Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08736

Full Text
Unn de 1846.
Sexta feira 6
i f DIARIO publlca-s todo os das que
7n ttem K'-i he de *M por quartel pagos ?J.on-
I', Os annunclos dos assignautes sao. m-
t/ do-i a razio de 20 re* por Imita, ttrs.
Tm tvpn differente. e a* repetirles pela me-
! Usaue nao forem assignanlen pagao
OrV. por llnha, e 160 em typo differente.
Ljasf.s da la no mez de feverei ro .
nte a 3 as 2 hor. e 51 min. da man.
Vhii a 11 as 6 hor. e 51 min da man.
\mintc a 19 as 2 hor. e 23 min. da man.
[u" nova a 25 as 5 hor. e 11 min. da tard.
I ,in
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Goianna, e Parahyba, Segd." e Sextas feiras.
Rio Grande do \orte, chega as quarlas
feiras ao meio dia, e parte nasmesmas ho-
m as quinta feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Porto Cal-
vo, e Macey, no 1., 11 e 21 de cada mez.
Garanhuns e llonito a 10 e 24.
Boa-Vista e Flores a 13 e 28.
Victoria as quintas feiras.
Olinda todos os dias.
PREAMAR DE HOJE.
Primelra alh.e 18 minutos da Urde.
Segunda a 1 h. c 42 minutos da manhaa.
de Fevereiro.
Anno XXII #. 9.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda ** Puricacao de Nossa Se-
nhora. S. Flotculo.
3 Terca S. Tigldes, aud. do J. do clv. da
1. v., e do J. de paz do 2. dist. de t.
4 Quarta S. Aventino, aud. do J. do civ. da
2". v., e do J. de paz do 2. dist. de t.
5 Quinta S. Albino, aud. do J. de or'., c
do J. M. dal. v.
6 Sexta S. Ara-indo, aud. do J, do civ. da 1.
v., e do J. de paz do 1. dist. de t.
7 Sabbado S. Romualdo, aud. do J. do civ.
da 1. v., e do J. de paz do I. dist. de t.
8 Domingo S. Corinthia.
CAMBIOS NO DIA 5 DF. FEVEREIRO.
Canib. sobre Londres. 2 d. p. 1/ a 0 d.
Pars 350 rii por franco.
a lisb"- lOSp 0 pr. p. m.
Dcsc. do let. de boas Urinas I '/, P- '/o ln('7-
Onre-Oncas hespanliolas .30*500 a 31*000
Mneda droy-InOvcl. 16>BOO a 16/800
deO^OOnov. lo/uli a iBflOQ
de 4*000 8,Yj'M a 8/800
Praia-Paiacocs .... 1/MH) a 1*930
Pesos Columnaros 1/920 a 1*!X50
Ditos Mexicanos. 1/840 a 1/880
Prata Miuda 1/600 a 1/620
Accesda C." do Beberibe de 50/000 ao par.
DIARIO DE PERIVAMBUCO.
>
PARTE OFF3CIA!
Governo da provincia.
EXPEDIENTE Dl> DIA 31 DO PAISAIIO.
OnlcioAo Exm. e Hvm. director do curio jurdico
Ida Olinda, aecuasndo remessa do ofTicio da directora do
I IjcGo, demonttralivo daa razoes, por que nio he poiiivel
[utisfszer-ie a rcquisico de S. Exc. de 26 dette mez
[(Janeiro).
DitoAo commandante daa armas, declarando, que,
[para dar eiecu(ao ao avilo imperial de 19 do presente
[mez (Janeiro), deve chamar o olicial, que mais habili-
sd 'b parecer pra azer o aervico. pelo meamo aviso
"rescripto, visto como no ha aqu olcial algum do
, po deengenheiroi.
Dito__Ao commandante superior da guarda nacional
IdoRecife, soientificando-o de haver concedido a Ma-
Inoel Pires Ferreira a reforma, que requerra, no poato
Ida capito do oitavo batalblo da mesma guarda na-
Icional.
DitoA' cmara municipal do Bonito, validando aa
Itrrematacdet de diversos ramo de receita daquella mu-
[riicipilidide. .
INTERIOR.
RIO-DE-JANEIRO.
POLTICA CBBAL
O bil de lord 4beideen
(Continuado do numero antecedente )
Com o tratado dt l amento de negros, confirmado
[pelo artigo 12 do tratado de Utrecht, em 1713, oblive-
llio da llespaohaoi Ingieres a faculdade de navegarem
I pelos marea, quj banbio as antigs coloniaa hespanbo-
I las, lugares apropriadoi para o desembarque dos eiora-
roi, que transporlaaaem,ae, o que mata era, liceoca de
transportar ai mercadorias americanas para a Europa,
I em navios de 400 toneladas, e de negociar nal meimas
colonias com mercadorias eitrangi-iraa, que podetsem
ar transportadas em um barco de 500 toneladas, que
urna vea em cada anno poderia, para eaae fim, ser es-
quipado c admittido em um dos aeus p-rtos coloniaes
. O abuao deata faculdade acompanbou immediata-
[ mente a ma eitipulacio e conceaiio. Por este meio, oa
Inglezes aposiir3o-se de grande parle do commercio daa
poisesies beipanbolaa da America : o contrabando o
maii aclivo foi feito por subdito* britannicoa, e daqui
' muitaa queixas apparecerio e at disturbios, e grande
perda e desfalque nos rendimeotos pblicos do governo
hespanhol. PbilippeV, tomou varias providencial, aeua
crctoi, porcm, (cdalas}, r.sds sprorcitirSo c u!ti
dio recurso, de que laucarlo mi os leus ministros, foi o
da creacao de navios guarda-costas, encarregados de re-
gistrar (visitar) ai embarcaedes, que oncootraiiem nos
mares viiinhoa das costas e portoa de suas coloniaa, e
do tomar as mercadorias de contrabando. Esta medida,
que, em 1718, J*o rigorosamente executada, deo aber-
| l.i primeirimente a muitaa queixas, depois a prepara-
tivos do guerra, e finalcente a hostilidades da parte da
Grao-Brolanba. aa quars ora se suspendoro e abran-
daro, por meio de medidas de conciliacio enovosa-
juiles, ora tomrio enes meamos motivos grande (Or-
ea, nodeconer dos annoi de 1718 1738, ale que fi-
nalmente, em outubro de 1739, o governo ingle de-
elarou formalmente guerra Hespanha (10).
- Noseu manifesto(ll), a Grao-Bretanba fundava a
sua resolucio n fado da Heipanha querer arrogar-ae o
direito de viaitar ecapturar aeua navios. Aqui copiare-
mos um trecho deate manifeito.
- -... a Heipanha te arroga tontra toda a rato,
e um fundamento algum, o direito de deter e de visi-
tar o navios ingles, pretenco tita integramente que-
brantadura do direito de navegacio, que, anim como
aoi Heipanhei,compele aot Ingleses, e por consecuen-
cia contraria ao direito dat gentes (12).
Na sustentarlo deite principio tio aanto, ninguem
ignora, que a Inglaterra expoz-te a urna guerra aangui-
nolenta, que. parecendo dever terminar, em 18 deou-
tuliro de 1748, oom a pax de Alix-la-Cbapelle, i veio
com tudo a lar sua verdadeira concluaio em o de outu-
bre de 1759, perqsc, ala* e '.s d:!:, ::sd: s
prestos de guerra ae renovro (13).
A frca dette principio por occasiiodas queslessos
citada* entre o governo da Prussia e o da Gro-Breta-
nba por amor dai capturaa de navios pertencentes pri-
meira deataa dual nacOea, feilas na guerra martima de
1744 1748, era anda em 1753 reconhecida pela In-
glaterra, e oa mais celebres dos seus juristas, que vi-
viao a esse lempo, vonsideravio o uao desie direito s
proprio e legitimo em tempo de guerra (14).
Assim pnis, evidente he, que a lnglatena calca hoje-
aos pso principio,quesemprerecooheceo.eque acui-
to de tanto sangue e riquezas, por 15o longo lempo, no
aeculo patsado, sustentou.
A historia do leculo actual anda provaa maia claraa
nos da, de que eita potencia sempreacatou ite meimo
principio. Estas provaa, ou sio tiradas da relacSo de
auas negociaedea, ou dos tratados o convencoes, que tem
celebrado at o preaente Exhibiremos, antes de ludo,
a que procedem daa aolicitacjdei e negociacSea do go-
verno brilannico.
No periodo, que decorreo al o congreiso de Vien-
na, a Inglaterra doo provaa exuberantea da conviccio,
que tinba, de nenburc direito Ibe aisiitir para registrar
os navios mercantes daa oulras nacea. Solicitou mais
de urna vez da Franca essa faculdade aob o fundamento
de reciprocidade, solicitou de Portugal e da Hespanha,
e no congresso de Vienoa fez esforcos para a obter. A
Franea Ibe negou eiU licenca (16).
Em feveroiro de 1818, lord Caitlereagh reuni em
Londre* os ministro* das principies potencias marti-
mas e Ibes expoi, que, sendo o direito e registro e bus-
ca um direito de belligerante, urna circular tinha sido
expedid*, em ulho de 1816, a todos os cruzeiros britan-
nicoa, a fim deque cessaase o exercicio deiio direito
oa da guerra, eque, aendo incontestavel a necessi-
dade de viaitar os navios daa nacoei que tinlitio prohi-
bido o trafego de eicravoi, para alcancar-se a sua com-
pleta extincfo e nao |.oder-so obter este direito, cm
lempo de paz, senlo por mutuas concessdes, propunba
que as potencias maritimaa ae concertasiem sobre este
objecto, e para esle fim com o governo britannico. Os
miniltroi ouvirSo a proposta, e te comprometlrao a le-
va-la ao conbecimento dos seua soberanos (16).
Nio obstante isto, o governo inglez, pelos seus agen-
tes, aberturaa fez neite sentido a divenas cartea. Nesse
meamo anno, Sir. C. S'uart, embaixidor britannico
em Parii, apresentou ao governo fraocei um memorn-
dum das conferencias de Londres, que lord Cailloreagh
Ibe enviara para eise fim. U duque de Bichelieu, por
parte do aeu governo, negou a c mcossSo de visitas nos
navioi de la naci por doui motivos: 1.", porque a
reciprocidade propoita era Ilusoria; 2, porque da-
va lugar a muitoi abuso e perdas ao commercio (17).
Igual pano deo o gabinete britannico para com o Es-
tados-Unidos da America do Norte. 0 e nbaixador a-
mericano (B. Itusli) acceitou a proposta ad referendum,
e a reaposta que recebeo foi, que tudo faria o gabinete
de n'asuiugi para scsbsr com o infaT? fsfgc d e-
cravos, mas que nao podia fazer a concessai solici-
tada (18).
Em novembro dease mesmo anno, no congresso de
Aix-la-Chapelle, lord Castlereagh, que levou ejn sua
companbia ao grande apostlo da extinecao da escravi-
dao, T. Clarkson, apresentou urna inemorii sobre a
geral conceislo do direilo de visita, busca, detenego e
captura dos navioa de todas as nardes, qu probibiisem
o trafego de eacravos e a solemne proscripcio desse com
mercio como pirataria. A Franca recusou-se a isto, e
Austria, a Prussia e a Busiia o meimo fierio. O mi-
nistro russn (Nesserolde) apresentou entio oieu cele-
bre prujecto da fundacio dum lugar neutro na frica
om juslicas, leis e polica communs para esse fim, e
Castlereagh, parecendo acceitar esta proposta, oflere-
ceo um contra-projecto limitando o direito de registro
e buica a certo numero de annoa (19).
Em dezetibro de 1820, a Inglaterra reilerou tuas
solicilac/jes para com os Estados-Unidos por amor des-
sa concessSo, e nada pOde alcaocar (20).
No congreiso de Verona anda novos esforcos fez a
Inglaterra para conquistar esse direito, som que algum
beneficio colhesse (21).
As negociaedes com os Estados-Unidos progredro,
e de modo que, em 13 de marco de 1824, foi assigna-
do um tratado, estipulando o direito de visita. Ose-
nado doi Eitados Unidos o approvou com reitriccOea,
(9) Tratado de 26 de marco de 181 i, e artigo addi-
conal ao meamo tratado. Scboell bist. resumida do
tratado de paz, vol. 1., cap. 10, aeccio 4.
(10) Citado Scboell, vol. 1., cap. 16.
(11) Segundo Scboell, guerra foi declarada 9 de
ooiembro ; o manifest, porm, leguodo Marteni, be
de 30 de outubro de 173'J.
A HAINHA MRGOT. (>
por HUtanitt Ouina.
QUARTO VOLUME.
CAPITULO VI.
Anorri dos azis.
rE|m A iiombro a hombro oom
se paliara, tnarchava
-. ...... com Henrique, euouilado
ei'6" r'"' C8U"'0 dos seus quatro gentis-homena,
precedido de duui lacaios oom luohas.
lo eo d Louvre, dizia o pobre roi, sin-
ni pratar anlogo ao que lenlio quando entro em um
"" i";qii(.i reapro, vivo, sou livre.
nenrique iorrio-*e.
i;7T ""Sgeilade entSo eaUria muito a leu gostn naa
'^montan!,.* do Barn, diiie Henri.|iie.
"orccrlu, eachu-le mifio em deaejaraat Vollar
C' Vi** Di.ru n.'28.
