Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08604

Full Text
I

ZXXtfHI.
? Htlte41MHI: ftft
I2S.
- --*C^ anaen-
Ptr tres iiezesaiitasfff 000
Pr tres nem vencidos 6f 000

SAMADO 31 DE MitO DE MI.
Por ibbo adiioUdo 19|00O
Porte fruet para e subscriptor
DE PEMAMBWIO.

.1
'
i


' .
ESG4ABEGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Aptooio Alen ndrino de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marquea da Sila ;
Aracaly, o Sr. A. de Laos Braga; Cear o Sr.
J. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim
Marqaea Rodrigue; Para, Man >el rioheiro &
C; Amazonaa,o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRUCAO DO SOL
Alagaa, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahi.
o Sr. Jos Martins Al ves; Rio de Janeiro, o Sr-
Joie Parain Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Olinda todos oa dias aa >,' horas do dia.
Igearase, Goianna, a Parahyba naa segaoda
eeitae-feirae.
S. Anto, Bezerros, Boalto, Garuar, Altioho
Garanhuna naa te rea a-fei ra.
Pao d'Alho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pee-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vists,
Ouricarye Ez naaqnaitaa-eiraa.
Cabo, Serinhem, Rio Formoeo, Una, Barreiroi
Agua Preta. Pimentetraa e NaUl quintas (eiras.
(Todos os correios partem as 10 hora da manhiaj
EPHEMERIDES DO HEZ DB MAIO.
7 Quarto creaeeote aos 43 miDitos da.teide.
13 La chela ai 8 hons e 18 min a tos da man.
10 Quarto minguante 11 hora da manhia.
98 Lia nova ao 44 minutos da manha;
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro aa 6 horas e 6 niatos d tarde.
Segando as 6 horas e 30 niatos da manhie.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE I ROS.
Para o aul at Alagse 5 SO; para o norte
at a Granja 14 a 29 de eada nez.
PART1A DOS MNIBUS.
Para o Recite: doApinupos s 6li2, 7, 7 til, 8
e.8 1|2 da a.; de OUnda 8 da m. 6 da t.; de
Jaboatao s 0 1,2 da m.; do Caxang e Vartta
s 7 da m.: de fiaw/tca s 8 da m.
Do Hecle : pera o ietaueo* a 8 1|1. 4, 4 1|4,
4 i|2, 5, 5 Ij4, 5 112 e 6 da t.; para Ottndo da 7
da n. e 8 ir2 de t.; para Jaboatao 4 da t.; para
o Caxang e Forzeo s 4 1 [2 da t.; para Bem Ac
aa 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRJBUNAES ya CAPITAL.
Tribunal do eommerelo : segundas e quintas.
Relacao: tercas sabbados s 10 horas.
Pazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segandas ao mel dia.
Dito de orphioi: tercas sextas s 10 horas.
Primeira rara do cirel: tarca extas ao neio
dia.
Seganda Tara do alrel: qaarlaa a aahbados 1
horada tarde.
DAS DA SEMANA.
26 Segunda. S. Felippe Nery f.ndador.
EJ: V?" P- m- S/Raoulpho n.
28 Quarta. s. Germano b. ; 8. Priano
29 Quinta #Ascengio do Senhor; S.Maxiniian
80 Sexta. S. Fernando re i ; 8. Flix p. m
31 Sabbado. S. Pjtroeilla r. ; S. Lupecino"
1 Domingo. S. Firmo m. ; S. Fdlnto.
ASSIGNA-SE
no Besito, en a livraria da praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8, dos propriatarios Manoel Faset.
roa de Faria 4 Fho. m
PMTE 0FFIGIIL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
1 LE N. 521. .^i
O bjcharel Miooel Francisco Cirreis, presi-
dente da provincia de Peroambuco.
Fago saber todos os seas habitantes, que a
assembla legislativa provincial decreten e eu
sancciooei a resoluco segninte :
Artigo nico, O aobsidto e ajada de casto dos
membros da assembla legislativa provincial, na
legislatura viodoura, serio regulados pela lei n.
483 de 10 de maio de 1860 ; revega las as dispo-
siges em contrario.
Mando, portante), a todas as autor dades quera
oconhecimento e execuco da presunta resoluco
porteneer, que a cumpram e fagan cumprir, to
iateiramente como nella se conten-
O secretario da provincia a faca mprircir. pu-
blicar e correr.
f'*^ io governe de Pernambai:ok 26 da miio
de 1869, quadragesimo primeiro d< independen-
cia e do imperio.
L. S.
Manoel Francisco Correia.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta
secretaria do governo de Peroambuco, em 26 de
malo do 1862.
Joao Rodrigues Chaves.
Registrada a fis. 131 do livro 5 de leis pro-
vinciaes.
Secretaria do goverco de Peroambuco. 27 de
mato de 1862.
Fortunato da Silv Neves.
N 522.
O bichare! Manoel Francisco Corris, presiden-
te da provincia de Peroambuco'.
Faca saber todos o seus habitantes, que a
assembla legislativa provincial cecreou e eu
sancciooei a resoluco seguiote:
Artigo Uaico. E' aberto ao presic ente da pro-
vincia o crdito sopplementar de 12:12$050 re.,
verbo votada para susleoto e curativo dos pre-
sas pobres noatorreote exercicio, dando coota de
sua applicaco a assembla legislativa provincial
em sea prxima reuoio ; revogadiis as dsposi-
toes em contrario.
Mando, portante, a tedas as autoridades qwem
o aonbeciment e eiecuco da presente resoluco
perlencer que a cumpram e facam cumprir, to
inteirameote como nella se conten.
O secretario desta provincia a faca cumprir, pu-
blicar acorrer.
Palacio do gOTerno de Peroambuco, em 26 de
maio de 1862, quadragessimo primeiro da inde-
pendencia do imperio.
L. S.
Manoel Francitco Correia.
Sellada e pnblieada a preaente resoluco Desta
secretaria do governo de Peroambuco, m 26 de
maio de 186*.
Joao Rodrigues Chaves.
Registrada a fls. 132 do livro 5" de leis pro-
iociaes.
Secretaria do governo de Peroambuco, aos 27
de naio de 1862.
Fortunato da Silva Neves.
N. 523.
O bacbaral Manoel Francisco Corteia, presiden-
te da provincia do Peroambuco.
Fago aaber todos os seas habitantes, que a
assembla legislativa provincial decretou e ea
sancciooei a lei seguiote:
Artigo nico. A terca policial para o anno G-
nanceiro de 1862 1863 compor-ne-ha de qua-
trocelas pregas eom a actual organisago e dis-
tribuigo ; revogadaa as disposices em contra-
rio.
Mando, portante, a tedas as autoridades, *
quem o coobecimento e execucau da presante
lei perteoeer que a cumpram e ligan cunprir
tio intairameole como nella se cor tem.
O secretario deata provincia a faga imprimir pu-
blicar e correr.
Palacio do governo de Peroambuco, 26 de maio
de 1861. quadragesimo primeiro da independen-
cia do imperio.
L. S.
Manoel Francisco Correia.
Sellada e publicada a preaente lei nesta secre-
taria do governo de Peroambuco, 5:6 de maio da
1862.
Joao Rodrigues Chaves.
Registrada a fls. 132 verso do livro 5 de leis
proviociaes.
Secretaria do governo de Peroambuco, aos 27
de maio da teXti.
Fortnate da Si va Neves.
-, -----------
Expediente do dia SV de malo
de 186*
Officio ao brigadeiro commandar te daa armas.
Passo s ruaos de V. Exc. para o fim conve-
niente, a inclusa guia das pragas do 7.* batalho
de iofaniarij vindas da provincia da Parahiba,
onde so acharo addidas ao .respectivo corpo de
guarniglo, a fim de reunirse aquello batalho,
besa como a do aoldado Marcolino Augusto Cezar
Pedrosa, que ha suspeitas de ser desertor da
companhia fixa de cavaltaria, e de qae tratei em
Bita officio de hotilen.-
Dito ao mesmo. Sirva se V. Exc. de infor-
mar-me acerca do que pede no incluso requeri-
nzento Delphtna Maria do Espirito Santo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Communico V. S. para sea coohecimento e
dirceio, que, segundo declarou-m i o brigadeiro
commandaote das armas em officio de hontem,
sob o. 1052, com referencia parlioipago que
lbe fizara o director do hospital militar, foram
avdmittidos como serventes naque le estabeleci-
santo os paisanos Laiz Francisco Borges e Luiz
Martins do Nascimeolo, aquelle no dia 21, e este
a 14 deate mez.
Ditoao mesmo.Pas verbasoccorros pbli-
cos, mande V. S. abonar a Amaro Jos do Anu-
id a quaotia de 345, correspondente a 2g diarios,
cono paga de aeos aervigos prestad em 17 dias
M tfaalidade de eofermeiro, qusodo seguio em
companhia do Dr. Francisco Gooiialves de Mo-
rsas, jate (oi incumbido do trtame lio dos desva-
lidos aeoommtttidos do cholera-norbus no lu-
Sir deooroioado Nossa Senhora da Conceigo dos
ilsgrof, no termo de Olioda, stgundo conste
da iofofaago mioistrada pelo jiiz muoicipal
dequelle termo, em 22 do correte
Dito ao mesmo. Declaro V. S. para seu
conhecimenloe direccao, que seguido consta de
officio de commandante superior da comarca do
Bonito datado de 4 do correte no dia 19 de
abril ultimo, foi reduzido a 12 pnca inclusive
jm aargento o destacamento de 211 guardas na-
cionses existente em Garuara', e em 22daqaelle
mez dsspensou-so do servico o resto do desta-
cnenlo, por terem cbogado as pravas de polica
que andavam em diligencia. Conmunicou-se
so eomaaodaote superior.
Ditoaocspiiao doparto.-Respoiido ao officio
do V. 8. de 6 do correte, aob n. 6, remetten-
do^ho por copia o officio de 24 leste maz aob
n. 8W, n. qae o Dr. ebefe depelicia declara-
oo harer uaquella date recommcolado ao dla-
gado do OHnda qoa preste os auxilias que lhe-fo-
rera requisitadoa pelo capataz de Maria Farinha
para fiel observancia do art. 6.a do ragulamento
qae baixoa com o decreto o. 447 de 19 de malo
de 1846.
Dito ao mesmo. Tendo S. M. o imperador
concedido o seu imperial exequtur nomeegao
do Sr. Pedro Jos Nuoes para agente consular de
Portugal, na cidada do Rio Furmoso nesta pro-
vincia, assim o comrouDico V. S. para aau co-
nhecimenlo.Fizeram-se iguaes communicacei
ao ebefe de polica e i thesouraria de fazenda.
Dito ao director da Faco'dade de Direito.
Respoodendo o officio que V. S. me dirigi em
6 do correnle, tenho a dizer-lhe que trate com
quem msis vaotagens offerecer as duas estantes
que se lornam precisas para a bibliotbeca deesa
Facaldade, sugaitando a approvago da presi-
dencia o ajuste que izer. Commuoicoo-te
thesouraria de fazeoda.
Dito ao commandaote superior da guarda na-
cional do Brejo. Baapondendo o officio que V.
S. me dirigi em 22 da abrii ultimo, tenho a di-
zer que a patente do major ajudaute de ordena
desse commsndo superior Etnyg4io Camello Pes-
soa de Stqueira Cavalcaoti exiale na secretaria
destt presidencia, e ser entregue logo que sejam
pagos os respectivos direitos.
Ditoao director daa obras militares.Approvo
o ajuste, que segundo o seu officio de 23 do eor-
renle, sob i. 90, fez Y. S. com Joo dos Santos
Ferreira Barros, para encarregar-se da execago
do concert da coberta do qusrtel de cavallaria
pela quaotia de 4569 meos do que a indicada
do orgameoto que para esse fim me foi apresen-
lado por V. S. com officio deate mez sob o.80.
Cummunicou-se ao inspector da tbesoorarla pro-
vincial.
Dito ao curador dos Africanos livres.O ins-
pector do arsenal de marinha psrlicipou-me em
officio de hontem, aob n. 206, que oo dia ante-
cedente, ao anolteeer, subindo o Africano livre
de nome Jacob para o brigue Ceareme, cabira ao
mar e morrera afogado, nao sendo aioda encon-
trado o seu cadver : o que communico Vmc-
para su coobecimento.
Dito ao juiz muoicipal interino de Goianna.
Fico ioteirado de haver Vmc. reantregado nos
officios de tabelio do judicial e notes e escorio
do crime e civel dessa comarca o serventaario
vitalicio dos mesmos officios Miguel Joaqutm de
Faria Braga, por se acbar livre dot crimes de
que era acensado, como participou em seu offioio
de 7 deste mez.
Dito ao juiz muoicipal do termo do Buique.
De posse de seu officio de 17 do correte, com-
muoicando achar-se reinando j multo perto des-
sa villa, em um lugar chamado Olho d'Alho dos
Bredos o cholera-morbus, acabo de ordenar que
com *! lita mejmm remanidos urna arat>ulDCia
de medicamentos e iostrucgdea para c (ratamen-
te desse mal,"devendo Vmc. destribuir por pes-
soas iotelligentes quem os possam applicar em
bem dos desvalidos que delle (orom affectadoi.
Gootio de seu zelo e sentimento de humanldade,
que nao poupar exforgos para que os pobres se-
jam promptamente soccorridos.e nao se teoha de
lamentar grande numero de victimas. Offlciou-
se ao inspector da saude para mandar preparar a
ambulancia.
Dito ao delegado de Garanhuns.Em resposta
ao seu officio de 21 deate mez com referencia ao
estado da epidemia que grasss nesse termo cbe-
me dizer-lhe que para abi devem terchegado oa
soccorros necossarios para tratamento do mal, e
que directamente remetti em 15 do correnle ao
juiz de direito dessa comarca com quem Vmc. ae
entender acerca das providencias que convier
adoptar-
Louvo a disposigo de que Vmc. se mostra ani-
mado de empregar todos os seus esforgos para
que sejam promptamente soccorridos os indigen-
tes que soffrerem dessa epidemia.
Dito ao subdelegado da freguezia dos Afoga-
dos.Fico sciente do que me commanica acerca
da epidemia reinante nessa freguezia em seu offi-
cio sem dala a que respondo dizendo qua pode
dupor da casa a que nelle se refere, fleando. esta
presidencia certa de que Vmc. continuars pres-
tar os seus servaos se as circumstancias assim o
exigtrem.
Dito ao pharmaceatico JooSoares Raposo, na
cidade de Olioda.Declaro Vmc. para seu ca-
ohocimento que achando-se extincta nesta cida-
de a epidemia do cholera morbos, fica aem effei-
to de boje em diante a autorisago desta presi-
dencia contida em officio de 2 de Janeiro ultimo,
para Vmc. ministrar os medicamentos precisos
ao curativo dos indigentes que forem abi accom-
mettidos d'aquelle mal.Igual a Braz Machado
Pimantel.
Portara.O presidente da provincia atienden-
do que o africano livre Adi Mathiaa provou pa-
rante o juiz dos feitos desta capital, ter servido
por mais de 14 sonos em estabelecimentos p-
blicos, e de conformidade com o aviso do minis-
terio da jusliga de 14 de abril Ando, pelo qual foi
declarado com referencia ao de 4 de fevereiro ul-
timo, que a competencia di concesso de cartas
de emancipago depende da qualtdade do poder
que iotervem na concesso dos servico dos afri-
canos livres, pertenceodo essa altrlbuigio ao go-
verno geral e dos presidentes das provincias, re-
sol ve dos termos do decreto n. 1,103 da 28 de de-
zembro de 1853, que ao referido africano Adao
Matbus se conceda carta de emancipago, com a
clausula porm de residir temar oceupago oeste
cidade.
{Despachos do da S? de malo.
Itequerimenlos.
Amaro Jos do Amaral.Dirija-se thesoun-
ria de fazenda.
Alezandrino Martins Correia Barros.Informe
o Sr. director das obrss publica.
Beoto Joaquim de Miranda Henrique.Infor-
me o Sr. Dr. juiz de orphios desta cidade.
Flix Veloz da Silva.Como requer.
J A. Santos Coelho Como requer.
JoSo Joaqaim de Siqueira Varejo.Passe
portara eoncedendo dona mezea de licaoga con
vencimentos na forma da lei.
Commando das armas.
Quartel-general do commando das
armas Je Peroambuco na cida-
de do Recite em 28 de maio de
184**
ORDEM DO DA N. 86.
O general commandante daa armas faz publi-
co para o fim conveniente, que nesta date, nos
termos da imperial provisio de 11 de Janeiro de
1853, contratou, precedendo iospecgo de sade,
para servir por tres annos oa banda de msica do
2 batalho de infantera o msico paisano Ua-
belioo Jos Joaquim, que por sobre os vencimen-
tos que por lei Ihe competirem, perceber o pre-
mio de 1509, pagos segundo o regulamento do Ia
de malo de 1858.
Assigoado.Solidonio Jos Antonio Pertira do
Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, eapito
ajudante de ordens encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
Expediente do secretario
governo.
do
Officio ao Io secretario da assembla.S. Exc
o Sr. presidente da provincia manda remetter
V. S., para ter o conveniente destino, os ioclusos
authographos dos acloa ns. 521. 522 e 523, pro-
mulgados pela assembla legislativa provincial,
em sua presente sesso.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
proviocis manda trsnsmitlir V. S., para aar
presente a assembla provincial, o Incluso exem-
plar impreno, contendo o contrato celebrado en-
tre o governo desta proviocia e a companhia Per-
nambucana, obre que versa o officio de V. S. de
26 do correte, sob n. 38.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. de ordem
de S. Etc. o Sr. presidente da proviocia, para ser
presente a assembla legislativa provincial, aflm
de que se digne de apreciar davidamente, copia
do officio da cmara muoicipal da villa de Pao
d'Alho, firmado em 14 do correte, solicitando a
approvsglo do projecto do regulamento do cemi-
terlo publico daquella villa, o qual acompaobou o
citado officio.
Dito ao mesmo.De ordem de 5. Exc. o Sr.
presidente da provincia, transmuto por copia
V. S., para ser presente a assembla legislativa
provincial, a ioformagao solicitada em seu officio
de 17 do correte, sob n. 33, relativamente ao pa-
recer da commisso de obras publicas, dado so-
bre a pretaogo de Joo Hyoolito de Metra Li-
ma, ex arrematante da 1,067 bragas de empedra-
nento da estrida da Victoria.
Rcpartieao da polica.
Delegada de "polica do primeiro
distrleto do termo do Recite, S7
de maio de 186*.
I lira, e Ezn. Sr. Os crines e factos policiaes
occorridos no districto de ninba jurisdiego, oa
semana anterior, sao os seguiote :
No districto de 8. Jos, foi julgado improceden-
te por aquello jutzo e ramettido para o do jaizo
muoicipal da Ia vara, o processo cootra Joo Ale-
landre Vietra, preso na casa de deteoco, pelo
crime de estelliooato; teodo alm disso sido pre-
sas e racolhidas casa de detengo ordem do
reipectivo subdelegado. Maria Gomes, Mara Rita
da Cooceicao, pretas, costureiras, o Indio Joaquin
Ferreira Piolo, por brgs, e ben assin o Portu-
guez BernardoGoncalve, branco, carroceiro, pel
crime de dflormeato.
No dietricte da Santo Antonio, alen de teren
aido pronunciados e sujeitos priso elivramen-
to, como iocarsos no art. 201 do cod. crino, os
soldados do 9* batalho de tufaotarU do exeralto
Francisco Antonio de Arroda, eAlexandre Gomes
da Paixo, no processo ex-officio contra elle ins-
taurado pelo ferimento feito em Antonio Frao-
cisco Paes Jnior, pelo qae foram presos em fla-
grante, e se achsm recolhldoa ao xadraz do res-
pectivo batalho ; por ordem da ehefatura de po-
lica, foi interrogado Quiottliaoo Ferreira Callado,
morador na comarca de Garanhuns, onde recebeu
um tiro em um braco ; teodo alm disao sido pre
sos e recolhidos casa de deteogo ordem do
respectivo subdelegado: Laodelioo Jos Carlos da
Silva, bresco, Antooio Joaquim Martins Pereira,
Manoel do Nascimento, pardo, marcineiro, Fran-
cisco de Paula Santos, pardo, fuoileiro, e Isbello
Joaquim da Silva, por deaordem ; Manoel Anto-
nio de Oliveira, branco, negocio. Francisco Perei-
ra de Barros, pardo, Manoel Francisco da Trin-
dade, erioulo, pedreiro, por briga, Raymundo Ma-
noel da Costa, erioulo, criado de servir, e Fran-
celino Joaquim de Oliveira,pardo, sem oceupago,
tara bem por briga, cora destioo ehefatura da po-
lica para recrutas; Josepha, preta, de mcao,
escrava de Sebastiana Furtado da Menionca, por
suspeitas de andar fgida ; Josepha, preta. escra-
va, requsigo de seu senhor Bernardino Jos Lei-
to; para ser castigada; Antonio Tiburcio de Fi-
nas, pardo, aem officio, por auspeito de ser deser-
tor, remedido ehefatura da polica para raeruta;
assim como tamben Felicia Maria da Conceigo,
parda, lavadeira -.SatyroJos dos Prazeres, pardo,
marcioeiro, por briga.
No diatricto do Recite, foram preaos ordem do
respectivo aubelegado : Lourengo, preto, escravo
de Joaquim Candido de Siqueira, Antonio Jos
lavares, Joo Martins da Silva, pardos, Francisco
Jos de S, preto, tambor, por disturbios e jugos ;
Joo Antonio da Costa, branco, por espaocamentd.
Miguel, pardo, escravo, requisigo de seu se-
nhor Jos Joaqun Gones de Abren ; e finalmen-
te, Apoliaarlo, preto, escravo de Bernardo Jos
Rodrigues Pioheiro, por embriaguez e insultos ;
demais, nos procesaos do injurias verbaes, pelas
quenas dadas por Aotonlo Lopes Pereira de Mel-
lo, contra Agostinho de Fontes Ferraz, o Aotonio
Martins Lisboa, contra Jos Antonio da Cunha
Guimares, houve desistencia da parle dos quei
iosos, o Jprlmeiro, perdosodo as injurias qae lbe
foram arrogadas, teodo j sidocondemnado o que-
rellado a tres nezes de priso o multa correspon-
dente, e o segando, dapoia de eataren inquiridas
as testemuohas da aecusacio.
No primeiro districto dos Afogados, alm da
cootinuago dos procesaos fallados na semana an-
terior, ioatsurou-se o competente summario coo-
tra Eduardo de Souza Viaooa, cobrador da barrei-
ra do Giqui, pelas offeosaa phlsicas taitas oa pes-
soa de Jos Antonio da Silva, teodo alm disso
remettido ehefatura de polica o desertor do 7o
batalho de fuzileiros, Roberto Gregorio.
No districto do Poco da Panella apenas houve
urna vestoria dos ferimeotos feitos no pardo Bs-
nedicto Maxlmiaoo de Oliveira ; e foijulgado im-
procedente por aquelle juizo e remettido para o
juiz muoicipal o summario ex-officio contra Pon-
ciano Jos de Souza.
Finalmente a delegada de policia do primeiro
districto do termo do Recite, alm da ter prendi-
do sua ordem e recolhido cssa de deteogo
Feliciano da Silva Costa, Aodr Jos Avelioo!
Hermioo Jos da Silva, Amaocio Jeronymo dos
Santos, Ludgero de Seona Barbosa, Jos Pedro
Moreira, Maooel Domingos Ramos, e Saljro Au-
gusto Ferreira, para rcrotea ; Jerimias, Francis-
