Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08635

Full Text
t
~4~-~-
ANNO DE 1838. TERA [FE1HA
' o
6 DE MrVR(0: N. 5*.
mtAwm BE
01 ** DA SBM *Na
5 *eennda s. Teoftlo B. Audiencia do Juis
crijne de tarde ses da T. P.
C Tersa 8. Ollcgario fl. Re. de m. e aud. do
J. dos Orf- de tarde.
7 Umtrta (tmporas) Thomas de Aquino or. da
iirreja. sess&o da Thesouraria.
8 Uuint S. Joao de neos fundador, Rellacuo de
inaiiha etc.
9 S.-xt;, (tmporas) o Misterio da Paixao de N. S.
J. C. Senip u.i Thesouraria e aud- do J, dos
orf. de tarde.
l Saltado (tmporas) s. Millitao e seus comp. Rol.
de manli- eaud- do V. G. eui Olinda.
II Domingo 2. da Quaresma. S. Candido M. la
C'lu-ia as 6 hor. e 2o min. da man-
m.ii e' chcia para o da 6 de Marco
as 2 liorae G ni. da m 2 li- 30 m da tard.
PERN. aTYP. d

M. F. or PARIA. 1838.
Tudo agora depende de nos mesmos da nossa
prudencia, moderacao, e energa continuemos
como principiamos, e seremos apontados con admi.
aeao erutre as Nacoes mais cuta.
Proclamacao d'Assemblca Geral do Brasil.
Sdbicrcvese a 1,000 reis mencaes pagos adiantados
nesta Tipografa, ra das Crasos d. 3, e na Praca
da independencia I). 37 c 38. onde se recehcm nr
respondencias legalisadas, e annuncios i inserindo-se
estes gratis sendo dos proprios assignantes, e vindo
ssignados.
CAMBIOS-
Marco 5.
JLiOndrcs 32 l|2 D- 8t. poi I.OOO.ed.
Lisboa 65 por oo premio, por metal, Nom-
Franca 315 a 320 H. por franco
Kio de Jan. 6 p.c-de dcsc.
Moedat de 6,400 13,600 as velliai, nom 13,400
4.000 7.400 7.500
Peao Colimares :,565 a 1570
ditto Mexicanos ,560 a 1565^
Patacoea Krasileiros ,565 a 1570
l'rcroio das lettra, por mea i l\i por oo
Cobre a par das sedulag
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Fxpediente do dia a da Marco de
1838.
OBcio A o Commandante das Armas,
apara ordenar o Conmandante do Bata-
ihio destacado qua preste dou* guardas
qualquer dos Fiscaes dos 3 Bairos desta
Cidade, qaando se Ihe Gzer tal requesi-
fio a bom da observancia das Posturas
da Cmara Municipal, qua assim o lequi-
aita
D'ito A Cmara Municipal do Reoi-
fe, communicando-lba a oxpedQio do
ordtm mencionada no precedente offi
ci.
Dito Ao Inspector da Thesouraria,
communicando-lhe que foi nomeado o
Radiare! Formado Francisco Joio Car-
veiio da Cuuha para substituir ao Pro-
curador Fiscal da mesma Thesouraria
dorante o seu impedimento.
Dito Ao menino, para a vista do que
representa o Commandante das Armas
faser abonar nos Guarda* Naciontes que
voluntariamente ae apresentarem para
arvic nos Corpos destacados, alem do
odo que compete as Pracas de prmei-
ta linha,o meio sold de que trata o Ar-
tigo primeiro do Decreto de dous de No
vembro de i835 visto s> riin os mencio
nados Corpos destacados equiparados aos
de primeira linha palo Artigo i36 da Le
de 18 de Agosto de i83i.
Dito Ao Commandaote das Armas,
comrxiuuicando Ihea ordam expedida pe-
lo precedente officio.
DitoAo Inspector da Tbesouraiia,
para mandar abonar ao segundo Com-
man Jante da Companbia Montada do Cor-
no de Polica as quantas piecisas pira o
pagamento dos sidos das Pracas da Sec-
ci de Companbia da Comarca de Nasa*
rs th, que pela amencia doCoipo esto
po r ser pagos dos meses da Janeiro e Fe-
va reiro.
Dito Ao aegundo Commandanta da
Ci >mpanhia icoutada do Corpo de Policia,
coi mmunicando-lba a exped cao da odsm
in dicada no precdante cffi< io.
Dito Ao Inspector Geral das Obras
Pui cas, respondeudo-lbe que a Presi-
dencia fica scieute do conteudo na pri-
meira paite do sea officio d26 deFevereiro
ttllicno, e.quHnto a segunda parte, qua
o Tmente qua se achava encarregado da
obt:a da Estrada do Pao w Aliu e sor
ora pregado em ajudal-o nos ornamentos
qti e tein d orgipisir pira o icabimento
da referida obra.
DitoA Cmara Municipal de Santo
Anto approvaodo. a arremataco que
serve de assougue pela quantia de 811$
reis por tempo de um anuo, conforme
paitecipuu em officio de 26 da Fevereiro
fiado.
Dito Do Secretario da Provincia ao
da Assemblea Legislativa Provincial en-
viando d'ordem da Presidencia para sorem
presante a mesma Assemb'ea as Postu-
ras das Cmaras Municipaes do Bouito,
Pe queiri, Garanbaus, e Limoeiro, ten-
do sido as de-ti ultima Cmara interina-
mente approvadas em conformidade do
Artigo a. do Dacrato dea5 de Outu-
brodal83r.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 3 de Marco de i838.
Officio Ao Exm. Presidente j rogan-
do-lbe a expedicead de suas ordena, pa-
ra que fossedesonerado da Instmctoria do
1. Batalhad da Guarda Nacional do
municipio de S. Antio o Alfares Juaquitn
Guedes de Qm'nhoen-i qU, t aba rje ser
em prega do nesta Capital.
Dito_ Ao Iospector do Arsenal de
Mariuba para qua segando as ordens q'
havia recebido do 'Exra. Sor. Presiden-
te, houvcsse de mandar a ama hora da
tarde colocar defronte do Arsenal da
Guerra ama lanxa a urna escaler, que
d< vi.' transportar para bordo do Brigue
Despique, varios objecfos qae se desti-
novad a Piovincia da Babia.
Dito Ao Director do Arsenal de G.
para que a urna hora da tarde livesse
prompta a embarcar no escalber, a lanxa
qae Ihe seria a presentado defionte da F.e-
particad, o fardamanto, armamento,
corrame, equipamenlo,e munieoeos de
Ai tubera, a mosquetara quawaedesii-
navsS a Provincia da Baha. Qae taes
objectis seriad por pessoa qae elle boa-
ve-so de norniir condusidos para hor
do do Brigue Despiqua, de cujo Capi-
ta exigira recibo de entrega.
Dito Ao Tooento Coronel Comman-
danie da Brigada Expedicionaria a Pro-
vincia da Bahia cemmunicando*lhe a
remessa de 100 pracas commandadas pelo
Teuente Antonio Jote do Souza Cosseiro,
a da outros diversos objectos Blicos
constantes do mappa que incluso acharia,
piavinindo-o de que ditas pracas hia
pagas de todos os seos vencimantos at o
ultimo do maz da Fevereiro desta anno ,
iic auas guias suiiiO u* pr;scr CCCS-
sia ramettidas.
Dito-. Ao Itfpiclor do Tbejoaro,
disendo Ihe que tendo o Tente Antonio
^e deSjusa Cosseiro de seguir amanhi
para a Piovincia da Babia comraandan-
do utn contingente de Tropas Iba bou-
vasse de mandar abonar hoje dous meses
desodos, a gcatificacoens de Comman-
danta de Compauhia adiantados as>im
como as competentes comdorias da em-
barque.
Dito Ao Major Commandaot do Da-
po-ito para que pelas 6 hora da ma-
nhia do dia 4 tivose todas as Praeis do
mesmo Deposito formado para urna ro-
vi ta que a ellas pretenda passar.
No tnejmo sentido sa offioioa ao Ca-
pitad Commsndante da Fortalesa do
Bruna a respeito de sua guaroicaS.
