Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08703

Full Text
Todo agora depende de ri mesmoe; de nossa prudencie, modera-
co, e energa i continuemos como principenlo e seremos apontadoa
on adiniracio entre a* taces mas cultu.
i^^^fc-
** ProcIamacSo da A semble* Ge ral do Brtnil.
jjflghi
ene mm -----------
Subscreve-* Pr" e" follia a 3fooo por quartel pases adiantad
nesia Typografia, ru das Cruzes D. 3, enaPraeada Independen*
D. 37 e 38, onde e receltem coirespondenciaslegalisadas, eannuucio
nsinudo^eesies gratis, sendo desproprios astigoanles, e vmdosassigl
Partidas dos Correios Terrestres.
Cidade da Paradina e Villas de su* preterco. ...... *-'!& \
Di!, do Mi (wande do Norte, e Villas dem........4RW........L j ^
Uil* da Fortairea c y im jciu........................;!
Villa Cidade de Oli"d*...................-.....,
Villa de S.AntSo .
Dita de Garantios e Povoc"io do Bonito..........
Diasdo Ca!K>, Serinltaem, Rio Formozo, e Porto Calvo.
Cidade ds Alagoas, e Villa de Maceid.......
Vill de Paja de Flores................
Todo* os Correios parlem ao meio da.
. Todos 0% diafur-
. Quintas letras.
Utas lo, e ai de cada mc_
dem 1 11, e ai dito dito.
dem dem
dem I:, dito dito.
tg Sexta .i-*.
So Sahhado -
1. Uct. Domingo i.
A* 0 horas II minutes
___I

Jkre ckeim^mr o Ji*
I da mandil
jN
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
expdicstk DO t)IA 8.
OfBcio-Ao Inspector da Tlic/.ouraria da
ProvincinJ, communicando-lhe que o Re-
lente rm Nomc d Imperador Confirmou |ior
Carta Patente ti 8 de Selemhro do corren te
auno a Mr G A. Brandir a Brandes no lu-
gar de Cnsul dos Pai7.es l'aixos. "
-Igual communieaco fo! feita no Tnspeetj"
da Alfandega e ao Admiiikftglor do Consulado. +
I ilo-Ao Inspector da Ttff&nraria para
ordenar ao Colleclor do Municipio ra Boa-
vista, que entregue ao Prefeito, respectivo as
qtiiinlias que este requisitar para pagamento
(lossoltlos do Destacamento da Comarca da
Boa-vista, alienta a dcfeuldnde que ha de
serem remedidos desla Cidade o ditos sold ,
rni conscqucncia da grande distancia (ique
esl a relerida Comarca. ^_
Dito-Ao Prefeito da Comarca da Boa-visU
cnmmunicando-Ilie o con leudo no precedente
oHicio.
Dilo-Ao Inspector da Thcrouraria para
mandar salisfaser ao I"releilo da Comarca do
Rio 'ormoso a quantia de 9 5 '000 res des
?pudida com o concedo da porla da priso da
orUieza de I ama miar como consta
conta que se llie remelle.
Lilo-Ao refeilo da Comarca do
moso communicando-He o co
dente omcio>|r
t)i versas Repnrticoens.
Al.FA^nrc, v DAS FAZEfrDAS.
A Pauta lie a tnesma do n. al}*
jA CO CONSULADO
Pauta do pfeco corrente do sanear, e aj
queso despacharan na Meza do Q
de Pernamluico na semana de a5*
vembro de ao 1 de CcSembro
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J*n lyK.-eo-^f*^
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pe pa-
ai|uclla cidade
ja ictualidade .
o nao ter
sse man-
pedicao de ; oo ou
!ia no me/, de Se-
^(i|ianib se sabia que
quasi abandonado) e
en dirWntas pra as ,
egou ao -Itapucuru' a noticia da
la que yacida de ; a presenca ou
Telo -menof a proxi maco dessa (urca teria
[a-va laaiciitp.ev.ilado a carnificina e estrago* da
ilYjsao no^jbtpve de Outubi o ; ter-
lido por osla for-
s tropas cora
nte animt-
anisando
marcas do
na estar ou
*.>
fl
|
uilla
Tutiii
oprracc paro duas po-i O senr. Favilla tem desenvolvido bastante
ssinj^s comarcas; |>or aero! aclividade pericia desassomhrando a \ illa
a rouis amenca-'d.i cerco que llie liavio posto os revoltosos,
mais foilcmci,'atacada ; e e acossando-os at lera do morro sem os dei-
sr o poni tflrcBklBCto por \ar respirar.
fe ccluar co* njais van- Na \ argem Gi ande consta que o senr. ma-
jar Henriques (sera grande estrado nos reble-
les que se animara a vir atacal-o no sen a-
campamento Dos offi?aes superiores que e-
xistem na provincia este e no nossu modo
re entender iiin dos mais ivnhecedores d>
genero de guerra que nos fazem os rebledes ,
e dos mais babeis.
Consta-nos que o senr. conunandaitc
das forcas soltara o caudilbo rehelde-Goque -
Ignoramos qual o motivo que leveS. S pira
assim obrar, e quilo partido que ( segundo
as suas expressoes espera tirar de um seme-
Ilianlc liomem ; mas sejo elles quaes forem .
oslamos persuadidos de que a saplisfaeo que
se deve ; sociedade com \ pun o de um tal
criminoso nunca ser de forma alguma com-
pensada pelos servicos que elle possa prestar
legalidade por grandes qHe seo.
A Ck roica oceupa-se agora em desacre-
ditar e tirar a f'orca moral ao senr com man-
da ule das forcas a quera chama em sua im-
potente choleao general Collot d Uerbois !
Qual ser o motivo de tanta sanba para
com o senr Sergio contra quem se tcm pu-
blicado < Chronicas successivas em lempo
.'smorecidil* anticipando para sabirem n s operacoer demisso se manda pedir para a corle for-
as provin-ji^1(]_se cartas com o fim de illudir os n.inis-
siipplanta^^L^ > Ser porque S. .S. prometle levar os
Beldes a ferro e fofjo ou ter.i em wrdade o
jefeito algumas revelaces que desafia-
tos individuos ? Soja como for o
losque asacusaies que se fazem
Sergio sao infinitas e algumas del-
,'?;&' Hts bem vagas e injustas logo primeira vista.
e-. Um dos prinripaos captulos de accuzacJo
I"1" um c(lia4quc S. S publicou na villa do Ro-
^^Hj*fio%cdilal^a se,;unda parte seinpre jul-
M ^rajaflBHM^HBe' pelo menos sem grandes
pimeia parte devia
+>'*


