Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08686

Full Text
-r-
Ahtom 1839. Qort Peirx
Todo agora depende de nos mentios; d nossa prudencia, modera-
?* '"**$* continenlos como principiamos e seremos a pon lados
com admiracHo entre as Racoes mas cultas.
Proclamaeao da Assemblea Gtral do Braz.
*+e+~
TJuriscreve-* para, esta foi ha a 3fooo por qtiartci papos adiantados
Usta Typografia, ra das Cruies D. 5, enaPfacada Independencia
T). 37 eo8, onde se recebem correspondencias lega'l.isadas, eannuucios;
Jmirmdo-M estes gratis, sendo dos proprios assignantes, e viudos assie-
tUdos.
Partidas dos Correios Terrestres.
'Cdade da Parahiba c Villas de sua pretencSo.............
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem............. t ,
rta da Fortaleza Villas dem........... ........[
Villa ne Goianna.................,.........\\^
Cidade dr linda...................,..........
Villa deS. Anto................ %..........
Dita de Garantiuns e Povoaco do Bonito.................
Ditas do Cabo, Serinhaem. Rio Formozo, e Porto Calvo ........
(jdade das Alagoas, e Villa de Macei.....................
Villa de Pjja de Flores............................
Todos os Corretos partem ao meto da.
% bti OVEMBBO. yTuUfRBO 3 CAMBIOS.
NoVMBKO.
landres......55 3< por Jfoo eetf.
Lisboa....... So por oft> premio, por mctar ourteddo.
Franca....... 39b reisporfranco.
riio de Janeiro ao par.
OURO IWoedas de 6jf4oo rs Vtma i{/fto a i5Wt*
U* ., Nova 14J000 a i4|8M>
Ditas de 4Joon rs., |ioo
fRATA PaUcoes Bratileires _--_
Patac6es Bratileires ljH$m m
Pezos Coliiinnarios---------------->#4#e a
Ditos Miicanos
If 48
i'i'u .iit;n-aiii>s-----------------------l(4 a
Premios das Letras, por mes I 1/8 a 1 ip por loo
Moeda de cobre 3*4 por 100. devise
Das da Semana.
\ Segundas e Sextas Fciras.
;:J
. Todos os dias.
. Quintas letras.
. Dias lo, e 21 de cada me*.
. dem 1 11, e ai dito dito.
.dem dem
. dem 13, dito dito.
Segunda -
5 Terca*-.- -
6 -Quarta -
7 Quinta -
8 Sexta------
9 Sabbado -
10 oinin,o -
S. Carlos Borrorao B. CarJ. Ses. da The, e and. do J. feO. da *; ?.
S. Zacaras.-------------------------ReUcSo e Aud. do.f.de D. da 1. v.'t. ,,V ajnh.'
5. Severo B. W.-------------------Sfesso d Thrt. Audiencia do J. de O. da d~fj
S. Florencio B.--------------------Re., e aod do 3. de D. da i. v.
S. Severiano e seos Comp.-------Sis da Tlie. e'aud. do J. de D.'da I. t.
S. Tbeodoro Monge.- -'------------Re. e aud. do J. de D. da 3. v.
O Patrocinio de N. S. -
Alare, chcia para o da 6 de Novembrb. '
As 5 horas e 18 minutos da tarde As 5 horas e 42 minutos da msnhJV
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA.
Reunio re ambas as cmaras.
Sessoem 5 de setembro de iB.'t).
Presidencia do Sr. conde de Valenca, vice-
presidente
As o oras e meia, reunido numero legal,
abre-se a sessao, e lida a acta da antecedente,
be approvada.
Continua a discusso sobre engajamento es-
trangeiro
Recebamos Snr. presidente, todos os ho-
mens de torio o mundo, isto be humado de,
generosidade be o acto mesmo do mais a-
crisolado cosmopolitismo ; he bum aclo pa-
tritico : mais querermos que o nosso paiz
seja policiado .por armas eslrangeiras, en-
lendo queheo acto mais vergonho que po-
icar Quero estran;;eiros no moio

deremos pral
de nos exercitando todas as sitas artes e scien-
ctas, e industria mas nao os quero para
oceupar osempregosda na fio; nao os quero
para virem fazer a polica interna do nosso
paiz e para detallar os nossos inimigos inter-
O Snr. Presiden!* : Tem a palavra o Sr. nos, porque bastantes bracos bastante cora-
Alvares Machado .fiero, e bastante sangue temos nos para dei-
O bnr. Alvares Machado : Snr. presi- ramar por todas estas cousas O que eu nao
dente nao ped a palavra para contestar aos quero he ver por toda a parte regeitarem-seos
illustres oradores que me bonrarao comba- nacionaes e empregatem-se de preferencias os
lendo osmeus Iracos argumentos: nao tenho estrangeiros Estrangeiros na guarda nacio-
mesmo !orSas para tanto: mais entend que nal, estrangeiros al as repartiies de vi-
era do met deyer dar explicacoes, e lear a sita da saudc e por toda a parle ; em quan-
presenca de alguns illuslres membros da as- to os nossos nacionaes que tem prestado tan-
semblea geral algumas reflexes a respeito. tos serviros, huns esto despresados ensinan-
Noteif Snr. presidente que qnasi todos do meninos as escolas.para ganharem o tris-
os Srs. qoe me combatCTlo deixarao de te po.....
tractar doobjecto queseachava em discus- OSnr.Andrada Machado ; Apoiado em
saoj istobe, contrariar a adroissao.de es- paga de servitos que tem prestado !
trangeiros armados pa-a virem ajtubir ao nos- O Snr. Alvares Machado -... e oulros a-
o pau; e passaro a faeer encomios acolo- inda mais desprrsados. ..
sacio europea, a que eu nao me opuz. Es- Eu aprecio muito Snr, presidente a civi-
tou mesmo Snr. presidente, que isto pro- lisaco e os commodos de que gosamos mas
voumais que sumiientemenle que os meus separa isto se gozar precisamos entregar a
argumentos eiao inabalavcis. Quando eu polica a estrangeiros e que venhfio dominar
vejo oradores tao lerteis em meios recorrerem e defender a nossa trra e preencher os nos-
a tats usos parlamentares co.rcTuo que is- sos deven declaro que qnisera antes voltar-
io he motivado ptr falta de razo. Sr. presi- pan. oesladode barbaridade em que ba Soo
denle, son avesso acolonisacao europea ; eu annos viviao nossos antepassados Ellescer-
dezeo mesmo que os nossos porros sejoaber- tamente viviao em estado deploiavel erran-
Jos a todas as nacoes, a todas as bandeiras e a tes pelos bosques ; ruis erfio livres e respi-
todos os cultos; deseio que ludo que ha de ravao oarlvre da liberdade e da indepen-
ome ptimo na velha e civilsada Europa dencia 5 levando a toda a parteas stias es-
venha para nos, que venha habitar nesla posas pela mo. poderiao dizer :
trra abencoada nesla trra bosplaleira O co he de Tupan (*), a trra be nossa
que produz todos os fruclos quase espontanea- E se concedermos esses estrangeiros pode-
remos dizer que a trra he nossa ?'.'
que ir engajar esses modelos na sociedade de
colonisacao.
O nobre deputado continua o seo discurso
fazendo ainda algumas inlerpelaccs ao que
dissera, na sessao passada, o Snr. Ministro da
Guerra, e depois de responder aos illuslres
depulados, que o precedero, conclne votando
contra a emenda.
OSr. Andrada Machado depois de um longo
discurso sobre a materia em discusso, vota
tambem contra a emenda.
O Snr A Ivs B rauco (ministro da fazen-J
da), obten to a palavra pela ordem mani-
festa o dezejo de que boje se vote sobre a
qnestao(as duas horas ja esto dadas) para que
S. Ex. possa na segunda fera apresenlar ;
cmara dos Sn#s. djiutados huma proposta
sobre negocios de fazenda pois que elles ins-
lo por providencias inmediatas.
^ O Snr. presidente declara qne esl em
discusso se deve prorogar a sessao.
fiepois de huma discusso de ordem du-
rante a qual sao lembiados dilerenles ar-
bitrios para o Snr. ministro da fazenda, na
segunda feira apresenlar a proposta, o Snr
presidente consulta a assemblea se quer que a
sessao se prorogue at as tres horas e de-
cide-se pela negativa.
Em consequencia disto fica a discusso a-
diad e levanta-se a sessao as duas e meia
horas da tarde.
mente.
i oda a nossa cmlisacao he de importaco : Agora Snr presidente, passarci a fazer
ha gavao errantes as florestas sem ouira propri-Cobres oradores da assemblea geral apresen-
dade mais que a familia, bum arco, huma taro combatiendo alguns de mens arni-
ireclia e bum penacho; enoentanto ha 00 mentos, emedirigirei em primeiro lu-arao
annos que a nossa CivilUaclo marcha de huma Exm. ministro da coroa que diri.
maneira prodigiosa e vasta. E a quem deve- ti o dos nogocios da guerra,
mos isto P A' mportato da civilisaco euro- I isse o nobre ministro que com
je a repar-
que com a emenda
pea esejo pois, fcnr presidente, que a- que se acha em discusso nao se faz mais do
bramos os bracos atodos os Eu opeos que vi- que continuar no queja esl determinado, e
erem residir no meu paiz. Estes fo'ro sem- que em parte est i nreenr-hlr. r..
pre os meus, principios ; e quando nao fos- guntarei a S. Ex. quero foro esses homens
sem corrliecidos eu poderia tal vez apresen- que se acho engajados? Encajara S Ex.
iar huma razo de familia que fallasse mais esses modelos militares que diz que precisamos
alto do que todas as minhas palavrase argu- para a nossa escola pratica militar' Esses es-
menlos. trangeiros que esto boje as nossas fileiras
Consinta a rllustre assemblea geral que eu em consequencia da emenda em discusso se-
exponha em sua respeitavel presenca bum fa- rao modelos militares 011 serio tirados dos
to de minba familia. armazens da sociedade de colonisacao ?...