Dito_ Ao Auditor da Guerra para
que Das. justificacoens que peranta elle
produsam as pracas qua pretendessem
servir como Piimeiros Cadetes oaSad-
mittsse documento qae nao l'oise sella-
do e reconhecido.
Dito Ao Commsndante do Forte do
Buraco para que franqueasse o qoarto
cuja chvese Ihe bavia mandado entre-
gar, aos Operarios do Laboratorio se ra-
pio qua ellos delle tiresiam nacesnida-
de.
Dito_ Ao Coronel Commandante da
5. Claeses, exigindo com urgencia as fes
d'Officio da Tenante de Cacadores Joa-
quim Bernardo de Seusa Rangel a 1.
'lenle Graduado Ajodaute do Forte do
Gaibu' Joa Pereira d'Andrade que bia5
te. propotto para Reforma.
Dito Ao Tenante Coronel-Commsn-
dante da 6. Classos exigindo a ( d'offi-
cio do Alteres Joaquim Antonio Xavier ,
que linba di sar proposto paro Refor-
ma.
Dito Ao C apilad Commandante do
4. Corpo d'Artilbaria, exigindo as
sd'officio do 1. Tenante Antonio da
Castro Delgado, Cabo Joad Marinho Fal-
cad e soldados Jos Viceole Nrtto e
Joaquim Jos de Santa Anua que hiad
ser propostos para Reforma.
Dito Ao Major CommandaDte inte-
rino do Corpo de-tacado ordenando ,
que a disposicad do qualquer dos Fiscaes
dos tras Bairros de,ta Cidade posea* dais
soldados sempieq'fisessem ll reqaisisad
qua tinha por lime boa exocuc,ad das
Posturas da Cmara Muuicipal.
Dito Aos Commaudantes dos Corpos
da Gualdas Nacionaes dostacadoi, respon-
dondoaos ssus offioios que tractavad das
gratificaeoens dos voluntarios.
Portada -- Ao Capitad Commandante
doq-iarto Corpo de Artilbara, mandan-
do excluir e remellar com guia de passa-
ppm n*ra o Deposito, ao Soldado addido
Antonio Francisco e Faria.
Dita ;? Ao Majoc Comoaandinte do De:
PART1UA DOS COKKEIOI.
Ulioda Todo os diai ao nielo dta.
oiana, Albandra, Paraiba, Filia do Condo, Ma-
.naaguape, Pilar, Real de 8. Joao, Brejo d'Are
Itainha, Pombal, Nora de Souaa, Cidade do Natal
Villa da Qoianoinha, Nova da Prroeosa, Cidads
la Kortalea. Filia do airee, Monta mor noo
Aracat Caoael, Caniid*. Granja, Imperairitr
' Bernardo, 8. Joio do Principe, Sobral, Noada
KlRey, rt. 8. Matheu, Reaclio doangae, S
Antonio do Jardira, Qnexeraroobim. Parnaluo
-Serunda. e Seata. (Ira. ao meio dia por Ta da
Paraiba. Santo antio-Toda, oavlau, fe-'
meio dia. Qar.nl.un, Bouito-noa d... 1
le cada me. .0 .io di. Flor..-no d I t J.
sada me. ao meio dia- Cabo.aar.al.aa. Rio J"
Caito- no da 1, H, e I de caua
o
muso,
me.-
e Porto
psito, authoiisando.o pra receber o
soldado mencionado s)a antecedente por-
tara.
Dita Ao C^pilad Commandante da
Forialais do Brum, mandando excluir da
goaraicad % pracas do Ceara', e reme-
tel-aa cum guia de passagem para o De-
Dita' Ao Major Commandanta do
Deposito, authorisndo-o a raceber as a4
piavas mencionadas ua antecdante pora
tifia.
DIVERSAS REPARTICOINS.
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
O Brigue Escuna Americano Wizard ,
vindo de Boston, entrado am a do cor-
rente Capitad J01 go E. Bilei Coaiigna-
do a L. G. Ferreira a Mansfield.
Manifettoa 0 seguinte,
4o Barricas com macaos 55a vissrsj;
i pipas com moitdes, aa barricas com
charutos I caixa ditos, 6 ditas com pen-
tes 6 barriliubios com craubsrries, 19
oaixas com traques, ioo barricas cor
farinba 5oo raolbos da aabollas, 353
remos aoo barricas com bacalho 6o
ditas com batatas 3ao ditas abatidas ,
e tm p 8 caixas com tpalos a carri-
nhos para meninos, a caixas com boma
mesa 1 dita com ama mesa, e ama car-
teira 1 dita com siuto de seda para Se-
nhoras 1 dita com pelueia da seda 5
ditas com fumo 1 dita com chapeos de
palbas I fardo com algodad 5 caixaa
commtxas, 2 barricas,! oaixa igno-
rase,
MEZA DAS DIVERSAS RENDASi
Rendimentos da Mesa de Diversas Reo*
das da Pernambaco no mes de Feveroii
ro prximo psssado.
Disimo do assucar desta
Provincia..........
Dito do algodad do dita..
Dito do fumo de dita ..
Dito do Caf de dita ....
Taixa da 16o rs. por oai-
xa in^ pactad >.......
Dita de 4o reis por fei*
dito ...7..........
Dita de 4o ios por saca
d'algodad dito ..
Dita de ao rs. por barrio
i saca d'assocar ...
Dita da 5$ n- pi eacra-
to MpotUdo TTTi>.
ia:5aa5Ja76
3:400$>ti&y
)555
$338
508JJ32O
6#aoo
li9J80
342^780
. e^i-aao
20^000
MUTILADO


>
9
Duconto d 16 por ceuto
dos Ordenados..... ^3^a0
Dirtitos da 7 por ceato
de exportsa5...... 5a:iaQ$z3g
Dilo do Auaoragem .... 8;46i#640
Iaopo*tot annasl de Ca-
noas 6 Barcenas ... i53#600
Direitoa depositados, que
exetdera do anuo ..' 4^14
Sitas de 5 o i5 porceu-
to de vendas das Em-
barcacoeas ......... 500#000
Mulls por iofraeao do
Regulamento....... lA^OjfffbO
E Bol u melos das Le ti-
doens.............. i3#36o
Readimentos de divercsi Piovincias
Dizimo do asentar das A-
goas............. i:74aJ5J75o
De diio dd Parabiba .... 35#6cp
Dito do Algodfo das Ala-
goas .......*....... a6i#4i5
Do dito da Parahiba .... 637#6oi
Do dito do Rio Grande do
Norte............. 63&68o
Dito do Algodo do Cear 169^886
8a:933&44<>
O Administrador.
Miguel Arcaojo Monteiro de Andrade.
A pauta bs a meima do n. a6.
BUHO M
piiBMioeo

PREFEITURA.
1
Parte do dia 4 de Margo de {838.
Illnj. e Exm. Sr. ForaS presos hon-
tem minha ordem e ti vra e compe-
tsnta destino ; Jos Fraocisso Gomas da
Silva pardo j e Josa Vicenta Nato ,
simi-brauco pelo Sub Prefeito da Fro-
guesia de Santo Antonio este soldado
do 4- Corpo d'Artilhara portar faltado
O respeito a patrulha estacionda no prin-
cipio do ttterro e iniultado a Sentinel-
para servirem na presente Sessio Jodlcia-
ri, fisto que faltarlo muitos dos Jura-
dos qu para a mesena Sess* avilo sido
sorteados. Casa daa Sess5an do Tribunal
dos Jurados no Recife 5 de Margo de i838
Francisco Ignacio de Atabide Escrivio dos
Jurados o escrevi.
Marlinino da Roxa Beatos.
Os Snrs. Thomaz d'Aquino Pinto Ban-
deira
Maoel Jos de Souta Nunea
Tomas Jos da Silva Gustlo
Jlo da Carvalho Paes de Andrade
Thomax Antonio Nunea
'Ignacio Manoel Viegeg
Antonio da Silva Gasmio
Thcodoro Msxado Freir Pereira da Sil-
va
Jos Maxado Freir Pereira da Silva
Gustavo Josa do Reg
Joaquina Luir de Melle Carioca
Joi di Freitas Barbosa
Manoel Lopes Maxado
Jese naris Geraldes.
