Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08723

Full Text
mo de 1844.
Sabbado 20
O Diario|>ublic-ie l -
he "lo lrc* ""' '* Por . J.,a mip na [iilciu ,| rlljlll il<* Kll rfll
. dos as diasque nao forem san. hcam.s : o prego da ssiRnalura
,.. .junriel papos ailianladns Os annunciosdos assiirnanies sao insendcn
,, c o, Jos que nao forem raiao de SU res por linda A reclamar-oes deietn ser diri-
jilaii 1 'JP i '"* das Crutes n. 4 i.n i praga da Independencia lija de ITT011 6*8
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
GoitN!". e Parahvba, segundase sex.as feiras. Kio Grande do Norte, checa a S e 22 e par-
le A 10e l Cabo, Serinbaem Rio Formoso. Macey, l'orioCali, e Alagoas no 1.
1 1 e '-M de cada raei Garanhuns e Bonilo a ll) r J I re ca mi. i Boa-lisia e Hor-
as i l.'le _' dilo Cidade da Victoria, quimas feiras. Olinda ludas i.i das.
DAS da semaka.
15 Ser, laiilina Aud.doJ.de 1). da >. t.
16 Terea a. Engracia Re aud. do de O da 3. t.
17 l Miarla Knirelo Aud do J del) da 3 T
|S Quinla I. Galdmo Aud do J de I) da 2. T
l'J ."-exta i. ll.rn Lciri Aud. do J 'fe D. da '1. y.
20 Sab a Ijnei Hel. aud. do J. de 1). da 1. r.
>> I II-..! Al\ 1.. ... : 1.I..V B 'ti. I' lilil
*>| L)om do bom ptslor s Anselmo.
de Abril
Anno XX. W. 95
Todo
linueaoi
cullaa.
x jsaz.zttr.n am i a i n a
Moedade
dem de
acor botada de mu mesmiis; da MHI prule.icia, a-oderar-ao- r energa, con-
como prinoipUaso e s-re-n-s o-iaUdoi eom admirado entre as nagoes mais
(ProclaatagJa dt Asaeaabla Geral da araul.)
renda
17,500
1,7800
1,980
f,08O
.980
CilUIOf
Cambio* sobre Londres .o,
>i l'ari* A) rcis por franco
,, I.isbua 11" por lUl) d
de premie.
cobre 5 por cem.i e nao ia.
lenas Je linas liruiaa 1 a |*
HODU l'J DI IBBIi. compra
0f-Mo.d.dsMV. V.*'
n. l.yoo
de 4,1)0.1
I'raia f.iianVs
l'esos c.diimmnaref
u Dilos meticano
9,<'00
1 ,!M)l)
1 ,97
1,960
PHASES DV LA >0 ME/, DE ABRIL.
I'll \M-.-l HA IiUA 1W MI'./. UT. .Aliun..
na cheia a.Sas'i horas e 3t> min da manh.'ia il.uanova a 17 as 2 horas ell rron. da tarda
Iinguanle a'J as 7 horas a V> uiin da larda ICrtMcnM a'.'a aa 5 b. 45 m. da aaabaa
L
Miaga
Preamar de hoje.
i"_-t\" I'rimeira as 6 horas e 5i min da nunli.ia. | Segunda ai 7 lioras e IS minutos da tarda
,"7i.Tvrr-gm.ir.... ....... >. ..... ........ t
DIARIO DE PERNAMB1
____________________ ..... ...... :- i can mSmmUfr....... ......
.-TWWMt..
".^"SSrSPaaaal
ASSEMBLA PROVINCIAL.
Continuaro da sessio de l(i i abril de 1841.
Entra ?ui 3.* discussao o projecto n. 4 detes
anuo que revoga a lei provincial n. S:i de 4 de
malo 0 Sr. Jos Pedro : -- Sp. pres., antea de entrar
nadiscussio, eupe^oaon.d., que geassenta
daqni-llf lado (e por sita honra por sita
dignidade por dignidade da casa e para sal-
var-me das linputa96es, que pdem resultar
do si'ti discurso ; Iiaja de fozcr-ine o favor de
explicar algumas palavras suas que se achao
no penltimo discurso, que proferto sobre esta
materia. O n. d. disse conciuiudo esse sen
discurso, oseguinte: (ti). Ora, eucreio ,que
nteresses contrarios ao; do publico SAO inle-
icsses particulares, c isto provado aiiul.t
ni tis pelo que diz adinte o sen discurso (ron-
(tRUOU tem alguina cousa a dizera oosao respeito que
nos fex carga, di/., que os interesses que
advoga s;io interesses pblicos interesses
contrarios aos que nos adrogainos : bern v ,
que estas palavras deixio enxergar multo con-
tra mis, 6 por isso pcco-lhe, que as expli-
que.
OSr. Taques : -Se o Sr. pres. permute eu
as explico.
O Sr. presidente : Pode explicar-se.
OSr. Taques : -Sr. pres., entrar cu em Ulna
explicacao das palavras que piouuncici coi un
nieu discurso cousa certatnente bem diilicii,
nina vez, que estamos limito apartados do
teinpo em que ellas forfio proferidas. Para jus-
tificar as miiihas palavras, I'ra preciso que
troucesse !cml>rain;a do honrado deputado ,
as circumstaiicias fin que fallei ; declaro po-
lm que laido qtianto se acha nesse discurso ,
intciramenle liipotlietico e nada se dirije
aos honrados depitlados que tomirao parte lia
discussao contrariando o projecto. Sentindo-
meoil'cndido, ouvindo aalguns oradores lan-
carein remoques Insinuafes desairosas aos
defensores do projecto en disse entao que
se acaso quizesse ter igual procedimento que
poderla azer iguaes Imputa^oes mas que nao
o queria adoptar. Taini.em fallei em terem al-
guna honrados deputados confrssado, queque-
rio protellara discussao o cu disse 411c nao
podia considerar que a protellarao l'ossc diri-
gida por tuna rasao forte c justa que me pa-
reca, que havia algUina cousa oculta, e que
por Isso eu entenda queaquelles, que pro-
tellavSo a discussao se achavo eip urna posi-
,iio inais "desvantajosa do que aquelles, que
nueriao a discussao franca.
OSr. Fromeeo Jo : Ol Pon os Sis.
nueriSo a discusso franca c nao tomavao
liarte nclla !
O Sr. Taques : Estas sao as palavras que o
honrado deputado lalvcz aclic ollensivas c en-
tretanto nada tem de ollensivo. (luanto ao
interesse publico o honrado deputado bem ve ,
que cada un falla em interesse publico segun-
do as suas ideias. ,
O Sr Jos Pedro : continuando;. Aceito a
rxplicacao do n. d. porque declara que ludo
,manto disse era hipothetico e nao se entenda
con.nosco; mas de suas palavras nao se dediu
isto (larm a Mr).: em ftm, como o n. d. pres-
tou-se a sua satisfai ao quautO basta eu a
aceito, ...
Sr. presidente eu entendo que nao (levia
malS entrar 11. sta discussao. l se votou o pro-
jeeto em '2.a discussao c eu vi que (1 votos ni-
cos se apresentarao contra elle : portanlo ludo
n na uto se possa di/.cr agora 11110 aproveitara e
inalharcni Ierro fri. Alas, como un 11. da-
presentou aqui algumas objecedes as rnlnbas
i-ellexoes ieitas 110 discurso que piolen a
cerca desla materia couvein que BU as sus-
tente para mostrar que o n. d. nao tem inul-
ta rasao, e que essas objcccocs nao podeni
azer pezo para que a lei seja icvogada. O 11. d.
luincipiou, fclieitando-se por adiar me em nina
contradlccSo, e pareceo querer concluir dos
nietis proprios principios a iiicoiistitucionalida-
de da lei. Disse o n. d., que em una oceasiao,
em que se tratou da lei das estradas, eu quena,
que o artigo da couslituieao, relativo aodireito
de propriedade, fosse considerado sem restric-
caoalguina, e que agora que se trata da liber-
dade de industria quero, que a respectiva dis-
nosiefio constituciortnl soffra restrieces. On.
l estar lenibrado, que quando cu disse, que
o 'artillo constitucional respeito do di re to de
nroorledade devia se entender em toda sua ple-
nitude.eporcl.,seg..i..te con. a clausula., p.ev.a-
,,.. ,loi porque d'alh resullava a iit.lidade
publica, e evitavo-sc inconvenientes bem des-
astroso.. Estara tanibem lembrado, que quan-
do ni disse, que a lei que se quer revogar era
constitucional, fol tamben, em referencia a uti-
lidad* publica; fol porque mostr.. que a li-
berdade de industria sem essa restrlccoo nao
podia servi para conseguir o lint social, ura,
se isto una contradiccao, eu tanibeni me con-
gratulo de adiar o n. d. na mesma contradic-
cao; porque, quando se tratou do direito de
propriedade em referencia as estradas, o 11, d.
quera urna restricSo, quevinha a ser nao ob-
servar-se o previamente do artigo constitu-
cional; agora porni, que se trata da liberdade
de industria, quer O n. d., que o artigo respec-
tivo seja observado em toda sua plenitud.', seni
.1 menor r.'Slriceo. I'i'in veo n. d., que nao c
istoquedeve valer para provar-se a inconstitu-
ciou ilidade, 011 eoiislitncionalidade da lei, por-
que 11:10 ha tal contradici ;io em neiihiiin de nos.
Bu larei justica ao 11. d. ; quero, que enlendes-
se bem os arligos coustitucioiacs, e por isso os
quizesse applicar cora, 011 sem restriccSo, quan-
do iissim o exigisse o bem publico : dcsta sorte
a questo, que nos ocupa c a Utilidade da lei ;
se isto I'or provado, provada licar a sua consti-
tucionali .1 ule. (loncordamos, portanto, no prin-
cipio, de que as disposicoes constitucionaes, de
que fallo, devem SOlTrer restricoes, quando a
utilid ule publica, evidentemente demonstrada,
assim o exigir; e por isso nao tem validule o
sen argumento de violaco do direito de pro-
priedade, comquequiz provar aInconstituclo-
ualidide da lei. Eu Sei, que ess i lei viola o di-
reito de propriedade, porque viola-so este direi-
to, quando se restringe a industria 011 o empre-
go dos capili.es, que o o que ella fu mas se o
11. d. concorda eoiuniigo, que a utilidad.' publi-
ca, a felicidade do povo pode reclamar res trie- .
(-r.es 00 artigo constitucional, que falla da liber-'que baixe do preco da carne.
dade de industria, nao deixar por isso iiiesmu lucros dos monopolistas podem
de estar pela constitucionalldade da lei, se ella
I'or mil ; ciubora lira o direito de propriedade.
Falln o 11. d. tambem na InexequibiHdadeda
lei ; mas como nada apresentasse, que inereca
refutaeSo, eu tambem nada direi, alemdoque
j disse no nieiiprimciro discurso este res-
peito.
Disse mais o 11. d., que a lei era opposta ao-
principios da seieueia, que regula a materia, o
f entao o poder da economa .' nenhum raras ve-
tes deixa de apparecer o monopolio oquee
i'il'eito di certeza do coiisiinib. Se o 11. d. esti-
vesse aqui em certas pocas, saberla (pie temos
soll'rido teniveis monopolios. V l'ariiiha po
exeinplo (piando falta por causa da mingo n
produccao interior, e nos entra pdr importacao,
pude ser atacada por conipanhias que pai
isso se fbrnifio, o sempre inonopolisads, e
nosso povo milito tem soll'rido por isso, c sei
recursos, O inesino portanto se pode dar con
acame, e se nao podernegar, que estamos
sollrendo um monopolio sem que possa va-
ler-nos o principio da concurrencia. Mis disse
o n. (1. que eu no meo priineiro discurso tinha
mostrado que essa concurrencia se dava, eque
era benfica ao preco da carne, e como Ihe res-
pondesse eu era aparte que o prejo baixo de
que fallei eracm relarao a caresta da compra do
gado, e que nao era aquello, que poda apro-
veitar ao publico desconcertado assim em sen
argumento disse a final o 11. d. que eu prova-
va, (pie un. eracstavel, e que por isso nao
se conclua do incu raciocinio que o monopo-
lio era possivel. Oh Srs., pois eu nao mos-
trei, (pica luta entre os competidores resulta-
va sempre em favor do mais forte que era sem-
pre queiii viulia a dominar c d.ihi nao se con-
cluir que depois d -ssa conquista os compe-
tidores eom difnculdade de novo se apresen ta-
rad 011 (pie c bem possivel a existencia d'al-
giins apar dos que tlveremo monopolio sem
....... por isso que os
escutir-se pou-
i-ii dessa competencia .' i.otno pois dizer-se ,quc
nao ha permanencia no monopolio .' Nada fez
o 11. d. eom esta sua rel'utaeao.
