Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08728

Full Text
f

Auno de 1844. Quinta Fcira L>
,.... .L.^-fsK^^7zssBrszR^i'nrvs^^r^x-s5n^ uu.viinvsaomnai
n i | vr,iu publice-te dos o dieeqaenno forero snnidicanVs : o preco di -.ssifrnalurn
l ,1; irel mil rs. por f|unr:el pagoi allantados Oe nniini'iosilos ftisignaatee (fio inseridos
rte r ", ''"'' 1'" "'"' '""'"' 'i '"''" 'le 80 reil por lilil. As RoUmacoei drvem ser iliri-
rjdal ii e" '' 19 1 '"" das '-ru"s n 4 ou k prega I Independencia I ja de litros n (i e S
PARTIDA DOS CORREI0S TERRESTRES.
g ..ssA.e Parahjbn MgOndMO seMoj fciras. loo Grande do Korl.i olirga a 8 e 22 e'par-
ieldt24 .ali.., Sennlioem Hio l'ormoso Macey, 1'orioOho, e lagoas no i
,M e 1 de ceda un/. Geraahuae e Honilo a Uc 21 de c > meiBoa-vista e lior-
na I.'ie tt) dilo, Lula ie da "otaria, quimas (airee. Onda ioiUi o9 iliu.
ni te i\ t cnrifti
DAS da semana.
Ji Seg a. Soler e (,io Aud.doJ.de 1). da 2, t,
>'' Ierra s Jotge iiel. aud do de D da 3. t.
94 Uuarla Mili'i" Aud do J de I) da 3 r
. Marci Aud do J de I) da 2. t
24 y
, 5 Uunita -.-----------------------------------
5( .'eita ClefrnoioAud. do J. de 1>. na 2.
/ Sab s Caelor bel. aud. do J. de D da
8 Doro sVital
de Abril
Anuo *X. N. 98.
\^Ecir^'iAixaMieEnux.:'-reaariiie^
Tudo a tinuemoi como principiamoe e aeremos apontadoa com I mra : n> entra aa nagoee man
colla*, i ,,. dama ; i I di ihla Oral Jo Brasil.)
ClMSIOS NO Mi 34 liKUi.il. compra *'n"*
Oura-Moedade i.iOO V. I7.30U 7.500
S. Iti.'iilO 1,7300
Cambios sobre Londres !S.
Paria ~0 reii por franco
Lisboa 143 por li) de premio
Mocita de cobre .5 po: oen i e nao lia
dem de letras Je Ia* (iru:as 1 11 i
de l.OOJ y.'UI i'.'uu
Pu..rc6ea 1.960 I J
, Peoa rolummnare 4,97-J ?,W0
Diloa meiieanoa 1 ,'JfiO .980
ABEBTeVSaBEazs&mBCCZX ..::. v\_. i s.:
PHASES l>\ LA NO MI./. D Uiiill..
La oheta e 3 cs4 buras e 30 min da manlna iLuanoaa a \1 as 2 horas e II min. da tarde,
Min^uante a i as 7 horas e l^uim da Urde, |Cieacenlr a 25 as 5 fc. t 45 m. da nisalis.
'reamar de hoje,
Primeia as l horas e 51 min. da man. ia. | Segunde as I i horas e I-1 minutos da lard
.....- .-,...,, aseassassssEMnss
c: -:

