Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08701

Full Text
*^a
i
NNODE839. ^ABBADO
tTudo agora depende de nos mesmos; da nossa prudencia, morlera-
o, e energa : continuemos como principiamos e seremos apontados
admirarlo entre as Races mas tullas.
Proclamadlo da Assembha Geral do Bral,
------ Q Q S i
Subscreve-se p" esta folha 3|ooo por quartel pagos adiantados
nesla Typogiafia, ra das Cruzes D. 3, enaPraca da independencia
D. 37 e 38, onde se rrcebem correspondencias legalisadas, annuucies;
i nsirindo-se estes giatis, sendo des proprio assignantes, e vindosassig-
Segundas e Sextas^ Feiras.
Partidas dos Correios Terrestres.
Cllade da Parahiba e Villas desua preterirlo...................
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem...................
Dita da Fortaleza e Villas dem..........................
Villa ce (soiartna. ,......,........,...............'
Cidade dr Olinda.................................Todos os lias.
Villa deS. Anto..........1......................Quintar leira-s.
Dita deGaranhuns e Povoario do Bonito .....................Das lo, e i dcada met.
Ditas do Cabo, Scrinhaem, Rio Formozo, e Porto Cairo ...........dem 1 11, e ai dito dito.
Cidade das Alagoas. e Villa de Macei.........................dem dem
ViH* de Paja de Flores............ ....................dem l\ dito dito.
Todos os Correios parlem ao meio da.
23 DK NOYEMORO. KvMfcBtt 2.>T.
CAMBO&
. NoratarlC*. 2*.
Londres..,,,. 3i por tfooo cd.
Lisbo.i....... So por 0/0 premio,
Franca........j> re i por anco,
hio de Janeiro ao pfr.
DURO Moedad rjjfloo rs ,
n !>" ,i
Ditas de bpooa rs.,
por
mctai o2erccidk
Verba* tSftto a S #-*o<*
Nova* 1*1400 ai liN-'art
8#a o,***
PRATA Pataces Braiileiros--------------IJio a ifSfte
'*',, Peros CnlmnnaTios .-.---------i|'" a #:V<
rrM Ditos .Mexicanos--------------------rfio a ifH<*
Prtimas da Letras, |>or iriei I t;K a i i|l pos too
Noeda de cobre a 3 por too, de ilisc.
Das da Semana,
18 Segunda S. rtomio H. -----------Se, da Tb. e aud. do J. de D. da .
19 Terca -i-----S. Iribel Rainha F. -!1- Relacno e Aud. do J. de I), da 1. vara de montt.
3o Quarta--------S.. FelidsiValois.- ---------i'essito da Thc. Audiencia do J. de l>. da 2. do
i Ouinta--------AprmmacSo d# N, S, Re v aud do J. *e D. da 7. y.
11 Sexta----------S. Cecilia'V.------------------------ Ses. da Tben. e aud. do i. de i), da I. *.
a3 SabbdoL- -- S.Clemente P. -.....----------Re. caud. do J. de D. da 3. .
4 Domingo------S. Joo da Cruz C.-------------- -
Alare eheia para o dia 23 de Novembro.
As 6 horas c 54 minutos da manda As 7 horas e 1S minutos da tarde.
e'. 11.1. jjii
WtA
i-
\
V

PERNAMBUCO.
THEZOBARIA DA FAZENDA.
Expediente do dia t5.
Officio-Ao Exm. Presidente da Provincia
informando o re|tierimenlo de Mria Se-
verina da Rocha Lins.
Dito-Ao mesmo informando o requerimen-
to de Manoel Gomes Ferreira.
Dilo-Ao mesmo intormandoo requerimen-
to de D. Narcisa Pereira da Silva e o Co-
ronel Joo I' rancisco de Chaby.
Porlaria-Ao Collector de Diversas Rendas
de Goianna ordenando-I lie em vista do ofi-
cio do Exm. Presidente da Provincia de 11
do brrente que entregue por cotila dos ren-
dimentos ; seu cargo e que tiver arrecadado ,
as quanlias que llie pedir o respectivo Prefei-
to para pagamento do Destacamento de
Guardas Naciouaes exegindo recibo para lhe
ser levado em conta na etitrada dos mesmo
rendimentos para o Cofre.
Dilo-Ao Collector da Comarca da Poa-vis-
ta recomendando-Hic que sem demora man-
de receber na mesma Thezouraria os livros
e instruccoens dos rendimentos seu cargo e
(restar a naneado estilo enviando para este
im procuracam do seu fiador caso esle seja
rendente na mesma Comarca e nSo possa
comparecer pessoalmcntc e 011 tro sim orde-
nando em vista da ordem do Exm. Presi-
dente da t'rovincia de.il do correnle, que
entregue ao respectivo Prefeito pelos rendi-
mentos arrecadados as quanlias que esle llie
pedir para pagamento do Pcslacamenlo de
(>uardas Naciouaes exegindo caulella para
lhe ser recebida como moeda qnando fiser en-
trada para o Cofre dos ditos rendimentos.
da 16.
Officio-Ao Contador da mesma Thezouraria
remetlendo-lhe por copia a ordem do Tribu-
nal do Thezouro Publico Nacional 11. 1 olido
corrente auno cominunicando as desposicoens
da que foi expedida ao lnspetor da Thezoura-
ria do Para para applicar s despesas Geraes
daquella Provincia o producto de hum por
cento d'Arma/.enagem addicional, que pela
circular de 10 de Novembro se havia mandado
rettieller para Londres.
Dito-Ao Inspector d'Alfandega remellen-
lhe dozc exempares da 1. parte da nova Pau-
ta das Alfundegas para que em cumprimeii-
ro ordem do Tribunal do 'i hezouro do 1.
do corrente a faca por mediatamente em ex-
ecuco ficondo na intelligencia de que nao
he admillido outro methodo de dar valores ,
nue nao seja os da dita nova Pauta nos obje-
ctos flassincados e os de factura nos que o
nao foro, cessando interinamente o recurso
dos arbitramentos concedidos al agora ;s
JUercadorias de Nacoens com que nafra Tra-
tados.
Dito-Ao Vire Director do ArsenaldeGtier-
ra para mandar receber em consequencia da
mudan a da Recebedoria de Rendas Internas,
e a Me/a de Rendas Provinciaes para a The-
fouraria, alguns ulensilios, que form re-
mettidos pelo Administrador da dita Recebe-
tjpria esel'azem desnecessarios s ditas Re-
patli oens.
THEZORAniA PROVINCIAL.
Exjiediente lodie i4 do corrente
Officio-Ao F.xm. Presidente da Provincia ,
Informando com a inlormaco do Contador
.obre o rcquctimcnlo que devolveo, do i.|
Escriturario Monoel Francisco Duarte em o
qu.il pede a mezes de licen n Com vencimen-
lo d'ordenado.
CircularAo jQantador ; Dr. Procurador
Fiscal da ThezoHraria Fscrivo c Adminis-
trador da Meza de Rendas Internas e aos di-
versos Colleclores da I rovincia partecipan-
do-lhes para stia intelligencia e exectico ,
que S Ex. o Exm. Presidente por seo officio
de 3 do corrente tornOu extensiva a arre-
radaco da Dcima dos predios Urbanos nesta
Provincia a ordem do Thezouro Nacional por
copia indura de 9g de Dezcmbro de iiS!45 ,
relativa predila arrecadaco no Municipio
da Corte.
da 16.
Officio-Ao Doutor Procurador Fiscal da
Thezouraria remetiendo inclino o officio do
Fscrivo e Administrador da Meza de Rendas
Internas e os 4 papis originaes e trez em
publicas formas de venda de escravos que
o accompanharo pura que proceda contra
os vendedores ou compradores dos mesmos ,
como di re i lo for.
Dito-Ao EscrivSo e Ail mi lustrador dn Me-
za de Rendas Internas Provinciaes aecuzando
a recepcao do seo officio de i5 do corrente e
partecipando-lheque mandn proceder como
direito for contra os vendedores 011 compra-
dores de escravos que nao pagarao a niuia
siza.
ANNUNCIO.
A Thezouraria Provincial pagar no dia a3
do corrente aos Emprcgados da mesma The-
zouraria os seus ordenados do mez de Agosto.
Thezouraria Provincial de Pernambuco ai
de Novembro de 183p.
Joo Manoel Mcndes da Cimba e Azevedo.
Thezoureiro.
Diversas Repartiyoens.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
EDITAL.
Vicente Thomaz Pires de Figueiiedo Ca-
margu Inspector d'Alfandega faz saber ,
que no dia vf> do corrente se hade arrematar
em hasta publica e na porta da mesma urna
porro de madeira velha propria para lenha
extrahida das cazas velhas que se lem demolido
para constiuir-se os Armazen eThelheiros
Alfandega de fen>ambuco ai de Novembro
de 139.
Vicehie i iioinuz Pires de Figueiiedo Camaigo
- A Pauta he a mesma do n. a47
MEZA DO CONSULADO.
A Paula he a mesma do n. aj.
EPITAL.
