Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08718

Full Text
Anuo de 1844. Segunda Fera IS
O DlAlilO publica-set.-dos os diasque nio forera aidiendo* ; o | lego da ussignalura
be de" "c9 ""' '* l'or junrlel pagOl nilinnlados. Os annunciosdos assiirn.-'nics sfio inseridos
gfti. d< s (|uc DO lorcm ,-i ra,', de SU res i>or liulia. As reclamaroes devem ser diri-
giciai 4 esla *yp i "" das Cruiea n 34 uu prnea i a Independencia luja de hvn an (i f 8
PARTIDA DOS CORREIOS TERRESTRES.
Counn e Pornlij lia, secundase acxtaa feiras. io Grande do Norte che?* o S c 22 e par-
le i 1i)c2i ,ab, SerinSaem. Kio Fo'rmoM, Macev, l'onoCairo, e Alagoas: no 4.
41 e J4de cada meiGr.ranliuns e lionilo a (U e '2t de cana meiBoa-rista e Flor-
es a i:ia 28 dito. Cnia le da Vioiorii, quintas feiras. Ohnd.i lodos os das.
- DAS da semana.
45 Seg a Danlina Aud dn J. de 1) da '.'. v.
" .(', I erra s Eog acia Rol aud do de D da 3. t.
47 Ouarta s lncelo Aud i!o J de l) da 3 r
4H Quinta a. Galdinu Aud do J de D da 2. r.
4t tarta s. Hormogauei Aud. do J de D. da '2. r.
til Sal s lgnet rtel. aud do .1. del), da 4. t.
'.'1 Do.n do bom paator s Anselmo.
c z:sxaasttB&st

Anuo XX. N. 88
Mmr.m-n------. -cawii-TT- -,- tsuaK
/'J*/f (_ y ludo -ora depende lie us
s/r/Y ffl^^ j*^* ,'nul'ni',s como principiamos e
*\>*-^ "-:' // /'; J *"'' cultas.
i.
: Caminos sobre Londres '-S.
11 Pars 370 reia por tranco
'tf a 11 Lisboa 142 por lil de premio
>ra depende de nos PHIPUUj da noss< prude fia, n oderarj.o- e energa: eon-
Miaaaj apllalos eoi adrairgio entre M iiages mais
(PrO'-linmo i da Assembla Geral rio iran.,
Moedade cobre 5 por COM .i 8 nao a
dem de letras Je boas .ru.as I a \\\
umbios HODUl! DR alBIL. compra cnda
Our.-Moedade C.4U0 V. 17.2U 7.500
,. N. o.auo 4,7300
, de 4.01). 9,1 M J.JOU
Pnta-PauoBei ,'-'> 4.880
., Pesos i-oluramnare 4,U7> .JSO
Ditos mecano J,9Gl) <,98
PIASES DA LA NO HEZ DE ABRIL.
La cheia a.' as-'i lloras e 30 min da manli.ia aLuanora a |7 a, 2 horas e II min. da larde.
Minguanle a !) as 7 boras ti uuu a larda Crcenle a _' as i i e 45 m. da maabja,
Preamar de hnjr.
l'rimeira-s horas e j, m\a d. manli.'ia. | Segunda as 3 lloras e K minutos da larda
.-fifi'IBA
PER
WB.'X2fW:B&3XZZa33KKBKSBi:.. "SOHS
ERR UTA.
No Diario n. S(5, na carta a 5. M. o I,,
lunilla, 8.a linda anteara*, que aV,
Ica-SG --amearas u i. M. I
1." eo-
M. I. ;
*_:'...~r-'V t-------
-fsras^CKgWu-
Efl JUCO
A8S3MBLA
PROVINCIAL
Concluso da sessaotlc \Q de abril Je 1844.
lilra ciii disiiiss:-!) o SPguinte.
sj=Ai't. "2o. i.om a sociedad e de medicina des-
tacidade...........1:000
Val a mesa e depois de apoiada runa em dis-
onssao a seguate emenda do Sr. Jos Pedro
Supprima-se o artigo 20=.
o Sr. Franeiico Judo:Ped a palavra para im-
pugnar a emenda iin os serviros que a sociedade de medicina
fazniio sejo nenbuns, acuo altirmarci, sem re-
celo de ser desmentido, que ella tein prestado
muitos dignos! de toda a considerando. Realmen-
te ella os ii'in prestado por ama inaueira muito
honrosa, porque os tein felto deseuteressada-
meute (numerosos apoiadot), mas tendo ella pres-
tado esses servidos, e sendo mais que possivel
a contiuuaco d'elles, eu nao descubro motivo
algum rasnavcl que sirva a cohonestar o passo
de retirannoS'Oquantitativo. que estavainos no
coslu.ine de forneeer. Ali'm disto nao se segu
inconveniente algum de o tornecermos, se ella
niorrer nao se dar o diuheiro, e se o contrario
felinente acontecer, serve este quantitativo pa-
ra ella poder continuar a prestaros serviros re-
levantes que tein apresentado (ipi)'ado*);elIa nSo
s credora d'este testemunbu de nossa consi-
deracuo, como lambem obrigajao nossa c ri-
goroso prestal-o eo-no meio paro animal-a nos
seus honrosos trahalhos [apoiados). Se desgraya-
daiueute appareceo no selo dessa associa$o o
genio da discordia, e seja isso motivo para a sua
dissolnrao, uo eom tndo raso para seren
leseonliecidos, e csijmcidos os serviros nlilissi-
nios que ella tem felto: entre outros, alni das
sitasinteressautes, curiosas, e bem escripias ine-
moi'ias, leinbrarei as ((insultas gratuitas dadas
a populaco indigente.
0 Sr. Jos Pedro:Nao era preciso que ella
existisse para isso.
O .Sr. francisco Joo: Acontecendo que <>s
neiiiliros encarregados flesse penoso e interes-
sante cuidado acharo muito e muito que la/.er,
pelo que devo entender que os encarregados pe-
la tnlinieipalidade nao eran sitll'n ii nti s para.se-
lidade
. que se indemnisard dos serviros que flzerem
para SUStentacao dessa sociedade.
O Sr. Francisco Joo:0 publico ganha,
0 Sr.Jos Pedro:K' verdade, j eu disse, que
isto possivel; nas eu vejo, que multas assoeia-
roes existem sem coadjuvayo alguina dos cofres
i pblicos, e entretanto nao coopero ellas sean
para o bein publico, sem proveito algum para
os seus membros; temos disso exempfos as na-
( oes civilisada-., e iiiesmo entre nos. Aqu uesla
provincia existi unta sociedade denominada pa-
tritica, que muitos bens fez provincia, eno
reeeliia donativo algum dos cofres jirovineiaes;
lioje inesmo oulras exisleni sem coadjuvariio al-
guina; entretanto vao-se sustentando s eom o
auxilio dos seus ineiiiuros. Demais, para que da-
mos mis esse diuheiro ? Eli vejo pelo lialanrn,
(|uepara premios, iinpresses e expediente.
jIo concordo, Sr. pres., que se deem dinhelros
para preinids afllll de alterar os esl'oreos huma-
nos no melhoramento das scieueias. Oiiaudo os
premios chegiio a ser concedidos a algum, que
aprsenla mu Irabalhodesses, o resultado c li-
ear i siacionaria a materia, que se melhoroil e
oi premiada, porque nao llavera dalii por dian-
te quein se esforc a emprehender nina deseo-
berta superior, por isso que est dado o premio
offerecido, e a gloria ficar seinprc em quem o
possuir; o espirito Inunauo portanto se desalen-
t, logo que se confere o premio, ese elle prO-
gride por amor d'uma outradistinyo oerecida,
parara, logo que esta dlstlnccao l'or ganha, ou
entilo ser necessario estabelecer premios inde-
I'eni'.os.
o Sr. Francisco Joo:Isso at da constitui-
rn.
0 Sr, Jos Pedro:Eu nao sei se da eonstitui-
jaOj mas se da constituirn, c nos perlence por
que daremos esso regala a essa sociedade? Ob-
serve-se que se d esse diuheiro, mas mise lo-
meo contas; quem ojui/ desta despez" Eu
nao vejo seno qu esta sociedade tein apenas
apresentado uns fblhetosinhos que agora sahi-
rao impressos.
OSr. Alcanforado:Pois quer que se lome coti-
las de um donativo .'
O Sr. Jos Pedro:Ninguem sabir em que se
absorve o dinheiro que se da.
OSr, Francisco JooHas consultas gratuitas
nao (' un servido .'
OSr Jos Pedro:Va temos um hospital de
earid.ide ao qual damos seis CODtOS de n'is
para isto; ac. municipal tambem paga a um ci-
rurgio para curar aos individuo: indi-' ules,
ainda devenios dar sociedade de medicina
1:000 rs. para curar aos pobres!
OSr. FranciscoJoao:mopara isso que se
melhante misler, e a utilidade ilo auxilio na so-
ciedade de medicina lica por isso mesmo conlic- consigna o donativo.
cida. <> -V. Jos Pedro:Kntao para que ? O n. d.
bim, Sr. pres., se desafortunadamente para a allegou, em favor dd continuafb deste quanti-
provilICia, a sociedade medica tem de se dissol- t itivo, (fue elle era dado como una gratiiicacto
vel, acredito que sera indecoroso para nos, que pelas consultas gratuitas que estasocieda.de pres-
tenha sido esta assembla, a <|uein possa ser ea- la em favor dos pobres.
0 Sr. Francisco Jo&oiNao foi s> por isso.
OSr, Jos Pedro:Srs., se se entender, que se
deve dar soeeorros sem limites i pobresa, ento
lodo mundo ser pobre, porque os soeeorros
pblicos teetn a propriedadedcmuitiplicaro nu-
mero delles: estes soeeorros tceiu um limite, e
eu ereio mente circunscripta nos meios que a provin-
cia tein.
Um Sr.depulado:Entao se doenteporque
se quer?
0 Sr. Jos Palio:0 n. d. sabe bem que nein
honra enfio deshonra a nossa sempre as molestias provm de actos involunta-
rios do individuo, umitas ve/es sao ellas a con-
sequencia dosdesregramentosda sua vida e se
elle contar eom um soeeor.o publil O, entao ha-
vera multo quem se niio precaveja desse desgra-
bida a increparao de haver coutribuitlo para o
sen assasMiiatn, reliraudo-lhe os mi ios de vida,
e iuimediatamente concorrendo para a sua dis-
solnrao.
E' etilo que, se ;is cansas de desharmonia que
existem, nos addicionarmos a pobresa, a socie-
dade moriera iufllivelinente, pois a discordia se
augmentar eom a taita de unios rm connrma-
rao do bem conhecido adagio, liindado na expe-
riencia humana,-eni casa de pouco pao, todos
ralho ninguein tein raso Se acontecer a reu-
nio dosdous males, certa a morte da socieda-
de medica, que
tena (iijioiidiis).
Portanto concordo em que se vote o quantita-
tivo, porque como disse, se a assoeiaro niorrer
lio se despender o dinheiro, ese nao niorrer
O Sr. Francisco Joo:0 que tem isso .
OSr. Jos Pedro:O que teuil Pois individe
endasu l'oivad a apiescnlaralgunias ideias; natinaes do paz, que lecm familias, que estao
rque assento que ella deve passor, para que relacionados na provincia, e tcem por isso mte-
ci-ine aoles de ser concluida; por isso nao vun
preparado para a discusso deste artigo; masa
vista da impugnaran lie o n. d. fez a iiiinha
P>
porq
nao continu a la/er-se esssa despesa, que pou-
ca iiulidade tros ao publico, e quejulgo nao ser
necess.iiio para a existencia dessa sociedade.
Quaudo nest i (asa pela primeira vez assen-
tou-se de dar urna coadjuvayo a esta associa-
co, eu impugne! a ideia; porque julgo que
a(|uelles,(iue,as>nei.indo-se para|iromnver 0 bem
publico, podem principalmente1 fazer osen pro-
prlO interesse, devem la/er todos os sacrificios;
porque em ultimo resultado acharo a paga dcl-
les. Os mdicos estao pois ueste caso; promo-
veudo por meiodesst sociedade o progresso da
scieucia, que professfio, fazendo algumas deseo-
bertas, que p-tssao principalmente aproveitar
esta provincia, cuidando inesmo na salubrida-
ii publica, c em muitas cousas, que nos posso
aprnveitir, .-iperfeiroao assini OS seus eoiiheci-
mentos, os seus talentos ticard patentes, am-
pliarn o sen conceito, c terao melbor acolhi-
meato do publico que delles precisar; eom o
resse pela sua prosperidade, abandono esta so-
ciedade, que fica quasi composta de estrangei-
ros; nao quer isto dizer nada?.' Ku sei que o
medico de todo o mundo; mas a opiniao dos
un dieos do paiz queteem BOU I Rlhos.parentes, e
amigos, de algum valor, pode bem piovar, que
i sociedade nao to mil como se peusa.
