Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08655

Full Text
I'leaeupp
1 rr*
ANNO DE 1838. SEXTA FEIRA.
3o DE AURCO: N. 72.
PEHN. "a TYP. oe M. F. d FAIlIA. 1838.
IA8 DA SEMANA-
2(1 Wn 12 r/erCa S. Roberto u. Kcl. de m.eaud. do
J. doi Orf- de Urde.
28 U.iaria s. Alexaiidre m. sessao da llicsou-
29 UuinU S. Bcrtholdo C. Rellano de manhii
80 Sexta Commemoracaoda PcIxaonV N. Sr. J ('.
Sc-siio da Tli. e and. do J. dos orf. de tard.
31 sbado v salbiaa V. Re de uno u Ti. mi Olinda.
'i de abril. i>.mineo 5. da Qiiaresma. s. Madario
(i eres as seis lloras e 52 mili da ni.
liare'Clieia para o da .SO de Marco
as 0 hora e 18 m da ni. 0 b. la m da tard.
Tildo a-rora depende de nos mefmos da nos?a
prudencia, moilerac, e eneraia : conminemos
como principiamos. 8 seremos apontados com admi-
acio ernlre as Nacoes niais cu la.
Proclamacaod'Assemblea Geral do Brasil.
Suhcrevese a 1,000 reis menracs papos adiantados
neata Tlporrana; ra dai Craaea o. 3, e na Praca
da independencia I). 37 e 3S. onde se rcceliein c r<
respoinli'iicias legalisadas, e MnUBOloa ; inserindo-se
osles ratis suido dos propriOl assignantes, e rindo
assignados.
L
CAMBIOS.
Marco 25.
-aOndrn .'i i.2 1 l 0i-Si. P"> 1000 ced
Linlioafi5 iioroio pre......por.....tal. .\ou.
Franca SIO a 29) R. por franco
llio de Jan. Moeda de fi.4'H) 13,800 as Veltiaa, no vi 13,400
4.(100 7.4DO 7.5ld
Peao Colunaret 5,575 a 1580
ditto Mexicanos .OTO a 157c
Patacn Braalloiroi i,575 a 1580
Premio Jai leura. por mea i l|i por 0|0
Cobra apar das medulas
PARTIDA 008 CORRRIOS.
UlindaTod.ia os diasao meio da.
Jiana, Albndra, Parailia, Villa do Cania, *f-
iingupe, Pilar, llenl d S. J"-o. Orejo d'Ai<
ttalnha, Poiul>al, Nova de Souia. Cidadr do Nal I
' i!' de Uoiaiininlia, e Nora da Princesa, Cida>j
la Fortaleza, Villas do Aqnirs, Monte mor DO
ireoaly, Caieevel, Caninde, Qranj, laperatrli
i- Bernardo, S. Joao do Principe. Solnal, Nora o
' i i-'. Ico, S. Matlieus, Reaclio oo ancii". 9
intooiu do Jardiin, Quexeraiuoliim. painahioi
- 8efundai e Sexta leira ao meio da por via
Parailia. Santo Aiilao- Toda as qutou fei'aa
meio dia. aranl.uns, e Bouito-nos da lu i%
ie rada me* ao meio dia. Flore-no da >T
dada me i ao meio dia- Cabo.Serinliaem. Uto
m,.o, e Porto Caito-uos das l, II, elide cada
ni e t- ______^____^_
P A UTE O FFLG1 AL.
PERNAMUUCO.
D1VKHSAS REPARTICOBINJ.
MEZA DAS DIVERSAS ttElNDAS.
Pauta do pieco corrente dos gneros pelo
qual se fa em 09 depaxos na Mesa ds
Diversas Reudas desta Proviucia de
Pernambuco, na smuna de 29 a 5
de Abiil de i838.
Novo Velho.
Ai. B, 1, sort. a$45 225i5o
l 11 1 a. n a$35o 2$ 5j
I$25o I 11 ,, 3. a$a5o i%95o
v85o j 11 ,, 4- ,, a2Jioo 1$8d
I ti 1 >. ,, i$95o l$65o
>i 1 0. i$8 -o l$5oo
* I As. M. 1 n 11 Novo Velbo.
1. sorte i$a5o i$ioo
i i$I5o $9oo
-
ALodio 1. sor lo 6$6oo
i a* 11 5S)6oo
Monleiro.
PREFEITURA.
Par* do dia 38 de Marco de (638.
Ulna, e Exra. Sr. ForiS presos hon-
tern a minb tes desliaos: l'rancisco .Soaifs, indo,
pelo (Japstaz da Stssa dos ( anoeiros do
Poitoda Liagltffta por fui lo de dtias
p ticas a tim 1 pr> ti e de um balaio tatu
bi m cotu diiiltairo a out> a o que, tando-
llio tido appft hendido Ib i iet.luido as
diUa pelas : Fram i-co Manoel Feram-
des br.mco e LouienQO Jos ds Castro
pardo pel 1. pttiulha do distrielo de Fo-
r^ de Portas, este por ter multado a u-
rni" lami'ia piclK-i indo em altas vooes
jialtvrMs ob.cems e Miado o respeito a
ntesnia pitruiba ; e aquello por ter ido
encontrado sem destino depois de meia
noite j Joao Pedro preto marujo pela
l. patrulba do districto do SS. Sicr'Diea-
1o de Santo Antonio, por tel-o encon-
trado tarda debaixo do talheiro junio a
uonle j MaiiaJose, india e Oaini dasMercrz preta pelo Sub Piefeito da
Fiegntsia da lioa-fiaia por serem de m
condticli, e eslarem em desordem a qua
s^ costumadas ; Jo^quiui e Lucas, lDQ
bem pietos, escravos da Manoel Gen
$Wm di Silva pela a. patralfia do dis-
tricto da Sania Cruz per supol-os fgi-
dos ; Juse Flix blanco pelo Sub Pro-
f lo da Fiegue-ia de Munlieca por lile
ter til apprehcndi'la umi faca eom pon-
a eier dado fui lo da cavallos ; e
M sncel Viegfls da Silva, pardo, pelo Sub
Precito da Freqiaoa da S por ser de-
sertor do 7. UilalhaS de Ctssidores.
E' o que concia das pules hjje rece-
bid.-u n'usia S cietu id.
Dos Guarde a V. Exe. Prefeitura da
Coraaroa do Recil'a a8 de Mar<;o de
i838. *c
Paite do dis 39.
Mo. e Exm. Sr. Parlecipo a V.Ei.
qna fora presos a minha ordern e tve-
ra destino: Barnardo prelo e dejse Runos de Oli'eira ptlo Sub P.
da Freguesia do Recife por brig.i ; Joa5
de Sousa Barros, branco e Uiaula Ma-
ri. parda escara pelo Sub-Prefeiio da
Fifgne-ia de S. Antonio rs'a pr>r ter
profferido obscenida les a porta do Theairo
e aquelle por ser d pessima conduela ;
Mana da Assuropgi preta pala 1. pn-
trulha do dislricto do Rosario da Boa-vi
tai por e lar liria e tar insultado ama
familia ; a Manoel Goncairas Lara brin-
co pelo Commissario de Belem por ser
sentenciado de Jubtiaa e ter fgido da
F"i t.i'e-a do Brurn.
E' o que consta dis partas hoje receba-
das n'esta Secretaria.
Dos Guarden V. Ene. Prefeitura da
Comarca do Recife 28 de Mareo de
i838 1 ate.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
DO RECIFE.
EDITAL.
A Cmara Mnoicipal da Cidide do Re-
cife &c.
Faz silier qua no dia 1. de Ab i!
prximo futuro palas 9 horas do dia na
casa de suas Sessovns sa hade preced r a
ultima, e geral a paraca dos Tolos para
a Elleicad do um Senador por esta P.o
tocia em luar do Mrquez delubsin
bupe ; conforme pelo Exm. Presiden'"
da Provincia foi ordenado em seo offi ci
de 12 de Des^mbro do aono piscada.
E para que chegue ao conberimeoto
da quera convier mandn Cercara ffStr o
presente qua sern' publicado.
Pago da Cmara Municipal da Cidide
do Recif em Ssssi de 29 de Marco de
1838-
Joaquion Bimardo de Figaereido.
Presdanle.
Falgtncio I.ifante d'Albuqusrqae e mello.
S.crelario.
CMARA MUNICIP\L DA COMAR-
CA DO LIMOEIRO-
Ses3a5 exlraordinirii Hpii de Fevereiro
de i838.
Presidencia do Snr. WanJetley.
