Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08731

Full Text
Auno de 1844. Segunda Feira O
O DuBiopublic*-e ii.do* os diaa que niio forera santificados : o prego da asaifinatura
he de "L'9 mil rs. por (juanel |ia;ns adinniados Os amiiini ios i'.os assisnanle si'io inseridos
grati. >' do a 1U<' ""''> forem .1 raijo de 80 reis por linlia. A reelama, oes devem ser diri-
idas ii su 1 jp rila das Crures n. .'<4 ou a praga da Independencia luja de Iivro n 6e8
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
GoiASiNk, e Paraiiyba,se-undaae se\!aa feras. Rio Grande do Norte. Onega a S e 2.' e par-
le lO'24Cabi., Serinhaem. HioFornioso. Marero, Ponollalio, e Alagoas: 110 i z
di e '21 de cadametGaranliuns e Honilo a lUe '.'1 de cala mez Boa-visla e Mor-
ca l.'ie '.'8 d.to. Cida le da Viotoria, quimas birla. OUnda lodos os dias.
DAS da semana.
2'J Seg a. I'cdro. Aud.do .1. de D. da '.'. r.
3) Ierra a. Sola Re. aud do de D da 3. r.
i o-iart jf ss l'ilippe e llago
_ Quinta Ailianaz o Aud do J da U da 2. r
;i -eita + lnrocacjo da Santa Crin.
4 Sab s Montea, el. aud do J. de I), da I. r.
5 botii^ A Mnlernidade de iN Sra,
ti~J -.zbe&ez-jz. .aEia^-i-,"^ jwszr :2HS!3BM
de Abril
Auno XX. N. 101.
/ \\w
I i
Tudo icrora d-jirnile de gol IMimol d nosa prudencia, noderacJo- e enerria : rn-
linuemos como prineipiamoa e ierena< aponlidos com admiraqao entre as nagoe> i >. I
I ... lamagnedi ksterohlfi Geral >'o iniil.)
i'ullaa.
Cambiof aobie Londre
n Paria C/0 res por fianeo
Lisboa 11] poi l; d premio
Hoedade cobre R por ot i. i e na lia.
dem de letras >!e b cMitos MI n !/ ni U i.ii -
II I1
renda
0ow-Moed.de C.iO V. -<7,ato 17,500
N. 18,900 1.7300
de 4 Ull.i U.fldO !> "0
Pnu~rMfln .ftM .pso
PeeOf c ilninmnare 4,97-1 ,^{l
DilOI i... ..canos i ,'JGU 1,980
l'il VSES DA LA NO UEZ DE MUll..
I.ua cl.eia a .'! as4 horas e 3(1 niin da manh.lt. i Lanoel a 17 as 2 horas eH min. da tarde.
Minsuantea'. as 7 boras e 4-iiuui di i., :,. |Cre ente a 25 a 5 b, e 45 m. da rnaaba.
Prcamar de luye.
l'timeira as .' horas e 6 min. da mitthja. | Segunda la norata 3lminulos da lard
at-.v.-.-
T-7LSEEXHa
S 5 B2 T i* fsBTC^f^J & & i lllinS (l1' Ramos at a sexta feira seguinte: no
itl v sabbado de Allellula ainda padeca* mas nos
.----------------------------------------------------------------------! dous das seguintes melhorou, e entrn em con-
M1MSTERIO DO IMPERIO. I valescenca; o ficava inteiramente retabcleci-
TeBdo -. M. o Imperador concedido uesta do na occaslSo da sabida do vapor,
data a dVinisso que \ ni. pedio do lugar de se- O ministerio anda esteva incompleto: aSenli-
cretariodogoverno da provnola de Pcruambuco, imHmJIz;Que os Sis. visconde de Olinda, e Se-
assiin Ih'o cominunico para seu conheclmento. bastillo do Reg havio sido convidados para as
Dos guarde a Yin. Palacio do Rio de Janeiro, pifstas di jnsiiea eguerra; mas que tinhSore-
em I6de tntn-o de ISi. Jos Cario* Pereira de jeitado ; e queo-Sr. Hotlanda tamoeni liavla re-
Ahncidtt Torres. Sr. Casimiro de Sena Madu- cusado a da guerra, que se Ilie oB'erecdra.
reirn Forao nomeados presidentes,para o RiodeJa-
------------------- neiro o Sr. Auieli i.io de Sonsa e Oliveira Couti-
MIN1STERIO DA JTISTICA. nho, que lomou posse no da 12 do corren/e; e
Derrtto', revogando o t7 de mato de 1 S-.'i, c man- o Sr. Joo Jos de Monra MagftlhSes, despachado
d nido observar por esparo de 3 mezes o de marco desembargado!' para a relacoo do Maranhao, pa
de ISil. ra essa provincia.
Ilel por bem, que, Picando sem ell'eiio odecre- Corrluo boatos de multas outras mudancas de
to n. 292 de 7 de malo de 1843, continu em seu presidentes; portn de nenhnma mais liavi.i
:is-
certeta,
o governo imperial havia removido alguns
jni/.es de direlto e muuicipaes, comtnutndo di-
versas penas, agraciado alguns reos, c l'eito al-
guinas mudaucas no pessoal dos euipregados.
I.e-se da Se'tlinella : Nova ealamitladr nos
inteiro vigor, por espaco de Sinetes, contados
da chegada deste decreto ;is in:ios do baro de
axlas, o de u.69, de9 de ntino de 1841, qne
aiilorisoii o presidente ta provincia de Pedio
do Rio Grande dorm para conceder amnista
nos individuos coinpreheiididus na rebelliSo da
dita provnola, que se tomassom dignos da mi- flagella, depois da escarlatina e intensos calores
tilia imperial clemencia, depondo as armas, e do verti ; urna febre violenta, que nao sabemos
submettendo-se ao meu governo. HanoelAlv.es inda como a medicina denomina, principia i
Rianco, consellieiio de estado, ministro e secte- celfar a misera liumanidade.
tarlo de estado dos negocios da l'azenda, e cucar-, ------------------
regado interinamente dos da justic, o tenba as-1 IUO (111 ANDE DO Sil.
siui entendido, e foca executar. Palacio do Rio Els-aqui o que adiamos no Jornal do Commer-
de Janeiro, eni 14 de man o de IN, 23.6daiu- '''' de inais moderno respeito cUnjuella pro-
dependenota e do imperio. om a rubrica de vincia :
.S. t. o Imperador. Manoel Aires
liranco.
xa
Vt'o Grande, 15 de marro.
" Dii-se por aqui, que os empregados desta al-
fandega, que forao demittidos pelo ministerio
transado, traliio da sua reintegrarao. c teemes-
. peranras de cunseguil-a. Como Vins. nao igno-
r.io, li/.crao-sc aqui i esses empregados as inais
graves aecusarocs. Nao sci se havia rasao ou
nao em tudo o que se dizia ; mas o que he crto
MONTEVIDEO.
Pela corveta inglesa Coraroa recebemos lion-
tem l'ollias de Montevideo at 19 do corren te.
O novo almirante francs dirigi urna procla- he, que esses Sis. se nao defenderao, e que es-
niaco i legiao convidando-a a depr as ar- sa sua indllferenca redundou uiuito em seu pre-
inas. A legiao responden segundo letnos cni jui/.o na ojiiniao publica. Oconiinercio desta ci-
iiiua carta do dia 20 que nao largaria as armas, dado, O commercio probo, j se sabe, olha para
s 1111 j 11; 1111 < > durasse o sitio de Montevideo. este negocio com a inais seria attcm;;io, e o que
Q almirante Iranccz fez publicar no campo de pede S. Ex. o Sr. ministro da faxenda he, que
Oribe a sua proclamaco tein igualmente um examine esta questSo bem pelo niiudo antes de
escaler no misio para receber os Francexes que i lomar nina decisiio. Se as aecusaedes feitas a cs-
.lli se acharem e quizerem deixar o seivico. | ses empregados tcem o menor vislumbre de ver-
Tinliao entrado em Montevideo dous navios dade, pede o interesse publico, que elles nao
carregados de gado e aves, o escorbuto havia i volteni seus lugares, sejfio quaes forem os em
inteiraiticnte dcsapparecido. penhos que tenbao. Se, pelo contrario, l'oriio
Da campanha nata se sabia de positivo. Cor-1 calumniados, cuiupre que se justifiquen!, eque
lia purui, que Rivera tiuha conseguido fa/.ei lacao ifcahir todo o rigor da Ici sobre os difa-
juncefio com a diviso saes e com os ( orrenti- mants. AS8lin 0 exige a moral mblica.
Agora direi duas palavras sobre os novos
empregados. Estes Srs. teeiu boas inteuees,mas
l'alta-lhes pro tica, e he por isso, sem duvida, que
as consas nao InarchSb bem. Esperamos, que o
governo noinear;'t quanto antes um inspector,
que possa fazerentrar o expedintenos seusei-
xos. Ao einpregado que serve esse lugar falta-Ihe
experiencia.di cisao e (orea nioralparagoveinar.
O que desojamos he uin lunecionario, que saiba
alliar os inleresses do fisco com os nlcrcsscs
nos c que o coronel Silva havia batido alguinas
partidas de Ignacio Oribe.
O paquete ingle/. Spider ebegou a Montevideo
no dia S do corrente. (J. do Com. de \) de mano .
MONTEVIDEO 20 DE MARCO.
Us nossos negocios polticos vao bt ni. Oini-
IIIigo nata tein tentado iiltiinainenle : perma-
nec iiuiiiovel no seu campo do Cerrito.
Corre a noticia viuda |>or ueuos-Aj res c
daiuos-lhe multa le, atienta a sua origem de do comiiiercio, que, sem nos \v\ar com forina-
que Urquiza chegou a Entre-Ros, epublicou lidades e exigencias absolutamente imitis, to-
alli mu boletim no qual annuncia que nada i me todas as medidas,para que nao soifra quebra
llie restando a liizer na campanha oriental, por a renda, nein sejo intorpeeidas as Irausaccocs.
n
a iua 3 U *. v .. .. ,: kJ .
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Coneluulo da mtodeVbdt abril de 1844.
Segue-se a dlscussao do parecer de com
sao de legislafo sobre a aposentadorla tos olli-
ci.ies do eorpo de polica, adiado na sessao de
l(i do corrente.
