Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08708

Full Text
w
Anuo de 184^5.
Terca Feira 2
DIAR
de Abril
Anno XX. N. 78,
OlllAMO pub'ica-rr I luso dina que i.ao fmcm son' licadi-s : o preco da ..asignatura
he (1: Ires milis por quarie) pagos adiantados Os anntinciOeuoe ataltatiilee SO Dserdui
g ,u- <' ot dos que nuo loiem n rar.io de SU tala |>or linha As rrclaaiacoei deveni ser diri-
gidas i esla I j|> rua das Crujes n 4 ou ii (iraca a Independencia I. ja de livre a n 6 r 8
PARTIDA DOS COIUIEIOS TERRESTRES.
GouMM, e Parahrba sr-undaa a extaa fe rae. Hio Grande do Norte, quintse feirai
Cabo Serinhaem Ido l'ormoso, PoitO Cali, Macev e Magoaa no l.c 41 a 'Jl
de cada met Garanhoni e HoeilO a Ue 'Jl de ra m"i Eoa-visla e Florea a 13
e 28 dito. Cidateda Victoria, quinta feira.. Olinda lodaa os itias.
DAS Da semana.
* Seg a Macarlo Aud. do J. de 1). da '_' r.
'2 Terca a. i'lcoduzia llcl. aud. do de 1) da 3. T.
3 (luarla a Benedicto. Aud ilo J. de i), da 3 i
<1 "anula i. Itiloro Aud. do J del) da 2. Y.
5 Seda a. Ira. Aud. do J de D. la '.'. y.
(i .'-.ib. a .Marcllino Ral. aud. do J. de D. da i. t.
3 Dona da Paicoa s Epifanio.
1 ..... ..!.., .
aBaaaaaanTBwaci^aiMajat.'jaffijjK.-jiTrar^iar^^
ludo agora depende de n.'.s rnesmnt; da nossa prude ra, noderaco' a energia: con-
nri''iniig como priaoipaaMM e aeretO! apontadoa ooia admira.; lo entre aa nayee mais
atoa. (ProclanagAe di kteeaibla Grral no iraxil.)
eooipra yenda
17,Ou 17.SU!)
16.Si.ili 1.7.-UU
J.i J.-
Canibioa aohre Loadrai -5,
u l'ans S'O rcis por franco
u u Lisboa MI por i de premio
Uoeda de eobr* S por ccn.a e nai"> lia
dem de letras de bnas f.ru a I a \\\
nucios No uta I. DI 11:1.11.
Oure-M-wda de 0,100 V.
i > i ^,
.> > de 4,00.)
PraiaPataeoee
., Pesos rnlumatnarsa
Ditos mexicano.
i ,yi5
4 ,7
1,960
l.S-80
.98U
PHASES DA LA >0 Mi:/. DE Uiltll..
I.ua cheia a:l as4 huras e .111 min da Banll.ia 1 Luanora a |7 as 2 horas e II min. da larde.
.Minguanle a 'J al 7 huras e 4Valia Ja larde I Craaceale a t as > a a 'i) m. da maaiija,
'reamar de hoje.
Primeira as 4 horas e !0 min. li eianli.u | Segunda as 4 horas S'ie minutos da larde
AMBUGO.
SSV.l'i



ERRATA. assignado o parecer 'da cominissSq, estarei
O Sr. inspector d'alfandega Miguel Achanjo prompto a approvar toda e qualquer reducao
Montelro de Audradc official de I. da ordeiu u sta, que se propuscr.
da Roza i cufio Commendador, fumo por en-
gao se pulilicot no D/arode hontein.
PERNAfciSUC
A SS EM11 LA P K OVINCIA L
- Concltudo da sessHode 27 de mareo de 1814.
O Sr. Peixolo:!'.' sein duvlda muto triste
posuode un empreado publico, ea
pre '
a
do ent-
rado provincial multo milis triste. Todos
(is anuos lem de vira esta casa com a sita sac-
la, e este anuo ereio, que ir CUi ella vasia a
vista desie orcaincnto.
O Sr. Manoel Cavalcanli:I" o contrario; to-
dos os anuos augmenta-sc-lhcs os vciicimcutos.
O V. Peanlo:Eu nao descubro utilidade na
distinecoo que faz a commissao entre ordenados
e gralilicaroes nos vcncinientos dos empregado
da secretaria desta assembla. Nao vejo utilida- provando o contrario: pois se
(> Sr. Reg aarrot:Sr. presidente, acoinmls-
sn, ott ao ltenos en qn indo liz estes cortes, e
suppriuilalguns einpregs, nao me entrn na
ideia, ni'in exaininei, <|iieni erSo os individuos,
que sollVio oom este procedhnento; por conse-
grante nao me parece justo o <|m* disse o Sr. d.
Taques; que sendo o espirito da commissao fa-
ser economas teudo mesino lirado o pao a cm-
pregados antlgos, e carregados de ramilla, era
d'estranhar, nao se querer darassenso Ba
emenda. Ja disse, hSq entre! no conheclmento
das pessoas, que solIVio com estes cortes; mas
se na discussao se mostrar, que taes emprega-
dos lei'tn minos de servie.o mimcientcSi fjue a ua-
i ;tn Ihe (leve dar al^nni snppriineiitn, en son o
primeira a concordar cni que se de; porqne,
Sis., os membros da commissao naoquerem ti-
rar o paoaquein teuidirritoa elle(apoiadot).
Olltron. d., <|tie <|iiiz conilialer a sepa rana o,
que a commissao Tez, de gratiicacao e ordena-
do, achando, que era a mesma cousa, eoucluio
a mesma cousa,
de, porque nao ha economa, o quautitalivo (' que inconveniente acha o n. d. cm que passe es-1
seniprc o inesmo nao; vejo utilidade porque o sa divisan ? Ordenado, e gratificacSo questo
n, membro relator da commissao nos acaba de de uonie para o n. d; Masn, d., que questlo-
declarar, que estes empregados nao estilo no ca- na, que udo querque baja gratincoco, sabe
so d'aquelles que pdem ser aposentados den- multo bem que gratiiicaco, e ordenado nao
tro de certo lempo de servico, e conforme certas a mesma cousa. K depos eu li aqui nos
circumstaucias, a ser assim haveria a vantagem pareceres apprqvados pela assembla pro- emenda supprlilndo todo bart.,por serem in-
di- se uao aposentarein com grandes ordenados, fincial o segttmte:A commissao convencida j dos us einpregados da secretaria da presidencia,
e entilo conviria queaeus vencimrntos se div- de que a pagadeve andar a par do servic.o, pen-
naoSr., lia multo trabalhoa fazer durante qua-
si lodo anno; ha infonnaces presidencia, lia
egistos, li i certidOes, etc. etc.; e elles levio es-
tes trabadlos para sitas casas; absolutamente pa-
rece que trabalho s dous mezes, mas nao
assim. Por tanto, que na*o se augmente o orde-
nado, bem; mas que se encurte, ;i vista do de-
preciamento damoeda, nao me pirece justo. K
o ii. d. autor da emenda sabe limito bem, por
experiencia propria, a diflevenca que lia Disto:
pergunto eu ao n. d. oitocentos mil tais, que o
n. d. ludia ha ou ."latinos representavoo o mes-
mo valor que hoje representan '.' NilO, Sr.; lodos
os gneros i em encarecido inulto, e a inoeda
tein-se depreciado: creio, que preciso atten-
der-se a isto. Voto por tanto pelo artiga da com-
missao, e conira a emenda.
Julga-sea materia discutida, eposto a votos
approva-se o artigo, esio regeitadas as emen-
das.
Segue-sc a discussao do
Ari. ." Com a secretaria da presidencia, de-
dusido o ordenado do secretario, por ser em-
pregado gerol, e suppriinidos os dous escritu-
rarlos, sendo os emolumentos destribuidos con-
forme a tabella aiincx.i n. I......S;!l.t,slltlll
O ir. b'raneisri) Juiio:Sr. pies., eldeselo vo-
lar pelo artigo -1., poreni quero mais afguma
cousa do que elle conten. No artigo vem sup-
primida a verba do ordenado do secretario, por
ser empregado geral: cu quera mandar uiia
disse ni em ordenados e gratiBcacdes, porque a
aposentadoria nao poderla certamente compre-
hendera gratiicafo. Nao vejo lambein utili-
dade, por.|ni*, considerando-se geralmeute as
gratificares como mu paga para o melhor tra-
blibo, c para a boa evcinao das liinci-iies que
estilo a cargo dos empreados nao aeonipanlia
a esta divis.io de ordenados, < gratiiieaces urna
determiuafo expressa tirando a gratificaco,
quando elle uao telilla bem servido, ou laltado
ao servico, e ueste caso c visto, que a gratifica-
cao touiu a untiircsa de ordenado, e nao cessa
nunca de ser percebida pelo empregado que a
einpregadosgeraes; porque se ha motivo jnsir,,
como tlevo acreditar, pie bouve, para que o
conselho de estado consideraste o secretarlo co-
mo empregado geral, o iiiesmn motivo milita i
respefto de iodos os einpregados da secretaria
da presidencia.
OSri /fabuco:l passnu emjulgado.
O Sr. Francltco Joo:Nao sequlz considerar
eonio einpregados geraes, por serem da pomea-
cao do soverno provincial! noineiein elles, nlo
cao extiucta, eipie a asseiblea deo-lhe nina paguemos nos.Com isto uo tiramos o ordeuado
gratiicacao igual ao ordenado dos muros. Se a destes einpregados, porque veem a ser pagos
assemblca quizesse ser. justa parcela, que de va pelo cofre seral, < o nossso est exhausto.
d.tr-llic a mcsina graliticacao, queda aos ou- E'apoiada e entra em discussao comoartigo
tros einpregados; vean assim a ter un 1:000/ a segilnte emenda do Sr. Fraueisco .loan sup-
sa,(|iie o siipplicautc deve ler a gratlficaco di
200/rs. por auno cm quanto bem servirest
claro, que qiriudo mal servir nao tem d ir cito
gratibeacao: isto i'a respeito de gratiiieaces, e
a respeito dos ordenados i; a mesma cousa.
Ora, qiial c a auloiidade competente, que |
julga, seesses einpregados serve bem ou mal.'
:' a mesa, < o Sr. I." secretarlo, i".' verdade que
iini desses einpregados empTfgado de reparti-
i ni.
0 Sr. Manoel Cavalcanli: Quando nao vier Ira- rs. teudo iM); de gratiicacao. Ora leudo 400/rs. pinna si' o art. ;."
balitar noleni. de gratiicacao vem a ter mais dluheiro do que <>Sr. Sabuco : Sr. presidente, eu vejo,
O >r. PeiXolOJO" preciso, que se determine is- os outros que lem (iOO^rs.
lo. Por conseguute, eu nao descubro nenhuuia En, Sr. pres., concordarla com a emenda do
das utilidades, que deve trazer semelhante divi- Sr. Taques, se por ella viesse a ter o oQtcial
luaior 800/ rs.
O.N'r. Taes:-~Ii0ll/rs.
O Sr. Reg Sarro;.-600/ rs. na realidade ado vid i os mais empreg idos
poiiciipaiaiiinnliieial maior, que tem Sobre si sao, devem ser pagos pi
sao. I .ii i d 'lias seto duvida dcixar o empre-
ado de perceber a gratiicacao, quando serve
mal, a outra quando Palta ao servico: Estas
condices devino ser estabelecdas para tor-
nar-sc til a divisao. Eiuquanto pos a com-
que
O uolire depnt.ldo, que lia ponen se assenla, vai
mais coherente, do que a commissao, que orga-
uisou o artigo; por quanto, se u secretario do
governo empregado provincial de nomeaco
geral, e leve ser pago pelo cofre geral, sein da secretaria tambem
o cofre geral, porque
inissao se nao era este trabalh, que jal- azer algunia reduccao eto eu a Paria no sen-i que so einpregados provinciaes de nomeaco
go preciso, e inesmo urna cousequencia natural lido em que me prouuncici; mas n.....a reuni- geral iodos os que for5"o estabelecldos porleis
das suas coucepc,;s, cu nao posso prcslar-llie o do as gralidcacdes, e ordenados. Devo anda di- geraes para objectos geraes, sbreosquaes nao
ineu voto. zer, que as vlslas da eoinmissao nao foro fazer podeui legislar asasseinbleas provinciaes.- Mas
Sao estas as poueas rasoes, que tenlio a apre- desgracados einpregados,que teem servido a na- parece-me, Sr. presidente, que nos vamos fe-
senlar a scmelliantc respeito: a materia mu fo; instre-se na discussao algum que esteja I er lima anarcha no servico publico, passando
poitco estril. -Nao quero entrar na justica dos ueste caso, que a coininisso esla disposli adir o artigo de suppressao, que o n. d. ollereee, as-
ordeuados actuaes, no boin ou mo servico dos o sen voto a favor.
empregados, porque respeito de um neo se 0 Sr. Lope dama:NSo entrarei na discussao
pode negar a sua hnhilidade, quanto aos ou- da divisao de ordenado c gratiicacao, a respeito
iros tamliein nao consta deslcixo, ou falta que dosempi;cgados da nossa secretaria, porque al
tenho commettido. Voto contra a divisao em- parte interessante de ordenado de gratificaces
quanto nao apparecer essamedida, que entendo
a deve aconi]>atiliar.
