Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08706

Full Text
w
^w
Anno de 1839. Sexta Fei
Tudosgor depende de nos mesmos; da nossa prudencia, modera-
Cao, e energa : continuemos como principiamos e seremos apuntado*
Com admiraco entre Proclamac/io da Assemblea Geral do Brasil,
----------------------^HHHKc------------------------
Subscreve-se parn esta follia a 3jfooo por qnartel pagos adiantado
nesla 'Jypograha, ra das Cruzes U. 5, ena Praca da 'independencia
D. 37 e 58, onde 6e rece lie m correspondencias lcga'1 sudas, eannuucios:
i nsiniido-c estes ijialis, sendo desproprios assignantes, e vindosassijj-
mados.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidadeda Partiliiha e Tillas de sua pretendi...................\
S t 5^,Gin,ndevS.Ka!S C V"aS ,dm...................Segundas e Sextas Feiras
Bita da fortaleza e \ illas dem..........................i s
Villa fie Goianna................................../
Cidade de Olinda..................................Todos os dias.
Villa deS. Anliio..................................Quintas (Viras.
Dita de Garaitlains e Povoaco do Rrnilo.....................lias lo, e '4 de cada mez.
Dilasdo Cabo, Seritiiiuern, Kio Forinozo, e Porto Caivo............dem i II, e ai dito dio
Cidade das Alagoas, e Villa de .Macei.........................dem dem
Villa de Paja de Flores.................................dem i:>, dito dito.
Todos os Correios partera ao meio dia. .
9 DE NoVEMBRO* NlJMERO
901
CAMBIOS
NoVEMBBO. *>-8.
Londres......35 por i'ooo ccd.
1-slioa....... So por o/o premio,
Franca.......?<)!> ris por franco.
Ivio de Janeiro ao par.
por mciai oerecido.
ouno
PHATA-
Vclhas ijjSoo a
Novas bMoo a
S/>oo a
Moedas de 6#oo rs
Pitas
lillas de iSooo rs.,
-Pataces Bralileiros--------------luirlo a
Pezos Columnarios--------------- i 'i'io a
Ditos .Mexicanos-------------------ijjjto a
Premios das Letras, por inez I i/8 a 1 i|i por loo
filoeda de cobre 5 a por iuo.de disc.


i5#ood
i i8
VA
Das da Semana.
i5 Segunda------S. Ca
afj Terra---------S. Pe

Quinta
Catharina V. M.--------------Ses. da Thez. e aud. do J. de I). da a, v.
vara de manh;
da a. V. i
------5. Catharina V. M.-------------->es. da i Hez. e aud. do J. de I), da a, -
-------S. Pedro Alejandrino 11. M.--- Heladio e Aud. doJ.de t. d i. Tara
--------S. Margarda de Saboia.-----------SessJo da Thez. Audiencia do J. de O.
--------S. Gregorio 3. P.-----------------Re. eaud.doJ. de D. da a. v.
I L' >_:u C- J-- rPI.-- -...I J_ I _l_ ll 1
Ou>rta
uta--------o. pregono D. r.-------------------na*. r iou< uu j. uc \i. na i. y.
?g Sexia.----------.Icj. S. Saturnino M.-------------- Ses. da Thez. e aud. do J. de-O. da J.|V.
3o Sahbado >j S. Andr Ap.
i. Dcz. Domingo i. do Advento S. Eloy t. -
Mart chela para o dia 29 de Novembro.
As 11 llorase 42 minutos di manh As 12 horas e C minuto* da tarde.
:

i.
. PERNAMBUCO.
THEZOURARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia j5.
Officio-Ao Exm. Presidente do Tribunal do
Thezonro l-ublieo nacional pedindo-lhe para
expedir as suas ordensa respeitodas izlas de
o'rs. c de outras de maiores valores cor-
tadas pelo taino que ltimamente tem sido
apresentadas e (ue tcm deixado de serem ad-
millidas* as Islacots Publicas, posto que
naja certeza de serem das novas emettidas na
Corte por se nao eonliecerem as verdadeiras
firmas dos signatarios
IjIoAo mesmo partecipatido-lbe a re-
messa pela Barca de \apor Pernambucana ,
deque he Commandanle Francisco Cobb da
quantia de 5o;ooos' de rs. em diversas Notas
do Rovo Padro, sendo todas golpeadas, e
marcadas com o carimba de inulilisadas, con-,
i'orme s ordens existentes.
Dia a6.
ORc.-Fnviando-lbc com os Balancosda Be-'
ceila e l.'espeza da Thezouraria do mez de Ju-
nho e do semeslrc do anno financeiro
prximo rindo o Ralancoda Reccila c Dcs-
pe/a Geral do mesmo armo com as relac5cs;
da Divida Activa e Passiva ; e o Orcamcn- |
to para o anno finaneeiro de i8$i ib"ia c
bem assim os l'alancos da HereUa e Des poza
dos Rcndimentos applicados amorliznco fio
papel e do I cniinicr.to de btim por cento
de armasenagem, e expediente addicionacs
applicados a amorlisa Soda l.ivida externa do
mesmo anno Rnanceiro p. p. com os respe-
ctivos orcamenls para o dito anno de 1841 a
184?.
Dilo-Ao mesmo envando-lbe em cumpri- ;
ment ;i ordem do Tribunal do Thezouro
Publico Nacional de 18 de Junho do correte :
auno t; J* aexplicacao do saldo existente
na Tbezouraria em So de Jtinbo do anno p. p. i
Dito-Ao Director d'Academia Juridica de
Olinela aecusando recebido o sen ofbcio em
que paitecipou baver tomado con la no dia .0
do correnle me/. do referido Lugar.
Dito-Ao Inspector da Tbczonrai a da Pro-
vincia do Cet/a acensando recebla a quantia
de60.4s8.ib reisqueremetteucom seu olEcio
de vo do crvenle mez pela l'arca de Vapor
Pernanibucana Commandante F. Cobb de-
clarando 3er proveniente do rendimentode um
por cento de arn;azcna.(;em aciiicionai arreca-
dado pela mesma Proviucia nos mezes de Se-
tcmbio e Oultibro do torrente anno.
Portafta-Vftndando carregar.eo Rcceita ao
Tliezoureiro da Fazcnda na Caixa do rendi-
mento de um por cento de armazenagem e
expediente addicional applieado amorlizacao
da Divida externa a quantia de que tracta o
precedente oHicio.
Dita-Mavdando abonar ao Tliezoureiro da ;
Fazenda na conta dos rendimentos applicados
1 anioitisato do papel a quantia de 1 fio ooos
de rs das Rotas do Novo Padro que na
mesma data se remettero golpeadas, e mar-
cadas com o carimbo de inulilisadas, ao Tri-
bunal do Thezouro I ublico Racional pela
Buica de \ apor Pernambucana.
Dita-Ao Tliezoureiro dito mandando entre-
gar ao da Tbezouraria das Rendas Provinciaes
: quantia de (i ooos de rs, por conta do Stip-
primenio de l o ooos de reis mandando abo-
tiar pela Lei Geral \o Ornamento que se a-
tba em e-vecui Diversas Repartiyoens.
ALFANDKGA DAS FAZENDAS
A arremataco dos livros aunuuciada para
hoe fica transferida para o dia que ser
novamenteannunciado por isso que se est
procedendo a exame das obras de o n. das que
estao completas para conhecimeuto, e inlel-
lijjencia assim da Alfandega como dos Lici-
tantes,
A Pauta be a mesma do n. a4/
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a mesma do n. a5g.
Preciza-se de Officiaes de Pedreiro para a
obra da pequea ponte na estrada de S. A-
maro e de serventes para a da ponte da Roa-
vista : as pessoas que nellas se quserem em-
prear dirijao-se ao Inspector Geral interino
das Obras Publicas na raapooliva Hepnrtico
as horas do expediente.
Inspeccao das Obras Publicas a3 de Novem-
bro de i83g.
J. Boyer.
Inspector interino.
O Arsenal de Marinba preciza fretar hum
Navio para condueo de madeiras que da
Provincia das Ala^oas tem de ser para esta re-
mettidas : as pessoas a que tal frclamento con-
venha compareca no mesmo Arsenal com
as suas propostas a tratar com o respectivo
Inspector.
Inspcc.'o do Arsenal de Varinba de Per-
nambuco v8 de Novembro de 1 H3q.
Alexahdre Rodrigues dos*Anjos.
Secretario.
PREFEITURA.
pahte no nn a8.
Illm. Fxm. Sr.Forao presos bontem a
miiiba ordem e tverao boje destino Fran-
cisco Joze da Silva loze Antonio da Silva ,
blancos, Manoel e Garca, prclos este
escravode Francisco Ribeiro Pavao, e aquel-
lo do Reverendo Thome* da Silva Guimaraes ,
Mara do Rozario e Romana Mara da Con-
ceirao pardas pelo Sub-Prefeito de S. An-
tonio o por ler morto a sua mulber e
estar processado na Comarca do 'rejo o 3.
por ser desertor do Corpo de Polieia o 3.
por ter dado urnas pancadas em utna preta
4. por >e ter acoutado em casa de duas mu-
lberos de conducta suspeita ea5 e G. por
seren as acoutadoras do dilo preto Garca; Pe-
dro (lonralves da !ilv e Manoel I ortella da
Silva pardos pela ;.. patrulba do dislricio
da Ribeira por estarem depois de meia noite
em grande desordem em caza de Cordidina de
tal
E' o que consta das partes boje recebidas
neSla ecretaria.
