Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08689

Full Text
NNODE18S9. Sabbad
Tudo agora depende de tis meamos; da nossa prudencia, ntodera>
"pao, e energa : continuamos como principiamos e seremos a pon lados
com admiracio enlre as ftares mas cultas.
Proclamac&o da Assemblea Geral do Brasil.
----
Subscreve-separa esta folha a 3ooo por quartel papos adiantos
nrsia lypografia ra das Cruzes B. o enaPrac da Independencia
T). 37 e 38, onde Se recebem correspondencias legalisadas, eannuucios-
nsirindo-se estes 51 a ta, sendo dus proprios assignantes, e vindosassic-
nados.
. Partidas dos Correios Terrestres
Cidade da Parahiha e Villas de su pretendi............ \
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem...... ..........f
Din di Fortokza c Vil! idei.......,..............
na- ..............................;
.......Todos os das.
'.........Quintas leiras '
......IJias lo; e i de cada mes.
..........Id<"m 1 11. e 11 dito dito.
dem dem
9 DE OVEMBRO. NuMEttO 245.
S-gundn Serias Fciras.
Cidade dr Olinda
Villa deS. Anto....................
Dita de Garanhuns e I'ovoaro do Bnnito ...... ,
Ditas do Cabo, Serinhaem. Rio Formoso, e Porto Cairo .
Cidade das Alagos, e Villa de Macei.............
Villa de Paja de Flores
l'aj
Te
odos os Crrelos partera ao mel dia.
dem 13, dito dito.
CAMBIOS.
Novembbo. 8.
Londres...... 35 a 34 por 1 fooo ced.
Lisboa....... S0 por 0^0 premio, por mctai ouerectdo.
Franca.......Sobris por franco.
Mo de Janeiro ao par.
OflO Moedas de 64oo rs .Velhas i<^o ,5*^ .
PRATA Patacoes Rraide.ros ......l ffio ,|5(H)
" Fos Coluinnarios........,0^ *5(Jft
_. finos Memcanoi..........,|4fc A,^
Premios das Letras, por mez 1 1/8 1 ippor loo
Moeda de cobre 3 a 4 por 160.de disc.
Dias da Semana.
i Segunda------S. CaHos Borromeo B. Cari. Ses. da Tbes. e aad. do J. de D. d* 1 t
i er9".....*?, Jnas.----------------.------Kl-cJo e Ayd. do j. de o. da ara da bmK
6 Qu.rta--------S. Severo B. M..........Ses.Jo da Tl.es. Audiencia do J. de da Trdk
7 Quinta--------S. Florencio t...........Re.. eaud.doJ. de D da 1. r.
Sexta -.-------S. Severiano e seos Comp.-------Se, da Tlien. e aud. do J. de O da 1
9 Sabbado------S. Theodoro Monge.........Re. e aud.-do J. de D. da 3. n
10 Domingo-----O Patrocinio de N. S.-----------
Man chela para odia 9 de Novcmhro.
As 7 horas e 42 minutos da Urde- As 8 horas e 6 minutos da manha.'
i
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
Reunilo de ambas as cmaras.
Sessoem 10 de setembro de i83q.
Presidencia do Sr. conde de Valeria, vice-
presidente*
Aberta a sesslo, feita a chamada e verifi-
cando-se achar-se numero legal de Snrs se-
nadores e deputados be lida a acta da ante-
cedente, e approvada.
Continua a discusso sobre a admissao ce
tropas estrnngei ras.
O Snr. Montezuma Snr. presidente,
tendo diversos e mui conspicuos oradores lo-
mado parte nesta discusso ; tendo-se muilo
dilo proecoi.lra a admisso de eslrangeiros,
tanto na cmara temporaria como na vitali-
cia e ltimamente na Asscmblea geral 5 nao
me animara de cerlo a tomar parte na dis-
cusso se acaso me nao viss na precisa ne-
" cessidade de livrar-mede huma censura ra-
vissima rjue se me fez, a de ctrU<-o
Hontem o nobre orador que fez parte da ad-
ministrarlo anteriora de >q d setembro de
j8J7noseu discurso, lancou mo de hum
argumento, do qual pode deduzir aljjuem con-
tiadicco no met modo de votar.
Hedeneccssatio, Snrs. di^er a assem-
blea geral que eu voto Contra a emenda em
quaes os motivos que me convencem para as-
sim votar Voto contra a emenda pelas ra-
zes espendidas principalmente pelos meus
dous dignos amigos deputados por S Paulo.
passoa mostrar que votando desta. maneira,
nao sou de forma alguma contraditorio.
O nobre senador que foi ministro dos ne-
gocios da guerra qtiando eu tive a honra de
la/.er parle do gabinete nao tomou emeon-
sideraco as circunstancias alias mui valio-
*as occorridas naquclla epoea eoutras que
tivero lagardpois, e porisso julgou-se na
ecessidadede votar em 8 g da mesma manei-
ra porque encarou o objeclo em tb.^. Eu
peco aos uobres ex-ministros do gabinete de
19 de setembro que attendendo-me reco-
nbeco verdicas as circunstancias que vou
relerir, e que julguem se sou contradi-
torio qttando naijuella ocrasio concenti na
proposta de engaamentos de estrangeiros
He bum lucio, Sur. presidente que O ga-
binete de que fu parte tomando em conside-
raco os negocios pnblicos, e ludo o que ha-
via occorrido atenlao consultou e exami-
a iiiuieria e resotveu lazer a proposla
tida pelas folhas publicas da opposico com
huma virulencia e perfidia tal que pareca
impossivel resislir-se Ihe Nao. houve bal-
doesquese nao lancasem sobre ella intriga
que se nao apresentasse para se destruir h for-
ca moral da administratao dessa poca. as
camatastudosenegOt ao governo desse lem-
po ... Eu eco aos nobres membros da as-
semhlea geral que se recordem que os ex-mi-
nistros de 19 de setembro declararo franca-
mente, quando membros da opposico, que
-ncgariSo a esse gabinete pao e agua, e o ne-
garlo com effeilo Nadav por consequencia
devera ter essaadministiaco para fazero ser-
vico publico nada devera ter essa adminis-
tracao pan jiodec bater aos rebeldes, e na-
da podia obter para salvar o estado! S se
tratava de leis administrativas erao rectiza-
dus ; se alguma lei poltica vinba a ser ini-
ciada em alguma das cmaras porisso mes-
mo que tenda a fortificar a adminitra^o ,
ou a-consolidar as inslituicoes do paiz ," em
urna palavra a illucidar qualquer ponto con-
li<>v<:rio e duvdoso, tudo caba !
O nobre orador continua defendendo, e fa-
zendo algumasdeclaracoes, recordando ; as-
semblea geral as circunstancias particulares em
que seachava a administrarlo anterior a de
ip de setembro e tendo falado extencamen-
sobre a materia, concluedi/endo :
Eu, Snr. presidente, na" actual situado
dascouzas, nao tenlio por fim fazer opposico
a actual adminislra o ; tenhu posto ;i de par-
le tudo quanto diz respeilo a principios po-
lticos e escalla de liberdade maiorou menor ;
sao antecedente.
Muitas vozes Votos votos.
I)a-se a materia por discutida e procede-se a
votaco.
^Fembros presentes 107.
A favor do engajamento estnngeiro 58 votos
C0"lra...... (9
Maioria a favor <.
Le-sea acta da presente sesso, que he ap-
provada.
Lvanta-se a sesso hora e meia
tarde.
da
PEHNAMBUCO.
GOVERNO 04 PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 5,
Offico-Ao inspector da Thezouraria da
Faseuda, communicando-lbe que o Recen-
te em Nome do Imperador por Carta Palen-
te ile o de Jullio do correuta auno Gonfir-
iMxa Mr Alexis 1 havannes no Lugar de
Cnsul daSuissa nesta Provincia,
nj,iIgr1a7rmm.,mica:Sofoi*,Jeri?i,a a?Inr
pector da Alfandega e ao Administrador da saco receberia a manh em'ordem do da e
Meza do Consulado. nr, mnvnJnJB'n.________. ..
Meza do Consulado.
Dto-Ao Inspector da sobredita Thezouraria
communicando-lbe que constando por infor-
ma o do Inspector da Thezouraria das Ren-
das Provinciaes que o armamento fornecdo
ooCorpode l'olicia no annofinanctirode i8J->
a 8 c) fora pago |>elos Cofres da dita The-
, zouraria, e nao sendo tal despeza Provinrial
contento-me comas .nMitutcoes do meu paiz, e sim Geral ; Ihe ordena que mande indemni-
nao insto com vehemencia polo que diz respei- zar aos Cofres Provinciaes da quantia que se
to a sua fiel execu.ao, espcrare melhor oc- des>;iidcu com o referido armamento a fim
casiao, ctrcunslancias mats serenas ; mas tim de que se possa corrgro Balanco da Recei-
genero de opposico nao poderet deixar defa- lae Despeza Provincial quedeve ser impres-
x. ,aquella que tende a economi- so quinto antes
viando-lbe a conta legalisada do fardamento
abonado a 44 pracas do terceiro Batalhao d
ArtilberiaEkpediccionario aoRio Grande do
Sur em Novembro de .83;, a fim de que ern
vista della fizesse entrega da quantia de...
34J71 reis ao Commandanle do mesmo
Batalhao na cohformidade das ordens que
esse fim teria da Presidencia recebido.