Compu-ccertS os Snu. Voreadore
Ferreia, Pere Villariui ePmboO-
liveii.
Pelas pilavris do Se Piesidenta foi a-
berta a Se^sa.
LiJa a Acta da antecdante foi appro-
vada.
O Se retario dindo cenia do expedi-
ente tuencionou um ollicio do Exrn. Pi*-
sedenle d.i Piovincii, em reiposta de
outro, q e esta Cmara Iba dirigi, so-
bre a duvida em que eslava para defiriv
urna petia5 do arrematante das niiun-
fas rellalirnmenle a opposicn que m-
cintrivi na coliranca dofnm-.i, eassucsr,
sobre o que ouveo Eira. Snr. de esolare-
cer a esta Cmara a favor do arrtmatante.
A pareceo um requerirnento dos habi-
tantes da roa do Fogo.rm que pedia5 Ibes
concedesse a abertura da tstrad' daquel-
la ra mandada Upar per ordem deita
Cunara ; assim mais c nscdr-lh>s fse-
iem casas de laipa nos lugares designados
pira seren feitas ditas c--;<< com fente de
lijlo, Cmara llies delirio a favor do
1. quesito e contra o 2. Apparoceo
um reiiuarimento do Dmtor Promotor
Publico desti Comarca pedindo se Ihe rr
dusa pifiar a quantia de res 9l$8o
d 'S accusaeoen9 por elle f'itis por parte da
Justita tas Sassoens do Jury do anna pas-
sido, a Cmara raandou passar manda-
do.
Apparec5 dous requarimentos dos
D-ulores Juise de Direilo do Crian, e
doCivel desta Comarca, o prirrjeiro tt-
quereodo se Ibe itlestisje sus residencia
ni mesma desde o 1. de Ontubro doan
no pis-ado at o ullimo de Jmeiro dfste
anno e o a. do 1. de Novrrobro do
anno passado, ate' o ultimo de Jaotira
desle anno a fim de cobraren saos or-
denados a C ni ara attestou.
Drspachira se mais alguna requri-
meDtosa pir dar hora foi feixada a Sea*
s5. En Jo:-5 Saraiva d'Araujo Gili5 ,
Sacretirio o eaortvii Joa5 Mau'irio Ca-
valcanle di Roxa Wanderley Po P.-e-
td'Dle. Aut nio Joaquina Fc-rreira, An-
tonio Pares Quintas, Severino Alxm-
dre Villirim Miximiano Antonio de
Puiho Olivaes. Est confu me.
O S-crelario.
JoaS Siraira de Araujo Galva5.

INTERIOR.
Todos nos petamos de amar a Patria :
todoi estamos persuadidos que sabemos a-
tui la ; o ninguein sesenle disposto ce-
der jamis a ounema superioridade em
mitaria do pitiiotisroo* O que vil, e
baizainenlese piostitue ao poder, o dtina-
g.go sem sanio, cu jo uuicoofficio be ptr-
vettera ias<5 publica e por a prova a
paciencia das auloiidades sem illualia-laa
amaia ; o proteo poiico qae Um uiu
opinia para cada eircausianeia que
sem atreverle a pensar em quauU B16
averigua como p--osa os outios ua 8*
eovergcnha do ua5 reconartoer hura .o
principio lixo, de ru tr a eooaeien.
.ia p.optii ; todos tjlesjuraoqueoam.r
da Patria he a nica mola que Ibes d.^
moviraanto a ^e devemoa cielos 0ta5
p-omplos a sacrilicir a iraa.juihdadj tu*
forlum, iaa riela nal oas daquell Dei-
d.da, em qu.liaer momento em qua
ella exji osarnlkio. Poretn qua5 dis-
tantes estaS pelo cummum nossas ibtaa
de corresponder a nossas palaires
qai da oidioario se adverle easa coa-
t.adicp vtrg-abosa juando ca accoa-
teiimenios ns poem na scena publica, j
nos foi9a5aiepia,anlar nalla alg'ioi pa-
Se deita oliseiviga5 garal conGrmada
em t .das as partes pata experiencia que-
remos iaier umaapplicac*6 directa aoq.
,e t-m vilo, sesnm uosso puz, le-
amos que caohiaar com senlimeuta q na5
somos a excepcaOda regra.
Kossa existencia poltica dala de mu
pooco lempo ; porem havendo-aos pos-
to em acca liroultiaeamcole a todos e
seuio, por outra parte, ta6 estreito
oca o circulo ; es^a cuita exisleric.a lera si-
do miisque suffiiente pata que tpren-
deiaemoi a conlKeer-nos; e no da de o-
je ja I nio he F.cil qua se nos alucine com
p.lapras. Na5 1^6 ellas as que menihaUS
o pat.iotismo, quedado modesto, como
toda- as virtules, nao a recommeada pa-
la jactincia sin por accoens desiultiei-
lldaa, elouvaveis. .
Se gritando s^mceasr Liberdade. fs.
ira ainia n*6 libemos gosar os bene-
ficios da primaira e parece, que nac
Xiitira' pira nos a ultima ; se be verde,
de que o nosso paia esta' aborda de butn;
abysrao, se he certo que aoi acharaos na
circuntancias ti6 desesperadas que epe-i
na podem salvarnos os ultimolzemed.oa
a ninguera se na5 061 mesmo. temes
ras.6 de imputar asta desgrana; Apre-<
seoiar-se-baQ moiuaopportomdadta em
que o Pat.iola demonstre ,que 0 estado
coi ie nos echamos que .tanto la.lan.
menta, be devido ai elusiva mente as nos-,'
iaiiaveiat odioi e ieieatifie Efj

r
-


r
2
^
I4K10 DE PBHIIAMBGO
np
4
oais. He lio o que precisamente roais
tenida triste uossae circuoslai -r is actu-
aes ; ellas provena de un origen) '<'
da a luz mesqu'raha, a miseravel; e un
pouco de elevac5, a sacrificio-* nada cur-
tos uos bastarii par que fisessemos uni-
dos a felicidads di Patria. Sa hoja per-
guolas-emo sos coi feos de nossai peque-
a facc5es : que he em substancia o q
quertui ? Se'aoharia bem embaracadus-
para dan ra urna iepo.ta salisfaloria ; e
a nosso uiao ao* dira* verdade se ica-
poudeasem *- queremos que desea este
pxra que sub aquelle : queremos con
eeivar-nosna elt(?8,em que defamnos
abaixar ; e mi urna palsvra quaremos que
o povo psvmaueca engaado sobre os ho-
rn'tn., e ai causa para sacar do erro
co nao be em vtrdade urna lastima qua ,
quando todos contiraos que be urna es-
trada por onde devenios man bar nao
damos un so' pi=ao so' porque 1116 so-
nioa nj oa nosos amigo9 os que va5
m freuie dos que qnerein andar o mesmo
caminbo ? Uuamo-nos de boa f ; a
espeilemos o que existe: apeifeicoe nos
meimo; mis deixemos essis tas ideias
de fasta" Brasil retrogradar t para a
alr-v.rem classas e me.m > individuos, que
se iu'g5 abatidos. Tolere rao n-s mutu-
amente ; e se inda ui5 bao recitado a
ancoutra-lo snsnemos ocjmiubo os q'
estaS encairegidos do di.igir a ma>cia ;
porem empealiamooos em tirar-lbcs a
diec9a5 assim que vinnusque de pro-
posito nos condusera dirstaclairente ao
praoipicio. Procuieiuoe edificar em5
derruir; Ilustramos, e nao olFeudamos
sustentemos os direitos do povo sem du-
\iiar que lambam a auloridade temos
aeo nao confundamos a lilerdade eom a
licenca ; odiemos o Despotismo purera
sem perparara anarchia; a ni duvidao-
do qce em todi asociedade be preciso q'
em toda a sociedade be preciso que h.-ja
quera obedec e mande nao consintilos
ncm trn que por uns se pretenda sacudir
o jugo suave da Lei ero que inlentem
os outrui atrpela-licom violencia. Na5
ficemos como ate' o da de hoje con-
sentir o patriotismo em inutilisar-mos uros
tos ootres ; em deitruir as rrpulaeoens q'
rinda nao isUva bem cmenlad..s por
filta de lempo; e em proclamar theorias
usoplicavsis ou deutrinas falsa que
pe ver tero, em lugir de eisinar e que
longe de dirigir estraviaS ; lie proprio de
um Cidaia6 lire clamar pela depj-ica
de um lunccionaiii publico, queja te tem
mostrado por seos feitos indigno do
poeto que occupa ou iuhabl para bla-
lo ; ura direito que nunca podara* ser
eonlestado .oda oais be urna obrigoa5 ;
joas tambem Ib cumpre mo-irar quais
aa5 os erro.se suis falls, se por ventura
quer que ua censura na5 leja julgadi
o puto d m e da malicia ; be por
isso que n temos senipre a par das
censuras que tasamos apreseotado as n-
soens que nos convencem de qae al-
guna horneas, que mandio nena sempre
ei5 iqualles nos quaes devemos confiar.