co Lucas e Amaro, escravo, por terem sido en-
contraos depois do toque de recolher; Antonio
Jos e Joaquim de Amorim, Africanos livres, por
disturbios depois do toque de recolher; Cassimi-
ro, pardo, escravo de Jos Dias Fernandos, por
aodar fgido ; rsula, parda, escrava, requisi-
go de seo senhor, Trajaoo Veriato de Madeiros,
para aer castigado; Jaciotba, escrava de Jos Al-
ves da Silva Guimares, por ter declarado ser li-
vre ; o bem assim Gabriel, preto, escravo de Ao -
oa Maria Vieira de Mello, por ter fgido, acodo
cooduzido para Nazaretb, onde crimiooso ; coo-
tiouou o processo da Juvioo Ciroeiro Machado
Ros, pelo crime de eslellionato, assim como fez
divenos interrogatorios.
Dos gaarda V. Exc. Ilion, o Exm. Sr. Dr.
Jos Antonio Vas do Carvalhaes, dignislmo aba-
te de politia da provincia.O delegado auppleote,
Jos" Antonio Correia da Silva.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
MAMBUCO.
Brnxeias 9 de malo de 1868.
Est chegada a primavera, maa com ella oo
rebeotou a|conflagracao geral que taoto se recela-
ra : cumpre todava notar qae ba no dominio
poltico da Europa, aasim como na natureza urna
surda termentagao.
Grande numero da questoes parecem prestes
a tocar os limites da aua solugo. A qnesto ro-
mana, de todas a mais agitada, est proxlns do
seu desenlace no entender das pessoaa mais bem
oformadas.
Napoleo III parece afinal comprehender qae
deve cessar o lempo das tergiverssges ; e o eo-
thueiasmo.eom que foi Vctor Enmanael ac-
laido en aples, influio nao pouco para a re-
solugao do imperador.
Segundo o'otcia, que temos a vista, o principe
iV?pi* Boparte deve partir amanha ou no
10 deste mez para dirigir-se com o seu real ao-
gro Vctor Emmaouel -cidade eterna sob a aalva
guarda do eatandarto francs. Ah tentario um
ultimo esforgo oo intuito de decidir Pi IX a
consentir o'uma guaroigo mixta de IUIiaoos o
Francezes em Roma : oeste caso lbe seriam ga-
ranlidaa as poiaesses actuaea da aanta s: e
Vctor Eramanuel se compronetteria a nao re-
sidir em Roma, oem se eotromatter.oos negocios
do Vaticano.
Pi IX coovlr em semelhanle Iraosago?
Peoao que nio; e at multo provavel que Ihe
opponha o seu iotermioavel non possumus. Nao
ha aioda muitos dias que elle disse ao seu mi-
nistro da guerra, moosenhor Meroda, belga de
oaseeoga : ose me retirar de Roma deixando 11-
car a guaroigo fraccez, parecer isto ums de-
sercao ; mas se continuar em Roma depois que
aqu entrar Vctor Eramanuel, ter isto o carcter
de ama abdicado.
Com taes dtsposigoes de crer que o papa exe
cute o projecto de muito tempo meditado, ret -
tirando-se de Roma, e indo collocar-se sob a pro-
teegao das bayonetas austracas em Veneza ou
em alguma oatra parta.
A' vista deesas noticias comprehende-se fcil-
mente que o corpo diplomtico estraogeiro em
Pars deve atar muite ablate. O principe de
Melleroich, Jera bailador da Austria, depois de
lar conferenciado com os seus collegas da Ruasia
o da Prass:a, solicttou urna audiencia do impe-
rador Napoleo III ; e della sabio bem convenci-
do de qae a/Praoea estar decidida a aacrificar o
tratado deKurich, e que se devte aguardar acon-
lecimtiutaV ..
Eme^anvanauretenta a exploslo dessa mina
preparada ^Tiosameote, e com urna paciencia
machlavaliuBBBjbl temos a guerra fratrecida que
ensaoguentg/bseampose a cidides de urna par-
te da Amerita/e de cala influencia se resentem
cruelmente os negocios industriaos da Europa.
Por cada ambicano que suecumbe oa peleja a
Europa conta urna familia ioleira de trabalhado
ras que cabe na terrireis garras da miseria e da
tome. A' medida qua ae fecham as fabricas
falta de algodo, os asylos de uendicidade, os
abysmos da prostituigo, e os tmulos escanca-
ram as suas portas sioislras I
Na Franca, n> Inglaterra e na Blgica a misa-
ra eresce e eateode-se at o limiar dos palacios.
O que pode a sabedoria governamental, o que
pode a caridade, que na Blgica especialmente
faz prodigios, contra na calanidade queamea-
ga por om tres mezes talvez, um miluo do ho-
mens a expensas da caridade publica ?
Este estado de comas forgar, segundo dizem,
o governo fraocez a o ioglez a prescindir do seu
principio de oo iotervengo. Preteode-se que
a partida do enbaixador fraocez Mr. Mercier de
Waahingtoo para Ricbnond oo lera por fim se-
oo tentar um esforgo supremo juoto ao governo
do sul, no intuito de terminar essa guerra asius-
tadora, e deste modo acabar com a niseria que
ameaga toroar-se para o Europa um cancro ter-
rivel I
As eleiges, que aeabam de effecluar-se na
Prussta, sao a reprovego mais solemne do mi-
nisterio von de Beyi't o soa poltica- Nao so
em Borlin, onde nao se escoloeu par eleitores
directos ( preciso saber que oa Prussia a eleigo
se faz por dous graos) soolo homeos do partido
progressists, como lanbem em tola a monarchia
o partido liberal- o-pngresso triumphou. A
nova caara que provavelment ten de reunir-se
j oo dia 16 deste nez, contar seqoer ums pe-
quena fraegao, qae seja francamente ministerial,
e por maiores desejos que tenha o gabinete de
evitar qualquer dissusso no terreno poltico, e
de terminar o maia depressa posetvet a nica
questo urgente para elle, isto a votago do
orgameoto geral, todavia presomivel que logo
oas primeiras sessdes s materia liberal dessa as-
sembla defina a aua attitude para com o mesmo
gabinete.
que far neste caso o rei tiuilhsrme ? Cha-
mar os liberaes para o poder, ou ir de encon-
tr opioio publica manteado um ministerio
impopular e detestado? A aitusgao bem melin-
drosa : a con qaaoto circulen na capital prua-
aiana boato que dio como certo um golpe de ea-
tado, a publlcago de urna nova lei eleitoral, a
concentrado das tropas na mesma capital, toda-
via nao me persuado de qae Guilherme I seja
ceg e temerario a esse ponto : elle, para quem
oo s a Alremaoha como teda a Europa lera vol-
tado as suas vistas, nao p6 le oem deve arriscar
os destinos brilhantes que sao reservados Prus-
sia liberal, constitucional, e sabiamente patriti-
ca ; nao pote oem deve expor a aua coros e
dymnastia smeote por temor ao vo espectro
da revolugo, em que nlogaem peosa oo aeu
paizl
A' vista do exposto fcil de comprebender-ae
o interesse e impaciencia com qne na Allemanha
se aguarda os acootecimentos posteriores; etam-
bem nos temos as vistas pregadas nesse paiz caja
si tu gao igualmente muite influir sobre a nossa.
Tanto raaior ae torna oloterease dooosso pala,
quanto se acha elle ameagado de urna perda irre-
pararel. O rei Leopoldo teodo aoffrido no do-
mingo ultimo orna nova operago da extraego de
pedra se acha actualmente bistente enfermo. O
Dr. Civiale foi chamado da Parisa toda a pressa.
Hontem o Monitor Universal pablicou o primei-
ro bolelim. Nao sei descrever a coosternago que
aqu reina entre todos.
Os fundos oa Blgica vo decreseeodo. Multes
patriotas perguntam como podaremos nos paasar
sem esse augusto aneio o'uma quadra lie peri-
gosa, smeagados da ambigo de um vizinbo pode-
roso, que a osla hora, segundo cortos boatos,
combioa com os seug hospedes das Tulherias
o rei e a raioha daHollanda n'am plaoo tene-
broso contra a existeocia da Blgica I ?
Nuaca oos foi como boje tio oecessaros a sua
influencia nos-conselho dos principes da Europa,
a veoeragio que o rodeia, e a sua prudencia e sa -
b doria proverbiaea t
Infelizmente posta esperases temos de coosar-
va-lo. O duque da Brabante, que ss acha na
Hespanhi, para ooda tora con o fin de restaba-
lecer soa aale bastete alterada, acaba de ser
chamado com toda a urgencia. E at oa pers-
pectiva de to fnebre aconlecimento, de que eat
ameagado o paiz, a poltica pouco ou nada ocenpa
os nimos.
A questo da Antuerpia marcha ponco mais ou
menos no mesmo p: cootioa a agitago contra
aa fortificag&ea, mas com mui pouco auccesso.
Essa questo tem perdido de sua grvida lo de-
poia que a cmara aps longo debate provocado
por peticoes antuerpianaa relativas s servides
interiores fez jusliga aa auss queisas exageradas;
depois qae urna tentativa promovida no seio da
associago liberal de Bruxellaa contra as despezas
militares abortou pelos esforgos de Mr. Verhae-
goo, o qual ae bem qua inimigo pessoal do gabi-
nete, todavia oo ouaoo assumir a ai a respoosa-
bilidade de to arriscada agltago.
Pouco a pouco se iro acalmando na nossa me-
tropole commercial aa paixdea sobrexcitadas ; e
talvez que quandoae acalmem de lodo o governo
julgue ento conveniente conceder ai iodemniaa-
ges reclamadas.
Sabbado paseado por occasio da discusso no
senado do orgameoto do minutario dos eatrao-
geiros a direita tentou abalar o gabinete. O con-
de d'Anetle censurando forte mete o acto do Te-
conheci nenio da Italia propoz urna emenda oo
aaoltdo de acabar com o augmento de 12 000
francos consignado pela cmara para o tratamento
do nosso ministro em Turim.
Nao hs improperios e iosultos que os oradores
catholicos oo teoham atirado ao rei da Italia. O
ministro de eslraogeiroa Mr. Rogier oo hesiten
em determioar a questo do gabinete. O minis-
tro das floaogas Mr. Frere Orban demonstren que
a aceitago da emeoda propoata importara oo
s a queda do gabinete, como tambem um rom-
pimenlo com a Italia ; e que a oireita clerical de-
pois de ter muite gritado nada se atrever a fa-
xer. O principe de Ligoe, bom cathollco, se bem
que seu filho combateu como sabido em Cas-
telfidardo, onde foi feito prisioneiro, influio mui-
te sobre a sorte da dita proposte do chefe da di-
reita, dizendo cathegoricamente que achava
tambem qae o governo fora aprestado em reco-
nbecer o reino da Italia ; maa nao quera asso-
ciar-se a una votago que tivesse por fim dar a
queda ao gabinete.
A emenda do conde d'Anetle foi pois rejeilada
por 28 votes cootra 21; e oo dia seguiote adop-
tada toda a lei do orgameoto por 23 votos, .ha-
vendo 12 membros que sa abstireram de votar.
Os nossos artistas e iodustriosos representara
um grande papel na exposlgo universal de Lon-
dres onde obtem legtimos successos a nossa es-
cola de pintora. Pretendo na mioha prxima
correspondencia deacrever um novo quadro do
oosao grande meslre Luis Gallait Dalilah
ae foi exposte aqui aotes de ser enviado para
oodrea.
P. S.Passo a dar o bolelim de hoje que aca-
ba de publicar o Monitor :
O eatado do rei conservoa-se o mesmo du-
rante todo o dia de hontem ; noite, porm,
manifestaram-se aymptomas mais favoraveis.
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Rio Grande do Norte.
22 de maio de 1862.
Creioquena mioha ultima Ihe disse, qae esta-
varaos litteralmente cercadoa em todos os 32 ru-
mos da rosa dos ventos, pelo cholera morbas, e
que era impossivel escaparmosde um ataque des-
se ioimigo ; agera Ihe digo, que existem oeste ci-
dade doeotes, que j se diz, que sao cholericos,
aeodo deata opinio um homeopatba.que os trata,
e da contraria o Dr. Bolvar, allopatna, medico
aqui muite acreditado tanto pela pericia, como
pela felicidade de sua clnica, o qual caracteriza
em outra cathegoria as molestias, de qae se
acham affectadosos tres eofermos, entregues aos
cuidados do referido homeopatha.
Por fortuna nossa nao estamos ioteirameote
desprovidos do mais necessario ; possuimos oo
meio de os o mencionado Dr. Bolvar ; temos
duas boticas, una das quaes, a dos Srs. Aotuoes-
abandantenente provida ; boa porgo de cartel*
ras homeopatbicas do Sr. Dr. Lobo Moscoso, ao
anteas vaotajosameote cooceituadas oesta provioe
ca ; um hospital soffrivelmente bem preparado -
abundancia de mantimentos por pregot, que j
oo espaotam ; ras mais ou meos limpas, e
outros comraodos, que escasado referir.
Eu j disse, oo sei a quam, e agora repito,
que ae o mal nos alcaogar, e muito tivermos, que
soffrer delle, devemos aotes queixar-oos de oos-
sa m estrella, do que de descuido do governo ou
culpa de slguem.
S do que oos acharaos em circumstancias des-
favoraveis, de dioheiro : o cofre pruviacialcoo-
tinua exausto ; e o geral apenas possue uns sete
conloe de res para tolas as seas despezas ; de
forma que, seno vier o snccorro.que me consta,
pedir a presidencia daqoi eisa dahi, muito
provavel, que no principio de junho prximo, oo
teoha o digno ioipector daquella repartirlo com
que pr-se quite para com os seus credores.
Ernqusoto nossa alfandega ter coosiderada,
como de sexta classe ; emquaoto a nossa maior
verba de receita geral consistir nos falliveis im-
postes sobre.embarcaces, e mercadorias naufra-
gadas no cabo de S. Roque, teremos de viver
com osaccos costas, e escudella oa mflo, duen-
do, como o geoeral bysaothioa date obolum Be
lisario.
Se pode haver duvida, de qne j existe oa nao
o cholera oesta cidsde, oem'uma ha, de qae elle
j invadi toda a provincia, sendo os lugares que
mais hao sofTriio, o Cunba, a Nova-Cruz, e a
capella do Cearraerim ; com tado as perdas qae
tem havido oesses lugares, e nos de mais da pro
vincia esto muito looge de se compararen) com
as dessa e da Parabiba: ha, quem calcule, que
toda a provincia aioda nao perdeu 200 pessoaa, e
quaodo j teoha tocado eaaa cifra, pouco poder
exceder della.
No dia 9 deste, tiremos aqui um bom susto.
No acto da partir para o norte s 2 horas do
tarde o vapor. Jaguaribe, que alias havia dito ao
inspector da visita, que oo trazia doeotes bor-
do, maodou alijar oa praia da alfandega um indi-
viduo, pardo, alto, robusto, com 22 25 annos de
idade, o qual seodo interrogado disse ser natural
da villa da Graoja oo Cear, marioheiro do /
guaribe, a estar doeote ha 12 das.
Visto e examinado pelos facultativos Dr. Bol-
var, e cirurgio-mr Machado, decidiram estes,
que o individuo soffria de febre amarella, e qae
eatava em perigo de vida.
O chefe de policia, que alli se achava, mindou
recolher o enfermo ao lazareto da gamboa do Ma-
oimb, onde morrea no dia seguiote, sem em-
bargo daa applicages, que se Ihe fizaram, e cui-
dados, que com elle se expenden.
Este caso to simples, e que nio passou, do que
fica dito, deu margeos commentarios to falsos
como extravagantes, a causa temores.
levantar um incendio, nio lbe necessario mais
do qua apaobar una faiact I
A' esta guerra do cholera aconpaoha pari-
p ssu a da imprenaa liberal, agora reforgada palo
Gua;a<* aeional em formato pequeo, aem
dia fizo de paWicago, eoolrs o Exm. Sr. Dr. Leo
Velloso.
Nio obstante, porm, continua S. Exc. manten-
do-se em seu posto de honra, como multo ben
dase Vmc, em seu Diario h. 107 da 9 do corren-
te, e providenciando tado ns proporgio do*
poucos recursos de que dispon ; sobre ludo mar-
chando com grande cautelia na diatribuigo dos
soccorros, afim de nao cahir naa diadas, que do
todas ss partes lbe arma a esperteza de mios da-
das cora, a especutago.
Para que Vmc. faga urna idea sobre que espi-
nnos, e abrolhos, marcha o goveroo nealas criaos
de peale, como oas das eleiges. basta lembrar-
Jhe, que emquanto do Apody oo se sabia, que j
tmha partido medico com ambulancias, dioheiro.
e outros soccorros para a Maiordada, o aeu cor-
respondente daquella villa dava aquella comarca
como incendiada de poota poota, o povo mar-
rendo aos ceios, e o Sr. Dr. Leo Velloso tran-
quillo em seu palacio aem ae importar com causa
alguma ; o que eu cootestei oa miaba carta pas-
sada ; quaodo porm se all sonbe, que havia ido
o Dr. Luiz Carlos con os soecorros precisos, j
urna carta, de que Vme. traoscreve alguna tro-
chos em seu Diario de 12 deste mez, diz que s
peste tem sido benigna, que oo matn oem 30
pessoas, que o medico nao tem servido de utili-
dade alguma, e que oa remedios nao eram con-
venientemente applicados.
Orai aqui tem Vmc. como se preso, porque so
tem cao ; e como se agarrado, porque ae o nao
tem. Com urna dialctica desta natureza, a con
uma jusliga desta ordem, nio ha innocencia, que
nao possa aer condemnada.
A mana de ae fallar mal do governo ten-ao
tornado um luxo oo Brasil, que as vezea passa
delirio, iotoleravel aos mesmos adversarios, que
aioda nio perdern a razio, oem esli absoluta-
mente cegos, como vou Ihe mostrar no caso o
que passo expor.
No penltimo oumero (131), qae tivemts do
ho Grande do Norte, l-se um communicado,
em que o Sr. Leio Velloso julgado multo inte-
rior em probidade, etioo governativo ao Sr. Dr.
Jos Beato Juoior, que aqui mesmo o anno pas-
eado foi arrastado pela lama desta cidade como
0 maia baixo, e o mais indigno de todos oa pre-
sidentes, que ento existiam, eja exiatiram. Este
comparagio, faite aomeole no presuppoato de de-
primir o carcter do Sr. Laio Velloso, foi to
revoltantemente exagerada, que a propria ra-
dacgo do Ido Grandense, em urna nota sua, tjso-
testoa cootra ella.
Quer porm, Vmc. seber como que o Sr.
Dr. Leio Velloso tem respondido, e est respon-
deodo estas delirantes epreciaedes, teoha pa-
ciencia, escate um pouco.
Mandn reparar a decrepita, o abandonada
tnesouraria geral, e coastiluio-a hoje o primei-
ro edificio desta capital ; maodou continuar a
obra da torre da matriz, que ae achava em co-
meco, e parada, e presentemente est concia-
ir-se ; maodou reparar, e polir o quartel militar,
que eslava feilo ama especie de deposito de fer-
ros veibos; mandou apromptar, ese esi aca-
bando um quartel para a policia, que se achava
ah assim alirada oo pequeoo corredor de ermi-
da de Saoto Antonio contra a vootada da irman-
dade deste santo, qua o reclama todoa os diaa ;
mandou construir, e est ss acabando un com-
modo laaareto na gamboa do Manimb, lugar
aproprladissimo para este fim, onde devem ser
tratados os mseravais accommellidos da peste ;
mandou conceller, e esto concertadas a cadete,
e casa da cmara da cidade de S. Jos de Mipi-
bu ; mandou fazer uma ponte no rio Trabiry ;
mandn cooiauar o aterro da gamboa do Gara-
pes; mandou reabrir, e aperfeigoar o canal do
Ceoguaratuma, obra de grande vantagem para a
prosperidade d'aquelle frtil municipio ; maodou
examinara poota orieotal da laga de Exlremoz,
eo lalhimo do Carnaobal no Cearmerim, paro
construir sobre aquella uma ponte, e sobra esto
fazer um atterro. viato haver ficado iateiramen-
te arruinado pela endiente do anno passado, o
t"' Sr. Dr. Juoqueira mandara ali levantar;
ordeoou a cooslrucgo de um caes oa praia da
alfandega daata cidade, onde, quando a mar
est vasia, se salta ou alolaodo-se at os joe-
luos, ou para erilar este inconveniente, nan-
dando-se estivar de taboas, e pedraa o caminho,
ou emflm mootaodo-se oas costas de atenea :
alm diato tem S. Exc. dado soccorros pecunia-
rios para levaotamaoto, ou cooclusio, ou repa-
ros dos cemiterios das cidades do Ais e S. Jos.
daa villas do Priocipe, S. Gongalo, e Goianni-
nba.
Islo pelo que diz respelto trabalbos materiaes:
vamos agora aos morsas.
Tem o Exm. Sr. Dr Leo Velloso expedido oo
seguintes regularaentos, de que grandemente ao
necessilava ; saber : um aobre a arrecadaco
dos bens do evento ; ostro aobre a meia cisa da
venda de escravos ; outro aobre aa execugea dos
feitos da fszenda provincial; outro sobre a laxa
das hersogas, e legados; outro sobre o imposto-
no consumo daa carnea verdes ; outro finalmen-
te dando Instrucgdes aos delegados do procura'-
dor fiscal na provincia.
' Eis-aqui estio os trabalhos, ou, para nelhor
dizer. os crimes, que por alto asi do Exm. Sr;
Dr. Leio Velloso ; sem eotrar em meoorea de-
talhes, taoto porque nio sstou ao tacto do que
por sua secretaria se passa, como mesmo pela
regra, que dizaV minimit non curat prcetor
Para mim, e os outros, que nio esluda
oem aprendamos economa poltica, especalo
te eu, que nem por divertimento 11 ainda o Ira
tidodoSr. JojDroz. que me dizem re
couclaao e clarees ao bom gosto o xactidio,
saccede com todas aa ostras obraa deste polido
escriptor contemporneo, ou as iostructivas con-
versares de madama Beaumoot, faz marvilbar.
cono en lio pouco tempo. e con recursos too
mesquiobos, ha o Sr. Dr. Leo Velloso executa-
do a maior parte dessis obras, e tem lido a co-
ragem de emprehender aa outras, qae val dar
cornejo: para aquellas porm, que aprendern
a scieocia, e possuen, quaodo nao todos os seus
detalhe, ao menos as baaes cardeaes, em que
ella se tanda, aa islo uma admiracio, como
om caso fra das regras ordinaria, nao e nem
ser em lempo algum um milagro- Com um bom
systemi dai impostes; com sma zeosa, e ftelar-
recadaco dos mesmos. dizem ellas, oo ha coito
publico, que nao regorgite de dioheiro : com urna
justa deslribuigio, e iotelligente applicaco do.
sea producto, nio ha paiz, que nao prospero:
com um patriotismo sincero, e com orna hones-
tidade conscienciosa, nio ba governo esclareif-
do que nao possa fazer prodigios. Sabe-se, qae
quando o grande Sebsstlo Jos da Carvalho foi
chamado para o ministerio pete Sr. D. Jos I.
achou esse incomparavel estadista o thesouro do
Portugal nio s esgotado, como anda indivda-
do pelas enormes despesas, qae no corso do sos
reinado fizara o rei magnnimo o Sr. D. Jote V.
1 eom duas podarosaa saquadraa, qua aaasdra
o, como
Bem cario o rifio, que diz, qae para o povo I I'lia em soccorro o Papa, atacado polos Tse-
I


