Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08664

Full Text
ANO DE 1839. QUINTA FEtRA
cambios.
Janeiro g
^.odre* Zt> Di. St. por ifoeo eed.
sboa 90 por 00 premio, por metal. Non.
Franca M3 a 53o Ra. por franco.
Bao Ha Janeiro ao par.
Meadas de61 4#000 8/000 a 8/ oo
Pesos Columna rio i|6ooa iftno
Diltoa Meiicauo* ifSSo a 1J000
Pauces Biasileiro i|6oo a iffilo
Pramioa daa Letras, por mes 1 i\i por loe.
Cobre ao par
PARTIDAS DOSCORRBIOSTBRRESTES.
Cidade da Para iba e rillaa de aua preteneo ....
Cidade do Rio'Irn te do Norte, e illas dem ) ummj...s*,i. f.w.a-
C dada da Fortaleza e villas dem *.....| Segundas a Sextas riv.,.
Villa de (oanna........... 1
Cidde de Olinda............ Todos os dias.
Villa de Sanio Anto........... QuinUs reirs.
Dita deC-aranbuna e P->voco do Bonito..... Dias 10, t ii de carta mes.
Diltai do Cabo Serinhaem, Hin Formo, e Porto Calvo dem 1 11, e aidittodido
Cidude das '-Ugoas e Villa da Maceid...... dem dem.
Villa de Paja.1 de Flores. : ~r..... dem i3, dittoditte
Todo* oa crrelos partero ao meio da.
10 DE JANEIRO. NUMERO 8.

Tudo agora depende de nbi roesmos ; de nosaa prudencia
moderaco e energa: continuemos Como principiamos,
e aeremos aponiados coa adairaco entre Naefet aaaie eatl-
tae.
Proclamac.o da Assemblea Geral do Hraeil.
Sabeereve-se pera esta folba a3fooo ra. por qoartel, pegne adl-
antados nesla Tjpografia, ra das Crute> L). 3, e oa Praea
da Independencia D. bj e 38, onde se receheaa correspon-
dencia* legalisadei, e annuncios: iusirindo se estes gratis
sendo dor proprioa aaaifnanies, e vindoe aaaignadea.
DAS DA SEMANA.
? Segunda S. Tbeodoro Monga. Audiencia do Juir de Direito da a. vara de aaanlat.
8 Terca S. Loiueuco Justin ano P-triaca. Kelaco de inanb.
9 (Ruarla S. JuIih.i M Sessoda-Thei.de maulla.
,io Qint S. Paul i. Eremita. Retaceo mauh eaudien. d.< Juitde Direit. da o. vara,
ll Seita S Hygidio P M SessSo da Tbesniria e au den. do J. d D da i vara ta Sabbado S Satvro M. Aud. do J. de de meb. e do V. G. en* O,inda de Urde.
13 Domintn S. Hilario 8.
ti. R. Ha audiencia do Presidente da Provincia, Alf-ndega, Mesa ao Consulado, asis re.
par roes fiscae lodos os da que no forera sant a au feriados.
Mnii cbea paia u da io de Jn no.
As i a hoiai 3 > minutos da roanbi As i hora 6 minutos da tarde. >
BtAXIO SMB
m&mmw
PARTE OFFIGIAL."
i,
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente do da 7 de Janeiro de
18J9.
Oficio Ao Inspector da Thesouraria
ordenando Ihe ero conformidade do que
foi d' clarado ra Aviso da Secretaria d-
Eitado d >s Menucios da Faseiida de a 4 de
Novembro do aono passad >, que ae 01a
em dianle suspenda oa suppriroentos que
por diversas ordens do tribunal do The-
aouro mandarle fater-te a Provincia do
P.a.
Dito Ao mesmo, communieando-lhe
que peU lropeiial Portara de a8 de No-
xembro du prximo pa.sv.do no exped
da pela Societaria de Estado do Negocios
da Faseoda, fu aposentado francisco Jo-
te dos Sanios no Lugar de (joarda da Me-
ya do Contulad desta Provincia coro o
orden ido que Ihe competir na f.n ma do
Regulamento de 3o de Main de 18i6.
Dio Ao asesino, enviando-Ihe a tota
relativa ao O. Jos liento da Cu 11 lia e Fi-
guereido Lente do Curso Juiidico de O
linda que le acha matriculado no Monte
Po Geial doa Servidores do Elado 1
fimde que Ihe mande abrir seu astenia-
ment, e faser os compe lentes descon
los.
Dito Ao mesmo communicando-lbe
ter a Oirrcloria do Monte l'io Geral dos
Servidores do Ettado pnlecipado, que To-
ra aceita e paga a letra de i:i6^5go res ,
quea Seu favor tacara Me Caluiuut tobre Cairos Aith)) & Companhia, da Ci-
dJe do Rio de Janeiro, e fura pelo mesmo
Inspector remettido em oficio de a de
oulubro do auno pastado para pagamen-
to do que te lem ai recodado dos conlribu-
iutes ao mesmo Monte Po, residentes ueste
Provincia.
Ditos Ao mesmo enviando-llie as te-
guinlet oidens do Tribunal do Ttiesou o
Pubueo Nacional.
Sult o numeiu 89 de i\ de Novembro
do aniKi pa>saiio aulorisaudo o Inspector
da Thcsuuiaiii para prrencher os lugaies
vagos da Contador i na conlonnidadede
tabella de a deOutubr de SS.
Sob iiumeio 90 de j8 de Novembro do
mino p.'edo mandando por a desposicao
da Presidencia a q >anlia de 4;oooUooois
ara oa reparos de Forlalesas, para que
loi aulonsada.
Sibo numero 91, de 29 de Novembro
do auno paseado mandando cobrar dos
dono, ou admiuttiuduies dos Trapiche
C Armasen A.fei.d gados a cootirbwiv*"
animal imposta pelo arlig> 197 do r> ;u-
laineiito de io de Mio de*|8i6 a que o
tbngados desde que priucipiuu a ler axe-
cu<,so o mesmo^iegulamento.
Sub numero 9a de 29 de Novembro do
do patttado declarando que o artigo i65
do Regulmnto de il d Junho de
1836 s die respeito at EnbarciCe
qu trasem collonos oa degradados e ni-J
a tutras quaes quer, que entrarem arribi
das
Sob nnmero 93 de 6 de de D -sembr do
anno pansido, prevenindo ter sido autori-
<*d a Thesouraria di Provincia d Rio
Grande do Norte, para sacar sobre,a drsl*
Provincia p.|as quntiat precisas pira oc
correr ao dficit da Renda Geral
Sjb numero 9 de io de Desembro do
anuo pistado participando o saque sobre
a Theiouraria desta Provincia de huma le-
tra por tret vias e a i5 dias pricisos da
qvj vntia de ao:ooosooo a ftvor de Faria &
Ir id lo.
Sob o numero 95 de 10 de Desembro do
*nno patsudo partecipindo igudmeote o
'sAiue de huma Irtra por trez vias, e a 16
din picisot da quanla de i3:oOlUooo
reis a favor de Me. Calmont & Compa
nliia.
Sob o numero 96 de 10 de Desembro do
anno pastado, coro mu meando <> taque de
ouira letra por 3 vias ea |5 diat preci
sot da qdantia de ia:ooi do referido .Vlc. Calmont & C.
Portara -- Ao In pector Geral das obras
publicas para informsr com urgencia,
se ja deu atnecestarias providencias, para
< concluso dos reparos do aterro dos
Afogados, declarando em que estado se
chana estat obraa, quanio falta para ae aca-
bareis, e quequantia ae diopendera' com a
sut conclu-o.
Dita A o Commandante da E*cona Le
bre, pan informar com brevidade qu il
a rasio p >r qu ten do te Ihe ordena-
do em Portara de 19 de Desembro do an-
no passado, que se (ir sse de vella para a
Ilha de Fernando no da ao, asaimqueti-
vesse a seu bordo osvpresos militares cons-
tante da reluci que facompanbou
a outra Portiria de 18 do metmo
mei, o conyal-io praticm d. ixindo ficar
um das referidos presos; aasim como
o motivo porque quando trio nao enviou a
paite do estilo.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel do Commando das Armas de Per-
iimbuco a4 de Deaembro de 18J8
Ordrm Addiccional.