NAJNBUCO.
ASSEMP.LA PROVINCIAL.
l'anclusio da $esitlo de 18 de abril de 184.
*
OSr. Francisco Joan:Sv. pies., eu dase pou-
co quando fallava sobre o capitulo 3. que ti ti ha
de olferecer algumas emendas inais ampliativas
do que cstavo no projecto, agura chegada
a occasio para i*so; mas antes deaprescwtares-
r,.is rinciiilas, t'ti pc^o licciiya a asseinhltu para
ollerecer algumas cousidera^dcs, que gprvem
v ejo no art. 2 disposto o seguiute:
Depositado o prec da indeiunisa(ao, julgar*
v-lii perfeita a desapropria^o, e o.juiz expedi-
r mandado de emisso de posse o qual nao ad-
iiiiiir embargos de qualquer nnftiresa.
Bu nao posso, Sr. pres., acceitara dispos9a*n
deste artigo, e nao acceitando n3o supponho en-
contrar a (liS|iosii;;io do I1O880 COdigO i'oiislitll-
eioual, que deteriiiina, que a desapropria^o
possa tt'f lugar, apresentada previamente a fn-
demnisacao. A iudemnisafo previa pode ser,
mu por dinliciro de contado, oufeito o pag tinen-
to a praso: Ora, por'suppor, que poda ser o pa-
gamento feilo a praso, e que sendo assiui (icava
guardado o espirito da constituido, por isso que
se da va a iudemnisaco, <.' que eu julgava ne-
cessario a introduccao de disposico dillerentc
ueste Inl'ar.
Sr. presidente, eu tenho para isto algumas ra-
soes, que exporei a casa: a primeira que en
vejo que a niaior parle dos terrenos por onde
teein de percorrev is estradas, quasi nunca sao
vendidos a dinlieiro de contado, a sim por let-
iias a dill'erentes prasos. Sendo islo l'eilo assiin
ii.is iiansai^ies de particular a particular, nao
sei como se ha de exigir o contrario a res pe to
das compras do governo, isto c, exigir sempre
dyiheiro de contado.
O Sr. Paula Cavalrunli: Ainda inais essa.
OSr. Francisco Joo:K' ein vanlageni dos
liroprielarios e da l'aenda publica.
O Sr. Paula CavaicaMi:Quein nao tem di-
ubeiro n.io compra.
O Sr. Francisco Jow:Diz o n.d.,que quein uo
tem dinheiro nao compra; mas eu ten lio visto mes-
itiiiiiiK'tii trut geiu do comprador e do vendedor, lt quer.ua-
presntar isto como vantajoso ao vendedor, por-
quequero estabelecer, qije nina vez que afa-
zendano pague dentro do praso determinado,
pague uin juro eonvenciouado com o proprie-
t II io.
OSr. /' podemos ouvir.
O Sr. Francisco Jo'o:-----O aparte do n. d., d-
zendo que nao tem lugar este contracto, parece
que val encontrar I inilieni legislayes ein OH-
tros paizes, que tenho por vezes citado. Eu sei
tpte essa rel'erencia s legislaccs belga, e l'ran-
c. za tem sido de lguina inaneira redicularisa-
d.t; mas. Sr. pres., en creio que << direito cabe a
-::i:. c cabe a todo:; de i procurar o que < bpni
ni qualquer parte que esteja(jwiaaw). Creio,
que a obrigafo que resulta deste direito a-
quella que teein todos aquelles, que querein
tnelliorar as institnieoi's do geu paz, de ir pro-
einar a Ibnle de naiiies antestradas; por isso "
que eu iuvoearei a este rcspeitu a disjiosicao tille
se acha consagrada na legislafo francesa de
1833, queestabelecequeogovernopossa comprar
a prasos: c(|tii'rcii(loeii acoinotlaresta disposirao
la lei liauci'.sa ao nosso caso, tenho de olierecrr
um artigo substitutivo nesse sentido, duendo
{l) Sr. pres., a aulorisacao, que eu deixo ueste
artigo e como facultativa poique diz- indeni-
iiisar;io-deve ser feila a prasos se isto nao con-
vii'taos interesses da provincia, e se iiioconvicr
unheaos interesses do propia, tai ioeirt.io o ad-
ministrador da provincia indetnnisar esses ter-
renos ein dinheiro torrente; e (piando acoilteca,
como acontecer naturalmente, qoe couvenba
ao administrador da provincia, como interessado
na prosperidade delta, e pie igualmente conve-
lida ao propt ietario do terreno, aue esta indein- |
nisacioseja Peitaa prasos, eu deixo fucnldade
ampia pata se fazer este contracto. Von por cott-
segulnte mandar a mesa os nteus artigos. Sao
apoiados < entrSo em discusso os seguintes ar- j
ii os iio Sr. Francisco .loao;
Apart. 26 Depositado o preco'da indeinnisa- i
I .uAiu ;is lettras da niesma, julj; ir-se-ha per- j
feita a des tpropiiaiao, e O jnizo expedir man- .
dado de emissao de posse, o (pial nao adinitte I
embargos de qualquei naturesa
\it. addilivoA indeninisarao pode ser fei-!
II a prasos |)ar.i o que se pas.sara lettras, com
I talo que estes nao exced.io de tres anuos, sen-
do dc\ ido o juro de por cetilo ao auno, logo
que, sendo vencidos os prasos, nao sejo satisl'ei-
Ui un i ifj intentos '11^ mesinos.
OSr. 4/can/brat/o:--Para ir de conformidadn
i oui o vmu ido vou mandar mesa nina emen-
i ao artigo l'J additando .is palavras do lug ir
ni que l'or silu ido o terreno.
i apoiada e entra em diacussao esta emenda
5r, Alcanforado. '
r-,Vecreseenir-se ao art. !! depois dapalavra
municipal do lugar em que Por situado o ter-
reno.ss
Julga sea materia sullieientemente discutida,
e posto a votos approva-se o capitulo com as
emendas dos Sis. Alcanforado, e Francisco Jo"o.
Entran em discusso porsua ordetn, e aem
debate approvado o seguinte:
( api i ii lo (i.Uo prec ecircumslancias da in-
aemnisafo.
Art. 28. Na indeninisacose attPndcr loca-
lidade, ao lempo, ao valor t ni que lica a pro-
pricdide ou o resto (hila por causa da estrada,
canal, ou nova obra, os dainos quevierein da de-
sapropriaco, ;i Siza, ladennos, rendas e quaes-
queroutrns circumstaucias do preco.
Art. 29. As coiistruriocs, plantaioes e qual-
quer beneficio que se bzer na propriedade du-
rante o processo da des ipropriar.'io, ou depois
que for condecido o plano a obra, e com o lim
de elevar a indemnisacao, nao daio maior va-
lor ;i iropriedade.
Art. 30. Quando o terreno fr de sesmaria, e
110 titulo se conliver a ohri^acao de dar estrada,
a inihannisacao ser smente de dominio til, c
bemfeitorias.
i apitulo 7.Dos lerceiros mleressados.
Art. 31. Depositado o preco da indemuisafao;
ojui/. mandar annunciar por lidias successi-
vos por nielo de editaes e das l'olhas publicas,
onde as houverein, para coulieciim tito dos ere-
ditos ht/potbecarios e qnaesquer interessados
que a propriedade tal fdesignando sitas confron-
tares e carecti ristlcosl l'oi desapropriada a F.
(siMi nonie e residencia.
\rt. 32. I'assados 15dasscin opposfriio, opi'O-
pi ietario alevantar;i o dinheiro.
Art. .'{.'?. Todos os ontis, h\ polliecas. e lides
pi'luientes passfio para o preco depositado e nao
podein impedir o processo da drsapi opriaco.
Art. 34. Aquelles qop pstivprpin de posse da
propriedade p nella tiverem bemfeitorias nao
sero partes no processo, mas su poder em-
bargar 0 preco depositado, c litigar sobre elle.
Art. -i.). Quando o solo lr de praso, ou de em-
phyteusese far dislincla avaliaco do dominio
directo, e til.
Art. 36. enipre quehouver ajuntainento com
o propt ietario, e antes de serelle pago, sero pu-
blicados pelas lolbas publicas e por espatco de 15
(lias suceessivos os editaes de que tratan os ar-
ligos 'M p32.
Segue-se a discusso do seguinte:
Capitulo 8.-~Di$potic< (jeracs.
Art. 37. Sao suso-ptiveis de desapropriacao
nuaesquerpropriedadese terrenos ou selaoallo-
fllaes, ou vinculados, ou pertencpa individuos,
Ou a (pial.pier capitulo collectivo, OU a fazenda
prorincial, ou as cunaras nuiuicipacs.
Vrt. 38. Quando propriedade for nacional, a
asseinbl.a provincial, OU o presidente da pro-
vincia requi.sitarn da assenibh'a geral, e ao go-
veruo supremo a sua conccsso gratuita, c sen-
do uegada tero lugar a desapropriacao e m-
demnisaeSo pela forma estabelecida nesta lei.
Art. 39. Quando qualquer das obras publicas
provinciaes, ou uiuuicipaes se li/erctn por ein-
preza, os*prezarios li< o subrogados nosdi-
i.itos da fazenda provincial, ou da cantara mu-
nicipal para a verificaco dautilidade, c iudciu-
nisaeo.
Art. 40. Os propietarios nSo podeni impedir
a extrao o de tnateriaes ticcessarios para as o-
bras proviticiaes, e uiunivpes; mas somente
exigir posteriormente a indeinnisacao dos dai-
nos acontecidos por causa da extrao ao.
Art. 41. Quando os eiigenheiros lioiiverem de
proceder exames, e reconheciinentos as Ier-
ras de particulares para forinarem os planos e
perfizj avisar aos proprietarios, os quaet se
nao podri oppor, mas siitueuie exigir a iiideni-
nisaco dos dainos que ueste caso liouverem.
Art. 42. Os maleriaes que se'podein t xtraii das
(citas e propriedades particulares couforme o
artigo 40 sao smente aquelles que se achn ex-
pressanieiite declarados no art. 14 da lei u. .
Art. 43. Fico revogadas as leis eiu contrario.
Paco da assenibla provincial 22 de marca de
18i4. Sabuco de Arauio.
0 Sr. Taques:Ped a palavra para mandar
urna pequea emenda suppressiva da parte do
artigo 38, que consagra una disposii o para que
nos nao temos faculdade. Diz o art Quando a
propriedade for nacional, a assemblJa provin-
cial, ou o presidente da provincia reqiiisitaro
da asseinbla geral, c do governo siipprcmo a
sua conccsso gratuita, e Sritdo negada tero lu-
gar a desapropriacao e indeuinisafao pela furnia
i si .lelo ida nesta lci--.Iulgo ipie IIS nao pude-
Utos coagir o poder geral; excede as uossas altri-
buicois, por tanto vou mandar una emenda pa-
ra que se supprinia a ultima parte do artigo.
E apoiada, centra em discusso coniuncta-
nienle com 0 r.ipittilu esta cuieiid.l do Sr. Ta-
ques.
No art. 38supprimao-se as palavasgra-
tuita) e seguinte.
o Sr. Nabuco:Sr. pres., eu na"o concordo
rom a einenda do u. d., porque eutendo, que
pelo direito que nos foi conferido pelo acto ad-
dicional mis podemos fazer todas as dcsapro-
priafoes, qu : forem mister pira utilid ide publi-
ca. \ lei nos constilue competentes para co-
nlieeer qtiantO e eouveni'iite a desaprop i.no
tic i d ou i ti terreno para un i obra. Ora, se por
ventura nos conhecemos, que de interesse pu-
blico abrir unja estrada que pisse ein un le re-
no da fazenda nacional lia de se deixar de fazer
a estrada'' licitamente que nao; ueste caso a
propriedade nacional considerada como una
propriedade de individuo, \qui nao se (cata do
interesse pfopriainente geral, trata-se do domi-
nio do estado. Depois o artigo estabelece una
diferenca, (piando Se estaeoneessao gratuita for negada, c visto,
(uc tem lugar o processo de desapropriacao. ao
menos que o direito que lea a asgeuiblea pro-
vincial de legislar sobre a lu na t\,\ desaprop ia-
ito. uaoseja co..retado. Creio, que a este res-
[i'ito se nao pude ollerecer duvida.
OSr.Paula Cavalcani Entao sequizermos,
podemos mandar demolir, por exeinplo, unta
lorlalesa.
0 Sr. Nabuco: Essa faculdade que tem a
issrniiili'.i provincial, nao se estende ao limito
tic abu/.ar porque entao r at de interesse
provincial a existencia da lorlale/a; mas terre-
nos devolutos que pertencem fazenda pu-
blica geral, nao ha inconveniente algum ein se
i desapropriar quando forem necassarios para por
tiles passar nina estrada provincial.
OSr. Taques: -- A niinliaemenda conforme
' com o nosso direito constitucional. Nao so re-
pugna a (odas as relacocs que devein haver en-
tre o poder geral e o provincial, quo este in-
lina sobre aquel le como inesino pela ronsti-
luico do estado nao estamos auloiasados a a-
doptar adisposico consagrada na 2 parte do
artigo ,'!S. A .itistituieo do estado perinitte
a desapropriacao de propriedades particulares
para utilidade publica, cesta dlsposicao vem
escripia debaixo do titulo de garantas dos di-
reitos civis e. polticos dos eidados brasilciros.
Porlantoa faculdade que temos, dada pelo acto
addicion.il de accordo com a couslituicao, nao
seno em relaco i propriedade particular <
nao propriedade nacional. Accrcsse que se
a assenibla geral esta em calhegoria superior
a esta, como depois d'ella denegar a eoneessao
da propriedade n icional,ha de ser coagida a ce-
der essa propriedade contra sua vontade Cer-
taniente que nao pode haver coaoo algum.i
contra a asseinbla geral ; neni os jlli/.es Julga-
r nesta causa porque ella pude poruma lei
lirar-Hies a altada. Jtilgo pnis. que a uiiiiha c-
inenda milito constitucional ; que esta ultima
parte do artigo 38 do projecto nao pude ser ap-
provada pois que, sendo-o, traria unta revolu-
co completa s,i uossas it'lacoes.
OSr. fego narros: Son tanibein da opi-
niao do D, t. que mandn a emenda ; consi-
dero ueste caso a provincia como um particu-
lar ; e se um particular mu pude prejudicar ao
beni da provincia se nao pode por entraves
marcha do.pie lr til a ella assiin tanibeiu
a provincia nao pode prejudicar o direita inaioi,
nao pude por entraves aii que lr til proprie-
dade geral. Concordo pois com a sua ideia cu
ja tinlia formulado una emenda, que vou
mandar mesa nesse mismo sentido com
poma tlill'erema.
I.c-se e depois de apoiada entra em discus-
co com as inais materias a seguinte einenda do
Sr. llego I arios.
:Aoartigo38. Depois dapalavra gratuita
aerescente-se es= ou venda = suprima-sc o
resto do artigo.=
(' Sr. Francisco Jo'to : Sr. jires.. eu nao du-
vidaria volar pela emenda que ollero -co o n.
d. que acaba de sentar-se porque ella ten-
derla o cortar as questues, que se possao susci-
tar; e eu creio inesmo que a disposico do ar-
tigo nao encontrar opposico da parte do go-
verno geral : podia por esta raso votar pela
einenda ; mas eu o larei apenas ein ultimo caso,
porque supponho que a doutriua que esta exa-
rada no artigo c snsleniavel doutriua que
se acha conforme com a uossa legislaco ; e di-
r! tanibem com o direito, que temos de le-
gislar .impamente sobre todos os casos em que
se tem de dar a desapropriacao por utilidade
publica. Se este direito nao contestado, creio
que est incluido nelle a eouipichciico de todos
.niueles casos cm que possa entrar ciu campo
a utilidade publica provincial com a utilidade
dos proprios naciouaes ; mas creio que essa
propriedade, qe.er seja c um individuo ou cor-
poraco nao de-xa de ser propriedade particu-
lar tpie deixe de entrar ein exanie com a uti-
lidade geral. Eu teria reocio de apresentar
esta niiulia opinio se ella por ventura osse
s uiiulia ; mas como nao acontece assiin eu
me animo a cxpol-a c pey loenca para dizer
o lugar donde a lirei. Q direito fraueez, (piando
trata dos casos da desapropria9ao por utilidade
publica, tllspoe cusa da exprsalo, que nin-
giieni se podcr.i oppr a todas aquellas regras ,
que forein necessarias para essa desapropriacao.
Muitos jurisconsultos de grande nota, coniinen-
t indo o direito Trance/, nesta parte presenta-
ran opiniues, que forao tambemconformei com
asdos tribunacs respectivos da tiaina. decla-
rando que nesse ninguem estavao com-
prehendidos os interesses de individuos de
couimuuid ules de eompanlii is 8tc. e creio .
que decidirn com alguuia rasan. I.' eerlo, que
ii i siio ein um ou noutro coso senao a com-
parat 5o de interesses de indi iduos ou de cor-
poraces inais ou menos respeitaveis.
Ii sirvi-nic ueste exanie das autoridades de
Marlain. p dos respeitaveis tribunacs francezes.
que adoptar; o esl i opinio porque creio, que
ellas prestarao tarapoio a este principio ; ial-
vez o uobre autor do projecto encontr niellior
meio para a sita defeza : i cservo-ine para 0U-
vil-o.
OSr. Nabuco: Levantei-mc soinentelfpara
explicar brevemente o artigo deque se trata.
<> ii. d. suppop,*quc ha de haver reluctancia en-
tre os interesses geraes e interesses provnciaes,
e cpie lera lugar eutao nina desapropriacao for-
lil i ni,is o artigo falla de conccsso gratuita.
iiu nulo esl i conc ssao for denegada enuTo tem
lugar a desapropriacao forcada ; mas nos nao
suppoinos resistencia do poder geral ; e se sup-
pozessemos,nesse caso a HisposicSodo artigo se-
ria intil. 0 artigo diz : quando a propriedade
i.a nacional kc, '' tuna eoneessao gra-
tuita.
o Sr. Francisco Joo : I. se a poder geral nao
quizer ceder !
OSr. Nabuco: Entao tem lagar a desapro-
priacao porque conforme as leis do nosso
direito publico o que eu vejo que cada poder
obra competentemente dentro dos limites de
suas attril.uii oc-. ; i pie nos legislando, segun-
do o acto add icio nal sobre desapropriacao, quei
ella recaa sobre o dominio de poder geral Ol
otilro estamos as uossas altrilvih oes. l'oi
conseguate se os un. dd. eateadea que o
artigo nao est bem claro, porque a expressao
gratuita- nao coniprehcnda bem o seu pensa-
niento adopleui entao a opinio do n. d.
OSr. Taques : Eujulgo, que o argumento
apresentado pelo honrado autor do projecto .
nao pude proceder.
Esta asscmbla competente para legislar pa-
ra os particulares, que estao na provincia; mas
inio para o poder geral.
O Sr. Nabuco : A fazenda nacional possur
terrenos na nossa provincia.
OSr. Taques: As uossas lescomprehen-
dpin su todos os corpos que esliverAn debai-
xo da nossa aleada ; mas se a fazenda geral nao
est debaixo da nossa aleada, como haveinos de
legislar ueste caso.' Agora, quanto ao n. d.dizer,
que a palavra=gratuita sera intil,cu nao pen-
s assiin c nao voto pela emenda do n. d., por-
queeutendo, pie devenios deixar toda ahbcr-
dade nesta conccsso.
0 Sr. Itaplisla : --Sr. pres., eu ped a pala-
vra para apresentar um argumento. Vis cons-
tituimos um poder legislativo provincial esta
incsina palavra indica que s podemos legislar
por utilidade provincial, ou municipal; mas
como quer o nobre autor do projetao que mis
legislemos tambem sobre a utilidade geral? Se
estes bens sao bens geraes, legislando nso-
bre ellos estamos legislanutlo sobre o podei
geral, porque o privamos de urna propriedade .
que lhe perience.
0 Sr. .Sabuco : Entao tambem a assemblca
geral nao pode desapropriar.
0 Sr. Itaplisla : Eu nao posso coniprehen-
der bem a aleada do poder legislativo provin-
cial : se nos podemos lam ar ino da proprie-
dade geral por utilidade provincial vamos tirar
do poder geral a utilidade que esta propriedade
lite fornece c assiin temos tjuc a aleada do
nosso poder c nina aleada maior. Se acaso i-
zessemos isto,a asscmblea geral por um acto seu
loruavad" nenhuiu elleito senielhaute dispos-
c;io provincial. Foi st> para fazer esta obser-
vaco (jue pedi a palavra.
.lulga-se a materia sedicientemente discutida
c posto a votos aprova-se o capitulo com a e-
ineiida do Sr. Taques, lieando prejudicadaa
do Sr. Reg farros. A final approva-se o pro-
jecto ein .' discusso, emendado como foi para
passa r a 3.*
Dada a hora o Sr. pres. den para ordena do
dia a inesuia de boje pareceres adiados e se-
gunda discusso do projecto do orcamento mu-
nicipal ; e levantou a sesso.
s ESSA O DE 19 ABRIL DE 1844.
Presidencia do Sr. Paula Lacerda.
Feita a chamada e achando-se presentes 29
Sis. depulados, o Sr. \ice-presidente declarou
berta a sessao ; foi lda c approvada a acta da
antecedente, com a seguinte declaraco do Sr.
Paula Cavalcani.
= Declaro, que vote! contra todo o projecto
de le n. II, que trata da desapropriacao por uti-
lidade publica cm 2." discusso.
1 XPBDIEM1Z.
O Sr. 1. secretario Ico o seguinte :
Un rcqiterimcuto de Manoel Pacheco dcQuci-
roga, pedindo que esta assembla autorise aca-
mara municipal da cidade de Olinda para lhe
aforar cen palmos de ten ttio alagado no lugar
do Varadouro, denominadoPiza: coinmis*
sao dos negocios das cmaras