OSr. Manoel Joaquim : I. esse parecer de
co.....lisso ainda que assgnado por miin eu
quisera ai rcsceiiiar inais alguina cousa a respei-
to di lie. Nao sei se c permitiido eiicetar-sc al-
guma discussao se'in ser por opposiro.
O Sr. presdeme: lie permiltido fullar-se
no sentido em que sequer.
OSr. Manoel Joaquim:Pois bem, Princi-
piare! dizendo que nao posso considerar os
peticionarios no coso de empn gados pblicos
piopriaincute ditos porque llus falta > carc-
ter de permanencia requerido para esta quali-
ficnco; tenlio inais que tli/.er a respeito da apo-
seutadoria que sendo o numero de anuos re-
querido por una le, o de "21 me parece Impos-
sivel, que um einpregado meramente le con-
liaiica possa atrev ssai'24 anuos gosando-a sem-
ille tanto inais quanilo attendeillOS, que en-
tre llosas presidencias com as cicicdVs nein
ao uos sao qnatrieiinaes,e que estes emprega-
dos segucni quasi sortc igual as das presiden-
cias, por conseguinte essa le, nunca, a respeito
del les pude ler lugar. Talvez tenha-se em vis-
ta una outra cousa qne a reinunerarao de
serviros prestados em outros lugares: porexem-
plo, un eapi(;io de polica que tein "i auno-, de
servil o podcr. affiiintilal-os a outros, que Ir-
idia prestado em diversos lugares de diUcren-
tes repart, tus como da guerra, fazenda 8cc.
portante viremos a pagar dos nossos cofres
serviros prestados, nao aqui na provincia mas
em outras provincias, Ainda inais, esses servi-
ros prestados ptitlcni ser de nalure/.a tal que
ainda quaitdo tivcsseiutleser remunerados o de-
viio ser com una somina diminuta, e entilo
vinhai) elles,por um pequeo servido,c nao pres-
tado ta provincia a seren pagos, pela provin-
cia, c de maneira exagerada. Siio tainbem alm
d'essasas rases do estado do cofre provincial ,
que actualmente nos embara^o a que nos
alarguemos sem rTso, dando tiiulit iros sem ne-
cessilade; principalmente vendo-se, que elle se
tlelinha Ce da em da pols que as despezas se
aiigiuento. De inais, vera d essa maneira a a-
presentar-se nm numero de aposentados dentro
de 10 ou 12 anuos com que nos nao podemos so-
brecarretrar.
ter exterminado Rivera, se rctirava para o seu
paii, a lim de fazer a guerra aos Correnlinos !
Se esta noticia lie certa ella e o rvlbrco de
7(i() homeus que Rosas manda a toda a pressa
ao seu idus AeheUes, explico a suaposico, <:
inostrao como Acara Oribe reduzdo defen-
siva, Carla particular)
(dem de Si).
Pela corveta americana Jlosttm entrada de
Montevideo recebemos jornoes daquella cida
de al o I." do corrente.
\ noticia mais importante que trazem be a de
nina sortida daguarnieo do Cerro no dia 28
do me/, passatlo da qual damos alguns porme-
nores na parle exterior na qual foi morlo 0 ge-
neral Nuuez, o chele inais ousado das lonas de
Oribe.
Uin dos olliciaes ta corveta Bolln que es-
leve no Btiseo, depois do ataque do dia 28, refere
que osorilistas confessavo ter deixado no cam-
po 80 morios, mas que a perda do general Nu-
liez era a que inais se senta. Este t hile foi
substituido no couiniando da linli.i sitiadora pe-
lo general Pacheco.
A legiao fl ance/.a a tlespeilo tic todas as soli-
citacoes e "sitmos do almirante Laiu, deca-
un le min tnliineiile que nao I Ugaria as armas
einqii.mo cstivesse sitiada a praca de Mouti \i-
d, n. Publicamos essa deca raco, que, sendo
mandada ao aluijraute francei foi por elle re-
cambiada ao commaiidante da leglan.
,//, .,'< |.'ii/e-i/.
r_^"iT-Tr'-iaTniMini 'i saanwaiarv i .''- .<-..*,-*.-m.^miuvi
I rEAlO
RIO DE i VNEIRO.
ti, o Inqi i ill'i o mu bn
com i do- j
('arta particular-.)
24 de marco.
Siio de pouco interesse c atra/adas as noti-
cias do exercito, pois apenas alcaiu ;io a 2(1 de fe-
verero, estando entao o general t ni chele em
marcha por Nhanduv. -Neto havia sitiado Al-
grete por tenipo de O lunas ; appro.\iinaiido-se
0 barao, relirou-se, e atravessou o Lruguaj,
leiiilo-o precedido nesta marcha .loao Antonio.
depois de haver saqueado S. iiorja : em srgui-
inento de Neto niarchoii Crrela ; ea esse signe
para o atacar Canavarro, (|iie "be seguido por
liento Manuel : suppi>i-se que a final, e sem se
queimar urna escorva, toda a forra rebelde, que
se calcula ainda ein 2,400 homens, atravessar o
1 ruguay para o lado de < orrentes, para depois
tornar a panal-d, e continuar ein suas correras.
' om srtni llianlr taelca nao se pode contar, que
li)0 iireve.eonio desejainos, lerinine a (atal lueta:
40 do lempo, da falta de recursos tos rebeldes,
e da sua desieoralisacao e rulraqurrniriito gra-
dual em seguiuentp de acedes prciaes, he tju
se pode esperar este resultado. O valente Fran-
cisco Pedrotaoaba de tejHiui encontr, ein que
nao foi feliz. Sabendj/que eslava ein lag una
forra rebelde, eomiraidada por um Amaral. s;i-
iuo a combatel-a com 200 cavalleiros e 20 infui-
les. NflO aeholl j,i em BBg OS UMlligOS, aprisio-
noii alguns dispersos, e dividi a sua gente em
partid.is, que expedio em diversas direcedes,
no que rile seguio; e no lugar to Candiota,
acbando-se com loo homens smente, eneon-
trou-se i,un o Amaral, frente de 300 homens,
tu posrao, em que forcoso foi a Francisco Pi -
'lio acceitar o combate, que foi aturadoe renhi
do, tendo este de c< der o campo depois de ferl-
lo na cabeca, e depois de haver perdido nseu
majar, e mais 12 entre morios e feridos, Frau-
1 Pedro j lit i vea
Uen
O Sr. Harros Cavalcanle: A aposentadoria
S para os olliciaes.
O Sr. Manuel Joaquim : Eu niio sei que o
ollit ial tenha aqui mais privilegios to que o
soldado seno os da graduarao. Consta-iue, que
O cngajanifuto por dous anuos; nas lambem
me parece que tal nao devia ser feilo portille
Sealei para un auno como se potle engajar
serviros para dous anuos .' Logo entendc-sr ,
que pela atureza deste servico pode o indivi-
duo do eorpo de polica ser dispedido ; e nao
est as circunstancias daquelles empregados
que teem sido trasidos para a casa como exem-
plo. O hoint ni que tein prestado serviros por-
ii ti i grande numero de anuos, que se suppoe
mesnio dever ter alguma instrnecao e a-
cha-se em circiinisiaiHia de noj poder mais
trabalhar justo que o catado concorra com
lignina cousa para a sua subsistencia ; maso
ollicial to eorpo de polica nao esta ueste caso ,
porque m ni o tenipo, por que est obrigatlo ,
nein a nature/a do trabalho o iuhabilito, como
ao soldado de linha e cuido mesmo que nao
se requer demasiada hablltaeSo.
O Sr. tarros Ca.taleanle : Os soldados nao
devem entrar nesse calculo para a aposentado-
ria e se he porque recebeui diuhelro do cofre
provincial, 'lilao inclua tainbciu os serventes
das obras publicas.
OSr. Manoel Joaquim: Que nie importa,
que os soldados nao estejao assignados no re-
querinieuto ; por ventura nao sao elles pagos
pelo cofre provincial .' Nao teem um engaja-
uiento .' Fu digo soldado de polica.' porque
o iioiue adoptodo aqui ; alguns Srs. dd. chauao
outra cousa. Se elles assentao, jue esta condi-
r;io he precaria; se enteiideni, que, continuando
a prestar serviros, nao se Ibes faz beneficio al-
gum, retircm-sc ::.! :; do annoassim tomo faz
o governo, que os dispede senao precisa delles.
O empregauopublico nSo esta ueste ciso ; elle
serve toda a vida, e so accidentalmente he de-
inittido quando nao serve bem; mas o da polica
nao he assiin ; e se tleve haver aposentadoria
para o ollicial deve haver lambem para o sol-
dado e ento pelo meu calculo alcm dos
IO2:R00* rs. seriad despendidas animalmente
grandes sominas para aposentadorias, f isto se-
guiudo-se tu oporcioialinentr lodns os anuos a
ii min n.iiivir.i a montara artigo polica? .Mas,en
pieria insistir ein que nao se considerasse como
mpregados pblicos a todas aquellas pessoas ,
ieiu dinliciros da naco. Ja aqui se tem
entendido que as iniuhas vozes se teeni tevan-
i ido contra os empregados pblicos contra os
quaes liante que eu promovo, quasi que nina
uncir; '. il nao ha. respeito-os multo, co-
iiheco sua inquir.inri.i i- dezejo, apenas, que se-
ni menor numero para seren inais bem pa-
nos; mis emquanto isto for considerado como
mu genero di vida na sociedade, romo um ira-
nio de industria a que se applicao aquelles ,
que parecein nao ptidem tomar outro genero de
vida... Siio ouvimot um aparte do .v. Floripe
o senhor d'engenho traba I ha e talvez mus do
que umitas elasses no Brasil : cu son apenas ii-
Iho tic sr.dengeiiho; nao trabalho por ora; mas
ruido, qne tfllllO ilirolillnotlado limito ponto
os cofres pblicos, eutretanto supponbo que
lenho os rabedaes precizos para os empregos
pblicos, como umita gente, Fu ja me don os
parabens por ver essa quasi lucta que existe,
porque entendo, que o resultado della sera dar-
se aos empregados pblicos aquillo que ibes
pertenee islo he catbegoi'a lia soeirdade .
n quanto liouver nina aluvio de empregados
pblicos seguramente niio poderao gozar de
respi to esl nao romo que em um cantiiiho.