fc
DUftlO DB FE&MAMBUCO. ~ SABBADO SI DI MAM) DE 186.
---------.-------______
.
SHlOSO VSticaSKI po*.
de cenvtnt* de Ha-
asee, hd a 4i6e*clo do n
luraez, i que do o nomo
/ra. cota a uenamenlo** obra
ejaas linea, cu squadaelo de Lisboa,
tatrii muilu edtcflsg5*s, e cautas, que
das
e com
eatuse-
O Sf. Ruara,** :A atueir creio que te nao
prests a cercaa vivas, iilo Dio tal que poisa
lamedira passsgem de am anima!
Um Sr. Deputado :Ptesta-s*.
O Sr. Birao de Muribeca :Eutao nao ha ar-

<1o referir. Sm meaos di 38 annos porm. : busto nenhum que sirva 1
qusndo o conde de Oelrss e marques de Fofflbai I o Sr. Boarque :As corees de esplnhos sao as
fui exonerado pela senhors D. liara 1, as fina-n- J empregadaa as estradaa de ferro, e sao as mais
gas de Portugtl estsvam resttbelecidas, o cofre
geral tioha urna reserva da 19 mil e dtenlos
t-ooios, e o das decimas dota mil coutos, todo
?m moda do valor aDligo.
PE^NMBUCO
ASSBIBLA UGISLlTlVA'PMVlNdAL.
CONCLUSO DA SESSAO DE 27 DE 1IAIO
DE 1862.
PrtsUtncia do Sr. Luis Felippe, t lecretario,
coMtntiada pelo 8r. Baro O Srj Alvaro: Nao d voltea o en dis-
curso:)
Vai a mesa o segminte substitutivo ao arti-
go 8.'
Devendo contar-se a a pose?! i doria da dala do.
titulo de nooioacao do governo. sendo os ven-
cisemos pagos pelos cofres do eslabelecimenlo.
Tendo pedido a palavra tsuos Srs. deputsdos,
fia discussao adiada para e passsr a segunda
parto da m
ORDEM O DA.
Conlinuacao da 2* discuisiio do artigo 11 do
trejecto da ornamento provincial.
O Sr. Witruvio :.Sr. presidente, eu mani-
fest algumas duvldas a reapeito da emenda de
nobra deputado o Sr. Busrqae. mandando ac-
-crescentar am ao artigo qu : fe di oaado o jaro na Importancia < e 69:3019900. Vejo
qne na le do ornamento nasudo (oi consignada
Otra isso a quantia de 69:752$; me parece peta
que lendo decorrido de entio para c algum lem-
po, nos detemos mallo mals do que 69:301 $04)0
Cae pottanto detamee volar, se h razio para
400 totemos esses juros, dev aquantia aer mui-
o maior do que esse qa e consigna a emenda.
O Sr. Basrque : Eu explicare! ao nobra de-
latado.
O 9r. Witrnvio: Existe im contrato, am
debito qne temos contratado, por consiguite
Jetemos totar crdito sufciente para tille. Te-
nho estta duvidas que manifest, mas como o
cobre depatsdo secompromet e desde j a eecla-
recer-me, eu lambem desde ja prometi dar o
me tolo a emenda sa me cun*ier.
O Sr. Buarqae : Sr. ptes dente, talvez fosse
conveniente que eu nao me occupasse msis na
casa da importante questao (o juro addioiooal.
Aljamas considerares que ja Uve a felicidadede
offerecOr mostraram, a meu vor at a ultima evi-
dencia, qaeera dever deata ataembla caasignar
ea*e juro em saa lei de oreamento ; entrolaoto,
aenbores, nio se! se erro, su iponho-qua ha tal
ou qual repugnancia na casa em acquieacer-se,
a essas minhas consideros ; nao sel por tsnlo
se farei bem em insistir ainda jma ves sobre este
objecto. Todava, Sr. presidet te, os motivos que
tenho, o desejo que me asslste em ter que esta
saemblca alteada devidamenle aos seas cum-
promissos, que Dio desconher.u urna ditida .a-
gv$>, sao taes, que, vendo de ouira parlo, que
o meio desse reeonhectmento a consigmco
deesa verba na lei do orcamenio, eu ainOa ouso
occupar a silencio de meus rcllegas sobre esla
materia.
Ames porm de tratar do juro addicional da
estrada de ferro a qae se ach obrigado a pro-
vincie, pedirei licenca para fazer algumaa comi-
deracoes que sirvam de respo.-ta ao bem ela-
borado discurso proferido na casa pelo hourado
deputado pelo pnmeiro circulo, que fazeudo
parte da commissao de oreamento provincial,
occapou-se dos negocios d'aquella estrada, diri,
giodo-lhe censurss.ainierpellando ao agente ba-
cal do governo. Tratando deesa materia, em
outra occasiio, creio ter explicado o meu proce-
dtrnenio acerca da suppressio l estaco da Pon
lesiona, ponto em que fui interpellado igual-
mente pelo niibre deputado a quem me retire ;
ptrece-me tsmbem baver aalisftilo a caaa oa
parle que oonceme a conslresca daa estaces
da oJimeira secgio.
elesla-mepor Unto agota em conclusa.), tratar
flea cercas e tallados da estrada de ierre, i qae
tsmbem ee referiu o nofcre deputado, assim cerno
da prisio do machinists Hveyon. ear viriude
do triste scontecimento do viad'ucto da Cabanga,
das medidas tomadas pelo governo para que a
suppressio de trafego, queoaqu;lla occasiao tete
lugar, nao se reproduiisse.
Sr. presidente, destas cercas a vallados eu di-
rei, que se achara elles emideutiesa circumttau-
cisa as estafes permanentes da primeira aechan:
a companhia desde longa data protesta conlra o
planto dessas cercas, pretextando que essa ver-
Da de despeza nio fol consignada no oreamento,
egundo o qual foi calculada i garanta dos ja-
ro.
Esta questao, Sr. presidente, rinda nao est re-
mitida, apezar de semelhante objecto nio ter
deixado de ser tratado por vezes, pelo agentes
flacaes que lem procurado de si;urna forma atten-
der a esea necessidade, exigindo da companhia,
. quer o planto dessas cercas, quer os valados dea-
tinados a impedir a passsgem (los animaes stra-
vz da linda, quer mesmo outrtsobras tendentes
i aielhofar o estado da linha frrea. Para mos-
trar a terdade do que acabo de referir, para mos-
irsr-vos um documento irrecust vel do que venbo
de dizer, eu cilarei a moderni:;tiaaa peli(io da
companhia da estrada de ferro, solicitando s ex-
teneo d* gsrantia" de juros ao governo imperial,
oa qual se menciona que a companhia nao se
ochando obrigada p<-lo estsbelecimeoto desasa
careas, pelo seu plantij, entretanto ba altenJido
a eaaa oscessidade da vis farrea
Effectivamente, senbores, na primeira sec;So,
onde os terrenos sao de nalureza tal, que nao se
woatam a tegetac.ao daa cerca vivas, onde sl
hoje, nio nos lem sido possivd encontrar um
.Trbeato qae medre, espaz de servir psra aquelle
um, a primeira seccao, digo, de alguma forma.
O Sr. Cintra :Que terreno ingrato I
O Sr. Boarque :.... se ach na impossibili-
dotJe de ser guardada por meio das cercas vivas.
O Sr. Mello Reg (Rapbael):--S nao ha outro
alo?
O Sr. Bario de Muribeca :E as cercas mor-
ao-?
O Sr. Buarque :Fiquem certos que eu atten-
datrei a todas as consideraces, v explicare! o que
i eito.
Sr. presidente, o meu digao antecessor, o
Se capito Viriato de Medeiros, um outro 11-
laataado collega o Sr. Manoel de Barros Barre-
ta, o nio sei mesmo sa outro:., tentaram por
veritis meio, procuraran: todos os recursos, am
de oconlrar am arbualo qae mcdrssse oaquelles
terreos; todos esses asforec-s, p>rm, fbrsm bal-
dados i e continuando eu da niesma maneira i
iaetar pelo pa o lio dessas cercas, indicando iu Qu-
ineros arbustos, todas ss experii ocias foram im-
proficaas, nada se i ole conseguir, Em vista de
aemelhaate obstculo confecciooel um oreamento
para o eslabelecimenlo de ama oerca de flos de
facao galtsnisado, e por occasiao da minha esta-
doa corte, flz sentir ao goreruo a neceaiidade
dooatabelecimento dessas cereal, mostrei o pe-
damas, por falta desse importaots molhoramento.
O ajatsroo pareceu na occasiao assentir ao meu
peasumento, o ordeoou-me quo dirigisse urna
preposta official sobre o assumpto.
Dirig deata provincia um rel torio minucioso
acerca da materia, dei-me ao Irabalbo de fazer
uan longa narracao, quer da co ivenieocia desss
corea, qner dos motivos qae tinLa para preferi-la
e qualquer outra que por tenturi se podesie es-
abelecer nesssa locaUdide, ta> mais que meu
? '" colloc,-| <> longo 'le 'oda a linha,
eslabelecimenlo por deesaia dispendioso, mas sim
n0****lre oi*i descobertos, dos pontos onde a
exoorieocia havia demonstrado saa necessidade.
BameUendo iodo para a corte, a deciso do
goterno foi contraria a minha opiniiio ; o gover-
oo-tl#ttaroo, que nio approtata > eslabelecimen-
lo cerca do o de ferro galrariiado, e que a
compaohia coolinussse a promotor seus ensaios
caro o pianito das cercas titn. A. tista del-
ta laselo, declare! em meus oficios, que todos
oa aforeos hsviam sido baldado al eniao, eqne
o gataino iodicaase o arbusto de qae deviam aer
esaaa coreas, e que medrasse oes terrenos are-
nosos.
O 8r. Amara! r- Pe-se fixueiiencis com a
arocira!
Oflr, Bario de Muribeca:E ]j Ouitos ootros
arbMlw.
apropriadaa para impedir a passsgem dos aei-
; maes.
Eis em quepontere echa a qtostto dss cercas;
1 B companhia Dtaote qu* lio davem ellas ser I
- plsntaaias o aupeotoa do seo caelial; e s6 ioools
de loofis dissnwsfoi, da multe* recia macee* de
: minMiarteM sootdou aos qeoaesa des*)*** do-
' via ser reaUeeda aroporatoOolataote as da** ver- '
' bas o eceitae aailal, MMluM asta /a*J Sind
I este tJrpendh*e Creio qaeestss explicacoes serio sufflcleales
I para aseetrar o eata, ooe-eo a cempaohia oo- o
! al hoje plantado as cercaa vitas, exigidas palo
governo, exigidaa pela necessidade, a culpa nio
I propriamente della ; raides maiore*. raides
ponderosa* lem influido para qae ene fina nio
tenha sido conseguido at boje. Alm disto eu
direi que o goterno apenaa manifest* a necessi-
dade, o desejo quetinha mesmo de qae essa cer-
ca tita fosse em pregada na estrada de ferro
pelo regulamento Oscaide S6 de abrH de 1857;
mas devo observar que nesse regulamento exis-
te um artigo em que se declara que as compa-
obisa que jutgasem as suis ditposic.des ofTeosivas
direiUs adquiridos podan protestar contra ellas
dentro de um certo prazo.
O Sr. Barroa Ear reto; Nio era precise que
um regulamento ofmsndssse.
O Sr. Buarqae:EffeetitameDte a companhia
da estrada de ferro desta provincia protesto con-
tra esss exigencia do eslabelecimenlo das carcas.
Eise protesto se seas em poder do governo, que
o apreciar devidamenle,
Teado por tanto explicado o que ha a respeito
das cercas vivas, creio, que se nio podis ainda
inerepar a compsnhia, porqua ella tem-se es-
forzado por cumprir essa condigao. nao obstante
seu protesto Um procurado mesmo conseguir do
governo a cooceasio de fazer essa cerca d* Sos de
ferro glv*ui*ado.
Um Sr. Deputado: Mas com a condicio de
garanta do capital empregedo, e senda aldea do
agente do governo.
O Sr. Buarqae:A lembranca fol minha, mas
a companhia acqaiesceu ella.
O Sr. Barros Brrelo : E exigindo apenas que
ae Ihe pagaem ai cerca.
O Sr. Buarque : Nio exigindo que se Ihe
psguem ss ceress, porque acabo de dizer que a
questao anda esii dependente de am acord, ain-
da nao est resol vida; e se nio se sabe, se o
governo ou a companhia quem hade satiafaser
essa despeza, como dizer-se que a corapionia
exigi que se Iha pague?
O Sr. N'elio:lito est resoltido ; a cerca fst
parte integrante da estrada de ferro.
O Sr. Buarque:Perdoe que lha faca ama re-
flexao: oa julga-o maito Ilustrado", respeito
muitoosseus conhecimentos, mas quanto a opi-
oio que lem de qao a* cercas fazam parte inte-
grante da estrada de ferro, permita me que Ihe
diga que sm lioguagem thecinica, nio maito
correcta sua prepostero. Existem innmeras es-
iradas de ferro, e tslvez que a maior parle dallas
quo nao leem cercas; nos Estados-Unidos por
exemplo, sao bem poucas as estradaa de ferro
cercadas; por comeguiole nio se pode di/erque
a cerca faz parle inieern'.e da esrtada de ferro.
O Sr. Mello Reg (Raphael):Nio se trata por
por exemplo o syttema das estradas de ferro dos
Estados Uoidos.
O Sr. Buarqae:Trago para exemplo apenas
para mostrar que a c-rca nio urna parta inte-
grante, nao urna condicio indispensatel as es-
tradas de ferro, e mesmo os Inglaterra ha mul-
tas estradas que nio lem essas cercas'.
Um Sr. Deputado : Isso depende dss condi-
(desdo terreno.que a estrada atravetss.
O Sr. Basrque :Justamente I Na nosss pro-
vineia a estrada de ferro atravessa terrenos em-
pregados ns agricultura, onde ha grande qaanti-
dade de animaes, por conseguate as cercas san
precisas, mas nio se segu que seja urna condt-
(iniodisponsavel.
O Sr. Netto:Tsmbem ha estradas de ferro
1*e nio Una peotes, tofo as pontes nio deve fa-
zer parte integrante das estradas de ferro.
O Sr. Basrque:As pontes sao indispensaveia
em muitos casos.
O Sr. Netto :Assim como as cercas.
O Sr. Buarque : Atfavessaodo a estrada di-
versos ros, e nio seodo possivel desvis-los co-
mo podiam percorrer os Irens nio exislindo pon-
te? Ea sedo inopportuno entrar os aprecisc3o
do seu aparte.
O Sr. Netto dS am aparte.
O Sr. Buarque :Eu nio quiz corrigir ao nobre
deputado, quia apenas diaer-lhe que hsviam es-
tradas de ferro qae nio ttaham cerca, e por con-
sgrete que a cerca nao urna condicio indis-
pensavel.
O Sr. Nello :Vem a ser a mesma couss : exis-
tem estradas que nao leem pontes, logo ss pon-
tes nao sai coodices indispensateis.
O Sr. Buarqae:Eu creio que essas informa-
rles serio auQicieotes com relscio s cercas.
Agora, Sr. presidente, eu vou tratar de urna
queatio espiohosa, de urna questao demasiada-
mente delicada, a a que eu de algum* maneira
nao sou xtranho, quero referir-me prisio do
machinists Haverson, que, foi aqu lio discutida.
O Sr. Cuoba Figueiredo: Temos lio poaco
lempo, para qaa fallar nislo?
O Sr. Buarque:Se o nobre deputado em saa
propria defeza, tam tanta sofreguidio, desejoa
lano occupar a altencio da casa, e com muits
razio, creio que nao me ha de increpar por dizer
algumas palavras em defeza de illustrados csval-
leiros, e em mioba defeza propria.
Eu nao posso, Sr. presidente, consentir qae se
censure o muito honrado Sr. Dr. Csrtalhaes, che
fe de polica desta provincia, por semelhante
fseto...
Um Sr. Deputado: Nioguem increpou o Sr.
Carvalhaes.
O Sr. Buarque : Perdoe; desde o momento
em que se diz que a soltura desse masbinista foi
illegal, que nio sedera ter dado a prisio, mas
que dada ella, nao se derie soltar o machinists,
parece que de alguma maneira se tai ferir...
Um Sr. Deputado: Quem o mandn sol-
tar?
O Sr. Buarque:Foi o chefe de polica.
O Sr. Mello Reg ( Joaquim ): Foi o dele-
gado.
O Sr. Buarque:Mas, senhores, o delegado nio
o agente do chefe de polica ? Podis compre-
hender que o delegado soltasse o macbinista sam
sutorisscao do chefe ( sao epoiados, reclama-
Ces.
Bem ; se assim nio foi, permillie apenas que
explique o facto da prisio.
O 6r. Presidente : Mesmo conteniente, por
que o noma do chefe de polica nio foi trazido
nesls quesio, e agora a primeira tez que nel-
le se folla. .
O Sr. Buarque: V. Exc. tem razio em fazer
esla reclamscio.
Eu enteodia que as censuras dirigidas por im
Sr. deputado nesla caaa polica, iam ferir ao
seu chefe, mas eststa em erro, e assim fol bom ;
entenda que a soltura s podis ter tido lagar por
ordem do chefe de polica, mas vejo que assim
nio .
Vejo com prazer que minbss patarras foram
proficuas, porque trouxersm esta explicacio por
mim muito deeejsda.
Ignorando em grande parle as raides da solta-
ra desse machinists, eu me oceuparei especial-
mente do facto, assim como do arcordo que boa-
to entre mim e 0 superintendente.
O Sr. Mello Reg (Jesqaim): Esta a ques-
tao. (Apoiados.)
O Sr. Buarque :J teje que os cobres depa-
tsdos o qu* qusrem que a respoDsabilidsde re-
caa toda sobre mim.
Vozes:Nio, nio.
O Sr. Busrqoe: Bem, eu vou explicar o
facto e esto* persuadido que a maioiioria da ca-
sa me fan a devida jaatica-
Sr. presidente toda a casa cochees as circuns-
tancies qae derain lagar ao triste scontecimento
da Cabanga, a morte desss infeliz mulher : esse
fseto se sebs, creio eu, bstanle explicado, por
isso, permetli, senbores, qaa nao entre no seu
desenvolvimcnlo, e me eecop* simplesmente da
prisio do macbinista.
O subdelegado do S. Jos logo que tere co-