Determinando o Regente em Noras do
Imperador por Aviso d Secreta lia d'Es-
t do dos Negocios de Guerra de 3o de Ou-
lubro ultimo que em quarilo te nao pu
blica o Quadro do Exeicito seja o '4-
Coi pode Aitilheriade Pos>c>5 desta I'rO-
vidria d'ora cm diante com o de msis
C<>ip>sda meama arma coinp>sto de seis
Compaiibias i o Comuiaiidanie das Armas
ein virtud* destas Jmperiaes Disposicoes
commurticadas em officio do Exm. Mr. Pre-
sidente da Provincia de 17 dete miz or
deba que no dia 1.* de Janeiro do anno
vindiuro de 1839, se dissohioa 7. 8.
Companhias do 4-* Corpo d'Artilheria j
que as Pracis de l'ret a ellas p'itencentes
sej-.O derramadas pelas 6 Compmhias. pli-
sando a *g'reg*'tos [>ara a t. Compmlii.'
oSr. Cap. Jo*e Vlaria Idelffonsn; pira a 6 o
Snr. Capitio Antonio Gomes L'al ; pira
a 4 o Sur. 1. Tenente Jo*5 Ribeiro Pes-
soa de Lacerda ; para a 5. o Snr. I. Te
ente Feli Preira Diurad) 5 para a a.
o Snr. a Tenente J<>*e Cesar de M>ll< Pa-
dillia e para a 3 < Snr. a. Tenente Mtno-
el de Albuquerque Mello.
O estado completo da* Compmhias sr
0 que est marcad no Decreto e Plano
de 4 de Main de i83i a saber, a 1. Cm-
panhia constar de l Coronel ou Tenente
Coronel Commamlant" 1 Major I A-
judant 1 Quarti-I Mestre 1 Secietario,
L^CajwI^, 1 Ciruigi5, I Cirurgia
Ajurpinte, 1 S.rg.nto Q rarlel Mestre,
1 Cornea-mor 1 Capit<6 I t *T nen-
ie a sigundos Tenentes (f ndo uro para a
Bsrideira ) 1 t Sarguto a segundos
ditos I Furriel, 4 Cb is 1 Corneta -
48 soldados 11., assim como as de miis
C mpanbtas de 1 Capit'5, 1 I.* Te-
nente t a. dito 1 l.# Sargento, 3 se-
gundos ditos, 1 Furriel 4 ^"hos um
Corneal e 4^ soldados, devendo por
conseguinte ser o complelo do CorjK) de
37a Piscas,
O Snr. Commandante interino do 4-*
Corpo fai rervdber ao Arsen-I d* Guerra
os utensis ieceb dos para as duaa Compa
nbias extintas dar ao Sr. a. Tenente
Joaquirn Cesar de Mello Padilha o Com
mando interino da a. Compaohia e ao
Sor. a." Tenente Mello e Albu-
queique o Commando da 3 ,recolhend<>
a su* respectiva Compendia o Snr. a.
Tenente Antonio Jo>e de Mello. -
Antonio- Pedro de S Brrelo.
Fzpediente do dia a4>
Oficio Ao Exm. Presidente infor-
mando acerca da representac- que contra
o Commandante interno do Forte do Bu
raco derigira ao Coronel Che fe de Legia
da G N do Municipio de Olinda 10 mes-
mo Exm Snr., por nio ter o Commandan-
te do Forte recr-.bido li presos, os Guar-
das Nacionaes do i. B.talbo mandados
cun parte do respec ivo Commandante e
sigiiificando-lhe que a qu-ixa era a seo
ver infundada ; por isso que alguns Guar-
das nao foinS. rci bidos poi nao hirem *
companh.d. de palle assignada |elo Com-
mandante do II talha- como se Ihe orde-
nara e o de que fasia o objeclu principal
da rrp esentaca pelo mdo incivil com
que Ihe fora mcmiuhada a parle dada em
urna tira de papel como se deprehendia
da resposta do Commandante do mesmo
Forte, que Ihe transmita em piepi 10 ori-
ginal.
Dito Ao lutpeclor da Thesouraria ,
disendo-l. e, que lendo de remeiter ao Exm
Snr. Presidente em cumplimento a l,urna
r.qnisicafi do Consejo Supremo Militar ,
a fe de tficio do Quarlel Mestre do estll-
elo 4.0 Datalhi do Meltciis Bras Ramos
Ch ves h>u-ste S S. de dar Mas deler-
roinacoensaoE'icarregado da CnirUbilidn-
de Militsr para que Ihe fossem enriados
em forma todas e quaesqurr asaeniamen-
tos que por aquella R-pariici existissem
a respeito do mencionado CJua 1%__________________________________ '_________ 1
THEZORAniA DA PROVINCIA.
EDITAL.
Tendo akTh* Provincia de remetver pt a Llndret i.aoo
a i3oo libras sterlinas ; por eonta da The-
zouria Provincial, convida aos Snrs. Ne-
gociantes Nacientes a ElraH]*iros qua
quiserem sarear sobre aquella Praca a rom-
parecerero para se traeler sm Iranxac-
c 5 na Salla das Sesso-nt da mesma !%>
zouraria ; no dia 11 do correte mes a 1
hora da tarde.
Secretaria di Thesourara de Fasenda de
Pernambuco 9 de Janeiro de 189
J,..tju m Francisco Bislos,
Official Maior.

t i.) .' -u
Diversas Iiej)arti9oeiL#
MEZA DO CONSULADO.
_ A Pauta'he a mesms do num. 278.
PR0.V10T0RIA PUBLICA.
Denuncia perante V. S o Promotor Pu-
blico desta Comarca contra Feliciano Jos
da Silva, pardo, casado, morador no
logar de Craval Freguesia de S. Lou-
lei c 1 da Malla por hi ver morto o pardo
casado Fehppe Jos de Birros dentro de
sus propria casa no sobredito lugar com
surpieaa e abuzo d. c iifi.inca elle p. 1
te em n tarde do dia 27 de I) seathro p.
p. A.eJ esta com o corpo de delicio
junto digne se V. S. de mandar notificar
as Tfslemuuhas a margem, e proceder
como como he de direito.
Recife 9 de Janeitode 1839.
Jos Thomsz Sabuco de Areujo Jnior.
CAvjPiA iviN'it PAL DA CIDADE
DO RECIFE.
a.* Seasao ordinalia d- ao de Novembro de
i838.
Presidencia do Senbor Barre*
1
Comparecen oa Senhores Doutor Cin-
tra Pessoa bouia, Oliviira e Vianoa;
tallando coro cauzi os mais Senh res. *
Alierla a Sessa e lida Acia da ante-
cedente fi appiovad.i.
O Secrelaiie dando renta expediente
mencionou os seguHitet oficios.
Um do Juiz de Direito da 9. Vara
do crime denla Coma;ca marcando o dia
15 do mez de esen.b'o vinduuro pira
te reunir o Conseibo dos Jurados, qmc de-
ati:
-Ja
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ve'tn servir na sexta Sessfo des te anno :
- Cantara fieando imeirada resolveo
*que ae olliciaase ao Dr. Promotor para vi-
extrahir ai to sedul.-s dos Jurados qu>-
derem com por o presente Conseiho.
Oulro do Cordiador disendo que pa-
ra dar a cordiaca que os Supinles An-
gelo Francisco (arneiro Joa Piolo de
Lemos, e Elias Batidla da Silva exigena em
seo requerimenlo era necessario que es-
ta Cmara declarasse te deria dar a eor-
deaca segundo a mxima largura que
tea a ra que he a de 35 palmos ou se
devia reeu%r 5 e que qantida 'e ; nssim
como te devia ter ou ni>6 rellac*5 com
algn outi o ponto o aliiihasneuto do lad
do Norte : diado.
Outro do Fiscal do Recife exigindo
quantia de 9 680 reis que despendeo com
a corridas feitas nos dias 5, e la do
correte t com o Doutor Flippe Neri
com enterramento de a cadveres, como
constava dos documento*, quejunlou ;
que se pacassse mandado.
Um requerimenlo de Antonio Cordeiro
da Cuaba foi a C immissa dos Snrs. Ol
reir e Vianna para dar aeo parecer sobre
a sua pretenca-
Despachaia-se alguns requerimentos
E por ser dada a hora levantou se Ses-
ai6; e mandara5 faser a presente em que
assignara. E eu Fulgencio Infante de
Albuquerque e Mello Seci lario a escrevi
Barro, Pro-Presidense. Doutor Gira,
Pessoa Souza Oliveira Vianna.
