlo-se de 4jf i 4*600 rs. a arroba.
Vmbo de Cette dem a i I f rs. pipa.
Eotririo durante a (emana 13 embarcaefies e ssbrio
Calherina sabio, e Carloa fioou s, paaseandu dislra-
hido do um para o outro lado, atsobiaedo una marcha
do capa, com urna alo metida no gibio, e a oulra peo-
durada, que o. galgoa vinillo lamber oada vea que ello
parara.
Milito desasocegado havia Henrique sabido dnapu-
sento de sen eunliado, e era ves de seguir o corredor or-
dinario, tomara aescada fuada, de que uinia de urna
vea ie lera tratado, e que ia dar ao argundo andar. Ha-
via aubido apenas quatro degros, quando percebeo una
sombra na primeira volla, cuaruu levando a inao au uu-
Por og e M.gogl que era um bravo, di.se Car-lnhal; conheceo porm que er. urna mullier, uno coma
loa, o tendea rasiu, ainha mii, quero conheco-lo. Joi.graoada vo
.. ., que Henrique era lio familiar, Ihe du-
|*y Vu^ bem' o anle-m.0 vc-lo digo, nio o oonbece-|ae iravando-lhe da mo.
Seja Oeoa louvade, Sr., que ouvo as minhas sup-
plioaa, pois que vua vejo aiu e aalvo.
Que aeomeoeo ultu? perguiilou Henrique.
Sabe-lu-hes, quando enlrardea no voaao uputentn.
Nio vo. d Ortbon cuidado, porque o teoolhi.
E a dama deaceo rpidamente a eseada, licuando Hen-
rique como qoem o encontrara pur acaso.
Isto bu erfraordinario, diaae Henrique eutro si,
que he o que honve? Que monedeo a Urlhon ?
Nlo poda infeluiueuie ser a perguula ouvida por ma-
dama de Sauve, que ia ja longo.
Estou pronipta a cenlesssr n no ae engaara.
roa, ao raenoa por va de Henrique,
Haa por vos, minha mii. Esse homem nio fugio
assim sen. deixar algum indico, aeia quo Ihe viaaem aj-
guiua parte doa teus trajes?
Ubervou-se smenlo o espole oarroesim muito
elegante, que tioha .obre ai.
Ah ah.' capote oarmeaim, dsae Carloa, s oo-
nbeco na corle um, assas nota vel porque di uos olhos
I de todo..
JlMiamente, disse Catherina.
Eent.o? purgunlou Carloa.
Eaatarai-.ne aiiui. meu filho
|eu rou ver te aa minha. orden, e.tio exeoiitadae.
(C*s