O 11. (1. levado por um recio infundado af-
feiOU limito os elleilos do monopolio que diz
resultar da lei; o eu direi que o recelo que
l. -Mlll.il.l 11,1 ni t- cu un* !*. "* *' 1 *!"'
devenios ter c o do monopolio, que actualmente
existe e nao O da lei (|iie posto soja um 1110-
ia, o nopolio por quinto o caracterstico do mono-
ue era bastante para so concluir, que olla nao polio c a restriccao da concurrencia, todava
o boa. O principio econmico, que era prhnei- u3o traz os seus eifeitos, que sao adiminmcao
ro lugarcitouo n. d. fol,que o melhorjniz de do consumo, o o alto do proco, o que esta pro-
o individuo qiieni elle i videnciado pela mesilla lei. Anda
citou o n.
lalouer interesse
O II.
d. ontro argumento quando disse que a lei
ora opposta a lei das cmaras, que prohiba os
monopolios e nessj occasio ontro n. d. desle
lado disse que era anti-constitucional, porque
nao tinha precedido proposta da cmara como
esta assenibl.'-a podesse legis-
perte'nce N;io pude apanhar a applicaceo, que
fez o n. d. desle principio ao caso em questao ;
por isso n:io sei so levo rasiio. .Mas Ihe direi,
que us nao temos de" dar dircecao algtiui i aos
interesses individuaos, para que sediga, ou alle-
gue, que o inelhor juiz o proprio individuo, a
quoni elles nerteiiccin. S
ve obsi
duaes, para salvar a scicnci.i 11 .mniin..., .ju. ... ..,.,,,..,..,.... ,.................
reconimcnda, a bem da industria, que estejao que a nao se darem, nonlmni mal podera vn d-
ciles oni toda liberdade, oni favor da lei que sua existencia como acontece eom o (pie se
se ouer revocar ; porque ella faz eom que esses cria por essa lei.que se quer revogar; e que ares
interesses s.-iao a.iuciles, que recommeud a peitO de propOSttt da cmara iienhiiiiia houvo ;
eieucia ; isto que nao estejao elles em op- mas que ella foi ouvida e se nao n
it,,...............-, .. devia, para que esta asse...
les perlencem. Se alguma cousa se de- lar sobre economa municipal. Eu responde-
rv.ir ; respeito dos interesses indivi- reiaisto, que se as cmaras devem prohibir
para salvar a scicncia econmica, que os monopolios c por ca
infonnou a favor da lei. Trouce mais o n. d. ,
para encarecer OS seus recelos Uin exeinplo da
A.ihia que vio naexecucao d'iuua leisme-
Ih.inle, faltar o necessario eonsiimo decline,
c o sollriuienlo do povo por comer sempre car-
ne magra. Eu don v>:k> o crdito ao n. d., mas
como nao sei .pi ios as causas, que para isto
posico aos interesses pblicos ; elle quer que
os interesses daquellos, que i'oriiecem a ca lie,
nao vouliao projiidicar ao publico consumidor
deste genero. Portanto, ve o n. d., que ;i este
respeito a lei vai de couforniidade eom ascien-
da-; quer que nao predominein esses interes-
ses, que hoje noabninho o povo, e que nao se .
conformo com a utlUdade publica, o antes po- concorrerao, orco, que devo.acreditai qu. a-
ln .-mu"ii-iii Ihe sao infensos. qui nao acontecer o mesmo ; porque so os ai-
I s .m non.d,, o inis deviamosdopo.i- rematantes rSo o sen ganho do consumo das
ta la "onfianearm'oiuro principio regula- carnes, e apenas se Ihe '"^V^nT at
dor dainatc.-ia, que era oda livre concurren- bois, .pie elles deven, malar, ca. o li ... q i. ... ,-
cia, que so por si c capaz de evitar o monopolio, p liando-se osle consumo con. a baratea d cal-
azo.1 o proco necessario, e.nelhor qualidade ,.,', mais bois elles matara., c O povo nao tea
la mondoria. Todos os economistas. Srs., que solfrcr por ,-sle lado. Quanto a magreza da
i.roclamo esto principio como o regulador carne quostao que nao se. resolver ; nao en-
Sosjuros e lucros dos capltaes, dos sala- vol que os arrematantes eompren, sempre gado
ios o i-reeo das n.crcadorias como beneficio magro para n.ataren. quando lab. 1
prejuizo ; e se elles forem os inesmos criado-
ros como suppoz o n. d. nao so persuada que
ou.magicocio o sen gado para entilo o ven-
dcroin.
Disse mais o n. d. que os lazendciros pie
e produciio,' e ao consumo, emtlm como um
dos iriicipacs na scicncia econmica ; mas
0 n. d. sabe bem, que nesta scioi.cia a le-ia
mais geral nao absoluta, o nein sempre boa
nara lodosos toninos, para todos os lugares, e i/iaac man, ... ... .,... .--------.--.
par todas as eirc, instancias. Onando o p.in- nSofossem arrematantes .,,-ai ,ao prepidicidos
dniodYlivre conuorrencia pode produziro se,, porque DaoteriSo racilidade de,venderenvoserj
tZko .q. uido o paiz en., no elle c observado gado, c sollrer.ao o preco que os outros Ihe
c em u onto l eivilisaVao e prosperidad.' quizessen. ....,,..-. Eu quizera que o ,1. me
Inuilo elevado; quando ha .....a perfeita regula- niost.asse, que esses l.uendc.ros arrematantes,
ridade na industria, no consumo, e na prod-'
de rinueza o nue dependo de militas circuin
1 .___......I.JU...A.UU ,i mu Peiii.-imbuco siincrabiindana mas isto
l'eita regula- niostrassc, que esses Cueiidcuos arrematantes, I
na produco quaesqner que fossem podiao fornecer iodo o j
cii ciimstan- gado preciso. So isto fosse possKel entao o ga-
._ ^_ -^..1 1 1 .,,., ,, 1 i i f, l i 1 -i i 1 I 1 1 1 1 I I I 1 !' i I I I 1 I -. 1,1(1 (
do riqueza o que (^P|'"^1"^0, ",-. ^^ e, 'pe-.nimbuco superabundara ...asesto da substitutiva do Sr. ..os Pedro
tS^TP^SSSTSSSSg "o foque por experiencia sabemos que minea A .seolea UgisUla-apro^cuU de Pernamouco
Xnll as dasses, os capitaes nao aconteeeo : portanlo os arremaan..;s quando Je re. a
tem calado em todas as dasses, os capitaes nao
superabunda* nao se adulo ociosos nao e la-
cil otraspasso dos capitaes de urna para outra
industria etc. por conseguinte o multo diilicii
a competencia, o nao se pode estabelecer com
proinptido a regularidad.- dos lucros.
aconteeeo: portanto os arrematantes quando
fossent os criadores estario na precisao de
comprar gado aos outros; e nao se persua-
da o n. d. que elles quizesseni exhaurir
priineiramente os seus recursos pana en-
tao so sujeltarem a esta dependencia por-
^Smui^^'ol^o^^'cev^mer. que assim louge de eser.vis.rem os outros
adora- con. nreiuiz.o do novo ; portanto (ica criadores SUaVOUtade, elles e quchcar.aoa
v*" w"X vtLV" econmico citado me"rc .lestes, e sottreriao todo, a consequencla
neto ti d nom se re benefici, e a respei- da sua indiscricao. O caso, que sen duvida SC
tosuenl'ros de ,,i ..eir necessidade umitas dara era f.carem os arrematantes e fazendei-
c s ,rAo e.u o o^i .,,,1,,,,,,. Toda a difflcul- ros reciprocamente dependentes; os primeros
1 -, Ic S, o emprohender ..... negocio esta pela necessidade de fornecerem diariamente
., invite,, (lo consumo, quando este seda, grande-quanl.dade de bois
" "a VSJfS&SSSSSb* Ottvecem os fuendeiros nao sollrcssom eom a exocu.aoda
csiavamagem; c quando elle pode ser abarcado lei; quanto mais, que o contracto e so para o
municipio do lieeil'e e entretanto ha outros lu-
gares que em sua totalidade fazem um grande
consumo de carne o podem ollerecer ulereado
aos fazendeiros.
Eu, Sr. pres., son multo franca e por isso di-
rei, que descubro um inconveniente na lei, que
remediare! com urna emenda que remetterel
a mes.,, o inconveniente este ; como sa-
bido, que os arrematantes se suleitao a um s
preco em cada esta, fio do auno o nao possi-
vel que elles possao e\ii.i, que no mesmo da
deixe sempre de haver cu ne gorda, o magra ao
mesmo lempo seguir-se-hia, que una compra-
dores Hcariao d inelhor condicao do que ou-
tros o por isso t dvez liouvcsseni desordens. A
emenda remdela este inconveniente estabe-
lece dons preco. em eada estacSo unpara a
carnegorda, eoutropara amagra: naexecu-
co-daleise providenciar sobre aqualiilcaco
de una c outra carne ; e assim tildo ficar sa-
nado ; e at havrra o Incentivo, para que o ar-
rematante naoqueira sempre vender carne ma-
gra como suppde o n. d.
Disse finalmente o n.d.. que o calculo, que
eu tinha apresentado na discussao passada, era
que mostr!, que os cofres pblicos tlnho de
lucrar 86:000/ rs. em 3annos, se por ventura
se executass a lei nSoera bastante, par,, que
esta exeeu. ao se di-sse ; porque elle apenas re-
vdava a in arrecadaco, que tem havldo.e que
isto se podia providenciar, para que nao con-
tinuasse. Eu concordo com o n. d., (piando diz,
que tem havido na arrocadarao, mas nao estou.
que a arre.natajao ou adniinisiraco deste im-
posto podesse trater, o que trarla a cxccufSo da
lei ; por quinto sempre seria necessario marcar
una base para arreniataeo desse imposto que
otferecessc um ganho certo aos arrematantes.
e os colies pblicos perderia este ganho que
talvz inontasse a inulto. Se losse o imposto ar-
recadado por administracao alera do desleixo,
que sabe o n. d., que sempre apparece nas pes-
soas que disto se enearregao ha de mais as
despeos que fazem estes encarregados com os
seus ordenados. Com o contracto das carnes
nao se dardo estes prejuizos, os arrematantes
poderiao lcar obligados a pagar o imposto cor-
respondente ao ni.mero dos bois, que fsseiu
obligados a matar. e a recoiherein por si mes-
mo essa quantia ao thesouro. \
Finalmente Sr. presidente para mostrar que
mis estamos actualmente sofirendo um monopo-
lio basta ver qual o proco, que pagamos ete-
rnos pago pela carne, c comparar com os oH'ero-
eidos pelos licitantes (apoiados). Se possivel
vender ('ame a (i patacas no invern, o a 8 no
vorao, Dea evidentissinio, que a caresta, que
so rfre moa .' o resultado do monopolio. Isto
mesmo i- revelado pelo procedimento dos mar-
chantes, que quando se trata aqui dcsta lei bai-
x.io o preco da carne, pira nos fa/.er crcr, que
tal monopolio nao existe. Agora Srs. ha carne
at de 4 patacas as 10 horas do dia! Edemais
nao vemos nos un nutro apresentar-se aqui of-
ferecendo-se, com toda generosidad.', para es-
tabelecer um matadouro publico.' Tudo isto
n M. revela, pie ha grande interesse na revoga-
cao d-i lei ? c que os lucros, que estes mar-
chantes tem, nao sito os lucros ordinarios das
outras industrias? Ccrtamciite que siin. Sr. pre-
sidente, cu jltlgo milito conveniente, que fique
a lei com a modificacSo, que Ihe foco pela
emenda, que l.mdaivi a mesa; lidia limito o
praso a um auno, e t si.ibdeeo dous precos pa-
ra cada estacSo. Desta sorte nada se arrisca,
i pode.no-nos aventurar a urna experiencia. Se
isto nao for acolllido declaro, que com pozar
verei cahir a le, ella tem servido at hoje, a pe-
zar de nao ter sido executada, como de l'reio pa-
ra se nao elevaron, milito os precos [apoiados^;
mas uina voz revogada o que na gofircreinos .'.'
la me consta, que OS coiiipanllias, que hoje cx-
isteni so tem conveiicionado para fornoeereni
alternativamente carne aopovo, epodorem as-
sim, sem se prejudicarem reciprocamente, le-
vantarom 0 proco al onde qnizerein. Por es-
tas rasos voto contra o projecto, o pela eonti-
nuacao da lei eom as restricoes, que Ihe faco; e
protesto u;io fallar mais nesta materia, porque
ulgo que nada mais farei,
\ ai a mesa, e nao apoiada a seguiute emen-
da substitutiva do Sr. .los Pedro.
decreta.
