Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08632

Full Text
ANNO DE 183$ SEXTA FEIRA
y

2 E MARCO. N. I&J


BlJJtlO M.
PERN. waTYP. oeM. P. nr PARIA. 1838.
DM OA SRMAN
WltgnnAn s. Trocatn Are. Audiencia do Juis
crime de tarde ses da T. P.
27 Terca 8. Leandro Aro. Re. de m. e aud. do
' J. dos Orf-de tarde.
28 Uarte de Cinsa (jejun ate a Pascoa, excepto os
Domingos) Proc. de lar. do, tere, de s. Frcucisco
Nao ha despaxo.
1. de Marco uunita S. Andriao M. Abertura da a.
' L. P. Nao ha desp.
2 Sexta S. Simplicio m. Sesao da Thesourana
e aud. do '. dos orf. de tarde.
3 Sal.a.in s. Hermeterio m. Uelac. de raann. e ud.
do V. G. em linda de tard. Quat. cresc. as 3
hor. e54min. da man-
4 Domingo 1. da Quaresma. Casimiro Kei
nare'clieia para odia 2 de Marco
as 10 horas e 6 m. da m 10 h- 30 m. da tard.
Tildo asora depende de nos meimos da nossa
prudencia, moderacao. e energa continuemos
como principiamos, e seremos apoutados com adini-
acao erntre as Nacoes mais cu tas.
Proclamacaod'Assemolca Gcral do Brasil.
Subscreve.se a 1,000 reismencaes pagos edlantadoa
nesta Tipografa, ra das Cruses i). 3, e ha Prac;
da independencia I). 37 e 38. onde se receben r
respon.lencias legalisadas. c annuncios llieerlndo-ee
estes gratis senJo dos proprios assignantes, e vindo
assignados.
CAMBIOS-
atareo 1.
JLiOndret 32 1|2 D. 9t. poi 1,000 i a*.
Lisboa 65 por o|o premio, por metal, No.
Franca 315 a 320 lis. por franco
Rio Moeda de 6,400 13,600 as seibas, no Tas 13,400
4.000 ;.400 7.500
Pesos Colimare !,56 a 1570
dillo Mexicanos l,50a 1565
Patacoee Brasileiroi i,565 a 1570
Premio das lettras, por me* i l\t por o;o
Obre a par das sedulas
PARTIDA 01)8 rjORRBIOI.
OliodaTodos os diss ao mrio da.
Galana, Alhandra, Paraibs, Villa do Conde, Mi J
masguapc, Pilar, llaal de S. JoSo, Brejo d'Area
Uaioba, Poiuhal, Nosa de Soma. Cidade do Natsl
Villa, de Qiiianninha, e Non da Prineeca, Cidado
Ja Fortalesa. Villas do Aquiris, Monte mor noto
AracatT Caicatel. Canind, Granja, Imperatris
s. Bernardo, S. Joao do Principe, Sobral, Noed
Blller, Ico, S. Matheai. Reechodosaogae, S
Antonio do Jardim, Quexeramohim. e Parnahibs
-Segundas e Sextasfeirae ai> meio dia por 'a
Paraiha. Santo sntio- Todas as quintas '>"
neio dia. Oaranhun, e Bonito-nos das 10 e a
le cada me. ao meio di, "orei- no dia 17 <*
e.da me. ao meio dia- C.ho.Serinh.em. 11" *
mo.o. e Porto Caito- os dia. I, II. e l de cada
mes- __^_________-i--------r
PARTE O FFIGl AL.
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Primeira Se.sSo preparatoria.
Aos 27 de Fevereiro da |838 reoni-
doi na Casa respectiva os Depiladoslelai*
los para asegunda Legislatura Provincial
osSrns. Trime. Antonio Maciel Moa-
teiro, J.lo EnolUU Leal Pereqoito,
Antonio da Costa Reg Monteiro Miguel
do Sicimmanto Lupos -mu. Francisco
Elissdoileg Dantas, Francisco Joa-
<|uira das Cbagas Banto Jos L.meube
Lias, Leonardo Bise.re de Si |aera Ca-
valcanli, Fclii P.ixoto daBiito 8 Mel-
lo, Lourenco Biserra Cav.lcatiti de Al-
bnqiieique, Joaqttim Francisco de Mello
Cavaloanti, hidro Franoi.ro de P'ula
Mesquista, Joaquitn Nones Mochado* An-
tonio Josquim de Mello, Agoslinho da
Silva Netes, Manoel Ign.cio de Carvalho
Meodonca, Antonio da Ti indada Antu-
n-s M.ira, Francisco Xvier Pereira de
Biiio, e Antonio (Jsroeiro Lelo J e CO
nhecendo s>e baver unmero sulli ente pi-
ra setiicetirem os tri-blhos, *e procedeo
a formatara da Mesa, fbrfo elb'itoa P'ir
urclamacio para Prtsidente <> Snr. Ma-
ciel Manteiro pira primeiro S. cielauo
o Snr. Leal Ptreq ito e para .gondo o
Sr. Reg Vlonieiro. Empossado intaiina-
mute em seus respectivos lugares, e v<>-
rificindo-se nnvamente acharem-sa pre-
sente i9 Doputados, passou o Sur. Pre-
sidente a exigir os Diplomas dellea, o que
assim >e aaptisfez. Procedeo s antio a
'elcicfo de 3 membros para verificar ns
os poderes dosSnrs. Deputadof, etiveiio
muioria relativa os 8nrt, Bi ito e Mello
14 votos. Reg beadta II, Lopes Gama
9, e Nuaes Machado o, e por havar em-
pate nos doa9 ltimos, tereco-reo a sor-
'te, que decidi a fsvor dSr. Nunes M-
chalo. Procedeu-se depois a eleicaS da a.
Cmrissio psra a verificsQo dos ped-res
dos tres Merabros da primeira Commis
lo, e tiveraS maioria relativa os Snr.
Antone* Meira i5 votos, o Snr. Lopes
G"ia io, e o Snr. Lamenria Lins 8.
Findos assim os trab*lhos dosignadoi* pelo
Regiaento para a eSctuarem na primei
ra Se 5 prepsraloiis.
O Snr. Ptediden'e Ievantou a Sessa a
urna bora da tarde.
Thoroai Aulonio Macial Monteiro,
Protdente.
Jot.6 EvangelUta Leal Parequito, pri-
meiro Secutarlo.
Antonio da Cosa Reg Monteiro, e-
gundo Secretario.
EXPEDIENTE D'ASSEMBLEIA.
Illm. Sr.Tendo-se concluido a venfi.
eses dos Diplomas dos Sis. Membros d'A.
Lsgi,laiva Provincial, que compartceraS
ueste Sessl' prepiretoria : manda a mes-
na Assembs na oonformidade do aeu
Regiment enviar a V. S. a relaea nomi-
nal doa que cemparecerao fim de ser
levada ao conbacimento do Exm. Sr. Pre
sidento da Proviri'ia.
D-o- Guarde a V. S. Secretaria da As
sembl Legislativa Provincial deParnam
bur 28 da Fevereiro de i838.
Illm. Sr. Jernimo Martinico Fignei-
ra de Mello Secretario da Provim a-
Jnio Evangelista Leal Pariqoilo i. So-
cietario.
Illm. Snr. Tendo a Assemb'a Legis-
lativa Provincial em Ses-io preparatoria
exigido as Actas parciaes dos diferentes
Colleg;o8 Eleitoraes, qa dtvem existir
ns Secretaria da Governo 00 na Cma-
ra Municipal desta Cidade, para serem
remettidas esta Assembla; o que se faz
prteis indipensavelm*nto, e com ur-
gencia para a veiifica^aS dos Diplomas :
rogo pois a V. S. qaeira cnmmuoictr ao
Exm. Sr. Piesidente da Provincia e^ta
exieanria da A-sen b'a.
Dos Guardo a V. S. Secretaria da
Assembli L*gislsiiva Piovincial de Per-
Dsmhuc>28 de Fevereiro de i838.
Illm. Sr. Jernimo Marliniano Figuei-
ra de Mello Secretario da Provincia.
Joo Evangelista Leal Periquito, i. So-
cretario.
OOVERNO DA PROVINCIA.
Fxpadieule do dia 23 de Fevereiro de
1838.
