Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08646

Full Text

4NNO DE 1858. TERCA FEIRA
20 DE MARCO:' K. 63
PKHN. na TYP. i>. IU. F. nr PARIA. I8SS
OAS da semana-
19 h-imm.i1 9. Joso Esposo efj. senhora. Q.
piing as ri li ras c ">1 uo. da m.
20 I eica Martinho lid. de m.eand. do
J. dos Orf. de tarde.
2J Unan* s- Bento Abunde seasao da Thesou.
82 (muta S. Enygdio V. i. rtellacao de oanhu
etc.
:'J in-xia S. ri'li-. e sejis comp. Sc>>>ao da 'i h, e
.mi. do J. dos orf de tarde.
ll -., ,;i,ni mtituit;oes do >aut sacramento do
Bairr de santo auto o onde he orago
25 iJuiinii"" i- 'la (uaresnia iniv. da Const. C (
MHre'cl'i'i-i |>ara odia 2o de m.mco
a- I hora c IM ni. da iu, 1 li. 1-' ni. da tard.
Tudo agora depende denos meemos da. nosra
prudencia, moderafSo, e energa) continuemos
couiu principiaiuog, c seremos apoutados com aduii*
atuo erutre as Nac,3ea inais cu las.
Proclamadlo d'A ssemblea Geral do Brasil.
Fubscreve-sea l.ooo res mencaes pagosadiantados
nesta Tipogralin, ra das Cr.....- n. :f. e na Praca
da independencia I)..':! e 38, onde se recebem r-
respomiencias iegalisadas, e annnncios ; inseriiiilo-se
estes gratisseuti dos propiio asgiguantes, e viudo
as. ignados.
( AMHIOS.
narco 18.
JLiOndrri 32 l|4 Ds> 8t. poi l(l()l)ce<1
I.sli.ia ii."> por :' premio, por metal, Som.
Franca 30j a 90 lis. por franoo
llio ile Jan. li p. C- de deiC
Uoeda de 6.4'XI 13,801) a* re lias, nova IS.loo
,, .DIKI 7 I m 7.5 )U
Pozo Colimares ,575 a 1580
ditto Mexicano !,57) a I 51 i
Patacea Braxileiros ,575 a I i
Premio im lettras, pi me* i \\l p,>r o|0
('olu o a par lia .-i,lula
r IITIDA IM)8 COHK Kliis.
UlindaTodos o ili o iiirin da.
oiaua, Alliaudra, Paraiba, Vil.' do Cunda, v-
.nuuapo, Pilar, lle.il de S. Joio, rejo d'Area
lamba, Pumlial, Nota de Sonsa, Cidade do Ni
il'ai ile Gmanniiiba, e Nova lia Prioeet, Ciliada
la fortaleza, Villas do Aquirat, M.nir mol ni i i
wacatv Cai>uavel, ('aiiind*, (iia. lnipriami
" Bernardo, S. Joaitilo Principe, Sobral, .V>i He*. Ico, S. Matben, lleacli" doau,ue, s
iiitoniu il" Jardim, Queieraiimliiiu. Pariialilba
~ Segundase Seataleira io ineio 4ia por ,,rl sa
Pa ra lia, Santo aullo Toda as quintas feiiaa4
ne i o .(:, (laraubuns, t Bonito nos ni% 10 e 4o
le cada me! ao mel di, Florea no da "
:ada mi! ao meio dia- Cabo.Se^iubaein. Ule ''
iiioao, e Poo v alvo- '-o* ui I, II, a Si di c .
III c
1 A RTE O l? FIC l AL.
PERNAMBCO,
Coricilisio da Falla, que, na oecasiaS
la abertura da As-embica Lcgi-datra Pro-
Xi)C I de l'ernaroburo no I. d* Marco
de |838 reeitou o Ex. Sur. Francis-
co do Mego Barros, Peaidtjulc Ja wesuia
Provincia.
Obras paralizadas.
Alea de toda as obras que tenbo meo
clonado p.rieiidaua tinbs(ij a-brir o
Caoal (Jj Crtioboa da lianet.i para a Vo-
vo",u lio.i vi i^eni retoman.ii(J.iJi)
pe parroar j>< oVtln de u'oa das vosc
Cuiucxiii-ts. A iiicouiesUvol ulililada
de*ia obra, tauto para re*ub dleo r a lar-
fidio q'Ja out rora buuvu l |iouca
iil.ui.il d'j'itd. PoToaoiu p'lo Icito do
Ju Jorla, ci:uj p-ra Facilitar o e.-
coameoto das agoas (jue neili so rauiem
duiaula o invern, mure'eu to ia a aleo-
na i do Guterao, i'io determinoa ao
Inspector Garal das Ulnas Fnbiica lits-
so abrir > sobrcdtio ranal pela direcelo
iiuiis vfliitjjjs.i e i)i"oi:ura-<.' stbar qual
coadjuvaij (pie rjuaiio dir vi (J ii i -
dios aaaigoadoa na repre>entacio quedi-
ngiao n isla Assmblea. E'ilretaulO de
ixns do se btier u>arcado o Canal a di-
reccio ]"> devela Ur, e iucumb do o ac-
tivara ext'i uccio iia Obra ao CiiUdio Jo*
B Rodrigues da Uliveira Lima, repca-
aentaio contra ella a Proprietaria do Ho-
co da Brrala, e seus llus mas lendo-
te i ecotibeeiilo inexactos o fundamen-
tas, (mi jiiosa tati i!>.' vo, o liavendo por
eoiiaeguinle mandado continuar na obra,
se oppotcio aos trabalboi com forca ar-
mada, iNo ti- ciicuuaWiui.s o roeu An-
teresior dataiminou ao Inspector Geral
das Ob.is i'ub u'ds, qu? restabelecassa a
aervido lal qual era antes de usurpada
)-i.a i'rop ielM ios d> Pa9o da Burela
'; i .,.vii: .1)1(1 O I e I l (J U O I i 10 jillrio, para
fciiCiiuarxienlo dad aguas DO seu verdadei-
i'u iuiso; ms objectou-e que o testa-
liellecimento d'aquella servido era quise
jnfensivel por se niu poder decobr(
ja. os vj'.ig"S do autigo leitodo Rio Jor-
do, par* q-e este aeja bvrto tl ,>i poiqua su l-rici iand dainuo ao
Propn tarioa da Barrata, oilandendo avs
\ i v c 11s, 8 paitados Edificio* dea ta Pro
piiudadL-, ao raesuio tempo que o Canal
te Ioiums mis longo 8 toituodo. NiSto
estado chegou eato negocio ao meu co-
Bbecimeutu e alagora nao foi decidido
por aspirar oofoa coobecioaaoto. .
-Foi lambeoo tentado o te tabtlecimeu-
'- do aequeduto ui gstrada comeyada p:
ra Oiui la por Santo Amaro, por liaver
sd'i 'laiiioliJo pelo possoidor do tarreo*'
atrivea-ado puia Sobredi la Esliada. li
coico no acto de couiineca em os traba-
Ihos apparuceu o dito pos-ui or ameacaa
lo <>s operarios se contuiuas^um, d' tei mi -
u 'ii o meu Aiilsctfaaor, (jiiea Caara Mu-
nicipal de Olin ia toqgassfi conbeciaiento
do tugo 'iO e sobre ella procadesse co-
mo Ibe incumba a le de seu regimen-
t.
A rcsp'ito de pritSea com traballio fo-
lio aprovados os projactoa api iscvi d .
pelo Inspui toe Geral, para aa deata Ci la-
de, Comarcal do B >nit >, e N>xarelb, que
trio sunmiitidos a vossa delilie(acao. O
.o. sino Empreado trabalba presanlu-
mente na organ>sii,'i" dos respectiv is or-
c.unentos, os ques Breve vos gario apro
sentados para oonstgoardea a estas obra,
j i|ii. (tii iju; hI^j di-s siiiliciaiit'.'s para
a dehesa do fuoturo anuo lininceuo.
I'aia o mesro > fin lavarei ao v-ss > cmlio-
ciinenlo a daciipcij e oreammto dis
obras nece>aari"9 paca o malboratnent da
Etiada do Pamsmeirin junto a Santi
Anua, (|Ua o Governo mandou* faser a re
qui i tiento do Ci Jadi Domiugos Prea
i-tu reir.