le eiiitiodo hoja no porto 73 : sendo 2 amerioanas, 1
Ituitriaea. 24 bratileiras. 2 dinamarquesa.!, I bim-
Iburguezt. 1 beipanbola. U ingletai, 1 napoliUoa, 10
portuguens. 8 nas e 9suoee
Moviiuento do Porto.
Naviot etradoi no dia 7.
Baha; 13 da, brigue ingles Thoraai-Botteriby, da
333toneladai, capitio W.m Wbfte, equipegom 17,
e, lastro ; aq capillo.
R/o-de-J-neiro; 28 dis, Lrigae luco Obiron, de 280
loneladas, capitio P. M. Hjoitb, equipagem 13, em
laatro ; a La Bretn Scbrainm & Cowpanhia.
Val-Paraito ; 57 diaa, brigue inale Hebecca Jan, de
2lB tonelada!, capillo Peter Le Meuorir, equipa-
gem 13, curga guano ao capitio.
>'ew-Port; 48 dial, escunt inglen Baleyon, de 138
l nelsdis. capillo Williim AMey equipagem 10,
carg cirvio ; a M. Calmont & Compsnhia.
Babia; 9 d(is, barca sarda Oou Irmdn, de 232 to
noladaa, capillo JoSo Bptiata Geleio, eqaipagem 13,
em laatro ; a Johnstnn Pater & Cornpanbia
-Catbarina ; 42 dia, brigue braiileiro ero, de
193 tooalada, capitio Joaquim Pedro de S, equi-
pagem 13, carga larinhi ; Leopoldo Jos da Coa-
la Araujo.
Vacioi sahidoi no metmo dia
Rio-da-Janeiro ; barca braiileira Ftrmeta oapitlo
Narciso Joi de Sant'Anoa, carga variot gneros. Pi-
isgeiroi, o brigadeiro Joa Joaquim Cuolbo, Ma-
nuel Ignacio de Medeiros Regp Monleiro, Paulo da
Silta Pereira, Francisco da Silveira Martins Leal.
Antonio Joa de Abreo Ribeiro, Manoe.l Das da
Siln, Malaquiaa Venancio Porto. Jote de Xlmeidt
Cardozo, JotAolomo de Artujo e Silva, Joaquim
Jote Ferreira Braiifeiroi; Antonio Pinto Lope ,
Portuguet; Henry Rotbaa. Cortare Scholleby, Alie-
mies, e 24 etcravot a entregar.
Parahiba ; barca iogleta Pittcilla, capitio John Tey-
lor, em lutro de aiiuoar.
Aracaly; umaca braiileira Felictdadl, capitio Jol de
Freitai, carga (arinba.
Macei ; brigue baroburguez Priwxu-Royal, capitio
J. P. Temmei, em laitro.
Naviot mirados no dia 8.
A n ; 9 diaa. lumaca bratileira Carlota, de 64 tone
loda, capillo Joi Gooctlve! Simal, equipagem 9,
carga tal e couros; ao capillo.
Rio de-Jaoeiro; 21 din. barca iu ci Li-Innocence,
v 300 toneladas, capillo A. C Euqilrorfl. equipa-
gem 13, em laatro; a Le Bretoo Schramm & C '
S Catbarina; 34 diaa. patacho brasileiro Amaxonat.
de 132 toneladas, capitio Joa da SiUa Neves, equi-
pagHii 12 carga larinba ; a Jos Joaquim Antunei.
Paiaageiro, Justin > Jos Hamos, PoriugU"Z.
Mar-Pacifico, lendo sabido de Havre-de-Gnoe ba 30
met<; galera francets Noney. de 444 tonelada!, ca
pitio Tboi Jay, equipagem 26, carga aieite de pei-
xe ; ao capillo.
Navio* tahidos" mesmn dia.
Babia ; corvte de guerra Sete-de- Abril, cemmaodtn-
te o capitio-teoenl Manuel Maris Ribeiro Bulhdei.
Macei; brigue tueco D.-Thirea, capitio Elliai Hsni-
son. em Isstro.
Liverpool ; brigue ingle' Rtbtcea-Jant, capili Peter
Le Messurir, csrgo a meama, que trouie.
Genova; pol.ca aarda Ca harina, espillo F. Malsone,
carga estucar.
Slckolm ; brigue sueco Johan, capitio Weoder, car-
ga assucar.
Alcuhsc/a ; biate brssileiro 5 -J ot-Vencedor, capitio
Joaquim de Souta Gomei, carga varios seeros Pai-
sa ^im, Binlo Cirlol Je Mello Ignacio liento
Benlo Lms Ferrer, Pedio Goveia de Protos, Bmi-
leiroa.
Philadelpbia; barca americana Navarrt, capillo II. Co
le, carga assucar
Copenhagem ; brigue dinama rquei Imiftanutl, capi-
tio l>. R Vop, cursa assucar.
carioi e pesioas interessadas, t os houverem que a
cainita oa roa da Gamboa-do-Csrmo na eiquina
do becco, que vai para a ra dai Florel, foi denppro-
prieda i Joi da Costa Dourado o qoal se acha au-
seote em Portugal, 6 quu u preco da deaappropriaclo
he de 1:900/n. e esta, depoiitado no deponlo geral
deata cidade. E para que chage a noticia de todos ,
raandei pastar o presente que vai por mim auignado
e sellado com o sello deite meu juio ou vaina sem
ello ex cauta.
Recite, 14 de Janeiro de 1846 Eu Jos Juitino
Fernandet Sonta, eterivio o crevi. Jote Thoinax
Yabucode Araujo Jnior. Ao lello 100 rs. Va-
Iha sem sello tx causa Nabuco de Araujo Jnior.
eclaracoes.
mm O arsenal de guerra compra 60 lolhai de lati
em lencol; a pesaoa, que Ibe convier vender o dito la-
ti mande amostra do metmo e propotta em carta
lechada, a directora do metmo arsenal, ateo dia 10 do
andante mez.
Direotria do trienal de guerra 7 de fevereiro de
18*6. O escriptartrio Francitco Sirafco dt
Aun Carvaika.
Avuo importante nos colltctadot dot bairrot do Rtci-
ft, S. Antonio Boa-Vitta Afo/adot.
I O administrador da meta da recebedoria de rendae
genes interna! avila aoi clleetadoi doa bairros cima
dwlarailoi para que venhio pagar o imposto de eicra-
vos do baooo de decima de mi morta legei e car-
rinhoi, barcoade interior terrenos de mtrinbt pena
de ae proceder a executivo contra o omisioi.ie nio vie-
rem pagar oo prefio praaode 8dias da data deste :e
para que obegue a noticia a todoi Tapo o presente
Rece hedor ia 6 de fevereiro do 1840. Francitco
Xavier Cavatcanti d .ilbuquerqui.
Editaes.
O Illrn. Sr inspector da theiouraria dat rendaa
Iprovinciaet manda ftxer publico, que. em cumprimenlo
Ida urdem do Em. Sr. presidente da provincia, de 19 do
feorronte, irio praca novarneote no da 9 (boje) de fe-
vereiro, aomeiodia, as obras dos reparos da capella-
mr da igreja matrii de Jaboatio, lob o orcamento
de 4: l.'iO.OCO a incluido o augmento de 25 '/ em fa-
I vordo arrematante.
Os licitantes, debidamente habilitado!, compareci
I na sala dai sesiei da menna theiouraria no dia e hora
indicados.
Secretaria da theiouraria dai rendas provinciaeide
l'ernainhuco, 20 de Janeiro de 1846
Luit da Cotia Portocarniro,
0B1AS OM MATRISKI. '
Matriz de Santo Amaro Jaboatio.
Clausula! etpieiaei da arrematado
Artigo 1 Al obraa de raparoi da matriz da povoa-
|cio de Santo Amaro Jaboatio far-ie bio- conforme
I "remenlo eo'plano, approvados pelo Exm. Sr. pr-
ndente em 17 do malo de 1845, e pelu preco de
|4 150.000 rt.. que be o importa do orcamento aug-
[i(ntadode25 7a-
Art. 2.' Ai obrai principiarais no praio de dous
Imezr, e serlo concluidas no prazo de doze metes,
Jambos contados em conformidade do artigo 10 do re-
llulsmento das arrematacooi.
4rt. 3 Opagamento far-ie-ha conforme o artigo
['> Jo precitado regulameoto, sendo de 13 meses'o
Iprazo de retponiabilidade
I 4rt. A.' Pira tudo maii que nto ella determint-
lons presentes clautulat especiies, leguir-ie-ba io-
('"farnente o que diipoe o precitado regulamtnto de
["de julhode 1843.
R-partic5o dai obrai publica!, 23 da dezembro de
l'". o engenbeiro emebefe,
Vaulhier.
Avisos maritimos.
Pin o Rio de Janeiro uinr com brevidade o todi-
to veleiro e forrado de cobre brigue braieiro Ledo :
queui no mesmo quizer carregtr, ir de piisagem, ou
mandar escravos a (reto, falle com Gaudino Agoilinho
de Barroi, na ra da Crux, n. 66.
wPara o Rio-Graode-do Sul lahiri com brevidade.
eainda recebe carga, panageiroa, e eaeravot a frele, o
brigue-eicum Bella- Virginia, da cooiigniQio de Nti-
oimento Scbaefler & C.
= Para Lisboa pretende sabir,por todo corrate me,
o. brigue portugus llecultt. para gargt e pataagei
ros, trata-te com o canillo ni praca do Commercio, ou
com o consignatario Thomst de Aquino Foniect, ni
ra do Vigaiio, n. 19.
='Para Lisboa sai, impretervelmente no dia 11 do
corrento,o brigue portugus Concr.icio-de Marta; sin
da recebe passageiros, para o que tem osmelhoret com-
modoi: trata-se com o capitio na praca, ouoomo
consignatario, rus do Vigaro, n. 19.
Para o Ar?"*y be at o dia 15 do correlo ,
a sumaca S.-Anlonio-dt-Padua por ter a maior
pirte de ieu carregamento prompta : quem nella qui-
zar carregar ou ir de passagern dirija-io a ra do
Vigario armaiem n. 5.
= Para o Porto tai, com brevidade por ter par-
te do carregamento prompta a barca Etpirito-Santo:
quem na metma quier carregar, ou ir de passagern ,
ptra o que tem escolenles commodos, dirija-ie ao
leu consignaltrio Frtooiico Alve da Cuaba ni ra
do Vigario. ou na pracs do Corpo Santo a* capitio ,
Rodrigo Joaquim Correia.
wmmmmmsBs i n
Leila.
- M.* Calmont & Cornpanbia fario leilio por in-
ierrencio do corretor Oliveira d um lindo lortrmen-
to de fdiendsi ingieras, prximamente importadas e
todaa propriai do mercado : terci-feira 10 do corren
te ai 10 horas da manhla em ponto no seu aroia-
zem largo do Corpo Santo.
~- P
% visos diversos.
\0 doutor Jote Thomat Nabac oVs Araujo Jnior,
fidalgn eavatltiro da cata imperial. cacaUtiio da
orttmde Chruto, juix dtdireilo docive detta o>-
dode i uu termo, por S. M. I., quem Utot
guarde, etc.
f publico,pau toahecimcBto dot caiom ljpotlte-
Na rut Direit, sobrado de um andar n. 56,
preoita-te deuma ama de leite que o tenba bom e em
abundancia e sem fillio.
Perdeo-se no dia sabbado, 7 do correte, das 5
para as 8 hora i da tarde, da igreja da Conceicio dos
militares, na ra Nova, at ao porto de embarque da.
ponte da Boa-Viila, urna carteir* decapa da niario-
quim encarnado, forrada de asul, lendo dentro urna
cdula de 100* rs. branca duas Je 50/ n., dual de
10* rt.. e man urna porcio de5, de 2j edelri.,e
jma ledra de 34Sl ti., acceita por Victorino Teneira
Leite, eom recibo, oai coatat da meama, de 200# ra., a
Itvor de Jos Antonio de Magalbiea Bastos, e um re-
cibo da aubieripcio do Diario de Pirnambuco ; quem
tebar qui/er restitu), pode leva-la, nt rut dai Cru-
zri di' S. Antonio, o. 28, legundo tndtr, que ser bem
recompensado.
Na ra do Vigario o. 33, primeiro andar, ba para
vender urna negra de 17 annoi; eoainha o ordinirio ,
engomma calen e carnizai lolfrivelmente.
=Vicente Joi da Coila fiz publico, que no dia 7
do correle denou de ser caixeiro do Sr. Antonio
Ferreira da Cotta Braga.
Anna Mara Roi> retira-ie pin a Europa.
=r Quem precisar de urna ama secca para urna cata
de pouca familia a qual be muilo babil para todo o
ervigo. dirija-te a ra de S. Francisco p. 4.
= O prelessor de grammalica latina do collegio dai
res morador em Olinda declara estar aberla a res-
pectiva matricula.
= Jos de Almeida Bitancourt uilira-io para Lisboa
a tratar de tue linaje.
A luga-ie urna can terrea na roa do Mondego ,
com comniodot para pequea familia, com quntale
cacimba : a fallar na botica da mosm'a roa.
= Camilla Candida dt Costa e lut filba Hermini
vio pira o Porto.
i Una mulber bmileirt de muito bot conducta