CONSULADO DE PORTUGAL.
Dcordem doSr. Cnsul de Portugsl nes-
ta Provincia e par%saptisfaca dos Sub-
ditos Portugueses residentes n'ella se
transereve o oficio que se recebeu n'esle
Consulado de S. Exc o Sr. Visconde de S
da Bandeira Presidente do Conselho de
Ministros e Secretario d'Estado de Nego-
cios Eslrangeiros o qual he do theorae
guinte : Copia N. 19 Tenhoa s.<(>-
tisfaca de partecipara Vmc. para sua in-
telligencia, que a Divina Providencia a-
caba de felicitar estes Reinos com o Nas-
cimento de mais um Principe que Su
Magestade A Rainha Ueo felizmente luz
no da 31 do m contecitaento este que cauzou o maior re-
gozijo a todos os habitantes desta Capital
Tanto Sua Magislade como o Principe
recem oascido se achio na melhor disposi
cao.
Dos* Guarde a Vmc. Palacio das Ne-
cessldades em 3 de Novembro de i838
S da Bandeira. Snr. Joaquim Baplista
Moreira Cousul em Pernambuco.
Est Conforme.
Miguel Jos Alves.
Chanciller.
CONSULADO BRITNICO.
Faz-te saber aos Subditos Britnicos
residentes em Pernambuco que no dia
quinla feira 17 do corrente mes de Janei
ro lera lugar no Consulado de Sua Ma
gstade a Rainha da Gran-Bretaoha roa-do
Tranixe novo, o ajuutaaaento dos subscri-
ptores para os Bus desigados no acto Geo.
IV Cap. 87 a huma hora daquelle dia
Consulado Biitanico em Pernambuco 7
de Janeiro de 1839.

t^
c O
adiantad noticias al 7 de Dezembro pp e
dellasconhecemos que o Rio de Janeiro
gota de paz ; pois a guerra dos periodic s
ja lioj piuco, ou liada influe- no animo
dos Brasleirds que costumados aouvir
do partido descontente virulentas declama-
coes contra o Governo guia-se por fac
tos e nio por calumnias. A fuga dos
escraros do Cap'lio-mor Manoel Francisco
Xivier, no Paiy do Atieres, lem servido
liunb-m de motivo para novas declama
ces; tem se pintado este ficto com ne-
prepadaa cores tem se-lhe dado urna for
ma gigantesca, e ameacadoia; mas em
lira elle veio servir para que livessemos mais
urna prora da actividade do Govemo ge
ral., e do Presidente da Provincia, a
quem se deve a condusio desle negocio.
O dia do anniversario do Joven Impera-
dor o Sr. D Pedro II foi ali um dia de
um regosijo universal, o que bem prova a
eonviccio em que esli os Brasileiros di
que s Monarclii. Constitucional podei
fazer duradoura a sua telicidade emhora
genios atrabiliarios e inimigos da ft-Iici-
dade publica prMenda dvsmcronal a
Sobre os negocios do Sul poder os
nossos l.eitor s a vista do que haremos
transcripto nos nossos nmeros 5 e 6.' .
e hnrennos de copiar anda formar urna
idea do sen estado poltico.
A Babia e-l tranquilla mas desejosa de
ver conclu ios os processos dos criminosos
que compa>ecm perante o Jury de S
Francisco; e espera se pela inudauca do
Presidente.
O Ceai deve a alteracfo em que tem
estado, desnlellgenciV entre a Assem
blra Provincial e o .Presidente da Provin-
cia ; ou para fallrm s melhor a o partido
do ex presidente, como podemos conclu'
da leilura das difieren tes fot has nao s d.>
dita Provincia como das do lio de Ja-
neiro ; e os nossos Le i lores podero ajui
zar disto pela leitura dot artigos que tor-
mos inserindo tal respeilo.
No Marvnhi > a paz publica nio es' ,
como sesuppe, ameacada a gqeria
de peridicos ; o inimigo, contra quem
assesta os seus tiros as folhas da opposi-
cio, o Presidente oSr. ('amargo; m.m
odios particulares pouco 011 nada milm
podem na causa publica
' As queixas no Para continu incessante-
mente contra o Presidente Andreas, de
quem se conlo muilas arbitrariedades.
E quanto de passagem podemos ajuizsr
sobre o estado do Imperio pela licio das
folhas, que recebemos cojos arligos na
f<>rma da nosaa prornessa iremos inserin-
do. Mas no meio dos sentimentos que
nos eausa easas divergencias polnicas oc-
casionadas pelo diabo da amhicio e pelo
malvado espirito de partido o uosso co
racote diUia quando a marcha cons
litucional que vio fazendo os nossos ne-
gocios pblicos asombra de um Presiden
te que ama a Consliiuicio eque por is
lo geral ni en te amado de toda a Provin
cia.
les subordinados sda poder revestidos de
qualquer cargo publico. A existencia dos
absolutistas como partido he necessaria p-
ra estimular o nom'o seb em favor da li-
berdade sao os seus >xf>rC'>s que mul-
liplicam a notsa energa ; he a aua opp>-
nosica que rectifica os nossos accordos ,
fasendo-os marcfaar com circunspeccao na
vareda do progreso. .Agufrlar a con
versad de hornera guiados pelo mais forte
instincto a conveniencia particular h-
um chimera um aonho de potica ima
ginac 5
Ninguem se tem entre nos avantajsdo a
os doutrinarios em protestar; it-ns solemnes
em promessas pomposas : elles disseram a
o formar o spu plano __ acabou Se o espi
rito de partirlo : os Portugueses s rio ven
torosos. Mas os apostlos de Guizot eran
entre nos incomparavelmente menas habei
e accreditad'S deque os seos propotypos
em Franca. Carlos X tamhem htria re
cl-modo ao entfar em P-ois para receber
a coroa Pos de halhbirdes ; mas a vel
leidade popular he de curta duraca nos
monarchas nos grandes ; be sempre um
c-lculo nunca emanac< de franquesa e
de tincTiil.de. Os nossos doutrinarios
TiiamilheUram o ra^is I) lio dos progam
mas reprimir inexoi a vel com a espada
ANNUNCIO.
O Snr. Colleclor da Contadoria Geral
de Rendas lo temas Provinciaea manda pe-
la ultima vez faser publico que esla Budos
OS) 3o das que i -ti tem designado para
o recebimenlo da cobranca da Decima dos
Predios Urbanos desta Cidade e dos mais
Imposlos Provine aes que esta a cargo
da dita Collertoria e. que passar a faser
effectiva tal cobranca por meio* execotivot
se continuar amorosidide nos Proprietariot
no pagamento nao s do semestre que se
fiadou ; como dos mais atrasados que es-
liverem a dever desde o a. simestre do
anno financeiro de 1833 ale o presente.
Collectoria Geral de Rendas luternas
Provinciaes i de Janeiro de i83g.
O Escripturario.
Jos Guedes Sajgueiro.
Diario de Pernambuco
Recebamos folbss do Imperio, qua uot
Exterior.
Lisboa 39 de Outubro.
Convocaca das Cortes.
Por Decreto de 37 de Outubro sao con-
vocadas extraordinariamente as Cortes Ge
raes da Naca Portuguesa para, se abrirem
no dia y de esembro prximo futuro
Tarde acode o Gorerno ao clamor des par-
tidos que unanimente tem appellado para
o patriotismo dos seus rep.-e*enlant davia como se transigiu com a opini .
occp perno-nos sinenl dis esperances de
melhor futuro que nos dominam e do
prospecto de ver cessar os eff-'itos de urna
poltica mesquuiha egostica e relr.-gra-
da.
Nao esperamos nos conseguir con<:ilia-
ca doslibiraes tf dos absolutistas-, nao
pode haver pacto entre a luz e as trevas ,
entre o abuso e a legabdade o inlerresse
propno e a equidarie. E' impossivel dei-
xar de contar em Portugal a-sim como
em outros paizes individuos s d sp tos a guerrtar o systema representativa ,
porque coaicta os exces.soe*' a que. outr'ora
se eulregavam impuuimeule todos aquel
pregos ao talento e virtude;'e respeitar
paia com lodosa propriedade e seguran-
za.