^
no reg m-t
rotado i
que
a mi reda-
D : recta, que
i projecto.

<
idoptad ; i as-
lo trato de questei
Knl i ; mu perigo
l- ulgar irrito o projecto ; pois
- mu drfeito na redarlo de nina
indo-se contra a reda-
_

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I ..: : o qui ibsui di .
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' i seja vi i d idi
ifi tu-
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I
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marcoa i l> i ii.
i
' I .
i le d rom
1 nados del l>/ rs. ai -- i ri duzio
rs.. <;v ipclj !. ii. 43 Is-

e i n ido i II11 ti-
reda-
O i A --. tamil .
opn .:,: diz i...
i-ni virtude u na
ni ii-
los do ] m
r t-ssi
fon i
se trata; que ] ,
ro ,
.i qui
prebei lo esl
e ai .
.
iss o d sti proj< i to tiq rflu
que o j
ImO : III Objl i to.
1' "
I III i i dis-
se p .' i
(i .- \ tt'o --- t lat udi qii
i
egu sta, qu
. un requi rii mito no senti-
ii in discusso. e assjm
Fundado ueste principio o
O Sr. y --?. qoe por i mor da tonr.ii-
la i regiment que mandou
rundad i no art. 123 qm
supi nte a qUesto sobre a
exist ncia do absurdo para
r nina nova discusso a
resp teria; observa ter sido istojus-
praticon rmi ig ira resta a
materia, e iul-
- qui ba il surdo. Para cor-
, cita liguas preci 'entes
''. ut es, edil, qu
ninronn ni< nte | u re-
ent n. '1. que o pi -
atrerio se > -ta pi atii i i 3o lor
i lar o perigo e i
I i .a- i i- dae-
iii .!o.
OS i i:_ julga que i
ierra I -
I ne acaba de fa
un-
ge raes, con ; la ra-
- .-- (juina
- m que baja um icto da -- la .
lo, que tsa dis bs
fleies d'im
''" havia absurdo ; qo
lisse.se i -r Qi \i fu
! : -- portan to que len-
... j ,pi,
; i ri -..-,, niedi ir-s
pn limlnar nai
- uir un i ili-i U-- i regular, e qu
- .i (|iiil oabsui
patfDti
io dere derlai
na ser rado i i
ilra lamb m em
te requ do Sr. -
"iO.
que a idiado o projecti di
: ra ser i ta mal
einouti iao ijuando lor dado
I ra ordem lo I i
O Sr. I jolg i qui o tempe
dere ser econoii ira as
- ras; i que como
n de fil! ir di-.-;.- que nao <-
; : nntestai i- obsi r-
; indas pi lutoi d i mo "5o e o
'_ i ii i:: i- mostrar, que ti m
m-' ladi I.- o 'n i. 123 to
que He I u ropn *? t n oca i ntre n
reconheciinento de i|ue o vencido
ncia ci ntr idi cao ou absui -
I [u pela qualid idi d i 0< d s.
i do projet to si
'i que elle eni : surdo
tido.
m qui o gimento nao man
- ilarunia ion.o aquetl i que
,0" -. e qui qu
dd le que inco-
sur lo, m-n disp .'- ido i
I: ti ndi i,ti. tanto i i -
- tei Inri lo qui a mati i ia > impor-
preciso un remedio, o orador
leo. que devia requerer o adiamento dp|-
iscutid o Sr. presidente a
quui -- d i | :.. i!o da.
a mal liscui da posta a roto
> kbm o r i rej i-
do *r. Francisco Joao,
ira ein segunda i feto n. If
i* l i em villi .i porfiarn d>> Farr< n
lag i de Flores
" s "'' -- i' rgui ta u
: a !-[.. ito d
ste pi ojecto.
OS A -- responde, queseourio
ao i doi i! i provini ia. e que i u
arcomandi u isua ii forraaco fvoravel-
ii. nti
0 Si Tiques: !iz. qui na prmi ra
' "- 'i -dir aigumas nfi i nia-
- pai i i di i" rotar consci .. mu nte .->
fen M villa que Ibe nao I
oiga qu qu-,i .i j.
iHgai i ni i i. o ..u inovi-
mi reiat, o""a ib r ik suas pro-
tistriaes e mi -mu o ti ido de su u
os iiiiinii ipios e i s cin un.-
. i i Isso ii. md i i mi sao si guinti
reqm rim uto -nado lamb m j i nln -
vi di pul idi -.
Requeiro. que sr r.u a o encarregado da
. Pauta Catal, Mtmott
m
1 i ;' ntr i em o con. o pro-
/ i lo.
". Sr. Lopes Cama diz, que, lendo sent-
i" f*"a tido, .ni queaeaba deallai
o ii. d. qui precede, i i- spi ito d itas re.i-
'-'' .n ir intudo ob*4 r-
qw a .-- mbl muil.- l., pres-
cindido dessas inl qu. reoo
...
utos : entretanl
I. -iii. na villa,
1 I qui nos i ,,Ul. os
les e i

qm
irea
Esl. ii-
- -un
al-- vio a mesa,
entrao em disansio a- seguintes emendas
Emenda Ja comnisso de polica ao art. A --
Supnrin -- a> palaanras n
ArL additivo do S.. Jos Pedro ~ A despeza
coma divida, e pagamento dos ordenados dos
eumregados pblicos, sen preferida aoutra
qualqu- r j
Art. substitutivo ao25do Sr.Jose Pedro
Com osuibilados tendo osprotessores dephoro-
nouiia ,'pliilosoptiia. e geosraphia o ordenado
annual de 45W rs., na conformidade do art. Hi
do plano de 17 de IWereiro de 1^0 que rege
Interina oljceo: ai. -- ste sen-
tido o qnautitalivo.
K |it Sr. Lobo Jnior Art. 9. De-
pois daspalavra n. 94, diga-si Com excep-
rca do numero de alum-
no^ 0 ni lis orno no artigo.
P na do :*r. Florines_ De-
pois das r i O* botos, e velhos direitos,
,iM.. pac :. pregados provincial s -Fica
- --desdeja, e o mais ionio no
artiu
] i Sr. P ioripes par i ; Com o pagamento da quantia, em que foi
i Tan nda provincial, por sentenca
nbtidapor ose PedroVel-
?rs.
lio >r. Floripes -- Aug i -se o quantit Hi-
para a cathedral-tie Olinda commais
.- | ira o pagamento da congrua do Deo.
S. a R.
i-. Si Floripes -- Suppi im i-s a emenda do
I uju qui pass iu i ni > gund i di* u -
lo re .: -i tos cofres provincial s os
di daspal al i d i guarda nacioaal
antinuarda ser arret idados na secre-
' goremo a beneficio dos respectivos em-

da da coinmissao substitutiva. No art.
_ de550 OtaVrs Diga-se 618 5
Suppressiva departe. ~?o ut. 335.< Snp-
io-se as patarras Eli vandoe a base
ilr o lini.
Suppressiva Xoart. 38 Supprima-se o 18
-- >niu 33i6 Depots dapala-
vraevenl dig Obervando-se aregula-
o di l^rl dado para o mu-
I ii rl*
dditiva >*oart. 82 ^27 Depois dapal.avra
-- : (ja-se Na conformidade do airara
13 | maio di 1809, e do regnlamento pro-
: di polica de 2 de juuh
1842,
Additiva.'.Noart. 824 Diga-se, -depois
,rte i oni i sci peio .io capitulo 1
irt. 4. capitulo "2. e 7.
Emenda Suppressi^ i .1 par
No ait.. Supprima-se desde s palanas
- : gral ico n.'' o nra e na inpoi
cia dfg i-se -- I "'-"- rs.
Substitutiva No irt.7. Diga-se '"om o ly-
ro da < idade do I. tendi os prof ssoreso
honi rs., o di francs, ingles, e
desenhi F rs., o obstrelicia e o< ad-
iun i .- rs. i i um divididlo estes
honorarios ndi>liiict-aiiiente conforme o ai t. 1..
lulo -. da i. i n. 4'i. e onti tupiada a grati-
: 39 rs. doprofesi r de rlietr rica se-
gn lo o art. 3.' da \i i n. 76 -- lo^SOy/.
Additiva. No art. 10. 1)> pois da p il ivia eon-
ven i- nte. diga-s Conservando o actual subs-
tituto dascadeiras d'esta cidade ooidtnadode
: -.. qur- tiidii 33:6604 r.
Additiva. No art. 13. Depois da palavra i -
icial, diga-se Contemplada a divida de (534ttS
rs. i nntrahida ]elo hospital ni o anuo lindo.
AjA ^ rs.
Additiva. Kart. 14. Depois da palavra Olin-
da .'. 1--^ --s ndo 26M rs. para a fabrica
0 mais como no an inenosas palavras Com
a fabrica. I2:?0ty rs
tdditiva. Nu art. IJ. Angmente-seIneiu-
osdanova fregueiiadoOuricuri-27:(-5"*/rs
Additiva. Noait. 22. Depois da | ilavra po-
-. diga-se incluindo-se 8194390 rs. dos me-
imentos fornecidos antei ormente pelo res-
[i. i tivo boticario. 4 819/3! 0 rs.
Substitutiva. Noart. i. Diga-se Com ia
sociedades de medicina ede mecnica desta
idi -. ndo para esl i 500/ rs. h.Oty rs.
Additiva. Ko art. 29. Depois dapxlavraln-
dic : se -- E trsducco eomnleta d t ;
de Mr. Rohi tobreacultura doalgodao.
Artigo additivo s disposicoCs ge ra >. Fic
extincta a inspeceo do issucar, ealgodo.
Emenda additiva -- Iiepois da tabella n. I, di-
ga-seOs escripturarios em quanto servirem
.< ncerad cin< o quotas cada um, e loiu este aug-
t.ir.i a divisao.
Km-nda additiva. I), pois da tabella n. 2 ,
diga-se Os segundos escripturarios em quan-
to servirem v< ncerd sete ijiiotas eadaum e
< om e Do Sr. Rebello Restabeleea-si a gratificacau
! "i'.1'; rs. concedida pela> leis anteriores do
i .im. uto provincial ao thesoun iio da nu >a du
consulado.
Do Sr. Taques Art. additivo Os feitos <].\ fa-
tenda provincial corre i ao no foro eommum ob-
indo-ae o prveesso marcado uaslcisdafa-
11.
I Sr. Alcanforado. Art. substitutivo ao art.
v Com o seminario de Olinda, fcando el, -
o ordenado do substituto das aulas theo-
ijuji rs. :> 251 rs.
IioSr. Alcanforada. Noait. 7.*, diga-ceCom
o Ijco da cidade do Recifi t" ndo os piof sso-
res inclusive o d# francs, e ingles 1:000/ rs
dedeseobo 800/re., o mais como no artigo,
lugmente-si a vi iba necessaria. S. a I>.
Do Si Alcanforado. Art. Nao baveudo lanza-
dor aos n> n> que frem aquiahoados faz, nda
provincial para pagamento da laxa do sello d,
nerai isfcrmldadi do ngulamento n.
156 di 28 : ..! !v4-2 tero os ditos bens
inmediata mate adjudicados a thesouraria .i. -
vincial, lavrnndo -he termo de entrega ao pro-
i
Ait. F.st. I m. lorem d.- raiz.si raoarren-
; poblii ln qm rim nto do pro-
podel ::: ,'HltOi is
: <
tal-os: ]
arremal um_

