Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08662

Full Text
NSO Di:.83o TERCA' J'EIRA

CtUBiUS.
Janeiro y,
F Londres" > l)s. St. por igaoo ced.
.Lib oopor 100 ureraio, por metal. Mona. '
Franca 3i5 a 13o Ks. por flanco
Hio ile'Jaiie*) o par
.JPoe'das de6J|oo u^iao s velhas aovas i{/.00.
|i 4 8",v>a c/joo
Psos Columna no* ijitfjooa 1^670
Ui|to!> ||eicauos i|f j8>> a ijftioo
Palaces II asileiros ijfrjoo t i06o
Premio* das Lefias, pjr inet 1 a i4 por oo.
tobic ao par *
Partidas dos con litios terrestks.
8 DE JANEIRO. NUMERO <*
Tudo agora deptude de nbi mesroos ; da nona piudcncia
modeaco e euergia : continuemos como principiamos,
e seremos apontadot coiu adaaireco entre as A'acfcs anaia cul-
tas.
Proclamarlo da Assamblca Carel do Brasil.
Subscreve-se para esta folha a 3fooo r%, por quartel, pasjot adl-
antados nesta Typogralia,'ra das Gruas t. 3, na Praca
da I'(dependencia l). 37 38, onda se receliem correspon-
dencias legalisadas eannuncios: insii indo sifcv.jsle rala
sendo dos propros assignanlcs, a vindos auignaaoSa
DIaS da semana.
Cidade da Paraiha e villas de m prelencao ....
Cidade do Rio 'Irau >e do Norte, villas dem ... I
C dade da r'ortalexa a villas dem.......
Villa de (o.anna............
Cidacle de Uliuda............
Villa de Santo Anto...........
Dita de 1i.11 antiuns e Povoic'o .do lio ito.....
> lidias do Cabo Serudiaem, Rii Korwoso, e Porto Calvo
Cidade da; alagoas e Villa de Macei......
Villa de Ha jan de Flores.........
Todos os coi reos partein ao meto dia.
Segundas Sea las le ras.
Todos os flias.
Q.Untas lebas.
Das 10, e 74 dcada mas.
dem 1 11, e 11 dittodido.
dem idem.
dem 13, dillo dille
7 Segunda S. Tlicodoro Monge. Audiencia do Jui/ de DireRo da a. vara de manli.
0 Teica S. Louieoco Justiu uno P-lriaca. Helar.. deinanhS.
9 Ouarta S. Juli M Sesso da Thei.de maulla.
10 O inia S. I'aul-i. fcieimia. Relaco roaub eaudien. do Juizde Direit da a. vara.
11 Seila S. HygidioP \1 Se-sSo da Tl.es iiuia e au den. do J. d I) da 1 vara de m-nliS.
a Sabbado S h-iyro M. *Aud. do J. de D. de mal, e do V t. era Onda de laide.
13 Domingo S. Hilario R
N. R. lia audiencia do Presidente da Provincia, Air ndega. Mesa no CuiisuLjr, c mais re-
par cues tiscaes lod j> os dia, que nao iorem santas ou Cenados.
Vlaie cliea pata o da 8 ue Jan I o.
As lohoias 5 iniuulos da inanb As 11 hora 18 minutos da Urda.
-
PARTE OFFIC1AL.
i
PERNAMBUCO.
Diversas Reparticoeirs.
ALFAtiDEGA DAS FAZENAS.
ED1TAL.
Parante o Inspector dMfm leg ,jaim
de arrematar hu hasta publica 110 dia
la do corrent* pelas 11 bofas da mi-
nliaa as mercaduras abarxo transcriptas
Alfandeg 7 d Janeiro de i83y.
Inspector interino.
JiCiine Geraido Sini 1 Lumacln da Mello.
Armasetn N 4- 6 Barricas e i3 rao-
lbos de canudo.
Armaze.ai N. 6. 1 Btrril 8 caiiu ,
( 1 b.ril.
Aimasem N." 8 t B (nicas era m >
pr.i*do, a barris dito, 1 dito dito, i
caixa.

MEZA UO CONSULADO.
_ A Paula be a mes roe do uum. u-8
CRREIO.
O Patax Rainha d^s Anjos roe b-*, a
mala pira o Rui de Janeiro boje 8 as 3
Lo i( da tai de.
O Bii|e N. Delfin de que Cip'lo Jo-
ze Mouteiio Sa asar sai para o Rio Ue J 1-
utiro no dia 12 do cnenle.
PflFEITRA.
;
Parte do dia t de Janeiro de 18^9.
lllui. F.xm. Snr. _Forao presos Imn-
l'iii a m una oideoa e liveri Uesiiuo :
Jjso Ignacio paidj p- lo bjl) P< elmln
de Siulo iir.'iHO, pjr ler juii do SoCom-
in.iss.irid de "Polica d Jabjalio j)or bive
ri i'i ulado a um e<> cuub ido ; Cy,>tiaoi> de
Medeiio liiposj, bramo e FrancisfJO Le
iiiidro preld pelo Suli-l'iefeilo d* Boa
vista ,. por sen tu lesobrdienli s e n"
qu.-rerem-se pielar ao serwc 1 da Puliciaj
Viceme Ferreira Fern.nidis pjrdo e
Jos Beuio de Almeida pelo pelo Jiub
"Pu leto de Jabualo este por ler .s>as!>i-
nado coiu 1 tuo no da a do crrente u par-
do" Pedro da l'az e aijueite por pretender
desencainiuliar da companliid de seo 1x111:1
do uina mullier e estar as eiicunstuiicids
de sentar raca eui 1. I.mlia.
Eduque consta das fiarles boje rtCibi-
d is esla Secrelaiia.
|)eo> Gutrde a V. Exr. PrefettU'a da
Comarca do Recil'e 0 de Janeiro de
18J1) lllin. e Ktm. Sr- Francisco do le-
j;o linios PiesidentB da Provincia
1'1 ausco Anlooio'Ue Brrelo Pre-
scito da Comarca.
PROMOPOTIA PUBLICA.
lllm Snr. Dine-se V. S de manida 1
qisr o Sub-PielVii,, de l;iiira$su' ndigile
de ditas al 5 Testeinunli 1 que p ^r ven-
iu a as.isli>S"m a mirle que a .Mino l M
lia d^ Caldas Branda deo a pnliulba <|iie
,foi pender p:>r qmuto .(S Testemiiuua
cujos nomes consl. do auto de resiilen-
eU que V S nt- remetteo s dio seo ufficiu
de l i de Desembio p. p (is-io pule da
p.imilla sendo ir consequenqia su-ju-ilas
e indinCa de c" dito.
leijuisiioa V. S por b m da Justica
l'ubca a prisa d j C'ommiS'iario de Polica
e deuiais individuas que compusera mes-
111a palmilla pois que 110 si.Indito aillo se
conten a derl 11 nen I- ni por 3 indidnoi
della k q ie. p 11 .. se api escalara o preso
lb disfiarara doistiiOs por estar atojado.
de U'ii Incamarte eorao se o !ar armatlt
usae uina resistencia e resistencia qua ur-
;issk a murle !
Provoco atleiiCi5 energia d^ V. S. so-
lire ates crimes. commeltidos por aquel-
les que os deia5 prevenir e cada da repro-
dozidos,e ap>-oveilia oceasia para de no-
vo teqirsilar a V. S a ieit- iac5 de or-
dns aoSuil Piefeiloda S de Olud pi-
ra | tiTrliHca da prit5 dos individuos
que c.iinposeir a p.ti ulba que maluu o
preso M mu I Jos Pereira.
L) os utrdeaV.S Recife 7 de Ji
neiiode 1 8 !y libo. Sin Fia.ieist'o An-
tonio de S Birreto Pivfeito dasla C
mitca. JoseTlioimz Nabuco d- Ai.ujo
iiiuicr Promotor Publica da moma.
"I'bn. Snr. Doutor J'iiz siib-tiiuto d<
1 'Varado Cnm.'. l) nuncia peranle
V. S. o P 1 m t ir Publico de>ta Comarca
de Jase Felib Cavaleaiili preso lia Cadeia
dessa (.''dada e cartsie a deuu.icia en In
ver I)-nuueiado judado Manoel Maiia
de C.ldas B.anda'o qu foi m >rto pe'a
p.itiu'.bi que o pendeo a malar Cosme
I .Kiaqiinn Biserra ema noitu do i'ia 7 de
l>eembro p p. junio no liacbo Pilanga ,
|i imo d ijafaasll. A.eJ. esla cuinos
ja Documentos jautos di.jie s>) V. S de
mandar notificar as T'Slemunbas a mar-
| gem e proceder como be de direitu.
Recile 7 de Janei:o de i8.1y
Jos rboinaz Naliuco de Ai a ujj Jnior.
CAMAI'.A MSICiPAL DA CDADE
O RECIPE.
Sess-6 de 3 de Novembro de i38.

Piesideucia do Senbor Barros.
