Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08619

Full Text
Aniui XXIV
ftcxta-fcirn 18

II /'/ l'"r"lblln.aetodond;nqur aafl
ii ili k irds 'i prrfo dt aasgniliira be
,|l^VKIf Ji'ir'|inr(. | pi/ni adilMaJot. Os
hmhimiIm do Hilfoantea i inserido i
aii Ae Ufa. por liiiht, 40 rt. cm irpo dlf-
roiiU, e reprlicura pela melad*. O iiio
iaigii4iil*Spagaraw80rt. por liaba e 100 rt.
ni, i) p< atelaraaM, par cadi publica; Se.
PIIASM DA I.IIA NO MEZ DE AGOSTO.
i'nifU,7, t 37 inin. da aiMb.
I,u*ttui4, a 14, a3 hara e flfl inin da Urd
MUtftmt, a I, a I Varar- 48 inin. da Urd
/.ua aaM, ti, a 4 hora e 4? rain, da Urd.
i i ------
PARTIDA POS COft".RIOS.
(ilanna e Parahlba. ai srgs. t rxi-feirs.
Rlo-C -do-Norle, qiilnta-Mrai ao mrlo-dla.
Cabo, Vrlnhirin. Rio formse-, Morto-l jlvo
e Mi crio, no I.*, a 11 r ti de cada me
Ciriohun e Bolillo, a 8 e 13.
oa-VUu e Plore, i 13 e tt.
Victoria, < quintai-feiras.
01 inda, lodoi o diai
PRRAMAR DT. HOJK.
Prlmcira, ai 8 barate30 minutos da roaob.
Segunda, 8 hora e J4 mnalos da tarde.
* Agosto '?< RIft
N. Ifl -
DAS da M Segunda, s. latebra, Aud. do J do or-
tih.doJ oociv.-doj M.dil.v.
rica. +!. Vs-il'.i|i ,iu <] \nsi S -
hora.
Hi '.iiiari.i. B. Roqae, \u.l. do 1. do c. da
i. r. e do J. de par do 2 tMaf, d.-i
17 Quinta. S. Mmele lud, da I. r do J. M. da I. v.
I- Sexta. S. Clara de Mont<- Karlo Aud ia I
do olv. e do I, di- paz do I dial. III Sabbado. S. lu/. Aud. do J. do c. da r
v. edoJ.de pudo I din I. de i.
M Domingo. S. Jnaquim. '
CAMBIOS NO DA M I? I0O8TO
Sol.re l.ondrea M a 21 jd. por 11 d
, Parda SU eSMn poriVeuee !!.
Liaba* iII ser ala ii peral.
a |li.,-.|--- I ni.-ir..... ii
DeSC. de Ictt .!, Ii .i 'inin- i i' ">*
11 a ii.....i rb rio
Duro.-Oucat hespaanolii Sta.Vu a >j*MH'
MoWade6#400v r -."i' V7J
deHKlii. lli/HU a Ha/2011
de4fuou... u/2"o a
Pt*inPaiacdes brasileros 'if'"' a
Peso coluiunano. WPOO
Dito mexicano..... 1*870 a
9/k}00
J0DK
1/900
DIARIO DE PER1AMBUCO.
.....
- -

P#RT OFFICIAl.


/El N. 23, DE 17 DE AGOSTO DE 184*.
He forma a Iheeourarla da* renda proviariaess
Antonio da Costa Pinto, presidente da provincia
da l'ernamburn, Kaco aaber a lodos oa seus habitan -
U, que assembla legislativa provincial decretou,
c cu iinccionei a le seguate :
Artigo I." Ficaextincta atheaouraria das rendas
provinciaea, e substituida por outra repartidlo-<|no
-iiluminara llicsourara da la/cu.la provincial-, e
inios empregados serflo os seguinle* inspector,
ullrial-inaior. proeiirador-liscal, thesoureiro, del do
lliesoureiro, dous primeiros c ilous segundos escrip-
i ni arios, duus amanuenses, um porleiro c um con-
iniuo.
Artigo O olllcial-maior lera a scu cargo a es-
riiptiiraCHO do livro mealrea diario, eservir ao nics-
iiio lempo de contador.
Artigo S. Otlifisouroiro sera o guarda dos cofres
d l'azenda provincial, a prestara lianca idnea.
Artigo I." O liel do thesoureiro ser da Ogeoliil
ni iii.'miio lliesoureiro, a quem he rosponsavel,
I na us vivas de I le nosseus impedimentos.
Artigo 5. I:m dos segundos escriplurarios servir
da seireUrio.
Artigo fl." O segundo dos amanuenses servir de
irtorurio, e ter, nlm do ordenado, emolumentos
jgilRM gol qiil i'ompotom ao cartorario da thesoura-
ril eral.
Artigo 7." 0 inspector ter o ordenado annual de
i iiiiiiiioo ri'is; o olllcial-maior e o Ihesoureiro,
I tougOOO ris cada um; o procurador-fiscal o os
iliiu-. primeiros oscripturarios, 1:000/000 de ris cada
um ; os dous segundos pscriptiirarios, 80U/000 ris
rada um ; o fiel do lliesoureiro, o primoiro amanuen-
-i i u portei/o, 600/000 ris cada um; o segundo
aiiiuiiunuae, iou'ii ri( uu continuo, :ifO/uu.'
Arl, 8. OaerviQO desles empregados ser marca-
do as instruccoes que from dadas esta repart^
i ni |iulo presidente da provincia-
Arl. 0. E/nquanto se n9odr cata ropnrtiQo um
regulameuto especial, ella se regera pela lei de A de
i.nliiliro de 1331 epelos regulamentos, instruccoes
e unleiis respectivas, no que lite fi^r apulicavel.
\il. (0. I iriin presidente da provincia autorisado
para nomear oa ompregados creados por esta lei.
Art. 11. Os empregados da cxliucta Uiesouraria,
ipiu imeiii nomeados para a que so cria por esta
lu, contaran a autiguidado de sorvico, e nilo naa-
ilo novns e velhos diieitns pelo novo provimento,
a-ilvoae tiverem maior ordenado, cm cujo casos
piignrflo somante na rasflo da dilTerem;a.
Art, l-'. Fica o presidente da provincia autorisado
a nomear urna commiasflo composta de tres mem-
Inospara o (Im de dar balant;o na eitlncU tliosoura-
i.i, ilesilr o sou estabelecimentp at o presente. A
iiii'siiiu cominissfln, uual o prosidente da provin-
'i arbitrara urna gratlflcacflo, encerrar todooe
livros, i)i pnisdo iludo o exame, e far passarqual-
ipier saldo que liouver pura a thesoururia nova-
ineiile creada.
Art. 14. I'icain revogadas as dispnsicoes cm con-
II .trio.
Mando, portadlo, a todas as autoridades, 4 quem
i. i iiiiliiiciiiieiiin o execueflo da referida lei perten-
i'i-r, que cumpram e fucnm cumprir tilo inleiramen-
le como nellii ae conten 0secretario interino des-
ii provincia a faga imprimir, publicarecorrer. Ci-
il;idu-'i|o Recite do Pornambuco, aos 17 do inez de
'inuslu de IN48, vigosimn-setimo da indepemicn-
i e iln imperio.
S.
Antonio da Costa Pinto.
i-iirtn d Iti, pela quat V. Exc manda exeeutmr
ilti'reto da assembli'tt Irghlalha probinfial, que honve
)""' lum tunceionar, mandan doficar exlinclaa thcsoltru-
rin il'i renda provnome e mmtitvida por nutra repar-
lirto que te denominar thtimraria da jateada pro-
incidj marcando o numero dt empregados detla, autv
iilniyacei, e ordenado* que devem perceber; e dando
tul u tilipaiioBe*: ludo como aeitna te doetara.
Para V. Kxc. ver.
Antonio .elle de Pinkoa.tex.
Sallada a publicada noaU aecretarta da provincia
ils l'nnianibuco, aos 17 de agosto de 18A8.
franeitro XavtweSilra.
Ilegistrada u fi\ do livro J. de lea provinciales.
Sarrelaria da provincia de Purnambuco, aos 17 de
Agosto do IRAi,
Dmingos Joer Soarte.
EXTERIOR
"IIIU-.SPomikni-IA DO DIARIO DE PRRNAMiniCO.
.Wrt, SUrfa/iiMeA 1848.
" Hovernu labio aflnal da senda da moderaco que
lie agu i ikoba seguido, e que era elogiada pelos teas
rojiiqb iiiiniign. Atiredlla-se, pordin, que cita mu-
1'n\' de piociilliiicnlo do governo he etFtlto de ed-
cncli uatn alistas, pois s ais que, apenar de toda as
^paranoias da dtsavrneaa entre os dous Innfios Ca-
HAi-n, p por oentrgulNtA entro os dnaetalras dirertom,
Hila a uii'lhar liaruioula e uuucordancia para os n a
lf- nllliigem.
ff ei'i'iii lia que, Radias, lodosos jornaes cabrailaias
'minltterlas appareoeram un mcsinu da denunciando
"""piratona, lauto nn capital, cuino as provincias,
''revendo a pal sobre um vuleiio prximo a reben-
"i ptdlndo ao governo medidas enrgicas contra o*
""ptradoraa. O corlo he que, no da 18, quaal ao anoi-
caer, fraiti presos na ra e eni iiua casas, por ordem
do governador civil, os Sra. Manoel Jos Mendes 1^-ite,
I..- Diogo I... i. M ..i" 1 de :,..!. Coelho, editor e pro-
prielariodo Patrila, Antonio Jos Dnarle Nasareth ; e
h'o.un procurados cm auascasas o Sr. Jo Kstevao Coe-
lho de Magalhes e outros individuos, os quaes, avi-
sadas com lempo, poderam homisiar-ac. De i .mi ra velo
preso n Sr. loa|uiin da Pnnsaca, boticario, e dlz-se que
enviaram orden de priao para Coimhra c outrna
poutos.
O presas fram conduiidos ao I.imneiro, e mettidos
no segredo onde estiveram quatro das, e foi ento que
se Ibes deu a nota de culpa, infriugindo-se assim a carta
ipii' determina se dr a nola de culpa ao presos por al-
ta ir o. .iii. no praio de 34 horas. Nesta nota de culpa,
sao acensados os ditos presos de conspiraren! contra o
Un oim da r mili.i ecoutra as inslituicOes.
Esle proc diiiiciiio do governo, lao repentino e arbi-
trario, tem sido o objeclo de loda. a <*onservaroes, c
n. "i poda din o de chamar a attencao do parlamento .
por is verno sobre estas prises, diiendo ,|ue na ana opiuiao
a rii i i tinha sido infringida pois que, desde que o
governo mettia a caeta n'alglbeira e prenda a seu ta-
lante, acafrava-ic loda a iiicrdade, c ninguem se. poda
'inisiiliM.ir seguro ; e que era inas couaplrador o gover-
no <|iie destrua a carta, ulirapassando os seus limites,
do que.o simples cidadao que, armado de espingarda,
sabia para a ra para conspirar contra ella ; e pedio ex-
plcacoes calhcgoiic.is.
O governo. pelo orgs'io do seu presidente do coucelho,
responden depos de faicr alarde da sua moderarao.
que tinha obrado na conformdade da caria ; que o ne-
gocio era grave, e que cm dous ou tres das dara as ex-
plicaces pedidas, porque eniao o serveo publico nao
peiigarla. Como tcem harido muaos dias anto9, he
boje o dia destinado para rssaa- explicacoes, que pouco
esclareeerao o negocio, pois que o governo ha de con-
servar-se cm reserva ; e geralmcnte j se sabe quaes
os lins que ac prope.
Parece que ao governo agradou muito a condeiuna-
\ .ni de M. Mitchell, o conspirador irlandc/., c que dese-
ja que o meaino accnlera aos iih.mk, por aso os inan-
dou prender a eutregar aos tribunaes. Os presos j
fram pronunciados pelo juyz de ustrueco ; porm
iiggravaram da injusta pronuncia para o tribunal su-
perior, cespera-se que clles seriio absolvldos, porque a
aecusacao s se tunda uo diz-se itn. diz-tt. aqutllo, e nSo
lia faci algum positivo. Ha. porm, um faci que ca-
racterisa bem quaes sao as iiilcnces do governo. Como
nasaecusacoes se dizque urna das tentativas dos cons-
piradores era matar D. Carlos Mascarenhas, comma-
uantc da guarda municipal, leudo fallado nisto um SO-
geiro (ta ra toldados da guarda municipal dsfarcado9, e o licita-
ran!, do que resultou urna disputa, e a prisao do dito
Individuo, que fui multo maltratado de pancadas, cm
ponsequencia, dizein, d<. ter puxadn por duas pistolas.
Parece que com este laclo te quer luer cargo aos aecu-
tados.
Entretanto, a opioiao do paiz manilcslai-se contraria
a lai.i procediinentos pois que nao s os mesmus anii-
got do governo, que nao sao exaltados, aeliaiu que era
tnelhor que elle mostrasse luais energa cm prover s
necessidadrs financeiras do pait e alliviar a miseria do
desgranados empregados publico, dnque obrar da i.i-
neira que obrar pois assim mais inimigos cria, e nada
lucra ; mas tambein os individuos, mencionados no pro-
ci'Smi como icsti'niiiiilnis contra os presos, tcem sido
fusullados, snbrctudo um barbeiro na ra dos Algibe-
bes, o qual j se vio obrigado a fechar a luja.
Ogoverno tema que a'revolta que se disse prxima
a rebentar, tivesse lugar no dia da prncissao do Corpo
He Dos, e por isso lumou enrgicas providencias ; po-
rm tal he o susto denla gente, que a maior parte dos
Ciilllllirilll .nliu i v CU lili lllis*ll;iu .1 ]i|i II i'l'i'l ,1III, iliclu-
aos os i..ihrar-. que parece tiveram antea urna reuniao,
e decidiraiu nao irem de maueira que, se niin fosse o
ministerio e mais alguna inulto poucos uobres, 1190 ha-
veria individuos para as Unidas do pallio, e inesino as-
sim alguna tiveram que dolo ai'. Sua Magestadc a rai-
ulia, com os principes, assistio a esta ceremonia, na sua
tribuna do adro da s ; c Sua Magestade el-rei acoinpa-
nhoii a procissao em todo o seu transito.
A tropa de linha apresentou-se baslaute asteiada, so-
bresabindo a tildo a guarda muncipal. Dos hatalliocs
uacionaes, s dous levaram uniforme rico, a saber o
da carta, e o do Jooiinho : ( segundo provisorio) os do-
mis, inclusos os dous do cominercio, iam de Canuta e
bonete. Orca-se a forja que reuni n'uns 4,000 e tantos
horneas. Nos quarleis licaram alguns piquetes, c o ba-
talhan de empregados pblicos ful quem deu as guardas
nesse dia. ISotou-sc menos aQlucncia de gente, tanto
pela manhaa no Passcio, formatura das tropas, como
depos na procissao : havia multas janellas do transito
que nao linham ninguem. Antlgameote alugavam-se
mullo caras, ou adquiriam-ae por grande empenho.