nhecimenlo do fseto, dirlgio-ie estaco das
Cinco Pontas proeor* do machinists, psra pren-
de-lo ; eu nio eslava na estac&o, eslava em mi-
mns cesa, onde fui informado que o mchinisla
se havia retirado psra o Cabo, a vista do qne
exped um despacho telegrapbico pna qoO vico**
olle presen;* do chafe de polica *, effaaltva-
mente no dia seguate tai levado a polica, ig-
nore o que l se psssou ; fui informado posterior-
mente quehavia sido recelhide essa do d*-
lencio.
O superintendente da estrada de ferro proce-
rou entender-se comigo a este' respeito, e eu ds-
iB-lheque a priso soSMcbioiala sorpreheadia-
me d* alguma terma, perqu esto** convencido,
segundo a* exatklc&e* que me hovlam ti* da-
das pela saperiotobdasHo e outra* mpaj*jdc*V
qao ara elle ia*oeo*te, e c*m* teste too *
prteee poda tes Migar ahua ou peateriormente i*
iM*atigsc6es, otana qua a autoridade de8ls>
pMkrir u segaooo sMtt.
fHa uffl a-parte*.
O Sr. Baarqa : Creio que a prisio podia ler
rajar depot*. tinto rust quanto, mats de um
scontecimento idntico se linha dado na estrada
de ferro, sem qae a prisio se tornassa effectlva,
procedende-se entretanto As indagarles oecessa-
rias psra a verificscio das circunstancias qua
acompanbarsm os fados. Eis a razio da minha
sorpresa. Anteriormente tiaba-se dado am fae-
tn* estaco da Eicada, pela mesm*. occasoam
que se dea o roubo e assassinstos lamentareis de
Ribeirio ; achava-se entio alli am official d* po-
lica com algumas praess, qae preseneeaodo
aeontecimoto prrodeu o machinists, que foi poa-
co depois posto em Uberdade, depols das ave*
riguacoes, que foram feitas incontinenti; e o Sr.
chefe de polica quo se achava prximo a locaii-
dade nenhuma reclamacao far.___-
Um Sr. Deputado : Isso nao vem nada ao
casa : o roubo nao foi praticdo pelo machi-
nists.
O 6r. Baarqae : Ea estov mr rvferiodo so
roubo ? Esto* dizeodo que na occasiao desss
roubo deu-se um ficto na Estada idntico so da
Cabanga, o Sr. chefe de polica achavs-sa em
Ribeirio e pouco dspots tomou conhscimaoto
del le, sem que dahi resultasae msiores sonsa-
qaencias. *
Nessa occasiio flz eu o accordo de que tanto
se tem fallado, se accordo se pode chamar. Ea-
beleci para mim, como auloridade policial da es-
trada de ferro, que dado facto idntico en s
prendera o machinists depois daa averiguacoes
aecesssrias. e achando-ocolpaJo.
O Sr. Mllo Reg (Joaquim) : 0 caso e que
o hornero foi sollo e est boje sendo procssssdo
outra vez.
O Sr. Buarque: Nio ha nada de extraor-
dinario.
(Cruzam-se apartes).
O Sr. Buarqae : Sei qa* o accordo nio po-
dia obstar a prisio. Pois ea posso impedir que
a polica exerca suas fuocc5es ? Da certo qoa
nio. Tenho aitribuiges poiiciaea na estrada de
ferro e mullo ampias, mais do qu* desejavs; o
que itabaleci o que se pralica em todas as es
traas da Europa, e foi para mim.
(H um aparte).
O Sr. Buarque; O accordo fof para mim : se
ha falla foi miaba, recoahecamisto. O accordo
nao ers suificiente para que obalasse a qaa au-
toridade policial, que se achava superior a mim
em semelhante circumstancia, exercesse o seu
direito na estrada de forro. Portanio, a* alguma
cousa ha de censura vel ceata parle, se esse accor-
do conslitue ums falla minha.
Um Sr. Deputado : E' porque o nobre depu-
tado ignorava a formula do processo.
O Sr. Buarque : Esse accordo, oa isto o que
qaerem chamar acceruo, liaba por fian 'zer com
que se procedesse aa neceasarias averiguarle*,
sem prejuizo do servico da estrada, e s depois
fosse o machiosia preso, se fusse recoobecids a
saa culpabilidad.
Um Sr. Deputado : Mas urna vez preso, nio
poda ser sollo.
(Trocsm-se outros apartas )
O Sr. Buarque :- Eu nao eolrarei oa apreciacio
doquese lem dito respdilo da>oltura, sslvo se ba
latencio de ferir a auloridade policial ; nie m*
envolv nos motivos do processo, e pouco sel
drlle.
Um Sr. Deputado :Quer ae *ahera* a soltura
doinglez, foi resaltado do accordo.
O Sr: Buarqu* : Nio, senbores, nem se per-
suada o nobre deputado qae podis* ha ver aeme-
Ihanle accordo ; o trafego da estraga fui tes labe -
lectdo 24 ou 36 horas ante* e: Jra do ma-
chinists.
O Sr. Pedro Alfonso : Mas i\ que houve
certeza da que elle seria sollo. t
O Sr. Basrque : Existem pcao ofBcite* em
contrario ; lea o officio da presidencia acerca da
suspeusao do trafego. Nio faca o ndbre deputado
a injuria de sunoor que *st* facto ioflaio na es-
pirito da autoridade, a pelo contrario o proceei-
dimento das msebinistas estav* aggraysndo a sor-
te do individuo preso.
Fique o nobre deputado cetto, que nao honre
semelhante imposicio.
O Sr. Araujo Barroa :Nem podia hater,
O Sr. Buarqae :A autoridade sao cedia a se-
melhante presgio.
O Sr. Araujo Barros : Apoiado.
Um Sr. Deputado:Apenas suspendern) o Ira
fego al a soltura do machiaista.
O Sr. Buarque : Os mscbinistss combioaram-
se para suspender o transito, por supporam que
este meio seria capaz de trszer a soltura do seu
companheiro ; obstinaram-ae nessa suspenso, e
vieram a eata cidade declarar que eilavara prorap-
tos para serem presos, apezar doa engenheiroa da
companhia envidaren) todos os seus esforcoscom
o fin) de restabelecer o servico da liaba.
O engenheiro em chefe daa locomotivas, nico
que liaba alguma influencia sobre esses horneas,
achava-se gravemente doeote, e elles vendo que
no paiz nio ha vis m outros psra aubstiloi-los, lo -
maram a resolucio de se obstioarem em nio diri-
gir os tren s dests cidade para a villa do Cabo ; eis
a razio porque deu-se essa interrupci* do traosi-
to, ioterrapeso que em lugar de ser de doa* oa
tres das, seria de 5 ou 6, ae nio fossem o* maitos
exforcos que eropreguei, se nio fossem os meios
Jersoasivos deque lsncei mi e pude.resolre-los
voltar ao sea servico.
O Sr. Feneloo :Sendo qae antea diiso slgans
dos trens foram dirigidos pelos proprlos engenbei-
ros da companhia.
O Sr. Pedro Alfonso : O que certo que o
que dea lugar a cooliauscio do trafego foi um
contrato, um accordo.
O Sr. Buarque : Quera diese ao nobre depu-
tado que foi essa accordo ? D'oode consta isso ?
O que dea lugsr ao facto, Sr. deputado, fui a ener-
ga com que se procedeu nessa prisio, e nio esse
pretendido sccordo, que era talvez deecoobecido
dos proprios machinists*.
O Sr. Pedro Alfonso : Se sppellavam para
He.
O Sr.-Buarque :Quero, oa machioiataa ? Ora,
perdOe-me o nobre deputsdo I Os machinistss
nunca app-llaram para esse.accordo, nemsabiam
da existencia delle.
Todos estes factos, Sr. presidente, foram refe-
ridos ao goveaoo geral, e hs maito pouco lempo
o Sr. ministro da agricultura, expeli um aviso
estabelecendo penas psra os mschinislas, qae se
acharen) em idnticas circuinstancias iudepen-
dente dos qae por ventura j existsm em seus
contratos.
Quanto as considerares que foram epresen-
tadia na caaa pelo nobre deputado memoro da
commissio de ores ment com lelscao a ertrada
de ferro, julgo te-la, respondido, e sa nio o fiVsa-
titfactoriamente, o defeilo da* poucas f o reas
de que disponho /'nao apoiados.)
Agora tratarei do juro addicional da estrada de
ferro e explicarei os motivos que Uva para con-
signar a verba de de 69 301 em lugar daquella
qud efleclivamente deve a provincia ao gooeroo
geral.
Sr. preaidente, os dados qae foram ministrados
a esta assmblea pela tbesooraria de fazenda
com relscio a estrada de ferro nao sao precisa-
mente aquelles que devem fszer conhecer a di-
vida da provincia em virlade desse juro garan-
tido ; aquella redarticio, consignou s somma de
69 conloa e tanto para juro addicional da pri-
meira seccio simplesmente ; entretanto qae o
governo geral hoje ja tem sstisfeilo nio s o que
perteoce a primeira como a segunda eecces da
mencionada,estrada eessa divida se eleva, como
dase o nobre deputado, /referindo-se ao Sr. Wi-
truvio) a ama somma muito maior do que esta
que est comsfgosda na minba emenda. Mas
Sr. presidente, eu j disse a casa, que o me*
fim principal nio era exigir d* provincia o naga*
ment desea divida agora, que eu aprecia! o
estado dss bossss rlnaneas, e recoohecia, que
esse pagamento nao devis ir feito do preferen-
cia aos demais compromisao* contradi)* t aaosj
fim olreconhetlmento da divida, o meio para
arecea-me mal* conveniente par* attingi-lo to
|ceo*iga*fao da quota que tal hoje se lem
decretado para o juro addiciodal : el* a razio
porqa* ae acba na ementa as* lomma. Qusnto
ao mala que podara dizer ea saslenlscio da
*. teQro-ma as coosidersedes j offere-
cidas por mim cass, porqoanto nio podarla ta-
zar mais [do que abundar as mesmas ideas, e
consegu Dlemtote fatigar a atteecio do* meus
nobres co llegas (neo aooiao**./
O Sr. Mello Reg (Raphael) diz qu* querendo
acllitar ao honrado depotado qa* o precedeu
tata amo occasiao do jaotffleef o atocedimento
que lem tido a companhia da aatrada de ferro,
querendo qua o publeo tqueeaclasecldo a res-
peito da certos ficto* porque lees sM* Increpada
aquella companhia, faca* qa* ni* lendo tido
urna explicscao, causan Smpressiodasagrsdarel
no espirito publico, por isso que nada se tem di-
to I resuelta. I?!* padi bajad- declarar seaaacu-
laeoes e censuraa fsita* pelo engenheiro Baylea a
companhia da estrada de ferro, em urna publica-
5* .'*" D0 Otario de Ptrnambuco da outubro
de 1860, tena algum fundamento, ou quaea as
rasoas que assislem a companhia para justificar
aa faltas de qaa ella argida.
O honrado membro entra aa analyse mlnacio-
sa de cada urna daa censuras a qae se refere, e
cooclue declarando que nao tem em tista por
forma alguma fazer censara* a* honrado deputa-
do, que engenheiro fiacal da eatrada de ferro,
que apenas quer facilitar a occasiio de justificar
plenamente a companhia eeclareccndo a casa as
dutidas s respeito desees fsetos.
Dada a hora fica adiado a discussao.
O Sr. Presidenta designa a ordem do dia* le-
vanta a sesso.
ORDEM DO DIA.
V parle.
Continuarlo da X* discussao do srt. 11 do pro-
jecio do oreamento provincia].
O Sr. Basrque :(Nio devolveu seu discurso.)
Eocerrsds discussio, proesde-se votaco e
approvado o requerimenlo de adiamento do S.
Drummond.
< Arl. 12. Repsrlicio :
6 1- Bmpregaoo*............ 25:586*000
8. Expediente............. 2:463|000
O Sr. Bearqae justifica e manda mea* ne-
guinte amands :
Vai i mtsi apoia-ie a **faint* emenda :
Be* Isjgar de 25:58IS0O0, diga-se 21:7*t.
9. l.Baarqae de Macedo. >
Verificando ae nao baver cass, o Sr. presiden-
te designa a ordem do dia e levanta a sessio.
Sr. presidente, eu diiis, que s Idea de kciJisa-
*o era economie*. e que iato constitua a sea
primeira veatsgesa. V. Exc. que tem aeempa-
nhsdo sem detid* algum* os negocios poHrJeo,
da nossa provincia deve catar bem so f*clo de quo
ena casa psra remedies o inconveniente, que s
da va ne nao poder completar-sa o corpo de poli-
ca, isto o numero de praca* Diado vio-s* no
dura necessidade de determinar que fosa* conce-
dida a cada individuo, qae se
gratiflescio del50OO...
O Sr. Soasa Res : Bom
isto.
engajisse, am
6 qua neonhee*
O Sr. Pereira de Lucena : .
a que so foi
SESSAO ORDINARIA AOS 22 DE MAIO DE
/Vsirfeneia o*o Sr. Vario da Vera Cruz.
Ao meio da abre-s* a sesso e approra-se a
acta da anterior.
O Sr. 1* secretario d conta do seguinta
EXPEDIENTE.
Um oDjco do secretario da provincia, trans-
mittindo per copia a infbrmacio solicitada ceres
da preleocio de Joio Hypohto de Haira Lima sr-
remaiante de 1,067 bracas do empedramento ds
estrada da Victoria.A quem fez a requieigo,
Oalro remetiendo o contrato celebrado entre o
governo da provincia e a companhia Pernamba-
cana.A quem (ez a requi*ic.io.
ti*l>,,K.^l^r*?**ten<,0 ,u,08rPbos dss actas ns.
Sil, 512 e 52S, promulgadas na presente sesso.
lo t errado,
Outro traosmiltindo por copia as ioiormagoes
ministradas pelo inspector de asada publica cer-
ca da preleocio de-Joe da Rocha Parsnhos.A
quem fes a reqoisicao.
Outro remetiendo a noli especificada dasdes-
?"'. 1*e lem feito com as v*rba* que por in-
sutacieocia de quanlia* foram aberlos crditos
suppiemenlares, iocluindo o corpo de polica e
llumioacio publica.A quem faz a reqaisicio.
Oalro remetiendo por copia um officio da ca-
mera municipal de Pao d'Alho, que remelle o
regulamento dado por ella para o eamileiio pu-
blico daquella villa.A commissao de negocios
da cmaras.
E lido e val a imprimir um projecto dando
preferencia s loteras de Nossa Senbora do Ro-
sario da freguezia de Santo Antonio a doSeortor
Bom Jesua das Dore* da igreja de S. Goncalo da
freguezia da Boa Vista.
E' lido e appiovado aefuiDte ooracer i
A commissao de posturas rauoicipaes aqaem
foi presente urna repreaentscao de diversos bs-
aiuates do Serra de Cimbre*, vio que os mesmos
habitantea, qneixaudo-ae com razio dos estragos
que soffrem em saas lavouras pelos gados dos
creadores michos, pedem esta assembla urna
providencia que obste a crescao do gado naquella
Serra, onde quasi lodo* os seus moradores vivem
0 agricultura, visto que a cmara municipal res-
pectiva nenhuma medida tem lomado em favor
da mesma, o que para lastimar, enlaodeodo a
com uisau que em face das disposiges 00 4o
do arl. 10 do acto addicioaal nio pode esta'as-
sembla legislar a respailo aenao em virtude de
proposta daa cacearas municipaes, de parecer
que se remeta a dita representaco a cmara
municipal da villa de Cimbrea, para que tomando
na devida considerado, formula posturas do sao-
Udo de garantir a indaatna agrcola daquella lo-
calidad.
Sala daa commissoes, em 28 de maio de 1862.
Amara;Pedro Allooso.
O Sr. Drumond justifica e manda mesa o se-
gu n te requerimenlo :
Requeiro qae se peco ioformace* a presiden-
cia acerca dos officio* de ja*ti(a da provincia re-
lativas aos seguate* pontos :
1. Qase* o* ofilcios qae devem ser supprtmi-
2.* Quaes ss elterages oa divisSe* que devem
ser feitas.
Aflm de que esta assembla possa competente-
mente habilitada deliberar o qae lora tai respei-
to de jusiica.S. R.G. de Draatood.
Depois de breve* coo*ider*ce* qae fazeaa os
Srs Lniz Fiiippe e Drumond, aquello pedindo
expluacaes sobre o requerimenlo, e este dando-
as elle approvado.
OnDEM DO DIA.
I" Prle.
1. diacussso do projecto n. que approva o
compromisso da irmandade de Noaaa Senbora do
Livramento da cidade do Rio Pormoso.E' ap-
provado aera debate.
2.a discussio daa emends* apresenladss em 3a
so projecto n. 9 deste anno.
Sao approvadaa as emendas do Sr. Sonza Res,
o rejeilada a do Sr. Feneloo.
Continuacio da 3a discussio do projecto o. 5
deste anno, que aposenta ao Dr. Joi* Jos Piolo
no lugar de medico do collegio dos orpbioede
Olinds.
Vsi mesa e approvada a seguinta emenda :
c Picando o presidente da provincia aalorisa-
do a aposentar Thossaz da Cunba Lima Csntua-
ra profeasor de msica do meamo collegio, na
conformidade da lei n. 276 de 7 de abril de 1851
Souza Res.
O Sr. Sou/a Res diz qu* tam sempre dad* mu
voto contra o projecto, por que eolende que o
peticionario alm de nao ler direito a semelhante
favor da aasembla, a presidencia da provincia
por um simples rsgulamaaio, coja spprovacfto
alada dependa da caaa, nio podia conceder-lhe
essa aposeoladoria, equa seodo sua opiniio sem-
pre avessa a essas ideas desde que em 1853 leve
pela primeira vez urna cadeira na representado
provincial, ella cada vez so robustece msis.
Tendo certeza de qu* o projecto tendo atraves-
sado a Ia e 2a discussio sahir inclume da 3a,
e ser cooverlido em lei, lembrou-se para que a
casa procedesse com alguma coherencia, de apre-
seotar um additito eoocedendo igual fator ao]pro-
fessor de msica do mesmo eslabelecimenlo da-
quelle peticionario, coja peticio dorme na pasta