Com pesar, Senliore, tenbo de in-
nuiiiar-vos, que al boje niiseapre-
seotOU pessoa OU Cimpaubia alg ima ,
I .u na faria da Le do I i de Juulio do
>lo anuo passtdo quisas,acontratar com o
Govii'iio o fornecuneoto d'agoa polavel
l>ara a nossa Cidade. Parac^-nie qu .- lio
cedo niu leramos as faotageai de ta5 ('til
impresa pois o espirito de aisociaca entre
nos anda alo fez os progieasos, <\m' j
dtgeobrimos na Capi'al do lmpeiio. Tm
bem n nliuma execueio ha tul > a Li
r i ov iu i il ob numero 2 de 3 de Abril
de |835i que manda eogajsr nm E'ige-
ubeiro Hydraubco, para tirar as pa ni ia,
plsnaa, e orcamanio das obras ne> essarias
para o mellioraaieiilo d>* Poito. Un doa
me US Anlecessoies, queivndi dar p out.,
i-\'c:ii.o alio til Le oillei'u ao nos-
?,o Eiieanegado de Negocios na Hollanda,
para la-oc dito engajamouto je deile lo-
na i':o i .,) i-t.i, que a pessoa a quem La-
na convidado M'iido ja van!ajus imanle
coiibeoida por seus trabWhos, enioijde-
renJo expatnar-se sem giaudas Untagoos,
propjsera condicas que ou p.neremsu-
mnnenla exageradas, ou >6 podem ser
app.'ovadas pelo (ioverno Geral. Knlre
tanto, Seubores, seja-ma todivia licito di-
aer-vos, que a vi-ta do continuo dateiio-
rameuto, que dito Poito vui sollrendo,
se torna cada vtz mais uecesaario oecga*
jamaoto do Engenheiro, de que a vo>sa |
lollicituda peio bem da Provincia se ba^ i
via lembrado nio obstante tal despisa I
devwser fcita som a renda gtf*l dola- I
p-rio ; e ij' j or eon-( guiite i o deveis at
l II I.T lano pila a despast pe lllll.li I I,
iiuu se ln.ee ooi nm ou dous Bonos, como
par- o- lucros .imnieuO*, que podemos
ler para o fueluro, ou darurfo* que ji \-
mos experimentando, certos com deveis
aatar, Je q n oni utica d (anli msg-
nilule, eimportancia somante p)dum
couvir Engetibairoa de pnmeira plana.
Conven) pois que mana ii urna sulii i-
euta quantia ptia h.mi lis taes sa nao que-
icis, que pessoa inhbil ob tuu coi ve de
inel llorar o poi to ds nos .a Ci ia le.
TeuJo-vos dado, SeuhoreSi urna b-
t 'iiv'a e delalhada, expoaigo de todas as
Ob as l'rovin-iars adinioistradas, arre-
matadas | ou parausadas, curopri iuh a-
4*i* di.oc-vo, q i.j granjea difiicul lades
si'niit a i'-tii i, ivr i i in ooiislcu'.'.o de
qud quer obra | j pela falta do operari-
osiuteligeut-i q'ie nllis se eioprogueoD,
j i pe 1.1 deficencia de Enganheiros que as
derijio, eap-!.i reluctancia da maior par-
le dos Propriet si ios qufndo qu I (joer
otada tem de atrafessaar as suas trras.
Com o li ii de distruir o pnmeiro envonve-
nieute rleni dos*trabaliiadoresordinarios
ten> silo appliraa guus presos a seo i e.]i,iariiiienlo pagan-
do-se un sallado por neo servico ; e tem
ptodo recrutamenlo as pegsoaa que traba
Ibassein as mesinas ob a-. E como es-
tis providencias nao fosiem Distantes o
nuil Antecersor aulorisado p lo artigo 3l
d i Lei n. 9 de 0 de Junbo lo i8!35 para
engij ir Companbias de Ailifiees etrtbi-
I ha orea quar Naoioitaas quer estran-
gairos, pedio ao G ive un Imperial, (jue
ordenasae ao nos-o Ministro Plenipatenci-
anotin Paria, que h iuvsse de engajar
na Suisaa arltfioes, e oiiar^rios. Este a
caba da responder por ofiioio de 8 da Vi,-
leiubiodo anuo paisa.lo que tan Jo e
derigui i ai Euoarregado de Negocios d'a-
quella Repblica a ti iu de colber os es-
claiecimeiitos de qua bavia mister Ibe
lora p-judo1'>do qie o engijaiueuto eio
queatlo devia ser tratado no lugar onde
aa dse ja oentractal o e por um Agente
especial, qua removeaae toda- as duvidas
aaiiiculdades dos coutrtheotes; e que
por conaeguinte cootttando-lhe que o Ba-
diarel JMia. Antonio de Macedo era
eucarri-gado de urna aemclbaiite ncom-
beucia por paitada Provincia do Ceer,
tinha deliberado esperar que elle voltas-e
a Parir, alin de nformar-M dureiu to-
dos, que obtjva po Jer oulo pai tecipar
ao Goveruo de-t i provincia o que mis ad-
quadolbe punce sa pira o bom e*ito do
eugajan:ento. Tenli daleiminado dar as
provi iencas ueca''iai pica qua a ds-
poaiajioda Le nio fiqaeiuulil pela mnba
pul.: coiiviudo que ina autboriaeia a mao
ar a Europt urna pfssoa paxa/ asse fim.
Afilia d' pessoas capases de levantar
as plantas formar os iircaun utos, e ';.
sa eucarregar da dirac^i e iospecifo di>s
Eatiadas, poules, ca|yadas a edificios p-
blicos, tunase multo mi val Resta l'" o-
viucis, sendo tantas as obras q sa d ve faar, a tio limitado o numero de E .n-
itheirosq'-oe la eastem. Q*-asaJes-q} d'aqui
raresu'Uo ij palpVais, e inut lora ex-
neudel os. Dea t-ndu ista ProvuCa
q tro estradas principies a do Norte,
a do Sul, e as duas do Canto, 'uo ue-
ceisitio toriiaieiii c 'iu'iiod. reis, e d.voiiio stas conce'tos seren in-
cumbidos a Engeubeiros habis e aclivos,
tomase de urgeuto necessidada, que au-
toriseiso Coveruo paia se poder eogajae
dentro ou lora do Imperio, sb eondjc-
cois r.isoaviis em numero sufficieote as
uccessidides da Provincia. Parece me
igualmenle multo necsarjo que a se-
inelhauca do qua te praticou na Pioviu-
ca do 1> o de Janeiro be estab-iHesse Bea-
ta ii.i- E'Oal'a de Aichitatos medidores,'
coinpreb. ii leudo um Curo tlicorico o
pratioo d i tres anuos, mu qu se easmes-
sam i. os Elementos de AiitbmwiK'a,
Algebra,Goometna,Tiinuinelria,e .Sar-
co.a con cii vc. ; J. Principios ae Me-
eamua e Uydraul'Ca ; 3. ;C .ustr ucso,
Projecto, e exeeucio de Estrada-, Pautes
c ; e '.. Dasanho propcio pea cada
mu dosonjactos cima D- l .tj evi-
Ur-'juba qua p-ra Iispertores par-
oiaes oo nossas Estradas fosena uomci
pessoas ignoran! !>' doa primei o sla-
mentos de Geometra. A< deapesas com
u/no tal escolla sria pouco ellevadas,
cou t-ii-lo alia de quatro Prof-ssoras, vis-
to ja existir ii > Lyceu destaCidade o da
priuieiiH, e quarta Aula. No caso da ere-
arde, esta Cmao deve o Gotern ser aula* *s
lisado a eucajar foca da Provincia as
pessoas que derem regar algutnas daa
Aulas, a uo'iuar os engeaheiios deque
esUa iiecesiit>re. para o coa and nenio;
dar os regulauM utos, qu.- iulgasse conve-
nieule a este fim, a a faser as obran
do que o Lieeu neceailar para aoomnoda-
co das me.mas Aulas.
Filialmente, brirs. os n'S>03' idaJ-
os lao cheioi, alias de p ioliatue u-
tros lespeilvs anda so na8 reuteace-
r5 le que a eSC5 do Govarno d ra
ajudada por lies, no melbora-ueol i
estradas sto. e d'aqui vem que neobuui
obra publica he feta por Bi-'4a ubf.;
coeoa roluotariaa, como ncuul ee i
de Janeiro, eoulraaPiotiiuiaa 1o lo.^i w
rio. A reluctancia doa piupiielauts o
tenas, re algama entrada le o ae
.ci...|-r.;l:s tal que e.-.q eoiJoa di
lacena que ella lra ;>o Pas, e ., = .-> ..
proprifdadca p ;lq pi&avi d iilbt .-..
AR FNHONTRADO


#
^wa
r.
2
USIO II PUMAMBCft
Ibes da depoia da leretn empedido por
un modos t abertura destas estradas, o
jue maito fti demorar, ousaS at
empregar pir eese fim vas d fcto ,
quando o Govemo oa5 tem querido *slar
porsuas reclamacoens, e se alguna a tan-
to na5 chrga pedem eritsS indemnisa-
<;5es exorbitante*. Algumas ps de trra
um pe'de larangeira, quatro palmos de
terreno sa6 objecto as de longos re-
querimentos; de aorie que o Governo e
us Bropregedi.s Pblicos sa6 rouitasveses
deslraidoa de suas mais importantes fuoc-
coens para attender, e examinar objac-
los insignificante.
Cunaras Manicipaes.
