Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08695

Full Text
Anno de 1839. Sabbad
I-
Tuda agora depende de nos mesroos; da nossa prudencia, moder-
.eJeners'.a C0nlinu.e>o co principiamos e seremos apontados
com admiracao entre as Ututos mas cultas.
Proclamaco da Assemblea Geral do Brasil.
~-------- "" n (i -----------------f
Subscreve-sapara esta falh. 3ooo por quartel pasos adi.ntado,
TL W?; rU" tS CrU2M D- 3' >=. di Independenc"
D. S7 e 58, Qr.de se recebe. correspondencias Ie5.alis.da,, eannuucios,
ITaos doproprios ass.gnantes, e vindos.ssig-
Partidas dos Correios Terrestres.
Crdaded Parahiba e Villas de si. preer-co......\............\
Dita do Ido Grande do Norte, e Villa* dem. I
Dita da fortaleza Villas dem......... ......
VHI ce Goianna....................., J
Cidade dj- Ol.nda ...............-........,
Villa deS^ntHO......................
Dita deGaraiiliuns e Poyoaco do Bnnilo.............
Ditas do Cabo, Serinbaem, Ido Formozo, e Porto Calvo. '.
Cidarie das Alagoas, e Villa de Macei................
Vina de Paja de Flores.......................;;" '
Todos ot Correios parlera ao meio dia.
'.'.'. .' jSegunda* e Se** Fciras.
. /
.. .'. Todos os dias.
......Quintas frira*.
......Das lo, e ?i de cada me*.
......dem 1 11, e ai dito dito.
...... dem dem
.....dem 15, dito dito.
11 Segunda -.- S. Martmho
16 de NovEMBfto, Numero 25i.
CAMBIOS.
. NoYkxBilo. 15.
{-""d/"......& por tfobo eed.
fc,$n0i....... So por o/o premio, por meun ouenacido.
r ranea....... iyb rea por Iranco.
ru de Janeiro ao par.
OUflO ~ Moedas d 6j4oo rs Velha. ^fa, ltifo
i^JBAK:.....|te; &
Peo. Columna*. ---*-----,|5,0 J5J
0..QS Mexicanos----,......|Soo ifjz
Premio das Letras, por mez 1 1/8 1 11 por jo
Jlocda de cobre 4 a 5 por 100.de diic.
Das da Semana,
B. ---.----------Sss. ds Thes. iud. do J. At D. da a. v.
Gregorio Taumaturgo
Mmre cheia para o dia 10 de Novenibm.
A 1 horas e 18 minutos da tarde As I horas e 42 minuto* da manh.
i ^
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
SENADO.
Sesso em i4 de setembro de i83g.
Presidencia do Sr. conde de Valenca.
Reunido sufficieule numero de Snrs sena-
dores abre-se a sesso, e lidu a acta da ante-
rior, approvnda.
O Snr, Mello Mattos l o seguinte pare-
cer :
A commisso especial encarregada de pro-
poralgumas medidas que, posado concorrer
fiara a seguranca publica e para prevenir a
cuntinuaijo dos males que afflgem o paz,
tem a' honra de oferecer ;'t consideraco do se-
nado o resultado dos seos trabalhos que; es-
tando a muilo lempo quasi concluidos, nao
podero todava ser apresentados por cir-
cunstancias queoccorrero
A commisso vio igualmente o projecto of-
ferecido a este respeilo pelo nobre senador ,
o Sor. Diogo Antonio b'eij ; e como al;uns
de seus artigos ja eslejo comprebendidos as
dispo&kes do da commisso e os outroS a- j
presenlem materia importante a commis-
so de parecer que o referido projecto devei-
gualmente entrar em discusso
Paco do senado i.{ de setembro de i8?g
M. de Paranagu, G. S. de Melloe Mat-
tos.
A assemblea geral legislativa decreta
Art. 1. (Qualquer dos crimes especificados
nos artigos b\ bg, 85, 87 8*, 89, 91 e
na do cdigo criminal constiluem ocrimede
rebellio; e, tica *porlanto, derrogado o arti-
go nodo mesmo cdigo.
Art. a. l'enas aos autores morte no
grao mximo prizo perpetua com trabalbo ,
o grao medio* e por ao anuos, no grao'mni-
mo, -- Aos cun pitees pri/o perpetua com
t nabal lio no grao mximo; vo annos, no me-
dio e 10 anuos, no mnimo.
Art. 3. Sao circunstancias aggravantes ,
para agraduaco das penas cima estabelle-
cdas amorte, o incendio, o roubo, os fe-
riinentos os crimes contra a seguranca da
boma e a resistencia opposta, tanto itima-
ces das respetivas autoridades para o res*
l ancle cimento da oidem, como s torcas em-
pregadas contra a rebellio. '
Art. 4* S*0 reputados autores no crime de
rebellio.
:. Qsfjps, uCuiA u6 quaiquer ueiiuuu
nai-o tomarem parle no goveroo proclama-
do e adoptado pelos rebeldes.
a. Os que commandarem em chefe torcas
de trra ou mar os commandanles de pra-
cas ou fortalezas os de corpos de qualquer
tyma os de guert ilbas e de embarcaeoes ar-
madas.
Art. 5. Sao reputados cmplices ;
1. Os que concitarem ou susteularcm a re-
bellio por escriplos ou discursos, com as
r|ualificaces do artigo 90 do cdigo crimi-
nal.
a. Todos os que servircm debaixo dasor-
dens das autoridades civis ou militares, ci-
ma classificadas como autores. Excepluo-so
os que provarem coic ao ou alguma outra
circunstancia justificavel.
3. Todos os que em qual quer ponto do im-
perio derem a juda ou favor aos rebeldes, for-
necendo-lhes muniyoes de boca ou de guerra,
iiaprindo-os com dinheiro quer por do-
itivb, quer por empreslimo euviando-lbcs
quaesquer outros auxilos.
4. Os introductores dos referidos auxilios.
os espies e os que se corresponderem com
os rebeldes communicando-lbes noticias ou
insinuaces favoraveis aos seus perniciosos de-
signios.
Art. 6. O crime de conspiracao defini-
do no artigo 107 do cdigo criminal ser pu-
nido com a pena de prizo por t a la an-
nos.
Art. 7. O crime de sedicSo definido como
esta no artigo a. da lei de 11 de outubro de
18J7 numero 4o ser punido com as penas
de prtso com trabalbo por -o a ao annos,
quanto aos autores ; e por 6 a 1a, quanto aos
cmplices.
Art 8 No caso de rebellio todas as pes-
soas que.se acbarem dentro do te lorio on-
cupado pelos rebeldes e pelas tropas emo-
peraces contra elles sero Migejlas as or-
dens e regu lamen tos do coromandante em ebe-
I fe das mesmas que aspoder prender ere-
mover para outro lugar : e os crimes prati-
eaoos em contra venc" <-s ortfcrrsTW rerfr-
bimentos sero julgados como os crime3 mi-
litares em circunslacias taes.
Art g. Os conselbos de guerra para taes
iulgamentos sero organisados conforme as
leii militares anteriores ao codio do processo
criminal, nao sendo esseucialmente necessari-
os para a formaco da culpa os conselbos de
envestigaco deque trata o artigo i55 do
mesmo cdigo e 011 tras leis posteriores que
"fico para ess* efleito derrocadas; e as sen-
tencas nelles proferidas sero logo mandadas
execular |>elo general 011 commandante em
chefe sem algum recurso, salvo nos casos de
serem proferidas contra officiaes generaes ,
ou quando o general 011 commandante em
chefe entender que deve sobr'estar na execus-
so : e, em um e outro caso levar, com
sua inforroaco, ao conhciimento do Impe-
rador e conforme a imperial deliliemeo,
assim se proceder. Cessando porem a
rebellio, os reos que estiverem cumprndo
sitas sentencas poder recorrer na forma do
artigo 10.
i Art. 10. Sero tambem assim julgados os
espios, os introductores dequabiuer auxi-
lios e correspondencias, que forcm presos em
fkgrantc delicio.
Art. 11. As disposiees dos artigos Reg
sao app'icaveis aos casos de guerra ou de in-
vasao estningeira.
Art. 19. Nos crimes de rebellio quando
se nao der o caso do artigo <, nos de conspira-
cao, nos de sedieo somente contra o presi-
dente da provincia a formaco da culpa c
pronuncia tica perleneendo cumuiatimente
aos juizes de direito e chefes de polica que
se regularo pela forma do processo estabrlc-
cida.
Art. 13. Os reos pronnuciados na forma
Jo artigo antecedente sero julgados por um
tribunal composto de sete membros. tirados
a sorte pelogoverno d'entrc os membros das
rellajoes do imperto dosquaes o mais anli-
go ser presidente ; e o governo designar
o lugar onde lera* assento o tribunal. Nao
sero, porem, sorteados os da relaco e\is-
tenle na provincia onde taes crimes forem
com medidos.
Art. 14. O presidente do tribunal nomca-
r um promotor o um secretario d'>nlre os
hachareis formados de melhor nota ; aons es-
cri'es pra escreverem nos processos, de
entre. os do judicial; e os mais otficiaes ne-
cessaritN para o exvreicio do tribunal, O go-
:rr3a Sitf aaSiS Asa zeJl??^*^ .
ajuda de cusi suficiente para asdespezasda
ida e vlta assim como os vencimentos que
devem perceber o promotor e mais officiaes,
vencendo os juizes mais metade dos venci-
mesntos que percebem as relacoes. Nenbu-
ma escura Ihes sera admitlida,' excep?o de
molestia justificada perante o presidente o
tribunal.