U Sr. Manoel Cavalcanli- Primeiromente res-
ppnderei ao nobredeputado, que se acaba de
sentar, Oppondo-se ;i divisan de ordenado e gra-
tiicaco, pos ser a mesma cousa. Eu supponho,
que pelas leis geraes nao c isto assim.
O Sr. Peixolo:Leis geraes nao sao provin-
f? para a ,a;iosenladoria; mas eu eslni convenci-
do de que o mpregado du secretaria da assem-
bla nao tem di re to a aposentadoria pelo titulo
da sua nomeaco, sao empregai de confianca,
einpregs de commissao,
(j Sr. Nabuco:--Assim sao dados todos os em-
pregos.
0 Sr. Lopes Fama:Pois bem, prescindo desta
questao, ou divida-se em ordenado egratifica-
ciaes.
O, Sr. Manoel Cavalcanli:Mas as leis geraes {3o, ou chame-se tudo ordenado, v
obrigfio a todos os /rasileiros (opoiados}: as leis
provinciaes que obrigo S aos Pcruaiubut a-
nos. Creio, que quando un empregado desta
casa dcixar de comparecer durante O tempo de
trabadlo por molestia, ou por ouiro motivo nao
vence gratiicacao. Quanto a aposentadoria...
O Sr. Peixolo:-A este respeito lia tambem lei
a ser o
mesmo. Opponho-me, sim, diminuicao do ven-
cinienlo, Sis.; ou nunca aiigincntar ordenados,
ou depois de augmenta
gera
nao os tirar, c a raso
c: o Sr. deputado autor da emenda nao consi-
derou as circuinslaiuias do paiz. De anno a au-
no encarecem os gneros, e abaixa o valor da
moeda; por exeniplo, quem tinba ha dous o
lies anuos o ordenado de 000/rs., que cheeava
O Sr. Manoel Cavalcanli:...Sim Sr., respel- parcamente para as suas despesas, boje nao po-
to da aposentadoria lia algunia dill'erenca; de-
pois, como membro da commissao diivi, que
concorde! com meus companheiros nestas pe-
queas reduecespor julgar, que serio as que
poderio passar, que em miulia opiniao julgo
seren milito pequeas, e por isso adopto a
emenda do Sr. Taques, ainda que uo a acho
milito clara; mas tlve occasiSo de coinmuni-
cal o, e elle deo-me urna explicaco, que me sa-
tisfez; porque, Sis., uo posso concordar, que
teubainosum ollicial na nossa secretaria, nue
vnir.i mi- dous meze hOOO/DMrs, Esses .1-
cines, creio que veuclSo no principia 400^ rs; de
ordenado, e200/r. de gratifteafo; esta assem-
bla porciu, CUJo carcter c todo protector, e
talvez com escndalo, tem elevado esses venci-
mentos a um ponto exorbitante, c anda ein o
anno passado fez com que os v.nciiiienlos, que
percepia um olii. ial por outra cousa.fossemcon-
siderados como gratiicacao, de sor!, que este
empregados nao tem ordenado algum, c ludo
giatiica^uo; por isso decliuo, quo apesar de ter*
de passar com este ordenado, porque os gene-
ros, como disse, teem encarecido milito, c 0 va-
lor da nioed.i tem diminuido. E' preciso consi-
derar isto, e ii'i i encarar as cousas abstratamen-
te, disendo basta 400/rs.' bastarla (piando se
creou aasscinbla provinoial, mas boje nao.
ai son empreg ido desde ISI7, e quando tinba
rs. em piala de ordenado, tinlia milito
maior ordenado do. que tenho boje. Elevaro-
oie depois o ordenado de 600/rs.em papel, bou-
ve augmento em todos os ordenados, os cniprc-
gdds pobcos ncaro multo contentes, emba-
i;aro-nos com Isto, mas eu nao me illudi, por
isso que era pago em papel e eniao cm papel
d'agora, que est com rebate.
Ja disse, nao entro na, questo da divisao de
ordenado ou gratiucaO, ina.sdlnilnilr os venc-
meiitos, que percebem boje, (' poros empre-
gados ein dura posiiao. SaOUlia cousa a consi-
derar, evemspr, que aSb exacto o que se
disse de que estes empregados s trabalho os
dous niezcs, cm que est aberta a asseinbla:
sim como a redaeco, que a coniuiisso faz.
OS;. Franciieo Joo: .Nao son eu, que b
promovo : a anarcha j est fcia.
o .SV. Sabuco : Pois bem, eu quero ofFere-
Cer algtiinas coiisiderai'oes .i asscniblca provin-
cial : resolva ella como quizer. Na assembla
geral eu sustentei, que estes empregados devio
ser pagos pelo cofre geral, < nao sestes empre-
gados, ionio tambem os parochos, o cabido de
Olinda, "e oulros (apoiidos). Aprescnlei eSSO
emenda, que passou na cunara dos deputados ;
mas foj para 0 senado, c alli cabio.
O Sr. Francisco Joo : Cabio mal.
O Sr. Nabuco : ^o duvido ; mas querer o
nobre deputado contrapor a sua opiniao opi-
niao do corno mais repeitavel da uaco? Cabio
mal, mas eu me dobro auloiidade desse cor-
lio rcspcitavcl.
O Sr. Francisco Joo Pode ser, que para o
anno seja approvada a ideia.
O Sr. Sabuco : A ininba convieco que es-
tes einpregados dcvcni ser pagos pelos cofres
geraes ; mas a assembla geral decidi, que de-
vio ser pagos pelos cofres provinciaes: d'aqui
o que resulta que, suppriniindo nos o quan-
tit.ltivo para tacs pagamentos, estes einpregados
nao sero pagos pelos cofres provinciaes, nem
pelos geraes,
O.Se. Manoel Cavalcanli : Nao ha de aconte-
cer assim
O w. Xttburo : J acontecco. Cu aprsente]
,i assembla geral a le provincial de l'crnainbu-
eo, que extingui a verba respectiva, que dava
ao cabido (!< Olinda, e a assembla geral, nao
obstante, dcixou de consiguarquantia para esse
pagamento, assim como para o sustento dos
presos pobres, do que resiillou a calainidade,
que todos nos sabemos; assim, rumo decidir-
ino-nos ?
O Sr. Manoel Cavalcanli: V.' este o caso da
resisten! ia legal.
O Sr. Sabuco : Srs., eu peco acamara, pie
considere as conscqirencias deste passo. Enten-
do, que adelibracSb daasscuiblca geral de
milito peso, porque a opiniao dclla tem por si a
autorkladc, que lhe compete, de interpretar o
acto adilici-mal. AlgUllS senadores e meinliros
do ministerio mederao as randes dessadellbe-
racao .' segundo elles, a interpretarn nada in-
iiovoii a respeito da denominaro dos einprega-
dos, dos s.us vcucilll 'Utos, que o acto da in-
terprel nao apenas se referia natureza dos em-
pregos suas attribuircs : o me uno acto da In-
icrprc.n;o os chama einpregados privinciaes;
soineule faz una dislinivao entre enipre-ados
proviuciaes de urna ordem, isto creados por
leis geraes p ira objectos geraes, sobre os quaes
nao mil 'in legislar as assemblas provinciaes, e
empregados provinciaes de mitra ordem isto,
diversos desses, dos quaes falle!; mas u artigo
do .uto addieioual, que nos impe a obrlgacao
de dar ordenados aos empregados provinciaes:
elles ,linda o eonsid. rao ein Vigor, E8 o argu-
luenio dos Srs. sei adores fundavao-se na letra
do acto addicional ; e bemsabein os Srs. depu-
tados, que as atlrlbuicdes das assemblas pro-
vinciaes sao allirmalivas c expiessas. Por lauto,
Sis., cu apenas aprsenlo a considera'o da as-
semblca estas rases : j vos disse qual era a ini-
nlia convieco, uo posso couciliar a nomeaco
geral com o pagamento provincial, acho, que
isto repugna ; mas no entanto mis devenios sti-
jeitar-nos s deliberaces da assembla geral, e
respel tal-a.
0 Sr. Manoel Cavalcanli: Nao, cm primeira
lugar a eoiislituio.
O Sr. Sabuco: V coiistituicdo, sim; mas
nao (leveiuos ler lauta coiiliama na inteligencia,
que damos a constituicSo, que a iinpoiili.iinos
assembla geral! Se nos sabemos, que a assem-
bla geral, apezar de haveruma lei provincial,
que supprlmia a verba dos ordenados dos coue-
gos de Olinda, nao lem isto em consideraco, e
Ibes nao deo ordenado, e elles eslao servindo
-fin vencinienlo ; esla observarn parece, que
inuito rasoavel, e deve servir para a assembla
provincial lomar nina resoliieao prudente. Pa-
reeia-ine mais prudente rcprcsciilarinosasscni-
blca geral, fazendo valer os motives, que temos
ii nosso favor (apoiados). Mas adoptarmos una
medida desla Importancia, que vai fazer a ad-
ininistraco luctar com graves consequencias,
me parece, que nao prudculc. li pois torno
n repetir, a assembla provincial, que pondere
instes inconvenientes, que resultao da coalli-
so, cm que estamos, entre a opiniao da asseni-
blageral e a da provincial.
OSr. Manoel Cavalcanli: Elles que cai-
regar.o.
O Se. Sabuco : Miles eslao no sen (lucilo.
O Sr. Manoel Cavalcanli: V. nos tambem.
OSr. Sabuco : Estasconsideraedes sao Im-
portantes, paraque estes empregados nao sof-
l'ro, para que nao aconteca o luesino, ipie
aconteceocora os presos, que morieran iiiin-
goa. Peco por tanto ,i cmara, que rellicta nes-
tas rasoes.
O Sr. Reg llanos : Sr. presidente, eu quasi
que nao podia occupar-ine com esta discussao.
Nao concordo com a emenda do n. d., nem jul-
go, que a commissao fosse riicohcrente no
sen modo de encarar este negocio, paia que
a emendado n. d. seja preferivel ao artigo da
COIIimisso. Sr. presidente, eu nao sei SC a se-
cretaria do governo c rcparlieo geral ou pro-
vincial. Revendo eu a constituicSo, o acto ad-
dicional e sua interpretarn, nao sei d'onde se
possa dixer, que geral ou provincial : eu en-
leudo, que provincial, porque c dessa secre-
taria, que sai lodo o trabalh para a gerencia
da provincia. Verdade que ai-cumula nego-
cios geraes e provinciaes ; mas d'alii nao se p-
dc Concluir, que seja geral, e a assemblca ge-
ral, que, cuino bem disse o n. d., a cumpe-
lentc para decidir islo, anda nao decidi. Ora,
se a assembla geral tivesse j decidido, que es-
ta repartico era geral, eu seria o priinciro, que
(liria, que nao se devia marcar quautitalivo al-
gum liara estes ordenados ; porque eu nao en-
tendo, como possa ser um empregado geral, pa-
go icios cofres provinciaes ; seria acab.'.r com a
verdadeira intelllgencia das cousas, querer o
governo, que o empregado fosse geral, e que
nis pagassemos-lhe ordenados, porque, oque
se segua d'alii e, que, quando nos qiiizcsscmos
acabar com certos einpregados geraes, nao ti-
nliamos mais do que nao lixar-llics as ((uantias
para seus ordenados, dizermos, que nao tinba-
nios dinbeiro. En a mancira de jircjudicarmos
essa tendencia, que tem o governo geral, de
querer chamar tudo para ai. Porm, Sis., so-
bre o caso actual relativamente ao secretario do
governo, a assembla geral nao deo opiniao al-
guma a respeitto, foi urna intelllgencia do con-
selho de estado, e o que temos nos com isto ?
0 Sr. Francisco Joo : Temos, porque exe-
cutou-se.
O Sr. llego Barros : Isso nao deve fazer, que
nao cumplamos os nossos deveres. Se ha des-
inielllgeneia, se nao celara a disposijo da lei
nesie ponto, ao governo, que compete inter-
preta i .' \o; assembla geral.