Dito Ao mesmo. devolvendo-lbe o re-
querimento do Calx> Invalido Joze Francis-
co Monteiro e significando-lbe em satisfa-
co ao sen officio desta data que a pretenco
do referido Cabo era no seu entender indefe-
rivel.
Portarla Ao Major Commandanle do De-
posito remettendo-lhe.O Conselbo de Direc-
co feita ao Soldado Augosto l'ereira de
Garvalho e ordenando-lbe em vista do pa-
recer do mesmo Conselho, e da justificacSo
que deo de sua nobreza o pretendente que
fosse reconhecido primeiro Cadete, com as
formalid-ide da Lei.
.-* Dia6.
Officio ~ Ao Inspector da Thezouraria di-
sendo-lhe, que tendo de marchar para a Pro
vtncia das AJagoas urna Forca cu a or/ahi-
possivel os dinhei- Imo-Ao Inspector da Thezouraria das Ren-
tadas as calastrophes das Pr.vinciaes communicando-lbe o conte-
por que pode pnssar bum estado a inancei- udono prccgdeiile oBicio
sar quanto for
ros pblicos: de
Di* G.
O.Iicio-Ao Prcfeito da Comarca de Nazareth
ra he, no meu modo de entender a maior
de todas que podem cahir sobre o Rrazil ; be
esta a nascenle mais perenno-e frtil dedos- rcspondendo-llie que os Commandantes dos
gracas que posso imaginar : por tanto nao Batalhs da Guarda Nacional da mesma Co-
detxare de instar em que se deminuao as des- "
pecM publicas em que se alivie odesgraca-
lr\ l>Anti>ilvi)intn il n >.nnn *- .1 i I .
do contribtiinte do pezo enorme de tributos
que boje paga ; qualquer adminstraco que
economisar. os diuheiros pblicos, que bem
arrecadar, que bem fiscalisar, que tiver por
I timbre diminuir e nunca augmentar as des-
[ pezas do estado, tera' o meu anoto.
nuu
a que se referi o nobre e digno senador
Snrs. he preciso quemerefira ao estado em
que me achei na'administrarlo daquella e-
pocha. Piimeiramente cumpre advertir que
nao vou expor lacios que nao cb^garlo ao
conheciment de todos os honrados membros
da assemblea geral assim como ao de lodos
os 1 rasiletros.
Cetcaa de prestigio a regencia que tomou
conta das redeas do estado em a deoulubro
de rJ, leve de resistir opposico mais vi-
olenta e bateada em principios os menos cons-.
titucionaes e parlamentares que he possivel
consderar-se ; absolutamente disposta a der-
rubar o poder por qualquer modo que Se po-
tlcsse imaginar nao houve Snrs. plano,
nao houve estrategia parlamentar de que se
nao lancasr-e mo para se conseguir esse, no
meu ce.iceilo, desastroso fim A administra-
tao tomou conta das redeas do governo em
las depois de ia de outubro vio-se acommet-
Deplon, sim, Snr presidente, que ainda
noanno de 18 roa no seio da represenlaco nacional censu-
rar aquelles que lazem franca e leal exposi-
5I0 dosseus principios: deploro que venda
ainda ao seio da represenlaco nacional hum
ministro negar-semelhantes explicayoes il-
ludindo e procurando evasivas quede cerlo
nlo abonlo de modo algum nem aos minis-
tros nem aos representantes que se acobar-
do e se salislazem com taes tergiversacoes.
Voto Snr. presidente por todos os moti-
vos expendidos contra a emenda do senado.
E assim dando o meu voto nao sou contradi-
torio com oconserrtimento dado quando fui
ministro da coroa em ifr.37. A proposta de
1 nlo nao era em nada senielhante ; que ho-
c se discute as circunstancias ero absoluta-
mente distinclas.
Muitas \o/.es: Votos, votos.
O Sur. Costa Feneira, em hum longo dis-
curso sustenta a jua opinio cniiltJa na ses-1
marca tem procedido em .regia quando alis-
lloos Commissariosde Policia e seos agen-
te* para o servico das mesmas Guardas por
i^so que nao estando elles incluidos as exce-
proes estabeleeidas nos arls b. e8. da Resolu-
code ib de Outubro de 18Ja que modfi-
coual.ei de >H de Agosto de 1851 he claro
q""v..cs se devcii coiisiilerar verdadeiros G.
Nai iunaes, e como taes obrigados ao espectivo
servico, salvo quando delles ohtiverem dis-
pensa solicitada pelos respectivos Chefes ,
na forma estabellecida no art. 5. da menciona-
da Resoluclo.
1
COMMANDO DAS ARMASr
nao convindo demorar o pagimCnte dos sidos
dos officiaes uella empreados, apresentava-
Ibe a respectiva folha, a fim de que a mandas-
te sattslazer expedndo suas ordens a Con-
tabelidade militar para a todos elles alienar
alemdos vencimenlos notados na mesma fo-
lha as comedorias d'embarque.
Dito Ao Major Commandante do Pepo-
sito, mandando recolher ao Arsenal de Guer-
ra todos os centures, epatronas que se achat-
sem a cargo do mesmo L'eposito exibindo &
competente Gautella.
liito ~AoMa|or Commandante interino
da Fortaleza do Brum, scientificando-Jhe que
as pracas do Deposito ali existentes recben-
lo racoes de Etape pelo dito Deposito e as
do terceiro Batalhao de Artilheria hoje pe-
lo Arsenal de Marinha, e a manha pelo Te-
lendo Batallil.
Dilo Ao mesmo, mandando remeiter dd
Commandante Geral do Corp de Policia 3q
pracas do terceiro Batalhao de Artilheria, que
nao entrarlo na organisajo das J Com pa-
nillas do Corpo Expediccionario as Alagoas,
enviando urna relaclo de taes pracas e para
o Deposito o Soldado que foi iulgado do-
ente.
lito Ao Commandante interino do ter-
ceiro. batalhao de Artilheria ordenando-
Ibe que agora mesmo fizesse trocar o arma-
mento do ad. qtie tinha o Destacamento da
FXPIDIENTB DO OtA 5.
OfiBcioAo Exm. Presidente, rememet-
tendo em duplicado o mappa da Forca de pri-
meira linba da provincia pertencente| ao mez
de Outubro pp.
DU0--A0 Prefeito da Comarca, requisi-
tando-lhe a priso de um desertor de tercei-
ro Batalhao de Artilheria cujonorae, esi-
gnaes Ihe transmittia em urna nota.
Dilo Ao Prefeito da ( marca de Santo
Ailo, deprecando-I he semelhantemente a
prslo de otttro desertor do mesmo Bata-
Ihl
Fortaleza do Brum pelo do ad. 1
colher ao Arsenal de Guerra todos os centu-
res, e Patraas acargo do Batalhao exibindo
a competente cautela,
THEZOURARIA PROVINCIAL;
Expediente do da a5 de Outubro.
Officio-Ao Exm. Presidente da Provincia
remetiendo o Balanco da Receita e Despeza
frovinciaesdoanno financeiro de 18J8 iq
a fim de que approvado por S. Ex. seja im-
presso para ser prezenle a Assemblea Provin-
cial na Sesslo prxima futura.
Dito-Ao mesmo Exm. Snr. remetiendo os
alanct especifieados da Receita de cada bum
dos impostas Provinciaes que se arn cadou nos
mezesde tulho. Agosta e Setembro docor-
iaJ?: eorrente anno csstm como das desperas que
D1I0--A0 Inpcclor da Thezouraria, en-] ti verlo lugar nos predilos metes com anota


DIARIO O E P E II N A M B CO
da importancia dos pagamentos mandados sa-
tisfacer pela Presidencia e ainda nao reali-
zados.
Porlaria-0 Inspector da Thezouraria das
Rendas Provinciaes em resposta ao iolhcio do
Sur C i!lector lo Municipio d'OHnda em que
cxiga para a respectiva Coliectoria hum armu-
rio onde se_posso cumuii-danienle guardar os
bulo de'
li; voca
e definir.
mulo Rosto,
Jtanto prestimo _e ao mesmo passo n.o e encommoda para ir ver
ihulo que maiscuste a determinar Fadangos, e Taieiras,
achavaalguma cou/a embriagado e trazia
com sigo duas enras abortas sendo urna para
Vianoel Carvalbo de Albuquerque morador
na Feira velba e outra para Martinho Joa-
quim Joze de Mello ; ambas cartas sao assig-
nadas por Alexnndre Ferreira Monoo ; sao
dactadas de i do mesmo correte mez e feitas te edificio est feito com goslo aquelle templo
no lugar hindi c como o dito preto em ludo armado com gosto este quadro esta esculp
discurso sao feilos
ra ir ver Bomba meu boi
iielo menos nao pos-
P. esereve com posto Sicrano lem sodeixnr de lastimar o mao gosto de taes pes-
Podro loca com gosto, D. Ma- soas ; porque nesses diverlmenlos os olbos na-
>
illudi
thilde canta com goslo, D. Ouilhermina dan- da veem que possa deleitar ou iiiuuir a-
sa com ioslo." I). Amelia traja com gosto es- gradaveimente a imaginacao, cosouvidos sao

ivros nclla existentes Ihe significa, que nao i se fazia suspeito por dizer vinba do lugar tura, sta msica, este
odesersalisfeita a sua exigencia ; vista da das Candeias e que ali liavia deixado buma com goslo; finalmente he vastissimo o impe-
,ei de 7 d'Agostode irtio art. i4 e Hegu- canoa, e queseo -r. chama-se Domingos Sr. rio do goslo. Mas o que be gosto ? Iloc o-
"amento de 14 de Janeiro de 1 Mi art. 66 pe- do Engenho Tapirema debaixo e que as car- pus hic labor cst: abi est to-la a diracul-
los quaes be de evidencia, que quaesquer des- tas erao para elle mandadas por st*u Sr. moco; dade ; porque ludo que diz respeilo a 110-
o preto lem boa ("iira barba bem serrada ces smplices melbor se sent do que se
buma perna e p enxado e buma l'erida na exprime.
mesma perna ; o ah.iixo assignado julgcu de O profundo Blair no seu Curso de Bellas
sen uever imndal-o recolher a cadeia onde se Lelras d z que pode-se definir o gosto-Fa-
acba e as carias na Suh-Prefoitura o que culdade de receber huma agradavel mpre.^sao
tudo ser entregue aquem mostrar legalmente das bellezas da niturcza, oda arte : e a pri-
Ibe perlenca.