Mas quem ouznr asseverar que tae<
principios tenham umi s vez ch^gado i
pratica desde que os doutrinarios appa-
receram entre nos P Files erice.aram a su*
carreira metralhando o poro preci-amen-
te quando o Cong' esso Constituinte agoni
sara. A deferen? os conselhos as ad-
moestcoens nio podiam decoiasamente ser
empregadas para com os rotos do Arsenal
_ eram ana>chistas indignos de contem
pUca. demagogos temireis cuja rista bas-
tava para infundir disposict rerolnciona-
>a quiseram pois extermina-los. A
Guarda Nacional nao taidou em ser inrol-
la na premeditada proscripca geral. Os
homens que ero tantos combates hariam
barateado a existencia pela cauza d lib-r-
dade tornaram se abj ctos aot olhos dos
desordeiros. N-mumde|les poda dexar
de interessar com a manutec>>5 da ordem.
com a observancia das leis sombra das
quaes a industria florece, ee operario en
contra salario-, todos sao declarados pro-
I tirios tequiosos de disturbios de urna
c mpleta subrersio. Os uniros isenlos
do cont'gio redusirara-te a meia dusia de
ulicos, a um punhado de homens opu
lentos o resto da nac 5 quera segundo
os desordeiros > suicidarse.
AHixaram o proposito de ser imparciaes
no prorimento dos empregos. Atinde-
se par os despachos posteriores a 4 de
Abril s se vera coutempl idos os indi-
viduos ds urna c.sr' poltica. E depois
<|ueixam.se de que ha partidos de que
nio ha uniao_como pode el a exi t r
quando a parcialidad* e o patronato mais
dec dido caracterisa os aclos dos gover-
nantes ; quando nao ha jusiificac-s que
possa habilitar para os empregos o patri
otas que delles fora iniuUmenle esbu
Ihados ?
E' assim que o talento e a virtude tem si-
do respeilados quanto deferencia pela
seguranca e propriedade ella transluz em
actos nio ment notorios nio menos re
provados. O Govemo nio lancou roso
dos rerdadeiros aothores do tumulto de
>4 de Junho_ prendeu innocentes, que
.motemente foia demorados alguns m*-ze
110 Lmoeiro para depois serem solemne-
mente b.olvidos e rece be re m os psames
do Constitucional que se dignou diter-llies
teuha paciencia.
A propriedade est deroiii'a ao arbitrio
dos guernlhai e salteadores em mu tos pon
los do Reino. A tropa de linha que devia
acliai-te dessemiuada por todo o pas para
fazer respeitar as aulhond'des gglomerou
se na capital, e es Provincias aclu-se en-
iegu'-s aoab.indoiio.
Estes erros gorernaliros serio patentes
aos representantes da naci e que pa-
pel represntala em S. Bento o Sr. Minis
tro da Guerra ? A sua forc nulla sua
cap reprovtfdo por todos os partidos. Quem |
te erguer pois em tus defeza quem de-
sejai queb-ar l.-ncas por causa dos doutri-
nariisp 'em durida acabit ent o fu-
nesto nfluxo dot desordeiros, e xal que
seja substituido por oulro que concorra pa-
r. nos restituir a tranquillidadee a* garan-
tas de que tamo carecemos. Nao possi-
vel dirigir o paz m similbante sentido _
felizmente ninguem assaz foi te para fa-
zer currar ao jugos seus eonuarios. Ha-
verio pois concess5es mutuas entre at duas
grandes seccet do partido liberal. Cessa-
r de ter condicio etsencial da concodia a
cega adhesio aos principios e actos pblicos
de um partido. Ad nittir-se ha de ambos
os lados que era imposs vel aos Caistas ou
aos Selemb'islts crear uro< grande prospe-
rrdade nacional, a qual nio podia vir de
cholla apoz as multiplicadas e trrriveis ca-
lamidades da usurpacio ; e que nem uns
nem outros podi ter o damu do pi oposi-
to de nio quererero governar o paiz conlor-
me suas nec-ssidades. Nio se limitar a
confessar todos haremos e-rado es-
pecifica 1 -se ho esses erros ecomo so re
procos possivel que baja boa re para os
emendar. A'medida que as ideas polit-
cas se forem barmopisando, tornar-se ha
mai- provavel a existencia de um Ministe-
rio popular tolerante e enrgico. va
dajusticaos ultras "de todos o. pa.lidos ,nio lei urna opposicio furibunda e sy,le-
abrirndstinctamente a carreira dos em *; mas uoicamente adversarios leaes
e pondunorosos que hio de combater coih
decencia e generosidade qu ho un tmi
somente em vista a estabilidade do systema
representativo, e o crdito das suas nota-
bilidades.
(Do Nacional de Lisboa.)
As guerrilhss nuguelistas no Algarve.
Temos rista correspondencias do aU
garre e por el as vemos que o estado da
quelles poros o mais lamentare! ; po'que
os guerrilbas tem augmentado Um terco
m forca redob-ado em crueldtdaj e ex-
tori-s coatraaquelles mal fadadoshibi-
tanles ; so mesmo lempo que se tem di-
minuido o numero dos seus defensores A
tropa pouca e mal suco>rida do o ces-
sario para viver, e desta forma nio
p?ssivel caminhar-se. O Ministerio est co-
mo o a vrenlo : tem o corraciu|onde tem
o th-souro. PersUadiu-se haver quem
Ihe prelendesse arrebatar as Pastas por
forca e todos os seus cuidados se limitam
a guardar muito b m a Capital; mas de-
S' ngane-se que assim nio governar.
Accuda quelles desgracados povos. Au-
mlPtite as foicis que cunlra os guerilhas ; poique tem obrga-
cio de os prot-ger e at interesse bisso :
salve Ihe a fa.zenda das garras dos saltea-
dores para elles lerem com que possam
contribuir para o Thesouro. Da urna
correspondencia vemos que em algum
ponto guarnecido por tropa se dorme ha
muilos dias vestido em razio da pequea
forca e da ousadia dos guerrilbas. Ora
isto nao vida porque os homens nio sio
de ferro e couvem uao expr victimas ,
que podem ser poudsdas, q>ando o caso
nao i extremo, como este de cei too nio
. Ja antevemos a desculpa favorita e do
costume : a tropa p<>uca e a Capital
precisa anda mais ; porque o servico anda
muito pesado, Vlesmo que assim seja ;
muilo mais pesado anda o servico no Al-
garve ; e parece-nos que se bem se olhsr
por essas cousas muito smvco se far na
Capital, que se poss.i escusar. R-duai-
lo agora", um dos maiores obsequios ,
que p'le o Governo lae> Causa Pu-
blica para socorrer o Algarve Os Ci-
dadaos da Capital que por tanto lempo
fizeram a sua guarnicio, anda sio os mes*
mos e e-tamos bem certos que de bom
grado se prestarais a ccadjuvar o servicj
militar de Lisboa ; para que urna parte da
tropa de linha fosea actudir as piopried*-
des e sobre ludo s vidas dos nossos
compatriotas do A'gnve que todos os
dias eio morios, ou roubados pelas qua-
dnlha do inmigo commum. Dspa de
urna veto Ministerio essa nuvm de fan-
tsticos terrores quo al agora o tem as-
sombrado e.poitc-se pelo menos com
o exterior de confianza que deve ter um
Governo legitimo e deixe-se de appuatos
de invasor em trra conquistada ; porque
esM porte quando nectssurio, e lastima-
1


Diario de pe una
MIS
co
5
Itel, quand nao preciso provocador,
e nJ assim que se estabelec verdaOei-
|ra ordena: porque ella foge do paiz on
de nio reina a eoufianea entre o* gover
atoles a o governados. (Tempo.)
Municipio do Porto.
Illm. e E. Sf, A Cmara Moni
cipal a caba de tomar o aeu cargo a Ad
mmiilMco da Ruda dos Ex posto* desU
Cidade pela disp >sica*o da Lei novsima .
leodo lomado posse della no da i a do cor-
rete oaet. Alguna melhoramentos care -e
aquelle estabelecimenlo que a Cmara vai
por inmediatamente em pratica, mas o
desee lito da A'l'DinisiracJo. ea mu un
dade de am grande parte dos inf-lizes E**
posto*, janaiTs se remediar quinto con
vn semquelenha termo escndalo o
tir fl-o que com elles se pratica por diver-
il Cmaras nio t deste Oistricto como
de lora delle.
de Av-iro principalmente oro que
nio s mais tem perjudicado esta Conce-
Iho mas concorrido para que tintos
desgranados innoce-rt-a que para aqu en-
viim diversas trras delle nio se Ihe pos
sa salrar a ida pelo misero estado em
qu chegam.