Agora a questo, que o n. d. Irouxe cerca
dos conegos, nao foi verdadeiraniente a expres-
so da assembla geral: eu vou contar o facto.
Na cmara dos deputados passou por grande
inaioria a ideia, de que pertencia ao poder ge-

M
r


-
~m*m-r*:u-**
ral o pagar a estes empregados vai para o sena-
do, ensenado ffccahir es^emenaa, nffo sel
or (mantos votos, ...as nao lu por multes. ste
Snicceo -lo pn l' **. 1*ndo Ja ,m,,tos
tarandos se nhSo retirado ueste casopara
. ., approvar essa emenda de supnressSodo
8 "nado era necessario, que houvessefuso, eja
STEvendo ... corte multe* deputados, c sen-
So poi-eonseguiuteuiultodimcultoso reunir nu-
' ,<) .ente u., liaver casa, a le la neces-
Z rofrlgoin amarados d, .otados a appro-
varessaem nda do senado ; mas estou conven-
.;,!, de que, aventada esUidea este anno, ella
;. ';, < itendcoa assembli'a geral.
J'^evia pagar aosjnUes de dlrelto? heradu-
vd. o mesmo ha de acontecer a respeito dos
empregados, que saogeraes ; por conscguinte,
eujul#o, que a emenda do a d. nao deve pas-
, porque questaonSodecidida, se asecrc-
tar togoverno reparticao geral ou provin-
,.i,l e nos n3o nos autondade competente
ara isto decidir. Quauto ... artigo da commis-
sao. entendo, que dovcpassar; porque, se a
IS.I.....a geraldisser, quando viro oossoor-
;,;',, que o secretarlo do governo e empre-
ad0 provincial, e que por tanto o devenios na-
bar nulo nos devemos ter a regala de nomear-
r.ios este empregado ; se porfa a assembh'a ge-
aldisser, que ecomeffoito empregado geral,
,,,. mesura generalisar isto ;1 t-u o, ..,;;,. m-
Sadosdaseci-etarfai < cnlSo methor. fica-nos
i,,,:- dlnhelro pava sustentar os nossos empre-
Kados. Por coaseguinte pens, que a cominls-
:.,, Mh. fbl incoherente no modo de encarara
ouestao, oque nao pcior o artigo da eommis-
;:, doque a emenda, que foi apresenUdape
'"o'.sv. Lopes Gama : Sr. pres., para mm te-
nho como verdadeira a proposlcao de que, s
0 empregado geral seja pago pelo'"$
c se provincial sejapago prio cofre provincial.
. -i ( .'. nue >' a minhaopiniao.
.sV /.Fs(;,.m.r. Buentendo, que > se-
c-^-odii presidencia tem mais de geral, do
SEfaprovincial ou se nao qnizerem assim,
... ,L mixto, geral, c provincial! porque
',,:;,,-, funeces geraes, e tamben, exerce
,,.,,, provinciaes. Nao posso dec i.l.r porta. -
oaue empregado este ainphiblo, ou mixto
:,../. 0Plllustredeputado tallo,, sobre aas-
KubS geral: mas nao nos mostrou miel,
^vTrt!edaqualaassembla geral declaras-
s",quaeserioosempregadosgeraes equaes
osnroinclaes; porque, Sr*. aassembla ge-
i' a, t -... ...itrt' m 'i- de .mitt.r a sua vonla-
,,,,.,,, actos legislativos. Urna opiniac,
Sap'aSdoconselKo de estado^wanelto
multo masdlrei, que nao iinprte dever alguiu
aesSissembla.Quantoporfmacercadospa-
;ochos,econegosreuentendp,quesaoempre-
.' provinciaes; porque nao vejo 1" <"-
exercaofunecesgeraes: quaes sao estes func-
oes^eraes? Asdoculto? Nao sepdemcha-
arcraes; tenho-os portante como ..>,,...-:,-
ia(luadocliegarmosao capitulo =cu lo publi-
ro=?parapronunciar-inccontraead.spos.cao
Peloaetb addicional nao se pode atender qup
s riarochos e conegos sejao ?P^Jg" *-
raes, i a InterpreUicao, o que di* )... sao ,,..-
aosgeraes, os que cxercltao lunccaef>p-
Krequaessaoasmnccaes, que exercenfos
conegos e que seiao geraes.
O Sr. m*K SSo tod is aquellas qu< elli s
%rS%eea:--F...'-iourss,MMUidot!.do
gPw,sS.. sabido, que, oque nao est na
i-xcencao est na regra.
n v.i/.iinc__K" contrario.
g|r; fiSS-, verdadeoconv.
traVlo- eTliespertencemaestaexcepcao. ,
'",', dier alguma cousa a resneite nao da
i ,,. ,.i noraue ella no culpada nis-
n i eeiidel umjuramento de gnnbroi
/'.;,!.,,.........minbem quero recuar; mas
A,. "..ma grande, pueharao para si escogi-
S ate as loteras provinciaes, quejaestavao
tarjo ai. __' iftncal-_|hes novas imposi-
3^JK^,Sffi..o.rrDd5^
deSar5e as pequeas cousas para a provmda,
,, ter algum rendimento -lbe preciso,
:;^;':.':,::;'; :Vi;!'m,,';.:!--1i,ai;rovi,1Hai.
1 l I panuelles empregados. Nao
!5Itt"3B?w-afi: *r"L
1
KS?vai errada, or ultimo eah

r no lio-
baqua:
, ,n .ni ir.ua '.o. imn .".- .....i-.....
!-^ i' ,'do r. res'" determnar-.ne so-
,Nr-S,"cro "ri.,.:. pesiuencia, se .nixte ,
j,rr <-sia secr !lcitno-me proposlcSo du
fi?* Cncalran Que geral nao
bVft!tSi,gS---Se nao ha mais duvida, nao
affurmVrtW Poisnao ha duvida quando
pagm' -
cofre provincial.
O Sr. Lobo :
ial
E este de que se trata geral,
mprovincial' .Afora acabao dediier,
;-:;5';';:^,A.on,iuo,oUa,llro.
''^iofiSf e dcpoU de apoiados entrao con-
Juntamente em discussio as soguintes emendas
' BerSo rccolhidos ao cofre provincial na con-
formldade do artigo 7." da l.i n. 24 os eniolu-
montosdos ttulos d'olliciaesdaguardanacional
Magallule Taques.
es Depols da palavra escripturarlos= dga-
se =quando vagarem=, e augmente-se a verba
coin o ordenado, que compete a estos emprega-
dos S. II. Oliveira.
OSr. Pci-roln : Sr. pros. o objecto que so
discute c talvex o mais Importante que so tem
apresentado na sesso actual (apoindos), de
urna importancia extraordinaria. Feliamente o
campo que eu oceupava est boje preenchido
por quasl toda a assombla. Eu sompre pensei
como hoje pensao os nn. dd. que os empre-
gados de nomeacSo geral dovio sor pagos polos
cofres geraes. Mas, Sr. pres.; quaes sao os
empregados pul.lieos do nomoarao geral? Quaes
sao os empregados pblicos do attrlbuicdcs pu-
ramente geraes ? Essa a grande questo a re-
solver-so ; equein a resol veo ? O acto addicio-
nal ( agora me record de una ouservacao que
me i'o-i um u. d que so assenta do ouiro lado,
de que eu me zangava multo cora a Interpreta-
c3o ,
Or. Baptitla: Eujulgo, que sera ra-
sao.
OSr.Peisnlo: O acto addicional, deque
semprc me recordarci cora saudade ora inulto
claro a este respeito: estabelcceo bem e per-
feitamehte a lluha divisoria entro empregados
geraes. e empregados provinciaes ; estibeleceo
da inaneira nica, por que pode ser estabeleci-
do olar inionlo o que ora geral, procurando suas
denouiinacoes. D'.sso por exeinplo que os
lispOS eran geraes donde se conclua que os
conegos, eos vlgarloserSoprovinciaes, disse
que o commandante superior da guarda nacio-
n il ora geral donde tambera so conclua que
toda a mais gu ucl i nacional ora provincial. Era
esta a verdadeira forma de l'asor a distinorao
entro empregados geraes, o provinciaes. Mas
isto. Sr. presidente, nSoconvinhaao systhema
de centrallsacao nao rasoavel, digo nao rasoa-
vel, porque ha um systhema de centralisacao
rasoavel o ha um que nao rasoavel ( npon-
ios). Nao convinha ao systhema nao rasoavel ,
porque esto nao quor que as provincias tenho
existencia poltica porque nao quer que ollas
teiihio attribuiedes o prorogativas, quor, que
se reduzo a nada o o que se fe/. ? Interprten-
se o acto addicional. A.interpretado da inanei-
ra que convinha nao seria milito fcil de coa-
seguir porque talvez fosse de encontr as opi-
ndes dominantes ; pelo que foiella confeccio-
nada de tal sorte que hoje nao so podo faser
Ulna exacta relacao do empregados geraes, e
provinciaes de attribuires o prerogativas
provinciaes e geraes. Vivemos em un per-
fcito labyriuto acerca do iiitelligeneia do cortos
irts. da interpretacao combinados coin outros
do acto addicional ; todava empregados ha cu-
jas nomeaces, e altribuiaJos se percebe fcil-
mente serom geraes bem como os secretarios
das presidencias, o outros o sein duvida a
stes, que se nao deve pagar sous ordenados pe-
los cofres provinciaes,
Entendo pois que inulto bem proceder a
issembla provincial determinando,que taos em-
pregados naorecebo osseus venclinentos polos
cofres provinciaes, e assiraj o tem felto, o anuo
passadodeixou esta assombla de marcar quan-
tilalivo para prgamento dos conegos; nas eu
entendo que nao basta que a assombla pro-
vincial assini o determine por nina le sua, por-
que nina le provincial nao obliga ao poder le-
gislativo geral o sem duvida preciso que
o poder legislativo tenha noticia do procodi-
uiento desta assombla, e determine o paga-
mento de tais empregados; o mel portante
de ohegarmos a um tal lim representar ao po-
der legislativo o podir-lho una exacta clas-
silicaro de empregados geraes o provinciaes:
lodo o proceder contrario na ininha opiniao
una desobediencia una resistencia inosmoao
poder legislativo geral,ao que me opponho.por-
que s costuino expender as minhas opinloes,
o nunca redusll-as a actos.
A assombla provincial de Pornambuco, om o
anuo passado, nao dotorminouqiianlitalivo para
pagamento dos conegos; os conegos enviarao
.....a peticSo ao poder legislativo geral fasendo
sentir o prcrdlmeto da assembla do Per-
ii.iiiil.iKo e pediudo o pagamento do suas con-
gruas. A.( iii.ara dos deputados a qiioin fol
ninetlida esta reprosentaeao tomn o objecto
(lebixo da sua considerado, e decidi, que
o cofre geral se encarregasso do pagamente
desses empregados pblicos : passou esta idoia,
como bem disse um II. d. por una grande
moloria na cmara ; mas talvez se record, que
alguds esforcos houvcro da parte dos dd. de
Pornambuco.
I m Sr. depulado : X causa ora delles.
0 Sr. Prixoto : Sha Sis. eu declaro que
no EUo-de-janeiro son mais Pernambucano do
que iiiesmo em lYrnamhuco. l'oi esto objecto,
como ordinariamente vao todos para o sona-
do ; no senado nao achou acolhimcnto o se-
nado entendeo que nao devlao os cofres ge-
raes carregar com esta despeca, e para nao
prolongar a discussao cu nao recapitulare! o
que e disse essas diseussoes estSo impressas,
o se podem ver.
Um Sr. diputado: d um aparte, que nao
podemos ouvir.
0 Sr. Peixoto: Mas agora mesmo ouvi dizer,
que isto l'oi opiniao do sonado : nao, Sr. foi
a opiniao do poder legislativo geral porque
essa emenda da c. dos dd., que cabio no senado,
voou para a cmara c a amara appiovou a
rejeicao do senado.
,0 Sr. Manotl Cancanti : Pela uccessidade ,
por uo poder ter lugar urna l'usfio.
U Sr. Peixolo : Nao me venhao com essa ne-
cessidade quercado coin ella autorisar nina
resistencia : pois piide-so diminuir a forra de
nina le dizendo-se que o poder que a fez, foi
levado por necessidade ? Um poder legislativo ,
qualqiier ; que elle soja nao levado senao
porutilidade geral (upoiados), o anda quando
fosse levado por necessidade, isto nao diminiie
de Interpretacao que no meu entender
precisa de ser Interpretado ; e que se eu forca ,
c votos tlvesse a minha disposicao o revogar.a ,
assi.n como revogarla a reforma do cdigo a le.
do conselho d'estado etc. .