Comparecers os Senhores Rios Pee-
soa Maruede e Vianna j lallando Cura
cauzt osmaisSeib es.
Abeita a b. ssa e lila Ael d ante-
cedente I-i appiovad.i.
- bicieaiio dando conta expediente
mencumou os segundes ofbcios.
Um do Exin. V.ce Piesulenie da P10-
vincia oideuando que ella Cam-ra reme-
leae essuas coatas .al o j.' de D.zem-.
bro do oriente anno s;b p-na tl ser
mullida afn o ioteiiii) Vssmb'ea Provintrial em seo
I ( iil 1 i Mnpo como determina resolu-
c-5 de 3i de iiulir de 1K1 e que
sendo conveniente que ditas C'iiNs sej-
1 ,; nisulis com toda claresi melb ido,
e exiciid>5 rumpria quiesti Cunara as
ii'giiiisasse ro forme >>s modello qu"
incluso remiliia : Ciman ncod intei
rada resolveo que os Sms Soiizi e
Simpiio ossem eilcafiej idos de fasero bal
liuc), e o relatarlo que deve accompuihar
HS C( Illas s< h cililas.
uiiodo Piefeilo acoiip'nb mdo em i.f-
ficio d Sul-Piefeilo desl Bairro em que
pnlecipavAcbai-so na ra do Nogmira
iiins.brado bisl me arruinado a ponto de
'j ler dado i estallo pelo i|U' o s-os
moradores ja s-i kIwio mudadjSje que
BVISaVtlIS esla .amara d-S*e ai pr iVKIeai-
cirfs que eslivessem em seo alcance : a C:i-
mar ficou inleiada, puis jtlnvi* dado
uS providencias.
Outro do mesmo Prefrilo pailecipaudo
ler o Ti.bunal do Ju>y Jada Cidade con-
c.derado Ant >nio J.tSa de ii.veira Braga
Coto Esirangeiro e p r conseguidle d.-is
pe OSO da mulla que sobeo BOf falla de
coicparecim. uto no mesmo Tiibunal : a
Cun na licou inteiiad e lesolveo que
fosse eliminado.
(Julio do mesmo Pn fmto rrquisitao lo
um bvro para a scnpluraca Ja Cadeia
desla Cidade, wslo cbar-se ebeio e exis-
tente : que o Procurador l'osse encaiiegado
de loinuer o bvro res|> divo.
Outro do Fiscal diste B^iiro exgindo
_y b o reis quo desp,*tiduj ora 3 cniid
ue saude f-ila cum 0 Doutor Febpiie ;
Weii nos dias 19, at e 9 do pass-do
miz de Oulubio; que se p.?asse insu-
dado.
Outro do Procurador remetiendo as
! rhset das casas da Piaca da Independen-
cia de nmeros l 7 18, al, e a-z que
se a bao desocupadla e hbaudouadas pe-
los inquibuus : inleirada.
Um lqueiimento aus b^bi'antei da Po-
voc', da Uoa-viagem deiigido ao E*m.
l'i.sidenle da P.uvmcia ; a lim de man-
dar abnr niquell PovoacaS tia Aula de
Primenss L lias e remettido pelo mesmo j
I Kxiu. Presidente e> la Cmara para inlor- I
i mar fui n G mmi-so do Sais. Pos e i
ra (Javalcante foi de parecer que no lugar
qui f-z objecto da pretenfaS do Supplic li-
te atravessa raaicada pelo Couliailor,
perman ca como fu designad >: tujo pa-
recer foi approvado.
I)i'spacbaia-se aTguns reqtierimenlos.
E por ser dad 1 s hora levsnlou se Ss-
s; e mandarlo faser a psenle em qu"
assignara5. E eu Fulgeucio lu .ule do
Albuquerque e Mello Sccia lario escre\i.
linios, Po Prezideute. Rios, l\u,
Mamede Vianna.
A N NUNCIO.
O Snr. Collector da Couladoiia (',(. I
de Rendas Internas Proviociaes manda pe-
la ultima vez lser publico que esl6 lindos
os 3> das que a Le tem designado, jeia
0 lecebimenio da cebranca da Dcima d s
Piedlos U bnids desl Cidade e dos mi.
rmpnrros Huviiic va^afaKi *aaaa.^iu
da dila Cullectiri.i e que passu a lasor
1 iT'Ctiv tal c< liianca por unios executi*<>s
se ronliiiu.ir a mu", s d de nos 1*1 Oprielai i-S
no pig-iment iia sudo semestre que se
lindoii ; como dos mas atrasados que rs-
1 ven 111 a dever desde o 1. simestro do
auno finaiiciro d 18JJ ate o presente.
Cullecloria Geial de Rendas luleioas
Proviuciaes 3 de Janeiro de itJy
O E-ci 11 luiano.
Jos Guede S Igueiro.
V l.l 1. !(*
Foi.8 arremaladas as casas da Praca
da Independencia de nu.netus 17 18 ,
21 e aa di libelando a Cimara i|iie con-
; luiuisse a arieinatae- dos mu boi pe -
tencente, a seo Paliimunio, e ordenan-
MO ao Procaradoi p.ra i.ser quanlo anl.sj
despjal 80S luquilmOS d IS CasililuS das i
Pide s do Hincado dote Burro e do da I
lioa vista que nelis livesseui olijectos de-1
feei.les Uaquellei pata qua lOlu ellas
ti ladaS.
I O Sor. Vereador Ko re querco 3 meses
de lic-nca para tratar de sua saude, e Ihrs
lordo concedidos.
A Commissa cncancgida de iximinar
o icquerimeuto de Mniotl Ignacio Bisct-
O Senbor Lucio Soares Teixeira de Cu-
vea.
II-t morto o Sur. Lucio Soares Ten-ira.
de (Jo o. vea .. OBrasilacbi de solfrer*
urna Mande p rda. Objeclos de gand-s
laiicores nos .unios de 1839 e 3o quindo
os principios exagerados dominaram era
loUos o B asil, o Sur. Lucio nunca poda
ser maculado em seus priucipios d^ bonr
ep'obnl.de Sm poltica caoo Ministro
de Pedro primeiro I ai ci eifien e censu*
lada ; mas seu carcter foi sempre respei-
tado foi sempre lulo como lionero po-
lio e niagistiauo pe leil miente lecloe jus-
uceiio. E os seus principios polillos rem
entio censuraveis i* ... O uros respoii-
d., que nio o Se le de Abril, alcuubado
regiess isla.
ltimamente foi o Senbor Lucio S Teixeira de Cuvea nomeado Senador pe-
lo Rio de Janeiro: ainds ahi mostnti o
sen b-lo caiacler : fz op&iicao so Gover
110 em os u limos ,lempos 4 mas lodos Ihi
laziam a jusiica de o suppor 1 brando por
i'uui uici. > ,00 bomeiu que obedi ce
sua comuna* be sempre digno delou-
vor.
Como Legislador e como Magistrado a
petda foi grande, e tambera como psi de
una lamilla que deixa reduzida .1 pobre-
za, sem que nunca vuesse nos dispeidi-
cos. O (xemplo he tai o, e por isso mesmo
m.isaprecidvell. .Choremos sobie o tmu-
lo do probo Magisliado, do B asiliiio Ik
nenenlo, do cidadas vuluoso, o Sur.
Lucio Soares Teixia d Couvet,/ ^
terralhesej ive ... .
J


^^
m
DIARIO
Ug
D B ?
i. i
K R A M
lll t< i
BUCO
Interior.
-

PROVINCIA DE SANTA CATHA-RIA.
Triunphou a Legalidadai
Odia j da Outubro raioubrilhinla pira
o povo Btasileiro, para ene povo dcil, e
moderad at n.'Ssuig inieislinas desavens.
Este da*-di posse do Exm. Sur. Arujo
Luna, fara' umi poca briliante nos anT
oaes do Imperio ; lera a posteridad* rom
respeto ooom.': do egregio vari qu-vo-
lado a Patria e ao Trono tea tbido con-
serva I js Ilesos a des pe lo dos frenetieos,
que inri-sdenlos en bifde traroim der-
ribal-os ; nlo pela aff-ctada pbilanlropia
que ioculcam, mis pira suciarem sua
iresloucada ambicio. Aojo Prolector dos
Brazileiros Potestades bem fasejas: gra-
cas vos sejam dadas Vossa benigna n
fluencia dirigi urna solacio que decidi-
r' seus futuros destinos / Ja a l'atria li-
brada en ab:in aju-tada comhinacad de
poderes risouh i acoh a sen guia ja a
torva disr/od foge espavorida e a inve-
ja de atraveasads lames espumt, frente e
e desla era. Q >o d tozo por vi r nos
aguarda .' poca ambicionada pelos ami-
gos da oidem, pelos amigos da par., essu
Divindade seno a qusl nio p dem fl irecer
os Estados, S.111 a quil nio existe socego
e seguranca. Tu seras a obra do escolhido
do povo o ene m jidi) povo cubrir' d
beocaos o autor de sua d la, e innalteravel
ventura. Ni desej iramos a sublime e-
loqueocia de uno Cicero para1 tecer o pane
gcrico do honrado cidadao, que boje de
posse dirige -a Nao do Estado ; mas a nos-
ja penna falla, he transcedente objeclo,
e os facioS suprem a roesq linh z de nossas
luzes. O lacios, "digo os factos de seu
(joverno, que Itie adquirirlo essa abun-
dancia de sufragios que en tal crise for
mi o seu elogio de envolta coro o do
Poro que apreciou su as virtudes, tal -otos,
e averna. Honrosos suffragios que ma-
is abund uiam se o genio da discordia, se
uma vergonhosa caballa alguns Ihe nio
jdjiaviajjLBli_JEi'tUflro J d- ouiiilra,^uk.
nosdoaste quatro annos de Uanquilidade
possa o quinto passar com a.rapidet do re
lmpago, oudebaixodes meamos auspi-
cios 1 Esta viagem d'abr.dhos depende de
hum bom Palinuro iio pengosas sorles,
mas o porto de salvacao ja te divisa a tra-
vs do expesso nevoeuo.