Officio Ao Exm. Bispo D oceano
communicando-lhe que no dia I. de Mar-
co prximo futuro deve nbu'r-se a es-
ifoda Asseroblea Legislativa Provincial,
eque por consequ^ncia haia da ir celle-
brar a Missa vodiva do Espirito Santo
ua Matrit de S. Fr. Pedro Gonselves e
prehenrhyr oais formalidacei que Ihe
incumbe a li.
Dito AoCommaodante das Armas,
pira man dar que o segundo Batalba8 da
Guarda Nacional aqusrtellado acompanhe
a procissio de Cinta, que fasem os Ir-
ms Terceircs Franciscanos.
}ta__ Ag iuemn, respondndo-Ihe
que, como o iQittoto dos presot pobrt
de Justica seja em todas as Comarcas for-
necidoa pelos Pieleitos, jqlgou o Gover-
no dever desorierar deste encargo o Com
mandanttt da Fortalesa de Itamandar e
mesmo para qua na The-*ouraria bsja roa-
ior regularidade na Escriplaraco de tal
despesa-
LJito Ao mesmo, para mandar avi-
sar os vocees Militaes da Junta do Justi-
ca para 6e raunirem no dia 5 do Marco fu-
turo a hora do costame.
Igual aviso foi foito, ao Desembarga-
dor Jtt Relator da mencionada Junte, a
aot D^serobargadoras Vogaes.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recife para ordenar
que o primeiro Batalba fe posto no dia
1. de Marco, futuro n* fente da casa
da Assemblea Legislativa Provincial, pare
solemnidade da abertura de aua Se^sio
ordinaria.
Dito Aotreimo, para mandar p ra
o Batalhio de Guarda Nacional destacado
dous Cornetas do quarto B'talhio, vi-U a
neces-idade que tem aquelle BUalliiode
taes Pracas, e no ser possivel presente-
mente enejl- conforme replanta o
Commandanta dss Armas.
Dito AoCommandante das Armas,
comrounicando-lbeocontoudo no prece-
dente fficio.
Dito Ao CoUJmandente Superior ds
Guarda Nacionsl de Goianna, para man-
dar di-pnaardo Servico de mesma GP-
da o Agente do Corieio 'aquella Villa.
Dito Ao Administrador do Correio
desta Cidade cimmuuicando-lbe a des-
pensa que menciona o oficio anterior.
Oit _- Ao Prefeito da Comarca, pa-
ra faser recolher so Amena! de Guerra
oariramenio anuinado deque trata em
reu ofi'io de^ta date.
* Portara Ao Director do Arsenal de
Guerra, psra receber nos respectivos Ar-
ma-ens o armamento indicado noantece
dente officio.
Oficio Ao Inspector Geral das O-
hras Publicas, instando pela brevidade
da remes-a do Mappa Topograpbico da
Provincia, queja Ibe foi xigido.
P01 taria Ao segu-do Commandante
da Compaobia montada do Corpo de Pr-
licia para faser iecolher a coxis da me>-
ma Compaohia i2 bois que Ihe bio-de
sor enviados pelo AJmini.trador das o-
b as publicas.
Oflicio Ao Administrador Fiscal das
obres Publicas commuuicando-lhea ex-
telo da orffem antecedente.
Constando a esta Presidencia que
M duas Varas Criminaos desta Cidade por
empedimento dos sene respectivos Juises
so acbfo interinamente exercidas pelas
do Civol em virtude do artigo stimo ds
Le ProTinoiai do ii Abril, de i836,
e que no dia 5 de Marco prximo futuro
f.e devera' reunir a seasio ordinaria do
Jurados; e nfo sendo pcasivel, que o
Juii que hoover de presidir a dita aessfo
se eocarregue ao mesmo tempo de toda ar
mais jurisdiceao Criminal, alem da qua
ja Ihe compete como Juii do Civel, fiqua
V. S. na iotellig^ncia de que davera *
prxima sessSo doa Jurados ser pre-iii-f
da por V. S. passando ao da segunda Va-<
ra, easim por seu turno todaa aa vesea
que outras se raunirem durante o ini-i
pedimento dos doua Juisea Criminaesj
e que em quaato estas trabalbarem, fi-i
cario iscntos os seus Presidente do n-
ter ferirem em toda a mais jurisdiccio
CriiL-inal. t -
Dos Ga>rde a V. S. Palacio do Go-<
verno de Pamambuco a3 de Fevereiro da
,838. __Francisco do Reg Barros. i
Sor. Juia de Diroito da primeira Vara
do Civil desto Comeres.
Ne>te sentido e ofHciou eos Juisas da
segunda o tetceii Vara do Civel.
COMBANDO DAS ARMAS.
Expediento do dia 37.
Offii 1 Ao Exm. Presidente; pedin-
do es larecimentos sobre a gratificaco a-
quivalenle amelado do t.oldo qua por
inlrrm d-'> de seus commendantes reclaH
.navio os Guarda* Nariooaes que expon-
tanenmeiiie fiserio psrle do Corpo desta-
ca lo, emitlindo sUa opinio a cerca da
kernelhdn'o ibjecto.
Dito Ao mejmo Exm. Senhor, aJ
gnilicsndo Ihe, que algn* dos officiar
uomeados para servirem no Coi pe desta-
cado se ci liobio anda appresentadoj
qua esta falta eproredia do nfo terem
e||*SiJo dispersados do servico dos Cor-<
pos a que peiteneiaj e pediudo-lhe a,
Csp"ito providencia*.
Dit Ao Prefeiio da Comarca, ac-
0Qv.odo o recbim.nto do seu officio de
boj?, e do desertor do Batalhio tetrao da
Calora Manoel Gomes da Paixio, qua
o aco'Opanhou.
Dito Ao mesmo, diendo-lhe, quo ti-
nha recebido os tres disertores da Guar-
n-So doBium, quo acompanharaS osait
officio Dito Ao Cot mandante Superior da
Guird* Nacional do Municipio, pondas
rsrida-.be. q .e ra,is ranoav-l P""*
fo.au, o p.imei.o e terceiro B,ulh5e,
d,G,ia.da Nacin.! da Capil.1 detalha-
dos para o servico da Guarnido, na. pe-
lo Comm.ado da* Arma, como ale ago,
ra ; m.is pela Leg respect.ta, por
loque.fcr?a deoa do. Coreo, r.o
disigu.e. *l* ta poda cot ju.t-ea f.sef
NUMERACAO INCORRETA


T"

a
lliltl JirUNAMICOl
uu
|\o detalhe pela falta dos competentes mep
pal.
Ped* que S. S. neste sentido expedis-
sesuas ordena mandan lo que oejudaii-
te de um dos coi pos, oa oatro ofiicel vi-
sse por parte da Legio receber diaria-
mente ordem e preveni-o que compe-
tindo iimiihi dar a guaruicio o pri-
meiro Batalbio, deixava da o faser por-
tar de solemnisar no dia i. de Marco a
abertura d'A.-semblea P, que nao obl-
te dar boj oquartedeguarda o terceiro
Batilh5, tiaha de dar tambera amaoh
por tai pira isso f.ra Par quf> )a
estafa intelligeociado o respetivo Com-
mandante.
DIVERSAS RKPART1COKNS.
THESOURARIA DA PROVINCIA.
EDITA L.
O I Im. Sor. lospector da Thesonra-
ria de Fasenda da Provincia imnda faser
publico que o bao de arrematar pean-
te a mesma Tbesuuraria nos dias io, H ,
e i2 d'Abril prximo futuro as Rondas
seguales:
1.! Imposto da 2$ res por cebosa da
gado vacum que for consumido.
2. Dito de ao por eenlo d'agoardente
o consumo.
3. Taza das passagens dos Rigs dos
Municipios do Recife e Oliuda.
4. D.simo do Capitn de planta dos ditos
Municipios do Re.-ife e OJinda.
5. Dito do Gado vacum eca vallar.
A arrematado de cada un das ditas
Randas ser futa por lempo de um auno
contado do i. da Jalho de i838 a 3o de
Junho de i839 e dividida segundo os di-
versos Municipios da Pioviucia sendo a
ultima d* apparictd do Gado nascido no
correnta aono fiaanceiro de i837 a 1838
E para constar se mandou effixar o
presente, o publics-lo pelo Prelo.