Art. 1. O tenipo. de que falla o artigo 1,
ici li. 89, lie.i redusido a un auno.
Art. 2." O artigo 3." da referida lei ser con-
cebido damanelra seguiuic:
O presidente da provincia adoptar por base
daarrematacSo dous piejos diilerentes cui cada
eslacao, sondo um para a carne magra, c outro
para a carne gorda.
Art. 3. Fieao revogadas as disposices em coh-
trario=S. R.
O .Sr. Lopes (lama:Vou fallar muito pouco,
. Sr. pres.; levantel-nie nicamente para agrade-
e os segundos, por cor ao n. d. que me preeedeo, os seus bons de-
Si
Como boni onl'crnieiro da lei, q^ue est mori-
bunda, elle applicoii-lhc caldos, lez todas as di-
ligencias possuveis para animar esse moribundo


[ritaimt mas la tem de morre re-] dar de rosto; pedio rainha que honoM de contra o requerimeutos dos Srs. Nabuco, eRe-
rnm os meas seotioientos mandil i um seminario para educa- go Barros e a favor do do ir. francisco joa .
..... Futra noruntoem discussao o segumte :
Capitulo I. Dos casos da desapropriacao.
Art. I. A d-sapropriaco por utilidade provin-
cial lera lugar no casos seguintes :
1. Edificacio de gr-ja*. de casas desoc-
corros pblicos de prisad. de correcxao e de
toda ai ipeito doprojrctoqo tisenl i dioosc.a ramhi cedeo
regia mandn

u|i; rao c-n-
< 11. o o pi [os por u lo -i i
1 -i nu esl .-.i Cn ::i o anno pasa
. publico
crear esse seim-
- fia tambem fes ao
t; i
dosestudos de toda a capitana,
tquanton oeontrarlo. Poises-
t o minino do concilio de Trcnto? E' semi-
t tas assiui coiii i ro mera, e nicamente episcopal aquellf de instru o.
- director, .director em- 2." Abertura, e concert de estradas e ca-
avinba nao mandar o contrario?! nae, coostruoeio de pontes, e aqueducioi.
Na ca lirgidaao bispo. na carta Art. 2. A desapropriacao por utilidade mn-
. seminario, e na carta regia nicipal tem logar nos casos seguintes v
_ i;-r.-l D. Tbomaz Jos de \l." Coustrucco de pontos, acueductos, e
oenhuma so vesa rainba chama episcopal ceniiterios, abertura, aJargaraento, concert
i esse seminal i notavel.' Como acibei de estrada*, canaes, ras, e pracas, e acquis
. i i i rol
j
.....
tese: ilgai
Sr*., ha de ser o |
i
mal !. i~. que se exig'in nos se-; cao de logradouros publitos.
rios ; ; e pelo concilio de Tiento sao ; *j 2. Servido d'agua em c
gra e disciplinas ecclcsias-l ^3. Deseecamenio de ca
traem 1." discussao esi appro- ticas ises : z isto. o Sr. bispo Azere-'
? para passai l tinb
caso denecessidade.
nibas e lagas.
Sr. Francisco de Paula : Desejaria que o
veio de Portugal'piriaqui nobre autor do projecto dissesse aiguma cousa
ipal. tiouce comsigo professores[i cercadeste capitulo. E classinca elle a desa-
5 _'!--, i 1 d ; ir. o i da com- tank i, d< grego, de physi- : propriaco por utilidade provincial desta ina-
L'mi minarlo,assim orgai-i neira U e por utilidade municipal assim '<.'
... | r, que o do concilio de Tren-1 Ora, plo 1.'artigo, que tracta da desapropna-
I i:Si pres., ] te-sea ,[,- seminario, como se quizer. | cao por utilidade provincial nao se pdem ator-
propro ad por h u i--- que til c qual o do concilio
parecer aprsenla urna ques > g io.
ii para ser bera decidida pi todos os seminarios episcopaes sao
i -ii usa di nis ~i do bispo, e de to-
< -... ios eccleslasticos; eoutro sim de- .
traallis entrera meninos,que I (altor nosartigos, queseseguem, porque elles
..... I rmanentr de scrvirera o esta-lteera toda a retocao com aquelles, que esto em
i seminario deOlinda des- discussao. Diz o artigo 3. = a verificaco da
idmittio a todos que se quites- utilidade nos casos do artigo1," 1." so coinpe-
nustanciai i este se-,a .. educar inclusive at cadetes, qui de i erto
por
"ar as estradas, ahi nao se toca nessa especie ,
ol emao podem se alargar sem ser preciza a de-
iipropria o : mis por este artigo se o presi-
dente da provincia quizer alargar as estradas
nao o pode tozer. >>o posso, Sr. pres., deizar de
-i j.,... .,,,,.. ;:.ii_ .11 uild, que ail'..iu |)iu |ft'lies. r
neiobros d<*stacasa, 3 ou 4
sendo cad< nbos; > u
qui
inlnarjo. pirecer I igu rfl dir, que se educad pira padres:
Ir i Dtl '.1
;
quel rsos| reio.qu nenbum d qu ra sei sacerdote
relai questo para ..... I s estu u mo qu igora se diz, que esti
nao | ... icilio deTri oto urna
lo I mistura? Nos minarios do concilio de Tremo,
e agora queeu os Uve; assim pretend promovidos, d -. -
para ininha casa para escudar esta materia, e eu \ vontade dos bisp o- seminario
i i que s lo j :. r, ao me- il da M ihi i, tal o do M roas
>sdo leOlinda < rao noim ds pelo
' Seguod igea e pagos cnsU dos cofres geraes
lesiasticas (d iro que gora pelos ir- -
refiro ni-sta par io qu bamar a isl irio todo
Sirigueiu o dir i >m rasao. Esl \ i
- e a linaro d'Olinda n ste i -, qinndo appai -
icio addi ional. e qa
ezistirim i essa lei ? Que a esta .....mbji i proi .
lo dequ -i-. legislai loe qualquer estabe-
riar-se : p.....
>:-..- Os Ol nd ru a ti?
.:, ido ; lo I M
D. los I nho.
to de grandi -
eli ito bi- >d i un buco, e
11:. ndo i oino ell o,sabia, d deve
iinpuuh i o i om itio sabend
nei ssidad i < bu i dio i nd |Ut ..
existia semiu ri
..to','i issociacao poltica, ou re g
os estudos menos aqu
'-iiii como Se
en- i- .. garqn le Olioda passou
to ns n > possuianios s ninario algum OSi i mo provincial ? Ilguns dizein
-- .....ceas th glcas =que
Pois ns d : lemos legislar.
p: I. lias I f i ? Sem duvid o pie
.. legis ii sobre dogmas ou sobre
taes, ou taes cadeiras
asticas, podi me \_ ra passo
.i do que deo motivo a esta dis-
- 11 ;i: iva as lettras poi
formado e sabio | I., pe- : -. i certosprincipios
dio ranlia licenca, ou < para i;quando nao pre-
li er aqu o seminario ; tralisar tndo, de ar-
paraoesUbel er, julgando, qu rtodas isattribnicdes as assemblas pro-
buco nao acharia professo i suflfi raqueaassem-
ensino das materias qi Ipodal _:-;ir sobre esta mte-
se e disciplinas ecclesiasl is, qncpre teu moto pro-
plantar, trouce comsigo os tu iti daquell casa um estatutos, que fez
faculdades, que elle rntendeo, que deTei .primitivos, para seren appro-
exlstir no novo eminario Portanto dei .... on reprovados: estes estatutos forSo a
rar o Sr. bisno Azen do como o motoi ............. oeci lesiastica desse lempo, e d.' cuja
ec ni-1 principal dest cstabel cimento. V.. sao eu era inembro, o Sr. Monte, hoje
agora ha urna outra cousa ecreio, quesera bispo do Kio-de-janeir, e o Sr. padre Rafael,
talvezo objectocom qui embirreon. d .oSr.Li OSr. bispo diocesano pedio, que a assembla
i' i Gama e.qu oseminario, posto que ornan- provincial approvasse, ou rejeitasse esses esta-
dass en ir del ni Tren- tutos;agora, porin, diz. que nenhum direito
to, com tudo nao dei r considerado como temos de legislai i esti respeito! Parece querer
tal porque nao foi cstabelecido a custa di approreitar o lance; e entao at pedio licenca
pai i ordenar certo numero de esludantes I !',-
pan -se no offinio do Sr. bispo, que ora diz, que
d i suajurisd cao, e ora, que gi ral, e cues-
to': tao convencido de que aquelle estabeleci-
ineiitoprovincial, com estouconvencido que
agora estou fallando aqu: repare bein a assem-
bla, que ii n o estamos tratando dejurtemu-
f|fll#n/ff, P Sm ''" iurp rnntlittilr, .!;.:.,
como eu quero que as cousas vSo bem claras,
i orno i onsciensiosamente concorri paiaa redac-
co deste parecer, desejo toda a discussao: ve-
uh lia, e ii este ponto eu tilo fraco, e tao pe-
que ni i.o, n V, arripiareidacarreiraparaeombater
cun os maiores athlet is. Voto pelo adiainento.
O Sr. Figueiredo : -- Sr. pies., eu acho de toda
a justica votar-se pelo adiainento que o n. d.
requereo tanto mais quando eu creio, que bo-
je e. que se apresentou na casa este parecer im-
presso.
0 Sr. pretidenle: Nao Sr., ha mais das.
O Sr. Figueiredo: ... Ao menos eu o recebi
hoj, e nao sabia, que tinha sido dado para a or-
dem do din portanto nao pude exirimaTas ra-
iies que a nobre commisso aprsenla no seu
a |uelli que pe- parecer para as combater com as minhas fraca
ste negocio est (urcas, e eu deixaria de (aliar agora sobre a ma-
teria se tivesse a certeza, deque o adiainento
i issava.
Alymis .Si?, deputadat: Passa, passa.
OSr. Figueiredo : Pois bem, seo adiainento
approvado, entao nao fallo agora.
Da-se a materia por discutida e posto a Tu-
tos approvado o requerimento.
Segue-se a 2.* discussao do projecto n.11 des-
te anuo estabelecendo regras para adesapro-l
mitra.
O Sr. Lop' tj'ima : ida um aparte que nao
podemos or.
0 Si brrelo: e, ou nao fsse; o Sr. bis-
po Azeredo nesse i inpo eslava incumbido in-
terinament i!o governo da provincia e estabe-
leceo oseminario, nao dos rditos da mitra ,
mas de algum outro subsidia ; e, ou porque n
mitra enl i n o i i e o que era precito,
ou por outras rasoes o certo e que se esta be
Ii ceo entao o si miu u o c qu ; n< > o possuimos
ii Tto tambem que semelhantes
i itabel que melhantes seminarios,
devi m ser en rio- aond elles nao exist m,
custa da mitra porque o concilio de Tiento o
determinou assim aos Si s. !>: ipos,
E' apoiado e entra em discussao com a mate-
ria principal o srguinte requerimento do Sr. Ta-
ques:
Hequeiro o adiainento da discussao do pa-
recer por boje.
I) Sr. hopn Gama:Eu tambem voto pelo adi-
amenti porque qUeroqueamateria seja bem
i litada nesta casa; e nao voto poruin adia-
in uto mais prolongado, do cjn<
de o requerimento; poique d
pendente a lei do orcamento. Se esta assembla
em sua sabedoria assentar, qu o seminario de
Olinda um estabelecimento geral, ou episco-
pal, eu talvez lenlia de opin ir, que se tire toda e
qualquer quota, que baja no ore amento para
sua despe 11.
E' un laclo, Srs., que u concilio de Tiento em
ura de seus caones manda, que os arcebispos,
e blspos tenbao seminarios sustentados custa
da mitra, c de beneficios ecclesiasticos, tiran-
do de cada un desses beneficios, seja deque ni-
tnresa frem, urna quota pa sustentacao dos
seminaristas, Ptc.