**
i. -
,rm-0*.
^Pp|f e as
Hi^nM cmI
M
53?'-


Ani
tao teijvcis^ su|
cq
-9 ^vita
iipor
narit
e algiins
jsset
IP
^>m pr^ n logo que S S. lomou
AMliiflodas (oreas l'sse edital
S S. havia publicado
pronVltendo perdo En
tendemos que S S. exprimi
a pensamento do
K>rumado e.cuja poli-
guft>li^hr.in'n,i "'ta jjlllfl s contra
' dita ordenanen frtislou os bons dewjos do 1-
luslre Reprefenlante, e do Sr. Carvalho Vlen-
donca que o secundou em tao nobre etnpe-
llllO
Em qnanto que d Asscmblea a Classe Mi-
litar nriram Ix-m reeebe o Srrr Ministro da
| Guerra a titulo de economa procura tornar
I mas penosa a jo re dos seos irmos d'armas.
; Piiiicipiou o Sur. Ministro por expedir uma
Circular mandando tirar a gratificaran ad_
dicionnl aos officiaes que adoecessem e isto
'contra o disposto no art i. da Le do i. de
Oulubrode iJ4 iuc tal gratificaco con-
cede aos Officiaes que empregados forem nos
Corpos e outros Eslabelecimentos Militares :
e nao Irasendo a infermidade consigo odesl-
gamenlo ; porque para se ser ligado a um
Corpo dere preceder urna ordem e para ser
!desligado ouira nao duvida que o Sr. Mi-
nistro procedeo illegalmente e de uma ma-
neira tanto mais aggravante quanto na oc-
casico mais precisa negou os meios de tra-
ctamento a quem tanto tem servido Testa
sorte se infringi uma Le ja satisrac(oria-
menle eajAicadu nesta parle peU Resoluco
de 6 nar semelh&nle gratificaco ofScialidade em-
pregada fosse qual fosse a durado de sua
infermidade Se os Officiaes do Exercito em
geral parlecipao ik'ste mal, os de l'ernambu-
co experimentao outros que parecem priva-
tivamente del les A.' Ix-ni pouco o Snr. Mi-
nistro, sobre esclarecimcnlos pedidos pelo nos-
so mui digno Presidente o Sur Francisco do
Re.'.o Barros determinou que se nao aba-
nasse aos officiaes que fi/.ero a Oqerra de
Panel las o veneimenlo de Restas de bagagem ;
por isso que a Tabella de vfj de Marco de
8?5dellas naotraclava, e nem Lci alguma
posterioras mandava abonar.
Nao sci em que se fundou o Snr. Ministro
para a as m obrar. O Decrelo de a 4 d'Agos-
to de i n i niandoB fa/cr este abono aos Offici-
aes do Brasil Q nSo tendo sido este Decreto
derrogado pelo de i% de Marco de i3*5 a
ordem do Snr. Ministro arbitraria. Entre
tanto o Exercito em opera oes no io Cirande
do Sul est na percepeo deste'venciment e
todos os dias nos chego da li Officiaes que
o receberao a pe/ar de nao Iiaver Lei na fra-
zedo-r. Ministro E como explicar este pro-
cedimenlo ? Hecordando-nos que a Lei entre
nos tem propriedade dos Corpos Hastie >>