Antonio Baptista Ribeiro da Farias
Joaquim Seleatino
Joad Pinto da Lemoi
Jos Cladino Leite
Manoel Caatano Soares Carneiro Montei-
ro
Jos Cecilio Carneiro Monteiro
Jos Xavier Carneiro Rodrigues Campa-
lo
Joiquim Claudio Montairo
Joaquim Pereira Bastos
Msnoel Joaquim da Oliveira
Manoel Teixeira Coimbra
Francisco Sergio de Mattos
Manoel Joaqoim Ferreira Janior
Manoel Jos da Silva Braga
Manoel Jos Lopes Braga
Antonio Lua Ribeiro de Brito
Francisco Ribeiro de Biito
Joaquim Jos Ferreira
Sebastiio Josa da Silva Braga
Herculaoo Alves da Silva
Antonio Jos Perraira de Mendonca
Jos Eranciseode Andrade
Jos Francisco Pereira da Silva.
Manoel Custodio Peisoto Soares*
ra na Thesouraria do Sallo doa papis se
resaber a laxa das Matriculas dos Alumnos
dsssa Academia-
Daos Guarde a V. S. Thesouraria da
Fatenda de Pernambaco 2a de Fevereiro
de 1838. Illm. Snr. Miguel do Sacra-
mento Lopes Gama Director interino
'Academia Jurdica de Oliuda; Joa5
Goncalvee da Silva.
Ele i cao para Senador.
Colegios do Recife Olinda Goian-
na Cabo Santo Aullo Limoeiro o
Pao do Albo.
Deiemliargador Francisco de Poo-
ls Almeida e Albuquerque I96
Advogsdo, Antonio Joiquim de
Mello j56
Tenonte coronel, Francisco de
Paula Cavalcanli de Albuquerque i3j
Desemhargador, caetano Msia Lo-
pes Gama 114
la o aquelle por ssr de u' conducta e
ocioso; Maiimnadas Merces, Maris daa I Jos Joaquim da Fonctca Capibariba
Virgens Joaquina Mara do Rosario, Francisco Manoel da Silva Ta vares
Adrianas Mara e Manoel, pretos, es-
te etcravo de Fiaoci co Goncalvesds Ro-
cha pelo Sub-Prefeito da Fregaesia da
Boa-vista, por ter furtsdo a um psdrai-
ro ro$ roa em cobre e 4$ reii em se*
dulas eaquellas par dssordem e con-
ducta pestima ; e Antonio Francisoo de
Mendonca crioulo prlo Sub-Prefeito
de Freguesa dos Affog-dos, por ter que-
rido dpgnlar a sua mulher. '
O Sub-Prefeito da Fregaesia do Rea".
fa partecipa que bontem pelas 5 horas
da tarde abatera a coberta de um casa de
3 andares, sita nt ra do Vigario ,
pertenoente a Manoel Alvea oaerra a*
qoal exiilia feixada por ter cabido so-
bre ella parte de ama parada da casa im-
mediata que ae esta' demolindo para ser
de novo edeficada resultando rnente
desle successo o fioar 00 preto farido na
cabooa ameaetado mminentameote pe-
rigo ooitada oesmacasa abatida, que
deita para a roa do Encantamento.
E' o que consta daa partes boje recebi-
dss n'esta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exe. Prefeitura da
Comarca do Recife 4 de Marco de
]838. Illm. e Exm. Snr. Francisco do
Reg Barree, Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de Sa' Barreto, Pre-
feito da Comarca.
EDITAL.
O Doutor Mirtiniano da Roxa Bastos Ja-
is de Direito da p< imaira Vara do Civel
da Comarca do Recife, e Presidente
interino do Tribunal dos Jurados &c.
Faco saber aosSnrs. Jurados constan-
tes da inclusa relaeo, que vai asaigna-
da poroEacrivto deste tribunal, quede
reaformtdade con o artigo 3.5, e sobre
nanas An r*!ge 3;3 sCzi. O Prcc.
fjrim. davern apreseotar-se neste Tri
baatl ai note horas do dia 7 do correte
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
DIARIO DE PERNAMBCO.
Parece que a maquina governativa em
Pernambueo promette duradouro anda-
mento j pela rapidez, j pela la cuidado I
deseua movimentoi: a ordem pois nao" '
ser alterada. Domingo vimos embarcar
para a desditosa Baha ham reforeo de
100 pregas ; esta operaea que n'outras
vezes attrabe toda a expectativa popular ,
quaai que na5 foi persentida ; ti6 firme be
aconfianca depositada no Governo, ta5
ampios sa6 os meios, que esta bem mere-
cida confanos facultaS vigilancia e sello
do mesmo Governo! Pernsmbnro erguo-
r sua Lm a Babia do sby.mo da guerra
civil; Peinamboco esmagar com seu her-
cleo braco a cabeca da anarqua aonde
quer que ella aa erga no Brasil., Anda
temos liomens, anda temos meios tre-
mad, tremad os desorderos.
A ultima noticia reccbida da Baha he
que se continuava o cerco com vigor e
queso o desijo de querer poupar sangue
brasileiro demorava o resultado final da
guerra que nad poda deixar de ser a-
vorawl Legalidade.
O preco do genero da pritneira necessi-
dsde, trm baixsdo slgama cousa em nos-
so mercado, e esparancas ha., de que
desea por ter na5 s chegnlo alguma fari-
nha dos por tos do Sul, como porque a es-
tacad vi permittindo desmancbarem-se as
rotsas do nosso inteiior. Felizmente a
CURSO JURDICO DE OLINDt.
Por Aviso da Secretaria d'Estado dos
Negocios do Imperio de i5 de Janano
correte me foi eommunicado haver o
Regente interino em Nome do Imperador
iudeBrido o reqoeu'mento quelhediii-
gio o Bachare! aoocencio da Silva Perei-
ra declarando, que nao tendo ella dado
grasa* ao Presidente, e aos Lentes do a -
cto a que alias era obriza do a vista do
dispo^to no art. 3. capitulo 8 dos Es-
tatutos de 7 de Nuvembro de i83i ; e
naS podendo por isso consideiar-se com-
pleto e ultimado o Acto da sua forma-
tura; fsz-se mistar, para q' posss ter logar
a exper)ie5 da Carta q; reqoer q' elle pre-
via o dignamente se preste ao que Ihe
incumbe o citado ai t. : deveodo para es-
te im a Faculdade a requer ment dil-
le, marcar Iba da e hora. O quetudo
commumeo a V. S. para sua iutelligencia
e execocab.
Dos Guarde a V. S. Palacio do Go-
verno Pernambueo 1. da Marco do
i838. Francisco do Raga Barros. Sor.
Director interino do curso Jurdico, Pa-
dre Miguel d > Sacramento Lopes Gama.
Illm. Sor. Recebi o olficio, qne V.
S. me dirigi em data de 19 do corren-
te, e curupre-me responder a V. S. qui-
to a 1. parte que vinta a graada preci-
sao que ba de ser ornada decentemen-
te i Salla doa Acto* deisa Academia po-
de V. S. mandar fasar as ditas obras ten
do en vista, qne o Orcameoto da Reca
ta e Deapeea Geral so' marcou para o
crrante anno finaoceiro a quantia de
600$ res para a impiessaS dos Compen-I mentse circunstancias psrteeipa'r alter-
dios compra de livroa, e oonceito do j nadamente ora do bem ora do mal: as-
uiuciuj a qued'a|-!! fuuia luaictda j aim o prova a historiadas Wac,6s. Logo q'
ja ae despendern 271^690 reii; e quanto I as relaeSes dos horneo* scomplicarlo foi
a %. qa fioa expelidas aa erdeos,pa- I mais dilfisil maater a ordom interior da
na5 pouaas semanas na5 vamos naa partes
da Prefeitura mencionados d'squelles fic-
tos escandalosos de roubos essassinios q'
n'outras occasibes arab t5 repetidos e
eraO como que esperados i He verdade ,
que aquella monotona de que j fallamos
aiuda continua ; porem he tora de du vida
que vamos subiodo a huma melhor posi-
a >6 social. 'Pudo depende do crdito do
Governo. Por toda a parta se bum Povo
vivaaocegado ae prospera em saus meios,
6e augmenta a sua industria, he porque
est certo que suaa <-ropi iedadea s o garan-
tidas pela solicitude do Governo. He por
que o Governo (diz Volney) procura eos
lioroeus respectivamente o deseovolvimao-
to da ettabilidade social, asegnranea das
fartunas particulares : ora este beneficio
naS poda ser real, sem que a tramjuilli-
dade aoja vigoroaamente vigiada. Para-
mos aqu huma pequea transoripQab doa
principios dette pbilosopho que podem
ser aproveitadas sem perigo, e que forti-
ficab noaaos raciocinios.