0 Sr. Taques:4A um aparte que nao pode-
mos OH vil".
O Sr.Jos Pedro:Sr riles teem sido obrigados
a abandonareiii essa socii dad.-, por t. r all ap-
parecido disaenses, e outros ficaro apezar del-
tas, eu devo concluir, que aquelles que se reii-
rrao nao seniitrein coma d. shai nionia, eomts-
sas dissensoes. ou entao mi poderao eoiieJ ir-
se eom os que ficaro, o que e bastante para que
a sociedade nao coctinue.
Sao estas as rases, Sr. pres.,por que eu emen-
do, que este quaatitavo nao deve continuar ,
mormeate poique ha outros despesas luois im-
periosas pira as qui s nao temos meios, e esta
nao (' d iquellas, que se nao possa dispensar.
OSr, brancisco Joo:Sr. pres.,eu pouco ac-
eieseenl uei ao (|liej.i teuho ditn, pnripie r.'.il-
tenle a aiginnenlir.io do ll. d. parecen confir-
mar a opiniao queja tive occasiao de emittir. O
u. d. mi contestou por certa a utilidade que of-
ferecia a sociedade de medicinal disse apenas,
eoneliiiniln o sen discurso, que nao era objeclo
de nina utilidade tal que devesse chimara nos-
sa aliene;:ai a sen favor, para que a votasscinos
Eu nao sei que objeetodeva merecer mais cui-
dados ao legislador do que a saiide publica, e
nao vejo motivo para se supprimir este estabe-
leeiineuto.
Disse o ii, (K que o interesse das mesmas pes-
soas associadas devia servir de movel para con-
tinuaren) a estar associadas e que por isso di -
viatnos Bear dispensados desta despez, Eu nao
contesto que entre outros interesses de mdicos
que se associao, seja um delles o de fazer
conheci r o sen boin honie ; mas o unieo
meio (ue nos temos para derramar os eouhe-
cillientOS da medicina entre clles (' a publicarn
dos seus trabalhos, e nos vemos que a verbaque
d.unos tambem destinada para este lini.
0 Sr. Jos Pedro : Karo 08 assneiados esla
despeza.
O Sr. Francisco Joto : Pois nao basta a des-
peza que elles fozem com oaluguel de una
casa, peda de lempo, colillas colisas .'
US;'. Jos Pedro : Est engaado clles nao
tcrin casa.
O Sr. Francisco Jooi; Nao teem casa !
OSr. Jos Pedro: --Anude? Diga.
0 Sr, Francisco .looo -- Na ra do Cabug.
O Sr. Jos Pedro : l'.ssa casa nao (' para a so-
ciedade.
0 Sr. Francisco Joo: Ahi dao clles as suas
consultas e la/ein ludo que (' perteiiceiite a
ellas apoiados geraes).
O Sr. Jos Pedro : diz algumas palavras que
lio podemos ouvir
OSr. Francisco Joao: NSo me quero itivol-
ver uessa questo da dissenco que apparece
entre os associados porque ella uasceo... do
odio.
(i Sr. Lo/es Gama : Da inveja ( apoiados).
(' Sr. Francisco Joao : Nao quero dizer lau-
to: mas o que posso afiirinar ao n. d. que os
membros que existan tcem contribuido com
dinheiros seus para as despezas que teem tido
necessidade de lser, e que alguus dos que se
retiraro, que cu nao os nnmearci, o fue roo at
sem pagar as sitas uieusalidades, e joias pro-
cedimento exquisito, que min sei qualilicar.
t) Sr. Jos Pedro: Kntao retiriao-se por
essa causa.'
0 Sr, Francisco Joai : Eu nao sei porque foi;
mas a observaco que cu fago ao n. d. c que,
quando nos tratamos de mdicos, ou de bomens
de (|iiaes(|iier scieueias, que com'ellas produ-
zein bens ao paiz nao vamos examinar aonde
clles miscro para os apreciar e respeitar (a-
poiados geraes Para mira to bom o medico
oque misero no solloi'criianibiicanocomo aquel-
le que nasceo na Hungra.
Quanto .io; premios, sao dados para animar n
talento. Eu ereio que o quantitativo nao se
deve retirar, porque a publicacSo dos trabalhos
dessa sociedade '.i/. derramar na populaeo ideias
uleis, faz mesmo app arecer observar oes scien-
liiieas a respeito deltas, esempre essadiscus-
so 0 proveitosa scieucia : os premios tam-
bem scrvciu porque um incentivo brilhante;
o premio nao representa o dinheiro que se da,
representa a occasiao em que se ganhou a glo-
ria de obter para que sejo honrados aquel-
les que desenvolvem as scieueias ( apoiados ge-
raes): realmente eu ereio que desenvolver iliu.i
ideia lora da inaueira po rque geralmente leni
sidp entendida eousliluc um invento-; assim eu
en tendo que promover actos taes cabe bem a
esia assembla cuja misso (' ser muito civil!-
sadora; e a medida deque se trata est compre-
hendida ueste caso : deve-se honrar os esforcos
que estes bomens teeiu apresentado,conslituiudo
nina assoeiaro sciculllica.
O Sr. Jos Pedro : Isto cabe a toda e qual-
quer assoeiaro e nao s a esta.
0 Sr. Francisco Joo: (.abe aquellas que se
tornan dignas disto pelos seus relevantes sei-
viros (apozados geraes).^
(I Sr. Jos Pedro : Quaes sao os serviros re-
levantes, que esla tem prestado .' Nao sao clles
de tanta transcendencia.
U Sr. Francisco Joao : mas como io disen-
do : consiste, uoso em honrar os individuos ,
que tcem prestado esses serviros, mas tambem
dar at como que um testi niiinho publico de
que entre mis nao icein lugar essas Intrigas que
pdem apnajgcer e que afeifio a face de nina
socnejlSder iuvj boje, matando a sociedade de
nn*Oicilio"; vanios dealguma inaueira jirestar
lonas aquelles que tiveio intencao de assas-
sinal-a vamos servir de instrumentos de suas
paixoes pequeniuas.
O Sr. Jos Pedro : As nossos discussYs sao
publicas.
U Sr. Francisco Joao: Approvando, o art. da-
mos um testemuuho tamben deque honramosJ
porque ando
esta preve-
as scieueias dando um quantitativo para a pu
blcacao dos seus trabalhos. t) n. d. pensa por
ni laeira contraria tslvez porque tem Informa-
rles que nao sejo muito exactas e que leva-
do por juizo prevenido opina de um modo dif-
ireme dn meu e de outros,
I i ii observaco a este respeito
muito escaldado risadas '.
O Sr. Jos Pedro : Vh! o II. d.
nido.
O Sr. Francisco Joan : -- Eu ando escaldado a
respeito de certas cousas, porque realmente eu
1100 colillero os individuos que salliraO desta
sociedade, colillero aos que lie.rao e ess.is
pessoas, nao so fazeill honra a assoeiaro medi-
ca COIllO esl ibeleeiiu'tilo sei- nlilieo mas
tambem pelo sen carcter probidoso, pela
consciencio com que exercito os seus deveres
de mdicos, pelas qualidades apreciaveis que
OS o lio pelas su is virtudes domesticas nao
degradan antes honran aquelles que COIH clles
entreteem relceles apoiados geraes ; mas eu di-
go Sr. presidente, que nao conheco os que ga-
irn poique realmente assim e para que
se nao pense que sou nesta diseusso dirigido
por ideias incsquitihas.
O .Sr. Taques : Sr. presidente eu uo lenlio
nada mais a aeeii secular ao que disse o n. d. j
api tas direi. rcllectimln sobre algumas pala-
vras dn n. d, que se OSSClIto do outii> lado, (jue
nao me parece que esta assembla esteja no co-
so de exigir confos de donativos, que concede.
' reio que sociedades de pessoas illustradais ,
de bomens de honra, queacceitaoalguns dona-
tivos do estado nao COStUlllO dar contas neni
asdaqui, nemuo Rio-de-janeiro, aonde ha es-
tabelecimeiitos scicntilicos como o instituto
histrico e outros que percebem auxilios dos
cofres pblicos ( apoiados Ellas nierceeiu limi-
ta couliaura e tambera a quantia que se d
to pequea que nao poda haver extravio al-
gum. Creio que a sociedade de medicina de
que se trata almda despeza com a publicacSo
dos seus folhetos, tem tambem o despeza da
sua bibliotbeca alugueis de casa e o mais.
Eu pois voiarei pela verba, porque ruteado que
nesta provincia aonde mi ha nina academia
de medicina, boje esta sociedade que faz obscr-
varoes scicntilic.is e d ((ilisullas gratuitas,
presta relevantes servaos.
i'allou-se mis causas das dissenroes desta so-
ciedade c trataudo-se de nacionaes, eu disse
em um aparte que entre os nacionaes era mais
fcil opparecera intriga; e por isso urna socie-
dade de estrangeiros entre nos pode ser, ser
mais persistente do que de nacionaes ; porque
a experiencia inostra que ordinariamente qual-
qiier que seja a sociedade que nos organisenios,
por mais justo que seja oseufim, dentro em
pouco lempo por dissencoes ou por outros
colisas ella desaparece.
O Sr. Jos Pedro : E' que mis nao prestamos
para nada.
OSr. Taques: Seja porque Ibr. Sao bellas
llores, porm cpheineras, desabroclio com
inulto c.xplendor, mas ealicni apenas o sol de-
clina.
Votarei, pois pela verba que est era dlsru**
so esupponho que nao ha rasaoolguma jia-
ra se irrogar ii
dade.
O Sr. Jos Pedro:Ol! Senhores, eu irro*
gue alguiua injuria .'.'
O Sr. Taques: Eu nao disse, que o n. d.
Uns irrogou injuria ; o que digo c que nao ha
una para se ii logar injuria a essa so-
injtrria aos inciubios dessa socic-
rasao ;u:
ciedade; pie nao se deve suspitar de pessoas
t.i amiga, da hiliiiauidade que deem a este
quantitativo urna outra direcro que nao seja
para o llin justo que destinado.
OSr. Barreta: Sr. presidente, quaudo cu
pedi a palavra M foi para Mntestar o principio ,
que aqui se emTttio, de (pie a sociedade deine-
ilieina nao apresent iva nada de til. Nao isto
assim. Postoque a medicina me seja una l-
culdade inteiranieiite csiranho porque a me-
dicina que cu pralieo, a espiritual ; eomtu-
do basta a simples liain dos jornaes dessa socie-
dade, para conhecer-se que ella tem prodiud-
do .lignina colisa de til, ^o peridicos excel-
lenteiiiente escriptos, c sobre materias de gran-
dissima importancia. A sociedade deo-se a um
lilll muito conveniente e muito til para nos ,
que venia ser, indagar, e examinar as en fer-
tilidades, que sao proprias do nossopaiz, inves-
vestigar as suas causas fazer por descobril-as,,
e conhccel-as (apoiados). Nao so isto : a socie-
dade de medicina entrando pelo reino botni-
co to extenso to vasto e to frtil no bra-
sil, chamando anal) se esses c.xccMentes vege-
laes todas essa iicrvas,que eneerrao tama vir-
tude medic, e que tantoabundSo cm o nnsso
paiz, e que se aeho no mais perfeito abandono;
essa sociedade (digo cu; pode fazer grandes des-
cobertas e tazer-nos com isto nao pequeos
serviros.