Daranle toda a funcoao reinou a inelhor ordem e ao-
cego. No fim be que acconleccu um iocidenta que po-
derla ser funesto se occorresse em Franja, ou em outro
qnalqucr pajz. onde costuma liave rivalidades entre a
tropa. Ao destilar a tropa, marchava obatalboda car-
ta pela ra do Ouro* cima : o regiment de granadei-
jros da ranilla, que vinlia da S, pois que havia forina-
do dircita, c se dirigia do seu quartel pela ra dos
Capellinas, chegandn a desembocadura da ra do Ouro,
para passar para a rato do Arsenal, rompen a columna
que lormava o balalhao da carta, e dividio-o em dous :
isto deu lugar a algum barulho e a explicaces entre
us respectivos corouiandaiates ; porm nao loi mais a-
diaote. O regiment de granadeiros passou lado ; c
depois o baialhao da caria reuni, e marchou para o
seu quartel.
Na camina dos pares tambem o governo foi interpe-
lado acerca das prises, e deu as meimas resnostas.
Na cmara dos deputados ultimou-se a dfscussSo do
orcainento de despera. A verba para o ministerio da
guerra, que be a mais importante, pois monta a 2,000, e
tantos eontos, foi volada n'uma sessao. entretanto, nao
he poaaivel que seacabem todos os trabaitios que hi a
fazer nat poucas sessOes que restain ; porque nao s
ainda falta a discusso, na cmara dos deputado;, de lo-
dos os projeclos qTie forinam o or. inieuto de recita ;
mas tanto uns como outros leein de ser discutidos na
cmara dos parea. He por isso que, segundo a opiuiao
de alguns, as cortea serio prnrogadas por mais 15 dias
um projecto de lei para catabel.cer nina linha de com- le.nu em que proporcao. Kntretaulo euteude qne, antes
uiunlcatao por banoa de vapor entre I .ba, a ilha de ludo. 1 innpre .1-tlnlr Ho, e ilepot-. varnin
do Acore, atadalra e i.abo-Verde. A amproaa dii ler em ve rasao aurncivule
lonsiguar iiunla para aninili-
safio de una divida, de modn que liquem pago dous
ou Ires credore que M sulijiilarnn 10 abite, e OOOSCI -
vem-se por pagar aquelles que uaniiodiiu soiln-r teme
Ihanle prejin/.o.
Mensa que a divida deque M nata, lora 101.trahiila,
para ser paga 111 nulo houvesse possibilidade. c '|". 10
aeiio de 111
ler em
vistas'estenrtrr a sua navegaran al ao Para, e ealabele-
eer assim urna rpida cominunicacao entre os dous be-
mispherios. |)iiflda-se, couitiido, que a empreza v.i
Avante porque nesta desgracada Ierra ludo a que be de
vanlagem. ou nao vegeta, ou c ehega a vegetar dura
pouco.
No ultimo paquete chegou Mr. Malleville, ^secretario
da lc|
rinquanl
liieMr. Nivier, que desempeha este lugar, ae retira
chamadu pelo seu governo: porque, segundo se diz, fd- domine que talve onnvenha Ciimnrir a dtii nao lo
ramdaqui informacoea dos progressialaa, dizeudo que inada pela atKlullla em otin.t oecatlAo, Isla li -, divido
jllr. Mvter uo convinha, por ser muito paileltiro. Km j propoicioualmenle pui -todos ,s < aedoiesa qu nili mn
vista disto, o seu successor, que parece estar j.i nomea- I caila no irtigo.
do e de partida, deve er um enaltada republicano. Ve-1 ..... ,.
remo o que fu. Provavelmcnle seguir' o exe.nplo do | > ......' '.ir.i.aai.siazer ao noli, o deputado di-
're que a verba de unte ionios de rcl|, consignada n->
cousignar-i iiiuquanlilalivopara indeuuhsa
W&tleV~a uanlo eucarregado dos negocios da repblica por- eeaa poasIMIrdade, e que por onsegtnnle ittrrsenla-si
o caso de ttlIafaienA condlcajo de contr.lt
1 o.-1
lu 1
seu collega cm Madrid Mr. I.esscpsque, declarando que.
rer uianter as relaees mais. amigavei com ogoverno
hespauhol, comeeou por exigr-llie alguns centenares de
un Un 11 i, peladcspe/.a que fez o exereilo do duque de
ugoulcnie em 1 v! ,. isto t 111 posto em grandes emlia-
rar.os ogoverno de Madrid, a ponto do ministro da fa-
zenda, o Sr. Bertrn de Lis. ter pedido a sua deinUtlo.
A proposito das cousas de Despalilla tenho a coinmuni-
car-llie que o negocio de M. Ilulwer se complica. Mi-
de Istia 11/, ministro de llespanha em Londres, loi man-
dado Muir daquella capital, em consequeneia da eorres-
pondeucia entabi.lada entre este diploinala e lord l'al-
uieisloii, sobre o dito assumptn. Tae foram as declara-
eoet que no parlamento fe, lord John Russell, qiiaudu
interpellailo por.Mr. ilankes, sobre asaltla do Sr. Islu
ti/. \ eremos agora como fallam os jornars uiinislcriaes
licspanliiii-s, que tainas bravatas leem cscripln relativa-
mente a esle negocio.
Os excessos commetlidos pela tropa anda apparcccm
de qundo em quando. Anle-honleiu noite houve nina
disputa entre um individuo que dizem ser lilho natural
do padre Marcos, e que pertence ao partido progrestls-
ta, com um ofHcial da guarda municipal resultando
dar este algiimas cutiladas naquelle, das quaes parece
achar-se eravcmenle ferido.
M. S. Sei agora que entre os pronunciados conjunc-
tamente com os presos que se acliam no I.iinoeiro, ligu-
ram o conde de HnmHiin e o conde das Antas. A este ao-
cusam-uo de ter empenhadn ou vendido lima coinmcn-
da por 200/000, para coajuvar a revolta. Esta aecusacao
be irrisoria, porque o conde das Antas easou com urna
inulher muito rica, e nao est em estado de empenliar
coiijuiendas para obter 200^1)00.
Como os presos erara visitados por minia gente, o go-
verno 1I1I1 110111..11 que toda. as pessoas que os losseill
visitar delxassem osen nonie, empiego e morada na ca-
sa dos assentos na cadeia, talvez com o intuito de ver se
assim atemo'isava os visitantes ; porm, como mi (i-
rasse d'ahi fi ucto algum, deu ordem para se cxectilar o
regulameuto de 1816, que he mais restricto, e nao per-
muta as visitas seno a certas horas, com o pretexto de
que no Lituoeiro se davam jamares patriticos, c se
eouspirava contra o governo !.' ludo isto sao miserias
que redundan! seniprc contra quem as ptatca
PERNAMBUC
ASS\iBLI\ PROVINCIAL.
t> SESSO ORDINARIA, EM 12 DE AGOSTO
DE 18<8.
PHB8I0RNCIA DO Sil. wi.il'.ni A/nviil)0.
SiuhiImu. Acia. K^ptilienle. Apprmncio do artigo
I." do Ululo2." do nr/'/iiimiln provincial, em
sigunda ditcutitw, com alijumat tmendai.
Sabitiluifio do artigo^." por oulro oflerecida
pela Sr. Mavignier. Adapco dos arliyos '.i.",
4.", 5.", 0.", 7.', K.", 0., 10 e II, liemrnmo
de t-ar/ia emenda.
\s II e niela horas da manhaa, l'az-sc a chamada e ve-
rifica-se estarem presentes 20 Srs. deputado.
O St. Pretidenle declara abena a sessao.
O Sr. 2." Serrelar le a acta da sessao antecedente que
he approvada.
USr. I." Secretario passa a ler o
KXPEDIENTE.
He approvado um parecer da coimnissan de cuntas e
01 .mi.- mus das cmaras muuicipaes, validando as con las
da recelta e deapeza da cmara municipal da cidade de
Oliudn, e inandando que se lembre a essa cmara que
active o seu procurador na arrecadacao das dividas e
deludo o mais que faz parte das rendas da municipi-
lidade.
He lido e adiado, por haver pedido a palavra o Sr.Olin-
ila amp Un, uiivparecer da cominiaaao de legialacao,
devolvendo cnmmisaao deestatislica as pecas que Ihe
foram apiesentadaa, relativas nina representaeo da
cmara municipal da villa de Noaaa-Senhora-dn-(P.
iiHDK.M DO DIA.
t.'onliiuiaco da segunda diteusao donrcamenlo pro-
vincial.
tntia em (lis iiss.io o artigo I." do titulo 2." dai deape-
zas extraordinarias, no qual se auloris.i o governo a des-
pender 20;( 00/000 de ris com os juros e auiorlisariin da
divida fundada em vrlude da lei n, HA, de 8 de malo
de 1143, cujoa credorea pediraui o pagamento com o aba-
ou um inet i outros querem que se conceder um voto I ,e de |R r cento,
de confia nca ao governo, e se encerrarao as corles a i _;.'-. *
de iulbo prximo porque parece que o ministro, da fa- J O aV. Joie Pedro iguoro a pupuiuu. ia do crdito da-
xeoda tcui em vitus fazer um euipresiinin, e quer-tc I quedes que pedlram pagamento iam nabaU! del,' por
ver II v re de todos os obstculos. cenlo: tamben, nao sabe sea cuiumisso outigiuui um
Approvou-te ltimamente, na cmara dos depuuuias,! quamiuiiv.) oara lodos alies, ae para urna parte loui.u-
projeeto, deve-SC entender para pagamento dos ju.Os.
cuja importancia pelo ultimo orramenlo uin.iia a r. n
4:o48s',.l80, e para o pag.enlo de paite da divid con-
tribua era ennaeojucnrla da lei i:. 115 d 8 de malo de
1843.
Sr. preside..le, em p. imeini lugar eu mostr.nvi orno
ful fondada esta divida: ogoverno nao se couipiomei-
i.ii a dar esle dinheiro i apenas prouietleu pagar o Juro
de sois por cento, al que pode.- s.uisla/er o capital
em virtu.li- da citada le mas, nao convindo t|i.e eonti-
iiuasse mi) sistema de que proven escandaloso abuso,
outra lei n. ISii.de :\ de il.-zcmhro de lSKi.iwogou aquel-
la, mandando ainorllsar a divida existente, pouco a pon
co, de acerdo com as torcas dos cofre, e setal preterir
outras despeas :ie< cssarias ; portantn, a COUlUflssaO as-
senluu que devia designar tuna quantia para amnrtisa-
eo dcsta divida, enmecando por aquelles credorea que
effercceatein um rebate rasoavcl em beneficio dos co-
fres provinciaes : nesta caso nao era possivel que se es-
tendesse a todos os .-redores esta medida, porque se tor-
nara Ilusoria com semelliante dividendo, pois a divi-
da monta j a noventa c tantos e a reconhecida a mais
de setenta. A obrigacao conlrahida foi o pagamento do
juro.e para isto a commissao marrn nina quola, e ao
incsino lempo, ampliando a verba, estaluio que se a-
nioi us .si- nina parte dessa divida, coineeando pelos
credores que j tinhaui nll'erecido um abate de lo por
Cento nos sciis'creditos. l.is-ahi, pois, o pensaniento da
Coiumisate; a casa porm, resolver como for de Justina.
O Sr. Laurenlino : Sr. presidente, eu me record que
aqu apparccciaui lequerimento de varios credores do
estado, olferecendn I por cento de abate na sitas divi-
das, com tanto que se Ihcs pagasse de proiupto o resto ,
disciitlin-se a materia, e aual esta casa decidio-sc em
aceitar a ollera a beneficio do thesouro : mas vejo que
o artigo em discusso nao precnche. rio satisfaz essa
decisao, e pela discusso conheco que trata-sc nnica-
mente de amortisar parte daqucllcs debito? contra tima
decisao lomada por um acto legislativo : como he que
com 20 eontos se lian de pagar o. dbitos que ae inanda-
ram pagar por aquella lei eos juros vencidos? F. a nao
mandar-SC pagar, Sr. presidente, aonde est a f que
deve haver entre o credor que oll'erccc um abate e a as-
sembla que aceita o otlerrcimcnlo debarxn daquella
condco.' Nao v a casa, Senhores, que, ofterecendo os
credores um abate, e mandaiido-se-lhes agora dar um
quanlitativo soiiicntc para amortisaco.da sua divida, el-
le. ficam de muito peior comlico, aceitando-SC o abate
e nao se Ibes pagando o resto .' f. que a nao ser a cond-
co de se Ihcs pagar, clles nao farain tal oUereeineiito.'
Como, pois, fazer sio, Senhores?
Sr. presidente, ou a assemblo aceitn ou nao aceitn
o oHcrcrhnento de que se trata : se accitou, he preciso
satisfazer a condicoe; he preciso respeitare fazer res-
peitar as snas decisors; e oeste caso pagar-sc o total
da divida de um dos ou mais credores at onde
chegar o qnantitatiVQ de que se posa dispor para isto ;
para o anuo fai-se o meaino a respelo de outros, e assim
siiccessvanicnte : e se lulo aceitn, enlo nao ha mais
do que divldir-se por todos o pouco que ha ; e ueste ca-
so licar nnllilic.ado o contrato que se acaba de fazer com
essea credores : o que de certa nao julgo muito airoso
casa: porm ao ineins nao apparece m f, qual seria
aceltar-se a ollera do abate condicinnalmcntc, c faltar-
se a condicao. Moranlo, ereio que a asscinbla nada
tem por oran fazer alai respeilo seno sustentar o que
j decidi se nao ha dinheiro para satisfazer a 10 ero
dore* satisfaca.se a cinco, com tanto que seja nos ter-
mos convencionados c por islo voto contra o artigo.
O .Sr. /i.n.i.i, Sr. presidente, inujtoaproveilaiu na
i cali.1.ni.' as discusscs nesta casa : eu nao linha presta-
do altenco alguina a c^te artigo mas, pela discusiao,
reconheci que elle era de umma importancia. Os no-
bres deputados que me precederam, j disseram bas-
tante a respailo dos inconvenientes que appareeerao
acerca da verba apresentada pelo projecto para paga-
mento destea credorea ; o realmente, Sr. pretidenle, eu
nao posso dcixar de observar e ver os embaraces em
que se ha de achar a thetoiirarla a respeilo desees pa-
camentos porque ocaso he esle: mandando nos pa-
gar a dous un tres credores destes, com o abate de I
por eento, o resultado ser qile lodos queiero receber,
ainda com esseabate; c pergunlo eu, a quola marcada
de 20 eolitos chegar para pagar aos qne rrquerercm
com o abate, e paraaamortisaco dos juros dos que nao
requeierem.' Nao; porque eu pelo balan;.), vejo que os
juros dessa divida, j fundados, ao de 4 donlos c tanlo,
o que equivale a un capital de mais dc80conto; se-
guese que os30 cont nao cli.ig.nn : mas, pagando-sr
a um, estamos na rigorosa obrigacao de mandar pagar
a todo que o pedirem com as mesinaa eendices, isto
he, com o abale de 15 por cento: portanto, nao chega a
quola, mu he poaaivel pagar a uns, em ae constituir a
.as. na obrigacao de pagar aoanutroa,- logo a casa deve
couhecer os enibaracos que dahi podero provlr, ere*
Solver como mii eonvenienle {r. Entretanto votare.
por alguma emenda que apparecer remediando^ esle
Inconveniciile, ou contra o artigo, no cato de nao ha-
ver emenda.