(12) Deite Irecho le servio a Prussia na sua questio
de 17d2. Vejo-se as causa* celebre* de Martens, vol.
2.,pag.21.
(13) Scboell, lugar citado.
(14) Geo Lee Juir, o doutor G. Paulo, sdvo-
gado geral, D. Ryder, procurador geral, W. Murray,
aolicitador geral. O parecer destes J. C. be datado de
18 de Janeiro de 1753. Causas celebrea por Martens,
vol. 2.a, pag. 47.
(15) Veja-ie Flaisan. Hist. do congresso de Vienn*.
e Chateaubriand, Congresso de Verona.Scboell,
Hist. resumid i dos tratados de pai.
(16) Henry Wheaton. Enquiry inlo Ihe talidity
o 11 he britiih claim to a right ofritilaiion, etc., search
ofamericanveisel, etc., pag. 38. Walh'i Appeal,
pag. 376, e o 13." relatorio dos directorea da init, afri-
cana, pag 3 a 11.
ellas; mal te te r.hegar muito forte oite desejo, Henri-
quinho, ajuntou Carlu rindo-ie, toma bem ai luna pre-
cucoes, he um comelbu que te dou ; porque tninha mi
Catherina to ama tanto qne nao pode abiolulamento pal-
iar sem ti.
Que far V. roageiiideeitanuile? diste Henrique,
mudando deala conversa perigoia.
Quero dar-te um oonliecimeuto, Henriquinho i
dar-me-hai a seu reipeito o teu parecer.
Eitou i orden* de V. zuageitade.
A'direit*! t direito I ni vnmoi a ra de Barrea,
ilaviau os doua rea, icgnidoi da aun eicolta, panado
ja a ra da Savonnerie, quando na altura dus pac* do
Conde, tirio doua horoens embocados ero grande* copu-
les que lahiao por una porta falta, que uro dellei ta-
cha lein fazer bulla.
Oh! oh! diz o re a Henrique, que, na forma du
eu entume, tanfiem ulbava, uta calado ; iato merece
alteui'u.
Porque dizeii tos isso, Sr. ? pergunlou o rei de
Navarra.
Nao he por amor de ti, Henriquinho i tu tenseon-
fi.uica em la roullier, ajuntou Carloa eum um aorriso ;
mal leu primo de Conde nao oit tegiiro da sua ; ou le
aejulga seguro, o diabos me carregUem 10 elle tem
r*io I
Mil quem voi diz que be madama de Conde que
eaies Sra. viailavSo?
Uro presentiroento. A iromubilidad. denea duui
individuo!, que aa rncllrao no vio da porta logo que
(17) Isto se evidencia dodeapacho de lord Castlereagh
de 12 de fevereiro de 1818. Veja-se o supplumento do
15. relatorio dos directores da inst. africana, pag. 77.
(18j Era presidente Mr Monro, e ministro de es-
tado Adamas. Veja-re a citada obra de Henry Wheaton.
J ha tempo a lei doa Estados-Unidos, de 20 de abril
de 1818, que reforr,ou a de 1817, prohibitiva do trafe-
go de escravos.
(19) O mesmo 13." relatorio dos D. da inst. africana,
pag. 1 4 3, e23 25. Dissemos no nosso artigo, iu
serlo no fraiil n. 729, que a Inglaterra nada tinha
podido obter nocongresso de Aix-la-Chapelle por se Ibe
oppr o duque de Ricbelieu. Cumpre-nos agora accr< s-
tar, que ella acbou npposico om todas as potencias do
Norte da Europa ao uso do direito de visita, o a decla-
rar pirataria o trafego de escravos, inclusive o ministro
da Russiii.
(20) Sir Slraflord Canning ministro inglez em
Washington, recebeo instruccOcs de lord Cosllereagb
para instar por esta concesaao com o gabinete america-
no. Em consequencia, em20 de dezembro de 1820,
urna nota foi por elle dirigida a Mr. Jobo Quiney A
dams, secretario de estado solicitando a accesso dos
tratados celebrados com a Hespanha, Portugal e Paizes-
liaiios: o governo americano nSo annuiq proposta, e
entio no despacho de 25 de muri de 1821, lord Cas-
tlereagh exprimi sou pezar por esta recusa, o enlao
concordrao em empregar ambas as potencias cruzeiros
para o fim da extinecio do trafego. Supplemento ao re-
latorio dos D. da inst. africana do anno de 1821, pag
151 157. Wheaton, obra citada.
(21) Chateaubriand. Congresso de Verona.
que o governo inglex nao admitlio, e aa negociaedes
rompro-se(22).
Assim pois, pela marcha das negociacoes da Grlo-
Bretanhacom differontes potencias se reconhece, que o
direito de visita nao Ibo pode caber em lempo de paz se-
n8o por consentimento expresso das nacooi. Nesta opi-
niio, um grande ministro da Grao-Bretanba (23), di-
zia no parlamento, em margo de 183-1. Temos maii
de urna voz procurado da Franca e dos Estados-Unidos
estabelocer, por meio de tratados, a autorisagao reci-
proca da visita e busca dos navios, que se dio a eate
commercio de escravos: tantas difficuldadei, porm,
tem l-vaotado o orgulho nacional, quenada se tem po-
dido concluir.
tCnntinunr-ie-ha. \
Correspondencia.
Sri. Redactares. A imprenta praieira. alardeando
popularidade. e eombatendo com toda ai auai Torcas
de lingoa e cuipe as influencias de familia ; a imprenta
praieira, que defama tudo quanlo te nio curva a pre-
potencia, e nio comparte o seu espirito de vandalismo
icial ; propondo a impuridade das cattat como um
ferrete, como pecha mui aliente para rebaixar o m-
rito individual de seus desafectos ; lie na verdade a
mais ridicula de suas anomalas ; be um dos (actos 0-
quBlificaveia na historia das contradicoes humanas !
Doixamos a meditarlo desle bello systema de pruselyls-
mo, quem do mais perlo, e de direito natural compe-
te carapupa....
Appareceo, no D.-novo n. 23, urna couta, que, com
eicei de correspondencia, he artigo biograpbico, or-
denado por um queja morou em Paja, ou aotei fo-
ragido em Paja. A vista dat umitas inexactidet, que
ah formigSo, figurada entre o Sr. padre Joaquim Pin-
to de Campot e o Rvm. Sr. vigario F. F Barreto,
fados, que lio desmentidos pelo t< stemunho do meamo
Sr. yigaiio, fica evidente, que quem se aprsenla tio
mal informado a retpeto de verdadeiras ninharias, per-
de a f de calumniador publiro em materias de maior
conceito ; e er lo, seria ou falta desento, 00convi-
ves na maledicencia. Coitado de quom, nio estando
sempre om aeu juizo, em vez de escrever biograpbias,
vasa bioga farras'.
O que vou expender nao preciso afiancar sob o tcile-
munbo dorespeilavel Sr. vigario Barreto, pois este, co-
no* tirio, e que d'nll nio iiieehem ; depoil diltu, certu
(iilliu du capolo do roaii baixo delle*...... Pardieu! leria
extraordinario.
O que?-
Nada, urna idoia que mt veio, he i iito ; avn-
cenlo!.
E lo direito noa doui aiijeitna, que, ao verem entio
que o negocio era com elle, deru algum panoi para lo
retira res*).
O' la! Sra. ineui, dino o rei, esperai nhi.
He eoiu uosco que ae falla? per^untuu urna vos,
cujo iom eilreinecrao Cario o o aeu uurnpanhciru.
E cutan, Henriquinho, diste Garles, conliece tu
agora essa voz?
Senhor, disse Henrique, ie vimo irmio o duque
d'Anjou nao eitivera em La Roohelle, diuera que era
elle quem acaba de fallar.
Poia bero dine Carloa, he que elle nio eit era
La Roohelle. Est tudo explicado.
Mas quero cata com elle?
Nio oonbece* o oorapinheiro?
Nio, Sr. ,
Poi* elle he de um lalho que nio engaa. Eapera,
tu vil reconliece-lo. O' la, 6! repeli o rei, nao uu-
viites, mordieu?
Soi* por ventura a polica para mis taser parar?
diste o maia alto do* dou*, descobrindu o braco daa pre-
ga* do capolo.
Fitei de eonta que somos polica, dino o rei, e
parai quande to-lo ordenJo.
(22) Em 29 de Janeiro do 1823, Sir Strafiord Can-
uing ainda urna vez dirigio-se ao governo. americano
sobre ette objecto, dizendo que o nico meio descebar
com o trafego de escravot era a concetsio do reciproco
direiln dn visita, e au mesmn tempo solicitando, que os
Estados-Unidos desseui instruccoes ao seu ministro em
Londres, para negociar sobro este objecto. Em 8 de
marco de 1823, o coogresto autontou o governo ame-
ricano pira concertar :om as potencias martimas sobre
a completa extinecio do trafego do escravos, e a sua
proscripcio como pirataria. Depois de diicuisoes sobre
os meios para obter esse fim, e de removida* Izumas
difllculdades, que baviio, foi o tratado de 13 de marco
de 1824 confeccionado, sendo assigoado por parte da
Inglaterra por Mr. Canning e Mr. Huskitton, e por par-
te dos Estados-Unidos por Mr. Benjamn Kush. Em 30
de abril do mesmo anno, foi submettido approvagao
do leado americano, e etn 22 de maio foi approvado
com emendas, duasiias quaes sio as aeguintea : 1.*,
o direito de visita era limitado As coitat da frica e da*
Indias Occidenlaes; 2.', a duraba do tratado ficava de-
pendente da vontade de urna das partea contratantes ,
que para isso notificara i oulra com a antecedencia de
sois me/e. A Inglaterra nio admittio estas emendes e
as negociacoei naocontinu ira* Veja-se o discurto de
lord Brougbam, proferido no parlamento inglez, em
1843, ea citada obra do Wheaton.
(23 Canning. Discursos, vol. 2., pag. 279.
Depois iiicliiiando-ie ao ouvido de Henrique, Tu
vas ver volean lanzar fugo, lhe dine elle.
Vos mis oito, diise u niaii alio doa dou*, delta ve*
mo i raudo icio ( o brae.. rom tamben) o rosto mu
cero que fuaseia, pasili de largo!
Ah! ah! o'doqun de Guie! diste Henrique.
Ah! nosso primo de Lorraine, diue o rei, dei-
tei-vo* em fim a oonhecer! he una fortuna!
El-rei! cxclamou o duque.
Quanlo i outra periouagem, tirao-u etli* palavrai
erabiocar-ae no capote, c ficar irumovel, depoia de des-
cubrir -ae por respeito.
Senhor, dine o duque de Guise, eu vinlia de um*
viiiln que Hz a miuh* cunhada, madama de Cunde.
_ Su'n........ e trouceslea oom voico um doi vouoa
gentia-horoens? Qual?
- Senhor, respondeo o duque, V. mago de nio o
conliece.
EntSo faremo* coiihecimentn, diue o rei.
E dirigindo-re para a nutra figura, tez lignal a um doa
acama que ae approximasse oom a iua tocha.
Perdoai, roeu irmlol disse o duque d'Anjou dea-
embucandu-*e, o fazemtoa aua inclinacau oom mal dia-
farcadu deipnitu.
Ah! ah! Henrique, aoia va!....... Mai nio, nio
he poaiivel, eu me engao...... Meu irmio d'Anjou nio
leria idu cr pessua ilguma, antei de me ir ver raiin.
Elle niu ignura que para ua principea de amigue que
i olan capital, o ha una porta em Paria i he o posti-
go do Luuvre.


mo verdadeiro amigo do Sr. Coipoi, olo Iba curopria
psmiuncar, entre os seua, a a-c n leooia d'aquelle, de
cujo pai, de caja familia, de cu jos pareles e conterra-
oeoa recebra as demonslncoei mais ampias de estima e
de amizade. Niito appello eu para o leitemunho do Sr.
vigario : mas pessosi siiudas de Paja me tinbSo rela-
tado o contorci do Sr. capillo (confirmado) dai ex-
tinctai ordenancu, Manoel Jos deCampoa, proprie-
tario boje, hornera de inteira probidade e bonrader, aera
nota, pai do Sr. padre Campos, com urna filha natural
do sargento-mor, Filippe do Arago Oiorio, onembro
da lamilla doi Gracas e Sarnpaioi, a mais diitinota dai
familias de Cotinguiba. Depoit disto, pergunta-se :
essa ti I lia do aargento-mr Otorio, depois esposa bori-
radissma, mi exemplar, amiga prestante e caridoia,
rom cuja prole se quizerio* enlacar, e com efteito le
teem cruzado as mais rcspeitaveis slliancas das lamiliai
do centro, seria essa mai causa de vorgooha e avilta-
mento paraumfilho? deseufilbo, que mais he filho
do aeu pai do que della ? dola mosma. que podia tam-
lium ul'jnar-se da nobreza de seo pai Oh que in-
fames, que contraditorios si > os correligionario!, cor-
lespoodenteg do D. -novo Eit-me outra vez a morali-
aar. Pois estes tribunos, que arroto popularidad.',
sao os que querem fazer consistir o merocimento pei-
soal no nascimeoto?? Isto nao merece outra refutacio,
que Doi poots-p!
Nsdadirei do supposto praieirismo doSr. Campos:
sirva-lhe isto de penitencia, e vi conhecendo por ex-
periencia os judas da poca. Com os mos ninguem
condoscen le impunemente. Direi agofa o queei so-
bre a pretendi de protonotsrio apostlico.