Javem Pedro II Penhor de nossas espe-
rances cresce bafejem as virtudes o vos-
o beico a quson as gracas embalLm sup-
prindo mos paternas ; que parricidas
desviaran) .' Orfio, desenvolvido como a
11 jr da moutanha, 'a quem a mtureze rega
o vevifica, Tu es credor de nossas sym-
palhias, sede-oiio futuio di no-as grali-
dio, do nosso culto. Tranquillo dormas
o son da innocencia sobre a crtera ear
regada; nao temiis oque ignora vas j bo-
je que a la razio s desenvolve, o riso de
seus I "bios declara o Teu sucego e re-
eompenca os esforcas d'aquelles, que lem
por timbre a Lealdade.
Verdadeiro Patriota Regente Brasile-
ro, em vos discanca a Naci a, quera
sempre hooron teu illusire nooie, retribu
Ihe esta confanos continuando carrei
ra encetada ; nio vos desviis um alomo
da senda que a passo firme leudes trilha-
do,em tua vida pditici, leus rompa-
ti iotas saberl > ajudar-te : l.ei e 1 iouo
-- bo os leus dolos, conservaios com de-
nudo assegurae Ib- asna felicidade.
(Beralasej de ai do Outubro)
COMUNICADO.
Rio Gjande do Sul.
Temos fallado a algum.is posas 11 chega-
' das ltimamente do "iul e lulo com muitt
alteuC' as difiranles cirut e folhas pu-
b'icas q'e no< lem ch gado a m5. In-
felizmente foi certo qu b.iuve uma desip-
teliigehcia enlre o Presdante e Silva Ta-
rare* por motivos de coramaudu. e disci-
plina. O presidente emende que leve
tujeitar todas,as tropas ainda a Guarda
Nacional aos OfBciaes quej lar mais coo-
vsuieaie : Silva l|a vares euiende quedeve
fcniprs ter o ce umando da Guaida Nacio-
Nb N5 sabemos be'm os por man ores da
d*savenca ; nas podemos assevarar que
a nuvem eslava intactamente desfeitn, *
Silva Tavares de tdd reconciliado com o
Mareclnl Elz-aiio. A intriga, mus di-
urna vez o t-mos dito ln o fiucto n-ces
ario da guerra civil j he o pp'or dos om-
eros que roe as forcas.da L-galidade no
Rio Grande ; e. infelizmente rws-.nrpie al
las di'sp istss e iul -ri-ssadas ert pimovel-a:
cada ch*fe lem os seu9 cortezi sqan tW*
l.m de envenenar as accoens de ou'ros
chefes anda as mii indff-rentes ; e d' -
f|ui vem as niaftsad s; e be h Cauta Pu
blca quem por finaste |m julica la.
Qnn-o s li'tm-nst>'m boas inte c's.
rlifrctameiite 00 por ntervencio de t reros se eotsndern ei amisade se resta-
be I*.e ; mas quirrtis veies um pundinor
mal entendida se oppoem as reconeilinco
ens ? qu mas rezes msmo nao existe men
de as effeluarr1 e enl-5 os odios crescem
cada dia com resultad > de gravissimos in
convenientes.
IMuitas veses o temos dito o Snr. E1
z-aro rt h iseisto de erros f us o Sr
P.'zeario lie cipaz de l^var avnnte a empre
sa deque se ai ha encarregaii : uma mu
(lauca nnsactiii>'s c re instancias nospae-
ceria do mis f mesto agu 10. E que ho
mem seria muid que nao f iltam os born ih 110 lira'.i I ;
mas desgiMC idamente volvend m vmos 111 uto qu-m se posa ou qur'lm
encarregar da delicaJa miss-o de pacificar
o Rio Grande. O rargo de Presidente de
qjjalqucr provincia h>- Roje o de mus tris-
tes cons-queiicias ; n-5 ha ai repu'ac: ,
quel'iiha res sldo intacta a provt u5 a
perlada ; os homens qu-4 t>-m algum ikioic
ii- oquerem ir scnficir snba dos par-
tidos : eacarreira nio ( IF-iecc a menor
vantagem pira que qualqu-r sededlqiea
ella. Quem em taes circunstancias accei-
tir a Presidencia do Rio Grande ?
I'ensem bem os Rius Grandenses : se al
guem se aprese.nia( que nao rves consta)
como candidato a seaielha. te emprego .
ser eS'se lalvez o ind*id>iq menos eapaz
de o prehencher. O Ii imens que est
un i-iiriiQiilanciaa 1- o cric o* knamit
que. poderiiiS ser pror-itosos provinci 1 .
s-.es lera rasoens e mu valiosas para se
escusar ; e o emfirego nao be diquelas a
que s-4 pole constraiig-r hum Cidadio
(,' errto que mesmo Rio Giande n-io parecem aflatos prim-i
ra Autorid.de d< provincia temos visto
cartas pedindo sin continuac- j e ape-
nas nwrf se llie f.rjim iiisiuuacoeus par
que elle baja ded.r 1 >t-s 1 u l-es proviih-n-
cias. Estes sim sao verdadeiros lega
lisias.
Para qu1 o Sr. E'z-'ario roereca a sym
patina de todo <>s amigos da L-i b-siai
leonbrar que ainda ninguem ousou de ac
rusal-o de nao querer pacificar a provn
cia com a maior brevidade p> sivel : o Ii >
mem qu- lem des>j->s sinceros rar^s t-
z*s deixa dos levar a cabo Quand<>
podessemosdar que nio tem ille a- qua-
lid.des precisas quando saopnz- ssemos
que Ihe aliavum tlenlos admimsliitivo>
ou militares este seu desf-j ) lora h.at'ii
te para voUi mos sempre em seu favor;
por quanto bem se pode e le aconselhai
com os entendidos na m.teiia, com o
con hacedores do leen i e do inimigu pa-
r le-m pdr r*s .'ver se;
Aid hoje ludo tem concorrido para eai-
baiacar esse General de obrar: o desgra-
cado revf'z de Rio Pardo leudo diminuido
n ssa forca fisica e mornl foi uect&sario
deixar pa>sar todo o invern s ni dar hum
- passo e tratando somente de juntar i
disciplinar gente para a poder faser en-
trar em campuiha emttnipo competente
com varitagera Parte dV*sas dimculda
des a Natuiesa as lem r-ir'iilo; paite
os cudalos n. iuteriumpidos do Gene-
ral Presidente e do Governo Central ;
nao sabe ros se tod..s ; puna nutrimos
ha tintes e.perancas de que os ltimos d-
as da repblica Piratmim nao se acham
Unge.
Todava nio pensamos, que o fino da
Campanil i, e por consequencra dos esfor-
cos neeeKSarios estoja lio prximo. O
Rio Grande nio est as ci'cunstancias de
ou ros paise-, m q' orna columna vui levan
do o inimigu na lient- e este vai sempre
em reinada, O habitante do Rio Grande
lendo OaH raralitpv" montar e huma -es-
sadura para romeresli satisfeito ; a guerra
jue faz he guerra de gil rrilhas; par exter
minar estas, he necesario um movimenlo
intern*, coadjrfvai por fortes auxilios ex
ternoa. Ora. poto da Cmpanlia flirec
estar caedo lia ragrAdtffiu ; lalvez edf b e
ve principie a apataver a reacio e he en-
lj a occaio ak oportuna de acabira
gjern M-, anda o repetimos, he neces
sario coidjivar qui'qier boa tfisposi
ci, que spacega no interior da C-mpinlii :
a sai I. d forcis para o campo pode apre
car rouito essa crise ; porm t jmem senti
do os Genraes do Ro Grande na especie
de guerra que fasem ; ali nao ha pontos de
appoio, a que po-sa recolher-se uma for-
ca que sofiYa um revez : a primeira e s-
sencial condiccio para obter Slgum resul-
tado, lie nunca ser bitido, einbora e'pro-
gresso seji pouco e lento : qualquer re-
v*z no Rij Grande he umi derrota com-
pleta.