Os Credores do fallecido subdito Porlugu'ez
Francisco Antonio de Mello sao convidados
para apresentarcm na Chancellara do Con-
sulado dentro do prazo de i5 diasas (uasj
cenias justificadas para serem pagos pelo pro-'
duelo do espolio do mesmo fallecido.
Consulado de Portugal em Pcrnambuco a
os su de Novembro de ibig.
O Cnsul.
Joaquini Baptisla Moreira. _________
O Promotor dos Conselbos de Dsciplada
Guarda Nacional do VI unicipio de Olinda faz
saber que tendo de se proceder a Conselho
de I isciplina contra o Sur Capitao do tercei-
roBatalhao da dita Guarda Nacional, o/e
Moreira de Carvalbo por se Ipr auzentado do
Corpo para lora da Comarca alcm do termo
legal ; e nao tendo o Guarda Nacional Or-
denanca do Conselho encontrado o mesmo Snr.
I apit*o para inlimar-lbe a nota que a Lei
determina para comparecer edar sua defeza,
ncm se podendoobter certeza do seu domicilio,
por o prsenle convida o Promotor ao dito Sr.
Capitao j ara no termo de trinta dias da da-
da d este comparecer para o fin que fica ex-
posto e findoesse prasose proceder sua
revelia liando nao compare a.
Olindaw.de Novembro de 18lo.
Joaquim Joze da Fonceca Jnior.
O Promotor dos Conselbos de' isciplina da
Guarda Nacional do Municipio de Olinda faz
saber que tendo de se proceder a Conselho de
Disciplina contra o Sur Alferes Secretario do
iaMieiro Baltlh-Uka (Jumtla N'oetonul ,
Antonio Moreira de Carvalbo por se teriu-
zentado do Corpo para fora da Comarca alero
do termo legal; e nao tendo o Guarda Nacio-
nal Ordenanca do Conselho, encontrado o
mesmo Sr. Al Teres para intimar-lhe a nota,
que a I ei determina para comparecer e dar
sua defeza nem se podendo obter certeza do
seu domicilio por o presente convida o Pro-
motor o dito Snr. Alferes, para no termo de
trinta dias da dala d este comparecer para o
fim que fica exposto e lindo o dito praso se
proceder sua revelia quando nao compa-
reca,
Olinda aa de Novembio de 183p.
Joaquim Joze da Fonceca Jnior.
NOTICIAS TROVINCIAES.
CE ARA'.
Illm. e Exm. Sr -A, Cmara Municipal
da \ illa de Mecejana intimamente convencida
da juslica com que V Exc. addiou a Assem-
blea Legislativa desta Provincia, vem con-
gratulat-sc com V. I.xc. por tomar tao acer-
tada medida com a qual fez soffocar esse pu-
gillo 0e anarchistas que disfarcados com o
mantode Opposicao insinuavao a desobedi-
encia ffc ordens legaes do Governo a quem
cobriilde ignoniiniozos baldes por que nao
rompttilhaia seos lalsos principios ou nao
lavoretla seos caprichos e interesses srdidos.
A ninguern Exm Sr. sao hoje desconheci-
dos o\ serviros relevantissimos que V. Exc.
tem prestado em differentes quadras Cauza
Nacional ; e esta Provincia agradecida be tes-
tcmutihfda energia e dos eslorgos que V,
Exc ten a presen lado para conservar a ordem
publica, e preservara Provincia do pernicio-
so couUjio que acabrunha os nossos vinbos
do Piattby, e Marauha os propicios soc-
orros bem que V Exc tcm animado o parti-
do da ligaiidadc iiaijuellas Pro'iiicias as n-
cancavel fadigas de V, Exc em icmeltcr re-
editas pra engrossaro nosso Exercito em ope-
ra oes n Rio Grande do Sul e finalmente
a sabia iconomia na distribuico dos dinbeims
pblicos; todos estes feitos aconcelliados pela
prudcnCB e discrieo ; fazendo o mais com-
pleto eligi da administra ao de V. Exc, que
den- seflir de modelo a aquelles que como
V. Exc ambicionan nm justo rcnoinc egra-
tido puolica. He esta a ni imtira vez, quej
esta Cmara ua da faculdadede teslemunbar
aos governantes sua humilde opiniao acerca
do seo governo 5 e he por isto mesmo que
lbe cabe tanto maior satisfaco em fazcl-o boje
V Exc. que innegavelmente tem laucado
a barra a todos os seos predecessores sobre a
importante sciencia de administrar os Povos.
Dos Guarde a V. Exc. por dilatados an-
nos como be mister. Paco da Cmara Muni-
cipal de Mecejana v5 de Outubro de i8.4q.
Illm e Exm Sr. Dr. Joo Antonio de Mi-
randa Presidente da Provincia -Ignacio Per-
reira Facanha,--Joaquim Ignacio Rodriges ,
Francisco de Paula Candeia Rento Per-
reir da SilvaJoo da Cimba Pereira. r"
Illm. e Exm. sr.Aos abaixo assigna-
dos habitantes da Villa do Ico nao era eslra-
nba a dcsavenca entre a Assemblea Provincial,
e o Governo proveniente dos falsos principi-
os que aquella pretenda fazer triumphar em
detrimento da Cauza publica que muito j se
sentia do tenas caprixo a que eslava alferrada
desde que a sortc nos desparou Um Presidente
circunspecto, justo, e prudente, que pre-
sando a sua dignidade uo quiz annuir a
tenebrozas propostas de discolos que s mi-
rao ao bem privado ; um Presidente que com
moderaco extraordinaria soube vencer-se
calcar aos ps as provocacoes diarias contra
elle dirigidas por a maioria dessa Assemblea
Ponderosas razoes contivero pois o antecessor
de V. Eac. no uzo da prerogativa Constitucio-
nal exarada no* doart. ai do Acto addi-
cional e a pesar da negra borrasca que os
inimigos da ordem aecintemenle forjavao,
coneluio-se a tarefa legislativa rrovincial no
anno de i838. Aps o Exm. Manoel Feli-
sardo de sempre feliz recordaeo veio presidir
os destinos dos Cearenses Y. Exc. que foi .
por esse partido injusto a insaciavel nos seos
deanes proclamando o Iris da paz. Com
effeito os abaixo assignados exullarao de pra-
zer ; porque se Ibes anlolbava feliz futuro ,
pois suppozero ver terminados os Odios, e
rivalidades e esperarao que um s laco pren-
desse os Cearenses mxime attendendo-se
ao genio conciliador que os abaixo assigna-
dos lobrigavo em todos os actos da publica
adminislracao. Estas esperancas, qual o
summo bem depressa desaparecero ; e foi
entao quando os abaixo assignados de urna s
vez se convencerlo de que esse partido pro-
clamado no Cear oppozicionisla naodeze-
java a ordem nao pretenda concilia o s
respirava vingauca-, e finalmente nao se ac-
comodava com o governo de um I residente
cheio de dignidade luzes e justica. Na
conjuntura pois desagradavel que se observa-
va na Provincia por cauza desse desOrganisa-
dor partido, of abaixo assignados muito re-
ceiarao dos trabalbos legislativos neste cr-
lente anno.
Os reccios realizaro-;se : os discolos con-
tinuarao nos seos desvarios a sua falsa don-
trina em accao ea Provincia resseiitindo-se
dos males provenientes de tao errada poltica.
E que preservativo a tao extraordinaria enler-
midade ? O nico extraordinario que com
prudencia e madureza deve ser applicadn
arissiinas vez.es em crises taes ; o nico de
que V. Exc. sabiamente lamou mo no me-
moravcl dia '9 de Selembro p p. O ada*
ment pois d'Assemblea Provincial foi recia-
mado por imperiosas circunstancias que
passoa 1 asso bio cavando a\ ruina da 1 rovi.i
cia como paiW desejava-e M aT-
ra Exm. Sr. aos abaixo assignados render
; \. K\c, as devidas gratas pele intercsse que
ILEGIVEL
\.
(i
V


2
DIARIO DE P E R N A
MB*U
C O

m
toma na felicidade da Provipcia que saber
cordialmente agradeceros incessanles disvelos
de um Presidente que apesar dos entraves
de ingratos e malvolos he e ser lembra-
do pelas gera: oes presentes, e futuras como
o prototypo dos bons Administradores. Os
Ceos dilatem a preciosa vida de V. Exc. co-
mo os abaixo assignados anelho e convem
a Provincia.
la') iddeOutubrode i83p.
Illm. e Exm. Snr. Dr. Joo Antonio de
Miranda Presidente desta Provincia do Ce-
ara.
Joze Pcreira da Gra a 'unior Juiz de Pi-
reito da Comarca. Bernardino Joze Tnomaz
deA(|uino, Coronel de Legio Joaquim
Pinto Nogueira Major de LegiaS. Agosti-
nhn Joze Themaz de Aquinu Coronel do
Extinelo R de C. M. n. 33. Francisco Jo-
ze da Costa, Capitoda G. N. IManoel Joa-
nuim labcllo Negociante. Joaquim Joze
Coelho Froctuozo Uias Ribeiro Negocian-
te .'oze Fructuozo Uias Capilo da G. N.
Joo Manoel Dias Alferes Porla-l)andeira
Manuel Ferreira Tavares Negociante. Ma-
noel Roberto Sobreira, Lente de J.alim Ro-
berto Corrcia da Silva. Joaquim Francisco
Carneiro Vontejro Cosme Antonio de Al-
buquerque. Joze da Boaventura Bastos Al-
feres. Antonio Pereira da Graca ; Tenente
Antonio Gon .alves \alentim Negociante
Francisco Goncalves Linharcs, Negociante.