Quando aqu chegou o Sr. inter-nuncio, o reque-
rimentodoSr. Campos tinba seguido jipara a corle
le Roma por intermedio do Sr. hispo diocesano. Como
poderia o Sr. Campos pedir esse despacho ao Sr. nun-
cio ? (I.* falsid.ide. ) Constou com elTeito, que o Sr
Nogueira Paas depozera muilo contra o Sr. Campos;
porm, nicamente i ex officio, e nio porque o Sr.
inter-nuncio Ihe pedisse informar/des (2.* falsidade),
que, sendo ello sabio e prudente, nSo as procurara do
tal deputado dos bois, quando ji as tinba do Exm. pre-
lado, pessoa competente para diierdo mrito ou de-
merito do seu subdito : pelo contrario do quedix a
biogafarra, informarlo-me os religiosos da Penha, que
o Exm. inter-nuncio receboo distioctamente ao Sr.
Caiaaos, quando este o foi comprimentar, e manifos-
tou inuito pexar de se ter afoctado o negocio i corte de
Roma, quando elle mesmo o podia despachar. Ora,
eii o efleito do nobre dopoimento do Sr. Nogueira
Paes : ainda mais : consta que a pretencio est mu
liem oncaniinhada em Roma. Mas esta flor sobre a
importancia do Sr. Nogueira Paes !
Ainda urna interrogacio ore.ip>sta para poder con-
cluir. So um nascimento menos distincto podesse re-
Laixar omerecimonto do Sr. padre Campos, e se com
ifuilo isso be um dessr na tabella nobiliaria da praia,
como se hav'em os seu correligionariose correspon-
dentes i respeito dasdezenisedexenas de noo/Hfilhoi
da nossa santa madre igreja, que figurao nos concelhos
do ccnluvirato ??? Outra : apezar do titee et moribut
colegidos na Llogafurra do morador forasteiro em Pa
ja, quem he o Sr. padre Joaquim Pinto de Campos ?
A'esla respondo eu.Umdosjovens, que por sua
illustracio 1180 desmereca as ordens : um joven, que
na tem degradado o sou carcter ; que lem compr.iva
do as virtudes filiaese fraternaes. He dettes, deque
se formao os lions cdadios ; e o que mais he, com urna
fibra frrea, u um talonto pouco vulgar, seus detracto-
res (em du haver se com ello Desprezem-no muilo
etiabora, sun, as uvas esli verdes ; mas elle amadu-
cersempre no circulo da ordem e da estima publica,
de que faz a menor fraccio o seu amigo
Jodo /apiisla de
2
114 toneladas, capitio Edward John Ward, equ-
pagem 9, em lastro; ao capillo.
Boston; 48 das, polaca sarda Concordia, de 264 to-
neladas, capiUo Jeronymo Caoesi, equipagem 12,
carga taboado, resina, carne, cabos e mais gneros ;
a Henry Forster & Compaohia.
Montevideo ; 34 dias, brigue hamburguez Princess-
Royal, de 164 toneladas, capillo John G. Tem-
me equipagem 10, em lastro ; a Frederick Robil-
liard.
Algeres; 31 dias, brigue sueco Dona-Thtreta, de 110
toneladas capitio Elias Hanson equipagem 10,
em lastro ; a M.< Calmont &Companbia.
Sanio sahido no meimo dia.
New-Bedlord galera americana Samuel-Roberts, ca-
pilSo W. H. Warner, carga a mesma, que trouxe.
Edital.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria das reodas
provinciaes manda laxar publioo, que, emeumprimeo-
10 da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, de
19 do eorrente, ro i praca novamente no dia 9 de fe-
vereiro, aomeiodia, as obras dos reparos da capella-
mr da igreja matriz de Jaboatio, sob o orearaen10
de 4:150,010 rs. incluido o augmento de 25 % em fa-
vor do arromatante.
Os licitantes, devidamente habilitados, compareci
na sala das sessdes da mesma Ihesouraria 00 dia e hora
indicados.
Secretaria da Ihesouraria das reodas provinciaes de
Pernambuco, 20 de Janeiro de 1846.
Lun da Coila Porlocarriiro.
OBIIAS DAS MATUIZBS.
.Matriz, de Sanio Amaro Jaboatio.
Clausulas especiaes da arrematando
Artigo 1 As obras de raparos da matriz da povoa -
ci de Santo Amaro Jaboatio far-se bio conforme
o orramento e o plano, approvados pelo Exm. Sr. pre-
sidente em 17 du maio de 1848, e pelo preco de
4 150,000 rs., que he o importe do orcamento aug-
mentado de 25 'I,.
Art. 2. As obras principiarn no praio de dous
mezes, e serio concluidas no prazo de doze meies,
ambos contados em conformidade do artigo 10 do re-
gulaunnto das arrematados.
Art. 3 O pagamento ar-se-ba conforme o artigo
15 do precitado regulameolo, sendo de 12 metes o
prazo de responsabilidade
Art. 4.* Para ludo o mais, que nio est determina-
do as presentes clausulas especiaos, seguir-se-ba in-
teira mente o que dispOe.o precitado regulameolo de
11 de julbode 1843.
Repartidlo das obras publicas, 23 de dezembro de
1845. O engenheiro em chele,
Faulhitr.
Mari., vvander. prasenteiro ai gra Maret|a _
seosivel ( incgnita Giba do o ..
marquez).........'
Orlensio mordomo do mar-(O Sr. Giaoomo Bo-
ques ........... nanni.
Um notario......*. N. N.
Um cabo de esquadra.....N. N.
Coros de soldados franoezes, camponezes suissos, e
criados do marquez.
Com esta brilbsntissima peca a beneficiada espera
satisfaier completamente aos Su. apaixonados da can-
loria, que a quiterem honrar com sua presenta e pro-
tocolo.
O bilhetes
Nova, n. 7;
tro.
vendem-se ji em casa do director, rus
e, 00 dia da recita, 00 boliquim do thea-
(l'rincipiai as 8 horai $ meia.)
ecl
N. B. Esta recita nio he da asignatura,
PUBLICACES LITTEIURIAS.
Recieta Universal Lisbonense, jornal de litteratura ,
scienoias artes, Se. redigido actualmente por J. M.
da Silva Leal, e eollaborado por muitos sabios e littera-
tos porluguezes ; publica-se todas as quintas-feiras;
conlm 12 paginas de impressio cada numen.
Assignatura por anuo ou 48 nmeros 6401
pagos adianlados.
Gaula dos Tribunas! publicada em Lisboa pela ai-
aociacio dos advogados portugueies, tres vetes por se
mana ; contm polmica jurdica, procesaos civise cri-
minaes, graves quesloes de direito soluces das
mesmas &o.
Assignatura por anno ou 640 paginas em folio
llijOOO n., pagos adianlados.
As pessoas que quizerem assignar para qualquer
desles jornaes podera fate-lo comejando a assig-
natura do primeiro volume ou de qualquer dos vo-
lumosj publicados.
Historia do Consulado e do Imperio por Thiers ,
versio portuguesa de Lisboa com estampas. Esta obra
conslari de 10 volumes em brochura de oitato francez.
Assignatura por cada volume 2000 rs., pagos i re-
cepcio de cada volume. Pelo primeiro navio, que clie-
gar de Lisboa he provavel que ch-'gue at o quin-
to volume. Os primeiro e segundo volumes podere ser
entregues ji aos assignantes.
Recebem-se as assignaturas para as publicarles
cima no Becife.'loja de livros dos Srs. Cerdoso Aires,
ruadaCadeia; em S. Antonio, ra Nova loja dos
Srs. Guerra Silva & Compaohia ; e na Boa-Vista, ra
do Sebo, n. 8.
ciaracoes.
MMERCIO.
Alfandega.
IiF.NDIMF.iITO DD DIA 5.................9:037*510
DescarregOo hoje 6.
Patachollar rielabacalbo.
PolacaBoa-lntelligenciaU^et.
Jtriguo inglezRichmondcarvio.
Consulado.
RENDIMKNTO DO DIA 5.
Geral...........................
Provincial.......................
Diversas provincias...............
4:944*988
1:648*592
267*157
6:860*737
Moviiuenjo do Porto.
Navios entrados no dia 5.
Ilha-d'Assumpcio; 8 dias, brigue inglez Enterprise, de
V.
Penlooi, Sr. dase o duque d'Anjou; rogo
magestade queira excusar urna inconiequcncia. .
Por oerlo, dase o rei ora tom melejador, mas que
faltis vu cnlio, mou imito, na casa de Cunde?
Eo.i he boa disac o re de Navarra com en ar fi-
no, o que V. magcitade lisia ainda agora.
E rlii'.;niidc> ao ouvido do rei, terminou a sua phrase
jior nina gargalliada.
y ne ha entin ? perguntoii com soberba o duque de
Guise{ porquje na corte lodos trata vio mal o pulir rei
de Navarra. Nio poderia eu visitar luinlia cunhada ?
N3o visita o duque d'Alenjon aaua?
Heurique eoron un pouco. .
Que cunhada ? pcrgiintou Carloa. Nao conheco
nutra afora n rainha liabel.
Perdoai, Sr. era aua irmia que eu quera diter,
madamaMargarida, queenoontramos, quando para aqai
viuliaiuoa, Iia moia hora, cm ana liteira, acompanliada
le dous caaquillioa, que inarcbavio cada un sua por-
tinhola.
De veras! disse Carlos. Que respondis i ialo,
Heurique ?
Que a rainha de Navarra pode ir undo bem Ihe
approuver, roas que eu duvido que ella tenha aahido du
Luuvre.
E eu estou bem cerlo, dase o duque de Guise.
E en tambero, disse o duqne d'Anjou, poraignal
que a liteira paren na ra Cluche-Perne.
Neceasariamente, vussa cunhada, nio esta, diaae
o rei, mostrando os pacos de Conde, mas a outra la,
= Pelo lycCo desta cidade se fat publico, que no
dia 6 de fevereiro do anno prximo futuro irio a con-
curso as cadeias de primeiras leltras para o sexo mas-
culino das povQ8(des de Goianninha e Pedras-de-Fogo,
comarca de Goianna. (j> candidatos, que as referidas
cadeiras so quizerem oppcV, habilitem-se nos termos
da lei. Secretaria do lycco desla cidade, 25 de novem
bro de 1845. O secretario, Joo facundo da Silva
Guimardci.
O lllm. Sr. inspector do arsensl de marinba man-
da fazer publico quu contrtala a compra de 800 a
1000 saccas de farinha de mandioca, que sio remet-
lidas, *de ordem do Exm. Sr. presidente, para a pro-
vincia da Parahiha ; assim como a remessa dellas em
qualquer embarcacio, que tenba capacidade para trans
porta-las; devendo os pn tendentes apresenlar ai
auas propostas em cartas fechadas nesla secretaria, al o
dia 6 do correnlo mei.
Secretaria da inspoccio do arsenal de marinba do
Pernambuco, 4 do fevereiro de 1846.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos An\oa,
THEATRO PUBLICO.
C 0 M PA N III A ITALIANA.
Sabbado, 7 de fevereiro,
em beneficio da seohora
Marietta Marinangeli,
ser representado o melodrama-cmico emdous actos do
Sr. Cav. G. Doni/etti
A FILHA DO REGIMENT.
Personagens. Actores.
O marquez de Berckenfield. O Sr. Jlo Toselli.
Sulpizio, sargento......O Sr. Paulo Francbi.
Tonio, joven suisso (simples no I,. c ,
l.'acto, educado e nobre no Srj.,0, M,r,0,D-
2.. ............( '
stsssssssssssssssssssssssssss^^
e voltou o dedo na drec^So doa pafoa de Guae, havia
de ir ah tambeni, porque na aa deixatnus juntas, e el-
aa, como aabeis, ao inseparaveia.
Nio entend) o que quer diicr V. magestade. res-
pondeo o duque de Geise.
E eu supponho, disse o rei, que nio ha nada niaia
claro, e eis-ahi porque ia cada portinhola um cas-
quilho.
Poia bem se ha escndelo da parle da raiulia e da
de iniuliai cunhndas, invoquemos, para faie-lo cessar, a
juanea d'el-rei.
Oh! por Deoa! dase Heurique, deixai la aaae-
iiliorna de Cunde e de Nevera. El-rri nio se inquieta por
sua irmia....... e eu lenho confianza ero roinlia mulher.
Nao, nio, disse Carlos, en quero ter o meu nim<
socegado ; mas arranjemoa nos meamos oa noasos nego-
cios. Aliloira parou naiua Clool-Perce, dseis vos,
meu primo?
Sim, Sr.
Couhecercis o lugar?
Sim, Sr.
Pois bem, vamoa al li, e ae for preciso queimar a
oasa para aaber quero est dentro, queina-la-homos.
Fui healaa dispoii^es bem pouco satisfaetorias para
a tranquillidade daquellea de quero so tratara, que ua
quiltro principaea Srs. do inundo ehrislio lomarlo O oa-
iniulio da ra Sainl-Antoine.
Chcgarlo os quatro principes i ma Cloche-Perre;
Carloa, que quera arraojar oa acus negocios fainiliar-
Avisos martimos.