Approveitaremis a occaaii para darmns
um couselho aos L galisl i do Ri > Granle:
ell-s deVem saber qa* tms seu amigo.
q' desde multo lempo (amdrs abracad' a sus
causa e a teios tomad ni.ssa ; nossas pa
livras nio Ibes d-'vefn ser sus-
peilas. Os legalistas* do Rio Grande de-
venT ulhar orno o seu mais terriv'el isiimi
g> a sua desimiio ; nio bast que ost-n-
sivamenie hbi-acem todas a m san cauza ;
nao bisia d" coiacio todos elles queiro o
inumplioda Le he necessirio que em-
pr. gu-m os meamos meios para chegar a
esse fim. N se deivem levar por vida
des pueris; reunsm-se em torno da Autnr-
dide legitim concurri c<>m ella. Tre-
mi dos anarquistas, que vivem em seu
raeio soprando a discordia incitando o lio-
sidades, dividiodoosanimos para promo-
ver seus fina. Se qua'quer medida paiti-
da do presidente le improficui mais se
tornara' anda nio sendo exactamente des-
empernada ; e embora seja desempenhada,
se o foi no mei'.i de sensuras, nada apro
veita j a opo>ico desalia o* amigos es-
forca os uiimigos ,' e introduz a imorali
dadetntreos subordinados. Nao quere-
mos O silencia d l .mulo ^ m q.nrrmos
que as pisiies siiio devidamentip avaha-
bas O Man-chil Elzeariolola em umm>r de
dilbculdades; he necessario aplanar Ih'as.
Queremos o bem do Ro Grande, temos
sempre pugnado.por elle ; anda boj nio
temos oulro ohjecio em vista.
Legalistas do Rio Grande .' Unio : sem
ella vossos ex (orcos serio inuteis,
P. B.
(S le d'Abril )
Exterior.
REPBLICA ORIENTAL.
Montevideo, 1 a de novemhro de 1838
llontfin t ffi ctuou a sua entrada orsla ci
Iul" o Exm. Sr. general em ch.-le doexer-
ciiocimsiiluci nal, acompanhido de huma
parte desse virtuoso Pxe'cilo que lem pai-
tilhado com huma constancia heroica os
seus perigos privar a e. iiiumphos pelo
espaco de mais de dous anuo* e rodeado
los seus coro patrilas que se dirigira em
numero cotisid* ravel euti ada da rus de S
Pedro, onde se Ihe lia Via levantado hum ma-
nifio a ico Iliumphah O povo ori.-ntil ira
nifestou nesla occasio o mais aideute en
ihusiismo e deu provas nio equivocas d
su 1 gratulan e respeilo par. com o-hroe
da sua liberdade e independencia.
Abuxo iranscrevi inoi o niauifetto qiji*
d'z S Exc o Sr. general em chefe dos
principios que hao de gualo e que car
culou houtem no luomento" da sua entrada
MANIFEST
que f*r. o general em chefe do exerc'rto
conslUuciiiiial acerca dos principios
q0" o hio d" guiar no desempei.bo da
ata missi.i que Ihe confiard "S povos do
estado.
A repblica se cha em momento* decisi-
vos solemnes: abe de huma poca de
calamidades de r^gresso e de degiadaco,.
pira entrar em oulra que sei(ha de espe-
rar) de reparaco d prosperidade e de
-.loria.
Obomemque figurou fi*ente da pri-
meira ,,acaba de precipitarse de hum -pos-
trj'i j; nao era en arrastadp pela forca
esislivel da opiniio publica f pella l*n-
a do exercito conatiluconal ministro da^
vontade do pnvo.U ugu^yeuse.
A fatal mcessidade das cousas me^ollo-
ci fr ule da segunda5 desla nova poca
que (lev fixar paia sempre a sor te do esta-
lo e que ha igualmente'de decidir da mi-
nina .da ni i 11 ha existencia da miiiha hon-
ra e da miuha lama.
Em crcuns ancias lio extraordinarias e
lio immiueutet. quero considerar-aae co-
mo ohrigado a fazer huma roanifesiaca
publica, solemne e teiminarit- ilo^ meUs
principios e uU>nC cao ao povo que me vio nascer ao pov
que lem todas as minh'as lemhraucas, todas
as minhas affeices ; e quero antes de
ludo que se entnd que o dirigir-lhs
miuhavoz, suu guiado pela mus pura
veidade, p la lr..wiueza a mai> leal, ape-
la r>io!uco bem meditada firme e incon-
tra.tavel decumprir religiosamente'as mi-
nhis promesias.
A nnha conducta e a minha lingoag'm
nao podem ser outra : quando dispoubo
d -s bracos e de tudos os recura de hum
[))vo que me fez a honra de m-os confiar
pjia nvindicir sn.-s liberdades perdidas,
* n:a bum.i culpa tergootiosa o recorrer
linguag-m da mentira e (iisla 1 car inlen-
ci-s pe versas com hsougeiras esperancas.
Em quanlo durou a adroinislracio des-
truidora a repblica luctuava sob hum
systema de fraurle e de descrada decepcio,
proprio s de hum poder impotente e do
yraniios mesquiulios que recorrem ao en-
gao porque nao tem a* 1019a que d a
opiniio publica : felizmente eu nio me
"Cho em semrlhanle po iv*oj PJV*> oirn-
tal, portanlo ha de g -ar de boje em
'liante de hum systema de honra, de fran-
queza e de publicidade.
I onumos oilo anuos de existencia poli-
tica perdidos lamenlavelmenlo em ensaios ,
ou perniciosos ou t-slenis. Oa rnos d oa meus lamber expu*era6 a rpu-
h' ca a vivissiludea continuas*, esgotara
intilmente sua Coica inmensa de p ou uc-
ean e de vida ; disp'-r.-ia es elemento di
civil sacio e impedir.6 at boje que a
01 dem social deseancassa s-.bre bases iudrs-
Iroctiveisi H-lempo de aproreitar as Ii-
ces da experiencia ; do proiu ar o reme-
dio a tantos males e de resolver o grande
problema de que dep ude a Irauquilndade u
enlidade dos estados americanos : Sub-
stituir o imperio dis cousas mflJencia das
pr-ssoas conrpiistar a estahihdade,
E ha hum s camuih > prra lesolvr este
problema: crear insliiuices boas e pro-
prias cieare formar sobre ellas cOns*i-
t-ncia a moral do parvo e arostuuial-u a
n-pcia-las c.un religiosa v. ne ai,.,
Posso gabar me sem oigodio, de ver
sido o pnmeiro eo mais silicio obseivador
das nossas lomas constilucionaes; honra-
do em i83o coro o titulo de primeiro piesi-
if'iite do t-siado jurri ohseiyax o p,co a
q ie devia a minba < levaco paraudido,
com huma bo f que po lena chainar-;e
c.ndi'iJa, que a joven lepublica eslava |
i
para a pa tica
demasiad mente cenada
de-tas insliluicoes.
Bem cedo surprendi os insidi. sos mane-
jos de hum chele militar que anecio t-n-
ebera de honras e a quem dis|.eusaa espe-
oaes consideraces : sua *oz leuuii sj
os elementos da unarchia : poda eu ab fa-
los no u.ho obscuro aonde -e empenhava
a germiunr e prevenir a lebe hao pira na>
ter que castgala : os vincul s c^ipj'iiucio-
naes ido piobibia' quiz, sobre ludo, rea-
peiial-os. A revolu9o n htinou e foipie-
ciso compiar com o aaugue e com ottlhe-
touros dos Oiienlit-s, o triumphp das lea
alropellad s.
H- toda a repblica lesiemunha da mo-
tn cao com que cutio iisei da victoria : a-
tisleilo de U-r restabelocido o imperio da
Cousliluicao, peiis.i, todava que o nieiu
de rrpaiar'oni.lea Sigii ii< studaque el-
la travou i. e nio comprehendera al entio
que tale loile hjiilo eia a primeira piova ,
o aviso o mais 1 loquele de que nicestiu*
vamos iiistiaiir-nos para a liberdade civil,
e aprender a gozar de insliluices como as
que nos regen.
>

_
am
^M
a


DIARIO D E I R N A !\I B U C O
n

-f-
Ei ertbava-me, todava, m sfifocar l flanea. H t
os ultimas-estigios daqueNe incendio jal tiremos n foro* moral, acostumaodo nos a
no constitucional do ve lo incessanlcraente atropellado ; cumpre
mea mando o entregue sutcrridade de
quem o hava recebido. Cont este dia.co
Bi< Iiam Jos uns brlhantesde minh* vida
publica, eeste acto como hum dos mi
gloriotps triumphoa- Sei que nio he Iiam
mujo de. gloria Pacer o qua as lea pros
crevera : pela mi nlia detftiua constitucio-
nal da sede da presidencia confund no
Opprob. .o e no seu u-da ao* que gr.tivn V-las psixSes e desnleresse,
insidiosamente que minha mb co de go-
remar arrestrar-ine ia a alropeilar o cdigo
constitucional para conservar o b. mando. A repblica vio cutio miuha re-
liada e o notare! contraste de hum can
dilhoque levanta a o estandarte da rebel
blo para bter o poder pela foici ,
ao passo que o magistrado que o possuia se
demiltia wm resistencia e com sincera sa-
tisfago.