Art. i5. Inslallado o tribunal, os juizes
de direito remellerao os prodessos que tive-
rem formado ao presidente d'elles que os
destribuir com igualdade pelos juizes. O
relator, proredendo logo aos necessarios in-
terrogatorios dos reos dar vista ao promo-
tor por cinco dias-improrogaveis, para den-
tro delles. offerecero Iibelloem cada proces-
so do qual se continuar vista aos reos, pa-
ra em 15 dias continuos offerecem a defeza e
provas que tiverem findo os quaes se pro-
ceder ao final julgamenlo; podendo o termo
dos indias ser proro.^ado pelo presidente do
tribunal, conforme o estado do prncresn p a
eiininstanclas Tos feosu ex!;irem.
Art 16. As sentencas sero proferidas pe-
los juizes presentes, que nao podero ser me-
nos de 5. ese vencer pluralid^de de votos,
desempatando o presidente no caso de empa-
te : o recurso de vevista, que d3S sentencas
seinterpozer ser definitivamente decidido
pelo tribunal suppremo dejustica conforme
o merecimento do processo cujo reconhe-
cimento lhe fica nesle caso competindo.
Art.'1; Fxceptub-se das penas eslabele-
cidas nesta lei os autores ou cmplices dos
crimes de rebellio 011 sedieo que concor-
rerera para que elles se extingo e para
qne o governo possa chamar a obdiencia a
provincia ou pontos rebellados.
Art. iH. O governo. fica aulorisado nos
calos da presente lei uzar, por todo tempo
que for necessario, das facilidades concedidas
as leis de 9 de outubro de 1817. n. 79. e
e 111 de outubro de 1816, n. 4, artigos i a,
e "), onde quer que se manifest qual dos cri-
mes referidos, lazendo d'ellas a conveniente'
aplicaco.
Art. xg. O governo fica desde j autorisa-
do pa,ra nomcar em cada provincia 6' vice-
presidentes de sua escolha, que segundo a
ordem da nomeaco. devo substituiros presi-
denles, quando estes por qualquer crcuustan-
cis ou accidente venba a faltar.
Art. 20 Nos casos sopienle de rebellio ou
eonjuraeo fico igualmente anlnrisados o
governo na corte e os presidentes as provin-
cias para os dividir m tantos dislrictos mi-
lila res rinantos julgarem convenientes para
ninis fcil exercici da polica provincial ; e
podero nomcar para cada districlo comman-
danles de sua confianca com quem se corres-
pondero direclamenle : esses districlos e seus
commandantes cessaro logo que cesse a rebe-
liao 011 conspiraeo
Art. 94.' Fica aulorisado o governo para
de-pender as quanas necessarias para extin-
guir os crimes de que traa a presente lei,
IKIo obrigado a dar conta das despezas fei-
tas assim como dos motivos que oobriaroa
uz.r das faculdadcs cOncedidils no artigo 18
naprimeira seguinte sesso da assemblea ge-
ro legislativa que se reunir depois de oblida
a pacificaran e (ranquilidade publica.
Art. i ica taihbem aulorisado o governo
em todos os uasOs desla lei, para amnistiar os
reos, quando'assim o exigirem a buinanida-
de e o beril do estado.
Art. at. A presente lei, execepeo do
tera somente lugar todas as veses que em qual
qur provincia ou poni do imperio se mant-
lestar a rebellio, conspiracao e sedieo
Art. 4. Fico revogadas todas as leis o
disposices em contrario.
Paco do senado em lo de agosto d 18*9.
-7 Mrquez de Paranagu. G. S. Mello
Mallos.
A imprimir, e iguahnenl o projecto dr>
anr. betjo mencionado no sobredito pare-
cer.
O Sur. presidente declara que o senado vae-
trabalhar as commisses por ser essa a or-
dem do dia e suspende a sesso as onze horas
e um ((liarlo.
Pouco depois do meio dia contiuando a
sesso, o Snr. Costa t erreir como orador da
deputaco encarregada de levar sanelo
projecto de lei qne augmenta o numero*dos
dezembargadores da relaco metropolitana,
participa que a dita deputco se tinha diri-
Bdn ao d- J~ -;j-a.,, ojuc m'huu receoiaa
com o cermonial do estil; a presen tou ao re-
gente o projecto de lei e que elle responded
que tomara em consideraco.
E' recebla a resposta com especial agra-
do
O Snr. presidente d para ordem do di
a continuaco da segunda discusso da resolu-
co que reduc dous antos o tempo d resi-
dencia no Brasil dos eslrangeiros que quizereiii
naturalisar-se ; e depois a continuaco da se-
gunda discusso do projecto que interpreta
o acto addicional.
Levanta-se ao sesso meia hora da lar-
de
PEBNAMBCO.
COMMAND DAS ARMAS.
Expediente do dia g de corrente.
Officio-Ao -Dr. Presidente da Junta d 5u-
de communicando-lhe em resposta ao sed
ofhcio de 3o d Outubro ultimo que estavo
dadas as ordens, para se lhe fornecer pelo Ar-
senal de Guerra urna resma d papel almaco
aparado, duas garrafas de tinta, cem peo-
nas e dous caivetes que requisitara para
O expediente da mesraa Junta.
Dito-Ao Major Commandante interino d
Fortaleza do Brum communicando-lhe,'que
ao 1 Teen te Anacleto Lopes de Santa Ann.i
se liaba ciicarregdo de fase.- o crcameiiioii.
concert dos quarlos arruinados do J'orte to
Buraco servico em que elle se devina com
Urgencia empregar.
Lito-Ao i. Teen tu Anacleto Lopes de S.
Anna ordenando-lhe que passasse ao For-
te do Buraco e enlendendo-se com o respectivo
Coininandante procedesse o orcamento
concert dos qtiardos arruinados do mesmo
Forte apresen!ando em separado ecom tu
gencia o de dous, cujos lelos tinho abatido
I'ilo-Ao Commandante interino do Forte
do Buraco communicando-lhe o exposto un
antecedente oflico e ordenando-lhe tfte
Iranqueasseo Forte ao 1. Tenenle Anacido,
que se acbava eneai regado dlazer o oicamen -
lo do concert dos juartos arruinados.
Dia 11.
Dilo-Ao Exm- Presidente, enderessando-
Ibe a supplica do Major Reformado Antonio1
Joaquim Guedes reclamando milhoria de
Beforma no Posto do Coronel com sold pe->
la Tabella de a8 de Marco de 18.5 e in-
formando que o Supplicanle tinha no seo n-*
1
!



2
DA Rl-O D12 PERNAMBUCO
tender direilo a Confirmnco do Poslo de Te-
nente CorQiiel Graduado a que fora levado
pela proposta peral de 27 de Abril de i8ai ,
<>)< reputada legal, e consegutnlemonle a Re-
lorma no Poslo de Teen te Coronel effectivo
rom o sold respectivo pela nova Tabella per
isso que tendo crvido na qualidade deTenen-
. te Coronel Giaduado e Commandante do
Bata lirio 55 de lacadores de a. Linha at
1837 contando al ento mai* de 33 anuos
-ale servico manilesta injustica se lbe fezquan-
vdo se lbe deo a Kelorma nesse auno rom anti-
guidadedea7 d Abril de >8a3 a fim de ex-
bulhalo do Posto para que lora nesse mesmo
dia proposto e -exclul-o assim do gozo do
sold da Tabella de >8 de Marco de 8 -.
Dilo-Ao Inspector do Arsenal de Marn lia ,
para que tivesse a bondade de fomecer lians-
|>orle a 13 pracas do 3. Batalho d'Artilheria,
que tinho de passar para bordo do Brigue
Mercante Jpiter, boje pelas 4 boras da tarde.
Dito-Ao 1 enente Coronel Commandante da
Ilha de Fernando de Noronha communi-
cando-lbe que a qunntia de 3, 91 fi5o res
de que tractarao os ofticios que se lbe. enviava
deixava de hir agora pela insulliaeiicia da
guarnico do Brigue Jpiter-, poretn queem
caso de necessidade poda elle ( ommandante
alionar ao Destacamento dita qiiairtia faseu-
do o pagamento pelas retacees que se lbe trans-
niettia e sacar letra sobre o 4 Corpo d'Ar
tilberia, aqual seria inmediatamente paga
un dia de sua a presentadlo.
Dilo-Ao Iopector interino das Obras Pu-
blicas, para que livesse a bondade de man-
glar aman baa pelas nove horas do dia a presen-
tar no Forte do Buraco ao 1. Teiente A-
delo Lopes de S. Anna um mestre Carpina ,
. outro pedreiro para procederem o ona-
mento dos maleriaes precisos ae concert dos
quartos arruinados do mesmo I- orle.
Dito-Ao Teuente Auacleto Lopes de Santa
Anua conimunicando-ibe o exposto no an-
tecedente ohcio com o que ficava respondido
o seodcsta data.
Lito-Ao Commandante G. do C. de olieip
ponderando-lhe o atrpelo da Com ranina de
Artfices e communicando-lbe que por a-
gora sessava dita< ompanbia de ser empregada
no se ico do seo Corpo como se havia deter-
minado anteriormente.