Siih-Prefeilura da Cidade de Olinda j
Novembro de 18-9.
Miguel JozeTexera
pe/as a no setem as ue se azem com as
tiradas des di o beirus na Thczouraria de-
vemdeser deduzidasdas Commisses.que ven-
cena*
l>
verbas Rf'parh^oeiis.
de
ALFANDKGa DAS FAZENDAS.
El ITAI,.
Vicente Thomaz Pires de Figueiredo Co-
marco, Inspector da Alfa ndega luz saber que
no dia segunda feira 11 do corrente se hade
arrematar em basta publica e na porta da
mesma, douscaixoes com diversos Livros,
constantes da rclaoao que se acba afinada na1
dila porta no valor de 1798900 reia impu-
nados pelo Guarda 'oo Cancio da Silva no
liesparbo n. m<)b\ de M a noel loze Rodrigues
de And rudo sendo o Arrematante sugeilo ao
pagamento dos Dircitos.
Alfandega 8 de ^ovembro de i83o.
Vicente Thoma Pires de Figueiredo Camargo.
O Briguc Portuguez S. Pomingos viudo
de Lisboa entrado em 7 do corrente Capito
Mnnoel Goncalvcs Vianna, consignado a ller-
culano Mara Besaone
Manilsiou o seguate
iG Pipas com vililio jo moias dilas com
dito, 217 barris com dito, itjodilos com di-
to branco 1 barrica com ferragem 3 itai-
xfies com impressos (Panoramas) -i ditos com
livrosdilo 6caixas com chapeos, 1 bahu
rom calcado a barrls com carne, 1 caixote
com rap 1 !oo molhosdesebollas 5o bar-
ricas com semeas
Fora do Ma ni falo.
115 Barricas com sardinbas 1 caixote com
rap 200 molhosdesebollas. 1 caixote com
livros impressos 3 bacias de latuo.
A Pauta be a mesma do n. a31.
MRZA PO CONSULADO.
- -"A Paula he a mesma do 11. a38.
CORREIO
A Fscuna Jovina recebe a mala para o
JVloranhao boje 9 as ouzc horas da manlia.
O Arsenal de Guerra compra sola ou va-
queta e bode ela : quem tiver compareca
no mesmo Arsenal para tractur dos ajustes ,
dando-se a preferenca a quem por menos qui-
zer vender.
Arsenal de Guerra SdeNovemhro de iH Jp.
Joo Arconio Barbosa.
\ ice-Director.
Diario de Pernambiico
conliiiuamenle atormentados d'huma algazarra
montona e encommoda.
as Senhoras estamos observando a cada
passo o bom ou o mao gosto D. Bom-se-
r por ex. nada lem de feia : suas legues
sao regulares ; tem boa cor a tez he mimo- ,
sa &c. : mas vesle-se lo desenxavidamente, ,
e com lj mao goslo, que asmis ricas joias,
as melhores lourainhas nao Ihe armao nao
I he di/em e (em hum nao sei que de mal-
amanliado q ue desagrada a todos : ao mes-
mo passo que D. erpelulina pisto que nao
formosa tem tal garbo l>-a;a com tal grara ,
sabe adornar-se toadequadamente, que del-
ta se pode dizer como de Venus dice o Can-
tor de Mantua Incessu patuit Dea : no an-
dar mostra que be (losa.
Dar-se-ha caso que o tao fallado Grande
Tom soja svnonimo do Ijom gosto ? A Iguns
mena queslao que logo se offerece he sa-
ber se o goslo deve ser considerado como hum
sentido interno ou como hum esforco da ra-
sao. O vocabulo rasao he huma expressao ge-
nrica : mas se por ella entendermos esse po-
der do espirito quenas materias especulali-
vas descobre a verdade, e na pralica julga dos dirao que sim ; mas eu entendo que nao
' ~~ 7 T" meios com o fim que nos propomos', creio ,! O grande tom he a vaidade requintada e esla
Antesdehontem^do corrente), pe as 5 fat., iesoI;.pr a queSto -, porque he. muilas vezes al pode estar em oppozi.o com
horas da larde, deo a vela para Maceio o hri- cvif,en(e Q ^ 6(]o entrar om os dictamos do bom gosto. II urna sen hora feia,
gue Kscuna de (...erra >,cleroy con.mandado nenhuma ^ j ^ f|a nsSo. O j velba ou atirando para isso appresenla-se
pelo.Capitn- enenle Joze Antonio Conrado recebemos da vista d'bum bello rica, e soberbameute adornada na Apolnea ,
Sabino conduzuvlo ..afora de aoo homens; ( ) np| 0I1 da iP,ura d|lum ,)0I11 nqema nao Enlerpina, o^cm oulro qualquer adjunto ,
com duas bocas de logo, armados, muira- hc 0 resul|a(|o d |luma (|(>sco|,erl!l Ja i.itelli- e nada Ihe falta para salisfazer a lodos os re-
dos, e pagos por dous mezes o commanda- a 0ll a concIus;od'hum ra(.ocil,0 ; p0r quizitos do grande tom 1 outra po.-m na pri-
dos pelo Sur. lente Coronel lra|a,,oCe- an|Q mn|os ^ ^ ^^ n,erioI._ maverade seusannosapresenta-se apenas com
zai l!u:lamaque Com a mesma forca parti mente e fa/cm sobre nr nrofiinda impresso, hum simples vestidinho mui alvo: as faces
o>r. Cpronel, Io,c Joaquiml-oelbo a fim de sem e s ,. n/(,s'de 1CS assi ar a ^aqslwis; na torneada cabeca tem uni-
.omarocommandoemebefe das Torcas, nO' ^ c||es. roduzem 0 roesmo effeilonofi- camente bum raminbo de flores postas a des-
so da dita exped.cao como aquella 1 rov.n- ,osofo ^ ^^ ^ p0 ^.^. um des(,e as mar;,eilS do Cap_
ca; cfazercomqueses lem e.f l homem Tnaduro : pelo que a faculdade, em baribe a banhar-se, ou passeia solitaria pela
virtude da qual somos sensiveis a certas bel le- verde alcatifa das suas ribas em fim a imagi-
zas mais parece provir d'hum sentido part nacao quer confundila com a deosa Diana ou
cular do queda nossa intelligencia Toda- Flora. A primeira senhora be do grande
via n.o (levemos d'aqui inferir, que a rasao tom: a segunda nada disto tem 5 be simples ,
nenhuma parte tenha em as delerminaces do he singella talvez pobre ; mas est no^hom
v
obediencia devida ;s aucloridades ,
mente conslituidas, esses amotinados', que
suppoc-se livres, quando desobedientes-, e
anrquicos.
Fez parle da expedicao a companbia
for-
mada de;. o Pracas do Corno de 1 ol.c.a a, t~ CQm Q eg|e |0(Jo se fun(|e epir isso leva comsigo lodos os olbos ,
quem fo, dirigida por seu Commandan.c Ge- |.m luinJ se,,imenl0 .l,,,,.,.,, f e como nnc_ e arrebata os coracoes.
ral a enrgica falla cuja copia procuramos ^ ^ iu<|<) ^ ^ servc_I|)C dg Hum ,10mem |lidl0|)i(0 d'ambicao caza com
alcancar e aba.xo transcrevemos. m] ^ ^ n -es e ^ d D# Alvacora senhora mu ,.ca e de grande
Quando vemos que em quaren.a c o.to ,hc J os .' pJsos# dole SP|lhoia ne quando se veste poe em
s se apreslouua exped.cao composta ele j ^ p,^^ g^, hfl ronclll1. ? que y s Moa8 de Ca.aprela as mais .ricas pe-
bom emo goslo; o quando se diz, que a dras do, Brazil e do Oriente, as sedas da 1-
respeilo de goslos nao deve baver dispula, l talia e as mas bellas maravalhas da 1 ranga_,*
[irans, quase todas voluntarias e a quem
nada fallou para sua marcha quando vemos
a satisfaco
Em virtude do art. $G da Lei Provincial
n. 7< de 3o de Abril p p. pela Adminislra-
i;"o Fiscal dos Obras Puldicas se hade com-
prar a quem por meno vender os gneros se-
(;uinles para o Quarlel de Policia urna taboa
de costadinbo de air.arelio um par de dobra-
dices de xumhar urna feixadura de broca
para porta ; para a Ponte da Boa-vista alquensdecal-, e para o Quarlel de Polica
aoo alqueres de cal. A. F. de Moura.