O Inspector do Arsenal de Marinba em
cumplimento das ordens q' vem de receber do
Exm Snr. Prezidente em officio de do cor-
rente faz publico que de boje em diante be
inleirameide prohibido o poder-se tirar areia
na parte do O. junto a CrOz do 1'aliSo, e
lugares adjacentes, eiri consequencia dt dai-
no qu se seguerin. com a arrombat ao do Is-
tbmo se por ventura continnasse a ter lugar
a exlraeco di semelbanle objecto n'aquellus
paragcn*.
iuspecco do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco 5 de Setembro de i83p.
Manoel de siqueiraCampeHo.
Inspector.
O Arsenal de Marinha compra no dia 18
do corrente pelas 11 horas da manhaa assu-
car biicalluo troucinho c vinagre ; os
que estes gneros liverem podero comparecer
em dito da e hora com ds competentes amos-
tras e propostas declarando o menor preco por
qtte podero vender.
Inspcccao do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco 9 o de Novembro de 1839.
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Secretario.
O Arsenal de Marinha tem de comprar pa-
ra fornecimento do Armazem da Almoxarfado
osohjectos seguintes: Alcatro, verniz, bren,
cravos de barrica travos de pipa pregos
de custado de 5 polcgadas pregos de 6 polc-
gadas pregos de forro grande ditos de for-
ro pequeo ditos de batel grande ditos de
bat-l pequeo ditos ripares da tetra ditos
NMh taixos thrbomba fio de vefla li-
li ha de burea sandareza arco de ferr de
pipa 8 ditos de barrica ; quem os tiver pede-
r comparecer na caza da Inspec o do mesmo
Arsenal com as suas propostas no dia 28 do
corrente pelas 1 1 horas da manhaa, as qtiaes
deelarem o menor preco porque os podein ven-
der.
Inspeci o do Arsenal de Marinha de Per-
nambuco a 1 de Novembro de H '9.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Secretario.

PREFEITURAJ
PAUTE DO DIA 33.
llm. e Exm. Fnr. Consta sotnentedas
iarlcs boje iccchidas n'esla Secretaria que
oro prezos hontem minha ordem Gon-
alo Alvos Tavares prcto pelo Sub-Prefct-
to de Santo Antonio por ter espancado a um
pardo, que o havia feto notificar para urna
consiliario ; Ignacia Drisida parda, pel
Commissario de l'olicia do 11. Districto d'es-
ta Freguezia por desordem com outras. e iu-
gtilto ; e Antonio prcto, escravo de 'oo Ro-
drigues de Miranda pela i. palrtilha das 5
Ponas por lhe terem sido apprehendidas a
escravasde Joanna Mara das lores, as qtiaes
elle havia sedusido ; cujos prezos ti verlo o
competente destino. ,
RIO DE JANEIRO.
JJRNAL DOCOMMERCIO.
RetrospeCto Hebdomadario.
Rio de 'aneiro, > d Novembro.
As noticias dfe maior gravidade queda Eu-
ropa recebemos sao as que dizem respeito aos
hegocios da Hespanha a deecco de Maro
to oS anllgos priliminarcsde pacificacSo por
elle assignados de accordo com o general chris-
tino, presagian a breve ullilna tricida q.lic assolla a Pennsula Ibrica aeon-
tecimenlos de lo* transcedenlfi importancia
tem sido diversamente encarados e commen-
tados : nao querem htins ver no acto de Ma-
roto se nao uir.a tr'ico movida jm-Ios agen-
les e pelo dinl.eiro ingle? ; nao vem se ido
o abandono da cau/.a e Jos direilos do prelen-
denle, a" qitCni ^'arol0 r-nsidelava como seu]
legitimo rei ; nao vem se nao o abuzo d
eonfianca que em seu talento, em sua lea Ida-
de deposilava o mona relia. Oulros, porcm
dando mais nobres motivos resoluco desse
general altribuem a as ditncuklades sie.io m i lila r em que elle senehava ; e vendo
salvos nos artigos da cpiltilaco os foros a
(lucilos das provincias vascongadas cauza
principal que impellia guerra suas povoa-
ccs, considero como louvavcl o arlo de Ma-
nilo que nao quiz prolongar os desastres .
as calamidades que ha tanto lempo assal
sua patria. Se a interferencia dos agentes in
glezes foi a motora desse aconlecinicnto o
|tie ellos nao conleslo, suppoem que s foi
azendo valor consideracoes desta ordem quo
decidi ella o general de D. Carlos a abando-
nar sed principe.
Fo5sc pelo que fosse nao podia D Carlos
nem lodos os do seu partido accederem aos ar-
tigos preliminares assignados por Maroto. O
principe prescreveu Seu anligo general to
mott providencias que atalhassem as defecciio
que com tal exemplo deverio nuilliplicar-sej
l odavia Lem que noconhecamos que an-
da tem I). Carlos fincas e gencraes de sobejo
pai prolongar a lucia nao podemos deivat-
tic ver nessa orcurrencia o pressagio da con
eluso da guerra civil, o Iriumpho do parti-
do da rainha e da cauza constitucional. To-
via cumpre notar que lendo aberto a ses-
s legislativa rainha nada commuiiicou
em sed discurso a respeito dessas negocia-,
ees.
Na Inglaterra, encerrou a rainha a sesso
do parlamento com um discurso em que a-
penas de notavel adiamos a declaracodeque
eslao de acord as 5 potencias em nao con-
sentir no desmembramenlo do imperio olto-
mano e a esperanca de que esse acord d
salislatoria solucao aos negocios do Oriente.
A enserrameno da Sesso seguicse huma
modificaco no gabinete ; ella porem cm na-
da altern a cor polilie.t do ministerio, e a-
penas deu-Ihe membros mais ao faci das ne-
cessidades do estado na importante pessesso
ingleza do Canad.
Em I ranf* bou ve hum motim no suburbio
de S. Aiilri destituido de cor poltica,
c s movido por Interresscs de officio, por
se julgarem os marecneiros ebenistas que nes
se suburbio residem oiTcndidos pela concur-
rencia dos officiaes allomaos : depois de alguns
excessos e disturbios o a juntamente por s'
mesmo se dissipou sem que licasse abalada a
lra"quilidade publica.
Na Noruega vemos oceupar-se a sua
assemblea de modificar a constiluico forti-
ficando o poder real com a coucessso do veto
absoluto J esl velho, j pouco poder vi
ver o principe que rccommcndou assemblea
que se oceupasse desse objecto 5 assim pois
nao pode sua recommendas5o ser suspeita de
filha da mullican, do desejo de fortificar o po-
der conlra a liberdade ; antes lacile ver que
a prudencia e o amor da eslabelidade e or-
dem islo he, a felicidade de seus subditos ,
diclaro este passo.
Nada mais nos conslou da Furppa que te-'
nha importancia e teremos lechado o circu-
lo de nossas observacos sobre essa parte do
mundo, se mencionarmos a continuado da
insurreido quelavia a lauto lempo na Geor-
gia e lias regios risinhas do Caucaso cun-
ta o poder da Russia e a protero que
impWao ellas do goverite brilanico, Da q'.Hs-
lo do Oriente nada adiaulamos ; apenas pn-
re MUTILADO


'*
*
DIARIO DE PEI1NAMBUCO
-
tojeas, todasdeurcordo ncsle poni, com-
i-erm o Pacha doFgypto a entregar ao sul-
ao a esquadra I ti rea, "de que esl elle de pos-
se. I a rece igualmente que nao ser infruc-
tfera essa inlenenco para levar ao cabo
Notifica conciliacao entre os contendores.
Da America s tivemos noticias da conti-
nuado da guerra (poder-lhe hiami s hamar
civif) entre Rosase Fruto. Contiuuaudo an-
da a incerteza eni que devenios estar sobre 0
^ resultado dessas coiiteslaees sobre os pro-
?gressos de cada lium dos contendores por-
que as noticias .pie temes todas encontradas
humas Com as oulras, todas alteradas pelo es-
pirito de pa tido, pois sao dadas pelos peri-
dicos de Montevideo, nao podein merecer
inleira l ecarecemdc muito evamp pnra
serem admiltidas deixa remos que fados
mais positivos rao fallando : e tomando no-
ta de que j foi preciso fortificar a guarni-
rn da cidade de Montevideo com auxilios
Irancezes, laclo cuja importancia, revelado-
ra da fraqueza de tracto, nao pode por mo-
do algum ser deniimiida aguardaremos que
mais decisivas noticias nos veoho da inva-
sao de I.avalle, que por ora com sen exercilo
libertador cm Corrientes e Entre-Rios ,
nao tem gauho milita gloria nem encontra-
do para supcral-as muitas difficuldades, e
I pellas veremos odesfeiclio desse drama que
tanto se tem prolongado.
as duas semanas em que temos deixado de
oceupar a alteneo dos Icilores, noticia tive-
mos de todas as provincias do imperio onde a
ordem publica est perturbada; e, summa-
mente lizongciras produ/.irio ellas prefeito
milentamente nos cora cues patriotas, se por
outro lado as nao viessem entristecer no-
ticias de outra provincia
No Rio Grande, em (panto nao temos im-
portantes operacoes militares cu jos resultados
apregoemos temos para elogiar o zelo c os
desvelos com que tem o seu digno presidente
procurado por dique aos extravos infeliz^!
mente inevitaveis em guerra eivis dos d-
nheiros pblicos ; ordens com essefim se tem
multiplicado para diversas estates e no
meio dos emharacos financios com que nos
adiamos a bracos, nao be esse mereeimento o
que menos deve ser elogiado
Km Santa Calharina a energia e aclivida-
de do presidente tem reunido e. adestrado no
manejo das armas forca considei avel nao j
para da Laguna expcllir os rebeldes que a oc-
cupo oque ser- be-bia summamente f-
cil a vista dos gloriosos encontros que tem
tido com elles alguns corpos legalistas mas
pira descer ao Rio Grande e operar de com-
binarlo com o exercilo que nessa provincia
existe
zelo dessos em pregados o acert de su-
as providencias o patriotismo dos Rrasilei-
ros que ellas disperlo e animo fazem au-
gurar a breve pacifuaco do infelis Rio
Grande.
