Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08628

Full Text
Anuo XXIV.
Ter$a-feira 29
0 H IIH" puhlca-sc todoi os diasque 11S0
Ibrenl de guarda: o preco da atslgnalura he
Ac4/0O0 rs. l",r iiiinSncios
  • s assiginntcs sao inserido* a
    ' ,j0 Je 20 rs. pnrllnlia, 40 rs. cm typo dif-
    erente, e a rrpftteflsM pela metido. Os nao
    l-.4,jl,aiiles|ia,'aioSOrs. por llnliae IttO rs.
    rin Typo diUerente, por cada pr.blic.icio.
    PHASKS DA. LA NO MEZ DE AGOSTO.
    Cutente, &7, a 37 mi, da manh.
    Iwieheia, a 14, lShoras c 56 mln.datard.
    inqoantt.iil, a 1 horac 48mln. da tard.
    SU, a 28, s 4 hora, e 42 mln. da tard.
    PARTIDA DOS CORREIOS.
    Oolanna e Parahiba, s segs. e textas-felras.
    Ro-G.-do-Norte, quintas-reirs ao mcio-ilia.
    Cabo. Scrinhacnt, Rdo-Fonnoso, Porto-Calvo
    e Macri, no 1., a II e 21 de cada inei.
    Garanliuns e Bonito, a 8 e 23.
    Boa-Vista e Flores, a 13 e 28.
    Victnrla, s quintas-reirs.
    Oiinda, todoi osdia*.
    PREAMAR DE HOJE.
    Priineira, s fi horas e 18 minutos da manh.
    Segunda, s 5 horas e 42 minutos da larde.
    de Agosto de 1818.
    N. 101.
    DAS DA SEMANA.
    28 Segunda. S. Agostinhu. Aud. doJ. dos
    orph. do J. do cIt. e do J. M. d.it!. v.
    29 Terca. S. Adoiro. Aud. do l. do o. da I.
    T. c do J. de pi' do i. dist de t.
    3(1 Guara. B. llor.a de Lima. AUd. do.l.
    do c. da 2. v. e do J. de pai do -2 dist. del.
    31 Quinta. S. Hay/mundo Nonato. Aud. doJ.
    dos orplv. c dn J. M. da I. v.
    1 Sexta. S. Egldio. Aud. doJ. do clv. e
    do i. de |i i/ 11 I dist. de t.
    2 Sabbado. S. Estenio. Aud. do I, do c.
    V. e doJ. de par. dn 1 dist. de i .
    3 Domingo. Nossa Seuhora da l'eulia.
    CAMBIOS NO DI A 28 DE AGOSTO.
    Sobre Londres a 23 d. por lfOOO rs. a60d.
    Pars a 345 SM rs. por Trineo. Nom.
    l.i Hio-d.'-J iii'-iio ao ar.
    I)esc de li-tt de boas Arma* a I 7,ames,
    secos di eomp. de IV.....-Ibe. Wrs. ao p.
    Or#.-Oncai l.espanholas 82M00 a ggM
    . Modas detWOO v. I7#*M) a IW000
    defiflIKIn. Vifm a 16/IS00
    . de4^IOO... 9>M0 a WJiOO
    PrataPalaces brasileros 2^i*> a 2/lftO
    Pesos coluinnarios. i/i'.W a 2#rw0
    Ditos mexicanos..... 1#900 a 'sW
    PRT OFFiC' .

    MINISTERIO DO IMPERIO.
    lllm o B*m. SK Sendo presente a 8. M. crlmpe-
    railor, con) o olllcio to V. Exc. sh o n. 26 o data do
    II demarco prximo titulo, o que Jho dirigir o
    jiiiz do paz do dislriclo das Antas participando o
    segunlc :
    l.oQnen juiz de paz da freguezia do Socorro, da
    provincia de S.-Paulo situada junto ao rio do Pei-
    XI), fias divisas dessa com aquella provincia, Ihe
    requisitra a romessa da lista dos cidadflos do mes-
    mo dislriclo que estivetscm as circumstancias de
    vutar us clccOos por entender que, sendo estas
    fcitas por parochias. Ihe assislia o dirrito do os alis-
    tar iiaquclla a que fram incorporados.
    . Que Os moradores do referido dislriclo porlen-
    ccran sempre a freguezia doOuro-I'no, da qual fo-
    ram desmembrados por urna conimissflo nomeada
    nido fallecido hispo diocesano do S.-Paulo o an-
    icxados mencionada freguezia do Soccorro as-
    .ignando-sp-lho divisa qtio apenas distam duas Ic-
    goas da povoacflo da sobredila freguezia do Ouro-Fi-
    no, sem urcordo do respectivo parodio, ncm eo-
    iilieciiiiciito do governo dessa provincia as quaes
    divisas se romprehendem mo poucas leguas do
    comprimento e largura c gratule numero de habi-
    tantes desta ultima freguezia.
    3. Quo os referidos moradores reclamaran! dos-
    de logo contra aquella deliberadlo da auloridade
    ecclcsiastica continuando a prestar obediencia
    parochia do Ouro-Kmo onde tem servido os cargos
    dcjtiiz do paz o deeleitor, o agora reclamaran! do
    novo perantc o juiz do paz da mesma parochia.
    4. c Einalmento que elle juiz de paz do dislriclo
    das Antas recusara-codera exigencia do da fregue-
    zia do Soccorro antes de consultar a V. Exc. su de-
    lerininaudo a leide 19 do agosto do 18*6, explicada
    pelo decreto n 480, de 21 deoiilubro do dito auno,
    que as cleicOes sejam fcitas por parocliias, devo esta
    base ser applicavelao cas em quesillo, no qual se
    traa do habitantes de divecsas provincias.
    O niesmo augusto senhor hotive por bem declarar
    qiio V. Exc. resolveu acollada monto respondendo ao
    mencionado juiz do paz do dstrseto das Antas quo
    nio compelino i autoridado eccl(5siustica desmem-
    braros habitantes de una parochia pata os encor-
    porar.a oulra, mas sm ao poder legislativo geral
    antes da promulgado da le do 12 do agosto de
    1834 c depois dola s asscmblas legislativas pro-
    vinciaes, mo podo ter vigor algum o acto pratictdo
    pela indicada comntissilo nomeada pelo fallecido
    hispo diocesano de S.-Paulo eniquanto esse acto
    tifio for approvado pelo poder conipclente ; o como
    da deelaraefio olliciaal do dito juiz do paz se v quo
    os moradores dodistricto das Antas continuaran) a
    fj/er paite da freguezia do Ouro-Fino, 0 a servir nol-
    la os cargos do juiz de paz o de eleitor e na secre-
    taria da presidencia nao consta que os moradores
    desso dislriclo fossem desmembrados daquella fre-
    guezia he inconlcslavol quesellc deven) ser ahi
    nualilicados, e que o mesmo juiz de paz proceden
    regularmente quando recnsou enviar a listados c-
    dadfios do dislriclo que estri as cirrumslaucias do
    mtar, porque, ainda quando legal fsso 0 acto da
    auloridade ecclcsiastica do hispado de S.-Paulo oc-
    corria a duvida bem fundada : se os cidad.los do
    una provincia, ambora perlencnnlcs a outro hispa-
    do ,/dem concorrer para a nomcaflo de elcitoros
    njuc tlevom eleger os representantes (la iiacflo por
    nutra provincia o tendo sido consultado o governo
    imperial a esto respeito dovia o juiz do paz da fre-
    guezia do Soccorro esperar a sua decisto c consor-
    varem-seas cousas no mesmo estado em que se
    acliavam c pelo modo por que se proceden as duas
    eleicoes queja tiveram lugar nossa provincia em 'o
    primeiro deagosloea7 donovembro do anuo pas-
    udo, depois ta promiilgaco da citada loi de 19 de
    agosto de 18i6. Oquocommunico a V. Exc. P*r*
    seu conhecimento.
    Dos guarde a V. Exc. Palacio do nio-dc-Janeiro ,
    em II de abril de 1848. Viseonde de Mcate. Sr.
    presidente da provincia de Minas-Ceraes.
    STTI1 iMMilil 'II TT*T"'l^-U'-.f ''
    INTEBtOfi.
    , MAIUNIIA'O.
    Tendo o Progresto protestado contra o appareci-
    menlo, entre nos, do um peridico no so oinpenho de
    ttpdr nos riscos da odiosidado publica una classe
    "ida inleira dos habitantes do nosso paiz, nenhum
    cabedal nzeinos mais d'cssapublicaQtto, por euleu-
    ilermos que, do mui injusla o desavisada, mal podc-
    lia sustentar-so, e milito menos causar impiessilo se-
    ria. Os desastrados acohtctmentos, porm, occor-
    fidos em Pernainhuco nos (lias 26 o 27 do tnez pas-
    sado, ca Conliiruaeno iloescriplo a que nos referi-
    mos olrigani-nos a nflo despiezar osla propaganda,
    visto cunto podo ler alguma liliaeflo com a de Per-
    nambuco, ondo clicgou proJfljUf tamanha atroci-
    datle, ou quando seja simples parodia, para que se
    tillo tcnle parodiar lamben aqui o vandalismo com
    que all fra ultrajada a humanidado, c dezairadoo
    carcter, o nomo o a civilisac/io brasiloira.
    Ainda initro motivo requer (juo lovantijmos a nos-
    sa voz contra esse mais quo infundado e estranho
    llicma de agitaijio o discordia, c veni a ser o boalo
    espalhado de que alguns eipeculadoiei de classe ci-
    ma dos redactores da Halagela hilo concurrido para
    a sua sustentacuo.
    i-Nflo queremos acreditar que naja entre nos urna
    so intolligoricia tio maligna, que, para perturbar a
    rasio publica, ou o liom sonso das elasses secunda-
    rias da capital o da provincia, em proveitodo algum
    lim especial, se decidisse a alimentar perigosa cruza
    da contra os naluraes do urna t1a5.li) amiga, nossos
    concilladnos, ou habitantes pacficos o industriosos,
    o todos ellos sem a menor ideia do dominacilo poli-
    tica ; mas nflo podemos todava deixar de notar o
    silencio absoluto da imprensa adversaria, quando
    sobre alguns de seus redactores recaho o rumor de
    quo fallamos, c quando os successos lastima veis de
    oulra provincia vizinha deviam de dar n'esla capital
    algum rbate, que cumpria sor dissipado pela voz
    unisona dos orgfios intelligootes de todas as opi-
    niOes. Ser isso apenas urna inadvertencia, simples
    falla ou omissilo talvez, quo nflo signal de assen-
    litnonto e approvacao : o sondo assim, como deso-
    ja nos, e l.o de rasilo quo seja, esperamos qua os con-
    temporneos se explique) com toda a clareza, o nos
    secunden) a por de sohreaviso a auloridade o o povo
    contra a propalac3o de ideias c voeileraQ.ies quo pa-
    ra as nflo desatlendermos bastarla o serem ellas sus-
    tentadas pela imprensa, cujo crdito o rectidio mul-
    to importa garantir. 1
    Nao queremos irritara quem qur que tenha par-
    to na redaCQfloda Halagela, amaos quoporventu-
    ra entre as nossas classes menos Ilustradas possam
    ainda nutrir alguns precouccitos das pocas passa-
    das contra os homeus com quem pleiteamos na gran-
    de causa de nossa independencia ; levamos autos so
    em vista esclarer-los e proveni-los contra as sugges-
    lOos do algum sinistro agitador, quo possa lembrar-
    so de especular sobro esses preconceitos ja sem no-
    nhuma justificaeno, abusando da simplicidade-o boa
    f de urna classe, para domina-la pido fanatismo" de
    falso patriotismo, e a oulra pelo recel c lerroriimo.
    Que rasilo podo haver boje que desculpe o odio o
    a perseguicJTo contra os (ilhos co paiz de quo tam-
    ben! o frirain nossos pais, ecuja lingoa e costumes
    so idcntiflcam com os nossos? Eram naluraes as re-
    ciprocas anlipathias quando batalhavamos, nos po-
    la independencia polilica da colonia em que nasce-
    ramos; elles pela inlegridade do estado "de que eram
    oriundos, o pelo qual suas recwdacoes o sympa-
    thias linham tanta nobreza como o sentimento quo
    nos armava pela emanicipacoda nossa Ierra natal:
    a Itita, posto que de ambas as partes justificada o ge-
    nerosa, dovia do truzer comtudo cm sua pendencia
    odiosidades, consequencia de toda especio de guer-
    ra ; o cssas impressOesadversarias podiam ainda sor
    desculpaveisdurante algum lempo depois dotcimo
    delinilivo da mesma lula omquanto houwsse receio,
    ou psporanca, mais ou menos fundamento de pro-
    jeelos recolonisadores.
    Mas, quom ha ahi na aclualidade, separada por
    mais de um quai lo de seculo do lal poca, que nutra
    esse receio ou essa csperanga ? Quem de boa f cun-
    eo be duvidas sobre a existencia poltica do imperio,
    e sobro a inipossIliilnlailH de sua reco(onisa(ftor
    Domis ; ps antigos contendores ja ncm existen)
    entro nos, ou ja silo tilo poneos e invlidos, quo ne-
    nhum vulto fazem : e os Portuguezes que depois
    lecm chegado s veoui procurar, o do feito s procu-
    ran! no paiz as vantagens induslriaes quo a todas
    as iiages do mundo devenios franquear, nflo s polo
    dever de hospilalidade, mas pelo nosso proprio inte-
    resse o engrandociniento.
    A cinigraQflo espontanea de homons ocapitaos co-
    mo pode deixar de ser apreciada pelos habitantes de
    una torra tilo vasta, e tilo necossilada do populaco
    e riqueza o do agentes auxiliaros da industria .'
    Escrevomos boje s para as classes menos Ilustra-
    das da provincia, onlo para a sua inlelligcncia me-
    dia o superior, o essa consideraeflo nicamente pode
    consentir que lombremos verdades tflo incoulesta-
    veis -esimplices.
    Os amolinadorcs pernambucanos qucixavam-se
    dequoosestrangeiros osprivavam do 'trabadlo e de
    toda especie de industria, c reclamavam como reme-
    dio o monopolio desta, chegando oseo delirio a exi-
    gir a proscripefio do todos os Portuguezes solloiros.
    Sem discutir a exigencia, quo envorgonharia ella
    s at as.populacOes chinezas, julgamos dever lem-
    brar aos llrasileiios artistas e udustriacs quo a con-
    currencia estranlia longc de prejudica-los coticorre
    como estmulo ao aperfeicoamento do seus traba-
    dlos, por melhor processo, ou maior aclividade; e
    por consequencia ao augmento n5o SO dos seus lu-
    cros, sen5o lambem do seus gozos como consumido-
    res dos objectos produzidos pelos oulros ramos que
    nilo sejam do sua especial occupacilo; -- a do maior
    commodo emfim do toda a sociedade.