Eu tenho huma nica filha : essa nica fi- O Snr. Nones Machado Apoiado.
ttia que eu adoro.... eu a dei em casamento O Snr. Alvares Vach do: Lavradores
a bum estrangeiro que muito me honra. Se na sua trra e huma grande parte...
PERNAMBTJCO.
THEZOUKARIA PROVINCIAL.
Expeliente do dia a'4 de Outubro.
OHicio-A Commandante Geral do Corno
Policial instando de novo com o otHcio do Exm.
Presidente por copia incluzo pela indemni-
zacoda quanlia de *6| rs. importancia
dos appatelhos de barretinas que foro forne-
ciclos pelo Arsenal de (tierra ao Corpo do seo
Commando conforme exigi em o i. officio
de >* do correnle.
Dilo-Ao Contador da Thezouraria remet-
tendo-lbe por copia para" sua intelligencia e
direceo ooFiciodo E\m. Presidente de >3 do
corrcille em o qual significa que aos Pro-
motores ublicos quando substituem aos Pie
feilos compele alera da respectiva gratifi-
ca cao o ordenado dos mesmos, no cazo de
que estes por qualquer motivo deixem de per-
cebel-o
Dito-Ao Doutor Procurador Fiscal da The-
zouraria de igual theor.
MEZA DO CONSULADO.
- A Pauta he a msma do n. a 38.
Os Officiaes de ^arpinteiro que se quize-'
rera empregar as Obras Publicas : dirijo-se
ao Inspector Geral Interino na Reparlico as
horas do expediente.
Inspecco Geral das Obras Publicas 3i de
Outubro de J839. J. Uoyer.
PREFEITURA,
eu lenlto esta prova da verdade da minba con-
vieco plena para que mais continuar a fa-
jar na convieco que tenho da necessidade
da colonisa o europea ? Mas, Snr presiden-
te porque es tou convencido da necessidade
da emigraco europea isto he, da impoita-
co de tudo quanto a Europa tem de bom
para o meio de nos concent iroi que cha memo?
e-xtrangeiros armados para fazer a polica de
nosso paiz ? para manler a iutegridade doim-
j rio e a ordem publica ?
O Snr. Andrada Machado Ladroes.
O Snr. Alvares Machado ... nunca ma-
rrejaro as armas e (orea os mandarlo pa-
ra ali ; e alguns Snr. presidente, nfelizei
Diversas Reparfcoeris.
TRIBUNAL DA RELLACa.
sessao do da 5.
Na Appellaco Crime do Juizo de Direito
desta Cidade, Appe Iante Zacaras Lopes
V'adiado Joaquim Joze de Santa Anna, e
Bartolomeo Lopes e Appellado Joo ^lanoe^
Franco. Escrivo Ferrera ; foi julgada con-
firmada a sentenca fl 10 v. e nao tomarn co-
nheciraento d Appellaco a respeito da pro-
nuncia.
'Os Embargos de Too Anastacio da Cunha
parte 00 niA 4
Illm. e Exm. Snr.roro prezos hon'teni
minha ordem e tivero boje destino : Sco-
castica Mara da Conceico, parda escravt
de Francisco Manoel d'Araujo Uchoa pelo
Sub-Prefeito de Santo Antonio por estar
fgida ; Gregorio preto escravo de Joze
Ignacio da Cimba por um soldado de Poli
cia pelo mesmo motivo ; Joaquim tambera
preto escravo de Manoel Leito por outro
soldado do mesmo Corpo por ser encontra-
do com urna sedula de cem mil rs., quereh
do troca 1-a por yinte rail rs. cujo dinbeiro ,
era furtado e foi entregue seo dono ; Inno
cenco Kerreira dos Santos tambem preto ,
e MigNel, pardo pelo Commissario de Po-^
licia do distrielo de Belem por briga 5 An-
tonio Joaquim tambem pardo pelo Com-
missario de Polica do districtodo Manguinho
lor ter espan a lo a Maria da ConcercSo e fe-1-
rido a outras, que o pertendio accomraodar;
Antonio Pedro d',\ lmeida, brauco j pelo Sub-
Prefeito de Oinda por ser de m conducta j
Joze Tbomaz e Victorino dos -antos par-
dos pelo meo Ordenanca por estarem encos-
tados em urna quina armados de ccete e se-
ren desordeiros
O Sub-Prefeito de.Tigicupapo partecipfu-
me ter apportado na*praia de Tabatinga pe-
las horas da manhadodia a do corrente
mez um Lancho com 4 Marujos Crdados
dos Estados Unidos do Norte os qtraes sen-
tlo condusidossua presenca declararo per
tencer todos tripulacao de um navio dos mes-
mos Estados que se incendiara no mar d>
volta da India perecendo cinco e escapando
elles no dito Lancho: que um dos referidos
' arujos disseser o Cnpito, outro o caixa do
sobredi to navio e que final elle Sub-
Prefeito Ihe prestara todos os auxilios, a
prote o de que elles precisavo os quaes
se acbo j disposico de seo respectivo Cn-
sul.
Recibidas
oppostos ao Accordo preferido contra elle na
que vierao a essa trra prat.car a sua indas- Cauza de Aptallaco Civel em que Ibes be
tria fono obrigados e arrastados a tomar as parte D. Antonia Nobre de Almeida Escri-
armas. Dissotemos a pro. a no Rio Grande vfio f erreira; foro dispresados mandando-se
doSuI. Eis porque eu nao concedo ao gover- curoprir o dito Accordo.
no a faculdade de engajar estrangeiros pois
(*) Dos na lingoa Guaranin. (Nota do R ) >_ A Pauta be a mesma do n. a3i.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
E' o-qae-consio das partes ho>e
nesta Secretaria.
da 5.
Illm. eExm Snr.Foro prezos hontem
minha ordem e tivero hoje destino ; Agos-
tinho Francisco, pardo menor, pelo Sub-
Prefeito de Santo Antonio, por ter ferido com
urna canivelada a um preludio ; Mathias ,
'tambem pardo pelo meo ordenanca por ter
igualmente ferido a urna preta : e '0S0 Mano-
el tambem pardo pela 2. patrulha do dis-
trelo do Carmo por ser enconlndo dormir
na porta da Igreja e tendo sido igualmente
prezo pelo Commissario de Polica do distri-
clo dos Afflictos um preto, que andava lgi-
do e o'!erecendo venda por 7 i' reis um ca-
vallo furtado seo Sr. morador na Comar-
ca do Rio Formoso; pode escapar-se, deixando
com tudo o dito (-avallo, o qual se acha de-
positado at que compare a o seo legitimo do-
no
E' o que consta das partes boje recebadas
n'esta Secretaria.


DIARIO DE PERNAMBUCO
O Snr. Escrivo e Adminislrader da
Meza de Rendas Provinciaes manda avizar n
todas aquelU pessoas (|ue fizcro entregare
papis de compra de escravos para pagarcm
Meia Siza na dita Me/a que dev.ero ama-
nho 6 do crrenle imprelerivelmente ir re-
cebel-os.
Meza le lleudas Provinciaes \5 de Novem-
bro de i8J).
' O i. F.scriplurario
Joze (1 urdes Salgueiro.
EDITAL.
O Doulor Joo Querino Rodrigues da Silva ,
Juizde Direilo Interino do rime, e Pre-
zidcnlc do Tribunal do Jury na Comarca do
Brejo &c.
Faco saber aos que o presente virem que
para a' primeira Sessao ordinaria do Jurado
lo presente anno nesla ornarca, Ionio sor-
teados e comparecerao os Snrs. Juzes de laclo
wguiates t Jos Mara d'Albuquerque, Jos
Jftnacio da Silva Carneiro Manoel Pereira
d'Araujo, Manoel Salvador de llarros Ho-
que da Silva e Alhuquenuc Manoel
Felis da Silva Jnior Nanocl Mar-
tas di G)sta Anto Ferreira Leile Jos.'
