Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08659

Full Text
ANNO DE i839 SEXTA J>:il\,1
#.,, .,, ,__L_____________________ ____:
CAMBIOS. <|0
Janeiro 3
I Londres l)f D, St. por i^doo ced.
.Lisboa 90 por ino premio, por metal. Non).
Franca 3i5 33o Rs. por franco.
Rio de Jane,ro ai par.
"laedas detJffoo uflM s vellins nova i{f>oo.
)t fooij 8|ooo a S/100,
'sos Coiu lunarios 1 jS^ooa iji>fio
Diitoi MeiicMuos iftto a tfftioo
Palaces Biasileiroe ij/600 a ijjftlo
{'ramios da* Letras, pjr mee 1 a a 14 por 100.
Cobre ao par
PARTIDAS DOSCORRElOSTEftRESTES.
Cidadeda Paraiba e Tillai de aua pretenco ....
Cidade do Rio 'irau le do Norte, villas dem ). s.....;,,
C dade da Prtale, e filias dem.......fundas SeiU. f..r...
Villa de Goianna ... ....*... '
Cidade de linda ............ Todos os <*'*
Villa de Santo Anjo........... Quintas feiras.
Dita deGaranliuns e PovoncSo do Bonito..... I)iat 10, e ^4 de cada raei.
Diltas do Cabo Serinhaem, Hin Ponnoso, Porto Calvo dem 1 11, e 71 dilto dido
Cidade dai lagoas e Villa de Macei...... I.linidem.
Villa de Pajau' de Flores.......... dem i3, dilto dilto
Todos os correios parlem ao meio dia.
4 DE JAMURO. iNLMERO J.
Tudo agora defiende de nfcs mesmos ; ila tu m pmdercia
moderaco energa : continuemos como im incipian.ca,
e aeremos aponiados cora admirarlo entre ai !*a$W mili eul-
tas.
Proclamaco da A'serhlea Cera I da i*.m.
Sobscre*e-se para esta folha a^ooo rr. por qoaitcl, pajos adi-
anlados nesla Typofjralia, ra das Cruxe D. 3, a oa Piafa
da Independencia D. 37 e .)8, onde se recebein correspon-
dencia luga usadas e annuncios : insirindo- se este fiati*
sendo dos propriof Slsgnanes, e vfndos assi^nadol.
DAS DA SEMANA.
^1 Segunda >jf< S, #ii*estra Pupa.
>. de Jatiriri, Toca >J< Circumciso do Senhor.
3 Quaita S Iz ,1o1 o |J. M.
3 Quinta Aptfgi B.
4 Setla Tito lii-cipoln d -. S Paulo.
5 Sabbado S Simeao Kstaliia.
t Domingo Das nos litis Magos.
' Male cheia para o dia de Jan no.
As 7 horas J> minutos da manila As 7 hora 45 minutos da larde.

US
f1------ t------r tai
gos com louca 3o meius dit >s c m tula 5 to-
neladas de ferro em aifios R caiias com
couros em cha 3 ditas rom musite de
D >one6 embruthos Com encerados lcai-
ih com linlrm 4 caixis com chpeos t, di-
ta rom conservas 6 ditas com seliM i(J id-
tiitilhns paz de ferro 1 prenC de c.'jfiar a"
b 'nicas com fio d'rame.
Fora do Manifest.
4 (^oeijos Londrh os 3 encerados J l.tr-
ricas aun sil refinado t> tnainh s d c le
a ffigos com conservas 5f> emb u'lios coqj
amostras I {jigo om amostras do luicL
A Barca Americana Edut \\u.\i <\.
13oston cunada em a- do coir.nie O
ipita Ilusst-v consignada a 1.. C {* 1-
! teia A Mansl II.
I M *etT>tt o ninfe.
?j->ixaa m>m spai'insivtH 177 l>ir-
rieas rom btcajho,, ait cmbrulnu crtn
cadeiras fch leixes ab (idos iicj' bini -
cas batidas ,,5o fardos-Com atgiti& '. 3i
ditos com lortHs 5 Utos culi brms < 1
Kussia ati) tonelada dd'g-lo 3 imu-
oviri foimis para sip.los Ii8;j ilitu
comeb, 1 arobrulbacom p^-iit ,s 1 el-
a com pbo*pboros 1 dita coiu' s- b.d l
diti coiu fumo.
Foia do M a ni fe li.
lG lisriicos batid.
WEZA DO COPULA \JO. '
endimentn da Misa do Cin-iiil.ido dcsT
Culade no miz de De^^mb'ru proJii 1 a
passodo.
PARTE OFFIGIAL.
RIO DEJANEIKO.
M nisierio do Imperio.
ln. e Ek Snr. ,Foi mui dcsagra-
d.vel ao Regente em Nome do Imperador
a noticia da divergencia q' se lera suscitado
entre V. Exa. e a Asseniblea Legisla uva
Provincial: Espera porem que brevcmn
le o--sar*' subslituindo a, a mis peifeita
lu moni 1, Couaao em que eao Brasilei-
rosos membros dr.lU, e em que V. Exa.
onliiiuara' a preceder com a discripcao ,
liimtsa e prudencia que devem t a atte-
risai' a om I) ligado do I,npe*adr pri-
meira Autoridaded^ Provincia.
Erara V. Ex. a seu de.ver se tivesse
saiiLuionsdo o l'i'ojedo de L-i numero t(>
que adoptara a A^st-mblea Legislativa Pro-
vincial ; por quanto a ningueui se esconde
sua maulesta incoaiiiluionalidade. IWm
na Consliluivao do Imperio nem na Le
que a lefonnou acertara' algu>m com o
dueito que essa A ero ble* eaerceu de
conferir ptivibgios aos seus membros; e
alein d'isso de comprebeoder nesse privi
legioa Empreados Guraes em quanio in
hibe ao Presidente da Provincia poder
empfegal-os fora della durantes L-gisla-
tura. Tal Piojelo oliendo nosss Le Fun-
damental ja porque eslabelece um privi
1-gio em favor dos m.mbros da Assemblea
Legislativa, para cuja roncesslo llie fal-
bce a necess.r!* autorid.de, ja poique
dispoem de Empi>g]os Ger,es que nao
entrao oa esphera de suas sltriboicSes.
A esta incoostitucionalid^de sub-l-nci.l
accresceu a oulia .. a frroa % porqUe foi
appi.sentado pela segunda vez, a sanceso
o tefeiido Projecio. No segundo ex.me
deste nao loi elle approvadotal e qual pe-
los dous jeitos dea memb os da Assem
bles Legiilaltva ; nem modificado no :en
iid da Provincia (he recusara *ua sanceso.
Qje nio foraapprovado t.l equ.lsee
vmei.cea por le sido Mippiiroido o sa.
fiu::ti.- periodo doaiiig.. M,Cy eque es-
ta suppresso nao loi* Inia no seulido
dasrazoes de V.Ex. bel.ii.Lem inconlea-
tavel ; por que sendo argido o Piojeclo
de iuwi.siuuqipoal leu. de outras razes,
pt la de dispor de Empregndos (jeraes, que
e.iso fo.a da alead, dis Assembleas P,u-
*incHes, a itfenda supressio nao remo-
Viu tslecbsiaculo cooiprehendeudo oar-
ligo os Euip,egados Cieraes, comoconf.s
5a a mesma Assen blea no Paiecer da Com-
misso da Constituicio que approtou. Se
p..fs o filado projeclo nao foi approvaJo U
qual nem mudiQjcado no sentido das r..-
.8 do I le j, Provincia e se V.
l'*x llis; uegoa Mambcm segundt vez a san
c,o, com 1 o attesum m docum-ntos, que
acompaulum o *e,u omcio de 17 de v/em
''"* do 'o, tornt se lamlnm
jiulf>i'M aittcouUtucipiialidade cjm qM
,'Aiiei.j rovmcui fez publicar o 0-
bredilo Projeclo de Lei.
Sendo evidente que o Projeclo du Lei
numero 16 do corrente anuo, dessa Assem
bles Legislativa off Lei que a refoimou l^nto na materia co
ni o na foi cna pela quai (ora publicado : 11
por bem o R-genie ordenar que nao se-
ja guardado, e observado com.i Lei, a-
. a dtTi iiliv.t deciso di Asiemblea Ge-
ral.