Manoel Francisco Ribeiro, Negociante. An-
tonio Francisco de Lemos. Joze Rodrigues
Monloiro, Negociante. Padre Antonio Joe
Ribeiro. Francisco Antonio Carneiro Mon-
teiro, Logista. Joze Francisco Carneiro x'on-
leiro Negociante. Lausino Augusto de No-
ronha, Logista. Francisco de Paula Baptista
Carneiro Logista. Joze de Souza Assiz ,
Capito confirmado de Cavallaria Manoel
Joze Fiuza Lima, Logista. Antonio Jo?e
Pinto Coelho J^ogista. Francisco Gon al-
vesAleixo. Gabriel Ribeiro Soares >cgo-
ciante. Manocl Januario de Albuquerque ,
Negociante Francisco Manoel Uias Te-
nenie da G. N. Antonio Americo Huza Li-
ma, Escrivo do Civel da Villa do Jardim
Joze Joaquim de < arvalho e Baccllar Phar-
maceutico. Joo de Souza Nunes Pinto Ci-
rurgio Antonio loo Ferreira Damasceno
Negociante Joze Joaquim Nnnes da Costa,
Negociante Alexandre de Pontea Simoes ,
Logista. Antonio Joze de Oliveira Castro ,
Logista
Illm e Exm Snr Presidente.Cada vez
mais convencidos de que V. Exc. assim co-
mo nao he capaz de transigir com anarchislas
dequalquer class* ou condico que sejo ,
to bem nao sabe proslergar as Instituicoens
Liberaes, quenosregem, sinceramente ere-
mos que so o amor da Ordem segurnnea pu-
blica edesejos de salvar a "Provincia dos
horrores da anarchia poderio obrigar a V.
Exc a adiar os trabalhos legislativos c Assem-
blea Provincial. Urna tal resoluco longe de
haver abalado os nimos os tem tranquilisa-
do longe de indispor os Povos contra V. Ex
os tem attrahido favor. Por toda a parte ,
onde se respeita a Lei e deseja a paz nao se
ouv# se nao Bencos a to sabia como enr-
gica Administrarlo Ella he digna de to
justas homenagens.
A gMtido publica Exrr.. Snr. he o ma-
ior galardo de V. Exc. : ella se ha manifes-
tado apar da indignacao, que com justica
lem recalado sobre o desvario da tresloucada
maioria d'essa Ass;mblea adiada e odiada,
que poda alias ser respeitada e querida ,
se o patriotismo, prudencia e sabedoria
houvessem dirigido os seus trabalhos
Segundo o bom-sensso do povo Cearense ,
eobservacoes leilas sobre seu carcter Ihano
ndole pacifica e pendor para ordem, elle,
ha muito, anbelavaa medida, deque V. Ex.
langou mao ; porque antipatizando com o
rrime, de coraio horreoia o preced mente
ignobl de algnns parlamentares dscolos ,
que aberravo de sua nobre misso para in-
sultar do modo mus revoltante a primeira
Autlioridadc da, Provincia que tantos sacii
icios ha feilo porsalval-a. Para coraces no-
bres nao hacouza rr.a.is torpe, que a ingrati-
do; o povo dezejava punil-a.
Satisfez pois V. Ex. anda por esta vez os
votos dos bons e honrados Cearenses, toman-
do a si o vingar com a lei a mesma le ul-
trajada nn Dignidade de sua Pessoa, e na
I Juma da Provincia. ('esta guisa evttou V.
Ex qualquer outro recurso extralegal de
que por ventura se lancaSse mo, para oppor
diques i immunda enxurrada d
presente anno quam generosamente fora to-
lerada no anno prximo paesado por aquelle
Presidente
Com razo dizia Chilo, um dos sette sabios
da Grecia, que o mas perfeito Governo po-
pular he aquelle em que as leis tem maior
influencia, que os oradores ; mas Soln outro
sabio da mesma classe opinava ser aquelle
em que urna injuria feita ao mnimo Cidado
he reputada um insulto nacional. Qualquer
dcstas opini5es cerlamente nao he favoravel
a demagogos que sem respeito s leis in-
jurio a primeira Authoridade da Provincia
Razao tem o Cear. para se ressentir e enver-
gonhar-se dessa falta de civilisaco, desse a-
trazamento de ideias nobres, em fim dessa
miseria parlamentar : mas consola-nos a lem-
branca de que essa maioria da asscmblea he
a miona da Provincia
O tempo e a experiencia mostraro a esse
pugillo de descontentes invejosos. da gloria
de V.Exc quenm adiamentoto a propo-
sito como o que acaba de ler lugar e mes-
mo urna dissoluco completa de corpos colle-
clivos dominados por faeces incorregiveis ,
tem muitas vezes produzido maiores bens ao
Estado que a perigosa continuaco de seus
incuriaes trabalhos A infeliz Carthago tal
vez nao soffresse to ditrogolde dos Romanos ,
se o seo desorientado cenado fora mas agen-
cioso e grato para com Anbal ornamento
Ilustre dessa malfadada Repuhlica : por Ou
tra ; se conbera nasattrhuicoes e forcas des-
se invicto General dissolvel-o, a rival de Ro-
ma quic sohref ivesse 5 glor'a dessa Capital do
Mundo Exemnlns inda mais recentes nos
tem o,rerecido a Europa moderna em Franca ,
Inglaterra e Portugal, e at n'America j
os temos visto.
Da mesma sorle que os talentos desenvolvi-
dos em disrnssoes regulares se multiplican' e
appresentao productos da sabedoria assim as
incapacidades multiplicadas pela ignorancia ,
em suas deciamacoens vagas nao 'podem pro-
duzir sevio resultados laes quaes se ap-
presentara n'Assemblea que V Ex adiou.
O mesmo Soln n dara leis convinhaves
aos Athenenses se as dscutisse em urna re-
nnio semelhante.
A vista pois de todas estas consideracoes fe-
licitamos a V. Ex por to legal como acertado
passo certos de que s por este meio poda a
Provincia ter paz e o Governo consideraco
Dos Guarde e Conserve a V. Ex. nesta
Provincia por muitos annos como nos be mis-
ter. Granja -ro de Outubro de i8 Temos a honra de ser Exm Sr De V.
Ex Subditos muito reverentes e affectuosos
Joo Rarbosa Cordeiro. Parodio da Fre-
gueza Jos Euzehio deCarvalho Tenente
Coronel e Commandante da G. N. Manoel
da Costa ^ampaio e Atayde Juiz Municipal -
Manoel de Hrto Passos Agente do Correo -
Manoel Joaquim da Paz Profesor de Pr-
meiras Letras Manoel Flix Xavier Masca-
renha Escrivo. Joo Barlholomeo de Car-
valho. GoiInerme Alves de Miranda. Do-
mingos Jos deCarvalho, Francisco Ribeiro
de Faria Negociantes *- Candido Jacinto de
Carvalho. Jos de Brilo Peres Antonio de
Rrito Passos. Antonio da Rocha Tenente da
G N Jos Romo da Molta Manoel Fer-
reira Porto. Joo Paulo de Carvalho. Fr-
csco de aula Coelho Joo 'os de Carva-
lho Joo de Brto Passos. Joo Alves Pas-
sos. Joo Alves Passos Jnior.
(Do Uezeseis de Dezembrof
direto de Cidado pacifico, e de todas as La- missanos encarregados de fixarem deBnitiva-
milias em geral. O mesmo Commandante d- mente os limites d ambas as Guyanna., brazi-
daraqueno dezeja ter oceasio de fazer cas- leira e franceza ; que os ditos commissar.os
ligar rigorosamente aquelles que se apartarem deveria terminar o seu trabalho no espaco de
da6 conducta e conoeito que merece a forca da um anno adatar do d,a de sua reun.ao na
leralidade, e que tem cooperado para a boa Guvanna ; e que se ao exp.rar esle prazo.,
' os ditos commissanos nao conseguissem con-
cordar as duas altas partes contractantes pro-
cederas amgavelmente a um outro arranjo ,
sob a mediaco da Grau-Bretanha.
A v3ta deste tratado e das reclamaces ,
feitas pelo nosso Governo que se devia espe-
rar se nao tratassemos. com um Gabinete a
francezado ? A evacuaco das tropas Mas
nao succedeo assim Os Francezes respondem,
que tem prescrulado os seus documentos, e
nrncurado informacoes ; e a vista dellas nlen-
dem,quetcm direit) deoecuparem o referido
territorio esquecendo-se de que haviaB dado,
como motivo de tal procedimento ao princi-
pio a ohriga o que linha de defender os
seus'lmiles contra os facciosos do ara que
j: nao existem salvo os que fora por elles
accolhdos
Ora. ; vista deste ultimtum do Gabinete
das Tullerias e da oceupaco nao j d um
s ponto, mas-de quatro, parece-me que o
Governo brazileiro nao tem mas a fazer (tanto
mais que a Inglaterra nao quiz intervir neste
nfgoco) que expellir daquele posto as baio-
netas franeczas para poder-se por ento em
praticaaconvencode Vienna de 1817 ci-
ma referida ; pois d'outro modo nao se pode-
r descutir a questo dos limites com dignida-
de elberdade.