Anda ha poucos lempos dizia-se a un medi-
co lia grande remedio para os hydropcsias
Qual?-- O leite da gameleira Ora quera ,
que se lenibra disto.' E no em tanto esse li-
quido um remedio da maior importonfia. Tu-


doqoanto nao fosse lanjar mSo dchervas,de
dragas e de composifdes, viudas de outro he-
misferio, nao tinha presumo nao tinha virtu-
da nao tinha valor algiun. Ojindose ulha pa-
a o nosso paiz to frtil, tffo prodigo em seu
reiao botnico; quando sedcscobrc
de quantidade do
CUOS
nclhores dos inais proft-
todas as enfermidades
remedios para
,,,. mmIm se v no interior dos nosso- sertoes pro-
,, os. o inumeraveis curas; < porquera.
iv, i. > i- ignorautes da arte, a quein faltao
iodos o- priueipios : que nao sabein mals do que
la/rr applicacao de certas hervas a certas enfer-
mida les e que se observo os cuellos extraor-
dinarios 'l 'ssas applicacoes; entao .queseco-
nhecebem, que se tivessemos una sociedade
de bons ni mucos, que attendesse a lauta rique-
za, e exmiuasse to bellos e interessantes ob-
que indag isse a natureza, a virtude
'.i vegel tes su is propriedades em flm ; en-
que podci unos tirar grandissima utili-
dde. .. ,
\ ahia irin una sociedade de medicina e
por que nao a teremos n is 0 Mo-de-Janeiro .
sei eu que tainbem a tem e pdose dtxer, que
una grande soci dad.' medica. Ora instituio-
dade de medicina em Pernambuco,
todos o
esta apparicao
i ii tmbiicanos devem
i, iia los loi un
o un i boma para nos.
, porque assim teremos
a
, comer rao a
sociedade tem
mente sobre
scicncias Sc ;
C
jC -i socic
parece que
i titilar eoiu
p ... .i ti 111 ii ind ido e
l ni bom a Uum inid id
1,1 lis mu icio |> na a nossa cooservacao physi-
a: unn honra pranos, porque 6 mais una
sociedade soientinca que Ilustra o nosso paiz.
Ora apparece esta sociedade, e porque entre
mis dos seus membros ha segundo o que se
di, desharmona, e desintelligencla ha de
esta asseni ila pronunciar acabemos coin n
s icii dade Nos nos deshonran!.....is se ma-
las,, inos esta sociedade : nos nos deshonrara-
mos como homens Iliteratos nos nos deshon-
raramos ionio Ribos deste paix [apoiados Se
ella aciliar. atabe por outros meios, nas nao
cejamos nos o instrumento apoiados). E' este o
meu p irecer,
O Sr. Jos Pedro: Quando impugnei a quota
marcada para i ua sociedade. Os nn. dd. haviaO
de conheccr que foi teudo em vista o estado
miseravel dos cofres provinciaes a imposslbi-
lidade de d unios esse soccorro.
a Sr. Barr lo : Euconlicco isso.
D$r. Jos Pedro: Mas os un. dd. que se
levantrSo para me combateieni
engrandecer os bens que essa
teito provincia: dissertro larga
a utilidad'- los progressos
mas. Sis apreseutei eu aqui alguma Idea
contra a propgaco e desenvolvimento da
ciencia medica Seguei eu que a sociedade
medicina tem feito servicos ? Nao; del ape-
na, a entender que de laclo Pila nao tem pro-
ducido os luis que poda produsir. Por tanto ,
os nn. dd. I vanlico mu tastillo para couiba-
i. Os argumentos queapreseutei nesta casa
para sustentar a miiiha emenda foroesiesl
ino.tre que a sociedade poda existir por si ,
porque a ulilidade delta reverta em favor dos
s tis membros ; que nao quera queosdinhei-
iii. pblicos fossem dados para premios, porque
una vez concedidos neiiliiim incentivo restara
para novas descubertas sobre a materia premia-
da que bem podia licar milito abaixo do seu
verdadeiro grao de importancia ; como deve a-
eoutecer rom a deseo berta que fez un enge-
iilieiro que foi por essa soi ii dade premiado.
O Sr. Francisco Jodo : tsto o que prova?
O Sr. Jos Pedro : Prova que as ideias p-
dem licar estacionarias. Eu estve presente
(piando se COIlferio este premio e otivi que
o presid ote da sociedade disse (pie os traba-
dlos nio estavo completos c perfeitos mas
que como tinha sido o engenheiro o prmeiro
que, o tinha apresentdo em inaior importancia,
con feria o premio para que servisse de esti-
mulo.
O Sr. Francisco Jodo. Oh Estou gos-
tando.
f) Sr. Jote Ped" : -- Mas eu prevejo que esse
trabalho ficar ah at onde chegou esse en-
genheiro ; mas demos de barato, que nao. De-
mos que se coucedein premios a outros que
o melhorarem ; o que acontecer que todos
se rao premiados com dillerenles mcrecimen-
los.....
O Sr. Brrelo: se todos iiverein inereci-
nentos todos devem ser premiados.
0Sr. Jos Pedro: Ficarfi assim nivelados,
e por conseguiute o nn lito confundido como
demerito, Eniflm, pensem os un. dd. como
quizerem a este respeito que eu nao estou por
, ;sa utilidde, evaniagens de se concedereiu
premios para conduzitf o espirito humano a
descobertas.
Eu disse mais Sr. pies. que nao concor-
dava que se dsse esta quanlla porque a so-
ciedade naoapresentava (tintas, e nao sabamos
em que tinha ella gasto os dinheiros red Indos
mas isto nao loi porque eu quizesse tinca
sociedade desse tontas; euqlz dixr, que, nao
havendo por onde couliem ssemos se ella estava
cm precisos, nao havia raso para consignar-
mos novos fundos.
Disse finalmente que a retirada dos mdi-
cos nacional.-. r.rovava que ella nao lein ;:!
tada e mu pode utilisar a provincia quanlo
se quer dizer.
Q Sr. Francisco Joo: O amor sciencia e
Igual o nacional ou no estrangeiro.
O Sr. Jos Ped" : K' verdatle ; mas o n. d.
sabe mu lo bein que o flm dessa sociedade nao
somiiic propagar a sciedcla ha (ins peculia-
res provincia.
0 Sr. Francisco Joo ; Propagar a scencia ,
c proteger a liuinanidade indigente.
0 Sr.Jos Pedro : -- E mais alguma cousa e
c por isso eu faro esta distinrao de rasileiros,
e rsiiaie ras entendo que un medien filhn
dopaiz que est casado, que tem familia,
patntese amigos, tem mais interesse pela sua
prdsperidade do que um mi dico eslraugeiro
un pouco Brasileiro torno a diier e por
isso que emiti estas ideias.
Um Sr. depulado : -- Eu son todo Brasileiro.
OSr. Joii Pedro : Eu nao quiz dizer ti todo
Brasileiropara nao ser exagerado, ou para
que nao se persuadissem que quera exc luir
algueih. Assento ,que os Brasileiroi teem
mais interesse pelo Brasil do que osestrangei-
ros : tomem os nn. dd. como quizerem esta
proposicAo. E' tal a degradacao a que nos que-
rein levar que un n. d. disse que s os es-
trangeirn podiSo existir em sociedade ou ero
capa/es de se siistentarein nessas associacoes.
OSr. Taques : Eu nao disse Isso
i) Sr. Jos Pedro : Oh se disse ; e at disse
mais que os naclonaes nao ero para isso ca-
pases, por serem naturalmente rixosos, ou
desarnionisadores.
O Sr. Taques : O n. d. nao me entendeo.
OSr.Jos Pedro:NoanegO, que os mdi-
cos estrangeiros posso prestar servicos ; nas
essa retirada de multo* mdicos naclonaes, o
que prova .'
O Sr. Francisco Joo : Que nao quercni cn-
irar em uma justa competencia.
OSr. ./'/ Pedro : Isto que nina injuria :
siippoe o n. d. os mdicos nacionoes inferiores
aos estrangeiros, uuqiie nao querein fazer ser-
vidos ao paiz I
0 Sr. Francisco Jodo : Est a (juestiio tornan-
do-se odiosa sein dever ser.
O Sr. J" Pedro : E' o n. d., que a faz odio-
sa : euuaoaggravo a ninguem quando digo ,
que os estrangeiros nao teem tanto interesse
pelo Krasilcomo os Arasileiros.
O Sr. Francisco Jodo: Trata-s da scien-
cia.
o Sr. Jos Pedro : Sr. pies., o interesse que
teem os membros da sociedade de medicino pela
sua conservaeao deve-se suppr, que llie pode
iproveitar e quanto basta para que lies
i conserven! sem a coadjuvajao dos colees p-
blicos.
Sis. a 'i ii' si,io toda 6 em relacao as nossas
possibilidailes ao estado dos nossos cofres :
eu assento que nao temos dinheiro para estas
cousas ; se foruios a dar dinheiro para essa so-
ciedade para serillos querentes devenios dar a
qiiantosnos pedirem, mostrando, que trabalhao
ni ulilidade publica.
O Sr. Francisco Joo Conforme se fr
til.
0 Sr. Jos Pedro K quaes sao os meios para
isto ? Existe unu sociedade industrial, d-se di-
nheiro tambem ; se iiniaoutra por exeniplo ,
ipparecer tendo por Hm bauir os vicios, cor-
riglr os costuines dc-se-lhc nina coadjuvacSo
pecuniaria e assim quantas se aprsenla-
reiu. Eu Srs. nao reprovo estes quautlati-
vos dados sociedades, porque ellas deixein de
ser uteis ; nas porque nao temos meios ; por-
|ue o estado dos nossos cofres nao pennitte ,
que se fatao des|ie/.as que nao sejao absoluta-
mente iiidispensaveis. Votoportanlo pela e-
inenila.
o .Sr. Ramto : Ped a palavranicamente
ra dizer, que, quando fallel favor dessa so-
i
i ietlatle nao atteudi, se os seus ineniliros
rao estrangeiros ou se erao naeionaes : olliei
nicamente para essareunio, como para um
iggregadode pessoas que nos podio ser ti-
lsimas. Pallou-se depols que nos tiuhamos
mdicos brasileiros: eujulgo, que esses m-
dicos brasileiros pdein tornar-se inulto mais
Uteis reuulndo-se a sociedade. K quera os
cinliaraca para t|iit' se reiinao ? I'ois liomens ,
que sao todos da inesiua prolissao todos dos
inesmos priueipios seientilicos, e tjue se pdem
mutuamente Ilustrar, e instruir, para Instruir,
e Ilustrar os cutios liomens fugir elles de
llgar-secoin os seus nudos de collegio? Com os
seus irniaos de erenca medica? relo, que nao.
Quando pois me levante! foi para fallar dessa
reunio como de uma sociedade mil ao paiz,
Vgora, se os membros queacompdemsoda
Inglaterra ou da Alenianha da Franca ou
de outro lugar nao olliei para isso. Se, como
creio ha um motivo de ulilidade geral para
DOS nesta sociedade os nossos mdicos que
se reunao com os outros e reunindo-se elles
nos ser uteis: o paiz Ihesdever muito por
esse incsmo trabalho i por esse inestno sacri-
ficio.
D-sea materia por discutida, e posto a votos
e appi ovado o artigo e irjeilada a emenda.
Entra em discussao c sem debate approvado
o seguintc :
Ai ligo 21. t oni os religiosas capuchinhos
continuando a dlsposicfio do artigo 2i da lei n.
lin siM.sinm rs.
Segue-se a discussao do seguintc ;
Art. i'l. Coin a illiiminaoo publica das cida-
des do l',i ciferOlintla.epovoatiio dos All'ogados,
Gcando em vigor a disposico do artigo 'X\ da
lei provincial n. 73 terca do gaz, 24:710/350.
OSr. Taques: deseja saber, se algumasln-
loi iii.koes exlstem na casa de que se possa a-
provei'tar para a VOtaco deste artigo e misino
sobre a ni.un ira de levar-se a efleito a disposi-
rao dalei n.73 cerca da lluiiiinaco porga/..
Diz que da inaneiiapor que se acna a illunii-
naco entre nos Uao presta utilidde alguma,
pois (|iie ras extensas conseivao-se inteira-
mente s escuras nao s por porque os lam-
pines silo em numero diminuto como porque
sao pi ssiinainenle tratados e que, a continuar
O mesmo estado, tein de votar contra o artigo;
um imposto especial, que fosse pago por aquel-
les que aproveilo a illuniiuacao, que sao os
habitantes da .cidade, e nao os matulos, que
andao as estradas anude nao teem mas, e
nein pontes illuniinadas a passar, c que este
imposto podia ser fundado na rasao do rendi-
mento dos predios, que por muito pequeo que
fosse tal vez podesse ch-gar; mas nao propoz es-
ta medida; porque ainda nao teui feito aponta-
ineiiios a este respeito, e mesmo porque neces-
sila de nforuiacdes da presidencia i cerca da d-
cima : assim vota pelo artigo.