se offerece otra aer am de urna cata de bomemAiltei-
leiro ; a qual engomma cote e arran|a toda com
perfeifio i quem de seu preslimo se quizer Militar ,
dirijs-ae i ra do Aragio, 36.
rr Urna ptrteira apprcTsis sSsbco ao 'rwpcilMe!
iublico'seu prettimo : oo pateo do Pinito n. 5, de-
ronle do oitlo dt relinaclo.
A aula publicada latim do btrro dt Boa-Vista
icln-ie em leu exeroicio deide o dia do correte; n
pesioas, que quierem matricular ieui filhoi, entendi-
le com o respectivo prolesior, oa rut Velbt do met-
mo biirro, n. 65.
= Di-te dinheiro a juros tobre relogioi de ouro e
traocelini, obra moderna ; na ra das Flores o. 18,
ottt de relojoeiro.
Chegou o muito superior doce de
rac, goiaba e banana, na ra do Cres-
po, n. 14 terceiro andar e na ra das
Cruzes venda de Joao Jacintho.
No dia nbbado 7 do correte mei, furtirlo di
rut Direita do corredor di cata n. 119 um pobre
eorreio um lurrio de palle de cabra prelo de urna
para don horas da larde contendo ama rede cober-
tor calen, jiquatt, camisa, urna cdala do dout
mil rs. umat carias, 2 ou 3 diipontai promplas. (J
dito eorreio s exige as dispensas que podem ser lau-
cadas por baiio da porta da dita casa e ficari aindt
agradecido e Um bem as cartas.
Uffereee-ie um moco, que tem ti necessiriat
htbilittcdet, para escrevor em tlgum cartorio oa es-
criptorio por proco commodo ; e tambem te offerece
para caixeiro da ra ou de loja apresentaodo fiador
tobre sua conducta: quem te quizer utililtr de leu
prettimo, annuncie por ettt folba ou dirija -ee ao
bairro de S Antonio, can do doutor Alcanforado.
= OSr. Jlo Joi'de Gouva morador em Cari-
rit-Novot, e que veio para eita cidade a procurar um
sitio ooi tuburbioi, pira onde traniferitte a sua reti-
deacia tem cirtii deiui familia na ra doQueima-
do n. 27.
Di-ie dinheiro a premio meimo em pequeas
quiotiti com ponhore de prata ou ouro: nai Cioco-
Pontii, n. 134.
- Aluga-se o primeiro andar do so-
brado da rtta da Senzalla-Velha junto
ao Sr. Lasserre, com commodos para
grande familia, e muito fresco : a tratar
na ra do Collegio n. 14, 'segundo an-
dar, ou no armazem do Bacellar^ no lar-
go da Alfandega, com Jos Marcellino da
Hoza.
Gaetano Pinto de Veras, lendo no
Diario-Novo, ns. 23 e 39, o annuncio de
se fazerem vestidos para senhoras e roupa
para meninos na ra Direita, n 120, pri-
meiro andar, suppoe ter hitvido engao
no numero da casa, e declara, que elle alii
mora, e nao mandou lazer, netn autori-
sou que se fizesse. semelltante annuncio
Vlanoel de Souza Kapozo compra
o Diario de Pernambuco n. 274, de 19
de Dezembro de i843, rio qual*f-)i publi-
cado o generoso compromisso de Minio
Mura deSeixas, isto he, nao offendendo
a dignidade da personagetn,a quem foi ou
torgado.
= Alugt-te o primeiro andar do lobrado do largo
do Terco o. 20, com commodos para grande fami-
lia com quintal e cacimba : a tratar no aegundo an-
dar do meinio lobrado.
Aluga-ie o leroeiro andar do tobrtdo n. 2 da
rut do (Jueimado esquina do .becco do Peixe-Frito :
a tratar na loja do mesmo lobrado.
* Casa de commisso de escravos.
Na ra Direita, n 3, sobrado de 3 an-
dares, defronte do becco de S Pedro,
recebem-se escravos de ambos os sexos,
para se Tenderen de commissao n5o se
levando por este trabalho mais do que 2
por cento e sem se levar cousa alguma
de comedorias ; offerecendo-se para is-
to toda a seguranca precisa aos ditos es-
cravos.
Aluga-ie, por eipico de 5 anuos todt a cist da
roa Direita o. 27 tubjeitsndo-se o aquilino a 'a-
ier ilgunt concerlos, de que ella neceiiita: quem 1 pre-
tender dirija-tea ra do Hospicio n. 14.
Alugio-te dous pelos pedreiros e 5 ditos nr-
ventet por preco mdico: quem precisar, diriji-ie
rut do Crespo n. 15.
__ Precisa-se de 3:000 rs. por lempo de omanno,
com hvpotbeca em um predio livre e desembaracado ,
psgando-se o premio todos 01 metes : na rut da Priit,
tramen) de carne n. 30.
OSr. Manuel Jos Pereira do Amorim deixou
de ter caixeiro de H.'Callum Compaohia desde
dia 26 de Janeiro ultimo.
= D-se dinheiro a juros lohre penbore, motmo
em pequea! quantiai; na ruado Rangel, n. 11.
No cercado do titio das Rozeirai do major J
C. de Moura appareeeoum cavallo, fgido, de ei-
Iribarii, bailante gordo ; quem for seu dono,'dan-
do 01 sigoies cerloi, Iba lera entregue.
Precia-se de umt ama forra ou captiva, que tenba
bom leite, para criar urna meninat na ra Direita,
n. 112, segundo andtr.
Alagase um eecrtvo ptimo padeiro, por 12,000
rs. menean: na ra dasTriocheiras, n. 46, 1.* andar
Continuicio da Mita dot livros, que te tchlo 1
renda em a ra de S. Francitco, antigamente Mundo-
Novo, n 66, 01 quaet vendem-te ou trocio-ie por
outrot quaetquer, com tanto quenio Ibea faltem folbat,
teja quil for o leu citado : Arilbmetica de Betout,
Sellada Ittint, Fedrode difiere o las edicto!, Mtgnum
Lexicn, Saluilio, Virgilio. Tito Livio, Carln de
Cicero. Horacio, Terencio, arte potica de differentea
aatoret, Gradui id Psrnitum, Coroelio Nepote, dio-
eionarioa Calepinoi. Ovidio, opera, em 4 foiumet, die
oiooario da fbula, arte de gramoiatica latina dividi-
da em duai partei.
Oabaixo aaiignado, tendo de retinr-se para f
II dt proviucia, cvtu sut uiilia, te Jh faz prego
vender a 101 vend n. 58 da roa da Santa-Cruz da
Boa-Viita a dinheiro ou a prazo ; a qual tem booi
commod 11 pan fimilia : vende miit tret eteravn
boai tem vicio nem achaques sendo urna negra de
nacto, co/inheira; urna cabra vendedeira de ruae perita
lavadeira ; urna mulatinhade 13 annot, recolhidt em
can : a tratar oa mesma venda.
Joi Soare Pinto Correia.
^ Jos Ignacio Pimenta embarca para Porto-Al'gre
na Flor-do-Sul leu cibrinha de nome Jos, de idade
de 14 annos.
Aluga-se o. primeiro andar do lobrado n. 26 do
Atierro da-Una-Visla com muito bom commodos e
fresco, e a loja n. 17 por preco comm>do ; o pretn-
danles podend dirigir-te a fabrica do licores do mes-
mo lobrado, o. 26.
O padre Jos Malhiai Ribeiro tem tberto em tut
cita, na ruada Auumpclo n.30, urna tola de gramma-
tiot latina : quemquiser tervir-se do leu prnlimo, di-
rija se 1 casi cima.
- Joaquim Pereira%ranlet mudou a sua loja de
calcado da praca da Independencia pira delronte da
meima ni. 13 e 15.
Joi Antonio Marquea ftz iciente ao publico ,
qaeoSr, Antonio Joi Fiteve Guimiriet deixou do
ter teu ctixeiro, deide o dia 4 do crrante.
AVISO AO PUBLICO.
O tntigo encadernador que trabalbou na praca da
Independencia existe presentemonle na roa doQuei-
mado pastando a esquina do becco da Congregarlo ,
luja n. 43 aonde fa< toda e qualquer eoctderntclo ,
prometiendo brevidade enmmodidade e polidei .*
tambem tem liviot brancoi i promptos de virio! lor-
matoi; pastas para secretaria, ditsi pequea! para me-
ninos ; algum livroi da preparatorios imtruccio e
&o. ; papel de Hollanda dito pan musict cartas ,
ttbotdat, pautas e mais....
Precisa-se de um homem para estar em um sitio:
quem estiver neitn circumitincitt, dirijt-ie a N. S.
do Terco n. 16.
=x Precin-ie deomt ami de leite forra, ouctptivt,
pan criar em umt can capar ; na rut larga do Roza-
rio n. 39.
Oabaixo auignado fax publico, principalmente
aos pas de teui alumnos, que,deide do primeiro de fe-
vereiro correte a iui residencia e aula de primei- 1
rat lettras da ra da Concedi da Boa-Villa lie na
travest do Veras (do meimo Oairio ), no sobrado n.
13, contiguo to Sr. Victorino Jos de Souzt Travisto*.
Policarpo Nunet Correia.
Lotera de S. Pedro llartyr
de Olinda.
Nio lendo sido possivel effecluir-ie no dii 30 do
prximo lindo mee o andamento dai rodas desta lotera,
como le havia annunciido, por existir linda por vender
um creicido numero de bilbetei, cujo valor tobe a pou-
co mais de melada da lotera, o que se deve attribuir i
continala do pattimento da fetta ; declara o respecti-
vo Ibetoureiro, legtimamente autoritario, que tem
transferido para o da 26 do crranle mez o lobredito
andamento, bem convencido'que, ou espato de lempo a
decorrer at ene da, ot amadores deite jugo concorre-
ra a prover-ie de bilbetei nos lugares ja publicados.
Joaquim Jos Lopes de B uros Cabral.profetior Je
deienho e pintura, faztcientaa seut alumnos, que, no
dia 10 do fevereiro abre a tua aula, e 01 previne bajio
de comparecer na ra de Apollo, o 20, dai 9 tt 2
horas da manhla.
Presos daa mensali fadei: dexenbo 6 000rt. ; pin-
tura 8.000 rt : deienbo de architetura 6,000 rs.
- Aluga-se urna casa de sobrado de
quatro andares, na rua do Trapiche, com
um grande armazem, com rnuito boa vista
para o mar, e muilo fresca : trata-se na
rua da Aurora, n. 58.
Alugs-ie upa casa terrea na rat da Soledade ,
eom duas talas 6 quarloa corredor ao lado, cos--
nba fdra quintal murado e outro cercado cacimba
de muito boa agoa de beber; a tratar na rua da Auro-
ra n. 58.
Aluga-se urna cata lerna na rut ilrai da mtlrit
diBot-Vitti, com duainlii, 6 quarlos, corredor ao
lido to/inba fra, quintil ando e oulro cercado ,
cacimba com muito boa agoa de beber: a tratar na rua
da Aurora n. 58
Na roa Nova, n. 26, precia-ie de officiaei de al-
fa ia te.
= Na roa da Cadeia do Recite, n. 46, ba urna gran-
de quantidade de chumbo de manicio de di Arenle!
qualidadei e igualmente um lortimealo de muilo
excelientei vinbos do Porto, muilo velhos, Sherry, Ht-
deirt Figuein, Lisboa, Bruiellas Cltret, e muito
bot ago'ardenle de Franca tudo por preco commodo.
Agencia de passaportes.
Nt rua do Collegio,bolica n lO.eno Atierro da-
Roa-Vista loja o. 48, lirio-ie pasiaporle para dentro o
forado imperio,attioi como detptcbio-seescravos:lado
com brevidade.
AZEITE de CARRAPATO.
Vende-se todo o auno, cm
grandes porces e s caadas,
vonlade do comprador, e
sendo de 200 caadas para
cima cien por cento nienos :
no deposito da rua da Senzal-
la-Velha n. 110.
Compras.
= Comprio-te duit eirnvtt, de idade de 15 a 20
noot, bem feitn que teji bou cottureirit; adver-
lindo-se que umt be para lrt di provincia : no Aier-
ro-di-Bot-Viita o. 37. primeiro andar.
Comprio-ie pin fra da provineia, escrtvoi
de 13 a 20 tonoi; tendo de bonita! figuras pigio-M
18 : n rua da Cadeia rl S Antonio, sobrado de um
noar de vartndi de po n. 20.
Comprlo-te dout eicravot, um nedreiro e ou-
tio carpina para urna encommende do Rio-Grande-
do-Sul ; nt rut do Collegio armaitm o. 19.
V