    Accresce uais que sabedoria o patriotismo dos
    nossos. representantes competo resolver essasques-
    illos, cabendo apenas ao povo a discussioou peticflo
    tranquilla, som odio, t:eui animosldade, sem ne-
    uliuiii disturbio o agilacTio, como barhaiatiieiite pra-
    ticaram os perturbadores do Pornambuco, que para
    logo fram reprimidos c coiidemnados por geral ro-
    provaQilo; o que inuilo honra ao governo oao bom
    senso da provincia.
    Quando todas as nages da America, ao bilbante
    emplo dos Estadus-ndos, prucuraiu attrahir bra-
    cos livres, acusta at de grandes dispendios, quan-
    do a nossa assombla geral legislativa tem votado
    200 cotilos para favorecer a colonisai;ao e discute
    uina |oi para a promover polo systema quo maiselli-
    e7 se demonstro, o grito contra urna classe inleira
    do eslrangeiros he t;1o inconsato, irritante o inlolc-
    nvel aM injurioso nossa civilisuciio, c prejudi-
    cial ao Brando ititeresse da nossa poca, o da paz e
    desoiivolvimouto industiial, inieresse do orde.n su-
    nedr o geral, e mais que lodos digno de desvelo o
    de licac" o o .tompo.e"l que vivemos, a riqueza
    eabMUnca pelos me os pacilicos e laboriosos, he a
    nica tonto de felic.dade publica; o para a real.su-
    qo desses moios muilonecessilamos de cmigracilo
    do bracos livres, decapitaos o do nlclligeucia: co-
    mo, pois, repellir iquelles que j entro nos existen),
    e embarac.ir a viuda de oulros, o com especialidado
    dos que.lendo a nossa mesma lingoa o quasi os ms-
    alos hbitos, melhor podemos entender o aprovei-
    tirom qualquer mister ou ramo do industria P A sua
    proscripto ou repulsuo nos desacreditara, robai-
    xaudo-nos i ignorancia dosChins, o a nos mais do
    qtic aos meamos proscriptos traria verdadeiro pro-
    juizo. ,
    lluje, insistiremos ainda, os Portuguezes nenhuma
    ispiraco loem de predominio poltico, nflo formam
    tima classo distncta e separada com pretencOes es-
    pecaes; acham-se ou retirados absolutamente do
    campo o lutas publicas, ou divididos entre os nossos
    partidos segundo suas rolacoesdcamizade e allian-
    cas de ramiha, ou conformo suas eonviccOes a favor
    dos principios de cada um dos ntesmos partidos:
    USO ha entro elles no Brasil nenhum espirito de lttzi-
    tanismo, ou do antagonismo nacional com os nalu-
    raes do paiz: p.lem o devem de ter affeicGos e ad-
    herencias, pois quo sao entes rusoaveiS o como ci-
    dadaosou como habitantes industriosos, enlacados
    em nossas familias, ou empenhados com noscu em
    alguma empreza agrcola, commercial ou fabril, sao
    'los inlorcssadtis no triumpbo dos melhores prmci-
    os e da poltica quo mais possa garantir SUS pes-
    Soa, trabadlo o fortuna Al esse ponto oxercem
    elles um direto commum quo s poda tornar-so
    odioso se porventura nos quizessem privar dos direi-
    tos polticos que a constiluic.no nos alianca, ou se
    aonatituindo urna classe nica, um grupo exclusivo,
    pretondessem tomar ascendencia principal c directa
    obre o governo da nossa torra mas tal prctencaQ. f
    nao so verifica, o s a mais injusta o infundada pro-
    vettQao o pode assevorar ; pelo quo as ideias odiosas
    dos nossos Cnins pJom ser grandemonto suspcilas
    no sentimento que as dicta ou no lim a que atien-
    ta m.
    Levantc-so, pois, a imprensa de lodos os partidos
    da provincia ou de todos os grupos da capital contra
    essas ideias quo assim nos desdouram o nos poden)
    muito prejudicar no interior e no exterior; quo o
    excmplo de Pornambuco nao deve de ser menospro-
    zado, e tanto mais quanlo a agitacflo percorro o
    mundo, e a moda por vezes se transmuto anda con-
    tra todas as indicaces c circumstancias diversas dos
    lugares, e infelizmente o mutismo poltico cijo ele-
    mento he a porturbacflo do qualquer genero, tatito
    se ha desenvolvido entie nos, que nflo sena cousa
    muito para maravilhar alguma synipalhia por tal
    moda, a nao ser ella om seu principio combatida e
    acautelada om sou insensivcl, suido o gradual des-
    envolv monto. .
    Concluiremos chamando tambem a atloncflo do
    governo para essa propaganda contra lodos os sub-
    ditos de u;na nacflo amiga, e cuja corto he a mais cs-
    treitamenloligada por lodosos vnculos com a lami-
    da imperial brasiloira: a dministrsoflo se poucos
    recursos lom para cohibir os desmandos da impren-
    sa contra si, quando um partido rompo emopposi-
    co o hostilidade, dspe de muilos nietos indirec-
    tos o suasivos, cmquaulo esse rompimcnlo se nflo
    da para obstar os desvos e erros do jornalismo, naS-
    cidos do paixOes ou intoressos, nflO relativos a pol-
    tica ; o ninguem certamcnle acreditara, nein orgflo
    algum dos nossos partidos oiisar dizer quo a lingoa-
    BUCO.
    O secretario fez a Icitura dos seguimos ollicios :
    l'ni do Kxm. presidente da provincia, leniettendo, por
    copia, m avisos de 11) e 19 de jiintio ultimo sobre a le
    1 ii;iil unentar das clc^cs. Que se aecusasse 1 recep-
    ciio ese reineticsseui Iguaes copias aos jtii/.es de pa/. dos
    priineiros dislrictos das frrgiiciias Jo luunicipio.
    Outro do niesmo presidente, respondenilo ao desta ca-
    ntara de 8 do pastado com o parecer, que por ciipia re-
    inellia, do presidente da 1 elac.au. Inlrlrada,
    Outro do nirsmo presidente, remoliendo por cufia o
    aviso expedido pela secretaria dn estado dos negocios
    do imperio cudala de 13 de utaio ultimo. Inteiraila
    c que se acornaste a reeepcSo.
    Outro do mesmo presidente, determinando medidas
    sobre a elelco dejuizes de paz c vereadores. Inteira-
    da e que se respondesse.
    Outro da cominissao cncarregada pela semidea pro-
    vincial de examinar o estado dos cofres innniripaes.
    desigoando o dia 8 do crreme pelas 9 horas da ttianliiia
    para dar principio a esse exanie. Inleirada e que se
    comitiunicasse contadoria.
    Outro do vareador Egldio Eerrelra, participando nao
    podr presentemente comparecer s scssOcs,por se adiar
    doer.tr, e reverlendo .> papHs que !n'a emseu nnil.'r,
    cont inciubro da coniniissao de peliedes. A cmara
    lieoii inleirada e nomeou-se ao Sr. vereador Maniede,
    para o substituir, a quem se inandou remotlcr os papis
    cima.
    Outro do fiscal de Santo-Antonio, pedindo se man-
    dasse pagar ao Dr. Alexandre de Sou/.a l'ereira do t'ar-
    1110 a Importancia de un exante que com elle fuera em
    o me/, de maio pasfai|Pv Quc sc paasasae inaiidailo.
    O Sr. vereadar, Aquino le o seguintc requerimenlo
    (|itc foi approvado, e no sentido dellesc niaudou officiar
    ao governo da provincia.
    Sendo de urgente necessidade que se ponlian quau-
    to antes cm cxcAufto as ultimas posturas fritas por es-
    a cantara, c qiilf^Ram enviadas asoembla legialaliva
    provincial para seren approvados': requriro que, por
    intermedio do Etin. presidente da provincia, se faca
    ebegar ;i mesma asscmbla a^sobredita necessidade,
    alini de que sejam ditas poslurasITpprovadas na presen-
    te sessao. Recife, T de agosto do "''' 'mj-
    nespneharam-se as peticocs do Dr. Joo losa Pcrrelra
    da Silva, de .loaquinf Lobato Kerrcira. de Jos Antonio
    Pereira Rodrigues, de Manocl Firinino Ferrcira, de D.
    Mara Francisca Marques de Ainoinn, c levantou-se a
    sessao. En, Joo Jote Ferreira de guiar, secretario, a
    subscrevi. Reg Atbuquerque, presidente. Mamtde.
    llarata. Aquino. -- barios.
    CommtinicatJo-
    gom odiosa da Halagela, inda salvando a boa lo do
    sua rodacca.t, envolva algum ititeresse poltico: -80
    infundadas prevonces, erros grosseiros, espocula-
    Ccsartcras de algum Itodin, de mistura ou separa-
    damente poJcrflo encoiiirar-se como partes desso r-
    dante producto, cuja perigosa exlraccjio o voga min-
    io convm prevenir.
    o governo, pois. devo do om pregar esses recursos
    indirectos, cuja espeeifiesejp julgamos dispensevel,
    om od ni a dissipar-esla iiuvcui, ondoso podo encu-
    brir algum espirito sinistro e tenebroso como recurso
    extremo om desespero de causa: uo allirmainos o
    laclo, senaoa possibilidade delle. E em lodo caso
    cumpro desvanecer quaosquer apprehensOes quo a
    classe dos cidadflos portuguezes, a suas lamillas, o
    amigos possa ter despertado a injusta, desatinada e
    porvoulurasuspeilosa propaganda, mormgnlo dopois
    das noliciss do quo em oulra provincia occasionara ;
    cumpie, e cumpro muito, sustentando a jusliqa quo
    lurbacos da Europa destoquen! ou desgoUein da re-
    sidencia patria.
    A improusa da ligJ liberal maranhense, que cons-
    cienetosa nflo costuma recuar auto os acoulecimen-
    tos emergonles na expectativa do resollado, tem
    cump ido quanlo ao de quo hemos tratado o seu de-
    ver ; OOoOamoa que o governo c a imprensa adversa-
    ria eumpriro igualmente o seu.
    JJ Progreiso.)
    PERNAIKBUCJ.
    Cunara municipal do lU-cife.
    SESSAO EXTRAORDINARIA B> 7 HE A408td
    DE 1818.
    PBUSIOF.NCIA DO S8NII0R ItRtO ALBUOUBROUE.
    ,1'reseutes os Srs. Marros
    de, abrio-sc a sessao, send
    antecedele.
    Tiiibainos feito proposito de f'ugir da discussao acer-
    ca da hoinucopatliia ; porque, sabendo por experiencia
    que a inissao dos propagadores desta iw dotitrlna he
    toda pecuniaria, vemos que esses apostlos s inirant o
    escndalo ; mas o Sr. Dr. Sabino Olegario l.udgero Pi-
    nito, no Diario de l'crnambwo de 8 do corrente, tanta
    cousa diz com ares de profundo saber, e |>or tal manel-
    ra sc exprime, tendo apenas ehegado a esta provincia
    ha um mea, que nos resolvemos a tracar alguinas li-
    ndas ueste papel ; e isto s fazentos com o lint de pro-
    testar contra f/alsidades c insultos,
    llahiirmaiiii nao foi perseguido, logo que appareceu
    demonstrando, por imliirrao. que a mor-parte dos reme-
    dios enrgicos, condecidos debaixo do nonre de es-
    pecficos nao era til, senao porque determinava um
    excila111enloanilici.il, que proditiia inultas vezes phe-
    noiiienos ut anlogos aos da molestia : as experien-
    cias, tentadas por elle luesmn e sens adeptos na Alle-
    nianlia, fram que e pnzeran de corrida, de nm para
    outro lugar, at que cltegou a Paris ; c ninguem ha que
    possa crer que foi a invej 1, que uiuveu diversos gover-
    itos da Europa a prohibir rm seus estados o excrcicio
    da honiceopalhla, a fea com que liomens, collocados em
    posifcs scientiliens mui elevadas, a rejeitassent depois
    descri esainr. Ninguem na Europa leve receio em
    lempo algutn, que essa burlesca doutrina lizesse desap-
    parreer os pretendidos erros da verdadeira medicina,
    baseada sobre n experiencia de tantos seculos : todos
    viram que principios falsos e absurdos nao podiam do-
    niiitar os espritus, mesmo daquelles que a abrac.aram
    de boa le, e que, sentada sobre esses principios, c tito
    resistente quanto a espuma da cerveja saxonla, deque
    talvez tivesse nascido, mi resistira aos tiros da crtica
    indiciosa.
    Foi, como diz o Sr. Dr. Sabino, em I81d, que na ra de
    Ullao o." 1, em Paris, inorreii ILilincmaiii : mas se s sa-
    be do que val pelo velbo inundo por alguns li'urinrWque
    tem, pode coiivencer-se de que ignora umita cousa, e por
    vezes tem sido Iludido; purqiianto Ihe assever,uuos(|Ue
    seu enterro fot silencioso, cito fez-Impresiao em nin-
    guem que o vio passar; que o engodo por sua doutrina c-
    vaporou-sc desde que etn !8:i,'t fram publicadas as ex-
    periencias fritas na capital das scieitcias. nao sendo essas
    experiencias contestadas por elle que so em um ou ou-
    tro ponto da Europa tem essa doutrina servido, como no
    Brasil, de nieo de especularan, sem todava oflerecer
    grandes resultados pecuniarios; que os discpulos do
    predestinado sao ent tao pequeo numero, que nao fazein
    vulto ; c tao pouco iinportante.s, que anida nao poderain
    reanimar sua doutrina, lile assim se conserva desde
    que na academia real de medicina de Pars recebeu os
    poderosos golpes de Andral, "ailly, liouilland, Louls,
    llochoux. I'iorry, Double, e at mesmo de Adelon, tao
    prudente c tao pollido ; c rinalnieute que a vluvs do
    rundr liomem licou tao rica, que (talvez por amor a nu-
    n.anidade; conlinuou a exercer a hoinieop.tliia, peo
    que teve de ser condeninada pelo tribunal de polica
    correccional de Paris. .