\ ao meta, e sao apoiadaa a segulntes emendas :
.< Coui us juina da divida fundada seuuodo a lei o. 11.',
de 8 de malo de 1843, e a amortisaefio da meaina, na for-
ma da lei n, 30,,de 30 de julho do crreme anno, ris
2ll:iHHI/IMMI. -- lanallm ,
a Depois das palavras <> l.'i pm :, accreaceiitc-ae -na
forma da aiiluriaaro da I I n. 30U, d> 20 de julho de l848,
1:1100/ rs.s -8, R ri6arlino..

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


r=
I mu o< juro, no.auno flnancriro corrente. dr toda
Alvidl lund.i.-ta, > .iinoriisac.io proporcin il do que io
di vr i rulo i> ib id ilr l.'i por crnie, nao sondo obrigados elei
credorrs a rroehci a parle <|uc Ibes |wsss locar ursta dls-
ao, -Jil tHW# i> S. K. -- Jutr Pedro
Vo artigo 1-* depois do ol843. mhi das palavras
i njoa riiJ'ii'% pi-iliraiu diga r a rrspeito don credo-
res 'ni' pedlram: seguindo-sc o mas .pie rita no artigo
o augmi numlo-se o tiuaulitaiivo quuilo baste para in-
icuo pagamento dos ditos credores.Trie" Ji Loureiro.
(> Sr Jmr /'cilro ii.ni se talisfjj com as cxplcardrs da-
das por parle da oominiso; iosiste as suas duvidaa,
nii-nJi' de justira distribuir-so o quanlitativo |>or to-
do* m credores que olfereeeram abate.
ahhIj rcllcxioiiam .cerca da materia osSr*. I.aurru-
linn e Tuso de Loureiro.
Encerrada a discussao, he o ai ligo approvado, com
, menda do Sr. Tibui hu, fu- ni lo prejudieadas as dos
sis I. iiirciiliuo e Trigo de l.oureiro, e rrjeilada a do Sr.
Josi Pedro.
I mu iiii discussao oaitign segundo que aulorisa o
presidente a despender 4:800< rs. rom 70 lampeos com
reverbero de laio; designada 20 desses lampeos pa-
ra i cidade de Goianna, 16 para a da Victoria, e 34 pa
ra esta do Recite; c declara que desle ltimos, uns
srjaitl enllocado' at a ponlc da Magdalena, ora segui-
ineiiln dos que rxistrm, outroi ate a puvo.ii,o Jo Man-
Cilinho, observada a inesma coudicao ; qualro no areial
de Fora-de-Portas, e o resto cin distancias lars, que a
illiiininaco desta cidade fique mais regular. Km con-
clusSo, estatu n artigo que a referida illuminarao soja
arrematada por fregu!", logo que se lindar o contra-
to, ora existente.
Vio i mesa e sao apolada as seguimos emendas
i> Itrpnis das palavras r'ori-de-l'nrtn diga-sc o o
reato se eollnque oiu seguimonto dos que oxisteiu ua es-
nula nova de Olinda, deveudo, ele.- O mais cniuo no ai
ligo. -- Jote Pedro.
.No artigo segualo, om vei de uTO- diga-sc 02 :
a saber : 22 para a cidade do Ulinda Srgjndo-M dr-
jiois o que e-l no artigo e angmcntando-se o quantita-
ti\o. Trigo lie Loureiro.
i f.'oin 1(K) lampones com reverberos do lalo, a sabor:
2ii para I ridade de Goianna, 20 para a da Victoria, o os
muros para a cidade do Reelfe, devendo sor collocados
neis ah aponte da Magdalena cm secuinenln do* qn*
.i OXlll....., utios at a puvoacan do Manguinho, 10 pa-
ra <> areial de Kura-dc-Porlas, oulros para as novas ras
que linda au os tooin, eos restantes para seren distri-
buidos pelas mas mal aliimiadas, sendo do tal mudo dia-
posto*, que a illuininaco desta capital fique mais regu-
lar: deveudo a illuiiiinacao de toda a cidade ser feia por
ai remataran, e esta por Ircguezias, lugo que se lindar a
que existe. Ncsle scntidoauguionie.se n quunlitativo.
s lt. -- .Win'i'yiiicr.
Suppi nii.i-se o artigo segundo. llego Dantas.
O Sr. Joro Pedro sustenta a sua emenda, aprosenlando
diversas rasos que demnstralo a conveniencia dola.
O Sr. .Warianrr laniliom sustenta sua emenda substi-
tutiva, notando que ella prov a urna necossidade, visto
que a illiiiuinaro deve augmentar medida que fr
crescendo a editicaco.
O Sr. Trigo le l.oureiro nota que a cidade de Olinda
i un 1)<-iii cartee de lampeos, porque lem tanta nu mnis
populaco do que as domis, o mi id paga dcima dos
predios urbanos,senao tainbem o imposto que foi creado
para occorior-se as deipczas da lliiiuuiacao.
i) Sr, i'ii'i- manifesta-se contra o artigo c emendas,
cora o fundamento de que, nttentos os ltimos acontec*
meatos, OS cofres piovinciacs no comportan! despeas
que no sejatn de absoluta necesslaade, o porque estas
do que se trata se nao aeliam na circumstamia figura-
da, visto como a illuminaco pode Continuar esto auno
como estove nos anteriores.
Kst disposto a votar contra todas as verbas que te niin
loslinarem a despeas absolutamente indispensaveis,
ou que tiverem por fin manter aquellas qno sao de lu-
xo ; cm cujo caso considera essa que combato.
Ka/, diversas cousidcraciV's geraes sobre o que emen-
de por despcia de luxo. quer cm relaefio sociedade,
qin r mu relami ao lioinoni om paitieular c observa
que i maior das necossidades publicas consiste, sem du-
vida, as estradas, porque sem ollas a agricultura nao
piuie prosperar, nein o oslado augmentar sous rditos,
visio como estes crcsccm medida que aquella toma
incremento.
.Nota que n illuniinacn as cidades do centro lie uin
luxo : porque, sendo milito diminuto o numero dos
lamproes que se marcain para crias, nao se eonsegue o
lm que se lem om vista, an paitn que se fai nina despe-
ra, cuja somilia, reunida que se eonsignoii para s es-
tradas, pode aproveitar niuito mais ao publico. Con-
cille volando pela suppressao do artigo, na forma pro-
posta om sua emenda.
O Sr. Jos Pedro combate as ideias do precedente ora-
dor ; mostra que a despo/a coin a lluminaco nao he de
luxo, e niin de necossidade, o termina por sustentar a
emenda que mandara mesa.
Encerrada a discussao, he o artigo substitutivo do Sr
.Mavignier npprovado, bciu como a emenda do Sr. Jos
Pedio, o a parle da do Sr. Trigo de l.oureiro que consig-
nara 22 Iampedes para a cidade ilc Ulinda ; sendo rejri-
lada a do Sr. Dantas, e prejudicado o artigo do projecto.
Entra ein discussao o artigo terceiro que manda des-
pender 16:000/ de rs. com os reparos das capellas mu-
res das maulies. Inclusive 2:000* de rs. para a de Una ;
2;00n'000 de rs. para a de Guianna; 1:000/ rs. para a de
>aii-_ouronf.o de l'ijucupapo; 2:000/ de is. para a de
Caiuai,eo:000ide rs. para a de -lan-Jus desta cidadde.
Vao mesa e sao a poiadas as seguintes emendas:
Com ns reparos das capellas mores das nialii/.os,
sendo 1:000/de rs. para a de I na. 1 000/ de rs para a de
t,..i mu i, l:iiiiii* de rs. paia a de Carliar. 1:000/de rs.
para a deSau-Lourenco de Til u cu papo, l:f>00/rs. para a
de San-Jos nesta cidade, 0:000/000 de ris. llego
Danloi.n
ii Depois das palavras de San-Jos desta cidade
diga-se .. e OO/000 ris para a do llrejo. Jote Pedro. >
a Depois das palavras San-Jos desta cidade diga
ae e para a reeililicacioda malril do Po-d'Allio 1:000/
de ris. Augmente-sc a quola eempetente. Padre
Vicente.
Ao artigo 3. Depois das palavras nesta cidade
aecrescente-se i 1:000/000 de ris para a da Varara.
E ueste sentido arcrescenle-se o quautitativo. Car*
valho. "
u Coin n reparo da i apella de Nssa Seuhora da i'oa-
Viagem, 500/000 ris. t'trreira Hornee. Cordeim.
a Com a capella-inr da fregueiia de Kossa-Sriilio-
ra-da-Cloria-do-Goiti 1.000/000 de ris. Teixeira de
Horlm. m
Coin a concluso da obra da matriz de San-Pedro-
Wartyr de Olinda 2:000/(KK) de ri. S. R. *ouxa
Handeira.
Fallam os Srs. Mavignirr, tiorba e Dantas.
der 1:386*1300 rii com a inetade do que se deve i tui
deJesRamosdeOli*eira. pelo caes e rampa que Hiera
consiruir; o terceiro, Hnalinrnle, decretando i8:0M|fU00
de ris para acoulinuacao da obra do theatro publico.
Entra nu discussao o artigo ?. que autorsa d dii-
pendio de In.OOOJUOO de ris com al ostra las de norte
e sul. '
He lida a seguinte emenda :
Ero lugar de 10.000*000 de ris diga-sea0000#000
Fermr (mhi >
Apoiada, entra era discussao.
O Sr. Osafat fu algunm eonsideraedes acerca deite
artigo, e declara rrsrrvar-sr para eoiubat-lo natrreei-
ii discussao, por isso que enfeude ser man convenien-
te o emprego drsta soiniua na construccio das estradas
do centro.
lulgada a materia discutida, be o artigo approvado,
tendo lido retirada a emenda do Sr. Kerrrira l'.oniet, a
pedido do seu autor
Entra em discussao o artigo 8.? que aulorisa o dispen-
dio de 20.iHK*X)00 de ris com as plantas, orraiuenlo,
principio dr coustruccao das s-adetas das comarcas do
Kto-Furiiioso, Roa-Vista, Naiarrth, Po-d'Alho e Cf
rnaru.
lie approvado. em que algurm rcllrxionr acerca
del le.
Pasaa-sc odiicaUr oartlgoO.* que antoras odtapen-
dio dr .'i -OOO/rOOO dr ris com a rrrdificario e concert
dos predios, do patrimonio do-esi.i lelo, unen ios dr ra-
ridade.
He approvado depois de .ligninas rrflexdes doSr, Joa
Pedro, bateado sido rejeitada t seguinte emenda
. Km lugar de ft:000 Joti Pedro.
He approvado sem discussao o artigo 10 que manda
despender S 1W0O00 de ris eom a obra do grande hos-
pital do cuidado, denominado Pedro II.
de metal douradn ; a Ioi<
imagens, 1 calla e pratiaa
Marques de Costa Soarea.
jOmeias pipas vinagre, 10 barril axrlte, ftflcanastras
batatas, 200 molhos de ceblas ; a Lcupuldo Jos da
Costa Araujo.
i barris. 6caitas c I fardo drogas; a VUva Cupna.
2 canas e I barril drogas; a Jos Mara Goocalvea
Ramos.
10 pipas viuho Iluto ; a Francisco Sevenanno Ra-
bello.
I raixote doce em calda ; a Antonio Pires Ferreira.
15 barris vinho bronco; a Mauorl Joaquim de Krri-
ffestaarorta, patacho portugus., rindo de Lisboa, en-
trado no correte mea, consignado aFlrmlno Jos re-
lia da Rota, inanlfestouo seguinte :
11 pipas c 30 barris vinho tinto, Uarria a 9 pinas di-
to branco. 20 pipas vinagre, saceos ilpitta. 1,000 mo-
lhos de ceblas ; a Kirmino Jos Flix da Roa.
1 sacco patacas brasileiras a Jos Francisco da
Silva.
8 barris aseite doce ; a Joa de Olireira F aneen.
45barris vinho branco. 10 barricas familia de trigo.
4 pipas viuho tinto, 30 barris semeas, a Thomaa de A-
quiuo Fonieca.
50 pipas vinho unto : aOliveita Irma > O.
1 caixa llvros iinpressos; Angelo Francisco tai-
iciro. .
1 caixote 1 prensa de madeira para estampar, i alto
diversos objectos a Jos Antonio Hastos.
2 caixotes 2 imagens, 2 ditos 2 mangas de vidro; a
Antonio Joi Frrnandes.
80 barris cal a Almcida li Fonieca.
I caixa livrosr folhrtos improssos ; aFrauciicoSere-
riano Rabrllo k F.
4 barris r 2 caixas drogas : a V. II. C
50 barris cal ; a Domingos los da Costa tiuimaraea.
4 barris c 2 caixas drogas ; a \ iuva Ciinna.
30 barris toucinho; a Manool Ignacio de Oliveira.
3 barris e I lardo drogas; a Antonio Pedro das .Noves
? latasqueijos: aJacintho Antonio AlFbnso.
I barril c I caixa drogas; a Mi noel Elias de Moma.
2o barris de cal ; a Antonio Ignacio do Reg Me-
a classe de peisoa; utlllsam no estado actual da socio.
dado, podendo-sc mesmo dlxer indispensarel.
0 autor desta obra.eicrevendo-a nos II ns do anno p(.
sado, parece que aJiviubou os acontecimentoa do pre-
sente, e com uin espirito quasl prophetico descreve o
maln que ae Ihe deven legulr. demonstrando que o ir- a
culcadn progresso val para o regresso. f
Vende-sc uapraca da Independencia, llvraria, n. 6 e 8.
a 2/000 ra. cada rxeinplar encaJernado. ea 1/600 ri.
ein brochura.
Avisos maritimos.
,./
CONSULADO GfiBla.
REND MENT DO DA 17.
lu-rai.......
Diversas provincias .
2:42CJW
2:T98#4t(i
Entra om discussao o artigo II que aulorisa o governodoiros ,i_i. i
a de pender i:(X/M de r"s con! o principio da ponte 1 caixa'drogas I fardo peneiras de seda singelas. 3
do Jap.imim. e abertura do rio Goianna. Vao mesa c sao apoiadas as seguintes rmrndas :
h Com a ponte do rio (ioil, no eogrnlio San-Jotio,
600/000ris. Canalho
Com a ponte sobre a cambda do Salga linho, na rs-
irnitonwva d.-.u cidade para a de Olinda, 5-nht/00ude
fpij. ,4it Frrrtir*. Sama iandeiro. Trig de l.ou-
reiro.
Com aponte de (ioil rMA/IWO ris. O/i'ada C'aw-
prHo.
Depois das palavras s rio Goianna s accresconte-se
n o com a edlflcacSo da ponte do rio Guita, no eugenlio
San-Julio, LOOO.iHlii de ris, .'1.000*000 do ris. Pa-
dre rcenle.
. Com o aterro cm frente do alagado que se acha
desienado para o passeio publico, aliui de unir a ra da
Aurora ao bairro de Santo-Amaro, 5:000*000 de ris.
S. R. Teixeira.
O Sr. Danta contina a oppor-sr a esta desposa, pelas
mesmas rasos que o levaram a pronunclar-ae contra o
augmento da illuiulnaoiio, c contra os reparos
O orador
das ca
insiste nas suai
pellas-moros das matriios.
obaervacOea acerca das despe/as de luxo.