A. F.
PP.KFEITURA.
fARTE no nii 7.
Illm. eExm. .cnr.Foro Iprezos bonlem
ininba ordem pela Guarda da Bibeira d;i
Freguezia da Bo?-vista o pardo Domingos Joze
do Espirito Sanio por estar bastante ebrio,
ins.1ll.1ra sua mulher e dar um empurro
no Cbmmandante da mesma Guarda, cujo
pr$zo leve o compelentc deslino : e nao occor-
1 iv mais novidude.
ANNUNCIO.
O abaixo assignado Sub-Prefeito das du-
as Freguezias da Cidade de Olinda faz sci-
i'uleao rcspeilavel publico, jue pelos tnm-
raissarios de Policia da Frogu^zia de S. Pe-
dro Mrtir,, foi pegado no lugar do \ ara-
douro bum preto de nome Antonio na noile
sos
o em
a paz
por
que
devoremos prmp:ciar os elogios pe
Tropa que tanto se afana em defender a li-
berdade ou se pelo Exm. Sur. Presidente .
que pelo seu zelo aclividade e amor da or-
dem faz com o seu exemplo encendiar-se
no animo dos Pernambucanos o fogo da vir-
il de que os anima.
Soldados A honrosa menean que de vos
acaba de fazer o Exm. I'residente d esta Pro1
vincia ; determinando que facaos parte da Ex-
pedalo que se destina a chamar ordem
Cidade das Alagoas infelismente alterada
por alguns espiritos vertiginosos nos mostra
que nao s em nossa Provincia que o Corpo
de Policia presta relevantes si-i vicos a prol da
ordem e integridade do Imperio ; mas em
qualquer outno Ponto onde o chama a obedi-
encia e amor ;s nossas nsliluies,
toldados, imilai o exemplo do Cbefe qu<
vos est destinado o brioso e valente Coro-
nel Joze Joaquim Coelho seja elle o vosso
termmetro.
Obediencia aos vosso; Superiores e boa
armona entre os vossos Companheros dt to-
das as ciasses, o q ves ntomendo nao man-
chis o nome dislincto que lem adquirido o
Corpo aue tendes a honra de nerlencer com
feitos que nao pertencem a soldados Pernam-
bucanos. Continuai a fazer-vos dignos da
roufianta do Goverpo que acaba de dar-vos
iia prova da alia considera o em que vos
tem. abrindo-vos o Campo da (.loria, que
vos espera ; e ao receberdes minhas despedi-
das entoai comigo ivas Consliluico ; ao
Imperador ; e ao Exm. Presidente da Provin-
cia.
Pedro Alexandrino de Barros Cavalcanle.
Commandanle Geral.
Carapuceiro
o gosto.
Nao lia vocabulo mais uzado nao lu vera-

(*) Por mal informadosdissemos em o nos-
so n. s4 0,1'e ella se compunha de mais de
duz' ntas prao.is.
Assn momo aquelle por ex. que espreza como caices n'hnni macaco : maso bom goslo
podim para comer grudc de coco o que deixa quer, que cada hum traje conforme o seu
excellenle vinho do Porto ou Carcavellos pa- corpo a sua idade e a sua posico social,
ra beber agoardente &c. &c. he verdade, O mao goslo j; oxerceo grande e poderoso
que tem seu gosto ; mas be hum gosto exlra- imperio em os seculos de barbaridade que se
vagante, bo bum goslo que est depravado ex tendeo at osecillo 7 ; e em nada se fe/,
por defeito d'organisaco ou por mao habito, maisnolavel, do que no theatro da eloquen-
Mes quando se tracla de objectos das Artes, ca quer profana quer sagrada. O pulpito
como estas lem bellezas roaos j. se v que nessas eras appresontava as mais ridiculas bu-
ha hum liom goslo, que as percebe, eapre fonerias o s tinbao merccimcnlo osdiscur-
ca, e hum mao goslo, que as ignora. sos, quando erao cheios de lioiadilhos de
Todos veem e lodos ouvem ; mas nem to- conced de ridiculas alegoras &c &c
dos sabem ver nem lodos sabem ouvir. Ap- Em consequencia desle mao gosto hum Frada-
presonle-se a hum ruslc hum quadro de Ra- I bao pregando da Senhora em huma Irman--
l'aol doTieiano, do Correge ou do Domi- dade de Muzicos para agradar a estes que
niquini: nao o aprecia e preferir qualquer tinha de Ihe pagar o Serro tractou de a-
bqrradella ah d'algum piola-ralos. Quanlas nalvsara Magnifica ; e disse Nesle admira-
pessoas dizcm Muilo se parece fulano com vel Cntico, Srs., descubro todos os Tons da
sicrano este menino be escrpto e escarrado Muzca o Sublime da Divindade F^xulla-
a cara do pai : centre tanto nem sombra de vil spirilus meus in Deo:-o BaixO da Humil-
semelhanea ha CHtre taes objectos E porque? dade Re&pexit humilitalem anoill.o siue : ,
Porque veem sim ; que nao sao cegos ; mas o Alto da Omnipotencia Teeit mibi magna
nao sabem ver. A respeilo d'harmonia anda qui potens cst O Tenor da misericordia Mi
heais nolavel a ti i (lerenda. Imagina-so, sericordia ejus a progenie in progenies: o
que lodos sabem goslar das bellas composces Grave da Juslica Dispersil superos. Heno-
de Rossini, 011 de Bellinc ? Huns por mal or- sut potentes. O Agudo d'Alegria Exullavit
ganisados oulros por terem habituado o 011 spirilus meus O suprano, ou suave da conso- I
vido a oulros accordes talvez'preirao o mi- laco Esurienles implevit bonis: a o spero
mete, rasteiro a Tacrede ou Semiramis da roprova^o Divites dimisil inanes o Ple-
lluma grande parte da nossa gente velba ain- nuda fidelidade Suscepit Isiael piierum su-
da boje sia carnizas pelas muzicas do nsso um o Artificioso da Itevelacao Sicutlocutus
Luiz A Ivs Pinto. He verdade, que foi ho- est ad paires noslros ; e aconsonantados ins-
mem de minio merecmenlo ; foi grindecom- j trunientos n Abraham et sertin ejus a Nel-
l1
[lozitor para o seu tempo ; mas he je as suas
mu/ias sau huma lamuria huma cboradeira
insuporlavel. A Muzca, bem como todas as
Artes, lem feilo grandes progressos ; e he in-
dubilavel que lu boje melbor goslo em qua-
si tudo.
As modinbas de trinla annos a esla parle a
se nao pdem ouvir com quanto.aiuda alj;u-
mas vellias cborom pela- u Minha IS'ize ado-
rada E's ingrata por coslume Al onde as
niiveus girao Iiijjrata, suspende o golpe-
/.abelinba come pao e oulias jeremiadas .
com que niinlia av me cmbalava. Quando
contemplo em tanta gente, que sabe do sua
caza que faz lon-as viagens que se fatiga ?
ia se acha com elegancia as seis vozes da ver-
dadeira Solfa : nollu-milde, que prof-sou
(I-o) Quia espexit &c. : no Re-signado
do seu espirito (Re) Spirilus meus &c :
na Mi-sericordia que puldicou (M) Et
misericordia ejus &c. no Fa-vor grande,
a que se confessou obi igada. Quia fecil mibi
magna &c. : no Sol-icito que reconhece
a Dos em cumplir as suas promessas (Sol)
Sicut locutuaest &c. : no I a-us perene ,
com que o magnfica (La) Magnficat, &c.
E de loda esta inoxinifada supra-i iilicula coi
con-
cilio (|uc A Saiilissiina \ ii;cin sonipre lora
grande, c admiravol Mostra de Msica!!!
Nao nos riamos muilo dislo ; porque o despre-


DIARIO
D E
PERNAMBUCO
zo do estiul das Escripturas Sagradas, dos!
Santos Padres e das regrasda Oratoria F.van- '
gelica na mor parte do nossos Eclesisticos,
levageilo de nao lardar muito que v resus-
'citando entre nos Freis Gerundios, e Freis
l'ra/.es, novos bufos do pulpito; porque o
bom gosto nesta parle vai-sc perdendo de todo
pelo Brazil, se Dos se nao apiedar de nos.
VARIEDADE.
O novo caes do Colegio.