Tambem manda o concilio, que nesses semi-
narios ou COllegloS S1 eniinc ;'iM>i;ii.ltica,canto-
, i;!o e as disciplinas ecclesi isticas. Eis-aqui o
que e determinado no concilio de Trento. Nao
existia seminario desta Da tu res a em l'ern.iiiibu-
co;ecreio, que mesmo em todo o Brasil. OSr.
hispo I). Jos Joaqufm d' U< n do Coutinho, cu-
jos filemos lano elogiou i om justi;a on.d.,
que aoabOU de fallar, sendo non. Id bispo pa-
ja Pernafnbuco, pedio a rainba a Sra. D. M u ia
|. de saudosa memoria, oque.' Elle era multo
sabio, e nao ia pedir urna cousa que lbc podesse
prlacao por utilidade provincial, e municipal.! nar fundos para as obras publicas.
m a assembla provincial san os COSOS de
edincacae de igrejas de casas de soccorros p-
blicos de pnso de correccfio e de instruc-
co. Para estes casos preciza una lei da as-
sembla provincial ; mas para abertura de es-
trada ja nao preciso a lei da assembla,aopre-
te compete a verificacSo da utilidade destas
I le elle abrir estradas, mas nao as pode
i porque udo autorisado para isso:dfse-
java portanto algunia explicoco a este respeito,
quera saber como o nobre autor do projecto
faz esta~dt3tinccao dol.* do artigo 2, e do
irtigo 1 iliudo mais attribuieoes sca-
- inunicipaes.
o Sr. Salmeo: Creio Sr. pres. que a dis-
dosdoui paragraphos est limito clara.
V lei de 1837 autor isa o governo pira alargar es-
ii idis entre outra- cousas, eo 2. do artigo 1.'
d (ti projecto autorisa-o para abertura e con-
cert de estradis e cunes, constru cao de
pontes. e aqueductos. Este concert pode ser,
ou alargando as estradas ou restringindo-as.
Na lei de 1837 estao compreheodidas todas as
inodit'caces que pdem soll'rer as estradas ;
mas pode-se acerescentar se se qui*er a pala-
11 i ilargamento". A observacJo do n. d. sim-
pli smente de redaccao.
E' apoiada, e entra em discussao conjuncta-
mente com o capitulo aseguinte emenda do
Sr. Taques. = Ao 2. do artigo 1. depois da
palavr i abertura diga-te alargamento o
mais como no artigo. =
Julga-se a materia discutida : approva-se o
capimlo com a emenda.
Entra em discussao e sem debate approva-
do o segninte :
Capitulo II. Da verilicaco de utilidade.
Art. 3." A verilicaco de utilidade nos casos
do art. 1.a 1.* s compete assembla pro-
vincial.
Art. -i." A verilicaco da utilidade nos casos
do art. 1." 2." compete ao presidente di pro-
vincia.
Art. 3. A verifcalo da utilidade nos casos do
art. 2.u compete ao presidente da provincia sob
proposti das (amaras uiuiiicipaes.
Art. 6. Compete ao procurador fiscal, nos ca-
sos do art. I.*4.*, e ao procurador da cmara
municipal, nos casos doart. 2., promover a ve-
i ificacao da utilidade e indemnlsacao da pro-
priedade.
Segu a discussao do segninte :
Capitulo III. Forma da verilicaco da uti-
lidade provincial.
Art. 7. Eogo que o presidente da provincia
decretar alguma obra publica mencionada no
artigo 1 -1 se ella exigir desapropriacao man-
dara publicar pela imprensa e por editaeso
plano da obia, com expressa uienciio dos no-
nies dos proprietai ios, e nao sendo estes conde-
cidos .com a denominacio e carecteristicos da
propriedade a funde que os interessad os pos-
sao reclamar opportunamente.
Art. S. As reclainaces devem ser dirigidas
ao presidente no prazo de um mes.
Art. '.t. A planta do lugar deve ficar exposta
na reparlico da obras publicas durante o lem-
po da reclamaco para ser vista e examinada
pelos interessados seus procuradores, enge-
nheiros e advogados.
Art. 10. O presidente da provincia receben-
do as reclaniaces e procedendo informacoes
otnciaes e a quasquer diligencias que houver
porbem, ouvido os engenheiros e procura-
dor-fiscal decidir se procede a reclama-
cao.
Art. 11. Seo presidente julgar que procede
a reclamaco mandara reformar o plano.
Art. 12. Se decidir que nao procede a reclamaco
mandar que nao obstante ella o procurador
riscal promora o processo daindemnisaco.
Art. 13. Todava o presidente, no caso do
artigo antecedente, remetiera a reclamaco,
que julgar improcedente e todos os docu-
mentos a assembla provincial para ser tomada
em consideraco quando se houver de coosig-
sapropriaco mande expdr o plano durante
ummez, a liin deque os proprietarios ou seus
advogados posso fazera-, reclamacdes t que 0
presidente da provincia vi-ta di itas re lain,
edes possa ou nao attendellas, remettendo toda!
mi. DO caso de as nao attender, ospajieis
assembla provincial para dar providencias
tis o que dispoe o projecto nesta parte.
Deste capitulo parece, que resulta necessa.
riamente, que nao tcm lugar a verincacaoda
utilidade por intermedio do procurador-fiscal
. reclama, o tem por lliu que a estrada
lira por este ou aquelle lugar mas a desapro-
priacao tem por lini mu outro objecto qual
demonstrar se a necessidade de se fazer a obra
e a obrigaco que tein o proprietai io de ceder
da sua propriedade. O presidente da provincia
nao pode decretar a desapropriacao de qualquer
terreno sem que se verifique a utilidade da obn
pelos meios legat-s; ao procurador fiscal In-
cumbe pelo artigo 6." do cap. 2 promover esta
verilicaco, mas pcrguuto eu, que processo
deve seguir, deque elementos se deve ajudar, a
que autoridade se deve o procurador fiscal diri-
gir para que na conforniidade do dito artigo ti,
promov a verificacSo da utilidade c ? .\"o \no~
jecto vejo smente designada a incumbencia a
obrigaco do procurador fiscal, mas nao vejo es-
tibelecidos os meios de cuinprir esta obrigaco.
Torno a repetir, nao tive t.'inpo de estudar o
projecto e por isso foco estas relexes para que
o seu u. autor d os esclreciiuentos necessarios,
poique eu recri ver-me collocado em embara-
zos na execuco desta te, e que depois se diga
que lazendo tu parle da assembla nao piocurei
tirar todas as duvidas. t.nmo pois nao desojo
ver-me collocado nesta situaco, que realmente
eu i hamo triste, peco estas infonnaces ao n.
autor do projecto; o projecto falla somente da
reclamaco e nao da mancha de ter lugar 0 pro-
i esso da verilicaco. >o cap. j. falla seda in-
demnizaco; mas eu creio ipie a indi mniaco
deve preo der av< rigeaco da utilidade, eao
mesmo passo cjue ne dito cap. ">." se estabelece
a luna do processo, e qual a incumbencia do
procurador fiscal: ueste, que se ti acta da veri-
licaco, nada se dispoe, e apenas oprocuiador
um il ti r.i de ser ouvido, quando assim o deter-
minar o presidente, mas eu no comprebendo o
que compita a um empregado promover um ob-
jecto, sem que nelle tciilta interveiico. Dete-
j.u.i ver aplainadas estas duvidas. que talve
procede de nao baver reflectido sobre o pro-
j( cto pela raso, que ja expuz, Declaro que
nao fa(0iinpugnacao alguma; pero somente ex-
plicacoes.
'Conlinuar-ie-a.)
corrt s
poiHlt* nena.
Srs. lidiadores.
I.endo o seu Diario n. 91 de boje IS do correa-
te deparei com un coiiiiuunicado no qual j
seu autor entendi dever involver-nie e a al-
guns dos olliciaes do corpo que lenho a lion-
ra de couimandar que servirao de membroi
lo concelho peante o qual leve lugar a ultima
arreinataco do fornecnento de medicamentos
para o respectivo hospital e cunipriiido-ine
desfazer qualquer conceito desfavoravel ao mes-
mo concelho que possa ter occasionado a lei-
tura do commuuicado cousiiilao, ipie repita as
palavras do seu autor : diz elle, referindo-se
ao Sr. di putado Jos Pedro da Silva : = a Se o
Sr. diputado fosse levado so pelo cumplimento
ilos seus deveres bavia de censurar a thesou-
raria que deo por crlente urna despezades-
conhecida na le do orcamentu actual, e, se-
gundo a sua opinio excedente das loicas do
cofre queja em marco esgotra toda a quota:
bavia de pugnar pelo cumprimeulo da le, que
so autorisa o forueciniento ordinario do hospi-
"' pela caixa respectiva ; bavia de entrar i
i i | '. I I XlAt, I > .^|H l ( \ .1 llllll U,............
noralidade desse contracto no qual se di spre-
lro olleiecinuntos com S p. ,-, de rebate e
.^....^.. *.____%^._.....___._t_______? .______ I...*:. f% fn
Suscita-se nina (/uestao de ordem proposta
pelo Sr. Nabuco sobre a forma da discussao ,
e vo a mesa o3 seguintes requermentos que!
sao apoi idos, e entro em discus i,
Hequeiro que se discuta o projecto em
^.J.ri. \".il.,r/. il AraUjO.
Requeiro, que o projecto em discussao v a
OSr.Alranfnradii:Euno vim sessodesabba-
do,e por isso nao sabia que este projecto ti u lia sido
dado para ordem do dia para que podesse es-
tudal-o. E' esta rasfio porque teuho de pedir
ajgumas explicaces ao nobre autor do projecto.
visto que exerceudo eu asfuncedes de procura-
dor fiscal clbe-ine em parte .1 execuco desta
urna coininlssSo especial pira dar a respeito do lei. No capitulo 2.a ja adoptado disse no art. 6.*,
mesmo o seu parecer S. a H.=; Francisco Joo. que ao procurador fiscal compete promover a
Requeiro sej i discutido o projecto por ca- verilicaco da utilidade e indeiunisai o da pio-
pitulos.= Reg farros. priedadenos usos de abertura, concert d
Julga-se discutida esta questo, e posto a vo- estradas e canaes, construeco de ponti
tos e approvado o requerimento do Sr. Reg aqueductos, e no capitulo em discussao se es-
arros sendo regeitados os outros. tabelece que o presidente da provincia d.. i .
OSr. Paula Cavalcauti, declarou ter votado | lando alguma destas obra*,, se ella exigir de-
litros tambem vantajosos feilos por boticarios
acreditados sendo um delles o Sr. Manuel Fe-
lippe e notar que o concelho que assim
deo por alto preco o ramo sem consultar o pre-
sidente da provincia nem a thesouraria era
porque o pretenda pagar da caixa do corpo e
nunca dos cofres pblicos.*
Se a despeza desconhecida na lei do orcamen-
to actual que a thesouraria deo por correte ,
e a que se fez com o hospital saiba o autor do
conimunicado, que essa despesatein sido desco-
coohecida a todas as leis dos orcamentos do*
annos transactos e se acha consagrada ein ou-
tra lei que nao anima e conseguiiteniente,
que a conta appresentada'foi legalmente auto-
risada : mas o autor do cominiinicado falla na
nioralidade do contracto; entre o autor do com-
muuicado na noralidade do contracto, e co-
onecer que n'elle nada encontra que des-
conceituar possa ao concelho v.t o autor do
coininunicado secretaria militar e verii que
all tambem se tem despresado offereclmentas
vantajosos, e que quando os concelbos assim
obro porque se interesso pela sorte dos
miseros soldados, po.quea experiencia os tein
feito couliecer.q' umitas vezes um ollereeiiiiento,
q ue parece um ito van tajoso ve ni a seren prejuUo
da saude d'eoses servidoras do estado ,* do* In-
teresses da fazenda. i onclue o autor do com-
iiiuiiicado asseverando que o coucellio deo
por alto preco o ramo sem consultar ao presi-
dente da provincia nem thesouraria : co-;
uheca o autor do coinmunicado que ferio m-
justamente a alguna membroi de urna corpo-
ra-co que talvez nenhuuia ollensa Ihe lenha
causado conheca digo que os ferio injusia-
inente sabendo que iienbuui ramo d'arre-
.natacao foi dado aluda pelo concelho sem
previo consent ment doExm. Sr. presidente;
que o ramo :i que elle se refere nao foi dado a
nenhum dos concurrentes ; e que fiualmente
nenhuma obrigaco tem 0 concibo de consul-
t ir em t ns easos a thesouraria. Se o autor do
eommunicado quizer, euappreseutarei docu-
mentos que attestao a verdade quevenbode
dlzer caso elle tenha a franqueza de rasgar o
m.tuto que 0 cobre ; mas se o nao lizer dei-
xarei de Incommodar mais o publico,e a Vms.i
Sis. Redactores de quein son se.
i'edro Alejandrino de farros Cavalcante.


commmcio.
Alfaiulega.