. rn piara e vendidos pelo tnaior preco, que i.,,
,,(|. ,.. ido,
Art. rica creado mn sollicitadoi privativo p.aia
,, lusas 'I i Ihesoui u ia provincial, com a gra-
io inuual de 300/rs., o qual sera in.nr i.
do. edemitlido pelo presidente da provin w
sob proposta de respe tivo procurador-fiscal.
Do Sr, Figueiredo. Art. substitutivo di todo o
U[ j \ .. (.om a catbedral de Olind i im Iniu |
v a despeza do corrente anuo financeiro --
22^60/ rs.
DoSr. Figueiredo. Ai t. additivo. Fica aulori-
sado o presidente da provincia a despender da
cifradas despesas erentuaes, com a sociedade
; > mecnicas a quantia de um a dous eoli-
tos de rs. pela m.ineii i, quejulgar mais conve-
niente a aniiiaro da mesina sociedade.
lio Sr. Figueiredo.Art. additivo Com a pro-
i do corno de Dos 3o/ rs.
lio Sr. Figueiredo. Emenda ao art. 25 As
patarras Da cidade do Reeife acoreseenle-
se augmentando-se mais 50 lampies 0 mais
como no art.
Do Sr. Aguiar. Se nao pascar a emenda do Sr.
Figueiredo sobre a catbedral de Olinda suppri-
iii i-se B mi ba.
Do Sr. Catanlio. Emenda No art. lo lup-
priiuao-se as pal ivi is continuando a disposicao
do mr. 12 'l i le n. lio c diga-se restabeiecen-
i disposi io do art. 12 da lei provincial o.
90, qne com ede aos prob. ssores grateaco pa-
ra aloguel de casas.
Do Sr. < .itinlio. Art. additivo Art.--la i
ida i seguinte contribuico extraordinaria
dui int'1 o anuo da presente lei.
. I. Todas as pessoas, que receberem veni'i-
!os dos cotes provinciaes por qualquer ti-
tulo que seja tic fio sujeitas a imposicno regu-
lada da ni ii. ira si guinte .
|i 500/ ......de rs. 2 por cento.
lie l:0lKW i 1:51 rs. .'5
De 1:500/ 2:000/de rs.4
De 2:000 2 500 D 2:500 .i.'.iHMi; de rs.6
Di 3 ihij 3:500/ rs
]i. 3 5004 i 4:00 d.- rs.
De -i OOO de is. em di une 10 n
. 2. io exceptuados da regra estabelecida
antecedente os vencimentos da torra po-
Sa palavra renciinentos secomprdten-
n quaesquer einoluincutos que se percebe-
rem as sei n taas, ou quaesquer estaces pu-
blicas.
;. i' governo estabelccer o modo de arre*
pst i imposi(ao.
Do Sr. Barros Cavalcanti. Novos, e velhos di-
i. ito- -- Diga-se J por cent') filialmente,
DoSr. Carrosl a\ ilcanti. Ao art. 12. Eleve-
si o quantitativo a I0500/rs. sendo 2:000/de
i-, para l'oi in ciiiu uto d'agua, e luz e 1:500a i^.
para siipprimeuto dadi-peza do hospital regi-
iiu ntal.
Do Si. Gilirana. -- Ao final do art. 9.*accres-
-se Ficando dr sde ja removida para o
ni ito da S.de Olinda acadeira de primeiras
I' ti is di- un ninas di' Itainaracj.
Do Sr. Francisco Joao -- Ao art. 5. Com a
thesouraria das renda-i provinciaes elevndo-
se o ordenado do secretario a 1:090/rs.. ornis
coma no .n t augmentado o quautitativo.
USr. Miiuuil J:mpiim : ytlaotdem) Xiido .
que impossivi 1 poder-te prestar attrncAb a tan-
11-1 imndas.' Eutrou < ni 3:* discusso o oica-
ineuto, cabio sobre a mesa um chuveirode
emendas que nao se pude saber o que ellas
conten; issiin *eu arbava, que conviuha man-
Idar-si imprimir todas estas emendas e depois
11 ntrannos eutao n i ili-> ussao di lias.
E" apoiado e i ntra em discusso o seguinte rc-
, qm riiuento do Sr. Manoel Joaquim.
s= Requeiro, que todas as enuiidas sejO m
| i --.i> ,ini. s de i iiti.ir. ni em discusso. =
OSr. fi inctseoJoai : Eu pedi a palavra pa-
ra perguutar, se adoptado o remedio, que Ib-
li inbrido |ii lo n. d..qne me preceden, pode i lie
- i luaisyigoroxo ; porque inipi i ssas as i nu u-
das para ntran m em discusso em um dia. Je
terminado, m -s. dia pode appareccr ouira cliu-
v i le i m< nda : p< i-untar, i a V. Exc. se seria
possivel descobrir-se algum chapeo de ebuva
jiara a nova chuva que tem de appareci i.
CiiiiiMuui w-tiuy.
HBS
CoiUin nica (i o.
guando aopposicao, colinda em flagrante, era
acensada com ,ia suas proprias palavras, exara-
das ni 5--i I pipei que Wi ni cobeito a iliipicnsu
de Pernambuco de oprobrio e iufaiuia, de que-
rer attentar coma a trauquilidade publica, alm
de- immoralisar a populacao, ya licitando a liar-
te inexperta della coma a legmiua autoridade,
ora di su nimio ou entorpece ndo a benigna influ-
encia das l< i>. oa levantando gritos sacrtgOS
contra o tlnono imperial, e ai i.i-t.indo a ua
inagestade ao mel da sua ibuuunda flea, ora
ni iiii lomando e sautiticaudo a nbeldia, e
com ella ameacando, nao ja quelles qu' tiuhao
em uiiio o leine do < st.ulo.inas at ao Mi sino, era
cuja noine era esse bine dirigido ; quaudo '
opposieo, du< mus nos, ra urna ou outra vez
assiiu aci u-ada, bradava ella com hjpocriaift:
-- Isso ln calumnia; calumnia alroi! Oque
nos queremos be nao ser governados por essa
oligauhia, que faz do goveruo da nac.au um mo-
nopolio em sen pruvi ito o nue nos qu< ren.os
lie ver o Imp. r.idoi rodi ado de subditos Res '
esta provincia idmiuistrada ]>ur uutro qualquer
honieni, com i tito que nao seja o Kaiu da Bfja
^ isla. F. quaudo pensava que os seus exces-
sosestavo esquecidos, voltava ella a carga, dl-
zendo. que para obtei estes Rus envidara #Wo,
tui/i. i ii i ilicaria.
t-oui si nu Ihauti < lius fcil Ibe era angariar ao
seu partido todos os cegos aniautes di novida-
des, tuili i que, |.. rifid is a-, i spei.iin,.i- di se
arromarem oui umgovciiio, pocui logo a mira
--ni. -. i --. .iitiii
i vi a seu lado p ira Ihe apoiai us gi I i d coin-
| -- | .i.i Ihe .1 u im i li ido
sideravel: pon ni .1 maioi part llu-

e sangu
. LO JiOl lia IOS od...