Do \ aranho scubemos que os anarquistas
continan a debandarem-se, aenfraqueccrem-
se, a enlregarem-sc ;s autoridades ; Caxias
estar em breve restisuida ordem e ao im-
perio e a provincia toda pacificada grcil
ao zelo e exloros dos presidentes das provin-
cias visinbas que com tanta actividade man-
gisladores habelitaro o governo "para oc-
correr necessidades publicas, annuncia
como j se esperava a prxima conrvucaclo
de huma sesso extraordinaria para trtar-se
do orcamento Nada mais occorreu que a qui
deva ser mencionado
(Jornal do Commercio de Domingo 3 do centro de suas operacoes ? Nao esperamos na-
corrente). t da das negocia oes diplomticas que nao forem
------------------- apoiadasem medidas enrgicas : no procedi-
ENCERRAUF.NTO D'ASSEMBLEA G. ment do general Jackson quando os Estados
Unidos reclamamava o pagamento de i! mi-
Si nao fora o annuncio da prxima convoca- IhSes de francos adiaremos o exemplo do
cao extraordinaria da assembla geral por modo porque devenios t'-alar com a F ranea ;
cerlo nao haveria peca mais insignificante e-e para taanquillisar osespiritos brasileiros ,
menos positiva do que a falla com que loi en- que creem dever o governo prr-se testa de
cerrada a terceira sesso da quarla legislatura qualquer movimento nacional quetenba por
da asscmblca gera!. fm desafi untar a naco pensramos que o
l'epois das explicaces dadas pelo ministro governo devia ser mais explcito deviadecla-
dos uegocios estrangeiros a respeilo de nossas rar-nns si com ell'eito pretende apoiar as nego-
relaces de amisade com o governo francez ciaces que ainda pendem com medidas le e-
depois do ultimtum do gabinete dasTulhei- nergia as nicas que podem fazer o governo
rias pasmoso que os ministros, como que francez mupar de proceder.
esqueeidosdo que liavia affirmado faca que Pelo lado dos negocios internos o discurso
o Regente em nome do Impciador communi- do encerramento insignificantissimo. Os
que us cmaras a permanencia d'essas relaces, grandes acontecimentos que tivera lugar de-
e se contente coro dizer que ainda nao foi des- pois de reunida a assembla geral : a tomada
oceupado onosso territorio no Oyapock. A de Laguna eLages pelas forcas rebeldes do Rio
guiarmo-nos pelos discursos de abertura e en- Grande os movimentos anarebicos do Mara-
cerramento da assembla geral diriamos que ubo o conflicto entre o presidente da Pro-
nem um passo se tem dado nesta questo ni- vincia do Ceara e a assembla provincial nao
tcressanle si nao pela importancia do terrilo- merecera que delles se fizesse ir.enco : as exporta o de gneros. Em segundo lugar ,
rio oceupado pela usurpaco.flagrante in- grandes questes que seagita de interpreti- \ teriamos a notar que exceptuando os objectos
justa e attentatoria da integridade do imperio cg0 do acto addicional, de reforma de cdigos, i He luxo para as senhoras nada mais encon-
commetlida pelo governo francez com abuzo da de medidas excepcionaes nem urna palavra tramos as mercadorias francezas que nao
lbr..a que tem e da amisade que diz cunsa- tivera no discurso de encerramento jproduzo tambem ontras naces ede melhor
grar-nos. ^ ^ De lia muito que nao damos importancia a qualidade porque quis tudo quanto francez
J de ba muito tempo sainamos o justo apre- esses actos officiaes i mas para que ninguem mais postico e frgil doquesolido
co que deviamos fazer dos protestos de amizade mas se illudisse si necessaria a formalida- | Ora n'esses meamos objectos proprios de toi-
do governo do reidos Francezes ;e parece que de de abrir fechar annuulmente a sesso le- letles de senboras, porque nao faremos m
a naco est sufficienlemente esclarecida para gislativa seria sufuriente que o Regente fosse pequeo sacrificio que pouco nos cusa dei-
nocahirem lacos armados com palavras as- ao |,1{,ar designado e dissessesimplesmenle xando de comparar francezes, e procuran-
cuca radas. Cerlo as relaces em que eslava- Est aberta ou est fechada a sesso e ficasse do com nossas proprins mos arranja-os ? Por
mos era maio deste anuo para com o gabinete 0 mas para os relatnos dos ministros ou para que nossas esposas e nossas filhas nao se esfor-
francez nao sao as mesmas de boje : at enlo as nter ellaces dos membros da assembla ear em fazer ellas inesmas seos vestidos,
Mr Mole lemporisava nao responda defin |peral.
tivamenle s nossas justissimas e brandas re-
clamaces ; a principio era a oceupico legiti-
unia guerra com todos os seos apndices de pelo com mullicado do Diario de quinta feira ,(
bloqueios, bombardeamentos ecapitulaces ? Nao i cumpre-iios dar pravas irrefragaveb,,
Nao vrnosos portosde Rueos Ayres bloque- de i\ae estigmatisamos o comporlamento dos
ados ; as forcas fi-ancezas intervindo nos neg- francezes, que hemos delles tirar digna e
cios de Vonte-Vido e prolegendo escndalo- justa vinganca. E aqui releva-nos explicar'
smenle Fructo Rivera-, para ah formar o como entendemos a vinganca, que devemos ,
e que infames nos tornaramos se a nao to-
massemos. Nao obrando vergonbosamente ,
como elles o faszem ; esm gderreal-os pelo
commercio destruir a mportaeo e venda de
seos gneros e mercadorias fazendo-os subs-
tituir em nossos mercadas por litros fabrica-
dos por naces que melbor nos sai bao tratar.
E nem te diga que ha impossibilidade em
conseguirmos este fin porisso que mercado-
ras francezas eiistem que equivalentes nao
lero essas utras naces. Primciramcntc
responderamos que tudo quanto a Franca
para o Rrazl importa compensado l por
dnheiro puro e nao por gneros de produeco
nossa n idmtindo elles as suas alfande-
gas por causa de suas colonias a entrada dos
objectos que exporta o Brazl ; e por conse-
gunte nao havendo entre as duas naces re-
ciprocidadede rtleresses quandOmesmo nao
hoMvesse a grande questo do Oyapock cum-
pria-nos nos nao comprarmos nem dar-
mos extraeco mercadorias francezas em
quanto a balanza nao pendesse igual para
ambos os lados tanto na importajo como na
mada pelo ministro francez com o especioso
pretexto de impedir que a anarqua se passasse
para o territorio francez como si nao podesse
estabelecer seo cordo sanitario-poltico em
suas Ierras e tivessem necessidade de entrar
(Do Diario do Rio de J.)
ANDA O FRANCEZES.
comprando as sedas e as cacas superiores fa-
bricadas por oulras naces ? Accaso terocm
ellas apparecer-nos menos bellas ? Nao, nem
possivel queem tal conjunctura se nao uno
ellas nos, para de mos dadas nao comprar-
mos fazendas nem urna franceza embora nos
r i versos artigos tendo ap parecido nos perio- falte este ou aquelle pequeo objeclo que
dicos da corte acerca da oceupaco do Ovapo- podemos dispensar at que por nos mesmos o
armados por urna provincia do imperio, alii rk e de Monte-Video pelos francezes, Julga- fabriquemos
construir fortificaces estacionar navios deJnlo dG nosso d-ver nao guardar por mais tem- Ntense que em taes circunslancias nao
guerra! po o silencio quando interesses to graves se smenle o Brasil quem assim se vngue e
Entrelanto em quanto assm baseavao m- debatem quando se ventila a importante assim obre. Todas as as oes americanas de-
nisterio do conde Mole a usurpaco violenta qUeslo da nacionalidade offendida Nossa vem collgar-se para nao dar extraeco mer-
de nosso territorio no temor de que a anarqua intcncao nao azedar mais semelhanle objecto; cadoria nem urna franceza visto que esla na-
do Para se passasse para as possessoes francezas sim collocal-o no seo devido logar encaral-o ^o nos tem e nos la sempre injuriado e in-
limitropbes as tropas francezas no Oyapock debaixo do ponto de vista que convenha aos sultado. Mostremos-lhe que nos tambem
segundo afirma, acolhiao e abrigava os re- interesses do paiz sua dignidade e asua prestamos para alguma coisa.
beldes paraenses/ E'coincidencia nolavel ],onra ( >e]a por conseguinte nossa dvisonio
quando os peridicos inglezes pedia conlas ao Pevemos antes de tudo confessar queso- contra as mercadorias francezas !! Guerra a
gabinete Si. lames de seo procedimento nesta bremodo nos affli;e o terrivtl espclaculo o commercio francez na america Vergo-
questoem que a honra do governo inglez es- Lue ora ^ reprsenla no I io de Janeiro, e nha iobre todo aquelle Brasileiro insensato e
lava empenhadador artigos expressosde trata- ^^ eci,0 jeve necessariamente repercutir em sem peio que comprar francezes !