Cnetano de Medeiros., Malbias -oaresd'Al-
meida 'aulo Jordao da -Silva Fnneisco
Jos Nunca da bihra Manoel Cordeiro Ca-
.valcanle Ariii Jos Ferreira dos Res ,
Era ir: sai Nicolao de Pontes Jo;o Ferreira
d'Azevedo Simio Ferreira Leile Cardial .
los Pedro da Silva Jos Cordeiro de He-
nevi.lcs lana O Camello Pessoa Cavalcante,
Jos Coima d'AII>u(|ucrque, Antonio Joa-
quina Monleiro Loareooo de Siqueira Ca-
valcanle, Lourenco da .Silva Cavalcante ,
Antonio Ferreira Duarle Vellozo Jos Ca-
mello Pcssoa Cavalcante, Manoel Ignacio de
Siqueira Cavalcante Manoel Joaquina de
Mello Antonio Joaquim de >anla Anna ,
Francisco Xavier Cavalcante, Lidoro Camello
Pessoa Cavalcante comparecerao mais sem
fmdar a sessao por impedimento de molestia ,
Francisco Fidelis Xavier Antouio Cordeiro
'lias dos Sanios que nao comparecerao Jos
Cordeiro Dias dos Sanios Francisco Xavier
de Paula Cavalcante Manoel Jos da Silva ,
Manoel Joao de Sonta Jacinlho Rodrigues
de Freilas Jos Severino Monleiro Ma-
noel Cordeiro de Benevidcs Jnior, 'fio
jNunes Alencal Brazil Pedro Pereira da
Silva, Francisco A Ivs Cavalcante Cambo-
im, Francisco Ferreira Guimaraens Man >el
Salvador da Silva Alexandrc Concalves ,
Manoel Claudio Bizarra de MeneeeB Joo
Nepomuceno de Siqueira e Mello, Manoel
Ramos dos Santos Anastacio Jos Bodrigues ,
Joo Leile Torres Galindo, Pantalio de
Siqueira avalcante Jos de "iqueira rCar-
neiro Joaquim d'Almeida Calanbo, Ma-
noel Jos de Siqueira Joo Cbrispim de An-
drade, Luis Francisco Pessoa Cavalcante,
Jos Cavalcante de- Canal lio Antonio d Al
lmquerque Cavalcante e Manoel Leite Tor-
res Galindo que foro cbamados em virlude
do Art. 3i5 do Cod. do Trocesso compa-
recerao t o fim os Snrs. Juizcs de I'arto Ma-
noel Jos Antune^ Guimaraens Antonio Jos
Patricio Jos do Reg Couto l'elis da
Cunha Navarro Lins Silvestre Antonio de
Olveira e Mello, Joo Jos Vellio, Doutor
Jos Theodoro Conleiro Jnior Jos' Pedro
de Miranda Ilenriques Elias Francisco Ras-
tos Antonio Alves Camos, Manoel nu-
la Pinlieiro, Francisco l'erenguer Cesar de
Andrade Luis Jos da* F-xpectaco, Pedro
Marnho Falco dos que falta no l'oro mul-
tados no grau medio Joo Cbrispim de Andra-
de no grau mnimo Joo de Nepomuceno de
Mello, Joo Leste Torres Galindo; e dos
chamados emvirtude do Art. 3i5 Manoel Cor-
deiro Falco no grau minino : todos os mais
que faltaro foro absolvidos por causa justa :
E para q'cbegue a noticia a todos a qucni con-
. vii deva mandei passar o presente, por ni i ni
assignado com o Sello do Juizo que ser
publicado nesla Villa, e pela imprenca. Dada
e passada nesla \ illa dorejo aos 3 d'Agoslo
iHJo. E eu Manoel de Mello e Albuquer-
que Escrivo do Jurado o escrevi.
Joo Querino Rodrigues da Silva.

O CO V! \: UN ICADO F. V. -
Emon. a 1.8 desea foi ha deparamos inserto
oQm a Com mullicado, sobre que escrevemos ,
> do'iiossa vez trucamos tambem as nossas li-
nbas. Penetramos o seu amago, e do suco de
M.ia leitura collsimos urna discripeo e refle-
- sobre nossa pozico actual seguidas de u-
ni a critica directa e formal ao nosso Corpo Le-
gislativo.
Podemo-lo por tanto traduwr, eporoutros tenhao partido do dentelo e omiu > >"
vizosassignar-lhe a rubrica eepigrapbe se- projeclos que enderecados da Cmara haixa
guinte O Brasil actual e a3 nossas Cmaras tenhai cado naquella Cmara
fessnr) quedepoisde tantos, to elegantes e
bem deduzidos escriptos, que sobre ([critico
assumpto leen apparerido j sob asjiuplcs
inscripcao A crise actual do Braz.jl j sob -
a crise actual e o Senado a crize e a Cma-
ra Temporaria -a criz.ee o Ministerio &c &c,
nada mais de creado se producira queen-
cintasse que Irouxesse em fim o cunbo e ly-
po da novdade na guiza sqbrctudq ,' B3r|"
foi o poni d.scorrido. Mas- esse rigor a nsca
viria per peas ao pnsamcnlo viria cerleiro
impor o abominavel prejuizo de sufibear a voz.
da consciencia de assassinar mesmo os dicta-
ra*! da raso para fazer a corte as opimues do-
minantes, prest-revera por minoso despiezo dos sentimentos proprms so
por mol vosele consideracoes subalternas, 'laes
principios sao tvrannicos, sao ferreos, .e ja-
mis s:> cazan con) a nossa poca que mu ou-
tra da dos Torquemaehis onde o pensar Ii-
vre era um crime o saber un pre;uizo.
esse um dos pontos de tolerancia c por
SS0 esperamos com agrado que nos responda o
A.doCommunicado, que essas consideracoes
unas a de que ur.s j. tractara o assumplo ,
**" cSo surh-
a concluso do nosso processo nao nos
lespeilosa, viriamos o contrario respirar e
os venerandos Defensores da Coroa e do Povo
lavados da nodoa de contendores oppozicio-
nislas gratuitos ; mandatarios menosprezado-
res'do seo mister e misso. I (icemos que,
coutririosera o resultado do nosso intento si
dado nos fura ell'eitua-lo: nao vamos mu
jonge, pile o ast. sendo, os fados recentes e
ltimamente acontecidos em urna e oulra C-
mara evidenciad o que pretendemos e exu-
berantemente mosli.-i deque lado est a con-
tumacia deque lado p olvido elos de veres ,
de que lado finalmente a ferrenba ojipos .o .
a criminosa contenda. Nos momentos mais
melindrosos do paiz no apuio das criz.es por
que elle passa e em que militas vezes flucta
e se embate que mais propiamente se de-
ve de attontar na natureza e qualidadedos tra-
balbos,*que bao feilo, as medidas, que
bao produ/.ido e tomado os Reprezenlanles pa-
ra salvar os seus Constitiiintes pelos seus Pel-
los se ajuiz.e e avalle do seo mrito ou deme-
rito do arerlo ou desacert do se > mandato
pelos seus feitos em summa se conlieca quem
e ou.ros mclbor o escrever nao sao s im- I mandatario fiel independenle e zeloso e
cientes para odt-acorocoar, em fa/.e-lo trans- quem delegado trab.dor do pacto a que sub-
viar da nobre carrera que e-ncetou e ep.e as ; sereveo prfido assassmo dos interesses < c
mordiduras que por ventura lenba de soffrer sua Nacao, e ambicioso escravo do poder e do
nao o impedirn taobem no desr;o deqne'ouro. Confrontemos as nossas Cmaras aecu-
unseoutroscom maior elegancia e Iclicdadc zadas., e veamos si a censura que HieTa si-
expliquem a sua e a contraria opinio. a i
Essa mesma fVanqoeza porm
em
s
nos membros e
tensiva
do
dofeita, Ibes leve de ser reciproca. O que
c I iberdade ba feilo o Senado na crize arriscada? (cazo,
rigor e lei de reciprocidade eleve de ser ex- nos persuadimos Mi quadra sob cuja rela-
siv neis, e por issololere-se-nos elega- coelediu.o o A. elo C. os seu
iu a mutua emio ele nosso opinar. Ao nos- Pela pessoa de um de seos digne
so ver, (alm dos vulgares principios Soriaes, actual Ministra dos Estrangeiros loi motivada
de que nzeiro o Communieado xt das tbeo- a nomeagao de urna Comm.sso mixta Parla-
ras Constituciones que expende para levar mento-Minisierial urna commisso especial
aocal.o o pensamento que oOccupa, e das de sal vaco publica composla de membros I)e-
quaes. boamente prescindimos, porque 1 ibera ti vos e membros Fxeculivos que de
doctrina mu sedica e correnlc e de pri- commum aecrdo e ao cabo de suas lucnbra-
meira intuicoem nosso Direilo Fundamental) c6esdia6 de offerecer as medidas aelaptadas
oque essencialmente se divulga emseoespiri- critica acluali lo o pensamento nico que pre/.ide ; sua gicos e convinbaveis sobrestar o progresso elo
ideia e sobre que nossa reflexo urna mal deliberaces finalmente decisivas e
commum e indistincta arguico ao nosso Par- potentes que cntorpecessem a marcha ossom-
himcnto, urna arguico ele que gratuitamente brosa e rpida da ruma nacional. Oque ha
meeira urna oulra Cmara. Contra a ini- feilo de mais a Cmara Vitalicia? Um convite
quidadedessa amplitude estupenda c sobre- muito especial poltico e constitucional
manera injusta e offensva altamente nos pro- outra Camar para conjunclamenle Irabalbar
mmeiainos admirando-nos com espanto de no mesmo sentido c da fuzo dos Corpos e
qnefosse o A. do Communieado o proprio dos debates se colber, oque de melhor se
que proelamasse o principio -estmodus in re- offerecesse, o que de mellior aproveitasse ao
bus-, aquelle em fim, que tcitamente, e bem ela Na o. Vejamos agora de seo lado o
por germina eleducgo se declarou opposicio- que h; pralieado a Cmara Temporaria. O
nista dos exiremos. O A. do Communieado que fizcrao os Mandatarios Quatrieniiaes? To-
sem sombras de esc
suas rerriminacoes
.tupulo estendeo a rede ele eios sabem, patente a repulsa do projecto.