Contadoria Provincial de Perntmbuco
2i de Fevereiro de i858.
O Contador.
Jo.' Baptista Pereira Lobo Jnior.
ALFANDEGA DAS FAZGNDAS.
A arrernaiaas qu* se tinba ennunci-
ado para o dia 26 de Pavereiro p. p. li-a
traosfeiids para Sabbado 3 do coi rente.
Alfsodega 1. de Mar*o de 1838.
Manoel Z.-firino dos Santos
MEZA DAS DIVERSAS RENDAS;
A pauta he a mesma do n. a6.
OBRAS PUBLICAS.
Na Salla d'Admioistraca FisCaldttO-
bias Publicas se bsde vender un hasta
publica a quem msis dar la buis iuau
sos de carro multo bous ; os quaes e-
xistem na Coxia do Corpo Policial pa-
re quem oa prelendar comprar bir ali
vellos : us dias 3 5 de Margo
prximo vindouro t>a o- dias aproados
para a dita artemataca: quem os quiser
comprar achar se ha na aubredila salla
a hora do msio dia pira linear.
Amaro Fraucisoo de Moma.
Administrador Fiscal.
PREFEITURA.
Paite do dia 1.* de Marco de (838.
lllm. eExm.Sr. Partecipo a V. Ex.
que lori presos hontuna minba ordem ,
e liveraS hoja o competente deslino ; Joa-
quim Jos e Marcos iaibO! Rscrigic
Cornetas do i. Batalba da Guarda
Ncional, pela 1. ptculha do districlo
de Fora de Portis por estarem era de-
/.ordeno, terem resistido a mesma ; Ma-
noel Pachaco Barbosa, branco, pelo
Sub-Prefeito da Fieguesia de Santo An-
tonio por desobediencia ; Rosa preta ,
escrava, e Joa5 Antonio dos Santos ,
branco pelo Sub-Prefeito di Freguesa
da Hoa-vista este por haver Rutado ao
Paroco de Garsnhuns dt quem he cria-
do varias pecas de oiro prata e rou-
pa e 66$ res m medulas que I he fo-
no apprehandidas ; e quella por ter pro-
ferido em altas vosea palavas obscenas,
insultado ao mesmo Sub-Prefeito ; e
Joa Bernardino de Carvaloo Pinto, bra-
co por contravenga das Posturas da C-
mara Municipal.
E' o que consta das partes boje rece! i-
d8 n'esta Secretaria.
Dos Guardea V. Exc Prefeilura da
Comarca do Recife l. de Margo de
l838. Illm. e Exm. Snr. Francisco do
Reg Barros, Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de Sa' Brrelo Pie-
feilo da Comarca.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE
DE OLINDA.
5/ Sessa ordinaria de i4de Fovereirode
1838.
Presidencia do Snr. Quedes.
O Presidente abri a Sessa estando pre-
sente osSors. Vuhdo'cs Doutor Rosel-
les Pasaos M.eiel Montano Albu-
querque Laaga Jnior $ faltando coo
causaos mais Sanhoies.
Abena a Sessa e lida a Acta da ante-
cedente foi apprc-vada.
O Secrttaiio dando conta do expedien-
te moucionou um O Hiri do Inspector da
Fasenda Publica exigindo a quuntia de
6jo%5J res resto de 3:ooo$ de reis que a
Cmara tranzada havia lomado impas-
tado pira .surt b a no anuo de i8a3 :
inteirada e resolveo a Cmara que n
officiaase ao dito Inspector que se bavia
dar providencias a respeilc.
Outro do Cidadad Doutor Fehppe Jan-
seu de Castro e Albuquerque peiindo es-
cusa do Cargo de Venador para que lora
1 o'ivid'do ; foi escuzo em consequencia
das rasoens que allegcu j resolveo a C-
mara que se officiasse ao Fiscal da Fie-
guesia da S para mandar abrir e por era
seo antigo catado o heco denominado do
Infamo junto a I;rea do Siminario e o
Convento de S. Francisco;
Houvara varios requerimientos de par-
te! que se dNpachara5 e por ser dada a
hora o Presidite lenv.intou a Sess?5de
que (z e:ta acta em que assiguara. Ea
Jos Joaqaim re Figueiredo Secretario
o ecrevi. GueJes Prejidente. Laage
Juuior Msoul Mcnteiro Rozcllis Fas-
sos Albuquerijur.
Esta' conforme.
O Secutaiio.
Jos Josquim de Figuereido.
DI \RIO DE PERNAMBCO.
Vai principiara qusrta Sesso Legiilati-
va da As8emh'ea Perrumhucana. Qu*es
serio a'eiitre as necatsidadts publicas no
circulo de nuas altribuices a (aellas que
obterio o empenlib dos Legisladores para
seu melhorarnento, ou coiielusa? DiHi-
cil e niuito diQicil seria o as^ignal as.
Qaaoto a nos, inda nao tendo vito o
Ria(orio doCTCino qnsndo lariaaios
e.tas Iinh-'s ji.!> mos de sumfiio interes-
se tudo quanto tulle vira esbouado, utas
sendo impo-sivtl curar-se de tantas cou-
sas sena bom conselho por apaitetudo
o que nao pode ser senaO formular e se
ecupregasse veidadeiro zello em dar anda*
ment e consistencia no mais til ; e/n
d.ir meioa de execugaS qnillo mesmo que
j se tm feito. Seoutra 8eso como a
pastada se desperdiga no reconstrueces
de Fiegoexias, e todos os annos se euj-
prehemier dsr nova f4ce organiga da
Cuo.i rsronal esobre lulo StvtiQOi
alargar a escalla das imposiges no apuro
di miseria Publica e comurniU&e do or-
denado de empregados deixando o povo
geuoer com Tome oausada mais pelo i-yste-
mi de policis do que palo desarranjodas
Estaces; se sa exige dinbeire para o es-
coar em proveito de affeicoados deixando
o Publico sempre ennommodado por falta
de obras publicas epresentandoas ni-
camente em projectos que naS se podern
realisar, ou quaudo realisados consen-
tir as porcariaa que se observan aonde
su consom immanso oabedal, que nanea
pode ter ouira applicsea se&fo nos inte 1-
minaveis consertos das obras novas ; se
nos deixa este anuo sem hospital para re-
colheressai meia duxia de pobres, ou se
conseutem que huma Le fique burlada pe*
los meamos que a Decretaran-, a eonclu-
sio de tudo ser desacreditaren! o Acto
Addiciooal j aquelles mesmos que mais so-
lcitos devem ser uas vantagens que por
meio delle se prcmetterau o Povos. Fs-
lismeote contamos bastantes capacidades
no seio danossa A semble qne patriti-
camente compcehendem a veraeidade do
exposto, que farfo esforcos para que a es-
pectatira de Pernambuco nao seja penali-
sada pelo desleixo sobre as precises da
Previucia : aspases de repellir e baldar o
sacrificio do bem Publico uo aliar das ol-
feiges possoaes.
O anuo paisado tivemoa a honra de
lembrar aos nossos Dignos Representantes
algumas medidas qne l.iltava concluir ,
ou incetar > que nos parecia de mor ia-
teresse : muito pouco ti vemos de ver st-
teodido nossa reciamaea : ente armo nao
divagaremos; hiramos grande ferida pu-
blica ao objecto que ninuem ignora ^
fallaremos Das Financas. Na sessio paa-
sada o Rcl.itni 10 nos deixou ver hum na5
peqaeoo dficit, este aono provavelhe,
que elle tenha incremente attenta panu -
ria da epocha em que as Rendas gerses
loiai diminuidas, e provavel he qne te-
nhad tambem sido es Provinciaes, bem
que estas nad se remene ao publico man*
Bklmeote como aquellas.