D. Manoel Oribe subi eolio a cadeira
de qileeu descia. Nio be daqui que se
de ve prm dunda a legalidad* da soa e-
leicio ; porem a repubTica inleira est inti-
mmente convencida deque Oribe deven
exclusivamente iiiinhi influencia u su
elev.co: este foi lalvez, o erro in.is
grave, ao menos o mais funesto da ininh .
carreira poltica: enganei-me para com o
homem : pense trabdlbar para a i le va co
de hum magistrado digno da repblica ;
nio li/. inais do que armar contra ella hum
verdug > : meu desengauo foi mui amaigo;
poim oda naci desastroso
0> piimeiios p'issos do homem funesto
f. ao o era perder-me na opmio e fazer-me
desapparecer da serna publica : nio era es
ta herma simples persegu cao pessual. O i
be aspttava a maridar a sea bel prazer ;
quera quebrar o Ireio da Constituicio sa
bia que o povu oriental ufo o deixaria tra..
quilla va era mim o centr d. resisten
fia legal *> homem a quem Os scus cim-
patriotas encarregaria da desa commura .
Ogo que visten tu prigo .s suas libe da-
des ; e, por isso se prupoz anniquilar na
minlia pesso* o poder que cuutivesse o seu
dcsenfreatuento. -
Todava, ciaosoeu eslava v trese .do.
limitei-m a preservar-me das shas p.rfi
das; mus bem dep.-essa dea Inrgas s ras
paixs; e iiu.airuu a Repblica assombra
1-ms ei mola* desiiecessaris', as g- rantias
Cns.itucioiiaes baneiras perniciosas; que
mandar nenhuma outra eousa era s. nio op
primir ; e governai.
Vi nlia, rom acerba doi renvrem-
se as sienas e os principios proscriptos des
de muilo lempo pela civihsacao e pelo pro-
gresa d-os costantes ; strlFocadi a I Aforen -
sa ; atropellada a Segurancia individual ; di-
lapidada a f-azenda publica ; deportados os
liomens maisdistiiictos; organisada a dla
f o e a eSponagem ; violada a correspon-
dencia: pelicular ; convertido o solo 01 en
tal era caicerede hum governo estrangei
ro ; iniroduzidas as forcas deste ch.nd.s-
rinameule na Repblica ; prostituido ante
o estrangeiro a trignidade nacional; o
assassinato (cuojuro pur minha honra e
em presenca de miulia patiia) embregado
como mola plMca; tal neo iT-onlos
compenuio de-sa deplora.vel a(lministri Governando poreste modi rile havia se
despojado da mistio que r. ceben ; rot por
elle ni. smo o pncto de mu eleieao a sua
legadade-tanib'tir ttnba des .pparecido e
Repblica eigueu se com as armas para
Cistigar o criminoso
A vonlade do povo be sempre omnipo-
tente sua loica s. mpre i i resist vel ; hum..
viciona esplendida do eiercito conslituci -
nal poz termo disgraC'da lyranni da
faeco que Oribe capitaneava. Cercad.'
depois-em'suas ultima trincb. iras aban-
boiiado dos mesiuos qjje o su>li vem : ar
v.-istrado passb v passo'; foi conipcllido por
fi:n a descer do posto que aancnu aei
& lrdoi Repblica livre de sua opp'rrssfo.
# lidiando su. carreira d oppjobrios com
toa^e vergonhosa e lepognanle diUpicU-
l'a4 hi s'do-o resnllVd duloroso de nos-
ensaios na matclia constitucional ; mas
i 11 lie pu'ssivrl'sbindonal-a e tem o po-
'ii nue meconfiou a alta mis 4o dedefen-
que nio aventuremos novas tentativas sm
remover lodos ps obstculos que se oppoem
a6 Ijvr e salutar exercicio dos poderes que
lie es'abeb'ce.
A crise d que salie a repubTica abalou os
drcticces da snciedade : tud sabio de seus
eixos.; os element-is da ordem bs g^rmens
la civilisscio esli dispersos e suffocados
que excitou
este grande movimenlo : precito he reuui-
losen bam centro dar-lhrs a harmona,
de que carecem ; e nivelar lodis as amhi
i oes pernnte huma iuflienca a que as cir-
cunstancias der5 a superioridad.-; isto he
preciso lattlo mais que a transicio. sem
estes preliminares do estado tumultuario
m que estamos a huma marcha socega
da, (ii me e rigorosamente constitucional,
he hum ph-nomeno irrialis.vel hum fac-
i impossivel.
ProfundameVite impressouado desla ver-
dade, conscio dt minba proprii foi9a da
rectidio de minlias intenc8js, da sincer
dade com que desejo o bem da patria ; e
convencido, pelos fictos daconfhnc qu"
mereco naci, decliro permite ella .
com a franqueza qu** corresponde a esta si-
tuacio qtte me jlgocom os meios com
a capacidad- < com a vonlade sufficientes
para remover todos os (.bslcufos que se op-
poem ao livre exerico da constituicio :
para garantir de hum modo perduravel
ordem s "cial impedir que se reilerm na
repblica commnces e disturbios q-ie aca-
bari-opor desterrar dacivisacio o norae
ori< nial.
Por consequencia em nome da grande
Associacio Poltica que repr. sent, loman-
do I), os, < a minba honra por testemu-
uhrts da rrlidlo de minhat intenroos, de
claro solemnemente:
i.* Que rae faco garante das Institu-
c5es c >n*l tunionies da Repblica tae
quaes snacha estabelecids no nos o cod
go pnlitico.
t." Que, para fizer efFeclivi essa so
l-mnc gardnlia sospenHo momentnea
rneide 6 eerc'icio dos Altos PodersCon-
slilocinnae's.
3.* Que esia usp-nsvi durar li so-
mente os das si-idamente nrcessarios para
restbelecer a ordem edmar as piix". .
e preparar o livre xcicid daqutles altos
poderes
4 Que comd R.-presentante da vonla-
de Publica e cheT.- da foica que se mp
c.-.nfi.iu para Mstenla la, adnptare poi
mim mesmo as meditas que ju'gar conve
nients em quanto durar a susp 'lisio indi
c.ida ; Irmirando-me comtudo, aquellas
que forera necessar'iss a prencher os objec-
tos do artigo precedente
5." Que lomarei por divina a mais com
pela publicidad* e por juiz nico jns-
crencta publica.
Nio nece-sito fallar di gravidade desla
decb.raciii ; considero a o acto mais impor-
tante de loda a miiha vida publiea ; ^ que-
ro que todos qu* della se deriven/, (1 jnem
officialmente registrados para rninba gloria,
oo ignominia'.
Cooi tal objecto estabeleco desde boje,
hum registro que lera somnte a mioha
assignatura no qusl pMcarei todas as
minhas resofuc6es por mena secretan s,
para cujo caigo uomeio aos Sis' D. S nlia
go Vaaques e o Utigadero G neral D H-m-
rique M'artias e cujo regisro .nc-rnr.-i
no da em que c sse a svspensio dot Pode
res Cofisiitucionaes.
O grande objecto de meus cuidados he
que ties>e o mais breve pos-sivrl. Que a
faccio desorganisadnra aproreite a lelo
(|e recebeu. A nacao a condemnou; sol)
metase sua sen'Unca t orctipe o lugar
que (he corresponde ; e essa conducta tra-
r mais proorpto oexeicido dot" Poderes
tute'ad.t, que suspende a n.cesssidde de
pr> Venir novas providencias
Re^elri abertament a mirrha pafria OS
mens principios e as- minhas iotenc-s.
Comprel ndo todia extencio da respoiisa-
hifidde qie boje confalii e r-.Iu possodar
huma prva nrm mais forte, Miera mais
euMosa do profundo sertlimfnio queme
lOB, de amor ao paz, do q' associar o meu
neme e identific r a minba existencia
emborna semelhanle empresa. Estou're
ra, se nio rescatar a mioha patria da sitoaclo
aviltante em que tem gemido ; porem aspi
roa viver cheio de glora se a elevar tri
umphante pelo.ciroinho da sivilisacloe da
prospeiidade. Nio posso faser mais, nem
filar com mais fr.'ioquesi.
Entregndome a proteccio da Divina pro-
videncia, forte na naci, esegu-o da sin
ceridade de meos desej s, fi fflo esla so
lemne declaracio, o meo grande p .cto, com
mMitacio tranquila, e plena coiGtnca, na
Capital de Montevideo, aot Ii de noven
brode iJ8
Frucliinso Rivera.
(Uuiveisulj.
Montevideo, n de noven.bro.