f aarn
aaw)m.w.J. 'V.^*
~.%'-v w 'V<*j* --"">
S
.!,. satisfazer; queso os podein contentar a
dcsordem c o sangue, a pilhagem < o incendio ;
porque su assini lica saciada a sin brutal feroci-
ade. Hole 1fv.ni estar desengaados : boje
nao lia mais lugar a duvidas. o que a opposieao
quera nao poda ser manifestado todos os mo-
mentos ; lora dcsmascarar-se inulta : o teinpo
be quem devia tra/.cr o des j)o chcgou ein flm.
A opposicSaquera a mudanya do ministerio :
pois ah tem o ministerio mudado ; nao por
qualquer outro, mas por un que Ihe mere :e as
svmpathias.que marcha pela senda designadape-
la opposieao. Ja o que bontein era inslito,ille-
ifa, revoltante, desptico e perigoso.hojc lie lici-
to, honesto, legal, prudente, o que mais picr a
opposieao? Queriaque os ministros fosseui en-
horcados, 011 ao menos apupados ou espantados ;
quera que fossein mudados,nao por un decreto
do Imperador.mas por nina rusga,qucuslassc o
sangue brasileiro, salvo somonte o seu; e corno
assiiu nao periuittio Dos que acnuteeesse, ei-la
anda no menino estado de di scoiitentatin uto ;
-la ein furor e ral va,
A opposieao quera o Sr. Baro da Boa \ ista
i,na da presidencia : all tein a opposieao na pre-
sidencia un lionieni, nao qualquer boineni, co-
mo ella inculcava que a satisfara, mas una
pessoa estranha aos partidos, pie leein jogado
as cristas nesla provincia, pura ein sua vida po-
ltica, como na domestica, e, para ludo coi ni
as mil niaravillias para a opposii;o, avessa aos
ltimos ministerios. O que mais quer a opposi-
eao ? Quera que o Sr. Baro da Hoa Vista fossi
toreado deixar a presidencia por nina rusga,
que a dcixasse no nielo de assuada e insolen-
cias, que essa mudanya custasse sangue e mor-
les, e nao pode sollrer, que de mais a mais fos-
se elle o proprio que petlissc a sua demlsso, i
que pela demora (la soluyo do governo impe-
rial passasse a administrarn ao \ ice-presidente.
A opposieao 'uo pude moderar as iras, quaudo o
ve admirado por todos os niparciaes, abein na-
do pelos boilS, estimado pelos amigos, e Pili seu
furor a opposieao rala-se, inorde-se, blasfema,
cuspe injurias, e vomita amen as contra todos os
pie nao coiniuetterao a Infamia 'de se envolver
jias suas inachiuaydcs di- anarebia e attentados.
Estes he que erflo os verdadelros desejos dn
opposieao; para la he que se dirigan as suas vis-
tas, tudo o mais sao proveilosque ella mo des-
nri /a,mas que nao a loe npleto. Para saciar-llie
a sede devora dora era preciso que Ihe f&ssem ce-
didos todos os empregos, todas as rendas da na-
co, todas as honras e distiiicyes ; para salisl'a-
zer-lhe o insano e ardente dselo de vinganya
ie preciso que desappareco de Pernainbui u os
hoinens que tiverao o arrojo, nao s de Ihe nao
cederem o passo, como at de Ihe frustraren! os
planos, que sacrillcaro pela ordem e trailquill-
dade do sen palz quauto llies foi por elle exigido.
I', se assini nao he, se a opposieao nao tem esses
damnados intentos, que com tanta raso Ihe Bt-
trihiiimos, porque procede da ntancira porqui
a fax ?
Mostrando cada vez mais cyuisnio e mais furor
ella insulta c calumnia, e nao contente de ludi-
brlar o circulo mais prximo da sua principal
victima, eslende aos mais remotos as suas inso-
lencias e insultos ; injuria a provincia iuteira,
lando-a como un covil de assassinos, e fiugin-
do-se ein perigo h va a ousadia e arrojo amea-
ear de assassiuio aquelles, que osteem soll'ridn
com una paciencia sein exemplo. Sein pxciii-
plo, sini; porque nos pases mais civilizados do
mundo, por milito menos doque a opposieao
tem feilo ein l'ernaiuhiico, seus infami s rserp-
tores nao < stariao inclumes : 'in toda a part
os insultos sao sempre seguidos da desaflronta.
e pata Pernambuco eslava reservado esse exem-
plo de inaudita inoderayao.
Oh! heinuitoabusai da nossa paciencia.
Mas nao pense a opposieao (|iie nos adormec
a vigilancia, inventando essss fbulas de assassi-
ntos; nem que nos amedranta com a sua es-
pantosa Influencia, com as suas poderosa! fami-
lias. Ha multo lempo que nos sabemos, e ati'
chegou ao couhectinento do governo, que ella
trata de assassinalos desde os seus prilliellOS
pasaos : o punbal < o bacainarte fazem nos seus
club a ordem do iiia, e urna \ clima est ha
milito designada : para encubrir a sua malvadc-
za, para adiar un pretexto i execucao dP seu
damnado plano, he4ue a opposieao tem inven-
tado snccessivanienle esses assassinatos de seus
membros ; mas mis estamos ; lerta. Se o des-
preso com que temos tratado os seus escriplo-
no for o recurso de todos aquelles, a quem as
suas inmundas follias teem atacado, queixe-se
le si mesilla : limite-se a la ei opposieao, imite
os hoiiieus de beui descontentes do governo,que
nada Ihe ha de succeder : insultar nunca foi la-
zer opposieao, e quem insulta est sujeito aos
resultados, que essa maldade tras oomsigo. Mas
seja qual for o pretexto que a opposieao ache
liuin para ousar poras lilaos, ou iiiaudal-as por
nos hoinens que teei'n esgotado a prudeiicfa e
sollrinieiito, nao pense que passar a cathastro-
phedoseuhorrivel drama,como teem passado os
de mais actos. Desengaue-se a opposiy'o, senos
uo temos, como ella, a vantageiu de manejara
faca e o hacaniarte------gloria sdclla------ si nao
conhecemos os sicarios, que a opposieao sabe
que ha em toda a parte ; temos bracos e bracos
vigorosos tambero no pello nos pula o amor da
vida ; e esses bracos nao ho'de Huir crusados
ao vermos qualquer aggresso contra nossos cor-
religionarios que tambero sao nossos Irmos:
deseugane-se a opposieao ; nos conhecemos dos
seus membros, os que sao sanguinarios, os
que se honrao de laquistas e assassinos, e o san-
ano da victima que elles anhelfio nSo ha de ror-
Ki iinpiiiiemeiite nem as lagrimas que elle ar-
rancar bao de correr de bable. Todas as dcs-
culpas por mais frivolas que sejS.tcem desap-
paifcido se a opposieao insulta a todo o mun-
do, se julga decente e prolieiia para ella a pu-
blicaco do Cmela do Joo Pobre da Diario No-
vo do Inunda etc. carregue com os proes e os
precalcos da sua infamia, e nao se atr< va a mais.
porque se se aln ver nem a honra nem o de-
vit nem o patriotismo nos obrigo sofiirel-a
.iti' rsse ponto.
Bcllicta essa pandilha refli tao os seus euer-
guiueuos uuadoisea, que he tempe de j>0i
termo i tanta provocaran a tanto insulto .1
tanto desmando ; e essa reHeXao ser. sein duvi-
da pin seu proprio proveilo se entre 1 lia <'xis-
lireni anda bomens que 11S0 lenho perdido
de todo a rasao e o pejo. Se nao o uzcreui sua
alma sua palma : sobre suas eabecascoiitiiiua-
rd a cahir os anathemas, pie elles tem lesa
liado elles a infamia do sen proceder .i el-
les todas as suas consequencias. Por nos esl.i a
justiea earasSo, e ajustiea e a rasan sempre
drao energa 'forra ao honiem ainda oinais
apathieo e nos nao estamos em apathla.
l.'m governista.
TT'*^l>^>-t?'. ~
...... -.
Pblicacao a pedido.
andega.
liendiinrntu do da i...... 5.327/205
Detrarreguo hojt 26.
Af.ini Xilia diversos geueros.
ftrigue americano Lopcr diversos gneros,
.rigue inglez Adventure caryao.
"T __JI"" IIF"liJ_ l-.i-------L.
^iovimento o Porto
no seu cscriptorio, 11a ruada Cadeia do Bccife
' [>ai 1 o Rio-grande do Sal sahir no l.dc
,;,, 0 brigue PaqueU de Pernambum, recebe
nicamente passageirosccs'cravosarete; quem
pretender qualquer das 1 ousas, entenda-se com
Leopoldo Jos da Cos 1 Uaujo na ra da Moe-
da n. 7, ou coin o capitao bordo.
..Para o Ro de Janeiro segu vagein no aiali
,, brigue-escuua fonilo Porto, recebe passagei-
ros, i' es< 1 ivos a l'rete; os pretendentes drijao-
sc ,1 i, indino Vgoslinho di 1 arros.
I'itrnhcns que ao publico dn o hachare! formado Juan
de liarros Falcan de Albuqaerque Maranha.
Qu'est-ce quevertu .' Benfaisance envers le pro*
chain l'uis-je appeler vertu aulle 1 lise pie
ce qui me faitdu bien? Je suis indigeut, tu
es libe"ral. .I" suis en danger tu me tecours.
Ou me trompe, tu me dislavrlt. On me
m'glin1', tu me consoles. Je suis ignorant,
tu 111 instrus. Je l'appcllerai sans diflicult
vertiieiix. Yoliaire.
Exige a probidade exige o reconheetmento
publico, que r.ieamos saber aos nossos conc-
dadaos. queo F.xin. Sr. Thomat Antonio Maciel
Monii'iro, barSo de Itamaraca ministro do tri-
bunal supremo de justiea do couselho de S. M.
I. lidalgo cavalleiro de sua casa eoinuieuda-
doV da ordem de bristo e vice-presidente des-
la provincia, tendo procurado a Franca, para
0 reslabeleeiniento da sua saude. le/, all as ope-
raeoes. que os baln is jirol'essores julffro con-
venientes ao sen estado plijsieo p felizmente
se restabeleceo de urna encrmidade perigosa ,
que anieai ava seus dias : pomas pessoas, d
iguaes padeciinentos enaldade, queja nao
e llrente, vencern, como elle .1 aCCUUlulacao
dos males, que o sobrecarregavao,e que desap-
|)arecerio de todo com as enrgicas e proli-
cuas appli'arocs, que se Ihe zi rao na Frailea.
Parece que a Providencia olhando para esta
poca de tanta con upcio e ein que sao raros
is bonicos vii tuosos. atienden ao benemrito ,x
l'Ain. barao de Itamaraca c quiz salval o lia-
ra honra e timbre dos l'eruanibucanos. Es-
tava-llie ainda reservado visitar a Europa per-
correr as Cidades da Franca e voltar anda
nina vez, ao seu paiz ornado das experiencias.
que os homens Ilustres em saber reporto de
mas viageris.
Fazemos este aiinuncio porque sabemos o
vivo iuteresse que o Exni, baro e integerri-
1110 ministro tem sabido inspirar aos seus eon-
eidadaos. Conservando na vida estrepitosa do
foro as virtudes pacificas, que sao o producto
de seu genio brando, e tolerante elleseinpre
1 espeiiou a scnteiica de un phlosopho que
considera a tolerancia un grande apanagio da
uiinanidade : // esl clair que luiit parlirulirr qui
nertcvle un homme on (tere, pane qu'H n'ett pat
le son opinin esl un monstre : elle linaluiente
nos tem demonstrado, que sua alma generosa
se tem mais e mais aperfeicoado todos os dias
0111 a pitica de deseobrir ajustiea imparcial
1 aquelles pie a tintino.
[tamarac, una villa, cujo nome leve
ser classicO na nossa historia. Autigauente fez
1 reiiuiio dos personagens mais distiuctas de
"ernaiubuco foi capitana e pertenceo ulli-
inamente I). Alvaro Pin s de (lastro e Noroilha,
I. marques de t ascaes \1 conde de Monsan-
o, senhor das villas de .aseacs l.oiirinhaa ,
\nsiia, e S. l.ourenco do {Jarro, do reguengo
deVeiras, dos inorgados de S. Malheus e S.
Eutropio, da capitana de Itamaraca, e fron-
leiro-niiir, coude-mr coutelro-nir, alcai-
ile-mrde Lisboa, do coucelho de estado, e
guerra embalxadOr extraordinario na corte de
Iranca, anude a sua memoria vive tanto na
tradicao das pessoas, que passa como prover-
iio a generosidade e grandeza deste senhor,
varo verdadeirainente grande pin que o
minio era igual sua nobilissima familia ,
pela represeutacao da casa de < asir, tao antiga,
que antes de haver em llespanha reis ,
os asceiidenies di Sia rasa a gO\ 1111.11 ao.e dijiois
1111 reaes alliancas, c nos mais eminentes luga-
res da corte, foro sempre os mais poderosos
de mis, coutros reinos, de Portugal, eCastella.