1* *
n-
\ *
- &
m
:

ai pos c nos
lias
C'amvsporKlenciu
Sri Redactorest.
Bogo-Ibes a inserco do segunte descurso ,
filies pesso por me parecer de snmmo in-
os amadores da sciencia financeira.
>eo Vr.
[Ium Assignanle.



En A|rCaiiprit IhP' jM


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Diputados,
Sr. Maciel
mew espirito
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>f
DIARIO
O E
P E B N A
eu espero que a cmaro ,
costil i
va
ta
iS?0 T I bMl<,a',e Prem de Provar mathematicamente,
divide em duas partes ; stu lie dficit do an-
uo fliumcciro findo, e dficit doanno correu-
,e ; o primeiro su>ceptivel de huma demon-
trueo rigorosu matuemaliea ; o secundo Fun-
dado em hypolheses em dados con ccluracs
Polo que respeila ao dficit lguus de meus nobres collegas que (em falla-
do nesla que^to tcm contestado suu existencia,
ImuLndo-se na lalta de documentos positivos
qe o comprovem ; eeu profundamente de-
ploro que o governo nao instruissc sua propos-
ta con) todas as provas aullienlicas 0. derivadas
da contabilidade que se l'azem mister ettl ob-,
jectodelamanha magniludc ; Pu 0 deploro,
Srs sinceramente; porque, huma ve/con-
vencida a cmara arithmelieamcnte da ex-
istencia de tal dficit, mu fcil seria cncam-
nhar o seu voto dO ponto desejado.
Senhores so por meio das contas s me-
diante o exatne da coulabilklade se pode levar
a convicio ao espirito dos legisladores, e con-
rencel-os da existencia de hum dficit a cou-
tabilidade segundo diz Ganilh he a nica
garanta da despeza e da receila do estado.
Con: a exhibico de taes provas muito hou-
vera ganho o governo na discussao da sua pro-
posta. En igualmente deploro tal falta por
considerajes relativas ao nobre ministro ; por
me estou persuadido de que, se (al demons-
trado fosse lita a conianca de que go/a o
nubre ministro da parle dos representantes do
|iai/. muito se tera avigorado Senhores nada
liemais proprio para aliciar as svmpathias da
rgo,
a distincio que julouci
fzer entre
cadeas.
4 Gargalhei
eiras
emas anjinhos ou somos ohrigados a concordar cotn a seguinte^
5. Maior quantiilad do ajjoa ein^pas ou
tanques do quea necessaria pari oartumo da
equipa^em de hum navio mercante.
r>- Hum qantidade e\t
as especies de dficit, resulta huma dea cap- pas ou barr para conler liqui
tal evera a ser a differenca na natureza dos que o eaptnao poss apresa*
opiniao" do nosso correspondente de Paris.
Tildo l>e incerteza ; nem niesino as grandes
oty)cras podem prever qual ser o destecho ,
(|ue qs',succssos estao apenas em pro-
todas as
; aeonle-
- meios de o preencher ; o primeiro nao pode ser ; al Tandera onde despadlJL^hVistw
preenchido por imposiees quedevem ser arre- donos do naVio preslarifianca y
, Cadada dentro de hum auno, ou dentro de pipas ou barr s: hum praso futuro ; mas o segundo pode multo palma ou de pcix
bem deixar de existir huma vez que o gover- commercio licito,
notenha os meios necessaros de satisfacer as 7 Waior
exigencias do servido huma vezqueocorpo las ou bandeil
legislativo decrele rendas que possaS occorrer saas para uzi
lili
,'cl i,e
Jae .11-
oflfcfti
IXC wJu
coucide-
ilo de
H>
equipagem <
que possao ocLonur sanas para uzo
as despezas decretadas : por tanto me parece mercante,
que he esseneial distinguir a natureza dos dous h. uuma ca|doira
dficits para se poder distinguir a natureza dos que a u/.ual, 9 niaior
meios que se devem em pregar. No primeiro sa,0 para uzo da
caso, ocorpo legislativo nao deve deixar de caldeiras, em maioi
su|eitar-se a hum expediente que pode ser saas para este effeitoA
muilo oneroso mas no segundo pode evitar Huma quanttdadc.fxtraord.ua
esses males, huma vez que impozer, huma fcijao carne. pe xc'sal
vez que der ao governo novas rendas mandioca ilbo ,
Como poremquer jue seja muitos lem s- especie alem daq'j
do os arbitriosapontados pira preenchimenlo sustento da
*.**