Express o be no arligo i5 da Lei de la
de Agosto do 18jj, combinado com o ar
ligo ly. qie^ nn diui casos poden as prximo passado.
Expediente do dia a?.
Olficio _k ^ Eim Snr Pres' Tnbiin.l do ThesoU'O com os Bilno>|
ila R-ceit n DcS|> sa dos meses de Ju
Ib o e Agnslo ilo c rrenie auno.
Dilo_ Ao mesmo Ean. Sur. com a
coala ajis despesas qu 'Ha Provincia tem
frito por cunta dos diffeenlMS- Ministerios
com a Revolucat) d Pai disde que leve
lugar o Hssassmo do Presidente Manoel
Lobo d Siuz at o ultimo da Novembo
Dito Ao Exm. Sur. Presidente da
Provincia pedindo para transmitlir os
dou* precedentes < racios.
Diversas Ilo{);utooe!s.
"i'
ALF\NDEGA DAS FAZEND4S.
RendimentDS d'Alfandega de Pern'mbnco
no mez de Dezembro prximo passado.
Direitos ^e j5 por rento
Plvora 5o por c-oto
<'ha 5o por c--nlo
Expediente He 1 i|a por c.
3,.{ por
Assembb-as Legislativas Provuciaes pu-
blicar sua L is independeous de sauc-
es o : I. qu'iido o t ieid uto a nao d
no praso do 10 das : a. quaudo leudo
sido denegada lie segunda vez approva-
da por (l.,Usleicos doiujiubroi Ua Atein-
blea toa denegaco for motivada por ser
o Projeclo oposlo aos inlnes>es da Proviu
cia. rxeubuma desias bypolests se ven
cou o Piusidtfule liegou a saiuco por
que o Pi ojelo oeudia uo os inltresses
ua Provincia mas a Le Fundamental do
E-lado, loule dos niais pimosos luileies-
es do Impeiio, e o mata solido peubor
de sua piosjieiidade a qml nao poden
prevalecer ca Decretos Ua As^emble^s Le-
g.slauvas i;,ovinc.aes. Igual di.po.Njo ^ Addccional de ,
aclara V. Exc^nos Aviso, de 9 o .a de r(nn de ,4 Cen.
twseojDro de i3o edeio de Jaiienude
1837.
Labe notar qu-' a AHministraco passa-
di, uos ciUdos Avisos mandou suspendei
'guaes l'roj"ctOs de Lei,offensvos da Goih-
lituicio, uu dos Hile resse Gcraes posto
que os respectivos Pimdenles os livrssem
sanrtionailo. So. naoob.lante a sanecio do
Presdeme, oGoveino Grf%| lesoUeu mh-
peuder por SUa manilesia nubdade as L is
Provincides que considerou coutiarias a
Conolituico rasodesolva lem V Ex.
para se recusar a 1 xccuco de urna Lei,
que nem sanccionou em o Govemu
Geral a Manda observar piovisoriamen
le.
E' o que tenho a rommunicar Iba por
ordena do Piegeuie em Nome do Impe-
tailor, pira sua obv rvancu.
DeosGui'rde a V. Ex. Palacio do Rio
ile Joneiio em 5 de Novembiode |838. --
Bernardo l'ereira de Vasconcullos. Se-
nbor Manoel Felisardo de Souza e Mello.
to ao m 7,
Dita Addiccional de
rento
Dita Adiliccional de 3 ippor
cento *
Premio d ip por c. ao miz
Mollas cdculadas nos Despa-
chos
Emnlumenloi de Ceitidoens
Mullas A misas
6g 766 oq
i3r;8i'2
.-i^ 96
} 3.a,463
4.oi2,65i
-j 13 3o4
5:160,070
3.35o 657
1:096 31 4
95.i 3o,070
7.a8o
.67 370
95.6 4 720
Alfandega 3 de Janeiio de 1839.
Como Esciiva.
Jenuino Jos T. vres.
CSele d'Abril )
O Ri'gue Ingles Thomaz Lerrb viudo
de l,iveipoul entrado ev a do trrenle ,
(.'. p-.t. 5 L'sfpli \V..illu-m Ci.u'l consig-
i.auo a Jidiiislon Patei (S Conip.
M.mfesliiii i scguit.te.
284 Cd:.\as com fasend. S lie BlgOUap ,
U|2 Jai Jos <\,in ditas 1!. 1., 1 3 e-Mxas c.nn
ditas de ludio \ f.rd cun ililas de dito 3
l'caixas rom dil.'S de lia 5 ilitaS cosaniudu.
Oflicio__ Ao Exm. Presidente da ^Pro-1 zas 1 fardos rom dttas 3o birvui, rom Per
vincia c faZ aajliualtnente com o Telegialu da Tur-
PERNAMHL'CO.
TllEZOLRAiyA DA PltOVfNClM
Elpediinte do dia in de Dezembro de
1H38.
^ ^n Direitosde 7 por c/nto
'----- de Exporlac-O
Dilo de 1 por cento de dita
Dilo de Ancoragem
Dito oepisitadus (jue exce-
dcr';6 do Btino
Em'lumeulos de Ceitid-s
'ap I dos'Pssaportes Irajie-
liaes
M'llas por iiifrsccoens do
Regulameu o
A Rarra Inglesa Costas He Ferro, vinih
de Li"'""--'! e:tr. d.% em a do ;::nr:;!
CapilH M'xes couaignad-i a Me C^l-
raont Comp
Maiiifehtru o Mguinti'.
200 Toneladas de C.irv de pedra.
27:7, '..jj,
i'^.laW
4:.7.(37
4,*o5ji
a tu
. 3 10
^agem 3 carUfei com dita 8 li irric >s com dita
acallas rom." paoel >.:mo dit.-s con s,.li i'i
le djfi Colbgio desla Cada de 1, 53 dilas com' qui ijos 108 bai. ic.s'rom s-r-
lo ila rajwM (juo so-defe taser com a vea'3 ditascom iiiuiha de t:i;o 1 caixa
til 1 I- 1. ... _______ C_____ _*_!..
Llu de Ferttandu i auno Manrciro de
de 18.^) a iSp
com toupa leita 5 J l> 'i rii
ilit.'.'s c.'ih iLun b-' dt mu ir o 3o gi
Uendimt-ntos das Proviu-
n#s.
D simo do assucar das Ala-
goaa
Dilo do algoda da dila
Oito de*dilo da P^rali ba
Diln de dito do Rio Glan-
de do tS'oiie
Dio do tasajear de dilo
Dizimo dusssuc.ii d^ata
Piovincia
Dito do a|gVd,6 de dit
Dito do Cal
Dilo do l'umo
I'.JW de 4o is. por sacra de
talgod. inspritado
Dita de ni is. por caixa
de iissticar diio
Dita df 4-j rs. |or f>\j de
dilo d.to
Dita de ?o rs. r 1
bltica de dito .
9'v 93 147 ,.6i
6 5 .> 1
11,03*1
3 :al { 117 i4j
o 7 jt i/ao.
11;. )->
7'5>(7
5 ~30
I71 yf>T



i
DIAR
11
DI PERflAMBUGO
m
Dita de 5 r. por escravo
esportado. i4o,ooo
Descont de 16 por cento
dos Ordenado* de No-
vombro 86.a64
438*3,8*9
Mes do Consulado de Pemambuco u
de J meiro de 189
O Administrador.
Miguel Arcanjo Monteiro de And rada.
_ A Pauta he a mesma do non. 378.
ARSENAL DE MARINHA.
O Arsenal de Marinha tendo preeiss
de comprar urna porci de feijio, touc-
nho, e vinagre, o respectivo Inspector
convida por tanto a aquellas pessoas que
taes gneros tiver a qae compnreca com
as amostras as li boraa da man lia 1 do dia
4 docorrente .para se effectuar a compra.
Inspercio do Arsenal da Miriulia de
Pemambuco a de Janeiro de i83g.
Francisco d'Assis Cabral e I Vive.
Inspector.
PRFEITURA.