OSr Carneiroda (Junfca.-Dcve o rcspeitar
OSr. Peixolo.^Oh I tanto respeito que estou
mais na ordem do que os..... dd. E' o poder
-islativo geral, como la dizendo o nico com-
^popara designar quaes sao os empregados
2' quaes os provinciaes, edoterminaiulo o
Sorpo legislativo geral que so nnopaguen. os eo
negos polos cofres geraes, o que nos resta fazei
Manda?, que seJSo ellos pagos polos cofres, pro-
v nciaos o procedimonto contrario .no meu en-
eTideruma resistencia, que nao abona ......to
rVsa assombla, semelhante procedimonto nao
,-ar cortamente as consequencias funestas, que
anto recela un. n. d. do outro lado, e a que...
agora eu aeompanho? Tercios tamben, a eon-
deinnacao de innocemes que nenliun.a culpa
too, Os conegos estao a mu.to tempo sen.
s suas congruas; entretanto estao se.npre oc-
eupados no servico do culto d.v.no, anula nao
de xraode comparecer na se, o de eu.npn.o.n,
com sous devores, e at me consta, que entro ol-
ios un. ha que ten. concorrido con, as despezas
recisas. contraindo para isto algumas dividas.
O Sr. Brrelo :Apolado; o verdade.
OSr Peixolo: Mas os conegos nao sao ho-
mens ricos haver un. ou outro, que tenha bous
da fortuna, e todava vo so suge.tar aos onus
inherentes do sen ministerio. Orase a assom-
bla geral entender que deve toi.uar, porque
no dlreito de telmar somos Iguaes, nao ser., urna
verdad-ira deshumanidade para com os oo.ie-
cos? Sen. duvida. Insisto portanto naoppiinao
de nue esta assombla provincial o que deve (a-
zor d ir-so ao trabalho do relacionar os empre-
gados, que sao provinciaes e geraes; fo.to lato
dirigir-so ao poder competente d.zondo- e jus-
to que estes que VOS nomeaissojao pagos p.lo
cofre geral [iipniados e no apoiados
Um sr. depulado:-/ exeollonte idoia.
O Sr Pitelo.Nein se diga, que nao devenios
USardste mel: podo ser que una ou outra
vez elle nao soja proficuo; mas, Srs., quem nao
abe que estas faltas do consldoracoesque se tem
tido para com as assemblas provinciaes sao
f.lhas do momento? Militas vozos una repro-
sentaeao d'uma assombla provincial, que vai
ou. um sentido opposto s ideias dominantes,
militas vezes ha motivos milito especiaes para
se nao recebe.- bem urna reprosentaeao; mas is-
to nao nos deve obstar a dirigir-nos a assom-
bla coral no sentido que indiquei. Tonho pois
expend as minhas ideias a esto respeito; es-
timo que a opiniao da cmara esteja do aceci-
do con. as minhas; mas entendo que o inoio nao
bom, nao legitimo, que urna verdadeira
resistencia de um poder legislativo provincial
ao poder legislativo geral, c eu nao vou para
ah, reprovo as resistencias.
OSr. r<10N>: julga que talvez escusado
insistir sobro a questiio do que o empregado da
secretaria do governo deve ser pago pelo cofre
geral, mas pie nao pode deixar de acoinpanhar
o u d., que fallara em ultimo lugar: diz qui-
nao ha duvida do que os empregados da sccre
tarta sao geraes; que nao pensa assim somonte
pela eonsidoraciio de partir o lugar de secretario
do pqdor geral; mas sim pela disposicao do aeto
addicional, e da interpretacao, que Uto parecen,
por (tira de duvida, que empregados do nomea-
cao do governo geral sao empregados geraes ;
que empregados podem haver, nomeados pelo
presidente da provincia, o seren empregados
geraes: que assim que mesmo o presidente da
provincia oxenla leis provinciaes, e que ropar-
tiedes fiscaes, que nao sejao consulados, arroea-
do impostos ostabelocidos por esta assombla :
rpie o principio para determinar se o emprega-
do geral, ou provincial, semiente oonheoer
quem marca suas attribuiedes; que o art. JO
II do acto addicional assim estabeloco claramen-
te quando diz, que compete s assemblas pro-
vinciaes legislar sobre os casos, e a forma,
por que poderO os presidentes das provincias
nomear suspender, ealnda mesmo demittlr os
empregados provinciaes = que esses emprega-
dos provinciaes sao aquelles sobro que podem
as assemblas provinciaes legislar quantn for-
ma de seren nomeadus, suspensos, ou demltti-
dos ; e que empregado nao serla o provincial s para a assenibla Ihe pagar, o nio para intorvir
as suas atribuiedes: dizque o acto addicional
depols da sua interpretacao nao pode entrar
mais oin duvida, que os aitigos 2." o 3." da in-
terpretacao sao decisivos, o os lo : porgunta so
a assombla pode legislar sobre as funeces dos
empregados da secretaria do governo, que elle
ontende, que nao, assim como sobro a mancha
porque devem servir sous empregos, ou deixal-
os: (no portanto sao empregados geraes, por-
quanto se so einpregao em Cuneos provinciaes
secundariamente, tamboui os presidentes de
provincias o empregados d'estaccs fisi'.aes tooni
essas attrihiiicocs j que d'ahi vein dizer um n.
d., que estes empregados sao mistos: que nao
obstante as disposicoes do voto addicional, o do
interpretado, nao deve a assombla obrar liio
prccipitadaiiicnto; nao deve procurar ostabo-
lecer mu conflicto entre esta assemblaeageral:
que se o poder geral interpreta o acto addicio-
nal por qualquer acto sen; se toma urna dooiso
qualquer que tem relacao com as fancedes da
assonibb'a d una intoipretaio; o que
acontece cerca da materia: que se a assom-
bla geral semprese tem recusado a votar quan-
tias para pagamento dos secretarios das provin-
cias, una interpretacao, o entao nao sabe co-
mo ha de a assombla de decidir o contrario.
O Sr. Manoel Cavaleanti: Sim a attencao

O Sr. Taques : Prova, que devemos ter al-
guma atteneo coin a assombla geral.
OSr. Manoel Cavaleanti : Temos condescen-
dido milito.
OSr. Taques : Eu portanto nao posso dei-
xar de attender s eonsidoracoos dos nn. dd. ent
manto quoroni que esta assombla so conforme
com o que est estabelecido polo poder geral
at que possao ellos na asseniblca geral, d que
tambem san meinbros fazer sentir abi o direi-
to desta provincia. Pare.co-me Sr. pros., que
nao podemos provocar um conflicto, que aluda
so podia dar na Suecia por oxemplo ; mas que
naopde ter lugar entre nos aondo lomos una
assombla geral a qnem somos snjeito.
O Sr. Manoel Cavaleanti: -- Sujeicao nao ha a
este respeito. ,,..
O Sr.Taques: Eu tributo milita deferencia ao
n d mas nao concordo cora a sua opiniao nos-
ta n'rt'', porque -e as interprotacos sao ai.
nliativas e restrictivas a asseintloa geral podo
restringir as nossas attribuiedes se entender,
que ollas siio tomadas em sentido mais lato do
ano devem sor.
O orador conelue sustentando a sua emenda
quanto a parte que manda recolher aos cofres
os emolumentos das patentes.
A discussao dea adiada pela hora. O Sr. pres.
d para ordem do lia a oontinuacao da do
hoje o levanta a sessd.
SESSO DE 23 DE MAUgo DE 18*t.
Presidencia do Sr. Pedro Cavaleanti.
Felta a chamada, acha.o-se presentes26 srs.
dd. faltando os srs. Mouza Toxoira, Alvaro, Af-
lonso Perreira, Urbano, Nabuco, Manoel Joa-
quim, FIgueiredo, e Custodio Guimaraes.
O Sr. pres. declaroii aborta a sossao; foi lida e
approvada a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
O Sr. 1. eeretario dando conta do expedien-
te loo o segulnte;
Um requorin.ento do padre .loso Cunalo, pro-
fessor jubilado de phllosophla, pediudo qne por
un. aolo legislativo Ihe seja concedido o ordena-
do de (JOWrs. a exemplo do que se praticot com
a iubilaeao do padre l.aurentino AntonioMo-
rcra de Carvalho: a commissao do ordena-
' Outro de .loaquim Jos Bello, fiscal da fregu-
fiados Allogados, pediudo (pie na loi do ona-
mento municipal soja incluido o augmento de
eon. mil rfis no seu ordenado, o pie Ihe seja
abonado desdo a poca em que foi concedido
pela cmara desta cidade: a coninussao do or-
eamento das c. niiinicipaos.
' Um abaixo assignado dos habitantes da fre-
guezia dcN. Sr." do O' do Altinho, pediudo que
a mesma fregiiozia soja erecta om villa : oom-
inissao de ostatistica.
Forao lidos o aprovados os seguiiitos parece-
res. .
A commissao de instruccao publica (orao pre-
sentes dous roquoriincntos de Silvano de Souza
Magalhos pediudo a approvaco de um com-
pendio de geometra para uso das oselas pri-
marias.
A eoinmisso nao encontrn junto aos roque -
rmenlos o compendio a que ellos so rcferein e
como pelos mesmpsrequerimentos se veja que
o compendio, sendo s de urna parte das mate-
rias ensilladas lias escolas primarias, nao esta
nos termos da le provincial n. 30.de_H de Ju-
nho de 1836 de parecer que se denegu a ap-
provaco requerida. Sala das CominissOS 28
de mareo de 1844=Magalhaes Taques.=Sebas-
tin do llego.
A commissao do mstrucco pblica esami-
nou as representaedes das cmaras de Cara-
nhuiis, o Linioeiro, que podem o restahclcri-
mento das cadeiras de Latim das inesmas vil-
las, suprimidas om conlbrniidado do art. 12da
loi provincial n. 94 de7 de Malo de 1842, e nao
tendo se manifestado novas e valiosas rasoes
contra essa supprosso, que j so acha pelo arl.
II da loi provincial n. 110 de 29 de abril do an-
uo passado, de parecer que sejo indoliridas
as mencionadas representaedes. Salla das coin-
misses28 de Marco de l844=Magalhaes Ta-
ques=Sebastiao do llego.
A commissao de mstrucco publica exaininow
o requerlmento de .los Antonio Goncalves de
Mello proessor de primeiras letras da iregiie-
zia do Poco, que podse conceda nina gratlfl-
cacopara aluguel de casa igual a que teem es
professn'res da capitel: e nao pode ndo o ... de
25 discpulos, que allega o supplicante ter or-
dinariamente lora da capital, exigir una casa
de igual pceo ao das que devem ter OS pro-
fessores da cidade, de parecer que se indenra
o requerlmento do supplicante. Sala das coni-
inissos 28 de mareo de 1844Magalhacs ra-
ques S( bastio do llego.
A commissao de instruceo publica t( ndo
examinado o requorimento da c. municipal do
Iguarassii, que podo a croacfio do una cadeira
de meninas na mesma villa, o o da o. municipal
deve sor s) uossa
OSr. Taques:Nos somos subordinadas ao
poder geral ,
O Sr. Manoel Cavaleanti: New tanta subor-
dlnacao.
OSr', Taques : E' preciso tambem attender-
inos milito para os precedentes : se esta assein-
bla tem scnipre votado meios para estes eni-
e pregados, como que agora sem attender aos
OOSicaOf-opeorfO*). Srs., o objecto precedentes e sem ...terprclacao alguma de-
muiio sermTirraos o poder legi^la'tivo geral clara, quenfio paga..^tae. empregado. ?
r iiiiim1' su *..... i --o- -----
queeureoonhoco como nico competente para
interpretar o acto addicional: e tambem o acto
O Sr. Francisco Joo ;
de mais.
Este argumento prova
de Caraiihuns, pediudo cadeiras de primeiras
lettras as pvoacdes de S. liento, Papacara, e
corronte, e una do meninas tambem em Men-
lo e attendendoo poma populafo da villa, e lu-
gares mencionados, < igualmente a necessidade
de conciliar o proveito, que da creado dese-
melhantes cadeiras resulta com o estado das
rendas da provincia, e de parecer, que sejao
Indefiridos os requerlmentos das referidas c
Sala das commlssdes 28 de marco do 1844 ^aia-
yulltt'et Taques ScUislio do liego.