Est lindo o iiosso caes e vai-se tornando
o nico passeio publico que ora temos : mas
bao de crer queja' h grandes pragas contra
bom e innocente caes ? Varias velbas j
clama contra o caes ; porque os netos (que as
trazem semprc Iludidas) etu se recolbendo tar-
de descuipao-se dizendo que-eslivera a
tomar fresco no caes. Que caes lie este ? (ex-
clamou liuma) lie s oque nos rallara por
nossos peccados : tudo caro matndole gen-
te a torio e a drcilo e de mais a mais esse
caes para deitar a perder os rapazes No meu
tempo liiini moco ja fazia a liarla e ainda
trazia carniza de golla virada e nao sabia
ra sem ser accomnauhado por hum escravode
coiifianca ; e s Ave Mafias logo para caza :
vosso av j goslava dcmim (e cu del le) j me
escrevia cerlos escriptinhos e nao era senbor
de sabir sem o mestre Antonio. Nunca ouvi
fallar nessa diabrura de caes. Algumas se-
nhoras cazadas tamliem j anda com a pulga
na orellia ; porque os maganos dos maridos
dera em recolber-se pela noite velha e di-
zem que eslivera a conversar no caes em
huma grande roda de amigos, que o nao qui-
zerao largar se nao a aquella bor. Huma
j disse que seu marido, antes do caes do
colegio recolbia-se com as galinbas ; mas ago-
ra deo em ter tantos calores que j se reco-
Ihe pelas onze horas da noite ; e vem logo fal-
lando no bello fresco do caes : mas elle que
tenlia conla em si ; porque breve pora atraz
delle pessoa, que o espreite e ella vira a sa-
ber como be essa historia de caes : e ento
(coitadinbo !j ha de pagar-lbe o nevo e o
vclho.
Aviso por tanto aos netos e maridos ve-
jao como se accomodao com o recreio do caes,
que j vai causando suas suspcias; e reOicla
esses maganes calorosos que o demo tem
duas capas ; com lumia encobre e com oulra
descobre. O ameno caes nao tem culpa das
suas espcrlezas tomem fresco nelle mas re-
colba-se cedo ; nao atflija os casados asnas
senboras ; porque estas se podessem trariao
os maridos amarrados na cintura; e antes os
querem dentro de caza ainda que elles se oc-
cupem em ogar a bisca ou em jazer na ca-
ma do que que eslejao defendendo conclu-
sijes magnas no meio dos sete sabios da Gre-
cia. Ja ouvi di/er a huma solleirinha que
s desejava casar com hum entrevado para ter
o gosto de nuica Ihe sabir de caza. Que me-
nina O que cazar com ella despeca-se do
caes.
Noticias Estra rige ras
Nota dirigida pelo Sr. Baro daRibeirade
Sabrosa, actual Presidente do Consclho .
ao Lord Howard Ministro deS. M. B. nes-
ta Corte.
Continuado do N precedente.
A promessa da resliluico da Guiana foi
consignada em um Artigo Secreto pela con-
descendencia que tiveram os Plenipotenciarios
P0rlugup7.es com Lord Caslle.reagh para que
a publicidade desta promessa nao fosse' dar ar-
mas contra elle aos Membros da opposicao no
Parlamento, dando a conhecer qne o mesmo
Lord ousra estipular aquella restituicao no
Iniciado de Paz de Pars sem para isso eslar
aulborisado pelo Governo ortuguez ; o que
era todo o seo empenho occjltar. .Mas de ter
sido a entrega da Guiana objcclo de um Artigo
Secreto nao se segu como (m a Nota de
S. S. se pertende que se possa ou deva con-
siderar em separaeo e sem rea ao s mais
estipulaces do Traclado do que fez parte
integrante assim como fez parte essencialissi-
ma das negociacocs que ao mesmo Traclado
serviram de base ; o que inconlestavelmente
piova a citada Notados Plenipotenciarios Por-
tugueses den de Janeiro de 81 5.
Procura-se naquella Nota de S. S. tornar
odiosa a proposta dos Pleni|)olenciarios Portu-
gueses em Vienna de coiivirem na bol cao
do Trafico da escravatura denlro em 01I0 an-
nos se a Inglaterra dsse por abolido o Trac-
tado de Commrcio de rio e para esss fim se
diz que Portugal quizera com essa clausula
vender a abolicao daquelle Trafico quando as
outras Potencias do Congresso convieram nella
gratuitamente. A |Austria, a Prussia ea
Russia neiiliumas Colonias possuiram por
cotiseqneneia nenhuma perda provinha de tal
abolicao nem s suas fnancas nem sua
agricultura
A Franca linha a agradecer resliluico das
suas Colonias e assim mesmo apenas concedeu
(i (lucilo (le visita em 18J1 ; e a Hespanha s
se obrigou em 1P17 a abolir o dito Trafico em
1 Rao, quando j havia perdido asmis im-
portantes das suas Colonias e ainda recebeu
urna compensaco de 4oo;ooo Libras Esterli-
nas. A siluaco de Portugal em iRera mui
diversa de todas eslas Potencias. Basta consi-
derar que toda a agricultura do, ento nascen-
te, Imperio do brasil, absolutamente depen-
dia de bracos Africanos para se poder calcu-
lar a extenso dos sacrificios ento -exigidos e
obtidos 1I0 Principe Regente de Portugal pela
Gram-Bretanha.
Ainda que o ahaixc assignado quizesse rele-
var algumas asserefes mais apaixonadas deque
exartas que abundam na citada ola de S.
S relativamente ao que se passou no Congres-
so de Vienna nao pode todavia deixar de ma-
goar-se da mal cabida ironia com que S S
pertende menosprezac os esforios felos pelos
Plenipotenciarios ortuguezes em 18 ir para
resgatarem a N-Aco dos males que lhe provi-
nha do Traclado de Commeiciode 1810 ; iro-
na tanto menos propriu da parle do Governo
Britannico que nao acceitando a sobredi la
proposta dos mesmos Plenipotenciarios, de a-
bblir Portugal dentro de oito annos o Trafico
da Escravalura a troco da abolicao daquelle
Traclado deixou ver claramente que tinha
naquella poca em maior conta os inleresses
do seu Commrcio do que os senlimenlos da
humanidade. .
Pertende-se inculcar que sendo o dito Tra-
clado de Commrcio to prejudicial a Portugal,
como se allirma era para admirar que o seu
Governo deixasse passar mais dez annos alem
dos quinzeestipulados para a poca da reviso
daquelle Traclado sem que del la se oceupas-
se. A isto basta responder que o Governo
Portuguez mostrara j em l'ii os si-us desejos
de o querer abolir como (lea dito, e o Go-
verno Britannico bem rerlo deve eslar que em
iR-25 quando terminaram os mencionados
quinze annos j o Sr. Duque de Pa'mella ,
ento Emhaixador de Portugal em Londres
prupozera officialmenle ao Governo Britamco
a suspensa do mesmo Traclado, como S. Ex.
declarou a S S na sua Notado ai de Julho de
83>, negociando-se mesmo um novo Trac-
lado que nao se chegou a concluir por causa
da lamentada morte de Sua Magestade El-Rei
OSenhor D. Joo VI. Seguiu-se a guerra
civil em 1828 at 8<, e logo no auno se-
guinte malo Governode S. Magestade teve
socego para lomar em consideraco este im-
portante nssumpto se notificou, na citada
Notado Sur. Duque de lalmella, ao Go-
verno Britnico, a suspensao do referido Tra-
tado, cujas estipulaces se achavam j infrin-
gidas pelo mesmo Governo na parte em que
eram vanlajosas a I ortugal por Ihe baver
retirado em i83i, em favor da Franca a
preferencia dada aos Vinhos Porluguezes ,
de pagarem menos una terca parte dos di-
rfitos.
(Continua).
commandante Lord F. Russell ,
na costa de A trica.
Collige-se 'dos fados que o brigne Pira
vendido ao Capillo John Edwards de Nova
Londres, que o comprou expressamenle para
a Escravalura eque dantes era dono do bri-
gue Texas, que navega entre a Havanaea
Nova Orleans. Depoisde comprar o Wyo-
ming metleu-lhe a bordo urna tripula*;->
Hespanhola com sobrecarga da mesma na-
co, e levou comsigo quatorze Hespanhoes
como passageiros que todos eram conhecido?
na cosa como feilores de Escravatura. Na-
vegaram depois de ilavana para o rio Gallinas
a fim de carregarem de esclavos. ( hegaram
costa no mez de Abril levando ludo qulo
necessario para um navio que se em prega
nesle trafico. Estando o brigne ancorado na
foz do rio foi avistado e abordado pelo Te-
nente Beddoes Islo succedeu a de Maio ,
porein como nada se Ihe arhou o Tenenle
Beddoes deixou-o e fez-se de vela par 1 ser-
ra Lea levando a escuna america a Tra-
veller da Nova Orleans que Lord 1. Rus-
sell apresara no lia antecedente Em Serra
[ I ea a Commisso ( ixla > nao fichando
cousa que authorisasse adetencodo Travel
e que cruza e 'encontrados com negros a bordo sao pro-
tegidos por papis e pela bundeira Ameri-
cana. Os navios em geral sao de costrucro
Americana; minios r'elles sio propriedades de
negociantes das cidades de-e-, eos papis
vao assignados pelo Cnsul Americano em-,
( Correioda Nova York ).
( Po Diario do ( overno de Lisboa de 3o de
Agosto. )
THEaTRO publico.
Terca feira 1a do torrente Mr. Ryan Mgi-
co Americano e celebre equilibrista Indialico
dos Tbealrosseguintes Real Druvy-Lane em
Londres, Bermingham Shetfela, Liver-
pool, Manchesler -Edimburgo, Dublin,
New-York Philadelphia Riehemond %\ i
cksburg Charlestnn Ballimore, Boston e
Nova O'leans e nos Theatros Brazileiros de
S. Pedro de Alcntara S. Januario e S.
Joo da Babia em os quaes exerceo com bas-
tante aplauso do Publico a sua arle, em que
he bem conhecido vai apresentar agora no
Thealrode Pernambuco depois da representa-
cao da Peca Escolla de Cazados -o seu Ex-
pectaculode Mgica e Equilibrios com oque
ler foi este posto em liberdade a 6 de Maio. espera deixar salisfeito o Publico desta Capital.