( Uo Astro de Minas. )
CORRESPONDENCIA.
Senborea Redactlas. Paicce que os
fictos que aponlei ua minha priiueir eef*
resjiou leucia contri a dasvaiada admuis-
traca do te Uluitra Ribeiio opptessor
do Rio Giande do Noria solu-javad para
qaa o humara miis cauteloso e seguio
podaaae formar seu juizo ca>ca dos desi-
tinoa de-iie hroe e da desgia^ada sor le
do Rio Gr.mJa am iofre-lo ; eniratanlo a
promasse q' fiz de continuar a publicar suas
gentilezas, eo de>ajo de q' oimilliante per-
aonagrm aeja dav.dnanle apreciada me
fojpenba a impoitunalos anda pinei
plmenle por ua tar podido aquella pri-
u.eira coiraspondaucia abrauger os fados
qua eu asseverei de pro ver.
Nao era de sopor que havendo o
horneen auciUdo sai fadigosa carraira
da demiaides opprasse e injusticia
se contealasie, e podebse contentar cooa
jiouCj Cousas : par Unto nada dii pare-
ca novo esiandalo nova vioUc^S da Lei.
Q Sr. Jos da CuU fereui, moco de re-
conhecido roncaito, de inteligencia, c
probidade foi violentamente demando do
Eos prego de Inspector da Thesourria
Provinoi! contra a Li Pioviocial j cita-
da de i da Abril de i835 e que garante
a couservaefld de qualquar Empregado,
em quanto n6 bouver Contra -He enlen-
ca oondeinuatoiii no leidinoanto do mes-
roo Empiego, e quando dito Senhor ae
., bata Aitifla 110 i'O/o da lieoc que bavia
oblido paia cuiar de au saude ; e nin-
guem podei contestar vi.la de-.iei le-
los que somante hum liom-m devorado
por desregladas paix s poda bsr que a
mor parle dos Belpregad! di Provincia ,
erad iodguos de la ronlinci emare-
L-i huma geral dominio ; o por tal roi-
oeira que se devis afrontir as Lais a
demrriar asregras do borisslo e do jac-
to i mas (orea he cr-nfes r que o Si. Ri-
beiro tinha raslo a\ hum cario poni,
poisque jamis Ibe podan coovir homeus,
qua cuhivasiom as virtudes a eoubfsspin
cumplir biio^aroenie seus dtveies. Pe
meam foi rua e/fro a inpma viclacao
de lei denrttio o p> imeiro Ollie>l d^ C<-n-
tado>ia d.i m?sma Tbex.uraria Provine al ,
ao Frocuiador Fsc<-I c 10 Tbesourtiro!/
Quem Sis. Redactores quem tt bo-
uax, que nenxergue neslas continua-
das iniustic* 1 nvslas escandalosas viola
ce> da h o dea'< jo de servir cegtraente
hum partido de acular as paixas e
piodus.r o d -sconteiitMn'-n'o sem miis
'gU'iia C'Usi.... Qua o Pr silente da
Proftlt'ia denitlise illigilmenle a hum
Ea piegado Publico, ie cousa seiisuravel, e de inaos auspicios ,
ansiase-loa to 0 resultado da mais arrematada lourura ,
e malvsdeza o oais seguro roeio de con-
seguir fiusocrultos. Alt; osJuizeide
P z Joq mu Praociico de Visconcillos,
Mauoel b iel de Carvilbo e Joa Ig -
incio de Loiolia Uirros em < uja noema-
C"5, ou demis'io ua5 poie iuierrir S.
Exc. fora6 victims desuas maaistrala>
as Al o lua Muntripal Joc Ignacio
deBiito, o Promotor Publico Julo Heo]
1 que de liveira e tres Vereadores da
Cimara Municipal todos da ( epitll !
Fora igudmeute dimittidos os Juizes de
Pax do (li.stiicto da Villa de S. Gonealo
Antonio V*s Gondim e Antonio Martina
Camero do Norte, eos do destriit. da
Anta adulada, Horneando por huma Por-
tara Joaquina C^valcaoli d'Albuqun que
que obre a^iar no quarto lugar eslava
j.roiiuuciado tm dois procassos apelar
do se a.-hir o destrirto j suppi mido por
huma Lei Pioviocial, a S. Etc. illcgil-
menle o nstiurou. O Praiideute dn Pro-
vincia dimitliodo Juizes de Paz Verea-
dores, nomeando-os ha ni verdide tou-a
que excedo a ver^similhinca e qua nin-
guem acreditaiia n nao s-iberse que estas
nomaaces, e dimiaiSea for5 feilas por o
Sr. Mauuel Ribciro da Silva Lisboi /! /
Para colorar tstes desva ius estas op-
presses tem S. Exc. recorrido a muisedi-
1 lctica da que os dimiltidos queran re-
publiranisar a 1 tovi'icia ; mis pnscindn-
o da incredtbilidaile deate dsajo aobre
Rio Grande do or le o certo be que to-
das as p ob-ib iidades ronspi'sS contra hu-
ma semilhauta iovenca. E na verdade
que be inacreditavel qnea maioria dos En-
pregados Pblicos e vitalicios, os mus
interesados ni conseiract da 01 cera oc-
tudl e manutenca da seguranca publi-
ca iiuiz-essem sem proporces algumas,
republicinisar a Piovinria quando o Sr.
Ribairo perdido ua opiuio publica, daa
prtzado e odiado de seus prenles, im-
tiissa etitimeotos puros e morurrh eos !
O Sr. Ribeiro que est estreitamenlo u-
nido rom o Sr. llar.'ta que he o seu bra-
co diieilo ; crn o Sr. Barata cuja Un-
dancia e e-iorco para a mooarchia ta
asss roiih cidos; o Sr. Ribeiro em Gm ,
que assaiita s r o melhor meio da consili.
dar o amor da ordem da ninnaichiao
de espallnr a deiasparaca5 entre os '.-idj-
dioi, o de ultrajar as Leis c o Je airn-
tar a moni publica Mai o Sr. Bibeiro
e.-t la.' ideotiiieado coni a impostura, e
est to habituado arecoirer, 1 ldnc.11
mo e nv 01 indign'S que nflieuta qua
esta ef,l'*rrap da e infame intriga ser a-
credilada como se lodos tivea.em perdi-
do o bom teoso, a uo coulia-euem as J
manhis do antigo Presidente de Sergipe ,
onde igualmente fora5 notaveia os feitos
de S. Exe. Quam huma vez tianspoi-in
as balizas do honesto a do uslo corre ne-
ressariamante de de.vario em desvario.
Hou, heuqunmmale eat extra legas vi-
venlibus ~~ Por ONtas precedentes be que
se considerou feralmente a nomeacaS do
Sr. Ribeiio Lisboa hum figelo para o
infeliz Rio Giande do Norte e que ella
u5 poda ?"er, aen-6 da dese^peraca
da admiuistiaca Feijoisti ; e desde logo o
Redactor do Chronista lamentou aquella
Provincia e predice as loucuraa do no-
meado. Eu anda referiiei alguus factoa
quo demoustiaS evidentemente o espirito,
que lera guiado o Sr. Ribeiro na sua ad-
iniuistiaca : msndou recnlher Fortaleza
do ni ir qaasi lodos os Offici^es da Cuarda
Na-i mal: trez-ntrn recrutas que se pi en
dcia uu Rio Grande do Norte, fjra5
sollos qua-. duzentos e cincoenta : tomn
as cazas aonde a G mira Municipal a/ia
as sitas tesaSes para pas.ar para ellas a sua
Baorelsiia quando no lempo de sem an-
tece^sotes sempre e-Uvera ua mesma caza
da reudeneia doGoverno, e bem acon-
dicionada dergindo neta negocio insul-
tos s iue-ma Camira. Na minha piimei-
ra coi lspondencia avenlurei eu que a
honestidad* das familias tinha sido ultra-
jada e pos'o que me he doloroso exibir
as proras coiu ludo me vejo a isto diri-
gido me vejo em fm compellido a pin-
tar todos os vicio- daquelle rnpudvo Pre-
sidente cuja mmoralidade tem excitado
a miis viva indignaca no Rio Grande do
Sirte e tanta miis bem merecida,
quanto he virtuosa e digna de melhor
sirle a Seuhoia de-ite hornem. Desgrana-
da Seiihora que nascida de bous Pais,
ducada no regaco di innocencia, e das
virtudes v-te agora na dura necessidade
de suportar as escandalosas devaasidSes de
hum marido impudente e corrompido,
e li ideuliScado eom os vicios que jamis
pode abraoda-lo o exemplo que Ibe da hu-
ma Senhora sisada a deslinda pelos seus
roeeciinenlos. O documento agora traos-
ciipto prova evidencia q' oSr. Ribriro se
tem se.vido de sua authoridade para cor-
1 omper a don/ella e saciar su.i brut >I in-
contineucia .' Creio que hum semilhante
f.n to excede a ludo quanto se po9sa dizer
contra o Sr. Ribeiro ; elle deve produzir
a ruis viva indignaban e a mais pronon
ciada averio contra bum Presidente man-
chado eom taas vicios .' Dapois de referir
hum semilhante faci na5 me he possivt-l
roniinuir mais: quaira pois Srs. Re-
dactores inserir esta outra corresponden-
cia pelo qua Ihe Picar obrigado i-eu
Aliento Venerador Hum Nalalerne.