Para o Rio-Grande-do-Sul sshiri, poi estes 15
dias, o brigue brssileiro /dependente ; tem praca para
carga leve, passageiros a escravos a frote : os pretenden-
tes podem trstarcom Manoel Alvos Guerra Jnior, dss
10 horas da manbia em diante, no armaiem de cabos do
Sr.Francisco Mamede d'Almeida, ou com o capitio
Fructuoso Jos Pereira Dutra.
Para o Rio de Janeiro ssbir com hrevidade o inui-
to veleiro e forrado de cobre brigue braseiro Ledo :
quem no mesmo quizer carregar, ir de passagem, ou
mandar escravos a Irete, falle com Gaudino Agostinbo
de Barros, na ra da Cruz, o. 66.
=Para o Rio-Grande-do-Sul sabir! com brevidade,
o ainda recebe carga, passageiros, e escravos a frele, o
brigue-escuna Bella- Virginia, da consignarlo de Nas-
oimento Scbaefler & C.
= Manoel Joaquim Ramos e Silva roga aos Srs. car
regadores do bergsntim Importador o obsequio de
mandaiem seus conbecimentos para serem assignados e
poder formalisar teu manifest.
= Para Liaboa pretende sahir,por todo eorrente me/,
o brigue portugus Hercules: para garga e passagei
ros, trata-sc com o capitio na prara do Cnmmercio, ou
com o consignatario Tbomax de Aquino Fonseca, na
ra do Vigario, n. 19.
= Para Lisboa sai, impreterivelmeote no dia 11 do
eorrente,o brigue portugus Concaico-de Mana; ain-
da recebe passageiros, para o que tem osmelhores cora-
modos : Irats-se com o capitio na praca, ou com o
consignatario, ra do Vigario, n. 19.
Para o Rio de Janeiro sabir!,impreterivelmeote no
dia 7 do correte mei, a bem conbecida e muilo ve-
lira barca Firmeta: o que se annuncia para conbe-
cimento dos Srs. passageiros, e para o de quem tiver de
remelter escravos a frete.
avisos diversos.
Na ra Direita sobrado de um andar, n. 56,
precisa-se de urna ama deleite que o tenba borne cm
abuodancia esem fillio.
=A pessoa, queannuociou, no Diario de bontem,
querer comprar uns alagados, sendo que queira na
ra Augusta, pode dirigir-se a ra da Cadeia no se-
gundo andar do sobrado o. 14, delrontedo tbeatro.
=Tendo-se esperado, que o Sr. V. T. C. viefs pagar
tiva, diieiido-llies que podiln ir onde quicesaero o resto
da noite, mas que aeachassem perto da Baalilha asseia
huras da manilla com dous cavados.
Nln Imviii na ra Clouu-Piricc mais que Irea oaaaa,
e tanto oienoa difllcil se tomn a peaquita, que dua nln
du vi lian abrir .aporta; arlo as que tocavlo, urna a ra
Saint-Aiitoiiie, nutra a de Roi-dc-Sioile.
Coro a trreeira nio foi a me.ma consa : era a que es-
lava confiada ao guarda-porti allemlo, e este era pinico
Iralavcl. Pars pareca destinado aofferecer nessa noite
os mais luemoraveis exemplos de fidelidad* domestica.
Dcbalde 11. de Guise ameacoii no mais puro aaxonio i
em vio Heurique d'Anjou offerereo una Lolaa cheia de
uuro; intilmente obegou Carlos al a diser que era o
intendente geral de polica: obravo Alenlo nio fea ca-
so nein da deolaracio, nent do offerecimento, ero daa
ameacas. Ao ver que inaistiio, ede urna maneira que ae
tornara importuna, apresentuu por entre as barras de
ferro a exlreroidade de uro arcabuz, demonstradlo de
quo nio ficrio mais que rir tres dos quatre visitantes;
Henrique du Navarra eslava departe, comu aenio to-
ra com ello a cousa, visto que a arma nio pudendo
obliquar, s deva ser perigosa para uro ceg que se Ihe
pllense adianto.
Vendo o duque de Guiae, que se nio podia intimidar,
corromper, ou dobrar o prteiro, fingi que ae ia com
oa seus ciiuipBHli eirus; nas nio foi a retirada para mui-
lo longe. Ao voltar .da ra Sainl-Antoine achou o du-
o que deve como consta dos anouncios, que j teem sa-
bido, e como o dito olo tem cumprido o seu dever,
dl-se 3 dias; alias, se dirl o nome por extenso, a qualj.
dade de debito, e lempo que faz, para coobecimento
do publioo.
Quem tiver um uioleque ou negro para alagar,
quessiba alguma cooss de cozinha, dirija-se i vend
do leio de ouro na rus do Hospicio,-junto ao quartel.
Precisa-sede urna ama forra ou captiva, que lo-
oha bom leite, para criar urna menina : ra Direita,
n. 112, segundo andar.
O abaixo assigoado abre a aula publica de grarama-
tiea latina no sali da Uadre-de-Deos, no dia 9 de
fevereiro; e a 16 do mesmo a sua aula particular de
grammatica nacional.
O padre Joaquim Raphael da Silva,
Declara-so, que o annuncio do Diario do hontem,
com as ledras iniciaos J. J. L. nio se enlende cora o
Sr. Joaquim Jos Lody.
=Quera precisar de urna aaaa para o servico de es-
sa, meos engommsr. sendo de portas a dentro, para
homem solteiro, procure na roa da Alegris, sobrado
doSr. Jos Botelho, na loja, n. 4.
Conlinuscio da lista dos livros, que se aeblo tan
venda em a ra de S. Francisco, aotigamente Mundo-
Novo, n 66, os quaes vendem-se ou trocio-se por
outros quaesquer, com tanto quenlo Ibes faltem folhsi,
seja qual for o seu estado: Ariloemetioa de Beaout,
Sellecta latina, Fedrode dillerenles edigOes, Msgnum
Lexiron, Salustio, Virgilio, Tito Livio, Cartas de
Cicero, Horacio, Terencio, arte potica dediffereotw
autores, Grsdus ad Parnasum, Cornelio Nepote, dic-
cionarios Calepinos, Ovidio, opera, em 4 volumes, dic-
cionario da tabula, arle de grammatica latina dividi-
da em duas partes.
Cbamsndo-se um preto gsohador para carregar
um quarto de presunto ingles e 3 garrafaa de licor, es-
te desappareceo no caminho: quemo apprebender, leve.
o no Recite a vet:da do roetes, que ser! recompensa- .
do. O preto levava nos ps alpargatas.
Oabaixo assigosdo, tendo de retirar-se para f-
rs da provincia, com sua familia, se Ihe fax preciso
vender a sua venda n. 88 da ra da Santa-Cruz di
Boa-Vista a dinbeiro ou a praio ; a qual tem bous
commodiis para familia : vende mais tres escrsvsi
boas sem vicios nem achaques, sendo urna negra de
naci, coiinheira; urna cabra vendedeira de ruae perita
lavadeira ; urna mulatinha de 13 annoi, recolhid em
caa : a tratar oa mesma venda.
Jos Soares Pinto Correia.
Arrenda-so um grande armaiem de lijlo ecal,
contendo dentro urna grande cbamin e cacimba, pro-
prio para algumeslabelecimento de padaria ou ferreiro,
por ser situado nos Coelbos da Boa-Vista, lugar mar-
cado pela cmara pira taei estbele; imentos; uuen
pretender, dirija-se aos mesmosCo'lrios, rara o. 15.
Precisa-se de um caixeiro para ajudar a outro em
urna padaria, receber contal na ra, e (arer algumi
escripia, e oulro qualquer servico, que utirer ao sea
alcance: aquelle, que se acbar nestas circumstaocias, a
der fiador a sua conducta, pede, dirigir-se a ra larg
do Horario o. 18, que achar com quem tratar.
Aluga-ie o primeiro andar do sobrado n. 26 do
Atterro da-Moa- Visla com muilo bons commodos e
fresco, e a loja n. 17 por preco commodo ; ospreten-
dentes, podero dirigir-se a fabrica de livros do mer-
mo sobrado, o. '26.
O padre Jos Mstbias Ribeiro lem aborto em sus
casa, na ra da Assumpcio n.30. urna aula de gramma-
tica latina : quemquier servir-se do seu prestimo, di-
rija se a cass cima.
Aluga-se urna escrava crioula, moga, robusta e
sem fitto. com muito bom leite para criar, lava, cote,
eengomma: nos Alogsdo, n. 2.
Quem tiver e quizer alugar urna canoa de condu-
ziragoa, dirija le a ruado Amonio n. 7, ou a rui
da Cadeia-Velba, n. 17.
Quera annunciou querer comprar urna candi,
e igualmente um terreno em alagado dirija-se a Fon-
de-Portas, na ra do Pilar, n. 42.
Aluga-se um esersvo ptimo padeiro, por 12,000
rs. meniaes: na ra dasTrincheiras, n. A6, 1." andsr.
__Precisa se de urna negra;que leja boa para alugar;
quem a tiver, dirija-se a ra do Fogo, n. 27.
O NAZARENO N. 1
esl a venda na praca da Independencia, luja de litros,
ni. 6 e 8; na casa da F, ra eslreiti do Ronrio; a
ni tvpograpbia Naisrena, ra da Florentina, o. 8,
a 100 rs. cada exemplar.
O bacharel Jos Antonio de Figueiredo se offe-
rece a dar lices de pbilosopbia e geometra, leccionao-
do gratuitamente aos que por suai circunstancias nio
o poderem iodemoiiar do seu trabalho. Desejoto da ,
aduntir-se no coobecimento deslas scienoias, eovidari
os seus etorcos, s Gm de que aproveitem os que bou-
verem de honra-lo. Pode ser procursdo para este fim
dss 4 ai 6 horas da tarde em sua casa, ra da Penha, J
n. 6
que o que procura.: era um. dessa. pedr.s, coroo a. rc.poui. jpei.. .cu ...rs..
2____i.....1_____:i____... iu, T.l.mau.ni.< loh vertsche niebet.
medes; pi-la ao hombro, e volton fasendo signal os I
coropanheiroa que oseguiasem. Nease inatanlo juila-"
mente, o guarda-portio que vira eaaea que elle lomara
por malfeilurcs retirarem-se, fecha va aporta, mas nao I
havia anda tidu lempo de eorrer os ferrollioa. Apro-
veitou-sc o duque de Guiae da cirrumatanoia, e qual ca- ,
llpulla vvenlo laucn a pedra contra a porta. A focha-
dura voou pelos rea, levando um pedac da paredo, on-
de eslava filada. A porta abrio-se deitando por Ierra o
guarda-portio, qnecahio despenando com liorrivel gri-
to a guan icio, que a nio ser isto corra grande risco de
ser sorprendida.
Neasa ineinia ooeaslo traduxia La Mole cotn Marga-
rida um idyllio de Thoonrilo, e Cocannaa, a prelexi" de
que lambeni era Grego, beba largamente vinbodasy-
racusa com Henriquetta. A conversarlo acientifica, e a
bachica Corlo ambas igu.lmeute interrumpidas.
Apagaren! primeiro aa velas, abrirern as janellas, le*
brigarero qualro vultos da parto do fra, alirarem-lbes
quanlo aohru a mao, Faierem grande barulho comas
espadas pelas paredes, tal fui o exercici'o a qaeiniiuedia-
tamente ae entregarlo La Mulo e Cocannaa. Carlos 0
maia encarnizado dos sitiadores, reeebeo uro jarro o
prata no hombro, o duque d'Anjou urna baca contando
compota do laranjaa e cidras, e o duque de Gaise mu
quarto de Caca.
Henriquo nada levou; e questionnva devsgarinho o
porleiro que M. de Guise havia amarrado porta a que
respoudia pelo seu eterno
mente, despedio o qualro genlia-boinem de la coroi-| que moviiu, Uej mil annoi aules, Aiax, Telamn e Dio-
J


o cCamor publico.
I 0n 75 acba-se a venda, na praca da Independan-
|i8l linaria n.. 6 88.carranca_
I o D 62 acbar-ie-ba afonda hoja a tarde na praca
M, independencia, livraria ni. 6e8.
i' jLuim Poreira Arante, mudou a sua lo|a de
Lcado < P? d8 Independencia para detronte da"
nesma "' ^Vfloa-F.ira, n. 5.
I t>ommt"J. cutileiroe amolador de lodosos fer-
al, flue pertencem a cutilaria. pretina aos seus fre-
K ai que alm doi ferros de aua arte timbeo fa-
W, .i; na iu. oIBoin. qualquer obra de ac com lo-
K., perleico, eoo lejo eiporai e fre.os de todoi os
i,lio todoi o initramentoa de cirurgia e de dentu-
fc cenceos de eapngardei .v fazendo peen noval ,
Kn'deprecii... Quart. feire e s.bbado de cada seoia-
K iio os din deilmado para amolar loda a qualida-
Ide de ferros cortantes.
I No uiesmo eitabelecimenlo taubem e alugio eipm-
|cird>sde cassa, pagando o aluguel de cada da.
I Tambem ba para Tender urnas puoaraa de orna
anisa composta de iugrientei infalliieia contra a ter-
|"lg.eB'Thereza Mara de Jama faz scienle ao respeita-
liel publico qaeseachapromptae eiaminada capas
Ide exercer a tua arte de parteira e juntamente se o-
llerece a todis as peiioaa que se qu.zerem ultimar de
lMuprestimo; aTqnafi le deten, dirigir a ra dos Mar-
I''Jos Antonio Marque faz iciente ao publico,
IquoSr. Antonio Jos Estoves GuimarSe deixou de
lier leu caixeiro, desde o dia 4 do correte.