*
^
"
Compra-se nm preto de meia idide que saiba
trabalhar em sitio; na ra da Mangueire, n. 7.


Vendas.
= Vende-se ama caa terrea eom quintil e portlo ,
na ra da Cinco-Pontas, n. 67 : a tratar na meima
cata;
= \ende-so meia daiia de cadeirai noval, de an-
gico por preco commodo : na ra de Hortai, n. 3,
defronte da venda do Narciso.
= Vende-se plvora muilo inperior, chegada pelo
ultimo navio de Londre, dn trez bem condecida* qua-
lidadei F, FF, FFF; em caa de Frederieo Robilliard,
ra do Trapiche-Novo n. 16, primeiro andar.
= Vondese urna preta, de 17 annos, boa para
vender na ra por a isto estar acotturaada; urna ca-
noa aberta que carrega 600 a 700 lijlos de alvena-
. ria : na ra da Praia deS. Rila n. 25.
=?= Vende-se urna escrava erioule de 22 annoi
cozinha bem o diario do uma'casa, engomma liso, nlo
(oge o he muilo Bel, d-se at a contento ; um pre-
to ja de idade : na ra Nova, n. 37, legaado andar,
do manhia at ai 9 borai, e das dual as 4 da tarde.
= Veadem-ie corles do cambraia esccete de to-
das ai edres, padres milito modernoi, pelo barato
preco de2000 rs. ; dita em varas, a 400 n.; panno
chines de quadroi para vellidos e jaquel a 240
rs.o covado; madapoloes entestados finos, a 5800
rs. ; persa de bretanlia de rolo com 10 varal a 2l
rs.; casia-chitas, muito final, de liltrai e chadrezei,
240, 280 e 320 rs. o covado; merino fino de dun lar-
garas polo barato preco de 1280 rs. o covado ; chi
tai final para ooberla, a 240 ri. o covado; cortes de
chitai enviazada, muilo lindoi psdroas, a 4200 n.
ditos, a 5500 ra. ; brim truncado branco muito en-
corpado a 560 rs. a vara ; e outrai muitas faienda
por barato preco : na ra do Crespo n. 14 loja de
Jos Francisco Dial.
Vende-se urna escrava criolita, de
figura a niais linda possivel muito sa-
dia sem vicios, nem achaques ; a qual
lava de varrella e sabo, engomma liso,
cose, faz renda, e coiinha o diario de
urna casa : na ra de Santa Rita, n. 85.
= Vende-ie superior farinha de S. Gatbarina
bordo do brigue Ntro tundeado dafronte das esca-
dinhai.
= Vendem-ie dous trancelini, cordei, botdei
um annel de brilhante nm par de brincoi de diaman-
tes tudo por preco commodo ; na ra das Floros, ca-
sa da relojoeiro n. 18.
=Vende-se um moloque de idade de 16 annoi;
de naci bom coiinheiro ; uaa mulatinho, de 14 an-
noi ptimo para ptgem ; dual negrinhai, de 14
iGannos, com principioi de coitura u engommado ;
urna cabrinba, de 13 annos; 4 escravos de naci de
bonitas figuras ; urna parda ptima para ama de urna
caa : na ra Direita n. 3.
A't doceirai.
Vendem-ie hcelas de pinho, propriai para trans-
portar doces, muito baratas ; no Aterro-da-Boa-Vis-
ta loja n. 48.
= Vende-ie farinha de mandioca de superior qaa-
lidade em saecas ou alqueires por menos preco do
que omoulra qualquer parte ; assim como gamelas de
differentes tamanhos: no arco de S. Antonio, n. 2,
loja de Hanoal Jos Goocalve Braga & Compinhia.
Vendem-ie ladrilboi de marmore ; na ra da
* Crui, n. 9, caa de Oliveira I/mlos & Compaohi
Vendem-se as melbores sarjas lar-
gas e bespanbola, por preco commodo ;
na pracinha do Livramento, hoje ra do
Queimado, n. 46.
=Vende-semilbo a[2560 e.3200 rs. o alqueire
pela medida velha ; saecas de arrot pilado ; dita* de
feijao mulstioho ; ditai de farinha ; barril com mel,
cheioi no engenho ; todoi estes gneros sio proprios
para embarcar, por sua qualidade ser muito boa : na
ra da Cadeia do Recife n, 8. .
=Vende-se a venda darna da Cadeia do Recife n.
1: a tratar com Jos Gopcelves Torres.
= Vendem-se excedentes charutos de regala em
caixinhas. por preco commodo ; em casa de Novaes &
Gompanhia ra do Trapiche a. 34.
=Vendem-se laceas com fareloi, vindosde Lisboa,
ao mdico preco de 2800 n. a aacca ; noarmazem do
Braguei, ao pedo arco da Concedi.
= Vendm-*e cortei de ciua de cor, a polka a
2600 n.; cambraia liga a 320. 480 e 900 n.; brim
branco de liitrai, superior, pelo baralo preco de 280
rs. o covado ; lencos brancoi pintados grandes, a 260
rs.; tarlatana a 3200 r. o corte; chitai linas escu-
rai, a 160,200 e 240 rs.; 'panno fino preto a 4#
re.; lencos de leda, a 600, 1400 e 2000 n. : do Ator-
ro-da-Boa-Vista loja n. 14.
b* Vendem-se duas moradas de casas, na ra d
Guia sendo urna de sobrado e lotSo com sea quin-
tal e cacimba chios proprios o. 9, e a Otf.ra terrea,
com solao e fundos at a ra de Apollo n. 2
da Moeda, o. 7, a tratar com Leopoldo Joto
Araujo.
Potassa americana
de -muito superior qualidade vende-se a 250 n. a
libra ; no armasen] do liraguez, ao pao arco da Con
ceicio. '
Vende-se potasia americana, ltimamente che-
gada em barra grandes o peqienes; retacos pretos,
de
permacete .
godlo grosio para laccoi; todo por preco
, em cata de Matbeui Anitini & Companhia
Alandega-Velha n. 36.
= Vendem-ie moendes de ferro para etigenhoide!
laucar, para vapor agoa e beatas de diferios tama-1
abe* por preco commodo ; e igualmente taixai do
ferro coado e batido da todoa o lmannos : na pra-
ca do Corpo Santo n. 11, em casa de He. Calmont.&
Companhia ou na ra de Apollo armazefn, n. 6.
Vwdc-ie i rabila ua sisa Direa do* Aogawi,
n. 42 com pouco* fundos, e bem acreditada : a
tratar na eneeaea venda.
= Veadeni-ae 6 esclavo* mocee, benspara o traba
na ra
Coita
Ibo do campo e da praca ; dona mulatinhoi de 12 a
16 annoi, tons para pageni; 4 pretil com boas ha-
bilidades, e ama engomma e cozinha bem ; dual di-
tai boaaquitandeiraa ; duas pardas ja de idade, pti-
mas para amas de casa : na roa do Crespo, n. 10, pri-
meiro andar.
Vende-se potassa ameri-
cana,
chegada ltimamente, e de superior
qualidade em Larris pequeos, a a5o
rs. a libra ; em casa de J. J. Tasso J-
nior.
Vendem-se 11 escravos, (ando 2 pardos, 3 pre-
tos una begrioha urna cabrinba doui molecotes,
a 2 mulatiobos ; no largo do Corpo Santo, a. 23
tratar com Antonio Rodrigue Lima.
BOM E BARATO.
Vendem-ae, na roa do Crespo loja nova n. 12 de
Jos Joaquim da Silva Maia, as seguintes fazendis
brim de linho com listras aio.es, a 280 rs. o Covado
eita faienda torna-se rfluito recommendavl a todo ho-
mem de cilicio tanto pelo diminuto preco, por que le
vende, como por sua escolenle qualidade: brim bran-
co trancado de linho muito encorpado a 1280 re-
vara ; dito liao muito fino imitando panno de linho;
a 529 rs. a vara ; casimiras elsticas pretas e de co-
res a 1000 re. o covado ; tarlatanas de novo gostos,
pelo mdico prego de 4 re. o corte ; cortes de collete
de seda padrfles muflo delicados, a 3300 rs.; fuslSes
de cores, a 800 rs. o covado ; brim francas tranca
do, pardo, a 480 rs. a vara, vallado de cores para col-
lete a 3200 ra. o covado ; lencos de setim para se-
nhora de gosto o mais moderno a 3j rs. ; ditos para
meninas, a 800 rs. ; cassa-chitas de bons padrdes ,
320 rs. o covado ; riseado francez, proprio para ves-
tidos e aquetas, a 220 e 240 re. ; damasco de lia
com 7 palmos da largo muito proprio para cobertas de
camas, a 2000 rs. o covado ; riseado escoces, muito
proprio pira chambres a vestidos a 320 is. o covado ;
franjas para cortinados, esda peca com 15 varas a 4j,
4500 e 5j rs.; zuarte azul com 4 palmos de largura a
240 rs, ; cambraias adamascadas de cores e brancas,
4000 e 5000 rs. ;" meias ingleai de seda para lenho
ra a 3000 rs. ; ditas para iomern pretal e de cre,
a 2000 re. o par ; cortei de chitas de assento branco,
com 13 covsdos, a 1600 rs.; alm deltas fazendas, ha
um sortimento completo de castores para calca* de
chitas para veitidoi, que tudo lera vendido por preco
muito commodo.
Vendem-se duss.negrinhai, sondo orna de 12
annoi e a outra de 13 com principioi de coitura e
de boa conducta : no largo da matriz de S. Antonio
n. 4, aegundo andar.
= Vendem-se 12 escravos sendo 4 pretas lavSo,
engommo, cosem e cozinbio ; urna parda com dous
lilhos de 6a 7 annos ; urna negrinha de 10 annos
urna parda de 24 annos cose, engomma e cosiqba
dous pretos, de 20 annos, sendo um carreiro ; um
pardo de 16 annos, propino r "gerr); tudo
preco commodo : na ra da Cruz, n. 61 ou na roa
do Trapiches-Novo n. 20.
= Vende-se urna escrava, por preco commodo
com estatura regular, engomma lava coiinba, faz
renda e mais algumai comprai de ra; na ra do
Jardim n. 30.
=Vende-se mana phosphorica, a 1000 rs. a onca
a quem comprar de 5 libras para cima, se ensinar a fazer
mechas de tirar fogo gralii; na ra dos Quirteii ,
n. 11.
Na fabrica doi engenheiroi e machinistas M. Cal-
ino) & Companhia ra do Brum, ni. 6 e 8 vendem-
se moendaa decanna, de divenos tamanhos, para agoa,
ouanimaei; e tambem se concerllo por preco com-