Tendo o Tenente Beddoes voltado a Gal-
COSMORAMA.
De dois em dois dias ha mudanca de paineis.
linas, no dia 17 de Maio enconlrou Wyo-
ming ainda per toda foz, com tudo prompto
para receber negros a bordo, e fazer-se ao O prego para os homens 3*o
mar. Tornou a apresa-lo em quanto a lan- para as Senboras ~ 160
cha eslava no rio Scherbr para trazer mais para os meninos i(io
urna carga de escravos. A 18 estando o O Cosmorama esl patente ao publico todos
Wyoming em poder do Tenenle Beddoes: os dias -de dia e de noite.
adoeceu e morreu o Capito Fdwards. Pou- i
co antes de morrer declarou ao Tenente Be-
ddoes que era nico dono do brigue e que
vinba ao trafico da escravatura.
Ao tempo do apresamenlo do Wyoming,
foram apresados pelo navio de S M. B. lft do Jury laz sc,0,,,e aos *,,,rs
Avisos Diversos.
S27" O Juiz de Direilo interino
Presiden-
Juizes de
viram apresados pelo ,
Harlequin, e mandados para Serra Lea tres Pacto sorteados que a aberlura da SfltSo
negreiros Porluguezes, e um Russiano o ,era lu!ar "nprctcnvelmcnte as dez horas do
qiialfoi mandado para S Petershurgo su- da i do correte
jeito s det;rminaces do Imperador Nicolao ^T O Secretario da Sociedade Minerv.na,
o que caso novo no tranco da Escravatura ""'ida aos SC1S mesma '. F 5e acm'
por quanto nunca se tinha visto nacosU um ."Uta boje 9 do corrente na Salla de suas Ses-
negreiro com handeira Russiana. sues# ". _
Ha para cima de cem b.igues e escunas *sy Joo Hapt.sla Claudio Tresse av.sa
Americanas, que se empregam nesle momento ao respeitavel publico, que esta novam.-nle
na Escravalura. Sao to veleiros que com mudado para a mesma ra nova D 19, 0.1-
vento favoravel po lem acompanhar um barco "e .
de vapor. O modo por que estas embarca- Affr^.^-^^IJM^^M!^J,
coes Americanas exercem o trafico esle : os ^'llia PVdl
navios sao construidos eesquinados cm Nova a qualidade de insirumentos ; assim como to-
York ; Ballim r ou Philadelphia cafre- ds os
ei leude exercer o seu ollicio de fabricante
reja, e mecnicos ; concerta e,
afilia pianos realejos e aecurdees e toda
! instrumentos ; ass
mais objoctos relativos i
as Antilhas a Havana especial- "^ ,
navegam com papis e triplacoes Quem tiver cqu.zer alagar urna ca-
Lisboa a.j de Agosto.
Por vezes temos dito fallando sobre a actu-
al questo da Escravatura que os fados sao
os nossos argumcnls, que por elles que
se demonstra a injustica absoluta e relativa ,
e a inexactido dos fundamentos das medidas
adoptadas pelo < .overno i rilannico A'visla
do artigo que abaixo tnmscrev> mos que
jnlgamos desnecessario commenlar exlrahi
do de um Jornal cujo testemuoho e irrecu-
savel poder avaliar-se a verdade da asser-
cao feila no Parlamento Rritannico de qu
os Nayios Porluguezes sao os nicos ou quasi
os nicos que se empregam no Trafico da
Escravalur.a e achar-se o verdadeiro motivo
do procedimento excepcional que se pertende
ter contra Portugal.
NOVA YORK, 16DEJUL1IO.
Outra captura de um negreiro Hespano-Ame-
ricano-Novos promenores A Esciavatura-
Vlodo por que hella se trafica.
Nao causou grande alvoroco nesta cidade
( Nova York ) a chegada de oulro Degreiro
Americano, por ser cousa que acontece todos
os dias. Era o brigue Wyoming e foi aqui
condu/.idodehaixo do commando do Tenenle
Beddoes da Marinha Real Rrilanuica o
qual pertence estaco Ingleza de que
gam para
mente e
Americanas,
os nav
ricanas e toma-se urna tripulaco mixta ineusa
composta de Hespanhoes, Porluguezes e
Americanos e vai como passageiro um ca-
pito Hespauhol. O commandante Ameri-
cano vai com o navio costa de frica ou faz
urna ou duas viagem as illias de Cabo Verde
com urna carga de arroz. Em quanto andam
assim empreados, ajuntam-se em trra os formo a volitado do comprador,
ccravos e l'azem-se os airan jos necessarios. &"i negocio com urna.letra segura da qual.a de
Depois ros no rio Non, ou n'outro qualquer : ees- tes negocio qmser lser, v;. a ra o Qci-
peram por urna occasio favoravel. Quando mado loja de lerragem D. o, que se dir quem
esta se oerece levam os negres para bordo >*':
de noite, c antes de amanbecer j esto ao C^ Perl -da 1 ovoacao da \arzea, ede-
mar com a handeira lspanhola icada e o fronte da primera Cruz, indo para o Caxan-
capilo Americano passageiro cm vez do Hes- -6'> na duas casas para se alugamn, pelo tem-
panhol. Quasi todos os negreiros ultima- P 1 ** 1 U,U1 com .c,nco qo;"los, t
mente apresados linham mestres Americanos, grandes salas, e estribara para
O meio adoptado na costa para informar os e a outr-f perto da mesma
Chegados a Cuba vendem-se ,err("a' e ies.no um andar de sobrado, para
ios despedem-se as tripulaces Ame- P"ca ,"" n?? exeedendo o seu alugucl
. iJa_.a ----- .:V...i^ mv., mensal de 01 lo mil res, (wavista do ajuste se
far mais alguma con\eniencia); annuncie pa-
ra ser procurado,
C^" HvpoteGa-se por dous contos de reia
urna parte de umengenho cito em Unna ter-
mo da Villa de Serinhaem abatida em seis
contos de reis 011 mesmo se vender con-
i;;ualmente se
f-
dous Ca\al-
eo 111 dous
ta
partir
poe-se sigi.-.- ...y-
da costa em cima das arvores mais altas. Des- nacional ou estrangeira que sa.babcm co- 1
sorte sabemos ne*reiros que tempo de e engomar, para huma casa de noucal
, o que elles fazem immediatamen'le. familia ; quem se acbar neslas circunstancias,.
A handeira Americana a que pode cohrir anuncie pois senuo que agrade nao haverag
inipunemcnle o trafico da Escravatnra. .ke os duvioa em ajuste
negreiros sao visitados em quanto esli espe-| & Ha quem se proponha a ensinar gram-
rando pelos pretos os Ingleses nada podem matica latina durante lodo^ o tempo das lenas,
fazer por quanto o capito Anireicano apre-j o8 Paes ''e lamilla que
deseiarem oadianta-j
senla-se e exhibe os seus papis,
dos negreiros alcancam registros no Consula-
do Americano na Ilavana e temos ouvido
affirmar que o Consulado sabe muilo bem
que para a Escravatura, e apezar disso da
os resgistros.
Consta-nos que o Governo Porlnguez re-
solver coperar com a Gr-Bretanha"ha re-
presso da Escravalura, e que OS Governa-
dores de Angola e Mocamhique receberam or-
dens positivas para esse fim.
[Nunca a handeira Americana foitoexlen-
samenle em pregada como agora no trafico
da Escravatura. As tres quarlas partes dos
negreiros visitados pelos cru7adcrcs Inglezes ;
Os donos i ment de seus filhos que se acho matricu-
lados em aula regia querendo-se ulilisar do
annuncir.nle podem dirigir-se a ra do Ro-
za rio eslreila D. j.terceiro andar onde lo
bem se matriculo por lodo o auno neninos
para o ensino de pi imeiras letras e do mes-
mo esludo de gramtica latina ; assim como
tamb m se recebm pensionistas, sendo estes
Halados c lm todo disvelo e asseio como ja
jem pralicado com os que eslo a sua dir-
cao.
cy Prcciza-sede um oflicial de Tanoeiro :
quem esliver neslas circiinslancias duia- e
a ra das Cruzes D. 7 que achara com quem
Iraclar.



DIARIO DB P8RNAMBCC0
>
ey Na ra do Queimado loja de portas
def.onte do heco da congregaco precisa-se
fallar a os Sis Antonio Francisco Marlins ,
e Manoel Joaqun. Gonsabresda Silva. >
tsr Da-sc 200,000 a premio sobre pmno-
resde ouro ou praia 5 ra do Padre Fio-
ao D .. 1
j-t- A11"-se um sobradmho de um andar
para pequea familia na ra das (lores ,
Soltando la ponte' da Boa vista a esquerda
]o-oopii''-H-i"oafallar/r.)m o seu proprieta-
rio Miguel Bernardo Quintciro na ra no\a
f). 3a, a mesma rasa veude-se ir caxlhos
de'ama'relto rom vidros que serve para janel-
lasou armacao de lo;a.
r^f Precisa-se de 5oo,ooo a juros de a por
eenloaomez, e da-se hypotlicca em urna tasa
terrea ; nacumboa do Carmo D. 10.