ja commissao de legislacio, pratencio que ten-
do sido por muita vez pedido para apadrinhar,
nunca o quiz fazer, por ser contrario a sua opi-
niio, mas qae vendo qae a casa ia conceder um
favot a am individuo, a respeito do qual haviam
menor razos, ello orador se apreaaava a pedir
que ae a assembla quizesee favorecer a um, de-
via pela torca da equidad* favorecer ao outro,
em favor de quem havia um litlo legal de no-
meagio, paaaada pelo governo, e em virluda de
ter elle lirado o aeu lugar em um concurso eomo
moslra o s*a titulo, e em virtude do mo estado
de aaudeem qae a* acha, quasi intil.
Em vista das considerares que o orador jnlga
sufficientes para justificar o seu additito, elle *e
asseota esperando que a casa seja coherente vo-
tando por elle. v
O Sr. bario de Muribeca diz que a casa estan-
do disposta a praticar um acto de caridade apo-
sentando o peticionario de que trata o projecto,
nio queira tsmbem commetter ama ioiquidade
auloriaando eaaa posentadoria aer contad* de
um lempo em qae as* peticionario ainda nio era
empregado publico, por isto que do* cofres da
provincia elle nao receba ordenado, como se t
do* proprios documento* qae aprsenla, qae
pode a casa exercer essa caridade, mss qae ao
menos o faca com mais honeatidade, extraobao-
do entretanto qae a commissio de legislacio
aquem ha muito lempo fei apresentsds urna pe-
ticio doprofessor de msica do mesmo eslabele-
cimenlo, nio lena* dado parecer algum, por isso
que elle oio am filbe predilecto da proteccao
cerno o peticionario de quem falla o projecto.
Encerrad* a discussio o projecto approvado
com a manda do Sr. Soasa Reta, sendo rajeitada
a do Sr. Feneloo, Icando porm mead* do
Sr. Seuza Rsi* deptedeaie de2a disiussao.
Discurso do Sr. Dr. Pereira de Lucena,
na sesso de 8 do corrate.
O Sr. Pereira de Lceos : Sr. presidente, eu
eslava resoltido nio me inlrometter na discus-
sio da flxssio de torca policial, oio obstante fa-
zer parte da commissao, que formulou o respecti-
vo projecto ; mas lendo este sido preferido para
a discussio por am outro, qae em minha humil-
de opiniio, nio satisfaz as exigencias do servico
publico, (apoiados) e importando esla preferencia
ama especie de dezar para a commissio, (oio
apoiados) porque pode-se inferir, que o projecto
que ella apreaeotou...
O Sr. Soaza Res : Entio nao se pode mais
emendar (projecto algum ?
OSr. Peraira de Lucena :... nao cootem urna
s idea aproveitarel, que deva aer adoptada, bem
v V. Exc. que forceso ara para mim romper.o
silencio, e dizer sempre algumas palavras, em
susleolacao do projecto, cujas idss nao foram de-
vidamenle apreciadas.
Ea diste que havia ama especia da dezar para
a commissio, em vista ds deltberaco tomada pela
caaa, porque esla nem julgoa o projecto digno de
discussao. (oio apoiados.)
Urna Voz :Nio est prejudicado.
O Sr. Pereira de Lucena : Mas, pergunto eu,
pode haver diacussio sobre o proiecto ?
depois desla autorisaco, que o corpo~de polica
conseguio completar-se.
| Hs am aparte ).
O Sr. Pereira de Lucena : Bem ; mas essa
grstifleaelo que se d a cada individuo que sa n-
ja vem pesar grandemente sobre oa cofres p-
blicos, porque, segundo um calculo muito terda-
dairo a quanlia de 60:000*000 tem de *er despendi-
da durante o* 4 anno*, que praso sasresdo
pala lei para terminar se o engsjsoaento.
Um Sr. Deputado : Par* oa aetuaee bastan*
7:5009000.
O Sr. Pereira da Lacena : Vg V. Exe. e *
caaa que para austeotar-se o corpo de policio no
estado efteclivo de 400 praeaa era vez de se des-
pender lomele quanlia de 200:000$, ha d* se
despender 230.000 aon smente. Man coca a '.oca-
lisacio de forca, Sr. presidente, esse grande in-
conveniente desappareceria, por que em todas as-
localidades doceotroom todas as vi lias, e pevoado
existem muito* individuo* qaa nio lem profissio
alguma e que vivem aapirando a em prego*, **
outro qualqoer meio donde possam tirar sua sub-
sistencia....
Um Sr. Depatsdo : Esses nao presura psr*
a polica.
O Sr. Pereira de Lucena v E quaes sao o* quo
assentsm praca actualmente Sr. deputado ?Serio
por tenlura os borneo* qu* possuem alguma
cousa ? Serio por tentara oa artistas, que ireba-
Ibam ?
Um Sr. Deputado : Mss podem ser os mora-
lisados.
O Sr. Pereira de Lueeoa : Qasndo o indis.
eense-
que por tezes batia auloriaado ao presidente ds
provincia par* dar ao corpo de polica urna orga-
nisacao, que satiBzesse o fim de saa inslituico,
e eorrespondesse s despezas que a protincia faz
annualmenle com *ua susleolacao.
O nobre deputado qae ae asenta em frente de
mim, eque o impugaou lio acremente, acha-se
boje em terdadeir* contradiccao, por isso que
sabido, que foi elle o primeiro, que nesta casa, e
em annosanterieres, tazendo parte da commissao
do forca policial, deu o seu toto para que o pre-
sidente fosse aatorisado a reformar o corpo po-
licial.
O Sr. Souza Reia :Que tem isso ?
O Sr. Pereira de Lucena O que tem isso '.'
Tem que o nobre deputado recoohecia eolio que
a organisscio actual nao pedia satisfazer os Um
de su* iueiiloicio, que era defeituosa, e por con-
seguir, que era mister, que respeito della se
adoptaste urna reforma.
O Sr. Souza Beis :A reforma que eu desejata
j se fez.
O Sr. Pereira de Lacena :Nio se fez a refor-
ma qu* o nobre deputado almejata, por isso que
desde entao al hoja nio tem batido mudaoca
osseocisl no corpo de policia, como tenciooo
mostrar.
O Sr. Soasa Reia : Bolo a lai do anno pli-
sado ?
O Sr. Peraira de Lacena : Eata reforma, se
que merece tal nome, existe apenas na lei, por
quanto nio houve na realidade mais do que urna
mudaoca np fsrdamento, e na denominado dada
certo numero de pracas.
0 Sr. Souza Reis :.Quem disse isto ao nobre
deputado ?
OSr. Pereira da Lacena : E' o que me pare-
ce, o a nao aer isto, nio tejo que se lenba dado
ao corpo de policia urna organisaco compatitel
com a sua nalureza toda especial.
Ha* o que me adaaira ier-e impugnado o
projecto, porqae nelle nio se propde urna refor-
ma radical.
O Sr. Souza Rer: Nio houte quem censu-
rasae por isto.
O Sr. Pereira de Lucena :O Sr. bario de Mu-
ribeca, censurou, e al disse, que elle adoptara a
idea de localisacio, que era streouo partidario
della, mss que nao pedia coocorrer para a sua
adopcao, porque a reforma nao linba sido ra-
dical.
O Sr. Sonza Reis : Porqae nio podemos ta-
za la.
O Sr. Pereira de Lucena :Nio podemos faze-
la r a porque?
O Sr. Souza Reis:Porqua depende da policia
superior.
O Sr. Pereira de Lacena : Podemos faze-la
sem ser mister essa madaoca na policia supe-
rior.
Sr. presidente, a experiencia de pessoas enten-
didas na materia, e o qae nos diU a razao clara-
mente, demonstran) que a forca policial, tal como
se acba organisada, nao pode satisfazer as neces-
sidades publicas que nella exista urna rerdadei-
ra organisscio militar, que iocompaliv! com a
que se Um engajado *ciaalaeeHe
na forca policial seiara lodos borneas morelisadee,
por isso que squelle qae possue meios proprio* do
subsistencia nio se sujeita a sentar praca.
Um Sr. Deputado : E as dependencias l-
caos ?
O Sr. Pereira de Lucena :Mas. dizia su, qne
exislindo muitos desses individuos as villas o
cidadea do interior que nio Um profissio, cla-
ro, evidente, que elles correro inmediatamen-
te i policia para se eogajarem no* deatacamaotoo
tendo a certeza de qua nio estarte sojeitos o
eventuslidade da serem arranca doa doa lagares
de suas residencias, durante o prsze de sea en-
gajamento.
Um Sr. Deputado : Certeza oio podem ter.
O Sr. Pereira de Lucena :Se nio ama cer-
teza pelo menos ama quasi certeza, que vir o
ser o mesmo, porque sabero, que s por moti-
vos extraordinarios torio de abandonar ana* mu-
Iheres e afTeiees lotaes, e iato mesmo tempora-
riamente, aeguodo determina o projecto.
Eu apreseolarei um fseto que vem corroborar
esta minha opiniio. O governo geral desejaade
dar s provincias de Pernsmbuco e Babia am
maior numero de forca de linba do qu* aquella
que ellas tinbsm, delerminou, qae no reviro de
cada urna deasas provincias se nrganisassam das*
companhias de pedestres de itnha, ae qusss de-
viam ae conservar permanentes e fixas nessas lo-
calidades.
(lia um aparte).
O Sr. Pereira d* Lucena : Sem ser por meio
do recrutamaoto. verdade, mas sdmittindo- o no-
caso de se demonstrar, que a concorrencia doa
voluntarios oio ers bastante pora completar o seu
asacad),
O Sr. Sonza Reis:Nio sendo per meio de re-
enlmenlo, ha gratificac.*s, por cooswgainte es-
te argumento nao serve para o caso.
O Sr. Pereira de Lacena : Mas altsnda o no-
bre depiiado, qoa aaaB) aer aisler laocar-a* mo
do recrutsmeoto aa duaa companhias deaU pro-
vincia aa completaran) em menoa de um anno,.
isto 160 individuos foram jurar baoseiras para
servlrem no exeretto. Ora, se esses individuos
que esli sujeita* a mesma contingencia de se-
rem removidos em casos extraordinarios, nao he-
sitarsm em asseoUr praga no exerciio, caja dis-
ciplina muilo mais severa, o qne nio devere-
mos no* esperar daquelles qao tem de se engajar
no corpo policial, cajo eogajsmento em vez da
ser de sete de quatro annea, oio sitando alm
disso sujeitos rigorosa disciplina da forc de li-
nha ? Por tanto, partiodo deste ergameoto, que-
me parece irrespond'vel, por isso que elle ae fir-
ma em um facto de todos sabido, me parece, di-
go, que a ser adoptada a idea consignada no pro-
jecto e posta em execucao, a torca Ixsda se preeo-
cher fcilmente, sem ser mister a provincis des-
pender a grande somma de 6O:OO0S0O0 durante
prazo de quatro annos. a titulo de gratificacio.
O Sr. Soaza Reis:Demonstre em como a gra-
tificacao para esse* aoldados, nio nscesaaria pa-
ra qae elle* vio asaeotsr praca.
O Sr. Pereira de Lueeoa :A gratificarlo tor-
na-se desnecessaria, porque *llaa
a forca policisl ; que nela existo um %"J
chamado estado maior...
O Sr. Souza Reis:Que o nobre deputado con-
serva.
O Sr. Pereira de Lucena : ... que pesa sobre
o cofre provincial, sem prestsr servico algam
provincia ; que nella existe finalmente um gran-
de numero de officiaes, que vivem nesta cidade
od dulce far niente, podendo prestar n'oulras lo-
calidades servicoa de muita importancia.
A commissao, pois, considerando todas estas
cousas, nao exilou em formular o projecto no sen-
tido de remover tio grandes inconvenientes, mas
julgou nao dever apresentar urna reforma radical,
porque isto era impossivel, porque era mister,
como opina o nobre deputado a quem ba pouco
me refer reformar ioteiramente a policia supe-
rior, que est fra da competencia desta cass, e
por essa razo eotendea mais conveniente seguir
o meio termo, propondo a idea da localisacio.
Um Sr. Deputado :Idea terrivel I
O Sr. Pereira de Lucena : ... porque julgou
como aioda julga.que eaaa localisacio bastante,
aufflcieole psra lazar desapparecer, se nio no
todo, ao menoa em grande parte, os inconvenien-
tes de qae acabei de fallar.
Senhorea, a localisacio urna medida maito
conveniente, e de muilas vanlagens, sobresahin-
do todas ellas a economa...
Um Sr. DepuUdo :A experiencia ha mostra-
do o contrario.
O Sr. Pereira de Lucena : Se ainda nao hou-
ve experiencia para que falla em experiencia '.'
Um Sr. Deputado: E a commissao basea-se
em experiencia ?
O Sr. Pereira de Lucena : Fot bsseada em
experiencia, de pessoas entendidas, nssleisde
outras provincias...
O Sr. Souza Reia : Podia procurar aqoi e
acbaria encontrado o pensamento do nobre de-
potado.
O Sr. Pereira de Lucens : A onde ?
O Sr. Sonza Res : Na lei de 1837.
O Sr. Pereira de Lucena : Essa lei urna lei
extravagante e at surda, e nem o nobre deputa-
do devia fallar nella porque nio a considero mes-
mo digna de altencio da cass, e visto como alm
de impraticavel, mesmo ns actualidade por ser
mister despender-se talvez 500:000.000 isto a
metade da rendada provincia (porque dava para
cada termo freguezia 40 e 50 praeaa ), aceres-
ce qae nella se observa va, na verdadeira confusao
dos poderes legislativo e execulivo.
O Sr. Souza Res : Trata-se da idea da lo-
caliaacio.
O Sr. Pereira de Lucena : Mss, eu li essa lei,
a vi claramente queella nio leve oalro fim aenio
fazer a destribuicio da torga ; nio decreU orga-
nisacio alguma, e por conseguinle nio pode ser
trasido psra paralello.
Um Sr. Deputado : A experiencia moatrou
que a idea oio era praticavel.
Outro Sr. Depotado : E' faUllisims.
O Sr. Pereira de Lucena : Se a lei nio foi
exacatada, repito como qae a experiencia de-
momtrou qae a idea era m, era impraticavel ?
( Ha um aparte )
O Sr. Pereira de Lacena : Diga ae quizar
qae a idee m em si, ma* nio diga qae ex-
Jrienda o demonatrou, porque easa idea nanea
vi posta em pratics nesta provincis.
familias, nio tem qae deixar a
localidad* em que nasceram, e onde estao habi-
tuados s morar....
(Ha am aparte.)
O Sr. Pereira de Lucena :Nio fot tal; a gra-
tificacio fot apeoaso incentivo....
O Sr. Sonza Rsis:Ergo, nio exislindo agra-
tificaco oio ssssntsm praca.
O Sr. Pereira de Lucena : Mas nio v o no-
bre depulsdo qu* nesse caso oio se dar o gran-
de inconveniente, resaltante da contingencia dos
destcamelos volsntes, e que essa conceasio po-
de leva-Ios a nio ser muito exigentes? Tirsodo-
se-Ihe um grande inconveniente, nlo-a muito
que se Ibe tire tambem am favor, urna vautagem,
mesmo para haver compeosacao. O servido da
policia como existe actualmente bstanlo pesa-
do, porque o soldado, alm de ser mal remunera-
do, est continuamente sujaito a aer removido do
m destacamento par* oalro, tazando ordinaria-
mente despezas nio pequeoas com o transporto
de suas bagageos, e a de sua mulher o Albos,
sofireodo privacOes de toda a especie eem pro-
teito algum psra a causa publica, e fei sem duv-
da em altencio eaias raz**, que a asaembl
concedeu a grstificacio, como incentivo pera o
eogajameoto.
O Sr. Souza Res.-Mas o que despeodism el*
les com os destacsmentps ?
O Sr. Pereira de Lucena : 1*1* nie ae par-
gunts. Pois entio o soldado em marcha nio toan
de fazer despeza* extraordinaria*? Muitos nao
tem mulher e filbos?
(Ha am aparte.)
O Sr. Pereira de Lucena : O nobr* 4L,
jaman, apezar de toda a sua ntellgeacis, poda-
r provar eata sua assercio.
Assim, pois, me paraca, em vista do qne tenho
exposto, que a localisselo ums ido* econ-
mica.
CSr. Witruvio :Eu proprio i vi essa locali-
sacio as comarcaa do centro, e oaviopinieea asn
contrario.
O Sr. Pereira da Lucena : De quem? Laia
nobre depuUdo o relalorio do ministro da guerra
spresentado o anno pascado a assembla geral, a
ver que elle tece os msiores encomio* a eme
destacamento* ; ver que ellas tem prestad* alli
aertigos muito relevantes, nio obstante seram bV
Ihos dessas localidades, e que a disciplina ainda
nio soffreu a menor quebra : sao estai as iaior-
macoes que eu li no relalorio do mieistre da
guerra, se nio eslou engaado, a ainda nio ouv*
pessoa alguma competente sustentsr o coa tre-
no.
O Sr. Witruvio:Ouvio-o a pessoa complan-
le da comarca de Tacarat.
O Sr. Souza Reia:O proprio ministrod*gu**v.
ra entende, que conteniente estar,sempre a re-
mover oe batalbes de linba,
O Sr. Buarqae:Ainda ha pouco removee um,
apezar da quadra calamitosa.
O Sr. Pereira de Lucena: lato rasera-**, aa .
exercilo, meu collega, mas nao canaanda asea '
militar com a policial. A torga paaksal ( eata
a segunda vaniagem da localiseca) deva oanha-
cer bem a localidade aonde tem dt feeccieaar
deve conhecer meamo Udos os iavttvidmoa, esse
nella moram....
Um Sr. Deputado :Isto poda ser am va).
O Sr. Putirt de Lceos:... qaaes os b*n*