modo. Na dita fabrica igualmente le recebetti encom-
mandas pin mandar vir toda a eapecie de machinaa di
melhore mais moderna constraccio.
Vende-se, na fabrica de licores de Fre-
derieo Chaves, no Aterro-da-Boa- Vista,
n. 26. :
Ago'ardenle de Franca caada 960
Dita do Reino 800
Dita de anis 640
Dita de canella 640
Ditadecravo 640
Dita re Lima 640
Dita de mil florea 640
Espirito de vinho 1006
Genebra
Dita embotijada 4M
Licores de todas is qualidade* e todos os preco*, com
ricas tarjas.
Cbaropes finos para refrescos, e da verdadeira resi-
na de angico muilo bom pareas molestia* depeito.
Mecha* phoipborioa* em macos de 100 e 150, a
20 rs. cada mago.
Chocolate de primeira qualidade de saude bau-
nilbee canella a 400 rs. a libra ; dito ferruginoso ,
a 1000 rs. a libra e a quem quizer comprar em arro
bas se dar por proco muito commodo. Para raaior fe-
cilidade dos compradores acba-so um deposito de
chocolate na ra da Cadeia loja de chapeos n. 46,
de Candido Jos de Sales.
ase Vende-se urna cabra (bicho ) com muito batn
leite muito bonita, cor preta ; 16 cepoi de pedria:
em N. S. do Terco sobrado n. 16.
- Vende-se un pardo pedreiro ; um dito para pa-
gem de bonita figura eetn vicio algum o que ae
garante ao comprador ; urna parda com nm filho ou
sem elle moca a da boa figura ; um preto crioulo
a 240 n.; tilharim a 220 n. ; manteiga muito no- ochado; macolla nova a 240 rs. a libra: o preco do I
va, a800e960rs.; dita franceza a 640 n.; dita de I todos estes remedios he mu razoavel, e os bons [.I
poroo 140 rs ; paisas, a 360 re.; toucinho aleudados da sua applicacio hequedevem fazer a iu,]
apologa.
Na
280 rs.: na roa do Rozario, venda, n. 47.
Continulo-ie a vender chapeos finos de castor,
a retalbo ; na ra do Trapiche-Novo, n. 5 eaia de
Joto Stewart.
)0D0B eidmas jibi os
D| ep ogtoiajio sBiopmduioa io onb ogsiimmoo lanb
-|snb enb s soqaijaisq lo&eid lod sopipuaA oidores
ojias 'oeuo|3uam oeu es enb sojjniu soijno o so8i)in
opiuopuatu so snb 'oai;qnd [aitiiadiei o ei-aiieapv
sl|oiBios saauuq s*paj a aaqijnSjds iunlia|
sajasan,;p meo so||sisuie a sosuaiq ioi|ej sao|i8
! azoi ep 193 e o||ai*ine 0|p '. ojisuso o o9it|' osutJq
eiaioi i sopipioq a sos]| sieuiqoq o oqui| ep 0|j
! ssin9ii| si sspoj apsosiq ep oiaemiiios inoq eloqa
-ai e orearon and |os ep loadsqo 10199 miaoq ep sop
-dmajs sojtp is p a jaidifj op aoi ep 'taire p
'a|sid apsi ap iodb| : ejuny id soppaj' sopaAnujoB
inis >0iq siaiapoin sbzboubjj iiiiuiisio sioq *op
-jiioi msq soag loousd lios sp upes s ivjiis )S|
-|od Bisd osiuj ep mijos isai^s-iiini o miisuiita sox
-noi sosmiq 'ssnzi 'sopia* isi)sjai .' lozasoots sOiip
' misauJBO 'sspiSA saioo-siinj 8o*i| 'sa|ds^ ep 1018
! apai ep as|iq3 iosii epui|Q a e iszosooie isoipad
moa 'aioqne* aiad mires ep ssjoiui apjnemjjioi inntq
'iipnsicj wjipoiqoi ssp m|V ini "M aojOasoj
-10 a |m snop a o5am|t op oremioj o moa' apoiijoq
t;eui opui8ug [sdad uioq opesos o 'si *)as)io 0 soj
-ues oijanb e 'sosn 1011.no o soqnuies Muoj sajstn
iiiqos and sotidod 10191 isiaaieijip mos oipo9|
a a;| ep losiaorep notjtd ijei epepijinb epanSai
ep sojip sssijvd baou a apsi opuiSng. B|8 ?P
-o9|B a topezjitm BisAimiid sp sojip risated sai) a
, v//S sp soiip -si |iru snop t t/t 8P '1!P n9*1*(l
asoo a 'oqoamf) ep f/g moa ag ep is|aqa ; red o sao)
-oa azop ineuioq eiad svudod aisossg ap ou ep
seauBiq sssni jed apts suejou stop e aioqnas aied
iiHnil aanr. moa o innan ma* eiaid toas ep taan
i a iba s opaznis e' opipijanb |a*iinoi op tpa|aa 19a
1 mos seiaeiediaei] ss iijiiqmes opasos o ase)
-id 1 oeuiji ap eiod e sepidiutiso lactipvd lonno e
iBitst| 'sopnim soquimsj si8it| 'suaonaij seiiqe op
-bad o snaiois ezop a sosoa ssoipsd rei)ii| e soip
-snb moa 'zipiqa sp sezasuiij sopasiu opvAoo o susj
-oa saou s saiy sioo mos oquij o ofpoBia a topre
-ai 'Bin8is| ep ioOr|id f moa soquipnim loqnipisiii
!mn apis irjsiuu ezop a 'apoi iiSou a imij 10193 isip
-tqs sp *oina| mspust 01 urqmv) : lopaaSiiap oiiaqa
ogA enb io8ijib sjbui so sopoi oiihi tueq o '. tzsiniBu
S]niq|smei ep oiiejsp tosu biiiab mea) oga seiiqo
sspeaopuaui i* snb 'ss-eietsn e '. s;mOaoos o|oi)tid
enb' siiiimtj np om o eitd iisiipaemaioosj ojinin ogi
oiijjode'niaii S0)u*||B3X8'i^aMBpSieipn9i 'looaad
suoq mea) ssijqa seijpoiqoi 1a : opasoo epas aaered aiem
sp oisid opsispom oe OSVKT 0(1 01H380B 30
SV1IHD 8s-tnspoei oinoaov/ -ssp oaia o liad ojubij
a uioa 'oi8s||0[) op sni ap eambso piloiafj
= Vende-se urna linda escrava parda de idade de
25 annos com toda 11 habilidades para qualquer caa
uviii mi,lvi uv uuiiimo iiKUia. ,
'Ou. Ul
la em DanragramKS e peqaeaoi, .ov Vmw, ~. v------------ -o. r
seds da India; aetim nrato sle xMacio ; velas de es- de bonita ligara eem vicios : a roa da Cadeia da
mcete de 4, 6 e6 em libia ; cera amarelta ; al- S. Antonio, n. t deposito de fannba.
Vende-se superior essencia de aniz
commodo
na ra d
em garrafas de ao on9as, por preco com-
modo: no Aterro-da-Boa-Vista, na fabrica
de licores n. 36.
* Vende-se potassa nova, abarata, meias de linho,
mlhos da reos d eaitanfao volteados e direitoi:
meias barrieas eom farinha nova da marea gallego ,
barricas eomdita de SS e SSS peneiras Ke arrime ;
Bii 1 u do Vigario,. 9.
sb Vende-*ecb byison de Lisboa, a 3500 rs. a
o melhor possivel; dito a 2660 rs.; arroz pi
ra todo o ser vico : na ra do Crespo n. 15.
= Vendem-se 3 pardas, de IB a 20 annoi, eom
habilidades; 2 moleques de 14 annos; dala pretil
mocil com habilidades e de bonitas figuras; 2 pretos
de meia idade, por preco commodo : atrs da matriz
deS. Antonio n. 16 primeiro andar.
= Vende-se a venda do pateo do Carmo n. 13
com os gneros, que o comprador quiser on (em el-
les: a trataros meima venda.
= Venderte arroz de csea em saecas: na ra da
Senzalla-Velha ermazem n. 144.
= Vende-te retroz preto e esnl-ferrete a 100 tt.
a oilava, e a obra do Judeo Errante, 10 v.; na roa da
Crespo, n. 11.
= Vende-se sola muito boa courinhos de cabra
superiores bezerros surrados, urna poreflo de carne da
sol, que serve para escravos, por barato preco, e urnas
lingoas; naruadaCrus do Reeife n. 24.
k Vende-se milbo velbo a 2K0O re. o alquueire ;
dito novo a4 re.; nccaa com farinha de Mag
5/rs: na ra da Cadeia de S. Antonio deposito da
farinha n. 19.
= Vende-se urna preto de Angola esnoeiro ; ni
ra Bella aobrado n. 37 at as 9 horaa.
Vendem-se superiores hsrotos regala ditos de
Manilfaa rap rolo bamburguez, na ra do Trapi-
che n. 34, casa de Fernando de Lucca.
Vendem-se 4 escrava sendo duss crioulinhas,
de 13 a 15 annos, de bonitas figuras e dus ditas de
nacSo de 20 a 24 annos com algutnas habilidades;
dous mulatinhos, d 12 a 13 annos, proprios para offl-
cio ; um dito de 17 annos proprio para pagem ; um
dito de 22 annos, para o servico de campo ; um mo-
loque de nacSo de 16 annos proprio para lodo ser-
vico ; um escravo de naeBo de 40 annos bom padei-
ro : n roa das Crnzes n. 22, segundo andar.
Na botica da ra do Rangel vendem-se os re-
medios seguintes, dos quaes a eiperiencia tem confir-
mado os melbores efieitos : deotifico que tem a pro-
priedade de limpar os dentes cariados e reatituir-lhes
a cor esmaltada em muito poucosdias; o uio do dito
remedio fortifica aa gengivas e tira o mi cheiro da
bocea proveniente nlo s da carie como do trtaro,
que se une ao pscoco destes orglos ; o remedio be
designado pelos nmeros 1 e 2 : orchata purgativa ,
mui til as crisness e as pessoas de toda e qualquer ida-
de ; be composta de substancias vegetaes, nao contem
mercurio, nem droga aiguma que possa prejudicsr;
remedio para curar ealoa em aoucos dias; dito para
curar dores venreas antigs, a que teem resistido ao
tratamento'gcrslmente applicado ; dito para provocar
a menstraacio e aecelerar a acclo do otero nos paitos
naturaes em que nlo se preeiss das manobras scien-
tificas da arte ; dito para resolver turnares lympbaticos,
vulgo glndula*; dito para curar bobas e cravos sec-
eos o mais efiicsz que se conheceV aqu; ditupxi-
ferro muito til as chloroses, vulgarmente
chamadas frialdades; pos anti-blliosoa de Manoel Lo-
clas de gelatina conloado bslssmo de cu-
pafaiba ; ditas de oleo de recinos purificado ; ditas de
cubabas om p fino; ditas da aasaleiida ; diti
^^^Kes ; ditas de ruibarbo ra Chiba ; ditasde su I
^ i|lliniijii lio o 2 grai
livraria da esquina do Collegio]
estao venda diccionai ios latinos, edicao
d Lisboa, augmentada e correcta, pelo
preco de Gsooo rs. cada om : tambetu $e
,'endem algunj caiiOes vasios._______
Escravos Fgidos.