Pe Do.iro abaiio e at da Reg* se
fat escand losa condcelo da nfelizes ere-
...ptq- tufflMrrinnii De \minn.
te e finalmente de trras a 6 e mais lego
as ao Noite ha igual barbaramos Jamis
assim poder ser til e de proveito o
esUbrleciroeoto de R .das e jamis a des-
la Cidade ha de deixar de ser um cemit-
rio pe Mo das -mcenles creancas des
as louginquas Ierras
Parase evitar pois urna desgrsca pu-
ica como eta na realidade con*m
ue por ogaa vez se tacita entrar em seus
drveres essas anctoras de urna semelhant-
calamidade. Eseesnas cmaras se nio con-
vnceos, a lomar as providencias para qoe
cada Conselho de abrigo aos Expostos ,
nio tem duvida asseyeiar a Cmara |V.
Ex. quemelhor fora nio existir a Casa,que
se clwma Roda, mais que assim a Cmara
chama semiterio nesta Cidade. A medida
pois a adaptar, e que se toma indispensavel
he a prisio deass recoveiras e receveirosi
que lio iiifamementHSio oceupadas eaa ti-
ma lio baibara conduc.S Mas para que
a esta Cmara se nio inputem as conse-
quencias que podem r aullar de tal med
da, tomada sem o tempo necessario, e as
prevencr-s convenientes, roga a Cmara a
a V'Ex. para que. o&'iando aos Snrs. Ad-
ministradores Genes de Aveno, VdU Re-
al, e Bragas ; e aa Cmaras des'e Di* rielo,
convide a tomar as providencaselara qu o
mal que se aponta sej.i absolutamente evi-
tado : oucada Conselho ertabelecendo a
sus Roda e efectivamente de craci > aos
seus expo*l<>s;ou levando a efMto immedi
aumente o plano da Junta geral d te Dis
cto. Dh outra maneira a Cmara entend
sera indispensavel a medida vigorosa que
lembre, eentende que sem um remedio a
este mal ella e V. Exc. como chefe das
Radas de todo o Districto concorrem pa-
ra a rai landade dos inMises ab ndona
dos por essaa Cmaras que lio barbara
mente sao indiUerent.es a um mal que tan-
tos anuos tem de existencia. Por bem pois
da humanidade, do crdito da Roda des-
te Conselho, a Cmara espera que V. Ex
acollia est quanto antes as provid ncias necessarias
Dos Guarde a V. Exc. I-orlo e' Paco
do Conselho jo d Outubro de 18 B
lilm. Snr. Joaquim Vdllo da Cruz. Lu-
ciauo Simoeus de Carvalho Presidente.
(Alhlela.)
Variedade.
Cortesa.
Este o epteto, que se di a os homens,
que porinfelieidade dos povos, e dos res se
coIIc 6 entre e-tes e a veidade. O aeu Ira-
balho consiste em impedir que a verdade
nunca appareca aos que governao anda
que elles seja expresa-mente encarrrgados
do contrario. O tiranno imbcil rscuts ,
e amas esta qualjdade de gente } o hbil
serve-se delle* e os despreza ; m que verdaderamente rei OS aparta de si .
e os castiga; entio quando Ihe aparece
a verd ide pois ella t se occulu qutles ,
que a nio procurasiur.eramen e.
E' necessa'io po em nio confundir o
cort'gio com o hume n de c irte
pois nio pretendo, nesle artigo fazer a
latir daque lea, que sao cb midas para
junto dos principes por seu dever ou po
sua necessidade : seria justo que se dis
tinguissem sempre estas duas palavras .
com lado pode algumts vezes o us > *
fund las porque muitas vezes as confun
de a nsturexi mas alguns exemplos Pr<>
va5, qoe, em rigor pode-se ser bo-
mem da corle sem que se M-ja co'te
zio.- sirva de prova Monlausier que r-
dentemente d-sejava assimilliar-se ao m<
antrnpo de Mol re e que rea linale era
llie mu smilhante. Porem mais fcil <
st misntropo na corte quando se nio
corteio do que ser ah simplesmente
espectador e phil >sopho : a misante
pia algumas ve/.es mesmo um meio de
p< sar bem na corle mas a philosophia
hi quasi se iipre impropria, e arriscada
Aristteles ac^ba por ser desconlenlode Ale-
xandre. Piala, na corte de Dionisio,
se arrependia de ter na u.t velhice suppor
lado os capncll >s de um liranno ; e Dioge-
nes reprehenda a A siipo po> traier o ln-
htto de cortexiode b Em vioeate mesmo Arslippo que se prot-
trava a os ps de Dionzio porque se
finido a sua frase, Di misio tinha oa ou-
vidos nos ps, procura escusar se por fa
ir na corle a sua li ilutado dizendo que
os pl>ilosplios devi prt-f-rir aquella s de
miis hab>tac5is com i <>s mdicos visitad
assiduamente as c i/.as dos enfermos ; por-
que para conlradirel-o pode dizer se, que ,
quando as molestias sio incu aveis, econ-
I giosss o medico que pertinaz em cu-
ral-as, po^-se em ruco de adquiril-as em
damno seu.
Com ludo (visto que o nosso fim nio
escandalisar) lalvez os philosopho* seja
necessarios na co necessario
qae haja na repblica das letras professo-
res de Arbico para ensinar esta lingoa ,
que quasi ninguem estuda, e que elles
meamos esli em pergo de esquecel-a Si
conlinuameote nio fixerem um grande ex
tcico nella.
('D'AlembeitJ
Cortezia.
Chama se Corleis a urna malher, en-
tregue so deboche pob'ico principalmen
le quando ella exerc* esla vergonhosa pro
fssio com certo garbt e decencia e que
sabe dar a lbertin gem o encanto que a
prostituicao quasi sempre Ihe tira. As
(( cortezaas parece que fora mais honra
das ntreos Romanos, que entre nos, e
msis entre os Gr. gos que entre os Roma-
nos. Todos conbecem as duas Aspadas ,
das quaes urna dava I c5s de poltica e
d moral ao mesmo Scrates ; Plnyn ,
deThebas, desliuid* por Alexndre, e
cUjOs dt boches tambern serviri d* algum
nado a reparar o mal, Mi pelo cinquis-
tador ; Lais por qu> m tantos pliilosoplms
enloqu genes, de quem dizia Arisiippo ; Eu do-
mino Lais, porem Lais naa me domina a
mim a ( licao excellenle para o hoinem sa-
bio) ; emGmaclebre Leoncia que es
creveo s la de Ep curo e de seus discpulos. A
nossa .uia Nir.or. Lcadcs pode er ( como a Leoncia moderna ; mas ella nio
tem tido muitas que a imitem e nada
mais taro entre nos, do que cortezias
pbilosophas, se nio profanreste ultimo
nome quando o unimos a o primeiro. Nos
nos nio demoraiemus muito sobre este ar
ligo, pois indepeiidente das luzes da re-
ligiio limilando-n.>s a pura moral, s
ciemos de nosso dever mostrar que a pai
xi pelas a coilezias enfraquece as po-
tencias da alma e do corpo, e que fulmi-
na os mais funestos golpes na fortuna ,
saude*;' descanco e Micidade dos hmens<
Vena aqu a pello os dito de Demoslhenes ,
n de Adriano; aquelle dizia: Eu nio
compro lio caro um arrependimento: t
este, sudo-Ihe pergunudo, porque Ve-
nus se pin lava naa, resrjondeu : Porque
dei* a os homens mi.
Mas as mulheres filsas e namoradas
nio sao ellas, em um sentido, m-is dis-
presiveis e ainda mais perigoaja a o cra-
lo, e a o espirito do que o alo as corle
zias? E'esta urna questio que detxare-
moa ind'cisa. i
Um celebre philosopho dos nossoa das
examina em sua historia natural rasio .
porque o amor, fazendo a Micidade de
t >dos os ules, faz a desgraca di hornean ;
edepoisde algunas* rasdes conrlue que
na paixio do .-moi ha de b-m o phisi
co; que o moral, isto o sent ment.
que oacomp est philosopho nio quz dizer que o mo-
ral nada accrescenta a o prazer phisio
pois isto contra a experiencia ; nem tam-
hem qaa o moral do amor nao mais q'
urna illusio o que apezar de ser urna ver-
d de com ludo nio destrn a vvacidade
do prazer (e qulo poucos sao os prazoes
que lera um objecto real !) ; elle sem du
vida tem querido dizer, que o moral a
cauaa do males do amor e nislo mui
diferente a nossa npiniio.
