Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08732

Full Text
Anuo de 1844.
Terca Fcira 50
O l)uBlopnbliea-e lodoso! din que nao forero san' lirados : o prego d ..signatura
he de Iree mil rs. por rjuarlel paos ailiantados. O anniin.'iosdos assienantes sio inseridos
gratis e dos que nao forem raijo de 80 re por linba. A rerlamacoes dctem ser diri-
gidas < l'yp i ra das Cruies n 4 ou a praga ua Independencia lija de li.rosn 6 f 8
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
Counna. e 'arahrba secundase sextas feiras. Rio ti runde do Norte che 8 e 11 e par-
le a 10 2\ Cabo, Serinbaem. Kio Formoso. Macev, PortoCabo, e *lagoaa no i
lie S 1 decid mei Garanhuns e Bonita a b) e '.' de c" mexBna-viata e llor-
es a i:ie^n dito. Cida.le da Victoria, quimas feiras. Oliud. iodos os dina.
-^ DAS DA SEMANA.
29 Se? a. Pedro. Aud.do J. de D. da 'i. r.
JO Tere a a. So I', a Kel aud do de D da 3. Y.
i Ouarla + ss Filippc a Ttago.
2 Quinta s. Atliaim o Aud do J/de Ti'da 2. T
3 Seate + Invocacao da Santa rui.
4 Sab
de Abril
Tildo tffOTfl '*;>i'n !r i]c n
iinnrmni romo principimoi
rulus.
Anno XX. V. Wi.
BM III II...........m'*1
-meamos; ranos., prorl, ..H*'' '"'.^ T.
,..........pomadoi......Imira i e a. nagoea man
Proel
lit -M"!
, Coral o Branl.)
, f/~'Carnbioa sobre I oadres
Paria
Lisboa M por 10 l de premi
17.SOI)
c.iuios hoduJ7 be ih. ,na ,. '""',''*
I0" -"-,0N- I.
I.4.00J 9.0M J-J*
i;.;o !>*>
cobr.5porcemaen.ol,. Poaoa columna"* *.97o ,
dem te lMm*fcoMti*M>1|< I''- '-""' 1'WB
PUASES DA LA NO MEZ DE V.BRIL.
17 ai 5 horas ell min. da tar>le.
5 > S 48 rn da inanhja .
La ebeia a ."} as4 hor.n < r,(i mi da manlia. i Lu ia
Mir.guanle a > as 7 h Prsamar ie hoje.
Primeira aa 3 horas SI ma. da aanh.'a, J SepuuJa aa i boraa e 13 minutos da Wd
aaaram-..rra.i.iaaOT.gMs>,.taCTroi^^ -'.,..- -tiwcajafamaaT. 11 Hala*
Kzziaa>jxic.iv.
T-.a f j-- i.--.. ,-; -^.-.rryr:.- --?.? i JAW%1 ti-Arf'i'EOTiSaijiE2a5X2!-:A..
PAR

OF
MINISTERIO DO IMPERIO.
III.1"0 eEx."' Sur. Sendo expresso nos arli-
gos32, < 34 da constituico exercioo d" qualquer eniprego, ;i excepcao dos
de couselheiro, ou ministro d'estado, cessa n-
terinameiite, etnqnanto durarem asfunc$dea de
deputado. ou de senador, e que s a iespectiv~
a dita cantara para fazer o referido aforaineitto ai.i upityv umi ^........ v M,.....,... .-.---
cmara toinpere u,'.. ~-.......- srr (|(, |Mtyca pa-0 d, asseniltla provincial d, a consequeucla inmediata he a falta de sup-
bros de tomar parle ein setis trabamos: cuinpie j v r Menexcs Mtdei- nrintento, e consegulntemente a mingoa na pro-
que V.Ex. pretina aos membros das camaiM le- iur" UL d.urao. Se se podesse verificar, respeito desst
A commissao de negocios eeelcsiastieos exa- imposto, estas eonseqii.mi. ias, o n. d. ten i tod
minouo reiinerimento de Manoel itizerra de Me- a rasfto, poderia allirmar, que elle irla ferii
Desea Jnior, que pede a esta assemhla licenca imposifo geral, e que por isso nao devia ser ac-
para entrar novico no convento de S. Francisco ceito; mas eu pens que seon. d. attender a
desta eidade, allegando a sua v,cacao, r anhelo quaiidade do {.'enero imposto, e a modteidade da
luu.pui Mji- SPCUr{l vida de religioso claustral. A com- iuiposicuo nSo podera recetar (pie os ellettos
tirem-se ...medidos deoi.serem; nao valendo J^'^JJJ ,0v eosb OU desejos do pe- sejao estes. Con. ellei.o Srs., o imposto he tao
en, eontrano precedentes alguns por sere.u op- '^^^SStia entende, que deve ser inde- diminuto, e o gatero sobre que.
cmara compete dispensar alguns de seus i.icm-
f|Ui: I.OA. |M> ...i. > .. .........----- .-------........- --
gislativas do imperio, que por ventura se acheni
actualmente nessa provincia, de que nao Ihes c
licito por maneira nenhuma coi.tiuuarem no
exercicie de seus empregos d'esde o cornejo dos
trabalhos da cainita, a que perteceretn, aluda
utnndo ..ella nao venhao tomar assento, por sen
rin eontrano precedentes alguns por sere.u op- o o entende, que deve ser inde-
postps a d,sposivoes claras, e expressas dale. .'-*^ ^ ^ retonrao, assim porque o
fundamental do estado.
Dos guarde a V. Ex. Palacio do Rio de Janeiro
e.u i) d'abril de 1844. Joi Carlos Vertir de At-
em 9 raD.il do 1844. Jan Cario, l'erwa de Al- J^^ anuo a cenca, que pedir o pVla-
mevla Torre,. bar. presidente da provincia de V_" admissao d.-novicos) con.,.
Pernambuco.
RIO TjE JANEIRO.
Eis-aqui OSJU'.cesque, segundo a Sentinella,
tem sido ultii.lamente removidos pelo actual
ministerio.
Forao r,.movidos os Sis. juizes de direito:
Antonio "ilUito de Sousa Ai.libere, da comarca
de Por. tn Seguro, na Haba, para a sexta comar-
ca <'.,i provincia de S. Paulo; Antonio Mauocl
Fcrnandes Jnior, da sexta comarca de 9. Pau-
lo para a do norte, ein Santa Cath trina; Fran-
cisco Alves de UritO, da comarca do norte, ein
Santa (.albarina, para a de S. Christovo em
Sergipe; Francisco Antonio de Sonsa, da de S.
G.tranhuns; Joao Fernandes Marros, da comar-
ca do Principe Imperial para odeeiras, no Pi-
aubj ; Manoel Ioa<{uiin baha, da comarca de
Oeiras, para a da Chapada, no Maranhao; Ma-
tl.ei.s Casado de Araujo Lima, da comarcada
Ata.'t.ii.i pa a do Principe Imperial.
OSr. Finnino Rodrigues Silva, juizde direito
de Barbacena, ful removido, nao sabemos se
para Goyaz, se para o Rio Negro; e despacha-
do para este lugar o Sr. Antonio da Costa Pinto.
Consta tamben, que fora removido ni juiz
municipal de Pirahy.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSA DK 22 ABIL DE 1844.
Prtsidtncia do Sr. Paula hictrda.
Fcita a cliamada e achando-se presentes 30
Sis. di pinados, o Sr. Vice-presidcnte declarou
berta a sessfto ; e lida a acta da antecedente
foi aj'provada.
KXPED1KNTE.
O Sr. 1. secretario leo o seguinte :
ui ollicio do secretario da provincia, remet-
iendo a informacSo dada pela cmara municipal
da eidade de Olinda a cerca da renda denomina-
dasubsidio dos poicos e dos motivos por que
importando a ineania renda lio anuo municipal
de 1842 ..|l843eu!lli/30rs. ficou toda em divida:
a qurin tez ja requisico.
Do mesmo, a^campanhado da nota dos volu-
sia na povoajo
ca da asseu.blca de 12 do crlente: a quciu' tez
a exigencia.
Do mesmo, faiendo remessada mformacao atro publico desta eidade exigencia feita pela
.iss. ;;;b!:v. i?'1" o'.'i-.iitc: a queni fe
quisicao. .
l'oi remettido a eonimissao de peticoes 0 re-
querimento dairmandade deNossa Seuhora do
Livranento desta* eidade, pedindo a conserva-
cao da lotera, concedida a favor das obras da
igreja da mesma Senhora.
Fi ,t commissao de fasenda, e orcamenlo a
petico do r< verendo lose 1 elis Pereira, vigario
da ieguesia da Taquara, em que pede st Ibe
mande pagara su.! congrua, labriea, e guisa-
uiPiitos, ..te se l!.e leu. deixado de pagar, u que
ao ni sino teinpo Ihe cuiitiuu !l-
, oro lulos, e tii irao adiados os si gumtes pa-
receres.
III lie |f* \. .,, i ,-,,...,- u.. ..tf....... .. ,-----------------
zer o aforaniento de 35 palmos de alagados so
bre 130 de coinprin.ento a JoaquilU Lopes de Al-
l.eida; e sendo avahado dito aforamento na for-
ma da lei do 1. de ouliibro de 1828 art. 42 a 00
rs. por cada palmo: he de parecer que fique so-
bre a mesa dita representaciio con. os documen-
tos que acon.panh;io,a lint de, na lei do orcamen-
to municipal, ser attendida,dando-se antorisacao
trida por agora a sua preten{5o, assim ponpic o
regiment da casa prohibe expressaniente tra-
tar de materia vencida na mesma sessao (e ja foi
do franciscano para admissao de novicos) como
porque nao se deve fa/.er una lei excepcional em
faror de mu s individuo. Sala dassesses da as-
sembla legislativa provincial de Pernambuco
20 de abril de 1844.Lopes GamaBernardo ta-
bello.
OIDEMDO DA.
Contina a 3.* discussaodo orcamento provin-
cial com as emendas approvadas na sessao de 19
do corren te.
Vao mesa e depois de apoiadas entrao em
discussao com a inais materia as seguintes
emendas:
i Aoart. 15addicione-selicandoogoverno
autorisado a mandar pagar o que se estiver a
deve. de congrua ao parodio da freguesia dala-
quara. ---i4;m"ar.
=Se niio passar a emenda do Sr. Flor.pes re-
lativamente quanlia de 9:60!/ rs., consignada
para pagamento do eidadao Jos Pedro Velloso
daSilveira, inclua-se na lei do orcamento a ver-
ba seguintePor conta da quantia de 9:b0l/ rs.
em que foi condemnada a fazenda provincial
por seulenca oblida a favor do referido Jos Pe-
dro Velloso daSilveira.3:201/rs.^ltabello.
O Sr. Floripe:-----deseja saber a rasao por que
a eoinniissao pela sua emenda additiva ao artigo
10redtisioa3o0/ rs. o ordenado do substituto
das eadeiras desta eidade, observa que este em-
pregado substitue a 6 cadeira, que tem estado
quasi se.npre en. servifO activo, tendo poueo
substituido por!) mezes oSr. Leonardo, quando
este Sr. esteve no sertao, e que actualmente a-
cha-se substitulldo ao Sr. Monteiro que esta li-
cenciado por 3 niezes, havendo-o antes substi-
tuido, quando esteve no jury: nao julga que es-
sa redueco seja lilha da deficiencia ein pie se
ad. os cof.es provinc.aes, porque entao esta
iiiestna raso devet ia prevalecer respeito dos
ordenados de todos os einpregados das diversas
classes; que, apparecendo esta excepeo, deve
baver algum motivo especial para ella, e espera
que a coniinissao o informe este respeito, por-
que por ora est persuadido, que ha injustica.
Sao remettidas a mesa, e depois de approva-
das entrao em discussao conjunetamente com a
materia principal estas emendas:
=Ao 5. do art. 292/500 rs. por cabeca de
gado vaceum que for consumido; licandoaboli-
do o disimo (logado vaccuui.=.Wrtno*/Cati/cM/i.
=Ao art. 28 ^ 9.-addite-se-Sendo feita a arre
OSr'jos Pedro:r. pies., be ni que esleja
convencido, quena terceira discussao do ore-a-
mento todas as
llllil, qlll llillllll llllllll.l. ....,"-~-, -
mtido anu dnas emendas, que nandei
ua SI
lilil UU9 < lis* \vj, .(..-
nuda discussao, ,'en io, que se acl.ao ni-
eiraiuente perigosas; persuado-me mesmo, que
o passara, e que assim se venlicara (fiianto
essa discussao eu dlsse respeito do successo
as iniuhas medidas, e trabalho nesta casa.