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lo, am os quenio teem...
0 Sr. Setxt Rta :-Aht est m ilur detvao-
t^em, tro;oe t rettcdet eenlranidij tora esies
oaiviaet, prlvam-oa ) camprir os mi da-
tare* (apeitdoa.)
O Sr. fereirt de Lacena :Nao 01 priva tal
porque ellas ettao aujeitos a uroj diiciplioa,
eatio aujeitos a paaaa, desda que ni o cumpri-
ram ceas os ten* jetares e ebrtgicdas. Ora, se
oi liramoe grandes rotulados, griodee van la-
gaa da polica palean*, aa a motor parte desses
crimlaesot, que sao diariamente r;colhidoti
esdatta, sao captarados pela polica paisana...
Um. Sr. DapuUdo:Mas o nobie depulado
conserva a polica militar.
(H varias apartas.)
O Sr. Perain de L-uceoa .-Para qae o nobre
debutado aae emprenta eesas ideas ? O aobre
debutado que disse, que os individuos que no-
caaa asi localidades do interior nao linham mo-
raUdade.
O Sr. Son a Res :Nao disse tal.
O Sr. Pe reir de Lueena :0 nobrt deputado
disse qaa essa* individaos oo ertm moralitados
a coniegertntemeote oso podiam a ir engajados
aulla dista au, qua muitos engajados actual-
mente ao corpa de policia, oao tic nam aassa
tnoralidade que; Ihea suppuoha o nobre de-
MMede.
O Sr.SoiKa raa: Poieeu creio que lera, por-
gue faiismenie nao lanbo visto qaai tas contra a
poriaia.
9 Sr. Partir da Lvctns :Eu fal el na geoe-
JOMdade.
OSr. Sota Reia :Se ellas nao li-'estem no-
rabdate, aaV>geeariatn da (asna qae uoiara.
O Sr. Pareira de Lueena ;Para jue o nobre
deputado esta oartladojde nmlpnocitio todo (al-
oe ? Por reatara ignora o nobre deputado qual
ora a conducta Jan otacas da oral do exerciio
antes de jurar banleira ? Ignora por ventara
que o reeretameato ordinariamente se exerce
contra os radios, e os peraltes, e cue quantos
ladros de caradoseratemasprovioassao re-
crutedos o levados a assentar pra ;a no exer-
ito?
Urna Vos :Qjid iodo t
O Sr. Pareira da Lueena : E os iodividaos
que se do a essa prottol* serio pon entura mo-
ralisados ? Ese elle* depois se potam bem. e
cumprem cora suas obrigacoes, oao a ta) da disciplina ? tt aeri porque o exercito
para ellas urna escola de moralidad i ? EnAtn
aobre este ponto nada mait dirai.
O ooDra deputado a quem me redro aprecian -
do a projecto etn todos osaeus artigos, ceosurou
tambera a commiisao por baver dado i o chafa de
oiieia a ficuMade do fazer mover a s^ego ur-
aaa dentro dos limiiea da comarca do Recite.
Ora, Sr. presidenta, que oeate ponto i commit-
eie esa ves de recebar ceaiurai, dei era recebar
erMomios. porque com esta diaposicio alia pro -
curou ampliar aa attriDuices do chati do polica
para qua elle posas methormenle dnsompenhar
as saas lanceos....
O Sr. Souza Res : AmpU*-lhe as altribui-
epet?
O Sr. Pareira de Lueena : Sim pernjitiodo
que elle posss destacar a (orea urbana dentro
dos limitas da comarca o nao somante dentro
dos limites ds cidade a seus suburbks, como de-
termina a iei vigente. -
O Sr. Souza Reis : Se ellas sao j to pou-
cos para o servido da cidade.
O Sr. Pereira de Lacena : Diz > nobre de-
putado que sao poucos os soldados e conseguin-
-tornate essa autoritario superflua Eu con-
testo Uto Sr. presidente, por que meimo actual -
osete a s4cc,o uroana se acba destacada (ora
dos limites da cidade do Recife e sou.i suburbios,
apesarde aer tao mioguada na phise do nobre
deputado !
O Sr. Souza Reis : E o que lem islo ?
O Sr. Pereira de Lueena : O qoe tem Islo ?
' que aio procede a razio do uobru deputalo,
o que preciso, que nos suloriseoios o (acto,
para que se nio contione i dar urna illegalidade.
as Sr. deputado : Illegalidade nio, ne-
cessil.de.
0L8f. Pareira de Lueena : O qoi diz a lei ?
A lei aio determinou, que es9a fortja oio sabis-
a ra da aldade e seas suburbios ?'
Um Sr. deoaia-lo : 5*iro quaado liouver ne-
cessidade urgente.
O Sr. Pereira de Lueena : Parees me ique o
rjebre desatado oeste caao nao tem razio, por
-que aio existe semethanre clausula, o oem o che-
fe de polica o competente para it i.'rpretsr a
le, para restring-la, ou smplia-lt.
Un Sr. deputado ; No emprego la forja pu-
blica, iaconteatavelmente.
O Sr. Pereira de Lueena: Entio nctaalmen-
tepla o chefe de polica destacar a seccoo ur-
sina para1 onde elle julgir conveniente ?
Ora Sr. deputado: Por forja ta ncessi-
isto se dea por que esta contador harta; sido no-
mead ba pouca tempe, o nao atura par do
regiment de castas ; mas o jais te* do Informa-
do disto mandou-o chamar i tus pr6aeaca, re-
prehondoa-o severamente, e (ez restituir o qua
de asis bsvia recebido, determinando a*i qua
d'aquella data am diante te lancease em usa Urro
por elle rubricado, todas as castas que tireaee
de recaber.
Ora, um juta que tem en procedimento des-
le, qua eu propalo nio tetia, porque me parece
ser isto am exoceto de tele, nao pode jmait ter
centurado como o fui.
Censurou-se anda a este juiz por ter demora-
do inventarios. Ests aecusacio (sisa. O juiz
maoieipsl de Nasareth, em 1300 em qaa tomou
cotila da rara, (ez 65 inventarios, alea de mai-
los oulros actos qua corran) pelo seu jnizo ; em
1861 steve elle constantemente no exercicio da
rara de diraito, portento, nao era possirel, que
os inrantarioa qua foram especiQcsdos oetta caaa
deixassem da ser feitos com aquella presteza que
era para desejar. D'ahi por diante, islo desde
o da em qoe ella paaaon da tara de diraito jo
respectiro propietario, o Dr. Aodrade tem feito
um oumero crescido de inventario, qua exce-
den de quarenta, segando os documentos qae
tenbo em mea poder.
Portaoto, anda por este lado me parece que
este magistrado nio pode ser acensado, que a ac-
cutagio que Ihe fui feila deve cahir, visto como
ella nao indica respailo oem amor pela jutiica,
mas sim um desabafo de paixoes pr-queaioas, que
nao honram aquellos que as maoifestam
Teoho concluido. "
' '
REVISTA DIARIA.
O Sr. Pereira de Lacena : Eu he-d langsr
eaio em occaaio opportuoa deste argumente do
.aobre depulado, para destruir mullas de suas
prapoticoee avanjadas nesta casa. Has vamos
adianto.
Ceosura tambera o nobre deputado a commis-
oo por ter autorisado o presidenta Qxar um
amero de coopaohias compativel c ai a oatu-
cot da aeccae urbana. Sr. presidente, a secgao
atraaos compa-se apenas de 130 pra;as, e ama
ves que este numiro limitado nao piiJe consti-
tuir tres compaohiat, entendeu a commistio de-
ver dar essa aulorisacSo ao presidente da pro-
vincia para em vez de tres dar apenas i essa sec-
ca deas comoanhias e lazer dest'artc umi eco-
noma qae com quaato pequea, julgo nao se
dever despresar.
Ceosurou o nobre depulado anda o projacto
por ter augmentado os sidos dos ulkiaes do
orpo do polica.
O Sr. Souza Reis : Quero ver defender isto.
O Sr. Pereira de Lueena : Sr. presidente,
na aebo qae o nobre deputado tere tuda a razio
om (azor ease reparo, e eu Ihe declarol em a-
partes que esta disposlo i acceit >r qualquer
Meodavqna apreteataste no sentido de se fazer
iqueoa redue^io, quer nos sildos, quer
as gialiUcsjdei.
v9i Souza Reis: Has que a commissao
oio a (aria.
O Sr. Pereira de Lueena : Ora, fazendo-se
Me reduccao, a dimiouiodo nos al juma cousa
-ato sold da seccio urbana.
0"Sr. Souza Reis : Das pragas ?
O Sr. Pereira de Luceoa : Das pragas, sim.
O Sr. Souza Reis : Diminuir ?
O Sr. Pereira de Lueena : Sim, pir qae da-
e ama desigualdade, entre o soldado volante,
qae apeoas percebia IglOO, e o soldado urbano
que tem 1|400, e muitas uutrat vanta;ens.
(Ha um aparte.]
O Sanhor Pereira de Lueena : Digo, qu
doptande-te* asta ideia me parece que o
projecto fleeri de modo a merecer a adop-
jo da casa, uto nao harer um excedente da
cuanta, liada ou pelo menos da que te despen-
*e*ntntit>passado.
BFtaolo estas considers^es a respeito
go> eu nada mais direi, taoio mais ppr
rece que a casa ji tem 3 seu jaizo
tarca na questao ; no eotanto hei de
pr ao | atcei apresenlar algumas emendas que
comptetetB ou o projecto ofTerecido pela com-
niveeis, ou o que (o apreaentado pelo nobre de-
putado a quem acabo de me referir.
Om Sr. deputado : Anda quer completar
la o projecto da commissao?
"Sr. Perelrt de Luceoa ; O projecto do Sr.
Br. Soasa Reis nao etti completo nio pode
sar como est.
CJm Sr. deputsdo: En creio qae nio ha nada
antis completo.
OSr. Pereira de Lueena : Has antes de ter-
fliatradarvo dizer elajumas palacras em favor
do asa cellega e amigo, que soffren algumas ac-
tces baatantas iojutlat em ama ilts ultimas
quero me referir ao digno e ititolligen-
d juin aauoieipal da comsrea de Naisittb.
Sei eerfeilamente que nio poiso tdiiutsr mais
cowaa oigama em saa defeza, qae nao teoha j
ido dito em apartes, que puivensaran complo
(ament estas aecusar;5esinfundadas o oecasiao,
as qae ellat Ihe foram dirigidas; oo eutretaoto
porter cobrado costas excessiva, por ter demo
trtdo fnventariot, ptr ter dado audiencias em
s ferias, em vez de merecer poi ludo itto,
real) as centuras que Ihe foram eilas.
contrario os tlogiot de toiles os ho-
m Aoaeqne prnpogasm pel cjujj da
erdsde que em dous iuentarioso
' juizo coatoa para o juiz qua defiendo
TpltJPdexWa sroten-a em vez def)W; mais
Nao (uocciooou hootem a assembla provincial
pela muita chuvs, que cabio na occasi&o em que
te deveriam reunir os mais deputados.
A compaohia de Beberibe paga o vigsimo
oitavo dividendo, na raio de 3(200 por apolice.
Foi ootneado o Sr. capilio Francisco Anto-
nio de S Brrelo para delegado da comarca da
Goianns.
Pelo vapor inglez Paran, tegolram pars
a corte, alm do Sr. Dr. Helio Reg, os Srs. Drs.
Antonio Epaminondas de Mello. Gabriel Rap-
se da Cmara o Amaro Bezerra Caralcanll de Al -
baquerque, estes deputados pela provincia do
Rio Grande do Norte, e aquello por esta.
-* Em dala de 3 do crrante temos atseguio-
tes noticias da cidsde do Ico:
O cholera objecto de lanas discusses hypo-
theticaa converten-ae em tremenda realtdade. No
dia 5 de abril do correte (oi victima de aeme-
lhaote epidemia o Sr. Jote Leooardo Tarares ;
no dia seguinte ss dundas foram dissipadas com
a prematura morte de mais daas pessoas, e cres-
cido numero de accommettidos. Do dia 6 em
dame (omos mergulhados em um mar de angas-
lias, atiento a inteosidade com que o mal noa
accommetteu. A principio anda se pdde conse-
guir saber o numero dos accommettidos e morios
oo correr do dia ; porm depoia (oi tal a eoo(u -
sao trazida pels (ormidavel forg com que o mal
accommetteu, qua basta dizermos livemot das
de auceumbirem mais de 50 pessoas. O mal tem-
pre progressivamenta ancommetlendo zombava e
mesrao escarneca da^medicina, a despeilo da
exagerads dedicagio dos dous facultativos Drs.
RuQno de Alencar e Tbeberge.
a Este no ineio do furor (oi accommellido e
depois de dous das spreseplou-se em campo, e
em aeguida aquelletambam porsua vez (eridodo
raio chulerico, antes do lempo percorria as ras
desta cidade e com seu collega em perfeita har-
mona empregava oaoditos esforgos am prol da
causa da humaoidade aficta.
c Os sacerdotes diligentes e prestativos nao li-
nham mais lempo para repousarem por om pou-
co, sendo acommetlido um delles o Rvm. Jca-
quim Viritsimo Bsptista, anciio respeitsvel, que
cedeu ao golpe do ioimigo suecumbindo no seio
do christianismo.
< Tres dos quatro sacerdotes existentes (oram
accommettidos, inclusive o Rvd. vigario da (regu-
zia, deixaodo de ser o Rvd. Theodulo, que lando
soffrido os prdromos ji robusto, e disposto a ca-
rado percorria diae noite nio so esta cidade. co-
mo aeut suburbio* nao comenlindu, qaa pestos
a/gam fosse privada da absoMco Sacramental,
e al que restituidos os seus collegas ao seu es-
tado de sanie, coocordea preataram se e conli-
ouam-ae a presurem como verdadairoa minijtrot
do Evaogelho, te-nando-se digno de applausos
procedimento do Rvm. TheoduKo e do vigario da
(reguezia, que obedientes ao castigo, que nos op-
primia, deram-se aa ruaos mediante o perdao
Evanglico.
< Alm de alguna cidados prestaveis ntreos
quaes bem aaliente o Sr. capito Jotqaim do
Csrmo, director em chee do hospital dos pobres,
por mera geoorosidade, e que tecode ao amigo
que soffre no interior de sua casa, e louvavel e
digno de mengao, do agradecimento de todo o
Gear, e daa bengios da patria o lugar de distinc-
go, que em semelhante quadra tem oceupsdo o
mu digno Dr. juiz de direito Luiz ios de He-
deiros, que solicito em prol da causa de todos
geralmente, nio se poupa dos reclamos do mais
humilde pobre, meimo nos das de maior terror,
conseguiodo emoretlimo, obtendo esmolas e as
dislribuindo pes9oalmenie, j em sua propria
casa, j no albergue do maior indigente.
-< Nio nos esqueceremos mais da iodiflereoga
relativa do goveroo da provincia aoa seus recla-
mos dos habitantes desta cidade, qusndo amelga-
dos do cruel ioimigo na distancia de 18 leguas,
indlfferentismo manifestado, em nao nos mandar
mais dous mdicos dos existentes na capital,
apenas nos enviando pobre ambulancia, que no
meio do furor epidmico (oi exgoiada, e ai doa
pobres, te nao o espirito especulador dot doas
facultativos. O governo so racommandara cora-
gem, que o mal toroa-ae furioso aoode encontr
cobarda ; pois bem, sioda nio se vio lugar atgum
accommellido com tanta intensidad?, e tambem
aoode se visse mais animo, resigoacao e dedi-
cacio.
Se atindannos para os mdicos, o qae
cima ji ditsemot, se para oi sacerdotes nio dei -
xam nada a desejar, se para particulares, nio
fallando naquelles que assalariados se prestavam ;
veremos o Sr. capitao Garmo e o Sr. Afrio Pinto
Bandeira, internado no hospital gratuitamente,
e l perooitaodo, e visitando a mais de 50 doeo-
tes, veremos o Sr. Z. Alves Torres, veremos o
Sr. Antonio Alves da Cotia, veremos na enferma-
ra dos presos e soldados, o cabo Haooel Fruc-
tuoso, homem digno de maior aiteugao da socie-
dade, pela aclividade, solicitude e caridade com
que se tem portado em semelhante quadra. Ve-
remos tioalmeole o povo em massa afrontar o
perigo, e aoccorrer ao que geme, ou procurando
soccorro medico corporal ou medico espiritual.
< E anda o governo ter animo ae contentar aos
que reclamam os seus soceorros com o eonaelho
da coragem, nao (oroecando o verdadeiro uniti-
vo. Quem nos diz que se maia mdicos exiali-
rem menor seria o numero das victimas, e por
conseguinte muito menor a desgrag* que vamos
deplorando ?
c O mal declioou do dia 28, dia de Nossa Seoho-
ra daa Hercs, quando sepultartm-se 22 cadve-
res, e dahi para c lem regulado 16, 12. 5, 6. e
parece que pelo pouco oumero doa que tem tido
accommettidos, brevemente temos de ver o fia
geilo deserto ; porque a Misericordia Divina assim
o quer e ha de permiltir. Das quinbenlat e tan-
tas pessoas que morrersm at hootem poderia-
mos dar noticia das mais conhecidat, entre as
quaea de prenles e amigos que lio charos nos
eram ; mas nio taremos por nao poder tambem
ealtafater ao poMiee oes o eoeaere nominal do
todos os merlos, pels ira possibil ida de de ter-se
tomado os oemes no meio dot borroretda mor-
te, quando o incumbido dat sepulturas mal
poda conseguir sepultar por noiie aos qua-
renta e mais, tem mesmo lambrar-oo de indagar
pelos respectivos Domes.
Na ultima alaieio navida na companhia do
Beberibe, fleou assim competa a aua dlrecgio:
Oirector, Jos Pereira Vlanns.
Vtce-director, Joo Jos da Amorim.
Secretario. Jnttioo Pereira de Parias.
Calxa, Mtnoel Gongalvet da Silva.
A'ijunt*s, Jos Brandio da Rocha.
Berotrdioo Jote Monteiro.
Padre Antonio da Caoba Figueiredo.
Aotonio de Souza Mu mira.
Commistio do exame de cootat.
Bento Jos Feroandej Barros.
Joio Googalvej da Silva.
Luiz Antonio Vieirs.
Gis o etntatioao quadrsgatimo-erceiro
m BooImh tnn$l
t Em om offlcio de 57 do correte dirigido de
BarrvirosJS. Etc. commualton orotpeetivo juiz
municipal Dt. felislioo da MttMonea Vsscon-
cellos, qua Ihe haviam sido entregues duas barri-
cas de bolaxa, urna ateca de arroz, a ama pega
da bata, osqutes objaalot linham chegado mui-
to i lempo Me soccorror os indios da aldeit de
Barreires, que tinha tido invadid! dona diss
antes pela epldamfa, e qoe no din anterior
ha vafeito nmi victima ; a que segundo stpret-
cripget ds presidencia (aria o quaato podette
para provideociar es treles eifeiloi do mal.
Commaorcon mais q>M na villa a epidemia
parece querer declinar, pois no da anterior nio
tioba uavfdo mora, eoa que te aebaram doeotea
oesse dit, eitavam tem pertgo; e concluio di-
zendo, qunqaando raoabor esapootaaentoa, que
ha recommeodado a todos oa Inspectoras, (ara i
S. Bxc. um relatorio circumslaoeiado, do qua te
bouver paseado.
c A's 6 horas da tarde de 30 do maio dt
1862.
c Dr. Ferrtirm.
a\ARTico B& polica. (Eiacladat parteo
dos diss 29 e 30 de maio.)
Foram recolbidos cass de deteocio oo da
28 do correlo :
A' ordena do Dr. delegado do 1* diattcto, lia-
ooel Antonio de Souza, pardo, da 16 annoa de
idada, calafate para rerate.
A* ordem do subdelegado da BOa-viata, Hanoel
da Hora, crioulo, de 22 annos de idade, (anileiro
snm declaraeio do motivo.
A' ordem do teneate retratador do meame
diitricto, Antooio da Morsas Bello, sami-brsoco,
de 24 annoa para recrota, Bcando disposlcao
do Illm. Sr. Dr. chele de polica.
29
A' ordem do subdelegado do Recite, Luiz,
crioulo, de 24 annos, boteeuo, escravo, de Tbo-
msz de Parias, raqultigio deste.
A' ordem do da Gapunga, Joio Jos da Cunha,
africano de 28 annos, borbeiro, por embriaguez
e disturbiot.
A' ordem do dot Afogsdos, Hsnoel Aotonio de
Moraes, branco, de 22 annos. almocrve, e Ser-
gio Rufiniano Olympio Baptitts, semi-branco,
aiobos porcrime do furto do cavallaa.
A' ordem do da Vanea, oe pardas, Firmioo
Jote de Hollaoda, e Pranciaco Diniet Lopes, ara
bos de 25 annos; Joao Lopes da Silva, a iLinoel
da Costa Nogaeira, de 18 annos, atsi ji como
Thomaz d'Aquino do Nascimentn, de 30 annos,
todos agricultores por tuspeia de crtmt de
roobo.
O ebefe da 2a secgio.
J. G. de Mesquita.
Paasagairot do vapor nacional Persinunga,
vodo de Mscei e portot intermedios: Dr. Jos
Rulino Petsoa de Mello, Dr; Miguel Felicio Bas-
tos da Silva, 1 criado e 1 orlada, Luiz Francisco
Brrelo de Almeida, Joio de Jklmoidt R. Pilho,
Francisco Fointon, Alberto Braece, Joaquim Pe-
reira da Unta Lima, Joaquim Geerge da Huta,
Joaquim Ferreira Duart, Jos Antooio Rodri-
gues da Silva, d. Rosa Rodrigues dos Siotos,
D. Hsrcelina Harta da Gonceigao, Hanoel da Ro-
cha Hollar Ja Cavtlcante, Amonio Helliano Ho-
reira, Joaquim Francisco de Honra Cunha, Adi
Pereira, alferes Jote Longuinbo da Costa Leite,
1 furriel 2 cabos 9 soldados e 1 desertor, Odorica
Hara Augusta e 1 Qlbo meoor, capitao Sez.e-
riano Bandeira de Helio, Eufrasio Nery Barbosa,
Perpetuo Felicio Martina, Josefina Mara Maia,
Joao Gamillo de Araujo, Rutina Hara Cooceigio,
Rufioo escravo de Jos Pareira Magalhaet.
Movimeoto da enfermara da casa de de-
tengo do dia 28 de maio de 1862.
Tivernm baixa para a enfermara :
Aotonio Francisco dos Santos, iadigesto.
Hanoel Sirenas Jnior, fehre.
Jos Francisco Borges. asihm*.
Patricio, escraro de Harcolioo Xavier, partida.
Teve alta da enfermara:
Aotonio, escravo de Jos Caetano de Albuqncr-
que.
- 29
Tiveram baixa para a eofermaria :
Joio Francisco de Lima, intermitente.
Serafim Jos Cavalcante, dem.
Antonio, escraro sentenciado, urticaria.
Tiveram alta da eofermaria :
Jos Correa de Mallo!
Jos Francisco Caiplra.
Igoicio, escravo sentenciado.
Hataoouro publico.
Mataram-ae para consumo desta cidade, no dia
29 do crrante 52 reces.
No dia 30, 4 ditas.
Ot'TUARIO DO DA 29 DE MAIO, NO CEM1TE-
nio publico :
Joaquim Alves Barbosa, Portugal, 16 annos,
solleiro, Santo Antonio, febre ataxica.
Joio Evaogeliata, Pernambuco, 92 annos, sollei-
ro, Boa-vista, tsica pulmonar.
Francisco Lzaro de Oliveira, Pernambuco, 12
annos, S. Jos, pulmonile.
Jos Rulino, Pernambuco, 32 anoos, solleiro
Bi-vista, cachetea.
Julia, Pernambuco, 3 mezes, Ba-vista, espasmo.
Leopoldina, Pernambuco, 1 auno, Bdt-vi&ls,
dentico.
30 -
Rita Cirdoso deMeoezes, Pernambuco, 48 annos,
viuva Smto Anlooio, gastrohepatite.
Jos de Oliveira, Rio de Janeiro, 35 annos, sol-
leiro, soldado. Bdi-visn, gasirile.
Alexandnod, Pernambuco, 11 mezes Recite,
pulpra bemqrrogia.
Albino Jos Pinto, Pernambuco, 64 annos, casa-
da, Recife, amolecimeoto cerebral.
Hartinitno, Pernambuco 6 mezes, Recite, ento-
rile.
Maris, Pernambuco, 11 das, Santo Antonio,
convultoes.
Herrico eramer, Hilao. 33 annos, Recife, febre
a muelle.
Jos Igntcio da Patxio, Pernambaco, 34 anoos,
casado, Santo Aotonio polmomte.
Paulina, Pernambuco, 11 mezes, Ba-vista,
deoligSo.
tido u-m dot chimados n# eecaslto, toan qno a
isto se qwzesie prestar, como Ihe nao cempri,
Visto nio traiar-se da aa cato fortuito, qua nio
deste lempo a avsarornte edieot pona aaleca-
deacia T
V. S., qua um doa maia taleeioeos oraamta-
ios da corporacao medica dstta cidade ; que, co-
mo operador, nao deixou nunca que na mi Ihe
tremessa o bistur, e, como Yesal-, stira se s
pretenders da organismo, nts mais arriscadas
operacoea; que ssbe melhor do que ninguem
gencralitar oa principios, combinar ot factos e
as ideas na melhor ordem philosouhlca, e appll-
ea-los superiormente; qne scaba de dar o mais
publico testemui.ho de sua tabadoria, pr#lte* e
illustragiT com a publicagio dos resultados da
sua viagem puramente scieutiflca e hygienica aos
terioes do Ceari, expondo as grandes e immen-
sas operaedes que por 14 prallcra, e que den-
?e a nnra de aa referir, preeedenda-aa de coa-
sideragoea ioteressautes, e que p fulero compe-
tente e refleciido julgaria melhor, ae bao tora
urna fatal iotercepcio nio recnari, por certo,
diente de mim, negando-a* a qualquer ezphca-
gao que por fim tenha, na arena da diteutsio
teieotiilca a qua o induzo, oscltrecor os factos,
e timbra-|os de modo a nio ollerecerem duvida
menean.
E, poit qae, gragas a Deas, nio.compreheode
a n,edic'n1 mepmo em suas psrtes mais
andas e positivas, dtateme modo que o mente-
capto profaoa, com dosavergonbamenio, a inu-
iructiva seiencia de Sirabao, na hado pretender
sob o frivolo pretexto de incompetencia, em urna
mal entendida gravidade, substituir peloaileocio
do ignorante a generatidade do cavalhairo da
seiencia .posto que toda probabilidad* de triumpho
eileja do lado de V. S ,. que acercado v-te de
tantos recursos, e eu com bem poucoa.
Entio conhecerio o publico e os proflssiooies
que forem imparciaej, de que lado ettio o en-
gao, o erro, a m t, a provocarlo, a juslica e
a razio:
De V. S.Collega, atiento venerador o criado,
Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
Publicaces a pedido.
soheto
A. dlstinetm e exasellente cantora
Beltraniini Marinangeli.
Tens, alm rfarte. genio e formosura,
Voz terna, doce, branda e mavioas.
Elegante, g?ntil assaz mimosa.
Revelas um capricho da natura.
Que transportes, que adorno, que figura 1
No eatilo s brhaote primorosa :
Tens fiexivel a voz armoniosa.
Recitas com srdor a com temara.
Hulhar anjo, dedade fascinante,
Sers eterna do Brasil ns hisloria,
Quem te idolatrar ser contttnte.
Da-te a (ama turen throno Dor memoria t
Offuscando o (ulgor do tal brilhaote,
Vda rideate ao apogeu da gloria I I
O diletanti.
*via fe escriBtara de dcstaropriarC.
N6i abaixo ataignados, senhore* e potsuidores
doa engenhos Duss Barras, no termo do Seri-
arhaom o Rainha dos Aojos, no termo da Escoda,
declaramos que (atemos entrega compaohia do
ctmiobo de (erro do terreno de ditos notaos eo-
genhos, por onde travesea a dita estrada, eon-
(orme a planta que nos (oi entregue, approvadu e
astigaada pelo eogeabeiro Bscal do governo, eom
a largara approximada da quinze bracas, a no
caso de ter construida a aalagio oo engeoho Duta
Barras, entregaremos maia mil a quinnenias bra-
gas qadradat, e nos damos por desspropriadot
do terreno cima mencioDsdo, por termos rece-
bido a quanlia de um cont e qirtlrocenlos mil
ris so passar desta, com o que nos damos por
indemnistdos do eslrsgo que o curso ds sobre-
dita estrada pode causar em notsas terrsa e cer-
cado ; < Besado sobreentendido que a presente
desapropriacio nao permute que sejsm por ma-
nelra algara a ion til isa dot os edificios dosenge-
nhote quaetquer nutras cases, indi mesmo de
moradores de nossos engenhos, em sujo caao se-
rio estas patas por seas justos valores, e dea a
companhia obrigada a deixar na liona (erres li-
vra transito para os terrenos de oossas planta-
g5es, e Ibe transferimos a posse e dominio que no
mencionado terreno tivermos, do qual poderi a
compaohia tomar posse, e quer tome quer nio,
o havemos por entregue, e para firmeza manda-
mos paitar t presente, em a qualneaassignamos.
A directora da Companhia do Bebe-
ribe que tem de unccioaar no anno
financeiro da Companhia, que do 1
de maio de 1862 a 30 de abril de 1863,
ficou composta da maneira seguinte :
Director.
Ocommendador Jote Pereira
Vianna com.....
Vice director.
Jos' Joao de Amorim com
Secretario.
Justino Pereira de Farias com 196
Caixa.
O commendador Manoel
Goncalves da Suya com
a> Adjuntos
Jos Brandao da Rocha com
Berna r di no Jos Moa tetro
com.......
Padre Antonio^da Cunha e
Figue'tredo com. .
Antonio de Souza Moreira
com.......
Jos Joaquim da Silva com
Commissao de exame de coritas.
Commendador Bento Jos F.
Barros com.....205
Commendador Joao Goncal-
ves da Silva. .189
Luiz Antonio Vieira com, 125
Recebe doria ate rendas nter ma
tjermea de Perotmbaee
Rendlmento do dls t a 28 97:U3ja
tdam do dia 30...... 689tf5
27:90SJ3C
Conenlado provincial.
Rendlmento do da 1 a 29. IMg-WH
: 9?R!t
(dam da da 30.
195 votot
145
Revista commercil. Lisboa,
de malo de f UC.
Precoz correntet dos gneros dei mportocio de
Brasil,
Algodo de Pernambuco. .
Dito do Maranho e Para. .
Oilo de Angola.....
Dito da India..................
Assucar de Pernambuco b.
Dito mascavado .....
Dito do Kio de Janeiro in.
Dito da fiahia b.....
Dito dito mascavado ...
Dito do Maranho. b .
Dito dito mascavado. ...
Dito do Para bruta ...
Dtode Cabo Verde.....
Dito da India..................
Agurdente de canoa do Brasil
Alpiste............
Arroz da India. Gda ; .
Arroz da Maranho a ParAtup.
Dito dito boao .......
Dito dita ordinario.....
Dito dito iniudo.......
Caf do Rio primeira sorle @
Dito dito segunda dita. ...
Dito dito terceira dita a>
Dito de boa escolha. ...
Dito de*.Cabo Verde.....d
Mito de S. T. e Principe. a
Dito de Angola........a
Cacao do Par.......b
Dilo da Baha........a>
Dito de San Thom.....d
Cairo da India.................
159
203
201
195
139
129