AVISO AO PUBLICO.
O enligo eocaderoador trabalbou na praca da
llnlependenca existe preaen. -nte na ra do Que,-
U.do pa.saodo esquina do be. i Ja Longregacio ,
I < n. 43 onde fa< loda e qualquor eooadernacio ,
[prometiendo brevidade eomtnodidade e polide* :
I tamben) tem lutos brancoi ji promptos de varios lor
lautos; pastal para leoretaria, ditas pequeas para me-
I nios ; alguna litros de preparatorio initrucco e
ISc. ; ppel de Hollanda dilo para msica carta ,
I ttboada, pautas e mais. ...
Precisa sede um hornero pira estar em um aitio:
quemestirer nestai oircumitanciai, dirija se a N. S.
Ido Terco, n. 16.
Aotonio Jos Esteves Guimaries far iciente ao
[publico, quedeizoudeiercaizeirodo Snr. Jos An-
tonio Marqu! desde o dia 4 do crrante.
= Precisa-ie de um ama de leite forra, ou captiva,
para criar em urna caa capaz ;na ra larga do Rosa-
rio n. 39. .
Quem precisar de om pardo bom cozmbeiro ,
dirija-so a Soiedsde indo pala Trompe, ledo direito .
quasi ao pe da ig'reje casa n. 7.
Quena precisar de um preto de meia idade que
lina para trabalhar em um sitio sendo por preco com-
modo, dirija-ie a ra da Mangueira n. 7.
O annuncio inserido no Diario de
Pernambuco de 3 de fevereiro, com as
lettras iniciaes J. B. B. M. entende se
com o mesmo Sr., que em juizo se justi-
ficar.
- O abaiio assignado faz publico principalmente
aos paii de leui alumnos, que, desde do primeiro de le -
vereiro corrente a toa residencia e aula do prime-
raa ledras da ra da Conceigao da B a-Vista he na
travesa do Veras (do mesmo baino ), no aobrado o.
13, contiguo ao Sr. Victorino Jos* de Souza Travassos.
Policarpo Nunei Correia.
Lotera de S. Pedro Martyr
de Onda.
Nao teSdo sido poisivel eflecluar-se no dia 30 do
prximo (indo mei o andamento das rodal desta lotera,
como se bata aonunciedo, por existir anda por tender
umcrescido numero de bilbetei, cujo valor sobe a pou-
co maii de metade da lotera, o que se dte allribuir
continuacio do paiiamento da festa ; declara o respecti-
vo tbesoureiro, legi'imaniente autorisado, que tem
transferido para o dia 26 do corrento mez o sobredito
andamento, ben> contencido que, no espaco de lempo a
decorrer at ene dia, os amadores deste jogo concorre-
rloa prover-ie de bilbeles nos lugares ji publicados.
Singuen, compre a parte da casa sita na ra larga
do Rozario n. 35, que est em praca por execucao
dos herdeiroi de Joio Rodrigues de Miranda, porque
esta parte foi sim dada em partilha a Mara Francisca
dos Crteres, por mofle do seu marido Francisco dos
liis, ma para pagamento de divida justificada naquella
< poca, e nio por meiarcio, cuja foi inteirada em outroi
bens: e por isso nio pode a meima parte servir para
pagamento de dividas feitaa posteriormente pela tiuta,
as quaes deo fiador chlo e abonado como ludo se ve no
cartorio dos orpbios, escrivio Pereira,.
Joaqum Jui Lopes de Barros Cabral.profeasor de
Aa omitieres sniniaviu na sitiados, e lliea passavJo oa
prujeclia que ae sucrrriiio cumo una chuta de pedra.
Pela niurle di> diabo grilou Carlos ao levar na ca-
1' c.i.nni tamborete que Iheentcrrou o chapeo at o na-
ris ; abri n deproaaa a porta, quando nio, facu enforcar
ludo la cm cima.
Meuirmaol date om tos baixa MHrgnrida a La
Mul.
El-rei, ditae eato no meimo tnm a Henriqoetla.
El-reil el-rei! dase esta Cncannaa, que arras-
traa um bah para ejonella, eque havia tomado a pei-
t" exterminar particularmente o duque de Guise, sena o
cuulieoer. I| el-rei! voa digo.
Cncannaa lareou o bali, olhou com ar admirado, e
"peiio:
El-rei!
8im, el-rei.
KiiUh, retiremo-noa quanto antea,
~ Oh! U Molo e Margarida ja se forao Tamua.
Por ,.|,de ?
"7 Vinde conmigo, disse Henriqoetta.
fc 'rvandii-lbe da rojo arraalruu Cocanaaa para a por-
'secrein, que dava para urna caen contigua, c todos
quatro, dip.iia de haterem fechado bem easa pqrte, fu-
girSo prl anliida que itava para a ra Titon.
~ Oh! ubi dase Carlos, creio que a guarnicio ar
rende.
Eperro oa ailiantea alguna minntoa, porm nada
"uvrlo.
dezenho e pintura, fezfeientea seos alumnos, que, no
dia 10de fevereiro abroa sua aula, eos previno bajao
de comparecer na ra de Apollo, n. 20, das 9 as 3
horas da manbio.
Procos das mensalidades: dezenho 6,000 rs. ; pin-
tura 8,000 rs : detenbo de arebitelura 6,000 rs.
Arrendag-se duas casas terreas, com grandes com-
modos. e por precos razoveis ; sendo urna na ra de
Hortas n. 82, e oulrano Manguinho, logo no Tunda
estrada da Soledade : na ra de Hortas, n. 140.
Precisa-se de um homem que saiba tirar formigas
de um siti ; a pessoa para isso habilitada dirija-so a
ra de Hortas. n. 140, para fazer o ajuste.
= O commendador Lu2 Gomos Ferreira tai para
Lisboa, levando em sua companhia sua senhora, D.
Emilia Constancia de Moraes Ferreira, sua filha me-
nor, D. Eltira, e seu filbo tambem menor, Augusto.
Conrado Shelbls subdito allemlo retira-ie
para o Rio-de-Janeiro.
Henrique Rosnen subdito allemo retira-se
para o Rio-de-Jane.ro.
Aluga-se urna casa de sobrado de
quatro andares, na ra do Trapiche, com
um grande armazem, com milito boa vista
para o mar, e muito fresca ^trata-se na
ra da Aurora, n. 58.
__ Tiro-se passaportes para dentro
e fora do imperio, despechSo-se escravos
tudo com presteza, e por preco muito, i
muito commodo : na ra do Rangel, so
brado n. 9.
Ufferece-se urna mulbor para ama de urna caa
de bomem soltero ou oasado de pouca familia a
qual da fiador a sua conducta : quom de seu prestimo
sequizer utilsar, dirjase a ra do Mundo-Noto,
n. 36.
= Preca-ie de urna ama, para criar um menino,
mas quer-se urna, que tenba leite noto: na ra da ma-
triz da Boa-Vista a fallar com o doutor Autrao.
a alugaieum litio na eitrada de Belem com
cata de tobrado muitosartoredos de frutoi diversos ,
muita trra baixa n alta para plantacdei, de se poder
empregar 12 a mail escratoi, ou para paitar 20 ou maii
taooas ; tambem ae alugao 3 casai terreai na Passa-
gem-da Magdalena junto a ponte grande : a tratar
ua ra da Gloria sobrado n. 59.
Alugfio-ie cavallos, e recebem-se para tratar ,
por mdico preco ; na rus da Glorii, lobrado o. 69.
= Antonio Joaquim Antunei subdito portuguez,
retira-se para fra da Provincia.
= Amonio Jos de Abreo Ribeiro retirase para o
Rio-de-Jineiro,
= F. Tobler tai para a Europa.
Aluga-se urna can terrea na ra da Soledade ,
com duas salas 6 quarlos corredor ao lado, cozi-
nha fra quintal murado e outro cercado cacimba
de muito boa agoa de beber; a tratar na ra da Auro-
ra d. 58.
Aluga-se urna casa terrea na ra atrs da matrir
da Boa-Vista, com duas salas 6 quartos, corredor ao
lado cotinha fra, quintal murado e outro cercado ,
cacimba com muito boa agoa de beber : a tratar na ra
da Aurora n. 58.
= O fiscal de S. Antonio Matbial de Albuquer-
que e Mello, transferios sua residencia para ra da Pe-
nba n. 23, segundo andar.
O bacbarel Affonio de Albuquerque e Mello ,
advogado doi auditorios e tribunaes desta ciade, irans-
ferio la residencia e o leu escriptorio para a ra da
Penha n. 23, segundo andar. Atisa mais a quem se
quiser utilsar que le tem propoito a dar lices de
anthmetica e geometra pelo que nao estatu preco
determinado ; mas sim deiza-o que se|a regulado por
cada um segundo suas posses, ou sua tuntade e se-
gundo o ment do ensirjp.
Socitdade iheatral Thalienie.
O primeiro secretario avisa aos Srs. socios, que os
bilbeles para a recita do dia 7 do correle distribuem-
se nos das 5, 6 e7 ,* em caa do respectivo tbesourei-
ro oa ra do Queimado n. 67.
Precisa-se fallar com o Sr Maooel Ribeiro J-
nior natural da fregueria de Naspereira, conceibo de
Louzada ; isto para seu nteresse : na ra da Cadeia do
Recifo lojade Joio Jos de Curva I lio Moraes.
Carloi Hardy, ourive, mudou iui loja, do Atter-
ro-da-Boa-Viti para a ra Nova, o. 32, que foi do Sr.
Caj, alfaiate; tem um lortimento de obras de lora, e
ditas da trra para vender, tudo de ouro delei; e faz
obras de ouro de encomienda,e concerta qualquer obra
com presteza o a preco commodo.
- Precisa-se de urna niulher para criada de urna
casa de pouca lamilia, que saiba engommar, cotiobar,
e lodo maii sen ico interno da meima : a tiatar na ra
do Sebo, casa entre ni. 34 e 36. Na meima caa a-
cima ha urna mulher deiimpedida e de bom coitumos,
que se prope a ler ama de leite, o qual lem bom, e
em abundancia.
Prepara-ae olguma estrategia
Guiae.
disso o duque de
He mais provatel que reconhecessero a tos de meu
jrmip. eabalaaaem.
alas por for9a hio de passar pur aqu, disso Carina.
SiSB, replicou u duque d'Anjou, ae a casa nao titer
duas subillas.
__ Primo, diaso o rei, apanliai ootra vex a tosaa po-
dro, c faici srgnnda porta o mesmo que n primera.
Julgou o duque que era intil recorrer semelhanles
rucios, e como hatia notado que a aegunda porta era
menos forte que a primera, metleo-a dentro com um
simples pont-p.
Da ca as lochas, trate aa tochas, gritou o re.
Oa lacaiuaapproXinrSo-ae aa tociaa catatan apaga-
dna, inaaelleatinhau u que era neoessaro para accende-
laa, e u fiero. Carloa IX peguu n'uroa e paaauu a outra
ao duque d'Anjou.
O duque de Guiae pot-se adiaute coro a espada na
mao.
Henrique fecbou a maroha.
Clirgr&o ao primeiro andar, e entrarlo na aala de
iantar; a cea eatava preparada, ou antea deaarranjada,
porque era particularmente ella quem bata furnecido
lia proiectia. Oa candelabroa eatato pelo ch>, oa m..-
veis desarrumadoa, o tudo que nio era baixella de prala
leilo em iedacos. ,. .
Paaarau i sala, o nao echarlo ah man wdioioi du
que na anterior acerca da identidado das penonageni.
Tcndo-ie rztratiado do poder doi abaixo aisigna-
do tres letlrai a saber: urna acceita pelo Sr. Joa-
quim Goncaltei Cascio, da quantia de 132.000, n.
tencer-se om 20 de maio, oulra dos Srs. Santos Nevos
&GuimBres, de ifia.000 rs., em i6do uoho, ea
ultima, pelo Sr. Antonio Jos Antunes GuimarSe, de
240,900 rs. em 5 de junho, tudo no corrente anno;
fazem sciente ao publico para que nfio fa?Jo traniac-
rdes com as mencionadas lettras, porestarem ossenho-
res acceitantes prevenidos para s pagarem aos secado-
res ahaixo assignsdos. Elsltr ty C.
A officina de encadernacio, que o padre Lomos e
Silta dirija na ra de S. Francisco ainamente
Mundo-Novo, n. 66, aoha-se prvida de todo o neces-
sario para desempenbar quaesquer encadernacoes, que
ae exigirem, com a perfeiclo e goito jfc conhecidos do
publico, ea um preco commodo.
= Francisco Ribeiro Pires embarca para o Rio-de-
Janeiro a escrata crioula de nome Anglica, com 13
annos de idade, para entregar ao Sr. Francisco dos Sao-
tos Tarares.
Joaquim Manoel Caroeiro da Cunha participa
a letii detednres, que, preteodendo retirarse da pro-
vincia da Parahiba, aonde he morador, para a de Per-
nambuco, Ibes adverle que, da data do presente aviso
a 6 mezes devom remir suas lettras, a fim de o nio
constrangerem a lanzar mo dos meiosjudiciaes.lSo re-
pugunantesao seu gonio ; assim como Ibes atisa que
Antonio Thomaz nio he msis seu procurador. Cida-
de da Parahiba-do-Norte, 24 de Janeiro de 1846.