Cnncluamos pois do que fica dito que ,
seas luzes superiores no> nio prometlessem
urna melhor condicio, teriamos asta ra-
so d%quexarmo-iios amargamente da na-
tureza qual, com urna mi ppresen-
landonos os miis seductores praseres ,
com nutra nos empurra para os nerigoso*
cschopos que os c p-ira assim dizer-se# enllocado a borda de
im precipicio enire a dor e a privacio.
Porem quando fallamos cima sobre a
honra, que os Ciegos rendia s corle-
artl temos querido fallar em relaci
a os outros poves I na verdade se nio pod"
duvidar que a Grecia foi o paiz onde
tal qualidade de mulheres se tem consagra
do mais honras oa pira melhor dizer
mis, se Ihes tem mostrado menos despre
zo. \l. Berln da Academia real das bel
las letras em ama dii>sertacio que nos
fez a graca de appresentar, propoz-se ,
contra oms maltidio de autores antigos e
modernos, a provar que as hooras con-
cedidas na Grecia Coitrzss nio Ibes
era5 dadas pelo corpo da naci e que el
las era somente o frucio da extravagante
paxio de alguns particulares. E' isto p
que o autor einprehende provar por meio
de um grande numeio de factos lirados
principalmente de Allienio e de Plutarco,
o quees elle opp* aoa "que se alllegu era
favor da opniio commnm.
(D'Alembert.)
mais caixerod dilto Snr. Pedroio des-
|da o da i. de Janeiro prximo pttsado
por isso faz tiente aos di tos 8 ra Elster,
e Danglar qui -la dalla doquclie da .aun
diante nio be mais responcavd por dittaa
asignaturas pois que as f lern na loja do Snr. Pedrnz'i de quem de-
verao rec-ber o valor das dut'S fazendas.
-- Q irm precisar de hum rapaz portu-
gus a)-d*de de ao anuos, para caxeiro
de vend, armasem, e mesmo para outra
qualqaer occapsfio pois tem bulante pra-
tica de negocio e -ab* bem ler, escrever e
contar e da' euformscio de sua conducta
dirija se a ra do Rosana D 11, que se dir
qnein he.
--Quem precisar de hum homem para
FeiUr de Campos ou de Otara, com b i
"Avisos Diversos.
_ Perdeu-se no da segunda feira y d
cirrerite huma caileini na tua Direila com
nove mil res em s> dulas e huma obriga-
cao de dozentn* mil rei* psssada por o Sr.
B-rnardo da Fonceca a favor de Antonio
Jos Alvares cujo Sr Fonceca j est sci-
ente para a nao p gar a pessoa alguma no
caso de aparecer por isso se fax o presente
annunco
_ O abaixo assignadoaviza ao respeila-
vel Publico que a Caza de Pasto e Hospe-
dara altaz do Corpo Santo D 66 mudou o
seu estabelecimenlo para defronte no b-co
do Corp > Smto que vai pira a Praca do
Commercio aoode promette-se fazer al
mocos, janlares e c ias com a roaior lim
peza, e asseio, e por prco mais commodo
possivel; assim como lambem seencarrego
de fazer janlares para fora com o mesmo
sanpia : nodendo os seos benvolos Fiegue-
zes ficarem na certeza de que ser5 tratados
a sua satiafaca : ni mesan cana se precisa
lambem de hum cozinbeiro que s< ja perito
no seu trabalho, e limpo as suas obrus ;
promeltendo-se Ihe pagai hum bom orde-
nado logo que prove a sua hsbdidade :
quem estiver, nestas circunstancias pode
tratar na mesma caza rom
Felia Jos de Mello.
_ Antonio Jos de Carvalho sendo
caixeiro de Anioi io Pedrozo Gomes da
Silva as*eT|iro ambos duas iHras da
quanlia de trezenlose oilenta e s is mil e
tantos reis ao Senhor J. O. Elster, e a
D nglar de cuja quantia se deo por
conts noventa e nove mil e tantos reis,a
ao Senhor J. O. Elster e cuno nao srj
ante p tica de ambas as coutas, e d co-
nh-ciinento sobre sua conducta, innuncie
a moradia. .,
-O Caixeiro Portuguez de l8 a Mari-
nos qu" no Diario de hontem se propoero
para luja de f> rrage ou armasem de mo-
tilados, dinja.se ao R.-cife ra do Amorim
a falar com Antonio Jos Francisco da
Veitfa.
(9 Quem precisar de huma ama para
servir em casa de hum homem sollciro, e
que da' conhecimenio de sua conducta :
annuncie.
Percsa-se de huma ama para o serv-
io d- huma casa, sugeitando sea compra
da tua : quem e adiar as circun Uncas
venha nesta Tipografia que se dra' quero
be.
_ A pessoa que annunciou em dias
do mez p. passado admittirem sua casa ip
meninos como pensionistas, para ensinar-
Ihes com a maior peifeicao possivel prrraei-
ras letras inclusive todos os caracteres de
letra at boje conhecidos e em uso,
Grsmmatica Portugueza Latino Fr.mcez,
[uglez Msica e Dmsa d principio no
da l5 do cor rente mez. Podem por lauto
os iuleress-dos comparecer na ra da San-
zalla velha D 77 onde mora Antonio Igna-
cio da Silva das 8 s io horas da m mlii
para saberem com circunspeccio de ludo a
respeito v bem como trataren) dos ajustes,
que sio na realidade da roaior vanla-
gem para oa Peis dos meninos, que
forem admtttidos. O preco snnual, por
cada hum he de iSoi'ooo rs. pela casa,
comida e eusino e nio uoof cerno j se
tinha annunciado.
_ Precisa se comprar nove bolas de
maifim pira umjogo de baga le la : quem
as I ver e quiser vender annuncie, ou v a
loja de miudezas na ra do Crespo D. 8
_ A Sociedade Lubeotina de Bibribe
nao podendo effectuar a partida do da 6
deseo nuiversario por inconvenientes
transferio-a para odia la do crrente
_ Os covoqueiros que quizerem tirar o
resto das pedraa que f-lin para a obra da
Matriz da Boavisla di ij 5 se a ra da
Concicio do mesmo bairro caza D. a4
fallar como Thesourero daqaella Irmanda-
de que pagar com vanlagem alem do
costume, aos que a isto se propuzerero.
__ Precisa -se allugT buma caza terrea
no bairro de Sanio Antonio, a qual tenha
cmodos para pequea familia e que o
seu ajuguel s-ja al oito mil reis adver-
ando qu tenha quintal e cacimba ainda
que seja em roa menos publica ; annun-
cie.
Hs para vender tres propiedades ,
sendo huma ama d'Alegiia bulante
grande, feila a moderna, assoalbada,
cmsoU5. e Irspeira com varanda de fer-
ro e quintal para a ra 5 outra no Cortume dos
CoeTitos junto a Olaria do S Migoel
Carneiro "feila a m erna com aoa,
toda tiavrjada e assoalbada Irapeira e
oites dobrados coro grande quintal que
vai al a camboa e rom terreno ao I do
pra edificar-se outra grande caza ; e outra
na Snledadejunto ao sobrado da vuva do
Martins leudo hum grande quintal com
alguns arvoredos cacimba e com terreno
murado nfrente, para ed.ficai-s* a g1 an-
des caras : quem as pertender comprar an-
nuncie por est folha.
Deteja se saber aonde reside o Snr
Jlo Marques ds Encarnacso. para se Ihe
dirigir bnma caria vinda do Rio de Janeiro
e assim roga se a qualquer senhor que sou-
do lugar da residencia do mesmo Senhor
Joio Marques, deanounciar por asta jfoU*


-
t 7
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DIARIO DEPERNAMBCO.