O Documento mencionado na Cor-
respondencia aupra copia da hum ter-
mo de declaraciS por juramento e inter-
logatorio feito a menor Carolina de|da-
de de] 11 annos filha de Isabel Mana da
Conceica parante o Juix Municipal da
Cidada do Natal em que declara pean-
te testemuubas tar sido foreada, pela pe9
Ua mencioaeda na Correspondencia cu
jo docuujei.ti nao publicamos por ex-
tenco par conter termos pounos decorosos.
VABIEDADES.
Particularidades inditas relativas a ba-
biUcio da Napoliio de Santa Heltns.
O Geneial Molliolou publica na Obro*
nica de Pars, Jornal legistimista, o arti-
go seguiute cuja utidade totalmente
h;t r a devera' recouheccr-se em gera1.
bir Hadson Lo\ve, fui meiecedor de
toda a fama de rnalclade qua a sen re-pe-
to fui divulgada, e nao (.balante be hum
Admiuistiador de cipacdide superior.
PrevencSes odiosas, tffeitos das soas r-
deos ios Calabrios de humi Legiio Brit-
nica porem inteiamtnte cumposta de
Napolitanos restos da Tropa do Card-'al
Rulo e de Corsos, anligos sequ-ses de
Pao, que fugiio, estando ao servico da
lug'sterra, do ca ligo dos crales eom que
linh.5 manchado as con'eadas polticas
de Pao e de Boonaparte no principio
de nos-a revoiucio ; iciso tambem hum
defeitodoiau carcter, que fundava a ba-
st da sua cot.'dui la em todaaas comas em
huma cxceaiiva de-confimea, (oi o que
dirigi oa actos da sua a.'mmistraco.
Muitas veses tmalta aoite elle sonhava a
futida, do leu pieso j I.viuta su ipresstda-
mente, e con a Como bum loocoaLoo-
gWood pira certificar se de que o seu
sonho nao era verdadeiro. A Inglaterra
sa os sobesse negaiia eom indigo^cfp os
dettlhea ignominiosos das llelacoes en-
tre nos e Sr Hudson Lhwj. O insulto
caminbava de galope todos os das as
portas de Longwood j e se por visvs all
se demorou confuzo e esmagado, como
enlio aconteca, as peas de hum respi lo
Religioso, fui somenlo ao aspecto deNa-
poleo, que sotibe sempre pc!a grandesa'
da soa alma, igual ao seu genio mostra-
se tu sui desgraca ainJa mais gigante.~co
do que havia lido assentado no cario da
victoria.
Residuo em Jamosti wn Commissarios
das grandes P> tencias ; o Buio de Star-
mea represeutiva o Imperador da Aus-
tria, o Conde de Balmain o Irnperadoc
da Rusia, o Mrquez de Mootcbenu u
Rei He Franca. As suas missSes linbio
por fin viciar a estricta execucio dos
Tratados relativos ao capiveiro do Impe-
rador que nio era prisioneiro da Ingla-
terra mas sim priaionero da Europa.
Esses Commissaiios Diplomticos eiio de
alguna modo e>xemptos do poder de Sir
Hudson Lowe ; tioliaS legalmente o direi-
to de ir eom liberdade a Longwood ;
eom ludo nunca isso praliceiio se nio
a vontade do Governador. O Imperador
uo quiz recebel oa j porem aleg> emente
os vio em rellicdes de sociedade core 09
seus OHiciaos; at rnesmo hum delles
i liegou a nter vir rus explicnpes de mai-
r intertssp, sscriptas pelo seu Soberano
ao Impeador Napoleio.
O BaraSdeSiuuner pela sua posica
de Ministro de familia e'ia d'eutre os
Commistario aqu-lle em quem se Invia5
fundado as maioi es esperauces : elle foi o
que eom o roiior escrpulo se conteve
nos embarceos, que Hudson Lowe es-
forgadamente oppoz > relacSes delles cun
nosco ; roinifeslando-lbe todava nisau.-s
raras iela(5es as mantiaa mais obsequio-
sa-.
O Mrquez de Moncthenu ao contra-
rio firmou ral verdaderamente FraDCeza eom Longwo-
od } u hou ve servico algum tompiti-
?el eom os aeui deveree qoe elle se n*5
apresentasse a fazer-nos ; e a historia re-
pein a aua rn bre conducs na occasinO
da mora do Imperador;
Assim querelle soube que Sir Hudson
L< wa opressido em fater provar poc
meio de hum piocesso verbal dos seas
Mdicos, qoe NapoleaS nio havii sido
envenenado quena deapresando os
pi oteaos dos jGeoeries Beitranue Mon.
iholon fizer proceder logo queto cor-
pa pe.'deo o talor vital aberlura do
aiesmo correos Longwood, e veio em
uomedoReide Franca piotestar contra
esta preoccopicaS giosteira, declaiaudo
que ele se constitia guarda do corpo e
ua6 consenliiis querelle se 6zes e s au-
topesia antes desar passado o lempo legal
da Franca.
O Conde de Balmain cumpn'o a sua
missaS pe.feilamenje; sonbe, o que he
bem Jifficulloso conciliar a sua posicnS
de ga'nro de Lady de Lowe, cora a coul'n
angadoa'habitantesds Longwood.
O Conde Lis Cssas escieveo oito v^lu-
mes dos nove urnas que passou am Long-
wood 5 po-isi ser que a'gum dia eu pu-
blique o diario dos seis annos que passe
era Santa Helma ecoupanbando a Napu-
leio, na conformidade de filho eom seu
pai, conformidade cuja memoria elle sa
dignou de estahelecer no seu testamento,
chamando fil aei aos cuidados q' para eom
ella exerci. Hoje roe limito ser hum
b.squeijo das ciutis, e da l.i-tona de-
teoaptivero lio celebre. _
A abdioacio do Impsradcr em l'"
nio foi como gcralraenle se acredit,
conseqaencis imraedi.t do desasir e
Waerloo, ou da ittilu la hostil da la-
mira dos Deputados. Nem huma oe*
outra de-U calamidades narionaes ,l"1*
por llailo iusvitavel o desterro ds IN-
poleio ; longe disto, pode sei qua DU?.,
o socorro gigantesco do siu genio m''"
tar fosse mais impoiiosamente rei 0*
pelo inteiessedesicsa5 milh5es de !' *
c zes, cojos votos o haviio reooodaw-
do da Ilhad'Elba, ecoj viuda da G01
de GanJ oitrausforuaaiia ei jubJitoa Pe '



*
mili BIPR-tNAMBUCO:
Jiros ao seu legtimo Rei.
Oitenta e cinco mil soldados veteranos
5a livi5 reunido n*s visiuliancaa de Pa-
lis antes do fiin deJunhoj era6 de mais
triuta mil do que o Imperador tinha tido
directamente durante a campanha de
1814 > nio obstante elle havia entio luc-
-t.nlu contra hum rnilho de baionetss
iuimigas; ea Franca imperial sabia que
teria ido salva te Parii lives.se prolonga-
do taboras sua resistencia. Eiio de
? cisinente mil homens do que havia
Mido o general B ntrp. rta quando atra-
Ve->sou os Alpes, eoonquistou a Italia.