Estas Corporacoeai qussi que fe acha
redolidas anuldede como tos decls-
ru um dos meo Antecessoras. A' ma-
ior parle dellas faltad os oecessai ios me-
ios na6 somante pira pagir os ordeoedos
dos seos Empregados e as despesas do
seo expediente como para correspon-
der eos fias de sua instituioaS e em
quanto estes meios n5 forem concedidos
imposiivel he que loliifatafi cbrigacS-
es, queestaoa seo cargo. Procurei sa-
ber das Cmaras quaes os nuios de aug-
mentar as suss reodas e por aso per
uutti me que vosexponha aqaelles que
alguuiai deltas epoutaraS a fim de que
mate respeito deis as providencias con-
venientes. A Cmara de-la Capital pede
ooaceisaS animal de certa somma para
uons trueca 5 de urna Cadea que prseocha
as vistas da (,'ouatiluica ea'ieaoneracao
da Decima que pag 5 os bens Municipaes.
A do Rio Furmoso o leconhecimento,
e detnarcaes dos terreno* de Marinha ,
e realengos a fim de serem aforados e
dar fljsim algum inters. ao aou Munici-
pio. A de Cimbres representa sobre a
necessidade de ser appiovada a Postura
qoe prohibe a creaccaS de godos nos ter-
auos agrcolas a Um de que po-s ar-
rendar o que llie serve de patrimonio. A
do Brejo requer que Ihe seja concedido
o rcndimenlo das carnes verdes, e sed-as
do seu Municipio. A de Santo Anis,
que te marque ordenado ao aeo Fiscal,
para que es soaa renJas sejafi melbor co-
bradas. Finalmente a de Itamarac' q'
se rcsttbelUca ito seo beuefi io u disirno
do pascado e que se Ibecouueda adm-
iistracad dos baldos e margena do sao
Municipio.
A maior parte das Cmaras de Protin-
ca nao lem organisado um sy-tema da
posturas para os seos Municipios e oetra-
b-'lhos, que algumas tem ensaiado *5 in-
eemplectoi dalcituosos e incaheieu-
tes.
Statistica.
He este, Sera., um dos ramos da S
ciencia Administrativa que mais em a-
iraso se acba em nosaa Provincia e que
entietauto muito deve coadjuvar o Go-
verno em suas providencias. Pouco ecos-
tomados estes ti abalho-, os Empregados
Pblicos dan. quasisempre, sob di ver-
eca pretextos de compriraa ordena que Ihe
ea6 exped las para a crgsnisicaS ao me-
aos de certas pjrtea da statistica gai al ,
ua5 obstante ser esta urna dasattribuico-
coa dos seui respectivos e argos, cei tos co-
rno asiu de qua Aulboridade se tonca-
r de ordenar. Hum dos maua Ameres-
ores exigi de todos os Vigarioa da Pro-
vincia a lista trimestral de lo los os nas-
eimentos bitos e casamentos que
liveri logar em auas Freguesias, e pou
eos sap'i-fiera esta exigeu qoe foi-me preciso reittiral-a em D'Sern-
bro do anno pasaado, e ainda as-im na6
foi possivel orgauisar o Mappa Geral de
todos os Casamentos t-bitos e nasri-
meatos que se fiserao em n^ssa Provin-
cia. Al inesmaa diffi.:uld das se encou-
t.-a6 quando se qoer Usar o canso de nossa
Populacad com e necemariaa classifica-
coans e claresas ', pois os Prefeilos dss Co-
marcas a quem ae baria incumbido este
irabalbo sedcul( o com os Sub Prefei-
toa e Commissai os de Policia, por quem
deve ser davidido allegando que poucas
acasos* queren servir e>tes Caigas peros
laaoens em outro logar por mim expedi-
das que por coasegninte alo obrigados
a oooserrarem-nos inda quando mal
cymprein seos deveras. Poc esta raseS
ero algumas Coroarcas.como neata do Re-
cite S-: oa poda) i-ffectuar uo priiueiro
de Janeiro do coi rente anno como .de-
teroiiaa o Cdigo do Processo o alistamen-
lo e apuraca5 das pessoas faabelitadas a
ser jurados e qaa no ano antecedente
servisseo ali.tamento feitoero i836. Fi-
nalmente a statistioa Criminal da Pro-
vincia taS necessariaao legislador eos
Administradores e sos Crim.oalistaa pa-
ra solucsS dss graves qutst'.eus que a.
gitio tambero nao pJe ser organisada,
porque alguna Juises nao tem saptisfailo
as reqoisieoens do Governo, pare e que
ha muito contribuido a desorden dos
Cartorios e ignorancia dos E-orivaens
segundo informou om dos mesmos Juisec.
O que vos tenho exposto, Snrs. mt im-
pela a pedir vos alguma medida Legisla-
tiva que tire o Governo dos embuecos
que tem encontrado na organisaeaS da S
tatislica Provincial ja dando-Ihe os me.
ios para poder incumbir ama tal obra
pessoa que para ella jolgar habelitada ,
ja stabellecendo certas penas aos Empre-
gados que se recusarem a dar os esclare-
cimentos que Ihe forem pedidos. A
statiitica da popolara di vena faser-sa da-
ceunalmente por pesaots nomeadas pelo
Governo, asqaaes teriaS direitoa multa
q ue se houvesse de iuipor ao que se re-
cusisiem dar a lista das pessoas existen-
tes emsuas casas, ou que as de&sem no-
xactss. Quanto a slatislica dos casimen-
tos que 8'dte sor incumbida aos Paro
cha seria conveniente obrigallos a re-
mellar os respectivos inappas de 3 em 3
meses sob pena de se Ihe descontar certa
qnaolia eiu suas C"iigru."s. A mearos pe-
na se deverii impor nos Juisas de Dirvito,
que ua5 ouviassam os mappa* dos Crimi-
nosos pronunciados julgado* eto* etc. ,
eru sua Comarca com as esper incacoans
e claresas necessarias segundo os model-
los que Ibe fossem subministrados. Sra.
as mais importantes Provincias do Impe-
rio c rc'j Al.as Geraes, R* de Janeiro e
S..Paulo lem por sujs Lea procurado
iucetar importantes trabalhoa aiatisticos :
i'ouvem que as imitis, pois be so por me-
io dalles, que o Goserno deixara' dem char as cegas pelo escabroso camiubo <\
lbe foi tracacio
AJmiuistrifao' de Fascnda.
Balancos.
Tendo importado a recetta elfectiva
com o saldo da auno antee d-uto e cora
osuppiimsn)o de 7o:ooo) de res feito
pe Cofre las Rendas Geraes bm......
588:85*$ reia e a despesa em
48o:788^ re, verei Sois., qoe
apparec como saldo para h recelta do
crranle arinn finane>iro no Balanco do i
de Juliode i 836, a 5o de Juoho de J8J7
a importancia da 108:064 8ao res ; mas
se de.-ta abattrmosa qusnti.i de45.74i,4'>4
res despendida com es diversos A'moxa
riles, e Fornecedores, e com os saques da
Proviocia das Alagoas pur conta das ma-
deirss recebidas para as Pontes do Recife
e Boa-vi-ta e que por falta de liqu'tdacao
de conlas deiiou de ser laead na deipe-
za elfectiva, veris que o verdadeiro saldo
foi someme de 6a:3ao,4i6 reis que se
aebava no Cofre da Tbesouraria em di-
nhei o e Letras. Este Saldo tara sido
pplcado ao pagamento de 79:637,169 rs.
que liara era divida. Na comparacaS
das divarsas addiccoens da Dispasa com
as fixadaa varis igualmente qoe appa-
re e aegnqento em urnas, e deminuiea5
em outras e as raso-ns desla diferauca
achoo te notadas no Bataneo, deque te-
nho tratado.
Q jauto ao Balanco de primeiro aemts-
tre'do correte anno fioanceiro ex gi-
do pelo artigo 18 da Le Provincial n. 1^
de 8 de i836 mostrando elle somonte a
Reeeita e Oespeaa verificadas no dito si-
roestre e na5 podeodo por ai s servir
de suffioieolebasd para se.-alcu!ar a rerai-
ta e despesa do segando visto que ten
do logo entrado para o Cabr era Letras
com diversos presos quasi lodo o produ-
cto dos impostos anemsdos palo snno
financeiru exisiem palo contrario ou-
tros cujo maior endiuieulo so'ae arreea*
da no segundo semestre e o masmo que
acontece na reeeita tambero se verifica em
parle na despesa, julguei conveniente jun-
tar ao dito Bataneo urna Tabella na
quat se mostr na6 ao' a Reeeita, e Dea-
nes* Verificadas no primeiro semestre,
como na* provaveis do segundo; e por con-
seguate as que se devem esparar no fim
do anno.
Orcaaento.