Quaado hom Estado se arruina ,
quando a sociedade se corrompe, he por
que ou as leii sa5 viciosas e imperfeitas;
ou porque o Governo as infringe. Tudo
depende da aefio Administrativa, e esta
accaS he geoerioa ou legisle ou execote.
Mas ae os Governos e aa leii so ine-mo
tempo sabioae justos, se depravad de-
pois, he porque be proprio da naturesa
do cornca humano na successf o de suas
iaelioa96ea noa progressoe de seuscouhe-
cisoentos na eombioaoaS dos acontec-
Sociedade; Ninguem dir que se ni5
tem complicado moito aossaa relacbea so-
ciaes o que por isso de maor elogio he
digno o Governo que mantera em toda a
segurante a ordem interior.
O tempo e a industria (continua o A;
citado) dando lu aa riqueaaa a cebiaa sa
tornou mais activa, e por que a igualda-
de, fcil entre os individuos na5 pode
subsistir entre as familias (oem as pro*
priadadas) fcil he rompsr-se o equilibrio
natural: foi oecossario supri-lo por bum
equilibrio facticio por conseguate for-
coio foi nomear chefea, estabelacer laie,
etc. eto. deste principre-ser evidencia
quanto be mster que prepondere as ide-
as populares a conviccf t de que hum boro
Governo be o primero doa interessea p-
blicos : aee Governos qnanto Iba eabe a
necessidsde de ser justos. Desde que qual.
quer aceab injusta afraca a estima e reco.
nbecimento dos governadoa, jamis a m-
quina podar mover-ae aem ampecilbo
sem estremeoimentos. Mas quando se ob-
serva que o Governo djipoem com facili.
dade da orga publica deve concluir-iQ
que gosa da estima gorsl, que a popula
ca5 descanca, e volts suaa aJtenebea para
os meios de prospe dada visto que ba
impossivelgovernar quando todos quereru,
ter acca no Governo.
NaS basta porem no tormentoso ocano
em que navega presentemente a Nao Bra-
sileira para a impedir de aocobrar que
alguna pilotos destimidoa Isncem mi do
leme, he necesiario que todos os que s*
ma a Patria que a deseja salvar por,
sua onilo o boas oficios, prestem em qual
quer ponto sdmirmtrava todos os soo-
corros ao seu alcance e que cada hua t
delles contendo-se na sua rbita dimi-
nua e nad augmente as difiieuldades en 1
que forcostmente tsm da tropecar bum a
administrarlo em sua natureza poucofor -
t, rodeada de obstculos, departidos ,
de inimigos abertos e dcsfarcados, que 1 a
empeohario em frustrar as suas fedigas ,.
em malograr o l'ructo das suas medidas pi
1 a o bem geral.
Dirigimo-nos com toda a franqueza e
civismo aos doksob dignos Representante a
que agora trabalbab em noaaos politice n
melhorsmentos f com quanto a nosaa Pr
vinca aprsente bum aspecto vigoroso ec a
proj da ordem para a conduzir ao gr o
de seguranfa de illustrac;ad e melhora
memo de que he digna e ha mistar par a
equilibrio poltico do Brasil, ba neeessi
rio que elle dm o devido apreso ao ci
taresaaote Reatoiio do Exm. Presidenta.
Temos inim'gos que ni dormem qo o
forjaS partidos, patraohas, noticias aterr-
redoras da guerra civil tudo para deata-
creditarem a actual admaistracfo ; elle
espreita atteniamente e aprovetario to-
dos os desvos mormente daqueas que
ssbieputsdosseotinellas da ordem. Apre-
senlemo* poisem face da Constituido bum
antemural impenetravel todos os ioimii-
gos,do eoctgo publico. A sal vacio de
Pernambueo o tal vez a da todo o Brasil,
depende da armona dos poderes em todaa-
as suasdivit.5es.
Estado do Brasil em i837.
Obedesendo o estilo entre periodista de
rememorar no principio do anno 01 prin-
cipis fastos do anno anterior, sent o-
Seto d'Abc il a mais profunda dr em re-
ferir algunas dss occorrenaiss de 1837 qu*
mais ioflurab em nosso prese ua e>t>do
politizo. Quizeramos esqoecer noenes
proprios, pata que se nlo att'ibua 011-
hgnidade o que vamos aseverar ; mas nem
sempre cousegu^iremos satiafaser esta aosso
rdante desejo.
Quando o Sete d'Abril em i834 se vio
forjado a renunciara cartas influencias da
dpoeha ; qoando se arrscou sua colera
evioganea, bem que tvasse a certeza
de que csro Iba custaria esta reaolueae,
choverao n'elle milhares de calumnias e
alguna aaigosntimos o censmreb amar-
gamente Iludido* com ss pala-ras assu-
caradas dos valhacos que pretendiaS dia-
pr do Brasil como propriedada sua. Os-
acontecimentos qua tinbamos previsto se
resiisra5 : appareceo o precooisado lie-
gente com o Sr. Limpo de Abreo; por
doia anuos pesaraS sobra o Brasil deegrafa^




'limante, nenham vestigio deixari5
para se recordar, wn indignaead seas
'nomea. Do estado d'eeta Administrado
raialta urna verdado a que ella proco-
roa ou palo menos daixou eocorporer a
sedio5 do Rio-Grande do Sal ; de manei-
ra que o Parlamentar qoo todea dizem ser
eseripto por doia doi ex-Ministros da tren-
. acta Regenaia apoltoa qae ae nao resta-
blecera jamis no Rio Grande do Sal a
Autordade Imperial, e felicitara a saus
eonaocioa por terem ldo a lico bertas com
*pedra sepulohral es prinoipioa monarchi-
oos.
Odeileixo, a desconfianea e o despre-
zo contra a Legislaead existente que ca-
racterisirad eia Administracad, o =en cb-
stinado empenho em desacrediisr o Corpo
Legislativo e oatros das pro psitos produ-
zired resallados semelhantes, em oatros
pontos do Imperio, e saugue e amito san-
gae ism con ido o ra correada. Nad se-
ria, mas parece qae estado hsvia em se
concitarem psixes odiosas e irritarse a
Opinilo Pblica contra noasas Institui-
ei, asflslariando-so escritores venaes
como o Astro e o Universal da Provincia
do Minas Goraes, para pregarem a RE-
PUCLICA o insoltaram a Familia Impe-
rial a Assemblj Legslstiva a quantos
objectos sagrados ai Nacdes oivilisadas ren-
de m o de vi do caito.
Na preseuca dos resultados de urna Po-
ltica insensata e desastrosa o Sr. Feij
entendao que ora tempo anda de salvar
parte darepotacad deque ai-ida se sup-
punba emposse; rananciou ao cargo de
Regento o de urna oatra extremidade
do Imperio se olovrad applaasos o felici-
tices Patria por um aeontecimento
qee, se por si t na6 era bastante para
cucar as chlgU que 01 ineptos administn-
dores tinbad aberto, ao manos efianeava
ao Rrasil que ou tras nao seriad feitas, que
os artistas de nossas desgrasas us conti-
nuariad a opprimir nossa Terra.