Se Napoleio livesse dirigido a coragem
fantica das tropas reunidas junto a Paiia,
m columnas do Blucher surpiendldas em
flagraute na sua marcha accslerada para a
Opit&l pagariad bm cara a (ame. idade
do Marechel vtlho ellas eeria cortadas ,
auniquilladas antes que o General Ingles
titesse ttmpo de hir soccorie-las ; e se a
se l'nsse possivel eiilar o ataque da vin-
ganca Francesa na5 acharia os me ios pa-
ra isio aenad por huma retirada pi>cpita-
da para elom ci Rheno. Poucos das se-
riad uecesseros paia mudar em louros os
ry prestes de Waterloo, e do mesmo modo
pneos dias 6eria5 lu antis para tornar em
jnui celebrado infortunio a victoria de
Mosco vr.
A aguia de Franca quaai riistejando
mui serena osea vo pt|*s riheiras do
ftheno e nelle demorando-te para offa-
recor a paz Napoleio depositando com
o seu braco victorioso Coroa na cabeca
Lech as aguias da Russia neui as da Aus-
tria.
As declarables do CoDgresso de Vionua
cit obra da hsbilidade diplomtica dos
Emba adores de Luis XVIII, que es ha-
via ealorquido as imprecos do momento
antes que exprs io da publica ou dos
teiilimeritos pessoaes do-< grandes Sobera-
nos sign." tu ios denles acios ; purque nes-
ta quebto todos era5 desinteresados por
ser toda da Franca ; o que cada hum del-
les havia eohicado de augmento de ten i-
turio ou de abono de segu auca elle*
udos o havia obtido dos resillados da
campanlia de 18 i 4 e riaa quando
Principes da casa de Bourbun apenas as-
aentados no Throuo haviad a provoca-
do da sua parte a exprobiaca de ingrata
conducta qua e devia recear que busten-
t-ssein huma lula quasi a pouto de murta,
cun <> interts.se todo ptsio.il de restituir a
Luis XVIII a Coroa, que sem resistencia
elle acabava de abaudonar.
Demais disto as negociac5es steretts
nad deixavad duvida Iguma a este ras-
pito.
Aquellas que Lim dirigidas pelo Gane-
i*l Austraco Rj.ler htvi>>5 dado a eo-
nliecer o quauto uohao costado as afiei-
9es do Imperador Erancisco consentir em
laciilica a coroa de sua lilha ao rancor
dos seus alliados e do mesmo modo quan-
to Ibe tinha pesado que a regencia de Na-
poleio a. nao tivessa sido o peubor da
paz.
As que fora5 entaboladas com o Gene-
ral Laharda, coostlheiro e amigo do Im-
perador Alexsndre, dav*5 justa esperan-
za de que este Principe recoaheceria Na-
poleio 2.* Os obstculos que h via6 a es-
te reconbecimento pareca subeludo que
te fundava na lumia de seguranca que
s piecisava exigir do Imperador ahdic :i
te cuutra huma leve vontade de tornara
bubir ao Tdrono.
Quauto a' luglattrra a sua hesitaca
para declarar guerra manifusls ao novo
estado das cousas e~tabe ecdo na Franca ,
em virtude da disemba'<{iie de Napileio,
s enormes per das em Wterloo as que,
o menos neru iguaes >e fiesse huma re-
tirada para alemdo Rheno ; porein nlub
o muais aiuda por nao perlencer ja* a*
Franca a Cidale de Auvers, e a entrada
do Valle, oqm eotnpletamaute baveria
dtbinuressido aquell* Reino, assegurara
ludo lamberu a sua adlia-io a' pee geral ,
ao r< conliec imento de Napoleio a.*
Finalmente, te deve conrmar-se o ex
emplo de lium Tacto posleiior por meio
da convicco de hum auterior, he impos-
tivil que se duvidasse de que a marcha
Iriumpheote doCannes at Paria, lendo
pir termo Napoleio oas margena do Rhe-
no a' frtjuU do povo e do exercito de
Franca, na5 tiveste ero resaltado infalli-
vel os espeitoa dos Res da Europa e aa
syni pathias dos seus povos;
O povo Francs de i83o n6 pode tar
msis diieito a estes retpeitos a estas iym-
pathias, do que o povo Francas de i8i5:
o qua equelle aa atreveo a faser tambem
impunemente podi pralica-lo o Francs
dei8i5; trn teria sido a batallia de
Waterloo outra coust eenaS infelis suc-
cesso da marcha.
A Cmara dos Diputados amentando
seguir o exempio do Senado de l8l4 c
p< ominenr a decadencia. nao ara tam-
bem hura perigo para a Coroa de Napo-
leio vista da exaltacaS popular. Hum
agua' de approvacaS do Imperador s Ue-
putaces dos emissarios dot arrebald dos confederados qua rercava5 o P.-lsro
de l'Ely o ; as abocas dos Deputados
que, por seu errado patriotismo liavito
pi'onunciadoa paLvra de decadencia pa-
remias era tebtemonho sanguinolento do
imur do povo para com o Seberano da sua
eecolha.
O Chele de huma destai deputafei em
boma de suat arengas citando o dia 18
domes lirumario,o interrompeu Napoleio
diiendo Ibe As circuitanciaa nao sao i-
futicaa; nesse dia 18 doBrumaiio naS
era pieciso mais do qua o mou chicote; ho-
je seria preciso o sangna dos Franceses, e
iinuca se derramara' huma s gota pela
causa pessoal de minha coroa.
AabdicicaS de Napoleio foi o affeito
das cuas profundas meditacoes, relativa
manie as causas docninnntcs dascrizes oa-
cianaes de 1814 e i8i5 ; com bem pomas
excepydes elle nao encoutrou as altas
clase- da sociedade se ru ingratidio ,
Iraice-, sacrificio dos grandes interesses
da Naca5 a raucores individuaes, a illu-
s5es de ambicSes, a tbeorias da huma ap-
pdcacio funesta quando o inimigo **'
cedor raancliava oaolo da Franca. O e-
lemeuto da salvaco necesssario o amor
da Patria, nao os encontrava se nao naa
classes populares, on dos seus antigos,
bandos de tropa, que milagrosamente ha-
viio eseapado dos milbares de pangos
nos campos de Leipsik e de Watei loo.
Por em accio a forca Teros d Povo era
assegurar-so a victoria sera cabir nos peri-
go da guerra civil ; porein era cabir na-
quelles tambem o mais odiosos a' sua al-
ma grande de ver derramar em ondas o
sangue Francez. Qual seria o poder que
elle teria comprensivo para dominar
lautas paixea vingalivas e odiosas quan-
do as trXoitaasa a voz. do nome santo da -
berdada da Patria e hs oppuze>se aos
magnates q ue o repellio do Thronu ? Po-
diaalle pois asqueceer-se to depressa da
que o grito abaixo com oanobres! A-
baixo rom os clrigos 1 O havia arompa-
nhado de Cannes al ao Palacio das Tal-
lerias? Antes elle quisque a Fuma se
arrepeodessa da o perder, do que a co
roa da metma potencia ; abdicoa. Teve
r.na para gloria propria.
(Coutinuar-se-ba.)
A V I Z O 8 DIVERSOS.
Anda ee continua a aforar o res-
tante dos duis terrenos situados na tstrada
da Solidade para o manguinha delronte
mesiuo da ponte e da parte da estrada
qua segu do manguind |ara a Igreja dos
Afldos principiando logo do lio da ca-
sa nova do seu propiietano o Desembar-
gador Tiiomas Antonio Vlaciel Monteiro,
coutendo u t'umloda cada nm palmo alo-
rado cem ditos, e na lasao de 3ao rs.
cada um palmo aforado: adve lindo po-
rero qua um e oulro teireno ha todo
tmhulo, beneficiado e prompto para
lugo se edificaren] prop edades mdepen-
dente da outio qual(uer trabalho quau
do pelo contrario nao sucede assira, com
outros terrenos por aquellas imediac5es ,
que em lamacal a tem aforado e pelo
me-mo preco : os pretendentes entendi-
se com o Escrivio Almeida em teu ca to-
rio na rnad.aTinchairas, que nrt muni-
do de poderes para faser taas aforameuto-'.