Apesar de te terem oreado todos os ar-
tigos da Reeeita e Despera eom a maior
exastida possivel, tendo em considera-
cao as Randas e Despecas daoretadas po-
la Lei Provincial de 9 de Junhode i837,
e o supprimeato de 15o:ooo,000 reis, c-
oedido ltimamente pelo Poder Legislati-
vo para o crranle anno fiuanceiro; to-
dava importando a Raoeita em54-):i93,
24irais, ea Despeas em 584:770,7o
reis resulla o dficit de 44:577,e3 > reis,
e coniequenlemente a necessidade de o fa-
cer desapparecar ou seja augmentando a
Reeeita por m-io de algnos novos ren-
dimentos, ou diruinoindo Despeza. O*
raasndo mais taoil o segundo expediente,
t-lvez nao possi ter lugar, pois os objec-
tos m lis dispendiosos, que >a5 os qoe tem
por fim a commodidade initrucqad e
seguianpa Publica, naS podem ser redu-
zidos por ora e al parece-me qoe devem
ser augmentados, vista da necessidade
que tem de mais ampias consignaees.
fiesta o primeiro expediente ; mas cura-
pre tsmbim attender as circunstancias ou
Pait, e a taita de meios quesele a noisa
Industria para se desenvolver, e al as
esterilidades que he sujaita a Provincia.
Tal ve* Sis. que as mesmaa impo.sig5t.-s
decretadas, leudo m-H latitud da con-
formidad eom o espirito das Leis que
as eslabellecera5, teja bastante parase
conseguir o augmento das Rendas e que
estas cubra o dficit supramenoiouado.
Arracadscio das Rendas.
Efieiluara-se as ArreraataoSas de todas
as Kendas de que tracta o Artigo 7. da
Lci de 8 de Jnnho de 1836 e apesar dos
Impostos de 2,000 reis por cabera de ga-
do vacum cousumido no Municipio desta
Cidade, e do gado vacum e cavallar de
toda a Provincia, terem sofpdo conside-
ravsl dsminbito 00 anno antece lente,
parece-me Sis., qua pela natnrexa dos-
tas imposices nouhuma outra orma de
arreoadaa5 poda dar molbores resultados.
As ran las em Admiuistraca no Munici-
pio do Recife continus a ai recadar se na
Mesadas Diversas Rendas, e na Re abe-
dona do Sollo por meio dos Colleclores,
em conformidade da citada Lei Provin-
cial ; das temi-io lasai se eloclivo-o no-
vo Rcgulamento de 3o da Vlaio de 1836 ,
que mandou crear urna Meza de Consula-
do, e outra da Rendas Internas, he ne-
cesario, Si6. que alteris na paite re-
lativa a arracadacaS incumbida aquella
Recebadoria. Quanto aos reudimeutos
i;ua se ac.ba a Cargo da Meta de Diver-
sas Rendas, son de parecer, que epja
arrecadados pelo Consulado por i-so que
ditos rendimentos piovindodoa mesmos
imposloi que ali se pagab sobre a exporta-
ga5 para a Reoaita Geral vem a ser co-
brados sam acnsciino de deepesa e al
de trabalho para os Empregados; mas a
r.speito das Rendas, que saarrecada na
Receberroria nao se dio as mesmas cir-
cunstancias porque dependemos impor-
tas qoe as formad da lancamenloa, vaiiao
oa tempoa de sua cobranta e diversificad
os objeitos d'onda ellas provem. Fas se
por tanto indispansavel qoe separis a
sua errscadacad da Meta de Rendas Ge-
raes luteruas, oieando-se urna Kecabe-
doria conforme o Reguiamento que vos
ser aposentado.
A arreoadacaS das Renda administra-
das nos o o tros Municipios continua a ser
encarregada afta Collectores, e nenhum
augmento oa melnorameuto tem obtido
at o presente ainda timo com a con-
tinuadas mudanpis de tses Empregados,
quer porque a falta de gente com oa pre-
oses conhecimeoios de ascripturagaS,
eottiabilidade e pratica do espediente na
execuca6 daa Leia reiaiivaa tem obngado
enesrregar poseas pouco aptas, quer
porque as nossai eirtuutwncia aiuda na
sejaS adaptadas para este meio de urraca,
dacad. A maior parte dos Collectores te-
guudo informa oTnspector da Thesoora-
ria ainda nao apresen ta rao urna esoiptu.
raca regular, e as suss contss de modo ;
que com facilidad* possad ser examinadas,
e ajasladas ; e quando aad compellidos a
faserem sss entradas, ea responderem
pela falta do cumplimento dos seos deve-
les, mmediatamente pedem a sua demis.
sio e abandonad a Ci.llectona. O mesmo
Inspector lembra como meio de evitar es-
tes inconvenientes o terem os Prefeilos das"
Comarcas ingerencia risCoileclouas^omo
os antigoe Supciintendi ules (Ja* Dcima.
A' vossa Sabedoria Srs. r compete de-
cidir deve ser preferido o meio dis
arreruatacSas ao das Adraini tractos ; en-
tro tanto persaado-me que nenlvumaa
vantagens se podero tirar, pois Rendas
h, qoe por sua deminuta importancia
ficarao por arrematar ao paseo que ou-
lias o atrio rom desvantagem e perda pa-
ra a Fazenda Publica indo osAuema-
taoles fl namejulgo mUicieiilHrneiile habilitado
para declarar Vos qual dos dous tyslemas
se deve adoptar, e que melhoramanlos se
Ihe poderlo iotroduzir para cvitar-lhe 01
inconvenientes.
Tbesouraria Provincial.
Esta rapsrtict acba-se organisida se-
gunlo a Lei de sua creacad de a6 de Juubii
de i836, e continua a dirigir-se pela Le-
gislaca Geral em tudo quinto lbe he ap-
plicavei. At agora nao fui a organisadas
as iustrucc5es, que devem regular o ser-
vico dos Escriptuiarios e Amii)ucn>es.
Quanto a Conladoria, nao lendo ella poc
ora liquidacoes de cuntas antigs e traba-
dlos de maior importancia tem por is-o
Empregados bastantes para o teo expeJi-
ente. Apegar do augmento de dispeta que
se devei ffer desligando a Tuesouraria
Provincial da Geral, inclino me Srs.,
a pensar que mmto c ju veniente seris lo-
mar urna tal providencia a fim da q'-' 9
Govemo possa lar mais acc-' sobre 01
Empregados Geraes, qoe na Thenourarii.
accumulad allribuicde* Provincioes, co-
ma para que estes Empregados po9S0
lee o necessario tempo pata cuidaren) da
malbor arrecadacain e fiscahsaos das
Rendas, daixsudo de accumular gran Jes
tiabalhos, ao que tudo deve accie.ceular
que appaiecm 10 muitas vezes assumptfs
inteirameute diversos naSconvrm que
estes sejaS traclados pelo mesmo Prucuia-
dor Fiscal.
Empregados Publi os.
Concbirei o meu Rslatori, Ssnhores
chamando a vassa attenvio sobie esta clas-
sadeCidadioa, que a Provincia lem em-
pregado no >^u servigo. N' devendo os
Funccioosrios Pblicos ficar segundo os
principios deequidade sena urna cunveni-
eote retribuicad para sua subsistencia e
de suas familias quando gaslaraS os me-
Ihorts das de sua vida em he n ser* ir;
nema Provincia sobrecarregar-*e como
peto das pco>5es qua devem dinismenie
ircrecendo, be mister que se asssgure
por um lado o fuluro doa mesmos Func-
ionarios quando tivarem chegado a car-
ia idada e servirera ao mesmo lempo
certo numero de annos e que por outro
se determine a quota que se dever dedu-
tir aanualraente dos seos ordenados paia
aquelie fim e bem assim o emprag |ua
a mesma se deve. dar a lim de que o lan-
do total se augmente eom os roadiineniw
Parece-me que o Empegado que tivesse
a5 annos de servico seguido e c.mplelas-
se 55 de dade deveria lar diieito a ser a-,
posentado e vencer a pensio qua se lli*
marcassa em certa proporcaS. Desta ina-
neiraa The-ouraria Provincial nad seii*
sobrecarregadaem lempo algum compel-
anos por sno uua o producto daseduc-
\6ee a os Incros das quantiaa dedunda
devarosoccoriar aos Empregados bem
como a suas Viuvas, e Gllios legitimes^, a
os mssmos Empregados adquirir.) hbitos
de economa, procurarlo ler excelenle
conducta e mais ae uniro ao Governo.
TattO, Srs. unaiisado posU-o d
estado desta Provincia, e das suasprm >-
pica neceasiiadei, HpeifU oi "i
,s


BIARIO MPIIKMICGO!
3
l'ficai todava certoi de que toda a voulade
lenbo pira coupanr cora vosco n gi an-
ide obra de proporcionara mosma Pruvio-
i'cia todos os possivei* melboramentcs.
Est berta a Sc-so;
Palacio do Cot^no da Peroambuco
[l.r da Marco <*e i838.