Julga-se a materia discutida, c posto a votos
approvado o artigo.
Entra em discussao o seguinte=Artigo Jyom
todas as obras publicas, e cadeias, inclusive a
factura de um observatorio para que apenas se
posso comprar as observaces astronmicas
leitas em outros lugares da provincia, sendo
supprimido I ajudaute da 1.a classe, outro da i.*,
um escriptiirario, eiimdesenhista:200:WI0/(IO0
O Sr. Taques: diz, que, tendo requerido, ha
poneos das, que fosse remettido asienilil o
relatorio do engenheiro em chefe a respeito des-
tas obras, e que nao tendo ainda apparccitlo es-
se relatorio, julga conveniente adiar-se a discus-
sao deste artigo, at que seja satisfeita a exigen-
cia consignada nesse seu requeiiineuto, e ap-
provada pela asseinbla. Val niesaedepois
de apoiatla, entra em discussao a seguintc emen-
da da coinmisso = Seja supprimlda a ultima
parte do artigo, isto desde a palavra sendo
-: at o flm.
K" tambem apoiada e entra conjunctameute
em discussao o seguintc requeriinento do Sr. Ta-
ques. : Kequeiro o adianienteiito da discussao
do artigo at que seja remettido o relatorio do
engenheiro em chefe.=
D.i-se a materia por discutida, e posto a votos
approvado o artigo com a emenda da coinniis-
sao, erejeitado o requeriinento do Sr. Taques.
Entro em discussao e sem debate sao appro-
vados os seguintes.
Ait. '21. l'om os aposentados. J:0u9f(wo
-- Art. -2b. Com os jubilados, tendo os proles-
sores de phoronma, de philosophia, c de go-
ralia o ordenado animal de 500/0(10 rs na forma
da lei n. 43..........- 5:300/1100
Segue-se a discussao do seguintc.
~ Art. 2 Com as despezas eventiiaes inclusi-
ve o concert das casas das reparticocs. e cathe-
quese dos Indios..........20:000/000
OSr. Taques: observa que despezas eyen-
tuaes sao s aquellas, que nao cstao previstas
na lei, e por isso mi acha muito regular que
nesta verba se ine.lua a despeza para o concert
das casas das repartices, porque urna despe-
za prevista e deve estar na verba, que trata das
obras publicas. Julga tainbein que a despeza
com a cathequese dos Indios igualmente pre-
vista, e como tal deve ir em rubrica separada
desigiiaudo-se um quantitativo para ella : as-
sim declara que vai mandar mesa una emen-
da llesse seiltitlo.
E' apoiada c entra tambem em discussao a se-
guintc emenda doSr. Taques.
Com a cathequese dos Indios 4:000/000 rs,
Com as despezas eventuaes 16:000/000 rs.
Supprimo-sc as palavras inclusive o con-
cert das casas das repartices.
D-sea materia por discutida, e posto a votos
approva-se o artigo, e rejeltada a emenda.
Entra em discussao 0 seguinle artigo, que
approvado sem debate.
Art. 27. < oni as acedes da companhia de Be-
beribe calculando-se o pagamento das presta-
res de vinte por cenlo 6:000/000 rs.
OSr. harrelo: obtendo a palavra pela or-
dein, observa que como ineinbro da coininissao
encarregada de rever os csta.tulos do collegio
dos orphaos declara, que ella nao tem podido
apresentar o resultado dos seus trabalhos, por-
que ha j niuitos dias, que dous dos seus mem-
bros iiiio teem comparecido na asseinbla, c as-
sim pede ao Sr. pies, baja de noniear outros.
que os substituao, lembrando o Sr. d. Lopes Ga-
ma; ou que decida se se deve esperar por esses
Sis. que faltao.
O Sr. presidente : diz, que na coniinissao de-
ve ao menos havermaioria de'ineinbros para po-
der apresentar c assignnr os trabalhos, e que
por isso iioineia ao Sr. Lopes Gama.
Dada a hora o Sr. presidente da para ordem do
da a continuado da dehoje, e 1." discussao
de Janeiro do corrate : conimissao de fazeis-
da e orcainento.
Outro de Jos Ribeiio do Auiaral, sollicitador
da fazenda provincial, pediudo, que na lei do
orcainento, que se est disculindo, seja consig-
nada uma quota para pagamento da gratifleacoo,
que deixou de perceber este anuo, o tamban
para o anuo seguintc : mesnia coinmisso.
Foro lidos e approvados os pareceres se-
guintes : ...
A coinmisso de estatistiea, a quein loi prsen-
nos projectos ns. 13, e i Ueste anuo, e 3.a do
n. 4 tamban deste auno : levanta a sessao
si-ss.u) de 11 a tu; 11, de 1844.
Presidencia do Sr. Pedro Cavalcanti.
Felta a chamada, e achande-se presentes 21
Srs. depulados o Sr. presidente declarou aba-
ta a sessao e lida a acta da antecedente foi ap-
provada.
EXPEDIENTE.
0 Sr. 1 secretario Ico o seguintc:
1 ni oftcio do secretario da jirovincia, partici-
pando ler sido rcmetlitla thesouraria das ren-
das provinciaes a relacao dos Sis. membros ties-
ta assembla, que coptparecerSo na sessao de
marco p. p, : inteirada.
Outro do mesmo secretario, remetiendo a de-
monstraco do rendimento de cada um dos lm-
postos declarados no art. 37 21 da lei provincial
n. 87 : quein fez a requisico.
Din requeriinento de Joaquim Jos Franco,
le a resposta c parecer do Exm. bispo a cerca da
creacaodc uma freguezla na povoaco de Carua-
r, ti ni a significar a esta assembla, que por
dous fundamentos entendeo o mesmo Exm. his-
po, que tal Creacfa nao podia ter lugar ; a falta
do una leprcscntaco dos habitantes daquelle
lugar, neste sentido, em que nostrasscm tal
necessldade de um modo claro c terminante ; o
ser a capella daquella povoaco, que se preten-
de erigir em matriz, propriedade de mu parti-
cular, c por cnsequenca nao serpossivel lau-
carle nnio della para o dito flm : a coinmisso
entretanto declara, que em seu poder exist-
mala representnco dos habitantes da povoaco
de Grvala, supplicando a graca de se crear all
uma freguezla, e isto depols de demonstraren)
claramente a necessldade, que ha de ser a lie-
guesia de Huaros dividida, j pela sua exten-
so, j mesmo pela populaco, que em si con-
ten, e por esta raso cntende a coinmisso, que
est plenamente satisfeita a falta, que se consi-
derou existir em o parecer do Exm. bispo dio-
cesano, c attendendo ella aos justos e bein de-
duzidos fundamentos existentes em a mesma
reiiresentato, julga, que deve ser dividida a
referida fregiiezia de llijerros, e como a coin-
misso cntende, que se nao deve oceupar em
provar a esta assembla, que a mesma capella
nertenceou no um particular, e tem scencia
de que na povoaco de S. Caetano existe una
rica capella, que pode ptimamente servir de
matriz freguezla, que se pretende crear, a
qual iica no centro, e por conseguiute em lugar
muito coiuinodo todos os habitantes, de pa-
recer, que, dividindo sea freguezia deblzerros
do modo constante no projecto, que foi ollere-
cido conslderaco desta assembla, seja crea-
da a dita freguezia, sendo sua matriz a rica e de-
cente capella deS. < aciano; ciilendeiido atomis-
mo lempo a coinmisso, que pelos transmites
legaesseja ouvido o ordinario respeito, adiado
entretanto o projecto. Sala das coinniissoes, 1(1
tic abril de 1844. Laccrda. -omhigues. Flo-
ripes.
A conunisso de rendas nunicipacs, orcaincn-
tos c exame de coulas requer, que pelos meios
competentes a cmara municipal desta cidade,
informe, por que nao tan dado exeeuco ao art.
22 da lei municipal n. 108, que autorisou a c-
mara de Olinda para contrallar a construccao
de una ponte na passagein de Santa Auna, au-
(orisaco, que licou devolvida niesina cmara
to Recife, virtual e Implcitamente pela le n.
117, que incorporou este municipio a fregue-
zia do Poco-da-panella. Sala das commissdes
da assembla, 10 de abril de 1844. so Lobo Jnior
BuGuimardes.
A conunisso de rendas nunicipacs, 01-93-
iiientos c exame de COUtas, tendo em vista o re-
latorio da cmara municipal desta cidade, ciu
que de novo propoe a construccao de um mata*
tlouroe revezo, em lugar apropriado para des-
caigo do gado destinado ao consumo, e atten-
dendo, (pie a le do orcamento municipal do an-
uo correte, art. 21, j autorisou a mesma c-
mara para a SObredita construccao. e para a ac-
quisifao de um sitio conveniente para este iim,
requer que pelos meios competentes, e com ur-
gencia se exija da predita cain. municipal una
informaco a respeito dos meios, que tem ap-
plicado para cxeciuo da sobredila lei, e quaes
as dliculdades, que se Ihe apresento. Sala
das commissdes da assembla, 10 de abril de
1844. Lobo Jnior.*= Guimardes
A coinmisso de rendas niunicipaes, orea-
nclitos e e ame de conlas requer, que pilos
meios competentes a cmara municipal desta
cidade informe, qual a raso e lei cm que se
fundn para deixar de arrecadar o dizimo de
miuncas do municipio do Recife. Sala dascom-
misis da assembla, 10 de abril de 1844.= Lo-
bo Jnior- = Ultimantes.
Foi remettido coinmisso de polica o se-
guintc :
A conunisso de legislaco julga, que sao
attendiveis as rases, que expde o official inaior
da secretaria desta assembla, para quesejo
pagas as certides, que requereill os particula-
res, dos documentos, ou livros existentes no
archivo da mesma secretaria, e de parecer,
que se adoptan os seguintes arligos additivos ao
regiment da casa :
Art. 1." Os particulares, que pedirn certi-
des do archivo da secretaria da assembla pa-
garn os inesmos emolumentos, que se cobrao
na secretaria do governo.
^ 1." A importancia dos emolumentos recebi-
dos sera posta margan das certides.
Art. 2. Estas certides sero pedidas por pe-
lico, c sero mandadas passar por despacho do
porque julga que c um dinheiro intcirainciite j hcideiro e tcstainenteiro do fallecido eonego
perdido: enlcnde que apenas (levan serconser-! Francisco Antonio Pinto, pediudo providencias
vatios os lampics dos caes c das pontes por- a Iim de ser paga a congrua, que se licou deven-
que sao os que Ihe parecen) ser mais bem pre- do ao dito fallecido : coinmisso de fazenda e
parados ; e declara que, a haver algiun nielo de orcamento provincial.
estabelecer-se uma itluminacd mais conven!-1 Outro de D. Roza Victorlna de Lhna, viuva de
ente ainda que CUSte mais alguma cousa pois Antonio Leandro da Silva, pediudo. que na lei
que esta quantia pequea, votar por essa des-' do orcaincnto municipal seja autorizada aca-
piza. I niara municipal da villa de Flores, a pagar-lhe
OSr. Franrisro Joo: ~- observa, que o 11. d. o que l'u-nn devendo seu fallecido marido,
san querer del'endeo .1 dirco o da lluniinacfio quando exereco o cargo de Secretario da dita
da cidade di/.aido, que a quantia dada para es- cmara: coiiiinisso de orcaincnlo (lsca-
te iim era muito pequea, (pie com ella nao s niaras,
nos potlia haver o numero sullicienle de lam- Outro de Joaquim Ignacio de Carvalho Mcn-
mieest anu temporariamente, e que nao quer nos podia haver o numero sulbciente de lam- omro ae Joaquim Ignacio oe uarvaino nien
adatar o naiz nor latra ou fazer nellr a sua pides tomo au mesmo o ueeessario zelo na ilu- donya, arrematante da tazada barrena da pon
ri.ein-i residencia Eusouum pouco Brasi- minacfio; masentendeooradorque-por nao po- te de Motocolombo, pediudo, que Ihe seja con
'.' ^ dennos ter urna boa Hluminaco nao devenios cedida a prorogacao das entradas feitas na tlie
secretario, e na sua ausencia, pao ~i
todos 'deixar de ter alguma; diz poru, que tal vez con- souraria provincial de l:3Sn.,iiiio rs. de seis
ciro.