A commissao de negocios das ce. tomando na
devida considciaco o ollicio da desta eidaiie
enderecadoaogoverno dajiroviitcla, eporestea'
volvido a osla assombla em o%|ual a supra dita
C. da parto haver croado una contadura, e pe-
:h -a luuiruiaco desso acto, entendo, que e (le
todo o interesse, que subsista aquella nova
creaciio. Parece a commissao, que tendo ase.
pola loi do 1." deoutubro de 1828, que Ibes ser-
ve de regiment, o dlreito do propor a esta as-
sanibla/o so as medidas que julgaroin proe-
zas para o augmento de suas rondas, o mesmo <
applicaeao extraordinaria dolas, mas anda to-
dos os meios, que Ibes possao facilitar o cum-
plimento de sua mlssfio, a c. desta cidade usou
de um diroito reconhocido, propondo o creacao
d'uina contatloria para o seu municipio, como


cidade uiin
: coilt tdori i
exocutaro
concernen -
uni premio, o adqmdo pira preeocher as
funccAes deque Be acha encarregada,
Reconhecendo, outro sini, a couiiuissao quan-
to soja Indispensarrl ein urna reparticS por
ende se arrccadlo, e despendein os dfnheiros
pblicos a promptidab e regularidad^ de escrlp-
turacao, tarefaque, semduvid, nlo pude con-
tiuu ir cargo de um secretario sobre quem pe-
sio tantas obrigices ein um municipio ionio u
destacidade sem grave prejulso dos meihora-
ni-uios, e rendas mnnicipaes e finalmente,
attendeudo ben na falta de raslo, que haverra
eu exigir-sedasupra ditac. o fiel desompenho
dos seus deveres, sem se Ihe proporcionar os
meioa nec 'asarlos por ella cecl un id is, entende,
duea sm proposta devn ser tomada eui conside.
relo por esta assembla por ser de manifcsti
utilidide, e para isso tem o lupsmacommissao a
honra de olt'erecero segulnl projecto
\ assembla provincial de Pernatnbuco de-
creta : ,
xrt. l. Hrrera na cmara desta
contadura que se d nominar
municpal '1 > R 'cife "l 'I1"' *'
todo-; os trabalhos de cout ibilid ide
tes ao municipio.
Art. 2. Kss i reparticao existir a cargo c sob
a responsabllldade de um encarregado, que
s m-; nonu'ado pela cmara dentre pessoas que
alenidconlieclmentos professionars tonina
npcessaria pratica vencendo a gratlficaclo an-
mnl de 800# rs pagos da mesma maneira que
a >s de mais empregados da cmara.
Ar. 3." Ao encarregado da contadorla nielo
competndo todis as attribuico s, < nbrigaed -s,
que se achlo designad is ein o regulamento de
) de agosto de 1843 organlsado pela cmara,
o ijinl nca definitivamente approvado.
\rt. 4". Flciio sem effello todas as lels e dis-
posicos-cni contrario. Sala das cotnmissdes 27
de marco di" 1844.- Aguiar. Medeirot. Tetles
d i tenetes.
Ficouadiado por pedir a palavra oSr. Fran-
cisco Jlo o segulnte parecer.
\ coinmisso de instrucelo publica exam-
nenlo requerlmento do padre Joao Frauciscodo
Santos Peitoza professor jubilado de latlin d i
frcgticzia
  • de do ordenado, que pede se Ihe conceda o
    urdenado Intelro ein attenco a ter servido no
    magisterio por 15 anuos. Tendo sidoosuppli-
    cante jubilado na conformidade do artigo l
    da lei provincial u. 43 de 10 de junho do 18.57 ,
    p nlo devendo ser derogada urna le ein favor
    de um individuo que assim teria um privile-
    gio nadralssivel a cominisslo de parecer ,
    (ini" seja indefirldo o inesmo requerlmento.
    Sala das eommlssfies 28 de niuvo de 1844,
    Maaalhaes Taquex.c=Sebaitiilo da Reg.
    rol julgado objeeio de deliberaco o segulnte
    projecto! _
    A assembla legislativa provincial de Per-
    nainbuco decreta.
    Art. 1. Fica erecta mu villa a povoaclo do Al-
    tinlio, conservando a mesma denominarlo.
    Art. 2." Isla villa tora por municipio todo o
    terreno de que actualmente se compile a res-
    p -oliva Ireguesia.
    \ii. .'i." Picio derogadas todas as Iris pin
    contrario, Paro da assembla legislativa provin-
    cial 28 de marro di- ISi. -{tirana. Petxoto.
    Bernarda Rabello.
    c.ompareccrlo os Srs. Figueiredo, Custodio ,
    Guimarl es Sabuco, e Manoel JoaqUlm.
    ORDEM 1KI da.
    Contina a prlmeira discussuo adiada nn
    sesslo dr liontem do projecto n. 4 d 'ste anuo ,
    que deroga a le provincial n. 89 do \ de mareo
    de 1841, e do requerlmento do Sr. Francisco
    Joo (vid. Diario n. 77).
    O Sr. presidente: Tinln pedido a palavra o
    Sr. liaptista ; mas nao est na casi : tcm a por-
    t into a palavra o Sr. Taques.
    (Continuarst'ka.)
    Rendimento da meza in reeebeioria
    na gentes do mez de mareo
    Di re tos novos e velhos.....
    Ditos de chancellarla......
    Di/lina di mesma........
    i.J decima de mo mora ....
    Emolumentos de oertldde.. -
    Foros de terrenos de marinha. .
    Laudeinios...........
    Matriculas do curso jurdico. .
    Si/.i dos beus de ral*......
    Sello do papel........"
    Impost de lettras........
    Iifcima urbana.........
    Tasa de esclavos........
    Imposto de lojas abertas.....
    Dito de seges e carrinhos .
    de rendas nter-
    fin do.
    . 226#)60
    . 6/330
    . 294/498
    . 87rm
    . 978C
    . 460050
    , 25*000
    . 4:095#)00
    , 5:332/800
    . 755)243
    9 057
    . 67/39-2
    . 4(>I (lini
    . 1:077/260
    . 89/000
    12:650/727
    Rccebodora 1. de abril de 1814.
    O escrlvlo ,
    Estanislao l'ereira de Oliveira.
    m.w." t*
    . IMiBi iie PKilNABBLCii.
    minlia carta dirigida aoSr. Ignacio Antonio
    Horgcs um argumento era favor da supposta
    falsifcMcilo da aulhentica do Iguarassj por-
    que (lella si> vi*, que vm Pinpre.gado da secre-
    taria ora o proprio, qw arga outro dr faltift !-
    /'ir dam 'smt ;--rogo-Ihi' o favor de inserir
    o:n seu jornal a inclusa carta, que em falta de
    resposta d'aquella enderecei ao sr. Jos Ig-
    nacio Soares de Macedo, a iiuem o mesra i Sr.
    Borges attribuio o boato da ralsilicaco, e o
    de ter sido eu un dos que para isso concor-
    ri, da quol se manifesta*, que tudo quanto ;
    ten dito a til respeito, nao passa de uini a-
    troz calumnia, que algue n entendedeu, que
    81*8 conveniente fazer propalar para cortos
    lin's.
    Aproveito a occasilo para declarar i quem
    quer que disse, que da secretaria se navia
    fornecido um mappaao Sr. Annunciacflo, fei-
    to a vista das authenticas dos diversos colle-
    ios, que ten lo sido en o em pregado da se-
    cretaria, que por mera curiosidade me dei no
    Irabalhode fazer um mappa, nao vista das
    authenticas, e sim de listas particulares, nem
    o dei ao dito Sr. ii"!i, a pessoa, (pie lli'o po-
    lessemostrar; sendo certo que ja se achara
    prompto o moii mappa, quando nodia (> de
    outubro do auno passado, as vesperas d'a-
    nuracao da cmara municipal, cliegOU a au-
    thentica do [garass, enjo portador, depois
    do lia ver entregue a que pertencia secreta-
    ria aocontinuo Gabriel Mor eir Rangel, evou
    immediatamente a outra, que vinha reraetti-
    la a mesma cmara, como testifica o dito
    "onnuo, o o certiflcou o secretario interino
    ia municipalidadedca haver recebido direc-
    tamente.
    Con apulilicac'odeslaslinlias farflo Vm.1 "
    um favor ao sen constante leitor.
    Wanoel Silvestre Ferreira.
    Illm. Sr. Jos Ignacio Soares do Ma edo.
    Constando-me, queV. s. dissera ao Sr. Igna-
    cio Antonio Ftorges, que a acia da eleiclo de
    [guarass fra falsificada, equeeu havia si-
    do unidos que para isso tinha coneorrido,
    dirig ama carta ao niesmo Sr. Borges, para
    que me dissosso se isso era evado, e como
    elle se recnsasse responder-m'a; enlo deva
    oh ser indifTerenle a urna Ifo gravo imputa-
    cao, com a qual se ten querido argumentar Rendiraenta do da 1."...
    Hojo ( l. de abril ) ehegoii este porto o va-
    por todas ot Santos, deixando tranquillas as pro-
    vincias do Norte, por que passou P tr.izciulo
    seu bordo o Sr. Dr. Jernimo Martiniano Fi-
    gueira do Mello, que tendo sido dispensado
    da presidencia do Maranhlo por decreto rele-
    rendado pelo actll 'I ministro do imperio, cnire-
    .roii-i 80 viie-presideute, o desi'iub iriidor M i-
    ao--i Aernardiuo de Sonsa e Figueiredo e velo
    laacar-se nos bravos de sua familia qup sau-
    dosi o esp 'i ava. Este distincto cidadlo, que por
    tantos tilulos se fai recoinmendavel, foi assim
    restituido ao nao pequeo grupo de amigos .
    quenesta provincia Ihe graugerlo suas boas
    nualidades e cutre ellos descanca das fadigas
    do importante cargo, que to dignamente
    acaba de oecupar.
    Corresponde i s.
    gritava, vociferara com oa teas socios contra o
    contracto (piando soulio que la ser posto a
    lauros ; por isso foi ter como caixa de Ulna das
    sociedades, que-pertendiao lanfar, dlssuadin-
    do-a disso e ainea; indo-a com uina croa guer-
    ra : poishavla organlsado urnacompanhla para
    comprar na estrada todos os gados e fazer ba-
    quear acoinpanhta do contracto. So oSr. An-
    tonio Bernardina est de boa le no oflfereci.....n-
    iii. que faz; por que raslo andou agora incsino
    sollicit ui-lo as outras companhias de mardian-
    tes p ira dislriliiiirem entre si os das da sem l-
    ii i. mis (n es cad i um i exclusivamente matas-
    ie gado, evitando assim a competencia, e reei-
    proco prejulso, e com n philnntropico objecto
    de conservar o elevado preco d is c unos no mer-
    cado? Regulando a seu bel praier a quantldadc
    da ma tanca .' Nao o pode conseguir o Sr. Anto-
    nio /.'.irairiliuo porque alguinas companhias
    dsserao, quesemelhante medida darla turca an
    contracto; mas, que o farao logo que seja de-,
    rog ida a lei. Eis porque esse Sr. se apresen! i
    agora oll'erecendo fura de teinpo OSOU lauro e
    para atrapalhar e barnlhar nulo, que agora
    appareee elogiando a lei, que autos praguejra.
    S 'gurainente nao a assembla que li i de ac-
    ceitar o seu I iu ;o s an ouvir as oul ras compa- '
    nliiis: nova pina, novas duvidas, novos adi-
    n me utos novos atravessameutos de ^ idus e
    novos planos de distribuicio dos das da sem i-
    iii. O mo ir.iei nneiii'i. que este Sr. Antonio I
    Kernardin i costuma dar aos sen mojos > dlg i-
    o, quando o anno passado se reunirlo os mar-
    eban.tes quando este Sr. era o comprador na
    feira, etc., etc.
    Nlo serei pois eu que acredite na sincerida-
    de da correspondencia doSr. \ntonio Bernardi-
    na u"in se illlldlo ns Srs. depulidos eom as
    armad i I lias desse Sr S" despjlo laspr alguin bpin
    i populadlo deste municipio decidlo a questo
    entre as duis primeiras companhias que teein
    j offerido seus laucos, nem o Sr. Antonioer-
    nardino nem nenhum outro tem queoffere-
    cer melhores eom sinceros desejos de cumplir
    seus empenhos.
    Queiro pois Sis. redactores inserirein no
    sen nuii conceitu ido O/ario estas toscas linhas
    do seu constante leitor o Admirado.
    1 TV id ros ooni 27, de balsamo,uin200 rs
    1 ll d'agua forte...........
    1''_. oncade sulfatpdcquenino, oncas4/
    4 oii. as de oleo voltil d'herva-do-
    ^irandpca.