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i i
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f'
A' Juventude Estudiosa
O B-icharel Antonio Mara Chw e Mel
lo, desejanda (l'*lgum maaeira ron-
tribuir cora o limitado cabedal de suas for-
cas para o desenvolviro^lo intelteciuil da
Juventude de cuja illustraclo depende
essensialmenteo pr..gresso da eivilisicio,
e o augmento, da srciedade h* cowiebi-
do o designio de abrir n'esta Cid-de do
Recife du is aulas em que preleude eo
linar as seg uintes disciplinas.
I. Graromatica e lingo* latini.
a. Philosoptiia Racional e Moral.
O lugar designado pira estas aulas a
casa que oi ( vulgarmente f lland i ) da
nev aa ra da cad- ia no Recite.
A Matricula aclis se berta d-fronle da
Igreja do Corpo Smto D. 4 primeiro an
dar.
A abertura das aulas ser impreterivel
mente por todo eorrente mes de Janeii o o
que se far publico pelo Diario.
Os que frequenUrem a primeira aula
paga i o mensalmente a mdica qoantia de
4,ooo os que irequentuem a segunda pa-
gar io 5,ooo.
Aluga-se orna canoa aberta, que coma?
5oo lijlos de Ivenari : na ra d S. Gu-
salo em casa d Marcelino Jos L >pes.
Achar.do se no poder do ab*o assi-
guado urna letra da firma do Sur. D'" Joio
Querino Rodrigues da Silva, da quanti
de laoi'ooo a vencer no uilimo do cor
rente ; fax poitanto sciente o dito Snr.
Dr. ou a quem suas vezei fuer que he
ao abaixo assignado a quem deve se dirigir
par* o pagam< nio da dita letra no dia do
eu vencimenio cuja assistcncia por es
passo do dia he no seu armasem de carne
Breca o ultimo do lado esquerdo ao entrar
da ponte do Recife ; que para a sua inte
ligencia faz o pre ente. Antonio Caldas
di Silva;
No da a do eorrente furiaro do por-
to da ra nova una troixa de roupa suja ,
quem delU ti ver noticia participe na i u
do fogo D. 11 que ser recompensado.
Aluga-se urna mulher forra ou ca-
ptiva para o ser vico interno e externo de
urna casa de piquera familia a tallar com
o l ommandante Geral do Corpo de Polica
na Secretaria da mesmo Coipo ou na ra
do Hospicio.
Da se 55os >oo a juros sol) pinliores
de ouro i nesta Typogr*fi i se dir.
Da-seajuros 200,000a dois por cu-
to ao mez sobre pinhores de ouro : na ra
dos Quarteis no segundo andar du sobrado
D. 11 se dir.
Precisa-se de uno caxero para vend :
na ra doLivramento D. \i
Precisa sealugar um pequeo sobra
do de um andar ou casa terrea que nao
exctda so ais de 10,000 o aluguel e que
eja no baiiro de S. Antonio, e da-se de
luvas a qurIquer inquelino que queira tras-
passer as chaves, sendo cura o conerui
ment do proprietario, a qaaotia de aos
a quem convier annuncie.
. O Padre Francisco Coelho de Lemos e
Silva f.i sciente ao respeitivel publico .
e principalmente aos seus Alumn s, qu-
pretende abrir a sua aula de primeiras le-
tras e Grammatica latina, no 1. de Fe
vereiro p. f. em a ra da Florentina casa
ultima junto ao sobrado do Sr. Eiras. As
p*ssos pois que se quiserem utilisar do
seu prestio dirijio se a mencionada casa,
e o nio achando entendise na praca da
Independencia na toja do Sr. IVleos que
est aulhorisado para tomar as notas.
-- Os hvros que se achaoa v-nda na
roa d*9 Mores ca-a ultima junl-j ao arma
seui c puiU Jig- e*iii-m ua piv* (Ja
Independencia lija do Sr. Mero/, pe s mes
moa pre9os ja nuuriciados e o mes-
mo Sr. Meruz recebe toda e qualquer en-
commenda para encadernaci ou c. aser-
to de livroa e por a entrega se respon-
MiWfiM
fin si na-se lar. escrever, contar, Gram
matica porlugueza bordar de luda quali-
dade de linii > malises de ouro, de S
Chalan na fazr flores, vestir anjos e
marcar de toda a qaalidade, por preco de
mil rs. roensiee tambem querendo a
prendera msica euaina se cotd culroajus
te : na ra Ua Florentina cea D 10.
Precisa-se de alugar urna ou duas ca
as terreas ou sobrados, no bairro de S.
Antonio ; quem tivar annuucie.
Precisa-se d nn ama parda para to-
do o servico de urna nasa de pouca familia :
na ru de S R ta n. ou annuncie.
Precisa-se de alugar nos bairrs de
S. Antonio ou Boa vista um sobrado
de dois andares decente cora eommodos
sufirienlea para grande familia quintal
c cimb ; quem o ti ver dirija se a Mesa doi
Consulado a fallar ao respectivo Adminis-
trador ou a sua casa na ros do muro da
Penha D. 18
Aluga-ae urna casa com eommodos
para urna numerosa familia na ra do
1 .'oto velo, com quintal e aroredos, que
luta para a mar : a tratar na ra dos Qu-
arteis D. 6.
A pesso-i que annuncou no Diario
de g d > coi rente, querer ser feitor de cam-
po ou olaria aparee* nocarlorio do Ta-
ixliio Bezerra na ra do Tnnxeiras.
Avisos Martimos
PARA O MARANHAO' segu viagem
ateo da ao docorrente o Brigue E>cuaa
Laura de superior marcha toma algu
rta carga e passageiros para o que offerece
muito liunscjmmodos e reo-be esc a vos
frete ; lrata-se com o Capillo ou no for
te do mallos com Firmino Jos FeTis da
Ruta,
PAR S ANGOLA com escsls por B3.1
guella a Escuna Portugueza Esperanca ,
nova e de p"imvira ciaste foirnda e pre-
g di dec.b e, a sabir com toda beividade
|Uem qui*er carregar ou hir d pasaa-
^''in dirija-se a ra da Cruz u. t ou a
bordo com o Cipit>
PARA O RIO DE JANEIRO segu vi-
agem com toda brevidadeo r"aiacho Brasi-
leiro Epadade ; para carga ou passageiros
para o que tem bons eommodos trata se
rom Manoel Ignacio de Oliveira na praca
doCommercio n 8 ou com o Cpiii
J is do S PARA LISBOA a Barca Santa Rila ,
segu viagem cr a brevidade possWrl,
p-r ler just a maioria deseo car regataealo,
ninda pude rec'ber passageiros par* o
que tem excelentes eommodos \ assm po
mo pequea carga a frete, sendo o do as-
sucar a aoi rs. por arroba e o man em
porporcio; os preteadentes diijio-sa ra
da Cruz escriplorio de Jos Antonio Gomes
Jnior.
PAR* LIVERPOOL, o Brigue Ingles
lleroine ; quero quiaer carregar d ri| Se
a II irrisons Laiham & Hibbmt, ra da al-
laudega elha n. 9.
Le i 1 ao
- No dia 1^ do coi-rente a porta do ar
mazem de Fernando Jo.-: Braguez junto
aConceicio de urna porco de salsa par
nlli.i c 1 m alguma alvaria por cunta de
qutm p'eleucer.
-- Que laz Francisco Severiano Rabeflo,
boje 10 do correte no armasem de An
tonio Joaquim Pereira de a jo cerras de
figos por corita de qu m preleacer.
Compras
Loa eserava que nio lenha vicios ,
equesaiba cozinhar e engommar ; quem
liver annuncie.
Vendas
O Numero ji do Carapuceiro o ul-
timo do uno fiado : na praca da Indepen
dentia lojadelivros n. jui*.
U:a p-iUn u:m qu tes (ido muito
pouco uzo e por preco mdico : na ra
de Hurlas D. ti.
U111 sitiu pequeo muito perto por ser
logo apsabir da i-olidade para o Maoguinhu.
com nio poucas arvores de fruelo ch5>:,
piopios com grande e decente Casa d
. b'ado, eonl'inlo qaitorze quartos um
algrele na fente, com dois por loes de
ferro, e no fundo oulro porfo, grande
cocheira casa para pretos e cozinha .
poco d'cgoa capaz de so beber, e tacque
para banht! na ra do muro da Penha So-
brad o O*. 18 dat 6 horas as 8 da manbi.
a das i da larde em dianle ou no mesmo
si'io ,tto na mesa doConsnlado a tallar ao
respectivo Administrador.