Frauciseo do Reg Barros.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
|iria do acontecido no Paco da Assembla
Provincial de PerDatubuco no dia i4
do Marco de i838.
Sendo presentes 01 Srs. Presidenta Ma-
ciel Monteiro., primeiro Secretario Re-
g Moaleiro, segundo Secretario Ldftl Pe-
riquito, Lope Gama, Alendes, Mello,
Mssquita, e Perene de Boto, faltando
os Srs.Pedro, Fianci-co, e Manoel Ca-
Talcaute, Pessoa de Mallo Meira Viei-
ra de Mello, Peixoto de Brilo Nunes
M.ixado, Reg Dantas, 5qui ira Caval-
canti Lourertco liezerra Cintra Cer-
vilho Mendonea, Rafael, Tburlino,
Cliagas, Monte Mell Cavalcanle, Car-
neiro L <> Olanda, Maxado Rio, SiL
vaNeves, Lai(*'lia Coelho, e Pereira
Montairo, e nad compareciendo roais nem
bum Si*. Depntado at a hora do meio
dia, o Sr. Presidenta declarou nao haver
Se-si); e mandau faser esta deca. c5
cid conformidad* do Art. 57 do Rgimen-
to.
Thomat Antonio Maciel Montairo.
Presidente.
Antonio da Costa Reg Moattiro.
I. Secietari<>;
Joi5 Evangelista Leal Periquito.
2. Secreiario.
Acta da ia. SesaaS ordinaria da Assem-
b!ea Piovincial de Ptinainbuco aos 15
de Mi reo de 1838.
Praaideocia do Sur. Maciel Monteiro.
Feita a chamada acharo-se presen-
tas 2 a Sata. Deputadoa, faltando com pir-
tecipacio os Srs. Ciotia, Pereira Mon-
teiro, Mallo Cavalcanti Pedro, Fran-
cisco e Vlanoil Cavalcanti e seon ella
os Srs. Pe eir da Brito Maxtdo Rios ,
Mello, e Coelho.
O Sr. Presidente declarou abarla a Ses-
eio as horas do costuroe e lida a Acta da
antecedente, foi approvada e igualmen-
te a do dia 1 i do corrala, em que nad
luMive Sessio.
O Sr. 1. Secretario dando flauta do
expediente inem ionou buoj Ofieio do
Secretario da Provincia rmetlenuo o x-
emplar do RagtiUmeuto dado a Societaria
do Governo, e submf>ltsndo-o a approve-
Ca6 d'Asaemblda na foi ma da Lai de 12
rieJunhode j.836 : fui rcmettido aCout-
mi io de Jusiica Civil.
Leu hura reqtiei imento de Jofo Pareira
D .mascan Chaves Bedel, e Porteiro do
Liceo do Recife, pediudo augmento de
01 donado.
O'iti o da Jo'|im J.-s de Miranda, e
Joio Rufino da Slvs Ramos, Inspectores
do assnofcr d'asta Piovineia, pediudo du-
plicarlo de o: daado para si, e os man
empregadosda Eslaco.
Ontio de Domingos Alfonso Ferreira ,
Secretario da Relaco d'tsta Cidade ,. pa-
dindo augmento de ordenado, ou ao
menos igualdade ao que veoce o da do
Maranho : fora5 todos reuiellidos a C-
missiodu Ordenados.
Oalro dos negociantes de carnea
aereas e proprietai 10* dscazas, arma-
icos em que se acha depositado tal gene-
ro, pediudo a rejticao da Posture da C-
mara Municipal que etabalece remo-
cao dos ditos arma-leus para as cezinha* da
fibeira : (foi leu.ettido a Commissio das
Cmara.
Outro do Vigario da Freguczia da Goi-
anna pedindo huma Lotera em beneficio
das ot>ra< d M is &> de Peticts.
Leo-se o parecer adiado da Commi* o
de Legislaca sobre a preteocio do Dr.
SimpUdo A.nt90!e Mavignin*i Cimrinio
MirdoCorpo Policial pediudo a grati-
cacade a5,ooo nansa wbe ooldode
5s,000 mareado por Lei; e loi approvado
com o indeferimenlo ponderado no mas-
too Parecer.
A Commiiafo de PeticSes sobre o reque-
rimento de Manoel Jos da Silva Sera ,
2.* Sargeoto do Corpo Policial, pedindo
gratificabas como amanuense do Hospi-
tal do maamo Corpo; he de parecer, que
se remeta a Commissio de PemSea, e or-
denados, e assim foi approvado. -
Igualmente foi approvado o Parecer da
aobredita Commissio sobre o requeriinen-
to de Francisca d*a Chigas Mandes viu-
va de Francisco Jauuario Theuorio, Mos-
tr, e Instructor das Msicas dos Bata-
Ih5es de primeira Lioha da Provincia pe-
dindo meio sold de seo finado marido :
jalgando a mesma Commissio nao com-
petir a Assembls Provincial tomar co-
nhecitneato da negocios relativos ao Exer-
cito e que se dave iudelerir o meuciona-
do raquerimente.
A Commissio de Ordenados acerca do
requerimento de Antonio M-ximo de Bar-
roa Leite Professor Publico de primei-
ra Letras da Villa de Goiaua apres'aotoa
o segaiote Projecto, que foi julgado ob-
jecto de deliberaeaS i ee remellen im-
pra>io A Aisembla Legislativa Provin-
cial de Pernambuoo Resolve Art. i.
Fica elevado a 5oo,ooo annaseso ordena-
do do Proffessor Publico de prime ras Le-
tras da Villa de Goiana. -- Art. a. FioaS
revogadas n'esta Provincia todas as dispo-
sices em contrario. Paco d'Assemhl*
Legislativa Provincial de Pernmbuce 15
de Marfo de i858 Pessoa de Mello
Moquita Bezerra Cavalesnti.
A Commissio de Justica Civil, o Cri-
minal reflectindo bob-e os reqoerimeotos
de Francisco Jor do Reg, a Jos Fran-
cisco de Souza Magalbies pedindo, este
a raiutegraead, e aquelle a conservaea&
do logar de Eicrivio da primeira Vara
do Ci val d'esta Cidade e tendo em vista a
LegUIcio em vigor, declarou, que nem
huma ir.justioa se fez ao segundo em ser
preterido pelo primeiro fundada as ra-
s* s ex pendidas em seu Parecer aiue fi-
cou adiado por opposi^iot
Pa-sou-te a segonds pai te da Ordem do
dia continuando asegunda discussio do
Projecto N. 1l com as emendas additivas
do Sr. Reg Dantas offerecida na Seesio
antecedente alem das quatis o mesmo
Sr. Deputado fforeceo o eguiate artigo
nddiiivo, que foi regeitado Os Juzei
deDireito, Promotores, e Prtf'aitos po-
dei, sem preceder licenca estar lora
desusa Comarcas at quatro dias, nao
excedendo a huma ve/- por miz, e parto-
apando as Authoridades competente*
O Sr. Urbano offereceoa emenda eguin-
te Ao Nutario compatii faeer corpas
de Delicio directos, e indirectos; ta>ta>
tuent. s reeonhecimentos, e outrosquses-
qoer autos civeis ou criiriesj que ua6
mji5 a-sistencii do Juif Posta as e-
nrndSi* a votnpaS foi r pprovada a do Sr.
L)i bao prejudicado o artigo additivo do
Sr. Reg Dantas acerca dos Notarios e
tambera approvado o artigo additivo do
mesmo Sr. Dantas a reapeilo da maneira ,
porque os Juizes de Dueito dever co-
brar os seu ordenados; fi ualmenie ioi ap-
provado o Projedo uro segunda diseossfo
para passar a teicera.
Foi tambem approvaJo o Projecto N. 26
oin primeira diocussio para passar ate-
t>uoda; e entrando em segunda di-russo
o Projecto N. 3a o Sr. Nunes Mazado
offueceo ao i. Art. a seguinte emenda
siibUitutiva que foi denpensada da im*
presso Art. i. HaverSo n* Comarca
to Recife seis Esc iies do Oivd dois de
O lioi, doos da P.-ovedoiia, dous do
Criine e quatro Tabelliiaa, que serviiio
dn maneira seguinte I." Os tres ser-
venluarios actuaes do Civel d'esta Cidade,
os a serveiituarios dos Oflicios de Escrivies
do Crime, e Civel, o Tabelliies do Termo
de Olinda a o Serventuario da extincta
CorreicaS da mesma Cidade eacrever
peante os respectivos Joiies nos proces-
aos civeis de tod a Comarca porD'stii-
buica 2 O Serventuario do Oficio
de lisoriva do Orlaos 'esta Cidade ajeere*
ver nos processos do Termo do Recite ; a
o Servenluarie do X)IEcio de Orfos de
Ouda esciewn nos proeesso' dos ler-
11 o de Olind Iguaras Ilamarac ,
e Cabo. S3.: O 8#rv Olficio de Escrivo da Provedoria do Re-
cife trabalhar nos procesaos do Termo do
Recife ; so Serventuario actual do Olin-
da escrever nos Termos de fra 4 *
Os.trezTabellias acuaes e o Serveu*
tuaHo dos Oficios de Escriva do Crime ,
Civel, e Orlaos don Termos do Cabo ,
trabalhir as Nottas de toda a Comarca
por DutribuioaS 5. Qaando vagar
algurn doa OlTicioa de fiscrivo da Otfios,
ser nelle prvido o Serventuario do Ca-
bo, de que falla osupra_. Entre-
tanto o Sr. Reg Dantas requereo o adia-
manto d di-cus io da emenda do P rojee-
toN. 52 at que ae dHeuta e decida n
Projecto N. a6, e assim foiapprovado o
adiamanto.