dos a quem do estrello responda os |>eriod-
cos francezes : Porque vos agastaes com a oc-
eupaco do Oyapock nao lomou a Inglater-
ra posse das ilhas de Falckland ? Isto dira o
Siecle peridico da opposico e por aqui se
pejo que compra
Nada de violencia contra os homens
dro forcas regulares q' posessem cobro s de-
vaslacesquc o seguir nessa provincia a de-
sastrosa carreira de calamidades que aniqui-
laro o Para
Infelismcntc no Cear ainda continua o
conflicto que ha dous anuos dura eulre
o presidente e a assembla provincial, loman-
do aquelle por fim o expediente legal de
uddiar por algum lempo assesses desta. So-
bre esse accontecimeulo tem sido sufficienle-
menle demorada a alten o publica e por-
isso aLslemo-nos agora de mais oceupar-nos
tmele. Cartas particulares, artigos com-
municados que temos publicado, cscriplos
por (essoas que lem nleno conheciniclo da
provincia, aHfianco como vi rao os Icilores ,
que os partidos que ali reino nio podero
perturbar a ordem e a mea ar a intCjrdade do
imperio ou ainda obri;al-o a novos sacri-
ficios-: se ponai nao be em atteneo aos ma-
les que ameaca, ao menos em. attencao aos
bens que eslorva nao podemos deixar de
lastimar esse espirito de cegueira que impelle
e domina buma parte dessa provincia.
Em Goyaz a f.osse do novo presidente o
Snr. 1). Jos effectuou-se com grande salis-
faco e regocijo publico nada pareen amca-
car a ordem publica, tendo desaparecido com-
pletamente os receiosque havia ou contndo-
se para de todo desvanecel-os com a confian-
ca i|ue inspira o actual presidente.
Foi, cuifim encerrada a longa sesso le-
gislativa } o discurso do Exm. regente que
no numero desabbado publicamos, agrat e-
ceudo o zelo pelo bompublico, com que os e-
pode fazer ideia da kiriella de louvores e ra-
sescom que os peridicos minisleriaes apuia-
ria o procedimento do governo usurpador ,
que sufre quantos ultrajes commetle quantas
abjee oes se podem imaginar para sustentar -
por medo ou por poltica a paz na Europa ;
para ostenlar-se conquistador e usurpador no
Meio dia, e sul da America Ah Deus
permita que o governo de Luiz Felipe ceda de
seus caprichos ; vemos o horisonte americano
muito carregado : o espirito nacional vai acor-
dando d lelhargo em que o sepultara os
desvarios dos governos para protestar sua in-
diguaco seo anhelo de vinganca contra os
queoffendema honra nacional !
..M.
MMMwta ,.,. Pa
leaaa no rara ; novas re-
clamaces se enderessara ao gabinete francez ;
o conde Mole que lia na historia de sua naco
que haviamos sofrido oulras affronlas sem vin-
garmo-nos lergiveisou, duvidou du letra dos
Iractados al que veio o general >out, que
ganbou a baUlha de Tolosa e em tudo v
batalhas de Tolosa como se exprimem os pe-
ridicos de Franca e pubhcou o ultimtum
- Nao evacuaremos o territorio em quanto nao
nes medirmos I Econserva-se boje inallc-
raveis as nossas relaces para rom a I ran a ?
Ser por ventura essa exprcsso cxplicavd
per existirem ainda pendentes negocia; oes di-
plomticas? mas qual ser o resultado dellas
quando o governo francez j publicou o seu
ultimtum do double poste '( Ceder agora de
sua pretencesquaiido a lodos plente o pirilo guerreador que a Franca tem desenvoJ_
vido na America ? Nao sabemos tedos quc a
perda dos pastis d'um pasleleiro deo logara
i|o ecno ueve necessanameme reper
todas as provincias do imperio, desde as mar- Nada de violencia contra os homens nem
gens do Prata at o Amazonas, e nao s no um acloque' razo po3sa reprovar ; enlre-
l'rasil seno tambem em todas essas naces tanto Uniae mais Unio para nada se com-
americanas que insultadas tem sido pelos prar que cheire a francez! !
fracezes e to atrozmente insultadas quanto Nossas espozas e filhas que faco esle sacri-
a Fran a parece querer abusando de sua su- ficio ao seo paiz por amor de seos espozos n
perioridade material vingar sobre ellas ver- paes Tudo dellas esperamos, e tudo
joubas queseo pusilnime e indigno gorer- n'ellas confiamos: sao brasileiras, saber
no tem recebido das potencias do Norte da Eu- tambem senlir a injuria, que se nos faz !
ropa e dos t slados Unidos da America Sep-
tentrional. Esla reaeco contra os francezes
compre nos confessar magoa-nos demasiado
para que nao seja nossa intenco esforcar-nos
em accalmar os nimos justamente irritados
de nossos compatriotas
I ara que ambiciona a Franca naco rica
e podero/a um mesquinbo canto de trra ,
um deserto quasi que iuhabitavel intitulado
o Oyapock ? I ara que injustamente se apode-
rou d elle obrando contra todos e os mais
obvios principios do direilo das gentes ? No
principio motivou a posse em preservar seos
lenos do contagio revolucionario qne-la-
vrava no Para ; depois de pacificada esSa pro-
vincia veio dizcudo por bocea de seo mi-
nistro n'esta corle que a posse se continuavn
para a demarcado dos limites entre a Franca
e o Brasil. Quem nao v n esses meios de
defesa urna miseravel e indigna chicana para
desculpar seo aclo e talves augmenlal-o ,
assenhoreando-se de mais terreno >
Ora como nos nao temos for as para com-
baler essa orgulhosa na io porisso que di-
vididos neja guerra civil que la*ra em diversos
pontos do imperio somos de mais a mais ain-
da po-o nascente que nos resta fazer ?-So-
remos pacientes e resignados injurias to atro-
i-es ? I eijarmos ainda as frreas cadeias com
que se nos prende ? Adorar aquelles que nos
combatem e nos insullo t Sermos enr. fim co-
mo os lieneczesde i8i5 trazidos a exemplo
* *
(dem )
Transportes das mallas Europeas para o Bra-
zil, Monte-video e Buenos-A yres.
Acbando-se na sala do Commercio urna pe-
lico aos lords do thezouro, a qual recebe nu-
merozas assignaturas i>ara o seguinte fim :
Tendo j approvado os lords do thezouro ,
econseutindo o director geral dos correios que
as mallas para n I ras e Buenos-Ayres" sejo
transportadas por meio de barcas d vapor de
grande forca (e nao menores deoilo toneldas)
suscilou-se a queslo se estes vapores deveri-
o entregar as mallas de Pernambuco para
d'ai serem transmitidas ao Rio de Janeiro
pela linba de paquetes de vapor da compa-
nhia brasileira ha poucoestabelecida na cos-
ta do brasil e do hiode 'aueiro para Mon-
te-video e Buenos-Ayres por outra linba de
paquetes debaixo de outra bandeira ou se
como originalmente foi projectado por vapo-
res de grande dimenso deste paiz para levar
asmallas por toda a distancia al uenos-Ay-
ics lazeudo somenle escala nos porlos in-
termedios de Pernanibueo Baliiar, bo de-
Janeiro e Monte-video O thezouro espera
a expresso da opinio dos negociantes e ma--
nulaclureirus que sao principalirenle nteres '
sados n'esta linba, e nao poda haver duvida
que esta opinio ser cm favor da ultima ,


DIARIO
D R
P E R N A M B V C O
i
I
*
"1
)(
;
represen lacao a
pelas rases dadas na dita
saber : para evitar a demora das mallas e dos
passageiros inevitavel na troca de barcos e
o risco que em lempo de guerra correrio as
mallas em barcos de lote e forca menor de-
baxo de bandeiras estrangeiras.
A representacio explica que independente-
mente doencommodo da demora aos quaes
serio expostos, as mallas e passageiros tro-
cando duas vezes de vapores, tanto na ida co-
mo na volta elles correrio o risco de nao po-
der continuar a vjagem no casa de alguma de-
sntellgencia que em algum lempo possaacon-
tecer entre os governos do Brasil Monte-vi-
deo e I uenos-Ajres ou entre alguns d'es-
tes paizes e os governos da Fnnca, dos Estados
Unidos, ou outro qualquer paiz; peloq" o com-
mercio britnico sofrena grande damno. A
representacao continua. Na convicco que
nada menos do que urna linda de vapores de
grande dimensio e forca poder satisfaser um
objecto tac dse jado como a com.ti un cacao
constante regular e repentina entre o Rei-
no Unido e Monte-video Buenos-A yres e o
Brazil como a que foi proposta a V V. Excs
pelo Snr Guilberme Morgan ; vossos peticio-
narios instilo que scjaes servido de toroal-a
na vossa mais seria consideraco e adoptan-
do a linda directa at Buenos -Ayres com es-
calas nos portos intermedios de Pernambuco,
Bahia Rio de Janeiro e Monte-video pro-
porcionar a correspondencia do commercio e
ao viajante commercial toda aquella segu anca
e presteza que vapores ingle/es e a bandei-
ra ingle/a pode dar Mancbester Guardian.