Agora S. M. 1. por un rasgo, que parece inspi-
rado, e no qual nao leve parte o virtuoso, c
Exm. Sr. Thomaz Antonio Maciel Monteiro, leni-
brou-se de o fazer titular, honrando-o, e a pa-
tria com a noineaeao de barao de Itamaraca,
que como j mostramos junta un nuvo es-
plendor as \ irtudes cvicas, e religiosas, que
se agregan 111 pessoa to distineta.
\ olte pois felizmente ao sen paiz natal, e venha
o Exm. Sr. baro receber as honienagins devJ-i
das. que seus patricios eamigossabera render-
Ibe, e gozar rill paz dos futuros risonhos, que
Ihe decreta sua patria. 0 povo 1 econhecer oli-
da vez nelle o seu proteitor, o homem aliavcl
com dignidade, o ministro nteiro sein oigulho,
o eoncidadao feliz sein aspereza, nem desdeni, p
todas as elasses liiialniente acharad nelle aquel-
las vil ludes que o roiislilnirao sempre homem
de tem, antes de ser hoineni publico e antes
de ser titular.
Dos climas europeos despregue as vellas
O rpido baixel, eo mar veneendo,
De NeplUllO a pe lidia allionte ousado ;
Porque o (i'o<; justo, e Dos protege
O honieui virtuoso, bemlazejo :
AsPhocas de Protbeo, amiento enorme,
Nos campos cristalinos, sali argento,
Kstendiio-se, brincando, da e imite :
Assiin os mansos ventos, respirando
Ama fresca e suave, blandamente
O llgeiro baixel ao porto guiem.
Sim,ousado baixel, ditoso sejas .
Traze is praias gentis da grata Ulinda
O lilho benemrito, pie ausente
Da suspirada patria, incoiisolavel
Se desfaz em suspiros, pxtre'iuoMi:
.lamis irado o pelago allrontoso
Tente un momento s fazer-l he guerra,
\ olla. illUStre barao. a patria lena
.Nenio $ahido no dia 24.
Barcelona; polacaliespauhola 4nifiBffli capitao
Jos Oliveira cara 1 alijodo.
:.>.,-*-.' **tiv -it-.
Edul.
a visos diversos.
O Dr. Joaquim Kmei Machado jut: de direilo da
primara cara docrime da comarca do Reclfe di
Pernambuco, t presidente do tribunal dos jura-
dos, vaprimeira scssoordinaria delOdeabril
i/i. ronnitc anno. nesla eidade de Ulinda por V
.1/. /. el'. que Heos ijuurtli ele
Faro saber, que nesta sessao d'entre os Sis.
ui/.es de l'arto que servirn Ionio mais asi-
duos os Senhores lente Vntonio Manoel Lo-
bo, Vicente Icncia Marinho, capitao loan
baptiSla la Silva MailgUnllO lente Auceilno
Jos Ferreira, Alexaudrc .lose Uornellas, loan
Nicolao Gomes da Mona Joo Soarcs Rapozo .
Joao Lsteves <\.i silva Dr. Nuno Vyquc d'Alvcl-
Ins \unes di' mito lugh'z, .11I01110 dos Santos
Lopes .lose Alves de raria capitao Manoel An-
tonio dos Passos e Silva. Jos Tavarcs Gomes da
Silva, lente coronel-Ignacio \nloiiio de lin-
ios Falco Jos Miguel de Sonsa Magalhaes J-
nior bernardino de Sena Dias Ignacio de
Loadla Callado Jos Eustaquio Maciel Montei-
ro, Antonio Jos do Espirito Santo sarata Ma-
no. I Marques Santiago Manoel Rufino de nar-
ros capitao Manoel de Azevedo do O', major
Joo Paulo Ferreira, Antonio Sebastian da Silva,
bacharel Antonio de Rorges Leal Jnior, Anto-
nio Bernardo Ferreira, Joaquim Ferreira Lou-
reiru, Bernardo Joaquim de Azevedo Joaquim
Marques Santiago major Manoel Alves M O lili 1-
10, Manoel >unes de Mello, cirurgiao-mr
Francisco Jos do Amaral Vicente Jos de 1 ar-
valho Dr. Candido Jos Cazado Lima ,Thouia<
Ida 1 uiilia Lima Canillara, Joo MarinhoUe
Sonsa l.eao. Profii'0 Vnlouo Esteves Joao An-
tonio de Oliveira Marques, Jos Mauricio I ei-
xeira de Albuqiierque Bernardo Ferreira l.ou-
reiro e major .los .loaquim de Alineida (iiie-
des ; faltou toda a sesso sem causa juslicada,
Francisco ( lambo das Chagas que por esse
motivo loi coudemnado Pin des mil rs. por ca-
da dia de falta. E para constar inandei fazer o
presente em virtudc doarl. -2S(i do cdigo do
processo criminal < publicar pelo Diario de
Pernambuco. ulinda lude abril de 1S4, eu Joa-
quim JosCeriaco, escrivo dos jurados o es-
erevi. Joaquim A unes Machado.
licclaraccs.
Companhia de P-ebiribe.
Os Srs. accionistas da companliia do ucana-
niento sao convidados a entrarein com nina no-
va presta9.n0 del) por cento 110 praso de 'M) dias,
contados desta dala. Becife IS de abril de 1844.
O secretario, I. J. Fernanda iiarro.
= No dia S de maio prximo vindouro ter lu-
gar a priuieira reunio ordinaria los accionistas
da companhia do encanamcuto, alinidese pro-
ceder elei\o la nova adininistraeao, e da que
est. em pxercicio, dar conta dos seus trabamos
e do estado da referida empieza: sao por lauto
convidados os Sis. accionistas para comparecer
remnosupraditoda, pelas! horas damanha,
110 cscriptorio da companhia.
0 secretario, t. J. Fernanda /asios.
A adininistraco dos estabclecinicntos de
Caridade avisa as pessoas, que, tendo expostos
ein suas companhia*, os nao apresciitaro na re-
vista geral do l. de marco, o deverao l'a/.cr na
do I." do p. futuro mez de maio pelas9horas da
inanha. e para evitar duvidas manda publcal-
os seus nonies, que sao os seguiutes :
Os Srs.; Salvador Ueurique d'Albuquerque,
Joo Francisco de Oliveira, Francisco de Paula
e Silva, Antonio Rodrigues Samico. Francisco
Luiz .Maciel, Manoel do Nasciniento da Costa,
Antonio Joaquim do Sacramento, \ tente Fer-
reira de Araujo, Jos Joaquim Pinheiro, Jos
Justino de Sonsa, Francisco Joaquim, Jos Ma-
ra da ( ruz, Joao Francisco de bousa, Jos An-
tonio do liego, Antonio I rain isco \ elozo, Ma-
noel ( avalcanli, Joao Ferreira dos Santos, Fe-
lippa Engracia Pogueira, Auna Dmbeiiua, Joa-
quina Mara de Barres, liara d'Anuncai o,
IgnezPerpetua, Mara dos Prazeres, Anua \a-
lentina. Bita Mara Barbosa, Uabel bandeira,
Francisca das hagas, Dellina Rosa do Amor
Divino, Joan na \ encima, Lconarda Rosa, Iza-
bel Luisa, Joaquina Maria do Espirito Santo.
Auna Francisca d'Araujo, Ignacia Maria doNas-
c iniento, Anglica Felicia, Candida Rusa, Ma-
ra
-- Vluga-se o prmeiro, ou segundo andar da
casa 11. wda ra do Rangel: quem o pretender
ilirij i-sc ,1 \ ciula da uiesina 1 ua, esquina do be-
co do Can 1 rero, que achara com qui ni tratar.
Preciza-se de um padeiro para perto desta
praea, e que s*ja perito nesta oceupacao, quem
se achar uesl 1^ circuinstan ias, dirija-se i ra
larga do Rosario junto ao quartel de poli-
lla n. IS.
__Preciza-se fallar com oSr. Joao Nieirada
Ciinba a negocio de seu nleresse;liajadeannuii-
ciar sua mu na. on ii no principio do Atterro
dos .Mingados casa 11 "
!Pcrdeo-se no dia i> do corren te inezuma
earleira rontendo usi'guinte: nieio bilhete da
lotera do Livranieiito 11. 633, una papeleta
portugue/a pertencente a Alexandre Josc Ma-
chado, e'.i-is. pin sedulas : quem a achar leve
a 1 na da Cadeia \ clin u..'<2, qne sera recom-
pensado.
-- Uugo-sc bons pretos para socarem assu-
car. por seren mullo possantes, e robustos, ne-
gros para carregarem taboleiro de fatendas p
moleques para venderciu pao;quem os pretender,
ilirija-se ao principio da ra Imperial sobrado
11.31.
Roga-sc is autoridades e agentes policiaca
que no caso de ser capturado um cabra escla-
vo, por nome Manoel, de idade de IS anuos,
.-(atura regular, com pouca barba, o qual au-
Kpiitoii-sp li iver. 15das de um sitio daVarzca ,
dci......nado Cttiaiitin e levou vestido calca
preta e carniza branca ; se dignemde envalo
mi coudu/il-o 1 sen senhor los Francisco de
l'ava, na povoa;ao dos Anegados, ra de.
Moioeolombn que pagar a despezaou grati-
.11 ai ao devida.
Muga-se por preyo commodo o sobrado dr
dous andares e soto na rua-Nova n.S, con-
certado < piulado de novo ; quem pretender di
rija-se ao mesmo.
D.i-seat a qiianlia de quatro ceios de reis
1 juros com penhores de ouro : na Rua-nova
11. 9.
__Precisa-se de um homem que que ira servir
de guia .1 una pessoa que perlendc ir para o
Sul; quem estiver nesta circumstancla .dando
Hador a sua conducta : dirija-se a ruadaCon-
ceieao da Boa-vista n. "2'>.
Aluga-se nina casa terrea 0111 buns coin-
uiodos, cozinha fra quintal murado cacim-
ba e vanos arvoredos : ua Boa-vista ra du
Cebo : a fallar na ra .Nova n.63.
.-Quem precisar de um relinador de assucar,
pode dirig r-se arua doC'ollegio 11. 15, que la-
char;! com quem tratar
conta algiiina Fox & Slodart.
__Precza-se de um bom ainassador, que en-
tenda beni de masseiras, no atterro dosAflbga
dos padaria n. 37.
Preciza-se alugar una escrava, ftuescravo
para aiudar aoserviyo de una casa de peque-
a familia, e fa/er algumas compras: na ra
Dircitan. 131.
__Aluga-se Ulna asa na ra do (.alabme
por detrs da Rua-nova a qual se d por sete
mil ivis niensaes a quem pagar 25000 rs. de
beiil'eitoi i as. por ser menos da nieladedo que se
gastn no concert.
Da-se dinheiro a juros sobre penhores de
ouro, ou prata na ra do Cabuga, loja 11. I. C.
Preciza-se de un caixeiro de 12 a Ib anuos
para venda em Coianna: na ra larga do Rosa-
rio n. 50.
= .Nos abaixo assignados participamos a todas
as pessoas que tiverem contas perteucentps no
fallecido Ciiillienne Stodart hajao de as apre-
sentar nunossoescriptorio na ra da Seiualla-
nova n. 42 at oflm do corrente mez para se-
rem pagas e nao as apresenlando at o aprso
cima marcado nao nos responsabilizamos por
PHBO-MAMATICA
OPRU1EIB0 SECRETAB10 avisa aos Srs. so-
cios que os bilhetes para a recita do dia "27
do concill principio a ser distribuidos boje
das Simias damanha ein diante na casa do
thesoureiro.
__Preciza-se de dous tres contos de rs. a
juros de 11111 e incio por cento ao mez, sobre hj-
pothecaem ninapropriedade livre. c desemba-
razada, advci te-seque a qiiautia empregr-se-ha
na'mesiiia propriedade; a quem convier este ne-
gocio, annuncie.
Preciza-se alugar 2 canoas, qucpeguemde800
Francisca Tavares, p Maria Laura d'Araujo. ;| |ootijolos: qm as tiver,'dirija-se a ra do
Sala das sesses d'adininistracao dosestabeh'-1 ganffe| 34.
eimenlos de caridade 23
cripturario, F. A. VavalranliCosuiro.
Ttaanini n .''. lili". >eg'^ff
le abril de 1 '__ Ailltia rs(a p0r alugar o segundo andar da
Avisos manlHiJOs.
casa 11. 4, da ra da Cadeia o qual tein um
grande soto, c se est resolvido a alugal-o mais
em tonta pessoa que d bom Iratameuro :
os pretenden tes dirijo-se loja de chapelleiros
da inesma casa para tratar do ajuste : na mes-
< nova e beni construida bareasa Flor do ma loja cima precisa-sc alugar un molcque ,
Rerife de Iota de 180 arrobas, carrega a fele ou negrinha que tenha 12 anuos para cima de
para Macer, e taiubein recebe carga para o Pas- idade o qual, sendo de boa figura e agradan-
so de < .amaragibe por onde pode fazer escalla: do a conducta, tambeiu se compra,
tein excelhmes cniumodos para passageiros; A pessoa que compran 11111 esclavo no
quem nella quizerc.11 regar ou ir de passagein, P.io-d'Alho ha perto de tres niezes ; annun-
d i rija-se ao n.eslre da niesnia, de fronte do caes de sua morada a negocio de sen interesse.
la allamlega, onde se acba fiuideada. = Precza-se alugar nina preta que saiba la-
PaiaoCeaia.est sumaca-nacional/V/r/Vi- var, cnguniniar c cozinli ir : na Rua-nova loja
de, niestre Ignacio Marques, quem nella quixer de alfaiate n. 10.
canegar trate com o dito inesir.-, ou com o seu = Preciza-se de fiOWrs. a premio, com liypo-
proprictrio Antonio Joaquim de Souxa Ribeiio, theca em um silio,