Kallare priineiramente, -i. pies., a respeito
mu.! destas emendas, que restaura a unposi-
. ......
to feria a
. L .ytzi: vrKUvetas
A commissao dos negocios dis cantaras, lendo continuou a insistir em que esse nipos
a rcpresentacilo da cmara municipal de Olinda, iuiposico geral...
em que pede antorisacao da assemblca para fa- OSr. Dadista:Nao contine; foi a
zer n afniameiiio de 35 nalinos de alairados so- vez que fallei.
primeira
z tpie falei.
O Sr. Jos Pedro:Via enlao relirio-se as idei-
asque se tinhao ofterecido na casa ;i este respei-
to. Os argumentos que o ... d. apiesenlot, pos-
to que sejo todos econmicos, niio pdem pro-
var, que este imposto val ferir a iinposico gc-
ral. O ell'eito natural, Sr. pies., de qu tlqtier im-
posto sobre un. genero particular de consumo
he altear o preco desse genero, e quando isso si
diminuto, e o gHtero sobre que elle recabe est
tao (orada regia geral, que nao se pode dcixar
de allirmar, ainda sen. algiima relexo, que nao
ferir de maneira algu.na a imposicao geral.
NOS sabemos que O imposto he de dotis viutens
por caada, e por coiiseguintr tocar 5 rs. poi-
cada garrafa. Ora, o ti. d. poder allirmai, que
por este augmento no preco das bebidas o sen
consumo diminuir? Nao ncar ainda mais con-
vencido, que esta iniugoa no consumo se nao da-
r, quando considerar, que o objecto imposto he
um genero, que em parte he de luxo. e que por
isso ter a diniinuico do seu consumo em una
rasao inferior a alta do preco, que sendo ueste
caso milito diminuta nao influir no consumo
anterior'' Sem duvida. Mas, se o u. d. nao se
nuer convencer do que acabo de dizer, eu Ihe
direi mais, que deve desvanecer os seus rceos
porque este genero pode ainda sollrer este pe-
queo imposto, que Ihe queremos laucar, sem
(puebra do sen actual consumo; e o provares.
A imposicao geral sobre bebidas espirituosas
era de 15 a 20 por cento, quando se elevou a 50
por cento. O ministro de entao nao se contenten
s con. este augmento de direitos, niandou cal-
cular o imposto sobre o duplo do preco, que
marca a pauta da alfandega para os voluntes dis-
tes gneros; o que foi o mesmo que ler aug-
mentado os direitos de cento por cento ; mas
o n. d. sabe milito bem, que essas bebidas nao
siibiro de preco ua raso dessa alta de direitos; ,,.......,.......- ...
estohoje com huui preco poueo mais alto do base, e a que cu appresentei he, sem duuda, a
;es tinhao, e o sen coiisunio diuiinuio mais rasoavel.
Aelio portanto, que essa minha emenda deve
passar; mormente porque o presidente da pro-
vincia est autorisado i rebaixar a liase lixada,
quando nao appaiecer queni por ell.t queir.t ar-
rematar o imposto. Mas agora apparece urna
outra emenda, apresentada pelo Sr. deputado
Nabueo, quediz.- Ve1. Esta emenda parece que
val providenciar quauto eu live ein vista na mi-
nha emenda; mis de nina maneira diversa. D
ao presidente da provincia .. faculdade de mar-
car a base disie imposto, sol iiforniacao da Ihe-
sourara. Eu nao estoirpor isso; nao concede-
re! este arbitrio, que pude traser iiiuito mos
resultados. Quando .i assemblca orea a receita.
quando lixa as bases dos impostos, uSo conhece
os individuos, que teem de se apresenCir paro i
arrematacodelles, nao pode, portanto, ser le-
vada por couslderacdcs particulares na lixa$ao
dessas bases; mas, quando a rrematacSo tem
de ser executada, quando os licitantes seapre-
sento, ninguem deixar de julgar possivel, que
o administrador da provincia, com a faculdade
de fa/.er as bases, poss i ser arrastado por essas
eonsderaedes, e por seus caprichos e palxes.
Neste caso, ou a base ser multo alta, ou limito
baixa, para que icio se eieclue a arremata ..o
no prime!ro caso, e sofi'ra alguem ; e no segun-
do, para que se protejan os alilbados : v-so
portanto quauto he periosoeste arbitrio.
Sis., cu nao son de opiuiao, que a asscmblt'a
dentina de si essas attribuicdes, quejulgo milito
importantes; creioqueeste nao he umdaquel-
les casos, ein que devenios depositar toda con-
lianca no presidente, e nm isto se faz necessa-
rio, porque nao ba iinjiossibilidade de onarnios
essa base, e to bein como o fa. ia o presidente.
Eu nao sci qual sera o presidente executor dessa
disposicao consagrada ua emenda do n. d., e he
quauto basta, paraqueeu nao a deixcpass.tr
0 Sr. {fabuco : Isto sao ftiiiccocs adminis-
trativas.
OSr. Jos Pedro: Nao, Sr., sao daassem-
bla, c eslo coinprclii ndiilas as de lixa. as
despezas. Se para fixarmos as despezas he preci-
so compararnos as necessidades da provincia
com as.suas facultades, claro liea. que 110S com-
pete orear a receita, e por couseguillte as bises
das imposices, que devein ser arrematadas ; de
outra sorte nao saberiau.os quauto podamos
despender, c assim nao seria possivel ti.vir a
despeza. Portanto, Sr. pies., entiendo, que a mi-
nha emenda deve passar ; nao ha rasao algn..:,
para que nao asse.temos en. estabtTceer una
Fallare i tambem, Sr. pies., respeito de mais
duas emendas, que mandei a mesa : una dellas
eu a considere como artigo substitutivo ao 25.,
e diz (W). Sr. pres., BU vejo, pelo plano que re-
c que esta em vigor.
que dantes U..UHV, .. ......
quasi nada, segundo me consta. Isto prova, que
este genero olerecia grandes lucros aos produc-
tores, c que por isso podo sollrer esta impo-
sicoi i -}-/ -- i-
Portanto, se o preco nao tem subido na rasao | gula interinamente r. lyceo, ,.
do imposto geral que existe, este que agora se ; que os professo.es, de; phorouoniia, pb.losopb.a
addtciona, sendo to diminuto, poueo ou nada e geographia, roro jubilados com o ordenado,
oeltvar, e nenhuma influencia ter no consu- que marca o art. 1. do cap. 2. da le Piotincul
uto: logo, deve o n d., por mais esta rasao, per- ... 48. l-.ssa le. ,1a a estes prolesso.es o ord nado
' os ice. ios d......este hnnpsto possa pr-eju- de 450/000 rs e .orno se d agora, [>" tenhao
dicara imposicao geal": estas rasoes sao sufli- :UMi/ii.i.;.' Tirar 150/000 rs. do ordenado deque
cientes, para que o imposto seja restaurado ; o cstao de posse estes prolcsso.es Jubilados, ser.,
,.uc nao podemos dcixar de fazer, visto o estado um proccdiincnto da assemblca naojusl.i.cav, i.
dos cofres provinciaes. Tenho ...ais de notar ao Que os einpregados en. activo serv.co soll.ao
u d., que o genero, sobre que cahe essa i.npo- mi ligua nos seus ordenados, .piando c les loien.
Sico, heum daqiielles, que nos devenios gr.tvar excessivos, bem ; porque deven ser elles regu-
. o.n altos impostes ; porque, se desapparecer lados segundo os servieos tiuniedialos prestado
dentro nos, ja nao digo na totalidad,', porque por esses einpregados; mis, rc,luzir-se a re-
he elle lamben da primeira necessidade, mas tribuicao de servicos ja prestados, he coiuacom
em Grande parte, tercinos limito a ganl.ar e na- que nao me posso coiilorinar. Portanto, assen-
da a perder. tu> I1"' Fallarci agora, Sr. presidente, da outra minha quc,do contrario, a assenible.t lar unta injtisti-
enieida, que tanibein acho em grande perigo. 5.1 ; se mostrara contradictoria nas suas dclibe-
ue laiuueii acno coi (1.111111 jn <"g". y. ^< mvii..,.. .>..... ..........
=AO ari. *o 9 1 TZrf^rh. Quando o n.d. ,que susteolou tamben esta eme..- racocs ; e revelara unta instabilidad,-, que >ui-
cadacao conm ^^"^^^^1. Ja, disse aqui que conviuba que o imposto, a to pode prejudicar. fazendo com que nenhum
memo geral de 29 deabelId*> 184*,smu xc, j f l ^ ^ qUaudo arre- eupregado acredite, que ten. segura a reco.n-
cao do art. 5. que lica deogado.-Aoftuco de A ^dado por administiaco. a ftm de se poder ao pensa dos seus servicos, quando a venha al-
" -N disnosicoes ceraes addite-se o seguinte justo alterar a base conveniente aos inlercsscs cancar.
_^s disposicocs g< laes auu u ____* j pblicos, ouvi a Mb!a prouuu- Fallarei.
art.-Desd ora nfoaervir de base as -;- -- JL- sto lima raaneira bem cxnlici-
i. .wro ilisi tis-,-1,1 do Olea- n'l ( uanm Hlll a ucsiicuui i wiu a j ui r |.------1-------------' '..-------------------------j 1
Zts d" ivspcUo blicas, ese a base, que eu marquei, be rasoavel, e levar em considerado a sorte do e.nprcgado,
Domesmo, fazendo remessada mformacao da- ment todas as relh xo s.i, tu .anas a i.^ ^^ r,.jeital-a ? Se he verdade, Srs., que ai que, por atrazo de pagamento, va. rehaleros
da pela commissao encarregada da obra do tbe- das emendas que s, iP''-" ,a"' ;..'' .'x'uadc c uarantias exigidas aquelles, que se apresento recibos dos ordenados venados e por vencer, e
airo publico desta eidade ; exigencia feita pela nada attcmidas; por isso q.i, acolnpiMlUaue, t U weu ...... apesto. -SO utalto fortes, qu.- poc 0 ach&r que., os quera rrtater sub
..^...!.i............ 17 do ."".rente: a aueui fez a re- variedide das materias not, iaa i" -"--_ ------ ',;;... ,.,., .... on,,nrjn i,e milito eleva- mette-se todo e nualuuer rebate, pois assim o
nraTM ..........- -- --' -lkt l0.a. i,0que"o pri^ dTarVenelao lie muito eleva- ...ctte-se todo e qualquer rebate, pcos assim o
possilubdade de ....... duraoirguiar tooa i j qwppr isso nao l.ave.ao competidores,
\ia aventurare, algiima cousa em wvoi u ninas ">
..... .-.. ^ .,-,.......- .
ir^-i,.......... p.i.iavor d'm las do, e que por isso nao nave rao compcuuu., exigem as suas imperiosas prcetsoes. Sis., a re-
,a ave.iurarc. aigui na c usa enlavo, ,1 unas i^ cetii dam lica, que, sen- pugnancia de tirar o pao ao emp, < gado publico.
emendas, que tenbo inaiidada a^. J lli;lit baixa a base, e por ella sendo o impos- que procura rcbalcr os seis ordenados, ten
u,na:'l"1'n;'?'";"!".. a... ...',. m'.mlei k mesa arrematado, sero os cofres pblicos prejudica- li-ito com que aquelles, que dcstinao cap.taes
los. Isto he reconheeido por esta assemblca : de ciiiprestiinos, nao se querao dar a esta espe-
....._____,,11...,...:..........i,,,.. ,1,, ,,i inieiilii < 111: i. : 111 < ,, r.. .n 11 iilo iless.t l eclisa seria lie cs-
.11
de...
recouheca ella mais, que a base do prcamento
he milito baixa; entretanto quer-sc rejeitai a
eu ollcrcci na iniulia emenda, que ate foi
...^......... -Pr-
CUlaco, e resultado dessa recusa seria lie es-
tar boje depend ote a sorte dos einpregados,
que nao teem recursos, a poneos especuladores,
que eu ollcrcci na iniulia e.ueiiUa, que aie io. que nao leem reciti sos, apuuwarapri.uinuu.t,
alciilada segundo o augmento da popula\o, que teem j o coraro bronzeado, epoucoseim-
,,,,.- supponl.o ter l.avido nos 6anuos ltimos, porto de desgracar o empregado, quesem.re-
.........' '," nosi- duraute os quaes uenhum augmento houve no medio elles recorre(apotedoi).
de urna destas e,,..las, que < >'* P^_ f ^ m^ ^ unmAm ,._ ^ Sr ,,,,, ,,,. inutos ,.uiprrga.
puUuoslis'a M'^ao oasLida, a rclcputado lado pela basc'que agora ollerece o oreame.to., dos publ.cos.i.io leen acl.ado, ainda assim.,,.., m


2
llii s quclr
SOII ( lliil .'