[ Do Diario do Rio de Janeiro. ]

NOTICIAS SCIENTIFICAS.
A COSMOCONIA OE MOISF.'s.
S o titulo desla obra de lilteratura religio-
sa que acaba de sair luz em Pariz, sufici-
ente para indicar quanto ella pode ter de cu-
rioso : pelo que diz respeijo ao merecimcnto,
o nome de Marccl de Serres seu autor diz
mais do que outro qualquer elogio.
O fim do professor de Montpellier consiste
em comparar a historia da creaco tal como
Moiss a descreve com os Tactos geolgicos ,
revelados pela sciencia at onde a observa-
cao das cunadas terrestres nos lem permillido
chegar Nunca a incredulidade levou to mor-
tal golpe como o que resulta desta compara-
cao. Por toda a parte a narrado do escriptor
sagrado se acha em (al harmona com os Tactos
fsicos que quando se reflecte na ignorancia ,
que necessariamente devia ter de semelhantes
materias nao possivel d< ixar de o sup'por
inspirado. Quein se nao o autor da nalureza
poda rasgar-Ide as entranbas da trra para
que as visse e descrevesse ?
Urna s vez parece haver conlradicco entie
o historiador e os Tactos : quando Moiss diz
que as agoas do diluvio subira a cimadas mais
altas montanhas ; poique adsolutamente im-
possivel (|ue todas as montanhas da Ierra pos-
sa estar simultneamente debaixo d'agoa*
Mas esta conlradicco a p na rente desapparece
com minia Tacilidade depois de alguns momen-
tos de reparo. Como no lempo de Moiss so-
mente urna pequea porcio da trra era co-
nbecida e habitada evidente que o legisla-
dor judeo nao podia Tallar scnio das monta-
nhas condecidas na poca em que escrevia : e
por tanto meditando- um punco sobre o texto
sagrado v-fe sem difliculdade que o que
Moiss quiz dizer foi que todos os lugares co-
nhecidos, anda os mais elevados, ficaria
submergidos a ponto de ter lugar a destruido
da especie humana que era o Tacto capital
que se tractava de estabelecer
Urna particularidade que merece muito ser
apontada e que mostra sem duvida muila soga-
cidade uo piedoso escriptor Trancez a obser-
vacao cheia de interesse de que a theoria no-
vissima da luz coincide perfeitamenle. com as
alavras do Gnesis, A theoria da emissa i da
uz lem hoje perdido todo o crdito que tinha
J ninguem acredita que a luz seja um corpo
parliculai ; e sobre ludo desde as observaces
ile Fresnel, Yung e Arago hoje mais que
provavel que 5 semelhanca do som os phe-r
nomenos luminosos sao produ/.idos por vibra-
cues ou undulaces do elher excitadas por
urna causa qualquer. Nao este o lugar de
que por utn motivo anlogo do orgem a todos
os fenmenos luminosos.
Como quer que seja altamente digno de
reparo que dizendo a scriptura de todas as
ou Iras coisas que Deus as creou nao empre-
guea respeito da luz a mesma expressao co-
mo sem duvida teria Teito se a luz Tosse um
icorpo com existencia propria como os outros
A expressao da scriptura a seguinte ; Haja
luz ; e bou ve luz ; porque a palavra lati-
na fat nao corresponde to exactamente ao
texto grego e ainda menos ao hebraico co-
mo devera ser. N'esta parte muito mais ex-
acta ou talvez a nica exacta a versoalle-
m : Dass Licht werde ; und Licht ward ;
porem nem todas as lingoas tem os recursos do
allemo.
Por aqu se v queaquillo com que os sa-
bios do seculo desenve tanto se tem caneado ,
poderia ter fcilmente sallado aos olhos se
duas ou tres palavras do texto sagrado livessem
s do lidas com atiendo : tanto verdade co-
mo dizia o profeta re q' -inilium sapientia; cst
timor domini.
Nao preciso levar mais longe esta noticia
para fazer ver que o obra de Marcel de Serres
deve ter lugar obrigado em todas as bibliote-
cas publicas.
(Diario do Rio de J.)
Noticias Estrangeiras
f,o6,oo m exchequer bilis para o ser vico preta que saiba cot n liar odiarlo de urna ra-j
INGLATERRA.
F.NCF.lUUMENTO da sessvo do parlamento
em a"] DE agosto.
Discurso do presidente da Cmara dos
Communs.
Graciosissima Soberana !
de i83,
Discurso da Rainha.
Mylords c Sendores!
Sendo che-gado o termo do encerramenlo de
vossos trabalhos parlamentares, tenho de cum-
prir o satisTatorio dever de desencarreg r-vos
de vossa longa e laboriosa larefa. a
Felicito-me de que hum definitivo tratado
entre a Hollanda e a Blgica negociado pela
mediado das cinco potencias pozeise fim ;s
divergencias entre aquellas duas nacoes e re-
salvasse a paz da Europa dos perigos a que por
tanto lempo se achara exposta A mesma con-
cordia que presidiu ao desenlace desla intrin-
cada questio prevaleceu igualmente nos nego-
cios do Oriente. As cinco potencias eslo de-
terminadas a manter a independencia c inte-
gridade do imperio otlomano e asseguro-vos
que esla unio dar urna salisfatoria soluco a
negocios que sao da mais transcendente impor-
tancia para loda a Europa.
Causa-me vivissimo e sincero praser o ler
podido contribuir para a reconciliado entre o
Mxico e a Franca. Esmerando-me em ga-
rantir a meus subditos os beneficios da paz ,
enchcme de jubilo sempre que se me o fie rece
a opportunidade de remover os motivos de de-
sintellingencia entre as outras potencias.
Conclu, ha pouco com el rei de Franca,
huma con vendo destinada a terminar asdis-
senses que nestes ltimos annos se tinha sus-
citado entre os pescadores francezes e inglezes
Esta convenci que remove as causas de re-
ciprocas recriminacoes tende acimentara
unio entre os dous paizes o qne he \ anta jo-
so nao s a ambos como favoravel aos nte-
resses geraes da Europa.
Continuare! a dirigir com perseveraba as
negocaces em que me acho empenhada pa-
ra convencer todas as potencias da christanda-
de da necessidade de se unirem em huma liga
ger*l (jue tenha por fim a intera extinecio do
Vossos fiis communs daGram-Pretanha e comercio de escravos; e posso assegurar-vos
Irlanda espera de V. M. o ullimo bil para que com proteo o da Providencia os meus
supprir as rendas do presente anuo. Durante exforcos em to justa causa ho desercoroa-
esta prolongada e laboriosa sesso varias e dos de feliz xito.
importantes medidas oceupra nossa altencao ; Lastimo que as desntelligencias que pravo-
mas enlre ellas nenhumas to importantes To- carao a retirada do ministro da corte de Te-
rao como as que dizem respeito a prevencio e heran nao tenha ainda sido saltatoriamente
punido do crime por interessarem de mais accomodadas pelo governo da Persia.
perto o bem geral. A fim de cumprir os empenhos annunciados
Prestamos a mais rigorosa consideraco a na abertura da presente sesso o governador, q uios de benvola
todos os melhoramentos que nos Torao ugg- geral da Jndia fez que um exeroito atravessasse correncia o que muito o deixa penhorado, of-
r idos pela experiencia e medita gao no que diz o Indo, e muila salisTago lenhoem poder n-irerendo-sc na capital do Maranbfo par
za de domeiii solleiro com preferencia a al-/
Rm vscraVO que tambem saiba enearregar-
se do mesmo arranjo : na ra Direila caza D;J
trinia e tres aonde lem padaria.
tsrOS LlQUTDATAROS da Casa dd
fallecido Snr. Antonio Marques da Costa So-|
ares, fazem publico que no dia 6 de Dezem-I
bro prximo Induro vio proceder ; veudalL
de todos o escrios, gado vacum, cavallar ,J
e mais ulencilos sobreaccllentes em lotes oul
em separado, pertencentes aos Engenhos Tra-f
piche, eAgoaFria^ em Serinhabem, cuja
venda ser elecluada a dinheiro naquellc*]
mesmos Engenhos aonde se contratara tam-
bem es cascos dos dtoi com
moenda e safra assim como propne-
dade do Gamella, a prazo, ou a dinheiro co-.
moconvier.
*sy Perante o Jiyz do Cive da tercer
vara se ho de arrematar duas casas tenis, j
em chaos propros e sitas na ra da Gloriai
da Boa vista numero 5, e 6 no dia a3 do 1
corrente.
sy Trecisa-se de quatro rentos a qu
nhentos mil reis, apremio de dous porctnlof
ao mez daudo-se firmas : quem os tiver an-1
nuncie.
t^Precisa-se de um homein que saiba]
bem refinar assucar ; quem se adiar neslasj
circunslaiiciasdirija-se a ra da Santa Cruz
da Boa-vista n ai?.
tsr Arrenda-sehum armazem no | orto das
canoas : quem o pertender dirija-seao mesmo
lugar tanque deAgoa, para tracta'r deseu a-
juste.
tS" Na ra da Cruz numero 6o precisa-1
se de um cosinheiro, ou cosinheira para casa]
de homein solleiro.
tsy-0 Empresario autor do annuncio do.