Rnulinicnto do da 19..........6:196/074
Ducarreg&o Iwje 20.
p.rigue ingles Advcnture~- carvao.
jarea inglesa =Nigletigate=* diverso? gneros.
%o\ meno do Porto.
Navios saludos no da 10.
Genova ; polaca sarda Carolina capitao Roque
Piages carga assucar.
dem ; barca sarda Napoleo, capltSn Bollo, car-
ga assucar.
Canal; brigue ingle/. Wertmarltmd capitao R.
1 aln carga assucar.
a barca inglesa Ospray, capitn Triinmingham,
para carga e passageiros, dirijo-se a Le tfreton
Scharaimn & (',.', ra da 'ni/, u." 55.
Para o Porto sahir l'mpreterivelmente no
dia 10 de maio o brigue portugus Maria-felis,
capitao intonio Luis Gomes o qu il j se acha
coiu. uiais di- meiacarga proinpta.quciii no mes-
ino quiser ir di- passagem para o nue teiu excel-
lentes commodos, trate coin i dito capitao na
Pnn i-do-conimercio, ou coin o sen consignata-
rio Antonio Joaqun! de Soiua llibeiro, DO sen
eseriptoro, na ra da Cadeia doRecife u. 18.
O brigue-escuna aura sai inpreterivcl-
inenle para o Maranho terca-feira23 do crlen-
te, c anda tem lugar para passageiros; quem
no niesnio quizer ir de passagein, dirija-se ao
capitao Luis l'erreira da Silva Santos.
[grandes vantagens, que tein acimadeclarado,
pela dUFcrenca da qualid ide < qoantlda.de, nada
direi, por ser relatado no artigo miseelUaua, no
Diario ii. 41 de 23 defevereiro. o vendedor moa
ii.u.i o mvimenlo e trabalho, montar e des-
montal-a, e a experiencia se far na sua fabrica.
tratar coin Arceuio t'ortunato da Silva. I m rapas Brasileiro de boa con.lucia. < que
Precisa-se de un sacerdote para capelao, tem bstente pratica de negociase c
eusinar meninos eni um engenho distante des-
outra as SCguintes ruis : pateos do Carino, di
s. Pedro, do Hospital, c ra das Vguas-verdcs
quem pretender mi nuncio,
Precisa-se de uiimporco de.uva cbarro;
quem tiver canoa e quiser lser este servico, di-
rija-se ,i rua do Hospicio n. -i, ou na alfandega
visos diversos.
MBC 'f
ftdlaes.
O Dr. Jos Nidjlo Iligueira Costa juiz municipal
da segunda rara do termo do Recite preparador
dos proccsi'js que tem de ser suhmettidos ao ro-
nheciment o do jury por S. M. 1. C. que Dcus
guarde e'tc.
Fayo saber, que pelo Dr. juiz de direito da
priniei ra vara do criiue Joaquim Nunes Macha-
do e.ie lora feita a participaco de haver neste
tene.o convocado para o dia 2 do eorrente a-
bril pelas nove lloras da uiauhaa, a segunda
scsao ordinaria deste anuo para a qual sabirao
Sorteados os quarcnla e oitO Senliores que se
seguein:
Dr. I'elippe Lopes NettO Anlouio Leandro da
Silva, Dr. Luis de Franca MunisTavares., Ma-
noel .loiio de Amoriiu, Luis Francisco de sarros
llego Tbeodoro Machado Freir l'ereira da Sil-
va, Dr. Amonio d'Assuinpco Cabial, Amonio
Ricardo do Reg, Antonio \ieira Coellio, Fran-
cisco de Paula Lopes Res, Jos5 Maria da Costa
Paiva Dellino boncalves l'ereira Lima Dr.
Domingos de Sonsa Leo Domingos la Silva
(iuimaraes .los Amonio de narros Joaqun)
Carneiro de Sousa Lacerda, Antonio Vital de
Oliveira Luis Antonio \ ieira Francisco Xa-
vier de Miranda Dr. Vicente l'ereira do Reg ,
Manuel l'ereira Rosas .luao Valentiui \ lela ,
Joo Pires Ferreira Dr. los sent da Cunba
Figueiredo Joao Antonio Ribeiro Joaquiui
Jos /Uves d'Albuquerque Francisco Rodri-
gues da Cruz Francisco de Paula e Silva Vic-
torino Jos de Sousa Travassos Ignacio Alves
Montciro Anacido Jos de Mendonca Jos
r.ei iiardino de Sena llemai dio l'ereira de ri-
to, Antonio de >ousa Leo Jos Antonio da
Silva Jnior Joyo Pinto de l.enios Jnior bi-
gadriro Aleixo Jos de Oliveira, Jos Pacheco
de Queiroga Francisco Xavier e Silva, Jos
Joaquim Xavier Sobreira, Joao Xavier Carnei-
ro da Cuuha, Jos Rodrigues l'ereira Manuel
de Sousa Teixeira, liento Jos remandes tar-
ros, Dr. Joaquim Villela de Castro lavares.
Antonio Jos Pires Jos Antonio Basto Anto-
nio Joaquim Crrela de srlto os quaes ho de
servir durante a referida sessao para o que
sao pelo presente edital convidados devendo
comparecer; assiin como todos os interessados,
no dia e liora designados, sob as penas da lei
se faltarem. E para que chegue noticia de
todos mandei passar o presente que ser pu-
blicado pela iuprensa e afixado nos lugares
mais pblicos deste termo. Recife 17 de abril
dr 1844. Eu Jos Aonso Guedes Alcanforado,
cscrivao o escrevi.
Jos Nicolao Rigtteira Costa.
O^HtmTSr. inspector da tlicsouraria das
rendas provinciaes manda lser publico, que,
segundo a ordeiu do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, ir novamenle praca para ser arrema-
tada a quem por menos l/.er, nos dias 22, 23, e
24 a nuiueraco dos predios sujeitosao imposto
da dcima no municipio dcGoianua, cujo tra-
balho, Oleado na quaiilia de 110^000 rs., sera
executado conforme o regulaniento da presiden-
cia de20dejnlhode 1839.
Os licitante de idamente habilitados cumpa-
rego nos dias cima indicados na sala das s< s-
sYs da tlicsouraria as 11 horas da inanhaa.
Secretaria da tlicsouraria das rendas proviu-
ciaes de Pernambuco 15 de abril de 1844.
Secretario
Lu: da Costa l'ortocarreiro.
lM
tectaraces.
COMPAMA BRAS1LEIRA DE PAQUETES DE
YAPO 15.
O vapor Paraente commandante Manoel Pe-
dro dos Res chegar dos pollos do norte de
28 i .'50 do crlente ; por Uso se previne os Sis.
passageiros que tem a embarcar no dito vapor
para Macei Baha e Rio-de-janeiro se diri-
ro Inscrever os seus nomes na agencia ra
d'Apollo o. 1(5.
Compnnltia de Pebiribe.
Os Srs. accionistas da coiupanhia do encana-
nieuto sao convidados a cutrarcm coin urna no-
va prestacao de 6 por ceuto no praso de 30 dias,
contados desdala. Recife 12 de abril de 1844.
O secretario, Ii. J. Fevnandes iiarros.
= No dia 8 de maio prximo vindouro tei lu-
gar a priweira reunio ordinaria dos accionistas
da coiupanhia do encanamento, afim de se pro-
ceder eteiCO da nova administraco, e da que
est em exercicio, dar conta dos seus trabamos
e do estado dareferlda empresa: sao por tanto
convidados os Srs. accionistas para comparecer
rcni no supradilo dia, pelas!) horas da inanhaa,
no eseriptoro da coiupanhia.
O secretarlo, />'. J. Fernandei /fastos.
WWMWPB.IU i__\xt"iimmm!m
4 VISO-i JSH'J.!3<).S.
la cidade des leguas a tratar na ra da Cadeia
do Recife, no priineiro andar da casa n. 51.
Muga-se um sobrado na ra de S. Denlo de
oiiiidn, quem o quiser alugar falle ao tenentc-
corouel .los da Cunba Moreira Alves, na Boa-
vista, Rua-velha.
= Jos Amonio Lourenco embarca para o Rio-
de-janeiro o sen eseravo Joaquim, Africano.
Sociedade Terpsichore.
A eommissao administrativa tem mareado o
dia .'50 do coriente para sua piim.ia partida, r
convida aos Sis. socios pira apivsenlaieiii as
propostas dos convidados no da 22 deste mes.
O abaixo assignado faz publico, que sen li-
o Jos Mexandi no Gomes e o mualo Candido
Precisa-se alugar urna preta, que saiba co-
sinhar e engonnnar, e possa sabir para Huel-
as compras de una casa de pouca lamilla : no
paleo da Penha n. 4 ; tambem se precisa alugar
una ama de leite, que nao tenha lilho
Muga-se Ulna casa terrea coin coinmodos
para familia, sita na ra de S. Goncalo; trata-se
na ra da Alegra, casa n. 34.
Deseja-se fallar coin o r. Jos Esteves dos
Santos, para se I he entregar nina caria de seu
lio, em casa de Lima Jnior e Coiupanhia, na
ra do Viga rio.
Trocao-se duas iinagens de S. Francisco,
nina da Sra. da < oneeieao. e nina pi anha dou-
rida; na ra da Cadeia de Santo Antonio, loja
de trastes n. 18.
Algvmai lores chrUliat.
Estao no prelo duas obras poticas, a ol.la-
(io ,ni ('hvisttiiiiismo, e t Eremita deJaffa, com-
postas por Antonio Rangel de Torres liandeira,
natural de Pernambuco, esludante do primeiro
na ac- i a venda laixas de Ierro batido e coado, moeiidas
Ih
j.i se acliao reeolhiilos sua casa, c por isso
dirige os devidos agradeeimentos, nao so ios
seus amigos, mas tambem &s autoridades, que
promplamentc se prestrSo para o referido lim.
Jote Antonio domes Jnior.
i iiia nuillier vluva'se offerece para ama de
algumn casa, na Rua-velha, casa n. 84.
Desencamiiihou-sc do porto da Ponte-ve-
Iha na noile de Hipara 0 dia I? um liahn l'eixado
coin chave e e ideado, eonteudo varias pecas de
ronpa de senhora, alguns vesiidos, sendo um
de sarja preta, um lde linhobranco, algumas
camisas de homciu. e calcas, um par de man-
yas de vidro, um par de lanternas coin o p de
madeira, um par de casti(aes decasquinha fina;
quem disto der noticia dirija-se ra da As-
sumpsao, casa n. I(i, que sera gratificado.
Johnston Pater & C* teeni constantemente
anuo das setnelas sociaes, e mi ninas, na ,u.i- .
demia d'Olinda, devem ser impressas em 16.0, para engenho de bestas e de agua, machinas de
, a "i ogi"pha le Santos & C. onde podeifl as- vapor de bai.xa e alia pressao. ,,lo da melhor
rignar para a sua impressaoaquellaspessoas.que 2al.dnde e Por precos coinmodos; na ra da
uni as bellas arles. Vlgllina propensao que O .Madiem ikomi ... ...... .....k.u, .
amor tem para a mais bella de lelas as arles, e Precisa-se alllgar um prelo ara t la lia
... ..._... ..._.!_ mu ii'iil-iriri seiwln he leii se dlh I a Ol('( (. C
pin padaria, sendo fiel, nuoseolhaa preco, e
entendendo da mesma oceupaso ainda melhor
;i Iralar-se na llua-nova,padaria n. 31.
Mi /.i I PITORESCO.
O melhor dos jornaes, que at ao presente
pe
o alleciuoso aeolhimento que llu- tem prestado
algumas pessoas din ti netas por sua erudieo e
e lltteratura <> aniuirao a publicar estas coin-
posicoes, que lilhas de nina imaginaran, rcenle
de um devaneo juvenil, todava sern dig-
nasde indulgencia, alientas as causas, que pro-! leein saludo ,i lu/, eertainente O MutCU l'iln-
duzIrSo este dselo, e fiserao uascer os fructos retco, publicado em Lisboa por urna sociedade
de alguma inedita'vao e esludo. O autor espera de litleratos Portugueses,
que o publico, que tem de ver setnelhantes I As materias, de que o Minen seoecupa. s"o:
eoinposces na priuielra uuadra (ruma vida religiSo, historia amiga e moderna; philoso-
poetica, considerando-as por estelado, taos- pina; geographia; viagens; setnelas e bellas
mente, dcsculpar as fallas, que por eerto se artes; agricultura; novcll.is escolhidas ; estu-
hao de encontrar nos seus escrptos, e nao pro- dos moraes e biographicos (ofl'erecendo nesta
curar descubrir ll'um pequeo arroio, qUC se classe a descripcu da vida e aei;es de lodos os
esperguica por cima de arrasados campos as I reis de Portugal, e dos hroes, pie mais llorcs-
iguas de'um rio caudal, arremerada pela vasti- crao em cada um dos reinados, dando-se es
seus respectivos retratos); pensamenlos ; anc-
dotas; mximas moraes, e miscelnea. Todos
ra caixeirode cobranca, escriptorio, ou mesmo
alguin armasem quem de sen presumo preci-
sar anniiiicie, ou dirija-se ra da AMumpjao,
casa u. 30.
o Si. Joao de Lima Bastos, ou pessoa que
suas veses laja, tenha a bondade de dirigir-se
a ni a il i Cruz n.68, .i negocio de sen interesse.
o Sr. Antonio de Menezes Vasconcelloa de
Drumond mande ra do Sol, em casa do Dr.