Os Srs. Jos Pedro e Cunha Marhado conibateni as opi-
nioes do precedente orador.
Encerrada a discussao, be o artigo approvado eom as
emendas dos Sr. Teixeira o Olinda, fieaudo as domis
prejudieadas.
U a hora
O Sr. PrtiidMW designa a orden do dia e levanta a
tessao.
Pitilla llg P8BNAI8l)C.
HKCIFC, 17 DE AGOSTO DI 1848.
Os leitores devem recordar-se de li.ivcrinos ni, ein o
n, 1*8, aecusado a falta de una caria de nosso corral*
pnndente em Lisboa, relativa a prisiio do certos indivi-
duos, por motivos meramente polticos. Pois beiu ; mis
recbenlos essa carta pelo patacho ftrslaurnfilo.'elie a
propria que tica exarada sb a rubrica Eilerior.
CONSULADO PROVINCIAL.
RENDIMENTO DO DA 17..........1:071/008
>fovIment do Porto
.Vai'ni tokidot no dia 17.
Pai ; brigue francs Braujtu, capit.o l-.vers, em lastro.
Falmouth escuna inglexa "Jeraader-Coeliraiie, capitao
John Waldron, carga assucar.
Genova polaca italiana Malhildt, capitao K. Gasiola
carga assucar' e ennros.
aBaajajBtaa|BipjjnpjHBjsj0BM^
l'ara Lisboa sahe com a maior brrvldade a barr.
portuguesa Tejo, capitn Silverlo Manoel dos Res : pira
carga e passagriros, para o que tem os mais anlidos
coiiunodos a tratar com o capitu ou com os consig-
natarios, Oliveira Innios b C.
Para o Rlo-de-Janriro srgue com a poesWcl brevl-
dado o briguo-rscuna nacional. Olinda, por ler parte de
sen earregamento engajada : pura o restante, escravos a
frete e passagriros, a quem oilrrrcc cxcellcntes coin-
modos, trata-se com Machado k Pinhrlro, na ra da
c.id, i.i, n.37, ou rom o capitao Manoel, Marciano Fer-
reira.
O hlale .V.ii'ii-fiiiHtiii seguir para o Aracaty no dia
20 do corrente, por oslar proinplo de carga, podendo
apenas receber .-ligninas iuiiido7.as e barricas de inolha-
dos : a tratar com o mcslre do inesinn. Amonio Jos
Vianna ou na ra da Oadrla-Velha, n. l7, segundo
andar.
Para o Ararat* pretende seguir viagein, coin bre-
vidade o hiato nacional Tintador. mostr Jos Joaquim
linarte: para carga e passagciroi trata-se na ra di
Cruz, n. 26, coin Luir. Jos dr S Araujo ou coin o inei-
tre, no trapiche Novo.
. Pora o Cear lahe. nestrs das, por ler trea partes
dr seu earregamento a bordo a sumaca Ftor-do-Angt-
lim mostr liornardo do Sou/.a : para o restante da car-
a e pnssageiros, trata-se com o mesmo inestre ou cora
ni/. Jos de Si Araujo na ra da Crin, n. 26.
Para a nahia sahe coin multa brevldade o novo da-
te fi-in/iifio : quem nelle quisrr earrogar ou ir dr pas-
sagein, dirija-se a loja de ferragens da ra da Cadrla
du Recite, junto ao arco da Concelco.
Para o Rio-de-Janeiro segur, com brrvldade, as-
sitn que Andar a sua descarga, por ler parte da carga
proinpta o brigue braslleiro iliaereo forrado e pre-
gado de cobre : quem no mesmo quixer carregar, ou Ir
de paisagem dirija-so ao seu consignatario Manoel
Ignacio Je Oliveira na ra da i adela, n. 40, ou ao ca-
piiu Lu/. Martina da i -o-oi & bordo.
Para a Uahla aahe, at o da 23 do corrente, a ve->^|
Irira escuna G'a/anK-Jfuria forrada e pregada de cobre :/y
para o resto da carga e pastagelros : para o qur tcm ex-
rellrntes commodoi, a tratar com Silva ai Grillo, na ra
da Moda, n. II, ou como capitao, Jos Mendo deSousa.
Para Lisboa partir, no corrente me/, de agosto, o
bem coiilieculo brigue portuguei Tarajo-Primeiro, de
que hr capitao Manoel de Oliveira r'anecu. Tcui gran-
de parte de leu earregamento engajado : para o rel-
iante de leu earregamento, aislui como para passa-
griros, a quem oRcrece asseiados cninmodos e boni
tratamento, trata-se com o dito capitao na praca, ou
com o consignatario, Finnino Jos Flix da Rosa, na ra
do Trapiche, n. 44]
'""""n""""1
HeclaraQoes.

Avisos diversos.
0f.CIO.
A casa julga a materia discutida; approva o artigo
com a-1 Hienda.- dos Srs. Jos Pedro, Padre Vicente r
ftorba, e rrjrila as domis, coin rxcluso da do Sr fin
renliuo que cou adiada, por empate na votaran.
Ein seguida, entrara ein discussao c sao approvados
osarligos 4.a, 5.* e6.*; o primeiro, atilintando ades-
Pza de L60O/00O ris com a concesso felU a Jos Pe-
dro Volloto da Silveira. ex-arremalante dot lquidos et-
pirituosot, o seguudo, autorisando o goveruo a despeo-
ALFANDEGA.
RRNDIMRNTO DO DA 17..........
Ueicarregiim lioje, 18 rl agoilo.
Patacho flrifiarafio ineroadorlai,
llarca \mnrre farinha e bolachinha.
Siiii-/ Sultana inercadorlas.
10:7011/8:0
Hiato
Brigue
IMPOIiTACAO'.
Tejo, barca portiigurza, vinda de Lisboa, entrada no
corrente mes, consignada a Oliveira Irmris Si C, tna-
nifostou o seguinte:
"4 pipas o 100 barris vinho tinto ; a Thoniaz de Aqu-
no Fonieca.
1 caixa livrns improssos; a Juan'lavaros ('ordeiro.
1 i ai vote linos impressos; a Manuel de laidas llar-
rolo.
-.! i.Mvnie-. e 5 barricas drogas ; a Pimenta k Cruz.
7 pipas vinho, 4 molas ditas vinagro, 10 barris azeite,
5 caixas toucinho, Id barril dito ; a Joan da Crui N-
nos.
1 caixote diversos objectos ; a Fernando Francisco
Tuqiiel
llpacotos pendras do aratnc, 14 canastras batatas, 4
bar leas alpisfa ; a Jos Antonio < arplntriro.
I calilo sarja preta ; a Jos AD'uiiso Morrlra.
1 barril raioi ; a Jote Mara.
I pacnlr impresaos ; a Miguel Jos Alve.
1 barrica com 1 garrnffio de espirito salamonfaco ; a
Miguel Joaquim da Costa.
2 barricas e 2 caixotes drogas, a Sebastlio Jos de
Oliveira Macedo
I caixa I chapeo para padre, l borla t b pares de meiat
de seda ; a Domingos Germano Alfonso Rrgurlra.
60 barris e .1 pipas vinho branco, 100 pipa* o 100 bar-
ris dito tinto, 4J pipas e 24 mcias ditas vinagre, 4 cal-
sotes 2 pas de podras r seus pertenec, I dito diversos
objectos, 0 bsrrls cal em pedra ; a Oliveira Innios
&f).
I caixa chocolate ; a Jos Goncalvrs da Fontr.
1 barril prrsuntos r palos ; ordrm.
5 eaixot.es mi mulada, 35 pipas o 25 barris vinho Un-
to, 50 barris vinho branco, 10 molas pipas vinagre, 24
barril a/.oile, 24 dlloi chorlca, 10 molas calas e 3 di-
n loVinhn, l.'iTc.iiriiiVa'i btalas,50"tlaficaicevada,
1,600 molhos de ceblas, 25 ancorlas e I barrica cal, 2
caliles doce ein calda ; a ilverio Manool dos Res.
10 caixotoi podras de cantara ; a Nicolao Arbc?
2 ta i niel 1 presepio e mais objectos, I dito 3 painel* de
O arsenal de guerra compra duas arrobas de oleo
dr l i o liara 2IKI v.ismiu ras de timb coin cabos, e 6 di-
tas de cavallarlca : quem ditos objectos quisrr forne-
err mandar sua proposta directora do mesmo anr-
nal, at o dia 18 do correntr. lrrctorla do mesmo ar-
senal de guerra de Pernambnco 14 de agosto de 1848.
O rscripturario ,
F. Serfico de AitiiCarvalko.
A administraran geral dos estabrieclmentos de ca-
ridade manda faxcr publico, que. nSo se tendo rfleltua-
do, hojr, a arrrmataco da renda das casas n. 2 da tra-
vesa de San-Pedro, e n. 63 cm Fra-de-Ponas, fra
transferida a mencionada arrematacio para o dia 21 du
cerrcnlc, no lugar c horas ja designados.
Admuiistraeau geral dos estabeiecimcntos decaridade,
14 de agosto dr 1848.
O escrlptiirario,
P A. Cavalcant* C'oMun'ro.
llrcveiiicitle se ho do omxar editars do concurso
s ft-egiieiias vagas desta dinersr.
Recite, 17 de agosto do 1848.
0 padre Franciiro Jote Tarara da dama,
Srorrlaro de S. E Pela siibdrlogacia de San-Jos l'ol aprehendido, na
nolte de l do corrente, na unto do Sr. Joo Gomes, um
eavallo quem fr seu dono dit-ja-so ao Inspector do
prlmrlroquarlelrao, Jos de Almcida Lima, que, dando
os slgnaes sera entregue.
THEATRO NAUOVtr
N
SAN~IR 4 N CISC O.
DOMINGO, 27 DO CORRENTE.
Uitlm henifiro do director tmpriurlo,
Itopiesenlar-so-ha a inulto brllhante o insigne peca tun-
gica chegada do Rlo-de-Janelrn
NlfJOBM VENCE O PODER DE AMOR,
a qual ser ornada de ricas r vistosas transformar c
que licrain cita linda t graciosa peca ler tantos applau-
sos na corto deslc Imperio.
Rematar o espectculo coin a linda I irr.i
A CASA CONSTITUCIONAL,
OU
(k farlidoi domeitifoe.
O beneficiado, desojando entregar o ihralro a seu pro-
l>i iei.ii io, lanca inao dntr ultimo recurso para resar-
cir os grandes prejuisos, filhos da poca, e apella para a
proicoco de um publico que por mal* de una vez ae
lem dignado prolrg-lo, o de quem sempre espera am-
paro r proteei -io.
Principiar chegada das autoridades, 9 horas cm
poni.
i'iiblicagrui Liltcraria.
Acalia de sahr doprelo
0 HITIITO ESPERTO.
IUMM
HISTOHICO, ANALYTICO, CRITICO, MORAL,
_*.*-. *nMn
UM MATTO i UM LIBERAL.
A lettura de sua* conferencias he interrssante a loda
1-iHn Placido da Mrssina, ao retirarse para Italia, nao
1 pode despodir-sc de todas as pessoa* que aqui o hon-
rav.iiu com sua ainizadr, pela rapidez de sua partida.
Elle, pois, ibes pede desculpa desta falla Involuntaria ;
otTercce-lhes seu diminuto prestlmo naqurlle pas ; e
declara Ihrs que, ein quanto all esllver, tora suas ve-
zes, no hospicio desta cidade, o Irmo fre Caetano da
Messina, qur, ha sote anuos, o tem ajudado no mesmo
hospicio, na qualidade de subprefrito.
Manoel Concalves Prrrlra Lima, n vr manante dn
casal de seu fallecido cunhado, Jos Goncalves Casco, e
sua mulher D. Maria do Espirito Santo, lax selente aos
credo res do me-i no casal, que se acha procedendo- a
inventario de seus bens lio cartorlo dos orphaos, na
comarca da cidade da Victoria, onde devem justificar
mas dividas para serrn attendldas
.Ose-redores do casal do fallecido Jos Goncalves
Casco, que aluda nao aprcientaram suas contas, najam
de o fazer quanto antes a Antonio Goncalves Percira,
nariiaNova.no terceiro andar, para o preciso cxaine.
Sociedade Fraternina.
0 l. secretario faz constar aos Srs. socloi que domin-
5o, 20 do corrente, ha sessao para te proceder oleican
os o ni pregados, lia forma do artigo 5. dos estatutos.
- Constando ao annunciante que algiiem lem dito
que a telhn e tljolo Ano vendidos por elle annunciante
para os reparos de quarteis militares teem -sido de bar-
ro ostra Indo em lugares de agoa salgada, julga dr sru
dover enn testar seiiu Ibante falsidade, oppcllaud para n
mesmo material por elle vendido', rque deve de exis-
tir nas mesmas obras para onde lora roquisltsdo c onde,
pode sci visto. Alm de qOe, ahi estilo todos os Srs. de
otarias, pessoas todas que pdem ser interrogadas ; el-
las que dlgam, ein obsequio vordade, se o annun-
cianle trabalha, ou irabalhou com barro de tgo^fi\,
gada, como se alRrinou. Em condiso, pede o an-'
nunclanie a quem qur que nao leva a bem que elle
venda para obras militares, que, qurrrndo continuar
por tal motivo a guerrea lo, gurrrcie-o, porcui, com
verdades nicamente; poli que, como se sabe, a men-
tira empre apparece com vergonha do mentiroso, co-
mo agora mrsmo se est vendo.
. ,-f iilmiio di Souza Itangtl.
Manoel de Souza Silva Serodlo, residente em Ria-
chao-dc-Panellas, tendo negociado nesta praca com va-
rios Srs., aquein suppde nada inals dever, pelo pre-
soni convida a quem sejulgar ser seu credor apr-
sente suas contal no prazo de 3 dial nas Clnco-
l'onias, n. 71, que serio pagas; fleando asslm desone-
rado |iara o futuro.
lm rapaz brasileiro, tendo bastante pratloa de cai-
xelro de ra c escripia, por isso que acaba de retlrar-sc
de una casa aoude estere 8 annos, e que a njo ser o
pouco solarlo que obtinha, no se retirarla, offerece-io
para o mesmo Um, certificando que, comquanio leolia
Intelra convlccfio de sua conduca ser regular, nao *'
evitar de dar por ella fiador : quem o pretender au-
nuncir para ser procurado.
-Joao Mauricio de Marros yVauderlcv, Sr. do engentio
Cindaliy, em Serlnhaem, lein tratado comprar a Joao
Jos Marques Araujo, inorodor na villa de Rlo-Foruio-
so, duas casas de sobrado sitas na inclua villa ein ter-
reno forelroa Sra. D. Francisca, e sendo que alguem e
Julgue com dlreilo s mesmas propriedade deve decla-
rar ao mesmo comprador ou a Manoel Goncalves Silva nesta praca, is o no prazo de 8 dias, contados do
prsenle auuunclo, fiudos osquars se passar a escrip;
tura sem attender-se a reclomacao algutna. Ileclfc '
de agosto de 1848.