Uito-Ao Commandante interino do Forte
A. Ikdiaiw wnwiin.....J lU. ^. o ILo
apresenlaria do Batalhao da (arda Na-
eional de Olinda um destacamento para fa-
/er a guarnico do Forte ; e que logo que elle
ali ebegasse izesse retirar o do 3. Batalho de
Arlilbeiia.
Dilo-Ao Commandante interino do 3 Ra-
lbo d'Arlilheria ordenando-lbe que fizesse
boje a tarde embarcar o larda ment e Pracas
destinadas a liba de Fernando recebendo
transporte do Arsenal de Mariana e pie re-
metiendo ao Comnjaridnte da lllia as rol a cues
e papis de contabelidade deixasse de mandar a
quantia de ;i.|i s'io r.>. perlencente ao Des-
tacamento a tpial ficaria na Caixa recolhida ,
at que se o of^eca ocrasiode remessa ou
|ue fossedada em pagamento de igual quan-
tia, que nesla datase manda abonar pela Ilha
10 mesmo Destacamento se disto tivesse suma
piccisao.
. Diversas Keparticoeiis.
TRIBUNAL DA RELALCa.
SESSA IM) Uli I-.
Na Appellacao < ivel do Padre Laurentino
Antonio Vloieira de Carvalbo em que app**l-
lante, e appellados os Administradores do
Patrimonio do Colegio dos Orlaos ; do Juizo de
Direito de*ta Cidade Escrivo Ferreira ; lo i
reformada a seulenca appellada.
Na Appellacao Civel do luizo s Orlaos
desta Cidade appellante Joze Cardozo do
Beii esuasfilhas, appellado. Felippe. Ban-
deira de Azevedo Escrivo Ferreira ; se jut-
gou pela confirmarn da senlenca apptllada.
Ma Revista Civel do Supremo Tribunal da
Juslica Reconcilie, Lomen o Antonio do He
go e 011 ti os e Recorrido Cario Sauuders so-
cio da caza de Le Bretn Escrivo Poslhli-
nio : juigouse contra o Recorrente
- Na Appellacao Civel do Uiizo de Direito da
1. Vara desta Cidade appellante Januario iVJa-
ria de Santa Anna appellado Joaquim Ku-
zebide Barros, Escrivo Chaves 5 l'oi julga-
do o Appellado carecedor da Acco e refor-
mada.
Na Appellacao Civel do Juizo de Direito
desta Cidade Ap Francisco Joze A Ivs e appel-
lado Joze Hieinno de Miranda Escrivo Fer-
reira ; sejulgou pela confirmadlo da senten-
a appcllada.
Os Embargos de Francisco Joze de Souza
Souza Peixe : foro disprezados mandando-se
cumprir o Accordo embargado.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
EDITAES.
Vicente ThomazPires de Figueiredo Ca-
margo, Inspector da Aifandega faz salier
que no dia Gdocorrente, se hade arrema-
lar em basta publica e na porla da mesma
ao meio dia Qezeeeis duzia. de ramos de
res, no valor de doze mil reis a -duzia
flo-
im-
pugnados pelo Guarda Thomaz Joze da Costa
e S no Despacho, por Factura de B.
Lasserre & Comp. sendo o Arrema-
tante sugei lo ao pagamento dos Direitos.
Aifandega de Pernambuco i4 de Novembro
de 1859.
Viceirte Thomaz Pire? de Figueredo Camargo.
O Brigue Escuna Brasileiro Carolina vin-
do do Porto entrado em do crtente Capi-
tam Francisco;Bernardo de Mattos consigna-
do a Francisco Marques Rodrigues & Irmo.
Manifestou o seguinle.
a Caixas com drogas a8 pipas com vinho ,
la barris com dito 35 ditos com biseoilo 1
sacra com rolhas 2 bailas com papel de em-
brulho a barris com ferrajem 1 caixa com
la 1 barril com carne H caixas com ferra-
gens a ditas com albos 4 ditas com feijo,
7 ditas com chapeos 1 milheiro de sal 800
Mtteas de sebollas
2 camaps dito.
7 a cadeiras de pao preto
Fora do manifest.
Caixa com macaens i saccas
com ticum.
3
Louren.o Alves^avalcanle braneocazado,
R Pedi a hum Corneta da Guarda Nacio-
nal chamado Carrapato.
P. Para me queras essa plvora o xum-! dica qie na segunda fe.ra vespera do da do
bo, e a baila ? assassirtato o Reo estivera em Sua casa no lugar
R. Para ir procurar hum cavallo meu que
me furtara a a 1 de Agosto do corrente anuo.
pois tfn'lia tencSo de ir pedir em Beberibea um
pardo meu conhecido chamado Alfredo hum
hacamrte emprestado como com effeto fui,
mas nao acertando com a casa do pardo ali-
rei a plvora e o xumbo no mato nao sei aon-
de.
P. Sabes si leu sen liar possuia hum jogo de
pistollas, e hum bacamarle curto ?
R. Sim senhor : mas que elle s tinha visto
o bacamarle huma vez por Ih'o ha ver mos-
trado seu Senhor no dia em qu he botara
huma capa decoro de lontra irm da manta do
elim.
P. Em que conduzias a polvera e o xum-
bo que compraste de quecorera as meias
que trasis calcadas n'aqucllaoccasio onde
as deixasle ?
R. A plvora e o xumbo en leva va em pa-
pel pardo cada cousa em seu papel as meias
era brancas curtas finas, e ja multo '.iza-
das tanto assim que estavao esburacadas-
e eslavaS mui sujas deixei-as com a demais
roupaqne mandei lavar.
P. Conlieces acaso a plvora o xumbo ,
denominado Maria Simplicia desde as 10 horas
at a huma da tarde e encomendou-lhe qu
I he pegasse hum cavallo que anda va ugido.
4. *
Silveria Mara, parda soltera natural de
S Anto costttreira dice que passando ella
testemunha por Maria Simplicia vira ao Reo
debaixo de hum Genipapeiro que ha no lu-
gar do assassinato e isto dia terca feira com
huma faca de ponta, e d all se dirigir a ven-
da de hum Senhor Lourencinho e comprar
humas bolaxas: e sabe de Ouvr dizer qu
elle lora o author do assassinato.
5.*
Joo Ferreira dos Santos braneo solteiro ,
natural do Porto dice que poucos dias antes
do assassinato o reo comprara na sua venda
meia quarta de plvora fina e huma ojiarla
de xumbo grosso, objeclos que lbe sendo ap-
presenlados, depois de com mentido o delicio ,
elleteeonheceu seram osmesmos-que linha
vendido ao reo-, o q.ual trasia quando comprou
a plvora hum lenco posto ao pescoco e d
ouvir dizer salie que fora o roo o author da
morte do dito Bizerra
A' visU desle processo o Juiz de Direilo in-
s"abe"onderdeixaste o bacamarle, crino doCrimeda 2 a Vara pronunciouo reo
como iiicurso no Aft. i.* da Le de 10 de Ju-
nhode i855.
O ir. Dr. Promotor Srs. Ju'wes de Facto-
as meias
que tiraste da casadeteu senhor ?
R. Sim Senhor : o bacamarle.
P. ker5 estes ? fmostrando-lhe a plvora ,
o xumbo e o bacamarle e as meias).
R. Sao sim senhor, e d'essas meias s hum
p be meu ; o bacamarte he o mesmo de me nho de i835 ( l o citado artigo da l.ei)
: O Reo que leudes a vossa respeitavel presenca
est incurso no art. i* da Leideio deJu-
Como
- A Pauta be a mesma do n. a47
MEZA DO CONSULADO.
A Paula he a mesma do n. a47>
PRFFEITURA.
PAUTE DO DA l5.
Illm. e Exm. Snr.Das parles boje ,rece-
bidas consta somente que foro prezos hon-
trm minkn orden nimia loeo naravone
Domingos Teixeira de Sena por um soldado
do Corpo Policial por estar fgido e Ma-
tbildes, parda, escrava as Ala^oas, pelo
Sub-Prefeilo de Sanio Antonio pelo mesmo
motivo.
O Collector da Decima e mais Iropostos do
Municipio de Olinda manda l'a/.er publico a
todos os seus Collectados que do 1. al o
ultimo do prximo futuro mez de Dezembro,
se arrecadar na caza da Cmara respectiva ,
as boras do coslume ,01. semestre do cor-
rente auno financeiro de 83o. avi84o, da
Decima Urbana, toda divida activa; e as
mais Imposicoens a seu cargo: ficando os
mesmos Colleclados na intelligencia de que
findo este praso se proceder execulivameute
contra os ommissos.
Outro sim faz constar por terceira vez, aos
proprictarios ou procuradores dos Predios
no va mente Collectados- que devem instruir
aos seos rendeiros familias ou feilores ,
tiara que nao s apresentem na occazio do
ancamento o papel d arrendamenlo (estan-
do arrendado ) ou os nomes de seos possni-
dores (quando nao estjo arrendades) como
lambem os lilulosd aforamentos, ou declara-
cao de ser o sollo proprio (quando nao for fo-
reiro ) ; a fim de se proceder o Lan amento
conforme a letra da Lei, e Regulamento em
vigor ; devendo os mefmos proprielarios man-
darem apresenlar na caza da Cmara da mes-
ma Cidade at odia *5 do corrente os ttulos de
aforamentos daquellas propriedades que ja
foro Collectadas para em lempa fazer-se as
convenientes declaracoes : e para nao alega-
rem ignorancia faz-se publico pelo prczenle
t oHectoria do Municipio d'Olinda 10 de
Novembro de i83j).