    13:362578
    n'assembla provincial em favor da phanta-
    siada falsilieaefo; rogo a V. S.se digne de de-
    olarar-me ao p desta se com effeito afllrmou
    isso ao dito Sr. Uorgcs; e bem assim tudo
    nais, que baia neeorrido a tal respeito.
    Drsrarrrgn hojl 2.
    Barca ingleza =0spray bacalho.
    importarlo.
    Ospray, barca Ingleza, vlnda de Terra-nova,
    SoQ de V. S. attencioso venerador e criado. entrada no coi rento mes a consignadlo de Le-
    Vanael Silvestre Ferreira. hreton Schramm 8t Companhla manlfeston o
    Rectfe 26 de marco de 1814, sogninte:
    lllm. Sr. Manoel Silvestre Ferreira.- E m 79 barricas com bacalho; aos consigna-
    resposta a sdcarta de 2f. do corrento; ner- to,p25orta, patacho argentino, rindo de Bupnos-
    mitta-meV.S.,qaeprincipieporobservar-lhe, 4jrw entrado no corrente mez. a conslgna-
    quese nao forlo as prevencOes particulares rSof Ainoriin&Irmos; manlfeston o seguinte:
    preexistentes entre nos, e para as quaesnfto (SOqnintaes de carne de charque: aos con-
    concorri, nao enderezara V. S. com tanta signatarios.
    nrecitiitiicfo ao Sr. Ignacio \ntonio Horros Diana, barca brasileira, viuda de Buenos-Ay-
    ssn fallada caria, emque dando como sabi- ,,w- fntradano me/, p.p. manifestou o seguinte:
    'a e certa a existencia de um facto dcsairo-
    so para mim, longe de procurar a sua justifi-
    caoo si) podia ter por tim expAr-me an ludi-
    brio, e descrdito, c s por que isto falhou
    he que V. S. recorre boje ao expediente, que
    quanto mim devera ter sido o primeiro de
    que lancasse nifo.
    Agora dir-lbe-liei o que bouve referindo-
    'iie n mi so a sua carta citada, mas tambom
    aquella de queja fallei dirigida ao Sr. Ig-
    nacio.
    Sabe V. S. que no jurv, onde ltimamente
    servimos ambos, aquello, Sr. Ignacio coslu-
    mava dirigir seus gracejos as pessoas, que
    conhecia, e entro esses foi um da. que nJn
    posso fixar, em presenca, dos Srs. Miguel Af-
    fonso, Bernardino Guimarfles, Francisco de
    Siles, cu, V. S. contris, dizor olio, rindo-so,
    ao dito Sr. Miguel Alfonso, que nao fallasse
    com os corcundas, que estavlo milito fortes;
    e como esta pala,vra corcundas se referia nos
    queouviamnsaquelle Sr. Miguel, eu no mes-
    mo lom Ihe respond, que elle Sr. Ignacio
    fallara com gente peior. Eis o que all se
    passou Qelmente; e tie-n no jurv, nem em
    outra qualquer parte tratei com esseSr. a res-
    peito de eleicOes, e mnito menos fallei com
    qualquer pessoa tlefalsificnQflodeaiithenticas,
    cousa, que nunca me passou ocla idea.
    Fazendo esta declaraclo, smenlo em abo-
    no da verdade, tenbo de alTirmar-lho, que
    son de V. S. attencioso venerador e criado
    Jos lanado Soares de Macelo.
    Recife -28 de marco de 18H.
    Senhores ntlaetoret.Gomo o Sr. Dr. Ur-
    bano nassembla provincial dcduztssc de
    Srs. redactores. T.i com lurprPia a corres-
    pondencia ou fanfarronada publicada prloSr.
    Antonio Bernardino dos Santos no sen Diario de
    20dop passado! E' eom pflpito para rer.como
    aquelle Sr. procura mullios inicute Iludir os
    Srs denutulos da assembla provincial e assim
    entorpecer a pxecucao do contracto das carnes
    verdes deste municipio, proposto .i c. munici-
    pal em virlude de nina lei por duis compa-
    nhias concurrentes se por ventura dando a as-
    sembla ouvidos ao son offerecimenlo feito em
    inca coaceito, sem aenhuma boa T ordenar.
    que se ponlia o contrato a novos leos. Seo
    ni ein tal caso excitar duvidas, e dimculda-
    des galibar mais lempo, c continuar .linda no
    seu systcma de atravessar os gados conservar-
    llics os altos procos, c privar a popul.ac.ao das
    vintigcns, que Ihe tcm querido procurar a ;u-
    s.....bles provincial. Se assim nao ; jiorquo nao
    concorreo u Sr. Antonio Bernardino dos Santos
    a Linear, quando o contracto andou em hasta
    publica ? Nlo isso nao quera elle : a vida de
    atravessador Ihe pareca mais vantajosa; por isso
    3928 quintes de carne de charque o UM cou-
    ros vacenns; a ordera.
    Mov mi1!* lo do B*orto.
    Xacio entrado tn> da \.
    Rio-de-Janeiro ; 28 das brigue brasileiro In-
    diano, do 223 toneladas, capitlo Antonio Aires
    Malba equipagem 18, carga varios gneros:
    pissageiros Bernardino Maiada Silva Por-
    gue/ Jos Joaquim de Mosquita, .lose l'erei-
    ra de Aievedo Brsileiros.
    Navios sahitlas no mesmo dia.
    Liverpool; barca Inglesa Willam Itussel, capitlo
    Uobert Urusse carga ilgdin.
    Trieste ; brigue ingles Miitianor, caplao Tilo-
    ma* Beay carga assucar.
    Pintos do norte; vapor brasileiro Paraensc, com
    mandante Manoel Pedro: pissageiros, Victo-
    rino Vugusto Borges Gullherine Moon. e sua
    familia Fr. Joaquim da PuriAcacio Fr. Sa-
    turnino de S. Clara e o cadete Jos" de Jezns
    Meirelles.
    Edita es.
    .... ti 4#
    sal arnioniaco
    . il 800
    . valor
    ce.........
    3 dili dito dito de lima
    13 ditas de espirito di
    coiupos'to......
    I //, d'oleo pretolico .
    1 ll e Kl oncas de charope espina ser-
    rina .......A valor 480 rs.
    I lh eii oncas de licor anodino. Ib i a
    i b d' espirito de sal armiiniaco. Ib 800
    ',.. f, d'Heter su rio rio......I %f
    1 i d'espirito d'alecrim.......
    I ti de dito de nitro doce.......
    1 ii. c l oncas de dito de ponta de va-
    do............
    '' dito de nitro fumante .
    'i //. de acido inurialco .
    1 li ile acido uno i.iheo,
    di.............
    s oncas de llores i
    moniaco.........
    12 ditas d'oleo de juseiparo.
    i (til is dito de cravo. .
    2 ditas 'estrato de rhuibarbo. A8,......
    \\ idroscoinremcdiosarruinados valor
    Diversas heiv.is arruinadas e 12 vi-
    dros.............valor
    AOOOrs.
    ll (iituis.
    ib 320 es.
    oxigena-
    II. l.?'(ill(l
    de sal ar-
    . //. l* //,-2.viiiin
    IMIO
    3^i7>
    ..lio
    2/100
    1/575
    /7S7
    /(82
    l/OOO
    780
    1/680
    I/B60
    1/680
    1/680
    I#l8f
    1/890
    1/008
    3/360
    .vSfO
    1/575
    1/575
    l/n50
    1/000
    20IHM
    Miguel Arehanjo Manteiro de Andrade caralleiro da
    orden de Christo e inspector da alfamlega por S.
    M. /., '/'' Dos guarde', ele.
    Faro saber, que no da 10 de abril do corren-
    te se bao de arrematar eiil basta publica ao
    nielo da na porta da alfandcga as inorcadoras
    aba i so descriptas com os valores da pauta, e
    augmento de 5 p. % as qaaes se achlo nos r-
    maseos da mesma alciu do lempo permettido
    pelo regiment. A sabor.
    Una estampa......... valor /320
    l.'iua quartola com 11 (a) \'dr carvlo
    de pedia......... ton. 16/ 3/574
    Seis barricas com 1,000 Tb do sal retina-
    do ..............80 84/000
    linas ditas com 33 garrafas de sorveja,
    du7.ia..............4/ 10/043
    Una caixa com 11 garrafas vinbo iniis-
    catei, duaia.......f 12/ 10/043
    Oiialro barrsconilSa'degreda, Ti.MW l?4"*20
    Urna caixa com mu ferro. valor /640
    Tres arados de ferro em mo estado /l>40
    Urna caixa com 4 yidros deessencla
    inararilhosa cor cada um valor 80 1/920
    Una caixa com 71 folbetos mcuses do
    anno de 1839.........valor 1/000
    Ulna caixa com dous lampos de jaca-
    randa jiara mesas ...... valor 10#000
    Una caixa com 12 chapeos de baeta em
    mo estado.........valor 1/280
    Urna cai 1841............. valor /640
    Urna caixa com as seguinte drogas:
    Vlfandega l.d'abrlldc isii. Ris 350/956
    Migael Arehanjn Manteiro de Andrade.
    O fiscal ila freguezia '. I'edro Martgr, pela lei, etc.
    Fas saber a todos os veudcii ns.i|iie por oideiii
    da c. municipal devein ter e conservar em suas
    vendas um torno de medidas, designada para
    venderem vinagre; e tanibein aos senhores, o
    senhoras de escravos, que vendem axeite de
    (arrpalo, que devem trazer medidas ale lucia
    caada ; e todo aquelle, que, dentro de un mez,
    nao aprese lita l' as ditas medidas, promplas <
    aferidas, sera multado, como contraventor as
    ordens da mesma da cmara. 01 inda, I." do
    abril de 1844. Ifllonio Mamut Lata.
    iVVUU'HCAWS.
    O vapor Fodot Santos recebe as malas pa-
    ra O sul amanilla 3] as i horas da larde, deven-
    do as correspondencias seren entregues na n s-
    pectira administradlo urna hora antes.
    Existem na administrarn do crrelo asear-
    tas seguras abaixo, viudas pelo vapor.
    Joaquim Teixeira Peixoto Ubnquorque, Fre
    los S. Luis Roza, Jos,'' Ramos Oliveira, Domin-
    gos Jos Vieira, Ainoriiu Irmlo, Sebastilo Jos
    Oliveira Manilo, Cbristovao llollanda (Javal-
    eauti.
    i 11
    dvisos martimos.
    -- Para o Aracaly. o biate Flur-de-larangairas
    segu viagem no dia 12 (Fabril ; ipiem no mes
    monuizer carregar, ou ir de passagem, dirja-
    se'a ra daCadeia do Recife, loja de fazenda,
    n. 37.
    Le loes.
    O corretor oliveira fui leilao de chitas, e ou-
    tras faendas avarladas, por costa o risco de
    quem pertencer, maltas outras limpas, como
    sejao. cassat le murcelinas, chitas, pannos de la, e dlrersasou-
    tras, que serlo vendidas por todo o preco, e de
    chapeos de castor superfinos, o de una porc.o
    dos melhores sapatos ingleses de moa e deduas
    solas; terca-felra 2 de abril, s 10 horas da ma-
    nli,11, no primeiro andar da sua casa, na ra
    da Cadeia.
    i visos diversos.
    Oliein anniineinii no DLirlnd sabbad ,JUc-
    rer comprar um tronco de prender, annunce a
    sua morada.
    Aluga-se una casa terrea na Riia-bclla,coin
    diias salas, Iresquartos. cosinba fora, quntale
    cacimba; a fallar na ra do Collegio, casan.
    15, 3." andar.
    Conven) ao abaixo assigoado manifestar
    ao respeilavel publico, que elle nlo tem,
    nem mantem causa algama erime nem
    civel, nem execucSo cotn pessoa algu-
    ma desta eidado, ou seu termo, nem nunca
    levo, a excepeflo de una ssorava de nomo
    Mariana, que corra perante o juizo dos fei-
    tos da fazenda, potlaiito roga ao Sr. redactor
    manifest o presente annuneio eom que
    muito flear obrigado.
    Francisco Antonio Bastos.
    A pessoa que aiiiiuncioii querer comprar
    una preta j idosa pode dirjr-se ra do
    Livrainento, sobrado n. 33, que achara com
    quem tratar pois se faz todo o negocio.
    Preclza-se de una ama, qur de fiador a
    sua conducta, para servir nina inora soltera
    sem familia, quem se acbar nestas crcumstan-
    cias, drija-se a ra dasLarangeiras n. 19.
    Prccisa-se de una criada portuguesa: no At-
    ierro da Boa-vista, n. 13.
    FAiTvHA DE RAPE' VILETE.