    Nada diremos a respeito do que se tem allribuido aos
    remedios honmopalliicos ; utas cientos que com raciil-
    dade se noder responder ao Sr. Sabino acerca da cou-
    tradieco que tem notado os homceopathas ; como se-
    essa coiiiradiccao podesse dar frca aos principios esta-
    blecidos por Hiltif-niann, que por mais que elle lacam
    e digain, uao passant de falsos a absurdos. Os hoimeo-
    patlias, procurando sincnte ganhar o mais possivcl, e
    com brevidade, porque cm tugar algum nao poden per-
    sistir por muito lempo, tectit dcixado de observar as
    prescripccsdeHahncitiaiiii ninguem pode responsa-
    bilisar-sc pela dse, c ticni pela energa do remedios
    '-1 desta
    nesuw
    e no*
    I)r Auuino, Barata c Mame-l.que foruccem aos seus doentcs ; c os sectarios
    ioli.il c approvada-aacta da I doutrina j a> tem cnfeitado-poMas modo, que o 1
    " I Sr. Dr. S..bno emprega, segundo temos ouvido,
    { ILEGVEL


    1
    l-f

    i'



    V
    a
    tem Ido repetido, pommadas, fricc>i e clystcres ; en
    11 '.....' eremos que esses meios mo fora'ui prescri-
    tos pelo clu'fo di hoimeopathia.-"
    fto temi o Sr. I)r. Sabino antro argumento para re-
    futar aa experiencias feitai na Europa, particularmente
    em Paris. I.vu e aples, experiencia! que o'mesmo
    II i'iiii'iii.'iiiii nao cnnsegulnrrfutar, lanca-sc contra
    piellc <|ue ai Aceran) ; mas, so sabendu das colisas da
    Kuropa pelo que ve escripto em certos livrinhoi, diz he-
    resias, e morde nao su a homens eminentes, em quein
    o mundo sclenlirlco ......1.1 confia, como lambn seus
    correligionarios. Em Lelpzlc, como em toda a Allema-
    nlia, fram os homaeopatlias que dcsacreditaram com
    os fados adoutrina do predestinado : em aples, as
    experiencias fram fritas por una notabilidad homeco-
    palhica,, ocavallelro Cosme .de lloratiis ; em I.yo pelo
    Dr. Oiiryrard, homceopatha decidido; e no Ilotel-Dieu
    de Paris pelos Srs. Curie e Lou Simn, redactores do
    Jornal Homaopathico ; esses meamos que o Sr. Dr. Sabi-
    no citou como notabilidades, mas que nada s;lo na or-
    dcnscleutilica. O Sr. Dr. Sabino, ou por ignorar, ou
    porque lhc fe conta, deixou de fallar nisto ; e, para nao
    icar callado, ataca a probidade do iljustre professor da
    escola de medicina de Paris, e meinbro do instituto de
    Franca, o Sr. Andral, suppondo-o capaz de, por inters-
    ae, Iludir a boa f daquelles que nelle depositara intei-
    ra confianca, e que na academia de medicina ltenlos o
    nuviram, quando elle ditia ao mundo : que as ex-
    periencias fcilas durante um anno, em si iiiesmo, e em
    mais onze pessoas, estando em perfeito estado de sade,
    e feilas por elle sobre doentcs de sua clnica, Ihe i-
    iihanr provado que a homoeopalhla naocurava doentcs,
    e que era falso que os remedios applieados em liomens,
    em estado de sade, determlnassein molestias idnti-
    cas aquellas a que eram destinados, mesmo indo gradu-
    almente desde a dse homreopalhica al a allopatbia -- ;
    mas o Sr. Dr. Sabino, que sein rasao ataca a reputacc*
    de liomens tao Ilustres porseu saber profundo, s traz
    em sen apoto gente insignificante, relativamente ao pon-
    to controvertido, ou inteiramente desconhecida.
    Ha em Franca dous Devergies ; um illustrc em medi-
    cina legal, e oulro s condecido pelo seu tratado de cl-
    nica da molestia sypbilitica, obra enriquicida pelas ob-
    servaces de Cullerier (sobrinho e lio) llard, Gama e
    Desruelles, e porum jarope depurativo, que Iraz seu no-
    ini- : de qual, pois, falla o Sr. Dr. Sabino ; do medico, ou
    do cirurgiao, do moco, ou do vellio ? De todos os outros
    citados, s um lie condecido mas s o heem Moutpel-
    lier : esse he Risueo d'Ainador. F. quein he esse ho-
    ini'in, t.io cuidadosamente-citado peloSr. Dr. Sabino?
    -Nos, que o conheremns de ver e ouvir algumas vezes,
    )iinleiuos dizer llie o que elle ignora, apezar das infor-
    inaces. Risueo d'Amador he Hesn.inhnj. como la!
    sempre fo protegido pelo seu Mustie patricio, o Sr.
    Orfila, decano da faculdade de medicina de Paris des-
    de a revoluco de jullio de 1830 at a de fevereiro
    deste anno, e pessoa iulluenle na corte do .rei cida-
    do : sua im|iortancia era nulla mas sua ambicio
    son! limites, como a de todo o llespanhol ; e por is-
    to, tendo a valiosa proteccao do Sr. Orfila, desejava
    urna cadeira da escola de medicina de Montpellier.
    Para conseguir essa cadeira era necessario nao s
    que houvesse vaga, como que Risueo se apresentasse
    com outros a concurso, e escrevesse alguma cousa pa-
    ra dar peso a sua candidatura : elle com facilidade con-
    segnio tudo, leudo na academia de medicina de Paris
    (nao como Miembro) una memoria, em que se apresen-
    lava adversario das probabilidades eumtedicina, e sen-
    do creada urna cadeira de paidologa e tnrrapeutica ge-
    raes, que lhc fui dada ; mas o que o Sr. Dr. Sabino
    nao sabe, he que esse acto do goveruo em favor de mu
    llespanhol, sem que precedesse o concurso'ao que
    Risueo d'Amador se nao cxpunlia por prever o re-
    aullado) causou grande desgosia naqueila escola, c
    que a proprledade da memoria 'depois lio completa-
    mente batida por Gavarrct; foi reclamada por uin
    individuo, de cujo noine nos nao recordamos ago-
    ra, que dizia hav-las escripto, e vendido a Risueo
    d'Amador ; e isto deu lugar a nao pequeo escnda-
    lo. O que se deveria esperar de um hoiiiem que, sem
    habituado em todas as relacdes da minha vida aos utos
    dacivllidade e do melindre, nao serla euque os violaase
    em um acto offcial e solemne, em que, alm do mals,
    as regias da conveniencia aconselhavam a urbanidad/'
    dapdrase e as lusliiuacdes da persuaaao.No;eu nao sou
    o Scitha grosseiro, eu o ingrato que oSr. Roma figurou
    na sessao de 11 de agosto, e nao podendoexplicar-se tilo
    descouimuual c injuHa aggresso seno como um re-
    curso oratorio para sustentar essa luperfluidadedetpendio-
    .< i, que rh mi i n tm mpeccao provincial do assucar =
    he do meii dever asslgnalar esta circumstancia para que
    o publico conheca e avalle a peso da increpacao em pre-
    senta do unitivo que a dirim, diminuido, cabe-mc an-
    da observar que, devendo repartir-se por lodos os raoiu-
    bros da associacao a rcsponsabilidade de taes represen-
    tares, pois que a tal respeito plenamente vericou-se
    a mxima jurdica : Quod omnei tang!, a'i omnibut apuro-
    bar tle'nt; com raso poda eu considerar urna desleal-
    dad do Si. depulado Roma o fazer recahir sobre mim
    limente todo peso das suas censuras, quando apenas a
    seren ellas justas (que o nao sao) s urna par celia me
    caberia em quinho.
    Son, Srs. redactores, seu amigo e venerador
    Jos Jernimo Monteiro.
    - -M----------------- -"------------------------------ ... ii*.i>. n, Mili ^1 III
    mrito, quera fazer fortuna ? E o que he Louis Malaise,
    Rapou, IVekcr. Curie, Charg e I.con Simn no mun-
    do .cientfico ?
    Aqui paramos, porque j vamos alm do que quera-
    mos ; e pedimos ao Sr. Dr. Sabino, que nao confunda o
    Redeinptor do mundo com um expeculador, o que he
    pelo menos ridiculo i que fique convencido de que to-
    dos os homens honestos conlicccm que quein s teni a
    mira no gando, ou vive soldada de qualquer para
    apiegoar principios, que s abraca para adquirir alguns
    vintens, que poroutro modo nao conseguira, nao pode
    ser comparado a Dcos ou aos propagadores da f, c ce-
    do ou Urde be condecido, e despiezado; c finalmente
    que sedeixe de insultar em tena cstranliaaqucllcs, que
    nil.i nasceiam ou viveiu desde algiim lempo, tratndo-
    os por avenlureirns, quando em todo este negocio s
    ha um porque he o medico ambulante que por
    lucio de annuncios falsos anda de lugar em lugar apre-
    goaudo productos no cdarlatanisino, porque aventure-
    ro he aquelle que, nao podendo na sua Ierra eanhar o
    pao, tiahindo sua consciencla, abraca principtf que sa-
    be seren falsos c absurdos, c mudando de trra, pcm-
    se a Iludir a credulidade daquelles que o nao conlie-
    cem.
    i. S.
    Correspondencia.
    Snrs. Redaclorrt. Sumamente susceplvel em tudo
    quanto ollender possa minha reputaco c meu crdito;
    cu nao posso deixar de oceupar a atlrncao publica por
    alguns uslantes, afim de protestar contra algumas pro-
    posices, se uo injuriosas para niim.e para a associacao
    cninmcrcial, de que sou meinbro, ao menos irreflecti-
    das e inexactas, proferidas na assembla legislativa dcs-
    ta provincia pelo Sr. L. 1. Ribero Roma, na occasio em
    que se discuta a iililidadc ou inutilidade da actual Ins-
    peccfiu pinvinci.il do assucar: e se tendo at hoje pro-
    crasliuado odescnipendo deste dever de honra, he por-
    que uina indispuMco, que mcaricdou de toda son de
    applicacao, bem a pezar meu me consirangeu a tal
    uinissao.
    Nao insislirel no sentido odioso do aparte pronuncia-
    do por aquelle Sr. quando orava o Sr. Jos Pedro da Sil-
    va ; nao s porque as explicaces que fram uuvidas cm
    urna das subsequrnies sesscs llie cstreitaram o alcan-
    ce, c afl'aal.iraiu de iiiim a imputaran all'ronlosa; como
    porque,em minha propria cousciencia e no foro da opi-
    niao publica, devo-mc considerar mui cima dos tiros
    que a malevolencia ou a paixao prctcndain disparar so-
    bre meu crdito, como negociante desta praea ; neste
    Sonto acho-me demasiadamente forte para lular coui a
    aqurza da calumnia.
    (iiiin. t.iiitu nao posso fazer acerca das censuras tao
    acerbas quanto infundadas, que o Sr. deputado Roma
    douve por bem fuluiiiiar-mc na precitada occasio co-
    mo autor dasrepresentaces submeltidas consideracao
    da assembla provincial pela associacao commercial
    desta provincia, as quaes foram laxadas de desrespeito-
    sas, e eu de descorlcz para com os representantes do
    paii que me adoptou por filho.
    Para contestar pereuiptoriaincnte ao Sr. Roma bas-
    tar-uie la traoscrever textualmcnte.'as referidas repre-
    sen taedes,as quaes alias todos os preceilos -do decoro,e
    todas asregras da cortezia e do respeito sao observada!
    com acrisolado, desvelo; forraiido-mc, porm.a esse tra-
    baldo intil e mil vezes intil para todos quantos co-
    nliecem a circumspeccao e delicadeza de proceder da
    associacao commercial, limilar-iuc-liei por agora a re-
    gistrar na presente folda este protesto contra a injusli-
    9a c virulencia de lio apaixouada arguico. Residente
    quasi desde minha Infancia neste paiz, que hei adopta-
    do por patria, e aonde conservo ludo quanto o homem
    ,, ,'"'em de mais charo nomundo e por cuja prospe-
    i idade Tafo ardentes votos, nao seria eu por certo que
    ousaifc recusar i representaeo da provincia o tributo
    de acaumentoque Ihe he devldo, e que sel pagar Ihe :
    CQfflMERClO.
    ALl-ANDEGA.
    REND MENT DO DIA28..........3:137/438
    Deicarregam hoje, 29 de agoilo.
    Ilrigiie llaimbov mercaderas.
    Urigiie Anombiobarricas vasias.
    Galera Serafina mercadorias.
    iiiiyue Brandi/uinr dem.
    CONSULADO GERAL.
    RENDIMENTO DO DA 28.
    fleral..................."55#229
    Diversas provincias............- 38/947
    994/176
    CONSULADO PROVINCIAL.
    RENDIMEN'TO DO DA 28..........1:030/598
    Mvil-nenio do Porto
    sitados os seus navios pela sade o repirtir/Ses As-
    caes.
    Capilania do porto de Pernambuco, em 26 de agos-
    to de 1848.
    Rodrigo Thtodoro dt Fititat,
    Capitflo do porto.
    06.* Iiatalho de caendores convida a quem
    quizer fornecer para o rauclio do mesmo o seguinle:
    carne verde, dita secea, bacalho, azeit e vinagre,
    ceblas, familia, feijflo, caf, lenha, assucar.pies de
    6oncas, arroz esal, ludo de boasqualidades: quem
    quizer, e estiver as circumstanciiis compareca na
    secretaria do mesmo batalho, nodia 3| do crrante,
    as 9 doras do dia, trazendo as suas propostas em car-
    las fediadiis.
    Quartel as Cinco-I'ontas, 28 do agosto do 1848.
    Antonio Generoso da Silva,
    Alteres agente.
    O 6.a batalhfio de cacadores convida a quem
    quizer fazer bonetes para o mesmo, sendo de panno
    azul com vivos verdes o nnmerns grandes de metal
    anuivllo: quem quizer comprela nu secretaria do
    batalliHo no dia 31 do corrente, as 9 boras do dia,
    Quartel as Cinco-I'ontas, 28 de agosto de 1848.
    Antonio Generoso da Silva,
    Alfcres agente.
    O arsenal de guerra compra G duzias do taboas
    de assoalho de louro 2 prancliOcs de amarello 12
    costados de pinho e 8 duzias do taboas de pitido:
    quem ditos gneros quizer fornecer, mandar sua
    proposta a directora do mesmo arsenal, al o da
    30 do corrente mez. Arsenal de guerra, 26 de
    agosto de 1848.
    O escripturario,
    Francisco Serfico de Attit Carralho.
    O lllm. Sr. coronel commandante das armas da
    provincia, em cumprimento do disposto no artigo
    22 do regtilamento de 17 de fevereiro de 1832, man-
    da fazer publico quo no dia 11 do vindouromez de
    setembro, as 10 horas da mandila, ter lugar na
    secretaria militar a arrematadlo dos medicamentos
    precisos ao hospital regimental no corrente anno
    em vista do formulario, para esse lim organisado.
    Os Srs. pharniaceuticos estabelocidos nesla capi-
    tal. sSo pelo presente convidado* tomar narlnom
    dita aiTciiialacfio
    Secretaria do commando das armas na eidade do
    Rerife, 28 de agosto do 1848
    Francisco Camello Peisoa de Ijicerda,
    Gapitlo secretario.
    ceu gratuitamente neta noite para representar o
    brilhanle papel do Eustaquio, em obsequio a hule.
    pendencia da nnssa patria.