4/ uns Sff. tiepulatlvs : lodos nos, ------- _.......... ...
-"y"' viesse requerer o adiamento desta verba para se sus mezrs, para tazel-as da quantia por inteirn
O Sr. Jos Pedro : Ao duvido ; mas eu sou examinar se possivel cicar-sc, para este fin, 1 no Iim de todos os anuos, leudo principio o 1."
Art. 3. listes emolumentos pertencerO ao
official inaior, que c\c soincntc passar ditas
certides.
$ 1." No seu impedimento sero panadas por
uidos officiaes, que fordesignado, o <[ual ues-
te caso percbela os emolumentos.
Art. 4." Fico revogadas as disposicOes cm con-
trario. Sala das commissdes, 18 de marco de
1844. Alcanforado.-- Medeiros.
Foi julgado objecto de deliberaro, e a ini-
primir o seguintc:
= A conunisso de rendas, orcamento e exa-
me de contal, apresentando O projecto do or-
camento da receita c despeza do anuo niunici-
n.il que ha d^enrrerdol.* de oiilubrode 1844
ao ultimo de setrmbro de 1845, nao pode deixar
de aconipanhal-o de una observaco c reparo,
que certaint ule deve de captivar a considl raco
desta assembla. Deplora a coinmisso a mili*"
dade. a (pie sl.i r< tlu/ida a instltulcao munici-
pal em quasi todos os municipios onde, p> la
inaior parte, as rendas gmente se applicao em
vntag m dos enipregatlos, e nada absoluta-
mente no interesse do municipio: alguuias t-
maras, como a do Cabo c Sciinhacn; nem ao


5
,'lO.OllO
Ait. 4. Acamara municipal da villa di- Igtia-
rass autorisada para despender coni os objee-
tos designados nosseguintesparagraphosanuan-
.:.. .1.. 974#320
mriins remettein as suas coritas para indicio de 9. Com as elcicocs
meexistemnnicipalidade nesseslugares, des- 10. Com despezas eventuaes.
licito das leis, que as obrigo a dar essas cuntas:
essaS cmaras, lia tres anuos, que as nao mau-
as multas, era que incorrero; nao consta, se
ellas foro eftectivamente responsabilisadas: as
demais leein remettidg as suas contas com mais
oii menos irregularidade, mas essas eontas, ex-
ceptuando a cmara do Recife, attesto somenle
que essas cmaras s teem rendas para o paga-
mento dos ordenados d08 seus empreados, e
nao culdo ein promover a arrecadacSo, ou pro-
pdr rendas, que as habilitein para preeneher o
All de BA inslituico.
A cointuLsso chama a attenrno da asseniblea
para o municipio de 01 inda : extenso e povoado,
lomo esse municipio, que eompreliende qua-
iro freguezias c urna cidade, abi a importancia
tas mullas por contraveneno de posturascon-
" a 1843 na quantia de
sistio ein o nno de 1842 a 1843
231000 rs., e essa mesma quantia orcao para o
auno futuro de 18-1-1 1845! All,autorisada a
cmara pila lei municipal n. 120 para arrecadar
a nova renda de "2-10 rs. de cada canoa, que cou-
dutir agua do Varadouro, renda, que multo de-
ve avullar, nem um real orcou Mas rssa c-
mara tem dOUS liseai'S, que veneem ordenado,
essa cmara querum cont de ris para despezas
necessarias da arrecadacSo, isto qtier gastar
mais 1:000'000 rs. para arrecadar 23s000 rs... .
Observa a coinmissao, que desmembrada do mu-
nicipio de lindaa fregitc/.ia do Poro-da-pancl-
la, e incorporada ao Recife, a renda provenieu-
tedas umitas por contraveneno de posturas nes-
ia fregucsia, em oito meses depois, tem monta-
do ; 908/000 rs.! Nada produ/.iudo anteriormen-
te para blinda !! Isto revela o desleixo, que
tem havido na arrecadaco das rendas munfei-
naes de Olinda.
Parece coinmissao, que o meio que euinpie
adoptar, j que outro nao alie as attribuicoes
ilesta assenibli'a, supprimir os ordenados dos
liscaes desses iniiuieipios, que nao sao o do le-
nle, esubstituir por nina porcentagcm, quese-
ra um incentivo para obligar esses empregados
a irahalhar, e promover, ein raso do seu inte-
resse, o interesse publico c do municipio. Ou-
tras militas observaces guarda a cotmnissao
jiara a discusso, e posto ipie,destituida dos ele-
mentos precisos, e das contas das cmaras, que
as nao retiiettcriio, ella apresenta o segu ule
projecto :
A assemblca legislativa provincial de Pcriiam-
buco decreta:
Capitulo I." Despea municipal.
Art. I." A despesa das cmaras iiutnii ipaes da
provincia de Pernambuco para o anuo munici-
pal do l.de outubro de 1844 30de setetubro
de 1845 <' fixada na quantia de 53:274/770
a qual ser distribuida na forma especificada
nos seguibtes artigos.
\rl. 2." A cmara municipal da cidade (lo lic-
cife autorisada para despender com os objec-
IOS designados nos seguiutes paragraphos -
lia,di
A saber :
1. Com os empregados, abolido o or-
denado do fiscal da villa, c substi-
tuido pela porceutagem de 20 "/
das inultas, que elles impon Ti ni,
e forera arrecadas
2. < om o procurador os 6 % na for-
ma da lei
3. < om o expediente e despezasiniu-
das
4. I om o tribunal do jury
5. Com as custas dos processos cri-
minaes, e contraveneno de postu-
ras
(>. Com a dcima dospredios urbanos
7. I'mii o concert dos predios do pa-
trimonio, calcamento, e liinpeza
das ras.
8. Com as eleicdcs e despezas even-
tuaes
37:949/970
1:000/000
800/000
600/000
1:700/000
1:600/000
2:700,^000
1:200/000
400/000
500/000
300/000
350,?O0
1 :-J12.sSS
800*0110
quantia de
A' saber :
1. Com o secretario
2. (.'om o contador
I!. Gotn o porteiro
4. (.om os 4 .lindantes doporteiro, leu-
do o que fbl de novo creado200/rs.
5. ( om o procurador,redu/ida a por-
centigein 5 %
(i. I om os 5 liscaes das freguezias.
tendo o do Poyo-da-panella 300/rs.
7. Com o engeuheiro engajado
8. Cora o advogado
9. Com ociruigiao do partido
](j. Com o aluguel da casa de suas
sessoes
11. i om o expediente,inclusive a im-
presso dos actos, e mais papis da
cmara
12. Iiiiii a dcima dos predios urba-
nos do patrimonio
13. Como tribunal do jury ecleicfies
14. < om as instas dos processos cri-
naes, aqite sujcilo oeolre da mn-
nicipalidade, e contravences de
posturas
15. Com o forneciinento de tuses pa-
ra a eadeia
10. Com a companha de Ribeirinhos
17. t om asprestaces provenientes
da compra das casiubas do pateo
doCollegio
18. t.oni despezas eventuaes
Extraordinaria.
19. i om o concert dos predios do
patrimonio
20. Com o nivel.unento, esgoto c cal-
camento das ritas
21. Para se dar prineipio aocetntte-
rio publico
22. Para a construccao do mercado
publico no bairro do Recife
23. Para a construeco do paro mu-
nicipal *
\rt 3o V cantara niuiiicipaldacidade deOlin-
d...'- autorisada para despender com os objeetos
designados nos seguiutes paragraphos a ,J'';"")j1
de Si.l%WL
A saber :
1. Com os empregados, sendo redii-
zldo 400/ rs. o ordenado do se-
cretario, abolido.! os ordenados
dos liscaes, e substituidos pela
porcentagcm de 20 /0das inultas,
que lies inpoterem, e forera ar-
recadadas ,
). .(mi o procurador os 0 "/ na lur-
ina da lei
3. (.om o expediente e despezas Hita-
das .
A Com o tribunal do jury
', om as CUStS dos processos cri-
niuaes, c contraveneno de pos-
(). i om O forneci ltenlo de luzes pa-
ra a eadeia.
7 < uraadi ci.uadospred.osiirba.ios
8 Com o coi... rto dos predios dopa-
trimoiiio, calcamento da ritas, e
inelhoiaiiiento das lontcs publi-
cas
2:000/000
175^380
5:000/000
7:011/706
l:000O00
1:600/000
2:000/000
2:000/000
2:000/000
2:00*000
435/000
55/000
20/000
20/000
.WO0O
34/320
300/000
(io/ooo
Art. 5.a A i amara municipal da cidade de
Goianna autorisada para despender com os ob-
jeetos designados nos seguiutes paragraphos a
quantia de 1:386/070
\saber : ---------------
1. Com os empregados, abolido o or-
denado do fiscal da villa, e subs-
tituido pela porcentagcm de 20%
das inultas, que elles iinpozcrcni,
e forera arrecadadas,
2. Com o procurador os (i u na for-
ma da lei.
3. Com o aluguel da casa de suas
sessoes, c do jury
4. Com o expediente c despezas mia-
das
5. Com a decima dospredios urba-
nos, r foros dos terrenos aecupa-
dos pela cmara, eadeia. e aCOU-
gue
6. Com o tribunal do jury
7. Com as cusas dos processos cri-
niinaes, e contraveneno de postu-
ras
8. Com o fornecimento de luzes pa-
ra a eadeia
:). Com o reparo dospredios, fon-
tes, c limpeza das ras
10. Com as elcicocs
11. Com despezas eventuaes
1:200/000
1-20/000
40000
20/000
300/0000
47/620
59/000
800/000
515/000
300/000
84/000
25/000
22/070
20*000
80/000
50/000
200/000
40/000
50*000
Ai i. 0." A cmara municipal da villa do Cabo
c autorisada para despender com os objeetos
designados nos seguiutes paragraphos B>JJ,anjj
lia.de
\ saber :
1. Com os empregados, abolido o or-
denado do fiscal da villa, e substi-
tuido pela porcentagcm de 20
das inultas, que elles inipo/.eretn.
e forera arrecadadas
2. Com o procurador os 6 "/o na u"'~
ma da lei
3. Com o expediente
4. Com o tribunal dojurj
5. ( om as custas dos piocessos cri-
minaos, e contravences de postu-
ras
6. Com as eleieoes, e despezas even-
tuaes
340/000
200*000
20/000
10/000
IttyOOO
50/000
50/000
(Continuar-u-ha).
HAMO PS PEimiBtXO,
llontetn 13 do eorrente, S. Ex. o Sr. barfio da
Roa-vista, por causa de molestia, entregou a
redeas da adminislraio ao Kx .Sr. \ ice-pre-
sidente o Sr. Dr. Pedro Francisco de Paula
Cavaicanti d'Albuquerque.
IW^WHH
Rendimento do dia 13..........8:744/391
Descarregiio Iwje 14.
Jtrigue inglez Margarel Elizabelh carvao.
Barca --lilizahrth Hotl= farinlia.
arca inglesa =spray-- bacalbo.
firigue >Terra-Nov barca =s'AFfc= diversos gneros.
Brigue -TriumplHtiite--- diversos gneros.
iirigue Hara Flix dem.
Barca Niglelingale- dem,
brigue = .b/ir/iluir--- cerveja.
Imporlaca.
Mara Feliz brigue porluguez, viudo do Por-
to entrado no crtente iiiez, a consignarao de
Antonio Joaquim de Sousa Ribeiro manifestou
o seguate :
2 bat ris com rollias 10 dilos com ceras de
ligos; a Manoel de Audrade Hala.
1U caixas lmaseos; a Joo Coins.
10 pipas, e 20 barris violto, a T. de A. Fonseca.
6 caixas fechaduras; a ronseca & Silva.
4 comiuodas, 2canaps, 10 polfonas, 102 ca-
d( iras de pod'olco, 48 ditas de pao preto, 1
caixa com retros e pentes, 10 barris vinho ; a
Antonio Luis Gomes.
I caixa vidrilhos de palheta ; a J. da C. Luna
Jnior. ..
1 dita lamaiicos ; a Joiio Ferreira da Silva.
;s laidos albos; a t.ourenco Fiui.uides (a < i*.
caixas tamaucos; a Joaquim Alves da Costa.