1

*-
. I
BOTICA, I \r,M \zi.\i DE DROGAS,
lll \ l>\ \l \Diti; DE DOS, V i."
Se VCndom as preparar.PS-SCguntes por pre-
co inuito commodo, le superior qualidade.
(inymi/'s Powder.
Colirio anli-ophlhalmico.
Este medicamento tem as mais enrgicas vir-
tudes para destruir com os bons.cl'elizos resulta-
dos, (juca longa experiencia tem mostrado, ludo
quanto sao uevoas, belidas, nfJamtnacdes ,
r outras doem as d'olhos eni que uSo preciso,
para seu curativo radical. usar-so los meios o-
peratorios # in ,1 arte piii taes casos indica e a
que o doente ueeessarianiente recorre. I ni spin
numero de pessoas pdeyj otti star com verdade
<>s s limares e lcitos d'applicacao deste remedio
prodigiosa ; tanto cm diercntes parles do im-
perio, donde tem .sido procurado como cm
algtnnas partes da Europa onde sen uso lia
ni ais tempo, conbecido.
Vi inesni i casa tamben) se endem tintas, c
nulos os outros objectos de pintara ; vernises
de superior qualidade, entre elles um perfeita-
incnte branco, e que se pode applicar sobre a
pintura mais delicada, sem que produsa alter-
ao alguina em sa cor primitiva. irrow-Root
de Vniniila sag ; salioiieles ; salan de \\ in-
dsor; agua deScidlitz; Limonada gasoza tinta
superior 'para cscrever; azul finissimo proprio
para ailar roupa. los de S-idlil'., c de soda ;
perfumarlas iuglezas huidas elsticas le lu-
iente ; eseovas, e pos para dentes; pastilhasde
murlatico de morphlna, c ipecacuanha ; p.isti
lliis de lii-en lionato di' suda, e glngibre; as
verdadeiras plalas vegel es uuiversaes do Dr.
ttrandreth, viudas de sen autor nos Estados-
I nidos, &c. &c.
Na casa da ra d i (doria n. recebem-se
meninas brancas, pardas, e pretas para ensi-
llar a ler, escrever e contar, coser cliam, mar-
car, fazer lavarinto, vestido, costuras- de alfaia-
te, doutriua christa e promette-se einpregar o
maiorzelo, e cuidado para o prompto adianta-
uiento das meamos: na inesma casa se alugo
de A a (i esclavas para veudereni a/cite de carra-
puto pagando-se por cada caada urna pataca.
Pcrciza-se de um caixeiro de 12 a \A anuos
para venda, perto desta praca, eque saiba cs-
crever: na travessa das Cruzes n. 8 venda de
Domingos Garca Parando.
Roga-se ao Sr., que cm o da 15 do corren"
le.mes trocou um nnio iiiihete das memorias
por um do l.ivrainenio na easa do cambio do
'Vieira, queira Ir a mesina casa desfazerope-
i|ueno engao que houve; e comosuaS. nao
.tem passado pela ra estes (lias c iiiimiiu por C
mi saber sua inoradla, faz-seeste.
l ni rapaz Brasileiro de boa conducta, e que
tem bastante pralica de negocio, se oiferece pa-
ra eaixeiro de cobranca, escriptorio, ou mesmo
alguiil arina/.ein ; quem de sen prestiino preci-
s u annuncic, ou dirija-sc ra da Assump.i ao,
Preciza-se ile um caixeiro Portuguez de ida-
dade de (i a 15 anuos destes chegados de ]>nuco
que i nlia algumapratica em companbia de ou-
tro mais platico: quein estiver nestas eircums-
iineias dirij,-se a ra da Santa Cruz II. .'{.
Preciza-se alugar una cozinheira escrava ,
ou lona ; na botica to Sr. Hdreira defrontc da
matriz da Hoa-visla.
l)a-se dinlieiio apremio com penliores de
ouro mesmo em pequeas porcuos na ra .No-
va n. 5T>.
lose Joaquim de Castro deseja tallar ao Sr.
Mauoel Gomes du Cortinhal da rreguczia de
o na cidade Nova,sitio do Sr. Gomes do Correio,
a rasao de 160 rs. por arroba.
JB
Compra-so um Titio Livio, que enteja em
bom estado ; na ra da Florentina n. I ti.
Compiti se eflVclivamonte para fra da
provincia mulatas, negras, o moloques de 12 a
20 annos pago-so b^m ; naRua-nova loja
do forragens n. 16.
0>mpr1i-se um mloque, quo tenha prin-
cipios do cosinheiro ; na ra da Cruz venda
n 26 du S Araujo & Irmao.
Compra-se a historia romana em portu
(jaez, e a obra intitulada Annaes das artes e ci-
encias sendo em bom uso ; quetn tiver an-
nuncie.
Comprao-se duasescravas, quesaibo en-
gommar bom ; um mulatinho do 16 a 18 an-
nos e mais escravos de ambos os sexos a
pessoas eonhocidas, pago-se bem ; na pracj
da Boa-vista n. 19.
Compra-se um pao para lip da com a
competente coberta em bom estado ; na ra
do Trapiche-novo n. 36.
Vendas
is figuras, casaU
ma duzia de ca-
nia da Ilo-
--\ endem se 2 escravos bonitas
e ni mesina casa, compra-se m
detrs depalhinhas cm meio uso na
di n. 42.
Vende-se urna prosodia em bom estado ,
da nona odicao ; na ra das Cruzes n. 14.
Vendo-c a propriedado de otaria com
um sobradinho o casas ao numero do I i, si-
las na Passagem-da-Magdalena junto a pon-
to grande ; ferrnos com arvores de fruto, por-
to do embarque, no mesmo lugar entro as duas
pontos; lijlos de alvenaria, ladrilbo colum-
nas, o tenas; na ra da Gloria, sobrado n. 59.
Vende-se superior tinta do marcar rou-
pa, a melhor que tem apparecido nesta cilia-
do porque nao larga indo a varrella expe-
riencia folla por varias pessoas ha bastante lem-
po ; na ru.t estreita do Hozario n. 27, defronte
da casa amarella.
Vendem-se duas bancas novas do Jacaran-
da feitas a moderna urna dita redonda do
meio de sala por 90^ rs. e um berc,o de Jaca-
randa feilo com inuito gosto ; na ra estreita
do Boza rio n. 32.
Vendem-se suporiojes charutos regala em
caitas, e a retadlo ; no bulequim da estrella.
Vende-se superior gomma de araruta a
320 rs. a libra; na praca da Bja-vista venda
n. 18.
Vende-se um venda ortida e bom afre-
guezada em muito bom lugar da Boa-vista ;
juem a pretender annuncic.
Vendem-se ptimos fogos do registocho-
ga los ltimamente de Inglaterra mu proprios
para casas do grande familia etn rasao de te-
rcio um bmn forno de ferro com 3 ropartimon-
tos queadmittem diversos assados e mais
lodosos machinistnos portencontos aos mesmos
logos ; os quaes teom a bondade de com um
s fogo poder-se cosinhar6 panellas o o for-
no ludo ao mesmo tempo pois o descanco e a
economa destes foges merecom toda atteneo;
tambem ha um c impleto sortimento de ferros
do tadas as qualidades ; na ra Nova loja de
ferragens n. 25. do Teixeira & Andrade.
Vendetn-so 3 caixoes para amostras de
venda sondo um envidracado, utna balanca
grande com pesos de 4 arrobas, umacaixa gran-
de que leva dezalquoiros de sal, um par do
eanteiros e mais outros portentos de venda ;
o cosinheiro imperial, ou nova artodocosinhei-
ro, edocopeiro, por preco commodo; na ra
do Camaro venda n. 7.
Ven lem-se 4 escravos bons para o traba-
dlo do campo o da praca; um ca'.al do ditos
bous para o mesmo trabalho o proto muito
bom carrolro ; dous moloques do 12 annos; um
pieto do meia idadepor 150^ rs. serve muito
bem a urna casa, e 6 ptimo para botar sentido
otrabalharem um sitio; 3escravas moca's, urna
ledas lem muito boa figura engomma cosi-
nha. e lava ; urna negrinha do \ annos.com
principios de habilita les, optitni para se aca-
bar do educar ; urna parda de 25 anuos, mul-
lo boa engommadoira, e cosinheira ; na ra
Vendo-so um cavado rodado, anda novo
carrogador baixo at meio, e tambem servd
para carro; na ra de Hortas loja do tarta-
rugueiro n. 30.
Vendem-se 3 pipas de agu'ardonte bran-
ca muitoclaru edo 21 gr t ; na ra do Li-
vramento, armasem do louca e mulhados n. 20
Vendem-se barricas o motas ditas com
farinha de trigo da marea gadego ; em casa du
Henry Forster V Companbia na ra do Trapi-
che n.8.
Vende-se porum motivo que se dir ao
comprador, um pardo botn sapateiro e sem
vicios ; na Rua-nova n. 46.
Vende-se por preco muito commodo um
piano pequeo de muito boas vozes b usa-
do; urna espingarda de caca de dous canos
muito boa um oitante usado, um relogio, sa-
bonete do prata e h >risontal; na ra da Liti-
gela n. 8, segundo andar.
Escravos ugdos
larga do Ito/ario n. 48
-;.................' v -*--... ....._..--.. ..
Santiago da villa Secca, termo de Ifarcedos do
reino de Portugal para averiguaeoss decertos
negocios ; tenlia a bondade de dirigir-sc a ra
d i Cadeia do Reclfe n. 5.
- Francisco Carrciro da Silva Portuguez,
lira-se para o liio-de-janciro.
0br. Joan de lama 0astos, ou pessoa que
SliaS VOzeS faca, tenha a bondade de dirigir-sc
i ra da Cruz n.8, a negocio de scu inlcrcssc.
Jos Antonio Lourenro embarca para o Rio-
de-janeiro o sen escravo Joaquim, Africano.
Jos Teixoira Bastos Jnior rclira-se para
Lisboa a tratar de sua sade.
A omeina deencadernudor, que o padre
F. C. del.emos e Silva dirige na Rua-bella
n. 45, acha-so provida de ricos ferros do dou-
rar magnificas placas de relevo excedentes
muros e marroquius de todas ascOres, com o
que pode executar as mais elegantes encaderna-
c6es, que se exigirem quer inteiras quer
artonadas ; e o novo processo que empre-
ga no applicar e bruir o ouro, torna o seu dou-
tado de una permanencia inlullivej. A mosma
ollicina se encarrega tambem de brochar quaes-
quer obras impressas com a perfoicao j co-
nhecida do publico, e a um preco moderado.
Offerece-se um rapaz Brasileiro para qual-
querurrumaco nesta praca ou mesmo para
armasem de assucar, ou para algutn engenho ,
pois d.i fiador a sua conducta ; quem o precisar
annuncic.
Arrcnda-se urna rasa de tclba e taipa ,
com terreno para plantare ter vaccas de leitc ,
na frente da estrada do Bongy, onde tem um
obrado, ahi se dir quem o ai renda
LJTEBIA de n. S. DU livkamento.
As rodas desla lotera ando impreteri-
velmcnte no da 13domaio ; o o rosto dos bi-
I he tes acbao-se a venda nos lugares docostume.
O abaixo assianado faz scienle a todas os
seus devedores quo Francisco Jos da Cosa
iiuimaresSobrinho est aulorisado a receber
todos os dbitos pertenccnles a casa do annun-
riante,fa?.er todas as transacos.e proceder pelos
meios judiciae. Antonio Fcrrriru da (asa
/raya.
Precisa se alugar dous escravos camaroeiros;
no pateo do Carino n. 13.
Compras
Compra-se effeclivamente toda a quali-
dade de osos ; defronte do tbeatro novo n. 11;
Vendem-se os pertences de um armasem de
carne assim como trapassa-.se as chafes do
mesmo armasem com o ronsentimento do dono
da propriedado ; na ra da Praia n. 33.
Vende-se para fura da provincia um bo-
nito escravo crioulo de 33 annos bonita figu-
ra robusto e sem vicio algum ; na ra das
Trincboins n. 22.
Vendo-so urna negra do naciio boa qul-
tendeira cosinheira, engommadeira, e lava-
deira ; na ra da Gloria n. 84.
Vende-se urna escrava crioula do 24 an-
nos bonita figura perita engommadeira, co-
se, e lava muito bem com urna cria mulati-
tinhodedous rnezeso muito lindo; um mu-
ialnho ptimo para officio, ou mesmo para pa-
gem ; na ra das Cruzes n. 41 segundo an-
dar.
Vende-se um grande telheiro, e os cai-
bros pertenccnles ao mesmo telheiro ; na ra
Imeila n. 38.
Vende-so cerveja branca de mui dor qua-
lidade em caixas de una duzia do garrafas-
na na do Trapiche n. 17.
Vende-se um annelo, um par de botos
de punho um dito de obertura urna cruz e
urna moeda encastoada tudo de ouro e 15
colheres de prala, assim como lambem latas de
niarmelada chegadas ltimamente, a 21 rs.
cada urna ; na ra Nova n. 55.
Vendem-se dous escravos moros du hn.
nitas figuras. proprios para todo o servico ;
na ra do Qtieimado o. 19 das 6 horas da
manhaa as 9 e das duas as 4 da tarde.
Vende-se urna tabolela de ourives um
pardo casticaes com laternas urna lanterna
bordada eum secretario portuguez; na ra
do Aguas-verdes n. 15.
Vende-se urna escrava de idade. co?inha,
lavadoira e tem mais algurnas habilidades;
na run do Pillar em Fra-do-portasn. 122.
Vende-se urna armacao nova muito bem
rolla propria para qualquer negocio, at pa-
ra loja de miudezas e traspassa-se as chaves
daca-a sita na ra do Pillar, em Fra-de-
porlas ; a tratar nn mesmn ra n. 122, ou no
Forle-do-Mattos a fallar com Joaquim Francis-
co de A lem.
Vende-se um moleque do 12 annos, com
principios de cozinha ou troca-se por urna
prefa que tenha os mesmos principios na
ra do Mondego venda n. 31.
Vende-se urna escrava moca, de nacao ,
de bonita figura sem vicios nem achaques,'
lava muito bem, engomma. cosinha, tem prin-
cipios de costura e quitandeira ; na ribeira
na praca da fornida, venda n. 3.
Vende-se superior gomma de araruta ,
mnilo propria para papas por preco commo-
do ; na ra das Cruzes n. 40.
Vende-so urna parda recolhida de 18 an-
nos de bonita figura sabrndo engommar ,
coser, o cosinhar; una dita boa costureira e
engommadeira ; una dita perfeita engomma-
deira ; dous escravos sem vicios por 7i0#r.. ;
um dito para todo o servico ; um bonito escra-
vo de 20 8nnos : um mulatinho de 13 BOROS
proprio para pagem ; urna parda do meia ida-
de, boa co. inbeira; na praca da Boa-viita n. 19.
Vende-se urna casa terrea na travessa do
Marisco e 53 palmos de terreno j com alicer-
ce i para duas propriedadvs, na ra Augusta ;
a ti alar na ra da Cadeia n. 14, segundo andar
defronte do theatro
Na ra das Cruzes primeiro andar do so-
brado do 3ditos, sito na esquina, que volla
para o beco do Paraso, vende-se um moleque,
ptimo sapateiro.
Vendem-se sementesde todas as qualida-
des, e cestos para meninos aprenderem a andar,
tedias de vidro dasmelhores que tecm vindo; no
ra daCrn* n. 48.
Vende-se um pardo muito bom sapateiro,
sem vicios nem achaques, cuja conducta se
aflianca ao comprador se dir o motivo por
que se vende ; na ra Nova n 46.
Vende-se o jornal da sociedade pharma-
ceutica luzitana ; na ra da Cruz botica n. 50.
Vende-se panno fino prclo de boa quali-
dade a 3/ rs. coites de lanzinha os melhores
em qualidade a 3500 e 4600 rs. os mais mo-
dernos lencos de seda para senhora a 1280 rs.,
ditos de la e seda do bonitos padres a mil is. ,
cassas pintadas a 200 rs. o covado chitas de
assonto branco a 100 rs., escuras a 140, linas a
160e200rs. .briin depuro linho a 440
rs. avara, pecas de bretanha do rolo com 10
varas a 2# rs. chales de la e seda e de la ,
e outras mu i tas fasendas baratas; na ra do
Crespo loja n. 12, do Amonio da Cunha Soa-
res Guimaroes.
Vende-se urna canoa do veda que pega
em 5 caixas, e unta porcao de lixos de sicopi-
ra e boa qualidade ; na ra da Praia serra-
ra de Constantino Jos Itaposo.
Vendem-se pecas de chitas encarnadas
com flores amarellas a 6# rs. e o covado a 160
rs. pecas do bretanha com 6 varas a 1200 rs.,
cortes de veludo Javrado para collete a i/I is. ',
panno lino azul a 6# rs. o covado e outras
mudas fasendas ; na primeira loja ao p do ar-
co da Conceicao n. 61.
Vende-se urna bomba de ferro, nova, com
armacao de pndula ; na ra do Queimado ,
loja n 23.
Vende-se urna olaria no centro dcsta ci-
dade e lambem noventa palmos de terreno ,
com frente a nova ra do Sol com bom porto
para desembarque e com todas as proporcoes
para se fazur um grande estabelecimento de
qualquer riaturez.a ; a tratar na ra da Floren-
tina n. 16, de nmnhaa al as 9 horas, e de
laido das 3 horas as 6.
Vende-se a maior parte de urna casa de 2
andares, com grande armasem, proprio para
Jbelucimento em chaos proprios.