Todos quiieiu ser empregados pblicos e at
apresenta-se cuino qualidade para se nblerum
einprega o dizer-sesou casado, lenho filhos ,
esiou sei......'ios para viver &c. Mas. em lim
esia nao be aquestaoj; a questo he dos olliciaes
de polica; estes nao sao empregados pblicos
pudeiii mudar de condcao de um momento
liara outro, pdeni mesmo deixar de andar de
larda. Queeili i inltir mais duas ideas a res-
peito de aposeulodoria. Nao tenho por ora um
jui/o lirm formado a este respeito ; mas pai'C-
ce-ine. que se nos llevemos ter una lei de apo-
sentadorias, seguramente nao deve ser aquella ,
que existe. Eunoestive aqui quando ella se
Ir.- masda sua lettra concilio que foi feita
para alguein porque vejo que ella diz : que
siio contemplados os servicos prestados em es-
lartics geraes.qualquer que seja a atureza d'el-
las : por onde vemos que todos os servioos pres-
tados no Brasil lieo cnmprcfmudos. Ora. se
mis teios um pequeo cofre que nos he dado
para as despezas ua provincia como queremos
.linda pagar lodos os serviros que nao sao
propriamente provinciaes .' lie de mais, as des-
pezas de empregados, que nao podiu exercer
i'SSes empregos .' Supponliainos mu soldado ,
que livesse servido mullos anuos ein tropa de
linha, masque nao livesse o numero de anuos
precisos para ser reformado que fosse mesmo
ollicial, um alferesqnc nesse tempo tiuha22/
rs. de sold, juntando na polica alguns anuos
inais necessarios para preeucber os requeridos
pela lei, Vll'aa ter Uma aposentadoria coma
quantia conforme o posio quetivesse n'este
ultimo eorpo, muito mais avantajadodo que
o que llr espi i.tva quando entrou para o servi-
co, viudo assim a ter o sold de capitao ou ma-
jor, ou tic contador e inspector, segundo a na-
ture/a dos ltimos serviros prestados na OC-
casiao ein que fosse dada ou requerida a apo-
sentadoria.
O Sr. Bacroi Cavalcanle : -- d um aparte que
nao podemos ouvir.
O Sr. Manoel Joaquim : Nao gosto de trazer
exemplos, porque nao me quero oceupar de
personalidades, mas o que venios beque o apo-
sentando dir quero ser payo como capitn de
linha quero ser pago como contador. Depois,
eu entendo que isto be uma grafa, que compete
ao Imperador conferir e se ella vier a esta casa
he s para consignar-utos os fundos: se bem
me record pai'CCC-uic que ouvi no Rio de
Janeiro a respeito ta qUCSio da aposenta-
dona tos (leseniliaigadoirs que se tli/.ia'que a
cmara poda tugaros fundos, c o governo da-
se euto, que o tlreio de aposentar caba ao
executivo, cinbora a cmara nao decrelasse fun-
dos : os aposentados licario entao em peior
condicao.' He islo, Sr. pus, oque melembra
dizer por ora sobre a materia. Alguns Srs. dis-
putados talvez mpugnein esta minhaopinhfio ,
e gnardo-nic para entao dizer mais alguma
cousa.
OSr. Taques: Sr. pies. nao considerarei a
njiisii,;a ou a sem rasao nuil que servicos pres-
tados ein favor da naco cni geral, deviao ser ar-
cum ii lados aos prestados em reparticoes provin-
ciaes para seren pagos por esta assembla com
aposentadoria ; porque principio, que pasaou
na lei n. S2 de 1840, e cu nao dirigiei censu-
ras ao que se aclia decretado; mis quanto a
questo das aposentadorias dos olliciaes do cor-
puda polica nao posso deixar de pronunciar-
me pelo parecer de coinmissao de legislaco
que se acha na mesa : este parecer he
inulto jurdico. De accordo com os principios
geraes, e com diversas regras cstabelecidas na
nossa legislaco, entre aquelles, que presto
serviros ao estado bt elasses diversas. Nin-
guem nivelar empregados, que sao ehefes de
rtqtartirors com operarios que presto servi-
. os materiaes ; mas ha alguns, que sem eata-
it'inna I .;l classr nao estao lambem ni 2.' : as-
sun sao os colhclores, ii i pois uma classe par-
ticular oue irm o lime dos agentes pbli-
cos ou fe orca publi > >. quepertencemaela.


2
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Sr. J .. --} urna bis- presso dos actos e maispapis d
- loriad ssou ao Rio dt Jan ro.
'. ...... > tiur: 0 sse, que
_ go-
> ..: e a
I ;
.......
-- unos precisos
.-. :u o torueciuiento deluzespara
porl inte. asst inl
- -- Com a corapanhia de ribeirnbos
17. Coro 35 prestacdcs provenientes
. ..o. compra das casinbas do pateo do
!-..'.> : 5 -:
i ndai-l 1$. Com as despesas evcntaaes.
Kstnarineria.
.- Jfi t acert dos \ i lios do
.
rxercil qw i i esgoto.ecal-
pode polica.
ga .-
- .....
... : -. rapuca ;
1:0(N
g f |00

I9desi nodo
. lo ai!. I. i onuvando adiscu
: e 1 n
\rt \ .....; 1 man 1 ,fle Re~
le omosobjcc-
l0S nos seguintei P?raPj,0j
37:94
\' -
1. Com o secretario.
2 1 0111 o contador.
3. Com oporteiro.
. Loui os 4 ajad
iuel le novo ci lo i
5. rom o procurador, redolida a
otag aai inco por cento.
:i. .'> .->- das fretroes -
1 da Paaell 1 "
". oiii oeugenbeiro engajado.
v < oni u adrogado.
Com o cirurgiao de p
1 oin o alugucl da rasa d
sess
11. Com o expediente inclusive a im-
-
... -

! 12. Coma dcima dos predi) s urba-
: iiiio.
. Lribuoal dejar] e el-
I Com asi a dos proccs-os cri-
que he sujeito o cofre da
iimnicipalldadi Dtravencao de
sturaa
1
!
.
...
- -
lar 1
-
.....
--- '.
. _
- > Senb
i
ca nien
ipio ao cemiterio

22- Para a astm lo mi rea Jo
i Otl ; ; ;i.uni-
1:70
1 .-2 40
.-
a
1412/884
SOOi
2 000*000
175
7:011/718
1 V00
1:600*000
2:000
fregueaias, tendo o do Poco daPanella
i- 2:7004 ; Mas quaulo tem o fs il da fr< ,,.."
tOS Ul 1 "
1 "'''" ]-"oro ibso"
lu mu nt'-.' 0 fiscal dos ulg idos U
. a dcordenado, nao leui ajud mte do por.
0 do Po idap m II1 ["'i. m tem inaior u>
lo. o de i11.' 1- etein ajudante dopor-
teiio.
0 Sr. I :'-Heporqui tem mais trabalhn
USr. liaptitta:--Estes lugares nao
distantes d nos, que nao p ssaaiot teruui
iui ul j exai to preciso do que ti. 5
Nao he m -i tassi inu4< i.oemfoi >deliaqa^algapn|
me conven era d que a freguesia do Po -, da
Panellah inaior, e mais povoada, doqne a dos
UTogados, 1 ni 1 pupulacao be loo unida con-
1-11-id 1 qoasi como a desta capital; enjo com.
ni icio he major, o que bem prova o grande nu-
inero d- tabernas e de outros estabelecimentes
que o Poca da Panella tem era um Damero com .
parativamentemailo menor. Depois disto nos"
iuogados a popolacao he permaneotej entre-
i mto que -a populacao do Poco da Panella be po-
! -se assim dizer ambulante; poisque be pm
lempo da Testa do natal, que coucorreiu ruuitas
faniili is. que depois voltae para 1 capital, j,,_
o milita- 1 isas : chadas. Emqaaoto ao ter-
ritorio, a iii .'U'->ia dos Abgados .aiat a noa-
_ m. Vanea e a ouiroa logares, deserte que,
senil nao engao, abrange atgmnas 4 le^oas
queb il obrigadoapercorrerpara rer te
xis.iii infracedes de postur.i-. K como dizer-si
que o tisf.il do Poco t- m ii iis Irabalbo ?
11 s- 1 ,.>..,.odu Poco di t'anellataiuliein ti ni.
1 e trabalbar maito.
U St. Bipiitt'i.--Ka nao quero combater opa-
dacaininissao, quei isd Bcafbrir 1 ia5o
da dillercnca do mais para o menos; pormje o
que a coeainissao .uliou mais. eu acbo menose
1 -i
OS L to.Be pela le das cmaras
U S i:~So : que lei las ,,
he esta, de que talla o bi m lo depuu
lenha applicacao para o ,-0 de

qil-
ido \ prraeira e prin ip il leidai
. 1 qu i:. tesinas 1111 iras u >i .
lisarbemos seus municipios, mormei
part une diz respeito a&ad publica; pelo que,
2:0 .nudo eu enti ndo.se no PofO dere have qu
: Euai ------------- ijudantedoportriro,esta medida deve 1 pj.
re-I OSr. I Eu Srs isiraaas Afiogados, onde, o commercio dos
-. qnea sao fez no proiecto do inisteres da vida sendo mafor, j les dar mais
raaes aaa es men- | falsificacdfs e ruinas de gneros, enoi
emseu retatorio.
: lusi tado do -
; I B 1 \-
\u inti: i- 1 -2> ., qaeeleboj 1
ruanl moil 1 >- -'ias in-
ste di re
- -
. ._
.t 2*
. .
1 .
-
1-1
-
-. ; --
:
-

.. jurj
:. ra.
Pare : 1 a io o
r 1 \i 1 ivo o
1- do porteiro. i anda mais
' mu -i o i ajudaates, qu
rom-
1-
..... t attril
artanto reduio ,i6(
de "00/ r*.:
1 qn.
gem ios. e por consi-
guite inaior uecessidade de fiscalisaco,
inaior renda municipal.
OSr. 1 bo:Lea o01 imeoto das cmaras.