Qual pois uosso actual estado 7... O
Rio Graude do Sal devastado e inda com
numerosas Torcas rebeldes armadas o em
campo i o Para inda v todos os dias der-
radisr-se o sesgue brasileiro para salvar,
nao disemos nos a Unilo e a Monarqua ,
para salvar a Humanidade e a Religiio qua
os horneas do Parlamentar, oa nosaos ga-
rimpeiros polticos lem ali atropellado.
Na B >bia, corre o sangos brasileiro e
principios ti6 damnados como os do Para
se propugtS. Para se fazer idea do ve-
neno que os rebeldes da Babia ospslhed
pela povoacad basta dizer que os peri-
dicos da repblica do Sabino copiad o Par-
lamentar 'do Rio de Janeiro e recommen-
da a sus Icitura como a mais salatar para
a felicidad do Brasil; e o Go ver no inda
tolera que se publique n'esta Capitel ura
peridico incendiario o fautor da anar-
qua o defensor dos sabinos o proteo-
tor de Bento Goncelvese dos algozes livres
do Rio Grande que re publique em u-
rne palavra, o infernal Parlamentar i
Comprad em Minas um ridiculo Aoio,
oom o logar de Juir de Direit substituto,
e inda am mais despresivel. cojo nome
na5 deve agora conspurcar as linbas d'ea-
te artigo csse redactor do Astro de Mi-
nas para atacar a Con>tituicad e o Acto
oddicional e pregar a repblica a pre-
texto de qae se pretende destrnil-os. Sym-
tomas, em fin, de insobordinaced e
guerra civil tarn appareeido em diversos
pontos do Brasil.
Conbe Adm nistnca da 19 de Setem-
bro d'i837 lio funesto legado : contra tan-
tas difficuldedes tem ella de latar Gomo
hade ao mesmo tp.* acudir eos Braaileiios
onprimidos aob o alfange dos intitulados
republioenos e orientar a Opiniio desvei-
rida por estes inimigos de todoe os bons
principios da Humanidade da Religiio
e da Liberdade emfim pelos nossos ga-
rimpairos polticos ?!...
Entretanto, prodigios tem ella feito.
Pura o Rio Grande do Sul tem mendedo
i:5oo hoinen8, oopiosss mnni(des de bo-
ca e de guerra, oousideraveis forjas ma-
rtimas; a o mesmo tem feito para Santa
Catharina, a 6m de coadjuvar o Rio Gran*
dedo Sal. Qusndo nos recordarnos de
que o Governo do Sr. Feij contestare ,
em Seso publica da Camera dos Denota-
dos qua apenas tinha mandado 4o D<>"
meas para o Rio Grande do Sul, por nad
lilil IPIlMANIOeo:
9
tsr mais forca desponivel; qaando traa-
mos i memoria a Proposta dos i5:oeo he-
meus!.....qtte obrigava todos oa Brasi-
leros de qulquer oondisad e estado, ao
reern te ment para o ejercito; pensare-
mos qae o Minitero de 19 de Setembro
uad teria meios alguns para oeudir Pro-
vincia da Babia e diasemos entre nos:
eis urna das mais bellas Provincias do Bra-
sil devastada pele Anarqua !.... Mas
(oh assombro.') observamos qae o Gover-
no continua a mandar tropa para o Rio
Grande do Sul, e qae socoorreos legalis-
tas da Babia com i:5oo marinbeiros, nu-
merosas bocas de fogo e considera vel ar-
mamento alera de 6oo bomans de pri-
meira liaba que a esta hora tal vea j este-
jad ooadjavendo o serbio prudeote enr-
gico e corajoso Presidente o Sr* Antonio
Pereira Brrelo Pedroso 11.....
E refliotsd nosios Iaitores que a Divida
externa continua a eer pega pelas impor-
tantes remesis que meneelmeate se lhe fa-
aera; que os 4:5oo contos qae tantas ve-
zas o Parlamentar lembra como dosneces-
aarioa, qaando maior soma tal ver pedise
o passado Governo apaas bastarad pera
psg>ra Divida por elle contrabida.
Terminaremos este j nao pequeo ar-
l'6 i ponderando que o Governo tem fei-
to qusnto em sues forcia caba e mais an-
da do que d'elle se poiia esperar ; misa
opiniio de qae goza a geraleonvicced de
que Seus intentos sao verdaderamente bra-
sileiros, e confiarte* que n'elle depositad
todos os bons cidados, Ibe tem duplica-
do as forcas. Assim felicitamos a Patria
pela prxima tranquillidade em todo o Im-
perio, bem qoe se tenhad triplicada es di-
fisaldades do Governo.
(Do Sale 'Abri.)
VARIEDADES.
Da influencia da luz sobre a siude.
A lux he um dos prinoipaea elementos
de orgaoiaacio: esta nio existe se ole nos
lugares onde aquella penetra pois que
a observarlo mostra que o decrescimento
da organisacfo o sea enfraqaecimento
progresivo resulto da demiaiofo da
luz que nio so' derrama a vida, mes
tambera orna os corpos dotados por elle
com ei sores asmis bellas, ricas ebri-
Ihaatas. Nos lugares desprovidos d'este
principio fecundante, vemos ot corpos
corar e perecer. Nos vegetaes qua es-
te effeto se torne aasas notave) : reves-
tidos das mais intensas cores quandoex-
postos ao assoalbamento etiolio-se quan-
do sio privados da luz.
Empregendo este meie he qae se des-
cera e se torna mus tenro um grande nu-
mero de regatees de qae fesemoa uz :
entio perdeo nao 5 as reres, mas al o
sabor ; e com effeito 6cie despojados
do amargor aroma e resistencia qua-
lidades qae os tornavlo improprio para
a nossa alimentario. A' Jas tent
quinto ao calor, beque as plantas de-
vera seus perfumes, e sabor : as que ve*
getfo as estafas, onde s temperatura he
assaz elevada nunca adquirem o aroma
os'bor quetm quando crescem noar
livre ; o que se deve attribuir a eitarem
ellas privadaa do beneficio da lus.
Nio be menor influencia que este fin-
ido exerce sobre oe aumaes. Os de
Norte sio paludos, haces, deacoradoi,
pardos, arruivados ou brancos ; oe anai-
maes des pases onde a las abunda sio
brilhsntes de parpara ouro e asul:
uas sio as billas borboletae ea maior par-
te dos paasaros des regides tropical. Es-
ta influencia da luz nio be menos senti-
r! sobre o hornera : elle etiola-se e des-
(ra-se assim como os vegetaes, quan-
do esta' privado da luz do da. as ras
encovadas e estreitas onda o ar apenas
circula, onde nanea a las penetra os
habitantes apieientad semblante aepal-
chrel e todos o* seus orgeds lengaem
ns atona. Se, pelo contrario, o hornern
vive m atmosfera penetrada dos raios
vivifianledo Sol elleadquie cor, tor-
na-se forte, ligeiro, gil ; todas as suai
lanceos ee executsd cem energa: de
que se pode ooncluir que a lus obre corao^
um excitante e be conveniente aos indi '
? iduas cuja eonstitaicio he cersoteriss-
da pela fraqoesa de aeas diversos apare-
Ibos, ai mulberea mollee, e delicadas,
os meninos debis. Podera' ser noci-
r as peasoas dotadas de qualidades con-
tra i i a.
A loz muito mais qae ao calor
que os habitantes das diversas regidee do
globo devem a diverse graduacad de co-
res que, os distinguem. Yoltaire dea-
eonhecendo o poder do clima admittia
races de horneas dotados de caracteres o-
rigiaaea iodependentea dainflaencia d'
elle, E' fora de toda a duvida qae os
climas podem com o tempo metamor-
fosear inleiramente a eonstituiead dos bo-
mens: por tanto a toreada uz que
devida a oor mais ou menos intensa dos
corpos. Os povos do Norte 8*d salvos ;
oa des pases temperados sed mie eacu-
ros e misturado* oe que mais se avisi-
nhad do mao da sad trigeiros ; os dos
trpicos sed cor de cobre mulatos oa
negros segundo a influencia da luz ma-
is ou menos modificada por outras cau-
las Jocaes. Pode diser-se que, em ge-
ni a especie humana ennegrece ao fogo
do Sol e en veja e luz duvidosa dos po-
los. Fcil nos serie epoiar estes prope-
zicoens com amitos exemplos.