Entrn em segunda discussa5 o Pro-
jecto da fizacaS da Forga Policial, o ao
Art. i. offereceraS emendas substitutivas
os Srs. Peixoto de Brito, Reg Montei-
ro, e La raen ha que por extensas foraS
remettidaea impressio fica o do suspensa
a discussio do Projecto.
Seguio-se a coutmuaca da discuti das
Posturas da Cmara Municipal de Recife
acerca do Art. i." Tit. 3. com as emen-
das apresentadaa na Sesao ultima e ficou
adiada pela hora.
O Sr. Presidente marrn pare ordem
do dia Pareceres de Commissio, e lei-
tura de P> ojelos ; terceira discussio do
Projoto N. 5a de i836 ; segunda de Ns.
a3 e 98 de i83y ; e coutinuaca5 da ds-
cu9sa5das Posturas da Cmara do Recife ,
e Olinda ; e levautou a Sesaio pelas duas
horas da tarde.
Tbomaz Antonio Macial Monteiro.
Presidente.
Antonio da Costa Reg Monteiro.
Primeiro Secretario.
Jou5 Evangelista Leal Perequito.
Segundo Secretario.
DfKRSAS REPARTigoiNS.
THESOURARIA DA PROVINCIA.
ANNUNUO.
O Illm. Sor. Inspector da Tbesoura-
rie da Fasenda deata Provincia, t--udo
de remetler para Londres 3,000 Lsb. ,
manda convido- sos Srs. NegooiTtes ,
que quiserem sacar por esta quantia so-
bre aquella Praea haja da comparecer
na Slla dasSessoens da Tuesour.wia a 1
horada tarde do dia ai do coneate,a-
fim de tratar-se do ajuste:
Secretaria da Thesouraria de Faaenda
de Pernamhueo lt de Marco de 1833.
Joaqnim Francitco Basto.
Olficial Maior.
MGZA DASD1VEBSAS RENDAS<
A pauta be a mesma do n. 61.
PREFEITURA.
Parte do dia 16 de Margo de {838.
Illm. e Exro. Sr. Fora presos hon-
tem a minlia ordem e tivera o compe-
tente destino : Antonio da Silva Piuto,
hfaooo e Flix Gomes pardo pelo
Sub-Piefeitoda Fregueoie do Recife, este
pur ter dado urna bufdada no preto liber-
to Loureo?o Juetiniano em o lugar da
Liogoeta a aquella por ter ido a cana de
Aulonio Jos Coellio do Rosaiio mora-
dor na rmdilliuz a havel ofeiidocom
uta compaco a sea irma SebasliaS Jo-
ze Coelho ; Lo z Gonzaga pardo', pelo
Sub-Prefeito da Freguenia da Boa vista ,
por ae echar pronunciado a prisa c li-
tram.-i.io pelo Juiso Criminal ; JoaS An
ionio Vieua Mazado, Ju.e Pedro Mar-
ques da Silva, brancoi, Antonia Ma-
na da Con.eipa parda Ignacio *Je
Luna pardo peloSub Prefeito da Fre-
gueia de San'o Antonio ,0 1. e a.
por conlrnvenaa das ordens o 3. por
furto de roupa ; eo ultimo a requisicaS
do Juiso Criminal da Comarca do Rio
Formos ; Joa6 pr.to escravo de An-
galica Mria pela t. patrulba d. dstri-
cto do Canuo por m c 1s viutcs uc i
pao de Lrth a uuia prala } e lanicio Lu- J
iz da Silva lodio palo Sqb Erafeito dt'
Fi eguesia da S', por ter desparado un
bacatsarte contra as ordens a respeito.
E' o que consta das partas boje racebi-,
das n'esta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. PreLtura da,
Comarca do Recife 16 de Margo de i838'
Illm. e Exm, Sor. Francisco do Reg
Barros, Prndente da Provincia*. Frun-
c-so Antonio de S Barrate Prefailo da-
Comarca.
Paite do dia 17.'
Illm. eExm. Shr. Partecipo a Vi
Exc. que maudei recolber a Cadeia a re-
quisica do Cnsul Iogles o roarujo da
masma Naca Jam sobordiiiaea5 e insulto eque das par-
tea hoje recibidas neata Secretaria consta
que nao ocoonera neubuma novidade j
10 todo dia de hontem.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeilura dar
Comarca do Recife I7 de Marco da
1838. Illm. o Exm. Sur. Francisco do
Reg Barros Presidente de Provincia.
Francisco Antonio de Sa* Brrelo, Pie-
feito da Comarca.
Consulado da Franca em Pernambuco,
Hoje terca feira ao do presente mez,
de Margo no caes d'Alfadega e ao arma-
zem dt fronte da escadinha se conlmu.
ara' a vender em basta publica, por con-
ta de quera pertencer o carragemento dej
inilho vinde da Costa d' frica na Galera
Fi auce-.a Napolead le Grand Barbean ; oa
lotes sera5 compostos da quantidade da
sacos que eonvier aos lanzadores e oa pa-
gamentos fetoa immediatamente no acto
da arrema'aca aos Snrs. Bolla a Cha-
va nnes Freres. Nao huma reclamacaS
ser admittida sobqualquer pretexto que
saja.
Pernambuco r>4 de Marco de 1831:
O Cu. Gei. do Consulado do Frange.
F. Naudiu.
AVIZOS DIVERSOS
Caza da Nev.
No primeiro andar da casa da rus da
Cadeia do Recife n. 45 se acba o melhor
e mais completo eslabelecimento de Nev.'
A maior quantidade possivel de orve-r
tes das muitas e mais importantes frutas
d'este paiz ede ou outraa especiaa e be-
bidas nevadas, na rnellior ordem e aceio
alli se acha. Igualmente tem urna Salla
decente eseparada para receber aquellas
pessoas que allj queirio conaurrer auas se-
nhoras ou familias.
0 Emprehendedor daseja levar este es.
tabeleci meato ao ponto d'aeceio o laxo
qae hoje apreseolsd as Casas de Nev na
Europa e Capital do Imperio ; mas huw
posto que esta empresa aeja bssm digna
de Pernambuco oeceisario que a novi-
dade excite o bom go-to como promello
e enta6 o emprehededor levara* o eslabe-
lecimento ao maior apuro e netides possi-
vel.
A Casa de Neva acha-se aberta das
10 horas do dia por diante.
(3 Perdeo.se urna Carteira de msr-
roquim encarnado com a Igomas aedulat
desde a Rb ira de Santo Aulonio ale' ao
Forte do Buraco : snnuucio ou dirija s
a Olinda emfrentee S. Pedro Maifyr, que
lhe dara5 as sedlas, que se a. bao durara.
da robredita Cartaiva ou envi somento
a Cartei;a em carta leixada.
A quem llie eonvier empeohar um
escravo, ou escrava de meia idade para
cima, por i5'>,ooo ra. por seis mezes, <>a
mais; u'esta Typografia sabor, quem faz
e-.ts negocio.
----- Precise se de 3:000,000 te. e pre
miodeia5o, hypothec-iido->e predios,
que valem o domo; e e pagarlo os ju-
ros a 6 uu I a rnezes, estando desembar-
gado eo tempose tiactar com a pessoa t
que fuer o negocio : annoncie.
%X$T* Quemaocunciou querer comprar
urna c*sa torrea al irooo^oop deiia 4
querendo urna na ra velha com trez qu-
arios quintal murado e cacimba -, dtri*
ja-se a uie^ma ra cas* D. 15 lado de uor-
tc, u'.O sombrado ua sai^,', i? ";4
dia as 5 horas da lude,


**
D T A I I O DE PE* M A frB V C O.
Precisa-se de uto sobrado da um
mt.ir pira .1 gu- que teja no bairro
deS. Antonio qu-.-in o tiver anuuncie a
' sua morada,
9^ Quii quiser mandar enssboor
c engonjiuar roupa oom todo asseio e pe -
fciya dirija-se a ra de Hortas Dsei-
ma-47.