O Escrivo da Decima e mais Impostos,
Joo Goncalves Rodrigues Franca.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
i5. Sessio Ordinaria a 5 de Novembro.
Presidencia do Sr. I)r. Juiz de Direito Interi-
no Moraes e Silva.
Processo de Antonio Diogo Cabra escravo do
fallecido Jos Rezerra de Albuquerque Mon-
tenegro Morte do seu Senhor.
Continuado do N. precedente.
P. Pedisle alguma bala a alguem ?
JC IIC mi. 11 \y K-i. nntu ^ ii' ** mi . Senhor, que eu tirei doquarlo que fica por s ha hum gratt de pena para o crime com-
delraz da salla onde morava odefuncto meu metlido pelo Reo escuso fallar em eircunstan-
Senhor; no Domingoanteror a terca feira cias aggravanles (leo Libello). A aecusaco
em que meu Sr levou o tiro : levei-o de noito Srs. lunda-sena conflsso plena e inteir-
(o bacamarle) e escond-o dentro do sitio de menle livre que fez o Reo peanle oSub-I re-
hum tal Heilor encostado ao p de hum Geni- feito de Olinda e testemunhada por mais de
papeiro bastante grosso assim como a plvora cem pessos das mais gradas e conspicuas
e o xumbo que comprei para carregal-o pis d'aquella Cidade : funda-se mais em innume-
nao sabia que eslava j carregado. raveis indicios e presurap9oes as mais vehe-
P. E foste til quem malou ao leu Senhor ? mentes > que dos Auctosconsta como se ao i
R. Sim Senhor com a mesma carga que a adiada da plvora, chumbo edo bacamar-
tinha o bacamarte quando o lirei; da plvora te no logar do delicio, a vagueaco do Reo
que comprei s me aproveitei para escorvar de |>elo thealro do crime, e suas immediages .
novo a arma e muilos outros, que ludo vos sera desenvol-
P. E qne motivo te levou a semelhante al- vido e palenteado com toda a clareza pelo
ionm lava este a cavallo ou a p taminhando, ou replicar as objeccoes as fracas objecces, que
parado? a defesa appresentar.
R. Quando lbe aiirei j elle estova a caval- O Advogado da Accusadora Snrs. Juizes
lo e j tinha sabido do sitio : approveilei-me de Facto A leitura do Processo e das pe-
de ter elle parado algunspassos depois de ha- cas da aecusaco vos devem ter cabalmente
ver sabido do sitio para melhor empregar o instruido da natureza e gravidade da causa ,-
tiro Fiz a morte porque quiz e nao porque que se acha slibmetlida ao vosso julgamento
alguem m'a mandasse fazer. he acensado o reo o escravo Antonio dehayer'
E para constar fiz este termo eeu Remar- brbaramente assassinado a seu senhor 0 in-
do Joaquim de Azevedo Notario da Freguezia feliz Jos Bizerra no primeiro deOutubro no
de S. Pedro Martyr o escrevi, e assinei. O- lugar da Floresta as selle horas da noute Sen-
linda &c. Em li de verdade ,do le>adoa commetler esle atroz delicto por*
Bernardo Joaquim de Azevedo. i haver aquelle infeliz ,' dous dias antes repr-
Miguel Joaquim Teixeira Sub-Prefeito. hendido ao Reo ]ela falta de hum servico de-
Mauoel Antonio da Assumpco Cardim.
Manoel da llora.
Manoel Antonio Lopes.
Victorino do Reg Fonceca Barros.
Jos Paulino de Figueiredo.
Urbano Germano Pessoa.
terminado. A enonnidade do delicto as cir-
cunstancias que o precedera a qualidade
dodeltnquente tem produzido amis viva
dolorosa consternaco e tem chamado a at-
lenco geral sobre o julgamenlo do reo. A
Siena pedida no Libello he a decretada pela
jei, e a nica que possa satisfazer a expecla-
Seguem-se os termos das inquiridles de tes-! cao pnblica. A causa pois enhores, nao
lemunhas de cujo depoimento s daremos o be smenle da infeliz viuva do assassiuado a-
que h- mais interessante. | qual mergulhada na mais profunda dor vem
Jos Raimundo pardo cazado, morador perante vos implorar a execuco das Leis pe-
na Cidade de Olinda dice nue no dia teroa lif punico de hum scelerato quedegnidan-
feira em que leve lugar o assassinato vira o do-se da qualidade de hontem zomhando d
reo passar pelo oito da casa delle testemunha todas as Leis Divinas fe humanas commelleu
as dez horas do dia e se encamnhara paia o o crime horroroso de arrancar vida do seu
Lupe vestido de calca e jaqueta .escura com esposo, do seu nico ami^o e arrimo d'-
bum chapeo irgneirq na cabeca c tejido vol- quelle mesmo que generoso e humano lhc"
fado as seis horas da larde em procura do si- linha servido de pae o tinha accumulado de
lio de seu Senhor, (ra?ia a aqueja p^n beneficios. Sim a causa nao he somente
durada sobre o hombro direito; pareceu-Ihe desta miseranda sen hora de sua familia e'
ir pensativo e banseiro ; dice mais que o dos seus amigos >, que inconsolaveis pranleia'
reo passara descalso com os sapa tos as mos, a mesquinha sorte do sen desgracado esposo ,*
e que nafo mediara do tempo da passagem do
reo aoestrondo do tiro mais do que o^empo
necessario para ir do Tribunal dos Jurados a
ponle do Recife.
Antonio EstevaS pardo escoro, por alcu-
nba Carrapato ( rnela da Guarda Nacional
dice que o Reo no Pomingo anterior ao dia em
qne l'oi dado o tiro Ihe pedir huma bala,
duendo que era para ir procurar hum cavallo;
que Ihe tinha sido Curiado as mattas do lie-
beribe que elle testemunha Ihe nao dera por
nao ter mas prometleu-lhe arranjar e en-
contrai.ctp-se de novo o mesmo e pergunlan-
do si eslava prompta a baila como elle cor-
neta Ihe respondesse que nao o Reo lbe a-
gradeeera disendo queja nao precisara
do seu desgracado pae e do seu desgracado'
amigo e nao podera deixar de olhar con
horror o monstro que praclicou tamanha ini-
quidade ;' nao he somente d'esles be de lo-
dos vos Senhores, que sois interesssdos em
qut se respeilem os direitos do bomem e os-
lacos sociaes qtle nao podis deixar de cho-
rar sobie as desgiacas de huma familia ho-
nesta que n5o podis deixar de horrorisar--
vos de tao atroz delicto de lo assombrosa-
perversidade de todos vos que vi vendo no-"
meio de escravos que tendo necessidade de"
refreal-os pelos meios que as Leis tem estabe-
lecido vos vedes igualmente exposlos ao pe-'
rigo de serdes victima da extrema Susceptibili-
dade de algum d'entre elles que como oreo*
malsoffrendo as reprehendes dos seu senho-"
res, transpondo I barreira que dVlle bsepa-*"


eas
DIARIO
I) R
P R R N A M B U C O
rava perdendo todo o respeto que inspira
-a (broa moral, se arrojou a tomar barbara
Vinganca da supposta ofjensa, ou antes da su-
perioridade do Senhor a saciar o violento o-
ifio que o devorava e que devora a todos os
cscravos recorrendo ao horroroso expediente
'deassassinal-o: franqueiada esta brreira,
rompidos os vnculos de rrspeito e submissab,
que contem os escravos, abre-se ante nos hum
medonhoabysmo a vista do qual todos de-
vemos extremecer : dado este fatal exemplo,
quem d entre vos se pode contar seguro ,
quem d'entre vos pode dormir tranquillo ,
quem d'entre vos nao de ve estremecer sobre a
sua futura sovte e recitar espavorido ante o
quadroque boje se nos appresenta do arrojo,
'6 perversidade de hum escravo que barbara ,
'e irreflectidamerite assass'iua a seu >enhor,
porque o reprehenden e ameacou com hum
castigo futuro ?_ Hum semlbante facto he
desanimador, he frtil em horrorosas conse-
q encas heascentelha que se enoaminha
apressada para a mina que existe debaixO 'dos
nossos ps e ai de nos se esta fuisca nao for
de prompto exlincta! Nao se tracla so-
mente Srs. de punir b mal real, tracta-se
principalmente de remediar o mal moral, de
diminuir o alarma e de desvanecer as crueis
apprehenses que tem espalhado este espan-
toso delicto; sim este teprivel exemplo vai a-
pldinar ocawinho para outro attentado, vai
suggerir a ideia criminosa de mital-o vai
ainda augmentar a for. a da enlacio : a dim-1
culdade consiste em ha ver algum bstante ou-
sado que abra camin.o ; o exemplo obra co-
mo instrucco e faz dispertar a ideia que
talvez se suppuzesse inexequivel, vem final-
mente diminuir a orneada dos moti vosjque rc-
tiiilia o braco homicida.