E com rem que, em nossa opinisd ,
se tem attribuido a ausencia da lux os
paroximoa qua sobreven de ordinario aoe
eufermoa no momeuto em que o Sol a-
bandona o borisonte. N'estes fenmenos
singal-res, e electricidad? tam grande in-
fluencie. Tambem somos levado a acre-
ditar que o ar que recebe a influencia
da lus, muito mais proprio para a res
praead do qoe o qae d'ella privado ,
bem que oom alie a lus aGo penetre na ca-
vidade pulmonar; anos estribamos na
obserraefo que nos mostra nisenfermde-
des de peito, e especialmente me dos or-
gios da circulacio qae ocoasioned suffoca-
fdas peridicas, eer a difficuldade de res-
pirar muito maior tarde de noite e so-
bretudo de madrugada quinde ha mais
tempo que a ob.caridado predomina no
horiaonte e tambem no invern, de qae
em circunstancias oppostas. Na msior
parte dos casos, eem taca momentos que
e auflbcacad sobrevem, e sio bem raras as
exeepedes em que os enfermos soffrem
aol'jcaces, sement durante odia, no
esto. Em geral, a diffioaldade de res
pirer se dissipa medida que a luz se dif-
fande rom mais abundancia.
Ser poren a' aosooca da luz qae se
devs attribuir os effeiloi pasmosos que os
eclipses produssm nosaaimaes? Como ae
pode explicar este oentimeato de terror
instinctivo qae mergulha no mais profun-
do abatimento os entes que respirio ? Ot
aoimaes exittentee nos nossos pteos lo-
cera com precipitsefio e procuro occuitar-
ae: as peasoas delicadas experimentio de-
liquios syncopes, convnlsoen^. Os ex-
emploed'este genero to cilsdoe em gran-
de numero pelos autores; o miis notavel
e de Bicon de Veralamio que eahia em
deliquio qaando bvia algam eclipse da
I ua anda mesmo que elle o nio bonveeee
previsto.
E-te especie de tranetorno das leis ds
Niturese eesse com o appareeimento da
luz. A' obecuridede e ao silencio a que
nos conduz a noite que devemos o re-
pouso de nossos orgios e o aomno benfi-
co e reparador.
iDo Sete d'Abril.)
AVIZOS DIVE HSOS.
Jlp- O sbaixo esiignado convida aos
ornantes das Raridades acoraparecerem be-
je na Alfaodega alim de verem es novas
ordena do Inspector da mesms.
OSeatiuella Paraso.
cjssbw RogeeeeosSeohores Sub Prefei-
toat authoridades polieiaes, deta e
meia Comarcas, peasoas particulares ba-
jo de empregar um tanto as 6uas vistes so-
bre m escravo crioule de nome Eduardo
oficial de sspateiro represente ter 2o an-
uo de idade, altura rsgulsr seco do cor-
po bem preto cara lisa eem barba ,
dantas alvo*, muiw Gt g*2t dse cs-
titular por ferro: e de rauder o nomo
pat a o de Antonio, oa ds outro quslquer
e goste muito de andar a cavallo queirfo
apprebeoder e leva-Io a roa do Rengelf,
iodo para a Ribeira do lado dreito ultimo
sobrado novo de am andar que ee pga-
la toda a dispeza que ou ver.
WW Quera precisar de um moco Bra-
aileirodeidade i4 anaos para caxeirode
rae ea loje de fazendes ou outra qulquer
ocupaeio dirija-so ao atterro dos Afioge-
dos confronte e barraca a Francisco Pe-
reira Bargas que elle dir |qasm se pro-
po : adverte-ss qae d fiador a su* con-
odute.
JV1* Precisa-se de am caixero qae
entend de escrita e queira hr para Ma-
cei ; qnem estas cireunstaneias esti ver
annuncie a sua morada.
IjoT^ Roga-ae ooe Srs. Sab-Prefeitot
dejt meig Comircas, c Authoridadea
Polieiaes pesise pirtioalares que eou-
berem ou virem ura moleque de nome
Valentim, necio Costa de idade j7 a 18
anuos e com 09 seguintes : cor prata ,
corpo seeco altura proporcionada a
idade es beca o ourelhas pequeas,
olhos abugalhades meios vesgos naris
mais a b lado do que chato boca a hien-
da pescoco comprido, peito uvada
mise ps proporcional peinas ti uas ,
levou vestido aeroala de ekjodio iotransa-
do e aqueta do reecadinho aupe-se
estar faado qual desaparecen em 10
de Aknl do anno de 1837, o mande pren-
der e levar atraz da Matriz da Boa-vrsta
segunda casa a entregar a Manoel Elias
de Moure oa noengeuio Couceho do
Mara termo de Serinhaem, a Antonio
Jjquino de Moura i que gratificar eeu
trabalho com cineoeute mil res, alara
da despeea dacondncSo.
a Quem quiser vender Flor de Lm
raoja em toda e qulquer poroad dirija-se
a ru cstreita do Rosario Botica de Joa
Pereira da Silvaira pintada a frente de
amarello.
Tjsn* A pesroa que aananoiou querer
aoo^ reis para dar no tm de Junho
a3o^: dirjase a rus deHortas lado do
puente D. 42.
sfor Quem precisar de um Caixeiro
Portuguer. que saba bsm 1er cacrever ,
e contar pira armasem de estocar ou
Eioriptorio e d um hora fiador a eua
coaducte : annuncie.
jP Ainds se continua a aforar o res-
tante dos doia terrenos situados na estrada
da Solidade para o Manguinbo defronte
mesmo da Ponte, e da parte da eetrada ,
que seguido Menguinbo parea Igreje doe
flictcs, principiando logo do fiffl da ca-
za nova do seu proprietsrio o Dezembar-^
gador Thomaz Antonio Maciel Monteiio ,
contendo o fundo e cada bum palmo afo-
rado eem palmea ditos, e oa reeio de
3ao reis ceda bum palmo aforado : dver-
iindo porem que bum o outro terreno,
be todo euobuto e beneficiado, e prom-
pto para logo s* edificarem propredades,
independente de outro quelqoer trabalho,
quando palo contrario nad uccede assim
com oatros terrenos por aquellas immedi-
aedes, que em lamacal se tem aforado o
pelo mesmo proco ; os pretndanles en-
tended-se oom o Escrivio Almeida em sea
Cartorio ne taa das Trinieiras, que est
munido de poderes para fazer tses afora-
mentos.
e/y Arrenda-se anauelmente huma
morada de cazae terreae noves, frita no
principio de estrada des Aflictos defronte
da ecea de Senbora Leuriana e com qaa-
tro quartos dispensa, boas sallas, es-
tribara e seu quintal morado e pela
qaantia da i5o# re.: os pretendeotes en-
tandad-se com o Esorivad Almeida era s< o
Cartorio na ra das Triaeheirae, que es-
t munido de poderes para faser tal erren-
demento.
ejaeje Allugi-se o terceiro andar do so-
brado imarello no atierro da Boivist* de-
fronte de Metriz : e no mesmo logar ha
para vender hum Pisno forte inglez novo,
o de muito boas vote* por 3a,ooo e
hamcerrinho deduasroda, bum ca-
vallo com parelhos para o mesmo.
jqpjr Francisca das Cbegas e Silva evi-
za aos Credores do falecido Padre Dama-
so Ferreira da Silva (*ehe que os h ; a
que compareci oa ru* do R0*1 no Betrei-
U D. 3? :$m d# tr,t*f" ^ n,,o <*" 9'";a
iodeoisoeo visto hir proeeder-se ioven.s-
rio a seus beus.


r
DIARIO DI PEINA M OCO.
Um Hespanhol de necio que sa-
be escrever, e contar sofrivelmente, pro-
p5e-se a ser caixeire em qualquer arraa-
zem ou mosmo venda, fl fiador a
sua conducta quemo precisar dirija-se
a ruada Cro n. 57, no cegando audar.
WP" Precis?-se de om eeixeiro para
venda que tome corita por baleos e
d fiador a sua conducta : tallar cora
Victorino Fianoisco dos Santos, no atier-
ro dos aliog ados.