[Nao pode existir hnm Paix sem ter for-
c para sustentar su seguranga interna ,
e t.imhem externa (dados os elementos fe-
deraes que abracamos) para haver esta for
ca s> necesssrias drspexss apara as fa-
xer he necessario dinneiro. Jalamos que
nos ns falla dinhsiro sendo melhor arre-
cadado e melhor admini-trado. Ao Po-
der Legislativo cumpre inspeccionar todas
estas cousas, e nisto est todo o segredo
de beneficiar sem ser psxado ou de nao
txtorquir o ultimo pedaco de pi da boca
dos productores pasa faxar mimo a quem
pouco utisa, quig a quem tem pou-
cos escrpulos de conciencia entre nego-
cios publioos. Todo o impulso deve par-
tir da Assemblea e do Govarno ; ninguem
dii que o nosso Governo sa nao desvala
pelo bem pela boa or*dera da soa Patria ;
ninguem dii que elle aqueca do mal-
barato dos diabeiros pblicos ah e>t a
suspensao da e,-:a.'iuuari e consumidora
E>trada nova do Pao d'Alho em compro-
vac- do que levamos dito ; mas os outros
raeios de economa dependen) dos actos
Legislativos. A boa Admintraco de-
pende dos meioj, estes meiosquem os po-
de proporcionar, ampliar, limitar, etc.
ho o Poder Legislativo : o Governo tem da
sellar, e oxal que elle ne nao achasse
imiias vexes impossibilitado de o fazer !
He pois do absoluta necessidade croar
hum systeme onde os meioa possa desem-
penhar os (ins ; que baja meioi de fiscali-
sato e re-pousabilidede reiiponsaliilida-
de reepousahilidade.'.. Quauto a nos
esta pilavra diz tudo qoaul uos falta.
Em todo o Governo fax se precisa huma
auctoiidade absoluta porque em qual-
quer parte, que esta resida, deve dispor
a den aibiti io de todas es forgas da socie-
dade : para o que deve nao s faier leis,
se nao gozar ao mesmo pas*o de bum po
der ta5 extenso que as faca executar ou
vencers obiiarulos, que Ibe ;.odem op-
por as paixes dos individuos. Taes ob-
iectos nao seria p^ehenchidos se mu-
loridade publica nao livesse forea sulfici-
ente para obrigar igualmente a todos os
membros do eatido a concorrer un para a I
sua felnicidade coensvaga e seguranca. j
Ella ttbem deve deedir dsoti h oamios,
que sao rosis proprios para iiso. Fin bu;
ma palavra essa forc centrel he para de-
terminar todas es tendencias particulares '
e tio poderosa deve ser, que ssobriguea
ejuntar-se tendencia do todo. Se esta
peder livesse limites aa hoveria no go-
verno actividad*, e vigor e os vicios dos
membros tornaran sempre intil, ou pe.
rigoia huma associacad, que s tero por
objecto a ftliridade geral. E*ta verdade
foi conhecida anda mesma das sociedades
maieciosaa da sua liberdade ; pois que no
meio das mais terriveis facees por mui.
tas vezes as vemos na necessidade desesub.
melterem ao menos por certo tempo 1
a huma autoridade illimitada. Tal foi a
Dictadura em Roma.
Mas em que mos se pora bum poder
tio necessario? Como se poder impedir
que elle por fim degenere em hum abaso
insuportavel f O problema paiece difllcil
ile resolverse. Se a autoiidade se confia
a hum s este faz se o cenlro nico, que
tudo chama a si, e quer que as foreas do
Estado sirva pora satisfaxer as suas pro-
prias paixes. Confiar sem reserva o po.
der absoluto a hum s homem nao podo
deixar de ser efleito da imprudencia e do
delirio. Mas entregar-se-ha o poder su-
premo a hum pequeo numero de cida-
dios escolbidus 7 Estes se tornarlo logo ti-
raos da sociedade. Consrvala a Naca
mesma 1 pleoitude do sen poder? Nao sa-
liera fazer uxo delle ; e &e por acaso o em-
prega, he sem prudencia eem reflixo,
sem sizo e as mais das vezes contra os
seus mais caros inteiesses.
A vista deste emharaco que partido se
dever tomar? Nao ha outro mai seguro,
do que repaitir pelas diderentes ordens da
sociedade hum poder que posto as mos
de hum s homem, ou de huma > cor-
poiaga, Ihes abriia o passo pira oop-
primir. Este plano nao he quimrico.
Esteja o poder do Monarcha sernpie su-
bordinado ao dos representantes de povo;
oepen ia estes sempre da vontado de seus
cGiniii. lintei dos quaes recebem lodosos
Sons direitos, e de que sao interpretes, e
nao senhorei.
Todava be coust Ilusoria pertender a-
char poi faico em forma alguma de Go-
verno. Mais perl'eiga he aquella que
segura a felicidade do rn.'ior numero, e o
abriga das piixes do menor ; pelo que
mus labia adminiatraca he aquella que
V'.-lli incessantemente sobre si meima ; por
iso que a sua vigilancia deve mantor, e
reparar de continuo liorna maquina, a
quem o mesmo movimouto gasta enfra-
quece, e desarianja a cada ilutante. Hum
governo justo procede de tal maneira que
faz com que cada individuo gose coma
maior iguildade que he possivel, das
vantagens da associaga ; porque quanto
mai repartida fora felicidade, mais dito-
ss ser sociedade. O ultimo dos Ciaa-
fins tem o mesmo direito a hirua felici-
dade propon ional ao seu estado a seu
meiito a seus talentos do momo modo,
q-ie o cidadio mais distincto e o pioprio
Monarcha.
Todoa os governo conlo vantagens re-
aes. Todos, sem excepio, tem innu-
u era veis inconvenientes, e conserraem
si mesmos os principios da sua destiuica.
Se o excesso do poder produz a tiraunia ;
o abum da liberdade produz a desenvoltu-
ra tio funesta eos estados como a mes-
ma tirannia ; pois que ueste caso cada ia-
dividuo torna-se tirauno do outro. Se a
autoridde efct reconcentrada; heais
aotiva efoite; mas conseguniemeiile
pode tornar-se mai perigosa. Su est di-
vidida ; eofraquece : molas multiplicad",
e conplicadas commummente nao giraO
como mesmo desemhiraeo q'as simplices
e pouoo numerosas. Se o povo he mu li-
cencioso e corrompido ; a autoi idade nao
tem bastante vigor : behee>cravo; perde
a energa. Se as leis sao despresadas : tu-
do cihe em desorden: se ha par* com el-
las bum aferr demasiadamente sei' } el-
las ae fario inuteis em muitas circumtau-
cias. E quem decidir destas circunstan-
cias ? A rasio, e em sua falla a forca ou
necessidade. E'e-ta quem do seio dos ma-
les fax brotar os maio.es bens do excesso
de escravidie suscita vingadores d* liber-
dade do abismo do infortunio sabe rx-
Uabir c. fccidide.
Da jaita bslanga poia do poder liber-%


c
DIARIO Bl lBMBCO
5
A
I
dado he que resulta o bom governo. Por
sso ser bom todo aquelle (dem-lhe o ra-
me que Ibe derem) que tornar feliz o
snsior numero dtqualle*, que lho 5 sub-
matidos, echegar a este fio quando
deixar ao* cidadios justa liberdktl* q'
coosttue aceda ham uo estado da sua fe-
lciiade sern effender da mus coucida-
dos,
Ma mena a todos os homenj con?em o
masmo gtverno. Como seja nctos
eiu climas om costantes opiuiei pee*
juitos, e diversas precisos; ti irapussi-
vol, que o musm o molo de gobernar con-
venb a todos. A exteeso mais ou roa-
nos vasta de bum estado, t. mi posiea6, e
suas producvSas deven tambera por dif-
ferenct entre as formas, que cumpre dar
autoridade. Se todas as nsces fossera
iguaes ana forcas em rabio lusea, se-
ri*6 facis de governar : *e livassern todas
soberaneo virtuosos eri5 igaaitneuie
felizes.
Qail he porem dir-se-lu o goverao
maiseslavel, e tranquillo ? Talves, al-
guem quaira por astea signaes decidir da
sua boodade: o qae he hum erro: por
que a duract de hum governo nada pro-
t- em seu favor. Gemem as vastas regi-
das u'Azia a entibares de sonos sob hum
despotismo absurdo o cjual, com quan-
to mude muitas vezea de mi, commmda
aempre a escravos igualmeote destaca-
dos. Oj homeus ferropeados pela igno-
rancia, pela praguiea e principalmente
pe|a aopiraica avesa6-ae ao jugo e car-
reg6 por habito. Aestipudez, co que
Tivem he paite, para que n5 conhecad
.se ha humim uo mundo, cuja saja mais
doce.