sobre a Cmara Vitalicia. A Cmara dos Sis. Deputados arrogante e a-
com mo pr( diga e largas intences elle der- cintosamcnle e com lezo manifesta e enorme
ramou igualmente sobre o respeitavol e Vene- de seos Constituintes nao se se recu/.ou acceder
raudo Corpo do Senado todo o fel de sua ten- ao convite elo Senado se nao que apparecen-
sura O arre e o amargo de sua aecusago elo mesmo ele seo seMO um projecto que con-
no couben nicamente aos Representantes cebia urna ideia igual aquelle louvavel e su-
Temporarios cga e irrcVctidamente elles blime pensamento por igual guiza foi elle re-
forao compartidos pelos veneraveis Oecanos ela geilado mediante um parecer ela Commisso
fteo Ouandoo Brasil seaclia na mais respectiva, que declarou nao poder ser o pro-
arriscada crize, (l-se no Communieado) qu- jeclo adoptaelo embora (o58e concebido em
do|i le vacilla asoi-iedo C-'dadao ; vigora a desin- tiro succinlo mas verdadeiro e importante ,
telligencia desapparece a harmona ntreos que conviuha fracar_, e que olferecem as nos-
dous rau os do Poder I egislalivo e coro ella o sasduas Cmaras: eis o parallelo conlrastavel,
principio niie garante os direitos e prosperida- que relevava trazer baila e julgarnos vir
de individual. Devemos por tanto clamar apello para desengao e convieco do A. elo
iue pondo em olvido (.'ommunicado. Eis os proprios membros
nal : toda a amplificado seria odiosa os fac-
tosque allegamos oatlesta, e o eslao cla-
mando. Para que, eporque as Sessoes se-
cretas em que tem permanecido aquella C-
mara ? Outro nao prezumimos que ser possa o
seo ob;ecto senao o interesse nacional, ore- ,
soltado dos trabalbos da grande Commisso,
que vo ser discutidos tomados em conside-
raras. E despeito de to valentes provas e
ainda essa Cmara a que cga e injustamente
aecusada equiparados os seos feitos com as
nem urnas obras da Cmara dos Deputados?
dassa Cmara que por confisso propria e so-
lemne eleve de merecer todos os despeitos as
publicas antipalhias ? -Nos bancos desta, C-
mara nao se sen la o desejo de salvar o paiz
com energa e franqueza exe!am*H wm ftepu-
tado do alto de sua tribuna e no seio da Re-
presentaco, : que partencia. No Senado
Bra/ileiro nunca se ou'irao taes pala-
vras nem nunra a consciencia patei-feu mais
os remorsos que a despeda avao .' A Na cao
nunca teve um depoimento to aulhenlico ,
que mais denunciasse de seus Delegade que
lludem, que perdem, tfue.. mo defendem a
sua Patria Nunca em suas Reprezentaces o
Brazil conlou Deputados to capruliosis e des-
medidos como os acluaes nunca Delegados
to desmandados que torcendo a convieco e
deveres proprios fossem mais facis em sacri-
ficar os interesses de sua Nco ; conta de o-
pinioes, partidos, ventenderos particulares.!
Nunca a Cmara Vitalicia conlou em seo seio ,
nem ouvio.de suas tribunas a voz orgulliosa e
soberha de um Paulisla Parlamentar que
tanto tem de consummado as Sciencias co-
mo de al I ai .arlo e extremoso amor proprio.,
elesse Representante que desdenhoso e arro-
gante nao be/.iton de sua tribuna declarar ,
que se oppunlia que negava lodo o seo voto
a urna Representaso enderecada pela Provin-
cia da Babia nao lano pela pelico dos B-
ldanos, porque elle a reconbecia todd justa ,
srno pelo modo porqu pdia os mesmos
Bldanos!!,! Comoquereia o Ilustre re-
putado que fosse a expresso dos Cidados de
S. Salvador ? Qual a linguagem que uzasse
um novo livre e Constitucional que recorra
com direilo; que exigia justica que nao im-
pelrava merc ? O procedimento do Repre-
sentante por S. Paulo tendeo muito para des-
conceiua-lo grande parle dos seos Cpncida-
daos. Oxal que outros pelas suggesles do
saber nao busquem seguir-ue o trilho e
comprometa.) dest'arle a parte nacional que
renresentem Concluimos, que a Cmara Vir
taicia actual ha sido o prololypo da prudencia,
da sabedoria c da experiencia, que por fac-
tos irrecusaveis ha demonstrado ; Naco, que
sao esses os elementos nicos que prezidem
todos os actos da sua gpbeya. A Cmara Qua-
triennal porem deslizando-se de sua senda e
transpondo os limites de sua rbita se hade
lodo entregue ao furor das paixes e lio ex-
cesso do seo impeto e atcommeltendo mais do
que defendendo-se lia votado urna barreira.ee-
ga e injusta C. Vitalicia tomando assim a
offensva Parlamentar e constituindo-se de
feilo no logar de opposicionista e contendora.
Os Deputados acluaes parecem ter as quali-
dades necessarias para conhecer e terminar os
nossos infortunios nao altenta no medonho
porvir quic novos e melbores Depulados
dourcm as esperangas do Brasil. A. B.
Ha muito que tullamos em nosso po-
der o Artigo supra ; e como esperassemos occa
sio opportuna para a sua publicaco agora
foivque a ti vemos. Os Rll.
da
no
contra esses Delegados que pondo em olvido Communieado. I.is os prop
os seus deveres acbao-se como em letbargo Commisso constitucional reronhecerido
deixando o imperio a largos passos caminbar projecto de salvado publica a concepeo de a-
p ira o abismo. I preciaveis vistas de irite'esse geral e despei-
l'udo isto quanio a m's mais especioso tosan;; ;ic opinando em contrario nnllifican-
ebrilhaule, do que solido, e puro e bem do-o ao mesmo lempo coma recuza de seo vo-
atlenlado prova senao urna tolal ignorancia dos lo Ajuize-se daepii colba-se do.certo ,
Correspondencias
fados, certo que urna manifesta confisso e
defeza elo um partido, que se ba abracado ,
a opposico sistemtica, que se ha projecla-
do. Ondeos factos vertladeires que provem
ipie a Cmara dos Senadores pe ndo em olvido
os seus mais importantes deveres e esquecen-
do-se ao mesmo passo da seria pozico Social ,
que deve de oceupar e qne a eleva ao mais
subido grau elo Edificio Poltico, tenba loma-
do por assim dizer a ollensiva Parlamen-
taa ou secollocado na indigna e degradante
pozico de acrrima contendora, cega opposi-
lora da Cmara I emocralica? Onde o tesle-
munho infallivel dessa guerra viva e gratuita .
que tem um Elemento consagrado ; outro ele-
mento? Diilicil penoso nos lora (mas bem
desejado) e mesmo incompativel com a eslre-
teza das columnas de um jornal .descrever urna
rezenha dos Irabalhos mais importantes que
que levamos dicto de que lado a acrimoniosa
contenda de que lado a sistemtica oppoz.i-
co: conbeca-se e se nao negu, qual o
1 orpo que aceommette, qual oque ag',re-
elielo e qual o que provoca a desintelligencia,
desafia a desbarmonia : diga-se-nos de resto
com a consciencia si meritoria a censura da
Cmara Vitalicia haver abandonado os interes-
ses de sua Nado ese collocado no lugar de
contendora acintosa oppozicionisla da outra
Cmara esi por fim nao em extremo lato e
pe igoso o principio qne indslinctanvnte
lirada (levemos clamar contra os dous ramos
elo P. Legislativo contra esses delegados, que
se tem manifestado rebeldes e avessos ; causa
de seu paiz &c. &c. A Cmara Vitalicia,
certo nao accredora nem deve jumis de
parlilhar igual quilate da aecusago que me-
recidamente recuiu sobre a Cmara Qualrien-
I
1

Snrs, Redactores.Tendo sido atrosmente
calumniado em huma correspondencia publi-
cada como seo Diario de hoje eassignada pe-
lo Senbor Joo Mauricio Ca\aLcanie da
Bocha V\ anderley e varios Sub-Pre.eitos da
Comarca do Limejeiro assentei devendicar mi-
nha honra offendida pelos meios legaes e di-
gnos de mim, chamando a responsabelidade
os autbores d'esse libello famozo. Perante o
Jury pois | retendo mostrara revoltante injus-
lica'com que fui agredido por a()iielles Snrs. ,
e provar aosmeos Amigos ca Provincia in-
teira que adespeito de todas as calumnias ,
que se me assaquem, nao me teuho desligadodo
caminho da honra e da probidade que como
homem de.vo seguir. Sirvo-seSrs. Redactores-
de inserir no prximo numero do seo Diario
esla carlinha em obzequio ao seo venerador e*
Assignante. .
Henrique Pereira de Lucena.
Snrs. Redactores.No mesmo da em que li
em seu Liario num. a39 do contnte anuo o*
Discurso do Visconde Palmerston veio-roe <


-J-
DIARIO
m
DE
PRNAMBUCO
5
[I
mao o-Jornal do Commercio num. a4 tambem
deste anno onde apparece igualmente trans-
cripto este mesmo Discurso ; ecomo na vrso
doseu Diario apparece huma omisso muito
essencial desojara saber de que parle est a
falta.
IEu passo a fazer a confrontaco.No Di-
ario di/ Lord Palmerston Nao ha duvida ,
que a mor parte dos navios que navego com a
bandeira Portugeza e professo ser Portu-
\| gueres sao; de propriedade Hespnhola e de
rapazes piratas de todas as Naeoes em cujo
successo ou queda Portugal, como Nac,
tem tanto interesse como nos mesmos. No
Jornal do Commercio Lord Palmerston diz A
J mor parte dos Navios, que fazem este com-
mercio (descrararia) com a bandeira Porhi-
gueza pertencem nao a subditos Portuguzes
mas sin nrazileiros, e rfespanhoes escoria
da Ierra a piratas de todas as Ncoes &e &c.