Diario de hontem pede q' se leia em lugar de j
Marroquim, Joaquim Mauricio da Roza, dis-
cipolodoSnr. Bisfolt.
tzr Qem tiver equizer alngar urna ca-
za terrea, e mesmo um andar de sobrado, para
pouca familia nao excedendo o seu alugel
mensa! deoito mil reis, ( avista do ajuste se
fitr mais alguma conveniencia)} annuncie pa-
ra ser procurado.
tSS" Wiliam James Ryan, Mgico America-
no, desped-se siudoso do respeitavel publi-
co desta cidade a qem agradece
alinelo,
os
e
obze-
cou-
u o
respeito aos Iribunaes metropolitanos de poli- formar-vos que a sua marcha nao tem at a- que for prestavel
ca. Ampliando edefinindo com exactdos os qu i encontrado opposico e que ras5es bal N. B Wf. Ryan por se adiar doente nao
direitosdesses Iribunaes augmentamos ase- para esperar que os importantes fins a que se pode dar o espectculo annUnciado paraO-
guran a da propriedade individual sem in- dirigem estas operaces militares serlo obti- linda.
iringirnem de leve as liberdades do cidado. dos til" Quem precisar de hum honiem para
A economiae disciplina de nossas prises Vi com grande satisfaco o desvello que vos ensinar primeiras letras, nesla praca ou fora
tanto na Inglaterra como na Escocia Ionio lem merecido o estado interior do paiz Inlei-
objecto de nossas mais anciosas deliberaces ramente concordo as medidas que organisas-
e emprehendemos de hum Indo tornar compa- les para preservar a ordem reprimir o crime,
rativamenle mais effectiva a nriso considera- e melhorar a administraco da ju'stica ; dei
dclla, annuiicie
XST No Rio de Janeiro, na rn do Rosario
n. 5 exisle um deposito de chocolate onde
se acha um grande sortimento de todasns qua-
'idades como amargo para opeito (cbamadu
da como castigo e |ior outro lado dar a devi- huma cordial sanelo aos bilis que me a pre-
da atte lo sorte dos presos sob o ponto de sentastes tendentes a tornar mais elficiente a na Europa San t) superfino, uzual amar-
vista de seu meldoramento e reforma moral Torca policial naquelles dislriclos que o exigem go de musgo, paslildas finas tanto a '
Tcndo occorrido disturbios em alguns pon- particularmente, e a dilatar e vigorar o po- bras'como ?m porcVs.
i-
Ocdocolatede musgo he procurado por lo-
da a europa, c pelos primeiros mdicos da
tos do paiz acompanhados de incendios e des- der civil no paiz.
truicio de propriedade vimenos no imperi- Senhores da casa dos communs Agradece t
oso dever de adoptar medidas legislativas que vos o zello e sol ici lude com que votasles os corte do Imperio do Brasil, (aonde sen aotoi
prevenissem a repetidlo de semelhantes alten- fundos para oservico deste anno. o tem inlroduzdo por mais de -o annos ) tem
lados; conseguintemente providenciamos so- Foi com a maior satisfaco que dei meu ron- a virtude de dar tom ao estomago, tira o fas-
hre os meios de augmentar as Torcas militares sentimento redcelo das taxas dos correios. to conserva as genjjivas, c o bom alito
de V. M. e corroboramos ao mesmo tempo a Affirmo-vos que o arto que passou a este res-
aulordade civil habilitando os magistrados a peitodar auxilio e alent ro commercio, e
orgnnisar urna Torca paga em quanto o esta- que facilitando as correspondencias ser
do dos condados ou dos dislriclos assim o ex- huma larga fonte de vantagens sociaes e de
igir. progressos. Dei ordens para que se tomassem
Temos a satisfaco de annunciar a V. M. as preliminares medidas rrecessarias exeruclo
o bom al
malta as lombrigas a experiencia mostrou o
sen bom e"eito as criaucas, e as pessaas de
maior idade ; tambem he applicado aos ti/icos
nesla corle e na labia tem tido a approva-
usa qua
envolv.
diodas pessoas que delle tem felo uzo, e par
que nio haja Talsiicacao. leva a rubrica do
que ainda que as circunstancias do paiz nao das interices do parlamento com a brevida- seo anlor Iguncio tionsalves de Castro as
permiltissem redcelo alguma material nas de que permit issem as indagacoes e arranjos pessoas que naoquiscrem tomar embebida,
despozas publicas podemos todava alliar o que hum tal objecto reqiier.
peso dos routribuintes fazendo urna importante As vantajosas condi oes com que huma con-
reducqo no ramo das rendas nrovenontes dos sideravel porcao da divida fluctunnte Toi con-
correios e pensamos que essa redcelo nio s vertida em fundos pblicos ofierecem huma
animar a empreza e multiplicar os recur- satisfatoria prova da confianea que se deposita
sos do paiz senlo que conferir vantagens so- no crdito e recursos do paiz assim cmoda
ciaes s classes pobres dos vossos subditos determina lo emqueestaes de conservar n-
Empenhamo-nos desvelladnmenle em dar violavel a f nacional
cumprimelo aos desejos enunciados |>or V. M. | N'ylords e Senhojes !
sobre a abolilo do trafico dos escra< os prole- He com grande dor que me vejo obrigada a
gendo com meios legaes os ofni ines que ohra tornar mais severas as leis contra aquellos que
sob as ordens de V >'. para a suppressio dos- j nio oceulta o seu designio de resistir pela
se infame trafico ; e aidenlmenlo desejamo forca s autoridades legaes ede subverler as
que V. M. esteja destinado, com o auxilio institu esdonaiz. En inteirameute confio
com o auxilio institu, oes do paiz. En inteirameute con
da Providencia Divina completar o grande e descaneo no bom senso do meu povo e em
dar desenvolvimento a urna idia que certa- designio que com o mais puro espirito de l>e- seu afierro constituidlo para a manulencio
menle maior parte dos que me lerem deve j nevolcncia concebera o predecessor de V. M das leis eda ordem nue sao iiecessnrias pro-
parecer paradoxal ; porem todos aquelles que e que o xito final deste acto de jusli a de hum loclo, lano dos pobres como das classes mais
.eflectirem que um corpo electrizado prouuz
luz sem oulra raso senao jiorque poem em
movimenlo o fluido elctrico que at ah se
chava em equilibrio bem podem admilli
que o sol e as estrellas sejao outros tantos cor-
itos opacos mas en^rmemetc eleclrizados ,
grandee perdurante brill.anlismo ao reino de ricas do paiz.
O. M.
Agora s restan para ser-vosapvesentados os
dous ltimos bilis da sesso : hum para dar
applieioa huma somma dos fundos consolida-
dos; e outro que autorisi a emissao de L.
(Jornal do Comm.)
Avisos Diversos.
tsW Precisa-se de tima powoa parda ou
oslo excelente chocolate o adiarlo feito i
paslilha, para mastigar em jejom cnos in-
tervalos da comida Jnnto ao mesmo choco-
late va i huina recpta que explica a maneira
como se deve tomarufbTme ai idades-, e nes-
la praca na ra da Cadeia n i, aonde tam-
bem se vende oexellente chocolate Mrquez a
i ,4'jo reis
cy- Quem precisar de dusentos e ciuroen-
ta mil reis a premio de dous por cento dan-
do os competentes lucros lodos os meses, sobre
pin boros deouro ou prala dirija-se a ra
Vclha casa nova com venda, que se dir quem
osd.
tsy Arrenda-se o sitio dos hprdeirosdo fi-
nado nnoel Izidro de Miranda no lugar
denominado Luca com grande caza de vi-
venda olaria algumas arvores de fruclo e i
grande lerreno : a fallar com a viuva do dito
na rna da l'r.iia caza de Jos Igino de VJi- .
randa
Vf Quem procizar de hum Porluguez de <
nteia idade para (aixeirode qualquer arru-
ma^io: annuncie.
MUTILADO


DIARIO DE PERNAHBCCO
13
Do! i-a
UT Prclsa-se 3e nina |>reta ou parda ,
ira ou escrava para o scrvi ode urna ca-
de pcquena familia ; na ra do sol D. a.
tur Arrcnda-se um sitio na encruzilhada
e bclera eom borr. pasto para vacas ; qucm
prctendei dirija-se a ruado Queiraado De-
knu 7.