'.''' leados poi motado do mi.....m para as despezas do pas! Ol Sis., pois
s re- os empregados pblicos so.os que menos cou-
; tilto, (iic pesa sobro
OSr. Taque* Se o material nao he mais
ndispensavel que o pessoal nao sei o que
n ia proi ni
V s i (
-! 1(1 l i '
soinprega nn podcui
ii di all'eclai ios interess pblicos, e he
i i i nao n oti-
''' 'ii i. que se conten lia minli emenda ;
indo nao quizesse eumprii < un mu dever de
juslii i.
< oni i licito, Srs., un iiii :. ido publico, que
nao leui lucios do subsistencia, nao pode t r .i
ni 11: > independencia i
se i ilii s ti ntatii is da prcverica o; o seu
i i Su u podcr.i i h ii. ir ao iimprimeuto >l
seus devi res. c t"l rara u desvio do lempo,
<|ii' elle qui/.er empreg.it einoittra .inri
para haver .i precisa subsistencia; e assini d -
ver soflier o publico servico. Portanto, Sr.
presidente, he pn so qui se u o deixe .i i
mpri g idos pblicos stiji ti -1, gr id i io
miseria mi que .- .:. ha ln preciso s ilva
a provincia das terrveis consequencias, que
disto pdem resuli ir; .- i n nao vejooutro reme-
dio sendo o que npresento na niinli i emenda.
Encarada por este lado esta emenda, he ella
,! multa impoi i iu< ii m i. ii .nuil i .i cou de-
ro dehaixod'outn pomo di' vista; creioqu i ; os-
si tomar como econmica. Digo isto, porque, pa-
g iiiiln, aos empregados, ogoverno pn I i i cal-
cular ao justo, quauto poder;) dispoi para as
spezas niutcriaes, s-........iprometter as ren-
das publicas; do contrario o divida dos empre-
ados ir marchando a pai das despezas mal -
ria -. < ijii.iido se quizer pagar sta divida, tal-
' n io si i i possii I seni mu i omproim tirillen-
to dos colres pblicos,
Ku vejo Sr. presidente, quea provincia est
coiupruincttlda em un despendi que uos ha di
fazer rsbarrar por (brea, o cu nao posso boni
medir quaes Berilo, rntao, os nossos recursos.
Pelo balanco vejo, que a despeza frita como
concert das obras .!:!i'as, que existan at
jiuibo, r o pessoal un ilion, no auno linanc iro passado, em oiteota
coutos de ris. O presidente da provine ia dissi
< in -i o ri latorio, que.vinte obras foro < ste an-
uo arrematadW, na imporianeia deTIusentos i
contos; ontrns tantas, ou mnis foriio con-
cluidos mi admiuistraro; os eoncertos, qui
tod stas obras e as amigas forem exigiudo,
accummulados rom o pagamento da divida de
iros utos coi os us competentes juros, con-
i ihida [mi i conclusao das i stradas do P -d'a-
i, chanto Vntao, absorver sein duvida toda
quanti i, que se podi r dispor para as obras pu-
blicas, caremos portanto na precisao, para
concluirmosaa obi isprincipiadas, de di spender
mais do que podemos, com prejuiso das ou-
tras despezas; ou enulo deixarcmos estas obras
'ni nielo do caininho, r te remos de vel-as deterio-
: i m-se. O lioso estado, pois, uos faz crer,
qui o i' spi in!:o cun .i fe i tura de novas obras,
~ ni h\ ;i em con tn os eoncertos, que ollas vi
jimio, u a divida que temos a pagar, nos I ir
precipitar. Portanto lie preciso, que se laca
ponto; iiii. ai satisfaga primeiro a divid dos
upit gados pblicos, para sabermos o que nos
' -i i. para as despezas materlaes: devo porl m-
to mu luir, que a minha emenda he econoniica;
porqui pode rvitar urna divida; queem iodo o
nipo di, i i igar-si .
Din i agora algunia consa, Sr. presidente, con-
ii i urna emenda, que se apreseiitou uesta casa
un i si ibele i mu imposto sobre os ord< uadi -
ii pn y oos pblicos. Sr. presid nte, i u
me opponho inii ram< nte i sta itiiposico, uo
; orqtii me parece mu ai renn do do que fez a
enil i geral, sem que estejamos as mes-
eircuinsiancias em que ella se achava, co-
io porque ella nao tem de utllisar de forma al-
..i: i .ios cofres provinciaes. Este imposto
que cirio moni ir a nma bagatela, nao sel para
'I11' Servir. Eu quizera perguntar ao nobre
iiitoi di cim nda, qual ser o emprego, qui Un
i '-1-iil.u. Si be para pagar a divida dos cui-
juega dos pblicos Me di re que longo de se Ihi
lazcr ni: >, ni se empeiorar a sua sorte; porque,
lirando-se-lho nma quantia do que actualmeo-
tc riles tcetn, por excmplo 2, e tornando-se-lhe
a dar rm pagamento do que se Ihc deve, licar
1 ii' non os mesmos inoios disponiveis, que di
mies tiiiha. easua divida diminuir dos mes-
mos 2, -i m que m nhum provelto dalti Ihc vii -
ii.i- s jn lo contrario, ter elle menos _', a
i obrar do que se Ih deve, e assiui Reara di pe-
i ondi ni do que d'antes so achava: se nao he
para o pagamento da divida dos empregados, c
qn i o n. ii.. que sirva para as despezas mate-
; s do pan. i" imita- un que Ihe diga, que
nao soja tilo deshumano, naoqiicira aggravar
mais i soi i! dossos desgraciados. \~ obras pu-
hlicas nao precisao di ssa oquona quantia, -.io
ellas, que teein motivado essa divida dos mpro-
gados, ollas pois hoque devino ceder alguma
ni:- i iiu favor di lira. '
I iici mais ao n. d.. que i sua i niojjda he con-
traria .-os principios geraes dos impostos: nao
petas nossas ctrcuuistancias; mi sporq
nao nos pode aprovoitar, como j \ ver, como
' \ irtuoso porque temos em nossas unos o (medio aos nos-
sos niales. Quiz-so arremedar a assenibla ge-
ral o i-i i assembla nao eslava as nossas
i-in umsi incias, o por isso se vio obrigada, de-
pois de exgol ii os recursos de que podia laucar
inao, .i exigir dos empregeds pblicos alguin
sacrificio; mas nos nao precisamos disto, jura
salvar-nos dos apuros em que nosachamos.
0 n issod ficii pode dcsappareccr, se quizer-
ino:. Iioje misino; basta para IstO oidenariiios,
i|u o qnautitatlvo para as obras publicas seja,
por cxemplo, 40 cotilos de ris: cotu esta me-
dida est indo remediado. A assembla geral
i imb ii ,' i, ou nnu, d,.S|,. recuso, redusio, se-
na i me engao, a verba das obras publicas pa-
i i todo o un; erio a Su cootos de ris. Esta
medida, que a ella pouco utilisou, para nos se-
rla de decidir; aproveitemos pois oexemplo, e
nao queirantos iinpr solue os ordenados dos
empregados, que nada produc, e nao nos tira
dos apuros cui que estamos; mas vejo que isto
o. n agrada, nada de tocar em obras publicas!
1 a, ir. deputa Jo: vs obras publicas sao mul-
to atis.
USr. Jos Pedro : lleeonliero a utllidade das
obras publicas, mas a utilidade do qualquer
cousanao basta, para a constituir urna necessl-
dade publica, e menos para ser satisfeita pelos
cofres pblicos. Tara que tuna neeessidade pu-
blica esteja a cargo dos cofres pblicos lie pre-
' iso, que por outra qualquer uianelra nao nos-
-1 ser ella satisfeita pelos particulares e anda
i'-iin ooiivom, que os cofres pblicos tenlio a
possihilidadr de as stlsfazer.
M-. presid nte, eu tinha anda milito que di-
zer, mas como vejo que muitos dos hrs. dd. que-
rom fallar, e o tempo he pouco, pararei aqu, i
me ieservarei para onda occasiao. sefor nos-
stvel.
Nao a.mesa depols de apoiadas enlrio em
disi ussao as segiiiutes emendas :
lo artigo 26, ddite-se sendo Rl......| rs
rom as estradas da Victoria e do Po-d'alho, e
'.iHii, rs. eoiii a construirn da prisuo peni-
tenciarla miii embargos do 2." do utiyo-2.''
da le provincial u. 107 e com preferencia.^
.1/. Taques.
\riigo additivo da oommissao = Coin o
pagamento por cotila da concesso frita ao ci-
l ido Jos l'i dio Velloso da Silveira em virtud'
lo artigo X da lei provincialn. lio 1:600/160rs.
neg tarrott Loto Jnior.
\o artigo H addite-se -.-- Sunprimidos os
vt iicimcntos do vigario geral e doprovbor do
bispado o iliminuo-so na quota os 460/rs.
coi rospondentes Taquee.
OSr. Lopes dama : CompartIho at cuto
ponto as opnloes do n. d.,que acabou de fallar,
quando lamma o estado dos nossos cofres e
nuda mais lamenta a sorte dos empregados
pio\ ni.mi s : he urna verdade indo quanto a rs-
tc respeito observou o n. d. Aqui se tem dito
militas .' muitas ve/es que os empregados pu-
blicos quereui diuheiro, e mais dlnheiro; mas
o lo to he que ellos estao reduzidos i urna sorte
bem niizetavel, o nao teem esses ordenados,'
que a prluieira vista parece terem porque a-
quelleque tem o ordenado dsSOO/ rs. e que
inda em aira?., de S ou 9 mozos o val rebater
com mna uzura inui grande, e por conseguintr
nao tem 800/rs. Em outros lempos, quando a
usura nao eslava t;> apurada podia ser que
llOltvosseill almas earidr.sas e (jue ento reba-
em com o premio da lei ; mas boje lia
li poder legisla! i i, riti rju indo i. nha
de i ni]..', i. nao salveaos individuos u- molos pre-
cisos i'.ui o i uiiMimo neeossario, o aquellos
que os irru de habilitar para i nutinuar.no da
o a industria; o he -" o que principalmente
n eomenda a scleni i i i uladra di -i i m irria
u. Uranos que, vendo os emprepados pblicos
com a corda na garganta, rebaten! os seus ord, -
nados com 50p. %. Portanto cu reconlieroa
neeessidade de pdrmos em dia o pagamento
dos em pregados provinciaes .-.o s como os-
lan os empregados ge.aes. He preciso terrear
lignina cousa as despeas. Ou. d., que aca-
dou de rallar tocou em geral as despezas das
obras materlaes : eu nao o aeoinpanho absolu-
tamente as suas ideias a este respeito porque
obras ha, que eu entendo que sao indispen-
- iveis, tiles sao a continuaco das estradas; por-
que seitao Iiyermos .sitadas, nao tetemos renda
alguma nao ti remos com que fazer lace s
nossas despezas: logo.pelo menos..,sestradas nao
di vom parar creio que ueste sentido appa-
receo em o anuo passado urna providencia para
que cnntmuassem as estradas do centro. Esa is
estradas sao os vehculos -da nossa ricrueza e
parar rom estes vehculos lie fazer parar a nossa
riqueza. Muitas obras publicas em verdadepo-
duio para. porque nao he possv. I fater-e to-
do ao mesmo lempo ; la.a-se aqulllo que be
absolntamonte i.ei ossaro. Estou por tanto per-
suadido que, sr continuronlas estradas pi-
lando todas as obras publicas, ser fcil pormo-
nos em da e por isS0 dlsse eu que acompa-
o n. d. ate ceno ponto. Nao sel se
lianas qu> ut-nii iiassag.ni |""i< atwii^v..Y..-
inilho. Estou, pois que iiiuilo convir cstabo-
lecei uina'priso penitenciaria e niesino outra
obra por ixeuiplo.uiii hospital; mas por oiauo
temos meios. Fallou-se aijui iiuiiio no tlieatro;
disse-se que ora tuna escola de moral. Sis.,
a escola moral para iiiiiu he oevangellio: nin-
gUOIU ilesconbecer quanto e til haver Din hos-
pital de caridade; mas nas nossas ciicuinstaii-
i iis (levemos limitar-nos ao iudispensavt I e
d. pois passaremos ao ti til.