W Pre isa-ba deum cont e quatro
ceolos mil res a urn e niei por ceoto e
por tpafode % eauos hypothecaudo se
para, esta quantia urna prc-piicdde Uvr
e desembarassada ; a quem Ihe convier
ebta negocio dirija-b* a botica O. ii no
pateo do Livramento ou aunuacie paia
Mr proeoradoi
at^ Urna pessoa que seacht perto des-
ta Cidade, qua (em c.johaciinento da esc i -
tuiaci > mercantil dobrada e simples cm
conli-cuiientoi qua ttm das lingoas Ingle-
sa Francesa ,. se offerece para tomar
conla de alguma casa casad-i commercio;
quero pretender pnouncie por esta mas-
ma tolh.i e tei a exactas inforraac-ei.
i-si? ra !i"Ji:!sirs b'-?n,''> solteiro ida-
de iO iiiDui de boa conducta tanto mo-
ral como cevil l escreve cunta com
peifaicao e alguna estudos disp-ss a
ensinar meninos fora destapiaca, a pes-
soa quedo seu presumo precisar annuncie
a sua morada para ser procurado.
CfT Precisa-se de hu-n bom Feitor
para hum Sitio, aque entenda de jardi-
uero : quem ettivar as circunstancias,
dando fiador a sua conducta derija'-se ao
atierro da Boavista passando a ponte do
lado diraitoem casa deFiancisco Antonio
de Oliveira & Fiiho ou no silio dos an-
nuncitntes na Punta deUcb.i para tra-
tar do ajuste.
Urja Percisa-se de cem mil res a juros
de d<>is porcentoao mez por lempo inde-
terminado, ou mesmo por lempo carto ,
dando se penhores de prata oouro, que
cubraS o valor : quem os tiver annun-
cie.
i Ensina-se a?lingOM Francesa, e
Inglesa pelo preco de 3,aoo rs. por mes:
as pessoas quequiserem aprender, di-
rij.i-sa ao i, andar po sobrado, que
fas esquina no bi co da Penha por cima
da venda da Garap*.
D-se 4oo^JJaoo rs. a juros" com
lirniaa acontento, ou hypotbaca em bens
de rais : no atierro da BooTsta caza n.
55.
a Ouemquiser mandar ensaboar e
engomar assim como tambem toda quali-
dade de cu-tuns x e de alfaiale tudu com
PM feiga ; na ra d'rtas sobrado D.
47.
HJP" Quera quiser alugar escravrs pa-
ra serventfs, dirija-se a roa do Nixo do
Livramento D. 8 que achara' com quem
tratar das onse horas at as quatro.
rja* Quera precisar de cem a qoi-
ubenlos mil res a juros, dando panhores
ou funga a contento dir ja se a Fora de
Portas venda dtfroote ( a2 que l se dir quera d.
trjT Precisa-sa de alluear urna cata
terrea, oo mesmo loja com tanto que
lenlia cmodos para morarem 4 pessoas ,
e qua o teu prego nao txceda a 8 ail icis,
e nao sendo em lugar exquisito : quem a
tiver dirija-se a esta Typ. para so dizsr
quem pertende:
ff- A Pessoa que annunciou ter a5o
e-iica de miulos de imberiha annuncie
a sua morada para ser procurado.
tjrft Arrenda-se o sitio de Antonio
Martim Ribeiro na estrada dos Afilelos
cercado todo da limio com boa casa de
vivenda com commodos para grande fa-
mlia coiseira, eslibaria psra 4 cavellos,
e coas grande pomar de espinho.
ny Quem quiser um meuino com 0
anno de idade Brasileiro para caxeiro
de loja dando 2 annos da fulga dirija-
se a Boa-vista baco atrs da Ribera D.
10.
,__^ Pracsa-se de alugar uro sobrado
pequeo de um $6 tndir noB'irrodeS.
Antonio ; quem tiver annuncie.
Na lo]a da iua do Ciespo rasa O. 5.
lado do Sol existem varias cartS para os
s guintes Snrs. D-. Jernimo MtiMnia-
no Pigueia de Mello Advugado Jo/e da
Silva Guimaiies, Francisco Xavier da
Silva Fiaucibco Igna. io de Alhaliile,
Fiaii"ico Xavier de Macedo D. Flo-
rinda Xavier de Almeida Jos Juaquim
Boigea de Catiro Jos Aniunej de Oli-
veira Joaquirn dos Santos Asevado ,
Joa5 Bastos de Oliveira Nuno Mara de
Seist., Rimn & C., Me. Calmont & C.
Claudio do Reg Lima Tean la H'|-
Ibief morador na 5 pontas ra do Matad
eouoo.
txy Quem precisar de hum pequeo
Portugoe* para Caveiro de lojade fasen-
das ou ferragem o qal da' fiador a
.sua conducta : annuncie.
AUoga-se urna cssa Uirca ou

aaaaaiiiS
quena familia acudo no interior dcsta Ci-
dade : annuncie sua re.idencia quem o ti-
ver.
mTQuera precisar da urna parda for-
ra para iraclar do ttrapio iMerno da cas*
deum horneo aolltiro ou casaalo send
qu.- tenba pequea familia a> nao tenia
ero dita casa crianc's da pouco dndi
annuncie sua morada para se trtclir dj
ajuste.
----- Qoem precisar de hura p^qqeno
Brasiltro para Caxeiio de cobranc-'S o
qu.il da' fiador a sua conducta ; annun-
cie;
aj^ Precisa-se alugar um prata forra,
ou captiva queenlenda de ensaboar o
perfeitamente eogooimar: ua ra das Flo-
res D. io.
t> Precisa ae alugar urna morada da
calsa stbtado cu terrea com aatrebaris ou
um titio desde da p uto dos A'-fu^a !o< at
asareins do G.'qui, diiija-se uo recite ra
da Alfandega veba n. i.
jK|r" Um rapas Brr.sileivo de ranlo
boa conducta se offerece para caxeio d
ven la ou pada ia que para isso ten
botante platica qu-m o pretender ; di-
rijis ao Aiterro do Ahusado venda do t?r.
Pelit.
i Luisa Mara da Couce'icio de novo
faz publico qua de seu poder sabio *
preta Joaquina da Costa que foi escru*
va do Sur. Joaquim Ignacio Correa da
Brito cuja prot tem Cuntalo leito com
a anunciante para Ihe prestar seus servi-
cos, em pagamento do inheiro que pres-
in para sua Alforria, para isso previne
a que-m a tiver em teu poder qua corne-
te hum acto criminoso, e que a anunci-
ante vai lancar ma dos muios que as
Leys tem marcado para a mesma preta
vir cumprir seu trato.
+ '&* Arreuda-ie bom grande filio par-
to da preca com cmodos pira gi anda
trafica ce pltnltcas, a ou'.ros misteies,
grwude casa, coxena, estribara e muitas
outraa accommod.->Q5es, pro(>rio para
qual quur pessoa ext de pomar de todas es fruclas com sspeci-
slidade as melhoras laranjas : os pu ten-
dentes diiija a ra doi quarteis D. 2.
para bum cilio porto da preca que de fi-
nnet de sua conducta, a cntemla de plan-
taces, pence da animaes e trartamento
de arvores : na ra dos Quaittis O. 9.
Gasa di Nev.
No primeiro andar da casa da ra ds
Cadeiado Recife u. 45 *-e acba o melhor
e maia completoctab.lccim A maorquaotidada pos.i vel da berve-
tes das rauiln e mais importantes frutas
d'este pais a do outraa espacios de he*
Indis nevadas na melhor ordena e acci
alii '.'.clr-fi. Igualmente tem urna Salla
decente eseparada pira receber aquellas
pessoas qua ni qu- rio coucorrer rom suaa
senhoras ou f.uii'iss.
OEinpreliaudedor dasaja levar ette es-
i tabetectmentO no pouto d'aaceio e luxo
que boje apresentab as Casas de Nev na
Europ e Capital do hnpario ; massQp*
posto qua e>ta empresa seja SM't di^na
de Peraamhuco necessario que a nov-
dade excite o bom gosto como promelte,
a ent"5 o emjirehaudedor levai o estabe-
leciuiento eo niaior apuroe nttidez possi-
vel.
A Casa de Neva acba-so aberta das
in hoias do dia por diante.