    ' 0 director j ha mui lo tencionava dar esta rej(a
    gratis; mas nfio opublicava para sous antagonistas ,
    n!lo dizerem que era isto um engodo para fazer o
    sen beneficio,porque,habitando ha 30 annos em Per-.
    namburo, leni provas bastantes da affeicilo que Ihe
    consagram os seus concilladnos : affeicilo bom de-
    monstrada no dia 27 do agosto corrente, em que, nfo
    obstante os apuros em que se acha o estado da pro-
    vincia e as cabalas do seus despreciveis inimigos,
    fez um brildante beneficio, pausando todos os ca-
    marotes o bilbetes. i indura alguom se recusasse
    pelo pretexto do director ter dado o thealro para os
    mtetinr/i; o director est persuadido que obrou co-
    mo devia um Portuguez adoptivo, grato aos Brasj.
    leiro : se isto foi crime, oradores e ouvintos, todos
    silo criminosos: eslou corlo que esta culpa n.io
    pesar na balanza do juizo imparcial.
    Todos os senbores quo.teem, pois, o direito aos
    camarotes e bilhetespara o espectculo gratis do
    DIA 7 DE SETEsBRO, os poderSo mandar buscar do
    dia 1.* em diante.
    0 muito agradecido ao rcspeilavel publico
    Francisco de Fre las Gamboa.
    Avisos martimos.
    Navioi entrados no da 28.
    Antuerp ; 45 das, brgue inglez Ellen, de 174 toneladas,
    capito James Wright, equipagein 9, em lastro ; a
    ordena.
    Liverpool ; 49 das, brgue inglez Richard, de 296 lone-
    das, capitao \\ ilji.iiu Wighl, equipagein 17, em las-
    tro ; a Me. Calmont it Companlua
    Lisboa ; 35 dia, biigue portuguez Maria-Joit, de 105 to-
    neladas, capitao Mauoel Joaqulm dos Santos, equipa-
    gein 10, Pul lastro ; a Francisco Severiano rtabcilo.
    Londres ; i'.i di.is. barca ingleza Ilereford, de 261 tonela-
    das, capitio Alexander Reabiim, equipagein 14, cm
    lastro ; ao capito.
    Navio sahido no mesmo dia.
    Genova ; brigue sardo San-Jo, capito Jos Canepa,
    carga assucar.
    06j Fundeou no Lameiro, para acabar de carregar, a
    barca inglcia Paisengir, capito 1 domas Walkcr.
    IDITAL.
    Miguel Archanjo Honteiro de Andrade offcial da im-
    perial ordem da Rosa, cavalleiro da de Christo e ins-
    pector da alfandega de l'ernambuco, por S. M. o
    Imperador, que Dos guarde, etc.
    Faz saber que, nodia 31 do corrente mez, ao
    meio-dia, na porta da mesma, se lio de arrematar
    as mercadorias ahaixo descriptas, existentes nesla
    alfandega alm do lempo marcado pelo regulamcn-
    to, e queja fram aniiunciadas por edilal de 21 de
    julho prximo passado.
    Alfandega, 26 de maio de 1848.
    Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.
    Armazem n. 4, dia 23, mez do julho anno de 1847,
    Serafina, barca ingleza, 6 latas com ervilbas, va-
    lor 5,000 rs.
    Dito n.6. dia 14, mez de outubro, anno de 1847,
    Esk, barca ingleza, J. II., 2 barris vasios, valor
    1,000 rs
    Dito n. 6, dia 4. mez de novembro, anno de 1847,
    Espirilo-Sanli, liBrca orlugueza, sem marca, 1
    aurrela vusa, valor 100 rs
    Dito II. 6, dia 16, nioz "do Janeiro, anno de 1846,
    Espriito-Sanlo, barca porluguza, 1 caixa 22 1/2
    duzias de pares de esporas de ferro, duzia a 6,400
    rs., e 4S lesouras para alfaiate, ordinarias, du-
    zia a 3,200 rs.
    Dito n.6. dia 26, mez de julho, auno de 1845, fcV-
    melinda, barca portu^ueza sem marca, 1 em-
    bi nido Com 3 lencos de algodilo, cada um 200 rs.,
    e 1 libra de linda mi meadas, libra 1,200 rs.
    Dito n, 8, dia 10, mez do novembro, anuo de 1845,
    Triumphanle, brigue portuguez, C, 1 caixa com 34
    pentes do tartaruga para tranca, valor 20,000 rs ;
    12 duzias do ditos de cbifre, duzia 3,200 rs., 4
    Jeques ordinarios, valor 10,000 rs.
    Dito n. 8, dia 10, mez de novembro, anno de 1845,
    Manuel Pereira Mendon^a, 1 einbrulho 51 gram-
    maticas, valor 12,000 rs.
    Cito ti. 8. (lia 7, mez de mareo, anuo de 1846, l:m-
    preta, brigue portuguez, a Emilia A. Teixeira, 1
    iiiIm iilliu, 2 quadros, valor 300 rs.
    Dito n. 8, da 18t mez de Janeiro, auno do 1847, Re-
    llana, biigue inglez, a ordem, 1 barril vasio, va-
    lor 500 rs.
    THEATKO NACIONAL
    DA
    RA 1>A PAATA.
    ABERTURA.
    Domingo, 3 de setembro,
    a beneficio do director Pedro Baptista de Santa Rosa te-
    r lugar o seguintc c variado espectculo :
    Uepois de executada por grande orcheslra a ptima
    aovo drama intitulado
    Este drama tem sido elogiado muitas vezes em diver-
    sos jornaes de Lisboa, e por isso foi preferido pelo em-
    prezario.
    Personagens principies do drama, cactores.
    Carlos da Silva.....Jos Maximiano Cabral.
    Narciso da Eonseca" Antonio da Cunba.
    Manoel de Souto .... Jos Alves.
    D. Joao.....- Fiel.
    Antonio.........liernardo.
    Oenoveva........Santa Rola (na graciosa vclha.)
    Henriqucta.......D. Josefa Candida.
    (Minles.........D. Vicencia Ferrelra.
    O beneficiado esforcar-se-ha por bem descinpenhar a
    parte de velha. que tomoii a s, por ter merecido ap-
    plausos do publico, sempre que ha apparecido cm scc-
    ua faiendo semelhante papel.
    Os intervallos do drama sero precnchidos com bel
    lissimas svmphonias.
    Santa Rosa, certo da benvola attcnco que os seus
    protectores tein prcslar-lhe, espera que elles aprecien!
    devidamenic, nao s a representaeo do indicado dra-
    ma, com o desempenho das symphonias.
    A pedido de grande numero das pessoas que tem lo-
    mado bilhetes para o presente espectculo, em vez da
    aria at aqui aununciada, o beneficiado cantar
    I firela Africana ou a quitandeira na Baha.
    Pora lim a todo o dlvertimenlo a nova c mui graciosa
    forja que tem por titulo
    o ramo d'iuiofia,
    ou
    Estapaftrdio logrado.
    O theatrinho estar decentemente ornado.
    Os camarotes acham-se divididos de aecrdo com o
    j steiua moderno, isto he, como os do thcatro publico
    que se est edificando.
    A platea offerece bastantes commodos, e est prepa-
    rada com toda a decencia, por serein os assentos de pa-
    Ihlnha com encostog. Isto nao obstante, icu preco ser
    de Ini"i rs.
    As pessoas que teiu encommendado camarotes pdein
    mandar buscar seus carles no thealro a qualquer hora
    do dia ; pois que elles ah se aedam venda pelos pro-
    cos srguintes : I.* e 2." ordem, SJOOO.rs, ; frente, tanto
    da I como da 2.* ordem, 10/000 rs.
    Principiar as 8 '/a horas com a chrgada das autori-
    dades.
    Para o llio-Grande-do-sul sahir breve o brigue
    Norma, por ter prompla a maior parte da carga : inda,
    porm, pode receber alguma miida, e tem bona com-
    modos para passagelros c escravo : quem pretender po-
    de contratar com os consignatarios, Amorim Irmaos: ra
    da Cadeia, n. 45
    = Para a eidade do Porto partir, com a maior bre-
    vidade possivel, o patacho portuguez Heslauracio ; tem
    a maior parte de seu carregamenlo prompto: para o res-
    to da carga e paasageiros para o que ofTerere exceden-
    tes commodos trata se com o consignatario Firtnino
    Jos FcUx da Rosa na ra do Trapiche, n. 44, ou -oin
    o capito Jos de Oliveira Faneco na praca do Cor-
    po-Santo.
    Para a Hab sahe, no dta 30 do corrente, o novo
    ltate Exhalacao i para o resto da carga e passageiros,
    iiai.i-se na loja de ferragem junto ao arco da (.onccl-
    co.
    Para o Ccar.com escala pelo Aracaty, sahe itr-
    preterivelmente, no dia 31 do corrente, o hiale Ten-.
    tador, mestre Jos Joaquim Duartu : para o restan^
    te c passageiros, pa ra urna e outra parte, trta-se >
    com Luiz Jos de Sa Araujo, na ra da Cruz, n. 26,
    ou com o mestre, no Trapiche-N ovo.
    DIA 7 DE SETEVKKII.
    Oeclaratyes.
    CAPITANA DO POR I O.
    Mo sondo os Srs. capililes dos navios mercantes
    que enlrnm neslo porto, mxime dos oslrangeiros,
    liontuaes em darom delles entrada ncila capitana,
    por qualqur das formas prcscriplas no artigo 18 do
    recudimento das capitanas : fa(o-llies publico, pa-
    ra nflo allegarem ignorancia, que sero irromessi-
    veltncnto mullados.te, na confor inidado do dito arti-
    go, no derem a referida entrada, logo depoii de vi-
    GR ATIS.
    0 F.SPECT ACULO QUE DA' 0 MR&CTOR
    Theatro nacional de SaH-Fran*i*co.
    DI STB I BL I C 0.
    Todos os senbores que tilo generosamente aceita-
    ramos camarotes para valerem ao director no seu
    beneficio do dia 27 de agosto, lorSo o mesmo eama-
    roto gratis e dous bilbetes de platea, e todos os que
    tilo generosamente Ihe aceitaran! bilbetes de plala
    para o mesmo beneficio, terilo dous bilhetes gratis.
    As val-andas sero trancas a todo o publico emquan-
    to couber.
    Represenlar-se-ha a sublimo pega
    Lotera do theatro.
    As rodas desta lotera andam imprele-
    rivelnienle no dia 5 de setembro, e o pe-
    queo reslo de bilhclcs que existe s se
    vende ate o dia .-j, nos lugares do eos-
    (ume.
    Quem perdeu uns vales sacados contra o Sr,
    Jos Velloso Soares, tal vez de embarques do assuca*
    res, sendo'que osqueira, cntenda-se na ra eslreili
    do Rozario, escriptnrio do cscrivAo Santos que dir
    quem achou, gratificando-so.a pessoa. Adverte-se
    que silo 11 vales.
    O ahaixo assignado faz ver ao respeitavel pbli-
    co, e principalmente a seus amigos c condecidos,que
    pea brevidade de sua viagem a Lisboa nilo Ihe fui
    possivdl despedr-se de cada um em particular e por
    isso pede desculpa e offerece ascua amigos o pe-
    queo preslim.o no lugar do seu destino.
    Manoel da Silta Amorim.
    Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
    da Moeda n. ", com commodos para grande familia,
    por preco commodo: na ra do Vigaro, n. 5.
    Os Senborns que subscrevefam para a tradue-
    gfo do compendio de dogma pelo padre Doiriingns
    Schratn, pdenlo dirigir-se no convento de San-
    Francisco tiesta cidado ao cubculo do padre mestre
    Fr. Jofio Capristano de Mendon?a, para receborm os
    cxemplares que assignaram.
    0 ahaixo assignado, como tutor dos orphflns Af-
    fouso o Adolfo, (Idos do fallecido Jos Mauricio de
    Oliveira Maciel, avisa a tolas as pessoas a quem o
    conhecimenlo tiesta cliegar que no vndame ncm
    contraten! negocio alguin com os dousorphilos, son
    pena do licar sem effeito qualquer contrato que fa-
    gamos ditos orphilos; e declara dosdejxjue como
    elles nflo pdem contratar, torna-so nullu o ijuoa
    semelhante respeilo se praticar.
    Guilherme Patricio Bezerra Cavaloantr. P
    Francisco Correia de Mello, subdito de S. M.
    F., retira-se para o ftio-Crande-do-Sul.
    Aabaixoassignada, proprietaria e moraiTra no
    sobrado denominado -- Armazem do Sal --, na ra
    da Conceicio da lla-Vista declara pelo prsenlo
    quo no anno de 1844, em occasilo de fazer o seu tes-
    tamento, um seu compadre, Antonio Mathcus llan-
    gcl, apresentou-lde um papel escripto para ella as^
    signar, dizendo-lhe que era para licar dentro do tes-
    tatnenlo, aoque a ahaixo assignada e prestou; de-
    pois, lomando a mesma nova resolugilo, nbrio o
    testamento e noencontrou dontro papel algum, e
    tendo por vezes exigido do dito sou compadre o re-
    ferido papel, este com differenles subterfugios se
    lem a isto negado : o como possa apparecer (.ara o
    fuiuio alguma questilo com sous herderos, a ahai-
    xo assignada novaineiite declara, como j o tem fei-
    lo pordifTerentes vezos. que nada devo a pessoa al-
    guma, e nern foz venda, cessiio on qualquor ouira
    transadlo que tetilla de veriliearAu dopois de snia
    morto. Outrosim, declara quo he falsa e milla toda
    o qualquer transacQlo que appareca sema assigna-
    tura do seu bastante procurador, Joaquim Cahlino
    Alves da Silva.
    Joanna Francisca da iiloo.
    -- Havondo, no bairro doRccife, alguma familia
    particular, quo se queira encarregar de fornecer
    diariamente a comida a um mogo sollero, assim
    como de lavar o ongommar-lde a roupa queira de-
    clarar a sua morada para se Ihe fallar c tratar do
    ajusto.
    --Aluga-se o lercciro andar do sobrado n. 1, da
    ra da Cruz : a tratar no pnmeiro andar do meaino
    sobrado.
    Custodio Jos da Silva avisa ao rospeitayel pu-
    blicoe principalmente a quem com o mesmo nego-
    cio tiver quo iniidou a ana residencia da ra do
    Aragam n. 38 para a ra do Sebo, ti. 13.
    Urna crioula do meia idade,* e do bons coslu-
    mes, seoffereco para ama de casa do pouca familia :
    quem de seu prcstiino se quizer utilisar, annuii-
    cic.
    ornada do tropa emuaica militar, com lodo o luso el Aluga-se o armazem n. 87, da ra da Cruz, nA>J
    asseio possivel. O Sr. Jos Alves Monteiro se offere-IRecife : a tratar na mesma ra armaiem n. 13. '

    MUTIL
    -i


    . Na rua d'Alegrla, n. 11, preclsa-se alug.ir urna es-
    rriva que esleja n" clrcumalanclas de bem fazer o
    rrvico interno e externo de nina casa de ramilla.
    ' Hayiiiinido Coilinhode Azovedo, Portuguez,
    i-olu-B-so para fra da provincia .