    A superior qualidade do rap Vilete fa-
    bricado ao estilo de Franca que tem merecido
    a estima publica, por scV alin de un muito
    !.">! aroma, um especifico j de multas pes-
    soas reconhecido contra as dores de cabera, fe-
    ridas de naiises. e toda a qualidade de delluxos,
    e possue o maior grao di duracfio de que ca-
    paz este genero para reexporlacao. O fabrican-
    te se obliga a satsfazrr qualquer reclamarlo
    como expresamente o declara nos botes do
    mesmo rape. Os depsitos sao: atterro-da-Boa-
    vista n. 36 ra, Imperial n. 209, ra doQueima-
    do n. 14, c ra da Cadeia do Recife n. 31.
    Quem annunciou no Diario n. 72 precisa
    de 500/ rs. a premio com hypotheca em um si-
    tio ; dirija-so ra de Hortas casa de um an-
    dar n.^66.


    '. W',;./'x.
    k
    iHS^iSSfS
    ..uxjiijwiii '"" '''' '' '' ""n" rc""1"' '"' ""'
    Luis Feria, subdito Francez vai para a
    Baliia c Hio.
    Jos \ alentim da Silva avisaa quemconvier,
    que acua-se cooi a aula de gratnmatica abor-
    ta n ini i da Alegra, balrro a toa-mta, casa
    envldracada, n.-fiJ, e que contiaa a receber
    alumnos, nfio poupando metos para o adiam-
    ntenlo dos mesmo*, empregaodo na regencia., <
    no medir versos, < coraposicao dos meamos as
    melhores expllcacdes, que Un- sao possiveis, o
    que tem sido visto por algunias pessoas.
    Aluga-se mu arinazein grande, com em-
    barque ni porta, noGoelbo, aonde Foi serrarla
    d vapor ; quem quizer dirija-se aos locatarios
    PoxStodart, ra di Senzala-velha, n. -10.
    flerctilano Uve* da Silva embarca para o
    Rio-de-jaueiro o seu escravo de aoine .losi'va-
    ciio Angola.
    Uuga-sc mu prcto, que seja fiel, para o
    servico (' i casa di' mu bomem solteiro, quem o
    tiver annuneie.
    . ,\o armazem de capin a. 25, na ra da
    Concordia, vende-se, em caadas, e mesmo em
    garrafas, ptimo mcl de furo engenho i>ous-
    iruiaos, a privo de 320 rs. a can id i : o niel c
    novo, c assegura-se, que ser sempre vendido
    sem mistura alguma.
    Os Sis. credores do cazal do finado Joaquim
    Lopes Machado farao o favor deapparecer em
    casa de Henrj forster StC", ra do Trapiche,
    na terca-feira '2 d abril prximo futuro, a fitu
    de receberem o Vi rua d.is i a ii.'is, o. ti!, vendem-se tras-
    tes, i saber: guarda-louca, guarda roupa, so-
    Cis de olio, bancas de dito, marquezas, tocado-
    res, relogios para cima de meza, mezinhas para
    costura, cadeiras para alcova, bancas de i ps,
    lavatorio-, camas de vento, e inultos OUtroS
    trastes, nido de superior qualidade c por preco
    eominodo.
    Prccisa-se <\.- 300^000 rs. por hypothecaem
    mu sitio perto dapraca; quem pretender an-
    nuncie.
    Uuga-sc o primeiro andar da casa da ra
    de \pollo. o. 20, com commodos para grande
    familia, tem janellas de frente, 2grandes salas,
    7 quailos, el grande cosiuha; a tratar na ines-
    ni.i com Jos Antonio de Sonsa Machado.
    IYde-se .10 Sr. Alvaro Fortunato Jo .i'dao
    ;i satisfazer a quautia que nao ignora ter lica-
    do a d ver eiu Lisboa 110 anuo de 1833 ; pois
    sabe quem pessoa nestn piara, para lato
    autorisada ; e para livrar de questes judiciaea,
    so la/. 11 present) annuncio.
    - .No da 27 para 28 do crrente desappare-
    1 o da casa n. da rua do Trapiche novo mu
    gato mal tea un tanto pequeo com una iha-
    ilia branca no peito, orelb&i e rabo cortado:
    quem o achou e quizer restituir, leve-o mes-
    macasa, ou na ra da Cruz n. '23, (pie ser
    bem recompensado.
    Aluga-sc urna casa e sitio, com bastantes
    commodos para familia, nos Afibgados, largo
    de \. S. da Paz, com sessenla e tantos ps de
    larangeiras, e outros muilos arvoredos de fruc-
    to, o qual paga J.imn rs. inensaes: quema
    pretender, dirija-so jua do Queimado loja
    . 13, de vntonio Jos Rodrigues dJ Sousa.
    Aluga-se o segundo andar du sobrado
    da na da Cruz por cima da batica de Anto-
    nio Mara Marques Ferreira; assim comotam-
    bem se vende lium pYeto de idade propria pa-
    ra todo o servido; a quem convier entenda-
    se na loja da ra daCadeian. 40.
    Quem precisar de un rapa/. Brasileiro para
    caixeiro de na ou mesino para loja de alfalate,
    de que ollicial, o qual da fiador sua conduc-
    a, procure na travessa de Sao Pedro, casa de
    ouriv s.
    Aluga-se aloja do sobrado da ruadas Cruzes
    n. 28 p'opria para qualquer eslubelecitnenlo,
    por prei;o commodo ; a tratar no sobrado in-
    mediato n. 30.
    Aluga-se urna prela para ama de leite,
    sem vicios nem achaques, nein mos costumes;
    quem a pretender dirija-se a casa da viuva
    Cunta Guimaraes, confronte a ordem terceira
    deS. Francisco.
    A pessoa que annunciou querer urna lo-
    ja e que dava luvas dirija-se a ra do Quei-
    mado n. 48, >egundo andar, ou na loja de fa-
    zendas da esquina do becoda Cnngrcgagao n. 1
    Deseja-se fallar a senhora dona Lniza, ir-
    mSa do fallecido provincial de S. FrrncfscoFr.
    Manoeldu S Miqueliua.ou algum de seus ir-
    niao ; annuneie.
    Precisa-sc de 500,000 rs. apremio, com
    hypolheca eoa um sitio;quem quizer dar annun-
    cie.
    O abaixo as.-ou'nado morador na ra do
    l'asscio-puhlico participa a todos os seus re-
    guezes que recebeo um sortimento de se sedas
    e gros de na pies para cobrir chapeos de sol, lu-
    do de mudo boa qualidade, e preco commodo;
    o mesmo avisa as pessoas, que leem em seu
    p der chapeos deso para concertar, que os
    vio buscar no praso de 8 das, do contrario se-
    rao vendaos pata pagamento das despesas le
    tas cornos mesinos ; tambem precisa de urna
    ama de leite, captiva; quem a tiver dirija-se ao
    mesnio para se tialar do seu ajuste, ou annuneie
    sua morada.
    Jcan Loubct.
    D-se 200,000 rs. a juros sobre penhores
    do ouro ou prata ; na Rua-direita n. 6 pri-
    meiro andar.
    Declaro que o annuncio que fiz para
    o Diario, que quera tallar com o sor Joaquim
    Galdino Alvesda Silva nao se cnlende, quj
    seja transagao alguma nem divida que deva
    a |0ja, Silvestre Gonralves dos Sanios l-'ilho.
    Pracisa-sc de sai cosisheiro fono, ou
    captivo ; na ra larga do Rozario botequim
    n. 27. .
    __ Quem precisar do um caixeiro para tomar
    contado urna venda por balanco, do que tem
    bastante pratica por ter sido a sua oceupacao,
    dirija-se a Rua-djreita n. 139.
    __Manoel da Cunha Guimaraes Ferreira mu-
    dou a sua residencia para a ra da Moeda n. 19.
    Desoja-so fallar com o Snr. Joaquim Xa-
    vier da Maia para negocio que o mesmo sr.
    nao ignora; na venda da esquina da ra dos
    Quarteis.
    Precisa-sede um bom cosinheiro ; no bo-
    tequim da estrella.
    Aluga-se urna casa na ra do Jasrnim ,
    pordctrazdoS. Goncalo com commodos pa-
    ra pequea familiu, com duas salas, dous
    quartos cosinha, quintal e cacimba; quem
    i pietender, dirija-se ao mesmo Jugar, ra dos
    Prazeres o, 10.
    i)-sednheiro a juros com penhores de
    ouro e prata, ou boas firmas; na ra da Praia
    n. 22.
    Preeisa-sc de 400 000 rs. a premio, por
    lempo de 6 me/es o a um e meio por cento ,
    com segurauca em urna casa livre e ueaetnba-
    acada; quem quizer dar annuneie.
    I)a-se dinlieiro a gremio sobre penhores
    de ouro, ou prata ou mesmo sobre boas fir-
    mas, ehypolheca na ra estroita do Rozarle
    n, 30, segundo andar casa aonde mora o sr.
    doutor Baptista.
    Francisco Severianno P>abello avisa as
    srs. assignantes* do jornal Panorama, que qui-
    rerem renovar as suas assignaturas, que o mez
    de Janeiro do corrate anuo acha-so no sou
    escriptoiio.
    O abaixo asignado procurador bstan-
    le do capitao Francisco de Paula Correia do
    Ataujo avisa aos propietarios das casas das
    uas deS. Rita S. Jos, Nogueira Nicho da
    l'enha, beco do Inferno, o Acouguinhos, as
    quaes saooreiras ao dito Araujo hajo de ir
    pagar os foros c lademeos que estivercm da*
    vendo na ra do Sebn. 24, o consta ao mes-
    mo abaixo ass gnado, que se tem vendido casas
    a titulo de chaos proprios.
    Antonio Locio t Silbis.
    Precisa-se alugar utna prela firra, ou cap-
    tiva quesaiba bem cosinhar engommur, e
    ensaboar sendo de boa conducta para casa
    depouca familia ; na ra da Penha n. 5.
    l!oga-se a pessoa que em das da sema-
    na passada foi na ra da Cudeia do Kecile na
    loja de fasendas do Sr. Vicente Jos de Brito ,
    buscar urna carta vinda do|Aracaty para fine-
    es & Mello queira ter a bondad do mandar
    levar na mesma ra loja de meudesasn. 9.
    Compras
    s= Compra-seefiectivamente nesta Typogra-
    nhia toda a qualidade de pannos cortados ou
    velhos delinho, c algodao toda a especie
    de libra lindeza algodao, de refugo em ra
    na papel cpapejjjo volho.
    Comprao-se/effectivamento para (ora da
    provincia escravos'dp ambos os sexos de 12 a
    >0 nnnos agradando pagao-se bem ; na ra
    da Cadeia do S. Antonio, sobrado de urna an-
    dar de varandadepo n. 20.
    Cotnpra-se un, cadello do boa raca de fila
    com 3 a 4 meted de nascido ; no pateo do Car-
    .110 venda n. 9.
    Compra-se a obra de Tito Livio, cm um
    volumo que seja usado ; quem tiver annun-
    eie
    Compra-se urna corrente de ouro sem fei-
    tio ; quem tiver annuneie.
    Compra-'e um menino Dos da altura
    de um palmo pouco mais ou meuos ; quem ti-
    ver annuneie.
    grinha e urna mulatinha muito bonita; urna
    mulata de 20 annos, de elegante figura en-
    gommadeira. ecostureira ; um cavallo rodado,
    Rrande, com todos os andares e esquipador;
    na ra do Fugo ao p do Rozario n. 8.
    Vendem-se barricas com farello do supe-
    rior qualidade e por proco commodo, e meias
    d tas com farinha ; em casa de llatheus Auslin
    if Companhia ; na ra do Trapiche n. 36.
    Vende-se urna escrava de nacao moca ,
    esem vicios: na Rua-velba n. 49.
    Vende-se madeira para urna casinha ou
    estribara, contando de bons caibros, e trave-
    ja me A todo botar no alto, d-se por preco com-
    modo ; na ra da matriz da Boa-vista que vai
    para a ra da Gloria n.j3t.
    Vendem-se dedaes emodalhas de ouro de
    lei, do bonitos moldes pares de brincos com
    diamantes, alfinetes e botos para abeitura ,
    com diamantes, urna corrente e cordao gros-
    so, umagargantilha de lindo molda, botos
    para punhos, um transelim o correntinha para
    relogo um relogo saboncto inglez, de pra-
    ta bom regulador, um par de castigaes de
    prata, urna colher de tirar soupa um rozario
    de ouro de lei, uns cirazos com roquiflfes do
    dito eordes e enfeites para peseoco, annolles
    dos para se edificar ; na ra larga do Rozario
    n. 18, onde se apresentar a planta do mostno
    terreno.