W^ Roga-se as AuthoriJades PaJicio-
' es a cujc cargo se oh* a ploma com
pirlic olaridade as de S. Anl- Alagos
ooraprida caara .'s-im cqoo os Capi-
ties de campo e mola pjss.as eltengo
da p e-lJit mus f>taa -obre dois enere
vos fgidos em Kevereiro p. p. pertaneen
la* a Jote Francisco da Rucha Guadas
proprietaiio do eugeuho Ararib< do Pi-
uieniel fregunsia do Cabo ," cuju nomes
C algotf tbflX se declaieo : M-nml, por
blauaho Oolii, de boa estatura e de cor*
p < d i 1 i o i d ii y i Bala, idade aa unos be iiem feitos de pc>, iiiuilo vivo, tem Igu-
inassicatrizes de c!iiobot,e os dentes su
pe ioros da frente sio cresedos e alguun
coisa aciguhrlos te u a rabee* pequana ,
e nella uma pequea s eatriz de urna pn-
cada que levou a n cor he baslaute fula ,
que parece cabro : Mi noel de naci ra-
muud de boa estatura mais rafnc<-
dc, e mal fetode crpo de idade da 2i
a 25 anuos, cor bem peta beicos gran-
des e com marcas de bixiga pelo io*to,
pi apalheiados e cambado he limito
regri ta olbos avcrrnelhados o cabello
da j fon i en alguin.t coisa ver mallo foi ca-
tivo d* Orde o Tarcaira da S. Franoiloo ,
e tamheui fuma e bebe agia-ardeute o
priineiro desconfa-te cridar por 5. Anto
seos suburbios ejafoipreao em Alo-
g'ia compiida donde se pozem fuga e be
piov.ival andar por abi u ter subido em
algum combuio, o segundo lo beih he
provavel p .curar p*r o Recifa por ter
ali co ilie. i iii-utj- ; quera os pegar ja-se ao Sr. a ciiua no mes,no engenbo
onde receberio uma boa recompenga e
iicai etroum eterno raconhei tnentO.
W filias Baplista da S Ira deca.a ,
que uio be mil procurador do Sr. Joio
. ,ntoni L ipes d'Audro le ou inesm i da
fi-m d'Aud >aJe & Companbia da qua
aqun.ie Sr. he Gbefe sol lai io i toar-s
paito de novas traiisoces que aquellas
iii aias movao desta data e u duote.
%CJT O Sacret.nio da Socicdade Appo-
iinia convida o reunirem b j 2 do con ente palas 6 ho-
ras di tarde a fio do tratarem da extraor-
dinarios e importantes objecin.
+W IftoJooqumdo Lima, Tenente
Ajudaute do pnmairo Ritalhi da G. N.
deOluida, declara ao publcoe putic.ii-
larmanta ao* sem amigos do inaio qoa,
nao he elle o reo acarado no Jury na
.aesso du da i5 do co renta Margo, por
uz de Lea de punta. Nao podeudo mudar
eeu uoine ( pira qu-i uo tuced.-sse oulro
encontr ). pelas relages de negocio que
o entrelazo fat a presente dedarae.5 o
4fim de' evitar menos Lvorav.l conc.eito
que a eu respeito algum podar fa-
*er bibre tua coudu ti.
onducta so oFeroce para caixeiro .lo
ra ou de escriplorio, que para ias tern
baataule pratica ; quemo peunder, di-
rija-sea ra do Faguude* caa terrea D.
ai do Jado diieito a fallar com o mea-
UJO.
> Precisa-te da um estrang-iro pa-
ra l'eitor de um aitio perlo da piafa, seo-
do peiilimoem eu traballio se Iha pega
boui oidauado; dirjase os Martillos
pcimei.o sobrado/o prim iro andar.
trjT' Um ropa fro^ileiro que Xami
nado em Laliai, v liutonde eoffeiece pare c.seiro pl liyoa (oic^ua veuda ) ou e ere ver em
I^UOl Ca luitu ; p,. .|Ue duier pro
iiie n loja Ue Seaitvr Mo.'oi que elle
Una.
VCy Oabaixo 0aigrw4o f 2 saber, q'ai
a |iru-c.iio u lu til do a itqueii uwnto
ic pe uu -.guujj pjr muddo de aiguma
ui (aua du l_l>ci para cuiiiparerer m
'u'"ut' k icSpKjer qualquer L-
aiiu suaap*rs;a a mijiuu da una scu
crvo .iu uouie AUxaudre leuiu nica-
iuruie .iJo jtilicad.) nulo respectivo Ju2
.-* jvaia CeeetUiaeaS.
9 Aa|iifii leuiUiio Luiz (k Mello,
Na padaria da ra Direita D. 54
1 precisa sa Je uro trabilhador torro ou ca
ptivo, ejuntimeute de um caixeiiodo ia
a 6 anuos de idade.
99* A peisoa que precisar de.umbra-
aileiru para caixiro de foja de farragem ,
fazenda ra ou outro i)u prego ; poii lem apti-ao : diiij-te as 5
poulaa conlronie a bir'race a fallar com
Francisro Pereira Bordes adverte soque
d fador a sua conducta.
jrya Um rapaz Portuguez chogado a
pruco a'tata provincia se olferece para cai-
xairo de algum ar^asem loja ou pora
eoliriHca-. de ra ed fiador a sua con-
ducta ; quem se quiser terir do scu pres-
umo diriji-sa a ra da Madre de Dos
loja da Joto Leite Pito Ortigue ra oU
ouuun'cie por e>(e masmo penodicu. *
W Quem onuiinciou no D'ario de
sibba.l.) ij do renle qunrer dar rem
mil i, a piemio annunciea =ua morada
para sar poeurad".
V7* Quem aqauuciou querer uma
ama de laite quaiendo uma preta Capti-
vo cuja tem uiuito leite e hotn dirja-
se atraz da Igraja dos Martiaios cosa de
3 po'tas verde.
ojfiaT" A quem lije convier dar a pre-
mio de um u iuo pur cc.to, i :^ocifr joo
hypothecaudo-ne para e>ta quantia uma
propricda.de livree dasembaraasuda iu-
nuncia ou dirija se ao paie> do Livra-
mento botica O. i, que abi so Ibe dii
quem prataride.
icjf- Antonio da Silva Gusmio na
qualidade da procurador do Alteres Co>
luargo que a pouo iparchou paro o Ba-
ha vi ,-n;r me i o do i)re-> na anoencio ,
rogar aos Sr-, Sub Prefaitas tanto os
lenta Cidada, como os visiuhos e mis-
mo todos os outroi de ditferentes Comar-
cas e masma alguma passoa a quem
0 conbacimento do presente aununcio che-
gar; que do dia i4 do crreme fu'o uma
escrava dosupiad.to Aliaras, da uome
Marn com i.lnde da ao inims e tem
no rosto um talho de faca olhos peque-
noi, labioa compridos e pe pequeos ,
e baixi do coi po levou-ve-li I azul e
camisa da b mi roubou para levar eni
na companlim uma uegriuha fillio de
outra parcoira e coui idade de 9 rue/ts e
Vem agora pi incipiando a salir os dentes ,
e tem as barrigas das peruinbas um|mir
ca branca a s^milhsnga de quemadura ,
01 cillas turadas com argoliubas de ouro,
rosto redolido e os ol). >8 grandes: quem
Helia soobsr e aprehender levar a Senbo-
ra uio.n- r do Aliares Camargo ipora-
doraJura aa Boa vista, rmdo Mondego,
ou a casa do annunrianle que recom-
pensar o seu trabalho.
ojr^ Alu^a-se um moleque paro todo
o -ei vico .le um* casa; quemo precisar,
dirija o a e*ta Typo^rafia.
MW Na ra Direita casa terrea D. 28
d > lado (Jireito quom vai para as 5 ponas
lerceira casa antas de clitvar o beco dos
puccados mortsis engorr.ma-se toda qut-
lidade da roupa com todo asseio e i.er-
fed, e pievo que na5 deojostai oosfre-
guezes.j
sjy D> bitio de Francisco Cernen o
Machado Hio nos (Togados tunara a
noiie do dia 14 d conente maz duas bes-
tas urna Cslauha e outra 1 ussa fardan,
e consta que se h irad vender para s par-
tes do sul; rogase a'quem ellas forem
offareeidas as apidenla e avisa ao *n
uuuciaute para mandar totiar conta d..s
mesicii egietilLar o trabalho.
LEILAO.
jr|^ Que pretende fazor Crabtru r|.
& Compaiiia tarc< feia 2o da correte ,
da 'axen Jas limp.s e ava iad,i-> e igual
mente de uma poroto de Mitas jaquLitis
c coleie viudas da Gnina turJo por cunta
e risco de quem p(etericer, na casa de sua
teiidencia uo fji te do matto.