    _ Narcizo Antonio Campos rotira- _.-n|.ja para onde 1 lie convior a tratar de sua sa lo.
    __iMancisco ttibeiro de Brito aluga
    qiiatro casis no sitio do Cajueiro, po-
    prias para se passar a festa, por ler banho
    perto com banheiro : as casas teem bstan-
    les commo los, quintal murado e estriba-
    ra ; assim como aluga urna olaria, na
    1'ass.eem-da-Magdslena, com barro den-
    tro, trra para plantar e pasto para vuc-
    cas. Quern pretender alugar ditas casas
    e olaria, dirija-s casa grande do dito
    sitio do Cajneiro, .que encontrar com
    quern tratar.
    -JosPerciral.eite, subdito portuguez, reina-
    se para fra do Imperio. -
    Antonio Francisco doSouza subdito de S. M.
    Fidelissim retira-se para a corlo.
    -- Hoieso lia de arrematar ilepois da audiencia
    noSr doutorjuiz.docivol d primeN vara, urna
    morada de casa terrea na. ra das Cruzes, n. 12,
    avallada em 2:000,000 do rs. oulra dita por 2:000/
    de rs. na rua da S.-Cruz, II. 24, por exccugjo dos
    lierdeiros do Manocl Joaquim Pedro da Costa contra
    a viuva e lierdeiros de Joio da Silva Santos.
    PeranleoSr. I)r. juiz da primeira vara, cscri-
    vilo Kcgo se ha do arrematar no dia 29 do cr-
    rante, depois da audiencia na porta da mesma,
    porseraullimapra.cn, um escravo pardo, cuma
    preta do gento, por execugito movida contra 1).
    Joanna Mara das Noves Teixeira.
    Iloje, 29 do corrente, as ti horas da manhila ,
    ra sala das audiencias do Sr. Dr. Juiz do civel se
    lia de arrematar a casa terrea sita na rua Imperial ,
    i. 214 pertcncente a Francisco Xavier das Chagas
    Secupira por oxecugilo de Manoel Joaquim Pinl#
    MacnadoiiarMOS por ser a uilnna prsyS : nuca
    Welender quena coinparacer para ser recebido seu
    f\ ice.
    rfv- Furtaram, do covenlo de S.-Francisco, om Olin-
    | Ja urna correle do ferro, com 16 bragas de com
    priinenlo : a quern for offereoida dila correle, le-
    ve-a ao guardiao do mencionado convenio, que gra-
    tificara.
    Antonio Carlos Ferreira Soares vai a provincia
    do Rio-Crande-do-Sul, levando em sua companlua
    Jos Joaquim de Campos.
    - Antonio Jos Soares retira-ae para Babia.
    Ilernardino Gomos de Cnrvalho vai ao llio-de-
    Janeiro, e deixa porsou procurador seu irmio.Fran-
    cisco Comes de (larvallu.
    -Est justo e contratada a compra da casa, sita
    na rua do Fagundes, n. 19 da qual be proprielaria
    Joaquina Mara da Couccigno : quern se julgar com
    direiroa dita casa, pnrqualqiicr titulo, queira an-
    nunciar por oslo jornal, no prao do oilo dias.
    -- l'recisa-se de um Portuguez de idado, para fei-
    lor de um sitio, distante desta praca 12 legoas :
    na Iravcssa das Cruzes, n. 8.
    HOTEL- COMMKP.CIO.
    Esteestabelecimonto, sito na ruada Cadeia da
    freguezia deS.-Antonio na propriedade n. 13, adia-
    se augmenlado de comniodos independemos o do-
    centemonle mobiliados para hospedes com fami-
    lias e som illas e para pessoas que exijam menos
    tralaineiilo. O segundo andar do referido eHabolo-
    ci ment oflercce -as precisas comtnodidadcs para
    bailes e partidas. A posigo da casa c'" situaglo
    fresca o aprasivel vista e enllocada no centro da
    cidnde concorrerr a ser oreforivel a outrosesta-
    bclecimenlosseiiolhanles. Os pregos serflo mdicos,
    em reluci as proporgOes quo seofferecem.
    Geomelria, geograpbia e rancez.
    lima pessoa do irrepjehonsivel comporlamonto ,
    estando habilitada om geometra, geograpbia c
    fradcoz propOe-so a dar ligOes das referidas mate-
    rias niosemcasadesua losidencia como, na de
    quslquer particular, ou pa ile fumilia que- so dig-
    iiarem procura-la. Adverte-se, portanlo que llave-
    ra o mtfior zelo c delicadeza no cumpri monto do scus
    llovere alm do que no s proniovo o adianta-
    menlo dosseusalumnos, como prometi havetido
    a precisa habillagilo ,acompanha-losem seus exa-
    mes na academia: quern, pois, quizer intcirar-sc
    melhor de nutras condignos queira dirigir-se a
    --\Tavesa das Cruzes, n. 8
    Preclsa-se alugar urna preta de meia idade que nao
    tenha vicios, c que saiba bein cozinhar, com prar e
    ili'iri ininar bem una casa, dando-se o sustento e 10/rs.
    incnsaes : na rua larga do [tozaro, n. 32, ou animiicie.
    _>-- Quern quizer roupa engoinmada com prompti-
    do e preco commodo, dlrija-e ao pateo do Carino,
    defronte rio porto deSanla-rherca, n. 23.
    -- Na rua larga do Rozarlo, padaria n. 48, precisa-se
    le urna pessoa que possa trabalhar de masseira, e sub-
    jeitar-sc ao mesmo tenipo a entregar pao na rua, para
    o que dar-se-ha buin ordenado, preferindo-sc pessoa
    que ji tenha disso experiencia.
    Alugam-se duas casas no sitio do Cordeiio a mar-
    gem do rio Capibaribe, com cxccllentes commodos para
    grande familia, coiinha f6ra, estribarla, coxelra, casa
    para criados, etc.: os pretenden tes dirljam-se ao paleo
    do Carino n. 17, a tratar com Gabriel Antonio.
    -Aluga sea laja n. 37, da rua da Cadela do Recife,
    com fundos para a rua do Encantamento com arnvaco
    proprla para loja defazendas-: a tratar na inetuia rua
    loja o. 45.
    Aluga-se urna casa terrea na rua de Santa-Rita, jun-
    io ao sobrado de tres andares com dous quartos, duas
    salas-, cacimba sobre si c com porto para a ruada Praia:
    a tratar na rua de San-Francisco, oulr'ora Mundo-No-
    vo, n. 30.
    OBRAS DE CABKLLOS.
    Fazem-se na rua Nova, u. 30 toda a qualidade de
    obras de cabello, como sejam : trancelins para relorjiOs
    e lonetas de dlflerenles modelos aderecos, pulseiras,
    brincos, alnetes e crescenlca, etc. : ludo por preco
    conunodo.
    Aluga-se a loja do sobrad da esquina dos Quatro-
    Cantos, da cidade de Olinda, local cxcellente para qual-
    qner estalielreinicnio: dentro da iiii'sma existe una ar-
    macao de venda que se veude por preco minio com-
    modo, e lambeiii se tira a dila, se assim convler ao
    pretndeme : afallar.no Varadouro como Sr. Joaquim
    Kilielro, defronte do embarque, ou no Rccifc, rua do
    1.1 vramento, sobrado n. 8.
    Agencia depassaporlcs.
    No pateo do Collegio, na loja de Hvros do Sr. Doura-
    do, eneonlrar-se-ha urna pessoa habilitada para tirar
    passaportes para dentro c fra do imperio, assim como
    _ apachar escravos; ludo isto faz-se por menos de
    ' .;!' <; em outra qualqer pessoa.
    Na ruada Praia do Caldeirairo, n. 17, dito-so
    a fazer caigas do carregagio, a tustfio.
    Aluga-se inri sobAdo 'e um andar c sotan, com
    commodos para uina familia, eom quintal, cacimba e
    iliiil.i para a rua de Santa-Therea, sito na rua de Hor-
    tas : quein o pretender, dirija-ic a rua da Cadela do
    Recife, n. 59.
    l'recisa-se de um boni cozinheiro :
    ni rua do Trapiche, u. 19.
    A pessoa que quiz arrendar o sitio do Salgadl
    nbo na estrada da cidade de Olinda, prometiendo fazer
    cerca para privar o gado de ir no arvoredo, pode dir-
    glr-e ao Aterro-da-Hoa-Vista. n. 47, segundo andar, pa-
    ra tratar do mesmo negocio.
    Quein precisar de um feltor para tratar de algum
    sitio ou mesmo para caixeiro de engcnlio, tanto nesta
    piara como fra della, dlrlja-se rua do Encantamento,
    armazem, n. 11.
    Hrecisa-se de urna ama, com boin
    e bastante leite : no Aterro-da-Ba Vista,
    loja n. 78. -
    DENTISTA.
    M. S. Mawson, cirurgio dentista acha-se residindo
    no Recite rua do Trapiche-Novo, n. 8, seguudo andar,
    onde 1 omino 1 a por dentes inineraes, fleando iucor-
    ruptiveis e parecendo inicuamente como dentes natu-
    raes : tambem tira a pedra, a qual, nao sendo xtrahida,
    empouco lempo tanto arruina os dentes-, chumba com
    ouro, prata oudentico para privar de augmentar a
    corrupeo 1 tambem lira, limae fai todas as operaces
    deniieaes com a manir delicadeza, possivel. Elle espera
    que 03 elogios e o inuito palrociuio que teui recebido
    pelos beneficios que tein produtido na sua pralica du-
    rante 8 annos de residencia nesta cidade sern garan-
    tas suffcicntcs para as pessoas que, precisando de seu
    [11 estimo, nao o dcixem de procurar.
    j CHAPEOS DE SOL
    Rua do Patseio-Publico.
    O la lrica ule deste estabeleeimento adverte ao respei-
    tavel publico desta cidade que elle possuc presente-
    mente um rico sortlmonlo de chapeos de sol, assim
    como chapos de sol de seda furla-crcs, dos mais ricos
    que tein apparecido ncsle mercado e de cores conde-
    cidas ; ditos para senhoras de bo tom adamascados ,
    lavrados com suas competentas franjas de rctro<, tu-
    eompleto sorllmcntode chapeos de sol de panninho de
    todas as cores o de todos os tamanhos para homens ,
    senhoras e meninos ; ha tambem igual sorlimenlo de
    fa/.eiulas para cobrir arniaces tanto de seda de core
    como de panninhos trancados c lisos imitando seda. Ad-
    vcrle-se que os freguezes serao servidos com brevidade,
    e se achartiosatlsfeitos da boa qualidade, do bomgosto
    do preco.
    Casa de modas franrezas.
    A. Millochau.
    No Aterro-da-Roa-Visia n. I, prlmciro andar defron-
    te do 1 llalli 1/.
    Pelo navio Biaujeu, recebeu um lindo escolhlmenlo de
    chapos de moda nova para senhora ; chapeos de pa-
    Ihaaberta ; ditos de palha ingleza, inulto alva e lina;
    ditos de palha da Italia ; ditos de palha aberta ,
    uiuito ricos jiara meninas; trancas ,de cores diver-
    sas para enfeites de vestidos ; luvas de pellica para
    senhora ; canil) ra a de linho.sem mistura de aigndao ;
    rendas lisas de llnho ; fitas de ricas cores para grava-
    tlnhas,de senhora ; ricos tilos bordados para vestidos e
    veos de noivas ; llores e palmas ; vcrdadelros bicos de
    linho brancas ; tiras bordadas ; filas de todas as largu-
    ras ; toucados para enancas, etc. Na mesma casa ha
    sempre para o escolhimcnto das senhoras, um sor-
    tmenlo de chapeos de seda de todas as cores, toucados
    c loucas para meninas : tambem se fazein vestidos de
    noivas e outros com promptidao e preco commodo
    Indo da rua do Aragilopara a S.-Cruz, n. 53,
    primciro'audar. aluga-se urna preta para o servigo
    da mesma casa.
    NOVO PAO DE PROVENGA.
    Vendc-M lodo$ 01 diai.
    O proprlelanoda padaria epastellaria franceza
    do Aterro-da-lloa-Vista, n. 50, desejando agradar
    cada vez mais aos scus freguezes, resolveu offere-
    ccr-lhcs um pao que se fabrica em Provenja por
    mu pracess-i muito difireme do ordinario, e que,
    cxigludo farinha das melhores qualidades, mere-
    ce a preferencia do publico, pela sua alvura,
    pureza c delicadeza de sua fabrlcaco.
    S se 1.11 ao pacs de 40, 80 e 100 rs., e ser fic.il
    cunhcc-los pela sua forma oblonga e elegante.
    Na mesma "asa contina-se tambem a vender
    bolinhos para cha de tudas as qualidades, e tnm-
    bem a enfeitar bandejas ricas paro bailes e sa-
    raos.
    e
    e
    %
    0
    9
    0
    S--J--^
    Aluga-se um molcqnc para o servigo de casa ,
    o qual cozihha o diario do uina casa: na praca da
    Independencia, II. 3.
    Precisa-se alugar tima escrava
    para o servigo interno do urna casa de pouca familia,
    que saihn bem ensaboar comprar na rua e cozinlmr,
    (lando-se-lbe o sustento e 10,000 rs. mensaes na
    rua da Sotedade, indo pela Trompe lado esquerdo,
    casa nova n. i2.
    -- Pcrdeu-so, na madrugada do dia 27 do corrente,
    ci pateo da Uibcira at o Chora-Menino um relogio
    de caixa lavradn e com cadeias de ouro, vidro e mos-
    trador branco bordado 1 quern o achou n quizer res-
    tilu-lo poder leva-lo ao seu dono que mora na ca-
    sa n. 25 do mesmo polco, que ser recompensado.
    Amando Pires Gomes declara nao
    dver pessoa algtnna n'esla provincia :
    qneni, pois, se ugarseii crodor, luja de
    lirigir-se a seu amigo, Jos Manoel
    Francisco Humos, morador na cidade de
    Olinda, que ser promptamente pago.
    l!m hon-iem casado ofTerece-so para ensinar f-
    ra da praga prmeiras lottras o francez : amadas
    Agoas-Vcrdes, casa n. 96.
    Oabaisoassgnadofaz publico quo, no ilw 23
    do corrente, seduziram e raptaram-llie sen (ilho,
    menor ite 17 anuos,. Liobnio Henrique Mafra, que
    permaneca sh seu patrio poder, temi por fim esle
    crime um casamento desigual e no qual jamis pode
    oannunciante concordar, anles protesta oppr-sc
    a elle, tanto quanto as leis o permiltem o com rigor
    perseguir o autor dessa seducgoo rapto: portanlo
    uinguem occulto o dito menor, untes o venliu en-
    tregar ao aiinuncianteque como 1 ai o recebera be-
    nigno. Previne a todos que nto contralem com dilo
    menor negocio algum ninda mesmo om nomo do
    aniiimcionle quo por elles se nilo rosponsabilisa ; o
    nos reverendsimos parochos das malrizes deste
    hispado impela quo se n3o deixem illudir com al-
    gum documento que Ibes possa ser apresentado por
    parte dos seductores, ou de dito menor, como nrma-
    do lelo ai.iiinici.iil-, porque elle ser f.lso, visto
    que al aqui o nfio tein dado nemjam.no dra da-
    qui era dianle. ,
    Antonio Henrique Mafra.