Por qual das duas traducces devenios estar ?
Mas si com effeito esse Lord assim se exprimi,
e (Tendeo a duas Na^es inteiras nos Bra-
zileirosdevemos perdoartal insulto a S. Exc,
porqne estfcria nessa occazio muilo bebado o
que nao he de admirar entas personagens Par-
lamentares da Gra-Bretanha sou &c.
O Brazileiro zangado.
,'.
Nao sabemos por qual das duas versoens de-
va estar o bnr Correspondente, mas o que
lhe podemos asseverar he que no discurso do
Visconde Palmerston publicado no numero
ai?5o do morninr cboronicle que Ib 'o
que tradusimos em roiflance nao se ach essa
affrontosa assersao que se le no numero \o
I do Jornal do Commercio e nem mais nem
1 f menos do que o conlheudo na nossa traducco
V si por hum lado nao nos podemos persuadir
^ de ques BR. do Jornal do* Commercio ti-
vessem a maldade de acressentar ao predicto
discurso as palavras de que a primeira vista
justamente se estomaga o Sur. Brasileo
zangado i>: por outro tam subido conceito la-
semos da illustrar;o e delicadeza dos mem-
bros do Parlamento Inglez que nao nos he
possivel acreditar que algum delles e prin-
\\ plmente o Lord Palmerston queja foi,
M e-eremos que ainda be Ministro tlatoroaseja
capaz de irrogar tam grave insulto a duas Na-
coes com quem entretem a Inglaterra relacoes
amigave.is. Portanto querendo conciliar o
jtiizo que lasemos dos RB. do Jornal do Com-
mercio com o alto conceito de que sao dignos
os membros do Parlamento da G. Br?tanha ,
dizemos que as palavras escoria da trra se
foro protleridas s se refFerem aos piratas
Brasileiros e Hespanhoes que trafico em
escravos ficando por consequencia o periodo
assim : A mor parte dos Navios qnejfasem este
eommercio ( de escravaria ) com a bandeira
Portugeza pertencem nao a subdicios 'Por-
a tugueses mas sim a piratas Brasileiros e
0 Hespanhoes os quaes piratas sao a escoria
l da trra. Deste modo pois julgamos que
fica tudo accomodado edesenfadado o Snr.
Brasileiro zangado. % Os RR.
v

THEATRO PUBLICO.
Grande representaco de Mgica natural
e batneos Indiaticos. Mr. Ryan respeitosa-
inenle annuncia ter lomado grande trabalho
em augmentar seu gabinete para o habili-
tar a dar novidade do carcter o mais agra-
davel e seu maqumismo aparatoso : he o
mais lindo e difcil que jamis tem aparecido
neste paiz. Pretende dar algumas represen-
tacSes antes de partir para a America do Nor-
te; faz o seo primeiro Expectaculo no dia
a do crrante. Mr. Ryan, se cha hos-
pedado em casa do Emprezario junto ao The-
alro onde o poderao procurar os pretenden-
tes Camarotes de seus espectculos.
Avisos Diversos.
Segu viagem para o Ass nodiaqua-
torze do crrante o brigue Paquete de Pernam-
buco ; recebe carga, e frete ; quem quizer
carregar dirija-se ao Forte do Mallos caza
da quina da ra da Lapa segundo andar, ou
a bordo fundiado na praia do collegio de-
fronte do, trapiche do Jgodo, que achara
com quem tratar.
Segu viagem impreterivelmente para
Macei o patacho Vingador no dia 10 do cor-^
rente ; recebe carga e passageiros at o dia
9 : os pi etendenles dirija-se a ra da cadeia
do Recife N. i a fallar com Manoel Joaquim
Pedro da Costa.
XST Henrique Maria Pereira de Magalhes
faz seiente ao respeitavel Publico que deixou
Espirito Santo desde o dia cinco do crrante
~r Precisa-se alngar urna caza para pe-
quena familia.por dois mezes sendo do Jugar
do Cordeiro at o Caxang ; quem a tiver an-
n nete.'
E7- No Domingo as duas horas da tarde
desapparecero da serrraria o p da ponte da
Boavisla tres pranches'de ama re lo de tres ta-
boas cada um e como julga-se terem sido
furtados pede-se aos Srs. que tem serrara,
e proprielaris que eslo fazendo cazas, que
nao comprem os ditos pranchds.
t?" Ha quem se proponha a ensinar gram-
matica latina durante lodo o tempo das ferias,
os paes de familia qu desejarem oadianta-
menlo de seus filhos que se acbo matricu-
lados em aula regia querendo-se utilisar do
annuncir nte podem airigir-se a ra do Ro-
zarlo estreita D. 97 lerceiro andar onde tao
bem se matriculo por lodo o anno meninos
para oensino de primeiras letras e do mes-
mo esludo de gramtica latina; assim como
tambem se recehem pensionistas, sendo esles
tratados com todo disvelo e asseio como a
tem pralicado com os que esto a sua dire-
co.
tST O Sr. Frederico Guilherme lia pouco
chegado a esta Cidade baja de dec arar a sua
residencia para se lhe fallar.
tSF- Hqje 6 do corrente^pelas seis horas da
larde se ha de arrematar perante o Juiz da
terceira Vara do Civel, seis molers um
moleque e nm molalinho todos com menos
de doze annos perlencentes ao Caza I do fa-
lecidoFrancisco Jos da Costa Guimares.
CJ- Aluga-se um quartinho de urna s
porta na ra nireila bom para qualqner ne-
gecio junto a N. Senhora ilo Terco sobra-
do de um andar n. 5=>.- na mesma caza pre-
cisa-se a I ugar urna ou duas prelas captivas ,
que seja fiis para venderem na ra.
cy Alu nos, sita no atterro dos AfTogados n. vintc e
, lado do sul junto ao Sr. Rabello, cm
-.ti.. .... i._____
ca-
sis lado do sul junto ao Sr. Rabello,
duas sallas tres quartos cosinba fora
cimba quintal grande e amurado : a fallar
na mesma caza.
SST Quem annunciou querer fallar com
Manoel Antonio Gonsalvs dirija-se a ra
do Cabug loja de Ourives Di.
C? Precisa-se de um criado para casa de
um bomem solteiro e que faca todo o servi-
coda mesma casa annuncie.
iST1 Jos Pereira da Cimba faz sciente ao
respestavel Publico que Rodrigo da Costa
Can-albo deixou de ser seu caixeiro des de o
dia vinte e nove do mez p._p.
E3*0 accionista das can (ellas corresponden-
tes as tres loteras avisa que a do Livra-
mento corre impreterivelmente no dia 18
cao por mar, e por trra pelo Hospicio quem
a pertnder dirija-se a mesma casa, ou no
Recife ra di Cadeia Velba loja de livro n, 2
de J0S0 Maria Seve. .
SSS* JoSo Bptisla Claudio Tresse avisa
ao respeilavel public que est novamente
mudado para a mesma ra nova D. 19, on-
de pertend exercer o seu officio de fabricante
d'Orgos de Igreja, e mecnicos ; concerta e
afina pianos realejos e aecordees e toda
a qualidade de instrumentos ; assim como to-
dos os mais objoclos relativos mai-jina-
ria.
S37" Urna Porlugneza, que sabe bem co-
zer e engomar, se oflerece para ama de al-
guma casa, quem della precisar dirija-se a R.
'da adei' velba, na aula de primeiras Letras
n. 54.
|y Aluga-se para se passar a festa urna
casa de sobrado no lugar dos Arromhados da
parle da sombra com quintal murado e
cozinha fora .- a tratar na ra da cadeia loja
de fazendas D 3o.
Cf- Deseja-se fular com o Snr. Antonio
Maria Marques Ferreir na ra da Cruz n.
f>, ou annuncie o mesmo Snr. sua moradia
por esta folha.
S3" Na ra do Codorniz ao Forte do Mat-
to, ha para vender pelles de lixa, por prec
com modo.
SZF' Arrenda-se para se passar a Fesla urna
cia ; mais de quatro mezes que no verde
agoa-ardenle e nem oulra qaalquer bebida.
tsy Preciza-?e alugar urna caza em qual
quer I airro : quem a tiver annrncie.
CT' Arrenda-se pelos iraz n eres de FSla
um sohrado com muitos commodos na ra
de S. Bcntoem Olinda, com excedente vista de
ra e fresca : a pessoa qtie o perteuder di-
rija-se ao ultimo sobrado da viuva do 'eixoto
as S Pontas a traclar doajdste que ser com-
modo.
SX7" No primeiro andar do sobrado da qui-
na do beco do Serigado para vender huma
carteira de duas faces com commodo para qua-
tro pessoas em meio uzo. urna cadeira de
ra urna mobilia em bom estado, conten-
do a mobilia 18 cadeiras um sof a ban-
cas urna meza de meio de Salla trez pares
de mangas de vidro ; tudo por preco com-
modo.
ssy Quem precizarde 7oo'rs. a juros : di-
rija-se a ra da Larangeira casa D. a que
se lhe dir quem os d.
ssf Traspaca-se achare da Loja na ra
Nova D. 11 com armacao pintada envidraca-
da e invernizada de novo e tambem se as-
sende no estado em que se acba : alratar na
caza da^'evedo Beco do Theatro onde se aeliao
as chaves e as condicoes para qualquer das
mam-iras que se quizer tratra.