Desappareceu
no da 15 do crreme, do poder do Sr. Lu* SiuicJ^
Prancez, um molequeque andava junto com elleven-
dendo obras de miro, cojo moleque cliama-so Joao, ne
crioulo, represrula ler ta 14 anuos tem urna marca
de uin talho na sobrancelha, he basUole ladino
perlence ao casal da fallecida D. Rita Roza de naced" .
o testamenteiro Manool Pereira Lamego pede as pos*,
toas que o apprehenderem levem na ra do Oueiioaupjj
o. 7, que lerao gratificadas. .
.. =oajiii|ui_Ferrelra Ae Jjaujq, Oulmaries ''"':" _
para fra da provincia, irran9n ein sua companDfa -*
millo Rodriguei da Silva Flguelredo. _.
Claudlna Maria da Puriflcacao embarca par "
Grande-do-Sul, a sua escrava crloula, de notRe Joan
i *
MUTIL/


--

FNBICW DE FERRO.
Na l'iibricn lo M. Callum & Companhia, cnge-
jhpiros machinisUs e fundidores o ferro, na ru
fn Brum, no llecife, contina ha> -un gratulo sor-
timontodo taixas para engenhos a jendasde can-
na de todos os tamaitos o dos modelos os mais
modernos e approvados. Na mesma fabrica conti-
nua m-se a construir de encommenda machinas de
vapor, rodas d'agoa, rodas dentadas e todos os mais
objectos de machinismo, com a perfeicfloj contie-
nda, por preco commodo.
M." Callum & Companhia descjam chamar a silen-
cio dos Srs. propietarios de engenhos as machinas
do vapor construidas na sua fabrita visto screm el-
las de um modelo muitu forte seguro e todas as
pecas perfei la mente adaptadas urnas as mitras, por
ineio de tornos automticos, machinas de aplninar
ferro,e oulros apparelhos modernos: alm disto, as
machinas do sua conslruccfto leem as vanlagcns so-
guintes: possuem una cisterna de ferro, onde a agoa
destinada para a caldeira se deposita por mcio de urna
bomba movida pela machina, o ondoso acha aquen-
tada pelo vapor superfluo antes de ser por meio da
segunda hombu de l inlroduzida na caldeira, afim
do nllo esfriar a agoa^ nclla existente, pola indroduc-
cilo d'agoa fria rcomo he de cosluinc em machinas
inforinre i e assim produr.tr grande ccononiia de
combuslivel. ....
Alm da supradita economa de combuslivel na
produccBoilo vapor, estas machinas possuem urna
modilicacSo nova das vlvulas por onde o vapor en-
tra e sabe do cylindrn, pola quala mesma quanti-
dade de vapor produr. maior ctl'eito do que nas tna-
i-hinasdo construceflu antiga augmentando assim
.de urna maneira, nflo pequea, a economa do com
buslivel necessaiio para mantel a machina em mo-
v ment.
As ditas machinas possuem lamboin um appare-
Iho peloqual a quantidado d'agoii inlroduzida na
caldeira se acha regulada' automticamente com a
mitior certeza pela machina mesma evitando dcs-
' maneira o grande perigo que existe nas machi-
nas, onde por causa da mcsquiiha economa dos
fabricantes o foruocimonto d'agoa para a caldeira
ha de sor regulado por mao de negro.
Kstes eselarecimentos silo respetosamente oirere-
cidos aos Srs. proprctarlos de engenhos, que anda
nereverim em O melbodo fraco, dispendioso e
msiilisfacloro de moer com animaos, afnn de sa-
tisfaze-los que, no emprego tiestas machinas, nilo
exisleo menor motivo para receio, nem de cxplo-
sfio, nem de quebra nem do demasiado consumo
de combuslivel ; e M. Callum 6 Companhia nilo
teom pequea satisfacHo em assegurar-llies que pe-
la pericia dos sous administradores o ofliciaes. pela
perfeicao dos seus instrumentse apparelhos e pe-
la abundancia e boa qualidade das suas materias
primas, seacbam habilitados para construireni ma-
chinas de vapor do todos os lmannos e para todos
os llns ; assim como toda especio de machinismo ,
com urna perfoieflo nilo inferioras obras das tnelho-
rei fabricas de Inglaterra e mal superior as g-|ner
mente importadas daquelle paiz.
Joaquim Antonio dos Santos Andradc, lestainentclro
do tinado Jos Perc.ra'feixeira previne que se ausen-
lou de sua casa, no da 13 do corrrnle pelas 10 horas,
o preto en.mo de nome Malinas escravo do casal do
mesmo fallecido ; e como hajaiu justas nuspcila de se
aihir eteecravo acoitado por alguein por laso o au-
uuiielaiite declara a qualquer pcsoa que o iciilia cm
cu poder baja de lb'q mandar entregar; pois que do
contrario, desde j pibtesia proceder contra qiieui di-
rcito tiver da maneira que as leis llic facultan!.
Em re-posta ao annuncio de Mr.
Pao de Provenca, inserido ueste Diario
u. 178 e 181, responde o curioso que |i*-
gue.
Francisco da Costa Porral relira-sc para fura da pro-
vincia.
Jos Mara Goncalvc Ramos fas publico que Her-
nardino Tcixeira, de Araujo da Silva Parral fui despe-
dido de scu caixeiro no da 13 do correle.
Lotera do Thealro
As rodas desla lolerin, andim impreti
ivelmenle nodh i5 do corrrnle mez, fo
consistorio da igreja da ConceicSo dos
Militares e os billietes que resta inco.n-
tinnam a estar venda nos lugaresj an-
uo unidos. Novamente roga o thesouret-
ro a quellas pessoas que teem apartado
billetes, que hajam de os ir ou mandar
receber.
-- Na ra d'Alegria, n. 11, preclsa-se alugar Orna es-
crava que estoja nas clrcmnatanclas de bem tazer o
servlco interno e externo de urna casa de familia-
= Desappareceu da ra do lUnfi.'l um cavallo cas-
lanhn retinto, gordo, com a coma e a cauda prcta e 11
IB* estrella na teaU; tem urna mo calcada, etem ani-
da urna muda por Inier : queni o adiar leve-o a iua ao
lionas, 11. lo, cae fr preso no matto, ao Si; A.uoi o
.10$ Santos Siquelra Cavalcanll, 110 engenho Guerra, uo
'Precisa-sede um caixeiro, preferlndo-se um que
tenba pralica de padaria ; 110 principio do Aticrri
Afoliados, defroiite do viveirn do Mullir..
Prrrisa-se, para servir de diado em urna casa de
familia, de 11111 1 apa?, nacional ou estrangoiro : na pa-
na da Boa-Vista, n. 32. 2. "andar.
Arrenda-se uina grande casa terrea abarracada, 110
Manguind com oito quartos, estribarla fogao inglez,
sala torrada lioiu quintal c poco pelo preco de <
mil rs. mensacs : lia ra de llortas, n i40. .
- Prrcisa-se de um caixeiro que tenba pralica de ven-
da e quelra tomar coala de urna casa por bataneo ,
dando fiadora sua conducta : ua praca da Boa-Vista,
n. J8.
--Offerece-sc um rapa/, brasilciro de boa conducta,
ara caixeiro de qualquer estabeleeimenlo excepto
venda : quem de aeu prrslimo se quizer utills.tr dirja-
se a ra do Mondego n.51, ou aniiuncir.
As faiendas baratas que se vrndlam na ra estrel-
la do Kozario, n. 10, lerceiro andar, foram transferidas
para a toja da ruado l'asseio-Publico 11. 1", onde se
contlnuam a vender pelos mesinni precos.
OSr. Manoel Peixoto de Froilas quelra procurar
una carta vinda da Baha pelo vapor Imptratriz. 11
ra da Cadeia do Recifc lo|a 11. 5.
O sargrnto-inr Francisco Santiago llamos, pro-
prirtariodocngciihr. Tibiry em l na, devendo por urna
leltra ao Sr. Joiio Manoel ue arros VVuudn'u-v X.
quanlia de soiscentns e tantos mil rs este a passou ao
Sr. Ellas Emiliano llamos. para receber dita quanlia do
dito devedor pagando o importe da letira ao niesmo
Sr. Joo Manoel Je' llarros de quem lein recebido: par-
liclpou este ao Sr. Elias que enlrrgou a leltra ao dito Sr.
major Santiago, ou a sua ordem porque estiva dola
pago mas o Sr. Elias a isso se tem negado 11.10 obs-
taiitante os avisos repelidos do Sr Jos Manoel por-
que entregou a mencionada leltra ; portanto o mesmo
major Santiago avisa ao publico para que nao aceite a
referida letira em traiisaccao alguina poique est pa-
ga c extincta.
Graiiflea-sc a quem der noticias -ou quizer resti-
tuir um relogio de ouro, com irancelim c cadeia per-
didos 110 dia 12 de agosto correle, no largo do I.ivra-
nienlo junto a leja do Lomba : podendo levar a ruados
Copiares o. II, onde se darlo os sigaes para prova.
Offercce-se para caixeiro de ra, ou arinazein ,
excepto venda, um rapa porluguez de 15 annos o
qual sabe ler c escrever soffrivclnientc : quem de sen
presiono se quzer utilisar dirija-sc a praca da Boa-Vil
ta n. 1 i
__Roga-se as autoridades policlaes inspectores de
quarteirao desles arrabaldes ou qualquer pessoa do
povo que virein o Porluguez cambista da na da Cadeia
do Recite Manoel Gomes da Cunha c Silva, que o
prendam a ordem do lili. Sr. Dr. cliefe de pollcia e rc-
colham a cadeia dcsla cidade pois acha-se criminoso,
-- Aluga-se umAinel'agoa noprlmeiao becno da Cam-
boa-do-Caripo pelo preco de cinco mil rs. ; uina logi-
nha na ra das Cruzes aem sabida para o quintal por
seis mil rs. : na praca da Independencia livraria
us. (Je 8.
Perdeu-se urna colhor de sopa, de prata, cora o ca-
bo lavrado. ecom as letira Inielac I. V. C. suppe-
se ler sido lancada ra cm alguma agoa : a pessoa que
a live achado. e mesmo comprado, qnerendo reslilui-
la, annuncieoudlrlja-ae ao largo do Carino, n o, que
egraiiticar com o valor da colher.
--Orlerece-seumainullier do boa conducta, para o
servlco de portas a dentro de uina casado homein sol-
teiro, oudopoucfc familia: na ra do Agoas-Verdes .
n.35
- O Si que so propc a ensinar a Icr.cscrever e con-
tar ,-por casas particulares queira ter a bondade de dl-
rlgir-so-* ra do S.-RIta 11. 86.
Na ra do Rangcl, n. 43 fatem-se ospansdores do
melhorgoslo possivel, e por menos proco do que em
outra qualquer parle.
- Vende-se um cavallo eastanho-eseuro, mnUo gran-
.e. novo e de bous andares : na ra do Our urfJr. ^ ^
multo gran-
Jo, r '
-'.'-"Vender uina porcSo do cha de malte vine
"^attSS vS^el^f prodigioso paraos
"SBiT pe^t^nladaolao mmj
,,,,,,0 lugo o forte iW W.. Jl"^fft' ,m.as
las de ramagom para cberia a IWra. o COW ^
FUNDICAO
1
D'a vnoR/i.
Cnqucluehr ,
l)(',r de Costa* o peilo .
ironeliiles ,
flor na garganta .
as molestias dos igaos
. MUDANCA.
D. W. Iia> non, cirurglao dentista, do Kstados-
Unldo, respeltosamente noticia aos seus amigos o
peitavel publico, que tem mudado a sua residen-
cia da casa n. 40 da ra da Cruz do Recife para a de n.
26 da ruada Cadeia de Santo-Antonio, lerceiro andar,
aonde ltimamente resida o retratista americano Fro.lc-
ricks, e aondedaqul em dianto o aiiiiunciantc lera inul-
to goito de receber o que precisarem do sen servi-
dos profes'sionaes.
tt Francisco de Frcilas (iamba, qne-
rendo pr-se em dia com a praca, vende
tima sua casa, sila n;i Iravewa da Bomba,
que rende iT),ooo rs. me'nsaes: quemo
iptizer, dirija-sc ao thealro.
-- Antonio AlvesTeixcira castos, morador na ra das
Cruze n. 41, faz publico que he o nico autorlao pe-
lo Sr. Francisco do Paula Crrela de Araujo, para rece-
ber o foros vencido das caa que Ihc sao foreira, nes-
tc balrro de Santo-Antonio, ou no do San-Jos : e roga
a lodo 01 Sr. que esUo devendo de diiigir-so a dita ca-
sa como ultimo recibo, para pagarcm o que deverem,
visto muitns Sr. nao se aber onde sao moradores.
J. A. A, Jan!, artUU, tema honra de avisar ao re-
peilavel publico que tem voltado do norte e se acha
reiidiiid na ra estrella do Rozarlo, n. 16 priineiro
andar, aonde continua a por denlos artificiaos, de por-
cellana coinposico esta inteii Mnenle lienta de cor-
rupco como bem tira as caries do naturae, calca
do ouro o prata. Oannunclante declara a toda a pes-
soas que sr quizerrin utilisar de sen prestiino que nao
exige recober paga alguma, e por acaso nao ficarein os
dito dente artificiaos lo bem poslos, que nao se f ossa
.dUTocofar dos 4>rttpriot. gjiuira/s sendo.os innuios
Saltos sobre chapa de ouro e sobre tarracha os quae
cam tao seguros, que se pode inasllgar toda acomida
com elle* sem causar a menor dr
por ter vendido leltras da thesourarla provincial com
firmas falsas no dia pi imeiro de julho j quando o
1 -niiii.1 eslava verificado.
ioti da Fonseca e Silva.
He prohibido a qualquer pessoa rocolher ou liar
a tripularlo da barca americana llarrtl sem ser por
urdem dos consignatarios da dita barca ; assim como nao
pagaran conla alguma sem que nao soja por ello auto-
risada.
Ilim-i/ t'ofltr S V.
--Tiram-so passaportes para dentro c lora do impe-
rio por milito coininodo preco c juntamente para es-
cravo : na ra das Triuclioiras sobrado de um andar
n. 16.
Na ra Nova, loja de miudezas 11. 58, se dir
quem da a premio de 500/ a 600/.r, 1 com hypolheca
0111 casa terrea.
Manoel Antonio dos Sanios Jnior, por haver 011-
Iro de igual nomo, se assignar Manoel Antonio Mon-
loiro dos Santos.
Joaqnlm Jos Goii(alvcs liraga relira-se para l'ra
da provincia.
I.uiz Antonio de llarros, estabelocido acata cidado.
com casa de negocio .de genero c moldados 0111
i. 1 illiu. na ra Augusta lein ileso retirar para f
ra da provincia c por isso convida por meio deste a
lodos os seus credoros a compareeorom no dia 19 do cor-
rente em casa da residencia dos Srs. Machado & Pi-
nhriro na ra da Cadeia do Recife pelas 4 horas da
tarde aonde o aeliam todns os seu livros relativos ao
seu negocio
Aviso aos cttpitaes de navios c as funilias
de l'ernambnco.
Pela galera ingle/a Stcord-Fith rccenlemenle chega
da a este porto vinda de Liverpool viera uina peque-
a consignacao de latas contendo a essencla do I. i le (111
nala preparado por unidos mais eminentes cirurgiries
doS. M. a rainha Victoria: esta apreciavel preparacao, he
igual ,10 Icile frescamente lirado da vacca o qual con-
serva-s por qualquer tempo e emqualqurr clima reien-
do loda a sua purria.