Nao nos Iludamos Senhores ,' hum sem-
lbante caso heouvido com praseT pea escrava-
Via he para elles hum motivo de gloria e
de triumnho a mor parle della saborea o
brbaro praser da vinganga, e se regosija de
ver hum Senhor sacrificado ao seu violento o-
tlio e desde logo comeca a nutrir o horrivel
pensamento, quemis lisongeia sua misera-
vel condico e eis Srs porque vos dice que a
causa perlehcia a todos v geral em cada hum de vos he nteressadg na
"pronta puni o do delicti paraq' o mal dipeua
desvaneca a impressao do exemplo, v sup-
p%An'ar desejos criminosos para qu o mal
rertoe infalfivel que segu o attentado sirva
de seguro antidoto au veneno que produziu ,
de sorle quequando vier a imaginaco a ideia
to delicto, liies acuda logo a da pena, edi-
:a entre si i Si hum d'entre nos aflrontou as
e mancbou as mos no sangue do seu se-
-Ma
m
;
eis
nhor, receben immediatamente o castigo,
Ibi expiar em hum patbulo o seu arrojo e
perversidade. Para supplantar hum desejo
violento he misler qne se opponha hum
motivo forte, equepossa de prompto ferir
imaginaco : o terror do castigo a certeza da
punico sao os nicos meios que podem fazer
desacorogoar os maos.
A punico quando justa e proporcionada
ao delicto he huma necessidade publica he
hum elemento sem o qual nao pode existir a
sociedade, cumpre por tanto que sem tira-
nisar os nossos semelhantes, sem abrir mo dos
preceitosda moral e da religio cuidemos em
a nossa propria conservaco.
Estando pois o Reo convencido de hum de-
licio que tem desafiado a indignadlo publica ,
que tem produzido consternaco geral a sua
eondemnacio he reclamada po"Moda a Socie-
dade porque smente ella poder tranquil-
lsar os nimos poder faset com que se nao
repita semelhantes factos. Si podesse acon-
tecer que o Reo nao recebesse o merecido cas-
tigo si podesse acontecer que hum'Tribunal,
composlo de Cidados intfressados pela execu-
tso das Lcis e pela santehcao da boa r-
dem deixasse de impor-lhe a pena o terrivel
elleito da impunidude recahiria sobre vos mes-
mos vos mesmos pagarieis caro a vossa im-
prudencia e mal entendida benevolencia ;
vos seriis o alvo das maldigoes da Sociedade,
e esta desgracada familia nao teria mais do
que carpir sua desgracada sorle e lamentar a
impotencia das leis !
Mas, Srs., para que oceupar-me desnp-
posices que nao podem ter lugar que nao
se podm realisar para que duvidar, anda
hypotheticamente da vossa inteireza e ilhis-
traco para que em fim insistir n aquilfaque
vos" bellamente comprehendeis e que sents
melhor do que eu ? Cerlo que seria cansar a
>osla paciencia demonstra* aqillo de que es-
taes convencidos. Por tanto eu vou entrar
no desenvolvimento das provas peco-ros a
ttiais escrupulosa attenco ; espero que rae es-
"cttWB com a vossa costumada benevolencia.
(Ckftia.)
NOTICIAS PROVINCIAES.
RIO DE JANEIRO.
As folhas recebidas da Corte ebegarao
um exercito RussO.
O Commrcio de Pariz publica a seguinte
noticia que se se rhega.ise a confirmar, poderia
considerar-se como o signal de haver-se co-
ate 2 do corren te e dolas consta gozar-se ali mocado a grande lucia Europea que surda-
de paz e tranquilidade. mente fermenta tantos annos lu as regioes do
No dia 99 d pp. terminou na Cmara dos Oriente.
Srs. Senadores anliscusso da lei do orcamen- ( Diz assim aquello peridico :
to que foi remettida cmara dos Snrs. De- | Julgamos saber que acaba de occorrer no
puialos. Danubio um successo de immensa magnitudes
No primeirodo corrente, pelo meio dia, an- '. Parece que um exercito Russo em forca de'
nunciou-se a chegada de S. Exc o Regente ,(0000 homens laucn urna ponte de Iwreasso-
e o Snr. Presidente convidou a depulaco no-, bre aquello rio, o atr&vassou as proximi-i
meada para o ir rceher na forma do estilo i dads do Silislria Cidade situada a ti* legoas
e sendo assim recebido, e acompanhado dos de Andrinopoli ea 10 de 'ansian ti nopla
Exms. Ministros da jusli,a e marinha occu-I Nao necessitamos fazer sobresair toda a
p o competente logar ^ e le a seguinte falla. importancia desta noticia se lab positiva
como se assgura. Amnor de stias couse-
Augustose dignissimos Senhores Repre' queticias seria apresentar urna nova prova dr
sentantes da Nn$o | qu a nossa diplomacia o juguete de todos
.A saude de de S. M o Imperador e de quantos querem engaa -la pois (jue ao passo
suas augustas Irmaas nao tem sido interrOm- que a instancia da embaixada da Russia nos-
pida. 'so embaixador se havia entertido em formu-
Nossas relacoes.de amizade com as polen- lar notas hostis a VIebemet-Ali e em fazer
cias eslrangeiras permanecem sem aiteraco: .viajar seus judantes d campo para Al-
sinlo (orm nao poder ainda communicar-vos xhdria a Russia teria aproveitado o tempo
a desoecupaco do nosso territorio no Oyapo- gast em toda estas mt-dijas para fazer che-
ck. I gar as suas tropas a ponto de avahear dando
n, Na maior parte das provincias do Imperio assim o mais significativo .desmentido as de-
continua a manifestar-se toda a dedicaco ;s claraces de boa harmona redegidas pelo Al-
Rumores sobre a passagem do Danubio por sua posico lhe facilitara toda a classe de
vantagens. "
(Do Nacional de Lisboa de 18 e igdeSe^-
tembro.) .
nossas insttuices polticas e todo o amor a
pessoa do Imperador o Sr. Dom Pedro II e
sua augusta Familia; entielanto anda me
nao be dado communiear-vos a cessaco da
mirante Rossim, deste modo o Congresso de
Constanlinopla assim como o de Viena nose-
riaih mais qu projectos morios ao nascer. Se
a Russia invadiu o territorio tureo evidente
ja sb nteude mas d astucia
Rossim.
Orabem em quantoque 60000 russos se
encontraran! a curta distancia de Andrino-
pli, a esquadra do Czar em Sebaslupol e em
guerTa intestina qU devasta algumas de nossas 1 que s o fez m vertude do traclad de Unikiar
provincias.
Rechhecendo qanto mebaveis auxilia-
do na volacSo dos meis para o scrvi$o publi-
co eu vo-lo agradeco em nome do Impera-
dor- C'umprindo que seja concluida em lem-
po a indispensavel lei do orcamen lo julgo
indispensavel antecipar a poca de vossa futu-
ra renio : cont eom vosso patriotismo 110
da que vos for indicado, jt
Es'u (echada a Scssao.
Depoisae ter concluido a lelura relFa-se
com a raesma formalidade com que havia en-
trado eoSr, Presidente levanta a Sessao.
O Snrf Candido lozc de Aran jo Yiahna ,
foi escolbido Senador pela Provincia de Mi-
nas : e o Snr. Francisco de Paula Cavalcante
de Albnquerquc [tor esta Provincia.
ALAGOAS.
Nao nos'riendo possivel dar boje noticias das
Outras Provincias o que fnrmos no seguin-
'te n. s nos apressamosem noticiar o irriso-
rio desfexoda rusga das Alagoas para o que
copiamos o artigo d'iia caria que recebemos
de Macei em dala de 1 i to corrente que
espressvamrfte pinta a retirada dos rusgucii-
tos pela marte ira seguinte.
"A sucia Vusguenta logo que soube que Odessa pode transportar aoooo homens ;'em-
0 Governo estaVa em circunstancias de poder liocadura do Uorforo aonde a inipelem as
marchar sobre ella cuidu em amarrar troxas, | corren les e os ventos, A Kussia poderia por
6 to diligente foi, que, quando as tropas consegunle concentrar em mu poucos dias
daLegalidade ebegarao i Cidade nao acha- dous exercitosem Conslnlinopla duplcada-
ro se nao mulberes um ou out.ro preguicso, merile protegida ou antes pascificamente in-
e aqelles sugeitos que em tirando a ja- | vadida pbr mar e por trra,
quetesfarrapada mudando o chapeo dos | i Qrf faro nao obstante as esquadrns
dias duplces ninguem os coqhece pela per- combinadas' forcar os Dardanelos e aecudir a
frita metbamorphose. Alem desta carta po- Conslantinopla comecar a guerra perma-
demos provar a tranquilidade dssa Provincia ', necer expectadores ittdifrcrfenjes do movimien-
to dos Russos cobrir-se d'opprobio e re-
nunciar a todo o influxo no Oriente Forcar
os Dardanelos ; porem para islo precisq
assegurar-se a retirada diser apoderar-se
das fortalezas que defendem o estreito. Para
conseguir este ultimo precizo comecar por
bombardea-las e destrui-las e inmedia-
tamente reedifica-las para as por em estado
da indubitavelmente marchara sobre ella.
Logo ser tiecessaro oceupar o canal do Ros-
foro. Porem os Russos dorios de trra ,
ebegarao al. a pona do Serrcilho e en to
como podero as esquadras dominar ao mes-
mo lempo Conslantinopla e guarda os Dar-
danelos !