Parte do dia a de Janeiro de 18J9
lllm. < Exm. Snr. _Fora presos hoo-
teui a minha ordena e liveiio destino :
Jos Bnlo Frreira branco e Ch islo-
va preto escravo de Jos Caetano, pe-
lo Commissario de Polica do Recife, poi
se opsjicarem mutuamente resultando 6-
car bastante maltratado o ufarido Jos
Rento ; Mmoel Josquim de M >raes, bran-
co pelo Sub-Prefeilo de Santo Antonio ,
por estar com desacato no meio do povo
baleado nos chapeos ds pessoas que eala-
vko havrr o fogn que se soltava na Feati-
vidade do Snr. Um Jess das Portas-, Lou
renco preto escravo de Jos Lu/. poi
un soldado de Polica por estar bastante
ebrio } Venancio Fernandas lanibe.ni pre-
to pela 1 patrulb* lo Carino por bri-
ga ; Rento Martin* branco e, Benedi-
cto Francisco preto pelo Sub-i'refrilo
da Boa-vista o i. por denuncia de ser
aasaxtino e o %.' requisica de unt her-
deiros ; e Antonio preto escravo de Joa-
quina Ignacia de Jezus por querer roubar
a inforcar as 8 horas da noite no atierro
dos Affjgados a cujos grit Cidad.6 Francisco Garneiro Mazado Ros ,
e o prendeo.
Nada mais consla d js partes boje recibi-
das acata Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeituia da
Comarca do Recife a de Janeiro de
i83o- Ulm. e Kxm. Sr- Francisco do Re-
g Barros Presidente da Provincia
Francisco Antonio de S Brrelo Pre-
feito da Comarca.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
DE O .INDA.
3. Sessio ordinaria de aa de Outubro
de 1838.
Presidencia do Senhor Guedes.
O Presidente abri a Sessa estando p'e-
7.en le os Snrs. Vereadores. Dr. Rozelles ,
Laage Jnior Maciel Monteiro, e Fi-
gaeiredo 5 faltando com cauta os mais
Senbores.
Lid.1 a Acta da antecedente fui appro-
vada.
O Secretario dando conla do expedien-
te mencionou um orH'io do Fiscal da Fre-
guesia de S. Pedro MaMyr mencionaud
novidades em duas corridas que fez ua sua
t-'regpes:a.
Na mesma Ses>o se nassario os man
dadosseguintes : ao Procurador pata se
pagar da quanlia de ao,38j de azeite a-
f ua qua disp-ndeo pira as pritoeos da
Gadeia desde \g- sto Satembro
Oulro ao Cirurgiao m ir do partido di
iaaiiria.de 5t Uooo teisde seo ordenado do
loarle! vencido em Juntio do crrante nuu
que o Procurador Diniz deix u de pagar.
Outroparaser paK os Km pregados da
Cmara da quanlia de 35 Uooo rs.
OjIM para o Procurador pagar Manoel
Jos do Nascimento da quant a de iUa6o
is. que despendi com 4 prelos na corrida
qua fes de caens daados-.
Outro para ser paga o es Fiscal Joa6
Bipiisla da Silva Manguinho da seo orde-
n ido da ultimo de Marco do correle
aano.
Houverao varios rwquerimentos de par-
tes que se despicharlo e par ser dada a
hora o Presidente levantou a Sesso. De
' 6z a presente em q' assignarao Eu Jos
jaquimldu Figueredo Secretario o es-
crevi. (juedes Presidente. Rozelles,
Maciel Monteiro, Laaga Jnior efiguet-
redo. Est conforme.
O Secretario.
Jos Joaquina de Figueiredo.
ANNUn'CIO.
O Snr. Collector da Contadoria Geral
de K-ndas Internas Proviaciaes manda pe-
la ultima vez ftsar pub'ico que esta findos
as 3idias que a L-i tena designado para
o rece b ment do cobranca da Decima dos
Predios Uibinos desta Cidade e dos mais
Impostos Proviaciaes, que e.u5 a cargo
da dita Colleetoria o que pastar a faser
effectiva tal cobranca por meios execulivos
se continuar aaorosidade nos Propnaten-
os no pagamento nao s do semestre que
se tindou } como dos'mais trazados que
estiveiem a dever desde o a. sime tre do
a> no financeiro de t833 ate' o presente.
Colleetoria Geral de Rendas Internas
Provinciaes 3 de Janeiro de lt3g
O Escripturario.
Jos Guede Salgueiro.
Diario de Pernambuco.
dote intolerante, perseguidor, que, ea-
quecendo os preainitos ate Christo e a mis
sao de seus Apostlos, on^itu* o seo prio
cipal dewr na intolerancia da fragelid^de ,
e hs perse;uica dpeccvlor mas o que
comoexemplo, e cowr*a paluvra ensina ao
povo urna mar*l pura, e dign d Religiio
de paz e de miaericord;a que professa-
mos : q"ue ve.rdadeiro patriota nao o mi
litar, que, para coadjuvar eanarchia,
desembanilia 1 espada com que o mimo-
seouaNicio s pira defeza ua, mas o
que rjuer sotes ser uma maquina de fazer
figo, comodizia Frederico, do que cons-
tituirse politice, como Cromwel : que e*
verdadeiro patriota nao o escriptor publi-
co que, dando ensanchas a o odio e a
intriga reduz a imprensa a vehculo de
injurias, e ataques pessoaes, mas oque
r.onhece que liberdade da imprensa se
deve a perfeicio das sciencias e o conhe-
cimento da verdade, lu necessaria para a
feliciddde dos povos. Kinfim pela leitura
Jo que entre oulras Nacdes occasiona o
lurn, e produz o mal a prende-se por ex-
periencia alhsa a fugar d'este e a abracar
aquelle.
Diremos semintmente am artigo sobre
o commercio e sobre o interior da Pro -
vincia. Continuaremos a dar omappa da
Importarn, e da Exportacao da Provin-
cia sendo o da Impoi lacio do anuo finin-
ceiro, que aeabon, appreaantlido j no
ex rindo.
Distreza Oratoria.
mesmos escravos para aunirem-na cornal
em oulro lempo se chamara a familia para
oovir a doulrina C-lirista. Mas, se a taes
leitores Ibes lepara a leiiora algum srtrRO
instructivo sobre a moral, sobre os deve-
res do ci ladio. 011 sobre eurra qoalquer
materia seienlifica qu* faatio, que tedio
os acommette ? Ou Ian?a5 o peridico a o
cilio ou dormita co n se livesem lo-
mado uma boa do>e de opio*
Ento ni pader-rhes-iaroo* -elamar com
o Orador Grego. Vede, meu Deus com
pieindiffereuca horoens, que se dizein
lires, desprezaS o com que se Ibes pode
vigorar a mesma liberdade e s pr0cura5
quanto os degrada do honroso titulo de en -
les moraes e racionareis esquecidos por
ventura da judiciosa san tenca de Biyte."
Oa autores Siliricos diz este Sabio sio
os homuns do mundo contra quem os
leitoies mais devem precaver-se : Lesau-
leurs satiriqu s aont les gans da
monde contre les quaU H faut q-a' un
lecteur soit le plus en garrb.
___________ O RR.
Cdculo dos roubos commeiudoa em Lou
dres em 10J1.
Principia o sol a sus nova carreira ne^te
auno de 18J9 di era Christia a deeimo
oitavo da feliz emaucipaci dos Brasileiros ,
e principiamos nos tambero no curso df
n ssos trab mais proveitosos aos que nos lerem por
que amantes do beui publico e inteira
mente votados a o proveito de riossos As
signantes temos procurado pessoas que ,
coadjuvando-nos poss- enriquecer-nos
este Peridico com ai tigos inleressantes ,
por islo que proveitosos pureza dos co
turnes e persuasivos das instituices vr-
dadeiramenle liberaes estarelleasempre
em harmona com as luxes do secuto ev es-
coimados em ludo quanto por ventura nos
possa retardar a marcha que nos ha mar-
cado o dedo do Destino.