Est .pois a nossa honra e (podemos dizer)
a nossa vida e a nossa patria s dependente
das boas ou ms ordens que emanarem do
Gabinete brazileiro de quem espera o Bra-
zil lodo a nossa felicidade para que se nao
verifique a profecia do Ilustre Senador o Sr.
Ferreira de Mello na sessao de 11 de Outu-
bro que diz : Sim e receo que o re-
sultado ser sempre em desfavor da dignidade
nacional ; os fados antecedentes me fazem re-
celar do futuro: masquantasdesgra asaconle-
cerem a esle respeilo, s ao Governo devem ser
imputadas, porque o corpo legislativo estar
prompto a dar todos os meos para serem re-
vendicados os direilos nacionacs
iques a immunda enxurrada de convicios
que se derrama van no salino Legislativo con-
vertido em circo de gladiadores, desde o tem-
po do digno antecessor de V. Ex., victima des- j melbor moderaco e prud
s mesma Ciccb, qe to ot-sada assowou no 1 tem palentiado } derendo
Af AGOAS.
Nao me sendo possivel embarcar hoie para
aCapital cumpre queVm. na qualidade de
Cpmmadannte da forca que ah existe t(>meto-
das as medidas necessarias pdra conservar a
tranquilidade Publica fasendo prenjer as
pessoas que Ibes forem designadas comd tendo
tomado parte na sedico, at no/a orden des-
te Governo. /
Dos guarde a Vm. Palacio do Govf+no das
Alagpas cm Mace 1 \ de Novembro de 1 R3q
--Agoslinho da Silva Nevcs Str. Te-
nente < oronel Trajano Cesar Burlami que.
Qnartel do Commaudn da Brigada n ope-
ra roes na Cidade das Alagoas i4 de No-
vembro de 1809.
Ordem do Da.
O Snr. Tenente Coronel Commandinte in-
ordem reslabelecida. (Assignado) Trjar.o Ce-
sar Burlamaque
Ordem do Dia 16 de Novembro de i8?g
S. Ex. o Snr. Presidente da Provincia
manda agradecer ao Snr. Tenente Coronel
Trajano Cesar Burlamaque os bons sen-icos
que presin na sua entrada nesta Capital,
onde bastn a noticia da marcha das forcas
sob ssh commando para por em vergor.hoss
fuga os sediciosos que tanta imprudencia, e
arrojo mostraro emcommetler os mais gra-
ves attentados contra as Leis, e autoridades
constituidas quanta vil cobarda na preste-
sa com que se despersaro, nao ouzando ,
nem se quer encarar por um momento os
destemidos defensores da Legalidade ; e os que
continua a prestar mantendo na mesma Tor-
ca a mais exacta disciplina e fazendo execu-
tar prompta e fielmente as deligencias que
se tem feilo para se capturar os criminosos ;
e ordena-lhe que em seu nome faca constar aos
Snrs ofHciaes da Guarda Nacional, da Co-
marca de Macei, Capitaes Manoel da Costa
Moraes Manoel Vicente de Sampaio : Te-
nenles Francisco gnacio de Araujo Ja toba ,
Vanoel Francisco Brauna, Joaquim Mari-
nho Palcb ; Alferes Manoel Apolinario de
Araujo Antonio da Rocha Silva Jos Cu-
pertino da Silva Loureiro Jernimo da Sil-
va Loureiro, e Joaquim Gomes do Reg da
Comarca das Alagoas, Capitcs Manoel Soa-
res de Albuquerque, Manoel do Carmo Ri-
beiro Ajudanle Francisro Soares Tiririca,
e Alferes Cypriano Ferreira de Araujo; da
Comarca de Anadia Capitaes Raimundo An-
tonio Dias ^oreira. e Antonio Jos Gomes
da Cruz ; os Snrs. Officiaes de primeira Linha
e do Corpo de l'ocia da Provincia de Per-
nambuco. vajor Joaquim Jos Xavier dos
Anjos Capitaes Lui/. de Queiroz Coutinho,
Severrno Henrique de Castro Pimentel Te-
nente Antonio Jos de Souza Cosseiro, Aju-
dante Francisco do Reg Barros Falco se-
gundos 'Pnenles Antonio Jos de Mello, Ma-
noel Ferreira de Almeida e Jos de Almeida
Pinto de Proenca, Alleres Manoel Pedro de
Souza e Antonio de Albuquerque Maranho;
ofhciaes inferiores, e mais pra .as que com-
pele a referida Forca a sua grande satisfa o
por testemunhar o bro, denodo, e enlhu-
siasmo com que todos porfa seapresenta-
ro para chamar a linha de seus deveres, os
revoltosos, que dominados somente das pai-
xes asmis hediondaso, conheci por expe-
riencia o pe igo de resistir aquelles que com-
bateni pela defeza das Leis, da propriedade.
honra e vida das familias sendo sobre mo-
do lisongeiro S. Ex nao ter de notar em
urna s praca o menor excesso, a menor fal-
la que podesse manchar a caua da ordem o
que faz o mais completo elogio de todos, e lhes
penhora a,jj;ratido do Governo, e dos pac-
ficos, e honrados habitantes desta Provincia.
Jos do Reg Lima Barroso,
Segundo Tenente as ordens do Governo Pro-
vincial.
Commiinicado.
DISCURSO
Pronunciado na Cmara dos >rs. Deputados.
ha sesso de 1 de Outubro pelo Sr. Maciel
Monteiro.
Continuado do N precedente.
rs
d
Em todos os circuios boje o objecto das
conversaces a injusta oceupaco do Ovapock
pos
termo da mesma faz constar aos Co
seu Commando que para de urna
bar o lerror, que os sediciosos deban
mesmo aquelles que com elles symiathiso
ez aca-
ados, e
tem ncutido entre o povo, necesslno que
todas as pracas se conduzo pelas ngras da
encia como it aqui
sempre resellar o
fob
alguna Srs. deputados tem defendido
a emissodo papel dizendo que he hum meio
muilo simp'es de que o governo pode hincar
mo e que nada perder em semelhante ex-
pediente En peco aos nobres deputados que
assim pensa que reflicta hum instante que
se tivermos de augmentar a massa do nosso pa-
pel circulante necessariamente dalii resultar
o seu depreciamento desse depreciamento re-
sultar a baixa no cambio 5 e perguntarei ao
nobres deputados se tendo o governo de faier
movimenlo de fundos para Londres, tendo de
mover algnns valores para pagamento dos ju-
ros da nossa divida externa nao ter o governo
de fazer hum sacrificio muito mair em tal liy-
polhese ? Sendo o governo o mximo consu-
midor do estado tendo de comprar o que lio
necessario para fazer todos os fornecimentos ao
exercilo e a marinha sempre que se liver de
! verificar a alia dos precos pelo depreciamenlo
damoeda, nao ter elle de fazer novos e peza- ,
dissimos dispendios ? En tendo que sim. Para \\
pelas tropas do rei dos Francezes : o grito de destruir o effeilo desta consideraco disse-se
indignacao, dado na capital do Imperio vae que, tendo o governo lamhem de perceber o
fazendo echo por todas as Provincias ecalan- seus direitos ad valoran e tendo de clevar-se
do no coraco dos Brasileiros ; pertenco estes em consequencia do depreciamento da moeda o
ao credo poltico a que pertenecrem 5 pois a- preco de todos os gneros as pautas tambero
nimo-me a affirmar, que o da, om que h de "hr e por consequencia os direitos
baionetas estrangeiras pretenderem escrav- que o governo ti ver de arrecadar sero maio-
zar-nos ser o diada reunio de lodosos par- res. Refleclre porein que rendas ha que
tdos. sao feilas por lan amentos seis mezes ou hum
O gabinete das Tuillerias que, entre as anno antecipados que antes que o governo
naces poderosa!., tem por divisa a paz a possa alterar nesta parle laes lancamentos, ne-
todo o preco entre as tracas gloria-se de cessariamenle resultar perda para a naco :
seguir esta importante mxima do direito das nem he possivel que a reforma das pautas siga
gentes francezas a forca o meu direito pari passu a alteraco dos precos : he preciso
Em 18 <5 com o especioso, e fingido pretex- I tempo para organisar estas pautas he preciso
to de defenderem os leles de sua Guyanna que os precos e cquilihrcm por assim duer ,
d'alguma perlurbaco oceasionada pelos fac- ecm quanlo houver nellas qualquer flucta
ciosos do Para baionetas francezas ocenpara cao, e o governo se adiar na impossibilidade
o Oyapock contra o tratado de (Jtrecchl, pe- de proceder s precisas reformas necessana-
lo qual foi restituida Franca a Guyanna mente a naco e o thesouro tci de experimen-
franeeza at o Oyapock cuja embocadura est lar hum 1 rejuizo real e ento a vanlagcn
situada entre o i e .i* graos de laliludc sep- que possa iavcr no augmento da renda no>
lentiional ; e pela convenco de Vienna esli- compensar seguramente o exceso que houver
pulou-se, que proceder-sc-hi'a mmedi|ta- na despeja Torno a repetir o governo he o-
mente, por parte de um e outro governo maior dos consumidores nao se illud por
(f ranee* e brazileiro) a nomea^o de com-. tanto acamara suppondo que de sen ellianto


DIARIO
PERNAMBUCO
S
)
"
medida nao resulla mal algnm ao governo e
antes resulta bem porque as rendas tero de
rescer sim mas tero de crescer n'huma
proporco menor que o crescimento da despe-
y.a.