XT9* Quem precisar de urna ama para
caa a qu^l Sobe crsinbar, lavar en-
Komar a pa-so.i que a pietendcr diri-
ja se a ra de Btanoel ci-co na quina que
vira para as cinco pontea queaxara' rom
quem tratar edvei'la-sa qua s fas cun-
ta casa E trangoir.
yy Aloga-se urna casa Ierren, no Ba-
irro do Saoto Antonio, que nio ticeda
daoaluguer a oito mil reis e sa prome-
te dr rlous a quatro. raests a1i*ntadus,
e promane se d r luvas a qoem irapassar
asahavea de alguma e*a : annuncie oa
dii ija-se a esta Typcgratia.
a/-> Pracisa-te de buma morada de as-
as terreas no bairro de San- Antonio ou
Boavibto por prego de seis mil rais dan-
do se dois quarteis adnntadoa e qua
nao seja em lugar inconveniente alo ,
eiquiaito : ra atrs doULhabaicjjo Tas,
IhoD. 7.




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1 A tt 1 Q. D i! F E B N A 1 B C O.
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par lenle, e no a o
o buruouani s o i > mira
por hater m fu l* lo a c r c le a i ;
fO | 0111 t ': .. .' ;
dirigir s i : i .j
s r itmnip 11 .
,* .!> \ l d o f a 11 e i l o M ii o I i\\ .. .
;. -. di 26 do oriente \ni 1 pr 1 itu
con su* ca ( o-.dc j h ';
0 |i 11 Igu 1 '. 1 [)< r en e t io 111 ra > c -
2.1 pedmdo 1 e o c 1 [ 1 a ', o esmo
ib* 1x0 .1 -. ..!. lo .. o te ic 1 11 ub
r, U. (j'U'l T S.O 'tu t :
put .
"'..?' J* Fo
rav-di ao 11
C'U [do COI MI Q BS 7
lio; isda 11 il ni a
eo'sai 1 3 1 j no 1 pro
i" -> I >. lii a .1 ou j i
I 1 1 i t pr< i .
A boi o do P ..; ..'. :-i ,
se 111 canoa jue p I i
zo i qu oj l'orsru i pro u.ir.
Rogi-n Su. oa ,
''' "i
111 lt II OVI W ( '
> a nisin 11.1> 1 Co a Je i i i 118
tai) r .1 ...- 5 e^uinl 1 pro-
1 ', l -' '0 :
e 1 i) i 4 o 011 Lias p q ie .
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J i, au i *i u
lrb r [cij, aln
da
usa le rea D.
I-" tira C. J (;. (.( ; j i 1,' o teco d ) I
pace I i ce h Lo-




Nr?ii a pdi .
Limbem enlerido de Irabalbo d; c/ieh ..|s Q ".tes qoe ni<> *j!o vicilos: n; ru.
c de a p! ni 1 ir cnpim e todo o wa s *ei tijo
de um sitio j q 11001 o pr< Muga ,
dirija htn iui .0 Ho puio no porliu ao
lo J .\i que lo i di AKaudega : la
tratar d- ajusl .
Pr oiaa ^e alog r vo -o!)
de u t and rnobiiiru de S. Antuvio ,
I o i i ver aiiDm i.
\ ii i i"' r ss 50
rib 1 ii > bu
, 1 uti 1 Roa iii> no le eeiro andu- do
- brado I). a9.
. 1 I fia se [>v. a a b irr.i do Ca-
1; o a :;i una Hiale de 'Si a 4' lunelladi
p neo iiisis ou me'io.j ou nie-iixio mu su-
111 ua do luasmo 1 ty : no ru* estrella do
R zario no teres ir o uuJa> do sobrido
. 29.
- VENDAS.


p 1 H ii 1 S. B -
! -I -.1 l| I !ll l 1 I .
'. V \ ". : ''.:;'.: :. .1, I .-,
11 re o :' 1 1 u i 1 Se
lo de Fig pi'< o, 1 i -
v lo, cu BiUlc pUrio : ra
11 n. 63.
a -ii s Sr. S ib-Piefcili a, u
ori ide polii aea, i m
rn reas .> >a ta |> ili ulai Ii ,i
1 u 1 I < l o a a h .1 ^ V itl i a :'
un i'S- ivro de nc me tidij ule ollic
- piteiro, ([> e-"!.ti ler 2 ano le id
de j .' : i i i Uta*, i: i do c irp <

' C V i I! > .-
, milito (iota


dtwtei "
he intitu r
rV
a o
agio L). 37 ,
Sr.
i e j ni.i i o nome > i a
i >, o] d ) outru q.j i! |U< e g 1 la
t de an lar .1 c talo q rio re -
r, el i-loa ru-i lo IIngel 11 lo
.1 11 i!; i. j Jo la Jo 1 u i
e 1 1 I ii 1 que ?e p'gar toda .1 dfspeta qUJ
I! '.; i-ge aos S s. Sub-Pn ;
l rn i--, I A t'i iri
Po iciaes e pessoaa paitcul 1 ,q 1
b .i ou 1 ir.n uiii.i ntgia d.i lu!. ,
do no me Catharina a idos* alta al-
gU'ii lauto teiv a e lula, quando andt
i'.eita o- peitos para da ote, quebra I 1 d na
lus as teriibaa, co-tum intitularle pr
rra aupSo sees i- coildi, ou ti 1
. 111 nida prender e
a iija-ti ti mado Ar.
I i'.i-.l.ir lo.la 1 di sp< z <.
LEILAO.
f* Qae p"tmle faZr llsoriq n
AoasnleCtiati Aiu, nodia Terca leirs 3 !u
\ 1 il proxi 110 roturo j por ni > ter f"di-
tarer xito no dia Kgund 1 lena 2'j .o
rente, pela 10 lio .-a da nanhf no ar-
ma ein lie p,>t.i larga pateo > M ti \r.
' i.iiu ito de S. Aotonio de i5 o-
leuin se'ins si tilos a|ipuelliados ,
Uderaot j i i i-ali ladea de 'e I ia para c i
lencos epee 13 dei'am'iraia de liaUo,
os de n.v.ih as, e par Seuhoras, pe-
le eassa 1 aneis pintadas ielogioa
n>i d ni'z' 1 fit para cinto e de
entsa qaalidadss, v.ui's peas d;
c ri; o de ti-Ir o bitizinlios eom
111 js riscades d 1 nh pra o 1
" mantas le seda, tiziu ai Qn n, pea-
les ba as ir c ili II si lis pira va I i loa e-tri
11 slii.s e e$p rus, para cavallos,
le Ii" o aortidos lencas do n i i
ru, &c e outi a innil a f.izi nd-ia por c 1
1 de quero pretence '
y Por ronla tie qu 111 pi 1 n r ,
m p 11 ; O di c boa i 1 s B E.eona 1 ln 1 ni n-.c;. do 1 om
m i io b je 5l iio corrmte s 10 Ii ras
1. a.
AVOS A CARGA.
P"i Mac( 111.
- 5 u ro .1 brevi l,( le 1 Si aea
- mu qu ni n raaam 1 q iisr , cu Inr a a pacinlj* du L r>o San o b. 67 a G. A.
. .'. irvs.
Para a Bthia.
'': ,S" Com 10 uliie .i .1 le a S
i i n1 ti v qosrn n 1 n esma iy.z. > -
r ou liir de pasaag 1.1, dirij s (,.
e ii. 11 -, d ti 1 '. ; '. .01 po S nt !).
' 7, ou ao CapiloJ z .1 b mo.
Para o P-ilo
. Segu v ni c lita br vi-
1 Barca Bella Pe iiaio tu ana .
el & Rj ni llio ; qnem n lia i
on bir da 1
i1i >. ou ao C
oj e S Ita.
COMPRAS.
. y* 1, o ou doij gscraroj mofos ? po.
rr>f):i.'4do ECHO di Relgifo
11* p 1
.!
U I
I.i lepctideu
i; hj i
ca 11. 07 o 38
_;; Uro a eso rada oaco d.- 3o an-
1, ai ,; un oa lata ro ipa da
. i,. e .'Ii* o v-.\.do n i itia ra
do Fr-go D. ii.
11 :ra -le bonita figura, i ';-
leaaaaS ui lar e ijuil ilen a de iua a qual
V) v. 11
11 ni titos que se dirio 10 cu o-
iji.u ni 1 por del' i'. a que tenh
.1 ea, quero a perln le dnij 1 se
il na ; iu dn Vigario 1. r: 11 lar, demanlui tbe as 9 ll ras
. m i a s 5 Ja i ir le.
I ni nera de naci m"<;a Daiii
; 1 h tu 1 ci znli 1 o diario de un ci
lata rouito bam b > i '. e era de ra: uaiuadsS. ilia-
, -.'.
: a inup 1 COI ttii I) UZO ,
c ro 7 t -a 2 sol tinai ten lo
i 3 .; 1 ".' 1 fil n e Urna ra si 111 I
m \ 1 :, .. i 1 .'un .' a veslio du a tez .
ludo por pn co 1 omino I : n carn ra
le S> Jj da bax ) do sofa
do l-ost.