tiiiawv un iiuiiitiiu uo a o m giawi ,u va|*
at^Bflinhis elsticas; piratas de sal de esbacinbo a
- goa m Ma. chegada prximamente ; remed,
lado, alOre.o.lquelre; cenda, 100rs.; latra,|ouwa nuldade dentro tmW61m, mesmo estanda
= Continua a estar fgida, desde o dia 5 de Agos-
to do anno p. p. a escrava de oome Marcellna de
naci Cabioda alt, magreirona ps grandes e tor-
oegados, cara eoniprida, com todos os (dentes; coita-
ala a beber, no a cahir; he muito conversadera:
tambem est fngido um preto velb de 40 a 50 en
nos quebrado bsstsnte pernas arqueadas para lera
com falta de todos os dentes muito regrista : quem o
pegar, leve a oidade de Olinda roa do Amparo, de-
fronte da groja do mesmo nome ou na ra larga do
Rozario, venda do Sr. Cabra I, que ser recompensado,
No dia 3 do torrente deeappareceo do sitio de
J0S0 Carroll, na Ponte-de- UchOa, um seu escrito
de nome Jos, de naci Mocambique bastante li-
dio, de idade de 40 annos, altura regular, eheio
do corpo pamas zambeas cor bem preta barbado,
rosto redondo ; levou camisa e calcas brancas, jiqueij
de psnno azul e chapeo de castor preto mais umi
tronza com um par da eslees brancas e cara isa de risci.
do : quem o pegar, leve ao dito aitio ou na pnce do
Commercio, armazem de Joto Carroll, que sari bem
recompensado.
Fugio n dia 20 de fevereiro de 1835 um ei-
cravo de nome Antonio, de naci Mo(ambiqua, bi-
so, grosso, e.oom a marca C na fonte cor fula,
olho! grandes c bem beehisosa dous dentn 4.
cima podres e os msil limados, nariz chato mal lei-
to de ps e peinas sadoirss grandes, de idsde de 30
a 40 annos, pouea barba atrapalhado* na filia; be
canoairo: quem o pegar, leve a N, S. do Terco, so-
brado n. 16, que ser recompensado.
asa Fugio, no dia 30 de Janeiro do corrente anno,
um esersvo crioulo d nome Roberto alto secco,
ps grandes, barbado ; tem oficio de sapateiro ; levou
calcase jaqueta brancas, e mais amas cateas de risea-
do : quem o pegar, leve a ra da Concordia, n. 3, que
seri generosamente recompensado. .
- Fugirlo do engenho Penamduba ,. na madru-
gada do dia 4 do corrente 3 esoravos pretos, de no-
mes Jlo, Nazario e Macario tendo o primeiro os sig-
oaaa seguintes: de 36 annos de idade, alto, rosto com-
prido pouca barba; e dos ontros nlo se podem diieroi
signaes por nlo se estar certo driles; eujos eicmot
vierlo do Par para serem aqui vendidos: quem 01 pe-
gar, leve a casa de Francisco Ribeiro de Brito no litio
doCsjueiro, ou na ruada S. Cruz da Boa-Vista, n,
78, quesera recompenssdo do seu trabalbo.
AUBUDiuU-tt! uo Cosa uu BOU aoubt
mas, de nagloCabinda alto, magro, pomas fian,
ps pequeos; da testa alea ponta do nariz tem calom-
bos, proprios de aua naci e'bo bem conhecido oes-
te praca : quem o pegar, leve a Luiz Gomei Ferreiu
no Hondego que recompensar.
Fugio, no dia 2 do correle urna preta de no-
me Benedicta de naci Angola alta bailante mui-
to mign ; levou vestido de chila aiul: esta escrati
nunca andou na ra ; roga-se a pessoa que a recolheo
em sua casa a queira mandar entregar a seu senhor,
Jlo Jos de Carvalho Moraea na ra da Cadeii do
Recife e na falta, o mesmo psssar a proceder o quo a
le Ihe concede.
= Fugio, no dia 3 do corrente um preto de no
me Caetsno de naci Angola ; suppfle-se qne lomi-|
ra o caminho do Cear ; teri de idade 26 annos, pou-
co mais ou roenoi de eilalura regutir muito ladino,
cheio do corpo cor nlo muito preta quaodo fall
parece que est rindo le fazendo na testa ruges i lera
drill feridas em urna perna; levou calcas largas, cami-
ha e jaqueta brancas, e urna facba encarnada na cintu-
ra ; soppe-se que levou um trouxa com roupa o urna
red : quem o pegar, leve a ra da Cadeia do Recita,
n. 42, que ser recompensado. Adverle-se que o pre-
to he bsrbado e levou na cabera um barrete.
Fugio, no dia 20 de Janeiro um escravo de no-
me Francisco, com osopposto de Roque Albanno,criou-
lo alto, ore I bes cortadas, duas cica^rizes ais faces,
sendo ums de cada lado e he capado eae intitula for-
ro : quem o pegar, leve a prega do Corpo Santo, n ->
Fugio, no dia 29 do mez passado da fabrica da
aabio tita na ra Imperial do Aterro um pardo da
nome Antonio de 22 annoi, claro, cabello* easlanhoi
silo, msgro, muilo faio do rosto e corpo ; tem as ma-
clas do rosto e os peitos muilo salientes; ps mu
malfeitos cicatrizes de alporee* e dous talbo* no
coco : roga-ae as autoridades policiaes o bajo do sp-
prebender ; e premette-se gratificar a pessoa que o
levar a seu senbor na dita fabrica ou na ra Nova,
n. 44 segando andar.
Dessppareceo, na noule de 7 do correle de
bordo do brigue Flor-th-Sul, o escravo marinbeiio,
de naci Benguella de nome Manoel, representa te'
25 annos pouco ma ou menos sem barbe roslo
redondo orelhat funda*; consta que em Ierra en 1
calcado : quem o pegar, leve a ra da Cadeia, n. *5^
oa a bordo do aneemo brigue que recabar bos g"
tifi cacao.
100*000 rs.
Fugio, no dia 20 de outubro do anno prjimo pel-
eado do engenho Boa-Vists, comarca de S. Ani*
um pardo de oonoe Antonio com os signaes eeguioic
estatura regular ," alroe corado barba preta e pou
fechada, cabellos dos brseos e pernss ruivos, limados, rosto redondo e um tsnto descarnado, fall* "
guma cooea gago ; todo seu exercicio be tratar de K
do e enlarde tambem do oficio de sepsteiro; P*
p5e-se terTabido encourado e'montado em um c
vallo alarlo, pequeo e capado: roga-se a qualquer |
loa que o pegar, de levar ao dito engenho a entren
a seu senhor Joaquim Jos de Miranda, ou neat/P,S''
ni r.amh.-Hn-Cfvnn n. I qne recbela 1001 rs.
de Antonio Luiz do Amara I a Silva.
DFARIA l'
PERK,
n* typ de u. r.