Sr presidente outros sao ainda os incon-
venientes do depreciamento do papel moeila :'
todas as vezes que novas emisses se tentarem,
todas as fortunas ho de sqflrer hum abalo ;
aquelle que bontem tinha enthesourado cen
tontos de reis hoje nao ter seno sessenta ,
setenta ou oitenta contos, conforme for a im-
portancia da emisso ; o decrescimento de sua
fortuna estar na proporco da emisso ; e nao
ser hum grande mal por todas as fortunas em
esremecimeuto, e fascr que iiugwQ pasu
contar com os seus proprios ha veres ? Srs. a
moeda papel he propriedade geral e commum ,
he propriedade tanto do rico como do pobre ,
e todas as vezes que se augmentar a sua quan-
tidade haver huma perda para todos os in-
dividuos para todos os possuidores da moe-
da ; e neste caso nao v a cmara os inconve-
nientes que resultariao de atacar todas as for
tunas de abalar todos os valores de fazer
hum empobrecimento geral da naco ?.... Se-
melhante meio ataca tambem Srs. a f dos
contractos ; a cmara sabe que ha individuos
que em|i%sta dinheiro a cerlos prazos, e
perguntarei: o individuo que hoje emprestar
cem conl03 quando a massa circulante he de
trinta mil contos ter de receber, depois que
se fizer huma nova emisso a mesma quan-
tia ? He evidente que nao ; se a emisso for
da decima parte elle ter de receber a deci-
ma parte menos ; se for da quinta parle, a
quinta parte menos &c. ; e nao he isto alacar
a f dos conlractos ? Nao vai isto por algumas
classes dos cidados em posi o muito desven-
tajosa ? Nao vai isto favorecer os devedores
contra o direito dos credores de boa f ? De
mais Srs. a cmara sabe que huma das
classes mais importantes mais dignas do es-
tado he a dos empreados pblicos ; esta clas-
se lef de ser consideravelmente prejudicada:
eu perguntarei se quando a le disse que o em-
preado publico tinha i:oooUrs., verificada
a emisso ficar elle ainda tendo o mesmo or-
denado ? Eu supponho que nao; supponho
que elle ter de receber menos ; e se sao gran-
des os inconvenientes desta medida para a
classe de todos os cidados mais especialmen-
te o sao para a dos empregados pblicos, que
o he classe productora ; o fabricante do as-
suca r o lavrador do caf nquelles que v-
vem do negocio &c. podero elevar o preco
de suas mercadorias na rasodo depreciamento
da moeda ; mas o empregado publico nao po-
der dizcr ao governo Vos deveis dar-me
a quinta parte ou quai le parte mais porque
nesta ruso se depreciou a moeda.
Sr. presidente na abundancia de rases
nue se tem apresentado para abonar a emisso
do papel moeda lem-se apresenlado algumas
que me parecem absolutamente falsas. J;i se
disse na casa que huma emisso de notas se
devia fazer ; porque ha falla de meio circu-
lante no mercado ; esta opinio muita gente a
tem, mas perguntarei : quando o nos^o pa-
dro monetario era estabelecido conforme a
base geralmenle adoptada as na oes da Euro-
pa i islo he quando iLJ rs. da nossa moeda
valia f (> a 67 penees alguem nunca se lem-
brou de achar pequea a porco do numera-
rio em circulaco ?
(Contina.)
Correspondencia
Srs. Redactores.
Muito convindo que o respeilavel ublico
fique inteirado da minlia conduela como em-
pregado publico e da conducta do Contador
Provincial a cercr. da iiiuiba suspenso e pro-
cesso que contra mim mandou or;anisar ; pe-
1 o-l lies, queirao dar publicidade no sen Jor-
nal a minha resposta e Despacho que julgou
improcedenle tal processo : no que muito 0-
hrigara ao seu assignante e amigo
Joaquim Elias de Moura.
Illm. Sr. Dr. Juiz de Direito. Em obe-
diencia ao preceito da Lei e respeitavel despa-
cho de V. S. de S do corrente tenbo a respon-
der V. S. que o procesjo contra mim or-
ganisado felo Contador di llirz.euraria Pro-
vincial desta Provincia Manoel Cameirode
Souza Lacerda illegal, q absolutamente mil-
lo -, c sem investigar si esse processo parto
da intriga ou ignorancia do Contador, enlra-
ei na breve analvse do aieu enunciado
Pelo Art 49 da Lei de 1 de Outubro de
I^i aContadoria, be como a Secretaria e
a Thesouraria ou caza forte sao forte sao re-
parti^Oes nne.xas a Thesouraria da qual o
Inspector he o Chefe na conformidade do Art.
51 da mesma Lei $ donde se segu que a
Thesouraria urna so Repartico nos termos
do Art. 45 eque comprehende as differentes
subdivises creadas para a facilidade dos tra-
balhos. Helo simples mechanismo das The-
zourarias que acabo de descrever fica evi-
dente qne o Contador um Official subalter-
no dirigido pelo Inspector Clefe de toda a
Repartico, econseguintemenle carecedor de
jurisdieco para processar qualquer emprega-
do de Fazenda ; accrescendo ainda que es-
lando marcadas na mesma lei as altribuiges
de cada um dos empregados v-se no Art.
61 expressamente ordenado aquillo mesmo ,
que venho de demonstrar pea natureza do
emprego isto que o < onlador obra debai-
xo da direceo do Inspector
Segundo meu modo de pensar nem mesmo
o Inspector pode suspender e processar qual-
quer empregado de Fazenda se nao as duas
nicas hypolheses figuradas no Art. 107 da lei
citada que serve de excepeo a regra geral
estabeilecida no Art. 5H H ; porque determi-
nando este Art. que os Inspectores advirla
aos empregados negligentes e defeituosos e
decm conta aos Presidentes para os suspende-
ren! mandarem processar quando precisa-
ren ser corregidos por meios mais severos,
bem claro que s aos Presidentes compete es-
sa attribuico ; ao contrario feriamos urna per-
feila contradieco enlre os deis artigos citados
entretanto que nem essas duas hypolheses do
Art. 107 posso conceder ao Contador, como
empregado, que destribue o trabalho de urna
Repartico annexa outra e submetlida
direceo do Inspector como dito fica. Ao
Contador pois s competa dar conta ao Ins-
pector e pedir-lhe providenciad ; nunca po-
rem suspender-me, e processar-me ; por sso
que s o Inspector e os Chefes das Reparli-
ces de,Fazenda desligadas da Thezourana po-
dem suspender, quando se derem 15 fallas
sem motivo justificado e processar no caso u-
nico de desobediencia formal,
Admittindo mesmo o absurdo de poder o
Contador suspender e processar os empregados
da Contadoria millo ainda estava o meu pro-
cesso ; porque at o dia 1 de Outubro, em
que elle foi organisado havia en faltado
Repartico treze dias uteis e nao quinze co-
mo falsamente assevera o Contador. V. S. tem
perante si meus documentos e calcular
vista delles al que ponto sobe a exaclido do
que affirmo.
testados dos Facultativos avista dos quaes
oblive as minhas liceucas como dos documen-
tos n 6 a 9.
Ulna. Snr. o meu procedimento sempre
foi de accordo com a lei e com os usos rece-
bidos as ReparticSes, que tenho servido
Convencido de que a minha primeira licen-
ca terminava no dia 17 de Culubro, dirigi
no dia iB-umorhcio ao Contador, commu-
nicando-lhe, que a minha molestia ainda
conlinuava como elle mesmo confessa em sua
informacao de 5 do corrente e vendo, que
a mesma molestia se prolongava oblive nao
depois que sube do processo como pretenda
inculcar o Inspector em despacho de q do cor-
rente, mas no mesmo dia em que se organi-
sava esse celebre processo oblive digo do
Exm Presidente a licenca sob documento nu-
mero 4 datada em 3i de Outubro como fi-
ca dilo, e apresentada ao Inspector no dia 9
do corrente como se v do documento nume-
ro 5.
Pelo que toca ao ulterior procedimento da
Thesouraria relativamente a minha segunda
licenca de um mez nada direi V. S. por-
que em nada diz respeito ao meu processo
entretanto que V. S. nao deixar de obser-
var a vista de um tal procedimento e do
que expedido fica, a fadlidade com que o Ins-
pector apadrinha e snbscreve as miseraveis
intrigas do Contador e as irregularidades do
processo a que nem acompanhou a certido
do ponto nem os documentos comprobatorios
do excesso da minha licenca como era mis-
ter
Recife i3 de Novemhrode i83q.
Joaquim Elias de Moura.
DESPACHO.
Vislos etc. Julgo improcedente o antoa-
mento de f \ mandado proceder contra
o segundo Escripturarario da Thesouraria
Provincial Joaquim Elias de Moura por
quantodilo Autoamento nao foi regulado pe-
lo disposto no artigo 107 da lei de 4 de Ou-
tubro de 1831. Do documento a f. 8 se evi-
dencia que a licenca concedida ao dito Es-
criplurario pelo Exm Presidente da Provin-
cia e averbada no competente Livro da The-
zouraria, expirou no dia 17 de Outubro pp.
e decorrendo d esf.e dia h 31 do mesmo Ou-
tubro ha somenle tieze dias nteis, sendo os ou-
tros feriados Santos, evidente que ainda
nao podia ter lugar, sen respeilo. a disposi-
co do supradito arligo io7 da lei de 4 de Ou-
Do documento n. 1 ver V. S. que ohtive tubro de 831 : tornando-se por consequen-
do Exm. Presidente da Provincia dois me/.es' cia illegal a suspenco cominida pelo Con-
de licenca por despacho de Agosto do corrente: tador Manoel Carneiro de Souza Lacerda
nnno e que essa licenca sendo appresentada Por tanto julgo sent decriminalidade oau-
ao Inspector nodia 17 do mesmo mez foi nes-' toado e appello para a Rellaco do Destric-
se mesmo dia averbada na respectiva folha pe-
lo proprio Contador Nao quero investi-
gar ainda o repilo se o procedimento do
Contador filho da intriga e m vontade ,
que me tem ou da sua ignorancia ; mas eu
nao sei como um empr'-gado de Fazenda
possa ignorar que as iicencas do Governo
principio a correr do dia em que sao appie-
sentadas e'"erbadas as respeclivas folhas ou
assentamento V. S. nao desconhece essa pra-
to. Pague o Autoado ascustas
Recife ip de Novembro de iH3p.