.... Ci'iisla.me que o Sur. Buchel d--
Vlartigny dugiu esa em Butnos Aires, e
<|0e vai residir naqiella cidade como sim
pies puticular.
(Carta paticular.)
(DjJornal doCommercio.)
ompa ,. neta modfiiiu*o oodig qu af- solvido a desaparecer cmlundido e sem oh-
V
Avisos Diversos.
_ Piensa se de mus rs. apremio por
% mezes com endoce oa penhores ; nes-
ta Typ s>> dir quera precisa.
_ LEILAO Q arta feila 9 dj. cor-
rente me/, se bao de v.-nd-r em leilao duas
duzias de labiado de 5o palmos de compri-
do e oilo das de 4o ditos tod >, de ex
cellente costado de vnh-tes, com sua
competente largura ; no fo te do Mallos
junto a prensa do sobradnho da parte do
Su1 onde est empilhado par se examinar a
qualquer hora, cuio leilao principala as
g horas do mrsm 1 dia.
fc^jK Quem precisar de huma ama para
servif em casa de hum homem soltciro, e
que da' conlieciroento de sua conducta ;
aununce.
Quem precisar de hora forneiro Por
tuguez que sabe de ludo quanto pertencea
padaria dirija te a ra direla casa D
ta
A escolla de meninas da ruada Roda,
no n. i m tiro andar do Sobrado D. a fi. a.
brease no da i(j do correnie 11 mesma
tomio-se costuras, bordados, e lavaiin
tos
D seja se alugar urna casa de sobrado,
oii terrea Has rus do RangeJ Direta
\guas verdes Paleo de S. Pedro ou do
'larmo que o seu aluguel ni' exceda de
oilo a dez mil res; annuncle para ser pro-
curado.
-- Dse ja se saber aonde reside o Snr.
Joto Marques da Eucarnaclo. para se Ihe
dlgir huma carta viuda do Rio de Janeiro
e assini rogase a qualquer senhor que sou
do logar da residencia do mismo Senhor
Juo Marquis deamiuuciar por esta fo-
llia
Quam precisar de hum homem para
Feitjr de Carapus ou de Otaria, cora bs-
tanle pralica de amb.s as couzs, e d co-
ihecmento sebre sua conducta, annuncie
a muradia.
8^ Ha para serem allueados a pretos
pos paia quilquer seivico bracal, e huma
muUla par 1 todo servico de casa, os pre
tendentes drijio->ea iua da praia sohradi
nho por cima de onde m .rmi o Baibeiro.
' Alluga se huma casa de doua anda
res e *ot*m, pintadas por dentro e com mai
los cmodos prpprias para Esciitorio ou
negocio e grande familia, m roa da Ca-
deia veiha N. ij ; a Hadar diiijs-se e
mesm 1
Wovamenle se roga ao curioso qoe ti-
rnu a Ca la de F. da Silva L sbia do c r>
reo paiticolar de a4 de Desembro viudo da
araiba de entregar na ma do Crespo D
8 lado do Sul oa lancala na caixa do cor-
reo com novo subscripto caso tenha sido
aherta.
Olferece se hum homem portaguez
para caiaeiio de armasem ou cobrancas,
e que lera b.stante pralica de negocio do
paii ; quem o pereisar diiija-.se a ra no-
va D. tt antes de ebegar a ponte da Ba-
isla, que Se Ihe infoimar quem o ao
nuuci.inte.
_ Qtiera fuiscr arrendar um sitio no
lugar da l'it'ai.ga com teira suibciente pa-
ra ler vac'9 de leile e plantar algumas
lavoiras cora-casa de vi venda Casas para
e;ciavos casa de faiinha e um lelhwiro:
jdiiljate ao Paleo do Calmo no segundo
andar do sobrado ante* d voltar para
Caroboa do Carmo que fica junto a casa
de Joa Francisco de Souza Peixe que se
dir qem be seo dono.
_ Quem precisar de um menino Brazi-
lero de idade la annos para Caixfro de
loja de fasriidas ou firragi-m, o qual
d fiador a sua conducta : aununce.
_ Quem precisar de um Portngurz de
idade para tomar conta de alguma venda
por blauco, do que tem bastante pratica,
e d fiador a sua conducta : annuucie para,
ser procurado. Adverte que k seo fa-
milia.
Aruga-se um grande armazem com
armaca de venia dentro s cjm pesos
medidas de foi ha e pao, bataneas e pe-
ros e fie o meltior armasem para vender
sal, por ser o prm-iro lugar do atierro
do Aflogado por b-ixo do sobrado do fi-
nado Lime confronte o viveiro do Munz:
nat 5 Puntas ultima venda da parte di-
reili ibdo para o atierro 5 sendo compra-
zo.
_ Quem precisar de um rapaz Brasi -
leiro de idade 18 annos que sabe Aillh-
melic'r GVometria Gramtica Porlugae-
ya dan lo fiador a sua conducta; dirjase
ra do Padre Ftoiiano casa D. 7 que
tem lampia na porta.
_ Offeirce-se hum Brasileiro de bou
conduela ,0 qual tem bstanle pralica de
serCaixeiro de venda padaria boleqiiim
e de ra : quem d'.-lle precisar para al-
guma deslas cousaj annuncie.
_ Prrcisa-se de duas pre tas forras ou
captivas para tenderen) doce pagndose
70 reis por vendaje de cada pataca e tan
bem se aluga urna preta, que saiba faser
o servico interno de urna casa de familia
como vender diversas vendas : quera as
Uver annuncie p.va se tratar do ajuste.
_ A pessoa que annuncio rn dias
doroez p. passado admiltir era ua as* 10
meninos como pensionistas, para ensinar-
llies com a maior pe feicio possivel p/imei-
ras letras inclusive todos Os caracteres de
letra al boje condecidos e eiri uso,
Graraaatica Portugneza Latjm Franeez,
IuoL.lt, &" Uaiu J r.op. ng
ilts t5 do coriente mez Podren por tanto
os intrestadas comparecer na la da San-
zalla velb* D 77 onde mora Antonio Igna-
cio da Sdva das 8 s 10 horas da manhi
para saberent com circunspeccio de todo a
respelo bem como trlirem dos ajustes ,
que sio na realidade da maior va rila-
gen para us Hais dos meninos, que
lorem admitlidoi. O preco animal, por
cada hura be de 180000 rs. pela casa,
comida e ensino e nao 'joo^l como j se
linha annunciado.
_ 0> covoqueiros que quizerem tirarlo
resto daa p-dras que fdlad para-a obra da
Matriz da Boa vista di. ijase a km da
Couceicio do mesmo barro caca I). a4 a
fallar com o Thesoureiro dcqueJU Irmanda-
de que pagai com vautagem alera do
coslunie, nos que a islo se propiizerm.
_ P.ecisa-se alltig-ir huma caza terrea
no barro de Santo Antonio, a qual tenha
cmodos para pequea familia e que o
seu aluguel seja at oito mitris, adver-
iin-lo-que tenha quintal c cacimba anula
que seja nn la menos publica; annun-
cie.
_ II- para vender tres propredades ,
sendo huma na 1 na d'Alega bisUnte
grande, feria a moderna, assoalliada,
comsola, e Ira pe ira com varanda defe.-
ro, e com cano pira desaguar as gua* do
Sintal para a ra ; oulra uo Corlme Iba
wlhos, junto a Olar.a do Sl Miguel
CarnfeirO; feit* a ro derna com solaS,
(oda tra vejada e assoaHiuda trapeia e
oit.'S dobrados com grande quintal que
vaiat a camboa com terreno ao l-.do
pM-a rdific r-sr uotra grande cava ; e ouira
na S Jrdadejunto ao sobrado da viuva do
Maitins leudo hum grnd quintil C >m
alguns ai voredos cacimba e cvm terreno
murado n frente para edfici-tV a g 0-
di s cazas ; quem s pertend.r Comprar an-
niiiiCie por sla folba.
_' Km um dos armasens detraz do Tlie-
alru ha pira vender o mais eateriient-- sor-
tnnento d mboado de pinbo de fulandes
em forro seir^do n vajKir de vil'.U du
meia polgada at trex todo igual e seus
noz e c nove
sobre todas estas
cando cemmodo.
plg ds de largo e
qhdades por pre*



r


L i '
I
I
I f

*.- A'uga se un andar com muilo' U^n
cominoilus : na rua non I) 11.
-- Na tua do Vigariu O. a) defroile
Ho Cnsul Frai.cez continua se & despi-
char navios tirar passap.wies, follns cor-
lidas e guias de escravos.
D se a juros de don por c-nto ao
me/., sobre fimas a conteni, qumlia
de una coulo o lis : acata Typogiafia se
dit.