O
O


8
a
a
P
A
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100
199
iSoo
l#40O
19800
iWO
1*400
1*450
29200
2*100
AO PUBLICO.
A correspondencia do Sr. Bramah, publicada
oo_Dfarfo de 6 do correte, em respotta expo-
iir'> por mim feita de seu procedimento para
comigo, fores-me a insistir sobre o mesmo as-
sumpto.
Nao se snimaodo a contestar a exposieo (al
qual Ot, do modo por que me tralou o Sr. Bra-
mah protara raodiflca-lo, allegando qoe ignorara
que eu livesse om passe e qoe ou nio Ih'o
navla mostrado quando perguntci Ihe por que
motivo me ordenara aahisse ds locomotiva ; e
para tomar mais scroditavel semelhante allega-
gao accresceota:
Ainda duvido que elle o possu\sse[ o passe ] ;
se etse ajiasse foi dado, elle que diga a quem
oh por quem foi concedido ; aprsenle o, que eu
confestartfi ojneu erro.
. attenco ao puDlico, saMsfaco a
. Brarr.ah.
riot deate Diario entrego, na pre-
rptaae de que me achara meni-
que teja exposto oa lypographia dos
ores ao exame e inspeegao do pu-
prio Sr. Bramah at o flm do proxl-
Cera amarella de Angola %
Dita dita de Bengnela ....
Cravo do Maranho...... t
Gravo de Cirofe ....... a
Chifres ... ...
Couros taceos do Ro ....
Couros verdes do Para. ,
Ditos espichados das Minas .
Ditos ditos da Baha .....
Dilos ditos de Angol.i ....
Ditos salgados do Maranho .
Ditos ditos de Pernambaco .
Ditos ditos ds Baha.....
Ditos ditos de Angola ,
Ditos dilot da Cabo Verde. ,
Ditos dilot das Illias .... a
Ditos dilos mooroa......
Cominhos.........@
Denles de marfira, le.....
Ditos ditos meao........
Ditos ditos escravelho .... a
Erva doce.......... Faraha de pao......alij
Gomoia copal amarellla e eu-
60O
3*600
6>2U0
5*300
5*100
48UOO
4J20O
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160
160
too
3*690
rSaetr
1*050
1*061
3*n>
700
Correspondencias.
Illm Sr. Dr. Joo Ferreira da Silva. Na f
robusta, em que permaneco, de qua na (oi cavi-
losamente astaltado por urna publtcaQo, in-
serida oeste mesmo Diario de 27 do correle,
sssigoada por E. Duperroo, cerca de nma ope-
rario que solTnira este, sem qae V. S. nells li-
vesse grande parle, meamo por eircumstincias
especiaos que deram-se, e que em breve publi-
care! conveoieotemenle ; sendo que sd por ama
aggravanle insiouacao, impropria do homem de
bem e do medico queae preza, ao ver-ss em re-
quintes pela contrarledade que o juizo de um
collega, Qrmado na seiencia e 00 dever que im-
poe a bem .atendida iiberdade deeonsciencia,
outira manifestar, poderia aorlir urna to injusta
quaolodeacommunal provocacio: om semelbao-
te aituaeio, diga, datera 00 porveotura reeetlir
desde j de modo condigno lio descommunal in-
vestida.
Oorigsdo, poro, como estou, 4 da(onder-me
della na publicidade; parque, enrolrtodo ieler-
pretages infunda la, nimiamente graves, busca
(erir de perto a mioha dignidade de medico, a
por em duvida o resultado do eetercos o ordena-
dos eatudos de linios annos ; nao o podeodo fa-
zer tem que V. s. cavalbairotamaotetaia de traz
dessa atatsalbada cortina que o eovolve, veoho
rogar-lbe que, meditando aeriamenie sobre o
conteudo daquella comeaanicatjlo, responda-me
o seguinte, com palara da faonra :
1.* Se oio taba V. S., por ihe baver dito o
mesmo Duperrao, qno, ao sthir elle de minha
casa, quando me velo consultar) fuieu o primeiro
qae exigi nma conferencia, e aleiosiali por alia,
entre mim, V. S. mesmo, oSr. Dr. Cotme, e ou-
lros; sendo qte, promettendo-me o enfermo ren-
ni-la, nio o flzera tent com antros facultativo,
mencionados na referida exposicio, por ello attig-
nada ?
2." Se verdade o qut gota etia exposico
sobre o diagnostico da moleatU, a eiecuqo da
operacao, as circumslaocias que a precederam, o
a aeompaubaraat, o reaultado dalla, ele., oneo
alguma alterarlo encontrou V. S. que fosse op-
posla exaclidio, e m gtie consiste porven-
tura?
3/ Se taha quaea ai ratees por que doaa doa
ftcullaliaot *cvoUt6>, t/ade fealUada. os
Srs. Drs. Aqvino e Sarment, comp4Btj#Ueodo-
te a esiitlirem a tao ioyiorlante opotaoM, det-
xaram tonos de omparecer, para at>r- so de-
pois V.b. ematMuwt. t hora a*c4t^m pro-
cura da medtcot qae o ajadassem, como dora-se
nb e Sf. Or. Fit^t 8m4 a^ma taatomjaroa lar
Pois b
exigencl
Aos av<
aenle da
do, aim (1
mesmos ton
blico e do p
mo mez.'
E' uro dos ptsses emittidos 00 escriplorio do
engenhawo em chefe da compaohia, a que ser-
ven! pars permiltir lirre transito por toda a linha
da estrada de ferro, que estiver em coostraccio.
e as locomotivas de trabalbo, as pessoss que os
possuirem ; acha-se assinoado pelo Sr. Whit-
liel 1, mu digno eogenheiro em chefe interino.
Entrelaoto, nao posso deixar de eslraohar que
o Sr. Bramah duvidasse da existencia desse pas-
se em meu poder, quando por mim era atievera-
da perlole o publico. Seria preciso que eu nio
pretasse t minha palavra para declarar que ti-
nha o paste sem que o possuisse e podeste
exhib-lo. Melhor avisado andara o Sr. Bramah,
se, em lugar de duvidar da existencia do a pas-
se endagasie primeiro dos eucarregados de sua
concestao se algum me havia sido dado.
Devo lambem direr que nao pode alteouar o
procedimenlo do Sr. Bramab o ignorar eate que
eu linha um passe e o nao ter sido este por mim
apreaentado.
Se o Sr. Bramah nao sabia que eu eslava mu-
nido de um passe o, nao devia ordenar que eu
sahisse da locomotiva asm primeiro verificar se
nells me chava sem o respectivo passe. Cale
ers o procedimento regulsr a prudente que devia
ter tido o Sr. Bramah antes de ordenar a micha
retirada.
Nada ha a estranhar, e nem pode favorecer ao
Sr. Bramah.o nio (er-lhe eu aprsenla Jo o pas-
se o, quando dirigi-me ao carro em que acacha-
ra ; porqntnto, como ji disse em mioha primei-
ra publicacio e agora repito, neasa eccaaiio ao
proferir as primairat palavras so Sr. Brsmah,
este respondeu-me em termos e por modos taes
que a mioha prudencia exigia mioha prompta re-
tirada : fallava-me elle como quem nio eslava
dispoato a ogrir-me o alteoder-me, mas domina-
do de paixio iufrene, que mal aaaeota em quem
oceupa tao alto cargo uadire;cao de orna empre-
Ls importante.
Diz anda o Sr. Brsmah :
a O transito as locomotivas da companhia
depeode de am regulameoto severo, e teoho
boas razdes para crer que oem o Sr. Chapmao,
oem os teus sgentes Ibe flzettem semelhante con-
cestao (do passe).
Por estss psltvrat ve-seque o Sr. Bramah es-
quece-se de que a locomotiva, em qae me scha-
va, eslava no servico do empreiteiro, e oio no
da compaohia, e portaoto nao eslava debsito de
suas ordeot.
A respeito ds ctss, sita 00 eogeoho Deas-
Barras, e da qual a companhia pretende apode-
rar-te, deixi qu* o publico, S vista da escriptura
de deaaptopriacao de trras, abaixo transcripta,
julgue quem (all mais a verdade, te eu oa Sr.
Bramab. Della se v que na deaepropriago da
parle do terreno daquelle eogenho nio (orad)
compreheudidas qusesqeer casas do mesmo eo-
genho, ainda mssmo dos moradoras.
Nao sei te 11 eiprettes coolidas em mioha
primeira publicacio lm e carcter qaa Ihet
aprouve dar o Sr. Bramah ; sei apenas que nao
aeseolim mal a quem, como eu, tem sido oflen-
dido per um tralameoto inqualiBcavel por parle
de qaem nio poda eu esperar a meeor desal-
tencio. Nao sei memo ae o Sr. Bramab est
muito cima de minhas expressoet, cerno last-
rera ; creiosmetme qu-, ae assim (ora, oio loria
cedida opiniao manifestada por amigos aeut
no sentido de reapouier-me, coma incalaa no
oraeipta) de sua correaeopdeoci.
0 post soriplum de tu.* correspondencia asse-
mslna o it. Bramah ao naufrago qua, perdida a
Asstttancs daaaivecio, apodera-se do maia trsgil
objaeto canta aleaa recurso Nao podeoda stagar
o vrocadiaento qnn levo para comigo, qaer ha-
aear aoa deleaa 00 aogtiKJ qoe inadvertidamente
aottrocea asa mioha primeira auMueeao a rat-
pao da data do dls, em que tara tugar e aen
araceduneato.
V tndaftrtmb para sqniUlar-a o proced-
sooalo da Sr Bramen ueitvsip alia uto lagar
no.dia t da .abril, como foi dte am miaba publi-
cacio, oa oe dia lidia matoso mas, nomo elle
Montera em viu do mo natas, a aosto en hoie
raUfico.
Recite, 28 4o mata da l|B.j-A
rntritmts^^.
l'M SAUDADE
sobre O tmulo do Iilm. Sr. Anto-
nio Aunes f aconte Pires, o (Te re-
cada sua mae a Exm, Sra. D.
Francisca dos Santos Borges,
seu fllho o llloi Sr. Dr, Antonio
Aunes Jacome Pires, e mais pa-
ren tes.
L'amort c'est la fin de tout ici bas
(**)
Deixou de existir o virtuoso espoto... o fllho
obediente o pai canohoso ... o amigo dis-
velado Antonio Annes Jacome Pires II....:
Quando eile cootava 62 annos, esperando gossr
delicias nos bracos de seus (ilhos. eis qoe a im-
piedosa parca, o tapara da (ice da trra, deixaodo
a todos emolios em negro crpe 11.;;. O*
Deus! altos sio os vossos designiot 1 Pi-
rante alies se abale vi todas jas sciencias e intel-
ligeocias terrenas ; ettas, em saas investigarles,
tmenle combioetn-ae e se coagracam em pro-
clamar ama nica verdade e que alm-lumul
ba urna outra vida que nos aguarda a lodoa in
perpetuum, da qual guiaremos espirilualmente
juoto aquella que fez o bomem i sua imagem e
aemelhmca. A vida do bomem qual 4 sen-
sitiva, que ao mais leve cootacto fenece para
oio mais esteoder saa loucania entre as demais
plantas ; e na transigi do seu estado anterior
para o actual, bem se pode comparar o homem
cheio de vida e saude e o mesmo tornado urna
estatua fra e inanimada 1 .. O' ryatenos in
soodaveis do Omnipotente I. ..
O* parca lyraona, nem ao menos poupasa vir-
tude ... por que t lio inexhoravel? 1 Com ra-
zio oiz o immorlal Chateaubriand, que o homem
lodo dor. Sim I desde que elle lem vislo pela
primeira veza luz do dia al o momento em que
d o ultimo adeos trra sobre que pisava,
sua vids um longo e lento martyrio ; e d'ahi
por diante copiosas lagrimas nao cessam de re-
gar a sua passagem.
Viole e duas horas de soffrimeotos 00 leiio
foram bastante para que Antooio Annes Jacome
Pires ji nio exista : subi 4 render o ultimo tri-
buto i Deus, deixando inamenos em praotoe dr
iaeetsanle urna mi, espnsa, Glhos e amigos de-
dicados anda depois da morte : lodos chorara a
perda dmala carinboso dos pas, do esposo mais
extremoso e o mais obediente dos Qlhos. Po-
rm o meu coosolo conformar-mo-nos com a
vonlade do Supremo Arbitro.
Cesssr coovm tantas lagrimas, e so implorar
Deui teoha a aua alma em sua santa gloria.
A ierra Ihe seja leve.
Biso qno posto consagrar a alma do fina-
do, em aigoal de respeito e acatamento il-
lustre (imilla do Iilm. Sr. Dr. Antonio Aunes Ja-
come Prea.
Recife, 30 de maio de 1862.
J. P G Cordeiro
carnada.
Dita branca......
Dita ordinaria........
Dita do Brasil........
I.inho da India..............
Melaeo............
Olao da eopahiba......
Pimenta da India......
Salitre da India..............
Salsa parrilha superior.... .
Dita dita regular.......
Dita dita ordinaria......
Trigo estrangeiro .
Tapioca boa..........
Uruc.............
Urzela de Angola e Bengne-
la superior.........
Dita Oe dita ordinaria ...
Dita de Cabo Verde
Vaqueta! do Maranho. .. .
Oia do Para......
Dita da Pernambuco ....
Exportacao.
4*800 5*360
fc>000 2*460
1*200 1910O
1*400 1*160
(j> 6S0OO OfODO
p 2'jooo a soto
b 40*000 12*000
io tao
1S6000 I4*40
(a) t8j000 20*000
128000 16*000
99000 10*000
A. 540 660
@ 1*200 36600
> 100 140
qq 10*000 1'2*000
GftUOO 9lWo
7*500 10*500
urna 900 1*000
1*100 23000
1S300 1*800
COJflafigRnCIOo
Praca to Recife 30 de
* maio de 1862.
iVs quatro horas da tarde.
f.otaces da junta de corretores.
Csmbio.
Sobre Portugal-90 d[v. 107 0,0
J. ds Cruz Mace jopresidente.
John Gatistec reta rio.
dalfmndetx*.
.andimento do dia 1 a 28. .
dem do dlt 30 ...,'.,
468 130*696
12.J70I495
480 401*191
Mo Tmenlo da mlteBdetjTm.
Yelarntaantradoa comlatondat..
t > tom ganaros..
Velamos sahtdoa tom (tienda*..
f com *neros..
79
tmr- 79
Destarregam no dia31 de maio.
Brigue htmbuiguezRossliuecarvao.
Brigue oglezSilvan dem.
Brigue italianoCrettooatemeoto.
Barca ioglezaQueao o Ibe Sout[azendat.
Exportat^ao
Do dia 80 de maio.
Bsrca inglsza A'eritroi, para Liverpool, carre-
garam :
Phipp Brothers & C, 60 tceos com SU arro-
bas a 22 libras de Igodde.
Bares (raoceza /. Parmenfwr, para Marseille,
csrregarim :
Cals Irmaos, 700 saceos om 3,500 arrobas de
attucir.
Brigue portuguez Aclaa, pora Usbdt, narra-
garam :
Amorim & Irmioa, 660 aacooo oem 3,300 arro-
bas de sssncar.
Vapor freocez Gnienna, pata Bordean!, arrn-
garam :
F. Dobarry t taceo com 4t/n trrentt 6a
de mindlocs.
Airo. 6*000
4*400
500
8*750
4*200
360
380
400




Ib.
o

M
A
A
@
a
A
Duz.
@
Moio
A
6*800
4*500
2*600
2|850
a
P.

400
400
420
280
400
34U
18*000
::i*00O
4*200
40
900
4*800
1*800
700
740
3*200
85*000 !kif060
90*000 05*000
40*000^5*000
45$000 ;.0*OUO
390
320
340
1*500
630
Londre 90 d|d .
Pars 100 d|d. .
Genova 3 in |d. ,
Hamburgo 3 m|d. .
Amsterdam 3 m[d.
Madrid 8 div. .
Porto8 di*.....
8*020
15SO0O
14*100
18*400
49400
1*980
930
930
930
3*530
875
7*900
Agurdente de vicho.
Azeile doce......
de purgueira .
Amendoa doce ero milo
Bana de poreo. .
Batatas.........
Cera branca em grurne.
Dita dita em velas...
Ceblas.........
Cenleio..........
Cevada ..........
Carne de vacca.....,
o de porco o
Chouricus.......,
Milho...........
Paios..........,
Presuntos.......
Sal........
Trigo rijo do Reino. .
Dito molte.......,
Toucinho........
Vinho de Lisboa liulo .
Dito dito branco.....
Vinagre de Lisboa tinto .
Dilo dilo branco.....
Cambios.
... 53 3/4
o o o ddftf
... 524
... 48
... 42,50
... 935
. ptr.
Metaes.
Pesas de 8*000 '. .
Onc.ai hatpanholas .
Ditas mexicanas. .
Aguias de ouro dosEtta-
doi-Unidot ....
Sbennos (a pratt). .
Ouro cerceado (a ouro) .
Patacas hespaoholts ,
Ditas brasileiras .
Ditas mexicanas .
Vinle francos ....
Cinco franco* ....
Prata portugueza (marco).
Fnndos e ac$5es.
3 por canto ds asiantamenlo 45 3/4 a 16 1/4
Coupons......45 3/4 a 46 1/4
Divida differida 42 a 42 1/2
Bium de Portugal, 558*000 56;l
Dito commercil do Porto 253*000 a 25.i
Dito Mercantil do dito. 253tt00 a 2U4J666
Arpista commercil
da 12 de abril s 11 de meio de 1862.
Depois da tbida do Oneida, o ootio mol
conservoa-se at flm do mez .pastado, na me
posigo em que o deicreemot, i excepcl do
cal, que tem oblido coosideravel mtilhoro, ej
astucsr qae tem afrouxade em movimeoto.
No mercado de (undos continuo* a apaHi.
as ioscricoes baiurtm como te vedas cotej
Atiucar.Entrarim do Rio de Janeiro 6 ll
cas, de Pernambaco 65 barricas a 4,094 nal
do Maranho 638 saccas e 92 barricas, -do Pari
180 oarrlcas a 119 panoirot, do Caho.Y4j 160
barricat, do Porto 62 barricas e 503 atecas e do
Londres 840 cairas e 135 aaceaa.
Esta reportado teodo reforjado 9 dapoit) o|o
deixou melhorar de aituicio eate genero, como
a esperava, e ultima mente o moimento teattifo
ais diminuto, porque os especuladores n**r*aa
alguma reserva pela biits eontecurive qav ene
geaato tem tido nos mercados inglesa*
Apresenlou-ie as cmaras om prujeeto istlet
pira rtdatr ot direitot na qaalidadaoMalrfloe.
Eaio radoogao aera ati aoa mi' **
aot briecoi baixoa.e a m4tJo-ato'nmdMsalosaiiv
ri entibaloeiji por nm ifp*J44o sjniloteeta-
cir pig.r oe mtnotet dirtjon o dahi pan iiamjr
oi maioret.
Oa Botsaidoret deoU gor* anMsmtttn *n>
6M tom firmeza. ,
A Mitteoma taslnolgoda ^^*'B.
Clisas Patios G'oe Birntas Paontii-ot M^H
lJlTlltr 74 4.600 til VA*
Algodo.A melhor policio quo atsefMls
afcaaao nai saotsadon aansoauaatst* deivaaMcau a
itottadi t^u.itimaooa*. tatltmfttnmn
veadas dos uiilBtinifftBntstot i
oi