1 portador.
coi roborada' ,
,6 Til
lempo n
,h
,%
to a.
ella
egai
a nc
qua
rinWa dt; pao J mente lima ni ia de jornada de Aiepb.
dista io-
do dficit; euospassarei em resenlia trata- destes obiectr
re de examinar os diversos expedientes aqu mo tal senil
aunuu
A
preconsados e vere se consigo mostrar ca- Secretaria
mar que nem do systema de emisso de notas, reros em
nemdosyslema de emisso de bilhetes pode (lfssignado)"-- Yfecoft
a na o esperar remedio effica'. para o preen- Bal
chmenlo do dficit de que se trata
Sr presidente era natural que quando
traclava de ministrar ao governo os meios
littM.
nos n
Stouc
cessanos para fazer face s despezas publ
estando como est a naco hra/.ileira
acao. comoapublicidadeda parte do gover- que respeta as suas rendas interiores a
*- particularmente em materias financiaes :
no
fo em viilude da publicidade dascontis que o
celebre Neket conseguio deixar hum nome e-
terno na historia financial da Franca, e na
scieiica, por ser elle o primeiro quemaravi-
.lbosamenle compiehendcu a im|K)rtanca da
publicidade como elemento do crdito publico,
mxime entre os governos modernos e repre-i
tentativos nos quaes a antiga palavra man-
do est substituida pela plavia -peco-,
como observa Saint-Lou.
Pormaior, porem que seja a exaclido
destes principios, poderi alguem rasoavel-
mente enerar neste caso a restricta satsfack)
de tal obrigacu ? Poderia alguem, as cir-
cunstancias em que se aclia o governo aguar-
y o cump ment de tal dever i Poderia al-
;uem legilimamenle exigir a apresenlaco dos
documentos demnstrateos do dficit ? En ne
persuado que nao e a sluaco toda excepcio-
nal em que se acha actualmente a adminislra-
co, o modernismo fpermilta-se-nie o ter
da sua existencia otticial, os embaracos
naturalmente lera encontrado a di
mesnio de os obl-r e svslemalsa
nieamenle depois de
Noi-i


Hnos
tt
oneroso

Lord
nao
ni 1
cousa onerada, houvesse quem se lembn
emisso do papel moeda Nao admira ,
que osla lembranca fosse trazida ocorpo le- das-ci
gslativo, e que muitos dos nobre^f'piitados
que tem (aliado nesla queslo eaJgpdessem que
este era o meio mas eficaz Ai
para a naco de preencher JPifcj
lano cu tralarei de mostrar q
meio damnifica eonsideravelmeiif
particulares e que semell
pode deixar de ser rrjei
pios da scieuca fina
de semelhante meio
grandes calamidade
sua
nca
-
(
Inma
lGr
Wfufi Mol