C?" O abaixo. assignado por procuracab
-I
casa no Pos-so da Panel la com afrente para dos Snrs. Michel & Jean Tohler em suissa
o Rio, com tres quartos, eozinha fora e copi- faz sciente ao respeitavel publico que a asso-
ar adianto, quem a pertnder procure no pa- ciaco como Snr. James Tohler que residi
leo do Terco, loja de ferragem, quina com o ; nesta praca fica dissolvida desde o dia a8 de
beco do Lobalo. | Fevereiro p. p. Em consequencia o Snrs.
Precisa-se alugar urna casa terrea, no' Michel & Jean Tohler nao se responsabilisam
bairro de Santo Antonio, nao excedendo o seo por todas e quaesquer transac''es Feitas pelo
aluguer n oito mil reis por mez ; quem a tiver dito J*mes Toblcr desdea datta em que'se
queira annunciar a sua morada por este Dia- dissolveo a sociedade.^ebaslien Tohler.
rio. CS" A Meza da Irmandade de N. do
trj* Arrenda-se huma casa de taipa no lu- Livramento manda fazer publico o Termo que
gar da Capunga, nova, com o seu quintal abaixo vai transcripto lavrado em reunia da '
plantado de mees e melancias com ac- mesma Veza de 5 do crrante mez a fim de
Iheita breve e porto defronte da casa : quem que o seo conteudo chegue ao conhecimenlo de
o pertendes dirija-se a pracinha do Livra- quem interassar. Recife 4 de Novembro de
menlo D 36. Na mesma D. precisa-se de um 1839. Manoel Joaquim da Costa, Fscrivo
homem cazado qne saiba plantar ortalices de da Irmandade.--Aos 5 dias do mez de >ovem-
toda a-qualidade. bro de 181 reunida a Meza no Consistoiio
CF Quem precisar deroupa lavada een- desla Irmandade d ciaron o Irmao 'uiz que
gomada com perfeicao, assim como tambem sendo pratica anliquissima receber-se pelas
az-se costura com todo o asseio dirijao-se a entradas das pessoas pardas nesta Irmandade a
ra da Sanzalla nova casa onde mora Joao quantia de aooo rs. e pelas brancas 4s' reis,
Tavares do Nascimento, mestre de alfaiale pagando urnas eoutras a pensao annual de
no terceiro ailar. Na mesma casa tem 160 rs., tinha esla pratica sido abusivamente
urna senbora que dezeja-se empregar no ser- alterada pelas Mezas transactas as quaes sem
vico de ama de casa de homeui solteiro de ao menos con vocarem Mezas Conjuntas, ou
portas dentro. Geraes decidirlo a seo arbitrio elevar ditas
C? O abaixo assignado avisa a quem quer Entradas epenso annual ao duplo do seo val
que lenha direito aos fjros do terreno em que lor 5 a vista do que trazia este negocio a con-
-,---------------------------r... ...........^ ltl t,, ,.A ? uctiuiu, (i.iit.iimi ampliado, (jue (uiuua
cautellasnas5 pontas I). 9 e nos lugares ja a importancia dos dit-is foros se acha no de- pgame
annunciados, sendo no atterro da Boa vista p0zito geral visto nao ter sido posivel ao an- les que
emcasadoSr. Jos da Silva Saraiva e na nunciante descobrir quem soja o senhoriodi- Kament
do crrante conforme annunciou o Sr. Ther annuncianle, como senborio til levantou'*i- sideraco da Meza para providenciar, tanto
soureiro e por isso avisa a os apaixonados ma rasa terrea na rua da Gloria da Roa-vis-.mais quanto de semelhanteabuzo se bavia se-
*'.i!!?0.'.f! concorro a compra das ditas ta D. a declara, o abaixo asignado, que guido a deficuldade das entradas e a falla de
menlos de annuaes por isso que, aquel
ue ja ero Irmos se negara a um tal pa-
. quem seja o senhoriodi- gamento por nao ser determinado Icgalmente ,
loja do anr. Manoel Rapoze. j recto Francisco Moreira Dias. eos que nao ero Irmos exitavo entrar por
tsr Na rua de agoas verdes lado da Igreja j toexcessiva somma 5 o que sendo visto e
de N. S. do Terco cisa terrea de d\ias ja- | xF OfTerece-se urna pesssoa para dar li- considerado pela Meza resolveo es,ta que
nellas e urna porta, que lem lampio pre- ces de Latim e primeiras letras durante as joias de entradas, e penso annual h>sem as
cisa-se de urna mulher para ama de urna casa as ferias, tamo em sua casa, como em casas i\\.\e anteriormente se havio estipulado e es-
de pouca lamilla. 'particulares, com o maior zelo e promptido; lavaem pratica anliquissima, e que nesta
t*3~ I orlvorannuTcieo Sr. Thesoureiro quem do seu prestimo precisar dirija-se a rua conformidadeo Irmo Escrivo recebesse por
da Lotera da Boa vista o qu feria_o meio d'Agoas I). 6 cada assnto de pessoa parda ai'ooo reis ; e
bilbele n, dois mi e qu nhentos vinte da i^j- Precisa-se da quantia de 5ooUooo reis branca 4 sooo rs eifors. pela" penso an-
primeira parte da segunda lotera para con- a premio de a porcento ao mez com hipte- nual de humas e ou tras e fsto at que fosse
vencer a corto matulo impertinente. Ca em um cilio nos Afogados ; quem os tive confirmado o novo Compromisso, unio que
SST Quem tiver um moleque que queira eosquiser dar dirija-se a rua deOrlasD. i4 havia alterado estes precos e cuja desposico
mandar aprender o officio de ferreiroe serra- que se dir' q-iem esse negocio pretende, de- nao poda, nem devia ser observada em quan-
Iheirocom a condicodeseensinar em pouco clara-seque o mesmo cilio he em terreno pro- to se nao oblivesse a referida confumaco.
tempo, dirija-se a ponte velha junto ao tan- prio. Oulro sin resolveo a Meza que a presente de-
I agoa do Sr. Cato. ssy Precisa-se de huma senbora branca, I i heraco fosse publicada pelos Jornaes desla
U secretario da Sociedade Euterpina nacioncl ou estrangeira que saba bem co- Cidade para conbecimento de quem inters- '
zer e engomar, para huma casa de pouca sasse ; E para tudo constar mandou lavrar es-
familla; quem se achar neslas circunstancias, te termo em que assignou a Meza. E eu Ma-
anuncie pois sendo que agrade nao haver noel Joaquim da Costa Escrivo actual o
uiiviu "ni ajuste soliscrpvi.
ssy Um estrangeiro se offerece para feitor! Vende-se hum Diccionario trilinge
de algum engeriho ou cilio; quem do mesmo latino grego c francez contendo outro no
fim de termos e modos de falar latinos e
es-
comida e avisa a os socios da mesma ,
a sesso extraordinaria que hade ter .
no dia quinta feira 7 docorrente as horas do
coimo para s6 iratar a^sumptes de impor-
ta neia.
para
lur-ar
E^- AInga-seo segundo andar e solo do
sobrado datravessa que vai para a S. Cruz ; a precisar dirija-se a rua da Cruz casa nume-
tralar no mesmo.
Er
ro 1.
francez com os nomes das
principaes
A pessoa que annunciou querer saber | cr Preciza-se de um bomem de idade, ou Provincias Reinos e Rio's do mundo
em
a procurar o que Ibes tocar em rateio
casado Srl Manoel Gonsalvs da Silva.
ssy Quem tiver um sobrado de um andar
^m Olinda e queira arrendar por j annos
d i rija-se a rua de S. Gonsa lo sobrado D. 14.
sy Aluga-se por todo o anno ou spela
festa urna casa de Campo com grande quin-
tal (de novo acabada) tem excelentes commo-
dos para urna numerosa familia alcm do rio
de ser caixeiro de D. Catharina Francisca do.I defronte de Palacio Velbo com comraunicn-
qiem he o pronrietario da casa sita na rua rapaz do servico de campo pagando-se men-
nova D. -o onde mora o Snr. Murim dirija- talmente : quem estiver nestas circunstancias
se a pracinha do Livramento loja D. .9. | procure a ullima casa do Snr. Pavo no Alter-
C5* Avisa-se aos credores do casal do en- -ro dos AfTogados que tem lampio 110 canto do
genho Varzea grande que podem continuar Sul, para traclar do ajuste.
Villas ,
quem
C7" Precisa-se al lugar hnma prela que sa-
iba vender-na rua ; quem a tiver v a rua
nova D. '9.
C?* Quem precisar de um rapaz Portu-
guez para caixeiro de qualqner arrumaco,
com preferencia a Trapiche de Assucar, an-
nuncie.
tST Severina Jozefa da Conceico faz sci-
ente ao Snr. Collectoudas agoas-ardentes, que
na sua caza de Pasto lraz do Quarlel da Po-
o quizer comprar dirija-se ao Pateo de iao
Pedro caza D. 3 lado da Viraco.
Vende-se taboas de pinho de todas as
larguras at trez palmos e de lodo o compri-
menio egrossura chegado prximamente da
America ; assim como urna por 5o mais ordi-
naria e de todo preco muito commodo :
alraz da eazu da Opera.
Da refinaco de Domingos 5oriano Cor-
deiro Simocs na rua dos Burgos desapare-
reo um carneiro grande capado la branca ,
e bstanle suja : quem d elle souber ou tiver
em seu puder querendo restituir pode mandar
a mesma rcfinacaS que se lhe gratificar ge-
nerosa nien le.