E=s Arrenda-se um sitio no Giqui ,
com boa casa de vivenda e duas casas na
frente sendo urna grande estribara, e
um grande viveiro e raais de 4oo ps de
roqueos ouiras muitas ructeiras: na
ruado Quemado D. i7.
WW Roga-ae aos Snrs. Sub-Prefeitos
desta e oais Comarcas e Autbcv'da-
des Policiaes e pessoas particulares, que
louberem ou virem orna nagra da Cos-
ta denome Catharina ja idosa alta ,
algam tanto sueca, e fula quaudo anda
deita os paitos para dianta, quebrada de
ambas as verilhas cosinma intitular-se
por forra suppe-sa e.-tar acoitada eu
vendida ; a mande prender e levar a
seu Senhor na Boa- vista ra do Aragio
D. 37 que salisfdiQ toda a despeca.
qp A luga-se a casada rna, d'Alegria
D. 5 a fallar com o Padre JoaS Rodri-
gues em Olinda ra de llathias Ferreira
sobrado amai ello ; ou em seu sitio da pri-
mavera na Solidad.; d 15.-a-vista.
^> O Sr. queannuociou precisar de
urna ama par tomar sentido a urna casa;
que se dispe a Lzer todo o mais ser-
vido de urna casa dirija-se a ra das
trincheiras n. 17, casadefronte do carlo-
rio do Sr. Ferreira.
flp Quem aonunciou um menino pa-
racaixeiro, quetendo liir pira urna ven-
da distante desta praca a6 1-goaa, dirija-
se a praca da Independencia n. 33.
t> Arrendase om siito per lo desta
praca com ctsa de vivenda, rom bastantes
aryoredosdefructos e duas expelientes
baixas pira a plantagaS decapim; os |re-
tendentei dirijo se a ra velha sobrado
D.32.
tftt Qasm quiser tomir freguezia de
capim por um auno, mormente os Srs.
moradores da Boa-vista dirijo-se a rna
do Hospicio segunda casa depois da do
Bento Jos da Costa, que ah aebario
com quem tratar.
fjtir O Bacharel Frsncisoo Joo Car-
nsiro da Cunba nomeado uterinamente
Procurador Fiseal faz saber ea quem cou-
vier que a sua residencia he em a ra da
Praia, primeiro andar da casa n. 3 da
parte do puente.
tO Arreuda-se orna grande e assia-
da casa nova na estrada de Joio de Barros
mu perto da .soliJade com eommodos
j)ara grande familia, cozinba fora gran-
de quintal com alguus arvores de feu-
ctas ecom seu portio, e grande cacim-
ba de agoa doce : quem a prender falle ao
sea propietario no sitio da Conceicfo;
LEILAO.
se com o mesmo Capitfo ou cem Jco
Vieira Lima rui do Vigario D, i7.
Psra Philadelphia
=== Sahir cora toda a brevidade, a
barca Americsoa John j Capitio Thomaz
Duling ; quem nella. quizer oarregar ou
birde passagem dirija-se ao escriptorio
de Jesoph R?y.
Para Genova
tuV* Sabe as primeiras agoas o Psta
cho Sardo Mima forrado de cubra quem
quiser carregar, dirija-se ao Cousigoati-
rio A. Scbramsi, ra da Gruz n. 17.
Para Htmburgo
t
Sahir em poneos das o Brigue Escuna
H. Fon um Cap. P. Petersen muito velei-
ro e forrado de cabr falta para completar
a carga dalle pouco mais ou'menos o pozo
de 5o caixas quem quizer carrega-las ou
aos teus eooai-
& Ceropmbia
1flP" Que si fax na quinta feiri 8 do
correute pelas 11 horas da mauhi, de
urna porfo de bolaixa ordinaria no ar-
masem de Joio dos Sanios Podo ra da
ssozalla velba n. si.
nbi de urna balicira com quatro remos
e um mastroea vella por cunta e risco
de quem pretencer ; por ordem do Cn-
sul Americano.
=S Que pretende fazer Rozas e Bragas
-bojeTerca feira 6 do correte uo arma-
zem do Fernando Jote Bragues ao p do
arco da Conceico pelas lo boras da me-
nta, de ao meios barrisde maotaica, vin-
dos na Galera Athalia dollaVre, por coa-
t e risco da quem pretencer.
NAVIOS A CARGA.
Para o Maranho
MFI O Lugre Ouarte lerceiro, Capillo
Antonio Jos Veiissimo sabir per es-
tes i5 eliai, por tr a maior parte de sua
carga pronta, quem no mesmo quiser car-
*g*J2g jig de pusigem podaentauder-
bir depessagem d;rij-se
gnatarios N. O. Bieber
na ra da Cruz n. 63.
NAVIOS AFRETE."
*SW Para qualquer porto da Europa ,
a Galera brasileira Santa Cruz Capitio
Joio Jos Gomes, viada do Rio de Janei-
ro ; quem quiser fretar ou carregar por-
gio de carga, dirija-se a ra da Cruz a
casa de Antonio Jos de Amarino.
VW Para qualquer porto o muito
superior Brigue Iogloz Helen a tratar
em cas de M.Calmooto Componhia.
Irt"" Para qualquer porta, o muito
superior Patacho Surprize; a tratar em
casa de M. Calmout & Companbia.
COMPRAS.
'Ks> Dois escravos corpolentos," mocos
e que sejio guies em tamaito, que sir-
vii para carregar cadeirinba : na ra es-
treita do Rozario no tercairo sudar do
sobrado O. a9.
|te\v Um quartu era estado do viajar:
na ra Direita O. 34.
Um Diccionario Magnura Lexi-
cn uma selsts, e Vergilio tudo em
bom uzo : em Olinda ladeira da ribeira ,
sobrado de dois andares de veranda de
ferro, ou snnuncie.
W Compra-se hum escra vo ou escra-
va de 5o anuos pouco mais ou menos,
em vicios ou achiques: nesta Typ. se
diiquem compra.
rs Um carro de duas rodas ," um ca-
vallo para o mesmo e outro psra ea valla -
na : annuscie, ou dirije-se a Hospedera
do Sr. Brandio, junto ao quartel da Po-
lici'e
VENDAS.
tflP Arthmetica da Ls Croix: na pra-
ca da Independencia loja de livros u. 37
e 38.
** Um alambique de folhs para res.
tilacio de agoa-ardentes, om bom uzo e
por prece commoao : na rus velba D. 14.
IBP" Uma caiaca preta inda sem ser
vestida, caja foi feita por um dos rae-
Ihores mestres desta provincia e serve
para pessoa regular tanto em altura como
em grossurt : na ra do Palacete em
easadaviuvado fallecido Cimrgiio mor
Antonio do Carmo que dir quem a
veude.
flp* Uma loja de couros com poneos
fuudos sita na ra Direita D. 55 jubIo
a N. S. do Terco ; a fallar na masma das
6 boras at as 9 e das duas as 6 da tar-
de cuje se vende por seu dono se reti-
rar para fora da Provincia.
tV Para fora do Imperio uma peqae-
na porciode espingardas para soldados:
na ra do Vigario D. a9. *
yW Uma preta da msia idade, qu.
d 32o por dia : na ra da Alegra, casa
junto a do escrivio Magelhes.
WW Um molattnho moco serrador o
com principio de serralheiro : na ruado
L'vramonto loja de sobrado D. 11.
Luiz Poreira Re pozo: no pateo da S. Cruz
se dir quem vende.
19* Um muleque crioullo de idade da
8 para 9 ann< s proprio para a prender
qualquer ulfimo : 11 ra das Trinxeirae
D' 17 sobrado de um andar do fronte do
nincho.
^" Uma mulata de ae annos, en-
gomma e cose e uma cabrita de 14 an-
nos para todo o servico tanto de casa
como da ra e uma moreda de casa de
pedra e cal com bastantes eommodos sita
no beeo do quiabo dos Aifogados : na ra
de S. Rita casa confronte a Igreja.