    Compras.
    Compra-se um inoleque de 12 a 14 annos de bo-
    nita figura, e que tenha boa conduca : no llotel-Com-
    merco
    Compra-se toda a qualidade de
    pehnas de aves : na rna Nova, defronte
    da Conceirao, loja n. 38.
    Compra-sc um inoinho de pedra com armacao,
    em bom estado e por preco commodo: quein o liver an-
    nuncle.
    Compr.m-se enfeites de cintuiro: as Cinco-
    Pontas, n. 82.
    Compra-so urna ou duas vaccas estando paridas
    de pouco tempo, e sendo boas Iciteiras : na rua Di-
    reita n. 3G, prmero andar.'
    Compra-se una mobilia de Jacaranda ,om meio
    uso: na ruado Trapiche, n. 6.
    Vendas.
    Vende-se urna preta ptima cozinheira e en-
    gomm.deira : na rua das Cruzes, n. 32, tercerio
    andar.
    -- Vende-se urna negriuha chonta de bonita figura,
    de 13 annos muito sadia tein principios de costura
    e de cozinha c he ptima mucama por ser recolhida :
    a fallar na sacrista da ordem terceirc de S. Francisco ,
    em Olinda.

    Na loja da rna do Crespo ao pe do ar-
    co deS.-Antonio, n. 5 A,
    de Ricardo Jos do Fre tas Riboiro vendem-se cor-
    les de chita com 10 covados, muito linas o escuras ,
    pelo barato prego de 1,600 rs ; ditos de rambraia
    pintada a 2,000 rs. ;chapeos de crep para senho-
    ora ii iiiin bem fcilos e de bonitas ciircs, a
    5,000 rs. ; cortes de cassti de barra brancos e de
    COres ,08m.is bonitos quo teem apparecido nesta
    sa. .. un.....prartAH tl i.. '-. ..h nnllftlfl
    Hya a ti,ww i^,*.u** ........*, ,. ..- ^w..v*w
    500 rs. ; cassa de cores com 4 palmos do largura a
    240 rs. o covado ; um sortiment de pannos (nos
    de todas as cores muito bous e* baratos ; o mitras
    limita-i fazendas linas.
    Vende-se nina escrava crioula de 30 e lanos
    annos, quo cozinha, faz doces, lava, coso com mui-
    ta limpeza, faz todo o a ran jo do urna casa c engom-
    la ptimamente, e ao comprador se dir emotivo
    por que se vendo : na rua do Collegio, venda da es-
    quina, do Sr. Sobral, so dir quom venda.
    Vendem-se intii superiores sapatos
    de duraque preto, de Lisboa, t: por pre-
    co commodo : na rua Nova, i\. 3o.
    Vendem-se saceos com superior fi-
    relo presuntos para Hambre ; liai ricas
    com olacliinba, ludo por preco commo-
    do : na rua da Madre dc-l)eos, armazem
    n. ao, dcfionle da guuda da alfandega.
    Vndemete urna armagilode urna loja sita no
    pateo do Tergo, meia mohililia e urna mulata de ida-
    de de 38 anuos, da qual se afianga a conducta : no
    pateo do Tergo, n. 28.
    Vende-se, na venda da esquina do paloo do Gir-
    ino que volta para a rua das Trincharas, n. 2, mar-
    melada muito nova em latas do duas libras, a 1,200
    rs. e qualro libras 2,400 rs. *
    __ Na pracinba do Livramenlo, loja
    n./|Q, de MarconoJose de Moraes&C,
    vende-se o melbor cb da India que ten
    apparecido no mercado, s libras, neias
    libras, quartas e meias qtiarlas; ussitii co-
    mo rap de Lisboa,cbegido prximamen-
    te, s libras, e s oitavas a 4o r.-.
    --Vendom-se charutos superiores, de todas as
    qualidades o muito bom fumo para capas dos ditos:
    no pateo do Carmo, fabrica n. 43
    Vende-se, em cana de Kalkmann e
    Uoseninuud, rna di Cruz, n. io, espa-
    das psra olliciaes, muilo ricas; asim co-
    mo bridas de cavallo, de metal branco.
    Vende-se urna parda moga, com habilidades :
    na rua da Roda, n. 1.
    Vende-so um encllenlo candind por prego
    commodo : na rua larga do Ito/.ario fabrica do
    charutos, n.32.
    Vendem-se pipas e barril qu Mrain de oleo do
    iinliac.a : na rua larga du llozario, u. 36.
    Vcne-so um cociro de casimira bordado : as
    Cinco-Pontus n. 64-
    Vendo-s; una pela de boa figura de 2-2 a 24
    anuos que cozinha bem o diario de urna casa e lio
    muito cuidadosa do arranjt) da mesm. : na rua do
    Queimado, u. 3!.
    CHOCOLATE.
    Na fabrica de licores do Aterro-da-Roa-VisU n. 17
    ha sempre porcao grande proinpta do melhor chocolate
    desaude, canella baunilha c do ferruginoso, este
    muito condecido pelas suas boas qualidades tnicas
    principalmente para as pessoas que sofl'rem de frialda-
    dc e do estomago.
    Vendein-so poldros bem augurados ptimos
    para ciigenbo : na travesa das Cruzes n. 8, ou cm
    Caraba, engenho na comarca de Nazarcth.
    ' ~ Vende-so um cavnliu novo ala/o com bous
    andares o quo osla bein gordo: em Fra-de-l'or-
    tas, sobrado de um andar n. 13.
    - Vendom-se 4 poicas muito gordas e de muito
    boa qualidade, lauto eint.m.nbo como em produc-
    gflo : na rua de S.-Francisco na loja do sobrado
    n< 66.
    Veudem-se pegas de madapoltio com 20 varas ,
    muito largo e muilo forle a 2,800 rs. e a rclalho
    UOoltOrs. -.. chitas muilo linas e de ramagens para
    coberla a 160 rs.: na rua do Passeio, loja n 17.
    Vendem-se caixas de vidro pa
    joias, todas guarnec Jas de pedras, polo
    preco de 2,000 a 4,000 rs. : na loja de
    l'Yancisco Joaquim Duaitc, roa do Calin-
    ga, n. 1 C.
    .- I'rcsuntos inglczes, pelo ultimo na-
    vio, muito bons c baratos : vendem-se na
    roa do Trapiche, n. 4o-
    Vende-se urna ncgiinhadenagilo, de 18 anuos,
    de muito bonita figura que cozinha bem o diario
    do urna casa engonuna, lava de sabilo o varrclla e
    coso chSo j nlo lem vicios neui achaques o moti-
    vo da venda se dir ao comprador : na ruada Con-
    cordia paliando a pontezinha a direila segundo
    casa terrea se dir quem vende.
    Venile-se mnrmcl.da de Lisboa superior em
    caixas de duas libras : no pateo do Carmo, venda
    " <
    -- Vende-se salsa parraba, de muito
    boa qualidade, ltimamente chegada do
    l'ar : em casa de Kalkinann Se Hosen-
    inuud, rua da Cruz, n. io
    -- Vonde-se a venda do becco do Lobato que ven-
    do de 16 a 20,000 rs. diarios com pouco fundos :
    vende-so por seu dono retirar-se para fra : a tratar
    na mesma venda.
    V'ondem-sc',60 palmos de trra na Soledadc : na
    rua de S.-Gongalo, n. 13.
    Vendem-so 2oscravos .seirlo um molcque de
    18 annos ,e outro do 30 annos\ por prego-muito
    commodo, por haver grande pVciso: na rua Im-
    perial, n. 3.
    Vendo-ie leile do cabra preta muito bom: no
    Aterro-da-Boa-Vista n. 75 -
    Vendem-se 3 bonitos moloques de nagSo de
    18annos, som vicios ; um preto de nagSo do bo-
    nita figura he bomganhadoro acostumado em ar-
    mazem do assucar; 3 tres pretal de todo o servigo :
    na roa do Vigario, n. 24, se dir quom vende.
    vende-se um pardo de 15 annos. ptimo pa-
    ra pagein.equc lem principios do -cowiiihciro: na
    rua das Tnnclioiras, n. 38.
    S O dono deste cslabelecimnlo,vendo-se em cir- g
    S cumstaiicias de I lie ser preciso rellrai -se para a ^
    Europa precisa primeiro pagar a seus credo- i
    res.e para ell'eiiuai- este pagamento o mais
    breve possivel, oll'erece algum abalimento a
    seus devedores que qulzerem saldar suas con-
    tas assim como lem resolvido vender todas as
    fazendas por diminuios presos, a saber : P^f"
    de madapolao, a 2/ 2/OO, 3/200, 3/500, .1/700.
    3/900 e if rs. ; ditas de chitas escuras Jias e
    entre-linas, do cores fixas a 4/800, / 6/BHB
    "fe li/oOO rs. ; ditas muito superiores entran*
    _i______. .__k__.^ ^"ril- .. ...... <. r 1'
    O^ e n.-.n'o rs. ; unas iiniu i pu|rc.iv.*.* i------
    I do algumas do coberla, a 7/ rs. n peca c a I.H)
    rs. o covado ; alpaca, a60O rs. ; lila larga, a J80
    rs.: cazlnel prela a l^rs. ; los linos c gran- g
    des de linho, a /400 7/ c 7/ftOll is. ; chales
    grandes de garfa a l/TWO rs. ; ditos de chita a
    800 rs. ; vestidos de cambala com bico e renda
    de superior qualidade, a 3/ rs mantas de caiii-
    brsia para senhora, a !/ ; luvas de pellica,
    seda e algodiio, para honiem, a 320 rs. ; P"co"
    I cliihos c golas de bonilos gostos, a 240 c J20 rs ;
    I bicos franceics.ioclezcsc da ierra calgunsac
    1 de sed. pela, a 120. 160,200, 240,320. 400 e M0
    rs. ; lenco* de cassa para grvala a 200 rs. ; di-
    tos de umitas qualidades para homem e e-
    I nhora a 180, 200, 240, 300, 320, 360, 400, 480 c
    560 rs. ; suspensorios a 40,120 e l60 rs. ; ditos
    | linos de borracha a 200, 240 c 260 rs. ; garca g
    de seda muilo larga com llores domadas a 240 >
    rs. o covado ; cassa da India,a400 e 4.80 rs. a va- >*
    ra ; merino lino e entre-lim a 1/800 2J0O0 e
    2/500 rs. ; pannos linosa 3/800. 4/ e 4/500 rs. ; p
    e oulras mullas fazendas que nao se aiiniinciaiii <*j
    por oceupar muilo lugar as quaes se vendem &
    lodas anda mesmo com grande prejuzo su
    aflu de se acabar com o dilo cstabelccimcnlo ,
    o qual tambem se vende no estado que se acha,
    lias ei,do i|iieni o queira comprar anda mes-
    mo a praio com lettras de firma, que agrada-
    ren! a seus credores.
    mwmmn.
    Vende-se a armacSo com todos os seus pertenec ,
    da venda da rua do Codorniz n. 9, no Forte-do-Mallos,
    por batato preco : cen separado se rctalha na mesma,
    lonra Incle'a lortlda a 900 rs. a duzla ; casaes de chi-
    caras a 1/400 rs. ; vioho do Pono a 400 rs. a gnala,
    muilo superior.
    r= Vende-se, por 500/rs uina escrava crioula pe.
    rita engommadeira-ccozinheira he.muito fiel, nao be-
    be iicm foge o que se nn.inea e nao se duvida clei-
    xar o dlnheiio em nio do comprador vencendo o
    compclenlc juro, por dous mezes com firmas a con-
    tento : o motivo por que se vende se dlra ao comprador :
    ni Olinda, junio a padaria de Varadouro.
    = Vcndem-sc luvas de pellica, multo novas ; pasta.
    perfumadas para guardar as uiesinas ; barretes de algo-
    do ; tlnteiros em caixas de jaspe ; agulhas fancejasl em
    caixlnhas ; canlvelcs linos de urna, duas e tres lolnas,
    wr preco commodo : uo Alerro-da-Boa-Visla, n. 84.
    Nolicias elementares da hoiniepathia ou inaiiual
    do laiendeiro. do capilao de navio e do pai de familia,
    conlcndo a accSo de 24 priucipaes medlcamcnlos lio-
    nneopathicos, 1 vol. Orgonon de Ilaliiieinann, ou ex-
    posi(o das doulrlnas lioinu'opalhicas.
    Vende-se na casa n. 1 da rua da Cruz, 2" andar,
    por commodo preco.
    Vende se um cano de quatru ro-
    das, ainda novo e de muilo bom gosto,
    cem seus competentes ancios, jior preco
    commodo : na rua da Aurora, n. r>S.
    Vonde-se um cavallo alasilo com boas carnes,
    proprio para ambas as sellas; na rua das Agoas-
    Vcrdes, n. 39. miil.
    Vendem-se 3 molecotes de 15 auno muito
    lindos; duas negriuhas de niCilo de 1.1 a 16 anuos ,
    4 eseravas mogas de todo o servigo; 2 escravo de 30
    annos cozinbeiros ; na rua Direila, n. 3.
    Vendem-se duas linhas de camassari-caruli-
    dio com 55 palmos de comprimento lallar com
    Jo3o Venancio Machado da Paz. emS.-Anna.
    Um bom arranjopata quem lem familia.
    Vende-so, por o don nflo poder continuar, urna
    lOBinha de calgados, no melhor lugar da rua Direi-
    la; n. 63 muilo ifregoezad desembaiagad. o
    tudo com moradia independenle para urna grande
    familia contend) 3 quartos uina grande sala ,
    corredor lavado um grande slito com ropartimen-
    toojanellas que botam para fra muito fresco,
    cozinha fra, quintal soffrivel, cercado de algre-
    te com bastantes plantas cacimba com boa ago* ,
    por prego commodo: a Tallar confronte a mesma, lo-
    ja do Sr. Ilaslos que mostrar todos os requisitos.
    Vonde-se o deposito de refinagao de assucar da
    ual)ireitaTn^54, com.poucos bulos e por orecq.
    commodo a tratar uo mesmo deposito.
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    i 'i
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    Vende-se a boa familia gallega, da marca Richc-
    inuml pur l!)/rs. a barrica para se acabar com ella :
    na iu i larga do Rozado n. 48.
    Vende-se un palaiiijiiim cm bom uso : na ra do
    Jiiciinnlo, n. 3.