(sabuco, buscar urna carta, que Ihe velo do Ro-
de-jauelro.
-'- Precisa-se de una ama, que seja forra, c
que tenha muilo buiu leite, n.l illa das CriUCS,
no.'5. andar do sobrado n. 20.
r-Os titlios do fallecido .lo.-io Manoel de Oli-
veira Miranda fazcm ci rto aos credores de seu
nai, que os bens por elle deixadOS se achSo ava-
hados, e que devem promover suas exeem'Oes.
Quem quiser beber leite puro (ao peda
vaca-a" diria-se. as fi horas <\\ n.iuliaa, ao silio
di capelliuha do Mondego : tambem ha um
cominodo qu uto, coin alcova e cosinha, com
sua eseada livre, que bcni serv- para quem qui-
ser refrigerar-se com socego ecommodo, estn
dodoente ; .i tratar no mesmo sitio.
~ D-se 100,^1)00 rs. a juros sol) penhores de
orno ou piala, na Rua-direita n. 80.
Tiro-se passaportes para dentro clora do
imperio por pceo roniiuodo, na ra da Alegra
ii. 9, ou na ra da Cadeia-velha II. .''.
Precizaudo o empresario da barca de ba-
ldos de dispor ainda de algumas acees para
acabal-a, roga aos Srs., que Ihe quiterem fazer
O obsequio de acivilar alguina, com o lim de
eompletar-se urna obra, que to necessariade
fas em Pernambuco, de sedlrlgircxn alojado
Sr. Tone Gomes l.eal na ra da adea do Recite,
anude podero subscres er os seus nomes.
Manoel Francisco Coelho participa ao pu-
blico que abri aula de grammatica latina,
e portugueza no dia l5docorrente na travessa
dasCruzesn. 14. Quem se quizer utilizar di-
rija-se a mesma aula das tres as seis horas da
tarde OU aru.i Nova botica do Sr. Pinto.
Aluga-SC o 2.a andar do sobrado do Atierro
da Boa-vista n. 3 coin sotao e coinmodos
para familia : a tratar no uirsino.
Desapareceo no dia'. do corren te una ca-
britilla forra de lime Mara de idade de 13
para 14 anuos, e Icm OS signaes seguintcs ;
magra, fcicoes grosseras com mu signal no
nariz, boca grande, mal feita de corpo ,e pes
cumpridos evou no corpo um vestido ja usa-
do de listas cor d roza : julga-se que lm se-
diisida e para que n;io seja ollereeida co-
declara-se, que ella forra
Para Ilainburgo segu vageni com brevida-
ile por ter parte do seu eai'icgaiiienlo prompio
diio das ondas. Estas duas obras reunidas im-
portan ein 3/000 rs. que serao pagos, quando se
destributr o primeiro voluine: as pessoas,
que quiserem prestar suas assignaluras para a
impresso d'ellas, poderfi se dirigir a loja; e
tambera a loja do or. Cardoso Ayres, na ra da
' adeia do Recife, dos Srs. Coutinho 8t Lopes,
defronte do collegio, a do Sr. Luis Ignacio Ri-
beiro Roma, na ra do collegio n. 13 ea do Sr.
Manoel Figueroa de Faria na praca da indepen-
dencia n. i" 8.
O abaixo assignado faz saber por esta folha,
que Antonio Jos Pires Ihe hipothecou um ter-
reno ini lora-deportas na ra do Brum coin 23
palmos de frente efundo ate" o caes projectado,
j coin lima casa feita de lijlo e laboas. e co-
nerta de telha demarcando pelo norte com o
becco chamado do barbosa, e pelosul com Ma-
noel Goncalves. Jote Antonio Fernandce.
Jos Francisco d'Asevedo Lisboa nao Ihe
sendo possivel por sua grave enfermidade, des-
pedr-se pessoaunente dos seus amigos, retira-
se saudozo para Lisboa, aoude aguarda as or-
dens de ditos amigos.
o abaixo assignado retirando-se para Lis-
boa, d'onde deve regressar por todo o me/, de
novembro, deixa a gerencia dos seus negocios,
a cargo i\o seu guarda livro, que assignai co-
mo 3i ii iii ni ili.uoil.
Jos Francisco d'Asevedo Lisboa.
Quem quizer ronpa lavada com toda a se-
guranca e promptido, tanto de sabao, como de
vam la, dirija-se ra da Gloria n. 84.
= Aluga-se o primeimo andar da casa da ra
do Apollo n. 20, com coinmodos para grande fa-
milia, no sotao da mesma casa a tractar coin
Jos Amonio de Sonsa Machado.
loseph Hay, subdito dos Estados-unidos, re-
tira-separa forado imperio.
0 secretario actual da irmandade de S. Jos
d'Agonia avisa aos irmaos da mesma para se
reiiniri ni em mesa geral no domingo 21 do cr-
lenle pelas 0 horas da inanhaa na respectiva
gVeja, para se tratar de objecto de circiiins-
t ancia.
Aluga-se um sobrado de un andar, que re-
presenta atrs dous, com coinmodos para qual-
quer familia, sita na Rua-augusla, tem quintal c
cacimba, e d-se por prego conunodo ; quem o
pretender dirija-se ra do Rangel n.3, das o'
;is 9 horas da inanhaa, e das 2s 5 da tarde.
A pessoa, que no Diario de sabbado, Gdo
crlente, aniiunciou querer alugar mu sobrado
de um andar, (pie livesse quintal e cacimba,
sendo queira um na Rua-augusta os com cmo-
dos, (pie exige no seu annuncio, dirija-se ra
do Rangel n. 3, que se dar por preco coin-
uiodo.
^=Trao-se folhas corridas, e passaportes para
dentro e forado Imperio por preco conunodo, e
com milita brevidade : na ra do Itangel n. 34.
Da casa n. 37 do atierro da Boa-vista desap-
pareceo um caozinho dogue de cor vermelha es-
branquifada e focinho preto ; quem delle sou-
ber avise, (pie ser gratificado.
= Um rapa/. Brasiieiro o (pial escreve bein,
tendo bastante platica de esen ver seiiteni;as,
prOCeSSOS, e todo papel judicial, se ofleiree a
algum ca lorio para o ililo lim. prometiendo
milita acvidade, e preco multo commodo:
quem pretender annuncie para ser procurado.
Permuta-s urna casa na ra do Aragao por
PStTS objeclos. Halados com o esmero, de (pie
sao credores, formo Ulna biblotheea variada e
instructiva, um alimento para a reflexSo, um
recreio depois dos irabalhos do dia.
O volunte consta de l6quadernos ou nme-
ros, elucida um dos quaes ha duas folhas de
'inpressfio de 17 pollegadas decomprido e II de
largo; duas magnificas estampas (defrmalo
igual ao da impresso para a final se encader-
n ir o voluine' lythographadas em papel velin
(de 40^000 rs. fortes cada resma), com tal perfei-
co, que, meitidas em qadros, podem servir
para ornamento das nielhores salas, e finalmen-
te em cada numero impar se ve una exacta des-
erpso das modas, sendo acoinpanhadas de li-
gur'nos, e coileccdes de debUXOS para bordar
de luanco e de matiz, o que servir de multa
Ultilidade para as senhoras do boill loni,
As pessoas, que pn tenderem subscrever para
esta excellente obra, podem dirigir-se ;i Joaquim
Baptista Morena, agente do sociedade nesta pro-
vincia, em casa de quem se acho j patentes
colleccdes do priiheiro volume ~l at \(i e da
primeira serie, do segundo voluine.
Constando, que nesta provincia tenijaappa-
recldo venda eollecces do Mnzen, inculean-
do-s. os vendedores agentes da sociedade
para crdito da empresa e do sen agente se pre-
vine o publico, (pie falso ludo quinto se dis-
ser a scmrlhaute respeilo. A direccao da so-
ciedade declara ao publico, que SO reconhece
validas as assignatuias; sendo os recibos do
primeiro voluine I at 1(5 inclusive -- impres-
sos ein tinta verde, e os da primeira serie, do
segundo voluine, impressos ein tinta encarna-
da, devendo ser assignados pelo agente supra
declarado, o pial garante a SUbscripco, sendo
feita e paga em sua casa na ra de Apollo n. I.
Primeiro colme do Muzeu.
Consta de 1(5 nmeros 1 at 1(5 com 32 es-
tampas, frontespieio, e ndice, Sc. por 12/960.
Segundo voluine do Muzeu.
A direccao dividi este segundo voluine em
duas series, a lim de facilitar mais a extraeco;
estas series erao de 0 nmeros, porm a cinprc-
za resolveo alterar esta ordeni, estabelecendo
agora a seguinte :
A primeira serie ser de S nmeros, princi-
piando em numero 17, e linalisando ein mu.....o
24 inclusive...........6/720
A segunda serie ser de 8 nmeros, comccaii-
do em numero 25, e terminando em numero 32
inclusive. (O inesino, porin s se pagar era
18-44J.
A". B. Darse-ha coin o numero 32 um novo
frontispicio, eo ndice geral das materias trata-
das emos Il5 nmeros das duas seres 17 ate
25 inclusive nue reunidos forinar o segun-
do voluine do Muzeu.
Aviso aos senhores deengenho.
J. R. Navarre, as suas fabricas dedistlacao
e refinaco de assucar em pies, tem para vender
urna machina (peca bydraulica) de dobrada Tor-
ca, na qual espreme de cada vez mais de um
carro de cana era 10 minutos de lempo, salindo
ellas inteiras, chatas como una espada, c tilo
seccas apodel-as queiinar sem irem ao sol; esta
machina toma pouco campo, e carregada, des-
carregada c movida ein sua pressao por dous
negros, sem fazerem graude forja, einquantoas
mu captiva ,
de nacenca e que desde a idade de aun
uieio tem sido manlida e educada em casa de
Jos Com,alves de Filias Pernanibiieo a pes-
soa que soubcr onde ella existe ou tiver da
inesina noticias e quiser por humanidade avi-
tar, dirija se a Rua-direita, no t." andar do
sobrado novo junto ao da esquina do beco do Se-
ligado que muito se Ihe agradecer.
-'-- Precisa-se de um cosinheiro, branco, para
cosillhr em una casa particular, de nina SO fa-
milia e que tenha de boa conducta : o que se
achar iiestascircumstancias, dirija-se ra lar-
gado Rozarlo junto ao (piartcl de policianu-
inero 18.
Precisa-se de alguns vidros bastante gran-
des postos em armacn de loja; quem pois os
quiser por por preco rasoavel dirija-se a llua-no-
va loja n. 58, aonde tem para vender bicosbran-
eos, de largura de tres at quatro dedos, buhas
de nvelos, retros, nlguma fasenda, e sapa tos
para honiens, lueiiiuos, nulhcres, c lucilinas ;
liiiu feitos nesta praca.
Aluga-se uina loja com armasao prompta
para qualquorestabelecimento ; a tralar na rna
do Livramento n. 3.
Arrenda-se um sitio perto da praca, com
casa de vivenda e coiu terreno frtil, no qual se
posso empregar cllectivamenle quatro escla-
vos, com arvoredos de fructo, ou sem elles, pre
!',;ii.!i, se o "ne Mver norto para embarque, na
Rua-direita n.36.
Aluga-se urna casa por 7*oiM) mensaes a
quem pagar 35 mili rs.de beinfeitorias da dita
casa, no botequimpintado deaniareiloatrada
matriz.
O secretario do gabinete Iliterario, por or-
dciu do director do inesmo, convida aos Srs.
socios a comparecerem na sala das sessoes no
dia 23 do eorrente as horas da tarde, lim de
se proceder nonieacao da eommissao de exa-
ine determinada no artigo 7." dos estatutos, pa-
ra que possa ter lugar a tomada de contas
transacta direccao.