4
DIARIO
DE PKRNAMRl'CO
$55
O Sr. que se engaa porque quer to-
Tne esta experiencia quando vir no sobscriptos
das cartas Joao Francisco Dias no Semina-
rio esqueca-se de abrir-las pois para en-
gao hastio duas que ja leo.
tsr Da-se -/5o,ooo cora hypothpca pelo
tempo que se convencionar, em alguma es-
crava de servico de casa que seja de n a
14 annos ou sendo mais vellia que nao se-
ja vicioia ; na ra de agoas verdes por cima
do assougue.
tsr Us Liquidatarios da casa do fallecido
6r. Antonio Marques da Costa Soares ven-
den os engenho Trapiche e Ago> fria situ-
ados na freguesia de Serinhaem juntos ou
separados cora seus utencilios e esclava-
tura respectiva, a propriedade denominada
"Gamela e partes nos engenhos campia e
Boa vista e Ilha do Lamenha na mesma fre-
guesia bem como nesta praca urna casa terrea
na ra das Trincheiras n. 4 uma dita na
de Horlas n. 53, urna dita de a andares na do
Rangel n. i3, eoutra na Boa vista com frente
i para o cemiterio da Igreja Matriz; as pessoas
Ique pretendem comprar quaes quer dos bens a
cima mencionados sirvo-se uppresentar suas
'.proposlas no escriptorio da Liquidaeao da dita
casa na ra di alfandega velha n. 7. at >5
docorrente mez da em que principia a ar-
remata cao em hasta publica.
Avisos Martimos.
PARA LISBOA com toda brevidade por
ter a maior parte da carga prompta o mui-
tovelleiro Brigue Portuguez beliz Deslino ,
de que he Capito Joaquim Pedro da S; e Fa-
ria 4 quera, nelle quiser carregar ou ir de pas-
sagem dirija-se a Francisco Severiano Rabelo
no forte do mattos ou ao mesmo Capito.
PARA LIVERPOOL o brigue inglez Ves-
per de primeira classe de lote den tone-
ladas ; deve sabir com brevidade quem ti-
%er carga dirija-se.a M. Calmonl & C.
PARA LIVERPOOL ou quxlquer outro
porto da Europa o brigue inglez Norlh Pole ,
capito J". Walt, sabir com brevidade
quem quizer carregar dirija-se a M. Calmonl
&C.
AFRETAR, o brigue ingles Esperance,
de pi imeira classe capito Mackie forrado
e encavilbado de cobre e muito veleiro ;
M.Calmont&C.
PARA LIVERPOOL abem conhecidaeve-
leira barca ingle/a lsabella forrada e enca-
vilhada de cobre da primeira classe (AI) ;
tendo j a maior parte da sua carga prompta ;
ser o primeiro navio para este porto-quem
quiser carregar nella, dirjase aqs Consigna-
tarios M. Calmont & C.
JLei la. o
tsr Que fazero Diogo Cockshott & C por
intervenco do Corretor Oliveira. de um com-
pleto sorlimento de fazendas Inglezas Quar-
ta feira em ponto, no seu armazem ra do Trapiche
novo.
Que pretende fazer o Corretor Olivei-
ra de a44 eaixas de vidros para vidrassas ,
por todo o preco e conta de quem pretencer,
quinta feira 7 do corrente, as 10 horas da roa-.
nh em ponto no ltimo armazem da ra do
Apolo da parle esquerda hindo do porto das
canoas, econtiguo ao terreno da Intendencia.
Compras
tsr Un selm para um car^eiro ainda
que seja uzado ; na ra velha casa nova que
tero venda.'
tsr Um taboleiro para gamo em meio
uzo e sem as tabolas ; annuncie. _______
Vendas
Meios bilhetes da Lotera do
Livramento a 3sooo; nesta Tipo-
grafa.
OT" Meios Bilhetes da Lotera do Livra-
meiilo; na ra nova loja de ferragens I). 10
tsr Meios bilhetes da Lotera do Livra-
mento a nove patacas ; na praca da -Indepen-
dencia lo|a de encadernador n. a6.
jsy Bilhetes e meios ditos da loleria do
Livramento ; na ra do Cabug loja de relo-
ioeiroiuntodo Sr. Bandeira.
13- Meios bilhetes da Loteria do Livra-
mento a tres mil reis ; na ra larga do Roza-
rio loia de miudezas D. sete.
^ Urna canoa deamarello de cinco cauas,
fabricada de aovo, muilo estanque e muito
com todos os seus pertences para seguir
iaiem, por preco commodo ; na ra do in-
undes venda da quina 1 beco H* rolla
Jm, a nvar. |
tST Um escravo preto de Angolla ,^ oficial
de marcineiro empalbadof de cadeiras, e
faz todo o servico ordinario de urna familia,
sadio e com Irinta annos de idade ; urna ca-
deiritiha de arruar de dous bracos, bem feita,
leve, e ainda em madeira ; urna cpula para
lipoia bem feila e ainda em madeira estas
tres coisas se achai venda em caza de Antonio
Francisco de Souza mestre marcineiro, mo-
rador na ra de Horlas lado direito indo do
Carmo antes de chegar a travessa que vai
para a ra de Santa Thereza, caza terrea D 2o.
tsr Urna negra creoula boa cozinheira ,
lava de varrella e he boa compradeira : ao
comprador se dir o motivo porque se vende :
na ra estreita do Rozario na caza nova de
dous andares por cima do barbeiro.
8^. Tor prc o commodo, meias deludi
bordadas para senhora ; ditas bordadas para
meninas dilas para meninos; luvas lizas
para senhora ; ditas para meninas tudo de
muito boa qualidacle ; e dez varas de panno
de lnho muito superior proprio para carnizas ;
na ra da Cadeia loja d. a6.
tsr A posse de cem a trezentos palmos de
trra com mais de mil de fundos no togar
da Magdalena ao p do Sr. Joaquim Antonio
de Vasconcellos ; quem o pertender dirija-se
ao mesmo sitio.
^ Meios bilhetes da loleria do Livra-
mento a nove patacas ; na ra Oireita venda
que fo de Jos da Penha.
CT Ametade de urna morada de casa ter-
rea sita na ra do Fagundes com solo, e
tem vista para as .duas ras tanto do Fa-
gundes como para a da praia ; e to palmos
de terreno com serrara na mesma ra ; uns
alicerces no atierro dos affogados; e urna por-
da praia serrara de Joo Antonio Baplista
Muniz.
trr Urna preta creoula de idade de 2a
annos, as haheldades eo motivo da venda
se dir ao comprador na ra de S. Thereza
venda I). 1 .i.
tsr Urna escrava de bonita figura boa
engommadeira cosecha, faz hieds e rendas,
cozinha o diario de urna casa, he recolhida
e da-se a contento j na ra 1 ireita O. ao la-
do do Livramento.
tsr Urna carroca mui bem construida de
boas madeirns e urna junta de bois; a tratar
no passo do Giqui
tsr Urna mol,la de idade de aa annos de
bonita figura e ptima para todo o servico
de urna casa; na ra larga do Rozario venda
D. a.
tsr Por preco commodo um sel i m em meio
uzo com todos os seus arreios ; na ra da
Conceico da Boa vista armazem de sal D. .
tr otassa branca Russiana e Ameri-
cana em harris pequeos por prego com-
modo ; no a litigo armazem do sal junto ao ar-
co do liiini Jezus.
W Urna venda nos harros baixos D. it 5
a tratar na mesma.
tsr Lma venda na ra estreita do Rozario
D. a4 com commodos para morar familia e
de pouco aluguel; urna escrava para lodo o
servico de urna casa barricas grandes pie
forodegenebra, e de farinba de trigo, pi-
pas que foro de agoa ardente evinho, bar-
ris de manteiga muito barato ; as cinco pon-
tas U. 13 onde tem lampio.
tsr Urna escrava de naco de idade de
a8 annos cozinbao diario de urna casa, e
helavadeira; na ra do Qucimado D. iy no
segundo andar.
SS?" Urna cabra bicho grande com duas
crias e d bastante leile; na ra de S. The-
resa D. 18.
C5" Urna negra de ao annos de idade, co-
zinbao diario de urna casa engomma liso,
lava roupa e be boa boceleira ; e um negro
de o annos de idade muito sadio e ptimo
para o servico de campo ; nu ra de agos ver-
des D. 8 no segundo andar.
j / 1 111,1 un 11,11,1 ue i aiiuus ,
boa engommadeira costureira e hbil para
lodo o servico de urna casa ; na ra do Cal-
dereiro casa de 6 portas do Sr. Ignacio Fran-
cisco.
tsr Noatterro da Boa vista casa D. 10 do
lado direito ao sabir da ponte no primeiro
andar botoens de metal fino amarellos e
hrancos amarellos de todas as qualidades ,
ditos de ferro envernisado esparlilbos para
coletes clcheles muito superiores e ricos pa-
ra capeles ditos para guardanapos de mesa ,
tranca de algodo de todas as cores fitas de
linbo muita larga e botoens para jaqu de
militares tudo por pre o commodo.
tar Tres canoas ebertas urna de 1800 ti-
jolos e duas de 00 ; e um cavallo estriba-
ra muilo manteudo; a fallar com Jos Hr-
gino de Miranda.
tsr Urna venda no principio do alieno das
5 pontas D. 4 com poucos fundos e como-
dos suficientes para familia, a dinheiro ou a
praso ; a tratar na mesma.
tsr Urna prea moca de bonita figura en-
gommadeira e cozinheira ; urna moleca de
idade de 1 a annos; e dois moleques de 10 an-
nos ; na fu larga do Rozario D. 7.
tsr Um sitio na estrada dos aflictos com
boa casa, porto de pedra e di bastantes
arvoredos de fructo ; e urna casa no pateo do
Carmo I). 7 ; a t atar na ra do Cabug loja
de Manoel Ferro.
tsr Brincos de diamantes de muito bom
gosto ; na quina do beco da Congregaco D.
ai loja de fazendas de J. E. Vianna.
tsr Um preto bom canoeiro e tem muito
uzo de cavar viveiro com 'O annosde idade ,
bonita figura e muilo robusto ; na pracinha
do Livramento D. a4-
tsr Por preco commodo urna porco de
ferramenta de carpina com o competente
banco ludo em bom uzo ; na ra da Ma-
dre de Dos n. a4
tT Um molcque de 14 annos ou troca-se
por outro de o annos ; noquartel do Bom Je-
zus a fallar com (i. A. Bloem.
tff" Garrafas com orchata e calda de ca-
pil ; na ra nova D. ao,.
tsr Urna cabra bicho com cria ; na praca
da Independencia loja n. 10.
tsr Superiores bichas pretas grandes e pe-
uenas urna salva de praia urna banda pa-
ra oficial barril de alcalro da Suecia e a
retalho ; na ra estrella do Rozario padaria
L) 17.