Seremos como at boje pontuaes em
publicar, das differentes Ldhaa que re
ceberraos as notticias as mais inleressati-
les de todas as Naces, e principalmente
das que estiverem em contacto com este
Imp'-rio. Da resenha dos fados aconteci-
dos entre os difidentes povos do mundo
podero os nossos Leitorea tirar pr illacio,
que a felicidade de qualquer Naci esl na
rasio da felicidade dos individuoa, que a
compe, e que a felicidade dos individuos
provm das boas leis e de sus fiel execu-
cio. Conhecer, que verdadeiro pa-
triota nio o Legislador quo desperdica
o lempo em divetmenlos, e em fazer a
corte aos grandes, de quem espera rendo-
sos beneficios para si, e para os seos ; mas
o quo o emprega em adquirir um apanda-
cabrdai de conheci ment, para cojo fin
necesaario continuo estudo, eassiduaap
plicacio : que verdadeiro patriota nio
o ministro que julga a sui vontade como
unica lei e que em vez de adorar a Tin-
mis s rende sacrificios no aliar de sua
conveniencia, mas oque, igual a os Juizes
do Areipago, senlences, sem ouvir -
eloqiaeneia das paixes; e, no meio da ob-
sruiidade, que Ihe occulla ludo quinto
posaaa perlinbir-lhe a anuncio, oulro
M Dugas queprefere a bi ateza do pao ,
que faz a f aoo luizes que pode augmentar a ua :
(*) que verdadeiro patrila nioosacer-
Demoalhenes Orador Atlienienie pa-
rou um dia no meio do seu descurso, wn-
do que o povo o nio escutava e poz-se a
contara fbula seguale: Um joven A-
ibeniense tinha alugada um asuo para
a fazer, em lempo de esli una viag-m
de Alhenas Megara. No pino do da
a nio pudendo j suportar os ardores do
)> sol, quiz, para evitar os seus raios ,
meier-se debaixo do asno mas o que
>i Iho tinha alugado nio consentio di-
sendo, que elle tinha alugado o asno ,
n mas nio a sua sombra. Retorquia o jo-
ven duendo qua, alugando ede o aa-
no tinha lambem alugado a sombra.
Acb indo Di-moslhenes de dtxer estas
palavras quiz descer d.i tribuna ; mas o po-
vo nio consentio que elle se retiraste e
instantemente Ihe pedia houvesse de di
zer Ibes como se bavia terminado a dis-
puta. Eirtio o sublime Orador elevando
a fulminante vos que fazia tremer ao Rei
a lectores de Alhenas, vede cita que a-
videz vosso povo escuta contos frivolos ,
epueriz, e a criminosa indifferenca ,
a eom que recebe os nossos couselhos so
lue os ra.iis caros interesses de sua pa -
a t ia ?
(Traduzido.)
Podemos deste cont tirar por morahda-
de que a maior parte dos leitores das fo*
Ihas publicas em ez de procuraren nos pe-
ridicos a verdade de qu-^m s pode ema-
nar o hana geral e inesmo o particular ,
s se deleitad com a satyra mo'duz, e pi-
cante : o qua infelizmente demonstra o
ttra/.o em que anda estamos em conhecer
9 verdadeiro carcter de um povo livre.
Leitores ha, que, lancauda se a um
peridico, como caes a um osso, es pal bao
com avidez por todas aa sua* paginas as vis-
tas a lim de encouiearem alguma descom-
|iotura que para taes pesso.is a obra
pn-iia do ngenlio humano ; e se o infe-
liz padeceule aigue n do ministerio, um
beca, 011 algum em pregado que satis fa-
ci que tem os boas dos leitores Le-se,
erele-se, f, se possivel, decorase a
passagem como se fosse o episodio de D.
|{iiezde Castro ou do Adamastor; con-
vid-se a mulher os filhoa e al os
( ) Os padeiios de Lyon qu^rendo.
nue o po sobsee de preco procura'6 o
patrocinio de M Dugas, entio Conserva-
dor dos mercado/es e par o bm resulta-
do do seu requerimento Ihe detxara so-
bie #meza auo luizes somma que su
punlnter ttioquostcia nicessaria para pe-
rorar-lbes -a ua cansa PatsadoS alguns
das, vollira para recebar a 1 esposta do
1* Pelos domsticos
a" Sobre o Tamisa, e nos
Caes
3 Nos docks, e as vas
publicas
4o Proveoientes de moeda
falta
5" (leas da bilhetes da
banco falsos -
Rs
a 8} o: 000 o t>
a.-ooo.ooJt' >oo
.._o____ti___
..VUJ.UIIUI V.W
800:000 s 000
jS >:ooosooo
8 5oo: 000*7 roo
Contando em Landres 1:100,000 habi-
tantes 'sem contar aquellas da qua vjiii
fallar segue-se que a misara ou o crima
tira annualraeote da opulencia ou do com-
mercio um tributo de ]$aoo rS. por caba-
ca. Eata resenta, exualiida di Revista
Britnica, que a d como taita por ordena
do Lord paraca exagerada j roas
quaffl souber que ta Via unta o naque! la Ci-
dade ao:ooo pessoas sem meios de subsis-
tencia, ao;ooa ladros raloii-tfos t'tapa
cetros c. ; t<> 6 >o m-udigoa afora os
individuos reculhidos as salas da socieJa-
dedeazilo; quem N recordaa* que Lon-
dres capital d'um eiuo devorado pela
pobreza, onda as substituic e os aaorga-
dos team accuoauladu as prppnedadais lerri-
toriae* n'ufl pequeo numero de familias,
onde as alfandeg^s cousef va aos cereaea
um preto muito subido onda o coutiaste
perenne do luxo a da miseria suscita conti.
nuas lentaces nio podar decidir o quo
mais deve admirar ae a grandeza do mal,
se a diftieuldade quo o goVerna paraca ter
en piovel-o de remedio.
(Da Panorama n. 6.)
Magistrado ; mas qual foi a surpreza ,
e conflicto em r|iie se achara qu indo
ou virad o segunte despicho Senhores ,
Ihes disse M. Dug-s, pesei as vossas ras5-s
m balaitca da juslica e nio Ibes enconlre
peso algn. JulgU" |iois, que eia urna
accio iniqua faier gemer o povo pela cares-
lia do pi; e, suppondo qua sos seriis
contentes palo bom uso que te tueste dos
aoo luizes, mandei-os repartir pelos bus*
pitaes da Cidade a
-Trafico da Esclavatura.
Parece que ha hoja uma generosa cont-
piricio dos governos, dos escriplores o
dos hometis influeiues para acabir por uma
vez com o horrivel eoinmaicio dos escr..-
vot: uinguem como os escriplores pJe fa-
zer lio bous ser vicos causa da bu.11 mida-
de nesie ponto. As leis e os cruzeiros de
naus de guarra illudem-se : mas nio se il-
u le o odio publico e universal coulra os
criminosos de lio infame trafico : precito
se faca com que o povo ollie para os iraft -
cantes de escravos como 11.1 dado media
se olhava para um templ u 10 depois da
exlint-cio da ordem j como nossos a vos o-
Ihava para osjudeos no principio do te-
culo 16; que ao Ibes negu o sal e o lu-
me, a agua e a hospitalidad'* } qua d elle
e fuja como de empestados. Para isto nio
sio necessarias calumnias ; basta laucar di-
ante dos olla os do povo paginas escolhida-
da historia daquelle deteslavel tracto; e itj
to em um e em mil jornaes ; uma e mi
vezas. Aqu o fasemos, escolhendo um
(acto, queao mesmo lempo motlra qua
minias vezes a l'rovidencia nio guatda pa-
ra aleni do tepulcbro O cas'igo da temelb tu-
tes malvados. Este f-cio i o acontecido
com oRodeur, navio francs da acravatu-
ra. Este navio de qmti aoo tono ladas,
saui do Hivreem Janeiro de 1819 ean-
eorouem Honny n> frica, na foz do 11


'. : '.
DUlllo OE PERNIMBICO
Calahtr \ty do seguinte Mirco. En a
tripulacio de a homens, os qmes Unto
lo trajelo, como durante a demora as
)*ragns d'Africa qae fji de um mee,
?dos ; '/.arade constante boa saude. Ten-
arranjado itiescravos, amontonraS to
lis estas malaventuradas creaiuras no fun-
do d i puro e de baixo da cubera ; de
pois do que dera relia para oseu desti-
no. Apenas feriad navegado i5 das,
obse vou o Capillo q>ie todos os negros es-
tatu attacados de iiiflammac'ss de olios
Pouco caso se Tez a principio desta circuns-
tancia j mas, sendo obvio que a falta d-
ar renovado debaiio da cubetla era a causa
tiesta enfermidade o cirurgiio do navio
leu de parecer que se deixassem a turnos
subir cubera os negros.