Fugio no da 19 do corrente urna escrava
do nome Claudina cmluia fina, baixa tem
pouco mais,oa menos 20 annos, Jevou vesti-
do do chita o panno da Costa a qual veio pe.
quena de Angola, por isso parece crioula; quem
a pegar, leve a Fra-de-portas o. 45, quo ser
recompensado.
No da 15 do corrente fugio um moleque
denomeLuiz, de nacao Congo, de 15 annos
edr preta, cabellos grandes odios grandes
e vortnelhos dous dentes na frente abertos
levou camisa de algodozinho, e calcas do es-
topa tudo velho tem sitio visto em Fra-de-
portas fdzendo tranca de chapeo ; quetn o pe-
gar, leve a ra do Cabug loja do ineudesas,
n. 5, quo ser bem recompensado.
Fugio um moleque uonotno Thornaz do
nsco Rebollo estatura regular, ro.-to redan-
do e choio odios grandes beicos grossos, ps
e mos seccas nao falla betn levou camisa de
iscado azul e calcas brancas, fugio ha 20 dias
pouco mais, ou monos ; quetn o pegar, levo a
ra Nova, venda n. 65 co peda ponte, que
ser gratificado.
fugio em selembro do anno passado o
pardo Mauoel, olicialdealaiate de 40 annos,
estatura alta e magro, este pardo fui escravo
do fallecido Antonio Machados Dias, morador
do serlodc Garanhuns, e ha toda certesa do
que fugio pera l ; roga-se as pessoas desse lu-
gar o favor de apprendel-o, o remetiera seu
sonhor Manocl Joaquim Venancio do Souza com
lujado alfaiate no Atterro-da-Boa-vista, qut
ilm de pagar todas as despezas, gratificar
com 50# rs.
Nodia 18 do corrento desappareceo um
preto de nome Domingos de nacao Congo, que
uidava vendendo banna e gomma levou ca-
misa do bata encarnada cenulas do algo-
por proco commodo sita na ra estreita d,.
Ivozano; a tratar com Jos Antonio Basto na
ra da Cadeia do Recife.
Vende-se um moleque de 12 annos com
principios de cosinha ou trocase por urna
prota que faca o servico de una casa ; na ra
do Mondego, venda nova n. 31.
Vende-seo patacho nacional Carlos 12
(le muito boa marcha construccao brasiloira '
lorrado de cobre. com 5 ou 6 annos de con<-
tntto ancorado defronte do irapidie novo ; a
tratar com Firmino Jos Felis da Rosa, na ra
da Moeda n. 7.
Continuarse a vender na padaria da Ra
diretta n. 129 confronte a torre do Terco mui-
to bom pao de folha e tendido de muito boas
l..ru:l.as, ebemtrabalhado, assim como futas
t bismuto doce e d'agua e superior leile d
vacca se.n mistura ; e um moleque do bonita
figura crioulo, proprio para todo o servico
edelSaonos. '
ao da trra sem barba, s com uns cabolli-
nhos por bao do quoixo representa ter 24
a 28 annos, estatura regular, leicoos metidas ;
quem o pegar, levo a ra da Cruz n. 46, quese-
ra recompensado.
No dia primeiro do corrente fugio um ne-
gro de nome Miguel, de nacao Angola alto ,
magro, pernas e bracos compiidos, cabeca
grande no dedo grande de um p falta-lhe a
unha tem um caloinbo em um braco levou
nicas curtas azuos camisa de nscado do li-
nho com mangas curtas; quemo pegar, leve
a ruado Burgos n. 31, que ser gratificado.
Fgtu um moleque de 12 anuos de no-
me Adolpho, de Angola, bem ladino, ollms
grandes e esbrancacentos magro, levou cal-
cas de riscados branco com lislras azuos e ca-
misa de algodozinho ; quemo pegar, leve a
ra dui Oueimadu n. 43, quo ser granizado.
iugio do engenho Limoeirinho fregue-
sa da Estada na notite de 14 paia 15 do cor-
rente um negro de nacao Bonuella, de 23 a 25
annos, tem poucos denles, alto, secco sem
baiba, nariz chalo ps mal leitos tem mar-
cas de feridas as pernas e principalmente etn
urna que trouce pega ; quem o pegar, leve ao
mesmo eugeniio ou nesta praca, na ru do
Queimado, loja n. 6, que ser gratificado.
taga-se generosamente a pessoa, que ap-
prehender e entregar na Bua-nova n. 7 um mu-
latinho com os signaos segmnles : representa
ter 9 a 10 annos, rosto largo, odios grandes,
e na flor do rosto bastante feio e amurallo ,
barrigudo cambado, regrista, o cantador, in-
culca-se forro, u orpbo ue pai e .ni ; est f-
gido desde o dia 4 do corrente.
No dia 15 de dezembro do anno p. p fu-
gio um escravo crioulo, de nome Balthasar,
de ou annos, alto, secco docorpo, bem preto,
com falta de denles tenV> na canela da perna
esquerda urna grandechaga a ponto de quaudo
ando puchar pola poroa tem o dedo mnimo
ao p dtretto de menos foi escravo de Louren-
code Bruno Rodrigues Luna ( por alcunha Ca-
leoca ) queloi lavrador do engenho S. Cosme,
oa Varzea e ao depois mudou-so para o en-
genho Poeta onde lalIcCC vindo este escra-
vo a prava por dividas ; consta que foi para S.
Antao, procurando o engenho do Una, que
/o.dodoutorDantas, onde existe os s.i.s. mo-
coa delavrad.r ou engenho de Larangeiras,
onuo lambem tem snrs. mocos ; quem o pegar.
eveaseusnr. Domingos Autunes Vtacu
Kua-nova n. 7
tifleacoo,
na
que recebera 20./ rs. de gra-
Rncira nTtp. m M. F. w Fr*1844