*?? Os verdadeiros charutos da Havana em
caxas de duzcnlos e cincoenta por nove mil rs
c superiores ditos da Cachoeira, ltimamen-
te chegados em caxas de 25o por 4000 5 na
ra do Cabug loja do Sr. Bandeira.
tsr Um sitio grande na estrada da Ponte
de Ucha com casa muito grande toda en-
vidi-assada com tres salas grandes onze
(liarlos. cozinha fora copiar casa de fari-
nba estribara para 6 cava I los casa para
feitor, e negros com muilo arvoredos de
fruto de lodas as qualiqades e muito caf ,
duas haixas para capim e muito terreno pa-
ra panlacoens cujosilio se vende melada a
isla c melado a praso ; a tratar na ra Di-
reila D.'1 na mesma casa se arrenda outro
sitio mais pequeo com casa de pedra e cal ,
e algurnas Inicias muito boa trra de plahlar
capim B mais lavoura.
t^. Urna cabra bicho de boa rassa e boa
leiteira ; na solidade n. 4*5.
gq Na ra Incita padaria D. 4 > supe-
riores Bichas pelas grandes e pquenas e
biscoilo tino tudo ebehado ltimamente do
Porto.
tsr Urna negra ladina de naco en-
gomma sufrvcl boa cozinheira e lava rou-
pa ao comprador se dir o motivo; na ra
do Crespo f) 8 lado do sul.
tsr Urna casa terrea de taipa sita no atier-
ro dos abogados ;*a Iralar na ra Direita ven-
da da quina do beco do serigado.
tsr Um rico jogo de pistolas de espoleita ,
com todos os seus utencilios tudo novo ; na
ra nova ). 11 no terceiro andar.
tsr Um lindo escravo de idade ao annos ,
bom canoeiro ; duas pretas de bonitas figu-
ras fa/.em todo o servico de urna casa duas
molecas de naco mui lindas de idade de 11
annos dois moleques de idade de uai an-
nos ledos estes escravos se do a contento e
sea fian^a as boas vendas ; na ra de agoas
veades O. 38 no primeiro andar.
tsr Corles de eolele de selim preto de
maco com llores da mesma cor meias cur-
tas de seda pintadas tapetes pintados de la
superiores, facas e garfos de cabo de marfim
para mesa e sobre mesa com tiinchadores de
dillerenles qualidades, salvase casticaes pal-
matorias canoas com tisoura para espeviiar
vellas colheres tudo de casquinha bicos ,
fitas sacarrolhas de patenle, e outras muilas
coisas ue gusto prCCjC uSPutC na futa ua
Independencia n. ai e aa.
tsr Ou aluga-se por commodo preco pe-
lo tempo de festa urna casa terrea grande no
lugar de S. Thereza em Oliuda com 4 quar-
tos cozinha fora e contiguo a esta um
quarlo com tarmba que serve para escravos,
quintal com alguns arvoredos de fructo e
capim de planta banho e desembarque no
quintal ; a tratar na ra de agoas verdes do
lado da Igreja de N S. do Terco cisa terrea
de duas janellas e urna porta onde tem o
lampio.
tsr Uma escrava da costa muito fiel,
compra cozinha e faz todo o mais servico
de uma casa ; noatterro da Boa vista casa do
relojoeiro
1/ Bilhetes e meios ditos da loteria do
Livramento ; na ra do Cabug loja de miu-
dezas junto a botica.
SST-Meios bilhetes da Loteria do Livramen-
to a 3ooo; na pracinha do Livramento 4
Escravos Fgidos
rv
tsh Um moleque ce nome Joo do gen-'
tio de angola de idade de 16 annos bonita
figura secco alguma coisa do corpo canel-'
las finas com alguraas marcas de bechigas-
pelo rosto beicos alguma coisa grossos os*
denles de cima limados eos debaixo podres f
o segundo dedo da mo um tanto torto para o
lado este escravo desapareci no dia a do4
corrente levando camisa de estopa de man-'
gas curtas calsa de estopa bastante grossa f
mais uma calsa de panno da costa em bom uzo,
este e cravo nao falla bem esplicado ; quem a
pegar leve a seu Sr. Joo Alves C'arvalho Por-
to na ra da cadeia do Kecife n. 9 que ser
recompensado com 5o,ooo.
tsr No dia a8 do p. p. fugio da casa de
Jos Alexandre Ferreira um escravo de ne-
me Maftinho creoulo e canoeiro alto f
reforcado do corpo bem preto, mogo, quan-
do anda tem um deleito no p por cauza de o
ler tnlhado ; quem o pegar leve a ra do Fa
gundes D. 7, quesera recompensado.
tsr Quarla vez se roga o favor a toda e
qualquer pessoa a quem uma escrava de nome
Felicia que desapareceo a dias, consta que ella
tem procurado outro senborio o que estou
prompto logo que a pessoa a quem ella proI
cure seenlenda com o abaixo assignado a es-'1
crava he creoula com marcas de bechigas pe- -
lo rosto corpolenta muita fallante princi-
palmente quando se embriaga de que lem eos
turne e levou vestido de lila preta e panno
da costa ealemdis>o uma troixa com diver-
sas qualidades de roupa o abaixo assignado-
nao pretende perseguir a pessoa que por omis
sao a tenha e al o presente nao tenha se
dirigido a seu dono; quem della souber e
a quiser denunciar dirija-se a ra velha em
casa do abaixo assignado que gratificar.
Joo Francisco Santos de Siqueira.
tsr Roga-se a todas as Authoridades po
liciaes, commandanles do registo e de em-
barcaces mercantes todo o cuidado era pes-
quisaren) as escravas que forem a embarcar
a ver se descobrem uma minha escrava de no-
me Anna ladina de Angola de bonita figu-
ra estatura regular cor preta rosto pinta-
do olhos graneles nariz fino beixos gros-
sos tem huma marca preta no rosto do lado
esquerdo e no braco esquerdo humas letras,
ou marcas d1 Angola, pernas grossas e ps ,
levou vestido de riscado desbotado e panno
da (osla e sendo que a dita escrava tenha
procurado a alguem para a comprar duvida al-
guma terei em a vender podendeme procu-
rar a pessoa que a quizer comprar em cuja caza
ella se acha, para o ajuste : assim como pro-
testa seguir os termos judiciaes contra quem a
tiver occiilta pois consta ter sido sedusda ;
quem a pegar leve a ra Nova caza do Te
nente toronel Trajano Cezar Burlamaque
D. q, que ser lem gratificado.
tsr Na larde do dia 17 do p. p. de Ti-
gipi desencaminhou-se ou iugio de uro.
comboi que bia para o Brejo da Madre de
I'eos um moleque de nome Casemiro de 10
para 1 a annos de idade olhos p.randes, e
sobranceilhas e beicos grossos, nariz compri-
do e pouco chalo embigudo com uma pe-
quea ferida nos escrotos com camisa e se-
roula de panno de algodo da Ierra e chapeo
de_palha ;quem o pegar leve ao Padre Lu
Carlos Coelboda Silva morador no Brejo da
Madre de eo na fazenda do l'oco ou a Jos
Cordeiro de Carvalho Leile morador no Re-
cife na ra larga do Rozario.
tsr Mariana, naco benguella corpo o
altura regular espadauda e barriguda,"
cor bem preta orelhas sem eslarem I u radas,
e tem um signal no pe i lo esquerdo, fgida no
dia (i de p.p., levando vestido de chi.a e
panno da cosa ja uzado ; quem a pegar ou
souber onde ella existe e a quiser denunciar,
dirija-se ao pateo do Hospital do Paraso D.
jo que ser generosamente recompensado.
tsr Nano'edodia ao do p. p. fugio de
um sitio na capunga um negro de nome Eu-
genio que parece creoulo de idade de ao
annos estatura baixa cara grande boca
larga, muito fraco, e bastante surdo falla
grossa e alta levou vestido calsa de brim
branco e camisa de riscado ; quem o pegar
leve a ra da cadeia velha n. 18.
luviiiiento do Porto
NAVIO SAHIDO NO DIA 5.
ASSU' ; Irrigue Nac. Amparo M. Narciso
Jos de S Anna em lastro.
< 1
ti
1
I REUFfc NATYP. W M. F. DE F. ^9