Trslcmunhasde referencia vcnvsc na sala do com-
mercio e no arinazriii de Uousley k Companhia ra do
Tra piche em culos lugares estao a venda as ditas latas
que contem sufrieionto quanlidade para formar gar
rafe de loite.
- -Precia-e de um pequeo de 12 anuos para cai-
xeiro de uina venda : no Alerro-da Koa-Visia, loja n. 24.
Preclsa-e fallar com o Sr. Antonio Vioira de Vello
I.ellao, morador no sitio Jac' 0111 1831 a negwcio de
seu iiilcrosso : na ra da Aurora, n. 38, ou aiiniincir sua
morada.
Agencia de passaportes,
i\a ra do Collegio, n. 10, o no Aterro-da-Boa-
Vista, n. 48, continttam-se a lirar passaportes tan-
to para dentro, como parafra do imperio; assim
como despacham se escravos: ludo com brevidade.
-Um acordle tem aborto em sua casa na ra Augusta,
n. 32 uina aula de priuieira letira e grainmatica lati-
na o qual pi-muelle esforo.ar-se polo adiaiitamonlo
daquelle que estivcreni 6b sua rosponsabilidade.
__Os abaixo assignados fazom publico que ninguein
contrate negocio algum com llernardino Corroa de Se-
na com os escravos c mais ben que licarain por mortc
do pai, Reinaldo Antonio Mvet, pois esto, o dito filho,
Ibes tem hypolhecado por escriptura publica, II escra-
vos e o mal* bens pela quanlia de 4:7a6|350 rs.: consla
que o dit'i llernardino o ausentara do lugar dos Pile-
do-Santo-Anlonio comarca do rejo-da-Arcia, o no
je sabe oara onde. Previnc-sc com o presente annun-
cio para em lempo algum c quoixarem o que com elle
coiilratarein, e proiesiamoi hay-los.
luimardr 1 & CompaaAta.
C, Starr A C, engenheiros, com fundico do ferro c
bronze, o ferrara, ludo 0111 ponto grande, movido por
duas machinas do vapor, montadas nas casas novas na
ra da Aiirui a em Santo-Amaro avisam aos seus fri'-
guezea, o ao publico cm gcral, i|iie leein acabado dea-
proiutar para vender varias machinas de vapor do bai-
xa c de alta prsalo, o de diversos lamanhos : oslas ma-
china sao providas de bombas para supprlr a caldeira
com agoa j quenle, c com vlvulas com os seus arran-
jos multo simples para regular a quanlidade da mesma
agoa ; mas os aiinunciaiiies, longe de inculcaren! oslas
nvencoes como suas, adverteinque a primeira foi adop-
tada pelo celebre Savary em P08. o a segunda inventa-
da por Brlndlev j mais que com anuos passados, o
ambas iiilrodnzidas ncsla provincia cm 1835 polos an-
nunciaulrs na machina de vapor do cngenlio Carauna
(o priineiro fabricado ueste imperio] oljual anda esta
em ell'ecliva operacao, o desde eutao se lia exlrahido
parto de uina duzia das mosiua machinas, feitas nesta
fabrica, conlendo os niesuios apparolbos, e rom suinniu
aprovctanieiilo dos compradores ; portanto inpingir
sto agora como cousa nova, era impostura. Os uniiiin-
clantes teom sim a satlsfaeio de Informar o respeltavel
publico, que bao conseguido mu melhoraniento do nao
pequea Importancia, o verdaderamente novo ueste
paiz, que lie por lucio de una inodilicarjio da caldeira
e um simples arranjo de canos o reglstos, aproveitar
o fugo superlluu do assentamento para faier mover a
machina de vapor sem mais gasto de combuslivel de-
pois do engenlio ler gqnlio sua marcha : esta milito til
[einbranca lein sido experlmentida com bons resulta-
dos cm os engenhos Trapicho c Jardlin. Esta fabricos-
la >.-iiiiu sortida de
Moredas do tambores abertos para buchas de ma-
deira, grandes e pequeas, com seus pe teneos.
Ditas com aguilhes acuuhadds chamadas niela
mocadas, de todos os lamanhos ojcoin rodetes de Ierro
ou -.ni ellos, para agoa ou animis.
Ditas iuleiras, lodas do ferro, cudepeiidenlc, com a-
inarras diagonaos de gancho, invenco dos annunciau-
le, e uiuito approvadas pela sua forltdo e facilidade
il' irin n o desarmar.
Alambiques de forro, cousa nova e niuilo approvada.
M-iinhus e prensas de mandioca o tornos' de fariuha.
Carros de mao e arados de Ierro.
Grande sorliiiiento de hroiwes, aguilhes, chuuiacci-
ras, parafusos c mais pertcnecs de ongenho.
II.nas e rodetes de varios tamaitos.
Moceas c crivos de fornalha.
Huchas para carro9as, sorra d'aco para serranas.
Holinotes, bron/.os e roldanas para navios.
Os annuiicianlos, polos longos anuos do pralica ues-
te pala, pola grande capacidade c commodns do seu
novo estabeleeimenlo, e pelo crescido numero o mulla
experiencia c pericia dos seus operarios e cnipregailos,
otlereconi ao froguozes vanlagcns nao possudas por
iieiiliuma outra fabrica ueste imperio, o estilo, portanto,
verdadelramenle habilitados a emprehender 0 oxecu-
tar com a maior promptldfio c perfeiciio ipialquer obra
de engolillarla ou inacliinismo.
21, priineiro andar.
XAROPK l>0 BOSQUE.
Para a cura da phthysicaem lodosos cus diTerente'
graos, qu.r motivada por algumas da seguimos me
lestias :
Constipadles ,
Toase .
Asthma ,
Pleurla .
scarros de sangn- o lodas
pulmonares
. Bate mllente remedio que lein gozado de tao 00a
repnlaro nos Kstsdoi-I nidos d'Aineriea do Norte pelo
seus bons effello na cura de varias inoletliai ...una
mencionadas luduxlo o* propnelariosdelle a mnda-
lo para o Krasll onde a esperanca de suas virtudes nao
frain senilundani.......s, conio a experiencia tem mos-
trado desde .1 la iulrodiiecao ; pulsos admiravel el-
feilos uue tem prodn/.idoaqui, sao iguacs aos iiirlbores
que all'i teem leilo c que sao tiem atlesladns pelo va-
rios lestcmunlios o eorlilicados das pessoa que- le.in si-
do curadas por oslo medicamento sem Igual, particu-
larmente ao sul dcslc imperio onde ful prhneiramenle
Introdutldo e j nesta mesma provincia recellados pe-
los mdicos e senipre com bou) SUCCOSO. O reeciluano
a maneira de usar, acha-sc grat
que .usina a maneira do usar aeu.i-sc /ru... no de-
posito
Novaos Companhia, os nicos agentes nesta cida-
de provincia Horneados peloagente genes no I.io-
do-Janeiro os Srs. It, <: iite.sj..., asseguram ao pu-
blico ter sempro o mais novo possivel viudo daquelle;
deposito. Cusa 5/MO rs. cada garran, a em doiia mus
em em conla tanto no deposito cinn na ra da 1..vicias
do Recife loja le ntilldeasi 11. 0
GROZEtMA.
Vende-se xarope do verdadelrn guminu de grozelba ,
vindode franca .1 l/rs. agarn.fi : Igualmente so von-
dein garrafas do suinoio de grozelha a tf rs. : 110 \ler--
ro-da-lIoa-Visia, fabrica do licores, 1. 17.
CHOCOLATE.
Compras.
Compra-so 11 ni mnlrqiiedc l a 14 anuos do bo-
nita ligura c que lenha boa conduela: no flotel-Coui-
incicio
Compra-K um nuil iiinho de l a 16 anuos, de bo-
nita figura o sirva para pagem na ra da Madre-dc-
Deos, loja n. 34.
Compra-SC ouro e piala, mesmo em obras quebra-
das : na ra do Ooeiuiado, 11. 14.
-- ompram-seduas negrinhasbonitas, c que tenham
b,oa conduela una de II a l anuos, e a nutra at 14 i
nn ra da Cadeia 11. 40.
Coinprau-se, para una cneoinnicuda, escravos di
ambos os sexos pretos o pardos de 10 a -ill anuos ? ni
ra das Triuclioiras sobrado do um andar 11. 10
Compra-sc mu relogio do algiboira que seja bom
regulador de prala c patente Ingles em segunda mito,
para ni.1 nutico : na ra larga do Rozarlo, loja do iniu-
.li / 1- o. .'15. .
Vendas.

Vende-so arroz com casca, alqueiro dr medida 1
ih 1, por commodo prcco : na ra da Praia, n. 37.
Casimiras elsticas.
\endoin-sc superiores cortos do ineiac.isiuiiras els-
ticas de pura laa, pelo barato proco do (il)00 o WfOWI rs.
o corle de calca : na nova loja da estrella, da rua do
Collegio, 11. I.
A'oi'O pao de PrOtMNf a.
,Na padaria das Cinco-Ponas, n. 40, conliuiia-se
veuder o afamado mo da Prnvenca, o de nutras quali-
dades, assim como todas as mais massas finas o bola-
oliiiiha regalia.
Vendo-se una escrava de 18 anuos, de bonila figu-
ra, que cozinha, ongoiniua, coze, o nao tem vieio al-
gum : no pateo de San-Pedro, n. 7.
I"ii 111111.1 I. F da Bo/.a vende oxcellenlc viuho vo-
ltio da Figueira, qur em barris, qur nn pipas ; cera
hu 1 ula de Lisboa, do diversos tainaaliiis, e lindos vasos
para jardim
Vondein-sc no armazemquefoi do fallecido Braguez,
ao p do arco da Conccico, ceblas saas e solas, pro-
prias para gasto de casas particulares, a 500 rs. o
cont.
Vendem-se galoes-de ouro venla-
deiro, do todas as larguras, c miis barato
do que em outra qualquer parte : na rua
laiga do Kosario, u. \-
---Vende-ie um bonito inoleque de 18 anno pon'-m
cgo o que he pruprio para ofliciua de ferreiro ou cal-
delreiro, para locar fules: d-se por milito commodo pro-
co ; nm prelo velho, proprio para trabalhar em sitio :
na rua Imperial, n. 63.
Na fabrica de licores do Alerro-da-Boa-Visia, n. 17,
ha seniprc porro grande prouipta do melhor chocolate
do saude oanella baunilia o do ferruginoso, este
milito condecido pelas suas boas qualldades tnicas o
principalmente para as pessoas que solTrem de frialda-
dc c do estomago, *
Vende-se un escravo sem defeilo algum, de 28 a
olannos: na rua do Queiinado 11 8, segundo andar.
-- Vende-so, sendo para dentro da provincia um
escravo de nacao com ollicio do canoeiro pois vcudc-
SC 00111 precisas : na rua de S.-RIta, 11. il
Vende-se arroz de oaca ; nieiaa ne, algodao feitas
no Porto ; aera do Rio: ludo por proco commodo: na
rua da Prala armazeni 11. 37.
-- Vende-se uina linda escrava do 11 annos propria
para ser applicada a costura 011 troca-so por um es-
cravo moco, com ollicio do sapaleiro sobre o que se
lar uegucio a visla de seus valores : na rua Foruiosa ,
quima casa indo pela rua da Aurora.
Vendse Uina prcta de 18 anuos de inulto bonila
figura qur engoiunia minio bem cozinha cose la-
va de sabo o varrella c nao lein vicios nem achaques :
o motivo por que se vende he querer ir para torada
provincia : na rua da Concordia passando .1 pontcii-
uha, a iln. 11 1 segunda casa terrea se dir quem.
vende.
Vondo-se, para liquidacan na ruada Cadeia de S.-
Antonio n. 18, um inoleque do idade de 13 a 14 annos,
com principios do inarcenoiro ; 6 bancos 1I0 trabalhar ;
um canuapc o uina cama ludo cm seo,nuda mao ; e os
Cguincei trastes novo : oadelras ; soplis ; marquezas;
jugos do bancas ; mesas do meio de sala ; toiicadoros !
ludo do oleo o lamhem de Jacaranda por por prepo
nais barato do que 0111 mitra qualquer parte.-
Vende-so urna linda preta do 20 annos ptima 011-
gomniadeira com una cria de 2 annos, inuilo linda;
uina ditade l.iaiinos que cose milito bom urna mu-
latlnha de 16 annos*; um molecote do osean, de 90 an-
uos hniii cuzinhoiro o copeiro ; un inoleque do H an-
uos ; 2 prelas para todo o iervlco i um pardo escuro
com ollicio de alfaiate o que he bom copeiro ;.ttU1 dito
de cor clara de inulto boa conducta o que he inuitiv
bom pagem : o mais alguns escravos : na rua das La-
raugelra n. 14, segundo andar.
Vondeni-se barris pequeos com calvirgrmdc Lis-
boa a mais nova que ha no mercado, por preco com-
modo : na rua da .Muerta anna/eiii n. 17.
. Vcndcin-sc lindos molecotea de 20 annos, d 11111 i (o ba conducia.e que sao porfolios sapatriros de lu-
da obra : um inoleque ile 15 anuos, que eoiinha o dia-
rio do una casa c lie milito fiel o humilde: atrs do>
Corpo-Santo loja de sapaleiro.
Vcndo-sc por proco inuito ooiuiuodo, unta olva
ile \ auguorvo, pratioa judicial: na praca da Indepou-
dencla livraria ns. lie".
Vendo-se una canoa aborta com mimo punco
uso de carga do 600 a 7(10 lijlos e que he muilo pro-
pria para conduxir familia na rua da Cruz, 11. 32.
-- Vende-se nina escrava do 18 anuos o.oin urna cria
de 3 Dieres : a escrava he porl'eila eozinhoira e engoin-
madeira 1 na rua Nova, 11. 16.
V 4/DOO rs. CADAUM,
.No loja do Guimarcs & Companhia na rua do Cres-
po, 11. 5, '.endein-so chapos de sol, de seda verdee azul
com armarn do ferro niiitlo bous, polb barato proco
do 4i< r.
Vcndc-sc mu habito de lerceiro franciscano, aiud.i
cm bom uso: em Olinda, rua de S.-fento casa n. 18.
=r Vende-so ulna canoa do earreira em meio uso ,
a qual pega oito pessoas bem avonlade : acha sr enca-
mada no porto do llecife para quem qiiiiei- ver : a ira-
lar na rua Direila n. 36. lerceiro ailar.
Vende-se una preta criolita ile 30 annos san vi-
cios nem achaques que lava de varrella, cose chao,
co'inha soll'rivelnienle o motivo por ijue se vndese
dir ao comprador : lio Alorro-da-'-oa-Vista n. 39.
Vcndoiu-so pennai de ema tanto brancas coinrt
piolas : na rua da Cuncw$o da Una-Vista venda 11. 24.
Vendem-se qu.itro casas terreas que rendem ?/f o,
nicnsacs carta nina feitas moderna o bem construi-
das sitas no priineiro boceo da rua Imperial : a tratar
na rua Imperial, 11. 63 con <> seu prnprirlario.