Arrancados da sua Ierra natal pelos ty-
nnos vindos di Europa, os desgranados
retos poucas esperancas poduS ter na sua
futura sor te 5 mas ao temor do porvir se a-
untavaS os padecimentos que j soffVia5
' monioado- de dia e da noite n'um espapo
o pouco suficiente para o seu numero ,
ue a atmosphera se tinha tornado absolu-
tamente pestfera via-se reduiidos a oito
oncaa d'agoa por dia l Atormentados, as
sim corporal e mentalmente nao de
admirar que os infelices eicravosestivessem
0 inteiramente reduzidos ao desespero ; por
isso muitos delles em os trszendo a cima
da cubera seatiravaS ramedialameote ao
mar, e se derxivaS affogar. l'rocurou o
Capillo enforcando alguna embaracar
que os outros se mat ssem ; mas que im
portara istb a homar, cujos desejos e su
prema ventura consistia em morrer ? _
- Baldado este meio e temendo Capillo
perder o fnieto qae sperava colher dt sua
damnada e baibara especuliclo deu or-
deai para que por neuhuiu caso se trouxes
sem os negros a cima da cubera. A con
sequeucia desta deleriainacao foi a que po
deria ter previsto qualquer ou tro que ni o
1 J' eslivesse obcecado pela mais vil avareza ;
i as inflara inacSes de olhos nio s augmenta
ra5 espantosamente entre os prelos ; mas
por fin entroupela tripulacio: uns apoz
outroa fora5 allacados de modo que ape
lias escapara um do contagio. U terror se
possou dos coracrs destes duros e corroaj-
pidos'marinbeiros, quando rrfleclirno em
qual seria o seu destino, se todos chega-.
aem a perder a vista. Em tal estado como
poderiaS chegar a apportar a America, a-
inda suppondoqua os prelos se nao revol
tassem ? E se isto succedesse como Ibes
haviaS de resistir homens cegos, ou como
poderia confiar na piedade das suas victi-
ma elles que os lnhaSe era visado e mar-
tyrisado ? No meio do perigo semelhanles
reflexSes occorrrria naturalasente a este
m .1 vados ainda quando nio houvesse ex
mplddeum caso semelliante ; mas este
eXemplj coa elf-ito, existia. N'uraa
vikgem antecedente o Rodeur tirilla encon-
trado um navio hespanhol, o Len que
andava no mesmo trfico e cuja tripulaco
ia toda cega corremio por isso a erobirca-
cio sera rumo, carnere dos ventos. O
Rodeur, jcarregado de gente tinha dei
xado o Len entregue sua sorte : ( *')
agora era de crer qae igual fado o espe-
raba.
Depois de terriveis padecimentos cliegou
finalmtnle o Kodeur a Guadalupe ( para
ondt- fazia riagero) ail de Junbo. Do
destacados esciavos trinta enove hiviaS
perdido totalmente a vista de ambos os o
Ibtis, doze somente a de um e quatorz-
linbaS na mais ou menos tragada. ,DV
tripulacio cujo execravel procediroento era
a causa nica de todas estas desgrsc s do-
z iucluindo o cirurgiio fic-rao total-
mente privados di vista de ambos os olhos:
cinco e entre elle* o Capillo perderaS *
de uiu ollio s, e qualro Gc.iraS com ella
in.i ou menos diminuida.
(Do Panorama u. 63 )
( ) Do Len nunca mais se ouvio f..l-
Ui. t'rovaselmenle fo a pique cora todos
os que i. o nelle.
s
h
ariedade.

Un descoboi la para a Marn!.
Um Engenheii francaz tirou urna pa
tente para ama deseubarta qae pode ser da
mais alta importancia para Ylarinr. He
ama maquina hydrsulica (especie de bom-
bi ) para tirar agoa dos navios qusndo
elles tenliaS um rombo pode-se com esta
maquina em caso de urna bala de 48 ter
penetrado o navio, tira-se mais rpida
mente a agoa do qae ella pode entrar. F-
cilmente se concede a importancia desta
maquina que mutas veses evitara' muitas
desgrcas.
(Folhas Portuguesas.)
O A v de si mesmo.
Q.iem dira qie alguem podara ser a*
v de si mesmo? Ecom tudo actbi este plie-
noraeno de ter lu;ar. Um hornera A13 ca-
soo com a riuva CD mi da fitha EF.
GH paideAB, ojie ainda era frescalhote,
naraorou-se deEF filha (enteada) de Alt,
e casa com ella : desta manneira AB veia
a ser pai (so^ro) de sea proprio p >i por
conseqaencia av de si mesmo.
(Folhas Ingle zas).
O Ci sujador do alimpidor.
O mov ment industrioso faz progressos
lio rpidos, e exeice ama tal iuflue'icia
que parece le penetrado al a os proprios
animaea. Um alimpador induslriou um
co de um modo inteiramente particular.
I'ara secundar sea senhor, o cao se su ja ,
metiendo as patas e a cauda na lama, e tai
eolio niste estado esfregar-se p.jlos que
psssfo, tendo o admiravel inslincto de
conhecer os que esli acetados : o dono at-
iento aquelle manejo gnla logo. Snrs.
aqu est o alimpador : e em quanto el-
le trabalba o cao est quieto ao p d'el
le.
Logo que o odustiioso recebe o preco
do seu liabalbo, o cao d a cauda como
exprimindo que este dinheiro o Congola das
pancadas que leva pela cabrea, e que Ihe
grangeiaS os seu* a fagos agente quepas
sa e elle suja. Ha pouco um inglez quiz
comprar aquella ci, e offereceu graude
preco i porem o alimpador rectuou o mer-
cado. Assegure se que o dono e o cao vio
representar a su industria.
(Diario do Rio).
Descoberta para obier marido.
Miss Natalia, S. joven sen hora ja um
tanto murchinba, por contar os seus a8
anuos de id.de, que nasseohoras ha pun-
to de ficar, ochava sa, nio obstante ser bel-
la e rica ameacada defiuar solteira toda a
vida, porqu nio se apresentava ninguem
que a pretendes**. Seu to era hornera d
recursos. Compadecendo-se desu terrivel
posico. imagiuou hum meio de saplisfa*
zer-lhe os desejos^ e a experiencia mostrou
que deu no vinte. Tomou sos sobrinha
consigo e emprebendeu huma longavia-
gem. Em toda aparte onde ebegiva Miss
iN-tlhalia faia-se chamar Mine, de Ligny,
fjsendo se passar ao mesmo lempo por urna
viuva joven e rica, que truha lido a des-
graca de perder seu marido por occ*siao
de um accidente a capa. O to nio deixou
de apresenlar su aobrinha em todas as
companbias fasbieoable onde a nueres-
sante viuva excilou geral admirscio e f|
quantidade de conquistas. Todo o mun-
do laslimava o pob.e Mr. de Ligny, ar
raneado pela mofle dos bracos de u que
rida esposa, de pos de tres nicos meses
de feliciuade.
Segundo o que o tio tinha previsto a
preseniariu-se prclcndeutes em abundancia
e o cas-/nenlo com um delles fui ajustado
srm peder lempo l're. isameute nas ves-
poras das bodas, pedio Mr S huma con
ferencia pai licular o feliz aspnaule, e cha-
mando-o a parte a Sor. Ihe diz elle,
eu emioha aobrinha devemos pedir-vo.
peidio de haver-vos engaado Como 1
respondeu o noivo todo assuslado IMme
de Ligny ja me nio anW-Nio he isso pre
isame'iite lornou o astuto velho. Mmha
sobrinlia nio nega o vivo inleresse que sen
t-pela vossa pessoaj mais tiata-ie de hu
mabtincadeia, que por oulia parte ni,
fss injuria a nmguem. Minha aobriuha he
tica, mais rica do queu vea disae, maso
facto he que nao he viuva, como vos p<-i.
saes. Nome d Dos (acudi o pr*.ten
denle aqci d*e m ule ) : he po?f
que Mr. da Ligny esteja ainda viro
Tambem nio he isso, respondes o tio ;
mas mmha sobrinha nanea foi casada.
O amante confessou q'era mais feliz do q'
sperava, o adonsella ja marcha era, no
dia seguate huma esposa nio mui dura-
razia.
(La Mjsaiqae Francsise.)
Noticia Arcbeologica.
Mr. Ray capita5 de um navio ameri-
cano acaba de descobrir na costa do
Per' as immediacoensde Garrey, pro-
vincia de Fruscillo ; hu na cidade sepul-
tada. Seguindo o curso de algamas exca-
vacoens que mandn faser achou as pe-
redes dos edificios anda em pe e
muilos delles completamente conservados.