O-r. Unja barros: Sr. pros., eu vejo sobro
a mesa uiuaquanlldade extraordinaria deemeu-
das que junto s inipressas me pa'recui que
ja excedom, a 70 c sea discusso conliiiuar ,
mais sera o numero. Eu julo Sr. pies., {neni
posso entender outra cousa que muitos dos
Srs. dd.,que apiesentio emendas, augmentan-
do ordenados, o fizero por desencargo de
conscienoia que elles nosmos nao quorem ,
que as suas emendas passem apn-sentarfio-nas
so como nina especio do satisfaco que do a
cortos individuos ; porque quando clles obser-
vo o estado dos nossos cofres como mostroii o
Sr. d. potado que falln boje em 2. lugar de
corto nao apparocei iao (antas oniendas, eJcept
se qtiizesseni o remedio que o Sr. doputado pro-
pe de fazer parar as obras publicas. Mas Sr.
pies., ou passo a analizar r Bm is emendas ,
e direi tainbem alguma cousa a r. peito das da
commisso. l'riicipiaiei pela emei .a do Sr. de-
putado Agtiiar que inunda pa6ar o que so
estivera dever de congrua ao parocho da fre-
guezia de Taquara. Esta emenda parece que
l'oi apresentada pela raso que ou dtsse, por de-
sencargo de conseieneia. A assembla geral ja
mandou que a freguesia de Taquara passasso
para a provincia da Parahiba; e a assembla
provincial de Pernaiiibuco em o anuo passado
siippriniio a despeza da congrua desse vigario ,
por julgar nao portencer-lhe ; mas a emenda
do u. d., quer anda que se llie dea coigrua
quando a freguesia de Taquara pertence Iioje
provincia da Parahiba : portanto v-se que es-
ta emenda nao pode passar.
Ha una emenda da commisso,incluindo no
otcainento a despeca da (i.a parte do que se de-
ve a Jos Pedro Velloso da Silveira eni rasao de
itin parecer da commisso pie l'oi approvado
antes de hontrm a este respeito. Sobre este
inesmo objeeto ha una emenda do Sr. Flotipes,
que manda dar toda a quantia ; mas a vista das
risoes apresontadas na sesso passada julgo
desnecessario dieer mais cousa alguma i seme-
Iliante D-speito. Creio que esta emenda nao
deveria un sino ser reeebida ; mas, em fin Coi
apoiada o como tivesse sido reprovada na sos-
sao passada urna emenda idntica, d.ve esta
sem clin ida seguir a ine'siua sorte.
Ainda sobre este nesino objeeto lia una e-
menda do Si. Rabollo que manda dar a terca
parte. Julgo que o tie se vneto no parecer
rol, que se dsse a 6.'par te: esta quantia he
snlliciente o justa se por acaso nao apparecer
outra emenda em que se diga ao individuo ,
que espere para mellior oreasio.
Ha unta emenda do Sr. Taques, suppiimindo
os veneiinentos do vigario geral o do provisor
do bispado e por ronsegufnte mandando dimi-
nuir na quota os 460/ rs. correspondentes. Nao
posso dzer cousa alguin a respeito desta c-
ineiid.i ; porque o sen autor nao a fundainenton,
A cominisso, quando apresentou a quota desti-
nada para as congruas, calculOu aqulllo que
julgava neeossario paraos existentes visto que
esta nssombla ja tinha determinado que esta
dispeza nao Ihe pertencia e nesse sentido ap-
provon mu requerimento para se dirigir urna
representado assembla geral pedindo que
mandaste pagar aquellos empregados ceraes
com os quaes gastamos o nossa dinheiro. h
Aqui temos nina emenda do Sr. Mi deiros.para
que seja removida a eadeira de Nazaieth para o
Bonito. Srs., eu julgava que nao deviamos fazer
alterai-ao alguma noque esta estabelecido cor-
eada Instruccao publica emquaiito nao passa
urna lei sobre esto objeeto. Reenheco real-
mente que existem cadeiras do piimeiras let-
[ras e de la ti O que se devia acabar com el-
las : mas, sem qu baja urna lei que marque os
casos e o modo de se eslabeleccr essas escolas
e inspeeionar a conduia desses profesares, nao
devenios fazer 'alleracSo alguma apelar de
i o presidente da provincia no sen relatoiio
ito alguma cousa este respeito.
Ha urnas emendas do Sr. Sabuco, que ou as
approyo nma deltas diz que se addltoao
do artigo -28 o segninie = Sendo feita a arreca
dacao ......e~......
ofl'ereceouina emenda, supprimindo- no quanti
lativo dos i mil ris por cabera de gado q P|
vayo da bise deste imposto a 90 contos de rs"
que tinha passado na discusso ; -e inesino por!
que est em duvida se por acaso, sendo assii
determinada a base de 110:000/ rs. nao appar*.
cendo quem qusessearrematar, se a lei ,,,!
manda que a lliesouraria possa reduzi|-a I .",
icaria eiu vigor e nao ira ra ento incoven!
ente; a commisso julgoii pois de grande van-
lagem a emendado Sr. .Nabuco. Ha unta eniei,.
du do Sr. Taques que maud additar ao artigo
26 o seguintc. .Sendo 90:000/ rs. com as estra-
das da Victoria o do Pod'alho o 20:000/rs
coma coustruccaoda priso penitenciaria, sein
embargo do 2." do artigo 2.* da le provincial
n. 107 o com preferencia. =
Ora Senhores ou nao coartava esso p0d(T
ao administrador da provincia porque elle he
que est i'in lucidores circuiiistancias de conhe-
eer as estradas mais necessarias a provincia .
que devein ser continuadas ; alin de que s. n,
do neeossario os colicortos em alguna outros lu,
garOS, a nao ser nessas duas estradas, fica o
administrador privado de os mandar fazer, e o
publico sollier osla neeessidade. Ora con-
cordando eu que seria de grande tililidatle a ca-
sa de priso penitenciara julgo lodavia nue
nao se deve determinar especialmente. Se o n
d. dissesse na verba das obras publicas inclui-
da una prisao penitenciarla s= eu'votara noi
isso ; mas separando as quotas voto contra.
Ha una enienda do Sr. .Manocl Cavale.mti ao
b.', que diz. = 2:.'iOO por cabera do gado vac-
CUm que for consumido caiido abolido odi-
siino do gado vacciim Em lugar de 2:000 rs.,
eleva esta imposieo a 2500 c jiassa a abolir
disimo do-gado vaceum. Ku S.'presidente
nao aclio m essa emenda ; julgo niosmo qu
a imposieo nella comida, alin de ser dentis
fcil arracadacSo enp onefar aos eoiitribu-
inies traz-nos um augmento de reo ila por
isso que actualmente o disimo do gado vaceum
importa em 15:000/rs., o a sonitna do imposto
de 2000 rs. por cabeca importa ein 70c lanos
contos pela antiga base sendo augmentada i.
la quarta paite vcni a montar multo mais. tu
portanto son favoravcl essa emenda apezai
de algii.ui motivo de conveniencia que possa
apparecer na ncttialidade ; mas isto nao nos de-
ve privar que lcainos um bem no ugnieuto
das rondas.
Passarei agota s emendas inipressas e prin-
cipian i pela pr.'ineira que he a do Sr. Jos' Pe-
dro que diz = A despeza com a divida o paga-
mento dos oi'denat.'is dos empregados pblicos
ser preferida a outra qualqner= Sr. presiden-
te eu vejo que com ellito o pagamento dos
ordenados dos empregados pblicos stao em a-
tra/.o ; mas julgo que esse nial he inevitavel
nao so vista da tn ai recadaco que teoin as nos-
sas rendas como tainbcni pelo desojo, que eu
noto na assembla de augmentar os ord.nadus
dos empregados pblicos sein haver diuheiro.
Mas o niesino n. d. autor da emenda, dase,
que deviamos acabar com todas as obras publi-
cas ou com a maor parte dolas o pagarmos
primeiro aos empregados pblicos,' e que s,. es-
sas obras continuaren) da iiianoira porque vio,
vira tcinpc em que as rendas da provincia nao
chegaro para estas obras, o mesmo paraos
seus eoncertos. Se o n. d. examinar que toda
a somnia das obras decretada nao lie paga nu
mesmo anuo da lei ver que ano'.a que exceda
nao faz mal poique fica para os annos se-
guimos.
O Sr. Jos Pedro : Isso sei ou.
O Sr liego lanos : Dlsse mais que os coli-
cortos consuniiri) toda a quantia iixada ; mas
note o n. d. que nao foi so em eoncertos que se
despend o a quantia de que falln veja o rela-
torio do cngenlieiio toi t.inibein em outias
obras. O n. d. nao exaininoii lambeni outra
cousa, ene, qu nas obras (citas co!loco-se a!
barrenas e essas barieiras vao dando nao so
para os eoncertos como al para a amortisa.n
da despeza com ellas fritas.
USr. Jos Pedro : Por ora nao do nada.
O Sr. Ilajo /arios : -- Nao do nada, lie ver-
dade, porque as estradas nao oslo todas promp-
tas. Por isso on.il,, para pagar aos empre-
gados pblicos, nao qmr que se faromais
obras.
0 Sr. Jos Pedro : Eu nao diaSe isso.
O Sr. liego liarros : A emenda do n. d. d-
p6e o seguinte (l). O u. d. acaba con, as obras
lubinas so para pagar a divida aos einprrga-
r. ,wUcS ""'0S f|Ut" l'",OS P Ve as nossas
'idas augmenten, para que u nosso comm. ,-
tas n Va M CStrada8 ,I,ur '' 'l'f *+
tas o|i as paren. elle que se mostra v.rs.ulo
em conmuta poltica que deve saber ,,,,.
' i ..'io para o acrescimo das riquezlsde
nI, mo'1'1" S,,'" 's|,;"ii,s. < multo p-in-
pallimnie no nosso! .Mas he o. mesmo ,i. d.
n'" "",no ""'I'" que quer acabar com ss.-S
apiise,ta estaout.a emenda = Cornos
^^^SSSS^^i9^........a
i < biugrapiia o urriiado aimual
-'' |iumii. :>HU St'J S*
nas o n. il. quer impor sobre os empregados pu-l anda apparecera mais emendas a essa mulil
l.fli'dS illli l'< I 'III 1'iwllUiliw ^ mil.Mi i.l:.: |....... i. I .. .,1.., I.......... .
blicos, q.....-1 io rednsidos a ordenadosxiio pe-
que nao chego paia a satisfaraode
ijii nos
t _-.._, .t---- ------- ------r -. (-----............... I.^F...
-o is prnieras necossdades; quer que elles fa-
o um xcpcao da rogra, e Isto si ni piovcto,
on utilidade alguma! Se sta imposicao pas-
isse, veramos esta assembla cometter urna
injnstl^a bem notavel. Tem-se repugnado sein-
plicidado, (lile existe; se apparecer alguma nes-
. ... se sentido mandando parar as obras publicas
que ellos fa- excepcio das estradas de Po-d'alho o S, Vnto
' '........:-" votatei por cila...
O Sr. Jos Pedro : A respeito dessas estradas
ha ate urna le provincial
OSr. Lopes (L,m : 1)oniuo mirm n,n I'"'.'"'"1""-la provincia sol
ten, dinhefrn hassmtr i,lKL',n ":!"! ana, como fi.rennveni..,,.,
Zl\.u'n Tr';i dc b:,SP ;,s "tacoes das
leudas publicas, o proco da! anteriores arre
matacoes; mas esta baso ser regulada pelo
presidente da provincia sob p.oposta da thesou-
tiuiK.s ,{ l Ura' sendo o ordet.do
^;;.si,duasijlar,esve,naser40.^,-s..eo,,,
uiul i
'- to como........r... ....." ?'' ^f"'' ",-
i que tem "20 annos d' n,;,s ar,...'ii<; P,.,.. ~sne
es- -taan i........ <"* lemc que leve t.r af
.-i i"', ''."''"iln. eeite'noest nest-
i ':, "'""' artigo: /, :l se o d ..,.-
i'J ""M"'n"1"".....wiipVtadoosSOanU
u i "'"I ,,"'l">''l inhabiliido por
::,'';"i|"11"'.....-pct.......:,..., ,s. ..u
,u '.;;"""" I"*'1' ^*" '- phoronoiiiia be
Ti T ',' ''"' s' ""+" dando-se-
," ll-"1" dinheiro; por......