(Poltica Natural.)
VOTACA PARA SENADOR.
NosCollegiosdoRecife, Obrada, Goian-
na e Santo Aulo.
Votos.
Dezembargador F. P. de Almeida e
Albuquarqae................ 137
Aavogulo Antonio Joaquim de M. 129
Teoente Coronel Francisco de Pau-
la Cavakault do Albuquerque.. 99
CORRESPONDENCIA*
Srtrs. Redactores Ponho de pirtea
historela do esqueleto pas nengum ter
,,i,r uo ci.s i mirilla ignorancia que
dicesse de varas que ia procurar as I-
BreJM um esqueleto, para o e\ercicio dos
olfiriae d Guarda Nacional ; beut co-
nllevo que ru teuho os talentos e a ios-
tiucga que mosirou set to E'leilor do
Poco da P.raelia em ecui discursos na Co!-
U-gio BleiWel desta Cidade no Consis-
torio da Igrejsde S. Podio as ti icea
ge raes.
S'lii-e o mais odioso insulto cura que
roe nfima o Sor. D-h te de (er eu fi-
cedo cura os venciineutos da fardamento
de alguus dos Guardas do Bataih>5do Pi-
co que disUccraS em Caluca', pete
as pessoas que me n. oonhecem de par-
to sirva-se de suspender o seu juiso at
que o Sur. Duarte ooTiibuual dos Ju-
rados, aoudeo voa chamar, proveesta
falsa imputa<"6, daqual nao achata' um
t documento.
As provocacoens e os insulto* do Sr.
Ouarte na fronte do Batallu obrigaiaS
me a caatigal o pira ejemplo e os rumos
da que me ervt farad o qu praltc*. N sendo euJurii Consulto,
como ioculca o Sur. Ouarte n. pu te
entrar no coaheciiueuto de que esta pra-
tica oe 0|>p )esaa ao espirito da Iegislac6
criminal.
S; mandei iolimar-lhe a suspeucad do
Couommdo da Compendia am quanto
responda ao Conselho de Disciplini f.ii
por ver di.pjsica di Le da Guarda
Neucial no a ligo 88 em termos g raes ,
e m5 juigar repugnante que o Officul
aecusado \>or faltas no exeicico de s-u
nuaprego liqet elelle suspenso om q i*a
lo respaiide a esta accusica. Respeito
u paisoa* cuja opiuia favorece o S.ir.
Ltiurl* P0''" hsjus* duiua q jo
todas, e psrtecuUraente o Snr, Doutor
Mandes concordfSfftn qu fos.e absurda
a intelllgencia da Li depois de n5 mos-
trarera que era repugnante a ra6 so'
porque se na6 sugeitira a ord-jm dos
artigo*, principslmetteem urna Li, que
como a soaior parte das nosais fallece era
metlsodo. Cooclctj o Snr. DuarteCoe-
lho a sua areng. per urna alusaS ao<
Cbanos que n*5 peuetro por quanto
de Cabi&os so' tire oa prejuisos e as per*
segaigoens que obrigarao toda a miuba
i'niii. a abnnionar o Eogenhode Uuua.
D.claio finalmente .ao Snr. Duarte que
uno sendo au Caloteiro, m abando-
nando os deveres de Chela de familia .
e neta me achaodo contaminado de ou-
t'ros vicios semt. nao posso ter a cara
estanhada como elle da' a entender ; a
lerabio-lhe que o boraem sizudo nao re-
corre ao sareasmo nem as vilesa do
ridiculo, e que de urna boa porea da
habitaotas de Paroambuco ui dous somos
bera conbecidos. Sou dos snrs Redacto-
res, eto.
Ignacio Lina Barradas.
VARIEDADES.
Brilbante rasgo de Moralidade e Patrio-
tismo.
No dii 23 do crrante pelis 5 horas da
tnanh* embucara para Pemambuco no
Paquete Nacional Patagoui que du-
as iioris depois se fes da velli, tiinta pa-
cas de i. linha Cammanda Jas pelo Alfa-
res Minotl Ocenle^'Olicair. Ao em-
barque deesas Praoas assistio o F.xm. Pre-
sidente da Provincia com seo Ajodsnle de
Ordens e varios outrua Cidadios princi.
pses desta Cidade, que sein duvida liva-
ra5 o despraser de teseemunhar o mais
ttrrivel e intoleraval arto de immoralida>
de platicado pelo Vigaiio desta Fregatsia
o Reverendo Carlos Augusto Pcixoto de
A'encar ; esta Snr. que na quihdade ile
Deputado elleito por asta Pruviucia tinha
de seguir no Paquete para o Rio de Ja-
neiro, pudendo ter embarcado rom t di
a sua familia a horas que nao fotse visto,
ou pelo menos do menor numero de pes-
soai qu llie fosse posftivel pelo contra-
rio rnseivou-so para o faset na occaxiab da
meior publicidad* em pies-nca das pri-
meras auctoridadts e de lodo o p.ovo ,
que luna ecncorrido pira presenciar o
euibarque da Tropa. Quando e ta se a-
cliava formada no limar embarque fui
euti que o moialissimo Pastor sabio de
aua oatia de celgal bracas chapeo de pa-
tita o com a sua Dulcinea ao lado polas r-
as da Cidade c dirigio-se para aquelle
lugar onde embarcuu sentados nmbos
em huma me-rna cadeia em buma atli-
tude t>l, que a dcccucia prohibe discre-
ver:
Hum simples Cidadao -eculir, quslquer
que fosse o feo estado e oondiga nad se
arrojara a ta'nto Que rondurta d'um
Ecclesiaatio d'um Pamcho. e d'um
Representante da N*oa5 1 E^le facto
ta5 puhlico e ta5 uotorio tanto excvde a
couiprehensa do boniern honesto, e bem
educado quanto deve encher de op-
prebrio e de veigonha a esta Provincia
que se vio na mais trille necas^i lade de
Votar em hum homem simtlhante i Quis
talia fando dampeit a taceimis.
C Do t6 de D jsembro de a5 de Janoiro. )
Eststistica da pupulaca do gL-bo.

Avaliando-sa o numero total dos habi-
tantes da globo em seteceutos mlboens ,
n porpoca entre os morios e os vivo* he
de um pire trintt e tras, e a que ha ea-
tre os riasciineotos he um para vinta c
noveemaio; oque prova au^meoto con-
tinuo de populaca. Calculando o num:-
ro dos morios em ua relaca com o tem-
po aloaca -->e os seguintes resultados :
En urnanno nascem vinto l.trfl m-
Ihoa sete:entos viole e oito mil cenlo
trese individuos J e aurrim vinte e um
milhoes duseatos dase mil cent) o valo
um.
Em um da aseara sessentt mil e dez
individuos morrena cincoenta mil ceato
vinto oito.
Era urna hora nascem dous mil sete-
centoi o oito individuos c morreas, do-
uj njil quatrocentose vinte um.
Em um minuto nascem quareata e
cinco individuos a morrera qturenta.
Accretcantamos para resumir e^te ealca-
0 que suppondo que A tena < ontarn u-
ma pupulac6 tt'um militar de-habita ates,
a dando trate e tres aanos ptra urna ge-
raca morrerad cada auna triuta miio-
ens cada dia oitenta a dous mil, e cada
hora tres mil quatroceatos e quarente e
seis. Ma sumo o numero dos morios es-
t para o dos uasciaos na proporaad de
dez pira doae os utsctmeulosaonuses se
elevara a trate milhoens, os diarios a uo-
venta e oito mil seiscentoi e ti al,.eos
de cada hura a quatro mil ceato e dose-
nove. Centande tros gsrssccss por se-
cuto, e suppundoque o mundo tem exis-
tido ciuco mil e seteceutos anuos, tem ba-
vido so* depois da creaes cent) e no-
venta gerscoen*, cenlo e vate sois depo-
is do uiliivto esrssjrita equalro depois
da ai a christis. Sobre cada mil individu-
os morretn annualmeute trinta o nume-
ro des habitantes de todos os pai-.es -o re-
nova todos os trinta annos. Sobre dusen-
tos meninos murro um ao nascr e mais
d'um terco no e-pago dos dous prima-
ros anuos. Em toJoa o- paisas os na-ci-
meuloa sao mais numerosos que as luor-
tes.- a propor^a entre os naacimentos do
sexo masculiuo e feuinioo nao oderece
quii diiTegenca. ( Do Chionisia. )
( Do Diario da Bibia c/2 38. )
LOTERA DO SEMINARIO.