D extensae do numero delles infere o
capitad Ray que acidada m5 poderia ler
men> de esqueletos e di roommi.it mu bem con-
servadas se adiarlo no meio dos edificios
sagrados e peliculares assim com gran-
de quantidade de utensilios domsticos ,
movis moedas e outras anliguidadea cu-
o-.as.
O tremor da Ierra que parece ter en -
golido esta cidade da ares de harer co-
mo em Pompe surprehenddo os Inbi-
taates no meio das suss oceupacoens diari-
as: muitoa delles, singularmente conser-
vados pela exclusas do ar atmospherico ,
fora echados pelo capitad Ray na acca
precisa do mmenlo em que a catistroplie
os pan bou. Ilim bomem eslava em p
t-m aclrtude de fugir vestido com huma
esp ce de roupad em cujas algibeiraa se
encontraran varias moedas que foraS re-
medidas no instituto scientifico de Lima.
Tambem se acbou huma mulher com hum
toar diante de ai na accaS de tecer huma
peca de algodaS de extravagante modelo ,
mas multo b-na fibncada. Todas as cu
riosi iades qua se desenterrarlo desta Pom -
pea da America forio remet idas para o
museo de Lima.
Longeridade dos Russos.
A Russis he de lodosos paizes do mun-
do aquelle em que apparece maior numero
de exemplos de grande longevidad-. Um.i
b a recente de eslali-tica apona ii-ji pes-
soas moilas no periodo de 4 anuos as
quaes todas viverio para cima de cein an
nos ; 1064 que psssaraS de 1 oS ; 558
?oom mais de 110 ; 3a(j fallecidos depois
terem completado n5 ; aii que chega
raS a 110 ; 80 que morrerio de mais de
ia5 annos ; 47 que viverao mais de i3>;
10 que subirlo a i4>; e finalmente huma
cuj longa vida se eslendeo a i5 1 annos :
em tu jo 5470 pessoas de miis de cein an-
uos de idade.
|a
ANCDOTA.
Houve n'outro lempo hum Arlvog-ido ,
que trat.iva com actividade de algumas cau-
tas de grande ponderaca d^feudendo
cora ardir a |u-tici de seus constiluintes.
Alguns Magistrados que eraS Juises as
uii-sinas ou fosse por starem pouco cos-
lumtdos m que se-lhes dicesse a verdad ,
iiu por outras circunslancias que natural-
mente se d-duem dts cauzas os lae>
.Magistrados se declarra inimigos capilaes
do Advogado ; e para arruinar seo crdito
a priva-lo dos meios de subsistencia, pas-
saiio a publicar por toda a parte que el
le os insult >va em quantos papis fasia ;
Ugrariando de si a honra O'obidade 1
desinteresse ( virtudes estas s proprias
do verdadeiro Juiz ) para ullimirem suas
perveis uit ncoens comm-'cirlo a acon-
seltiar as parles e os procuradores para o
desampararem. Enlre ouiros fictos h<
noi r o seguinle t luir poz-se urna Ap-
pelupao para a Relucio de basa sentenca
que foi injiistameiile revogada veij
paila que ludia just ca com Kmbirgos ;
hrigiudo se a casa de hum dos Jui*es part
Ihe aser ver a injustica com que liavia jul
ado ; este nspondeo eu sei que voct
tera justica porum pode ter a cert za de
que nio a ha d-obter por isso que ai-
ignoro que Q* E nbirgos forl > leitos pelo
Advogado F. e tudo quanto na Rellaci.
a;.|)srecerd lie baja ou naS justica smpi.
h< de Itr sentenca contra.
"
Veja-se que tal era a pbiianlropia do tal
Magistrado .' !
C Do Espelbo da Jusli?a. )
LOTERA DO LIVRAMENTO.
As rodas desta L-ateria aodio impreter-
velmente no dia 4 ^e Ferereiro prximo
indouro ou antes, se antea se concluir a
venda do pequeo resto dos bilbetes, que
exislem.
Avisos Diversos.
_ A pessoa que annunciou percisar da
bum rapaz para lomar coma de huma loja
de miudecas por blanco dirija-se ao paleo
do Collegio, renda de portas amarellas ,
que achara com quem tratar.
_ A caza de pasto da ra doe Quarteia
D. 8 precisa de hum creado qu ruteada,
de copairo : quem eslirer nestas circuns-
tancias dinja-se a dita casa para tratar do
ajuste.
_ Na ra da Cruz N. 6 ha para vender
hum preto de naci Ca buida .de idde de
u5 anuos, pescador, e mostr de assacar
proprio para eugenho.
_. Aluga-se o primeiro e segundo andar
e luja da .asa de 3 andares sita no largo do
Lirramento do lado da sombra D cima
18.
__ Ha para render huma negra moca do
dada de i4 l5 anuos sabe eoziuhar o
regular de urna casa, com bom principio
de engomado sem vicio alguin : quem a
perleuder dinja-se a ra de Sao Jos rea-
da da quina 1>. 37.
__ O rebjoeiro qae mora.ra na ra No-
va D. ag, auiiuncia a quera convier, a
seus fregueses que mudou se com seu es
tabelecimenlo c rae ealabeleeer-se na iva
das Crase parede emeia da TypograG;
quem precisar porem de fallar-lhe por estes
di s o podo procuiar na ra Nora ae p da
ponte loja de Luis da Costa Leile.
M Aluga-se por dez das somente, ou
mesmo compra-ae, Duelea Cavatinas ,
Sympbonias e Valsas para urna ou maia
duas flautas : quem as liver dirja-se
esta Typugwha; ad ver te-se, que las-se
bom negocio seas peasas mencionadas fo-
rem crrelas.
__ O abano assignado faz scienlea lo-
dos os seus Alomaos que a 7 do cor-
rente mez o dia d'aberlura das Aulas da-
Primeiras Letras o Francs ; como taa
bam avisa a todoa os Surs. Paes de Fami-
lia que do eu preatimo se quiserem u-
lilisar : dirija-se com seus filios para oa
matricolaremd'oje at t do correte Fo-
ra de Porlas em a ra de Santo Amaro
casa D. 3 para no dia cima declarado re-
ceberem as Primeiras Liccoens. Joaquina
Joze de Santa Auna Barros.
Ofierece se bam homem portugus
para caixeiro dearmasem ou cobraocas,
e que tem bastante pratica de negocio do
pai/. ; quem o percisar dii ija-se a ra no-
va D. it antea de chegara ponte da Boa
vista, que sa Ih informar quem o ao-
nuncianle.
Precisa-te de hura rapa: dos chega dos
ltimamente do Porto, de 11 s 14 annos da
idade-, que saiba ler escrerer e contar, o
d algum abouo a sua conducta. Ad verle
seque he para Macei. A iractar no Forto
do Mallos com Firmino Jos Fellis da Rosa.
.. Precisa se allugar huma casa terrea,
no baiiro de Sanio Antonio, para peqoa-
na familia nao excedendo o s>o allogucr
a ooo res: nasia Typograa sa aira
quem a quer.
Quem se adiar as circunstancias de
tomar conta de huma loge de raiudesas por
balauco na ra doQu-imado querr an-
uuuciar a sua morad por esta folha para
se procurar.
f> Ha para serem allugados presea
apios para qualquer servico bracal, e huma
muala par.i todo servico de tasa, oa prs-
leiidenU'S dirijio a mi da praia sobradi-
oho por cima de onde morou o BaibeU
rj.
Precisa-se de t casa terrea e sita aoa
lugaies seguinles : Pxleo de Hospital, dito
do Carino, ra do Roaario Estreita dita
do Lvramenlo ; quem a lirer sr.nuaaia
,ra c procurar.


4.
^w-
5=X


T

*f
'i
I
f.
4
DIARIO
DE TERNA M BCO.