Joo Jos lerreir de Aguiar.
posta pergnla inserta no Diario de bontem,
declara que entregou a Cruz deixada pelo dito
seu sogro a N. Senhora do Livramento ao
Thesoureiro da mesma Irmandde o Sr. Fran-
cisco Jos de Paula Carneiro e tanto islo he
verdade que a Cruz foi vista pendente do
pescojo daquella Senhora na sua testa.
ey- Quem quizer comprar seis cadeiras,
um jogo de bancas e um sof tudo de Ja-
caranda um globo e dois pares de mangas de
vidro lapidadas, tudo por preco commodo ,
dirija-se a ra do Fagundes D. deioito, e
adverte se que s se vende tudo junto.
SSF' Convida-se um Corneta msico para
organisar urna muzica do mesmo instrumento
na Provincia das Alagoas em cuja capital
servir de Corneta-mr de um dos batalhoes
respectivos de (i. Nacionaes A pessoa quem
convier esle i:e,;ocio dinja-sc a tratar do -
juste com o Agente da mesma Provincia, na
Pra a do Comercio 1 andar por cima do bo-
tequim do Sr. Patricio.
1/ O abaixo assignado com Padaria na
ra do Azeite de Peixe aviza aos seus fre-
guezes que tem farinha de trigo da melhor
que ha no mercado para fazer pao e o mais
que se otTerecer segundo a sua arte e como
alguns Snrs. (ou Seus portadores ) se tenha
auzentado convida de novo que podem con-
tinuar at que Ihe agrade e os servir bem
como cosluma assiin como mandar entregar
o pao em suas cazas as oras que indicaren
nao uzando ainda de maquina para o fabrico do
pao mais sim de bracos com > sempre uzou ,
t ndo o maior cuidado na limpeza e zellodos
que trabaHiao ; e nos mais arranjos em que
consiste o laboratorio da fabrica. Manoel
Ignacio da Silva Teixeira.
sarUma mulher parda de meia idadeseofTe
rece para ser ama de casa de homem solteiro ou
casado com pouca familia a pessoa que do seu
prestimo se quiscr utilisar aununcie para ser
procurado.
V^" 1 recisa-se de quatro centos a qui-
nhentos mil reis, a premio de dous por ce uto
ao mez dando-se firmas : quem os tiver an-
nuncie.
t?~ Deseja-sc fallar aos Srs. Manoel An-
tonio Pcreira natural de Braga, Joo Jos da
Silva, natural de Lisboa, liernardo Jos Pe-
dro, natural do Porlo, que "era al^um lem-
po morou no lugar do Carur ou quem se-
jo seus correspondentes aqui na praca.
tz3" Quem precisar de hum Porluguei sol-
teiro para criado, ou feilor de algum cilio
do que tem bastante couhecimento queira
annunciar
V3~ Vos dias ?. 6 e 'o de Descmbro do
corrente auno se hade arremattar em pra-
ca publica do Juiz do ivel da primeira vera
na ra da Aurora hum grande cilio com
niuitas arvores de f aclo excellenlc tenas
para borlas e meles, e sobre tudo boa fren-
- te para se edificar casas na estrada de San -
to Amaro perlo do Pombal ; avaliado era
Rs. 6-,6ooUooo.
C?-Traspassa-se o arrendamenlo da lo'p
da travessa da ra do 1 osario D. 10 com
armaco de fiteiros envidra ados quem a
THEATRO PUBLICO.
GRANDE GALLA..
Dia 9 de Dezembro.
ANNOS DE S M. O SR. D. PEDRO II.
Haver um novo Elogio Pramalico-urna pertender dirija-se a ra do Chieiinado loja
tica que se funda em militas ecomezinhasra- Aria de Caracler- e a grande Peca nova che- D Q.
zes de conveniencia e obsoluta necessidade gada de Lisboa intitulada O PATRIOTA! C5~ Precisa-se de um menino Portuguez
e que eu comprovo com o despacho do hispe-! ESCQSSEZ Muzica acrescentada Caza ar-| de idade de 1 i para 4 annos para caixeiro,
ctor da I hesouraiia da Provincia sob docu- mada, e toda amis pompa propria deste de urna loja de lasendas na provincia do Ce-
mento numero >, e comprovaria com oque dia: o Expectaculo principiar chegada do ara quem a isso se proposer dirija-se a ra
----Sabbado 3o benefiecio de Maria Joa-
quina Pedro Baptisti, Zebedeo Cezar e An-
se observa em todas as demais Repartices si Exm. Sr. Presidente,
preciso fosse ; e porisso V. S. dar como cir-
io e inqueslionavel que a minha pri-
meira licenca expirou nodia 7 de Outu-
bro desse dia .-india U do mesmo nao se ionio Affonco Actorese Empregados domes-
conto i5diasuleis, porem i3 como cima ir.o Theatro Peca -Convidado de Pedra-
afirmei. | Faro Aldeia de Loucos e um Dueto dos me-
Ainda mesmo que minha licenca houvesse lhores.
corrido da data do despacho do Exm. Presi-I
denle da rovincia ella teria expirado nodia
4 de Outubro, e nao no dia 13, como errada
Avisos livviSO
^.
equica maleciosamente avan:a o Contador
na sua informacao de 5 do corrente sob do-
cumento numero 3 ; porque sendo dita li- tsr Respondendo ao annuncio do Diario de
cem.a datada de 4 ^e Agosto, devia termi- bonlim quinta feira dos herdeiros de Jos Ro-
ar, como disse em 15 de Outubro e isto con- drigu?s de Sena ao Cazal de meus falecidos
laudo no termo o dia do mesmo termo, por- Pais; ligo q* be verdade q'o engenho Bambur-
que a nao contar como corrente em direilo ,' ral esa hipotecado divida de 1 t>%yU85? rs ,
terminara nodia i5 ; ora terminando a mi- resto le trinta ecinco mil cruzados pelo que se
nba licenca no dia i.\ ou 15 de Outubro, nao compiou o dito engenho 5 mas lambem he ver-
se podem contar 5 dias uteis de fallas que eu dade desse at o dia 3i do mesmo : e por conse- deSea, c seus herdeiros por nao terem at
quencia nem nesla gratuita hypotbese que hoje iiteirado a lego:: qnadrada que vendera,
tgurei podia ser processado. fusendl assim boa, firme e valiosa a dita
E porque motivo foi o Conlador to soffre- venda, e tirando salvo de qualquer duvida ,
go em processar-me no dia 3i, accrescentan- que semova : a prova disto he que o tal leti-
dcse taitas que eu nao havia dado ? A res- po decobranca tendo principio em 1W07 at o-
posla fcil : ou o Contador sabia, q1 eu a esse je ainta est em pravas,
tempo solicitava nova licem a do Exm Pre- O lajor Jcsc Gabriel de Mora es Mayar.
XZs" Joo Francisco de >ou/a Peixe, in-
sidente, ou estava mui cerlo avista do meu
modo de proceder, que eu justificara as. ventronte dos bens de seu finado sogro 0 Ma-
faltas antes de completar as 15 4a lei com at-1 jorlatstiiio Carneiro de Sampaio em res-
Queimado loja D. 3 defronte da praca da-
Independencia.
X3~ Quem tiver para alugar al^uma casa
terrea no Bairro de Santo Antonio, sendo o
seu aluguer at (oUoooreis; queira annun-
ciar sua moradia por esta tulla para se tratar
do ajuste,
^ Vende-se huma preta qne faz todo o
servico de urna casa, tanto de comida como de
costura ; quem a pretender diriia-se a ra do
Livrainento venda do Cardial
SST Um pardo official de alfaiate de da-
de .o a a5 anuos muito claro, e pode ser-
vir para pagem nao tem vicios, nem acha-
ques ; no atierro da Boa vista sobrado
li. 1 i no primeira andar, das 6 as 9 horas
da nianb, e das as 6da tarde
t^T Alluga-se huma preta que esteja a-
costumada a vender azeite ; sendo do meio dia
para a tarde e lambem se compra dando-se
a conteni ; dirijo-se a ra de Sania Tliere-
za venda I), li.
CT Antonio loares Queiroz com brev-.
dade relira-se para a sua Prj ncia e pt r
isso faz scienle ao respeitavel Publico, que
nao fica devendo a pessoa alguma nem desta
Praca nem fora del la.
C7" Precisa-se fallar com o Sr. Jos Fran-
cisco da Silva Tereira morador no engenho
Piauhy, ou com quem suas vezes faca nesta
taca a negocio do annunciante ; roga-se-lh
o lvor de annunciar sua moradia.