Rogase o Sr. Aulonio Rodrigues da
Costa de aparecer na un da Madre de De
s ii a4 par se Iba fallar a negocio de
seu interesa. A
-- O-baixoa signado prtecpa o es
peitavel publico, o coa especialidad- ao
Paes de seus alumnos quctuodia i(i do
crrenle me* de Janeiro a lie a sua aul .
tanto de primeiras Itlra* cora da esc. I-
pturaco mercantil, canfn me praticou o
auno pissado na rata da Cadeia vi Iba nu-
mero 19. PolycarpoNuiw Corma
Ahiga-se o %' and.ir du s hado d-
tus da Cruz n. 4 t p Tilias, ou por p.>u
eos mezes: na UM da Fbientina sobrado
novo.
O Sr. I'oitngupz d i-lade e sem
familia, que se oir<-nce pata tomar coirla
de urna venda por bataneo dirija-* >
da praia sobrad.nbo por sima d'onde leve
um barbero.
OlFrtiece se para fazer a cscriplurac"
mercantil de qualquer casa di negocio, um j
hornero que teni para Uso a devida inte
ligencia ; quem prerisir annu'icie.
-- Mr. K.issi-1 relojoeiro francs no
atierro da Bja vista acha-se prompto a
UOnc?itar qualquer rt-logio que Uro S'ja
confiado pelo mais cminodo pnco ; II
obiiga-se a restituir o dintieiro que Uve
lecebidoero pagamento de qualquer cou-
cejlo, que iiiofoibero t-xeculado.
Piecisa-se de urna orna que tenln
bomleiie forra o u cap'iva: ua ma Di-
mita paderia D. t. -
Prcisa-se de um fe lor p ra um lio
perto da praca : ua rua da Cndt-ia do Rrci-
leDi8.
- .. Ouem qois'r mandar em saboar en-
I|T ^-r .lyi-irar rouna enmo lainbem
bordar tancas coto o pouto da m-snn mar-
;a dirija se a ma de aguas verdes U. 10.
. Pieeisa-se de 4 con tos de ris a pre-
mio, por lempo de b mezes a um anuo,
sebre hyp -llicca e.*o um sitio de maior va.
loi li*re e deserobarassado j quem qui-
ser dar annuncie. i
-- Arrenda-se um sitio na .Magdalena ,
por 3 annos com casa de pedra e cal, c mi -
leudo a sallas pequeas 4 quarl.s cozi
ha fon estribara para dois cava los
ho* baixa para cupim e mais ar%oredos, a
vista do pietendenlese ilic as vdiitagmis :
ua/u drt-Florenliiij ..biado novo.
- (^uem quiser su ama d urna casa
de uro lio'mem soltei-o para todo o serv
o dirija-ue a rua dos Unb'iros no se.
gundoandar do s< brado U. iti.
.. Um pinloi hbil cli>g do u'.timaroen-
|e de Hiuiburgo off-receo s-us servicia
aqu lias pesso que quijerem mandil
pintar as suis casas, eile in>b..lhai com
proropli'io ea preco commodo; qu in
quiser u'.ihaar-se de suu preitimo dirij-u
bd ao beco do caUbouc D. i5, alraz da
iua nova.
Avisos Maiitiiii'>s
modos : alelare m o C'ptio, ou com
Finnino Jos.'' l'Vlis d ttof
PARA O RIDE JANEIRO segu v.-
agemrom toda bn vi ladeo Ijliacho lirasi-
leiro E.padarle ; para carga ou pussag-iros
p.ra o que tem bns commodus talase
com Mai.oel Ignacio de Oliveira na praca
daCimmeicio p 8 ou com o CapitS >
Jos* dos S.utos H'i'ga. a b rdo.
PAI'.A L1SU0\ a Barca Srnl R>1' .
Mona via,-rin i: id bi^vidade possuil,
p.ir l^i -justo a ro-ioria de seu cairegainento,
xinda pode i que lem excll-ules coonnodos ; assim cj
no pequen i carga a frele, sendo du as'
.uca a'witi. pof arroba e o mais em
pOIftOICiO; <>S pielendenleS dirijiO sea rila
la Cruz eacriptorio de Jos Aulomo Comes
Jnior.
PA-RI L VEIll'OOL, oD igue In$Jf>
Ilr-Miiue ; quero (piiser cirregar d rij- se
i tl.nisous Liilnm & Uibbeil, ruada al
faudega elha u. <)
JL (3 i I l O
PARA LISBOA, wlnr com brevidide
O Hule S. Jos por ler de poiica carga,
; lera maiu palo >a prenota quo:
quiser cirregar ou ir de passag^m enten-
la-se com seuCapilao Joaqun Jo: de
Souzi lodos.ps dias na piaya do co i.inei-
ci nu na im do Vigaii es i n. t.
P\RA O RIO DE JAMURO, sugu^
viagem com bievidade o Talacho Miii-.iv
forrado dq cobre e de primrira mi el a ,
para caig*,e pissa>eifos jura u* ,qu.i-s tem
xceileles commod i* i.ala-se ua rua da
>M n (> escriptono de J. '- Ramos de
Oliveira ou cooi o C .pila j L'urlunalo' Pe
icira da >ilva.
l'ARA O MARAMUO', uliii im
preteriflinfiileai -ao do cumule o h*-ra
CvheCido liil;ue becuna Lauri; elicavilha-
do de cobre e fufado de su pe o* mar-
cha aiuda ieclflguma carga e passa-
goiios para oa quid olf.-rece ptimos cem
. Nidia i j ij .cirenle a p->rta do ar-
masem de Femaulo Jo: llragu-z _
aC.onceUo de lima pofCaiO le saUa par
nlliacm algumi ulvaria por conta M
i|U< ro |i etenc-r.
. T.-ica I. ira o docorrenle as i i li ira
da maulla de urna (lo-cSo'do bolaxa e bo
Ucliuiha lio cae da alfandega.
tirios t do minado com loo palmos di
luml) e 4>de lrer,te ufoprio pira M
edi'ficor 3 inoradas de casas : pastando
patosa bolii.adoadcbom bezeno sip.lo9
n de iluraque pata Senhoias e rnewq4,..di-
ei i icir inoradas ue casas; psB..~ ..... i- ,ir.,,.. tfim
Ig.eja 9i W-rtiiio. no s. urtdo .dar do tos de co:dav.3 ditos de dun.,0 ael..
" J u e rr.a-rcquim/r..ncezes bolinnubos e sa-
1 i. K ___- .... iL h.,.urrn I!'.'/ por prec cjinjnodo : na rua nova I). i
,or precCJinjnoilo : na rua uuv* -. i ., -rr- u-lasas
.' Jm.escrava de naco -bollo, de fnn e grossa chapeo do Uk> ^jPj?
-ita figura com S ai.....de id. ie, qtfid.de. e bu-has de b. < udffl d-
bonita bg ora com s amus ue mu, -. ,......, ~-------- f
gommape.lVitamen.el.s. cozinb e .., lodo a preco cammodo: na p.aca d. lnde
iodo o ro.isserv V> do una es. coin Aanio peodercia n b, 7, e Hi^ri.menlo
? Ou alugt-se e troca-se dianaroenie
vellas de ceta de roeia.quaita at U uibei,-
ro-, por prego commc do: na ruado Rau-
gel D 9 sobrado de um andar.
-- |j..ini-.de Lisboa mi ios ditQS av
C o i p r a s
- U na propiedade ib- casa terrea m
qualquer iua do B mo de S. Antonio,
.|u<- s ja pequea ; quem tiver annuncie
X a*. 11 (1 a h
.una dila de naci loanda coro ai aun^s d.
idade ; uro molecao.du nacocabinda, pro;
pin paraserraou p-I inquina lem ttan
nos de iJade e 8 palm* meio de altura:
e dois escravos de uaco de lindas figuras
i- de id-ide d.' 11 a a3 unos, muilo pr
prios pira armasemde ssucar por serem
muilo robustos : pj>sudo a Ireja dos
M .iiirioi no piim.iro andar do 1. so-
brado.
* Chl branca laoo o alq-.ieire : na
prac da Boa vista D ID.
.- Unna caju que carriga iaoo t'j los
de alwnaiia < um n'-gro de a4 anuo :
na 1 ua nova D 9'.
.. 'Muilo boa ar'mlia da Ierra em s 'Cis ,
c-m alqueire dt m-dnla vellia a 6->oo e
em p rua de S A miro por detraz da rua nova
un,0iua casa prg'da ao sobrado buscind a mu
pequea, lado esquei do.
-- Um civllo iusso pedrs, carrega
d ir baix 1 e p opiiopara Senhora por ser
muilo manso ; quero quisfr annuncie.
-. Ou Iroca-se um moleque de idade ao
nios, offiei.l drtsapileiro : a fallar coro
Antonio Jo- Gomes do Cunti rua da
Aurora.
-- Uro silio com trra propiia e casa di
(>edra e cal no)air-g'dos deiieminido si
lio do muio defronle de S Migu. I : a Ira
lar na rua da Conceicio da Bja viva D-
cima 6 ir
-- Coiitinua-se a vender, na loja de h
vros na praca da Independencia n. 3; '
i8 comp- lidio de Theologia Moral para o
u/o da Seminario d* Olmd em Pernambu
ci. Pelo F-die Manuel do Monte Rodri-
gues de Arauj L-nie desla Faculdule
II O S'direduo Si-miinrio ioipresso em
hom papel e de ntida encad ruaca.)