" Tornamos a repeti-lo a marcha do
exercito Ruso faria representar a marinha
um papel secundario na contenda. As es-
quadras podam muito bem ser ellicazes contra
|-Skelisse contra o qual prolestaram a Franca e
Inglaterra Eis aqu pois estas duas poten-
cias obrigadas adeclarar-se d'outro modo ,
sem ser com palavras.
8 At agora a forca martima fez 11 m papel
preponderante na questao da occasiao de bns-
tautinopia. Se t'oooo russos vo a essa Capi-
tal por trra a execular o tratado de Unkiar
Sbvlessi a sita ao vana inleirainenlo. Pa-
ra defer esse golpe se neccsslam exercitos e
nao esquadras. Ibrabim o nico que tem
um exercito, e ao mesmo 1 sympala dos iiovos
Mulsumanos : porem a Inglaterra inimiga
de Mhemet-Ali e a Fiama acaba de accei-
lara hbil tbmmissao de notificar aquello os
malvolos projectos das cinco potencias Se
nossas noticias se confirmam seria precito
confessar que a conduela de M. de Boulcnicff denrias e lempo bastante para o hm dezejado:
( o embaixador da liussa ora Conslantinopla) queabstenba-se de tal nrocedimento niuilo
havia sido urna obra meslra nao de boa f principalmente aquellas horas que anda se
quanlo antes
nao
TllEATRO PUBLICO.
Ama ni i5 17 do correle ha novo Espectcu-
lo lienefico do ^r. W Walter palha o do
Mgico e positivamente a ultima represen-
tacao do Sr. Ryan em Pruamliuco antes de
partir para o Rio de Janeiro.
Ndvb e Extraordinario Experimenta-
coes Phiaicu !! !
N. B. O Sr Ryan ensinar lgeirezas -
queiies Srs. que o desejarem durante os dias
ele exhjbiccs.
Dar se-bao execuces orrultas na residen-
cia de qualquer Senhor procurando-se o Sr.
Ryan em sua c-isa onde se achara urna d-
versidade de mechnismo para divet tmenlo de
familias a precos rasoaves.
OOSAfORAMA.
D dois em dois dias ha mudanca de painel*.
O pre^o para os homens 3>o
para as Seuhoras 16b
para os meninos i(io
O Cosmorama esl patente ao publico todos
"os dias -de dia e de note.
Avisos Diversos.
C?" Trca-sb a moradia de um prmeiro
andar por a de urna caza terrea sendo as
ras de Hortas Caldeireiro $ There/.a ,
e Agoas verdes ; ou aluga-se e ven*Ie-se urt
mulato um negro serrador ; pateo de N.
Senbora do Terco N um.
ISF" O Leilo d'armacaf) da venda e dos
gneros n'ella existentes na ra do Atierro da
Roavista num. Jri, pertencentes ao falle-
cido Subdito Portuguez Francisco Antonio
de Alello fica transferida para boje sabbado
it do corrente ts quatro horas da larde.
t> Adve-ScaoSHr. que s introduzio
em urna Cadcirinha de rebco na DOn do
dia t do corrente no Palco da P. junto ao
muro da R. em que vinba urna Snr. e com
a qual leve reciprocas e amoiazas correspon-
com a chegada do lllm. Snr. Coronel Jze Jo-
acjum Coelho.
Noticias Estranffeiras
A nota do Embaixador da Russia em Pariz,
ao Alarechal So'ult
N'uma communica ib feita pelo conde
Mecem -. *mhaf*ador la Rnsia em Pariz no
marechal Soult come ou o primeiro por de-
clarar que a Russia nao interfera as colisas
de Blgica e de Hespanha, mas que tinba um
interesse directo nos negocios do Oriente ; que
ellasejutga obrgada a manter aquella influ-
encia de sorte que seo su I lab viesse a pedir
o auxilio da Russia nada obstara a que ella
lhe concedesse. Al. Aledem accrescenlou ,
queosulto reclamasse soccorrosda Inglater- um desembarque, porem ootilra urna oceu-
ra e Franca enlo s enlao, tolerara a paci por trra; que podem fazer.
* A Russia haveria obrado por conseguinte
Russia a presenca das suas esquadras em
Conslantinopla. Os nossos navios esto prom-
ptos disse o conde Medem como tattibem
as nossas tropas ; m quarenta e outo horas
podem achar-se debaixo dos muros do srra-
lho ao passo que a Fran a precisa de tres
semanas para mandar tropas. Por irada 10
mil homens que mandardes mandar a Rus-
sia 5o mil. Esta asserco comrooveu forte-
mente o marechal, que rejilicou : a Russia
poder fazer tudo isso ; pOrem se fizer,
iqueimremos Sebastopol.
accompan- wba muita gente na ra 5
hada dum xito completo, xito que ao i t'acte de se cazar se for ella so+teir
fasa honra nem a Lord Possomby nerii a M. sendo cohiba-se de nss.m praticar pois que
he bem conbecida a familia da dita Senbora ,
do contrario ... -.O Fi^ivilador.
53" Aluga-se para se passar a festa 11a
Cidade d Oliuda um grande sobrado de hum
andar com muitos commodos, grande quin-
tal murado e mulo fresco na ra de Sao
l'cnto confrontando com olao da Afalriz de
S Pedro Mrtir : a tratar na mesma Cidade ,
caza num. 4 na ra de Vtalhias Ferreira.
13- Quem quizer ser ama de hum homem
cazado, de pequea famila distante desta,
Fran duas legoas : dirja-sc u esta Typo-
g rafia
tZT Qum livor huma prota c quz'e'r a-
lugal-a para servir hum homem de pequea
familia : drija-se ao I ateo de S. Pedro caza
D. } lado da Viracao.
XST yuem preci/ar de um menino do ida-
de la lannos, para Page ', ou Caixeiro
de alguma venda : dirija-se a ra das Cru-
ze caza terrea I), dez lado do nascente.
jy Prociza-se de Um official de Tanoeir;
na tenda da na das t iucs.
S3" Arrenda-se huma boa casa e sitio, nrt
lugar do Monlero por anno, ou somonte
para o lempo de festa, com bastantes Inicias
e glandes cuiiiincdos ; a fauaT i ra do Ca
hu;; D. ti.
53* Arreuda-se polo lempo da festa urna
grande caza com bastamos commodos no logar
do Alonlero qual tem sabida para.o rio;
quem a pe tender dirija-so ra da Penba ca-
za de sobrado, por cimn da venda de garapa.
S3- Na ra da Cruz n. rio escriptorio nd
segundo andar conliniia-se a descontar bi
lbotes da All'andcga com o cambio sogninte-
londo menos de trnta dias a vencoi' se far o
descont a S/i e sondo do mais de 'irirla di-
as a o a 7/8 ; de mais desessenla dias a 90,
a um por conlo ckc.; de 90 dias para cima, a
um e um oilavo por cenlo.
Cr- Na praca do Hospital
nero esquina da ra da Roda
se, e aGnao-so pianos com porfoirao em
qualquer estado de ruina que seacbem, e i-
gualmenle b.i um grande sorlimento de corda,
epodos os mais necessarios para os mcsihas ns-
1111 montos.
em todo este negocio com sumrrra habolidado
Deixandoq' a Franca e a Ingahterra se com-
promettessem com respito a Alehemet Ali lhe
teria feito accreditar que a queslao era pura-
tres I mente martima e Ibes haveria visto trannui-
lamente.reunir-formidaveis esquadras afr-q
chegadoo mpmento opportuno por meio de
seo movimento mais alem de Musira rodu-
ziria aquellas massas de navios a eonsumir-se
em frente dos Dardanelos fiando a sorle da
queslo aos exercitos terrestres em cujo caso
J
f
caza do marci-
concerta-


DIARIO DR

1
PERNAMBCO
I II i*
m
ufe
na
X3T Roga-se ao Sur. Italiano que no qner; por cento ao mes dando-se boa firma ;
liada haja de declarar o seu nomea lim de nao |>raca da I iulcjiciulnuja taja de encadernador
ser confundido com O Italianos que ainda
quer.
XZj~ Alu;a-se tima rasa em Bebiribe no
quem a pretender dirija-
imo ti r a follar com o Sur. Anto-
$-j> Que faz Adolfo Schramm por nter- pennas finas para officiaes, tudo chegado ul-
vencodoCorrelor Oliveira de grande va- timamente do Rio de Janeiro.
riedade de lay.end.is inglezas, e
va-
francezas
Aluga-se
hlgar Canhenga
nio Jos S imites
ty Aluga-se hum preto moco possanie
para qualquer servico ; na ra do Queimado
na ra do Queimado loa D. 7. 1
tSr" Assignatura para o Jornal do Com-
mercio do Rio de Janeiro recebem-s em
casa de L. A. Dubourcq rua do Vigaron.
16; o preco da assignatura he de 16,000 por
anuo.