Pranciico Jos Pacheco de Olitera faz publico ,
que deixou de (er gerencia no armazem de assucar de
Jos Gomes Villar deide o dia 31 de Janeiro do cor-
rente anno.
= Na ruada Cadeia do Recifo, n. 46, ha urna gran-
de quantidade de chumbo de municio, de differentes
qualidadei e igualmente um lortimento de muito
excellentci vinhosdo Porto, muito velhos, Sberry, Ma-
deira Figueira, Lisboa, Bruxellai Claret, e muilo
boa ago'ardente de Franca tudo por preco commoJo.
Aluga-ie urna prela captiva que tenba bom lei-
te para criar urna menina ; na ra Hireita n. 112,
segundo andar.
Alu^a-se urna boa casa terrea na ra de Agoas-
Verdes n. 12, dfronloda porta Iravessa de S. Pe-
dro : a Tratar na ra largado Rozario, sobrado n. 44.
= Precisa-sede urna cozinheira ; na ra do Mun-
do-Novo, n. 58.
D-se dinheiro a-juros com penhores de ouro o
prata mesmo om pequeas quantias; rebatem-se 10I-
do. o ordenados com condicdei: oa ra do Rangel,
n. 37, ou oa ra da Praa, n. 22.
Aluga-se o primeiro- andar do so-
brado da ra da Senzalla-Vellia junto
ao Sr. Lasserre, com commodos para
grande familia, e muito fresco : a tratar
na ra do ( ollegio n. i4, segundo an-
dar, ou no armazem do Bacellar, no lar-
go da Alfandega, com Jos Marcellino da
noza.
= Arrenda-se um sitio na encruzilhada da estrada
que legue pira S. Amaro, com boa casa de vjvenda
estribara de pedra e cal todo cercado de limio, bai-
xa para capim bstanles arvoredos do Iruto : quem o
pretender dirija-ie ao Alerro-da-Iioa-Vista n. 24,
primeiro andar.
Agencia ce passaportes.
Na ra do Collegio, botica n l.eno Atterroda-
Boa-Vista loja n. 48, tiro-se passaportei para dentro e
fra do imperio, asiim como deipachio-se eicravoi: ludo
com brevidade.
=Alugao se doui pretoi pedreiros.e cinco lertentes,
por preco mdico : na ra doCreipo, o. 15.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. i da ra
do Queimado : a tratar na loja do mesmo sobrado.
D-se dinheiro a piemio mesmo em pequeas
quantias rom penhores do prata ou ouro: as (
Ponas, n. 131.
= Aluga-se urna casa de um andar e solio sita na
ra Augusta, por preco commodo : quem a pretender,
ai.imiii ir. ,
Na ra Nova, n. 26, precisa-se de officiaes de al-
faiate. j
= Quem precisar de urna ama para o servico de
urna casa de pouca lamilia dirija se a ra de S. Fran-
cisco, n. 4.
Compras.
= Comprao-seduas estraves, de idade de 15 a 20
annos bem feitaa que sejio boai coitureirn ; sdver-
tindo-se que urna be para Ion da provincia : no Ater-
ro-da-Boa-Vista o. 37. primeiro andar.
K Compra-se uoa iluiia decaderas de palbinba,
urna marqueza ou sopb em bom uso : ns ra de
Apollo n. 28.
_ Na olera do Cotovello, compra-se a troco de ti-
M
joloe telha. 1 canoa que pego em 1500 lijoloi de
altenaria grosss, e outra ecbd ou mesmo aberla ,
sendo pequea urna te/ que sejo novas 00 eitejio
em muito bom estado : quanto a grande, nio impor-
ta que leja de cooduiir agoa oslando ella no aliado ,
que le requer. >
Cnmpra-n urna canoa grande que carregue
600 a 800 tijoloi; na praca da Independencia, livra-
ria o. 6 e 8.
Comprio-se pira fra da protiocia eierato
de 13 a 20 aonos; sendo de bonitas figuras pagSo-se
bem : na ra da Cadeia de S. Antonio, sobrado de um
andar, de taranda de peo n. 20.
Comprio-s douseicratos, um pedreiro e ou-
tro carpina para ama encommenda do Rio-Grande-
do-Sul ; na ra do Collegio armarem n. 19
| Compra-se urna canoa aberta que pega em 500
lijlos de altenaria, eum terreno em alagado; atrls
da ribeira de S. Antonio armaiem de couroi no bec-
co do Goncaltes.
Vendas.
..tros gregua e latiaioa, alguna inalrumentoa de msica,
,,i ludo quanto se encontrn.
0 quart do dormir eslava aindn mata mudo. Um
ainparina anlin cm um globo do alabastro auapenjo a
,rro, inaa nao pareca meamo que olgueiu all huuveale
ntrado. ...
_ H oulra sabida, duaeo ro.
_ Ho provatel, diase o duque d'Anjou.
__ Mas ande be ella *
PruRurnu-ae por toda a parle o nao aeachnu.
_ Onde eali o guarda-porlao? perguntuu o rei.
Eu prendi-o grade, disso o duque de Guiae.
Inlerrogai-o, primo.
Nio ha de querer responder.
Ora eatn! ponhao-lhe em torn daa pernaa nm Fo-
guinho, disao Carloa rindo-ae, e ha de rallar eolio.
Henrique olhou muito depreaaa pela janella.
__ O homem nio eat maia ah, diaae elle.
Quem u sollou? perguntuu de prompto o duque
1 Guiae.
Mortcdodiabo! diaae o rei, ficaromna oinda aem
saber de coaa algoma.
Com effoito, dase Henrique, bem vedes, Sr. que
nio ba urna prota de que niinlia mulher e a ounhada de
". de Guise caliteasem nesta eaaa.
He terdade, reapondeo Carloa, a Eaortora no-I
laina: ha treacousaa que nio deixo teetigioa : o paa-
ro no ar, o peixe n'agoa, ea mulher....... au, enga-1
i-tne. o homem.,...
=Vendem-ie 4 escravas lendo duas crioulioliis,
de 13 a 15 annos, de bonitas figuras, o duas ditas de
afio, de 20 a 24 annos com algumai habilidades;
doui mulatinbns, de 12 a 13 annos, proprios para offi-
cio ; um dito de 17 aonoi, proprio pira pagem ; um
dito de 22 annos, para o serv :o de campo ; um mo-
leque de afio de 16 annos proprio para todo ser-
vico ; um esersvo de naci de 40 annos bom padei-
ro : na ra das Cruies, n. 2-2, segunduwdsr.
aas Vende-ieum molequede naci de idade de 16
annos bomcoiinheiro ; um cihrinha, de idade de lo
annos, ; urna negrinba, de 16 annos, engomma, coie ,
e he recolbida ; urna mulatinhada inesma idade ; urna
dita de 25 anos ; um escravo bom carrero ; 4 ditoi
de bonitas figuras ptimos para todo o sertico : na
ra Direiti, n. 3.
= Yonde-ie urna preto de Angola, canoeiro; na
ra Bella sobrado n. 37 at as 9 horas.
= Vende-se urna casa no lugar do Molocolombo ,
com fronte e fundo de pedra ocal : a tratar na ra de
S. Francisco n. 4.
-= Veiid-m -se superiores charutos regala ditos de
Manilba raprolio hamhurguez na ra do Trapi-
che n. 34, casa de Fernando de Lucca.
= Vende-se urna cabra (bicho ) com muito bom
leite muito bonita, cor preta ; 16 lapos de pedra :
em N. S. do Terco lobrado n. 16.
- Vende-ie um pardo pedreiro ; um dito para pa-
gem de bonila figura lem vicio algum o que se
garanto ao comprador ; urna parda com um filbo ou
sem elle moca e de boa figura ; um preto croulo ,
de bonita figura. sem vicioi: na ra da Cadeia de
S. Antonio, 11 19 deposito de farinha.
= Vende-se milho telho a 2500 rs. o alquueire ;
dito noto a' \f rs. ; saccas com farinba de Mag a
b/rs: na ra da Cadeia de S. Antonio deposito de
larioha n 19.
Vende-se um preto de bonita figura, proprio pa-
ra todo o servico ; na ra do Crespo n. 15.
= Vende se urna morada de casa terrea de pedra e
cal sita no pateo da Paz dos Afogedos, com bastan-
tes commodos com vidracas na trente e gabinete e
he feta a moderna ; vende se para desobriga de urna
disida : na ra larga do Horario, n. 39.
= Vendem-se bem leitas caixas de tartaruga para ra-
n por terem a particularidado e consertarem sem*
pre fresco : na loja de tartaruguoiro da prc da Inde-
pendencia, n. 34, em que era administrador o falle-
cido Antonio Bodrigues Samico e que hoje gyra sob
adminislmiodeseufilho Manoel Antonio Bodriguel
Samico. Na mesrns ha bem eitos penles a polka pro-
prios para a lesla do glorioso S. Amaro.
Cootnuo-se a tender chapeos finos de castor,
a retalho ; na ra do Trapiche-Noto, n. 5 ala do
Joio Slewart.
= Vonde-se um moleque, de 14 annos; um pre-
to de 27 annos, bom carrero ; um mulatnho de 14
annus ptimo pagem ecomo fardamenlo : atrs da
matrt de S. Antonio o. 16, primeiro andar.
= Vendem-se cortes de ciiia-chilai de padrees mo-
dernos pelo barato preco de 2000 n. ; ditas em co-
vadoi a 240 rs. ; riicsdos oscuros muito largoi, a
240 n! o covado ; madapolio fino enfestado a 5MM)
n a peca ; merino de duas largurai fino a 1280
n ; e um lortimento de toda ai faiendas por barato
preto : na ruado Crespo loja n. 14 de Joie Fran-
cisco Das.
. Vendem-sndousescravoi; no Forte-do-Matto,
ra de Jos da Costa n. 14.
Vende-se cb hysson de Lisboa. a 3500 n.
libra o oielhor poisitel ; dito a 2560 rs. ; arros pi-
lado a 10* rs. oalqaeire'; cevada, a 100 rs. ; latra,
a 240 rs.; talharim a 220 rs. ; manteiga muito no-
va a 800 o 960 rs.; dita franceza a 640.rs. ; dita de
porco a 440 rs ; passas a 3G0 ri.; touctoho
280 rs. : na ra do Rosario, venda, n. 47.
~_ Peluque, inlerrempeo Henrique, entendo que o
me lemoa de melhor a Faaer.....
Sim, disao Carloa, ho irmoa, eo tratar da mmna
coiilnsSo, vos, d'Anjou, de limpar o voaao charope, e
,a Guise, do faser dasapparecer eaaa gordura.
E com iato forlo aahindo sem f darem ao trabalho do
tornar a fechar a porta.
Na rua Saint-Antoine, perguntou o re aoi duquei .
Onde idea va agora, meua Sra. ?
Senhur, na tamoa eaaa de Nantouillet, que
noa capera para car: quer V. magcat.de t.r com
""-'lio, obrigado, no. tamo, para o lado oppo.to.
Q^eS:tt.,:::":t"re.pond.opron.pt.m.n,o
tT.m?"ommedo de que eu o fac, -.piar, di.so
Carloa ao ouvido do re do Navarra.
Depoia trscamlo coiu cuco braco: ...
_ Vera, Henriquinho, coniinuou elle; nejo dou-to
M""ntlo na nio toltamoa aoLoavre? perguntou
Henrique.
Nao, ja 10 disao, grandisaimo teimoao, endaoom-
migo, poia que le digo quo teuhaa, vem.
E letou Henrique pela roa Geuffroy-Laanier.
(CnttMar**)


'W.
m




m
Vende-se o Manual do Cidadlo em
cpUiiuUfu uu principios de airoito publico cons-
titucional administrativo o das gentei por Silvostre
Pmbeiro Ferreira 3 y.; o praca da Independencia ,
Jurara os. 6e8.
Veode-se superior vinho tinto do Porto, em bar-
ra de oitavo em pipa : na ra de Apollo, n. 31.
= Vendo se uma parda vistosa e sadia engomma
bem eozioha o diario de uma casa cose mui bem
costura uhaa ensaboa, e corla vestidos dnsenbora ; na
ra da Cadeia do Recie toja de Jlo da Lunha Ma-
galhles.
=Vende-se milho a 2560 e 5200 rs. o alqueire
pela medida velha ; saccas de arroi pilado ; ditas de
leijlo molatinbo ditas de farinha barris com mel,
cbeios no engenho ; todos estes gneros sio proprios
para embarcar, por sua qualidade ser muito boa : na
ra da Cadeia do Recife n. 8.
= Vende-se um bonito moleque de Aogola; peca,
de 18 annos bom canoeiro e cozinbeiro muito fiel
e nio tum vicios; na ra estreita do Rozario botica
do Sr. Paraobos.
=Vende-se a venda da ra da Cadeia do Recife n.
1: a tratar com Jos Goncalves Torres.
== Vndem-seexcellente charutos de regala em
caiiinbas, por preco cornmodo ; em casa de Novaei &
Companbia ra do Trapiche n. 34.
=\ rmlem-se saccas cora Trelo* vindos de Lisboa,
ao mdico preco de 2500 rs. a -.<.* ; nn rm'm do
Braguei, ao p do arco da Conceigio.