\luga-se um ariuazeiii com quatro portas)
de frente, na ra de Apollo, confronte o thea-
trinho ; trata-se no segundo andar do sobrado
confronte igreja da Madre de Dos, das 7 s8
horas da inanhaa, e das 3 as 5 da tarde.
LOTEIUA DE AOSSA SEMIORA DO
LIVRAMENTO.
ExiStindO ainda por vender o melhor de
10:000/ e nao podendo a mesa regedora fazer an-
dar as rodas da dila lotera com mais da porcen-
tagcni, lica transferida para o dia 13jde inaio do
eorrente auno, ou antes, se a CXtracO for favo-
ravel o resto dosbilhetes acha-se a venda nos
lugares do costuine.
Roga-se a certos Srs., que estn devendo
taboasd pinho atrs do theatro, hajo de sa-
tisfacer o cobrador, do contrario fecha-se-lhes a
porta paracontiniiareni a nandarbuscar: e quer-
se perder o fregus, pagando primeiro o que
deve.
Aluga-se um moleque de 1* anno, pro-
prio para casa de familia botequim, ou outro
qualquer servico de casa por j ter princi-
pios de cozinha ; na ra do Livramento, venda
n. 24.
Quem precisar de urna mulhor branca
para ama; a qual sabe engommar, coser, o co-
sinliar, dirija-se a Hua-dircila n. 53.


A!uga-so o primeiro andar por cima do
relojoeiio na rua estreita doRozario; a fal-
lar na ra larga do Horario n. 26 com Freitas
Barbosa.
Precisa-sealagar una escrava para o ser-
vico do urna casa de pouca familia que saiba
comprar, cosinhar, e ensaboar, dando-so o sus-
tento o 10^ rs. mcnsacs ; na solidada indo
pela Trompe lado esquerdo n. 42.
Uuga-se o I." andar do sobrado da ra es-
treita do Rosario, quefaz esquina para a ruadas
Laraugeiras do 2." indar do mesmo.
Urna mulhor do bons costumas se encar-
rega da cntacodc meninos de paitos impedidos
e desimpedidos, e tambem recebo meninos des-
mamados para curar de sua elueacao no que
promette esmerar-se ; quero de seu presumo se
quizer utilisar, dirija-se ao pateo do Carmo
n. 2 4; na mesnia casa vendem-se 4 varas de bi
co largo para vestido de senhora.
Muga-se 1. andar no sobrado o. 21 da
ra estreita do Rozarlo: tratar no "2." andar do
mesmo.
SOCIEDADE PILO-THALIA.
01."secretario avisa ios Srs. socios, (jucos
bilhetes para a recita de sabbado 2o do corrente
distribuem-se ein casa do respectivo thesourei-
i o. ni mi docollegio n. 5, nos das 19 e20,
Offerece-se uin rapaz orasiieiro, orphao do
jiai < inai, para aprender qualquer officlo, po-
rcia que nao seja multo pesado; quein o qui-
zer tomar dirija-se ra da Santa Cruz, n. (t,
U agrimensor, abaixoassignado, olereee
os seus serviros s pessoas que tiverem proprie-
da.les demarcar e afiance a mais escrpulo
sa eiactidio e o maior telo no desempenho da
sua arto ; devendo tolos os que do seu presti-
inose quizeretn utilisar,dirigirem-se aporcarla
ao mesmo sbaixo assignado na Rua-direita ,
sobrado n 121.
Joaqun da Fonseca Soares de Figuei/edo.
Na ra duColovello oi roubada nos dias
Untos de Pascoa a casa n. 18 llevando-so 1
bahuzinho de ouro, contendo uin cruciixo com
7 oitavas, 3 voltas decordo grosso, un tran-
selim fino com urna vara e 3 quartas 3 varas
de cordao fino meia vara de conlo lino, urna
medalba com duas oitavas, tendo um diaman-
te e urna grizolita, um coracode ouro com 3
oitavas, 6 annelOes com dous diamantes e3
mais inferiores, um par de brincos com dia-
mantes,um par decomalindas cncastoadas, um
ditosem encastor, um par de atacas de ouro
com a firmada dona I). I). M.,uns coraes a/.ues
de bracos com 12 oitavas de ouro 6 colheres
desoupa, 6garios, 6 colheres para cha duas
facas de cabo de piala eo mais tambem de
prata ; quem souber do dito roubo queira di-
riglr-se a mesma casa, ou a Praca-da-lndepen-
dencia livraria ns. 6 o 8.
Aluga-se a sala e aloova do bolequim pin-
tado de amarello detraz da matriz de S. An-
t.mio prelenndo-su para fabrica de charutos ,
pois o lugar inuilo proprio para este negocio.
Quem precisar de um rapaz Portuguez ,
queescreve sollrivelmenle, para cobrancas, tan-
to nesta prava como lora della, ou para nutra
qualquer arrumacao annuncie.
Offerece-se um rapaz rasileiro cazado,
com pequea familia para ensillar lora desta
cidade, ou engenho primeiras lettras, princi-
pios de grammatica latina e msica, e sua
senhora a coser o fazer lavarinto ; quem de
seujprestimo se quizer utilisar, dirija-se a Rua-
nova n. 8.
Aluga-se um primeiro andar de um so-
brado com inultos commodos para urna grande
familia muito fresco e com muito boa vista
para o mar assim como um grande armasem
por baixo do mesmo sobrado proprio para
qualquer estabelecimento por ter porto de
embarque a toda hora na porta tudo por pre-
co commodo; na ra da Praia de S. Rila n. 37.
liellarmino de Arruda Cmara, tendo mu-
dado a sua morada para a ra da Cadeia de S.
Antonio n. 23, primeiro andar, fazsciente ao
publico desta cidade, que acha-se com aula
aberta de primeiras lettras, grammatica portu-
guesa e franceza igualmente latim rheto-
rica e lgica. Na mesma casa receber alum-
nos internos e externos, bem que meios
pensionistas, os quaes so iro dormir ein suas
casas ; quem de seu prestio se quizer utili-
sar, dirija-se a mencionada casa.
Precisa-se de pretas que saibao vender
po-de-l, pagando-se-lhes vendagem; no pa-
teo de S. Jos n. (8.
D-se dinheiro a premio com penhores de
ouro, mesmoem pequeasquaotias; na Rua-
nova n. So.
A pessoa, que annunclou querer comprar
urna machina de ferro para copiar caltas, diri-
ja-se a Rua-impcrial n. 167.
Engomma-se, e lava-se com mais aceio e
promptidao doqueem outra qualquer parte ,
e por preco commodo ; na ra de Aguas-verdes
lojasn. 100.
Precica-sede um pequeo Portuguez dos
chegados ltimamente, que tc-riha 12 A 16 afi-
nos para caixeiro de urna loja de fazendas f-
ra da praca ; na ra da Cadeia de. Recifo n. 30.
Aluga-se urna canoa aberta que pega
600 a 800 tijoios de venara grossa ; na ra
estreita do Rozario n. 41 primeiro andar.
a rasao
Vova, sitio do Sr. Gomes do Crrelo
lo 160 rs. por arroba.
Compra-sea obra deTitio Livio cm um
sliv;o; na Rua-direita n. 120, primeiro an-
dar.
co commodo ; e um bi
pertences, ou sem elles
ci.
com
quem
tivor
os seus
annun-
Vendas
loes com diamantes botSes para abertura e Joaquim Pinhoiro Jacomo, na ra do Vigario
punhos bonitos alflnetes de ouro com diaman- n. II.
tes parahomem duas voltas de cordao fino, Vende-se urna caxorra atravessada mui-
cdu"S ditas grosso urna gargantilha parase- to valiente ; na Rua-velha vendan. 6i'.
nhora, urna colher de tirar soupa par del cas- Tende-se urna obra do Ovidius dita do
Compra-se urna preta de idade, por pre-1 ticaes de prata sem leitio, um rosario deou- direito eclesistico por Gmeineri. um Lucro
ar com todos os seus ro de lei, urna faquinha aparelhada de prata tius Carus um Cornelius, lerentius o urna
colheres de prata para cha, prata de lei em bar- Selecta todas estas obras em latim ; e seis ra-
ra urna caixa do msica ; as Cinco-pontas demos de msica para piano ; na ra do Col-
n 45 legio n. 4, loja do Menezes.
_ Vende-se um refe novo sem toreado um Vendem-se pannos finos de varias cores,
talim'paracacador, tudo muito em conta ; na casimiras elsticas, o sem pello platias e bre-
ma da Calcada n. 3, tanhas de linho merino preto bramante de
Vende-se urna divida de 500^ rs., com linho fino, cortes de chitas hamburguezas ,
hypotheca e por preco commodo por ser de sarja preta hespanhola los brancos e pretos,
urna viuva, que nao pode e nem tem quem pro- meias de seda brancas c pretas para homem e
cure esta cobranca ; na ra da Calcada n. 3. senhora, ditas de algodo para homem, senho-
~ Vendem-se duas casacas e uma sobrecosa- ra e meninas, e outras muitas asendas por
ca com pouco uso, e por commodo preco ; na preco commodo ; na loja de Manoel Jos Gon-
rua da Cruz n. 63 se dir quem vende. calves Biaga, junto ao arco de S. Antonio n. 2.
= Vendem-se chapeos de todas as qualidades, Vende-se u diccionario Magnum Lexicn
c por menos do que ein outra_ qualquer parle, 0 ucc0ar0 francez por Fonseca, arte france-
'T* Z2ZF&ffSrg& P- Sevene lloraco traduzido em latim, .
,..,... arithmetica de Lacroix
Vende-se um mulatinho do 10 annos e
urna mulatinha de 15 com habilidades o sem
vicios vendem-se por prego commodo ; as
Cinco-pontas n. 71.
Vende-se urna negra de nacao Rebollo, de
28 annos, cose, engomma. cosinha, lava, o fax
dores ; na ra de S. Rita-nova n. 91.
Vendem-se obras do ouro o prata de to-
das as qualidades um rico fio de parolas e
um rico aderezo de camafeos; ra ra do Ca-
bug loja n. 5.
Vende-se um carro de 4 rodas que est
na corheira do Miguel; no Atterro-da-Boa-vis-
la ; a tratar com o mesmo.
Vende-se urna mulatinha de 16 annos ,
boa lavadeira o engomma ptima para mu-
cama ; na Rua-nova n. 39.
Vendem-se 80 palmos de terreno de fren-
te no Cortumc dos Coelhos; no largo do Ter-
co n 20.
Vendem-se meios bilhetes da lotera do
Livramento, a 4500 rs. ; na Rua-direita loja
de fazendas n. 12, nooitaoda igreja.
Vende-se urna pipa com agu'ardente de
21 gaos, muito alva ; na ra do Queimado ,
loja de ferragens n. 10.
Vendem-se cortes de lanzinha escura de
biim gosto a c, < rs. cada um ; na loja de Gui-
Iherme Sette na ra do Quaimado n. 25.
Vende-se urna escrava de 20 annos, com
um filho pardo de 3 annos, a escrava cosinha ,
cose bem, faz doces o engomma muito bem ,
sem defeito algum ; na ruado Rosario botica
de Bartholomeo # Ramos.
Vende-se um diccionario critico c etymo-
logico da lingua poitugueza por Conslancio ,
um dilo francez por dito as gergicas de Vir-
gilio em porluguez elementos do geometra,
earithmetica por Lacrois tudo em bom uso;
na Rua-velha n. 100
Vendem-se camas de cazal c de soltciro ,
cadeiras novas ej com algum uso, camas de
vento, sofs.marquezas, assim como concerta-se
toda obra pertencente a marcineiro ; e preci-
sa-se de aprendizes que sejao captivos, para
aprenderem, ou para ganharem, sendo que me-
recio; confronte ao Passelo-publicon. 12.
Vende-se charope de lingua de vacca, pro-
prio para extinguir os umores, bem sabido os
bons effeitoi que tem produzido esta erva
purgativa, do que composto dito charope e
o seu uso 6 de grande vantagem pela nenbum
dieta que nao se faz preciso ; pelo commodo
preco de 640 rs. a garrafa ; dito de tamarindos
a 560 rs. c de maracuja a 640 rs. ; na ra do
Livramento loja n. II.
Vende-se bom capim de planta a 200 rs.
a arroba ; em Olinda sitio de Sebastian Lopes
junto aojardim botnico.
Vende-se urna escrava parda de 18 annos,
de bonita figura engomma cosinha e cose ;
4ditas para todo o servico; urna parda de meia
idade, boacosinheira ; 6 escravos para todo o
n. (53.