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da

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LAR ENCONTRADO
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1


DIARIO

PEBNAMBl'CO
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IST Respondendoaoannuijciedo Sr. Ma-
tfBtoel Raimundo dos Prate'res era que. como
wrocurador do patrimonio do Livrameio^
le que cu no praso de oiio ,das Ihe mande
jar dez mezes de aluguel de urna Vasa da
rmandade ; declaro ao inesmo or4 Procurj-'
quea.upuorl.anci.-
i ocha pi-orara pata The slf
Jo piwurarWajfr'nfuj
: que 6 aposto cu res
qualqu r taita
nlia i J
da 4ev
talvez te

D. ii, por outra tamlicm terrea, ou mesmo'ua Mara ; a ifo res cada urna; Ditas del atterro dos afle-gados logo adante das casas do
dita, dita, dita Com anfidoclas, historias bons I Sr. Brilo a Iralar na ra Direita U. .-14
dictos &c. a a4o i ditas de porta divididas eral tZ3~ Tres moletas de naco de bonitas
semestres a seis vintens o atino ; ditas Ec- j figuras cosem e fazem todo o mais servico de
allieio i
I leve deW^_
pn Terceira* tfte
l/.eres nislo nfl|
l>qP* d9r^qpnte Vites,
otiro da mesnja Irma mi fe d* qu6t-4td'
'damente semprc Ccot sendo protbratfoTvdo
patrimouv^t jurcabatM ) c ti
' iutento de def nwarjl jam"-
vendo timjgf u coliflf la toi
sen atunfjgKo
Lie aliar, ctfci*
, J ......
6 deprimir a mml
bpMicao que II
deum andar, as seg 111 utes ras, agoas ver-
des, pa^gpje S P.'.lio triqcheiras^ laran-
gerras 4\tas^rcunvesinhas ; trala-se na
casa dita.
*3* Pesja-se alugar um prflaeiro ou se-
_andar rkalgUnia casa bem rejada 011
a (uem livcr annuncie.
sobrado da iim andar <
e com muilos com-
_pa vista nVrua for-
lerro da Boa vista D. it
'altarau Sr. Salusliano O-
BassonTPfliegadoda Cidade do
Vapocjflfrnambucaua ,
sua morada.
Isla Brasileiro ebegado a
retratos mui fiel a oleo ,
ir lilisar-se de seu
DireiliD tj
te regular o se-
sa eW lima tape-
ndro desde o da ero
cbnrraM al& dois de Fevereiro do anuo
rUa do Trro, casa
os
>uel
ca no deb
ir. Prazer
mim ja o
dero ; e o'
t eolio eu lido em 1
t m
*