STj* Jos Mara Plcito de Maga Ilutes,
previne ao rc-speiU\el publico, para que nin-
guem fac transacao alguma com duas letras
daquantia de quatro cantse noventa e cinco
mil e quientos rs. cada lima pagaveis em
moeda de prata pelo valor de 1 60 rs. o pa-
tacao sacadas pelo o anniinciantc e aceitas
peloSr Jos Joaquim Jorge Gonsalves c
endonadas pelo Sr Jos': Feruandes Jorge as
quaes se acho vencidas e protestadas por o
annuncanle as ter perdido.
tsr Aluga-se para se passar a festa urna
rasa no poco da panella amargem do rio, a
nual se acha ratificada cujos commodos sao
duas salas, i quailos, e cozinba fora os
preleiidcnles dirijo-se a rua de Ilortas sobra-
do D. 53.
tST A quem for oITerecido um Vangucrve
pralica Judicial cujas folhas sao velhas, en-
cadernado de novo com o nomo Jos Telis
de Mcnezes nao comprem antes o receba ,
e rcmete-lo a rua jiovaem Olinda n. 4 do
ludo de Ierra ou mi,inicie sua morada o
annunciante nao ter duvida em recompensar
generosamente a pessoa que tal obsequio Ihe
quiser fazer.
$y O abaixo assignado comprou de sorie-
dade com o Sr. Dr. Amaro Haptista Guima
rs Promotor publico da Comarca da Roa-
vista um bilbcte da primeira parte da A.
Lotera a favor das obras da Igreja de N. S. do
Livramcnto desta Cidadc de n :181o. Ma-
noel Jos Lopes Braga.
CT Descja-se saber nesta pra a quem sejo
os correspondentes dos Sis. Padre Alejandre
Pedro Soares Francisco Pereira de Abrcu ,
eFraucMO Antonio llsteves queiro por fa-
vor anuunciar suas moradas.
cy Arrenda-se urna casa para se passar a
fcsla pascando a ponte de licbiribe no terceiro I presente annuncie
10 horas da manb no seu armazem da rua
da Cruz.
' tsr No da immediato sexta feira aa do
correnle as mesmas horas continuar o leilo
e consistir de espingardas para caca ditas
lasarinas parnahibas facas de diferentes
qualidades pennas para escrever. de mullas
miudesas de prompta venda e igualmente de
tres magnficos pannos inglezes demuito acre-
c iado author.
C o 111 pras
i publico (pie de boje em (liante sera
inteiro oaquim Antonio Ferreira
D. a6 se dir.
iy Avisa-se aosSrs. passageiros do Pfi-
gue Escuna Amisade para o Rio de Janeiro,
que elle sahir impreterivelmente no da ao
por isso queiro comparecer ou mandar con-
cluir seus ajustes ateo dia 17, a fim de se
Iratrr dos arranjos da viagenc.
ZZ7~ Aluga-se um escravo que saiba cozi-
nliar o diario de urna cusa para servir so-
mente a um homem solteiro ; na rua Direitu
D. 33.
g^p O abaixo assignado lendo encontrado
nome e sobre nome igual ao seu e o mais be,
que em homens criminosos, e como taes apa-
recidos em folhas publicas nao obstante ser
o annuncianle estabelecido com negocio e
bem conhecido nesta Cidade be d seu dever
declarar ao
osen nomemteiro Joaq
de Vasconcellos e nao Joaquim Antonio de
Vasconcellos como d'antes
SST ()s Srs assignantes do Panorama po-
dem manilar buscar os seus competentes n-
meros no escriptorio de Francisco Scvcriauo
Rabel lo.
SK3~ O Sr. Francisco Jos da Costa Guima
raes, dirija-se a rua do 'I ivrameuto loja .
8 para se tratar negocio de seu interessQ. E2" M/os Pilhetes da, Loteria do Livra-
C? Precisa-se de 11 m homem pura tomar ment: na rua Nova loja de ferragons I). 10
contado um venda por halanco., e quetenha1 *^" Sal de Lisboa em maiores e meno-
paramaisde 90 annos de idade ; na praca da res porcoens a bordo do Patacho Portuguez
Roa vista botica do Victorino. Paquete d Terceira : a tratar com A. F. dos
tsr OsLiquidatariosdo casal do fallecido Santos Praga na rua da moeda n i4a.
Sr. Antonio Marques da Costa Soares previ- *^" ^a nova fahrica de charutos no atierro
nem a quem convier que nos dias 8, e iq d
corrente Novembro ter lugar a ultima rema-
tarlo dos bens ja annunciados pertencentes ao Por P''cr0 commodo
mesmo casal depois da dos horas da tard" ,,VcioS Wllietei da Lotera
Sincoentae tantas travs d palmo e
principalmente quinta lira ai do corrente as coito, e 3a a i5 palmos de comprido todas
g^ Urna reda de nial ha de agu ha ten-
do de comprido a8a 3o bracas nova 011 com
nlgum uzo e que seja propria para despescar
viveros ; e urna orlhografia de Madureira ;
na rua da cacimba armazem de assucar n. 5 ,
011 annuncie.
Vendas
C.^" Meios hilhetes da Lotera do
Livramenlo a 3sooo; nesta Typo-
grafia.
de boas qualidades de madeiras e reforcadas
em grossuru cujas acha-se recolhidas no
armazem da prensa de T-avares Jnior e Men-
donca no forte do matos ; a tratar na mesma
prensa sendo seu preco commodo.
S3T O Hiate S. Sebastio encalhado no for-
te do mattos ; a tratar com Manoel Jos Gon-
salves Rraga junto aoarco de S. Antonio.
S2T Meios Bilhetes da Loteria do Livra-
meuto a Jooo ; na ruado Crespo lojade miu-
dezas D. 5.
$sy Meios bilhetes da loteria do Livramen-
to a tres mil rs. ; no paleo de S. Pedro loja
de lvros.
5^" Bilhetes e meios ditos da loteria do
Livramenlo ; na loja de miudezas ao p do
arco de S. Antonio.
C3" Um pardo oficial de alfaiale de ida-
de de vo a a:>.anuos he milito claro e po-
de ervir para pagem, nao tem vicios nem
achaques ; no atierro da Boa vista sobrado D.
i4noprimeiro andar, das 6 as 9 horas da
manli e das as t da tarde
E7- Na ruaestreilado Rozario D. 16 lo-
ja de barheiro dezcaixilhos com vid res pro-
prios pura loja de miudesas.
i^- Bilhetes da Loteria do Livramenlo a
5700 ; na praca da Independencia n. 33.
Escravos Fue dos
C?" Roga-se a os Srs. Suh-Prefeito desta
0 da loa vista n. 4 ptimo* charutos de to- ? md Dimarca ******. Pi,rl'cl'*es apre-
J das as qualidades. a retall.o c em porco heS> d 7 '" va de nome Pheresa^. cre-
. or mero rommndn r S !.u,a.' de ,dade de '8 anos coznheira e
do Livra-
a porta doJuiz do Civel da primeira vara na meill Ircsmil ris ; na praca da Indepen-
rua da Aurora. deuda lo;a de encadernador'n. a6.
13- A Mesa da Irmandade do SS. Sacra- C5" Bilhetes e meios ditos da loteria do
ment
do Re
horas ua manila do da d lioj
se achara reunida no sen Concistorio para .dar
principio em Mesa Gcral a final discusso dos
artigos adilitvos ao Compriinisso em vic.or.
5T A Mesa da Irmandade do SS. Sacra- ^" i>clos e meios ditos da loteria do S miSLl jlZ^U^Zi
todo Hairro de S. Antonio desta Cidade Livramenlo ; na rua do Cabug loja d relo- ^"^ a, ,r P '
lecife manda fazer publico, que pelas ,, joeiro junto do Sr. Bandeira.' J""6 -". 6 '* d c^o
isdamanhdodiadho.e tr do correnle ^ Orna negra moca cozinha ensal.oa ''^, "" *f Vd l,fanco com
c cose liso
ja n. 4q-
na rua
da sen zalla
velha pada
CT Urna ferramenta completo, e ludo no-
j
vo para oficina de taniiciro
< lio do noia I), n
ITT" Taboadode
na rua do nin-
louro
para cuja discusso manda igualmente a mes-
ma esa convidar pelo presente a todos os
Irmo esperando que bajo de comparecer ,
por isso que sassim poden! ter lugar formar- comprido, eeois oe largo por pre;o cora-
se a Mesa Geral. E para conhic'imenlo de mot'0 '1 "a serrana do Joo Thomaz Pereira
todos oslrmos por ordem da Mesa se faz o ff^* Meios bilhetes da Loteria do Livra-
com -j5 palmos de
edois de largo
sitio, a casa he n.uita grande, tem duas salas,
3qiiarlos, cozinha grande, estribara para
dois cavallos pelo preco de 60,000 ; a tratar
110 mesmo sitio
C7" Previnc-se ao Sr. Thesoureiro da Lo-
teria do Livramcnto, que s bilhetes da actu-
al Loteria nmeros 4'"o, 4176, 4$0I i 4'tt,
ment ; no alteara da I oa vista junto ao beco
Mr O Bacharel Joaquim Vilella de Castro do Ierro venda U. ttf.