= Vendara-se cortes de cassa de cor a polka,
2600 rs.; ca rastra i a lisa a 390. 480 e 900 rs.; brm
branco de listras superior, pelo barato prego de 280
rs. o covado ; lencos brancos pintados, grandes, a 260
rs. : tarlatan* a 3200 rs. o corte ; chitas finas escu-
ras a 160,200e2i0rs.; panno fino preto a At
rs.; lentos de seda, a 60U, 1400 e2000 r. *. no Ater-
ro-da-Boa-Vista loja n. 14.
Vende-se, oa permuta-se por casas
terreas, nos tres bairros do Recife, um
armazem grande de pedra e cal, na ra
de Aj olio do Recife, ns. 28 e 3o, da par-
le da mar, o qual tem militas proporcdes
e levantar um ele
A
narn e levantar um elegante predio,
com desembarque no fundo, proprio para
algutn eslbelecimento, que se quizer por,
e be tambem de esquina, o qual pode abrir
portas cjanelbtsno oitao da parte do nor-
te, e juntamente com o mesmo predio
vendem-se du'as canoas de sgoa, uma no-
va e nutra cm bom uso, duas ditas abertas
grandes e seis escravos canoeiros : quem
til negocio Ibe convier poder dirigirse
ra da Sanzalla-Nova, venda n. 7, que
achara informacSes sobre venda ou tro-
ca.
Vendem-seduas moradas de casas, na ra da
Guia sendo uma de sobrada e sollo com seu quin-
tal e cacimba chaos proprios n. 9, e a outra terrea,
com solio e fundos at a ra de Apollo n. 2 ; na ra
da Moeda, n. 7, a tratar com Leopoldo Jos da Costa
Araujo.
Polassa americana
de muito superior qualidade vende-se a 250 rs.
libra ; no armazem do firagaez, ao pedo arco da Con-
ceigio.
= Vende-se potassa americana, ltimamente che-
gada em barris grandes e pequeos; lentos pretos,
de seda da India ; selim preto de Maceo ; velas de es-
permacete de 4, 5 e6 em libra ; cera amarellu ; al-
godSo grosso para saceos ; tudo por prego commodo :
em casa de Matbeus Austins & Companbia Da ruada
Alfandega-Velba n. 36.
= Vendem-se moendas de ferro para engenhosde
nssucar, para vapor agoa e bestas de diverlos lma-
nnos por prepo commodo; e igualmente taitas de
ferro coado e batido de todos os lamanbos : na pra-
ra do Corpo Santo n. 11, em casa de He. Calmonl &
Companbia ou na ra de Apollo armazem, n. 6.
Vendcni-se pelles de be-
zerros francezes, grandes c de
.superior qualidade: na ra da
Cadeia do Recife, u. 55.
Vende-se potassa amcri
cana,
ebegada ltimamente, e de superior
qualidade em barris pequeos, a a5o
rs. a libra ; em casa de J. J. Tasso J-
nior.
JSo
qS!h'.t! M.u.au cuui
i
caes do Collegio, n. 9
existe um novo armazem com farinha de S. Matheus e
milho, tudo, tanto a retalbo como em porgdes, e mecie-
se a vontade dos compradores, medida velba rasa, ou
caculada como de matulo, e por menos do queem outra
qualquer parle : os pretenderites dirijlo-se ao mesmo
arma/em, ou a ra da Cruz, n. 54, a fallar com Mnoel
Antonio Pinto da Silva.
=. Vende-se a venda da ra Direita dos Afogados,
n. 42 com poucos fundos, e bem acreditada : a
tratar na mesma venda,
= Vende-se a venda do paleo do Carmo n. 13 :
a tratar na mesma venda.
=Vende-se uma preta de Angola moca e bem pa-
recida coiinba bem o diario de ama casa lava en-
gomma liso e ba perita comprsdeira ; na rui do
Rangel o. 54.
= Vendem-se 6 escravos mogos, bons para o triba-
Ihodo campo e da praca ; doua mulatinb'os de 12 a
16 annos, tona para pagens; 4 pretas com bou ha-
bilidades, e uma engomma e coiinba bem ; duas di-
tas boas quitandeiras ; duas pardas j de idade pti-
mas para amas de casa : na ra do Crespo, n. 10, pri-
meiro andar.
= Veade-se um moleque criouln de 9 a lOen-
no>; na ra da Gloria sobrado n. 59.
= Vendo-se uma casa terrea em cbioa proprios,
um goVcrnolenm Hnnt naHne */i*tti4i fX;
boa cacimba sita na ruado Padre Florianno n. 52 :
a tratar na mesma ra n 54
= Vende-se a meiaccSo de ama casa terrea na ra
de S. Franoisco antigamente denominada caes dn
Machado n. 58 : a tratar na mi Nova, n. 57.
= Vende se cera de carnauba de superior quali-
dade em porfo e a retalho ; na ra do Rangel,
o. 1.
= Vende-se um mulatinho, de idade de 12 annos,
com principios de alfaiate, e de bonita ligara; na rus
das Cruzes, n. 50.
=Vendem-se trez moradas de casas terreas detaipa,
ludas juntas sitas na villa do Rio-l ormoso sendo a
maior em esquina de ra com fundo para o rio e
em bom lugar para commercio e terrenos foreiros a
Senhora I) Francisca Lins: a tratar com o tenente-co-
ronel Caetano Alberto Tixeira Cavalcnti na ra do
Padre Florianno, n. 38 ou com osSrs Jdio Pinhei-
ro Catle na mesma villa, Francisco Machado Ti-
ieira Cavalcnti no engenho Primavera, da mesma
comarca.
)i9dd eidmat lias os
n| p oitoiajjo laiopeiduioa so anb obmiuubod jarib
-|anb enb a soquijiiaq toaid lod sopipues od mas
ofia* 'oguopuaui obu as anb sojinu loijno o soSiiie
opvuopuDiu so snb *03||qnd p^iiadsaj oc o-9|iapv
SB||9j8uiB o seausiq ttpui a S8q|in8idsa ttm8ia|
saiaslSijtp tae o|jsjeuit o soaueiq sos|sj saojis
! e/oi ep 193 0 o||dJuii 0);p oii9j]S9 s oSitj' oauajq
o)U8|o sopspjoq a sos|| sjauqoq e oqui| epo|y
: ssindlBi ts sspoi ap soaiq ap o)uauii)JS uioq eioqu
-as minoq alad |os ap soadaqa sajoasumoq ap sop
-edcnoisa soiip alias ap a sa|da^ ap soj8 ep 'cujias ap
'aiaid apas ap soas| : sissnji au soptaei' soptioejiaa
.na su;jq serjiepom sazaoueij sJimisia ssoq sop
-Hjos maq soaysouuad saioa op sapas a srjiss e)3|
-|od jd osdbj^ ap uijias saioa-ajinj s ujisjuijb3 sox
-noi soDUBjq 'sanze 'sapiaa saaiajt) .'szasoas sojip
' oiiiaujio 'sapiax saioa-tiinj 80s;| 's|d)j ap soja
'. apas ep sa|qa soai tpujig 1 a sazaloa moa 'ajoquas sjed mjas ep sbiubui opoiaamjiios um eq
' sspuazcj saijpaiqot sap ma|v uisaje si soiaaaoi
-10 |ito inop a o3aui|e op o)buijoj o moa epue||oq
laiu opu;9og |dad uioq opaaoa o '(1 Bjuaijo O soj
-um oijanb e 'sosn soijno s soquuiaa lanoj sa)eji
jijqoa sisd soiidod tejo) saiuajajjip moa ofpo8|
a bg| ap soasitnsp saasiad lias t aperii|inb apunSds
ep Soup saoBisd baou a apas opujifag se| a osp
-ofl|B a sopezpam BiaAtmiid ap sojp '. i*ae)id zai) a
1/9 BP ,01!P SJ I!10 anoP %L3P S0'!P *>'*iad
baou a 'oi|ubmibi ep ^/g moa j| ep sa|tqa '. itd o sua)
-uu ezop mauoq ajad seijdojd eiaoasg tp oy ap
suauaiq ssin| led apea suaju; eznp 1' uoquas ajad
saudod sa||a moa a sopen mas ejajd apas ep saan|
'. bjba a opaznia a epsp;|Bnb |ai|jjjosep apiima iga
a moa saiuaiadsuaj) sesi| saiaiqmta opaioa o aoa)
-ad a 08iiM| ep etoid a sepedmaisa segipad soijno o
bbjjsii 'sopn;m soquuiei sb8ji| 'seraauaij aaiiqa : op
-BAoa o suaiou azop a soaou saojpsd snisi| a sojp
-anb moa 'zaipaqa ap sazaaaij sopaa'sii opaAoa o sua)
-uu eiou b sbji) saioa moa oqui| a'ojpo8|e a sopia
-ai *ain8iB| ap soiu|ed f moa soquipnjm soqujpsasii
uin apaa siaiui ezop a 'apas i;8uy a saxy seipa ip
-aqa ap soiaa| uiapuaA as luaqmei : sopau8;sap oiiaqa
oea enb so8;|ja sam so sopo) mista uiaq a '. ezajnjsu
a)U>q|ames ap o^iejap uiau subas mea) ojo si|jqa
sepsaoiDuaui se anb'es-ajaiasse a amouooa ogaiaid
enb BijMusj sep osn o ajad Sfasapuammoaej o);nui oes
ossi jodo's|U|i sa)us||93xa 'soquasap saAapai8a 'souusd
suoq iua9| se)qa Bjipajqos sa : opaAoa apea eoaiad siaui
ap oazd opeopoui oa Ofivja 00 OlRSaO^ 3(1
SVI.IHD as-mapuei oiuo)uy 'fj ap oaia o eisd ejuaij
a moa oj9e||og op ani ap sumbsa ep afo'| bjj =
Vciule-se urna canoa, que est
em muito bom estado o de muito boa construccSo ;
carrega (IDO lijlos de alveoaria : na ra do Rosario da
Boa-Vista armazem de farinba n. 53
= Vend-se um moleque crioulo de idade de 20
anuos pouco mais ou menos ; na ra da Moeda ,
armazem n. 15.
=Vendem-se 11 escravos sendo 2 pardos 3 pre-
tos uma negrinba uma cabrinba dous molecoles ,
e 2 mulalicibos; no largo do Corpo Santo n. 23 a
tralar com Antonio Rodrigues Lima.
=Vende-se uma escrava crioula de idade de 18
a 20 annos, com uma cria de um aono cose engom-
ma, coiinba, e lava todo soflrivel ; na ra da Cadeia
do Recife, n.59, segundo andar
as Vende-se uma casa de pedra ecal, bastante gran-
de, toda erlvidragada com bons commodos para gran-
de familia quintal e sabida para o banbo com um
sitio, na Passagem-da-Magdalena n. 29; na ra
Direita, n, 3.
Vende-se un cavado novo gordo o bom anda-
dor de baixo at esquipar ; aires da matriz d S. An-
tonio n. 16, prmeiro andar.
Champagne da marca G &C G, vin-
da no ultimo navio de Franca : vende-se
em poredes e a retalho, em casa de Me.
Galmont & G.*
= Vendem-se 6 escravos de ambos os seiot de 12
a 22 annos de idade e de bonitas figuras ; na ra do
Queimado n. 31 segundo andar.
= Vendem-se 50 meiosde sola 30 couroa de ca-
bra 2 a 3 arrobas de cera amarella por prego com-
do; oa travessa da Madre-de-Doos armazem o. 9,
de Joao Tavares Cordeir.
= Vendem-se 2 escravos pardos sola beieiros ,
us com diamantes um coiiar o cordes, e naaio obras
de ouro novas ; oa roa Bella n. 37, primeiro andar.
= Vende-se um cavallo rugo grande e gordo ,
com bons andares de baixo at meio ; na ra do Quei-
mado o. 30.
= Veode-s uma linda eicravs de nagio Angola ,
de idade de 20 annos, com todas as babilijlades preci-
sas para qualquer casa de familia por ser do omito
boa conducta ; um lindo eicravo de 22 annos criou-
lo e de exoellenle conducta : na ra estreita do Ro-
sario n. 31, primeiro andar.
= Vende-se orna linda crionlinba de 12 annos ,
com principios de costura e he muito inlelligente ;
na ra estrella do Rozario o. 31, primeiro andar.
Vendem-se apparclhos
de metal, para cha: na ra
para
Nova, defronte da Concego
dos militares, ofliciiia de M-
noel Antonio Alvares de Bai-
lo, n. 58.
BOU E BARATO.