Restando bera poneos bilhetes do Semi-
nario Episcopal de Olinda o Reitor avi-
sa a re-.ntit.iyl publico, que cora a roaioc
brevidade possivcl far o aunuucio impre-
leiivel do audamento das todas.
LOTERA DOLIVRAMENTO.
Nao se poda anda marcar o dis do an-
dam-uto das rodas por huver-se tornado
morosa a venda do bilhetes : tadavil
nchando-je veudidos pouco iniis de 3oo
bilhetes he de esperar que bravamente
an lean as rodas mxime se os ama dotes
di?ie jogo concorrerem a comprar os'que
restio.
A V I Z O 0 DIVERSOS.
Manoel Antonio Ramos tendo de
retirr-se para fora da provincia para tra
tar de saasaude etodavia cario de que
nada deve aesta rmsma provincia com
tudo declara pelo presente anouncie, que
bavendo quem se julgue seu crd>r por
qutl'juer titulo, lho apresante dentro do
piaso de 15 dias depois da publicacfo des-
la anauocio e eetto do que ui i o fser-
elo oannunciante seno responssheliaa ,
e ncm dexa procurador que suas rases M-
aen qttento e estefira, para qua se-oio
ch-nne a ignorancia las o presente aaaun-
cio.
yfp Precina-se de um Sr. Sacerdote
para Capelo de um engenho dis'Hnle des-
ta praca a5 legoss, obngando-sa a entinar
os tilhoa do Sr. Ay engenho es piimeiras
letras, e gramrnattea latina peicebendo
por isso urna boa |>aga na ra do Viga.
rio defronte da Igreja do Corpo Sauto nu-
mero 3.
sjajta Quem qitiaer dtr aon.^ooo para
recebar no fi-n de Juohe a3.^ooo, a da-
se fiador capas ; quem este negjio qui-
ser fazer aunuucie.
yp Quem precisar da urna mulher
de meia idade para ama de casa de ho-
mem aolteiro, ou casado oto pequea
familia; aqual erve para tudo o senco
tanto iutenor como sxUiisc de urna ca-
sa : anuuucie.
teja- Al'-'g' e urna escrava psra o ser-
vico de um casa; quena e ptecisar aunun-
cie
!^3 Leile puro a quem quetra alregue-
sar-se, msndando-sa ele levar s cazei.>
dos fregueses pelo proce de 5o raa a ma;r
d. la cujoLit'J klun<;a-ae ter puro por
que vera traootdo ai vaai'.hn, aviUaio-aa
assiuu rlg m eapeaulaaaS j. poitadoraa :
os p:et4a I en tea drij5-aa a cesa le Praa-
fisc Jj t Jos Piai.:r^ C iboim, as
Sfito Pontti Ifldodire^ X). ia adaram
scus nines, f a p a^ ^ z ca ca.la hum
proeisar, para loga JJh cheque a ftegue-
zi: -i 4 od 5 cattaal, pr-.-u o negocio
em prrtica por iisoque sea 'a menor o
consumo, nad coupeata otrahalbo da
coiiu.ii'. ea q'.i.iiiiadi) z pureza.
gt> Ouerece-se pira triado de qual-
quer tasa ou Fetor de i i o bum homem
de naoad Hespauliol: quera precisar da
seu prestimo para dito oi, queira pro-
curar ua !<>]& da L?erragem, ra do Quei*
mado D. i4.
V9* Hum rapas brazileiro examinado
oto Litim a que traduz alguma cousa
fraucez se ofTere^e para qualqucr oixei-
raria txcepto veuda : quem do seo pres-
talo so quier alilisar dirija se a casa
ao t do theatra, q'shi se dir quem he.
9 Aneada-se unaualmenle huma
morada decaas terreas novas, hita ao
principio da e Irada dos Adictos defronta
da casa da Setibora Liuriaui, e com qua-
tro quartos dispensa boas sallas, es-
tribara, e seu quiatal morado, c psla
quaniia de i5o^J r, : os pietendenles en-
teala-se com o Eicriva Almeida em eco
Caitorio as ra das Triueheiras, que e<-
l munido de poderes para fiser tal arrea-
demento.
^ Na tno-iin casa so dir quem tem
tres negriabas enjillas urna de idado de
dose unos, por uome Ltmiauua e ou-
ii.i ile uoveaurios, por nome !amina, e
ou'ra de Catinos por rime Felicia.
*J3** A Caxa de Pasto o Boleijum da
rus dos Quarteis I). 8 coDtioua a apreseu-
tarsorveies de diferentes qualidadea,
tem destinado as horas segrales, em que
o dvera' procarar, de oauhau das il
1)0!i, al as a da Urda, e das 5 al as 8
da imite.
----- O Depozito do Galo cst.belecido
na tua dos T aaueiros, biino do Recite
actia-sunbeila, e alise vtude orceuuoi
oem leis a hora, em porcens grandes oa
pequeas, como couvier eos comprador
re.
y?W Aiada se continua a aforar o res-
taate do* doi* lerrenM titosdos na estrada
da Solidada para o Maoguiubo difionte
uievmo da Ponte, e da parte da estrada,'
qae tegua do Mtnjjuinbo parta I^ieja dos
fiietos principiando logo do fim da ct-
zi nova do seu proptietano o Da/.*mhar-
g.-dor Thomaz Antonio Msciel uloateiro ,
coiit'r;do o fundo de cada hum palmo afo*
rado, cem p-lmos ditos, e na tseo de
3o res cada hura palmo alorado : adver-
tindo porem qua hum c outro terreno,'
he iodo enohuto o beoefioisda, e proras
! pto para lot;o saediGoaffia prop'iedades,
independtnte de outro qualqaer tiahalbo,
q.ian lo pelo contrario nao uiiccede assim,
cornoutros terrenos por aquellas imrnedi-
aces que era lamaral te tara aforado o
pulo meraio prt;o: os pietendentes en-
tenda-!-e coro o E-tvo Almeida em tea
Ca torio na iua das Trnx>-irrfS, que e-i
munido de po-ieres para fazer taes sfora-
meritoa.
fr3" Pede-se encarecidamente ao Sr."
Fiscal loB-irroda Boi-vuta que lance a
vista flibre a casa da ra Velha na quina
do becoqua folla para ra da Alegra q*
echando se o oilaq'ie bota para o beoo
muito desaplumido ; roga-se ao memo
F'ical qae ttnb i do' do publico a vegilan-
cia sobre a roesma case para que nao d
pnjui-o no que fiearemos muito obriga-
do.
0^5 Precim-se de ioo^ rei para ser
pagos com os aervicos de umaesciava que
ai'o fater comida comprar ntra, en-
eabonr e de boa coudu. ta ; quera os
q.iiser dar dirijs-e o cobrado D. 25 a-
t^as do Rosario do Bairro de Santo Am
toma.
yy Precisa-se de hum homem que
entenda de sliohar l.ura terreno ptta mu-
dar hum pi de tuctas da diver-as quali-
dadas : quem estiver nestaa eiicaoslcucita
(lucir appareoer pia tratar da ajusi na
asqnina fa Pracioha da) eeTtiM>U? *fS*
du Burgos


a\
\
wm
i
\
DIAIIO 0 B MINAMIflCO,
n OSr. Manoel Comes da Silva,
morador un agcas bellas que veio no mez
de Novembro p. p. a casa do abaixo as-
signado dar parte de estar un escravo
fgido t>m casa de um sau primo Antonio
Rodrigues Machad' queira dizer por
pm tador a quer \o assignado pa-
gar sonde he luia do dito Ma-
chado ; porque ate' u^e ningaem d no-
ticia delle para al partes a onde duem era
morador.
Adrifa Jos dos Santos.
Vp* Roga-seaai Sri. Noberto Joaquim
Jas" Guedts, e Antonio Pedro de (JaiTa-
ino oa quemsuas vasas fzer, de che-
gara ra da saozalla casa de B. Lasserra
Se Companhia que se lhe desoja fallar ,
para negocio do -en interesar.