    = Vondo-se Jacaranda superior chegado do
    Rio de Janeiro podras de marmorc redondos
    para mezas de meio de sala, de muito bom os-
    lo ditas para commodas cadeiras america-
    nas com assento do palhinha camas de vento
    com armaejio marquezas solas mezas de-
    jantar camas de vento mui bem feitas a 4500
    ditas de pinho a 3500, assim como outros niui-
    tos trastes ; pinho da Suecia com 3 pollegadas
    de grossura dito serrado dito americano de
    difierentes larguras o comprimentos ; assim
    como travos de pinho e barrotes ; na ra do
    Florentina em casa do J. iierangor.
    Vandem-se os superiores lencos de seda
    preta, ehsfados ltimamente do Rio-de-janeiro
    a nica loja) aonde so vendem 6 na ra do Quei-
    mado esquina do beco da CongregacSo n. 41.
    Vende-so mercurio doce rocenteinonfe che-
    gado de Lisboa do muito boa qualidade cin
    caixinhasdo3 cinco libras por prego muito
    commodo ; na ra do Vigario n. 21, casa do
    Mendos A/ Olivoira
    Vendem-so aderegos de brilhanlos de bom
    na
    ro-
    ou
    do
    Kscrivos frgidos
    Vendas
    Vendo-so urna taboleta de ourivos e o li-
    vro secretario portuguez em bom uso ; na ra
    de Aguas-verdes venda n. 15.
    Vondo-sesuperioi Una de marcar roupa ,
    sem modo algum de desbotar, indo a varrella ,
    por preco multo commodo ; na ra do Roza-
    rio botica defronledacasa ama relia.
    Vende-se franja preta e do cores por
    prego commodo ; na ra larga do Rozario, loja
    de meudesas n. 85.
    Vende-se um casal de rolos mesligas, por
    commodo prego, e d-se um lilho de quebra ,
    ja grande ; na ra de Aguas-verdes n. 36.
    Vende-se um cavallo gordo, carregador
    baixo epasseiro ; urna porgo de caixas va-
    sias do Porto e caixes que (bro de fasendas;
    na Roa-augusta n. 22.
    Vendem-se uvas muscatel, brancas, as li-
    bras, e ps de parreira com caixos ; na ra do
    Rozario da Boa-vista n. 2.
    Venderse por precisan urna escrava de na-
    (,-ao ds bonita figura boa ensaboadeira iui-
    tandeira e muito diligente para o servico de
    urna casa, ou troca-se por outra mais peque-
    a ; no pateo do Carmo n. 24.
    Vende-so um cavallo com bons andares,
    por prego commodo, com arreios, ou sem ellos;
    quem o pretender annuneie.
    Vendem-secassas de listras decores a 200
    rs. o covado ditas de cordaozmho a 180 rs ,
    cortes do chitas com 13 covudos muito finas a
    4000 rs., ditas escuras a 3000 rs lengos en-
    carnados superiores a 800 rs., ditos brancos de
    tuorsolina para pescogo de humero ja fcitos a
    960 rs. ; na ra do Cubug loja de Antonio
    Rodrigues da Cruz.
    Vende-se um preto muito reforgado, Ira-
    do difierentes modelos; as Cinoo-pontas n. 43 BMto, obra muito rica, o mais outras com dia-
    Vende-so urna porgSo de caixilhos envi- mantos, de diversos gostos; obra do Porto, brln-
    dragados, proprios para loja de meudesas U (<)S (. aMeis do diamantes, e bi libantes, e nutras
    fasendas, vidros do todos os' lmannos. Unta mutas obras de ouro e prata de bom gosto;
    de todas as qualidades oleo de linhaga pa- rua d{, (],bug, loja de ourives n. 3.
    pe pintado ; assim como tambem se bota vi- __ Vende-se um carro americano, do 4
    drosem toda a qualidade de vidraga ludo por (j.,Si mut bonito, tem langa para um,
    prego mais commodo, do que em outra qual- a0U9 cavallos; na Rua-nova ti. 61, coxeira'
    quer parte : na travessa das Cruces pordetraz ^uusi0,
    dorelojoeiro Meroz loja do tintas n. 4.
    Vendem-se podras de amolar do Rio-de-
    S.-Franciseo em porgos grandes e pequeas;
    nu rua da Praia armasem u. 18.
    Vende-se um sortimento de toalhas do li-
    nlio adamascadas com gtiardanapos, de com
    primento de vara e meia at 5 varas do qua-
    lidade supetior; panno de linho em pegas de
    18 varas ; velas do espermaecte cm caixas de
    25 libras; farello novo, em saccas de 3 arrobas,
    chegado de flambtirgo; em casa de H Mehrtens
    na rua da Cruz n. 46.
    Vende-se urna porgao de laboas de pinho,
    que sirvirao de andaimes, e de tapamento do
    frontespicio da matriz da Boa-vista, proprias
    para estacada de algum atierro, ou para bahu-
    seiros, assim como alguns caibros, e outras
    madeiras que presentemente nao toetn appli-
    cagao para as obras da referida matriz, o igual-
    mente urna porgao de metralha para alicerces ;
    a tratar com o thesoureiro que se ocha auto-
    risada pela meza para effecluar esse negocio.
    Vende-se urna porgao de algodao de caros-
    so por prego commodo; na rua da Praia n. 33.
    Vende-se na loja de Joio Cardoso Aires,
    na rua da Cndeia-velha urna obra publicada no
    Bio-de-janeiro no anuo de 1813 intitulada, dic-
    cionario de medicina popular, pelo doutor Cher-
    nmiz, em que sa descrevem segundo a ordem
    alphabetica e em linguagem vulgar os sim
    p'omas as causas, e os tratamentos das mo-
    lestias os soccorros que se dovem prestar nos
    accidentes sbitos os conlra-venenos de todos
    os venenos conhecidos, os preceitospara a con-
    servagao la sade as plantas a preparadlo
    dos remedios caseiros 'c. dous volumes em
    quarlo contenoo 950 paginas, por 10# rs.
    Vendem-se chapeos do varias qualidades,
    por prego mais barato do que em outra qual-
    quer parte, assim como se recebem chapeos
    do Chille para se lavar, e enfrmar ; na rua da
    Cruz armasem e fabrica de chapeos n. 63.
    Vendem-se ricos chales e mantas de seda,
    ricos cortes do vestidos de setim, ditos de cam-
    braia com flores de seda moias de seda preta,
    luvas ditas compridas e curtas sem dedos pa-
    lustro para senhora, boneguins gaspeados pa-
    ra homem e senhora casacas feitas do panno ,
    caigas, eolletes de setim e veludo panno fi-
    no de todas as qualidades merino preto e ver-
    | de sarja de seda hespanliola cortes de ves-
    tido de l.ia ditos de chilas mui finas ricas
    mantas para grvala lengos ditos ditos esco
    cezes chapeos de massa franceza brins e laes
    para caigas, e multas perfumaras, Le-Roy,
    opodeldoc, e outros muilos objectas por prego
    commodo; naKua-novan. 29, lujado Diogo
    Jos da Costa.
    Vendem-se dous carneiros mochos, muito
    mansos; na Rua-velha, indo para atraz da
    matriz n. 26.
    Vende-se um siliocom casa, com 3 salas,
    dentro do sitio, baila para verdura e capira ,
    cercado para quatro vaccas, sustentando todo
    o atino todos arvoredos ds fruto pequeos e
    plantados em ordem que a dous annos colhe-
    sedeum tudo; tambem precisa-so de um con-
    lo de res com hypotheca no mesmo sitio; arren-
    darse por dous annos dndose Bornete enta
    quautia ou permuto-so por casa nesta praca,
    ou por escravo ; a tratar na rua di Ran^el n,
    "5, ou na Praga-da-independencia n. 21.
    Vende-se urna casa terrea sita na rua da
    Conceigo da Boa-vista n. 15 por um cont de
    ''' ', ii ru ii vuciuiaiio II. '1.
    Anda se achao alguns terrenos para ven-
    der-se nu Rua-nova por detraz da rua da Con-
    cordia que dividem com a travessa do falleci-
    do Montciro e pelo norte com a travessa do
    Cal'leieiro ; ninguem deixar de comprar um
    balhad.-rdoenxada ; um lindo mole.que de 12 [palmode terreno por 5000 rs. com 150 ditos
    a 13 annos; utna preta de 20 annos de lodo o j de lundo, e nos lugares de esquina 8000 rs. com
    senjgo, e propria para o de campo; urna ne- j o mesmo fundo e com todos as commodida-
    Nanoutedo da 28 do p. p. fugio urna
    preta crioula de nomo Mara da Conceigo ,
    altura regular, cor nSo muito preta de meio
    corpo nariz a papigaiado filla-lhe alguns
    denles na frente, com urna cicatriz pequea por
    dentro do belco levou lod i a sua roupa que
    ez urna boa trouxa contento um panno fino
    prelo saia preta do lila 2 vestidos de cam-
    braia um ditodecassa de quadros, um dito
    domadapolao com mitins e rendas, urna dito
    de riscadinho rouxo um dito encarnado, um
    de chita verdeja desbolado varias camisas o
    saias, um cobertou vclho de quadros, um pan-
    no da C>sta com franja as puntas um tengo
    adamascado e mais roupa dous pares de ja-
    batos um par de brincos de ouro francez es-
    maltado de azul um par de argolinhas lisas de
    ouro um cordao de ouro francez que d 3
    voltas com umeoragao tambem francu/, San-
    neis a saber; um de pedra um de abracos,
    n outro esmaltado de azul ; qualquer aulonda-
    de ou capitao do campo pode pegar o a le-
    var rua da (loria sobrado n. 7 ; desconfia-
    se estar acoi tada no sitio de Agua-Tria do fian-
    coz Jernimo S. Casse por a dita ter amisade
    com quem esta no dito sitio.
    No dia 19 do p. p. desappareco ou sup-
    poe-se ter fgido um escravo perlencente ao Sr.
    Vicente Thomaz dos Santos de nome Sabino,
    de nagao Mogambique cor fula, cabega chala,
    begos grossos, cara bochechuda com duas pe-
    quenas enrugas dos lados da boca, pernas gros-
    sas estatura regular, fallas mangas, represen-
    ta ser muito serio, o qual eslava alugado ao Sr.
    Angelo Martina de Siqueira, donde fugio; quem
    o pegar, leve a Rua-imperial n. 67 que ser
    recompensado.
    No dia 26 do p. p. (ugio nm escravo per-
    tencenteao Sr. Vicente Thomaz dos Santos, de
    nome JoSo Mainalo do nagao Inliambane, com
    marcas de sua nagao pela testa, bonita figu-
    ra grosso do corpo, poues barba, estova alu-
    gado ao Sr. Reg com armasem do assucar no
    Porto-das-canas doReeife; quemo pegar, le-
    ve u Rua-imperial n. 67 que ser recompen-
    sado.
    Fugio no dia dous de desembro do anno
    p. p. do abaixo assgnado a escrava Joaquina,
    cronla, de 24 annos estatura regular, secca do
    corpo, rosto com pr ido, cabega puchada para
    traz, com dous dedos da miodireita alejados,
    proveniente de um taino que levou no coio-
    vello do brago da mesma mi, do qual ainda
    existe a costura mais outra marca na testa .
    tambem do talho mu bem fallante, e risonha,
    esta escrava logo que fugio, eslava acuitada
    na casa de urna prostituta na rua das Laran-
    geiras, ed'ahi evadlo-se por ler roubadoda
    mesma iims^necasdo ouro em obras, sendo
    um cordao com urna meia dobla enea-toa.la, um
    par de brincos um annelao e 20,000 rs. em
    sedulas, e agora ha suspeitas de estar a dita es-
    crava em aLuma outia casa por ja ser acostu-
    moda de doas fgidas que j fez ; roga-so
    porta uto aos sri. inspectores do quarteires, que
    noticias tonhao de dita escrava, aprehendo.o
    reculillo a cadeia a ordem do snr. doutor dele-
    gado para se proceder nos termos da lu, o
    que se deixar d- fuer, seo acuitante da dita
    escrava a levara seu snr. entao o dito snr. fi-
    csr obrigau cm lempo alguma descubrir o seu
    nal feito o gratificara com generosidad; tam-
    bem roga-se as pessoas particulares, que sou-
    berem ondo existe dita escrava de o avisaran
    na estiada de Joao de Barros sitio do inspec-
    tor de quarleiro defrouto do Bim. visconde
    deGoianna que gratificar com 20,000 rs.
    Jodo NepomuKtno Ferreira de Mello.
    Ruare ni Tip. i>n M. F. os Fauia18V4