    -- Vende-sc casa terral sita na rila do l'adrc-Klo-
    ri.iiinii, n. 33, com cozmha fra boro quintal, c com
    bous coiiiuiodos para familia :a tratar na mesilla cata,
    .Na ra larga do Rotarla nadarla n. 48, vende-se
    excellente pao, feioda superfina fainha fontana a inc-
    thor que tem viudo a ette mercado ; tambem se da de
    rendagem a pretas coin respoiisabilidadede seus sonho-
    rcs.
    -- Vendem-se dous moleques de lindas figuras ; 4
    pretos de 20 a 25 annos bastante robusto; um pardo
    de 18 anuos proprio para pagein ; urna negrinha de 12
    anuos perfeita costureira de lavarinto c marca; um
    preto de un dade por 220/ rs. ; 4 pretas com habi-
    lidades; no pateo da matriz, de S.-Autonio, sobrado n, 4.
    Nao lia quemvenda mais barato.
    Vcndcm-se curtes de cassa de cores seguras e bons
    pannos polo diminuto proco de sete patacas o corte
    coin o meia a sele varas ; cortes de cambraia de cores
    para vestido a nove patacas padroes do bom tom ;
    faienda de linhn lino, ptima para vestidos e roupes de
    senhora a 480 rs. o covado cassa de quadros c listras ,
    a 2/560 rs. a peca de 8 varas e niela ; chitas boas, a 140,
    160, 180, 300, 220 e 240 rs. o covado c a .1/200, i/400 e
    H/200 rs. a peca c de ramagetn para cobci la a 140 o
    cavado, e ">>200 rs. a peca; sarja preta de boa qualidade e
    larga, a 2/ rs. o covado ; caziueta preta, ptima para
    palitos e calcas i 1/200 rs. o covado ; panno de cores
    Rieiclado a 3#500 rs O covado cortes de instan bran-
    co e de cAret'de bous padioes, a 800 rs. o corte de col-
    lele ; castores para calcas, a 240 e 280 rs. o covado ;
    hainburgo a 260 r*. a vara; corles de rolletes; catl-
    miras putas e de cores ; grvalas ; pannos linos, entre
    elles preto, azul e verde de boa qualidade, a 3/200 rs. o
    e ivado ; alpaca ; merino uiadapoli s ; algoddcs ; hani-
    burgos bramantes brelanhas de linho e de algodao ;c
    OUlrat umitas fazendas por menos proco do qne rm
    outra >|ii ilqucr loja ." na rua da Cadeia do Itecife n. 50.
    Vende-se. um boigranJe ile curruca ; tira novi-
    Ihotee tlgumasvaccassolteiras: no sitio que ro Madre-ilo-llens, em Cruz-de-Alinas. No mesmo sitio
    tambem so vendein ps do plantas arbustos rvo-
    res de lli -- Vendem-so duas pretas quo ongommam o cozi-
    nliam o diario do urna casa, sendo urna dolas boa
    docena ; duas pretns de nae.lo urna de 14 anuos, 0
    a outra de SO; duas piolas de nieia dade, de na-
    Co, boas quilandeiras, e urna dolas Cozinlia mili-
    to honi o lava de Sabfloe varrcllu ; um preto de 30
    anuos, bom gtnhador; um pardo alfaialo de -Jl
    anuos: ua roa Bella, travessa di Florentina, n 26
    No pateo do Coilegio, loja nova de livros,
    n. <>, de Joaoda Costa Donrodo, aca-
    ba de receberos seguinles livros:
    Compendio elomentnr do grammalica portuguez* ,
    por Carlos A. de v. Vieira terceira edicSo de IM8,
    para uso das escolas por pror-o milito commoilo;
    Ensaiosohrea orlbographia porlugueza por Carlos
    A. de r. Vieira muiln proprio para os moninos de
    psimeiras leltras polo diminuto preco do 1^ rs.
    o caes da Alandega armazem
    Francisco Dias Ferreira.
    dem-se no
    n. 7, de
    ~" Vendem-se caixas para guardar
    joias, pelo diminuto preco de 900 rs. : na
    loja de quatro portas da rua do Gabug, n.
    1 C doDnarte.
    Cal virgem.
    Gunha vV Amoro) teem para vendern-
    coras com 4 arrobas de cal de Lisboa, da
    mais nova e nielbor qualidade <|ne ha no
    mercado, c por preco mais barato que ein
    outra qualquer parte : na rua da Cadeia
    do Recife, n. Go.
    Vcndem-sc 5 mnlequesde 17 a 18 annos ; 5 pretns
    de 25a .'tO anuos, sondo um delles I10111 carreiro ; 2
    pardos de 18 anuos ; duas mulalinhas de 7 a 14 annos;
    una negrinha de 12 anuos todas com principios do
    habilidades; 4 pretas de 20 a 25 anuos, algumas del
    las com habilidades: na rua do Coilegio, 11. 3, se dir
    quein vende.
    Vende-se o verdadeiro xarope do
    bosque, vindo do Rio-de-Janeiro no va-
    por Paraense: na rua ta Cadeia fe, botica de V. .1 de Brilo.
    -- Vendem-se duas escravas, sendo una preta criou-
    la, de 20annos ea outra acabralliada que representa
    li uta e tantos anuos propria para o servico de casa:
    na rua da Cadeia do Itecife casa de Jofio Jos de Car-
    v.ilho Moraes.
    I.ol'; i i ilo Kio-ile-Janeiro aos qo.ooos
    iie ris,
    Veuilein-se bilhetes o meios ditos da terceira lotera
    a beneficio do hospital del aldas da proviocia de S.-C'a-
    tharina : na rua da Cadeia do Ilacife loja de ferra-
    gens n. 56.
    Vende-se a venda de Fra-dc-Porlas do largo do Pi-
    lar ii. 17 : a Halar na inetnia.
    Na rua da A urora, n. 6a
    contini'ia-sc a veni
    amlu
    n.
    der
    , le ceno
    o verdadeiro
    Ni rua do Trapiche-Novo, n. 12, arma-
    zem de Ilebrard ct Companliia ,
    vende-se vinho de llordcatix cm qiinrtolas e garra-
    fas do diversas (pululados 5 dito Chateau-la-ltosc ;
    dilo beoville ; dito S.-Julien ; dito graves ; dito sau-
    terne ; dito tiarsac ; ago'ardenle do Franca o cognac
    superior; cherry-cordial; marrtsebino; licores li-
    nos ; ptima champanha do diversas qualidades :
    tambem se receben da liahia una poiclo de charu-
    tos regala os melbores quo toom vindo a este mer-
    cado ; azeite doce fino da marca Plagnol; hervi-
    Ibase snrdinlias em latas ; mostarda ingleza e l'ran-
    co/.a ; l'i netas em vidros com calda de assucar o do
    icorjagoa de flor de larauja ; queijos londrinos; e
    loulros muitos gneros : ludo ii-ceiilcmenlc cbogado
    c de superior qualidade.
    PORQUE QUERIS PADECER
    PORQUE
    desprezas aquellessymplomas precursivos que vos
    Calilo annunciando que he necossario alguma cou-
    sa bizer, para salvar-vos do tmulo do phlysieo ?
    PORQUE
    animisessa perseguidora tosso a d0r no costado
    transpiraces nocturnas, offorvosconcia do Singue
    uu dilliculdadc na respiracalo .'
    PORQUE
    acarinhais e animaos a molestia que esta consumin-
    do vossas parios vitaes redu/indo diariamente vos-
    sas frcas e prcssuraudii VOSSOS passns par aquel-
    la niango donde o viajante nucca vollapa Appres-
    sni-vos a buscar a nica cura para a plilhvsica,quc lio
    o bom conhecido XAROPE l)(i ROSQUE, que polo
    pouco lempo que tem de mportacflo nosle imperio ,
    tem fetto curas extraordinarias e milagrozas, poden-
    do ser applicado mais delicada enanca. () deposi-
    to be na rua do Trapiche, n 34 e tambem vende-sc
    na rua da Cadeia do Recito, loja de miudezas, n. 9,
    a .'i.'.'iini rs. cada garrafa.
    Alpaca a I ('(ieliii.nl i, a 800 rs. o covado,
    vende-so, na loja quo fai esquina para a rua do Colle-
    gni 11 'i, de 1 iiinn 11 iii v 1 .oiup mili 1 a nova alpaca
    alcochoada vinda de I.isba fazenda inteiramoiite
    nova nosta cidade preta e cor de caf, de 4 palmos de
    largura, pelo barato proco de 800 rs. o covado.
    Vende-se um preto crioulo de 30 a 32 annos, coin
    ofiicio docanociro e que be de bouita figura : na Cam-
    boa-do-Carmo, n. 33.
    Vende-se urna rica espada, tima
    banda e um par de dragonas, com pouco
    uso, e milito em tonta; tudo pe tencente
    a um ollicial superior : na rua da Cadeia
    de Santo- \ntonio, casi n. '5.
    Vendem-se, no ai 111,17.0111 me foi do finado llraguez ,
    superior fardo de Lisboa a 4/rs. a barrica.
    Vende-so, no arinaiem de Dias Ferreira eanaslras
    com batatas e ceblas em molbos e dosponcadas, por
    prefo coinmodo.
    Firinino J. P. da Roza vende excellente vinho ve-
    Iho da Figueira, qur em barris, qur em pipas ; cera
    lavrada de f.isbda, de diversos tamaitos, o lindos vasos
    para jardim
    Vndese Ulna negrinha de 10 a 12 annos, boa cos-
    tureira marca o faz lavarinto ; 2 pelas de elegantes
    figuras que ongommam e cozinham tem vicio neui
    achaques ; 3 prcios bcni robustos para Indo o servico ;
    2 moleques de bonitas figuras, de 10 a 17 anuos; um
    preto de meia idade : todos por preco rasoavol : no pa-
    teo da matriz de S.-Antonio, sobrado 11. 4
    Vende-se cal virgem de I.isba cm barris de 4
    arrobas chrgada pelo ultimo navio, por proco comino-
    do : a tratar com Aluieida & Fonseca, na rua do Apollo.
    xarope do bosque, a 5,3oo rs. a garrafa .
    santigos riscado.s monstro.
    Na loja de Cuin iraos & C rua do Crespo, vendem-sp
    os bem conhecidoa riscados inunstrot de padroes inulto
    inoileinos, e ipie teem ipnsi nina vara de largo,pelo ba-
    rato |ineo de 320 rs. cada um covado.
    Vcnilcni-so laucas coin NiilllO, a 3/200 ; jogos de
    bancas de aniarello lavatorios e loucadoros : tudo^io-
    vo o bem frito, e por barato proco : na rua da Cadeia
    de Sanln-Aiiloiiin, armazem n.2l.
    ongomiiia com perfeicao : una preta de 18 annos com
    'un mu habilidades; mu inubUinho de li minos,
    proprio para pagein ; um pardo > um preto de 20 a 25
    anuos ; iimmolecolc bom sapateiro ; um preto ganha-
    ilor, que tem disto bastante pratica : no pateo da matriz
    de S -Antonio sobrado n. 4.
    Vendem-se galSes de ouro verda-
    deiro, de todas as larguras, e mais barato
    do que em outra qualquer parte : na rua
    larg*a do R osa rio, n. j^.
    m Vende-se, por proco coinmodo urna escrava que
    sabe lavar e eozinhar o diario de nina casa, e he pti-
    ma qiiitandeira : o motivo da venda se dir ao compra-
    dor : na rua de S.-Rta u. 29, segundo andar
    Vendein so barris com cal virgem de I.isba, de
    4 arrobas, a mais nova que ha no mercado por menos
    preco do que ein outra qualquer parte : na rua de Apol-
    lo. II lll.l/elll II 18.
    Vende-se una rica cadeira, vinda da Rahia, nova
    e seni uso : na rua da Cadeia n. 40.
    Vende-sc cera de carnauba em porciio e a reta-
    dlo de superior qualidade; qucljoa londrinos; latas
    com bolachinhas de aramia milito uo\ is a 2/ rs. ;
    latas com sardinhas ; ditas com 4 libras de mu niel e 11 ;
    ditas com figos: ludo por proco cominodo : na rua da
    Crin, no Iteeifo, n. 4(>.
    Vcnilo-searrozde casca ; mcias ne algodao feilas
    nol'oilo; cera do Rio : ludo por proco coinmodo: ua
    rua da i'raia armazem II. 37.
    Vendem-se barris pequeos com cal virgem de Lis-
    boa, a mais nova que ha no mercado, por proco com-
    modo : na rua da Moda arma/.oui n. 17.
    %J}) Na rua Nova, n. 7, priineho andar, vendein.- m
    tvl se varios Iraslcs por cominodo preco por o -rt,
    \j( dono relirar-sc desta provincia 'SSf'
    @890S89QO 999
    POTASSA.
    No deposito da rua da Cadeia do Itecife n. 12 ven-
    de-se milito nova esuperioi pnlassa em barris peque-
    nos, por proco mais barato do que ltimamente se es-
    lava vendendo.
    ~ Vende-sc urna casa terrea limito grande, sita na
    rua da Mangueira, na lloa-Vista, u. 11, com grandes com-
    tnodos,quintal mullo grande c nioitntarvoredot de fruc-
    (os, por preco o mais rasoavel possivel : trala-sc na rua
    do Aragao, n. 27.
    II10S
    le-
    Vendein-.se caivetes fi
    somas de un has e de costura ; ditas de
    alibales, feilas em Guimarca; sacarro-
    Ibas de patente ; campainlias de eres ex-
    quisitas ; machinas para ilhozes a i.aoo
    rs. ; Cslicaesde vidro a 2,400 rs. o par :
    na loja de qualro portas da rU3 do Cabu-
    9, n, 1 C' do Uuarte.
    *-- Vendem-se aeges da cx-
    tincta companliia de Peroambuco
    e Parahiba: no escriptorio de O-
    liveira limaos & C, rua da Cruz,
    n. 9.
    Vendem-se botoes amarellos, linos,
    de P. H. ; ditos ordinarios; ditos para
    casacas ; ditos pura cavallaria ; ditos pa-
    ra infantina ; ditos para libr de pageos,
    broncos e amarellos ; dilos pretos de bo-
    nitos padroes ; ditos de vidro, para enfei-
    tes de roupas de menino : na loja de qua-
    lro portas da rua do Gabug, n. 1 C. do
    Uuarte.
    FARIMIA DE TRIESTE.,
    marca vordadeira SSF, chegada iiltimamoiite: vende-so
    em case de ,\ O. Ilieber Si Coiiipaubia, na rua da Cruz ,
    n. 4.
    Vende-se, por necessidade urna calirinha do 12 an-
    uos, que cote a lax iodo o arranjo de nina casa : na
    rua do l'adre-Floriano n. 31.
    Fazetida de
    al>o(
    llias.
    odo para llioa
    Na loja do Guimaraes & (.'., rua do Crespo, n 5, veu-
    de-se a excellente fa/enda para tnalbas de algodao,
    trancado branca, com 8 palmos de largo, pelo barato
    preco de 800 rs. a vara.