U i r.iv.i do naci rebol > do
i la le e 3 ) e tantas aun s pripiio 11 a
lnm re iui* do al.iun siii., o:i pura :!
gnm engenho du Feitor puii emende
ni i' i 1 .1 "i ullura e a vista do co u-
;. 1 or se dir o motito poique De venia ,
os pretendan! s dnija5 se ai 5 nonlaa na
quina 1! 1 be o do Mari-co I1. 17.
I 1 irmaco c renda na lojas do
Bubra lo do Seubor Jos 11 jro Maiclini
ua itta Din ti : qui m .1 preterid r di ij -
sea 'liada t/lormlioa casa do Tbezoiei
ro da Lotei i .
G5 Un terreno no lagar de Bebiribe
proprio jir tir ilgumas taccas ile loite ,
0 para ge fa/er propiedades junto a povo-
ii'.j por preco commi di i] 11 m o >a 1
leu cr > i ij.i-.su ao roesnio lugar a lall r
Ciin Ma ioel Pereira Uiaodu.
S i ij.sdj marroquin paa mani-
111 9 (e todo lamiolio a 48o I -i 1 d niin-
de es no alterr > da B ia-tista I) 1 :.
Una lognha de miudeas con
P'JUCn luido e 11 uil > ci s c 1 1 DD d
para la mili.* iii(!ep..-iidenlea da ore 1111 iil>
L.m vial' ra do A< .;o i). G.
' U'pa mol ta i; muito b a e c av
e be na lavar engommar coz n'iir ,
' c 9 r, eatlie de aitdiote nao lera virios
mu muito bom ama do ca*a princ*
pj 1 mente p: i liomitn soben <>, .u m
a |>li tender diiijt se a ra de S. Rita nova
u 1 U. 1.
Ih 1'oiinrio dos bomens Ilustres
in a > vol 1 nes por Ciau !. n : no s ibradu
de Alllon) Anua, ra o FagundeSj
entra la pe parte da in,".
Una IFauta preta de quatro chates
jj relbsda de pr*ta e nova sendo
' 1 1 isi val: n 1 be< o do Padre* a
1 rom Ai Ionio Fra ci c [loinr*lp
Q em quier comprar 11 rn p
I lio completo panG. N. I |u* hao bi-
ittir. e ti n i-siiu como a >re os pia o
ca i;' I 1 nnu c et
Un p. r. .) (I j cobra telho, e em
)Ja um 1 1 ni 1 m 10:11 mili-
tas m t a e uuia caxa de mu ica iu 1 lo*
ra por si, raaisde umquaito-de liara e
llioa 1 0111 lodos os i 11 ncea uro e-
logio depaiede: no becu io Rosario s^-
bi io I). iS.
" Um cidello h Ii 11 novo q->q
pilha di c 1 n "ilii" ni mi do Ltrauen-
10 ai zeoa de I >uca e "> ilhad >a '.). lo.
vjQ- oa dairoe borea van a n qui-
- 1 lo b co 10 miriKco \). 17 n's ciu
Ponas 1 q a tirad Fundo 1:2 ^ti'o u,
e 1 n ni ito b m 1 milm 'de para uma fa
a e ido- e .1 d sob i; 1 do [que re
> p v c re '. '.
a pretender diriji-se an mr q ie aeiiif
com (ucm Icitar,
t. atarnTiinuiu -i iisaaaaawmcfea-
<=r-T Un muleque crioullo, do iJ,ij
de 9 a 10 airnos 1 milito sadio leca vicio
nem achaques e por pri.o rooiDiodo ;
na ra esuit* d > Rozauo D. 27 loj jB
trastes.
^" 2 io e tantos couros saldados da
superior (juali-lade : toa Olin 1* casa, n, 6
dtlrou'.e da porta liavc.>sa U: S. i
Novo.
yW Dnis negra de nato itabas rom
crias, du a mol os de i I. u lia i5an-
!1 i| coi 1 algumas habelidades maliu,
i.-s, :; vicios nem .u li.p|..-, algum >
passando os (Vlartiiios ao priuieiro mi. i
a o p.m io si silo.
-' 18 par 3 acoras, aovase .ir-
guiadas d ferro propriaa para oomluzir
mel azeite lecauapato, eagoa- arden te:
m un do Qieiaudoloja do lerragein Da-
cima 5.
----- Um moleijU'i oom i ale de 18 an.
nos, a, < t ifo e do gento da angula;
quina > pretender dinja-se roa da iiu-
'.1 A velln I). 3j n 1 segundo an lar.
Treseutaa brabas c tena e u qm.
dio cu 11 1:1 1 s em bruto, qu a.
ni h nj f 1 io d jtrui s. c< ni on ;
terieiio p na iar ;0 um famnao 1
visto j tur principio de ..I una pi de co>
i| ciro* plaalos; as ditas |err*i i>
sii'.i.idii n Ci i. '>! da Paraibi du Norl ,
n lugar de 10 ii a lo Ajoa Fiia, qu< Sea
iist.mle da i a Ci la le I goa 1 meii a
p 1 qu 1 o periender dit ij 1 ae a ru 1 la
A uoiiiu nuin 10 54 d falar no pnmeiro
a.idar, q i e negocia por p 1690 comoj,
on a 11 ,ii .. ; 1 a 111 i. ii .
------Un mu'e'iue bonita figura rom
ilade de 18 1 17 nios p "cu ni
menas, pirlimo oflloi.il d-.- S.i: .1. ro ,
m-h do d i" -e dn por ipi 1 >j
vende na iui do Rozaiio estreita vend,
I). 33.
p Qj tro can as de cji reir de 3j
a 35 11 a 1 1 os le cornpiido cujas se aclii
n* pr.ia Jo colegio quem quier pruru-
f ni iui do (.'guadua D. 3 que se uu
quem v. ndo.
57** Un. porci d ouro vellia e entre
este obras que podsui servir i na mi de
llorlas 43.
ESC R A VOS FUCIIDOS.
jr:*>" Romana croulla fugio em 23
la Sel mbrodo arino p. p. com ossgnaes
seg iint< s j 1 ralba ha'Xl e mu lo fal-
ta d d> lites, loi captiva de J uqiiiu da
Fonce a :c Figueiedo, que leva olarii
do Moni i o, era cojo lugar se d seo n fia
andar diti preta por hvor quem l -
riba 1 lst) por tvzea : qu-m o p-i.-ar a
ei li r 1 a bu Sai .'1 r no ll.no di I5ji-
vista i7 que ge Ihe dir a quintil de
2"5 00 S.
" J-.i'nm crioul" i 'ala de 22 ruino*,
baixi, nanz lia'o olhos nietos, cara
bili-la, cabello corta! a mola, denles
11 1.u.-1 s, clii.a do enrp biarjosgro
peitos I'-" f i! i, e ni la nesla til lada ,
e i? 1 de O i id* e entitula s-i fu n ls-
rando roupi inda constantemente vp;
l di cmi s 11.1 o ti n 1 preto f i mor*
dora em Giiiona d'onde fugio 1 me-
zes : na apyrsbendad re- lerera 1 'Ui
doQueimado leja de fazendaa 0.3, que
era > bera recompensados.
' > Vate mil res de ifi 'ana ^
d quem agirrar, o levar a c ssa l). I
da ra do Vigaiio de N irm Mnii
S *.s, i,m 11 leiue de nnme Tilo que
e ui fugi lo ba 15 das d'eitalora b xa,
ps chato*, rucio Angolla um go l ti
Bitil, reprsenla |4 annoa da ilade;
consta an lar pela pa asa ge ro da Magda1*'
111, Cbora men ios, o Capunga.
t^gj. ) sapa neceo nodi a5 floc rrenta
8 Ii ras Ii manbia huma negrilla
de ilade Je i2 a i4 aun s, de nome vi"
cenca, do gento de lognlla levan lo
,j > .111 iri-l! ) de casa de C rdio oC1'
mizi : 'l^oiiao/ii.b 1 ludo un1'"! e
ietn o embigo grn le bastante, opa "
tista era andar na ra por ser de cate e
nuu ter mIi io : a ? ao \ 1 ;> "
p d< i le. ar .- so i 11 ior n 1 it"'''' '
B aviis c zi n. 55, quesea geuerosa-
iil.iIc recoojpeiisauo.
m, .v Tir*w 'i- ^ ^''
MELHOR EXEN