]
I


-"'"
n
4
DIARIO DE PERNAMBUCO

Tliom Pereira La;os rematante do sen dono eslivesse no mesmo e mandou con-
mposlo de o por cenlo so'are o consumo das duzir a carne que milito bem Ihe pareceo, lia
Sgoas ardentes de produ ao brasileira avisa ja de a mandar pagar, do contrario se pu-
a lodos os Srs que devo dito imposto, que blicaro seu nome poisapeesoa que enlrou
enconformidade coma le, que principia a no dito arma/.em tirar as jarra fas que estavlo
cobranca do mesmo do segundo quartel do em cima da mesa milito bem o conbece e
piimeiro semestre do anuo inanceiro de 1^9
a 1S40 na mesma casa em que tem recebido ,
e pelo mesmo escripturario que ja Coi pu-
blico, desde o prime! ro de Dezembro at o
da a1* visto que no dia 2y imprelervelmen-
te de ve entrar esta quanlia no colre Nacional
por inteiro sob pena do que o nao fizer pro-
ceder-se-ba execulivamente na forma da lei .
e para qucsenao chamem a ignorancia faz o
presente an'puocio.
s^r Roga-sc ao Sr. Francisco Coelho de
Souza une na tarde de Ierra fe ira ti do tr-
renle foi entregar urna caita viuda do Rio
Grande do Norte no segundo andar da casa
D. 53 da ra Direita baja por obsequio de
apparecer novamente na sobredila casa de ma-
nila al as 9 boras ede tarde das 3 at as 5 ,
ou declare sa morada para se tratar negocio
de seu inleresse
C3" Aluga-se urna casa no bairro de S An-
tonio as ras de lorias agoas verdes di-
reita c ilas trinebeiras que nao exceda de
ti000 e da-se fiadora conteni ; a Iralar na
ra da Gloria D. ia.
'be disseque o dono do armazem nao eslava
dii.
tSF~ Na ra nova D. 4 defronte do oitao da
Matriz precisa-se de urna ama para casa di
pouca familia.
tST A dinheiro oii a prasos urna excel-
lenle propriedade de Casas 110S suburbios desta
cidade que a commodaduas grandes lami-
llas no sobrado tem alcni disto 5 grandes lu-
jas e as entradas para o primeiro andar sao
'independentes com grande quintal, e c~
cheira para 6 carros, os pretendenles dirijao-
se a ra da praia casa de Joao Xravie Carnei-
rodaCunha. que est uthorisado para dar
os esclarecimentos necessarios
SST Urna cscrava de ao annos de idade ,
cozinha o diario de urna casa ensaboa bem 5
na ra nova no segundo andar do sobrado por
cima da loja francesa do Sr Rigor.
Ej~ Um bote bem construido e com seu
leme duas vcllas e \ remos: no fore do
uiaiios esia'ieiro que Foi do finado Jos rinto.
S2T Um sitio grande na estrada da Ponte
de cha com casa muito grande toda en-
vidrassada com tres salas grandes, on/.e
quartos cozinba fora copiar casa de fari-
nha estribara para 6 cavallos casa para
feilor, e negros, com. muito arvoredos de
(rulo de todas as qnalidades e mullo cale ,
duas baixas para capim e muito terreno pa-
ra plantacoens, cujo silio se vende metade a
1 isla e metade a praso : a tratar na ra Di-
reita O. ou no mesmo sitio.
UT Urna mobilia de urna casa contendo
ia cadeiras urna mesa de jantar grande, urna
cama muito boa urna banca de meio de sala,
e mais duas ditas e alguma louca ; na ra
da Cruz n. 3y.
SSf Urna casa de sobrado na ra da Lapa
n. 173 ; a fallar na ra do Hospital do Pa-
rado quina que volta para S Francisco D. 1 4-
tST No alterro da Roa vista loja D. 10 ,
superiores cambraias de bom tom.
i r Urna Barretina para um G. N. por
preco muito rommodo ; nesta Typografia.
CJ" Urna loja com muito boa armaco toda
dios nesta praca ; quem bro prximo ; traa-se com o consignatario envidrassada propria para loja de fazendas ,
Avisos Mari irnos.
PARA ILHA DE S. MIGUEL segu m-
prelerivelniente al odia /o de Dezembro o
bem conhecidn Patache Paquete da Tcrccira
de primeiru mareba forrado e pregado de
cobre encarreirado para este porto e do an-
nunciado com exccculcs commodos para
passageiros e anda pode receber o completo
de seu carregament ; trata-se com A. F. dos
Santos Braga, ra da moeda n. lia.
PARA O RIO D JANEIRO segu viagem
at 10 de Dezembro o Patacho Brasileo Espa-
darte para carga ou passageiros trata-se
com o sen Consignatario Manoel Ignacio de
OlUeira na praca do Commercio ou com o
Capitao Jos dos Santas Braga a bordo
PARA CEARA' a Escuna Bom Jess de
C_/' Aluga-se para se passar a festa duas Camaragibe com parte de seu carregamenlo
casas perto da povoarao de Yarzea, e doba-, prompta e sabe com brevidade ; /uemqui-
iiliu denominado da pedra ; os pretendenles zer carregar entenda-se com Manoel Jos
diriiao-se a ra de agoas verdes D J3. quim Pedro da Cosa ra da Cadeia 11. 1.
oa-
dirijao-se a ra de age
Sy Remata-seno dia 29do corrente as 4
PARA LISBOA o Brgoe Portugus A [ri-
o no dia i3de lezembro quem quizer
) carregar ou ir de passagem dirija-se ao Ca-
pitao na praca 011 ao seu Consignatario.
Loras da larde 5 escravos, na porta do Juiz cano no dia |3 de I ezembro quem quize
Cassemiro de Moraes Sarment, na ra do
Oueimado os pretendenles compareci as pitao na p
horas manadas. j PARA O HAVRE o Brigue Francez Ar-
^. Precisa-se de deis contos de res a ju- morique ( apilao I'enouf recabe carga e
ros de um e meio por cenlo hypotbecando-se passageiros, e pretende sabir a 20 de Eezem-
para seguranca pr
quiscr dar a anuncie.
tST Precisa-se fallai ao Snr. Joaquim Ma-
linas de Castro e Mello para se Ihe entregar
urna carta, per isso quena annunciar sua mo-
rada.
L. A. Dubourcq ra do Vigario n. .ti.
j e i I a. o
ri-
sita defronle do beco da penha ; a tratar na
ra do Livramento loja de fazendas D. (\.
C5 Ps de parrara muscatel muito boas
para plantar por estarem em caixes e ps
John Stwart, Consignatario da Barca de repolbo a 4^0 ocento to bem para plan-
'. i...... /* I- _l ^.i TT..I.___ ......'1 .. .1 t\' iv /
117" Anua Mara dos Santos Fonte avisa a Inglesa Mai-y-Charlotte-Ueber arribada a tar ; na ra Direita I). 24.
, Crcdorcs de seu Calecido marido Antonio este porto com agoa abcrla faz Leilo por
os creores de seu aieciuo manuo iimuinu este porto cua ngou ancua taz i.enao por E3" Um eavallo bom carregador baixo, gor-,,,es '
Jos Teixeira da Fonte. que queirao ter con la de quem pcrlcnccr, e por intervencao do e muilo novo por 90,000; na ra Au/ P^H1
abondade de presentar at o dia 8 do prximo do Corretor Oliveira de ti uta millieiros de gusta casa do lampi.io.
Dezembro suas contas ou urna nota em que ljollos de ladrilbo muito bem cosidos c de Cor- cj- Urna escrava moca muito boa vende-
mostrem quanto aquello bera devedor a fm ma quadrada e sextavada dasessenta tonel- deira de ra cozinba o diario de urna casa,,
de poder mostrar o deploravcl estado de sua ladas de carvao pedia de cinco cestos de vi- elavaronpo; oulradilade meta idade, faz! proporcionacs pernas linas-, idade em que
tasa. nhochampanha, setenta educo banizdcal- toda qualidadede doces, e com as mesmas ul10 .'6 a >7.annos' leno o seu comeco a .0
rap da Pahia aceia preta papel almasso azul
de primeira sorle, dito de peso botins do
ultimo gosto para senboras caixas de obreias ,
milbeiros de peonas de boaqnalidade; na pra-
ga da Independencia n 9
SS^" Urna escrava de nacao de idade de ai
annos cozinba bem o diario de urna casa ,
lava de sabio, e ptima quitandeira e se a
Canea nao ter vicios 5 na ra Direila D. ao Id-
*Ao do Livramento.
tST Plumas para cavallaria e infantaria ,
choroens de pennas finas bandas de seda pa-
ra oliciaes aparelhos para cavallaria e in-
fantaria, gallo fino de 01ro para devisas, di-
to largo para bonet vidrosdepoz purganti-
vos de Manoel Lopes talins para ofilciaes ,
reiroz carmezim para bandas cananas para
oficiaes de G. N. tudo chegado ltimamente
do Rio de Janeiro ; na praca da Independen-
cia n.11e (a.