0._ .ipd'fM.-0 11 tinento da can ranao
talnbeui conven 1 a inim, nem a algaem
guesia de Poco daPaaritaarja 11
em extras ulaeJo,' e remanercio o que a
dos Afiogados; p n iota anda Bco ignorndoos
motivos da predile fio. Pelo orcameuto o que
de proj ir he, que a fa gui sia do Pi o t. in
elidido maisque a di.s afiogados; mas dabi n
rjae > segu 1 videnti mente he que o respectiro
c-1! 1" '" 1 o, t- ni ump: ido 11
- le- ... eqneooutro dos Afto-
-: -Jgadosheu s nduhjente, descuidado, ou como
eos ajud -i mar. Ora, en devo ponderar
ai uara, que euno quero im-
.....rdenado, que a comniisso 11 ircarao
:.: ijein do } : qm ra de 6 por ; lisfal do Po. o. e menos anda tirar-!;
-
tamben redaste 5 por cea toa
- tendo subido pro|
da se ni {es,
para o
einpn jado. .,ti, nao rumpre n- : reres; --
..-
.1 V
-
--
' ." Ees

I
-1.........- i ...... ....w.
qaesefaseeaarmnmis- .< [u naeania cmara sollre com o nao
' do artigo qae se dlscat. t rendas Aelutente ane. s Oqueeu
(jama:Sr.pres., eul----......'
-
U : >***""* ,*tm :"
posso Tormar um iuizosi uro 1 .
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: *.>cra,tt'jBi t**u.*.-*.!--**-
r .
Eiii lugar ilo 10/diga-sc .V = >''"""
ga barros Francisco JoSo Paei Maneta
,',(/ Caralranli barros Ramio ragu.
t>AV. LoprsOama: declara, que se <>
/{,- O vaporlrouce-no; precos rorrentes da praca dn
l/_ Rio-dc-janeiro de. 13 do correle no
qual notamos >> seguintc :
acto Mcalro muco 0*200 1- o barril.
ddiclnuanaoohrigasse aassembla provincial Aiiiagem --220rs. .1 vara.
a marcar o subsidio dos seus membrosseria de Ucitc doce 1/800 rs.ogaiao
2.M.I 1-. a pipa.
ter havido proposta da cmara para oaiiguieuin
do ordenado do fiscal dos Allomados e para un
mitro ajudantc; brm rstariamos nos se lssemos
obligados a nos restringir nicamente as pro-
postas das cmaras. Km tal caso ellas sem du-
vida (icariao com o direito de determin *r, e nos
com a obrigaco de obedecer ; mas isto lie con-
tra o 4." do art. 10 do acto addiciunal. Diz o
acto addicional, que compete assembla pro-
vincial legislar = sobre a polica c economa
municipal precedendo propnstas das cmaras.
Entao, quequer dizer isto ? Poisporque diz
este ^, que legislemos sobre as propostas das en-
muras estas propostas por isso he, que devem
constituir as leis As propostas sao para -.ios
esclarecer a respeito das diversas necessitla-
des do municipio c depois distas propos-
tas podemos determinar o que nos parecer
litis justo c conveniente : podemos at des-
piezar as propostas e legislar d'encontro
ellas. Diz airida o paragrapho 5. do acto
addicional que podemos legislar sobre a fixa-
co das despetas municipaes, e provinciaes pre-
cedendo qs respectivos ornamentos, lie bom,que
hajo csses ornamentos das cantaras porque
ellas nos pdem esclarecer e Ilustrar a respei-
to das necessidades locaes; mas da b i nao se dedil',
que mis nao possamos lixar maiores, oti meno-
res despesas segundo lor inais conveniente as
necessidades ila provincia, e da niiinicipalidade,
e neni pude deixar de ser assim ; porque qual-
quer nterprctaco contraria Si s.. rouba-nos a
intelligencia c pe esta assembla subordina-
da as amaras municipal s quando alias ellas,
como corpos administrativos, he que nos sao su-
bordinadas (apoiados). Lis o que tinha a dizer cili
1 -esposta ao 11. d.
lulga-se a materia sufficicntemente disentida.
0 Sr. Medtiros : (pela ordem) Eu tinha pedi-
do a palavra para sustentar urna emenda que
mande! mesa.
O Sr. presidente : Agora j;i a discussao est
encerrada.
Sr. Medeiros : Mas eu tinha pedido antes; a
liiinha emenda, apenas Coi apoiada pela casa, 111
nao ouvi a Y. Exc. dizer que ella eslava cm
discussao.
0 Sr.presidente: Tendo sido apoiada, entrn
cm discussao, c agora nao posso inais permitlir,
que ella se discuta ; porque j.i a discussao est
encerrada.
Posto a votos approva-se o artigo do projecto
sendo rejeitadas todas as emendas.
Passa-se a discutir o seguinle :
Ai l. 3.u A cmara municipal da cidade de Olin-
da he autorlsada para despender, com osob-
eclos designados nos seguintes paragraphos a
quantia de 2:710*620
A" saber :
1." Com os empregados, sendo rc-
du/ido 40(1/ rs. o ordenado do se-
en hiri abolidos os ordenados dos
liscaes, e substituidos pela porcenta-
gem de "2(1 por eento das multas que
elles inipo/.erem, e 1'rein arrecadadas 1:200/000
2.a (.0111 o procurado!' os (i por een-
to na (orinada lei. 150/000
3. Com o expediente e defpezas
un mas. 40/000
4." Com o tribunal do jlirj 20/000
5." Com as cusas dos procesSOS cri-
lliinaes, e contravenales de posturas. 300/000
(>." (m o l'oriicciinento deliiz'.s pa-
la a cadeia. 47/620
7." Com as dcimas dos predios ur-
banos. 59/900
8." Com o concert dos predios do
patrimonio calcamento das ras e
mellioramento las fon tes publicas. 800/000
'.1." 1 0111 as elelci 1. 50*00(1
10. t.oiu despe/as rveiifuaes. 50/000
O .Sr. Lopes fiama'. Sr. presidente, se o n.
d. relator da cbmiuissi.....le inostrasseque aca-
mara de linda passava a ter sua contadoria
la o i be i n, coi 11 o a cmara do Recife, (|uaudo eu
nao approvasse i ni ludo .1 redneco que fea mi
ordenado do secretario, ver- un -hi 1 un pouco
sera o sen lucro; mas poroutra parte, isto ir,1
causar grande vexame aos que tiverem tabernas
e outros negocios naquella cidade : he estabele-
cer uin systema vexatorio: porque os fiscaes
com este atirativo de ganbo, oque le niuiio na-
tural no coracao humano, iro por ein grande
atrpelo os moradores d'alIP
OSr. \ahuco: Ha trihimaes para os julgar.
O Sr. Lapes (ama: lia nada que posea com
OS fiscaes? Elles mullan a lorto e a direito, e
opovo antes quer soll'rer este vexame do que
recorrer para o foro; todos tremem dos fiscaes,
e ueste caso elles farad os ltimos enipenhos
para poderem ter grandes vencime; los com es-
ta porcentagcni. Eu, os. uo sei que peccado
eoinmetteo a cmara de linda; sei que tenho
observado urna certa indisposieao contra ella; e
he ll'ister, que cu diga assembla, que o se-
cretario (taquilla cmara mi me he nada aft'ei-
1 nado particularmente, naogostade niim; po-
rm eu acho, que he esta a occasiao de mostrar-
me generoso;
O Sr. Haripes: De fazer un favor.
O Sr. Lopes (nina : !'. eu neg ao Sr. depu-
tado, que laca favores? Isto he bom para o Sr.
deputado, que faz favores, e diz; -nao, isto
nao he favor = quando todos conhecein que he
[risadas). Este secretario tinha 600/000 rs. de
ordenado reduz-se a 400/000 rs.: que crime eoin-
metteo para isso? Que raso bar Nao sei: as-
sentava cu, que, quando se nao augmcntasser(e
per augmento eu nao votara) devia-se concer-
var ao menos o ordenado (jue tem. P01 tanto,
tenho de fazer urna emenda a respeito do secre-
tario, e da poreentagem dos fiscaes; mas quero
ouvir primeiro ao nobre relator da commisso,
se elle destroe as rasdes que apresentei.
O Sr. l.obu : A commisso redusio o orde-
nado do secretario da cmara de Olinda a 4(10,4
rs., por ser excessivo o ordenado de"600/000 rs.,
que actualmente tem, por qualo essa cmara
nao tem rendas, e ni 111 trabadlo ; a sua escrip-
1111 i< ao he triste, ao menos os documentos, que
foro subinettidos coiumisso u deuoto as-
sim, respondo ao 11. d., que me preceded, ein-
lerpcllou a commisso de que tenho a honra de
ser mimbro. Sr. presidente, a con.unissao ja
deo no seo relatorio rasdes de grande peso para
justificar pin geral esta redcelo c as dentis, as
enmaras nao tecm rendas seno para os seus em-
pregados ; mu trato de propol-as, e adquiri-
i-as ; nao piceuchein o lim de sua instituirn
a Coutinuareiu assim, nielhor ser accabar com
ellas : estoii convencido, que o mnicipiu de
Olinda miiitogauhar, se for incorporado ao mu-
nicipio do Recife por algiim lempo.
O Sr. Lopes (ama: Sr. presidente, anda
me nao convenceo o que disse o n. d.; porque
se a escripturaco da cmara de Olinda beui,
< haine-se o secretario a responsabilidade obri-
gue-se a que faca nina escripturaco boa ; c se
a cmara nao tem rditos, entao nao seja cma-
ra ; mas ella os tem tido^il aqui para pagar aos
empregados: por que i'atalidadc mo os ter da-
qitl eludante? Parece una parcialidade con-
tra essa caer ara. Equanto ideiade passaro
'municipio de Olinda para o Recife voto coinplc-
''nente contra ella. Olinda he una cidade, e
Ulna cidade anliquissima de mu i gloriosas re-
eordai'cs: nao se de ve tirar a sua cathegria.
II Sr. Lobo : Fiqie-llie o titulo de cidade.
O Sr. Lopes Gama : --Pois que cidade seria es-
sa son urna cmara, municipal? 1 reio que ella
cedera de bom grado do titulo de cidade se nao
tivesse no menas una cmara. Ah! Sr. presi-
dente. NSo si re eu (ue de o meu voto para
que o gloriossima cidade de Olinda passe a ser
incurporada do Recife: decaa embota Olinda
pela nattii esa das cousas ; mas nao que eu con-
corra para isso.
E* .'ipoiaii.'i e entra eni discussao a si guinte
unnd,i do Sr. 1.ojies (lama- Ao ^ 1. do art. .5."