lMaceib e
rnambncana ,
5Joras da tarde ,
i Mc.^almotil &
L com esea
li dos Acores
ito^oaqu'
^revi-
de pas-
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muina : Paula C >* t, ," U^ 1 f * 1T-
ssr isa-3Wfcj
MtMiinarWI tnem fplKgn roesm'a pasa X Y m.tfk f
rueira suaej [ffer ao s< >1IT Hfe troc juia A vJrW-'
fia sociqdjH L U * 1 Al - m . 1 ^\
11 ve
Indas Innft
de um
rea lolra -*ti d
tfr^)i>nfa no '
her
clesiastica a pataca ; na praca da Indepen-
dencia loja de livros n. 7 e 3iJ na ra do
cabug loja do Sr. Bandeira no bairro dr
Recite defrorileda Igreja da Madre de Dos,
venda da quina do beco do azeiledo peixe ; n.
ra da cadeia loja que (oi do Sr. Quaresma ;
defronte da Vtatriz da Boa vista botica do Sr.
Joaquim Jos Morcira ; e em Olinda Botica
da ra do Amparo.
CF" Urna escrava de naco de idade de 11
annos cozinba bem o diario de urna casa
lavadesabo, e ptima quitandeira e se a
fianca nao ter vicios ; na ra Direita D. so la-
do do Livramenlo.
tST Um preto mo o ofllcial de barbeiro .
por pre .0 commodo ; na ra da scnzala reina
a fallar com Manoel Francisco Pon tes.
S25" Um moleqUecreoUlo de i3 anuo de
idade ; na ra do Rangel D 5.
CJ- Na ra da Cruz escriptorio de Jo
Antonio Gomes Jnior duzentas pecas de
ourode 4 oilavas e cunho porlugucz.
tT Vinbo do Porlo de superior quali lade
por ireco commodo eembarris; 110 arma-
zem de Fcrnandes Jus Braguez junto da
Conceiyf
ty Sulfato de quidne de superior quali-
e por nreeo commodo ; na ra da senzala
velha a fallar com Manoel Francisco Puntes
t^F" No armazem de Fernando Jos*Bra-
iez cominbo de superior qualidade e em
jttenas porcoeiis por preco conrmodo.
Urna casa lenca sita na l?oa vista ra
jtovclo D 3 bem construida salla for-
c cliSos proprios \ a tratar na ra do
ro por detraz dos Martirios D, o.
Jr Una rica mobilia de sala sem uzo 'e
Ja sir domlliOrgosto possivel toda de Jacaranda ,
e bem eaj^taisada constando de um grande
1 Ar- trem PRAancas dois consolos urna me-
sa redonda (MBeio de sala fconi cobertura de
ijuaHa mesa do trem um'sof ,
irs 7^ um esleirado lalvcz sem
o uo paiz. c um enserado lahiLem de
Tyuo^raisedir.
Paa^e ebunibb mullo proprio
ibnfc para l'a/.er latas para
.na na da penba sobrado de-
do Paquete da
Francesco
14'.
10 de. boa
omn>Mt) pjio^largo
?*JaD. 5.
6 Je JaiuJos
lima
urna casa de idade de i3 a ti annos,
moleque de nacao mucambique muilo ladino
de i* annos tres escravos, entre elles um ca-
noeiro e urna escrava de nae,ao ptima para
lodo serv o de urna casa } na ra de agoas
verdes L). i9.
Jscravos Fudos ~
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do Ter
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11 e
Desapareceoou fugiodo Peposito pe-
ral um preto de nome I amiro de na ao an-
:;ola anda muilo bruto e que quasi nada
falla pouca barita eslatura mediana ros-
to redondo o!los fumacentos com um de-
le lo em os dedos de urna das mos pernas
;rossas e falla fina; le der noticia certa sera bem recompensado pe-
lo DcpoziUrio geral.
tST- Fuio um escravo de rime Guilberme,
de idadede com principio de barba de cor parda bai-
xo cabellos racbiados iraz cbapeo decoiro
calsa azul lem sido vislo ncsla praca ; quem
o pegar leve a casa de Jos Joaquim Caval-
canle morador detraz. da Matriz, de S Antonio
sobrado de dois andares que ser recompen-
sado.
SST No dia a do corrcnlc, desapareceo
urna prela de nome Calbarina baixa um
lano clieia docorpo ps grossos, que |arecem
ncbados qiiando anda bu banzeira e ati-
randocom ocorpo para dianle lem um den-
te na fenla lalio em um dos lados ; lem
no rosto do lado direilo ou esquerdo urna mar-
ca prela junto ao olbo que o de urna pan-
cada levou vestido blanco de cambraia cora
barra ,, vollas de conlinlias falsas no pesco-
co leudo una moeda pendente e brinco)
de filagr levando um taboleiro pintado de
verde em que andava vendendo pndelo ;
quem apegar lev* a lora de porlas casa n.
i que ser recompensado.
Kr* Augusto de naro mneambique ea- I
noeiro coiuum-S- no peilo esquerdo ps
largos sem barba gordo undava em urna
caima cmduzindo malcriaes e trasia urna
trrenle ao p. Malbeus angola, vndo do
Maranbao para se vender nesta praca alto,
rendido das venillas, e sem marca alguma. I
Em i8a(j e 8 mais dois escravos, Paulo:
de na o mucambique eanoeiro comprado
a Jos Murques \ auna denles limados ,
marcas no rosto baiwo, e gordo corretn-
la. aulino viudo do Kio Grande do Norte pa-1
^a se vender calabar baixo, tullo, olboses-
ntados denles limados comprado a TI10-
Anionio Lobo do Rio Grande do Norte,
jar leve a i\ uno Mara de Seixa3 ,
gario I). i*% ou no seu silio no
ae ser recompensado
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