,to um m, ,|,,,.
um ii i cuso ia- rui|.B..u |i:mi poue sor ; porque nos i ,|( ,, ,, h.'ii o eeii lei >.. i i- "" *""!"' em um;, 11. ,', '"' M' ""' W" indo-s,-
' --'I ,M,-d,v,-i,ioM, i,, /.n.pVu,,., ^'^'"''.''''"""''la.lilieaapi-ni,, fj a."'d.nho.ro; porque eTw cadera oxis-
de familia, q.i '' I' -I-m ganbar se .-i,,,,,..,,,,,,,,,, odia. Ou a esto profo..... que non. foi
Mi ; :'"'' 1f esta e,..nd..... ..... ,,', ,,, ..,-
K-oimuiontc. j,m|ai
,.*


m
SSS
*nraumijiji .'u>u ru>uai< i-w^ri*a^,-..;- .-i_a... iWiHiirwini
t
das do Sr. I.ho. que diz no artigo!, depois
das p.il.n ras n. !l diga-se rom excepco da
disposico cerca do numero de alumnos-o
mnis coino no artigo: Kssr artigo Daqucse
refere a emenda he aquellc que manila continu-
ar a disposico do artigo 12 da le provincial n.
*j4 a ii speito dos professores de latim disposi-
. ;o que determina que o professor que tiver
menos de 10 discpulos-, niTopossa receberoseu
ordenado. Julgo que nao fia lugar algum em
que mu professor nao posea apreseiitar-se rom
m discpulos para o fin de recebar o sen orde-
nado Siippoiiliainus, queuin destes professo-
res tem 8 discpulos, com facilidade arranja
gnns, e que todos nos sabemos, e apreseuta-se
como numero de 1(1 d i sei pnlos. l'orlauto o melhor
lie nada a Itera rutas a este respeito ; e assini mo
approvo esia emenda do n. d. que talvez fosse
app'si ufida lampein por desencargo de coiisci*-
eiieia (risadas'1. Vamos s emendas do Si*. Flo-
ripes, que sao as inais importantes : recolfheco
no n. d. mu advogado forte dos empregados p-
blicos. A M i'iuenda desse Sr. deputado eu a
approvo ; he aquella queques que o artigo que
eslahelccco, que os empreados provinciaes
paguein os novos e velhos direitos tenha execu-
cao desde j. A segunda emenda manda pagar
i .los Pedro Vello/o da Silreira (oda a pian-
tia em que foi condemnadu a fazenda provin-
cial : isio lie materia velha j se tem dito o
que se devia dizer a este respeito ; e portaulo
ii.io roub&rei uiais lempo, assaemblCa.
A outra emenda manda que se augmente o
quaotitativo dado para a catliedral d'Olinda com
inais fi8(>/ rs. para o pagamento la congrua do
deao. Eu Sr. presidente mi estou bem in-
teirado deste negocio : sei que a congrua do
deao lie de MIO/ rs., sei tainbein que case indivi-
duo lie lente do curso jurdico mas nao sei se
accuinula urna cousa contra ; lia un como el-
le (pie nao recebe ambos os ordenados; masa
emenda do ii. d. manda dar a congrua de 3S0
res .
OSf. Floripes : He engao deve ser 500/rs.
U Sr. llego fanos : Sempre se engaa en*,
favor dos empresarios pblicos (risadas). Snio-
res nos temos decidido j que esla desp;za nao
nos pe tenec ; c por isso demos npce.is aquillo
que he absolutamente necessario, c portaulo
nao posso votar por toda a qtl*'ntia que est na
emenda, Se o u. d. a diminr,,. mais se fizei u
seu calculo mais inteirade no negocio, eu vota-
re! por ella.
lia outra emenda diz = supprinia-s';- a emenda do Sr. Taques, que
passou ni secunda disciisso, niaiidando reco-
llur aos cofres provinciaes os emolumentos das
patentes 'ua guarda nacional; os quacs continua-
'ao a ser arrecadado na secretaria dogoverno
a beneficio dos respectivos empregados Pela
".nenda do Sr. Taques, este dinheirb vai para os
cofres provinciaes, OSguaCS sciu duvida sero
-applicados para pagamento dos cniprcgados p-
blicos que esto manazo de seus ordenados ;
mas o n. d. qtter agora com esta sua emenda ,
dar este dinliciro aos empregados da secretaria
dogoverno.
O Sr. 'loripcs: Quero dar, nao: lies ja o
teein.
O Sr. llcijn Horros : Tiverao so lia 2 anuos
pois que antigaincute sempre pertencro ai,
cofre provincial desde o lempo das antigua mi-
licias. Demais, Sr. presidente, ja se vencen
na segunda diseusso, que se maudasse reeolher
novameute estes emolumentos aos cofres pro-
vinciaes c niesmo islo punco rcnder porque
mis temos una lei ge ral sol're a reforma da
guarda nacional ; e quciu sabe a distrihuicao ,
que u assembla geral far lestes emolumen-
tos? V.n deixo licar oque esta assembla em
sua sabedoria approvou na segunda diseusso.
l'assarei s emendas da conuiiissao islo lie,
de dous meiubros da eoinmisso ; pois que o 3.
ftssignou com reslricccs, < cu nao sei aonde sao
ellas, por COllSf gullte, piando i u tallar cin
eoinmisso a est respi ilo eutenda-se a sua
maioria. A couuuisso supprimio novameute as
gratificares do esurivo administrador e tlie-
soureiro da meta das rendas internas. Ha se-
gunda diseusso partio-se o negocio o nielo,
daudo-se a metade lo quetinlia sidosupprimi-
do pela commissao, e isio foi, porque houve
qui ui pedisse para mu e cuino leve tambera o
oulro ; mas nos podemos deixar iiovameiitc de
lar a un e outro c por isso a coinmi.ssno pro
poz esta supprcssao. A outra emenda da com-
missao lie esta no artigo 7. diga-se com o ly-
ceo da cidade do Recife etc. (le) = A commissao
apresen ton esta emenda piando apresentou a
lei, reduzindo a t(lO/ rs. o ordenado dos adjunc-
etos que foi para ser conforme mesino coma
lei n. 43, que diz, no sru artigo 5. o seguinte
0honorario ele. (WJ --- Ora leudo os professo-
res un cont de reis est claro pie as las
leu as pal tes que competein aos adjunctOS veill
a si i til 0/rs. c nao 800^ rs. e enio disse eu
lile, leudo ciles mais a l/.'l pai te piando re-
gessem as cadeiras vinbo a ter um ordenado
superior ao dos professores calculando sobre
o ordenado de SU,? rs. o que era um absurdo :
0 Sr. Floripes na segunda diseusso apresentou
nina emenda, elevando a 8004 rs. e passou;
ora, vendo a commissao que ti liba passado por
un voto, e quando a casa nao eslava chela, a
inaioria da commissao qUlz estar pela SUppVes-
siio e novameute iustanrou a sua emenda que
julgajusta ; parec -me que ussim os lili, riri. , provard attendendo a que taes economas sao
para pagar aos empregados pblicos para nao
ticareui tanto lempo sera terera >s seos or-
denados.
i ia inais una emenda da eoinmisso ao artigo
i" (pie liz -----: dc|>ois l.i palavra Conveniente
diga-se conservando o actual substituto las
1 ideiras dista cidade o ordenado de .'Miti,'/rs. ,
lo de traballio, Como disse o n. d., com (! cadei-
ras as costas: julgoii a commissao que < 1. 111 -
do-se 300:000 que elle linli.i ( pois que no au-
no passado foi pie se llie aiigiucntou ) eslava
lieni pago e assiin '((inoinsoii provincia
H0:000 aiimiaes para pagar aos inesmos empre-
gados pblicos.
-No ai!, da desp'/a com a lona polil ial, luili-
(I i a coieiiiissao jne se augmente nquautiade
li.'l stiSH importancia da divida eoutialiida pe-
lo hospital em o anuo lindo e fe/, isio i ni con-
sequencia d'uin parecer da commissao approra-
lo aqu na casa.
Na despeza coin a catliedral de Olinda, a coin-
uiissao na segunda diseusso segundo trina lh-
foiinaeo que (leo um n. d. que se assenla dc-
frontr de mim tirn aquota marcada para a
fabrica ; mas depois listo velo um requertmen-
lodo Exin. prelado pediu lo dinheiro para es-
ta rubrica entao a coinmisso apresentou nina
emenda dando 200/ rs. para a fabrica dei-
xainlo o mais como eslava no artigo menos es-
tas palavras com a fabrica.
Taiuiicni noart. 15, relativamente aosparo-
chos e coadjuctores a commissao auguien-
tou mais o (pie era uecessarin para os da nova
freguezia do Ourieurl em conseipieucia de uta
projeeto approvado aipii na casa.
Ao art. Si, que tratado sustento dos presos
pebres, a commissao augmenta aqitantiade
rs< 810:390 dos medicamentos lornecidos ante-
riormente : esta quantia foi tambem aqu ap-
provada pela assemble'a em cousequencia de
um parecer que leo a commissao de fazenda,
No art. 23 que consigna a quantia ric 1:000/
rs. para a sociedade de medicina dista cidade .
a commissao augmentou 500/ rs. para a socieda-
d.ule mecnica ; mas a commissao prferc a
emenda a|iresenlada, a este respeito, pelo Sr. de-
putado Figueiredo que manda tirar a quantia
de um a 2:000^ rs. las despesas eventuaes para
ser dada a esta sociedade pela inaucira que o
presidente da provincia julgar mais convenien-
te ; por isso a coininisso retira a sua emenda,
R adepta a don.'d. : nada dlrei a este respeito',
'ois ipie elle mostrou tnui claramente a vanta-
gein dessa sociedade.
- Ha nina emenda do Sr. Aguiar, que diz,|ue se i Kio de Janeiro \> -I i ffaliia; .'das do ultiinopu r
uo p.issar a do Sr.Tigueiredo sobre a catliedral to polaca brasileira Providen ia,, de lozto-
de Olinda suppriinaTse a verba. O n. d. querl neladrs i-apitao Joaqumi Jos equipagem
milito,mi nada ufio itier o meio le uin pois j carga carne e sebo,
eu prel'no o mi io termo e portaulo voto por N rufo saltillo nidia 28.
aquillo, que a assembla a approvou na 2.* lis- Para l'ua ; l^i ite brasileiro Xavo DisUno capi-
cussao. Temos urna emenda do Sr. Catanho, que \ lao Estevfm Itibeiro carga vai ios -eneros
Outra emenda, que a -oininissao aprsenla1
mas, que augmenta a riespesa, he esla No art.
2! depois da palavra Indios diga-se-- e tra-
ducido completa da obra de Mr. l\ohr sobre a
cultura do algodo.
A commissao supprime tambem a inspeccao
doassuear, ealgodao pelas rasoes sabidas que
escusado repetir para nao gastar lempo. Co-|
dio se vencen a renpeito dos eseriptiirarios da
mesa las rendas provinciaes e ereio que dos
da secretaria que nao Hcassein ex ti netos esses
lugares, cmquanto osactuaes empregados exis-
lissein a eoinmisso leve necessidade de refor-
mara tabella, que fez, para incluir estes empre-
gados, e ento lie a alteraco, pie aprsenla as
(iuas emendas, que se achilo impressas auditi-
vas s tabellas n. I, e2.
Nao posso approvaro art.apresentado pelo Sr.
A lean Airado substitutivo ao 8.u, augmentando
mais 100/ rs, no ordenado do substituto das au-
las theologicas. O augmento he comelte.ito pe-
ipieno ; mas em lim acamara j decidi, que
era um favor, pie mis facamos em carregar com
a despeza do seminario de Olinda e portaulo
ella nao pode conceder este augmento sein ca-
hir em contiadeeo.
Segue-se mais una emenda do Sr. Alcanfora-
do,(pie revive outra, que cabio eiii2.* discussa,
(pie he, augmentando 'i' ti.' rs. no ordenado dos
professores de illglez e de frailee/.. Esta ques-
lo j;i foi milito ventilada na 2." diseusso e a
assembla em sua sabedoria votan contra o aug-
ment; espero que faca o niesmo desta ves. Con-
cordo com o art. apresentado pelo niesino Sr. ,
que diz _\o h-ivendo laneador aos bens, (pie
fon in aquiuhoados fazenda provincial,, &(!?).
Talubem concordo com este oulro, do niesmo
!"'r.Estes bens.se frern de ra/., sero arrenda-
dos embasta publica, & (U). Igiidliueute ap-
provo este do niesmo Sr. Eica creado um solli-
citador privativo para as causas da thesoiiraria
provincial enm a grallicaco animal de 300/l'S.,
i (le). He una despeza. que nos vai tra/eraiii.;-
meht de reefta; porque realmente o sollicita-
lor geral nao se presta como se devia prestar ,
e entao necessario he, <]iie baja um sollieitador
provincial debaixo das vistas do niesmo Sr. de-
putado, que he o procurador-fiscal.