= eleve-se o ordenado do secretario a600/000
rs. como actualmente est, ficando de nenlium
licito a reduccao da commisso. Do niesiuo
modo de-se aos respectivos liscaes os ordenados,
que actualmente team.
.lulga-se a materia sumeientemente discutida,
e posta a votos, he approvado o artigo sendo re-
jeitada a emenda.
Entrao cm discussao por sua ordeni esem de-
bate su approvados os artigos 4." ii." 6." 7,"
at 21.
A final approva-se o projecto em 2." discussao,
para passar .i 3.a
(.'ontinna a '2.a d'SCUSSao do projecto n. 13 des
le auno, que cria nina contadoria lia cmara
municipal do Recife, adiado pela hora na ulti-
ma sesso.
- Art. 3," Ao encarregado de contadoria fico
eoinpetlndo todas as attribuicdes .obrgaefles
que se achao designadas cm o regulamento de
.'!n de agosto de 1843, organisado pela cunara:
o (nal tica definitivamente"approvado.
D-se a materia por discutida, e jiosta a votos,
he approvada.
approva-se a final o projecto em 2." discussao
para passar 3.*
Entra rin "2." discussao o projecto n." ISdeste
anuo que conten o seguinte:
Artigo o o subsidio dos membros da
assembla legislativa provincial de Peruambm:o
para a pr ixma vlndoura legislatura ser de 1%
rs. diarios,
O Sr. iarrelo: diz, que, existindo uin dficit
e tendo-se procurado na assembla fazer reduc-
0i nos urd nados dos ciupn gados pblicos, i
vista do estado em que se acliao os cofres pro-
viueiaes, nao i><\r convir em que se eleve o sub-
sidio i!os de |nilados.
Vao mesa, e depois de apoladas entran em
i)or.rrvis|..,q..eaassen.blaprovincial.vje,..... Cabos do Cano-- llw diio .,,S(l0l.(.,
un artigo derecetade 80e tantoscontos deis. Carne seca do U.o-grande --;1#800 apwrcis
iHinudo nnnrorou o nroiecto querevoga a lei l cm.....do cenlo c de* mil arrobas no
piamio approvou o projecto que revog
de 4 de maio de 1841; o pie O faz inclinar a ai r< -
ditar pouco no dficit e tambeni porque os
doiis escrinturarios da assembla leem cada mu
mercaao,
Carvao de pedia I i. a 18^ rs. o quintal.
Cera branca ItflOOa I ' amarella i I i"'11 rs.
por dous iue.zes60000 rs., quantia igual aquel- """'' '" "
la. que lixapa.a subsidio dos depu.ados. Por ^f^a J WW a J W llis. ad ul.
till........iz, que coiisiderou tambem os depdta- Jjhjihwson-I*/iHi a 2/ rs.a.I'"-
dosprovinciaesemmeacalhegorladosdepita. -obre para caldererio-- WOis allbra.
e serviros de seus empregados, alm de que I em vil lude da qual o seeret uio lcava exrtnera-
desse nscalapenas se aprsenla no anuo de 1842 do de grande parte do sen trabalho; mas a ca-
1843 a renda de 231/ rs. de multas, eninguem mar d'Olinda nao tem contadoria, nein sevai
dir que se deve dar a um empregado, que ar- crear alli este eslabelecinienio. assim CU lio
recada 231/ rs. o ordenado de300/ rs.:outro tan- sel qual a rasan por que se diminiie no ordna-
lo lio acoutece acerca do fiscal do Poco que do de sen secretario. Isto he quanto ao secreta-
em 8 mezes apresentou a renda de mi.S.v rs., sen- rio: vamos agora aos fiscaes. Snpprime-se o opinio.que sen ssem gratuitamente; c uiz,que
do no primeiro me/, a quantia de 155^ rs. como ordenado dos liscaes, e subsi'uue-se pela por- o motivo que leve para apresentar o projecto, Ditode^pcixe-- # rs. t, .
se ve do balaneo ; aquella mesilla freguezia, que 'centagem de 20 por %d is inultas, que <>IIm im-| elevando o subsidio de 6/400 10/000 diarios foi IBif!'
nada produzio anteriormente parh o municipio poserem, que forem arrecadadas.
de Olinda quando a elle pertencia : o n. d. anda I Esta ideia a 1.a vista parece Iisongeira, porque
dir, que se o liscal nao desenipcnha os seus de- quanto inais multas arrecadarem, tanto niaior
reres, que a cmara o desliera : concordo, po-
m anda assim sustento, que se nao deve aug-
mentar o ordenado sem que a cmara propo-
nlia; mol mente a cmara do Recife que nos
merece toda a confluir : permita nii.d. que
he faya estas reilexdes apezar do muito respei-
lo pie UIC merece.
|]e apoiada, e entra tambem em discussao a
seguinte emenda do Sr. Medeiros:
-.-= \o 3." do art. 2." com o porteiro em lu-
gar de 600/ rs. -- diga-se700/rs.
O Sr. haptisla : Ped a palavra para dizer
inuito (poucas cousas a respeito das nhserv-
kics, que apresenlou o n. d., que me precedeo.
Disse elle, que eu eslava em erro, porqiie lalvez
desconheeesse que havido cirios ajudantes do
porteiro, (pie servio deescrives.e que estes aju-
dantes i'rao repartidos pelas diversas freguezias.
Permita o n.d., que lhe diga, que sejelle nao est
clin no, todava asseguro-lbe, que est em en-
gao a respeito das iufnrmocdcs que deo; por-
quanto supposto estes ajudantes sirvo de escri-
ves e devo ser repartidos pelas 'diversas fre-
guezias ; com ludo s> servcni aqu na capital .
c nao tecm servido nos AfibgadoB; rasao por que
o mesura n. d. inembro da commisso agora
creou uiaia um ajudantc para o Poco devendo
com lnaior raso, pelos motivos, que apresentei
cree.r outro para os Abogados. Se estes ajudan-
tc servein cm todas as Ireguc/.ias entao C8CU-
sado he crcar-se inais um para a freguezia do Po-
co da Panilla. Km quanto ao argumento de nao
c de Lisboa a
tos geraes, para fazer o c denlo, le que, se o d< -
|iulado geral tem (kMtyOfl rs. por cada me/, o
nielo deputado geral deve lera mesma quantia,
por dous mezes risadas .
OSr, Haptista: vota em favor da emenda,
que consigna 5/000 rs. c responde s rasdes pro-
(lii/.idas pelo orador, que o precedeo reconlie-
eendo a exignidade dos eol'ri s provinciaes,e que
i assembla provincial nao teve prodigalidad'
alguma, (piando revogou a l> i de 1 de maio de
IS4I, porque essa le tenda i estabelecer um
monopolio sobre as carnes verdes; que nao bas-
ta somi nte procurar haver dnlieiro, mas que
he preciso examinar a conveniencia dos meios.
OSr. brrelo:.naoacha tambem pondero-
sas as rasdes apresentadas pelo autor do projec-
to : sustenta anda o que disse no sen primeiro
discurso, e con 'le votando pela emenda, que
lixa o subsidio de 5/000 rs.
Tomaran tambem parte na discussao os Sis.
Francisco Joo, e Taques em favor da emenda,
que assigiiio, consignando subsidio de .">*.
.lulga-se a materia sufiicieii temen te discutida,
e posto votos approva-se o projecto com a
emenda, que reduz a 5/000 rs. o subsidio, sendo
rejetada a do Sr. Barros* avaleante.e prejudica-
da a do Sr. Floripes e Alcanforado.
He a final approvado em segunda discussao o
projecto assim emendado para passar lerceira.
laida Pin segunda discussao o projecto u. 1S
de 1843, pregindo em villa a povoacao da Kazen-
da Grande da comarca de Flores, assim como o
leqncriineiito, que havia licado adiado na .-.es-
sao antecedente.
OSr. Manoel Joaquim: --sustenta o requer-
mente, que assigliOU com outros Sis. deput.l-
dos, pediudo, que pelos eanaes competentes si
procurasse inforniaedes do encarregado da es
tatisiica, pois que nao sabe quaes as rases que
lia para se eregir esta nova villa, quedevi r. sem
iluvida accarretar despezas.
0 Sr. Jtabello: defende o projecto : mostra
a nei issidade (lo reipieriniento, cnlcndendo,
que a assembla desee aleda sua dignidade,
procurando ouvir ao eiiearri gado da estatisiiea.
que nenhumas informaedes pode dar a este res-
peito; c concille reprodu/.iodo oque em outra
occasiao havia dito a cerca das conveniencias
da creaco desta villa.
Dada a hora tica a discussao adiada.
O Sr. presidente d para ordetii do da a ines-
ma dada, c inais a terceira discussao do projecto
u. 19 do onanieiito inuneipal. terceira don. II
desle anuo, e terceira do n. 20 tainbem dcslc an-
uo, e levantou a sessao.
DIARIO UE PEHXAHIimi.
O vapor Pernamhucana, que hontem [271 che-
gou a este porto, deixaudo tranquillas as diver-
sas provincias do Sul, por que passou, trnce-
nos jornaes do Rio, que alcauco al l."> do cor-
rente ; dos quaes oque inais interessa dexamos
transcripto em lugar competente.
Consta-nos,que o Sr. Camargo, que da Babia
veio bordo do mesuio vapor, teve nomeayo
para se-eretario desta provincia: cque por avi-
so circular, dirigido s diversas presidencias,
ordeuou o governo imperial, que durante as
psdes daassembe'a geral legisla'lva nenhum
membro del la ciercessc as (unejdes de outro
qoalquer lugar.
COMMERCIO.
uxadas do l'i to -- *" '* a680 rs.
Estando -- -i.iil rs. a libra,
Fariiilia de trigo Exislio no l.u de abril
38:303 barricas e tinlio entrado t
aquella data 2;688 c as vendas t'io di-
, minutas de \'p a 16^500 rs.
Ferro o iuglez eslava a ,- rs., e o de Suecla a
a O'GOO iv o quintal.
Fio O pnete vendeo-sc de lOJOO rs.,0 de ye-
la de i.'iti a 610 rs. e o de sapateiro j40
rs. a libra
Genebra 3/400 rs. aduzia de botijas.
Manteiga375a3'J0rs. a libra daingleza <
neo havia vendas da franceza, existindo
di stfl nicamente 013 bauis em primei-
ra man.