; Vende-se panno fino cor de vinho a 2240
rs.; dito preto, a 3000 rs ; dito de cores, a -4000
rs. o covado ; algodozinho com 4 palmos e 1/2
de largo, a 200 rs. a vara; excellcnte castor pa-
ra calca a 220 rs. o covado ; corles de cairas
pintadas de padres modernos, a 2100 rs. e de
outras, a200 rs.O covado ; chitas de acento blan-
co, a 120 rs. ; ditas de cores, a IfiO, e 200 rs. ;
corles de lanzinha, modernos, a 5200 rs. ; atu-
alhado de algodo, a 320 rs. avara; ditoada-
Selecta ,
na ra de Aguas-verdes
portuguez
e fbulas de Phedro
n. 42.
Vende-so um violaoem bom uso ecom
excellentes vozes ; na ra do Trapichen. 17.
Escravos fgidos.
oss No dia 2 do corrente desapareceo o escravo
ju_ Miguel, official de marcineiro, pardo claro, de
alas de guardramos, a 2400 Ts., e franja de 11- 27 annos, alto, de corno regular, com faltados
nho i.a.a guarnecer os mesmos, a 120 rs. a vara d,,"t(,s de c,ma- na rm,,<'
nascado com 7 palmos de largo a 500 rs.
pecas de bretanba de linho com 25 varas a
7500 rs.; ditas de rolo com 10 varas, de algo-
do, a 2000 rs.; brini intrancado escuro de
puro linho, a 480 rs. ; dito mais superior a 800
rs.; dito branco de algodo a 32(1 rs. a vara ;
lencos de fil de linho de 3 pontas a (540 rs. ;
ditos de nietim com franja, a 80 rs.; chales de
cambraia bastante grandes, a800rs. ; fuslao
I < 1111.-1 > 1 f > para COlete, a 560 rs. o covado ; vesti-
dos de cambraia com enfeltes para meninas a
800 rs. ; pcitilhos proprios para guarnecer ves-
tidos de senhora a 100 rs. ; gollas de cambraia
para senhora c meninas a 400 rs ; e alin des-
tas muitas fazendas baratas, dando-se de tudo
amostras aos compradores : na ra do Crespo
n. 15.
Vendem-se 3 molequesde 15 annos, sendo
dous da Costaj eum Mozambique; urna escra-
va de nacao, de 18 annos, engomma, e pti-
ma para mucama por ter boa conducta; duas
ditas de 35 annos, com varias habilidades; um
escravo oleiro ; urna escrava com a mesma ha-
bilidado ; 3 ditas de 30 annos lavadeiras e
quitandeiras; na Rua-direita n. 3 primeiro
andar.
Vendem-se borzeguins gaspeados e de
ponta do lustro para homem, senhora, e me-
ninas botins, e molos ditos de Lisboa e fran-
cezes sapatos de lustro para homem e meni-
nos de 6 a 12 annos ditos inglezes para ditos,
sapatos de marroquim e de couro de lustro pa-
ra senhora o meninas, chiquitos para meninos,
pe|les de marroquim tudo por preco commo-
do ; uo Allerro-da-Hoa-vista n. 24.
Vende-se duzia e meia de cadeiras de an-
gico duas mesas de encost urna dita de
meiode sala, um canap, tudo em muito bom
estado e obra de bom gosto por preco com-
modo ; no principio da Rua-imperial, casa ter-
rea n. 84, junto a casa de Francisco Ribeiro
Pavo.
- Vende-se urna borboleta de brilhantes
servico ; um dito de meia idade born para o obra de bom gosto ; na rua do Cabug loja
servico de urna casa ; urna escrava boa engom-
madeira para o matto, ou fura da provincia;
na Praca-da-Roa-vista n. 19.
Vende-se um cazal decadellos atravessa-
dos mili novos, e de boa raca ; na cidade de
Olinda rua de Mathias Ferreira n. 4.
Vende-se rap de Lisboa ultimamente che-
gado de cOr preta e tambem na mesma casa
acha-se um pequeo deposito de rap areia pre-
ta de Meuron o do princesa do Rio dcGasse,
ambos a mil rs. a vista e meias libras a 560
rs. ( cobre ) e muito boas cartas francezas pa-
ra voltarete e ditas portuguezes ; na rua do
Cabug, confronten matriz, na ioja pintada de
veide de Randeira v Filho,
Vende-se urna rica mobilia de Jacaranda,
constando de duas bancas um sof, urna me-
sa ledouua com assento de pedia, de tneio de
sala, IScadeiras, urna cama urna linda se-
cretaria, um guarda-louca de amarello, dous
pares de mangas de vidro um candieiro fren
cez capachos e tpeles ; adverle-se que nao se
duvida vender-se separado qualquer urna das
[lecas ; na ruado Queimado loja n. 5.
Vende-se urna propriedade de trras em
Porto-calvo conhecida pelo nome Arraial, que
em oulro lempo pertencerao ao fallecido Jos
Ricardo do Espirito Santo e faz-se todo o ne-
gocio, tanto a dinheiro como a lettras endoca- de 4 rodas em bom uso; na cocheira do Miguel
Compras
Compra-se efectivamente toda a quali-
dade do ossos; nesta Iypographia e na cidade
das nesta praca ; a tratar com Antonio Manoel
deMoracsda Mesquita Pimenlel em seu sitio
nos Afilelos, ou a Joao dos Santos Pud ; na
rua das Cruzes.
Vendem-se 3 moradas de casas nos AfTo-
gados todas sitas na melhor rua por ser de
negocelo logo no principio da Rua-direita ,
estando una que servio do acougue, desconcer-
trda.te todas sao construidas em chaos proprios;
a tratar na Praca-da-Boa-vista com Victorino
Ferreira de Carvalho ou no sitio dos Aflictos
com Antonio Manoel de Moiaes da Mesquita
Pisten tal.
Vendem-se duas vollas de transelim fino,
pares de brincos de difJereotes modelos, anne-
de ourives n. 3
Vende-se um cavallo muito bom de carro;
no AMerro-da-poa-vista, sobrado n. 38.
Vende-seo tresenariode S. Francisco de
Paula a 200 rs ; as lojas de livros dos Srs.
Santos & Companhia atrax do Corpo-Santo ,
earcodef. S. da Conccicao ; viuva Cerdoso
Aires rua da Cadeia do Recife ; e em S. An-
tonio, Praca-da-independencia ns. 6 c 8; rua do
Collegio n. 13 ; e pateo do dito n. 2.
Acaba de chegar um completo sortimen-
todetaboado de pinfao da Suecia a melhor
qualidade, que neste mercado tem apparecido,
sendo pinito de (landres, branco e vermelho, de
10 a 30 palmos de romprido e de 9 a 14 pol-
legadas de largo, serrado por vapor, e sem nos,
proprio para um lindo forro, eassualbo, assim
cmodo regular, que costumado a vir, eos-
lado, costadinho, assualho, forro, o para fun-
dos de barricas ; assim como americano at 3
palmos de largo limpo e sem nos tudo se
vende em coota a vista da porco o dos fre-
guezes que nao dfiem incommodo na cobran-
ca ; atraz do theatro armasem de Joaquim
Lopes de Almeida, caixeiro do Sr. Joao Matheus
Vende-se um cavallo rodado que serve
para carro ; na ruada Roda n. 16.
Vende-se por preco commodo um carro
no Atterro-da-Roa-vista.
Vende-se, ou troca-se por um molcque,
urna negra criouia de 23 annos ; na rua do
Crespo n. 12.
Vende-se boiaxa finissima em latas de
flandres muito propria para cha ou caf a
melhor que tem apparecido neste mercado ,
chegada prximamente da America por barato
preco ; na rua da Florentina n. 14.
Vende-se um cavallo ruco, est gordo, e
o melhor carregadorbaixo at meio ; na rua do
Crespo n. 9.
Vende-se a muilo areguezada venda da
Rua-impcrial do Atterro-das-Cinco-ponlas n.
2, a praso ou a dioheiro a vista ; a tratar com
costuras no pescoco,
provenientes de alporcas, ou glndulas, tciu
um escroto bstanle ereseido, olhos regulares,
cora o costme de apertar um olbo, quando en-
cara para algiiein psgi andes e chatos, anda cal-
cado, traz com sigo una siibscripco pedindo ai-
loria, presume-se qu sabio seduzido, porque
teve sempre bons costumes; quem o pegar, leve
a rua da Madre de Dos n. 1. casa de Goncallo
.lose'- (I i Costa eS.i, que ser recompensado.
=Fugio do engenho Uchoa, freguezia dos Af-
fogados-, no dia 1.do corrente, um mulato de
nome Loiz, seceo do corpo, muito tallador, e de
idade de 20 anuos poneo mais ou menos, escravo
de Mr. Plerre Riguaire mestre d'assentamentos,
e de fazer assucar, o qual eslava no mencionado
engenho por garanta da quantia de oito ceutos
e quarenta mil ris, deque c devedor o dito Mr.
Riguaire ao abaixo assignado, e consta que an-
dn pelo Cachang, Poco-da-panella, c fregue-
zia da Boa-vista, Santo Antonio, c Recife ; quem
delle ti ver noticia, levando-o ao abafxo assigna-
do no inencionadoengenlio, ser generosamente
recompensado. Juan de Carvalho l'aes de A ndrade.
Fugio no dia 1( deslc corrente nicz, pelas
11 horasdamanha,o escravo de nome Agostinho
crioulo com os sgnaes seguiUes ; cor fula, alto,
chelo do corpo, tem um signal no qticixo do la-
do direito proveniente de dores de (lentes,
rendido de una verilha, bastante prosista : e-
vou vestido calca de Stra de cores, ein bom es-
tado camisa de algodozinho trancado, suja de
tinta de oleo, contra de riscado azul, e chapeo
de jialh-i em mo estado, elle tem por costme
ir para a estrada do Itosarinho : quem o pegar
leve-o a rua do Queimado n. 2. que ser bem re-
compensado.
Na noute de 11 para 12 do corrente fugio
de casa de Alvaro Foitunato Jordo um escra-
vo pertencente ao Sr. Vicente Thotnaz dos San-
tos de nome Luiz, de nacao Inhambane, cor
fula, falta-lhedous dentes na frente, tem al-
guns cabellos brancos falla atravessada. co-
mo quem est bebado altura regular, grosso
do corpo estava preso com urna correle no
p, mas tirou-a quando fugio consta que an-
da por Fra-de-porlas ; quem o pegar, leve a
Rua-imperial n. 67 a entregara Jo; Francis-
co da Silva Penna que gratificar com 20/f rs.
Fugio no da 11 do corrente. as 5 horas
da tarde, urna negra de nome Maria Benedicta ,
indo buscar um balde d'agua na Camboa-do-
Carmo deixandoo balde na canoa : levou un
vestido de chita escuro usado panno da Costa
velho baixa fula grossa do' corpo tem
as costas cheias de costuras de chicote, e no
queixo urna cicatriz de um talho e alguns ca-
bellos na barba julgae ter ido para Olinda,
ou para o Monleiro aonde costumava a lavar
rnupa de varrella ; quem a pegar leve a rua
do Vigario, armazem de cabos defronte do con-
sulado ; ou na rua do Livramento n. 34, que
ser generosamente recompensado.
Desappareceo no dia 13 do corrente um
moleque de nome Sabino representa ter 15
annos de nacao Mozambique ps grandes ,
urna pequea rotura na verilha direita que
por isso anda com urna lunda, tem urna quei-
madura na mo direita e urna grande cicatriz
sobre o hombro direito que foi de logo e um
talho na orelba esquerda beicos finos, algu-
ma cousadouluco quando ri-se bem (allan-
te, efue parece crioulo com signaes de sua na-
cao pela testa que mal se percebe levou cal-
cas de algodo trancado j bem usadas o sujas,
camisa de algodo da Ierra e chapeo de cou-
ro ; quem o pegar leve a Rua-impcrial o. 43,
que ser gratificado.
No dia 8 do corrente pelas 8 horas da
noute, fugio urna escrava de nome Anglica, le-
vando um vestido rouxo, e urna panno da Cos-
ta ; etcm os signaes seguintes: cor fula, olhos
encarnizados e grandes cabrea raspada, tem
o dedo grande do p direito mais pequeo do
que o esquerdo por causa de um talho que le-
vou debaixo do mesmo dedo quando anda pu-
cha pela perna direita tem 39 a 40 annos ;
quema pegar, leve a Rua-nova n. 18, ou na
Rua-bella n. 26, que ser gratificado.
HgctFB na Ttp. db M. F. db Fab-a1844