Tarares faz scienle, qne nuidou a sua rezi- C^" ft,>ios bbetes da loteria do Livra-
deucia para o pateo da Pcnha junto a casa da ment a 3ooo; 110 atierro da Boavista venda
Guarda. do Lagou-.
re- C7*Meios bilhetes da Loteria do Livramen
Jiior Li- to a '000.*' na pracinha do livramenlo l). ->4.
tZf" O abaixo assignado faz soenle ao
peilavel publico que elle tem de 1
bello ivel de nulldade do leslamei
para G. N. 5 nesta
l nmeros 4*( o, 4170, jooi avoD, 1 helio ivel de nullidade do testamento com ^ ^ma harrelina
a7q, c ito, foro desencaminhados sendo que lalleceo o irmo do annunciante. Beruar- Typogralia.
todos nteiros e por isso se previne ao memo j dio Antonio Domingues no qual inslituio l^"'Urna negra creoula de idade de aa an-
Sr. para que no cuso de sahirem premiados os | por sua universal herdeira a Clandinq Maria n.os uoa co/inbeira rendeira engomma
nao pague seno a os ibuixo assigndos Pris-
co Capibarihe Domingos Neves, Xavier,
e Rcssui reico.
SS7" Deseja-se achar para alugar um ou
dois quarlos de qualqucr casa sita em um dos
bairros desta Cidade no segundo ou terceiro
andar bem arejados, e independente do
resto da casa com vista para ornar ou para
o campo ; quem tiver annuncie.
&sy PrCcisa-se de dois contos de res a pre-
mio de um e meio por cenlo hypolhccando-
se para seguranca predios nesla praca quem
quiser dar annuncie
C? Quem quiser dar cem mil ris a juros
da dois por cento ao mez por lempo de seis
inezes com hypolheca em urna morada de
casa terrea no atierro dos adogados ;.quem
quiser dar annuncie.
X^r Pelo Juizo do Civel da Terceira vara
se bao de arrematar duas casas terreas n. 5, e t
sitas na ruada Gloria do bairro da Boa vista
no dia -/O e 99 do correnle
XST* Arrenda-se um silio na estrada do gi-
qui com sofrvel casa de viveuda cape la ,
senzala e todo murado pela frente com
pomar de espinho e coqueiros ; a fallar com
o seu propnelario o Dr. Clemente Jos Fer-
reira da Costa, ua rua da Florentina casa
D. i3.
ZS3" Furtaro do lugar de Apipucos tres ca-
vallos com os signaes seguinles : casianho pe-
uueno estrclba na testa, umaorelba lascada
DB ponte outro russo pombo corpo delga-
do diicade reo e com carrego pouco li-
beraC. e q. outro melado, grande, claro,
ijuartaode carga algumas pelladuras no cs-
pinbaco e mais outro quarto pequeo, rus-
.s<^)rcto: quemdelleis lvcr noticias participe
a Joaquim do Reg Barros Pessoa que -
generosamente recompensado.
tST Precisa-so de 100,000 a preaaio
Uso
cose cha e lava
roupa ou troca-se
rua : na rua de S.
caca de c
do Livramenlo e por sen Tcstainenleiro a
Manoel Joaquim Ramoso Silva, e como po- por ou Ira que venda na
de suceder haver alguma venda, ou qualquer Theresa veuda D. i3.
transacao dos bens do fallecido seo Irmo por ^ Uma espingarda para
isso prev'
blico-para
nunciunte nassa nos a propor o dito libello os lados e na mesma esta o lugar para
de nullidade do dito testamento como a em- |olvora tem fei.xos de espoleta, a coronha he
lodos osbens da dita testamenteira t I,ova e hemenvernisada todo o mais a
10 dos liensdo latlecidoseo Irmo por !U^ umu cspmgaraa para caca, deceno
fine pelo presente ao respeilavel pu- lriu'hado cuja coiulra como ha mui poucas ,
ra a sua intelligencia pois que o an- tira-se e pe-se por via de parafuzos lambem
sera
de
nargar
decsao final do dilo Libello. Manoel Anto-
nio Domingues.
Avisos Marrtitiius.
PARA O RIO DE JANEIRO, sigue com
brevidade a veleira Sumaca Nacional S. Do-
mingos; quem quiser carregar ou ir de pas-.
sagem dirija-se a pracinha do Corpo Santo
U. 07 casa de Gaudino Agoslinho de Barros ,
ou ao Capito Monocl Ignacio da Terra a
bordo.
PARA O RIO DE JANEIRO ; o Brigue
Escuna Amisude liansferio a sua sabida para o
dia 50 impreterivelmente ainda recebe al-
guma carga miuda ou passageiros para o
que tem excellentes commodos; a tratar na
rua da cadeia n. 5g ou com o Capito Joa-
quim Gonsalves Maia.
PARA MACEIO', Baha e Rio de Ja-
neiro o Vapor Brasileiro S. Salvador ; quem
3uiser ir de passagem dirija-se ao escriptorio
e Rozas & Braga pra a do Corpo Santo D.
cinco. %
lho de ferro
mentada
pare-
, be espingarda ja mui experi-
e so com a vista se uva lia a obra
L e I a o
tzr Que faz o Corretor Oliveira de bom
sorlimento de fazendas inglezes e rancezas ,
no dia quarta feira jo do corrente as 10 horas
da manh no seu armazem na rua da Con-
ceiio 11. 34 no primeiro andar.
e urna maca de couro de lustro j na rua do
Padre Floriano D. %>.
tsr Um casal de cadelos a cadeia he de
fila e o cadelo a travessado ; na rua do co-
lrelo casa do Celestino.
tS- Urna venda com poucos fundos on
com aquellos que fizer conta ao comprador ,
sita na rua 'do Rozario da Boa vista junto do
sobrado do Sr. Queiroz Fonseca.
ty- Meios bilhetes e cautelas da Lotera
do Livrameiiiu esies a dooo e aqueiias a too
ris ; na praca da Boa vista vendado Sr. Jos
da Silva Saraiva
ey Meios bilhetes da loteria do Livramento
a 31000 na rua nova loja Franeeza D. 10
tf Meios bilhetes da loteria do Livramen-
to a 3oo ; na rua do Cabug loja de miude-
zas I). 3.
cy Meios Bilhetes da loteria do Livra-
mento a 3720 ; as 5 ponas D. o.
tJ" Meios Bilhetes da loteria do Livramen-
to a a 700 e i nteiros a 5 mado loja de fazendas de Manoel Joaquim 6H-
veira ena rua da Cadeia loja de cambio nu-
mero 48.
ES" Na praqa da Independencia loja n. 11
e la vidros de purgantes de Manoel Lopes ,
talinsdo novo figurim barretinas, e ban-
das para officiaes rctroz armesim para ban-
das ; apparelhos para barretinas horones de
doceira cabeca olbos e testa a proporco,
orelbas pequeas nariz chato boca peque-
a beicos finos tem urna scatriz no ombro
direito jielos escorridos e grandes ; mos c
1 cheia do corpo tem o an-
cbelo ar-
bahado de
sucena e panno da costa ; quem a pegar le-
ve a rua de S Gonsalo a casa de Antonio Eli-
as de Vfoura quesera gratificado
$sr No dia ii para i/( docarrente fugiode
liordo do Patacho" Nacional Oliveira escra-
vos em urna lanliga do mesmo Patacho, le-
vando 3 remos a baldos e urna pequea
vella um de" nome Miguel angola baixo ,
barba serrada bastantes cabellos nos peitos ,
outro JouO rebolo tem uro dedo do p es-
querdo cortado eo outro Marciano, estatura
regular sghal de ferradura na testa duas
bolas pequeas no caxaco ; quem os pegar le-
ve a bordo do dilo Patacho defronte da -iraia
do collegio a entregar ao Capito Antonio Jo-
s I emos, ou na pracinha do Corpo ,'anlo 1
seu Consignatario Gaudino Agoslinho de Rar-
ros que ter de gratificaco 00000.
tsr Joaquina creoula de idade de la an-
nos cambada dos ps levou vestido camisa
e vestido de chile azul supe-se ser furtada,
por ter pouca esperienca do Recife desapa-
receo no dia oito do corrente logo de manh
sedo ; quem a pegar leve a Joaquim da Silva
Castro na rua do Crespo U., a
recompensado.
, que sera
Mov ment do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 57~
)LA ; aH dias, Brigue Porlnguez Jose-
, M. Mariano Joaqnim
a de iao tonel M.
Nunes carga alguma cera e esleirs ; ao
mesmo Vesire.
LISBOA ; 40 dias Brigue Portuguez Afri-
caiiode o tonel. M. Slverio Manoel dos
Reis equp.-ai carga diversos gneros ;
a Thomaz de Aquino Fonseca ; passageiro
um brasileiro.
RIO DE JANEIRO ; 11 dias Barca de Va-
por Nac. S Salvador, Capilo Joao Hat-
chens emcommissodoGoverno conduz
o i. Teueuieua armada Manoel Liz Pe-
reira da Cunha e 3 soldados presos o
Exm. Sr .'ehastiao do llego Barros com
a criados-, Antonio Peregrino Maciel Mon-
teiro com a criados, oaquim Manoel
Carnciioda Cunha com a criados Joa-
quim Nunes Machado ; o Coronel Jos Jo-
aquim Coelbo com seu ajudanle de campo,
duas ordenancas dois criados e um escra-
vo Bento Antonio Gomes, Antonio Jos
Ferreira o Inglez Reis um despenseiro e
escrivo para o lirigue Escuna Nyclheroj ,
oengenheiro Inglez Maeny e o brasileiro
Delfino Gonsalves Pereira Lima, com um
escravo.
BARCELONA e Malaga j 38 dias, Brigue
Hespanhol Hesperie de 115 tonel., M. Mar-
tins Roses, equip. 10, carga vinho e
outros gneros ; aSchramm.
RX5FENATYP.DEM. F, DEFT^Tg^