Oliveira.
2 .na relas azeitonas ; a G. Antonio Sabota.
,' barris presuntos; a .1. F. Mendes Guunaraes.
I caixa com un pre/.epto 11 voluntes rolhas,
e palitos, 6 barris presuntos 1 caixa buhas, ,i
ditas pomada 50ancoietas azeitonas ; a Car-
ioca & Audrade.
a A.
a 11.
lio
5 caixas finitas panno de linho e botdes ,2
ditas cascos para chapeos, 4 ditas pomada, 51
voluines ferragens, 200 capachos; a Jos dosSan-
toa Andrade.
5 caixas tamaucos, linbas, e calcado 20 bar-;
i-is vinho 35 voliiu.es ferragens ; a Jos Alloa-
so More ira.
38 barrispregos; a Manoel Joaquim Ratnose
Silva.
3 caixas fio porrele < de v.lla 15 voluincs
ferragens: a F. X. Martins Bastos.
(i caixas pomada, 5 ditas panno de linho e b-
nhas, 6 barris presuntos, 50 oneoretas aseito-,
as, I caixa piala emolirs, 135 rodas de ar-
cos de pao ; a A. J. de Sonsa bibeiro.
200 cintleles de pitillo abatidos 100 rodas
d'arcosde pao, 5 caixas tamancos; a.lose Anto-
nio de Carvalho.
700 ctinhetes de pinho abatidos; a .1. I. de Mc-
(binis llego.
380 eunhetes de pinho abatidos a Manoel Ig-
nacio de Oliveira.
63 volumes ferragens,4 caixas linhas, e botfles,
4 ditas palitos e caixas de chifre I dita fio de
vclla I cunhete batatas, a A. V. da S. Barroca.
4 barris presuntos, 1 caixa rolhas; a Jos Gon-
ealves da Ponte.
2 caixas franja de retroz, e assafatinhos; a Ma-
noel Fernandos Quedes.
I caixa doce 1 barril azeitonas ; a J. R. de \.
Porto.
5 caixas tamancos aM. A. da Costa e Silva.
3 ditas lio porrete, e de vclla I dita fechadu-
ras I fardo penetras ; a Jos Rodrigues de
Sonsa.
20 barris pregos, (i ditos rolhas; a Joaquim da
Costa Paria.
I fardo rotitn; a Miguel Rodrigues Vieira.
10 barris pregos 1 caixa com una estampa;
a Manoel da Silva T.oijo.
60 rodas d'arcos de pao, I barril pregos ;
F. dos Santos Braga.
I caixa retroz 200 rodas d'arcos de pao;
B. de Oliveira.
Poro i.'n manifi to
41 volumes com dillreutes niereadorias
arcos de pao ; a diversos.
1'erra-iVbva, brigue ingle/., viudo de St. lolm.
entrado no crreme mez, consignacao de Ja-
mes Cabtrce 8c Companhia ; manifestou ose-
guinte :
2,000 barricas com bacalho ; aos consig-
natarios.
Adventure brigue ingles, viudo de iniii. en-
trado no crtente mez, a consigo.nao de James
Patn & Companhia manifestou o seguintc:
170 toneladas de carvao de pedia 231 barri-
cas cerveja I caixa linhas, -llardos fazendns
de linho 10 toneladas de chumbo 20 gigos de
loma 30 caixas com tltteijOS, I! ditas com ge-
nebra 48 ditas com cha 20 barris com aren-
ques ; aos consignatarios.
117 barricas COIll cerveja : a ordem.
1 caixa com vestuarios e conservas ; a R. P.
Wood.
A'. //. No manifest do brigue Margara tii-
labttt, onde se di/, consignatario Me. < altnont&
Companhia, lea-seC. Kenworthj 8c Companhia.
PRACA DO RECIFE I3DE Al'.ll. f)F 1814.
REVISTA MERCANTIL.
Cambios Teem-seefectuado saques a25d. p.
10, eujo pceo pde-se reputar firme.
Algodao As entradas continan a ser diminu-
tas e nao tem solirido alteraco de
preco.
Assiicar F' mais procurado, c tendo sido re-
gular, as entradas e as vendas de 750
a S00 rs. p. arroba sobre o ferro.
Centros llouverao vendas de 127 1/2 a 130 rs.
a libra.
Bacalho O deposito de 3200 rs. barricas,
inclusive um carregamento de 2()00 bar-
ricas, tendo-se vendido estas a 0500 pott-
co niaisou menos, ccslando-se relalhan-
do de 10,200 a 10,300 rs.
Barricas vasias Ycndci fm-se a 560 rs. abatidas,
olaxa tina dem de 7, a 8000 rs. a barrica.
Familia de trigo-- Futrarn tres carregainen-
tos com cerca de de 3000 barricas que
seguiro paraoSul, menos300barri-
cas pie forao descorregadas aqui : A
americana nova vendeo-sc de 17,500 a
18,500 rs. c a velha de 12 a 16,000 t>.
Carne sccea O deposito c de 40,000 arrobas ,
nao tendo solirido aiteraco no pre:;o.
Manteiga Chegro 250 barris, que ainda nao
forjo vendidos.
Sabao Tein-se vendido a 106 rs. a libra,
al cstrangeiro !So ha.
Vinhos \ endeo-se de 80,000 a 0,000 rs. a pipa
dos de Lisboa de autores de segunda
ordem.
r.xistem no porto 38 cnibarcacoes, sendo 2
americanas, 1 argentina 16 brasileas, 2 fran-
convidadosos Srs. accionistas para comparece
remno supradito dia, pelas y horas da manba,
no escriptorio da companhia.
O secretario, II. J. Fermiiulcs Batios
isos martimos.
Para Lisboa sahir no dia 30 do eorrente
o brigue portuguez Triutnphante, capitao olive-
rio Manoel dos Kii-: quem no mestno qulxer
carregar ou ir de passagejn, dirija-sc ao mesino
capitao, ou a Mendes 8c Oliveira, na ruado Vi-
gario n. 21.
Parao Rio-de-Janeiro segu viaje com bre-
\ 11 -de o brigtte-itacional Indiano, capitao Anto-
nio /Uves Martlta; smente recebe passageiros, e
. ni inuito bous commqdos para levar ate 12
mu toda i eomodid tdc por ter una espacosa e
aceeiada camera, tambera recebe esclavos a fre-
te, para o que trata-sc com o dito capitao, ou
com consignatario Manoel Ignacio dOliveira,
mi d' Vpolh) n. 18.
Para o Maranhao o bem conhecidobrigua
escuna nacional Loara, de I." marcha, su recebe
p issageiros, para o que tem excellentes comino-
dos, quem no inesmo quizer ir de passagera, dl-
,.ija-se ao capitao Luiz Ferreira da Silva bantos
., bordo, ou n.i Praca-do-coinmereio.

cesas I hespanhola ,
zas, e 3 sardas.
[lesas, 6 portugue-
lovimciiio o Forio.
Navio entrado no dia 13.
tfahia; I2dias, sumaca brasileira JVooa-^Hrora ,
de !4 lonelad.T ; eanilo Domingos Jos da
Silva equipagem 12 carga vatios gneros :
passageiro, Antonio Pedro de Fatias Portu-
gus e 6 esclavos a entregar.
A'ario saludo no inesmo dia.
Rio-de-janeito ; briguc-cscuna ingles Mar;/, ca-
pitao JohuLluIrio carga farinha.
Oeclaracoes.
Companhia de Febiribe.
Os Srs. accionistas da companhia do eueana-
nit iitc s^c convidados i cntrar i. cc ......v.~
, A.ves oa un., va prestaeno de 6 por cento no praSO de 30 lias,
>0 rodas d'arcos de nao aF. J. Pacheco de contados desta data. Recife 12 de ebrtl de 1844.
0 secretario, I. J. Fernanes carros.
No dia 8 de inaio prximo vindonro lera lu-
gar a pritneira retiuio ordinaria dos accionistas
da companhia do eucanamento, afitn de se pro-
ceder eleico da nova adininistracao, e da que
est em exereieio, dar tonta dos seus trabalhos
I e do estado da referida empieza: sao por tanto
avisos diversos.
Anna de Jess Ribeiro embarca para o
Rio-de-janeiro a stia escrava Catharloa, de na-
(3o Haca.
Unta mora solleira se propc a ensinar nc-
uiiias a ler, i m rever e contar, c fa/.er toda a qiia-
lidade de costura com toda a perfeicao e por
preco coinmodo ; quem de seu prestimo se qui-
zer utilisar dirija-sc a ra das Larangeiras casa
n." 27 : na inesiua precisa-se alugar urna preta
para lodo O setvico di'casa, e paga-se 320 re i s
por >!ia.
\i) PUBLICO.
\(ha-se a venda no estabelec'uneiito da
ra da Crus do Recife n. 38, da fabrica do rap
princesa de Gasse, do Rio-de-janeiro, chegado
ulttniamente, pelo vapor Paraente, nina das pre-
paraces ueste genero pelo uiesino fabricante)
0 inelhor que se pude fazer no Brasil; o seu titu-
lo princesa meio grosso. o fabricante adver-
te ao respeitavel publico, e particularmente aos
seus fregtlCZCS, que os botes de rap de sua fa-
brica continan a levar O sello de seu deposito
geral tiesta provincia, como legitimo inventor,
do rape coni titulo de princesa, feito no //rasil,
tanto no Rio-de-janeiro, labia, como em depo-
sito em Pernambuco e as provincias do
norte.
--- Jos Thotnas de Campos Quaresma avisa
aos seus devdores, e fregueses, que mudou o
sen eslabeleeinu uto da loja n. 38 e 40 da Praga
da-independencia, para a Rua-nova loja n. 30,
onde se acha com grande sortimento de tasen*
das francesas: tarabein tem ricas bandas de
borlas de ouro e adragonas de capitao tctien-
te e atieres de eavallaria e guarda nacional:
lainbeui vende aariuaiao da loja n. 38 e 40 da
Praea-da-indepciideneia e trasjiassa a cliavi-
cora a loja tal qual se acha ou dividida ein
(las r coiuod'antes era.
Ututo pitortteo.
Os Sis. assignantcsqueiro mandar buscar
i agencia (ra d Apollo n. 16) o n. 20 chegado
ultiiiiamenle, e se Ihe toga envieni n'cssa occa-
si.io uma nota das estampas pie por ventura
posslo faltar no l. volunie, e I." serie (lo 2.,
porque, tendo-se exhausto a 1.* edieeo, que
velo com alguinas de menos, est a imprimir-
se a2.:l, para seren d'ellas prvidos opportuna-
inente.
O abai.xo assignado, morador na ra dol'as-
seio-publico, participa a todos osseus fregueses,
que reeebeo un sortiinenlo de sedas e gros de
tapies para cobrir chapeos de sol; tudo de inul-
to boa qualidade, c um sortimento de chapeos
deso de seda para hoineni, de bont gosto, e por
preco mais conunodo do que ein qualquer nutra
loja: o niesino avisa as pessoas, que teem em
sen poder chapeos de sol, para concertar, que
os VOO buscar no praso de 8 dias, do contrario
sero vendidos para pagamento das despezas
Pellas com os inesiuos.
Precisa-se arrendar um sitio perto desia
I.iaea, que tenha baixa para capim, e pasto pa-
ra quatro vaccas ; e cujo aluguel nao exceda de
.">ic rs. por anuo.
Soeiedade harmnica llwatral.
A conunisso administrativa, pela segunda
vez convida aos Srs. socios, a reuiiirent-se terea-
l.ira 16 do eorrente mez, pelas 4 horas da tarde,
na casa do secretario, (ra d'Apolfo) para deli-
berar.-tn sobre objeclo urgente.
Constando-me que algum dos meus desa-
feicoados tem espalhado com a minba ausencia
de molestia, que me tinha retirado para a cida-
de do Porto, e aehando-ine tiesta cidade anda
doente forcoSO me fazer a presente declaracao
para confundir to grande mentira. Recife de
Pernambuco II de abril de 1844. Antonio Jos
Machado. Est rccenhccido.