Sendo Hft'ndio <\ s nti. ntos iJ'Jtna amana, e o tnico cun
lravel beneficencia, ( virtude que n .1
tai M-melItar se o bo mida mais apreciavel se toma aquelle. s n
I ranlo quauJo l*nde a elevar o m rilo
recomendar o Intento lie pois 'lima
I 1 .i'sse mesmo sentimtnlo q'ie ouio pe-
gar da petina pira prestir devida liome-
itngnn de gratido un do< mais babel*
Facultativos d'esl Gdade o Sr. Miguel
IVIicio da Silva cojos conheciment .s C-
rurgicos ioass'z conliecidos II-o ciso ,
i|uc tendoeu sido infelizmente ferido cora
6 lnll'.s uaia m-* fractiirou o braco d rei-
ts outra varou me o e3qu*rdo duas en-
II e s cosidas e o quad>il do I ido esquer
di outra *ob eos rinl, e oulra finalmen-
te m coixa da perna direila; convoque!
umi consulla de Professores de Cirurgia ,
matjo quasi todos de parecer que m
nao podia encapr sm mu ser feita a am-
pui-co do braco fraclurado, so o Sr. Mi-
guel Feliciose oppoz a lio birbira senten-
<;a e se atreveo a encarregar-se do meu
curativo, at que cotnelfilo me p >z sao,
ti alvo de todos os ferlmentos fu-ando eu
np-nas com urna p"qu na ii.hubeh lada na
mao direita a qud houvera certamente
perdido; til vez com a existencia a n\ >
ser summa pericia do Sr. Miguel Felino.
n quem serei eternamente grato e amis
.leixarei de render 01 devidos en^omhs ,
l>sstoque me fallecii os conliecimpiiiAs e-
cevaaiios para digTiardPiile cumprir lo sa-
cado d.-ver. Rogo Ibes p^tanlo. Suri.
Iltedaclores que se dignem dar obimen-
1 no seu eslimavel peridico a las tos-
is buhas cono um pequeotributo pres
t.do a virtude, de que Vine, sempre se tem
mostrado celosos propaladores. -- Jos de
Aibuquerque Maranhio.
-- Useja-se fallar ao Sr Joe! Lufa d-
Andrade e Silva ou ao Snr. Antonio de
Andi'ade e Silva para negocio de inte
resse ,- dirija-se a bordo do Patacho F.s
i l.qa de cera.
Joio Mendes de Oveira ,' \*t. sc'ei-
le 80 Sr. l/Olector das agods ard nles de
rmeducSS Basilewa qo* deixou de v-n
li.-.r tal genero em sua venda na roa do A
piro era Olinda n 9 desde o dia dota
ilocorrenle.
Primo da Trindsde fiaz sciente ao Sr.
The-ouveiro di Lotera do Livramento ,
mu* sendo sais premiado o ni-u billi te 11.
ijrjfi', o o pague sena ao propiio an
tuneante em razio-de se ter extraviado.
.- Como odia 4 de Fee rodas da Lotera do Livramento, o abaix
usignado socionista das cautelL* da m sma
Loleiia convida ao amantes ib-ste jugo

en las : ni rm nova paderia de Benta An
toio Dominfues.
- Joio AI ves da Sdva Cirirgio na
pavoaca deN. S. do O' de Ipojuca tem
em seu poder um moliilinbo de nomo M t
narda, de idade de 11 anuos pnuco ma
ou ro'nos que diz ser forro e natural
dd.Micri, eque vinh em companbia de
um borneo) pira o Recile o qual Coi pre-
so entre a cambia e o Cupe e nesii occa-
sio se exlraviou des>e bomem e foi ter a
ctsa do ninnnci-nle o qi faz publico
pira que ^e acaso for escravo cliegar ao
coiibi cimento dd seu Senbor.
A' Juventude estudiosa
O Bicbart'l Antonio Mara Cbaves e Mel
lo, des-jand') u'lgum< maueira con-
iiibuir com o hmili'lu cabedal de suas for-
caspara o dfsenvolfimenlo inlellectual di
Juventude de cuja llustmcao depende
esseusialmenle o pr^gressodi civilisicao,
e o augmenti da s< fiedade lia cuiijebi-
do o designio de abrir 11 esta Cidade do
Recile, duisauhs, em que pretende en
siri.ir a> seguiotes di cipilis.
I. (ira-nm .tica e ling'ln la'ma,
a. Pliilosopbia R conal e Moral.
Qlugir desifjnado para estis aulas a
casa, que fui ( vulgarmente f liando ) da
nev na ra da cad ia no R-cil'e.
A Matric'd.i aclis se aberla defrontf di
greja do Corpo S.nlo D. 4 primeiro an
dar.
A abertura das aulas ser impretewvel
mente por todo cpenle mez de Jimio o
que se f Os que (r.quentarem a primeira aula
naga o mensalmeiite a modici quanla de
4 000 os que requcntaiem asegunda pa-
galio 5,ooo.
Hrecisa se nlugir nos bairros de S
Antonio ou Boa Vista um sobrado de a
andares decente comromm>dos sufienles
par* grande familia quinta! e cacimba ;
quem o ti ver dirija se a Ale a do Consulado
.1 filiar *u respectivo ailmifi'blrhdor ou a
su 1 ci>a na ra do muro da Peuba Dci-
ma 18.
- Q iem precisar de um porluguez pura
ciixeiio de eugeiibo e mesmo para venda
endo para ff da prnca din'ja-se a rus
nova ao peda poute I >ja d< Luz da Costa
Leite.
(ue.m tiver para lugar um primeiro
andar de um sobra lo, ou urna c i>a terrea ,
uas m is da itaiigel Direita, das Agua-
verdes Ilor as pateo do ( amo e di-
S Pedro que o seu lugue.l nao exced
de 8 a 10,000 ah'nu'ila
Quem precisar do um oplioio C07
nbci p ulugue/. diriji-se ao beco d
Tren em m assagua.
-- Q lem precisar de um caNeiro por
luguezde idade da 18 a 90 anuos, ptr*
luja de ferrageni arm s*m de mul!iads,
un de cobrancas annuacie -ut morada.
-- U01 pintor b.bil cheg'do uliiinanien
te de Ilimburgo ulleicce os setis servicia.*
quellis pcS-jji q ie quiserem mandar pin-
tir na suas cas s e (rabilba' com prom-
ptido e a precu comm 'do ; q lem qui
ser utilisar-se deseu preiti no diriji-seao
PARA O ASS' aabir mprcleriv.l
mente 11.0 da >ado correle o Bergantim
Brasileiro Paquete de l'eruambnco ; quem
qulser carregir on lurde piss'',em-, diri-
ja se u bordo fundiado defronte da bn-
goeti ou ao forte do millo quina da ra
di Li[i no -a. audir a t aUr com Lo
poldoJo da (,'osta Arajo.
Lelo
Nidia 14 docjrrente a porta do ar-
mazem de Fernando Jo> Rraguz junto
a Conceico de urna poica o de salsa par
rillia c>m algumt alvaria por cunta de
qutm pretencrir.
C o tn j) r a s
Umaescrava sem vicios para o ser-
riendo casa : na ru nova paderia de len-
lo Antonio Domins;ues ; asim como pre-
cisa d urna ama forra ou captiva para urna
casa.
3
V e 11 (I a s
h eoucrrerem a comprar o resto das cau-
tell.s Luiz de Franca d 1 Cruz Ferreira.
-- Prtcisa-se d um menino com preffl-
lenci do mallo de idade de 8 a io anims
para caixeiro de urna loj de fazend-is : na
1 u 1 do Livramento D. 7.
-- Aluga-sea loja da casa de 3 andires
no largo do Livramento lad 1 di sombra,
D. 16 : na rus doVigaiio u. 13.
-- Perde'i-se no da primeiro do curen
te to lugar do Sr. Bom Jezo,s das'Portas ,
i-u dentro da greja, um pssJ>orle do bteu do C'Lbuuce D. i5.
PfeeitO da Paraluba, e coma |iingiim
po 1. 1 por isso roga se a quem o acbou de an
nmiciar ou levado na ra di Madre de
Dos n venda que f*i do Revendo 011 na
ra de II o tas casa Unto a Igriji dos Mar-
tirio, que se Ibe dar o acl.ad..
- Quem precisar de um rapiz prtuguez
para venda ou paderia annuucH a sua
morada.