Nao concordo, porm, coin o art. substitutivo
do Sr. Figuelredo, pie manda pagar toda a des-
peza uccessai i.i com a cathedral de Ol-inda. O
n. d. falln milite a este respeito, e de urna ma-
n ira tal pie mu outro ii. (1., disse que havia
fallado como um eonego (risadas) e de certo ,
um eonego nojiodia zclal' inelliorniente os seus
nten sses, do que fez o n. d. A assembla geral
declarou, que esta despeza iio era provincial ,.
siui geral;por consegunte d semiente o qiiau-
litativo necessario, para os que existein e ten-
(lo passado esta ideia em 2.a diseusso ha toda a
probabilidade, em que a assembla persista na
incsina opiilao vis!') pie he de toda ajustifa.
Qnautoao art. sesuinte do nieSno Sr. rlguei-
i (do relativo a somnia consignada para a socie-
dade de artes mecnicas, cu j disse, que o pre-
fera ao da onunisso. Ha oulro art. addtivo la
mesmp Sr., que manda dar 300/rs. para a pro-
eisso d Corpo de Dos. A coiiimisso suppri-
mio esta verba, e a assembla approvou a sup-
presso ; jionpie o presidente da provincia no
seu reiatorio diz, que esla lespe/.a he le la pelo
Emii. prelado, e pede niesmo, que se siipprma :
ora, sendo assiin nao devenios dar esta esniola
desneci'ssaria : por isso voto contra este art., e
veta o n. I. estes arescisosinhos de despezss
i ni qiianto importo.
Existe nina emenda additiva do iqesmo Sr. de-
piltado, le milito inieresse que lie accrescen-
lando mais Olampdes esta cidade; las nao
cria tima contribuicao extraordinaria duraui a
auno desta lei sobre os vencinientos de todas | Rio d
as pesso is que recebein dinheiros dos cofres j
provinciaes por qualqiter titulo, que seja: es-
ta ciiutribiiico he a misma que a assembla
g 'ral creou este anuo porm previno ao II. d. ,
que cu nao a approvo porque o seu producto
he lieilhlllll, O ll. d, inclllio ll i tabella, que fez ,
empregados de 3.000/, 3:500/, e-i.l11105.-rs.. 8te.
nao ha entre nos empregados com seuielhanres
ordenados: o inaior ordenado, que teem (isim
sos rinnreg.iilos he de 2:4006* rs., c isto scrao'!,
011 1 Ouando appan ei o aqui a idea mu lo bo-
nita do art. do 11, il., fu os meus e,lenlos do reu-
diuiento, (pie isto poderia dar, principiando pe-
los orden idos de 400,4 rs., e nao pelos de 500 rs,
como quer o art do 11. d\ e o resultado dos
ni ns trabalhos he este(/r}; sommava tudo 3:900
rs. : ora, tire o n. d. desta soninia a importan-
cia da i on',1 ilmio dos ordenados de 100/rs. .
que lie a que avult.i mais e a ipial o n. I. nao j
eolnprelieiiileo no seu ai I vel.i, que tica redil-!
zida a2:000/rs., quando muito : ora !)" esl 1
renda 11,10 vale a pena mpor sobre os ordena-
dos dos empregados pblicos; nao vale a pena
decretar una contribuidlo que lia de soar
muito, malpara sr coiher2:000/ de rs. sujcltos
anda despeza da arrecadaco, &c.
Ha uina emenda do Sr. Barros Cavalcante.quc
diz novos, e velhos direitosdiga-se5 por
cento geralmente. A eoinmisso reduzio este
imposto a I11 por cento e o u. d. qner reduzir
mais a 5 por ccfito! Nao concordare! com esta
reduccao.
O niesmo :. d. apresentou outra emenda ele
vando o quantitativo de 102:000/000rs., que se
da para a forra policial a 105:500/ rs., sendo
2:000/rs. para forneciinento d'agua, e luz e
1:500/r8. para suppi imeiito da despe/a do llOS-
pital regimenlal : diz, que sao despetas estas
mu neeessarias, e que nos ll)"2 eolitos nao eslab
ellas incluidas : segundo a diseusso volare a
favor, 011 contra esta emenda.
lia una emenda do Sr. (iiinan mandando ad-
dlciouar ao linal do art. 9. estas palavras i-
cando desde j removida para o curato da s de
Olinda a cadeira de primeiras leltras de meninas
de liainaraea. Esla disposii fio esta incluida
110 art. lo do projeeto que eu I i ha pouco.
0 Sr. (iiliana : Mas nao ha o desde a.
O Sr. Reg /Jarro* : -- Por dous meses de a-
vauco mi vale a pena. [Continuar se-ha).
,Yrii a ib '''''i no ilm 20.
Janeiro l.'xlias, patacho brasileiro /'<
rapuma, coinnnuidante Balthazar Jos los
liis passageiros biasileiro? Justo Eneas
de fanos Torreo alteres Jos Francisco ,
Joiio EeiU' llodovalho I." cadeteJoaquim de
1: istro \l ideira, \ erissimo da Costa Leftee su.,
senlima.M 11101 i do Nascimeiito.Gonealves Ro-
drigues, Francisco Antonio de Sousa Res,
\ 11 Ionio I .ni/. (,011, al ves Jnior. C. Esg, l'ran-
CSOO l'iod 1 li.11/a, Manuel liaelano de Alineida
\lbuqiierque. 8 invlidos de inarinha, e7
praras de 1 lnh 1, que dero baixa.
l'iio (o 1,ule do Sul 25 dias, sumaca brasileira
Parola, de s toneladas, capito vuistaoio
Silveira Mi ndes, f'quip igi 111 !). 1 arga la 1
l'.io de Janeiro, I* dias, liiate brasileiro S. Josi
Pemambueo de I > toneladas, capitn Joao
(lomes Uves Iteis equipagem 14, carga laa
AurM saltillo 11 h" '/'! dia.
Polios do norte vapor lira ileiro PernamhHcana,
enuiniand inte ,lo:i 1 Miliin I! 'lilaques: passa-
geiros Ernesto Vntono de Sousa l.eeoute ,
alteres Silvestre Henriquesd l'inho,cap tilo lo
eslado-maior em servieu pela provincia .lose
Mua da Costa \raujo //rasileiros. 36pravas
do exercilo cun escravo crioulo ajeutregar
1 iKiMifa.. *x r nam*
eclaracoes.
DIARIO DE ITOAPim
O Sr. Vicente Thomaz Pires de l'igueiredo
(.'amargo toinoii boje (29) posse do lugar de se-
cretario da presidencia.
O Exm. Sr. vce presidente 1'. F. de P. Caval-
cantl d'AJbuquerque niandou, que fosse cha-
mado o sen i inmediato para lomar eouta da ail-
ministracao da provincia, em observancia do
aviso de !l do correntt que damos em lugar
competente.
llontcni falleceo nesta cidade de um ataque,
que (linn poncas horas, o Sr. Jofio Paulo de
Carvalho, juz de direito do crinie da comarca do
Brejo.
F.sta tarde um preto escravo, que trabalhava
na luja de sapateiro, que tem o Sr. bastos em
frente da cadeia, inatou com dous lautos de
trinxete no pCSCOCO 0 coiitraincslre da mesnia
loja, na occasio em que este 0 castigara, O
assassino acha-se preso.
-a mniiin^finMMmiiimini
C OM*t>poiideneia.
CIIK.I l.\i: K TODOS OS PAROCliOS.
Comparecendo insta capital, e transitando
por alguilias freguezi is liinitrophes um Italiano.
natural de Bolonli 1, que arbitrariamente se inti-
tula sacerdote, c ousadamente cliegou a exercer
l'uiicioes eei lesi.i.lii as sein lieema nossa. sciu
que at agora tenha apresentado titulo algum.
pelo anal comprove ter recebido o sacramen-
to da Ordem, de cuja ousadia j foi convencido
judicialmente, c obligado a assignar termo
de punca mais exercer qtialquer acto do po-
der da Ordem, determinamos, que Vm.,soba
mais restricta responsabidade, uo admita o
j inenciouado Luiz Rossi a exercer ministerio
algum, para oqual seja indispeusavel a recep-
cao daquelle sacramento, desde prima tousura
ale o sacro presb\ lerado ; e mandamos, que
Vn. faca remetter esta circular ao seu collega
mais visinho, e qc este a euvie aos outros paro-
chos para sua perfeila iilelligeneia eexecucao:
participando-nos cada um como assiin o cum-
pli. Palacio da Solidado, 26 de abril de 1844.
Jno, hispo dio 'csano.
SOUUDADE
mtegerrimo magistrado
pie tiliha-: o 1. I,(pie lallou ncsi i mal i ia per- diz pie se augmente o quanlitativo. Sr. pi es.,
guulou a 1 'omiuissao. porque raso apresentou he de su ni na necessidade esse aecrescimo de
esta emenda e cu devo dizer que leudo este 50 iampioes e talvez de inais ; porm dama-
individuo .',iii' rs. vjnba a tei o inesnio que o mira em que est a illuminacao autre DOS nao
proprietario : isio pareceo-nos extraordinario, vale a pena, que se gaste, nem um real; esta na
Mas disse o 11, (I,, que este substituto he de 6 inaior relaxacao possivel; o aveite Jre pessimo, e
ras: as informaces pie leve a commissao pomo, e por eonseguinte a luz -apaga-se logo :
valetudinario siibslilittn piando 1 u q 11 i sera, que Se usse c. inunii ipal a admi-
he 'llamado para la llUiTliliacao api/.11 ile li.irmiis o
In no; porque uo pdc hav r administt
Srs. redactores. 'feudo eu, como cncarrega-
lo de alirieo dos pesos e medidas d'este 11111-
niipio em o anuo p. p. sido calumniosamente
acensado de crine de concusso peante o
mei ilissimo l)r. juiz iniinieipal da 2.a vara, por
Joao Manoel Franco taberneiro residente na
ra da (loriada Boa-vista;rogo a Vms. o favor
de publicaren! em seu jornal a inclusa senten-
\a pela qual aquello
julgoii improcedente tal aecusaco.
Por mais este documento convencer-se-ha o
publico da malignidade, com pie o denunciante
tem deprimido e injuriado a cmara munici-
pal e a alguns de seus empregados c ver so-
bre quein ha recibido o ferrete da infamia, e
ignominia, com que em suas temerarias corres-
pondencias promclteo sellar us inisinos eiiipn
gados.
Sirva outro sim a referida sentenra de desen-
gaar aos incautos, pie snbserevro para l.io
infame perseguifo que elles nada mais tem
feiio, do que nutrir paixrte, o Interesses alheios.
Com a pUblicaco pedida muito oluigro
Vins., Srs. redactores, ao seu constante leitor, e
servo Joo Harto de farros.
Senlcnca.
.Iigo improcedente a queixa de folhas a vista
da de lesa apre.entada pelo querellado 110 inter-
rogatorio folhas pagas pelo queixoso s lis-
tas ein que ocondeuino. Recife I? de abri
de 1844. Jos Xicolo Rigueira Cosa.
'* -*^-." ..^c w......^_,w ^e*att^-^ny,
COM!V1F.CSO.
Melhoramentos induslriaes.
O Sr. presidente da so-
ciedade, em virlude do ar-
tigo Al\ dos estatuios, con-
vida a todos os Sis. mem-
bros activos dclla para as-
sembla geral nesta cida-
de, cujas sesscs terao
principio 110 l. de maio
prximo \indouro, e se-
ro feitas na casa da resi-
dencia do Exm. Sr. Barao
da Boa Vista, ra da Au-
rora, s h horas da larde.
3!'I!-.B!. .
.;______'i.rja! t- Mr
Leudes.
Aifciiidega.
Rendinienlo do dia 29..........6:22VTSM>
Uescarrega hojt 3t.
Barca Zilia diversos gneros.
Patacho =Car/o= pipas abatidas.
Patacho .lurora vinho._______________
' mm...... !
"^oiniento do Bfeorto
Xarios entrados no dia 28.