Vendem-se, na ra do Crespo, loja nova n. 12, de
Jos Joaqoim dasSilva Maia as segaites fazendss
brim de linbo com listras azuei, a 280 rs. o covado
sita fszenda 'oro-ie uiuiio. recommiiuave! a ede be
mein de ofGcio tanto pelo diminuto prego, por que se
vende, como por sua eicellente qualidade : brim bran-
co trancado de lioho muito eneorpado a 1280 rs.
vara o dilo liso muito fino imitando panno de linhb ;
a529rs. avara; cisimiras elsticas pretas e da co-
res, a 1000 rs. o covado ; terlstaoas de novos gostos,
pelo mdico prego de 4 rs. o corte ; cortes de eollete
de seda padrfies muito delicados, a 3300 rs,; fustdea
de cores a 800 rs. o covado ; brim (ranees tranca
do, pardo, a 480 rs. a vara, veludo de cores para col-
lato a 3200 ra. o covado ; lenco de selim para se-
nhora de gosto mais o moderno a 3j rs. ; ditos para
meninas, a 800 rs. ; cassa-ebitas de bons padrdes a
320 rs. o covado ; riscado francez, proprio para ves-
tidos e aquetas a 20 e 240 rs.; damasco de lia ,
com 7 palmos de largo muito proprio para cobeilaa de
camas, a 2000 rs. o covado ; riscado escoces, muito
proprio para chambres e vestidos, a 220 rs. o covado ;
franjas para cortinados, cada peta com 15 varas a 4f,
4500 e o rs. ; zuarle azul com 4 palmos de largura a
240 rs.; cambraias adamascadas de efires e brancas, a
4000 e 5000 ra. ; roeias inglesas de seda para senho-
ra a 3000 rs. ; ditas para hornern pretas e de cores,
a 2000 rs. o psr ; cortes de chitas de assenlo branco,
com 13 covado a 1600 rs. ; alm distas faiendas, ha
um sorlimenlo completo de castores para calcas de
chitas para vestidos que lado sari vendido por preco
muilu commodo.
Vendem-se duas negrinbas, sendo uma de 12
annos e a outra de 13 com principios de costura e
de boa conducta : no largo da matriz de S. Antonio ,
n. 4, segundo aodar.
- Vendem-se duas canoas abertas que levo 800
a 1000. lijlos, por prego commodo, por precisa rem
de concert; 3 ditas de carregar agoa tambem por
prego commodo: na ra do Cildeireiro atraa dos
Maityrios, o. 56, todo o negocio se far.
.= Vendem-se>12 escravos sendo 4 pretas lavo,
engommio, cosem e coziobSo ; uma parda com dous
iilhos de 6 s 7 annos ; uma negrinba de 10 annos ;
orna parda de 24 annos cose, engomma e coiinba ;
dous pretos, de 20 annos, sendo um carreiro ; um
pardo de 16 annos, proprio para pagem ; tudo por
preco commodo : na ra da Cruz, n. 61 ou na ra
do Trapiche-Novo n. 20.
= Vendem-se 30 ou 60 palmos de frente da um ex-
cellenle terreno ji'atlerrado e bastante fundo, sito oa
ra Augusta, junto a casa do Sr. Andr ; o qual echa-
se desembarazado por se ter o titulo de terreno de mi-
rinba, e pagad de loro a nacSo 8s ditos 60 palmos 810
rs. anoualmente : nos Coelhos da Boa-Vista, o. 15,
jnnto da otaria do Sr. Miguel Csrneiro.
--------- > i -~ul*.
Escravos Fgidos
i*f*nrne m
i Hit Al
MHS5 de tsrtsrup
caly ; na ra da Cruz, n. 26 vendado Luiz Jos de
S Araujo.
= Veode-se ama crioula de bonita figura de ida-
de de 17 a 18 annos, com principios de costura e cu-
zinha ; na ruada Cadeia-Velba n. 2.
= Vende-se uma preta de naci coiinba o dia-
rio de uma casa, engomma liso ; na ra de S. Jos,
n. 5, indo para o pateo da Penha.
= Vndese uma preta crioula de 25 socos, de
bonita figura lava, cozinha, cose, o ha quilandeira ;
oa roa do Mundo-Novo, o. 17.
= Vende-se farioba para porcoa ; ao largo da Ri-
beira, n. 3.
= Vende-se, sem feitio uma correte para senho-
ra 15 annetdes com diamantes, dous pares de brin-
cos-modernos Com diamantes, um trincelim 3 rose-
= Tendo-se desappsrecido de Manoel Aolero do
Soma Reia dous escravos e vendo por frequentes ve-
res nos jornaesps escravos apprebendidos e depositados
em alguniascadeias de lora, roga as autoridades e mais
agentes policiaes vejio se em suas continuas appreben-
soes ou mesmo nos 5 apprcbcndiJos dteobrui os
seguinles escravos fgido, ou fu nados ha annos ,
visto que muitos nao decloiao os seus senhoreg para
qu i or mais lempo nao se vejs delles privados os
quaessio: Jacinlbo do nagio liebolo, de 22 annos,
alio de bonita figura, bem preto, com ama marca no
peito esquerdo a imitagio de uma ancora ou lalvez
j esleja apagada dantes alvos e miudoa falla uiea
decangada, toma bastante tabaco: Julio, de 16 annos,
do nsgao Benguella secco do corpo meio fulo;
lem o embigo quebrado e grande com um taquioho
lirado da parle de uma orelba. He natural, que boje
existi os dilos de nones trocados; por isso pede-se
todo o coidado da parte das autoridades, pos o a'nnon-
cianle ests promplo osalislaier toda e qualquer despea,
que seja precis faier-se.
' l'ugio, ou furtirao a 6 de jucho de 1844, do
lugar de Gurinhem-Grapde termo da villa do Pilar,
da provincia d Parabiba-do-Norte um prelo de no-
mo Joio, do gento de Aogola de idade de 35 an-
nos, altura regular, pernas direita* mioae pea pe-
queos e os dedos curtos duas cicatrizas de ferimen-
iu na eo'uev um Jila uu iajjaiio da UDI (JOS bracos ,
e com grandes cicalrizea de quemaduras de fogo, dos
pes al a altura do* peitos, (alia bastante atravessado :
quem o pegar, lave a ra da Conceigo da Boa- Vista a
entregar a Francisco Xavier da Silva Mendonca que
gratificar* generosamente.
= Em 2 do correle pela* 8 hora* da noule, des-
appareceo da aseada da casa em que mora Jos Das da
Silva um preto de nome Manoel, de nagio Angola,
bastante alto barba fechada ; o qual linlu viodo do
Ceara pelo vapor remeUido por Manoel Jos Salga-
do a quem pertence o mesmo eteravo ; lando o dito
Salgado remeltido-o por cunta dalle para ser vendido
em Peroambuco ; e por is*o roga o aonunciaote a to-
das as autoridades policiaes, cepilles de carneo, appre-
beudio dilo escravo e faci recolher a cadeia e an-
nunciar pulo*' peridico para cotihecimeoto do d-
nunciante o qual ib responsabiliza por qualquer des-
peja, que com a captura do dito escravo se fjier.
=Fugio, em 31 de Janeiro p. p. uma pre'ta do da-
de de 16 aono* pouco mais ou menoe de nome Ro.
za de naci Costa ; em uma fci no cslcanbar dn
p direito ; levou vestido de chita usado com pedru
de saia rola : quem a pegar, leve a ra da Senzalla-
Velha n 114, ou na roa do Rozario venda n. 39.
Fugio no dia 20 de fevereiro de 1835 um es-
cravo de nome Antonio de nagio Mogambique bat-
eo grosso ecom a marca C na funte cor fula,
olbos grandes cara bem bechigosa dous denles da
cima podres e os mais limados, nariz chato, mal (si-
to de p* e pernal, cadeira* grande*, de idade de 30
a 40 annos, pouca barba, atrapalhado na falla; be
canoeiro : quem o pegar, leve a N, S. do Terco so-
brado n. 16, que leri recompensado.
* Fugio, no dia 30 de Janeiro do crranle aono,
um escravo crioulo de nome Roberto alto secco ,
ps grandes barbado ; tem oflicio de sapateiro ; levou
calca* ejaqueta brancas e maia urnas calcar de risca-
do : quem o pegar, leve a ra da Concordia, n. 3, que
ser generosamente recompensado.
- Fogirlo do engenho Penamdoba na madru-
gada do dia 4 do correte 3 eseravos preto* de no- '
me* Jlo, Nazario e Macario, lendo o primeiro ossig.
naes seguintea : de 36 ancos da idade, alto, rosto com-
prido pouca harha: e dos oulros nlo sa padem lignses por nlo se estar certo delles; cujoa escravos
vierio do Par para terem aqui vendido*: quemo pe-
ar, leve a cata de Franciico Ribeiro de Brilo no sitia
o Cajoeiio ou na ra da S. Cruz da Hoa-Vista, n.
78, quesera recompensado do seu trbalbo.
Auseotou-se de ca eu enhor o escravo Tbo-
maz do nagio Cabinda,, alto, magro, pernas fiass,
ps pequeos; da testa al a pona do narii lem caiom-
bos. proprios d sua nagio e be bem conhecido oes-
ta praca : quem o pegar, leve a Luiz Gomes Ferreira,
no Mondego que recompensar. ^j
Da casa do abaiio assignado do dia 30 da Ja-
neiro p. p. fugio o escravo Antonio, crioulo dssla
provincia de idade de 20 annos baixo, secco do
corpo; tem uma cicatriz de um talbo sobr o nariz,
cor fula, ps chatos, sem barba, olbos grandes;
tem signa! de queimadura na barriga ; foi escravo do-
fallecido Jos Luiz Gongalves e em pardillas perten-
eeo a Fernando Jos Braguez que o vendeo para Ma-
ralo aos Srs. Jos Ferreira da Silva & Iranio da
onde foi remeltido por conta de seus senhors Luzo &
Irmio : quem o pegar, leve a ra da Cruz d Recife ,
n. 37 segundo andar que sari generosamente re-
compensado. Tem sido visto o referido escravo oa
Boa-Vista e desconfia-se que est acoitado. Oabsi.
to assignado protesta proceder com tudo o rigor da lei
contra a pessoa em cata de quem for acbado.
Joi fapliita da Fonicra Jnior.
Do engenho s. Seuastiio proiimoa villa deS.
Miguel oa provincia das Alagoa fugio para esta
provincia e ba nolicias de andar nesta cidade um es-
cravo pardo avermelhado e de cabellos encarapinha-
dos, denome Filipe, baixo, espadaudo sem den-
le na' frente com cicatrizes na lala por cima da um
olho ; be um pouco fanboso anda epressado e toma
muito tabaco : quem o pagar, traga a esta typographia
a Jlo Carlos Marioho Pafhares.
Fugio, no dia 2 do correnle uma preta de no-
me Benedicta de nagio Angola alta bastante mui-
to magra; levou veslido de cbila azul: asta eteravs
nunca andou oa ra ; roga-se a pessoa que a recolheo
em sus casa a queira mandar entregar a seu senhor,
Jlo JosdeCarvalho Moraes na ra da Cadeia do
Recife e na falta, o mesmo pasaar a proceder o qua a
lei Ibe concede.
= Fugio, no dia 20 de Janeiro, do sitio das Ro-
aeiras do mejor Joaquim Elias de Moura o seu es-
cravo crioulo mestrepedreiro denome Silvano, es-
tatura regular, secco do corpo, bem preto cabegj pe-
quena olbos vivos pouca barba e com suiaaas linst e
compridas muito fallo de denles t lem um canino
na mandibula-superior na frente peitos cabelludos,
tanto Irabalba com a mo direita como com a esquer-
da ; tem uma cicatriz no peito* do p,* de uma ferida:
quem o pegar, leve ao dito sitio, que ser recompen-
sado.
Recompensa-ie bem a quem pegar um escravo
fgido no dia 3 do crranle ; o qual (em os signsts
eguintes: estatura regular prelo, de nagio rosto
cbeioe barbado, corpo grosso; tem a peina direill
cambada, que qoando anda seive-lbe de bastante e-
torvo por rogar o joelbo direito sobre a parle in-
terior do (squerdo ; de nome Jlo soflre smiudo
do puchado; levou camisa de riscado miudo azul, ceiou-
las velbas, traje em que foi encontrado na Boa- Vista
eguindo para fra com uma trouxa da pannos sujos,
t> uma cuia ludo de seu uso: quem o pagar, latea
ruadaCros o. 3 casa de Manoel Dias.
= Fugio, no dia 3 do correte um preto de no-
me Caetano de oagio Angola ; suppde-so qae tom*-
ra o caminho do Cear* ; leri de idade 26 annos, pou-
co mais ou meno de estatura regular muito ladino,
cheio do corpo cor nlo muito preta quaodo f*H*
parece que est rindo-se (siendo na testa rugas i leP
duas feridas en}uma perna; levou caigas largas, cami-
sa e aqueta brancas, e ama facha encarnada na cintu-
ra ; suppe-se que levou um trouxa com roupa e.uma
rede : quem o pegsr, leve a rus da Cadeia do Recife ,
n. 42, que ser recompensado. Adverte-se queo pre-
to be bsrbado ejlevou na cabega um barrete.
Fugio, no dia 20 de Janeiro um escravo de co-
m Franciseo, com otupposlo de Roque Albsnno.criou-
s.is, c;c!b; cc;Ud, duas cicalrizea. as iV
sendo uma de cada lado e he capado ese intitula for-
ro : quem o pegar, leea prega do Corpo Santo, n.23
Fugio, no dia 29 do mez pastado da fabrica de
aabio tita na ra Imperial do Aterro um pardo da
nome Antonio de 22 annos, clsro, cabellos casta abo,
alto, magro, muito feio do rosto e corpo ; tem as ma-
gias do rosto e os peitos muito salientes ; ps mui'0
malfitos cicatrizes d alporcas e dous (albos no pes-
cogo : roga-se a* autoridades policiaes o bajo de ap-
prebender ; e promette-se gratificar a pessoa que
levara seu senhor nadita fabrica ou oa ra Nova >
n. 44, segundo andar.
PIHN. ; NA TYP. DE M.
F. DIFAMA1846-