,1 issas Existiao em ser .'(un caisas chegadas
desta cidade e ultimas vendas foro a
5/200 a arroba.
Oleo de linb u a 220 rs. a libra cm barns e
21)11 rs. em botijas.
I'apil--.", i 3 200 rs. o almajo, el/OOOai/wHI
rs. o llrete.
[>jSl 13/rs. o de suecla, e .'' rs. o americano,
Plvora De 140 a 580 rs. a libra despachada.
Pre/unios Portugueses 270 rs., hamburgue-
ses 33Urs., inglezes 180rs., eamerlca-
uos 120 rs.a libra.
Omijos (lamengos Venderao-se 83 caixas a
1/200 rs.
Sabo dem a 180 rs. a libra do de Mediter-
rneo.
Salitre dem a 6>600 rs. a arroba.
Vi/iagrc De 30/a5/rs. a pipa.
Nidios para vldraca 6/500 res a caixa do
lllllps.
Viuhos -- De Inc- a IM'v rs. a pipado de Lisboa.
VSSUCar De2/00a 2/700 o blanco redondo ,
c i ..(")! ni a I *oo rs masca vado: existiao
de l'ernainbuco nicamente 1:200 sao-
cas em >i r. ...
I i,.tes Canal 55 a 60 S., Ilaniblirgo 52,0, aja
S. Estados-Unidos 70a 100c
CambiosSobre Londres "24:1 a "2.") d. Pail*
376 por I.
^-.. ...-----i... --------'-------
Movimento do Porto
A lan dega.
Rendimento do da 27..........9:004/5C
Desearrega hoje 29.
"arca --./.iUa- diversos gneros.
einbaracado a este respeito; poique foi sta a dtcusso com o projecto as seguintes emendas:
raso, ipie un. d. apresenlou aqui para dimi- Em lugar de 10/000 diga-se 3:200 Bornu
nuir o ni deuado do h da i ama > a itid
lu ndo, qui I ique eiu Q/KiW)=aFlQripMss: Aleanlorado. ss
PRACA DO RECIFE 27 DE ABRIL DE 1844.
REVISTA MERCANTIL.
Cambios Sem alleracfio.
Algodo As entradas continuad regulares: afrou-
xo um pouco c boje pde-se i otar de
5/200a 5/300 rs. a arroba o de I. surte,
e'4/700 a 4*800 rs. o de segunda.
Assucar Seftl alteraco no preru.porm pou-
co procurado.
CourosHouvero vendas avultadas a 130 rs.
por libra.
Amendoas Vendero-se de 4/a4/VUI aarroba.
Batatas dem de 1*400 a 1/500 rs. a arroba.
Bacalho O depozito nao excede a mil barri-
cas, e niio soll'reo alteraco no preco.
("ame secca Eutraro seis carregamentos na
corn nte semana ficando o deposito
elevado acem mil arrobas.
Ei va doce Vcndeo-se de 5/ a5/500 rs. a arroba.
larinba de trigo O depozito be de onzi- mil
arrobas sendo 4500 em prinieira mo:
as vendas tem regulado de 16/a ISlOO
rs. a nova e l2/ri00 a 15/ rs. a velha.
Manteiga S endeo-se de 455 a 400 rs. a libra da
ingleza, e .'560 a .'{SO rs. da fraoceza.
\ nho champagne dem de 17/a 24/ rs. adu-
zia de garrafas.
Navios entrados no dia -20.
Rio de Janeiro ; 23 dias, galera francesa Genis ,
de 218 toneladas capilo Minard, equipagein
17, carga varios gneros : passageh os, coro-
nel lose da Silveira Sampaio, Antonio Manoel
Louieiro r Paulino de Souza Hrito Brasi-
leros ; Hiplito (iualtur COIll sua senbor.i
llenr. PoUVCte de lloach Lus FranciM'o Bl-
lard Estay Boach, Antonio Lus de uissene.
.loan Francisco Eelj, e sua senhora Adelaule
de Prevoude, e sua senhora Anua Calo Ui-
don Gultard Roza Dilva llenr. Lacassicr
com sua senhora, e "2 lilhos Irancezes; le-
dro Vutonio Comes Antonio lornici, liespa-
nhocs. ... t. ,> ...
Parahvba ; i dias hiatc brasil, no Santa Cnu .
captao Joaquim deOliveira; equipagem ;
carga lenba.
Sainos entrados no da i,.
labia ; 3 dias ; hiatc de guerra brasileno C dor : comniandante o capto-tenente ernes-
to Uves manco Muniz nrrelo.
Rio de .lanero ; 3 das ; patacho dlnaiiiaiquez
Comel de 99 toneladas; capitao A. M. Scii-
midt; equipagein 8 ; carga ai ne secca; a
K. O. nieber& C
Ro de Janeiro pela Baha e Macelo; fia'
vapor brasileiro Pernainlwcano, de Z4U tone-
ladas ; con.inaiidante Joo Militao llcnrique :
passagelros \ cente Thomas Pires de Piguel-
-edo Camargo, cu... ciado. Adriano Jos
Leal. Vicente Jernimo >\ anderlel, paitos
Fredcrico Marques Perdigao, capitao docs-
tado-maor .lose Mara da Costa Araujo sen-
t Jos da Rocha Lima, e um cscravo, Ernes-
to Antonio de Sonsa Licante alferes Silvestre
llcnrique de Pinho Braslleiros e um escra-
eravo .i entregar ; D. Mara Emilia de lava-
res Maciel Joaquim Jos Percira Gutiiia-
res, Portugueses; A. Ilornidever Allemio;
(uillierine lUjIlieine Gratan e sua senho-
ra. Inglezes; Hurchenberg, Hamburguez.
dem ; 10 dias ; patacho brasileiro Aurora ,
de 125 toneladas ; capitao Jos Francisco Al-
ves ; equipagein 10; carga carne.
Barcelona; 30 dias; sumaca hespanhola.4uro-
ra de 65 toneladas ; capitao G. S. Joo ; equi-
pagein 10 ; carga vinlio ; a K. O. Beber 8c
Conipanhia.
Navio sahido no menino dia.
Rio de Janeiro ; brigue brasileiro Indiano ; ca-
pitao Antonio -Uves Alarte ; carga varios g-
neros.
Declaraces.
O vapor Pernamhucana recebe as malas para
os porlos do norte boje (29) ao Hielo dia, as car-
tas dever ser entregues una hora antes.
Cartas seguras.
Manoel Consalves da Silva, Antonio Luiz de
Con ti a a haver falta le navios existindo no Sonsa, Joo Henriques de Maia, Joaquim Gon-
poiio 38 embarcaedes sendo 3ameri- calves Lima. Joo Lopes Lima, padre Miguel do
canas, 2 argentinas, -21 brasileiras, 1 Sacramento Lopes Gama, Geraldo de Castro La-
linamarqueza, 2francesas, 1 hespanho* |cerda, Joid da Silva Campos, fre Manoel de
a, 5 inglesas, 3 nortuuuezas. i Santo Antonio, Manoel Feroandes dft fiW


*W Mi* MT n
MMfai
c'mik
>s.
\ ^ lili :.!.! Il Un .'. I Lili "' lti\ I-
hir ni illiv dmcnl p ira falmoutli no I." di'
ni lin prximo, i- .nimiii'' pass.igchos, pura que
i 'ni conunolu res.


. I s,
-- o liliu. Sr. cnsul de S. M B. fura leilo .
jiiii interven^ao do corretoi Ulivcira de lud.i u
niuliil i da -.ni cas i de unp u i Magdalena
consist ndu em un magiiiiicu piano cadeira,
mesas de jogo, e dil is do i ti io d : > lia rom tam-
no randa lampio,> deb ni/i- mesas paradla .
djtas de costura mesa de juntar graud ', apa-
rador de lindo gusto dito porttil, estantes pa-
ra livros cadeiras e mesas de dierentes gos-
los Iciio de moguo milito elegante mu dita
de brouzc o m lis proprio para climas quelites
Din oolchncs de cabello, guarda-roupus espe-
ilios, toueadores, loma, e porcelfana de varias
qualidades, garrafas e copos para viuliu e agua,
outros crisi i 's liud ente lavrados quadros
lo nullmr >osto, upparelhos de louc i para mesa
o sobremesa fai is e garlos, collieres, alguma-.
obras e outros olijeclos de pral i. un excelleuti
carro eoui us ai reos |> ira un, ou ilutis cavados,
.\ .i11o-i para o inesmo e > ira inoutaria tanto
;i ira hoiii 'ni como para seuhora, sellins, < lo-
ijos os ni lis 11 'i'tenccs 'l estribara, e assim inais
ii ni i ai- 'lente m istro para pa linio ruin ojeom-
pctcule pollame, eordoalha, e tod iiasban leiras,
i|in M'i\ .ni de signai ^, coni o competente livro
de insirucroes ,i^ ijuaes sao usadas na inai iiili i
re guerra, e mercante ingkv.a c at muito
uteis para qualquer cnsul, ou proprietarios de
navios: quarta 1'ciia, I." de maio, as luda ma-
jilni.i n supr idito lugar.
Leilo, que faz \Ianocl Joaquim Pedro da
< i>st i de urna pon o de fumo, poi conl i doJoao
Pereira uo .iriu.i/.i-ni de Das I erreira.
waiit'yaiai'.iii iu* imuwwmh
Oiieni auntinciou no Diario de lioiitem pre-
is i de ii i, ii i. s. i i |, ii.i copiar uns papis, eoni
bo ; l ir.: e brevkl id ti ulia .i bond ule- de diri-
jir-seao primeiro and u do sobrado n. 39 da ruu
ila l'i lia, ou .i pra< i d > Independ 'iii'ia n. i?,
que ai liar un i ppssua muito habilitad i para is-
so, a qual |>rotesta l'azei' mata em con la do que
nuil'" qualquer, e de nao levar nada, caso nao
satisl ii i absolutamente a sua obi ig;i o,
l'erdeo-se uo da 19 do corrcnle inezumn
< irteirn contendo o seguinte: meio bilbeti* du
lotera do Livramento n. 633, urna papeleta
i irliiguexa perlencentc h Alcxandrc Jos M i-
ehado, i*!lj i", eni sedulas : quein a adiar leve
a ni.i da c k!: i \ i ih.i n.52, que sera recom-
pensado,
Ii.i-sr duheiro a premio rom penliores
de niiro mesnio em pequeas porroes : na ra
ISova o. .V.