KT Qoe pretende faoer 11. A. Chave
A. nodia segunda feira 26 do eorreute, uo
arma sera de porta larga do pateo do Sa -
era nenio de S. Antonio ; palas 10 huras
* mulla be urna porcao de csx5 s com
eliuasorlidose aeparelliados sedatpar
liOIQlttt tClyvS w pyaa e 6oUlbrW0| de
liuho cariosa de titas para cinto lea-
eos de minu bicog de Jiuho, estojo*
de navolbas, e por Senhoras, nono pi-
anno de rnuitos boas voses pegas da cas-
sas, t oulrn militas fazendas por coat e
risco de quem pieteacer.
t$ Que peit-nde User A; Schiamm
boje 2o e amanhi 01 do correule as
lo horas da m urna conta ; das faaendas saguiutss : or-
namentos para I^reja ditos para mesas,
lustros domados, e lampadas de columnas,
caudelab'ts ricos uma bandeja de piala
com espelbo serpentinas para mesa fi-
vellas surtidas para cinto biincos pa-
ra Senhoras, perfumaras, cagas pinti-
das, vestidos ricos, chales de fil, sel mi,
merino e cazemia litas para cin-
tos limito ricas, stima pe (ido em pas-
is, fasauda para colletes, garca para
vastidos, mantos de dita e mais fa-on-
das Fraucezis.
COMPRAS.
/5P" Uma porcao de garrafas vaziis ,
quem as liver dirija-te a ra da Cruz do
Recife de fronte do Cacimba n. 5a que
achara com quem trotar,
W Um sitio pequeo ssndo no lu-
jar da Trempe ou Solidade ou 11 ra
e S. Coneallo e que estoja bem planta
o e tandil boa casa ; quem tiver en-
nuncie para ser procurado.
WW Sacos vasios em hom estodo e
pripnos pata Irausporiar milho : em ca-
za U jlli e Cbavanuei Freires.
VENDA.
W O-Drama a ezpluca dos Holan-
deses, ou Herosmo Brasileo em tr*
Octcs coujposica de Gaspar Jos de
Mallos Pimeulel; no Praca da Indepen-
dencia loja de livros u. 37 e 58', pelo
prego de urna pataco*
VJir* Una negia de naci moga boni*
ta ligura cozuha o diario de inna casa
laya imula bem de sabio e yarrelia e
boa vsii Jedero de ra : ua ra de S. The-
reza D. 27.
e>* Dois escravos, um muleque boui-
ta (i.Mira de lo a i2 anuos ptimo pa-
ra a premier qualquer oflieio e para ser-
vir uma i-asa uma escrava de nago pti-
ma para todo o servico da casa, e b'a
veuledrira de ra ; u-x ra do Fogo De-
cima 11.
tW Uma oscrovo de nagio da costa ,
com i laiie da 1i o 24 anuos engomma ,
coziuba hva de vairella e saba decla-
ra seque tainbom se tioco por outra es-
crava ostiin como um muleque de 7 a 8
linos opiimo para servir u no cso : ni
1 u. Dimita D. 20 quom van das cinco
Pautas lado diieilo.
WW Uro escravo naci mopambique,
mui linda figura i-lado 30 anuos ptimo
para q-ialquer sei vigo pastando os Mar-
tirios UO primeiru tobiano primeiro an-
da..
yUT Uma preta crioula de i lada de 20
armo-pou- o ruis ou menos he b deira de rus, e tem prim i pi de cozinhei-
1a : que-u apeitaudar pode dirijir-sa ao
beco da Liugueita venda de Joaquim Ju
Robello.
ojty Urna alg.b.a deLarroix, por a.<^
rs. : mu. iIj Colegio botica [). 3.
Vy' Ti aves o enxameis de muilo
boas i|o.'liJades, de Varias giog.ras, e
ciiipiiniuiiioi por piegoscommodo a
tll..rcoir Joe il gmo de Miranda. *
y Hap a iuiitigo do pritceza de
Lisboa a 4ou rs. a libra : na ra do Viga-
lio n. 16.
WW Meias de lijiho curtas linas ; ua
ra do Q eiuudo loja D. 7.
taJT* Um linti.pii.il na prac* do Corpo
Santo piicipiu da 1 ua de Torres D. 11b
prprio para qualquer negocio quem o
perieudui d.rija se a menina caso onua a
chai a como quem tratar.
Uroa lenterua mgica com defe-
rentes 7isias, 2 cotias baslautes gordas e
gr miles, um negro cauoeiro, e s r, e gil para tratar de cavados, e bom
gnhador de ra e duas negra que *a-
bem lodo servico de casa a iuo exuenplo
de coser e engommar e varias ob.as de
bom goato tanto de diamante corno de
b-imoiuo,, liras do Rvzjuo scba Jo Dy-
CU)it 35,

4 escravos de idade de 17 a 30 aaJ
nos lio *as figuras ptimos para qiIAt
qoer servigo : pausando os Martirios pri.
meiro sobrado primeiro andar.
K3F Um apaielbo novo de pruta pira
cfc, e do ultimo gosto, chegado pr-oxi.
mmenle: na ra d-> Rangel D. 21 IaJa s
direito biudo para a Ribeira.
1- Uma lucrada de caso terrea ou
troca-se pelo sobradinho que anrii.cioa.6e
no Diario de i5 do corrente, pata ser tro-
cado por uma casa lenta e quem este
nogecio quizar fazer aiinuncie, e o parten,
dente dirija sa airas do Rozaiio sobrada
D. a5.
V3JP 3 pescas de volante largo e novo
cor de roza e amaiello a 24o o cuvado -.
na ra do Encantamento aim.isem de as-
surar de fronte ds Ninclio.
Xp Um cavallo de ettribarii esqu-
pador, por prego commoo : ua ra uo-
va D. 11.
tCp Uma esciava moga, a qual sals
cozinhar com toda a perfegio engomma
lava de sabio e de 'arrolla l-z doces
da todas as qual dados e retina assucar,
e lem priuripos de o tura, quem as qui
zer comprar dii'ija-se a ra do Aragfo ca-
sa n. 184, na mesan casa a cima tj.nlitaj
se vende urna uigriuha de idade da lo a
la anuos.
6-^ Cflt muido prompto na trra de
boa quadade e por preco oommodu aui
porces do arr.'bi e la.nb.m te Vtudu
arretallio por maior prego, na vendada
Antonio Vas de Olivoiro : ua ra do
Amorim n. io5.
ICjo* Uma canoa que canega 20 pata-
cas d'agoa <|ui ni a quizar comprar dirija*
so: a ra Augusia cata D. 21.
(p^> Uma banda era bum e.tado propia
para Quicial uma porgan do teda pista
ordinario, e a p-rntts da tortaiuga sendo
um muilo excedente, e outro mais em feriv
or tu io por prego .unto commodo : os
pertenJeuies dirijo-se as cinco Pouts
D. 17 ua quina do beco do maiiero.
%W Uinascravo crioulo de 25 paro v6
annos de idade bom p.ge e ptimo of-
licul de s-'pateii o : na ra do Apol.o 110
armasem do Lobo ou no pateo da Matiiz
de S. Antonio que dir queov> vende.
|ry Bichas proximaueirte- .chfgadas
do Porto tanto os ceios tomo o reta-
dlo, de .60 a 00 is. : ua loja de relojoeiro
junto a do Sr. Baudeira.
*JT Uu ai renda se um Tipografa
com todos r prego
milito commodo a fallar cun Manuul
Miniues Viauna : ua ra do Livrameutu
D. 6.
&Z* ap muilo superior immitan lo o
p. ineexa da Lisboa : em Casa de M. Cal-
mo 111 e Companhia.
VJT Un katallo com 24 palmos da
omp ido e 5 ditos de bo>-a coro os sa-
us competeutes remos e vella o q >al ser-
ve pra servir a al^um H>ate a pes-oa q'
0 pe t 11 Jt-r dirija te o ra por detras da
I;;r< ja dos Maiini.s, casa veide da duas
pO tas defronte da uma terca de pillia.
%9m Uma mulitinia com 12 annos
incompletos : na ra da Aurora 11. 9.
----- XaruUs da HaVaui legtimos, de
3.-5 >oo it. .. milbeiro, a diuheiio : aa
1 ua oVP" A dinbeiro ou o prazo com boas
urinas, uma < ata le rea nova corn soltao
de sacada na frente muilo bam tepailida
tita na ra do Jardim, juuta a casa do
mesuio : no ra nova aruiasem de louga
lina U, la.
PSCUAV0 FGIDOS.
Fugria do Engenbo Para Fre-
guezia de Ipojuca tiez escavo, 1.' de
no ue Jo.qiiim de naa Cltsauge bni-
xo seco do c ir po cor fula psniKS
loitas ps grandes e dentes acangula-
'dos. 2.* de nomo Joseplia da mema N>-
go, cor pelo secca do corpo. po*
grandes, e denles acangulados. 3." Lu-
ciana crioua baixa cuta do corpo a
cor preta : quem os apprehender dnija^
se a aquel e Engeuho uo sitio malanga a
viuva Autonia Bernarda dos Santos que
satisfar o saa dclieeucia.
>El?t S^ f.lKt *?5 j .B< tH^zz