WP* Alaga-se uma oasa terrea na roa
direits da povoaco dos affogados, com
alguus cocumodos, quintal e cacimba : a
tratar oa ra Oireita de ta Gidade O. i > ,
a fallar com o seu proprietario.
I4P* Mara Jos Amalia de Miranda ,
que vive era Coropanhia de sua Mi, a
viova do fallecido Jof o Autoniode Miran-
da pretende estabalecer um Collegio de
meninas nesta Cidada do Re. il'e. Os Srs.
Pae de familia que por morarera reiira*
dos da dita Cidade nio podem dar as
uas G has ama educarlo iguala seu estado
e fortuna, quaiendo confia-las aos cui-
dados d annuuriin'e ella se empanbara
a dar-lbe a melhor educaco moral, re-
ligiosa, e cstiI procurando na empresa
a que se prepde ajsociar-se os melhores
mestres que poder aubar nesta Cid.de,
para dar as aoas alumoaa a educarlo mais
peifeita, que Iba teja piiiivel. Como he
preaiaO para que esle estab-lecimento,
tenha logar que a annuncianie pmsa
contar eom certo numero de alumnas ; el-
la continua por ora com a sua aula parti-
calar eslabelecida na ra nova no segundo
andar da casa defronte da butiro do Sr.
Pinto a qual te segundo beco, vindo da ponte aonde
continua a recebar poncionutas meias
pencionistaa a diseipulas externas.
/JP* Arrenda-sa um sitio com casa de
viveuda, arvoredos de diver-as qmlidades
trra suflicieote para plantajes biixa
para capim na empina dt oasa fu te: os
prttend rites diiijo sea ra do Vigario
XX. i, das 9 horas da miuh* un diaote.
t^> Quem precisar de uma mulher
para engoininar dnija-se ao primeiro
andar do sobrado o. 5 no beco do peixe
frito.
K9* Precisa-se da um homem para
feitor de um sitio perto desta praca, e que
tambem trabaibe : na ra do Vigario nu-
mero 37.
\gff Roga-se aos Senhores qua levarlo
lampin do sitio do Senhor Oouctor Mena
hajio de os mandar entregar oa rus do
Qiieimado ioja o. 15.
fuja- Alua-8eum rasa no pateo do Am-
paro em Oliuda ; a tratar na ruesroi Cida-
da na roa da Malbias Ferreira n. 4o.
tj^ Aliga-sea Ioja da casa onda rno-
rou o fallecido Baptista no atterro da
Boa-vista a quam comprar a arrnacfo ,
que ja se d por lo. $000 : a fallir na Io-
ja de hiendas visinh*.
*}> Francisco Antonio da Carvalho
S quen a roga as pessoas que tiver letras
de praso acabado sobra piubores, e oa-
trai ja protestadas as vio resgatir ate o
da 6 do correte do contrario ai passa
cobrar judicialmente.
fjQp* Precisa-te de um caixeiro que
eicreVa ton i val mente o ten ha alguma
pratica de tscripturacao : afiliar no ar
naiem de Jo cramisco Martins de Al-
tveida no largo do Corpo Santo.
%tf A pessoa qae precisar de om cri-
ado copen o eparaoutto qualquer ser-
Tico, cojo he poitaguez dirja sea esta
Typograta.
f-jT Boga se toa Seohorts Sub Prefei-
tos, e Authoridades polieiaes, desta e
mais Comarcas, peasoas particular s ba-
ja 1 iie ciL'pi egar um tanto as-uas vistas so
bre um escravo ciioulo de nome Eduardo
olliciul de stputeiio iepi tsenta ter 2 > an>
bo* de idade, altma regular saro do ror-
pj, bim pnto cara liza, tem barba,
dntesalvo, mu.to (iota gtsta dse en-
tilu ar por farro: e de mudar o nome
pata o de Antonio, oa deootro qualqoer
apprehender e leva-Io a ra do BangelJ,
iodo para a Ribeira do lado dire.to ultimo
sobrado novo de um andar que se paga-
id toda a dispea queouver.
LEILAO.
V9" De fazendas Ing'ezas hoje dois
de Muco as 10 horas da macha em (ca-
sa de Lnltkena & Companhia, ra da Cruz
u. 1.
NAVIOS A CARGA.
Para Maranhio
f3> O Biigue Fraocez Jeua Capillo
Diario aahu imprttenvelmeuie bsxta
Una a do 1 oriente ; quem quizer hir de
passsgem dirjase a ra da Gru u. 4^.
Para Hamburgo
Sahir em poneos dias o Bn'gueEcuna
H. Fortuna Cap. P. Peteraeu muito velei-
ro e ferrado de cebre falta para completar
a carga dalle pouco 111.113 ou menos o pezo
de 5o caixas quem quizer carrega-l^s ou
hir depassagem dirija-te aos teus consi-
gnatarios N. O. Biebec & Companhia
na ra da Cmz n. 63.
COMPRAS.
%V Um quartu capaz de viajar : na
ra ireiia D. 34 ou aununcie.
Uma manga de vidro que fenha
dis palmos e meio a tres de *l ua o
que posoa admitlir urna Imagem de dois
palmes; quem a tiver anuuncie.
H" Uma negra moca de boa ilgura
sendo peritima engommadeira : na ma
de Hortas 54-
*! Uma serpentina rom todos o se-
as pertencei: na ra de Hurtas D. 54.
VENDAS.
^ Folhinhasde porta dittas de algi-
boira, e dita sde Padre: na piafa da Inde-
pendencia Ioja de livios n. 37 e 38; na rus
do Cabug Ioja do Senhor BanJeira, e
dentro do Becifa de fronte Ja Igreja da Ma-
d'e de Dos venda da quina do besa do
vzei'e de l'n>.
> On.' 4o do ECHO da Beligiio
e do Imperio: na praca da Independeu-
cia n. 3j e 38
HF- Umescravo crioulo de a5 para 26
iios de idade bom page e ptimo cf
licialda s^pitei'O : na ra do Apolo no
armasem do Lobo ou no pateo da Mi tria
de S. -\nt->nio que dir quem o vende.
|0^ Quatro cabras bixo todas pre-
iiii.i e um uu'u uijii por prego commo-
do : na ra de S Thereta D. 27.
\ry Dual ts'-ravas de rucio mocas ,
f zem todo o servico de urna casa e uma
he boa vendedeira de fazanda : na ra do
Fogo D. 11.
irjB Uma preta de naci h;na moca ,
o1 iuu.a -ofrivalmente bera antende de
forno refina assucar e antende de do-
ces eng rama e ptima de servico de
caa : na ras da Hurtas casa terrea D. 10
juuto ao sobrado do Senhor Agostinbo.
JTJJ A armacio (-0111 miulezasem ama
encada : na ra do Qa^imado do lado es-
qaardo D. 3 juolo ao lampiio a fallar na
misma,
gP Umcazal de cotias rouito luaidns
a espertas bastante g. andes atrs do Roza-
rio no sobrado l). a5.
r> Uma porfi de prs de caf por
preco commodo : na praia do Colegio
armasem de Manoel de Souza Guimari
91.
WP Um rafe todo envernisado, fei-
xesazulados, oom o tracado todo hmi-
do porpreQo commodo; e um s l.m ,
com eus pertences e com manta de coi-
ros de oasa: m ra do Colegio botica
* Umapratade nato angolla de
idade aoannos, cozioha o diario de uma
casa, lavadasabo: no atterro da Boa-
lufj D. 8.
9W Um chapeo armado novo; na ra
da (ioria 0.16 lado do uascentc-
libra bixaa do P01 to as pretas grandes e
pequeas por preco commodo : napra-
ta da Boa-vita venda D 9.
----- Continua-se a vender travs de to-
dos coropiimerito a grossura, ecaibrosde
3o 8 4" palmos ja descascados, cal preta
e branca uma porc,io de cordas para an-
damia tudo por preco commodo na obra
nova da Luiz Jos Marques o virar para o
ti em a fallar com o mesmo ou o mestre
Izidro carpina.