Slw a Barca Ingleza Mary Charlotte We-
r arribada a este porto com agoa alerta ,
eiisa de Iundos para as despegas e con-
gos nciessdiiospara seguir su a viagem para
Main idas ; qucm quiser adiantar os ditos
lindos com seguranca sobre o casco frele ,
carga da mesraa Barca dirija-se ao Consi-
nalario Joao Stewart, na 1 na da Cruz n. 55
5sy Perdco-se urna ordem da quanlia de
(ono sacada pelo Sr. Vicente Jernimo de
arvalbo Jnior do Engenbo duas barras,
(fita pelo Sr. "Reverendo Thom da Silva
uimares para papar no dia 7 de Dezem-
ro fucturo a favor de Antonio da-Silva Mar-
ues Jnior a pessoa que acbou entregara na
ua do Collegio vcuda D. t que ser recoin-
jcusado.
liy Traspassi-se a bypolbeca de urna boa
murada de casa na ra da Roda por a quan-
lia de too 000, vencendoc juro de dois por
cent o ao mez e com oito mezes de juros ven-
ridos a hvpolheca foi por um anuo que
Cebade vencer cm Margo de i84o ; acondico
foi para receber os juros a <|uarteis porem o
Jiynolbecario deixou de procurar o rocebimen-
fto dos mesmos para os receber com o princi-
5tal no seu devino lempo ; a tratar na ra de
lorias D. 14*
ur Precisarse arrendar um sitio que te
nba sol'rivcl casa de vivenda soGcieule ter-
reno para plantar capim ou planta ja eita
para sustentar annualmenle 4 a t cvanos e
pasto nra 4 a t vacas de leite ; 110 priuieiro
sitio ao entrar para o Cordeiro ou annurie.
t^ A-mesa actual que reje a Irmanla-
dc do Glorioso S Benedicto erecta na Igrejade
^ S do Rozano da Boa vista leudo de fes-
tejar o seu padroeiro com explendor e bri-
llianlismo no dia 24 do corren le e por o
mesmo Sanio em Piocisso como SS. Sa-
cramento a vista dos fiis pelas 3 horas la
larde roga ao Sr. Fiscal do mesmo Bairro ,
que para melbor brilhaiilismo do acto se di-
.ne mandar limpar as ras que lem de passar
i Piueisso que sao as seguidlos ra da
ConceJg atierro, por detraz da Matriz ,
ra da Gloria 4 cantos, cotovollo raonde-
;o liempe ra do sebo vclba aiago ,
>, a do rozario ; a sim como a 11 mandado pede
u os moradores das mencionadas ras quei-
ro ornar suas portas c varandas com colxas ,
iara melbor ornato por cuja graca o mesmo
Sanio Ibes dura a devida recompensa.
\3- Precisa-se arrendar urna olaria que
tenha barro dentro, e favoravel embarque ;
no primeiro sitio na entrada do Cordeiro, ou
annuiicie.
T Aluga-sc cm fora de portas um sobra-
do de dois andares e soto com leiraco para o
bulo da rear 5 a tratar na ra nova D. ua ,
no segundo andar.
tjj" Aluga-se um grande armazcm no at-
ierro dos allogados |K>r baixo do sobrado de a
andares delronte do viveiro do Sr. Muniz ;
a tratar na ra nova I). 12 no segundo andar.
lsr Um moco porluguez ucbando-se a
tres mezes com urna chaga em urna jierna da
iiual nao tcm jiodido curar-se por nao ler
iludido sujeitar-sca cima, e querendo agora
niai-sc radicalmente da dita chaga annun-
i'ia pata <|ue a pessoa p quera couvier toma-lo
por pcncioiiisla cm Ma casa para s (azor a
ditl cura queira aniiuuciar.
vy- Mr Kssel relogeiro fiancez no at-
ierro da I oa vista, compra 1 elogios de algibei
1.1 eiu segunda mo e \ende eneonta (ambem
alian,anclo-se a os compradores.
\r Julio Elienne pintor francez tem a
boma du iulorinar ao publica que elle se
i iCaiTCg C ltt a ijj;'r,i pinturas tCS
1 orno barias de salas marmore e madeiras
fingidas caracteres alphabelicos |>ara lojas ,
Hssun como se obliga a por vid ros cm vidrassas
soja de qualqucr la man lio c fui ma que forem ;
? lem cm sua casa um sorliineulo completo de
barras, frisuras domadas para ornamento de
Jgrejas e de salas e ou I ras que serven para
pancis 1 egravuras, elambemd I cocos de
deseubu e ein-arrega-se igualmente de re-
tratar as pessoas que dcsejaiem responsabe-
lisando-st' pela fedilidade dos relalos pie fi-
zer j o 1111 sino precisa de doisolficiaes e dois
ipiendi/cs ; na piuca da Boa vista l). i5.
Sur Quem jicrdeo urna cabra bicho diri-
1,1-ac H c trada de Joo de Tarros quina do
le:do /.emba, que daudo os stguaes lhe
s.'i tul regu
l^j- J'i erija-se a lugar urna iad,ciriiiha ou
palanqun! para una stubuij sabir duas ou
ill'S U'ZCsivt dCfBSIM t senil n. dlc Janciio
do prximo anno e prefere-se que tenha to
bem o dono da cadeinnfia negros para cafre-
gar j cjuem tiver annuncie.
^ Rojja-s-e ao Sr. Hcnriqoe de Azevedo
Mello queira annuncinr poT'esla folba a sua
morada para se lhe fallar a negocio de inte-
resse ou pessoa a qiiem suas vezes fizer.
X2T Aluga-se pelos i mezes da prxima
fcsla por mui coramodo preco um segundo
andar de um sobrado cm urna das memores
ras com commodos suficientes para urna fa-
milia que nao seja grande com excellenle
vista e mui fresca ; quem pretender annun-
cie.
ig- Quem annuncion querer dar obras a
rasera um escravo sapateiro ficandoseo Sr.
por ellos respondavel, dirija-sc a ra do A-
ragao D. 4o.
t-rO Sr que se queixa do rap de Meuron
& Companliia, fique advertido que se lhe
nao agrada a pitada que desde o seu principio
nao tem sido alterada dcixe de a lomar to-
me oulra que melbor salislaca o seu dese-
jo ; pois quando fosse possivel sahsfazer o
goslo de um militares se queixaria; pois o
que se lem fabricado al boje tem sido aprecia-
do emqualquer parte do mundo que disso
sabe a fundo Um vendedor de rap.
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Avisos Maritirnos.
PARA ILHA DE S. MIGUct com escala
por qualquer das outras libas dos A ores o
Brigue Porluguez Valeroso, Capilao Joaquim
Tosde Oliveira segu viagem com brevi-
dade : qucm quiser carregar ou bir de pis-
sa"em dirija-se a Jos Antonio Gomes J-
nior, ruada Cruz D. i2 ou ao Capillo e
o mesmo vende a pequea por ao de lastro
depedra que ronduz o dito Brigue.
PARA LISBOA segu com a maior bre-
vidade o Brigue Porluguez S. Domingos por
ter a maior parte da carga prompla i quem
quiser carregar ou ir de passagem para o
que tem excellentes commodos dirija-se ao
Capito na nraca do Comm' icio ou a Her-
culano Mana Bessone
PARA A II HA DES. MIGUEL, segu
mprclerivelmente al vode Dezembro prxi-
mo o bem conbecido'Patacho Porluguez Pa-
quete da Terceira de primeira marcha for-
rado e pregado de cobre em carreirado pa-
ra este porto, e do annunciado. tem excellentes
cmodos para passageiros e ainda pode rece-
ber o completo de seu carregamenlo ; traa-
se com Antonio Francisco Sanios Braga ra
da moeda n. 1 \i-
PARA O HAVRE o Brigue Francez Ar-
morique Capillo Rcnouf recebe carga e
passageiros e pretende sabir a 20 de Dezem-
bro prximo ; trata-se com o consignatario
L. A. Dubourcq ra do Vigario n. t.
PARA O RIO DE JANEIRO e^ue im-
preterivelmenle nodi i5 docorrenle a Suma-
ca Nac. S. Domingos ja nao recel e caiga e
sim passageiros para o que lem excellentes
commodos ; qucm quiser ir de passagem, di-
ri|8-se ao Capilao a bordo Manoel Ignacio
da Terra 011 o Gaudino Agoslinbo de Bar-
ros na pracinha do Corpo Saulo U. 67.
Le i la o
tsr Que fazem Jones Edwards, por i,.nler-
vengo do v orrelor Oveira de um inteiro
sorliincnto de azendas Inglezas todas de lei
e mui vei.daveis terca leira v.tdo correte ,
as 1 o horas da inanh cm poni no seu ar-
mazem da ra do Trapiche novo
C o ai (i r 1 s
V3T Urna venda que seja boa e bem afre-
guesada e em boa ra no bairro de S Anlo-
nie ou Recife, dar-se-ha luvas sendo agra-
de ; quem titer annuncie.
539" Na loja do Sr. Francisco Jos Pereira
Braga, junto ao arco de S Antonio, A pli-
ces da cxlincta Conipanhia de Pcmambiico e
Pa rali iba.
$25- O diccionario da pronuncia ingleza por
Walker ; qucm tiver annunie.
tSiT Um casco de lipoia em meio uzo ;
quein tiver annuncie.
Vendas
Cy Um terreno proprio a margein do rio
capiharibe com porto de banbo no luar
do remedio para o lado da passagem con* 100
bracas de fundo e .'o de largo com sabida
liar a estrada cujo terreno tem olaria de le-
llia quasi acabada ; com cinco milbeiros de
lijlos ja cozidos, de hoin Iwrro do mesmo ter-
reno promplo* para fa/er a casa de va pada ,
c para islo tem ja muita melnilba junta para o
aucerce ptdn de soinira rea junta tra-
vs de coberla madeiras de raparltmento ,
ensarnis e porta9 do interior promplas ,
assim como grades portas e caixilbos das
Ipdftas exteriores. O terreno lem alguns co-
queiros que ja* da"o, e por todos mais 5o pis,
tem agoa de beber, e vende-se com todos
esles preparos pelo pre o mas commodo pos-
sivel ; na ra de agoas verdes por cima do
assougue.
ssr Rom farello em barricas ebegadas pr-
ximamente de Lisboa [ior preco cmodo na
ra da Cruz n a5.