    Vende-se cal virgem de Lisboa,
    chegada no ullima navio, etn barris pe-
    queos, por menos do que em outra qual-
    T
    rapichp, arma-
    qner parte na rua do
    zem n I j,
    Vende-se, por proco coinmodo, milito superior sal
    do Assu': a tratar na rua da Moda n. II, com Silva &
    Grillo.
    FAUELO
    a 3sooo rs. a sacca
    nosarmaieutnt. Ie3 da caos da Mfandoga, e no de n.
    35 da ruado Aiiiorim, de J. J Xassn Jnior,
    Vendem-se queijos londrinos de superior qualida-
    de .' na ma do Trapiche-.Novo n. 22 casa de ilebrard
    & Coinpanhia.
    Riscados tnonstros.
    Vendem-se superiores lascados monslrns, ja bem co-
    ndecidos tanto pela qualidade como pela largura em
    demasa, pelo barato pio(o de 2S0rs. o covado. Kstes
    riscados siio chegados ltimamente : as cores sao lixas,
    e os padroes muito modernos e de bom gusto : na nova
    lujada Estrella da rua do Collegio, n. 1.
    Cal
    Vende-se barris com cal virgem vind a de Lilhoa ,
    por preco mais barato do que ein outra qualquer parle:
    na rua da Cadeia-Velha, armazem n. 12.
    A 1/000 rs. CADA UM CHALE.
    Na loja que faz esquina para a rua do Coilegio n. 5 ,
    vendein chales de larlatana, grandes e de padroes es-
    curos pelo barato proco de mil rs. cada um.
    Casimiras elsticas.
    Veudoin-se superiores ciirtes do meia casimiras els-
    ticas de pura laa, polo barato proco de 20II0 a 3/000 rs.
    o corto de calca : na nova loja da estrella, da rua do
    Coilegio, ii. I.
    Vendein-sc no armazem que fui do fallecido Rraguoz,
    ao pe do arco da Conccicao, ceblas saas e solas, pro-
    lirias para gasto de casas particulares, a 500 rt. o
    ccnlo.
    CHA"HYSS0N,
    (le ptima qualidade a 2/240 rs. a libra : na rua da
    Cru no Recife .armazem n. 13.
    *r5 '" oJBoy op o8ji.'| enj en : opom
    -moa ojj.id aod 'coiajfqo soimu sojino a sajoy a -i ni
    ' SKiij ap s.ipcpqenli se sepoi ouioa uuq aepjoq a jas
    -o-i bjeiI oiiiaiiiiuos o opoi moa se mi um ma iiiaqmei
    '. ntaauui seoy teqinSe sB.i!apep43A se at-uiapnaA
    Vendem-se tellias de vidro,
    e cadinlios para ourives : na rua
    do Brum, fundico de Mesquila
    & Dulra.
    Vendem-se pocas do madapolao com 20 varas
    muito largo e forte a 2/800 rs. o a 140 rs. a vara chi-
    tas de rauagein paracoborla a I(i0 rs. o covado ;' ditas
    cor de rosa, a ICO rs. ; c oulras fazendas o mais barato
    possivel : na rua do Passeio-Publico loja n. 17.
    Vende-te um alambique novo de cobre coi'n iodos
    os seus pertenec ; um relogio sabonele de ouro com
    correte smssa: na rua da Cadeia de Santo-Antonio
    m ina/ini. 11. 21.
    Vende-sc na praca da Independencia, na loja de
    encadernac.io n. 12, o testamento que fez um infeliz
    cao sentenciado a pena ultima ; a plela da alma com
    o diabo e San-Miguel, e a revolucao de l'ernainbuco cm
    Vende-se um preto de boa figura que emenda de
    plantacoes o he muito diligente para qualquer servico,
    na rua Diieita, n. 'J3 segundo andar.
    Vendem se cbapos de palba, da
    Italia, parascuboras c meninas, a 1,200
    rs. ; barretes de padre e gollas de diver-
    sas fazendas ; bonetes pretos, de velludo,
    a 960rs. e de panno riscado a G^o rs. ;
    lencos de gar a 1,000 rs. ; ditos tle gr-
    vala a 1,000 rs. ; luvas de algodao, deco-
    es,aaoo rs.opar; ditas de pellica, de se-
    nbora, a 1,000 rs. e para bomem a 1,600
    rs. ; flores para enfeiles de cbapos; bicos
    do Porto, de I0Oat 400 rs. a vara; ditos fi-
    nos, francezes e inglezes ; galoes brancos
    e amarellos, finos; ditos ordinarios : cs-
    piguilbas e renda ; volantes largos e es-
    treitos ; espelbos de parede a 1,000 rs. :
    litos de augmento a 800 rs. : na loja de
    qualro portas da rua do Cubug, n. 1 (J. ,
    lo Duaite.
    de olncial subalterno parase venderein viudas ultl
    mmenle do Rio-do-Janeiro.
    Vendem-se fazendas, por menos de sev
    valor, na loja dos Quatro-Cantot d\
    rua do Queimado, n. 2o,
    bem como : luvas de seda pretas e de cores, para
    nhora, a 320 rs. o par sarja larga de laa de cores t
    800 rs. o covado ; corles de caifas de casimira \le cores'
    a fi/rs. ; chales de cambraia bordados a 640 rs. r
    cados trancados americanos a 160 rs. o covado' |"
    eos brancos com cercadura de cor, a 200 rs ; cortos d"
    cambraia do cores fuas a2/rs. ; dita de quadros inui*
    lo lina, a 320 rs. ; dita de lloros a 240 rs. o covado- ca!
    lores para cal. -i- a 200 rs. ; brins brancos de'listra'j
    300 rs.; chitas brancas de llores, a 120 r. o covado"
    inelat para menino a 160 rt, ; ditas para senhora
    240a500 rs. ; ditas para meninas, a 320 rs. o par ; fne
    eos de seda preta de l/a 4/rs. ; suspensorios de' fita
    a 120 rs. o par; vestidos de cambraia com babado i',
    superior qualidade, a 3/ rs. ; guardanapos para cha '
    800 rt. a diiia ; ditos para mesa a 2/000 is. '
    Escravos Futidos
    A .sooo rs. ,
    ancorelas com azeitonas superiores : von-
    oiiu/oii op e9ip| una eu :
    -nosai oiiioa ei) m'i| e jzcj
    -IIOO ni ilii % i ir,| S1II1I0J1I
    v5
    3|3 'e.\oosa sel||i .-.i.u 'cj
    UIIMl ni iri. 1 1.mi o opiui
    J SCJIJUC.l 1 I 11 .. ,.,i| SU
    iiiapu.iA js uiaquiei : onafqo jaub|enb no epujzcj jjnb
    -|unb jeueui efo| no Oj>laiinuo.) jp esuaaanb|enb
    e.ied ouiMS 11111 moa SBO{i|dejSod.\| tvxica seiJcssaa
    -aii oiinu se oJjjd oinupiup 1 jod as-ui.ipua.\
    W j/bJOj
    Vende-te una mulatinha de 14 annos que cote e
    C'/ieguinno barateirn que rtl Uanilo tud.i muo barato.
    Jmvhs de pellica para homem e senhora caixas de
    tartaruga ,a2/rs.....uilo Tinas; aboluaduras de casa-
    boa" sr inoX t^:!:* ^:?.v:,7.!,,s..r' -.?i!^^ n^r^e.,i^.',.|,s,.
    Eugm, no dia 21 do corrente um preto criUU|0
    de nonic Francisco-, de 20 annos pouco mais ou menos'
    he alto c secco, rosto pequeo o redondo. sein barba
    tem limita falla de denlos que se suppdc nenlium ,l0
    qHeisaet}- na fenle s noqueixo inferior ponas Bota
    ps api lados ; tem as juntas de ambos os ps aU
    guma la grottat, que por lito metle-oi para den!
    tro ; levou camisa c ceroulas de algodao grosso da tor-
    ra ; chapeo de couro ; he muito farf ola suppOf-so an"
    dar ganhando por esta praca, oti ter-se encaniinhaji
    pa.a os arrabaldes da fregueiia de Golt. Roga-s0 ai
    auloridadei policiaos capitacs de campo e pessoas par
    ticulares que o appreliendam e levom-no ao seu se
    nhor Itlanoeldc Souaa CordeiroSlmoet na rua estrcila
    do Botarlo, 11. 23 que serao generosamenle recum-
    pensadot.
    Fugio, no dia 21 do crreme um preta de noin*
    Thomazia de bonila figura de estatura regular- an.
    davavendendo taboleiro de doces; levou venido'de
    chita desbotada 11111 parde argolas de podras as ore
    lias; tem sido encoulrada as Cinco-Pomas : quein a
    pegar levea-a a seu senlioi-, iib rua de S.-Francisco 11.
    1, quesera recompensado.
    Fugio, de bordo do brigue Srtlorlo na inanha ti
    da 5 de jullio prximo passado ,11111 escravo in.aiinl
    10 de nonie Franciscu de nacao Jang ; reprsenla
    30 a 35anuos ; tem na face esqueida um signal fa|(J
    milito detcancada; levou calcas e camisa azues tlu-
    peo de palba piulado de blanco c o balde que tinlia de
    Irazer a racao ,c7/rs. ein cdulas: quera o pegar le-
    ve-oa ana da Moda n. 7, quesera bem recompensado
    Fugio, 110 dia 24 do coirente. de bordo do brigue
    PaautU-dl-Perncmhuco, um escravo pardo, denomr Luii
    de 24 anuos pouco mais 011 menos ; be alio e grosso '
    cara redonda, denles limados ; he marinhoiro do nW
    1110 brigue : quein o pegar leve-o a rua da Moda 11. 7,
    a seu seuhor Leopoldo Jos da Costa Arauio nuc era.
    linear. "
    --Fugiram, 110 dia 15 do crreme do engenho Ila-
    pessuiema, freguezia de Tracmihem comarca de Na-
    zarelh dous esclavos um de nomo Joaqulm, crioulo ,
    verniellio de 20 a 22 annos ; be lapaloiro e alfaiale ,
    sein barba denles desligados um dos outros, roslo
    alguma cousa quebrade oielhas pequeas pernas al-
    guma cousa arqueadas ; levou camisa de algodao e cal-
    cas de riscados ; fui escravo de Folia Ferreira de Aguiar,
    morador em Guarabira e depois de Antoilio Ricardo, na
    rua do Qneimaito no Rccifc por quein foi vendido:
    o outro de nomo Jofio Angola principiando a barbar,
    falta-lhe alguns denles na frente, orelhas pequeas,
    cachassudo ps fcios porm som bixos ; tem urna fe-
    rida na peina esquerda ; fugio do hospital do ciigenlio,
    em uso de roniedios levou camisa e comillas do algo-
    daoriulio ; foi escravo de Jos Francisco, do Salgado da
    Parahiba, e vendido por Francisco de Soma Cavalcante.
    Quein os pegar leve-os ao dito engenho que ser re-
    compensado generosamente ou no engenho Boa Vis-
    ta de Goianna ao major Francisco de Araujn ou 110 lie-
    cife, a Munoel Duarte de Oliveira que cilio mullidos
    de ordens para oj roceber.
    Fugio, no dia 81 do corrento, um cabra, do
    nomo Joflo baixp, secco do coi-po ; tem nono bnr-
    ba e cm urna or^lha um brinco ; tem mais a carn-
    ptica do dedo grande do p direito corlado, o im-
    bcllos coraplnbadps: levou camisa do madapolfio,
    Com pregas e calcasi-uc haniburgo j usadas: quem
    o pegar leve-o ao Alcrro-tla-lloa-Visla, n. 24, t|ue
    sera recompensado.
    -- Fugio, no dia 11 do crranle, pelas seto horas
    danoilc, do deposilo gcral desla cidade, um preto
    crioulo, de nomo Eslovfio, escravo do Sr. Jos Ihiar-
    leRangel que est pinborado polt fazentla provin-
    cial, o oulros credores do mesmo Sr. Rsngel cujo
    escravo bode estatura regular, um pouco fulo da
    crtr com gigantas pintas pelo corpo de snrnnsque
    que tem lido : quein o pegar leve-o a casa do depo-
    sitario gcral na rua do Hurlas, n. 140, que/saca-,
    gratificado.
    -Fugio, no dia 23 do -corrente urna escrava de
    nome Antonia ciioula do 18 annos eslalura re-
    gular cor bem preta um tanlo carrancuda quando
    se falla com ella ; foi vista na ponto da Tacarunn ,
    indo para a ciliado de Oliiula : quem a
    a roa do l'asseio, loja n. 10, que ser
    pensado.
    Fugio, na noitc do 22 de corrente, de bordo do
    brigue l'aquete-tle-Ptrnambuco um escravo pardo,
    dn nome l.uiz, alto e grosso do corpo do bonita fi-
    gura ; levou vestido a roupa com que andava no ser-
    vico, e chapeo de palba do abas largas. Este escra-
    vo pe tenciui a Jns l'ercira de l.uccnii, por nlcunha
    Tute, morador em Maripic?, freguezia do Bom-Jar-
    dim donde be natural ; h dosuppdr quo seguisso
    aquclleeaminho. Itoga-se as autoridades pollciaes
    capilHos de campo, quooapprebondam c. |evem ao
    Recife rua da Moda 11. 7 a seu sonhor, Leopol-
    do Jos da (osla Aruujo, quo dar 100,000 rs. de
    gratillcacflo.
    Desappareceu, no dia iodo corrente, da casa
    do Manuel Ferreira da Silva llamos o prelo do no-
    mo Domingos de nacffo Congo btiso, pouca bar-
    ba, fojo do rosto; Ion) 11 in cnlouibo no cachaco,
    psebatose tachados nos calcanharcs e dedos, fal-
    la mal principalmente quando o quer faior mais de-
    preca do quocoslunm ; levou camisa de algodozi-
    nbo calcas de estopa o chapeo de palba. Pede-so
    I
    11,
    pegar leve-a
    bem recom-
    senhura ; a 160 rs. o par ; lindas finas de 200 jardas ;
    agulhas francezas, muito finas; tesouras muito nas
    para costura ; cscovas finas para cabell e facto ; papel
    de todas as cores; sabonetes para barba em caixinhas
    finas ; linhas de meada para bordar, muito Unas ; ben-
    galas de balcia fina ; ditas de junco : moias de seda ,
    dara e levcm-no 1 rua do Coilegio, n. 15, segundo
    andar.
    Fugio, no dia 17 do corrente nina preta, do no-
    me Ksperanca de nacao Angola mas parece ciioula;
    representa ler 24 anuos ; lie bem falla.it ; tem t ps
    grandes mal feitos e os dedos compridos; lem nos
    ora9osc nos pos signaos de feridas amigas ; levou ves-
    ra chapeos de palha : tudo
    larga do Rozarlo, n. 26.
    Na ruada Cadeia do Recife loja esquinado Becco-|j>rgo ha duas bandas e um fiador!' ERV.
    NA TVP. i)E M. F. DE FARIA.
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