-- Os p ii 'iiti s do u iior Ruliuo, que esta va
Ira baldando na fabrica di cha rulos do Sr. (leral-
(lu I. un indo dr Siqueira \arejao, frzem certo
ao inesiuu Sr., que aquelle menor se sella em
sua casa para ser entregue a seu pai, visto o
mo tratainento, que o mesmo Sr. Varejo da-
i ni dito ni or: o que di o lugar elle reti-
j n -se de suacompauhia.
Tlioni r/ Sale leni ajionra de participar ao
publico, i|ii o onibos, e mais dous carros scus
seguirn no I." de maio segiinte at a casa de
campo du lllm. Sr cnsul de S, M. .;.. na Mag-
il llena, is m > at 1(1 doras da manha, e vol-
iii.i-i d i- -I as horas di tarde, ou smente
.: I 1-, ,|,' !, | |,
Rog !-- aos i redores do fallecido Joaquim
Jos da Costa e Olivera, hajao iu- apresentar
mi.is conl is em negra, no lugar do tanque d'a-
;m epadaria que foi do inesmo, at terca fei-
i .i 30 do eorrente*
I ni.i pi ssoa que i -m pratica de esi rip-
turaro connuercial propem-se a escrever ein
qualquer casa de negocio, e fazer qualquer
q.i ilii! n!'' '! esc ipl i coni ac 'io e por com-
inodo preco : i i ni i das Criues n. 30.
i illi i. i -se mu i ip a. ln.imi solteiro pa-
ra caixeiro de engenho, ou inesmo qualquer
a i ruin 11 .'o un ni iio exceptuando feitor: quem
precisar, drijn-se a ra Direita u. 31 ou en-
!.i i auuuiicie ii ira ser procurada d nulo dador
a sua conducta.
Tiro-se passaportes tanto para dentro ,
como fura do imperio ; assim como despadiao-
se escravos, nulo com brevidade : no slterro
il i lio.i-, ,vi ; loja o. ou n.i ra do Collegio
n. 10 prn 'iro un! ir.
Uug '-sr .i casa di- mu anda-r na ra du \ i-
i i Se i. 31, i tral u rom seu propriel irio \nio-
n i loaqiiim de Sonsa itibeiro: o inesmo vende
nina lancha nova viuda do Porto.
= Quem se cliiiii n .lo.io Vutonio ilartins, e
liento Perd i endanlia, ilirija a ra do
\ mu i i m u. 50 primeiro anda para se llie entre-
gar inas cartas.
lluga-se o primeiro andar do sobrado da
ni.i estreil i lo Rosario n. 21 a tratar no segun-
do do mesmo.
Joan Malheus, subdito Britnico, retira-so
pura fura do imperio.
Nnvaes c Companhia enibarca para o Rio
Graande do Sul a preta Albina, crioula, pertcn-
cente ao Sr. Antonio da
ran h.m
' -lirio do lucrar, que oceupava como eaixeiro na
sua casa ressaudo lodosos poderes e procu-
n's .;ui'IIk's for Cnccdidos ncsla capa-
:idade.
Aluga-se umacasa na ruada Trompe o.
7 rom \ quartos duas salas envidrucadas ,
:om ptima cosinha quintal, cacimba o he
muito fresca propria para grande familia; na
ra de S. (lOncalo n. -2.
Oabaixo assi^nado avisa a todas as pes-
soas quo teem penliores em seu poder que
noprus > de oito diasda data (leste os vao res-
.'ntiir ariuelles, que se achao vencidos c na i
ifazendo, passa a vendel-os para "eu embol-
co do principal e juros. Herculuno Jos de
Fre las.
Per.:nteo snr. doutorjuiz de oiphaos, na
rua Nova tm de ir a praca de renda annual
i quem mais der, a casa de sobrado de 3 anda-
'es da.ru.i dosTanoeiros n. 4, pertecendo urna
liarle da mesma casa aos menores que ficaro
porfallecimento de Patricio Jos deOiiveia Ma-
ciel e i). Francisca de Salles Souza ; brevo se
annunciarao os das da praca.
I. iTliRIA DE V. S. I) > LIVRAMENTO.
As rodas desta lotera andao unpreteri-
velinente no da 13 de maio ; e o resto dos bi-
hetes aehao-se a venda nos lagares docostume.
Precisa-se alugar um sobrado de um an-
lar, rom quintal e cacimba ecommodos para
urna familia, sen lo nobairro do S. Antonio,
as ras principaes; nao se olha a preco ,
igradando ; q .em liver annuncie.
Precisa-se de urna muificr France/a, Por-
tugueza ou Allemaa, quo entonJa do servido
le casa ; quem estiva nestas circumstancias ,
annuncie.
Quem annunciou querer comprar um si-
tio peitoda prava querendo um no lugar do
Remedio, com eveeiiente casa do vivenda ,
agua de beber lodo plantado de ptimos ar-
voredos um bom viveiro do pcixe bem se-
mentado a margem do rio ; dlrija-se a pra-
va Olerace-se um rapaz Rrasileiro para cai-
xeiro de cobranca do que lem bastante prati-
ca sabe I ir, escrever, e contar, e da lianca a
mi conducta ; quem de seu prestimo se quier
utilisar, dirija-se a ruada Gmrcicao da Roa-
vista n. 17; na mesma cusa couiprao-se vidros
vasios de opodcldoc, e pa^a-sebem.
O Sr. queandoucom vontude de com-
prar um sitio em AttUa-ria e que fe* o olle-
rececimento de um cont do reis queira ap-
parecer na rua do Queimado n. 2.
No Mario de l'ernambuco de 26 do cor-
rente bem como no Diario-noro de 27, appa-
rceo um annnncio no qual se participa o
roubo que fueran ao ubaixo assi^nado de 4
a>tiv)cs de prata e de uns orulos de nuro ; e
nesse mesmo annuncio se pede que a pessoa,
i quem Cor oflerecida alguma das pecas indica-
das, baja de conduzir urna loja na rua da Ma-
dre de Dos n.2S, e quo ah ser generosa-
mente recompensada essu pessoa: que se p-
lesse prender o vendedor, seria isso inelhur
Declara poifl o nbaixo assignado que apezar
de ler soltrid o roubo, niio he elle o autor aes-
so annuncio, e nem sabe quem o fe/.; as-
sim como assevera que se houvcr a mao o
que se I lie roubou, jumis persiguir o desgra-
cadn que leve a flaqueza de o prejudicar.
hrancisco Ferreira farreto
\ gario deS. Fr. P. Gonvalves.
A pessoa que annunciou no Diario de
subbado precisar de um homeiii para copiar uns
papis que leuda boa letlra, diriju-se ao hos-
pital do corpo de polica a fallar com Mano-
el Jos da Silva Bello-monte.
A pessoa, que annunciou precisar de uma
pessoa pura copiar uns pupeis diija-se ao At-
terro-da-Boa-vistfl loja n. 48.
Manuel MartinsdeCarvalho, tendo (tiito no
Ii.i 24 do crrente embargo na parle que per-
tence ao herdeiro Thomaz Joaquim de Castro ,
em uma morada casa le rea, sita em Fra-de
portas n 24, pelo juiso do civel da secunda
vara esciivao Reg, para seguranfa da quan-
lia de du .', io rs. ; adverte que pessoa aluuma
contrate negocio em dita parte visto se adiar
embargada; dedara-se que a dita casa he por
detraz. da ieieju de N. S. do Pillar.
Alugfiu se .'! lusas terreas novas, com duas
salas, cinco quartos, cosinha lora quintal e
cacimba por I \f rs. mensucs nu rua do Seve
por detraz da ruu da Aurora ; duas ditas na rua
da Snlidade n, 37 por 7000 rs. o n. 29 por
13000 rs. : um s lirado de um andar n. SO na
rua do S.'bu com bons commodos e excel-
lonto quintal,; a tratar com Francisco Antonio
de Olivcira ou com seu taixeiro Manoel Joa-
quim da Silva nu rua da Aurora n. 2.
quetenho habilidades, de Ifiate 24 annos e
que nao tenhao mos vicios ; na rua do Quei-
mado n. 28, segundo andar, a fallar com Her-
culano Jos de Freitas.
Compra-se elTectivamente toda a quali-
dade de ossos ; defronte do theatro novo n. 11;
e na cidade Nova,sitio do Sr. (Jomes do Correio,
a rasao de 160 rs. por arroba.
Compra-so um Ahrens em bom uso; quem
liver annuncie.
Compra-so um preta de 25 annos, qne so-
ja perfeita costuroira sadia e livre de embara-
zos ; quem tiver annuncie.
Comprase escravos de ambos os sexos;
na rua de Aguas-verdes, sobrado n. 70.
Compra-se uma parelha de encuntros ou
mesmo um ; umu arara canind e dous pa-
pa^aios que sejao bons folladores ; nesta Ty-
pographia.
con.
Vendas
Vendem-se 4 escravos bons para todo o
imbuido, um mulatinho de 16 annos, muito
linio pagern ; um moleque de 12annos 3 es-
lavas para todo o servico ; uma dita quo en
.'omma n cose muito bem ; uma dita de 18 an
nos, de muito boa lisura, e com muito bom
principios de habilidades, o he rccolhida ; na
rua larga do Rozario n. 48.
Vende-se a posse de um terreno cm S.
Amaro na estrada de l.uiz do Reg; at o ruu
da Aurora porto do cemiterio dos Inglezes ; a
tratar na rua Nova n. 18.
Na rua dn Cruz deposito do rap arei.'
prela de Meuron cvCompanhia n. 26, ha para
vender-se o scijuinto ; urna machina para fazei
larinha de mandioca, composta do 3 pecas des
finetas uma raspa urna prenca e um en-
genhode forca de um cavado a qual posta en
inovimento produz duas mil libras do larinha
sendo este engenho de ferro, o qual se dar por
preco muito diminuto.
Vende-se um violao, e melhodo de Carul
li ludo em bom estado o por prego com
modo ; na rua do Rangel n. 50.
Vendo-so urna duzia de cadeiras de oleo ,
duas bancas de ditos e uma marqueza ludo
cum muito bom uso ; na rua Augusta n 52.