Uma escra va de naci da costa ,
*l
com idade de 2a a 24 annos, engomma ,
cozinba lava de xarrella e sabio jdecla-
ra-se que tambera se troca por outra os-
crava assim como um muleque de 8 a 9
anuos opmo para servir urna casa : na
ra Direite D. ao quem vem das cinco
Pontas lado diruto.
W Um muleque crioullo muito es-
perto asedio com idade de 11 para la
annos : na ra da Cruz sobrado de quatro
audares do Senhor BoIIi Chavanes no
terceiro andar.
K> Cha aljfar de superior quali-
dade em Latas de dois libras a 3,800 rs.
cada uma lata e bixas chegedas prxima-
mate por prego com modo : no alterro
da Boa-vista D. I9.
Xa?" Um escra vo de todo o servico : na
ra do ezeite de Paixe armisem de couros
se dir quem o vende.
JEiv* Ou troca-se por um escravo,
uma preta, eusaboa e cozinba o diario
de uma casa cojo negocio s- dir o mo-
tivo por que se faz a vista da pesooa que o
quizer fazer pode dirigir-se ao armasem
da ra nova D. 34 que achara com quem
tratar.
=-j Um terreno no alterro do AfFogado
com cento e vinte palmos de fronte o cem
de fundo a aterrado: na ra do Livra-
tnento loja de coiros D. 9.
d Uma refinacio com todos os per-
tences a dinheiro ou a prazo a fallar com
Firmino Jos Felis da Roza: no forte do
Matto.
W Um pilanquim em bom uzo, a
pessoa que a quizer dirija so a pidaria do
beeo da Larangeira D. i5.
IV Ouas canoas de lijollos empedscos
para l'uudasio de obra : na ra estreita
de Rozario D. 24.
K> as otarias de S. Auna confron-
te ao Eogeuho da Torre, muito bom lijlo
de alveuaria grossa a aoJ)ooors. o me-
lheiro e posto na obra a 4$ joo rs.
tt-ts Tabeados de pinho ltimamen-
te chegados da Suecia por prego cuaima-
do : na ra da Cruz n. 27.
VujV* ptimas pistolas de tiro assim cha
mados por sua grande certeza: na ra
ooy* catta do reiojooiro Carlos Duboii.
. WT Veras obras de prata chegedas l-
timamente do Porto, e de muito bom
gosto vende-se pela faetura, e uma pou-
ca de prata e ouro velho : no forte do
Mallos Prensa de Joaquina Pareira Bas-
tos-
W Um cidera de brafos com os aeus
perlences um espsnador grande uma
sella e orna pedra de marinare : na loja
de Movis que fica por baixo do Douotor
Navarro : na rur nova.
JflT Uma escrava de mco cozinba
eagomma e lava o muito boa vendei
ra de ra : na ra de S. Jos casa D. 6
de manhei the 9 horas e des 3 da tarde
endiente.
IBlv* Huma porfi de cordas proprias
para aodaines de casa a faser-se em mui>
lo bom uzo, no armssem da casa nu-
mero 5. na ra da cacimba.
9W Uma escrava, que cosiuha o quoto-
diano do uma casa engoma, ensiboa, e
refina assucar e faz qualquer doce : na
Ponte vslba caa da quinna do lado do
tanque.
QjV* Um sitio no lugar das Corcura-
nas com casa de taipa e tem de 3o a 4' ,
pez de Coqueiros e trsz pes de manguei-
ras, e trra para plantar melanciai e ros-
sa ; por prego commodo : quem o per-
tender dirija-se a ra dos Martirios do
lado esquerdo sobrado D. 7.
r: Leite puro a quem queira afregue-
zar-se, mandando-se at levar a cazas
34 duziss de varas do boa quili- I dos fregneees pelo prece de 5o res a me
difcipropriia parslstads, ni Ttedo^t |di4, cojoleita a0iaSa:fl^ fer paro por
que vem trancado na vasilha evitando-sit
assim alguma especuleca5 dos poitedoresf
os pretndanles dinja-ae a casa de Frao-
cisco Jo\ dos Praseres Cemboim, nas
Sinco Pontea lado direito D. 1a a dan,,,
seue nomes^ ea porga de que cada huq
precisar, para logo que ehegue a fregu.
zia a 4 ou 5 caadas pr-se o negocio
em prrtica por isso que sendo menor o
consumo, nao compensa o Uabalho a.,
cohduca, e a qualidade da pureza.
ESCRA VOS FGIDOS.
flr^ Da-se 80^000 rs. de gratificagio
a quem 1 prebendar e levar a rasa de INu-
no Mara de Seixes rna do Vigirio O'
i2 um ascravo do nome Paulo, naci
Mucambique, baixo com os biguaes s-
guintes de sua naci e nos lados do ros-
to hecanueiro, muito ladino, foi u-.
cravo de Jus Merques Vienna ( o antes do
falerido Plle ) est fgido, de 1836, e consta andar a frotes de Olinda
e atheo parte das canoas: e frequentes
vezes passeia pela ra dos Mai lirios^'
onde tem a mizade>.
Wsv" No dia piimeira do correntefj.
gio um negro de nome Jos de necio
cibund com os S'gnaes segantes : estatu-
ra regular, um tarito corpulento,- cor
fula, picado de bixigas, mal parecido,
comum talbode fouce, desdea sobran-
selha do olho diteito athe o beigo cabeee,
graude quem o apprehender leve-a a
casa do seu Sonlidr no baco da Carim-
ba armasem de assucar de Antonio da
Costa Ferreira, que ser geuerozamente
gratificado.
V9" No dia quarta feira 3a do corren-
te desaparoceu do Engenho Aldeia Co-
marca do Rio Formozo, a mulatos o pri-
meiro de nome Malequias idade 48 annos,
trigueiro baixo peroas curtas ps a
palhetados andar miudo rosto descar-
nado magia altas olhos fundos, ecom
falta de dentes na frente o segundo da
nome Jermano estatura regular claro ,
eabega grande testa a carnerada, rosto
comprido e seco : aup-se do idade 25
annos pouco mais ou menos que ambas
viero ter a esta praga : as pessoas que os
pilharem dirijp>se ao referido Engeoho
ou no atterio dos Al gadws que ser gene
rosamente pego.
VP* Joanua naci Benguella, um tan-
to fula altura regular, corpo medio
peitos pequeos e em p de idade ao
annos pouco mais ou menos, o imbigo
um tanto crescido, fgida sesta fe;ra da
manhsf 3 do trrenlo de Marco do lugar
Camarajibe quem a pegar levera-a a ra
da Penha D. 7 qae sei bem recompen-
sado.
ajejv* Fugioaodia 2i de Fevereiro uma
eacrava de nome Tberese, de naci ango-
la i com os signaes seguiutes, no braco
esquerdo com uma quemadella e tentia
nup esquerdo um dedo mais curto: os
apprehendedores q ie a pegarem ievem-a
em Fora de portas n. 56 que ser bem re-
compensado.
9> Fugio no dia 37 de Fevereiro um
muleque por nome Luiz com os signaes
seguiutes, boca grande, um dente que-
brado na frente, uma costura em uma
orelba ps grandes e emolas finas ,
oamisa de algudio e cilsa de estopa gros^
sa com bugo de barba e um tanto vi-
vo dos olhos, qualquer Capitio decam-
po que o pegar o pode levar no forte do
Matto ra da Moeda onde tem um lampif
o na porta ; que ser pago do ten traban
Iho ou outra qualquer pessoa que o lei
var o dizer onde estar para ser pegado.
jry No dia a5 para 9,4 de Janeiro pi
p. fugio do Monten o urna preta don-
me Rosa com os segriacs srguintes ; bai-
xa cheia do .:rpo fula psapaltietai
doa, com uma grande scatriz na junta
do braco direito ovaras pelas costes,
cara chata, maces do rosto eltas, be mui-
to regrista andasempre de vestidos mui
curtos, e as veses calcada muito emiga
de betoques econsta andar por Olinda,
o Aifogados ; roga.se a todas as pessuas
encarregedas da Polica e mesmo Ca-
pitaens da Campo quo souberem a a-
prebendad e levem a seu Senhor no be-
eo do Padre D.
0BU03.
1 que seraS recompeu;
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