jiniiode 1846
Segunda feira de Feverciro
N. 6.
DE
PERNAMBUCO.
(SOB OS AUSPICIOS DA SOCIEDADE COMMERCIaI..)
S bscreve-se'na Praca da Independencia, loja de livroi/'n. 6 e 8, por liiooo ris por anno pagos adiantados.
a>a3^3 0(>aaa2?a3a^ 3>S&(|)& (Corregido Sabbadoas 5 horas da tarde)
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I
t
(>
EXPORTACO.
EXPORTS.
Al0..rdente Cas.r -
Algodao I. soru- -
> J. -
' A.sucar branca em xas -
mascavado -
hranco e.nbanic.do
a em lceos -
enascav. erabarricado
em saceos.
Con ros seceos salgados. -
Meios do sola --,---!
Cbifres da trra -
do IVio Grande -
- Colln I. quali.y
I. a -
Sugar in cases whi.e -
. a brown -
in barris vhile -
> bags
a Bai res brown. -
Bags > *
Drj saltad hides -
Tanne bids -
O-boros -" -
PBEfO DA PRAf POR
4611000
40eoo
40100
iltoo
iflioo
20400
20400
1*760
10700
125
I 80
30uon
-I 70000
47/1000
4#300
Pipa.
Arroba
20750
2JI700
1*7 50
13b
4*600
CAMBIO y>
Libra,
llum.
Cenlo.
Londres......'.................
Lisboa......................
Franca.........................'
'Riode Janeiro...................
PRATA miuda..................
> PaWces Braiileiros.......
Pesos Columfiarios........
Ditos Mexicanos..........
ODRO. Moedas de 6*400 velhas..
Ditas ditas novas..
Ditas de 4*000...........
Oncas hespanbolas ......
Ditas Patriticas.........
Letras.........................
27 d. por 1| rs. a 46 diasi
105 por cento premio.por ra.lal effecluado
350 ris por franco.
1 por cento descont.
Iii.80 a 1*708.
1*900 a 1J920.
1*920 a 11940.
IJ840 a 1*870.
160600 a 16*800.
I602OC a 160600.
80600 a 80800-
J0J500 a i 1*000.
30*000 a 30*600
, l '/, a I '/ Pr cen, n"x' ,
FRETES.
ASSDCAR."
Lirerp-ol.....T.................. *'
Cauaenlre Amburgoe Havre........j
incluindo portos Inglezes......I 6 0
Genova em saceos............... t 1*0
llamhurgo caixas.................^ >' "
Ilatlico........................... *
Trieste para caixas..................
Estados-Unidos.................... 20 P'@
Portugal.......................... f
Franca........................... i 3 6 e 5
saceos I
caixas I
6 por cenlo de primng
sem prim.gem.
o/0 de primagem
Portugal.......
Franca.........
Inglaterra.......
11,11 Clloill. ..... .
ALGODA.O.
600 por (fi> sem primagem nominal
SiiOnnr^a 10 p /> aocamb. de 160 pTr nomtual.
/,p. fieb p. % ""e |>rimagem.
600p.@el0p0/,aoC8mb.800opes p. Ir
COUROS.
Inglaterra Seceos I
Franca...........
Eslaiios Unidos.....
3 1 0 0......
por tonelada e 5 por cento.
60 cada bum e.Op /,camb. 160 I Ir.
lNt'o I.*.
E.B21
WCeSBm
Da dia .1 de Noveml.ro de 1844 di.nl. pagarn 60 P. c.o r.peoU latee*
de pd, os charutos ou cigarros, o fumo em rolo ou era lollia.
IW.50 p. eos saceos de canhamasso, grossaria ou gunes da Indta. ^
vetes emlrm. de punh.l. asalmofada. oaracarruagens P"1?'*^X "ara
gdo. as pedra. decantan, par. ,-orloes, porUs e tanca.., as peds"J" P'
encana.nentos, cepas, cunb.es e cornijas o assuc.r refinado, crysul.sado "_
quer maneir. confeilado. o cha. a ago.rder.le a enreja a cid.,.genel ra,
.quino, ou oulros licores, os vinhos d qualquer qu.l.dade e i.recedenc.a.
Pag.r.6 40 p. c. as .lealMnl ou pete., o c.nh.maoo ordlnariooo grourri... M
b.lanca.'d. qw-quer nualidade, e raupa feta. nao especil.cad. da ttrlfc, P
r. iogar, asscov.s Je cabo de m.rfim, o fogoid. Chin, em c.rlas ou nu" T,e s
ira loco de artificio, o papel pintado, prateado. eu dourado, sendo de o lalid.dcs
.s Ro panel pinudo pariforV.r satas". collecce. ou p.ix.gen o papel d. Hol-
n*. i.nFpePri.l!ou oulrfno especilic.ad.-a Unta a H^"^;,0 ^
o ,e\M tai vel.8. s veas de Stear.n ou eomposicao, .s .me xas, ou ouiras ron
emtascos^it... seccas. em calda, ou em espirito, o choco ate de e.cio ordmar
o.vinagre, osTs-rrinhus, carritagens ou caixas joros, rodas, arreos par m"ev"
lo.. eousa as esleirs para forrar casas, os carros para conduiir gente, os ">.<:'>'.
pUS* os areieiro.P tinteiro, de porcelan., e nn.lquer .bta.1^%Z%SZ.
bnijendido "* tarifa : os lustres, Os clices para licor ou vinbo de vidro I so or.li a
n os 'te vlro mold..lo ordinario l.vr.do ou moldado e l.vrado ordm.no da Al e-
eomUescmelhante, o. de .Mr. liso moldado ou lavrado, de fundocorlado.>u I o.
na livor ordinario; os ca ices nar Chsmpar.he, cu c. ..j, p c-..^. ,
eonosoderitosdelO a I em q.i.rtilho. as garrafas de vidro al 1 qu.rlilho ou m.i,
" X dtool esfes objecto, de .... e 2 .". g.rraf.s de vidro preta, ou eseura, da
Si,, laplridad.. eompehendida, a. que servem para l.eore, *0J S M ^
,., uocrnas .l urna caada, os fra.cos de vidro ordin.no cora rolb..^do mes no
S 3 I bb. ou mai, ; a ra mili, .t 2 libra, ou ra.is, o, de boek. tara,. co^r. ha,
do meimro, t 4 libras ou mais, ou sem rolha para opodeldoc os vrdros para a
taraTads ou endeiros, a. laboa. ou folhas de mognoou outr. m.de.ra lina, e Uas-
tes o. qualquer inadeira.
P.car.0 26 p. c. o CO, .Icatro, tinco em barr. ou em oUia, chumbo em barra
l. ol ,.i.,,l, era, larra ou em verguiiba. ferro em ba!ra verguinha chapa o
^11&.6M>T)V\, g.'lh.deAlepo tau.mr.lh... ta.aoein
ch a ma'.n sahl-e. vime, bacalh.o, pene pi, e qualquer ou.ro, seceo o.i aul-
ado bolaI ''cine scec. ou de almoura. berv.-doee. f-rinha de trigo, pelbca,
Cnc. Vu pin .das. cordove, ou corle, de l*xerro para oleado bexerros e couro,
.nv.n.idoP., nur,de porco ou boi, salgado, ou .eco. sola cl.ra p.r. ..palero
ou coiTeeiro, coDre e caparrosa.
Pacer 20 p. c. o trigo em grao, b.rrilh, c.notilho espiguilh., fieir.s, Boj,
rrani., lanliloul... palhels, pa.s.m.nes, sendo de ouroou pr.ta entrehn. ordiatS
?. o'falsa : g.losPda mcsii. ualureza. ou teeido, con. retrox, linho. Iro.Iho ou
,d. 5s ou ntremelo, de .Igodo nao lardados ; mutas d. fil a. de go.tao
'tro. ou troc.l ; len9o, de cambraia de linho ou algodao, e banda* de relio, de
n.lha.
Paiara 10 p c. o. livros, mappas e globo, geograpl.icos. io.trumento, malbe-
tMlicoa, de phy.ica ou ehimiea, cctes de vestidos d. velludo, ou d.raa.cos, borda-
do, de prau ououro fino relrox ou tracal, e cabello para cabelle.re.ro.
P..ra6p c.ocanulilho. cordo de fio espiguilha. fieira fios, frnUM.
o dio ou plheta, l.nlijoul.s, pal..... rendas, c.d.rr.os e lodoso ma.s ohjcc-
tos desU nalurexa, seudo de ouro e praU fina.
Pagar i p. c o earvo de padra, ouro para '>..rar. ou quaesquerobra. e
utensi, de praU,
Pagar 4 p c. as jota, deouro ou praU, ou quaesquer obras de ouro.
Pagaral p. c os diamntese outras pedras preciosa, solas, ..mente,, plan-
e racas novas de animaos uleis.
Pagar 30 p. c. lodo, os mais objeclo.
O, .eras reexportado, ou baldeado, pag-o I p.c. de direitos alm da .rm.,e
m,g.m!'.od^.p.ch.Pi.te presl. tune, at "pprov.cio de.U med^pel. A.sem-
3lca Geral"
Concedem-se livres de armaxenagens. por"l6 di., a. '1ori"^^x'^noc'
,os meses as outras Codos estes praxos, pag.r.6.7, p.c. ao mei do respec
d valoer.r
Os rdir.ito.das faiendas, que pago por rara, der. entend.r-se vara qu.dr.da.
O. dinamito. "So poden ser .u^ment.do, dent. o do anuo fin.no.iro ; nmoG..
^. imdrf .Od.r pagaren. ...ca de ouro ou pr.ta urna v.ges.m. parte das que
^'"^'GV.r^^J'.uto^do. esubclec um pir.i lodiff.renctal..br.o.gen**.
de qualquer nacSo.qu.sobrecarregar os gen eras brasileos de matar direito, que
iguacs ele oulra naco. a *
Ol artigo nao especificados na pauU pagSo o direito ad valoren,?"''''""
apre.en...ta\.eta uMn.ch.nU |d.ndo po.m er impugnado, por qualquer offie..*
da Al.andeg que era t.l caso pagan imponed, factura ou v.lor.^eos d.mlo.
>o caso oe duvida sobre a cl.ssificacS. da mercadona. pode a parte requerer
arbitramento para designar a qualidade e v.lor d. p.uU. que Ihe competo.
SSo isent., de di.eito. as macl.in... anda nao usadas no lugar, em que forer.
imporUdas.
F.XPOBTACA.O O. direitos pag!o-,e obre a avah.cao de umalpeula sema-
nal na raxo seguinle Auucar 10 p c. Algodao ef e fumo 1rp.c Ago.r-
d.nte. couro.. e todos os mata generas 7 p. e. Alera dtttW direito. |.g-o_
.__-. Jh tan nn. ^ofla ortiva (tu til I., llll C
fumo II p. c. Agur-
denle, couro,. e todos os ma.s generas 7 p. e. -- dreito. P*=-"
t,., de 160 r, em c.d. ca.., de 40 .,, em cada fecho, de 20 rs. e.n cada barrica,
ou saceos de assucar, e de 40 rs em cada sacca de algodao.
Couros e Udos os mais genero, solivres de direitos p.r. os portos do imperio. .
xcepcSo do algodao, ..s..c.rb caf, e funo, que p.glo 3 p. c. as laxa, por volnme-
O. metae. precio, .m barra pago de direilo, 2 p c. sobre or valor do mer-
cado, e a pr.ta e o ouro amoedad,. nacion-l ou eslrange.ro paga nicamente /, p. c.
Os escravos exportados pago 60000 por cada um.
DFSPE'M DO PORTO A, emb.rcicoes n.cion.es, ou estrangeiras, que
nave-So" Dar fora do Imperio, pago 00 rs de ancoragem por tonelada: e a,
ciona,PTu.n-v,go.n.re o. dLso, poilos do Brasil 90 rs. AM""^.^..
er lastro es.hirem con. c.rga e vice-ver,., pag.r.6 rae^de do imposte' "P
terco queetr..em, es.hirem em l.sl.o; e mesmo .. que entrarcm por f, .nqow,
ot escala quer entrera era lastro, quer com caiga Itasta ..nposicao po-ao....
taenta, as'qL iinpor.ar.mmai, de too'ciouo.hranco,, e M queenlcdrem por amb.d,
forrada, com taino que es... no earreguem ou d.se.rreguem menl. os genero,
nec'cssarios para pagamento dos reparos, que hieiem.
VF.NDVSDE NAVIOSAs embarcacoe, estrangeiras que passarem a ser
nacionaes, pago 15 p. c e as nacionaes, mudando de p.oprietano, ou de bau.de.ra
pago 5 p, c. sobre o valor da venda.
aooootx
REVISTA SEMANAL.
CAMBIOS Houvero trans.cce, regulares no decurso da sem.n., e con-
sol va-.e a 27 d. por mil lis.
ASSCAR As entradas tem sido regulare!, e o hranco comerva-se a 1*800
sobreorerro, e 1*100 o roa.cav.do.
ALGODAO Limitadissim. enlr.d., e pequea Iransaccoe, 4*600 e
i*000 ; rei.ut.-se, porm, o preco actual ser de 4*600.
COUROS SALGADOSVendas regul.res s coUces.
BACAL1IAO Enlrro dou carregamenlo, e auppe-se terem obtido cerca
de 12*600 por quintal.
FARINHA DE TRIGO Chegou hum carregamenlo de 2.000 barric. de
l'allimore, que .inda nao foi vendido.
CARNE DE CHARQUE Ha muito pouca no mercado.
FARINHA DP. MANDIOCA Entraro dou carregamentos sem que te-
nbo sido vendidos.
Resumo das Embarcacei existentes ntste porto no dia 7 d Fntreiro dt 1W6.
, Americ.n.......r..............."................................
Auilriac. ...........................................................
Brasileiras|.. ..
Dinamarqus..
Hamburguesa
Hespanhota ...
Inglezaa.......
..
.*. .....
Napolitana*
Ponugucsa......
Sarda.... .......
Suecas...........
,...*'
...