Vende-se urna escrava crioula do 24 an-
nos de bonita figura perita engommadeira ,
cose, cosinha clava muito bem com umu
ciiu niulatinhu dc2 meses muito lindo; unn
mulata de 26 annos, bonita ligura engomma.
coso, cosinha, e lava ; na rua dasCruzcsn. 41.
segundo andar.
Vendem-se ricos corles de lanzinha com
listras de seda e degostos os mais 'modernos .
que lem apparecido por ser de muito duraeao,
nidias de damasco para camas pelo diminu-
id preco de 6400 rs. cada urna c rtes de chi-
tas linissimus a 3600 rs. ditas de cambraia d.
rordao'inliou listras do seda a 7000 rs. ditas
de ditas adamascadas a 4500 e 5000 rs. fasen-
du para calvas a Iroltacao de casimira a 800
rs. o covado risrados francotes para vestidos i
aquetas a 280 o covado bretanhas de lindo
de superior qualidade ditas de rolo con 10
varas a 1920 rs. e outras mudas fasendas p.ir
preco com modo ; na rua doCre'po n. 12 loja
de Jos Joaquim da Silva Maia. f'
Vende-se por barato preco um Talcmaco
com o seu diccionario nglcz ainda nao ser-
vido ; as Cinco-ponlas n. 112.
o servico ; na rua Direita padaria 12!
fronte ao Terco.
Vende-se um pedazo de um sitio na esh-A
da de liellc.-n no sitio do Manguind a o/
rs. o palmo e trra propria : tam bem vend !
sea retadlo ; na rua estreita do Rozario n. 33"
Vende-se farinha da trra de boa quai
dado pela medida velha, por prefo commodn"
na rua da Praia n. 32.
Venderse por preco commodoum relo<>o
patente inglez ; uma commoda ; os livros se-
uintes ; urthographia de Madureira galera
pittorosca historia portuguesa noticias veri-
dicas dos acontecimentos, que tiverao lugar no
cerco do Porto no anno de 32 a 33, vida, traba-
dios, e aceces do I). Pedro durante este me"
moravel sitio tudo por proco muito mdico
na travessa do Queimado, out'ora bocudo Pe.'
xe-frito n. 1.
Vende-se assucar refinado a 9!) rs. cafi.
em grao, e moido, e de cevada, por precooom-
modo preco ; no deposito da rua larga do R0,
/ario n. 38.
Vende-se por preco commodo um mole-
que de 12 annos ; as Cinco-puntas sobrado
n 44.
Vendse um porcao de batatas novas
ltimamente chogadas pelo navio I ranee Zoila'
o 15 meias pipas vasias ; um casa de Fernando
le I.uceas, na rua da Cadeia n. 16.
= Vende-se Jacaranda superior ebegado do
Rio de Janeiro podras de marmore redondos
para mezas de meio de sala, de muito bom cos-
to ditas para commodas cadeiras america-
nas com assento de padiinha camas de vento
com armaco marque/as sof.'is, mezas do
juntar camas de vento mu bem (citas a i'i'JO
litas de pinho a 3500, assim como outros niui-
'os trastes ; pinho da Suecia com .J pollegados
le grossura dito serrado dito americano do
liUerontes larguras e comprimentos ; assim
orno travs de pinho e barrotes ; na rua de
c'lorentina em casa de J. ieranger.
veha-sc venda na loja do bom barateiro
de guerra, Silva & C." na rua Nova 11. II :
ores de superior la para vestidos pelo pre-
l'O de tis'OOO rs.
Escravos fgido.*.
1
recisa-se alugar urna casa no Monteiro,
a beira do rio o que tenha bando; na rua das
Cruzes n.4l, segundo andar.
Aluga-se urna casa terrea com commodos
para grande familia quintal murado, antes de
1 degar a ponte do Manguind a qual tem 3
(ocha Lima ro Ma- i"ll'";is '' Ul,lil l",rla acabada de prximo e
faz esquina para a estrada que val pura a Cs-
Gaspar da Siiva Froes embarca para o Rio !'!'!;-':! : (l seU ^'111 ^iut-l he de I iuiiu rs. mensaes;
Grande do Sul o seu escravo cabra de nomo a ,,;,t;ir n mesma estrada no sitio do Antonio
J.ui/ comprado ao Sr. FranciscoCavalcanti de Ferreira da Costa Braga n. 8.
Albuquerque. Precisase alugar dous mol ques com of-
Antonio Maria Chvese Mello, subdito Rcio de camaroeifos; no pateo do Carmo n. 13.
Porluguez, relira-so para a Europa a Ilutar del
sua su tule.
. J. O. Elster avisa ao publico, que tendo-
so ausentado Francisco da Silva Lisb a sem par-
ticipacao alguma, esto necessaramente dispe-1
- Vendem-se 4 escravos.de nacao de 18 a
20 annos, com bonitas figuras ptimos para
todo o servico ; uma ncgrinha'de 18 annos.
engomina, cosinha, cose, e he ptima para mu-
cama ; uma dita de 20 annos, com as niesmas
habilidades; duas ditas de meia idade quitan-
deiras a lavadelrss ; na rua Direita n. 3.
Vendem-se os superiores chapaos de cas-
tor branco de aba larga a 14* rs. dilos pretos
de seda ftanrezes a 6/', 6600, e lj( rs. rada um
merino entestado prcto, e azul a 1800 rs. o co-
vado brins ecasimiras trncelas de novos pa-
droes, merinos, lupins. pannos, setins para col-
lele, e nutras mudas fasendas de gosto'por pre-
Vo commodo ; na rua da Cadeia? hija n. 49.
Na obia do theatro publico vende se urna
canoa aberta de amarello colb 58 palmos de
coinpnmento, elOemoio de bocea, calafeta-
da de novo com sua crrante o fdteixa nova
a tratar na mesma obra.
Vende-se um bom tacho de cobre grande
por preco commodo ; no pateo de S. Tliercsa '
casa terrea n. 35. '
Vende-se um oratorio grandj, com al-
binias fmagens ; no pateo do Carino n 13
\ ei.d(in-Se4000 tedias mui bem cosidas
e ce mudo bom barro; na rua da Florentina
n. 16.
prop
Compras
uipro-se escravas pardas, ou pretas,
Vendem-se estacas de pao de coqueiro
opnas para atierro ; no Hospicio n g
Contina-S a vender caixas vasias para
lojas Irancezas a 2560 rs e com tornos a 3 e 4
rs. ditas pura touquinhas a 800 rs. a duzia '
ditas para bom.em a 1280 rs. e 1200 rs e tam
bem se azcm do feitio por u rs. a du/.'ia as
sim como chapeos de seda c maesa com 'tod.
aperre.cao, cascos de palhinha e toda obra
de cbapelheiro ; na rua da Conceico da Boa
vista n 17.
Vende-se uma negra boa engommadeira
cosinheira, e lavadeira de bonita figura mi
rua do Sol sobrado 0.23. '
Vende-se cera de carnauba por oree.
1 mmodo ; na ruada Cruz n :i:t
Vende-se um molequecriuaJo de lo an
nos, muito robusto, esadio, proprio para todo
* Desapparecco na noutododia 20 do cor-
rente um preto do nome Podro de nacao Qui-
camA baixo, reforjado do corpo, rosto redim-
i bonito, fulla muito descansada tem um
ignal muito visivel as costas, que parece ser
urna cutilada cabellos crescidos na f-ento da
taboca o atraz mui renle levou caigas do al-
KodO azul sem suspensorios .camisa do algo-
laobraneo, chapeo de palha; ainda na falla
desembaravado por ser novato e desconfia-se
ler sidoseduzido ;.quem o pegar, leve a rua
la Cadeia do Recito armasem n. 12, quo re-
ceber 50$ rs. do gratificarlo.
No da 25 do eorrente desappareceo da
casa de seu sr. Joo Salgado da Costa Achioli,
na Capunga urna moleca crioula de nome
Joanna ; levou vestido de chila uma toadla de
rnadapolao sem babado bonita de (vlcdes,
belfos dobrados cabellos corlados, representa
icr 11 para 12 annos ; quem a pegar leve ao
dito lugar, que ser gratificado.
No da 2o do eorrente fugio uma preta
crioula de nomeTheresa, estatura regular, ros-
to comprido e icio, leiedes grossas tem urna
marca de fi.itula na parte direita do queixo a
man direita tem o dedo junto do grande aleja-
do pedos cahidos e pequeos cor bem pre-
la bebe muito cachimbo: levou camisa Hm!-
godo, saia de chita azul com llores amaiellas
o ja velha, panno da Costa azul, sahio venden-
do pao-de-lo e bolinhos em um laboleiro pe-
queo ; quem a pegar, leve ao pateo do Car-
mo n. 24 ou na rua du Crespo n. 12, qne
ser recompensado.
Fugio um moleque de nome Thomaz, de
naci Rebollo estatura regular, rosto red in-
do e rbeio olhos grandes beicos grossos, pe
emaos seccas nao falla bem levou camisa de
nsrado azul e calvas brancas, fugio ha 20 das
pomo mais, ou menos ; quem o pegar, leve a
na Nova, venda n. 60 uo peda ponte, que
sen gratificado.
No dia 24 do correnle desappareceo o pre-
to Caeluno. crloulo, do 30 e tantos annos, esta-
tura regular, com um laido no beico superior,
quando falla ftca com a bocea aberta, levou ca-
misa de chile, calvas brancas, e chapeo de pa-
ma ; quem o pegar. leve a rua larga do Roza-
rlo sobrado n. 48, que ser gratificado.
- rugi no dia 15 do torrente uma preta
deiiome (iraca do altura regular, pelas eos-
las ten. signaes de sua Ierra, e algumas man as
de chicote, tem a perna esquerda torta pura f-
ra, levou vestido amarello, denles abortos,
"Idos aiiinacajlos ; quem u pegar (eve ao sjliu
do Vlgconde de Goianoa que ser recompen-
sado.
No dia 18 do frrente desappareceo um
preto de nome Domingos de Dacao Congo, que
anda va vendendo banha egomma levou ca-
misa de bnta encarnada ecr uilus de algO-
laodu trra sem barba, su com uns ca bel li-
nos por baxo do queixo representa ler i
< 28 annos, estatura regular, leiedes meudas ;
fjuem o pegar, levo a rua da Crua a. 46, quese-
ra re om pensado.
Ituciw V. fTP. 1
H. I I1K l'AI.14 i.v