Barcelona; i-i dias, polaca bespanhola Lence,
s.capiTo Francisco Mazetany,
O lllm. Sr. cnsul de S. M. B. far leilo ,
por interveni.o do corretor liveira de toda a
mobilia la sua casa de campo na Magdalena ,
consistindo em um magnifico piano cadeiras,
mesas de jogo. e (lilas de meio de sala coin lam-
po de pedia marinle consolos, solas de jaca-
randa Iampioes de bronze mesas para cha ,
ditas de costura mesa dejautai grande, apa-
rador de lindo gusto dito porttil, estantes pa-
ra livros cadeiras emesas de differentesgos-
iiis leilo de mogtlO milito elegante um dito
de bronze oiiiais proprio para climas quelites
com colc.bSesde cabello, guarda-roupas, espe-
Ihos, toiicadores, louea e porcellana de varias
qualidades, garrafas e copos para vinho c agua,
e outros eristaes liiidanicnte aviados quadros
do melhor gosio, apparelhos de louca para mesa
e sobremesa lacas e garlos, colheres, algunias
obras e outros objectos de prata, Uli excellente
carro coin os arreios para un, ou dous cavados,
cavados para o niesmo e para montara tanto
para homein como para scnliora, sellins e to-
dos os inais pertences de estribara, e assiin mais
um cmcliente maslro para pavilho coin o com-
petente polianie.cordoallia, e todasasbandeiras,
que ser

gnacs, com o competente vro
le inslrueioes as quacs sao usadas na niarinha
de guerra, 'mercante, inglesa e at muito
uteis para piaUpier cnsul, ou proprietarios de
navios : quarta fcia, l.ude maio s 10 da 111a-
nha 110 supradito lugar.
Avisos diversos.
Aluga-seo terceiro andar da casa da ra
doQueimudo n. 8 ; a (ratania loja do mesmo
sobrado.
Precisa-so do dous canoeiros lorros ou
capyo ; quein Q| Uyvi ....i;rce.


/
r-Alugiio-se as casas ibaixo, a saber: emO-
linda, ra do vniparo, loja do sobrado ein qui
habita o Sr. Tavaits nu llecife, bnu do Cain-
pello, arma/eni u. | i M.i do! .ni.mi.inii'iii, ar-
io.izein i.."); rn,i ilo Vicario, arniaaeni u. 1(1
ra da Moedaj pi inu no andar da L-asa n.'.' : Ira
ta-se ii.i ni.i da Cadeia do Recite, no primeiro
;i Milu il i iis.i n. '!, i Ir Joo Mu ii Seve.
--O abaixo assignado fas publico, que inu-
dou a sua residencia para a ra da Cadcia, no
segundo andar do sobrado beni confronte da
ruada Madre de Dos. Custodio Luiz Ueis.
VJuga-se por preco coiumodo o sobrado de
dous andares e. sotao concertado, e pintado
de novo na ra iova n. 2 quem pretender
dirija-S'' id iiiesinu sobrado.
Du-sc ilinliiii (i a juros sobre penhores di
uro oii prata : na ra Nova u. 9.
Da-rse dinheiro .i premio com penhores
de ouro inesmo ein pequeas porces : na ra,
.Nova ii. 55.
Tilomas Sale tem a honra de participar ao
publico, que o onibos, e mais dous carros seus
seguiro do l.. de uiao seguinte al a casa de
campo do lllm. Sr. cnsul de S. >i. ii.. na Mag-
dalena, das 9 '/, ale lll limas .la maiiliaa, < vol-
larti das .' as i horas da tarde, ou smenle
500 rs. dr |,ida,
Prceisa-se dr urna inulher forrr, ji de ida-
de, que se sujeite a mu leve servico dr casa julo
comer e vest i ; a que se achar nestas clrcunis-
ias, dirija-sen ruado Cotovello, venda n. 31.
D-se dinheiro a premio sob penhores de
ouro e prata, e boas firmas ou hypolbecas, na
na do Rosario estreita n. 30, segundo andar da
'.isa, onde inora o Sr. Dr. Baptista.
A pessoa, que annunciou no Diario di-27
do corrente precisar de nina mulher Portugui za
para o servico de urna casa, dirija-se a ra Nova.
loja dr ferragem n. 2.r>.
A pessoa, que aiiuuiirioii querer outra pa-
ra i.i/it moas eseriptas, dirija-se ra das Aguas
\ rdis n. 22, \,( niesma casa vcnde-se ou per-
muta-se por escravos, una morada de casa ein
Olinda, com excellentes commodos, poco e bai-
xa para capim.
Ofl'crece-sc uin rapaz Brasileiro, branco,
'asado, queda liadorsuaconducta, equesa-
be ler, escrever e contar, e falla sqfl'rivelmente
fraucez, para caixeiro de ra qttem de seu
presumo se quizer utiiisar, dirija-se ra do
llangel u. .").
Quem annunciou no Diario a. 10" precisar
de nina pessoa para por mis papis em liinpo,
quereudo, procure na ra da Cruz venda u. '.Mi.
i'reeisa-.se de una ama forra ou cativa, que
saiba engommar, coxinhar e comprar na ra
para nuil: casa de pouca familia ; Irala-sc na
ra do Livramento n. 10.
l'n-cisr-se de un feilor para un silio na
Cruz de Almas, rpieentenda de plantacocs, e de
lodo o mais servico do eanipo, e hoi ta, prelere-
se ['orluguez, na na Direila, no Segundo andar
do sobrado u. 40.
Anlunio Maria Chaves o Mello subdito
Portugus, retira-so para a Europa u tratar de
.sua saude.
J. O. Elster avisa ao publico que leud-
se ausentado Fiauctscoda Silva Lisboa seni par-
ticipacao alguma est necessariamente dispe-
dido do lugar, que oceupava corno caixeiro na
sua cusa cessando todos os poderes e procu-
ra cues que Ihes forao concedidos nesta capa-
cidade.
papis com boa lettra brevidado dirija-sc
a ra das Cruzes n. 30.
Aluga-se o sitio do tinado Machado no
Atterro-dos-AITogodos, rom diversos arvores
de Iruto grande parreiral de uvas de mudo
boa qualidade copim annualmente para dous
cuvallus urna boa casa com commodos sufll-
cierdes para grande familia; a tratar na ra Di-
reita n. 82, priuu'iro andar
O Sr. Antonio de Moraes Pinto Tartaruga,
natural da villa do S. Miguel da provincia
das Alagoas, queira procurar urna carta de seu
interesse na ra Direila n. 119.
Quem annunciou precisar alugar una ca-
sa no Monteiro querendo urna peito do rio e
que llie passa ao lado a levada com commo-
dos para familia dirija-se a ra Direila n. 50.
PHffiO^DEAWATICA
O primeiro secretario lembra eos Srs. socios,
que amantia pritneiro de rnaio tem lugar a
gessao ordinaria eroga-seo comparecimento
dos Srs. socios em geral para eleicao da nova
cummis sao administrativa.
precisa-se al upar um sitio porto da praca,
que tenlia pasto para 6 ou 8 bois; na ra das
Trincheiras ti. 42. segundo andar.
Compras
n servico ; na ra Dircita padaria 129 COn%
fronte ao Terco.
Vende-se um pedaco de um sitio na cstra.
da de Bellem no sitio do Manguinho a .,'
rs. o palmo e Ierra propria : tambero ende.
sea retalhu ; na ra estreita do Botarlo n. :;
Vende-si^ um bom tacho de cobre uran le
por preco com modo j no paleo de S. Theresa
casa terrea n. 35.
Vende-se charope do lingua do vacca
proprio para#e\linguir os humores bem u*
bido os bons eftcitos, que tem produzido esta
herva purgativa de que he composto dito Cha.
ropo o seu uso he vantajoso por nao gerpre.
ciso dieta alguma pelo commodo preco de
1 640 rs. a garrafa, dito de tamarindos a 560 rg
ra edemaracuj a 640 rs. ; na ra do Liv rameo!
doCabug n. 16. '*>. loja n. 11 ; na mesma loja compito*
Vende-se um escravo moco com olicio do diarios a 90 rs. a bra.
carniceiro e campia ; na ra estreita do lio- Vendem-se na loja de Guerra Silva & \
zarion 41, primeiro andar ; na, mesma casa 40:) bilhetes de cores para garrafa de licor, .
ha para alugar urna canoa aberta. *>00 ditos doursdos em branco para quaesquer
_Vendem-so dous escruvos canoeiros da outras garrafas, ou Irascos, e lima chepa de
Costa, sendo nm pardo e um crioulo, sem imprimir bilhetes para garrala, por preco cum-
vicios'dc qualidade alguma e mesmo se achto modo.
ma engenhoca, ou no engenho Tamatapc-de-
II ores.
Vende-se bolaxa finissima em latas de
flandres, muito propria para cafe, ou cha, che-
gada prximamente da America por commo-
do pirco; na ra da Florentina n. 14.
Vcnde-se una barretina, bon, talitn, o
mais pertences para guarda nacional anda
com rnuitopouco uso, por preco commodo;
atraz do calabouco no segundo andar porci-
na do marcineiro, das duas horas as 4 da tarde.
Ycndem-seem latas de meia arroba bis
coutofino vindo da America ; no armascm de
Fernando Jos Broguez; assirn corno papel do
peso a 2800 rs. a resma dito de machina de
crin cadernos cada resma a 3/rs.
Vende-se carnauba muito fina ; na
= ( lompra-se rfectiv.mente nesta Typogia-
pliia toda a qualidade de pannos cortados ou
wllios de lintio e algodao toda a especie
de libra linbeza algodao, de refugo em ra
ma, papel e papelo velho.
Compro-se etTectivamente para lora da
provincia escravos de ambos os sexos de 12 a
20 annos agradando pago-se bem ; na ra
da Cadeia de S. Antonio sobrado de um an-
dar de veranda de pao n. 20.
Compro-se elfectivameute para fura da
provincia mulalin has crioulas e mais escra-
vos de 13 a 20 annos pagao-se bem, sendo
bonitos; na ra larga do Ilozario n. 30 pri-
tneiro andar.
Coinpra-se dous, ou Ires bois crioulos,
c que sijo novos, agradando paga-se bem ;
na ra das Trincheiras n. 42, segundo andar.
Compra-so um quarlo que sirva para
sella ; quem tiver annuncie.
Compra-se urna gtammatica franceza por
Sevcne ; na ra Nova n. 41, segundo andar.
Vendas
L'JTEKIA DE N. S. DO LIVRAMENTO.
As rodas desta lotera andao jmpreteri-
"velmentenodia 13 de maio ; o o resto dos bi-
lhetes achao-se a venda nos lugares docostume.
Alugiio-se 3 casas terreas novas, com duas
salas, cinco quartos, cosinha lora, quintal e
cacimba por I4# rs. mensaes na ra do Seve
por detraz da ra da Aurora ; duas ditas na ra
da Solidade n, 37 por 7000 rs. e n. 29 por
13000 rs. ; um sobrado de un andar n. 50 na
ra do Sebo eoul bons commodos e excel-
lente quintal ; a tratar com Francisco Antonio
do Oliveira ou com sen caixeiro Manoel Joa-
quirn da Silva na ra da Aurora n. 26.
A luga se im casa torrea com commodos
para grande familia quintal murado, antes de
chegar a ponte do Manguinho a qual tem 3
jaoellas e urna porta acabada de prximo e
faz esquina para a estrada que vai para a Ca-
punga ; o seu aluguel he de I400 rs. mensaes;
a tratar na mesma estrada no sitio de Antonio
Ferreira da Costa Braga n. 8.
A!uga-se una casa na ra da Trompe n.
7, com 4 quartos duas salas tuividracadas ,
com ptima cosinha quintal cacimba e he
muito fresca, propria para grande familia; na
ra de, S. Goocalo n. 24.
l'retisa-se alugar urna casa no Monteiro,
a beira do rio e que tenha banho; na ra das
Cruzes n.41, segundo andar.
Oflerece-se um rapaz Brasileiro para cai-
xeiro de cobranza do que tem bastante prali-
ca sabe ler, escrever, e contar, e da banca a
sua conducta ; quero de seu piestirno se quitar
utiiisar, dirija-se a ruada Conceicao da Boa-
vista n. 17 ; na mesma casa comprao-se vidros
vasios de opodcldoc, c paga-se bem.
A companhia nacional de curiosos debai
xo da dirceco du Hercules Brasileiro vai dar o
seus espectculos no theatro publico desta cida-
de de iucta de gladiadores as duas curdas
orientaes, voiteios deslocaces as duas co-
JumuuK*mn3iicas, columna giratoria corda
bamba e pantomimas; a priuieua noute de
representacao sera annu.'iciada por este Diario,
e cartazos ; os camarotes e bilhetes vendem-se
na casa pegada ao theatro.