Escravos Fii&h'oh
I
S^f- Roga-se aos Snrs. Sub-Prefeilos d'esta'
e mais comarcas Com mandante do Registo
do Porto, e Autoridades polieiaes e pessoas
particulares a apreenco dos escravos abaixo
declarados Thereza crioula cosinheira ,
doceira c rostureira com os sigriaes seguin-
tes: cabera, olhos, c tiesta a proporco na-
riz chato boca pequea beicos finos, tem
urna sicatriz no hombro direilo peito? gran-
des c cscorr'nlos maos e pez proporciouacs ,
algum tanto delgados cheia do cprpo tem
o andar vagarzo, e gosta de andar com o ca-
bello ricado idade a8 a ay annos ; fgida a
3 de Novembro. Francisco nagao rebollo ,
cujo escravo Coi do fallecido Gervazio Pires
Ferreira apelida-se por Francisco de Veras ,
por ter sido escravo d'um tal Veras cujo es
cravo official de pedreiro e traballiou mui-
to tempo as obras publicas haixo cabeca
sobre o grande olhos lambem grandes e abu-
galhados e afumaijados nariz mais afilado
que chato," boca grande, beicos grossos ,
peilos batidos idade de 13 a a annos ; fgi-
do a a5 de Selembro do corrente auno. Va
lemtim nacao costa com os signaes seguin--
cr preta corpo secco cabeca e orelhas

, olhos grandes e abugalbados e
, nariz mais afilado que chato ,
boca abicudada denles acangulados pescoco
comprido peito ornado maos, pez e altura
aonde se tinge com toda perfeicao c de todas as exame dos Srs. perlendentcs.
cores tanto em obra como fazendas lava e
tinge fil
C o 111 [> r a s
tanto para cima de mesa como em p ; na ra
da moeda n. i5 1.
C?' Um carro de duas rodas muito forte ,
novo e promplo com urna parclha de cva-
los coutroditode i rodas ; no largo da ri-
beira sbralo D. !\
S2T Caixas com vinho de Bordeaux ditas
ditas com azeite doce fino,
I
por pre ocommodo.
X3- Precisa-te alugar um prelo para o ser- :-----
\ico de campo dando-sc-ihe o sustento ; t3" Para a ebra que se tem de fa/er no
quem liver annuncie. forte do buraco os materiaes seguinles; a
'XST Precisa-se de um cont de ris a pre- travs de 31 palmos de comprimento edeum
mo de dois por cenlo au mez dando-se para em quadro urna dita de 4o ditos, e de um com dito muscatel
segurancji um sitio perto da praca; quein em quadro i ditas de aS ditos, e palmo e sacas com arroz branco paios novos ehouns*
quiser dar annuncie. coi lo a j caibro de .0 palmos e-iti ditos de sos, presuntos em seco, ditos em calda, cham-
t^y A pessoa que precisa de um cozinbei- 40 ditos r> duzias de ripas 5 tabeas de pagnhe licores finos vinho engarrafado ,
ro dirija-se as b ponas loja de fazendas De- costadinho de amarello ti pares de dobradi- vinagre branco proprio para botica, po.tes com
cima 1 t. j cas de tarugo para chumbar, leudo de astia uva, e lodos os mais gneros de venda por
tSf Aluga-se urna morada de casa terrea 3 palmos a leixaduras de brocas, -001 pre- pceo commodo ; na ra nova D. 2.
na solidade com bastantes commodos, bom goscaibrnes < 00 ditos ripaes 1100 Ulbas, v?" Um meleque creoulo de idade de i3
1,00 lilos de ladrilbo 60 alqueircs de cal, annos; na ra do an;;cl D. 5.
9 solcrasde pedra de 5 palmos de compri- OT Um moleque de nacao, de idade de-
do, e 1 em quadro c trez arrobas de cjum- 18 annos, proprio para aprender oflicio 5 na
Lo ; trata-se na fortaleza do Bium no dili trez ra do Fagundcs 1). 18.
quintal, e cacimba; a tratar na ra da Au-
rora na lerceira casa de S andares.
V j~ A mulher parda que anriunciou no
I ario de aj do coi rente querer ser ama di-
rija-te ao atierro da Boa vista loja do marci-
neiro francez.
Sr. J. J.S P. lecha ahondad* de
ir a ruado Livramento ca D. a5 para se
tratar sobre o saldo de una letra, que o dito
Sr. be devedor pois nao he possivel desco-
brir-se a sua torada e sendo nao fa. a no
espa o de oilo dias contados da publicaclo do
presente ver o seu nome porextenco.
S^' Aluga-ae una tasa no caidereiro a
margem do rio com duas salas 4 quartos ,
e cozinba Cora ; a Iralar na ra de Manoel co-
co D quatro.
X^f O vr. Sarafim Ribeiro queira procu-
rar urna caria viuda do Porto em casa de
Domingos Jos \ ii ira na praca do Commer-
cio.
g^ Precisa-se de um pequeo de idade de
la a i anuos destes chegados ullimamenlc
iara urna loja na \ illa do Lio Formoso ; na
nado QWiniailo loja kde Aulonio Jos Fer-
11J1 ndes da Corle.
A comniissao administrativa da socie-
dade Terpsichore avisa a os Srs Socios que
j,o c ix-his horas e nieia da larde deven reu-
jincin-se paia .1 elieicao da nova mesa.
tar O Sr. que no dia segunda Icira a5 do
ro rente loi na ra do Collegie m um arma-
..dciau.cjuiilo um uui palo, seta quei
de Dezembro prximo coin o Pnenle A-
delo Lopes de S Anua.
/ Una secretaria sendo de iacaraad
c estando em bom uzo
ci.
X^J' Lina negra moca de bonita Hgura, pro-
pria para lodo o servico de urna casa cose ,
, engomma cozinha, e lava roupa ; na ra
Vendas
-fc-
C7" Feijlo de superior qualklade chegado
prximamente do Rio de Janeiro em sacas
grandes e pequeas por preco commodo ; no
armazem de Antonio Joaquim Pereiradefron-
da escadinba daalfandega.
cr Urna escrava de idade de 16 armos,
ptima para lodo o servico de urna casa; no
beco do Padre loja de alfaiale na quinada W
do fogo.
SST Sevada muilo nova a i?o grao de
bicoaioo rs, sevadinha a a4' porco de
gengihre laFo a arroba charutos mu supe-
riores 1800 acaixa caixinhasde a libias de
cha isson ; na ra nova venda D. 33.
tSf Urna venda com poucos fundos e
commodos pan morar familia ; na quina de-
Ironte do Roza rio da l'oa vista l>. 1.
C^" Charutos da Cachoeira ltimamente
chegados em caixa de duzentos e cimenta
porquairo mil rs. ; na ruado Cabug laja do
Sr, andcira.
quem liver anuun-: do crespo D. ti do lado do norte.
t3" l m palanquim em muito bom uzo; no
pateo do Hospital do paraso, sobrado de um
andar da parle do leste.
^r- Sapatos e botins de marroquiu para
meninos a Slo o par sapatos de duraque pa-
ra senhora c meninas a 800 rs. o par ; no
atierro da Boa vista loja de miudezas I), iti.
CJ" Um escravo de 90 annos de idade de
bonita figura e bom oficial de sapaleiro ; na
ra do Crespo I). 7 lado do sul.
S2T Urna mobilia completa composta de
sola dois cama
mil res.
XZf De bordo do Patacho Vingador viudo
da Babia fugio um escravo creoulo de A-
morim e Sacavem muito retinto cara re-
donda pouca barba estatura ordinaria ,
cheio do corpo levou vestido cimisa <: calsa
de algodo c carapuca vermelha ; quem o
pegar leve a Manoel Joaquim Pedro da Cosa
na ra da Cadeia n. 1 que lera 0,000 de
gratificado. ,
S3P" No dia :o do corrente fugio um negro
angico, de nome Joaquim, idade de -.5 annos,
altura ordinaria, grosso do corpo mal feilode
pernas, ps mcios apalhetados, com os dedos
aludos tem alguna calombus pelo corpo de
chicote levou calsa de riscado encarnado e
aqueta vclha de riscido amarello; roga-se a
os Sis. Sub-Prefeilos, commissarios e mais
agentes de polica pon bao as suas vistas sobre o
dito ; pois anda nesta praca o qual ja loi pega-
do no da 1 >, son!ese desvendar da capuoga
do sitio do l)r. Antonio Jos Pereira, com pro
messa de ir para casa quem o pegar leve
ao Tenente Coronel Varejlo na labrica do
rap quesera recompensado.
l
a duzias de cadeiras
pes
sete bancas mangas de vidro 4 espelhos
babui de folha de (laudes para diversos uzos ,
urna louceira envidrassada com louca fina pa-
ra mesa e doiirada para cha urna secreta-
ria com segredo um banheiro de folha e
diversos oulros movis em muito bom estado ,
e un,a porco de vinho feiloria engarrafado ja
a lempo, urna cabra bicho boa leiteira ; na
casa l). 3 Ironleira a ribeira da Pea vista
W Uma boa canoa de conduzir familia,
estando concertada de novo ; na ra do Ca-
bug loja de ourives D. 5.
t&" Carleiras de algibeira de bonitas cores.
iViovimento do '.rt<
NAVIO NTRADO NO DA a7.
LIVERPOOL; 35 dias, Galera Inglcza Dro-
pe de .<4i tonel Cap. Murraw equip.
1 ti carga fazenuas; Me. Calmont & Com-
panhia passageiros um ingles.
ENTRADOS NO LIA 38
BOSTON; 35 diis, Patacho Americano
Susan de 133 tonel., Cap. lavres equip.
8 cargavario-; geeros ; a Forster &C.
RIO UE JANEIRO! i3 dias Galera Di-
namarqueza de i5cAoncl., W. John Jepsen
V
f '1
Pquip.
N. O. Bieber.
0BSERV4C0ENS
Sabio oHiale Nac. Es|*cula.lor M. Bernar-'
dodeSouza carga nigros do paiz.
KhCiFE NATYP. UE ATF. OEF. i83^