Pr.to8soo com abale de 15000 para- os
Srs. assignanlt-s.
Urna molata de idade de ao ann->s ,
com todas as b-belid-des precisas : na roa
de IIjilas I) 68
ao Iqutires de cal brar.ca a i4i '
111 rua da Florenlini *-..brado novo.
Tinta de escre vera melbore roais ex
celleuteque Inn apancido li'sta Cidade ,
fi-it de maneia que nunca desmerec d>-
>ua cor ero pi.~sa o paprl p 11 mais fino
queseja CUJ lii.la be f.biicada p. la re
cita de Joaquina Jo.- Vi nlura da Silva,
riolei dede-Lib'a ; o cusi b-Jio a garufa e
181 meia : na iui dicadt-i. v.lln, ulade
piimeiras letras 11. 19.
Ou treca-se p.ir culro roais pert-> da
praca ou por umaoliria que lenha barro
dentro 'lo terreno; uro silio grande na es
tradi do M inlei'ocom casa anlga de vi
venda cid bistantescommodos, casa nova
para pelos, esliibana paia dois cavallos ,
ti Iheiro paia oixeira ti runo pira ludas
ai lavoras bajii paia plantar cipim' paie
8 00 10 cavallos, cipim pl miado que d
diariimenle jura dois cjvallos, pelo vrao,
v*nos ps de larangeiras vcllias 4o0 *'
tantas nevos enserl-das de vanas quahda-
des" piiiicipi.iiidua, dar, t coqui-iios de
fruclo e I--0 e lautos que anda nao d 1,
minios e. de cafe (ine do o a ao arro-
bas ao 1 i de j iquri:as de fi uclo e Jo q n
anda 11S0 dio ao ps de inangueiras d
huelo e uui.ias tanli proi.Ta adir, [ >
di limio diCj, lima da ptic a e da Ierra, 1
grande bauaneiial e nutras qu .lid -de, d.
rucias? a tialai no iiu'siii sitio d.lroni.
Jo Sampaio.
-- Superiores chapeos preos de massa ,
__Um Umpio pr priu para s Ha oa ditos de castoi blanco, e prtto, da nln
- ma moda ditos lasiicos, bicha giar.d s
de Lisboa ; e na mesma se ruuseito e ,.e
.11 a muda cbapeos d<- c^ilor e de uisssa.
-- Um ni lato' men ""BoniU fig^v -
uroprio pra apiendei qualquer offieio, *><>
paia pig.in ; as G pjnl-s esa do Padi.
Vaoi el do Muro
Uro bonito moleque d* idade de 17
niius, minio l.-l gil e sudo cozi
.,ia o diaiio de una c.a, e o'plimo |a'a
pilero oil oulro qualquer ser vico : na
lu.e.trota do R-z-uio b .lica de Jo d
Itoch Paf. libo.
Um cav..ll novo muito g-vrdo *, b >ro
e.li.aiJri.o baixo, por issu proprio para Se-
nhoia a dinh'no iucomilum pra.->o :
iu r ii 1 n >v 1 D 34
- Um p.lanquim qu tem lido mu'lo
poucu uzo : ni iui de ll'Klas do lado da
Ig'.j. il s M.iliiios D O.
Un escrava de 11 cij c >m idade d>
a, a aa anuos, ce.iiuha o diario de urna
casa I -va tan o di b na iui p.rrila pass^ndo a vend' que foi do
I llecid 1 J s da Pe liba sobrad D. a<>
-- UuKesciava de incan de ao anuo-.
de-idade bonita figura b>a eugomuia
deiia eoiinheia e lavadelia, ludo faz
coro pe fi icio : no paleo de S Pedro so-
biad de um andar I). 8.
Uro mobque de angola do idade de
II a:iu pender qusrqjer olficio : .10 paleo do
Uarnio quina da iui d- [lorias D. ij
Bicos de lodas as qinlidades fitas de
seliro paia ann-r caajrtios chapeos pan
Senhora, des>dae de palha in-ias lu
._.-.. ,1., m? -j !* -Ii'oda nai a Senhiif as e
homens e oulsas laseodas toda por precu
muilo comroodo : no ntre.ro da Boa vista ,
primeira toja de fazrnd.s pasSaudo a ponte
do lado e querdo.
-- Por pitea commodo birricis coro fi-
nllos, rb-gadas proimmenle.: na in-
di Cruz escuplorio de Jvio Auloiiio fijmn
Jnior.
botica : no atierro da Boa vista. piimeira
luja de fazenda passan.loa ponte Ldo es 1
querdo. >
-. P01 preco commodo um becca de mo- ludo por .puco mdico ; assim como se
pno com sua armicio. e cortinado de inlo-uio caapsasdo Chile' na fabrica n
casa obia de muilu boro goslQ : na iuj lo a cadeia.
da Cruz tsc.iplonode Jos AulouM-Games
Jiinior. higar, com muito poiicos fundos : nesla
- Um terreno alriz di Igrej dos Mar- Typofrafia se dii.
- Bulins de Lisboa nnics
ditos ,
mem tpalos de bezerro francs da s.oU*
- Uint loja de conros sila em muilo boa
p>"lpj a,lu nados, dilos de on Iba de bom
li-#eiro, diiosde cordavic de urna sola,
ditos de roarroquim franceses pira homem,
botina para meninos sspatos de mai.ro-
quim para Senhora a tjo'ao par dilos de
duraque pretoede cr quim e de duraque l'rancezes srpatinhos
paia meninos de a a 9 annos ludo por pra-
co commodo 5 no all.-noda loa vula loja
.- Muitor.uperior salsa parrilln chegidi
pioxim.menle e por pieco commudn : 110
Becife annasem de ManoelFrancisco Pon-
les, rua da sanzala vellia n. 7!.
Escravos Fnidos
>
Fugio no dia 4 J" Janeiro do crlen-
le um pelo de nome Fiancsco, de esla-
tura alia cor pela picado da b.chgaS,
e ifm por baixo do que xo una pone .s de
cabellos, eroum dos |.s tem umdedo gran-
de de menos levoil veslido calsa bra.ica ,
camsa ic xdla e chapeo prelo de seda ;
quem o pegar leve a rua do Qieiroado I ja
de rain leas D ti, qu ser 1 i-compensado.
-- Fogii no ultimo d- Drzeadno do an-
uo p. p. urna negr da cosa ja idi-sa de
nome Catharina, alta 'uro tanto lidia, que-
brada de ambas as verilhis quando audi
delta os peitos para fura ; quem a pegar le-
ve a .uado Agao D. J7 quesera giatir
ficad i generosa meule.
-- o.primeiro do corrente fugio um
negro creoulo qu-ripiesenla a8 a 3o an-
nos de idade esl.aluia regular Sem bar-
b com um lalhojunto a orelha direita,
Irvcu camisa de eslmipa e seroula de bre-
lai.ba cumplida chapeo de palha pe-
qii-nocmn lila prela o dilo prelo he da
Villa do Ar-caty pe lencene a Antonio Jo-
s Fiuza Lima ; quem o pegar leve a csa
d ub.ixo assiguado ,11o l.rgo de W. S. do
Terco quesera recompensado ; adveite
seque o dilo escravo veio da mencionada
Vida por Ierra <-m com pai-i a Jo annunci-
ante para nesta praca o vend r e por isso
lenha tomado o mesma caroiubo. Fran-
cisco Duai te Mcedo.
-- No da i.s do corrente dsaparicoo
nm pi to tora os siguaes fgiiinlet creou-,
Ii, lio, cheio do curpo, representa da
idade 4 a 45 anuos lem muilo pouc
b iba he natural das vaizeas de Jagoari-
be ijuem o vir p de o man.lar prender,
e com todo teguranca leva-I 1 a Manoel
FrmcisCJ da Silva no paleo de S l'edro
sobrado de nm andar D. 8, ouem sua lo- .
ja na pr-cinha do Liviamenlo sobrados no-
vos de 5 andues, que o misino generosa-
mente pagai ao conductor se o exigir ;
adverte se que o lal prelo he eirrtno da
profis>io e desi-mb.irassido pira lodo o
sel vico.
3fuvineiito do Porto
NAVIOS EN'I BADOS NO LIA 6.
RIO DE S FRANCISCO; 49 dias Sa-
mnca Noc Felicidnde du Bks:I lie i3o
t nel M Manoel D.-roingue Games,
carga farmha ; ao mejiuo iMislie,
ARACATY; a3 d.as Paiach. N*c. Ma-
na Luiza de 137 loiirl Cajiiiio Ber-
naiUo de.'ouza, caiga c>uros olla e
carne : a Antonio Jo-quim de Souza
R bejfo ; passagetros dois escravos a
entregar. _________^^
Febj. a Typ D% m. r. DB r. -1839.