Precisa-se alugar algumas canoas, que
peguero 800 a mil' tijolos; na ra do Rangel
ii. 84
Precisa-se de urna preta faleira ; na ra
du Guia n. 3.
A pessoa, que precisa de quem copie uris
Vende-se um cavalio de curroca ja ensilla-
do sem achaques, bastante grande, de boas
carnes pelo preco de 60^ rs. ; na ra dos Pi-
res em casa de Ignacio Ferreira Muniz.
Vende-se farinha do mandioca de supe-
rior qualidade ; na ra da Moeda armasen)
de assucar n. 15.
Vende-se urna bonita moleca de 10annos,
com principios de costura sem deteito algurn;
na ra estreita do Bozario n. 34 primeiro an-
dar.
Vende-se urna escrava ptima lavadeira
de vanella e sabao boa vendedeira, ehe mui-
to fiel ; no sabrado da esquina do Livramento
n. 1.
Vende-so um sortimento de toalhes de li-
nho adamascatlas do qualidade superior as
toalbas sao de largura de vara e meia e duas
varas, eem comprimento do vara c meia at
JO veras e se vendem com guardantes o
sernelles; velos de espermacete em caixas de
25 libras o iarello novo em saccas de 3 arro-
bas ebegado de Hamburgo; em cesa de II.
Metirtens na ra da Cruz n. 46.
Vende-se azeito de coco a 2240 rs. a cana-
da e a garrala a 320 rs.; na ra do Livramen-
to n. 38, venda junto do lampio.
Vendern-se iuperiores caivetes finos com
mida que mettendo-se a penna sai sta per-
fet a Diento ap..rada ; na ra do Cabug l.ja
de meudesas junto da do Bandeira.
Vende-se urna venda, que la/ 14,^ rs. dia-
riamente na ra Direila dos Affogadosn. 42;
a tratar na mesma com Joao francisco Ferreira
Vende-so urna escrava parda reculhida ,
de 18 annos com boas habilidades ; urna dita
do 22 annos, coso engomma cosinha e faz
toda a quelidede de costura, urna dita de lean-
nos, cose bem ; um escravo peca de 22 an-
nos ; 3 ditos para todo o servico ; 6 ditos pro-
prios para sitio por 740# rs. ; urna parda de
meia idado boa cosinheira por 350^ rs. ; urn
bonito inulalinho de 13 annos; na praca da
Boa-vista n. 19.
Vendem-se corles de chitas mui finas, e
de lindos padroes a 4# rs. ditas escuras a 3#
rs. gangas ezues a 100 rs. ocovado, eoutres
lazendas por preco commodo : na fin do Ca-
bng loja de Antonio Rodrigues da Cruz.
Vende-se a engenhocajdenominada Limei-
ras-de-cima na freguezia de Tracunhem ,
moente e corrento com 500 bracas do testada ,
e meia legua do fundo a mergem do rio Tra-
cunhem com boas Ierras de roca e de
caimas, e do muito b' pe/o corno em qualidade muito boa para un
lioinem trabaltiador principiar a sua vida, bas-
ta que o comprador d us desobrigas, as quaes
capezes para lodo o servico, tanto nesta praca
como para o campo e i;esmo para pagens por
seren robustos, o de bonitas figuras; na ra
do burgos n. 29.
Vende-so por ter de retirar-se para fura
da praca o dono dos objectos seguintcs ; urn
piano forte, urna mesa de meio de sala, um
sof, urna duzia decadeiras um par de ban-
cos una cadeirinha de menina dous pares
de mangas de vidro urna colleccaode quadros,
espelhos e outros mais trastes, qua se ven-
dern poro menos proco possivcl; na ra Di-
reila sobrado n 58.
Vende-se urna venda na ra do Hurtas n.
7, com os gneros que tem ou s a arma-
cao com os seus pertences ; a tratar no pau-'i'
do Carino n. 13.
Vendem-se estaces de pao de coqueiro ,
propries para atierro ; no Hospicio n. 8 de
munha at as 9 horas.
Vende-se um negro de Angola pera fora
da provincia de 20 anuos de bonita figura ,
sem vicios nem achaques; na ra da Prai i n. 22
Vende-se urna bonita escrava de 20 annos,
engommadeira, e cosinheira recolhida urna
dita de 16 anuos com muito bons principios
dos arranjos de una casa, propria para mu-
cama ; urna elegante muala de 20 annos re-
colhida perfeitoengonimadeiro e costure ira ;
urna mulatinha de 12 anuos, muito bonita ;
una negrinha de 13 a 14 annos ambas cosem
bem ; um escravo de 24 annos de todo o ser-
vico ; um cevaltorodado grande, com todos
os andares e be esquipador.
Vendem-se meios bheles da lotera do Li-
vramento a 4500 is. ; na ra Dimita loja de
fasenda n. 12, confronte a oitao da igreja.
=Vende-se panno azul superior a (iy, tty.JOO, e
7/ rs., dito ordinario a 1/0(10 ao covado, e de
cores a3/(i()0, \$, b, 6/ e7/, ditopret-z3/400,
4#, 5/, e (^v i, covado; lila preta superior 360 e
400 rs. o covado ; pecas de madapolo de 2o va-
ras a SV950, 3^050, 3/800, 4/, 4/400, 4'800, e
5/400; ditos muito largos e muito superior de
24 % jardas a 111/400 ; merinos de todas as cores
desenlestados a /SBO, 2#, e 2/240; dito entesta-
do ij(rli,2/88, 3/200,:i/600, 4/, o covado; cas-
tores de todas as cores 200 rs. o covado; brim
trancado escuro depuro linbo?2(l < 800 rs.a va-
ra; dito misturado de cores75U rs, a vara; sar-
ga de sida de cores para colele 1/44(1 rs. ; redes
do Maranho muito ricas e de cores ; chitas de
cores a 140, 10, 200, 240, e 270 o covado, c de
cores fixas; ditas franceas muito largas a 280
rs. o covado ; pecas de esguio de puro linho de
10 varas; cortes de cassa escura de II ovados;
Vcndo-se o engenho Paratibe distante do
Recie 3 leguas moente e crrente, com mui-
to boas trras ebaixas com proporcoes para
moer com agua ; a tratar no mesmo engenho.
Vende-se urna duzia de cadeiras de oleo ,
duas bancas de ditos, e urna niarqueza ludo
com muito bom uso ; na ra Augusta n. 52.
Escravos fgidos
No dia 24 de marco do corrente auno fu-
gio do engenho Tamatape-dc-flores o pardo
Manoel, com 24 annos, altura mediana seno
do corpo, com poucos cabellos na barba um
pouco dentuco cabellos torcidos, pes curise
gros'O e os dedos grandes fechados, levou
calcas b jaquela do ganga azul Iran eza,
usadas Cbni'sa de madapolo e chapeo de
palha ;'e a m^'ber cabra bem moca de ri-
me Ma'noela boiJw figura, do boa altura,o
reforcada do corpo, ),.varao dous quartos, um
melado raposo com m.'fa nu Pcrna "eita,
novo, sem achaques, curto e grosso, olhospe-
queos cabera acarncirada ,' ulro ruco,
pequeo e bom estradeiro baiv > ambos en-
cangalhados, oque pouco fora o compr liufino morador em S. Anlo e 3 dias Aspis
da fgida del le, orao encontrados no .U'>"-
ro-da-Boa-vista do sabida para lora ; o ahnr
xo assignado rog as autoridades policiaca, c
aos snrs. propietarios e mesmo a qualquer
pessoe do povo faco por endagar, e recum-
mendal-o, certos de receberem um eterno ajjra-
decendo alern de urna generosa recompensa a
quem o troucer. Joaquim Cavalcantt de M-
buquer e Mello.
No dia 15 do corrente fugio do sitio das
Rogelrai, do rnajor Joaquim Elias de Moura ,
um seu escravo crioulo de nome Silvano ,
mostr pedreiro de estatura regular, neceado
corpo, bem preto, de boa pbisinomia, olhos vi-
vos suissas finas, falto de denles, quando
falla d um geito nl bocea, peitos cabelludos.
he ranhoto todo o seu troLalho lio com a
mao esquerda pernas finas, tem urna alca-
tiiz no pede urna ferida ; quem o pegar, le\e
no sitio a cima t quesera recompensado.
D-se 50;f rs. de gratificaiao a quem pe-
gar e levar a ra da Florentina n. 14 o pifia
Jos Pnchete de nacao Mocambique de 20
aunos altura mais que regular, seco do cor-
po com dous denles de menos na frente da
hamburgo de 33o, 340, 360, 4oo, 4-10, e 480 a va-
ra, curie de veiudo limito ricos, e outras mili-
tas fazindas por preco commodo na ra doQuei-
inado casa ainarella'n. 20 de Joao Antonio .Mar-
tins Novaes.
Vcnde-se a posse de um terreno em S.
na estrada de Lujl do Bogo; at* a ra
porto do cemilerio dos Inglezes ; a
Amaro
da Aurora
tratar na ra Nova n. 18.
Vende-se um violao, e methodode Carul-
li tudo em bom estado e por preco com-
modo ; na ra do Bangel n. 50.
Vendeni-so 4 escravos de nacao, de 18 a
20 bnnos.com bonitas figuras ptimos para
todo o servico ; urna negrinha de 18 annos,
engomma, cosinha, cose, e he ptima para mu-
cama ; una dita de 20 annos, com as mesmas
habilidades; duas ditas de meia idade, quitan-
deiras e lavadeiras ; n:i ra Direila n. 3.
Vendem-se os superiores chapeos de cas-
tor branco de aba larga a 14* rs. ditos prelos
de seda francezes a 6/, 6500, e 7# rs. cada um
merm entestado preto, e azul a 1800 rs. o co-
vado brins e casi mi ras franceza s de novos pa-
drees, merinos, lapins. pannos, setins para rol-
lete, e oulias inuilas fasendas de gosto por pre-
co commodo ; no ra da Cadeia, loja n. 49
Vendem-se4000lelriasmui bem cusidas
n de muito bom barro ; na ra da Florentina'
n. 1G.
Conlina-se a vender caixas ma para
lojas Irance/as o 2560 rs. e com tornos a 3 e 4
rs. ditas para touquinhas a 800 rs. a duzia
ditos para homem a 1280 rs. e 1200 rs e ta in'
bom so lazem do feitio por 200 rs. a duzia as"
sim como chapeos de seda eniassa com 'toda
a perMclo cascos de palhinha e toda obra
dcchapelbeiro; na ra da Conceicao da H
vista n 17.
- Vende-se um moleque crioulo de
pecas de cainbraia liza de Ovaras a 2/400 rs! l)ar,<' superior, rosto redondo, bastante retinte ,
quando falla uauueia alguma cousa tem de
custume ter sempre fumo na boca levou ca-
misa da riscado azul, e calcas de panno pret
ja velhas, esto preto he empalhador de obraso
de marcinaria e fugio a vintee quatio de de-
/l [obro do en no passado.
Em dias de selembrode 1841 ugiodacasa
do abaixo assignado um seu escravo de oom
Joaquim, de nacao Angola de 20 annos, altu-
ra regular, bem parecido, sem punta de barba,
rosto redondo ps grandes os quaes salmo
alguma cousa para fura quando anda e v-i"
um dedo grande do p com deleitle ferida o
quasi podre ern risco de o perder se nao ti-
ver tido un.a grande cura tem no paito direila
esla marca de IbgoTC com diamente em cima ,
que tiotice de Angola em tevoreiro de 1829 ;
quando fugio levou um Ierro no pescoco; ha
toda doscorifianca de ter sido conduzdo para
fura desta praca ; roga-se portanlo a toda 8
qualquer pessoa ou capilaes de campo <|Ue
do dito escravo souberern o apprehendao o
lacio conduzil-o a esta praca na ra da Ca-
deia de S. Antonio n. 25, ao p da guarda por
cima da loja de chapeos que gratificar uin
lOO.frs. a quem o apresentar, Francisco Joa-
quim (ard Fugio um moleque de 12 anuos e no-
mo Adolpho, rife Angola, bem ladino, olbo
grandes e esbrancaceutos magro, levou cal-
cas de riscados branco com listras azues 8 <*"
misa dealgodioziuho; quem o pegar, leva i
ra do Queimado n. 43, quu ser graiiflsado.
loa-

se acbao todas em boas mfioi; a tratar na mes- nos, muito robusto, e sadio, proprio para todo
Eli II ATA.
Na revista mercantil do dia 27 do corrent.
em lugar de honze mil arrobas de farinha, le"
so honze mil barricas.
IIkcifu n\
Ivr: ib m i n i n'*)