SZT Qualquer Sacerdote regular, ou s-
cula
lugar he muito frtil de 5oo fogos nao he
su;,cito a seccas pode ochar alguns meninos
para ensinar ; e assegura-se ties annoscertos
de pensao-, dirija-sea pa-acia Independen-
cia loja de-livros 11. S7 e 38 que se dir.
tar- Quem precisar de um rapaz porluguez
para caixeiro de loja cobrancas ou para
engeiho dirija-sea ra do Cabug loja do
Sr Ferrao
V3~ I recisa-se de um bom canoeiro para
o servico de olaria e um negro diariamente
para o servico da dita olaria ; na ra de Mor-
as casa D. 41 cie.
Avisos Martimos.
ar. que quiserdi/ermissr. cm urna cpela carregamento a bordo e segu com brevid
.articularno Monlciio, desd e dia em que de posMvel ; quem quiser ca regar dirija-s
alar at dois de Fevereiro do auno vin- ^'anool Joaquim Pedro da < osla ra da ca-
PARA O ARACATYo hem conhecido Pa-
tacho Rainha dos Anjos com parle de seu
0111 brevda-
sea
coat----------
donro procure na ra do Ter.-o casa de dea n. 1
Antonio Jos Teixeira Basto, do dia 11 do, PARA MACEIO'o velleiro Patacho Vin-
corrente em dianle Hor errado e pregado de" cobre sabe
XZf Deseja-se fallar ao Sr. Tenente Fran- no da \> do corrente impreterivelmente re-
risco Jos Aruda para negorio de seu inte- cebe carga, e passagciros \ os pretendentes
resse na rua da sen/alia velha padaria n. i I, dirijao-se a Manoel Joaquim I edro da 'Justa ,
ou annuncie. >a r,,a na CaaVia n- t
C5- ]No dia quarta feira 1 i do corrente, em PAR A O RIO DE JANEIRO o Rrigue Es-
praca publica do Juizo da segunda vara do runa Anonade, sahir impreterivelmente no
Civel na rua da praia se bao de arrematar dia 15 do corrente ainda recebe carga niiu-
quinze'escravos de servico de campo, e gado da, e passageiros; tratar-sena ra da cadeia
vacum e cavalar por execuco contra os ber- n. $9 ou com o Capito Joaquim Gonsalves
"deirosdo tinado Vi,ente creira Gurjo. Maa __-___, ..
%j- Alua-se urna casa para se passar a HAN A InlIMh o superior e velleiro
festaem S. Anua de denlroa qual tem .i quar- Brigue Infles Esperan a. Capillo Joao Ma-
tos quintal murado e estribara -, quem a ckie de 1 rimeira classe (Al) forrada e cn-
prelendcr dirija-se a ruado Queimado O. 3. cavilhadode cobre quem quiser ra regar.
E?" A nessua que lirou docorreio urna car- dirija-sea c Calmont & < oropanhia
ta viuda do P01I0 pela larca Tentadora para PARA O ASSU' por Toros, Caissara e
Antonio Leite Pereira Bastos, queira ter Gnamar a sabir par estes 15 dias, o Brigue
a bondade de a entregar na praca da Indepen- Encuna Rainba dos Anjos M. Isidoro da Sil-
dcticia n. 3q. va (l"em quiser carregar diiija-se ao Mes-
OCorretor Oliveira tem a venda um lie, 011 na ra da Cruz n. 5o.
magnifico, e completo aparelho para cha, e-------------------------------------------------------------
treziaboleiros ludo de piala fina muito hem C O 111 |) T l S
lavrada aogosto moderno 5 seu precobe mu-----------------------
to menor do poique actualmente se poderio C5" Urna escra va moca de bonita figura,
mandar vir do Porto iguaes objectos 5 os Srs. que sai be hem engommar eozinhar, e coser,
pretendentes dirijao-se ao mesmo correlor. ludo com perfeico; em Olinda 111a do balde no
tU~ Perdeo-se desde o areial de lora de varadouro D. < ou annuncie.
Portas trempe urna chave de urna burra de tz" Lm tabolcro de Gamo em meio uzo ,
ferro- quem a ti ver adiado querendo restituir e sem taholas ; quem tiver annuncie.
leve a'ra do Crespo loja de Joaquim \ iegas ES"" Um engenho pequeo de moer cana ,
quesera recompen
sado.
urna casa para botequim um jogo de damas,
gy Aluga-se um armazem proprio para ou gamo 8 bolas e 4 paos para assenlar um
socar assucar na ruado Vigario a S> ; quem jogo da bola ; na pracinha do Livramenlo
o pretender diria-se a ra da cadeia do Reci- D> 36.
fe n. 8. .
ssr Offerece-se um rapaz Brasileirode ida- \
de de 20 annos para loja de fazendas frrra-
j.ens ou miudezas dando 4 a 6 mezes gra-
tis e mesmo para vendado que tem pa tica ,
Vendas
Mcios bilhetes da Loteria do
LTviaaiento a dsooo; nosla Typo-
u~^
eda fiador a sua conducta; quem precisar an- gtaua.
nnncie. 1 cr Meios Bilhetes da Loteria do I.ivra-
Igr O ahaixo assignado socio e caixa da ment-, na ra nova loja de ferragens I) 10
prensa do Bastos Mello & Capibaribe, ieHdo CS" Meios bilhetes da lotera do I.ivra-
por convenco com os outros dois socios, feilo ment a no\e patacas ; na praca da Indepea-
um aunnncio, que foi publicado no Diario dencia lo a de encadernador 11. f.
de !) de Juibo de i8irt n 169. e mais em IZf Bilhetes e meios ditos da loteria do
dois nmeros seguidos, em cujo aun unci de- Livramenlo; na ra do Cabug loja de relo-
clara que toda e qualquer letra que a socie- joeiro junto do Sr. Bandiira.
dade 'houvesse de passar, ou aceitar, serian S^f Ricas eslampas para desenlio, e exem-
ssignada com a firma da sociedade mas pelo piares de corpos us de apiesnature e al;;u-
punliodo abaixo assignado e nao leudo pie-
sentenienleeni giro letra alguma r.em ven-
cida nein para vencer roga a qualquer
pessoa que por ventura possa 'er em seu po-
der alpuma letra deata nalureza, tenla a bon-
dade d Ihe apresenlar para conferir a firma.
Pedro Francisco de Mello.
\zr Urna sen hora ja de meia dade se offe
rece para ser ama de casa de um homem soltei-
10 ou de poma lamilia ; na ra dos Pires
em urna das duas casas terreas encarnadas que
ficodefrontedo obrado do finado Gervasio.
mas estatuas de gesso para o mesmo fim; quem
(juise annuncie.
tir Um pr de castanbolas de marfim ,
por'preco commodo ; na praca da Indepen-
dencia loa D O.
OT 700 e tantas palhas de coqueiro ; a
liatareom Manoel Ignacio Avila na ra do
colegio D. 3.
E3" Meios bilhetes da Loteria do Livra-
menlo a tres mil reis ; na ra larga do Roza-
rio loja de miudezas I). sete
^ Meios hi I heles da loteria do Livra-
Uy A tommisso administrativa da Socie- |mentoa nove patacas ; na ra L'iixiia >L-
dode Terpsnhore avisaa os Srs Socios da mes-
ma que no dia 9 do correle pelas seis e meias
horas da larde continua a discuSso dos esta-
tutos.
cyAlu^a-se por anno ou para passar a tes-
ta a casa e sitio do fallecido Dr. Bernardo
em'Olinda defronte do Carmo, com voo ps
dearvoredos, todos com fruto, e da melhor
qualidade, varios tanques d agoa com bom-
ba e lauque para tomar banho ; dirijao-se a
loja de vros da praca da Independencia n.
37 e -8 uuao ni sin j sitio.
S2J" Precisa-se de um Capelao para a fre-
ucbla do Peanc Cpela de N .S da Con-
Kco das calec-eras distante desla Cidade
que loi de Jos da Penha.
SS7" Urna excellenle mohilia de mogno, de
24 cadenas duas banquinhas, duas me/as
de meio de sala e duas commodas tudo
moderno, ecbegado prximamente de llam-
hurgo ; em casa de Hermano Mehrlens fu
da ( rus 1). i.
cy :'o e tantas travs de palmse coito e
<9. a 35 palmos de comprido todas de boas
madeiras, e reforcadas em grossura cujas
achao-se recolhidas no armazem da prensa de
Tarares Jnior e > endone a : no (orte do ma-
los e a tratar do seu ajuste na mesma oren-
la sendo o seu preco mdico.
%3T Urna canoa hem construida que car-
ofJrere-se a quantia de oo,co;> rega raoo lijlos ; e urna mobilia de aiaraa-
anio misas livres meia estola, lugar <|i ; atraz da Jgreja dos Martirios casa de i
rotubl verdes.