12J- As verdadeiras pilulas vegetaes do Dr
Brandrelh charape de orchala e Calda de
capil ; na ra nova D. 29. '
tST Duas molecas de naco de idade de
i3a 14 annos, coscm e fazem lodo o mais
servico de urna casa ; urna dita de idade de .0
annos, mui'o linda; um noleque de i^ an-
uos, edena,o mucambique urna cscrava
de ?o arjnos oplima para lodo o servico de
urna casa ; na ra de agoas verdes D 38.
T Um negro creoulo sem vicio, de ida-
de de 18 a ao annos ptimo para todo o ser-
vico ; na ra da cadeia vclba n. i^*
555" A possede ?oo palmos de fenle e
fundo al a baUa mar, no alieno dos afTo-
gadosda parle da mai pequea devide com
a olaria que ali lem pagando de foro vinle rs.
0 palmo tcm proporcoens |>ara um viveiro
etemmaisde /,oj palmos atlrrado e livre
de agoa Baleada ; a tratar na ra nova venda
de Manoel Fermn Lima ou no mesmo at-
Ierro na fabrica de rap.
&qs Dois casaca de pombos e urna rola
do serto ; na ra do Jardim D. dois.
tJ* Dois patalivos, i hiendos e oito coris;
1 na travessa de >. Jos loja do sobrado I). '7.
tST Um sitio grande'na estrada da Ponte
, de Ucba com casa muilo grande toda en-
vidrassada com tres salas grandes on/.e
qnarlos cozinha fora copiar casa de fari-
nha estribara para 6 cavallos casa para
fcilor, c negros, com muilo arvoredos de
frulo de todas as qualidades e muito caf ,
duas baixas para capim e muito terreno lia-
ra planlacoens, cujo sitio se vende melado a
vista c melaJca praso ; a Iratar na ra Di-
rcita D. 2 ou no mesmo sitio.
S25" Na ra do Azeite de peixe armazem de
assucar de Antonio Jos Gomes de Arantes",
urna pon.ao de barretes de l a Hespanhola ,
chegados ltimamente.
tST Urna negrinba de nacao angola de
idade de 11 anuos com principios de costu-
ra seis cadeiras urna marqueza urna ban-
quinha ludo de Jacaranda c novo urna
cama deangico, que nao leve uzo algum, col-
xao, e travcBseiro e urna mesa dejantar-, na
ra de Hurtas D. 14.
8^ Piannos de excellentes vozes chega-
dos ltimamente ; na ra da < ruz n 60.
SS5". Urna escrava da co-ta muilo fiel co-
zinha cnsaboa sabe vender na ra ; no
atierro da Boa vissa casa n. 4- pertoda ponle.
cy Urna casa terrea sita na ra do S. fJom
Jess das creoulos D a pelo preco.de um
cont de 1 vis urna dita na ra do caldero i ro
D. <9 oulra dila na camboa do Carmo IJ 9 ;
a Iralar passando algrejados Martirios no se-
gundo sobrado ou com o proprielario no seu
sitio junto ao oilao da Igreja da Estancia.
tST Urna rica mobilia de sala sem uzo e
do melbor goslo possivel toda de Jacaranda ,
e bem enveruisada constando de um grande
trem duas bancas dois consolos urna me-
sa redonda de meio de sala com cobertura de
podra igual a da mesa do trem um sof ,
en cadeiras, de um esleirado lalvez sem
secundo no paiz e um enserado lambem de
sala-, nesla Ty pografia se dir.
CJ" Um excellenle sobrado de um audar e
soto com duas lojas grande quintal ba-
1 nheiro de pedra e cal, silo cm O inda no bal-
de ; na ra dos Quarteis D. 5 na mesma se
! precisa de um padeiro cslrangeiro
S2y Sacas de feiiao molalinho bom a 3ooo
je com algum toque de bicho a 2000 ; no ar-
mazcm de Braguez junio a Conceiro.
SSF Lencos de seda de superior qualidade j,
na ra do Livramento loja de fazendas \). 8.
CT Urna porco de chumbo muilo proprio
para qualquer fabrico para fazer lalas para
encaikotar rap ^ na ra da penba sobrado de-
fron le do Sr. Cainboim
li" Sal de Lisboa a bordo do Paquete da
Terceira j a tratar com Antonio Francesco
dos Santos Braa ra da moeda n. i4-'.
izj- Urna linda < idade para presepio toda
eila de madeira coro todos os arranjos ; em
lora de portas junto do marcineiro.
%Sf Excellentes bichas pretas de todos o*
lamanbos ; no atierro da Boa vista D. 19
tST Urna escrava moca propria para todo
o servico ; era fora de portas n. aa
lF Um pardo r.Hicial de alfaiate de ida-
de de 20 a a5 auuos be muilo claro e pode
servir para pagem nao lem vicios nem acha-
ques 5 no atierro da Boa vista sobrado Di*,
no primeiro andar das 6 as 9 da maulla,
das i as 6da larde
CT Potassa da Russia em barris pequeos
'chegada agora, e farellos em sacos de qual'-
lade superior ; em casa de N. O. Bieber OC
Companhia ra da Cruz D. 6<.
SST Medobim de angola de superior qua-
lidade em barris e a retalho por preco com-
modo ; na ra da Cruz n. J1.
tST Urna porco de travs de mangue de
e *o palmos por preco muito commodo ;
1 da Florentina sobrado novo ao p da
#4 a 3o
na ra
mar.
ssy Um violo pequeo com muito boas
vozes e urna boa flauta ; na ra da moeda
n. i5i.
Escravos Ftigitlos
C7* O abaxo assignada roja a todas as au-
toridades policiaes, e pessoas particulares,
tanto desta como de qualquer provincia des-
to Imperio, lhe fat-o o favor de prender, um
seu escravo que anda fugio desde de Janei-
ro de 18 t cojos signaes sao os seguintes ;
naco calduda de nome Jos idade de 34
anuos estatura Imita grosso do corpo ar
alegre muito ladino talla gaga e muita
mais riuando quer fallar de preca tem muito
geito de. tratar de enancas sabe coser cha e
engommar liso e entende de padeiro he
bom vendedor no que se empregava quando
fugio consta que foi visto primeiro em lia
batana depois na Paralnba e no destrctd
de S. Rila, da dila provincia, porem nao
lendo sido possivel ser pegado : o annunci-
anle se obliga a toda e qualquer despesa que
bou ver de se fazer com sua priso ou com
partecipacoens lhe sendo entregue nesla pra-
caodito escravo alem disto lera 5o 000 de
gratilica^ao. Manoel Ignacio da Silva Tei-
xeira,
SS?" No dia 6 do p. p. fugio do engenbo
Marau' ribeira da Parabiba e perlenceiite ao
Mosleiro de,. S. Benlo daquclla Provincia o
escravo creoulo de nome v'anoel Joaquim ,
oHicial de carpina natural do engenbo caja-
bussu sem barba levando um cavallo ru-
co pedrez, bem conhecido as freguesias do
Cabo S. Amaro de Jaboato c Escada, que
ahi aprendeo o oificio com Manoel de tal Frei-
tas pardo, julga o abaixoassignado ter-se au-
zentado para Tigipi onde tem mai chama-
da Pheresa ou para as partes do Cabo on-
de tem pai chamado Domingos cujos paeS
foro escravos do mesmo Mosleiro-, tambem
fugio no dia H e do mesmo engenbo o prelo
Andr de idade de 15 annos vestido de
vaqueiro, cujo emprego lem e levou urna
besta caslanba ; quem os pegar leve ao dito
engenbo ou em Olinda no Mosleiro de S,
lenlo, que receher de gratificaco 100,000
por cada um Fr. Galdino de S. Ignez Ara-
ujo D. AbbadedeS Benlo da Parahiba.
17* Roga-se a qualquer pessoa que tenha
em sen poder um creouiinho de 8 a 9 annos de
idade de nome Vaximiano futi cara re-
donda e com algumas marcas de bechigas qua-
si apagadas ollios vivos muito esperto, seco
do corpo levou vestido camisa de madapolo,
calsa lie ganga azul quasi preta chapeo d
pallri anda desea I so ; quemo pegar leve a
piara da Independencia lu^i D. 20 que ser
recompensado.
Movimento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA aa.
DA PESCA; 4 mezes, Galera Americana
Zenir Coftin de 338 tonel. Mestre H. Balh
equip. 28 carga azeite ao mesmo Mestre,
veio a este porto refrescar.
SAHIJ NO MESMO DIA
RIO DE JANEIRO ; Patacho Nac Oliven-a,
M Jco Antonio de Lima, carga gneros do
paiz passageiros aportuguezes um bra-
sileiro, e um escravo.
PARA' e porlos inteimedios ; Paquete de
Vapor Nac. Maranhence Commandanle
o Capito Mar c Guerra B. Hayden -, pi-s-
gageiros os mesmos que trouxe do Sul, e
desla provincias Bacbareis.
LOAN DA com escala por Benguea )
Palaclio Porluguez S. Jos, M. Jos da
Silva Oliveira carga assucar agoa arden-
te e mais generas.
LIVERPOOL ; Brigue Inglez Manchester,
M. Samuel Roddreg, carga assucar e al-
godao.
t
r
RECIFE NATYP. DE M. F. DE F. i83}