If 14 quadros ordinarios o por pra-
co commoiodo : atrs da Igreja dos Mar-
n ios casas de 3 rotulas verdes.
t$* Um Cavallo ruco de estribara ,
com bons andares: palo preco de 7u$ too
rs. ua ra to Livi amerita Ioja n. 10*
99* Um negro moco e robusto : na
ra nova 1 ja fraaceza O. 1, atraz da Ma-
triz.
IV Ouas escravas de mco mocas ,
e de bonita figura ; asaber uma eosturei-
1 a eogommadeira e cozinheira a tem
uma cria de 7 mazes bem luzida o a oa-
tra m do servico decisa : na tua do Ca-
bug D. 5, lja da omives.
. Uma endoira de bracos com 01 se-
us pertences um espanador grade j uma
sella e uma pedia de marmore : no Ioja
de muveis quo tica por baiXo do Oouctor
Navarro na ra nova.
t^> Quatro < rayos de idade de i7a
18 anuos ; daas muletas de idade de i5
annos, por prieo commodo: passando
os Martirios no primeiro sobrado do pri-
meiro andar.
I Agua Mineral de Selttar em bo-
tijas : na ra da Cruz n. i.
S^P Rap muito superior inmutando o
princesa da Lisboa : em casa de M. Cal-
mont e Companhia.
W9* Touoinbo de superior qualidade ,
chegado ltimamente de Santos arroba
a 2:88o a ratalho lao rs. a libra: em
fora de Portas, de fronte do beco largo
venda n. ai.
*CflT Raji prin-e?a de Liiboa de su-
perior qualidade em libras e citavas ,
com a Tantsgem de darse a mostra sos
compradores: na prai inlia do Li vi amon-
to Ioja de fazendas D. 25.
9" Tabn de pinlio costado cos-
tadinho assoalbo e forro tanto da Sue-
cia como d America tudo por preco
muito commodo por se querer desseu-
par o armasem : no armasem atraz da
casa da opera.
ry bichas prximamente) chegadas
do Porto tanto os centos corno a reta-
II10, de 60 a 3oo rs. : na Ioja de relojoeiro
junio a do Sr. Bandeira.
TW Uina negra de nagio rngomma
e cozmha o diai io de uma casa e lava de
sabao a rarrelia e uma nigriulia de 11
annos, propio p*ra todo o servido: na
ra de S. Thoreza O. 27.
^ Rap princeza du Li boa em libias
eoit.vas, do superior qualidade 1 llegado
u tunamente por preco Commodo, e tem
se a vaut'gem de dar-se a most>a ao com-
prador na Ioja de fazendas na pracinti.i
da Livramento D. a6.
t/9* Um rauleque de naci angola com
idaJe da 8 a 9 anuos propio para servir a
uma casa ; asim como orna escrava de
bonita figura ptima engommadeira, ro-
zinha o diario de urna casa, lava b rn de
sabio e boa boseiteira : na ra Di>eita
quam vai para cinco Postas lado e?querdo
. ao.
*&* Huma preta de naci que sabe
coziubar o diario de huma caza lavar de
saliio a vai relia, eutmde do sei vico de
campo, e be boa quiandeira tem vicio.
uem ach ques : 00 beco da Pol sobrado
D. 1 no primeiro andar.
^JT Uma venda sita nos quatros can-
tos do Bairro da Ro--vista corn os fun-
dos de 700^ reis; quem a pai tender di-
rija se a meama venia advertindo que tem
excelleutes commodos para familia.
HCP" Um litio no lugar das Curcura-
Das com rasa de taipa e tem de 3o a 4 > ,
paz de Coqueiios a trez pos de manguei-
ras a te ra para plantar melancia* e ros-
ta ; por preco commodo : quem o per-
tender dirij-se a ra dos Maitirios do
lado esqnerd > sobrado D. 7.
Q^> Urna crioula bonita figura com
l5 a 16 annos cose soltura cha, far.
renda e tem principio delavarinto, co-
aiuha o diario de ama casi, ttn saboa,
*/!
vende-se por ni5 querer servir aosSnrs.
em Fora de Portas n. 54.
Vl^ Superior chapeos de castor pretost
aparelhos de bariitina para G. N. ni pra.
ca da Independencia n. 28, 29 e 3u;
ESCRAVOS FGIDOS.
^W Dezapareceu da fabiioa do Fun<
daono dia 24 do coi rento a esoravos um
por nome Joaquim naci congo alto
ebeio do corpo pernaa tortas para den-
tro eos ps a palbetedoscom camisa de
algudlo-ziuhoe calsa de ganga j velha
tudo muito sujo eoutropor nome Tbo-
n az naci congo muito fulo, cara iedoii-
da, naris chato baixochaio do corpo,
om uma marca da ferida na perna eiquer-
da ja ica ti izada de pouco : quem d'eile
souber, ouos pagar levem-osa neima fa*
brica, quesera bom recompensado do sea
trabalho.
WW Fugio de um sitio do Manguinho
no ultimo de Dezemoro do anno prximo
passado uma preta da Costa ja de idade
de nome Catharma alta algum tanto
secca quando anda deita os pnitos para
fura quebrada de amli s a verilhas sa-
bio com um ttbulairo de fructas a ven*
der o covluma intitularse por forra ,
quem a achar dirija-se a Roa-vista ra do
Aragio D. 37 que ser bim recompensado^
%'W No ultimo do mez p. p. fugio uma
escrava de nome Marculina naoo ga-
bio rearesenta a5 a i > anuos i estatura re-
gul-r biin fulla olbos grandes abu-
galbadca : qaam delta souber leve-a a ca-
sa de seu Senhor Manoel Joaquim, ra
do Fogo D. 11 qua sei recompensado,
dita esciava eslava alugada a tempoetn
casa da viuva do falecido Joo Baptista de,
Souza.
*XW* Na noite do ai de Fevereiro fugior
ama moUta de nome I/.ab-.-l naluial
deAracaty, a qual anda calsada be da
estatura ugular bastante gorda, tem ai
pernas um tanto arquiadas, e presante-
mente esi com os c<.bllos a parados, iu-
pde-se existir em fura de Fortes: quem
appreheoda-la lavaudo-oem casa do pa-
tiio Mor n. i99 sei bem recompen-
sado.
VW* No dia 14 de Fevereiro do Poco
da Panella de casa de Ijt Alexandra
Fei reir, fugio uma parda de nome Ma-
ra, coraos signaesseguiutes altura me-
diana cabello, vo ti 10 de xita xales d-i
lam de cores magra macies a gudas ,
olbos grandes e encovados boca mu,
dentes limados com nina lioalril no paitii
don gran 'es talbos ua mo tsijuerda :
qualquer Polica ou c p lio de campo, po-
de pnga la, e lavar na ruado Fguiu-.lesi
D. 7 ou ao Poco da panella, que se>
bem recompensado.
'* No dia 28 de Seteiiibro p. p. fu*
gio um negro de nome Jo. de Naga
Camund< ngo com os sigoaes seguinles I
boa estatura, um tanto corpulento, mui-
to pietu, bem parecido posto que car-
lancudo b. icos e so iraucelli-s giOssat
le.has, e ol) ca pequea tem uma sica-
trises no rostJ da parte direita proveni-
ente de um talho ; este negro foi comprado
em AI11 ci a Joaquim Jos de Asevedo o ven leo nesta praca de Pernambuco ao
Ajudaute Francisco Joiquim Peieira Lobo
cqual ilFerece io<,j' raisde gratificarlo a
quem o t>ocer a casa de sua residencia la
fronte da matriz do Saciameuto do Baino
de Santo Antonio na esquinada ra das
TrioXeirea t. andar.
|QP* Wo da a3 para 24 de Janeiro p.
p. fugio do Montiio uma preta de no-
me Rosa com os segua xa ebeia do oorpo fula, ps apalheta-
dos com uma grande aicaliiz u* juuta
do bra^o til re 1 o e varias pelas costas,
cara chata, macies do rosto altas, be mui-
to reg ista, andasempre de vestidos mu
curtos, e as vosos echada muito amigx
de batuquea e consta andar por Olinuti,
C Affogedos ; roga-se a todas *s pOtluaa
onca regadas da Polica e mesmo C-a-
pitaens de Campo quo soubt-iem a a-
prthenda a levem a seu Senhor no be-
co do I'di L). 1 que aerad reuompeu*
ladoit
Fekm, ra Ti-, vb, f, un ymUa 85*