Desaparcceo no dia U do eorrente unta ca-
britilla forra dc.nonie Maria, de idade de 13 pa-
ra 14 anuos, e tem os siguaes seguiutes : magra,
feicdes grosseiras, com um signal no nariz, boc-
ea grande, mal feita de corpo, e pes compridos ;
levou vestido cor de rosa com listas, j usado,
jnlga-se que foi seducida; e para que noseja
dili 11 culi a alguein como captiva, declara-seque
ella forra de nascenja, e que desde a idade de
anuo e meio tem sido mantilla e educada em
casa de .lose Goncsves de Farias Pernambuco :
a pessoa que sottber aonde ella existe, ou tiver
noticia, e quizer por huiuanidade avisar, haja
de dirigir-se a Rua-direita no 1." andar do so-
bradu novo junto > squlna do becoo do seriga-
| do, que milito se lhe agradecer.
OU'ercce-se un rapas portuguez de idadn
! de 13 a 14 anuos para loja de meudezas, ou la-
: endas, o qual j teinalguma pratica; equein do
sen prestimo se quizer utilizar unnuneie por es-
te Diario.
Aceeita-se roupa para lavar, e engoinniajr,
por preco coimuodo; na ra dos Martynosu. 13.
1 rios n. 13.



Oflcrece-se i ira criado um pardinho for- | Precisa-se fallar com o Sr. (enente Felippe
Servlo Bezerra Cnalcanti a negocio de seu in-
teresa ; na ra do Livramento n. 24.
Francisco de Paula Meira Lima tenente
de|prmeira linha reformado, propde-su a admi-
nistrar qualquerengenho do que tem os eo-
nhecimentos necessarios para dito fim, e d fia
dor a sua conduela ; quem o pretender, dirija-
Jos n 72 ou annuncie.
do brigue-escuna Laura lem
para vender dous moleques de tii anuos, bo-
nitas figuras, e proprios para todo o servigo ;
quem os pretender, dirija-se a bord do mesmo
navi defronte da Lingueta.
Aluga-se urna morada de casa de dous an-
dares el >i'u, na ruado Vigario n. 1 ; a tratar
o BrigaJeiro Antonio Rodrigues de Al-
meida.
D-se 200 a iOOs rs. a premio com pe-
nhores do ouro ou prata ; na ra do Cabug
n. 1.
Precisa-se alugar um bom sitio perto da
praca, e que tenha boa casa, aterreno sulliciente
paracapim, qaecbegue para dous cavaHos,
sendo animalmente; na Rua-nova, unnasein
n. o".
Precisa-se de um -cal tetro Portugus, pre-
ferindo-se dos chegados a pouoo lempo, sendo
do 16 a 18 anuos; na Solidado, venda n. -20.
Alugao-se 3 casinhas a 3'rs. cada urna ,
do corrent.;, o exer. i. i da qaal lera lugar sitilS noAtterro-dos-AITogedos; a tratar na Rua-
das tres as seis horass da tarde cni o ImhtoiIc ., D .
Santo Antonio travesa dasCruzes primeiro an-ipmPer,a,n-67 ou com Jos Francisco da Silva
dar n. 1 i. Entrctaudo quem se quizer utilizar I enna'
de seu pi stmio dirija-se amado Mondego n. O Sr que quinta feira levou ao sotao da
oua tiua-nova, botica do Sr. Pinto. Rua-Augusta n. 9, dous transeli.is far o fa-
vor Je \o!tarcom elles ao inesmo soto, ou as
Cinco-pontas n. 62.
I.ava-se, e engomma-so com todo aceio ,
rge Poiugdestre, reti i-se para P prneoecmmoo ; em Olinda ra de S.
, Rento n. 37.
ro l> istante esperto qual se prest i iodo
qualquer servico, propriod'uui creado : quem
o pretender dirija-se .i loj i ;!;; sobrado n. lo na
roa <1 i C. tdeio Precs i-se de uin ofncial p ira trabalhar era
bahs : aquelle que se adiar uas circuinstan-
< ias dirija-se ao Forte-do-Mattos, prensa de
' io, do Brito.
Uuga-st- um icasa terrea com os commodos se a pa|C() a s.
seguimos, i salas3quartoscosinhafra, quintal j __ O canillo (I
e cacimba, sendo na Ra-bella, a fallar na ra;________..... j'....,.
do i ollegio ou 3.u andar da< is i u. 15.
-- :nn o. io de urna loja urna caixa de tartaru-
ga, columna chapa de ouro, com as tirinas P.
.,'. S. P. a quera foroflerecid i |> id I imar, e le-
var na ru t das Vgu is-, erd s n. -21 que ser gra-
tificado.
No dia terca-feira 16 do corrent pelas -i lio- i ""
i i- i i trd i porta do hr. Dr. Juiz do civel da
priineira vara, se h 1!. arrematar, por ser a ulti-
ma praca, um sitio no lugar do Parnameirini,
penliorado a Jos Zternardino Leal e sua inu-
Ihcr.
Iffonso Si m irtin retira-se pira Fian i,
Quera tiver direito sobre a casa terrea n i.
sil i n i ra do Vogu ira d > bairro de Sauto vu
luiiio do Recife, perteneente .i Manoel de farrof
l Sascuncnto, hija, di publica io desle a (i
lias, de se oppdr por esta folha, ou se entender
t-om o tfurgos Ponce de Lco, para que depui*
.1 l'eito n negocio nao se ache era ignorancia.
Mauoel Francisco Coellio pretende abrir
aula de graminatica latina, e portugueza no lia
i ou i Rua-nova, botica do Sr. Pinto.
i '-se um Portuguez casado com pou-
suU'rivelmente escrever e conl ir quera o preten-
der annuncie poi c -.i i folha.
Compra-se urna canfla aberta de carga de I milito bom estado por proco commodo, por-
600 a 800 lijlos que seja velha e sirva so- que o don.) retira-se para fura do imperio; na
mente para concluir um atierro; atraz do trida- ra do Livramento venda n. 24.
tro armasem de taboado de pmho. Vende-se, ou aluga-so urna casa sita na
Compra-se urna negra que saiba cosi- Casa forte, na esquina que volla para o Poco,
nhar eengommar, que nao seja inulto idosa, e rectificada de novo com 3 salas, 4 quartos,
que nao tenha vicios paga-te bein ; na ra
da Cadeia do Recife loja n. 20.
Comprao-se efTijctivamente para fra da
provincia mulatinhas criolas cmaisescra-
vos, de 13 a 20 annos pago-se bein, sendo
cosinha fra estribara poco, e quintal mu
rado ; na ra da Cruz n. 8.
Vende-se urna escrava de nagao, boa co-
zinheira e ptima lavadeira moga e de boni-
ta figura ; ua ra da Cadeia du S. Antonio n.
bonitos ; um par de castigaos de prata moder- 22 primeiro andar,
nos, som feitio e um transolim grosso de ou- Vende-se para as lojas, ou para o matto,
ro para relogio : na ra larga do Rozario n. a dinhoiro oua praso com firmas a contento,
30, primeiro andar. toda a qualidade de chapeos ; na ruada Cruz,
Compra-se um rotula usada cin bom es- armasem e fabrica de chapeos n. 63.
lado com opalinos escacns do largura e 11 = Vende-se Jacaranda superior chegado do
de altura; no paleo do Carino, esquina da ra Rio de Janeiro pedras de inarinore redondos
de ilortas n. 2. para mu/as de ineio de sala, de muito bom gos-
--------------------------------------------, t0 > ,rias para coinmodas cadeiras america-
VClIflcIS as com assento de palbinha camas de vento
________________________________________com armagao marque/as, so fas mezas do
., ,. iantar camas de vento mui beni feitas a 4500.
Vende-se um ptimo molequo de 18 an- V, i l ...n
nos de muito boa figura e conducta a vis- ,las ue P>"ho a 3oOO, ass.m como outros mu-
ta do comprador se dir o motivo, porque se tos trastes ; pmho da Suecia com d pollegadas
vende; na ra estreita do Rozario n. 34. degrossura, dito serrado, dito americano de
Vende-se um negro de nagao de bonita fi- dille-rentes larguras e comprimentos; assitn
gura, de20anns, proprio paia todo o ser- como travs de pinito e barrates ; na ra de
l'lorentina em casa de J.
Escravos fgidos
luglaten t.
i).-..- ioq 000 rs. a premio sobre penhores
de ouro n i travess i do \ eras, c isa terrea encos-
t id i ao sobi ado ilu Ti iva o.
(i tintureiro que morn na Rua-direita,
midou-se p ira a ra da Cambo i do Car rao o. 27,
onde i iii um retabulo por cima da porta c ami-
da est pronipto tingir ruin perfeigao tudas
as iju.iiid.ul.> i fazendas, e de todas as cores.
^luga-sc o 2." cli andar la casa j'r.a com muito bous commodos para nina
.....le familia por ter cadaauda oito quartos,
d uas salas e cozinbaao lulo; j>or prego muito
i Dinmodo, quera < pretender dirija-se a ra da
Ladeia-velha loja n. B0.
O capito /Vol da barca sania Napoleo pre-
. i/.a de tres a quatro con tos de ris a risco mar-
timo sobre i.uim casco e fretes da dita barca,
pelas despezas feitas ueste porto, para reparar
as ava i is que lein soilrido a du i barca : a pes-
sua, ou i ssoas, quesc julgarein habilitadas a
entrar ueste negocio, pdeiu entender-se com o
diin i ipil io, un levareinsuas propostas no vice-
. uusul ido de Sardeuha na ra da i in/. u. .Vi.
D-s dinheiro a premio sobre penhon s di
ouro, v prata ou niesiuo sobre boas firmas, ou
bipotbeca na ra estreita do Rosario segundo au-
Ollerecc-sc para caixeiro de ra, arma-
sem, un luja ura mu ii Brasileiro, com todas
as habilidades ni cessarias : quein do sen presti-
ino se quizer utilisar annuncie sua morada pa-
ra ser procurado.
A!u-'a-.e um sitio em S. Amaro, duas
casas de pedra e cal a jirimeira bastante gran-
de, com unas salas, juartos, cosinha, estriba-
ra quarto do lurno, curral para gado, e lein
um grande sotao com quartos e sala; a segun-
da tambemtem commodos sufllcientes, cacim-
ba de agua Uo beber ; o sitio bastante grande,
com viveir.is de peixe, pasto para 8 vuceas ,
multas Iruleiras de todas as qualidades bas-
tantes psdecoqueiros, ebaixapara plantages;
quem o pretender, dirija-se ao Alterro-da-Boa-
vista n. 3.
AlU.
o segundo andar e soto c< m
muitoscommodos para familia do sobrado do
Aiterro-da-Roa-vista n. 3; a tratar no mesmo
sobrado.
'- "Sfmcasor, abaiso sssigriauo, oilerece
os s's servicos as pessoas que tiverem proprie-
dades a demarcar e alianga a mais escrpulo
sa exactido e o maior telo no desempenho da
.sua arte ; devendo todos os |ue do seu presti-
mse quizerem utilisar,dirigirem-se [porcarta]
ao mesmo abaizo assignado na Rua-direita ,
sobrado n. 121.
Joaquim da Fonttca Soaret de Figueiiedo,
D-se dinheiro a premio obro penhores
di^ ouro ; na ra das Crutes n. ',2
o padre SeraUm Xavier deSouza subti-
do portuguez, retira-se j>ara lora do imperio.
Jos Tcixeira ttaslo, subdito porluguet,
\i (azer um viagem lora do inipurioi
ORerece-se duas canoas de areia diaria-
mente a (iiiem precisar para obras por m-
dico prego ; na ra estreita do Rozario n. 10 ,
tercoiro andar, ou na botica do Sr. Prannos em
dita casa.
O profossor substituto do inglez e francs
do collegio das arles acia-se ensillando estas
duas iinguas, na ra du Collegio 0. 18, tercei-
ro andar.
D-se dinheiro a premio com penhon s do
nova n. 55 ; na motma cata deseja-se fallar aos palmo para cima e ceta ps de
snrs. Antonio Augusto Pereira do Unto e Jos \ na ra da Cadeia do Recito laja de obaoee
Fram-isC ja Sileir a negocio de seus nteres-! n. 46.
ses. Compra-se um preto bom official de pe-
tenha boa conducta ; na ra es-
.,. o- u ...u-u.- ... ..^n>,.. ut n ni- nena iiuuu/ario n. 10, terceiro andar,
leresse isto no praso de 3 das, e para se nao Cumpra-se um braco de balanga, grande
chamara ignorancia laz-se o prseme annun- com conchas GSOUS pertoiices ; na ra da Ca-
cto, j dcia do Recife loja o. 20.