Pergunta-se a quem aouber responder
su a guarda da ribeira da Boa isla ( assim
1,ato lalvez todas as mais ) c-mprou esent
sos de que tanca mi para Ibe varrprem o
>n-mo lugar da Gurda : te est kutboii
idM piraos inaltr.tir com pancads noi
i|ii'li|'i'?r repugnancia que mostrem para tal
. -r.i 1 por andarem a ginbo cu a se-vi
n lie seus Sen bares ; ose aqu rile s-rv-co
YW FlliitiHas de porta de
algibeira e de Padre, para o
anuo de 1839 pelos precos de
seis vinteiis as de porta do/e
os de algibeira c pataca as de
almanak completo, e de Pa
dre ; lodas impressas tiesta Ty-
pograia, em bom papel e ptimos
Typos; e hem conhecidas pela
certeza do calculo e redigdas
pela primeira pessoa que em Per-
nambuco fez folbinhas: as de al-
gibeira alctn das noticias do eos-
tu me coutem urna tabella chronolo-
\r.a dos principaes faltos de.-ta
Provincia um eusai Toj)ogra-
Itco da mesma segundo a divi-
so da novas Comarcas e um
Almanak completo : na praca
da Independencia loja de livros
n 37 e 3S ra do Cabug loja
do Sr Bandeira no Hecile ra
da Cadeia loj^ do Sr. Quarcsma,
ra lia Madre de Dos defronle
da Igreja venda que foi do [\e-
zetide na Boa vista botica do Sr.
Joaquim Jos \foreira defronle
da Mdtriz e em Olinda na botica
da ra do Amparo.
Tres ov>radH3 de casas terrea, rilas
na ra do mundo novo : a tratar com Jv
BeniAido na ma do muro da penba D
Avisos Maritilnos
*
PARV O MARAMIAO', nWt im
pretor 1 .lmenle*t$ao .lo cirrriii o bVm
CM(ib>cido BngueLscuna Laura; eiicaM'ln-
0 de cobre e loriado d- supeiioe mr
.!-, siadi tb-.i(j. varga e passa-
geiios para ot quae tjfuece ptimos com
modos : a tratar e o Cipio ou com
Firmiuo Jos"1 Filis d Roza
1'Abaorioh;jamuro, segUPTi-
agemeoffl toda bri-vidadeo lauclio Brasi-
lero E'pada-te : para carga ou ^sig-tTus
i p^ra o que tem bjns cjmmodis trata se
eoin Mano I I5 ihC.o de O'iveiea na praca
in Cjmmei co b. u8 011 com o Capiti
l.eu do privativo dos soldados b ro'co-M* dos Smlov II ag, a b rdo,
mu o era qu indo se observaba or gnlsnien |. PA RA L'J \N l)A o B igu: Piluge/
J
1
I 1 de Cunda L'pe. V -Iba-nos Dos j
,)j; nio 89 psrdem certa mandas do lepa
|,i i) 1 ain li lioje se di/, mil .'
Precsase de urna pessoa ou mesm >
II 1,. pequeo de idade de 11 <| 'torze .uj-
u.i, pira noa dsr cafprnUta vend.r fV-
Jjjtl i hciunlmeiile ena- obra e por cauza
dos Un Santos t podei conseguir sua
sabida ate o li n do oriente rnez de Jaiji-
10 ; liat-se c.>b o Capilj Manuel dos
Passos Oomei e Oliviira ou
'iuz 1. St.
J
na tu
cima 17.
-- Urna boa casa teirea sita em fora de
poitas : a tratar 11.1 rm da Cruz n. y
Mu superiore bem f-.bieada tinta de
escrever : no pateo do Carino D 11.
X Topes de groselbas e otros d*
superior quiluJade; na ra nova D. *eai
Cbarud.s da B liia finos e 01 dina
rios : na na da Cadeia D 6.
- Urna venda si'.a na praca i'n B >a visla,
com com modos paia familia por ler sobra-
do por cima : a lialai no m^smj lugar na
venda D (i.
Um mol.to mr-c 1 bonita figura, pro
prio para aprender qnilijuer onch, ou
parapig'm: as 5 pouLas casa do Padie
Mano I do \lnro. /
" Urna padoriajOom lodo os seus per-
tenes sita:'na na DireUi defronl- d.
venda do ftll-cido J.is Jo Peuba um ca
vallo com can gal ha ; e um p >r de coc. m-
bS : a tratar na mesma
-- Urna bonita e^ciava com 25 aunot de
idade, ptima coziibeii de ludo, Imal
gne lav deira eengunma bem lis > : na
tus Dreili passando a venda do- folbcido l
Jo.- da Penba s bradn D 'a
- Urna cavado ruco mnito bmcafrega-
lor : m aterro da Boa vista D. 16.
1
-- ma escijava creoula de bonita fi -
gura, engnmrha e c izinba o diari-i di*
urna casa : na ra nv *a venda de Mauoel
Ferreira Lima.
-- Urna escrava forte, e de bonita, fi-
gura, de dade de ao a 22 annos. com prin-
cipios de. co/inba : na ra nova D. ti.
Um pardo de dade d 18 annos de
bonita figura sem vicios nem achaques :
na ra velba D- 17.
Uma escrava hbil para todo servico
de casa ; na ra do Padre Flor uno D. 3t
lacaixas deamarello para sssucar :
na ra de praia senaria do Marroqum.
Uma porcio de barrica bitidas com
eos a 1 eos e fundos competentes : na ra da
Ciuz n. 56.
-~ Um bDnto moleque de idade de 17
annos, muito fiel gil e sadio cozinha
o diai io de urna casa ^o ptimo para pa-
gem ou outro qu Iquer seivico ; na ma
estrella do Rozario botica de Jos da Ro-
cha Paraubos.
B eos finos e rendas largas, eesliei
las, ditas mais oidnarias para enfeiles d
vestidas ricas filas de guarnico de bo
gosto ditas mais eslieilas pi-ntes de lar-
laruga pua mamfis esl valbas e tisourjnbas para unli s tuilo fino
e inglez penles finos de mailim para tirar
piolLos esci-uvs para denles caixiiib-s ^
dej 'go de lotera chamado vispora paia
de.ve tmenlo da fesla, linla de escrever rn
carnada dita pela, calungas de vanos U-
manhos muitos jocosos e propios para pre-
sepios bolo"S de vidro de varias qualida-
des para coletea as veidad< iras pillas d
familia em frascos de loo e de 5o, e bi-
chas superiores ludo muito barato : na .
praca da Independencia u. au e na ra
do Qu'arleis D 5.
-------------.---------------------------------------------------^______,___________1__________________------------------.
Escravos Futidos
--------------::'-----------------%
- Fa noite do dia a8 dn DezcnJiio y
fugio um prelo de nome Audi na^io
estatura regular si eco do cor po p-s pe- {
queoos rusto com espinbas e buco ,
bem fallante tem olliicio de marinbeiro ,
levou vestido c.lsa e eami a de estoupi e
mais alguma roupa quo levou m urna lioi-
xa f mais ou'ros objetos: quem o pe-
gar leve t Jos IVreira Vianna 00 arma-
sem da alfoiidega velba que sei beni re-
compensado. *
- So dia a do corente fugio um escravo
de naci congo de bmita figura mi 90,
su| O-se andar na Magdalena ; quem o pe
gar leve 11 ra do Crespo loja de fazendas
de Duiuing s Jo- Ramos ou na Migda-
lenaao sitio do Itangel.
-- Do atierro da Boa vista casa da quina
do beco dos ferreiros onde mora Lanriana
Ko'ssCaudida Rigueia fugo na noite de
17 do pxssado uma preta de nome Josef),
iie, nacao angola,- alta, magra, fulla, e
lera 4 annos de ida le, casada com i naca-
lo de neme Felis baixo ebeio docorpo,
bi. bulo, e lera 3o anuos, tem o olho di-
reilo mais pequeo que o esqueido ; estes
e:ejavos jierteiicem ao filhoda (Jila Senho-
iii Antonio (1 i m i no Rigueira Piulo de
Soun, no engeubo Hh/jiiiu em Seiinbn.-
em ; julga-se por c icunstancias que o di -
lo mulato que eslava no eugenho vi-ru u
e.-ta prac por combinaiio e ambas fu-
guao ; qu m os pegar e levar a menciona-
da casa no (tetro >n Boa vista rcc mil iis.
3Iovhiientodo Porto
\ > dia 2 nao enliaraj nem sahiiio ec.;;.-j'
CrtC. s.
P S .- Advertimos aos nossos ansig :',*
les que pata evitar o ass do, c ik.i*-
uiody l signaturas meosalmenli', seia< de ora o>A
dianie pago aos quaitvis como be pr-r.8
quasi g.ioim'eule seguida.
'KV. Hi TvP DE V f"
---------
DE ir.
- Ift"
;*