......a...
... ... ...
..... ...... *
A Provioci. ge*, iranquillid.de.
ToUl
2
1
24
2
i
1
14
I
10
8
73


(5)
O*
LISTA das Embarcares existentes neste porto at odia 7 de Fevereiro de 1848.
BHTIUDAf.
,, Janeiro
fevereiro o
Janeiro
2G
s Outubro 7
,st5 Noremb.O

2
l' "i845 Deieml). '8
DONDE VBM.
CiSCO.
IB4C Janeiro
Fevereiro
52
22
31
31
I
4
II
15
18

21
30

7
18.5 Uexenib. 2*
1846 Janeiro I
1846 Jneiro **
Janeiio 80
Philadelphia
Hallimore
Rio de Janeiro
Rio Grande do S.
Sania Catharina
Rio de Janeiro
R. Grande do Sul
Santa Caiarina
Santa Catharina
Rio de Janeiro
R Grande do Sul
Rio de Janeiio
Assi
Angola
A Ico baca
R.Grauda do Sul
Cabo-Verde
Babia
Miriellei por G.
Parahyba
R, Grande do Sul
Ara cali
A n
Parahybt
Aracaiy
H
Santa Catliaiiua
Montevideo
Triejte
Rio de Janeiro
Rio de Jtoeiro
NACA.
1846 Janeiro 2 ldlh
a 16 Terra-NoT
* 17 Glasgow
Terra-Nova
y ?3 Terra Nova
?6 Lisboa
5 Gnsde
Fevereiro 2 Terra-Nova
a 3 Itio de Janeiro
a & Hh d Assump^ao
a- G Terra-Nova
7 Babia
Valparaio
a New-Port
1115 Janeiro. 1& Palermo
Selembro 23 Porta
1845 Outubro 13 Figueira
a 26 Lisboa
1845 Novemb. 17 baha
1846 Janeiro 1 Porto
4 Lisboa
0 a
0 Porto
a 9 Lisboa
a 13 Lisboa
1845 Dereml). 30 Genova
31 Genova
1846 Janeiro 1 Genova
2 Rabia
a 22 Genova
27 Montevideo
FeTereiro 6 Hoslon
6 Genova
1845 Novemb II Slockliolmo
28IG Janeiro 1 Lisboa
4 Baha
a 12 ftoekhohn
. a Liverpool
23 Rio de Jneiro
9 27 11 io de Janeiro
FeTereiro & Argel
7 Rio de Janeiro
barca
barca
barca
brigue
brigue
brigue
a
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bi igue

brigue
Catacho
rigue
brigue
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patacho
b. esc,
brigue
biate
E alacho
. esc.
brigue
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sumaca
biate
brigue
luinue
galera
brigue
polaca
arca
brigue
a

barca
brigue
patacho
escuna
brigue
a
brigue


patacho
barca
brigue
brigue
brigue
f alacho
arca
brigue
a
barca
biigue
brigue
brigue
Iiolaca
irigue

barca
polaca
Ciaca
igue
brigue
paUcbo
brigue
brigue
I
brieue
barca
brigue

Amer.
Aost.
Rraxil.
Diu.
Hamb.
Hesp.
Inglez.
ROMES.
Navarre
Wm Kennedy
Geovaona Maa
Felit Destino
Leo
Coirpetldoc
Floi do bul
Sagitario
A tillante
Incantavel Madel
Relia Virginia
Venus
Soares
l'riuniplio do Praill
S. los
Leo
Dnio
Santa Cruz
N. S da Boa Viegem
Boa-Viagem
Lo pe
Henriqueta
Independente
Deos-le Guarde
Santo Antonio de Padui
Espadarte
fSero
Imanuel
(Jspra
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Cniio
Couctess f Minto
L.dy Fulkland
Lowisa
Mary Ilounsell
Manchester
Richinond
Conquest
Harrcit
Vinilia
Enlerprize
Mr Robeil Gampbell
Thomas Battersby
Rebecca Jane
Halcyon
Anloinelle
Importador
Primavera i
Conceiro de Mara
Reslauraco
Bella Peruambucana
Hercules
Tarujo II
Espirito Sanio
Carota Amelia
Roblm
Noto Soccorro
Providencia
Galbariua
Nerina
Felici
Boa Inteligencia
Concordia
Daine
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160
224
220
2IS
34
109
94
167
210
28
126
192
192
138
7
27
196
ISO
200
37
142
300
159
141
148
158
178
141
124
203
114
178
333
215
138
316
360
175
325
131
337
31
152
336
184
170
233
200
211
178
196
193
264
179
180
112
320
186
206
412
325
110
280
CONSIGNATARIOS.
Henry Cola
Jobn 9. Martin
Antonio Folllo
Antonio Jos de Abren
J. da Costa Rama Guedet
Feliciano Jos Gomes
Jos Ignacio Pimenta
Fructuoso J. Pereira Dulra
Custodio Caelano
Aolonio Jos Pereira Paraty
Mnliias Ferreira Braga
Joaquim Soares Mearim
Jos Antonio Cabral
Candido Forjas de Lacerda
( Joaquim de Souza Gomes
i Antonio Rodrigues Garca
Francisco da Crux
Antonio Ferie** IVunes
Jos Antonio da Silva
Jos Cardias da Costa
Jos Rodrigues Piubeiio
Joo A Ivs Guerra
Jos Moreira Dial
Manoel Jos Riheiro'
Joequim Jos dos Santos
J. Pedro de Si e Feneira
D. B..Koss
J. J. Holdt
Jobn Fisher
Jo!o Hatero
G. Andeison
Elias John Folie!
John Domoille
lames Po Wm Tear
Roberl Thomas
Joliinl Francis Wilson
Wm Williams
Wm Marlen
F.dward John Ward
James Baird
Wm Whte
P. La Matiurer
Wm Alies
Andr Brtholo
Jos Francisco Carueiro
Jos Carlos Ferreira Soares
Manoel da Costa Neves
Alexaudre Jos Correia
Manoel Francisco Ramalho
Frandsco de Oliveira C
everianno Antonio de A.
Rodrigo Joaquim Correia
Manoel Joaquim dos Santos
A. P. Rodiigu.s Jnior
Nicolao Marigeni
Carlos Conrado
Francisco Massoni
Angelo B. Knelli
Antonio Pisso
Joo Biplisla Gorlero
Jernimo Cancsi
Domiugos Bayona
E. lander
A. Sinck
J. H. Knoll
H. G. Weshman
C UIssod
W P Warternack
J. M.Krolt
Eliai Housson
P. H. Hjoitli
WUTINO.
L. G. Ferreira ti C.
L. G. Ferreira te C.
Jolinston PalerteC.
Pedro DnH dos Santo*
jabrid Antonio
Gomes Irmlos
Amorim Irinos
Antonio dos Santos Braga
Manoel Ignacio de Oliveira
Amorim Irinos
Nascimanto ScbaelTer te C.
A ordem
Dito
Gabriel Antonio
"Vmorim limaos
Guadino Agostinbo r>e Barros
Dito ^
O Mestre
Francisco Alves da Cunba
Jos Mara Vianna
Nascimenlo SckaeQer Se C.
F. Joaquim Pedro da Costa
Mnnoel Alves Guerra
Bailar Sz Oliveira
Luis Borges de Siqueia
Joo Pinto de Lemos Jnior
L Jos da Cosa Arauj o
Rothe & Bidoulac
N. O. Biebei itC.
Me Calmo 1)1 & fi,
M. Joaquim Ramos e Silva
Me Calmonl S C.
James Crabtree te C.
N Bichar ti C.
Dito
Lalham Hibberl
Me Calmont S C.
Le Bretn Schramm tz C.
James Crabtree tzG.
Cea na Youle te C.
Ve Calmonl Sz C.
Cbardes Hoope
O Mestie
O Meslre
M. Calmonl Sz C.
N. .0. Bieber Si C.
Manoel Joaquim Ramos eSilva
A. Joaquim de Soma Ribeiro
Thomar d'Aqoino Fonsec*
l'irm. J.Flix da Roiatzlnn.
Thomax de A quino Fonseca
ThoHM* da Aquino Fonseca
F. J. Flix da Rosa 8 I-
Francisco Alvcs da C'inha
Francisco Severiano R tz F.
Thomas de A quino Fonseca
l.enoir Pugcl Sz C.
M Joaquim Ramos e Silva
J. Pinto de Lemos tz Filho
H. Robiiiiard
Luis Utuguiie
Joo Pinto de Lemos tz Filho
Henry Forsler tz C.
Ulivera Irinos ti C.
N. O. Reber te C.
N. O Kieber tz C.
N. O. Bieber tz C.
Le Urctoii Scbramm te C.
N, O. Bieber te C.
Le Bretn Scbramm te C.
M. Clmente te C.
La Bretn Scbramm te C.
Phuadeleba
Canal
Porto Alegra
Rio Grand*
Rio Grande do Sul
Copenhagen
Trieste
Canal
Canal
Canal
Ilamburgo
Liverpool
Palermo
Porto
Porto
Lisboa
Lisboa.
Porto
Lisboa
Lisboa
Lisboa
Lisboa
Trieste
Genova
Genova
Dito
Stockholmo
Dito
Dito
Dito
Dito
Ilamburgo
Canal
.
QPcrnambucona Typ de M F. de Far;a 1846.