Precisa-se arrendar um sitio perto desta
praca e em direccio a Estra-nova de Pao-do-
albo com especialidade e que tenha propor-
goes para conservar 6 vaccas de loite. baixa pa-
ra capim e casa de inorada ; quem tiver, di-
rija-se a ra do Collegio n. 18, segundo an lar.
Vicente Jos de Brltn embarca paraoRio-
de-janeiro suas e-cravas Margarida e Mequi-
lina de nagao Angola. ,
No dia II do correle desappareceo do
sitio dos Afflictos, de Victorino Ferreira de Car-
valho urna ema que se suppde ter sido fur-
tada por algum preto ; roga-se a qualquer pes-
soa a quem foi offerecida haja de apprehen-
del-a e restituil-a no mesmo sitio ou na
Praga-da-Rua-vista bolica n. 32, que ser re-
compensado.
0 Sr. Antonio Jos de Oliveira da casa
do Sr. Henriques Allemao morador na ra do
Iiuiii, venda buscar urna carta vinda do Porto,
na travesea das Cruzes venda n. 8 de Do-
mingos (Jarcia l'aramio.
Quem annuneiou querercomprar u;n bra-
co de balanga com conchas dirija-se ao Cor-
iedor-do-l>ispo, casa terrea nova defronte do
sitio do Sr. Carvalho ; assim como precisa-se
alugar escravos para o servigo de enxa la dan-
do-so o sustento.
Arrenda-se urna olaria na Passagem-da-
Magda lena junto a ponto grande, e mais 8
casas torreas pequeas ; una casa de taipa e le-
Iha com um terreuy de 160 palmos de frente ,
e 800 de fundo, na estrada de Rellem ; na ra
da Gloria sobrado n. 59.
Arrenda-se um grande silio, logo no prin-
cipio da estrada do Arraial com grande casa
de lijlo e cal, estribara, cacimba com encl-
lenle agua riacho correte no fundo e diffe-
rentes arvorodos de fruto ; quem o pretender ,
dirija-sea ra da Alegra n. 34.
No dia 17 do correte mez val abrir-se
para fostruceaodos leligiosos do Carmo desta
cidade um curso completo de (heologla ; todos
os leverendos ordenandos que o quizerem fre-
quentat podes: dirigir-fe ao reverendo padre
provincial, qoeespora as coudigjes necessa-
riaH para serein adtnittidos.
Roga-se ao Sr. thesourciro da lotera do
Livrameoto que no caso de sabir premiado
obilbeten. 1562. nao pague senao ao escra-
voAntonio, pardo que o perdeo na Blasma
OCCasiio em que comprou.
Quem annuneiou no Diario n. 85, de 11
do torrente a venda de quatro casaos dees-
travos, e um solteiro dirija-sea Praga-da-in-
dependencia Ruana ns. 6 e 8, que se dir
qtrem pretende.'
Aluga-se um armazem com quatro portas
de frente, na ra de Apollo, confronto ao
thcatrinho ; a tratar na ra da Madre de Dos
confronte a igreja no segundo andar, das 7 as
8 Doras da manQa das 3 as 5 ua tarde.
vico ; na ruado S. Rita-novan. 91.
Antonio Domingos Pinto tem para vender,
no armasem de taboas defronto da Ordern tor-
eeira de S. Francisco um completo sortimen-
to de taboado de todas as quaiidades e em to-
das as grossuras ; ahi os compradores acliaro 'Na nou,e de u Para 12(,,) "Trente fuglo
urna porgaode cem duzias deassoalho delouro de casa de Alvaro Foitunato Ji.rdao nmesera-
mui bem serrado e algum bem seceo, por es- vo perteneente ao Sr. Vicente I homaz dos San-
lar serrado a bastante tempo de um e meio a l,)S de neme Luiz, de nagao Inhambane, cor
dous t meios palmo de largo, assim como (u,a falta-lhedous denles na frente, tem al-
uma porgao d.s casqueiras delouro e amarello Runs cabellos brancos falla atravessada, co-
proprias para cercas, ou atierros: vende-se mo quem esl bebado allura regular, grosso
do corpo esta va preso com uina correnle no
n, mas tirou-a quendo fuglo, consta que an-
da por Fra-de-portas ; quem o pegar, leve a
Rna-imperial n. 67 a entregar a Jo 6 Francis-
co da Silva Penna que gratilicar com 20' rs.
Anda fgido um escravo Mogambique, de
nome Cuilherme alto, com falta de denles na
frente camisa de algodao caigas de riscado
encarnado de aluodao foi esoravo de Joto Ru-
fino da Siha Ramos e boje de Francisco Gon-
calres da Rocha ; quem o pegar leve a ra do
Rangel n. 24.
No da 2 do correnle desapparereo -o es-
cravo Miguel official de marcineiro pardo
claro do 27 annos alto de corpo regular,
com lallasdos denles de cima, na trente, costu-
ras no pnscogo provenientes de alporcas ou
glndulas tem um escroto bastante crescido ,
olhos regulares com o costume de apurlar um
quando olha jies grandes c chatos, anda
calgado traz com sigo urna sobscnpgao pe-
dindo alforria presume se que sabio sedu-
muito em conta.
Vende-se urna rede doMaranho muito
bem feita por prego commodo; 40 garrafas de
vinho gerofiga proprio para compr os outros
vinhos ; na ra da Cruz n. 37.
Vende-se salga-parrilha de superior qua-
lidade chegada ltimamente do Para, por pre-
go commodo ; e urna caixa da sapatcs de bur-
racha ; no armasem de Fernando Jos Braguez,
ao pe do arco da Conceico.
Vende-se uina boa escrava com um cria de
3 annos; na Rua-imperial n. 9.
Venderse o primeiro volume do Museu
Hilloresco, com 32 eslampas, e encadernado ; ]
na ra do Rozario n 50.
Na loja le Hiplito S. Martin j Compa-
nhia ha para se vender um lindo sortimento de
jolas imitando perleitamentc o ouro como te-
ji alunles de peilo para senhora guarneci-
dos de pedras finas o com aljofres puloeiras
tambem ornadas de pedras e de esmalte da ul-
tima moda do Pariz pentes djurados de ata-,
car oculos superiores de 4 vldros de cores dif- !z'do, porque leve sempre bons costumes; quem
ferentes para conservar a vista saceos de laa \ W"'Ar< 'eV; a r"a da Madre de Dos n. 1, casa
com (echadura e difirante! repartimentos, pro- |do GoncalloJos da Costa e S, que ser recom-
prios para guardar roupa e para viagem es- pensado.
tojos malhematicos de lodos os tamaitos, chi- Anda se aclt3 fgido desde o dia 17 de fe-
cotes, bengalas com dilerentes machinas as- rarelro do correte anuo oescravo Lui/, criou-
sim como urna com jogo de damas urna com '> oficial desapatoiro de 20 annos, baixo ,
vara de pescar, urna com lanterna urna com SITC(> > falta-lhe um, ou dous denles nfrenle,
cachimbo urna com caixa de rap, urna com cabello grande, e embaragado ; levou camisa de
laque, urna com seringa de entrudar, urna com madapoln suja, caigas de merino preto usadas,
taco e 'outrus diversidades;na Rua-nova n. 10. e chapeo de seda tambem usado ; quem o pe-
Vende-se um moleque de nacao de 16 an- Nwrleve a r"a da Praia sobrado n 37 a Joa-
nos ptimo para todo o servigo, umaescrava (lui,n l'creira de Mondonga ou na ra larga do
de nagao de 18 aunus, engoinina, cose, e co- .Rozario a Joao Manoel Rodrigues Vallenga e
sinha e ptima para mucama ; duas ditas ",a v'"a do Rio-formoso a seu sur. o bacharel
de bonitas figuras cosinho, lavao, e sao qui- j Fernando Affonso de Mello que em qualquer
tandeiras, 3 ditas boas lavadeiras, do meia p*8' roferldas partea sera bem recompensado,
idade ; um escravo de nacao ; bom carreiro ; | ~ Fugio no dia 4 do correte, as duas horas
dous ditos oleiros e com bastanto pratica do .'da lutde a preta Antonia de nagao de 22 a0-
servigo de campo ; na Rua-direita n. 3. j nos boa estatura grossa do corpo, cara ro-
Vende-se ijma escrava uu 0 anuos, d j boa figura sabendo perfeitamente engommar, '.c,u "'" calumbo no peilo do p direito olhos
cosinhar e coser ; urna dita de 24 anuos, en- ; grandes e um tanto avermelnados, tem as cos-
gomma, cosinha, e muito boa compradeira ; tas marcas de chicote, antigs, levou vestido de
um moleque de 12 a 13 annos, propiio para chita amarella com llores pardas tem sido en-
olicio ou pagem ; um preto de todo o servigo, centrada na Boa-vista indo para Bebiiibe. d;/ia
trabalbador de machado e fouce ; uina negri-iella. mas talvi-z s> ja para outros lugares; quem
nha e urna mulatin.'iade 12 annos; urna mu- j a pegar, leve a Praga-da-Boa-vista n. 19, que
lata de 20 annos, engommadeira e costuret- : SL'r gratificado.
ra ; um cavallo rodado, grande, com todos os I No dia 8 do crrente mez fugio um pardo
andares, e esquipados ; na ra do Fogo ao de nome Joao de 25 annos altura regular ,
pe do Rozario n. 8
Vendcmsei escravas mogas com
habilidades; una dita de muito boa fi
boas
ra .
rosto comprido com multas marcas de bethi-
gas olhos grandes, cabellos pr.dos, bocea re-
gular poura barba, lem no dedo grande do p
ompras
Comprao-se effectivamente toda a quali-
dade de ogos ; nesta Typographia e na cidade
Nova, sitio do Sr. Gomes do Correio a rasao
do 160 rs. por arroba.
- Comprao-se 2000 ps de limo de
um
engoiniiia, cosinha, o serve muito bom a urna I osquerdo urna cicatriz por tel-o cortado ao mel.
casa ; urna parda muito boa ama de una casa, "*' Como no ded.< grande da nao dimita uina
engomina muito bem, cosinha cose, efazto- pequea ferida eo pe da unba levou chapeo
do o uiuis servivo de urna casa: 4 escravos bin; I de seda nacaboca, l-ngo encamado dentro do
pera todo o servigo uin bom olhcial de sapa-
teiro ; um moleque de 14 anuos de muito
boa figura ; na ra larga do Rozario, sobrado
n. 48.
Vende-se urna canoa bem construida e
com pouc uso, carrega 1200 lijlos de l-
venaria ; e outra dita do carreira ; na ra da
Aurora n. 44.
Vende-se superior salitre refinado fanto
mesmo chapeo tamisa de madapoln caigas
de brim blanco e um tanto cambado das
pernas para aos lados ; quem o pegar leve a
casa de Antonio Rodrigues Lima no largo do
Corpo-SantO que ser gratificado.
\odial9 do paseado fugio uin escrava
perteneente ao Sr. Vicente Thomat dos Santos,
de nomo Sabino de nagao Mogambique cor
fula, cabete chata, boleos grosso roete bo-
em barricas, como as libras por preco com- chochudo, com duas pequeas enrugas dos la-
O Sr. Manoel Pedro da Fonseca queira di- dreiro que tt
rigir-se a Rna-bella n. 37 a negocio de seu in-' tieita doRozai
modo ; na ra das Larangeiras, sobrado n. o
de Claudio Dubeux.
Vende-se uina negra de nagao Rebollo ,
que las todo o servigo de uina casa e cosinha'
na Camboa-do-Carmo n. 18
\ endein-seduas pretas mo ase coinabilidades
e de bonitas gnraa, um mu itiuhode lOanuog
eiiin juvtoque ganba IflOrs. por dia naRua-ve-
iba n. III.
pernas grossas estatura reju-
dos da bocea
lar representa ser muito serio o qual esiaa
alunado aoSr. Angelo Martins do Siqueira de
onde fugio foi visto no dia 5 do corrento na
Praca-da-Boa-vista ganhando.e querendo su
leve
Rua-itnoerial n. fi7 (ue ser gi
pegar fugio para o Recife ; quem o pegar, le
a Rna-imperial n. 7, que ser gratificado.
Vende-se urna commoda de angtco em I Kbcot s^J^Tm^F^~Faiiia-18W