Vendo-se um tanque que leva 600 caadas de arel-
le de Garrapato ; pares de manga de vidro do ultimo
gosto : 2 livros grandes risoados para o diario e cor-
rentes ; um sellim com seus arrolos, e qpui punco uso ;
mu lorrador de cale novo ; 4 casaos de rolas sendo
dous hi iii.-.i- ; urna carie ira de uina sd face pequea;
2 jarros de llores de porcrllana do ultimo gosto: tudo
se vende barato, por seu' dono rctirar-sc : na rua da
Trompe, vendan. 1, se dir quem vendo. Tambeui so
vendo a mesma venda.
- No
aterro da-Boa-Vista, loja n.
7H, vende-se mnrroqtiiui nniarello a 1,760
is. a pelle.
Veme-sc una negra boa cozlnheira e cngomina-
deira, c que cose ch3o e faz todo o mas servlco : na rua
do Queiinado, n. 39.


ADO
i



1
1
ll 1
1
1
(
1 :
'
-

Lrgitlaca braiileira, annosde 1846 c 4847 e outrot
que se vendem avulsos.
WiVriVm.no dosverbos Irregulares da lincoa fraDCCza.
por 1/600 ts. "
Tratado de tUTif'-mtM' mercantil dedicado a asso-
Clacffo cummcrcUI o., Pono, obra nova escripia cun
ineinmln e clareza, por 4^000 r.
/.y/,Tfof,i de charadm novas c muilo engcnhoias ,
Io4S. .,i ,i i r,_
O nmfidtnle dos amantes, ou nova colleccao de inul-
tos cdillerentes modelos de cartas por 640 rs.
Breve ralado d bordado a matiz c petit polnt, ornado
de un mappa das cores cornos nomes mais conhecidos
pira geral o uielhor inteligencia acouipanhadodo cu-
rioso sy.nbolo e lignilicacao das cores :. orlerecido ao
Dello sexo por M. V. de Kastos Teixeira, por 2/360 rs.
tratado dos denles, contendo observacoes importantes
*obrea eonservacao o limpea dos mesmos sobre a sua
cxtracc.io c ulilldade de os chumbar edo modo de col-
l tista, por b40ri. "
/V,i,,,c,oi. litret e ao pe da leltra de Horacio Tito
Lino. Phedro, Selecta etc.
Archivo popular completo e encadenado 7 v.
Tabou du< tojarithmos do senos c tangentes etc. assim
como taboas de redueco.
Vende-te na liviana da esquinado Collegio.
SALSA-I'AIIHILHA DESANDS,
Rste excedente remedio cura todas as enfermi-
dados, as quaos Silo originadas pela impureza .lo
sangue, ou do svstema ; a saber :
l-.soror.ilas, r,.eam*lsmo,crupcoos cutneas,
liieiitillias na cara, hemorrlinides, (locuras chroni-
ras, brobulhas, bertoeija, tinha, inchaefles, dores
nos ossos pjuntas,ufaras, iloencas vcnercas.cialioa,
eulorinidades que aiacam polo grande USO do nicr-
oiirio, lndropisia cxvioslosa uma vida extrava-
gante Assim como chronieasdesordena da cons
UltllCuo serao .Miradas por esta taoulilen
vada mcioina.
llio-.io-Janeiro, H dedezembro do isir.
.4.
com leite tomando-te uma das dset marcadas em
umachavena dos ditos lquidos ou mais de uma con-
forme a gravldade da doenca.
Vende-te nicamente na ru
ja de Jos Das Simos.
na ruado Quelmado n. 16, lo-
ppro-
Sr. hrrdrrr 11. Soulhworlh.
Tendo eu litio no Jornal do Commercio o no Diari-
do Wio deJaneiro por diversas vezes annuneios da salo
Strparrha de \ r o D. Sands que so vendo ni
ra do Itozano, n. 79, por Frederico II Soulhwortli,
a osle me .ling o I lie comproi uma caita com 12 v-
dro ilo dito extracto e achainlo-mo com um gran-
de tumor no SOvaco do braco direilo e parte do pai-
to, sotrrend iuuuensas dures por todo o corpo me
delibere a lomar o extracto da dita salsa; e tendo
tomado dous vidrps e usando delle, logo ao segun-
do vidro conheci immenaaa melhores, e continuan-
do liquei perfeit.iuieiilo bom ; e leudo alguna
amigos incus l'eito uso do dito extracto para iheu-
malismo, tem no uso delle por fim do terem lomado
8a 10 vidros (loado borts. du que tem resultado man-
da rem-me de djflerentos partes encommendas da
dita salsa pata lora ddsla corte a diversos que teem
eifto uso della e se teem resta belecido perfoitamente;
e mandando-me agradecer, assim considero ser um
arto ile bumanidade o obrgacAo miaba fazer publi-
co tio eflicaz e salular remedio. Joaquim lerrcira
de Soma Flore.
Itoconhcqo verdaileiro o siRnal supra.- Ilio, 15
dedezembro de 18*7. Em testemunlio de venta-
do Joaquim Jos de Castro.
Vende-senicamente em Pernamhuro na botica
de Vicente Jos de Brilo, na na da Ca.lcia do Re
MEDICINA UNIVEKSAL.
diluas tegetaes de James
Mor son.
A medicina vegetal universal he o resultado de 20
annosde investigacOes do clebre James Morison.
Por meiodestas pilulas oonsefiio sen autor innii
meras eadmiraveis curas desde as affecertes que
atacam as crianzas .le peilo al as molestias chroni-
cas do anciao.
A Europa saudou este remedio como remedio uni-
versal para todas as doencas, o at hojo anda nflo
loi desmentido tal titulo.
Esta medicina vem ncompanhaa de uma receita
qu onsina o lacillita a sua applicaqHo Consiste em
tres preparacoes, a saber iduasqualidadn de pilu-
lasdislinctaa por nmeros, eum p : cadaqual goza
de modos e actes diversas.
As pillas n. I sao aperitivas ; purgam sem alalo
os humores biliosose Ticosos, e os expulsam com
efllcacia.
As do n.2 expulsam com esses humores, igual-
mente coai grande frca os humores serosos, acres
e ptridos, de que o sangue se noli a a miudo infecta-
do ; percorrem todas as partea do corpo, os ces-
sam de obrar quando teem cxnulsad.i todas as im-
purezas.
A tcrceia preparacHo consiste em una limonada
vegetal sodativa : he aperativa temperante e ado-
cante : toma-seem comnium comas pilulas e facil-
I i tu-lhesos melhores eflei tos.
A posicilo social do Sr Morison, a sua fortuna in-
dependente, repcllem loda a ideia do charlatanis-
mo ; c as admiraveis curas, operadas com o sen
SystemS no collegio de sade de Londres sfo mais
que garantes da edicacia do seu remedio.
A 1/000 rs. CADA UM CHALE.
Ha loja que faz esquina para a ra do Collegio, n. 5 ,
vendem chales de tai-latana, grandes c de padrdes es-
curos pelo barato preco de mil rs. cada um.
Contina-se a vender, na ra da
Cadeia do Hecife, n. 3"], cera em velas,
fabricadas em Lisboa e no Rio de Janeiro,
aortimentoi ao gosto do comprador, em
caixas pequeas, e por preco mais com-
modo do que em outra qualquer parle.
Kendem-se (azendas, por menos de seu
valor na loja dos Quatro-Canlot da
ma do Queimado, n. 2o,
bein como: luvat pretas de seda para senbora, a 320
rs. o par ; luco de ril de seda prota, largo guarnecido
de cor de ouro proprio para armador a 40 rs, a vara ;
nielas pretas de algoilao, curtas, com defeito 40rs o
par ; sarja larga de laa de cores, a 800 rs. o covad ;
curtes de casimira clstica faaenda superior a 6/ rs. ;
diales de canibiaia bordada a 640 rs. ; riscados ame-
ricanos, a 160 rs. o covado ; brim branco de lislras a
ouO rs. o covadu ; castores para caifas a 200 rs. o cora-
do ; lencos Drenos de cassa com rlsca em volta, a
W rs. ; i un. de cambraia pintada para vestidos ,
razenda fixn a2/400 rs. ; ditas mofadas, a 2/rs ; chi-
tas brancas de flores a 120 rs. o covado-; nielas para
meninos a 160 rs. ; ditas para meninas a 320 rs.; ditas
para senhora a 240 c 560 rs. lencos de seda preta para
grvala a S rs. ; ditos de cores em selim a 1/600 rs. ;
suspensorios de lita, a 120 rs. o par ; pecas de uiada-
polvfino, a 3/500 rs. giiardanapos para cb.i a 800
rs. .i dUCia ; ditos para mes, a 2/is.
viclot, que he pescador e acomunado ao aervico de
campo : na ra I\ova, n. 67.
Vendeni-tequeljoi londrjnos de mperior quallda-
de/ na .ua do Trapiche-Novo n. 22 casa de Hebrard
& Gompanbia.
Na na de Agons-Verdes a 46,
vendem-se diversos escravos de uma pessoa que se reti-
ra, sendo alguns com excelleutes habilidades e outrot
para engenho ; urna formasa mucama inulatiiiba de
16 anuos com habllldade e de excellente conducta; um
casal de escravos por preclsao, por 450/000 rt., ainbot
bom para sitio; uma boa escrava de naciio, prenba de
6 ineics, engommadelra c cozlnheira deprofissao.
Vcnde-sc um escravo inestre tanociro, de nome Po-
cidonio, bein conhecido em Serinhem e Itio-Fonnoso,
ultimo preco 700^000 rs.! especialmente se oflerece aos
Srt. Jod Columbino de Araujo Lima e Joao tiento de
Covea.cujos Srt por vetes teem filado ao inetino Sr. do
escravo para o comprar. Oditoetcravo tem 21 anuos
de idade, de bonita figura, fiel, humilde, nao be fujo,
nao bebe, he sadio, muito desembarazado no servico
e lie de habilidade : na ra do Sol, n. 13.
Cal
\ ende-se barris com cal virgen
lo
nn ra di c.tdcia-Veiha afinazeni ii. 12.
.,.,,-,, mu rain ai viit-rn, vind ade Lisboa,
por preco mais barato do que em outra qualquer parte:
. f... ---;;;
A 3s'8oo rs. a peca
Na loja de Gulmartes ck C.
.quina para a ra do Collegio n. 6, veudem-
se pecas de chilas de 38 covados a 3*800 rs. a pera, de
sollrlvel panno epadrocs agradaveis. l).o-se ai amos-
tras sobre peubores.
Vende-se cal virgein de Lisboa em barris de 4
robas ebegada pelo ultimo navio, por proco comino-
do : 3 tratar cora Almeida & Pontees, na ra do Apollo.
A is'ooo rs. ,
ancoretas com azeitonas superiores ; ven-
dem seno caes da Alfandega aimazem
n. 7, de Francisco Uias Ferreira.
Riscados monstros.
Vendem-se superiores riscados monstros, ja bein co-
nhecidos tanto pela qualidadr como pela largura om
demasa, pelo barato trepo de 280 rs. o covado. Rstes
rlicadottao chogados- ltimamente : atedressao llxas,
o os padroes inulto modernos e de bom gosto : na nova
lujada Kslrcila da ra do Collegio, n.1.
Vendem-se 11 escravos, sendo 6 bonitos moloques
de nacao, de 14 a 20annos; 1 negra perfeita engomma-
delra, costureira t cozinheira ; 1 negrinha de 13 an-
nos, recolliida, muito linda, que coxc muito bein e faz.
todo o ananjo de casa ; I dita perfeita lavadeira de sa-
bao e vairella, que vende na ra ; 2 dita* para todo o
ervlca : n ra do Vlgarlo, n.-24, se dir qneut vende.
-\endeui-se 5 pretas moras e com habilidades, que
errgoniinain e cozinbam; duas pardas mocas com habi-
lidades; tres pretos pecas ; um moleque de 16 annos e
um pardoairaiate, dc24annos : na ra Bella, n. 26, s#
.liraquem vende.
. Novo po de Procenca.
* O proprletario da padaria do pateo da Santa-
v Cruz, n, 6, e do deposito da ra estrella do Roza- -
g rio contina a fabricar e vender o afamado pao
^ de Provcnca pola grande cxtraccSo que teve nos
V "?<" 12 e 13, e mesino pela boa qualhjade do -
: ">
,>
; >
- >
:>
->
>
->
ff
Vende-se panno de algodao
ta trra, a 200 e 2 jo rs. a vari:
na ra do Qaeimatlo, qustro cantos,
loj da casa amarella, n. 29
cM
$ pao, por ser Icito cofn todo atteio. Onesmo pro-
pnelario aprovoila a occasiao para agradecer ao
9 respeitavel publico a honrada concurrencia que
J Ilio tem prestado no principio do fabricamenlo do
g inesmo pao. No niesmo estabelecijnento se aclia
a venda bolachinha de regala polo proco de 300
% rs.a libra ;e tambem tem de outras qualidades 8
S mais barato:tudofeltocoiiioinaiorasseiopossivel.
res
Kecommeda-se esta medicina, que nfio pede ncm
aguardado lempo, nem do posic.no da parle do
doonte a lodos os que, atacados de molestias iul-
gudas incuraveis, se quizerem desengaar dnsua
virliide.
Oxala que a bumanidade feche os ouvidos aos in-
teressa.losem desacreditar estes remedios tilo sim-
ples Ulocoinmodos e tS rerdadeirns.
Vende-se Smeote em casa do nico o verdadeiro
agente J O. Klster, .na ra da Cadeia-Velba, n. 20.
hocolate amargo de musgo islndico,
OU Ihesouro do peilo, preparado por
Mr. J. G. C.
Al aflecceV.1 do peito oirerccem todas um sy.nptoina
geral o constante. A tosse essa doenca tao coiiiuiuiii
qiuudo descuidada, tao graves sao suas consrqueuoias
quauto parece ligeira em seu principio, tao matadora
por si so como todas as outras doencas que consoinein
a espeeie humana nao linlia para coiiibale-laedostrui-
la um medicamento especial e nico. Tadas as pastilhas
exaropcsquetecinappaiecidoctc' hojo, teem sido Im-
pOll lltt'S. a
Sao tem acontecido islo com o chocolate de musgo
Preparado por J. O. C. O principio que forma a sua ba-
se principal oflerece propriedades ncouteslaveis e rc-
conl.oc.dasdepoisde muito lempo, e muguen, ignora
os folues resultados da sua applicaco em todas "
| Hr. masas agudas, ou chronlca, do pul.no afli-c"
Cao do pe.to phl.slca. deQuxo, tosses etc. nra dar
ton, ao estomago abrir a vontade de comer?co,we!-
n;rr!rir"5".M e bm aiit ,na,ar a 'S,
prliicipaliuente as enancas '
ronia-se puro mascando-o, e pde-se lomar i1i,.i,.
combinado en* .g. como outrop qaJ^Tc^iTe !"c
Vende-se urna casa torrea na rua Augusta pro-
pria para m sobrado por j eslar toda travojada e
com muitos materiaea o pee as de obras promptas cin
32 palmos de largura o fundo sumeiente : tambem se
vende com prazo agradando ao comprador c havendo
quem tenba algiini diroiloa olla por hvpolhcca ou nu-
tro qualquer titulo, queira declarar n pralo do 30 das-
a tratar cora Lui?. Jos Marques, na rua do nangol
Na rua do Rangel n. 8, venda de I.Uiz Jos Mar-
ques vende-se adinhoiro a vista para liquidacao do
estabolocnncnto vinho de Lisboa, superior, a 11500
";L,,nn'lda c asar''afa 200 rs. dito muito velho ,
a 1/000 rs. a caada, e a garrafa a 220 rs ; dito bran
tCVA'f ,2 IS c ea"'ira a 260 ; vinagre puro .
a l*U!!rs. a garrafa a 4li rs.; azeite de Lisboa a
W rs. o garrafa a 560 rs ; a verdadeira fariuba de ara-
rula a 2U0 rs. ; ancorlas de ateltonas, a l/rs., e as
garrafas a 200 rs. chicaras brancas com aza a 1/200
rs. a duxla ditas pintadas a 1/500 rs. : o outros mu i
tos Roneros do venda por preco commndo que a vista
do comprador se vende.n por todo dinboiro faiondo
coma : bom como uma porcao de cal preta a retalho
Vende-se lariuhagalego, a 20/500 rs. a barrica-
na rua larga do Rotarlo, ii. 48
Vendom-se 300 bar icas vallas quaii todas ame-
ricanas muito novase promptas a icoober assucar na
(f.-CrUl padaria de urna soporta.
n. 78,
i.ooo e
Balainlios para costura.