Superiore* chapeos pretos de massa ,
ditos de castor branca e prfto da ulli
ma moda ditos elsticos bichan grand s
de Lisboa ; e os mmi se consertio e p^
se a moda charveo* de castor e de massa
ludo por prego mdico ; assim cono Se
informan c'iapuos do Chile: na fabrica jun
lo a cadeia.
Urna canoa nova acabada de ser fa-
bricada que coiiduz 5oo lijlos de alve-
naria grosaa, e la mbem se troca pelos mes
mos : na roa de S G jnsalo ou na rep.ir
l.cio dis obras publicas, a tratar com Mar-
crlin Jos Lopes.
6 vaci-as proprias pira erar e umi
dellas comera ; e urna eserava de naci ,
de idade do ao anuos sem vicios nem a
chaqus : em Olinda ra do coixo n. 17
-Urna loja de coiiros sila em muito boro
lugar ecom muito poucos fundos : nest.<
Typngrafi.i se dir.
Ano' braneo superior : no beco do
Pexe fnlo D 4
-- Um brac-j de balanc proprio psra
armasem de a.sucar, ou couros : na ra do
Aragio D. la. -
- Portadas de pedra beo lavrada e
mesmo qualquer pedra avolsa : na ra d->
Livramento arioaseiu de Antonio Luiz Gon-
slvs
Copias de com'das : tragedias, far
cas, entremezes duelos, arias, cavati-
nas e dramas, ludo por preco commodo
ne pat^o do Carmo an primeiro andar do
sobrado junto ao Sr Dr. Jos No
Para p.g-ment da < ompauhia Ge-
ral extinnla d> su Provincia, oengenho Ca.
picu', l a leguas distante desta Cidtde, e
situado na Comarca de Nizaielh, por pre
co commodo e apraS" : a tratar no escii-
plorio da adminslr-cio da mesnia compa
nina n< ra dos Quarteis no primeiro an
dar do sobrado D. 4-
Superior sal d<> A-su' a bordo da Su
maca Laurenlina Brasileira fundiada de-
fronte do Trapiche do Pelourino ou em
asa do seu corresponte Liurenco Jos das
Neves.
-- Ou troca-se por outro mais perto da
praca ou por urna olaria que lenha barro
dentro do terreno ; um sitio.grande na es
Irada do Monteirocom casa antiga de vi
venda c>m Instantes eommodos casa nova
para pretos, estribara pa tellieiro para coixeira terreno para todas
as lavoras baixa para plantar c.pim par
8 ou 10 cavallos, capim plantado que d
diariamente para dois cavados, pelo verio.
varios ps de larangeiras vellias 4 p
lanas novos tnx*rt das de varias qualida-
des principi.-ndo dar, 6 < coqueiros de
fruito e mo e lanos que anda nio dio ,
muitos ps de caf que dio 6 a ao arro-
bas 20 ps de jaqueras de fruelo e 3o qu*-
ainda nao dio ao ps de mangueiras de
Iructo eoutras tantas proxTa-< a dar p
de limio d(c>, lima da perca e da trra, 1
grande bananeiral eoutras quahd-desde
l'ructas a tratar no mesmo sitiu defroule
do Sampaio.
-- Muito superior salsa parrilha chegada
proxim mente e por preco commodo ; no
Recife armasem de Manoel Francisco Pon
tes, ru da sanzala vellia n 73.
.- Cera branca de angola,-em gamella,
e as libras, por peco commodo: na ra
da M*Jre de Deo loja n la.
(Jma eserava creouli de bonita figura,
de idade de iua 24 anuos, c rinhi cose,
oo'oo ma* servico de urna cata coip assei0
urna dita de naci loanda com idade-; um molec^o de naci cabinda, pro.
P'io paraserraou p-Unquim lem"t8an-
nos de idade e 8 palmos e roeio de altura;
e dois escravos de naci de lindas fi,;uras
e de idade d'al a ai aunos muito or.
prios pira armasemde -ssucar por serem
muio robustos: passando.a Igreja d.s
Martirios no primeiro andar do 1, so-
brado.
S cas com far'nha de mmto boa qua-
lidade p'opria para mesa a 4,000 a saca ,
e bons de pelld de lontra : na ra da Cruz
1. it.
Escravos Futridos
No dia 8 do eorrente fjg o urna ne-
gra creoula de nome. Anna, altura regular ,
b-im prela, srcci dj carpo peitos gran.
Jes e com leile p .1 estar criando pi
<|i"llielados idade de a8 annos em cima
d" Ilumino ii'is signaes de ta I los foi es-
ciav.de Onofre Jos da Costa,- quem a
pegar leve a fura de port >s d fronte do he-
bu largo venda por baixo dosob.adon. 3a,
que ser gratificado.
- F-gio no ultimo de Dezembro do sa-
no 1837 urna negra da cosa ja id<>sa de
nom Catharina, alta un tanto fulla, que-
brada de ambas as veninas quande andt
det os peilos para fora ; quem a pegar le-
ve a 1 ua do Aragio D. 37 quesera grati-
ficado generosamente.
- No dia 7 do eorrente fugio om preto
de nome Pedro levou vestido calsa de
brim brmc-> camisa de algodi-sinho, e
chapeo de castor braneo Cabello orlado,
rosto liso estatura ordinaria representa
ter 3o anno de idade ; na loja de J.-s Ma-
ra Sevese recompensar a quem o levar.
Moviiiiento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA
7-
ASS13' ; it diaa. Sumaca Nac Linrentins
de laa tonel M Antonio Germano
das Neves caiga sal e peixe ; pasta
geiros os braadeiros Joaqaim J >s d9
Azevedo e Carlos Antonio de Araujo.
HAVRE; 53 diaa, Barca Francesa Case-
mira de 190 tonel. Cap. Lisser car-
ga varios gneros; passageiros 3 fraa-
cezes.
COSTA DE PATAGONIA; 4 meses, Bar-
ca Americana Ricardu de a03 tonel,,
Cap Frederrco Wellam carga azeile :
ao mesmo Capillo deu fundo no la-
meirio e vtio refrescar.
ENTRADOS NO DIA 8.
4CARVCU', peloCea' trazrndo do ol-
limojio'to 48 das \ Sumca Nac. Emf-
lia de 73 tonel M Jernimo Antonio
de Souza carg cnuros e sola: a
Antonio Joaquim de Souza Ribeiro; pas-
sageiros, brasileiro Francisco Raimundo
' e Saotos o francez Jos Gadauth eo
Ingle* Izic Diennenig com sua Sen hura ,
e um filho. ,-
LIVERPOOL; 46 dias. Barca Ingiera
Tliomaz Mellor de 267 tonel C'piiao
H-nry Hulchens, carga geueros dopaiz:
a Russeli di Mellore.
ASSU' 5o dias Sumaca Nc S. Jos
P. iaox de 101 lonel. (Vi. Ignacio Mar-
ques 1 carga tal e mais gneros ; a
Luiz E'oy Dmio.
OBSERVACOENS
engomma, e easaboa : na Iravesse de S
Jos D 19.
Urna.eserava creoula ptima para o
servico interno e extern.> de um casa : n
ua da Florenlina D 19.
-- Um > eserava de n cao com idade de
20a ti annos, co2inli4 o lnnu de urna
rasa lava tan o de barreda como de sb o:
na roa D relia pxssando venda que foi do
f .decid > Jos da Penha sobrado D 90.
Orna venda na ra da Cancere 6 da
B-ja vi>la D 3o, etem rnxo pra matut >s;
e um bom escravo para o servico da itio ,
do que lem multa pralica, ou troca-se por
um negra : a tratar na mesma.
Urna eserava de naci rebollo, de
bonita figura com ao anrus de idade, en-1
gomosa perfeitamente liso cozinha, e faz Pebn. ha Tt di k. r. ir. -1839
No dia 8 deu fundo no !aQriro o Sigus
Sard GuhermeTelle vindo de Mar
seiba em i5 di^t Capnio Luiz l'eagio,
Carga familia : a N. O. Bi ber.
Fez se de veda d 1 Inmenso a (i.lera Ame-
ricana, que veio iefivi.car; e paira o
porto do tru deslindo B igue Brasileiro.
que linLa viudo a este porto recoser or-
dena.