CT Urna armajo nova de muilo Lom gos-
ti
por auno mi > '__. "
Lra criar gados, e plantar casa para morar,
nutras vantagrns que com a Tisla se dir } 0j
to para fazendas construida de amarelo j
toda envidrassada e envernisada e a posse|
da loja que juntamente se traspassa por no*e
annos que terminan em i* de Mar o de
18 j8 a tratar no Reci fe ra da Cadeia D. I
31 na mesma loja. 1
SST Urna sobrecasaca nova por pre^o com-
modo : atraz dos Martirios D. so.
ty Um inoleque do 1a annos de idade, de
bonita figura ; na ra da cacimba armazem
de assucar n. 5 ou a ra do azeite do peixe .
por cima da tenda de marcineiro.
cr O verdadeiro Le-Roy ebegado pr-
ximamente da Franca os purgantes a 1 00
e os vomitorios a 5oo rs. ; na ra do Rozarlo
larga loja de miudezas D 7.
a^g> Urna junta de bois mansos capaz pa-
ra todo o servico -, na venda junto a Igreja do
lozarioda Boa vista l>. io.
ilhetes e meios ditos da loteria do
J.\ ramento a 3 e 6000; na ra da Cadeia casa
de cambio 11. 4^-
Z^r Duas pretas mocas de boas figuras ,
engommadeiras cozinbeiras e coslureiras ,
urna deltas faz doces, e refina assucar dois
moleques de i a 16 annos com principios de
todo o servico ; e urna molata de idade de 10
anuos cose engomma eazinha e ptima
paia ama de una casa ; na ra de agoas ver-
des casa terrea ". ^7.
s^r Meios bilhetes da loteria do Livramenio
a is'000 na ra nova loja Franceza D. 10
S2ST Meios bilhetes da loteria do Livramen-
lo a 000 ; na ra do Cabug loja de miude-
zas T) <.
tST Meios Bilhetes da loteria do Livra-
menlo a .1000 : as 5 ponas D. o.
tsy MeiosRilhetes da Loteria do Livra-
menlo a 000 ; na ruado Crespo loja de miu-
dezas I) 5.
S25" Lamparillas para 6 mezes a 9o ris a
caixa filas de garra de bom goslo 90 a vara ,
tocadoures para barba e costura a 1600 sus-
pensorios de bnrracha a -too reis e um sor-
Iment de calungas para presepio ; no atier-
ro da Boa vista J) 11>
X^t* Excedientes bichas pretas chegadas
prximamente de fora a ->oo e 4oo ris ; na
praca da Boa vista botica D. o, na mesma
alvaiade entre fino e gunma laca.
C~rMeios bilhetes da Loteria do Livramen-
to a 000; na pracinha do I ivramento O. 4a
SS7" Os verdadeiros charutos da llavana em
caixas de du/.entos e cincoenta por nove mil rs ,
e superiores ditos da Cachoeira, ltimamen-
te chegarios em caixas de 25o por .O00 > na,
ra do Cabug loja do Sr. Bandeira.
i^=- Hasino fortes recentemenle chegados
de Londres dos selehres authores John 1 10a-
dwood e Sons ; em casa de Me. Calmont &
Companhia.
XSJ- Por preco commodo no armazem de
assucar defroute do Corpo Santo n. t ra-
deiras e camaps deolio enve nisados ho-
ceilas de ameichas seccas e caixoens de cha-
peos r asios.'
XST os ptimos casaes de pomhos mu
grandes de boa rara e batedores, e um se
iin em meio u/o com lodosos arreos ; na ra
dtConcicaoda Boa vista li. .^.
tSF Na nova fabrica de charutos no atier-
ro da Boa vista n. 1 charutos de todas as
qualidades a retal lio e em porfi por preco
contmodo.
%jjm Urna preta creoula de bonita figura ,
engommadeira e cozlnheira ; um moleque
dito de 10 annos e alguns pratros de ambos
os sexos propriospara todo o servifo -, na ra
larga do Rozario 1', 7.
XBf Meios bilhetes da loteria do Livra-
menlo a <8fo-, no atierro da Boavisla loja de
miude/as I), -.
C^ Um moleque do gentio de angola; de
bonita figura muito deligenle ptimo para
aprender al;;um olhcio por ter bstanle pro-
pon o e sabe vender na ra ; na ra por
delrazdos Martirios I). au.
i3~ Uma barretina para G. W. ; nesta
Ty|K)gra!ia.
5* ivo palmos de Ierra em frente com
100 de fundo por 7 o.ooo no lugar du estra-
da da solidado para o mangninbo ; a tratar no
heco de oao Francisco D. 10.
ES" Um escravo canoeiro e ptimo oleiro
de telha e lijlo, idade de nita figura ; na pracinha do Livramenlo D-
cima -t\.
X3~ Um sitio no lugar do Jang com boa
ca;a de vivenda mais de mil ps de co puei-
ros e bastantes arvoredos de differenles qua-
lidades com po,o e lauque para lavagem ,
de pedra e cal, com perlo de meia legua de
fundo j na ra da senzala velha n. i ; na
mesma casa urna negra da costa boa lavadeira
lisera vos Fgidos
nome Joaquim de naco rebollo na frente
da boca os dentes abertos tem muitos signaes
pelo pescofo e peitos levou vestido calsa e
camisa de brim e um leuso encarnado amar-
rado no cintura ; quem o pegar leve ao ar-
mazem do Brague/. ao p do arco da Concei-
co que ser recompen ado
cr Um moleque de idade de 14 annos,
cor fulla tem urna sicatriz na testal fugio 110
dia b do corrente ; quemo pegar leve a ra
nova O. 6 quesera recompen ado
S!T Na noite do dia 26 do p. p fugio de
um sitio na capongaum negro de nome Eu-
genio, que parece creoulo de idade de ?o
annos estatura baixa cara grande boca
larga muilo fraco e bastante surdo com
algumas marcas de talhos no peito, falla gros-
sa e alta levou vestido calsa de brim grosso ,
e camisa de riscado ; quem o pegar leve a rua
da cadeia velha n. 18, que ser recompensado.
cy No dia 3o do p p. pelas onze horas
do dia fugio 11 m negro de nome Malinas do
gentio de angola idade de a5 annos altu-
ra regular ebeio do. corpo bem robusto ,
cor preta falta-1 he < denles na Irenle, dois
em cima e um em baixo tem urna malha de
cabellos hrancos na cabera tem ao p da testa
levou camisa e seroula de algodozinho des-
confia-se ter hido para as parles do cabo ;
quem o pegar leve a rua da senzala velha pa-
ctara u ^1 quesera recompensado
S2F" Joaquina creoula de dade de 19 an-
nos cambada dos ps levou ves ido camisa
e vestido de chila azul supe-se ser fu riada,
por ter pouca esperienca do Recife desapa-
receo nodi oilodo corrente logo de manh
sedo ; quem a pegar leve a Joa uim da Silva
Castro na rua do Crespo U. a que ser
recompensado.
l^T No dia t do corrente fugio um me- /
leque da botica que fica a porta travessa de N."
S. do Terco indo a ribeira comprar peixe ,
levou vestido chapeo de palha calsa de brim
braneo transado camisa de algodozinho no-
va, cm um saburaiinho fullo de cor bem
vennclha que parece creoulo, bem feilo de
peinas e ps bonitote e pequeo be mui-
to a legre e servi al ; quem o pegar Uva a
dila botica que ser recompeesado
S2F* Desapareceoa lempos um escravo par-
do de nome Gregorio otbcial de marcineiro ,
estatura um tanto baixa cor escura de da-
de o e tantos annos anda as ve/es calsado ,
lie bem conhecido nesla praca e seus arrebal-
des e consta elle andar dizendo que he forro;
quem o pegar leve a seu Snr Antonio Jos
Pires na pracinha do Livramento D. a-> ou
na ponte do Uchoa no sitio da .viuva do Coro-
nel Rento Jos da Costa que era recompen-
sado.
CS" No dia 15 de Sctembro do corrente ,
ugio um negro de nome Severino meio bu
feal de idaef de ao annos levou vestido
calsa de algodo e. camisa, chapeo de palha,
na cabeca leve urna lerida e no lugar nao
tem cabello, os dedos das mo compridos ,
falta fina que -parece de mulhcr ps gran-
des e abrertos alguma coisa para (ora; quem
o pegar leve a rua do Apolo em casa de Ma-
noel Pereira Lias que receber to,ooo de
gralificajo.
^ Fugio em i8dop. p. (um negro de
l\IIIK'lllO (lo Pofl-O
NAllO SAHT)0 NO DIA 7.
MACEIO' -, Brigue Escuna Sac. de Guerra
Niclheroy Commandante o Capito Te-
nente Antonio Conrado Sabino, conduz a
expidaco composta de o'.i pracas enctun--
do 11 omciacs, ( ommandada ; elo ravo
Coronel Jos Joaquim Coeiho e os passa
geiros Brasileiros Francisco* Jos de ilga_
lhes Bastos e um escravo o Dr Antonio
da Silva Neves Delfino Gonsalves Pe-
reira Lima, com um escravo e o Ingcz
I ogo l.'ornot.
No Dia 8 nao entraro nem sahiro embar-
caccies.
POSTSCRDTUM.
Hum Correio particular partido da Parabi-
ba no dia t Iraz a noticia de que no dia 5 ,
o partido opposlo ao Governo denominado -
ras ado procurara aprtsenlar-se em campo ,
para promover a demisso do Presidente po-
rem nao pudendo reunir gente, c-adiraj-
se os motores para o logar denominado-Sania
Rila distante da Cidade qualro legoas e
nao se sab* com que fins. O Presidente tem
lmalo todas as medidas preventivas, e adia-
se n'buma attitude vigorosa e nada h a te-
mer : eis o que podemos obler das noticias
vindasd'aquellu O.dade.

ULCUEJNATH*.M Al. b\ DE F. 18J9