No Atetro-da-Hoa-Vista, loja
vendem-se estes balaios por-56o,
t,a8o rs : sao tilo lindos, que quem 08 vir
nao deixara de os comprar.
- Vendem-se caixas pira guardar
jdtes, polo diminuto preco de rjors : na
loj de quatro portas da rua do Cabug, n.
i C. ,'doDuarte.
Na rua da Florentina n. 16, defronte da cochelra
vende-se um escravo, bom trabalhador de enxada e ma-
chado proprio para sitio ou engenho, e que he ea-
nhadorderua Delta praca que di 60 rs. diarios c
tem ptima conducta
santigos riscados monstro.
Na loja de Guimarei & C, rua do Crespo, vendem-se
os bem conbecidos riscadoi monstros de padroes muito
modernos, e que teem quas uma vara de largo,polo ba-
rato proco de 320 rs. cada um covado.
- Vende-se urna preta, de 16 anuos, queengomma
nem, cozmba e he de boa conducta, o que se aftlanca ao
comprador ; um dita de 18, que tambem engomma liso,
o cozc loflnvel ; urna parda de 28, que cozinha muito
uem o diario de urna casa ; urna dita de 35, que vende
na rua ; na rua Nova, h. 21, primeiro andar.
Vendem-se saccas coui n.iltio, a 3/200 ; iogos de
bancas de amarello lavatorioi e toucadores : tudo no-
vo o bem felto, c por barato preco : na rua da Cadeia
de banto-Aiilomo, armasen, n. 21.
Fazenda de algodo para llioa-
Idas.
Na loja de Ooimarlet ft C rua do Cresuo, n 5, m.
oe-ie a cxccllento fazenda para toalhas de algodao,
nrettSSKf0: C0,,,8Pal""'s <* targo, pelo barato
proco de orlo rs. a vara.
-Na padaria de urna s porta na praca da S.-Cruz,
e no deposito da mosma na traveua da Madre-de-eo-
n. i.i, vende-se caf moido o melhor possivel neite ee
aIlDra e a 6/400 rs. a arroba: nao contm mistura al-
guma e a vista faz f dn ,,,. ,e severa.
.. ATTENCAO.
U.i r"a 5f,reit! n- M- venda dc Antonio Kranciico
Martina de -Miranda, vende-se n.aateiga ingiera, muito
superior, a 1/200 dita de porco, a 360 vii.ho do Porto
mullo superior, a 320 a garrafa ; azeite doce, a 400 e 480 ;
di *1 SV r; d" d crP. '/t500 a canal
o lodos os mala gneros de venda, tudo muito superior
o om coma : assim como uma porcao de travs de hm
qualidade, de 35. 40 c 45 palmos.
Vende-se um moleque ri
da figura, e
2 pinas arqueadas de ferro, para ago'ardente; um,
venda com poucoi fundoi, a dlnheiro, ou com deiobr,
ga a praca lita na traveua do Dique n. 24 : a trat,.
na ineima venda. "wr
Vende-a a taberna n. 86, na rua do Plltr em F-
ra-de-l orlas com quntale commodos para fauili-Ml
com glande armacao com todoi os pertenees poi ba
rato preco e com o fundos a vontade do comprador"
ba tambem outra grande vantagein raul conveniente '
que se dir ao comprador : vende-se porque o mu do^
n occupa-ie em outro negocio, ea pessoa que a admi"
mstra nao pode continuar : a tratar na rua do Quei.ua-
do, loja n. 31, ou na menna taberna.
-- Vendein-ie urnas bataneas de pao, guarnecidas de
latao. com correntes do inesmo, e Braco do autor Ro-
iiio, cotn um terno de pesos de 8 librai at meia quii-J
ta, tudo proprio para balcao de qualquer estabelecf
ment na rua Cadeia do Recife, n. 8.
Vende-ie um alambique novo de cobre com todos
o tem pertenees ; um relogio tabonete de ouro com
eorrente lulua : na .rua da Cadeia de SanU-Aiitonin
armazem, n. 21. '
= Vendem-se j I indos moloques de 16 a 18 anuos 5
pretos de 25 a 30 aonos proprios para todo o tervlco 3
altoi de 16 a 25 annos .sendo um dellet bom carrelr
3 pardal, duas de 7 a 14 annoi com princlpioi de ha-
bilidades e uma com todaiat habilidades, de 17 annos
3 pretas de 20 a 25 annos com habilidadei: na rua di
Collegio. n. 3, se dir quem vende.
Vendem-se pastas perfumadas para guardar luvas
de tenhora ; agulhai francezai em caixinhas ; agulhri-
rosdevidro; tinleiros em caixas de jaipe ; tinta azul e
encamada ; caivetes finos Ue urna, duai e trea folhas
por proco oominodo : no Aterro-da-lloa-Viata, n. 84.
= Vendem-se um pertenees de armazem de seceos ,
para qualquer pessoa que queira botar algum princi-
pio deiie negocio, pot preco commodo: a tratar na
praca da S.-l.ru/., n. 6. ao p da botica.
Vende-se tal do reino, a 800 rs. oalqueire : na rua
da Praia.armazem n. 45.
Agua de tingir cabell.
Contini.a-se a vender a agoa de tinglr cbelos e luis-
-: na rua do Queimado n. 31. o methodo de appi.
dita agoa acompanha aos vidros. -
Vendem se barris com cal virgen do Lisboa do
4 arrobas, a mais nova que ha no mercado por menos
proco do que em outra qualquer parte : na rua de A'nol-
lo, armazem n 18. *
Vende-ie uma rica cadeira, vinda da Babia nov
o sem uio : na rua da Cadeia n. 40.
Vende-se nina porcao de barril de ,nel
se vende iiim barril ou a voutade do
--Vende-so um alambique dc cobre com serpentina A
porproco commodo e om nuil bom m
tai
car
tambem
comprador
f
do inesmo metal
estado : na povoacSo db Peres, a cnlcndcr-ic ion To
i amello nenelo professor de prlmeira leltras.
Vcnde-ie urna venda bem alreguezada para a tor-
ra e que vende diariamente 20/rs. para cima e tam-
bem vende para o malto a diuheiro ou conforme se
convencionar : quem a pretender annuncie.
Sem lustro.
,.Uft'!?C"*esapa,osdecoiiro.de lustro- Pra meninas,
a 440 rs. o par i na praca da Independencia n. 33.
ara casa.
Vendem-se sapatos francezet de brim pardo para se
iihora com a vista verao o quant sao bem feltos a
bfO ri. o par: na praca da Independencia n.S3.
Vende-se uma mulatinlia de 14 annos que cote e
engomma com perfeicao nina preta dc 18 annos eom
asme.mas habilidades; um mulatinho d 12 annos
proprio para pagem ; um pardo e um prelo de 20 a 25
annos; ummolecotebnm sapateiro; um prcto ganha-
dor, que tem disto bastante pratica: no pateo da inatriz
de S--Antonio, sobrado n. 4
Vende-se A Fot do Brasil n. 50 na loja de Silvestre
Anlunes, no largo do Collegio, e na typographla da rua
uaf raan. 45. De boje por .liante continuara a sabir as
tercas e sextas-feiras de cada semana, anda que nio
soja annunciada.
Vende-seo o tratado de Geographia porUrcul.3
v. por 8/ rs. i na rua da Madre-de-Deos n. 18.
Vende-se superior cha brasileiro,
na loja de Gaerra Silva & C. chegado a-
gora d Rio-de-Janeiro : na rua Nova,
n. ii.
o
casa e
rtn
moleque tle mu Im-
proprio de lodo o servico de
na rua do Crespo, loja n. i
\ se dir quem vende.
Com loque de anaria
pocas de madapolao largo e opti.no com um pequeo
toque de avar.a de agoa doce a 2/800 rs. sendo a ava-
i-iaspcm uma ou duai dobras; um grande lortiineii-
to de lazendas finas e grossas que se vendem por ata-
co ea retalho : no novo armazem de fazendas de Ricar-
do L'arlos Lelte na rua do Queimado, n. 27.
Vcndcm-se pautas das alfandegas do imperio do
raiil, iiupreiias no Ro-de-Janelro : na rua da Crui
He impossivel
haver melhores casimiras como presentemente cheea
r.al"?loi'do*,<','ro-<:la:Boa-Viita, n. 24. cujos gustos
^-.i- -' -
Escravos Fugidos
ieni
do Aragiin, ii. 27.
Ven.le-se, por preco commodo, muito superior sal
Gril"' : 'ra,'lr "a "" da Moda co"' Silvi 4
-Jl<-m-sc na ojz do Pommateau no Alorro-
da-foa-Visla, ,,. 16, asobrasseguimos: 4 v., Hisloircde
Napolen por Norvins ; 10 v., teuvresde licmohcnc-
nr., bpheinor.dos; 15 v Ksprit de L'Ki.cyolopdie nosarinaioi.s ns. I e 3 do ca
10 v., Viosdos hommes Ilustres, par Plutarque: 7 v
Vovagc du jeuno Anacharsis ; 4 v Hisloiro do l'c.npir
Ottoinan; I > a
Ottoinan; I r., Carnot; 2 v. M.uohes d'anlommaremo
2v. Kttfbue;l v., Dunaonrlet; I v.. Les ci,.q codes
I v., molhodc de Unte, par Herbiguier : quaesquer des.
sai obras se vondcro polo menor preco possivel
-\oodo-so .una linda prota para mucama, por ser
rccolh.dae de linda figura, que sabe bem coier bor-
dar e marcar : na rua Nova, n. 21, primeir andar.
- Vendc-ie um molecote de 18 aonos, de nacao An-
gola de multo boa conducta o que se alianca ao com-
prador: na rua Nova, n. 21, primeiro andar.
--Vende-ie um pardo bastante moco e robusto, sem
a rua das Cruzes.
Vende-se cera de carnauba om porcSo o i retalho
or preco ooinmoJo : na rua da Cadeia do Recife, n.4V
FAKELo
3sooo rs. a sacca
J e 3 do aa>i da i|rantka. e no de n
;. da rua do A.i.orim, de J. I lasso huor.
Vende-se cal virgem de Lisboa,
becada
io, cm barra pe-
no ull
quenos, por menos .loque cm outra qual-
quer parte : na rua do Trapiche, arma-
zem n 17.
-- Vendem -se jogos dc bancas de amarello; lavatorios
le dito : :udo novo e bein felto : na rua 'da Cadeia de
S.-Antonio n. 21.
Vendem-ae 2 Bandres para vender azeite n rua:f PkRV. :
--rugi, do engenho Rail, da froguezia da Kscada ,
no da 2 do correte o prcto crioulo, de nome Lou-
renco natural do Aracaly altura regular de 30 an-
uos ponco mais ou menos. Este preto foi comprado pe-
lo Sr. Il.ogo Jos da Costa morador na rua Nova det-
?a,dade-aJ30-' dido all eite senhor por Lulx Carloi de Freftaa ; des-
confia-setersegnidoparao lugar de Camprrste por
ter all pal c mai. Roga-se as autoridades policiaes e
capilaos do campo que o apprrhendam e leveiii-no ao
dito engenho, ou nosta praca a Rodrigo da Costa Cac-
valho morador na rua de Apollo que serio gratifica^
Kugio, na noite dc II para 12 do eorrente um mo-
leque de nome Luiz de 15 annos natural do Araca-
ty; he baixo, dc cara larga nariz chato falla descan-
sada e bostante desen toada : quem o pegar leve-o a
V-Amaro sitio de Manoel Cardozo da Fouieca ou na
praca, ao inesmo a qualquer hora.
Fugio, no dia 21 de dezembro do anno prximo
pastado o pardo Jacob de 18 annos secco do corpo ,
cabellos estirados ; tem falta de um deote na frente ,
algu.nas marcas de oigas e um pequeo taino no ros-
to -, mus vuivel signal he ter as costas a marca de utn
caustico : quem o pegar leve-o a rua Nova a Joi Luiz
rereira.
--Furiram, no dia 10 do correte, do engenho Ll-
moeirinho ,2 escravoi, lendo um pardo de nome
francisco de 25 a 30 annos baixo, eorpolcnto cabel-
lo corrido -acaboclado pi alguma cousa apalheta-
aos ; levoucaujia de algodao azule calcas do meimo :
o outro do iioirte4ntao.de altura regular, cabra; tem
o embigo grande e um olho de monos ; j lom estado
,%n Prar 8u, **,cs nara a* ^,a^"*, de ^n i repreien-
ia.tu a.15 annos. Ilnga-se as autoridadci policiaes, ca-
lmaos de campoe pesioas particulares, que d apnreben-
ua.n c levem-no ao dito ongenho, 011 ncsla cldade a
rua do Queimado loja u. 67que, alm de so pagarem ai
despozas que se fizcreui se gratificar generosamente.
t ligio, no dia 13 de agosto pelas 9 horas da noite ,
da Vanea a escrava Justina parda, de estatura regu- "
lar ; nao he Teia; representa ter 25 anuos. Esta eterava
pertence ao doutor Ibiapina. Quem a pegar leve-a ao
pateo do t.artno, n. 9 a Joaquim EspcridiSo da .Silva
Guimaraes ou a seu irmao, Manoel Jos de Castro
(1 ni maraes que sera recompensado.
-- Mandn o senhor do engenho Jaguaribe no do-
mingo, 13 do crreme agosto, ao Recife, levar uinca-
vallo osen escravo cabra, dc nome Jos, de 20 annoi
ponco mais ou menos sem barba de bonita figura ,
pos grandes, falla muito mansa ; foi escravo neita pra-
ca do Sr. Joao Paula Maciel, equettm a mal em Olinda,
om casa do Sr Vicente Ferreira Marlnho qnem o pe-
^ veufl,,"oe"geoho- "unesta niaca a Fran-
rt "8""' na rua d0 Rocinumento, que tora
recompensado.
i
"^i. -"-::.'_.;:-!
NA TTI*. OEM. F. DE PARIA. j8d8
MUTIL