.......-.- I "
m

anestr da uestes din alo terem Uriio transac-
ate a existeacii de 488 tacen, do
Brasil 900 fardaa doa Batadoa-lioidoe.
Aguar deote do Brasil.Ha ponroioompridoret
M ultimas partidla Importadas Qcam anda ero
R-



i
ntrarim 20 pipas do Hi ranhio e 20 ,
Pemsoiboeo.
mm liara 60 pipis. 40 cllco8 6 46
-- *osajfi*3 Gibraltar 541 barr- mtt 0 movi.
XB^ntipara a tguirdeote est' 9 pouca imporlaoc.
Axelte.Em ra**^ ,j0| mujjol embarques que
hevertm os ".OIDpradures ejtao na espectativa
espera t< novicias do resallado dusaa remessss.
-lrroi.Tem-se realizado vend para consumo.
X abundancia do deposito nao deila mslhorar de
ailuacao a este genero, o que s lera lugar sefor
approvado o projecto de lei que reduzos direitos
de consamo.
Alpisia.As entradas (orara de 218 barris de
Gibraltar. As traosicc&es (orn de pouca im-
portancia.
Cat.Os inpprimentos chegudos durante o
perodo desta reviiti (oram de 2C9 saccaa do Rio
de Janeiro, 1,064 de Londres, .21 de Ambrix e
28 do Cabo-Verde.
As vendas importantes e succb va mente rea-
lizedla deram lugar elevacio de preco e maior
aoimacio em que este genero Oca, os possui-
dores anda pretendem elevara niais as susaVe-
teucoes, e provavel queobteohim, pelo menos,
para o de S. Tbom, por que o dasta procedencia
fica concentrado em duas mioa, o os precos d es-
equilibrados em relaco ao do Brasil.
A exiitencia deite genero ho,e de 1,330 uc-
eas do Braiil e 5,385 do dn color iai.
Cera.Tem-se realizido algumas rendas
reexportsr.
O deposito boje de 1,594 gandas.
A importacao toi de 150 caixai de Londres, 12
encapadoi de Cabo-Verde, 598 gamellas de Lo-
anda e 132 de Benguella.
Cacao.Algumas venias para consumo. Nao
temos tido importacao alguma o deposito de
cerca de 800 saccaa do Brasil e'C3looies.
Couros.Eotraram do Par 1518, do Maranhio
1,168, de Loenda 1,939. de Benguella 1,193. de
Cabo-Verde 95. das Ilhas 231, do Mogador 36
fardos e de Gibraltar 67 tinos.
ElTectuou-ae algumas traniaccoes dos de Mi-
nas pelos baixos precos que obtea no nosso mer-
cado.
Os seceos do Rio e da Babia es.ao totalmente
deaaltendidos pelos compradores. Geralmente a
aituacio desle genero bastante precaria.
Gomma copal. -As qualidadas loaatem promp-
ta venda aos precos colados. As entradas (oram de
436 volumes de Loando e 372 laceas de Ben-
gaella.
Gomma do Brasil.Deiprezada. DeLoaoda eo-
traram 52 saccaa, de Pernambuco 467 e do Ma-
ranhio 43 volumes.
Meleco.Em apalbla. Asentadas (oram de
E par* que chle. tu coohecimento de todos
"** P*"'. e'iues que serio publicados pela
imprenta ^ arjQSadoa nos lugares do coalume.
Rer..ie, 26 de maio de 1862.Sr. Manoel alaria
drigues do Naiclmenlo, eicrivo o lubei-
crevi.Triitao de Alencar Araripe.
O Dr. Triitao de Alencar Araripe, official da
imperial ordem da Roa, e juiz especial do
commeicio dnia cidade do Recite de Pernim-
buco e seu termo, por S. M. I., que Dos guar-
de, etc.
Paco sober aos que o presente edilal viren), e
delle noticia titerera, que a requ-erimeolo de
Prente Vianna & C, e Hanrique & Azevedo,
acha-se abarla a {silencia de Luiz Antouio de
Soma Ribeiro, pela seo tenga do iheor aeguinle :
Acbindo-se em estado de insolvencia o com-
merciaote Luiz Antonio de Souzi Ribeiro, como
ae musir doi presentei autos, hei por aberta a
(allencia do mesmo commeiciante datar do
1.* de abril prximo pasudo; e mando, que le
ponhim sellos em todos os bens, livros e papis,
officiando-te para iaso ao juiz de paz competen-
te, e legtindo-ie os demais termos legaes. No-
meio curadores fiscaes da massa fallida aos ere-
dores Parale Vianna di C, e depositario provi-
sorio ao credor Manoel Joaquim Rodrigues de
Soaza.
Faca-ie publicar a (alleocia por editaes e se-
jam os credores coovocadoa para o dia 10 do
correte mer, pela 1 bora da tarde na sala das
audiencias.
Recite, 5 de maio de 1862.TriilSo de Alencar
Araripe.
E mais se uo conlinha na presente seotenct
aqui inserta; e tendo da mesma aggravado-se
de peticio o referido fallido, para o Exm. Sr.
quarto
53 saceos do Rio de Janeiro e 50 le Eondres.
MarQm As traosaccoes em Irglaterra afastam
os compradores do mercado. Os supprlmentoi
cbegadoi (oram de 1,451 pon tas de Loaoda e 155
de Beognella.
Salsa.Poucas transaccoei. as cotaces para
a primeira qualidade lo nominis, por que nao
a temos.
pira preiidoote do merelissiraa tribunal do commer-
cio, eiteoegou-lqeo iggravo ; por tanto convoco
a lodos os credores do sobredilo fallido, para com-
pareccrem na sala doa auditorios no dia 31 do cor-
rente met 1 bora da tarde, afim de se proceder
a nomeacio de depositario ou depositarios, que
hao de receber e administrar provisoriamente a
casa fallida.
E para que o presente ebegueao cooheeimen-
to de todos, ser publicado pela imprensa, e
afflxado na forma do eatylo.
Cidade do Recite. 28 de maio de 1862.
Eu, Adolpho Liberato Pereira d'Oliveirs, es-
crevente juramentado, o escrevi.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento,
escrivo, o subscrevi.
Tris lio de Alencar Araripe.
O Dr. Tristio de Alencar Araripe, officTal da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio desta cidade do Recite e seu ter
mo, capital da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e constitucional o Sr. D. Pedro
II, que Dos guarde, etc.
Faco saber pelo prsenle que no dia 30 deju-
nho do corrente anno se bao de arrematar por
venda a quem mais dr, em praca publica deate
juizo, depois da audiencia respectiva os predios
seguintes:
Um sobrado de dous andares sito na ra do
Ringel n. 73, (reguezia de Santo Antonio, tendo
o primeiro andar duas salas, dous quarlos e co-
zinha na sala de detraz; e no segundo andar lem
duas salas, quatro quartos, e no sotio lem tres
quartiobos e ama sala, quintal murado dividido
em dous, tendo a propriedade 28 palmos de vio
Sal.O mercado conserva-se r-gular, eos pre- e 81 de vio do undo, avallado em 10:000jb00.
cnssustentara se. Est prxima a nova colheila
o seu resultado influir enio na maior ou me-
nor vantagem para este genero.
Urzela Contina a (alta de ordena para com-
pras, e por isso as veodaa sio muito limitadas.
Eotraram no periodo desta revista 217 saccaa
de Loand, 121 de Benguelia e 33 de Cabo-Verde.
Vintao.Os precos conaervam-se rmes, maa
as traosaccoes tem sido losigoiticantes pela (alta
das qaalidades proprias para embarque.
Barra de Lisboa.
Eotradas.
Abril 12 Boa-F, Res, Maranhio.
a Oneida (v.), Bevis, So ibampton.
15 Aurora, Lopes, Porto.
Navarro (..), Vedel, Brasil.
16 Flor de Maio, Lopes, 1'eroambuco.
29 Frederico, Santos, llha da Triodade.
Lusilania, Silva, Rio ce Janeiro.
24 Cordialidade, Goncalves, Cabo-Verde.
25 Constante, Res, Pernimbuco.






9
*
Maio




a


a
>
a

9

II
Maio


'
Ima caaa terrea na mesma ra com o o. 75, com
20 palmos de vio 80 de fu Jo, em ..caixo, com
venda, um lelbeiro no fundo, cozinba (ora, uro
pequeo quintal, aliada tm 2:500^000. Urna ca-
sa terrea na ra Imperial com o n. 67, (reguezia
de S. Jos com duas portas na (rente, em caixio,
com 20 palmos de vio e TO de vo do (undo, ava-
hada em 1:0009000. Urna casa terrea na mesma
roa com o n. 263, com duas portas na (rente, ten-
do 16 palmos de vio e 46 de (undo, dous quartos,
duas salas e cozinba na sala de detraz, quintal
em (aberto e mo eatado, avaliado em 5001000.
Urna caaa terrea as Cinco Ponas com o n. 57,
com duas portas as (rente, duas salas, quartos e
quintal em mo estado, avaliada em 1:0009000.
Urna casa terrea na Soledade com o n.62, tendo
20 palmoi de vio e 39 de (undo, com dais salas,
um quarto e cozioha na sala de detraz, quintal
em aberto em mo estado, avahado em 600*000.
Um sitio no lugar dos Afilelos, com casa lerraa
em ponto alto com terraco, murado na (rente,
dual portal, cinco jaoellas.com duas salas e um
5 Mara '(barc.'b.j, M'.artini, Rio de J. gabinete lambem de frente, sala alraz, seia quar-
In'comparaVel, Aguiar, Loanda. tos. sotio dentro com janella para o lados cozi-
nba, cocheira e estribara ao lado da sala de (de-
traz, precisando de concert?, tendo entre estas
e a sala de junto do gabinete na (rente um pe-
queo quintal com porta para a cozinba, tendo
80 palmos de (rente e 83 de (undo, sitio grande
com arvoredos de (rucios e murado em toda a
(rente, divide por um lado com o sitio de Rodolfo
Joao Barata de Almeida por outro lado com o Dr.
Velloso Soares, e pelos fundos com o do Augusto
de Oliveira, urna pequea casa a beira da estrada
com o o, 36. de pedra e cal, com sala na frente e
alraz dous quartos, sem cozinba, avaliada em
10:0009(00. Urna casa terrea nos Bairros Baixos
n. 26 na (reguezia de S. Jos, com urna porta e
janella na (rente, tendo 21 palmos de vao e 49 de
(undo, duas salas e dous quartos, quintal e cozi-
nba na sala de detraz avaliada em 600g00, os
quaea predios sao pertenceotea a Manoel Csmillo
Pires Falcio, e vio a praca por execaco que
Antonia (V)" Ram libo, Portoi d'A(. contra o mesmo encaminha Antonio Joi Rolri-
20 Joaephina, Silva, Batia. ges de Souza, e na falta de licitantes aero arre-
23 Feliz loio. Gomes, Rio da Janeiro. matados pelo prego da adjudicagao, com o abat-
24 Novo Lima, Magalhea, Rio G. do Sul. ment respectivo da le.
26 Sultn, Gilbert, Riod.i Janeiro. E para que chegue ao conhecimeoto de todos,
Maria Silva dem. i maudei pastar editaes que aerao afxadoi ooslu-
29 Guyene (v.) Enout, Portos do Brasil. | gares do cosame e publicado! pela imprenta.
30 Magdalena f'v ) Sawyr, Soulbampton. Dadu e passado neita cidade do Recite de Per-
nambuco, aos 28 dias do mez de maio de 1862,
quadragesimo primeiro da independencia a do
imperio do BrasiJ.
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivo subsescrevi
Tristio de Alencar Araripe.
Pela impeccio da alfandega te (az publico,
que no dia 31 do corrente mez, porta da mes-
ma reparticio, e depois de meio-dis, se ho do
arrematar quatro caixas di marca FJASG, con-
ten Jo 125 duziai de bocetas de pinho enternadas,
28 frica. (v.J, Cayado, Portos d'Africa.
Fernandos, Silva, Rio le Janeiro.
Guyenna (/.), Enout, Bordos.
29 Magdalena (v.), Sawyer, portos do Bra.
4 Olinda (brig. bras.). Ltyola, Porto.
Tamege.Ferrelra, Rio de Janeiro.
5 Zaire (v.), Branco portos d'Africa.
Sabidas.
Abril 12 Uoiio, Rocha, Porlos.
> Joven Ermilinda, Silva, Porto.
13 Tamega, Ferreira, Par i.
a Fiordo Vez, Santos. Mem.'
a Oneyda (v.J, Bevis, Partos do Brasil.
Maria, Alvea, Bahii.
15 Hortense, Romao, Rio de Jmeiro.
16 Navarro (v.), Vedel, Brdeos.
Villa da Prais, Aojos, Cabo-Verde.
> Destemido, Brochado, Baha.
> Anna, Halers, Porto Hico.
Urna once de riaigre.
Leo ha e sal".
Sabbido.Almoco.
O meimo que;no domingo.
Jantir.
O meirao qae na texli-feiri.
Dietas psra os doentis,
N. 1.
Almoco.
Um quarto de gallinba para tres caldos no
dii.
Lenba e sal.
N. 2.
Almoco.
Um pao da Ire oncas na topa de caldo de gal-
linba.
Lenba e sil.
JioUr.
Um quarto de gallinha cozda.
Duas ooca de arroz para canja.
Lenba, sal e vinagre.
N. 3.
Almoco.
O mesmo qae na diU n. 2.
Jantar.
O mesmo que na dieta n. 2, e mais um
de gallinha assads.
Um pao de tres oocu.
Leoha e ssl.
N, 4.
Almoco*
Duas oilavas de cha da India.
Um pao da tres oncas.
Duaa oocas de assncar.
Lenhs.
Jantar.
Uaa libra de carne verde.
Um dcimo de farinha.
Lenha e sal.
N. 5.
Almoco.
O mesmo da diela n. 4.
Urna libra de carne assadi.
Quatro oncs de arroz.
Um pao de tres oncaa.
Leoha e sal.
As pessoas que quizerem fazer dito forneci-
menlo apresentem as suas propostas em cartas
[echadas no dia 18 de junho do corrente anno,
oesta thesouraria, pelo meio dia, onde enconira-
rao as condicoes com que deve ser effectuada a
arrematacao.
E para conatar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihetouraria provincial de Per-
nambuco, 28 de maio de 1862.
O secretario,
Antonio Ferreira d'ApDaocia;Io.
Faouldade de Direito:
De ordem do Exm. Sr. director interino, e de
contormidade com o artigo 14V do regula ment
complementar, se repete o edital inra, que ira
data de 7 do dezembro fdrs publicado, marcando
o praso de seis mezes para a ioscripcio dvs que
preteoderem concorrer ao lugar de lente substi-
tuto, vago pelo accesso do Dr. Manoel do Natci-
mento Machado Portella ao de calhadratico.
EDITAL.
De ordem do Illm. Sr. director, visconde de Ca-
maragibe, se faz publico que dea marcado o pra-
so de seis mezes. contado da data desle, pira a
ioscripcio dos que pretenderen eoncorrer ao la-
gar de lenta substituto desta Faculdade. vago pe-
lo accesso do substituto Dr. Manoel do Nascimeo-
lo Machado Portello segunda cadeira do quarto
anno, de que ara proprietario o cooselbeiro Dr.
Joto Capiatrano Baodeira de Mello, que por de-
creto de 5 de outubro do corrente anno (oi jubi-
lado; pelo que todoaos preteodentes ao dito lu-
gar se podero spresentsr desde j nasta secreta-
ria, para inscraver aeus nomea no livro compaten-
te, o que lhes permitlido (azor por procurador,
se eitiverem a maia de 20 legoai detta cidade,
oa tiverem justo impedimento. Sio porm obri-
gadoi a apreaantar docamentos que moalrem sua
qualidade de cidadio brasileiro, e de que oitlo
no gozo de seus direitos civis e polticos, certidio
de baptismo, (olha corrida do lugar de seus do-
micilios, e diploma de Dr. por ana das Facalda-
des de Direilo do imperio, oa publica forma jua-
li&cando a impossibilidado da apreseotacio do
original,e na mesma occasiio entregar
quaesquer documentos que julg nvenien.- i
tes, ou como titulo de habililac orno pro- |
vas de tervicos prestados ae Eslao. amanida-
de ou aciencla aos quaea ae lhea pyAr recibo, i
ludo do conformldade com os artigo* 36 e 37 do j
decreto n. 1386 de 28 de abril de 1854, el II se-
guintes de n. 1568 ele 24 de (evereiro de 1855.
E para que chegue ao conbecimento de lodos
mandou o mesmo Exm. Sr. director aCxar o pre-
sente, que ser publicado pelas folhaa desta cida-
de e da edrte.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife 7
de dezembro de 1861.O official no impedimento
do secretario,
Manoel Antonio dos Passos e Silva Janior-
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife
30 de maio de 1862.O secretario,
Jote Honorio Bezerra de Meoezas.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
COjIPANMA LYRIC1
DE
G.M\1UN\NGI1A.
Sabbado3i de maio de 1862.
8.a Recita da assignatura.
Tendo aido muito applaudida repele-se :
I Due Fosean
Principisr s 8 horas em ponto.
Os btlhetes vendem-ae no dia do espectculo.
para [a repreaentacio da tarda aera reduzldo a
11500 para cadeiras, asiira como para camarotes,
qaando (orea seis pessois para os mesmos.
Seguoda-feira de noite.
Ha ver urna nova e brilhan le pantomima, in-
tilalada
JACK
0 GIGOTE MATADOR.
Com bellissimos ornamentos, mysterioios jogos
lrans(orni(5es e melamorphoses ; prodpzindo
efTeitos excitantes.
Por ordem do director,
W.'T. B. Van Orden Jcmior,
Secretario.
Terca feira 9
de jsnho ao meio dia em ponto, na mencionado
consulado de Franca, ra do Tripiche Novo a.
14, segundo andar.
LEIUO
O CIRCO
GRANDE OCANO
DE
SPALDING & RDGERS
SALDES
no
Caes de Apollo.
Grande e brilhaate baile de
mascaras e sem mascaras.
EM BENEFICIO.
Hoje, 31 de maio.
Oa aalea acham-se brilhantemeote preparados
a Iluminados"e o baoeficiado, pessoa bem contie-
nda nesta cidade prcmette a todas as pessoas que
concorrerem a seu beneficio, que nio terio o
menor motivo de deagosto.
BAILE
CaSSINO roruuR
DB
Mascaras e sem mascaras.
NO
Sabbado, nao haver re-
presenta^o.
AMANHA
Domingo 1 de Junho
Duas
MAGESTO SO SALAO
DO
Deeiaraeds.
Grandes representares,
come;aodo as 4 horss em ponto
De Tarde,
e as portas se acharao abortas as 3 e meia horas.
Logo depois da conclaiao da representado da
tarde, e o auditorio que se achsr dentro do circo
tirar sahido para (ora, a
Sra. Worland
subir
As Iiireiis
por um dbil rame prolongado desde o chao urna
grande altura pela parte exterior do ampbithea-
tro at o cume do mastro do centro, tornando
a descer para o chao, tobre este limitado trilho,
elevado aquella espantosa altura.
Este sdmiravel (eito serexe-
cutado em plena vista do publico
qae estiver da parte exterior do
amphitheatro e naturalmente inviaivel para os
que se sebarem da parle de dentro ; e por con-
seguirte nio ter lugar senio depoia de conclui-
do o divertimento da tarde, que ser cerca das
aeis horas.
Assini como tambem de noite
s 8 horas [portas abertas s 7), quando ter
lugar a brilhaate pantomima da
4 apparicao de una chu-
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, 31 do corrente.
Francisco de Soaza Reg, conbecido por Yoi,
tendo obtido generosamente o silao do palacete
da roa da Praia dar netle dia um pomposo baile
o para ae tornar maia variavel e apprasivel o in-
signe professor de dansa o Sr. Magalbies por ob-
sequio se comprometi gratuitamente a execatar
algumas dansas de seu variado repertorio.
O beneficiado muito confia as pessoas que
conhecendo as suas circunstancias e o grande
peso de familia de que subearregado se tem
interessado para que este baile corresponda a
seus esforecs as quses tributa desde j eterna
gralidio.
Serio empregados os meios, aQm de que no
Cassioo continu s reinar ordem, moralidade e
respeito, e que sejam observadas as disposicoes
do regalemento interno.
Iogresso para damas, gratis; psra cavalbei-
ros, 2000.
_ a
Quarta-feira 2 de junho.
O agente Pinto (ara leilio a requerimento doa
curadores fiscaes da massa fallida de Jos Anto-
nio Sosres de Azevedo. a por mandado do Illas.
Sr. Dr. juiz especial do commercio das dividas
pertenceotes a masma musa, s 11 horas do dia
cima mencionado em sea eacriplorio raa da Ca-
deia n. 9.
LEILAO
A 2 de junho
O agente Oliveira (ara leilio a requisicio doa
coBsigostsrios J. Keller & C, por ordem a em
presenca do Illm. Sr. cnsul da Blgica nesta ci-
dade, e por conta e risco de quem pirleocer da
JK&CTC n. 60, urna caixa coolendo 50 duzias
de lencos de linho, averiados a bordo do nato
frsncez tSpbere, capilio Ribas, ns ana recenta
viagem procedente do Havre para esto porto :
Segunda-feira 2
de junho, s 11 horas da manhia, no rmateos,
dos sobreditos J. Keller & C, raa da Craz do
Reci(.
LEILAO
DB
Um predio chao
proprio.
Sabbado 31 do corrente as 11
horas*
Pelo agente Euzebio se vender em leilio no
dia 31 do correte um sobrado de am andar no
Caminho Novo oa ra da Esperance o. 45, com 2
porides de frente e 22 palmos de largura, 62 di-
tos de (undo em armazem estabelecimento de
raolhados. no andar superior 2 janellas, 2 salas,
3 quartos, este predio novo e (eito a moderna
acabado a um anno ; a madeira de qualidade
louro e amarello, boas (erragens e a mi de obra
tanto de pedreiro como de carapioa 6 com per-
(eicio e aeguranca, incluindo um bom quintal
cercado de 80 palmoa de largura e 150 ditoa de
fundo, com cacimba de boa agua, bem planta-
do, garanle-aa a superior qualidade do terreno
por ser frtil; julga-ie qae este predio d am
reodimento de 600$ por anno, e os Srs. preten-
deres que o (orem examinar com anteceden-
cia coohecerio a probabilidade a para melborea
informacoes achario o referido agente prompto
a presta-Ios no seu eteriptorio ra da Cadeia n.
45, oude ser effectuido s 11 horas em ponto.
Aysos &antE30t
WMPMIIIJL
m predio
proprio
chao
> Friede, Rocha, Rio de Janeiro.
2 Norma, Abren, idem.
Emilia de Lisboa, Branco, Loan, e S. T.
7 Flor de Maio, Lopes [orto.
8 Fernandes, Silva, Triiste.
9 Santa Isabel, Sani'Ar na, Baha.
Commandeur, Slehr, Rio de Janeiro.
Embarcacdes caiga.
Rio Grande do Sal.Brigue Intrpido.
Rio de Jaoeiro.Briguea Mi.rgarida, Cucet-
elo da Maria e Eistaquia.
Babia Briguei Anna e Encentador, o patacho com o peso liquido de 1.168 libras, valor ds li-
Flor de Maria bra 600 ra., viudas do Porto pelo navio porlu-
Pernsmbuco'. Brlgues Olioca, Bella Figuei- guez Sympathia. entrado em 12 do corrente
rense e Soberano, patacho Jareo. I fm. abandonadas aos direitos no acto da con-
Maraohio.Galera Aurora, i pstacho Boi-F. ferencia do despacho por Francisco Jos Aires
Pari BtiRues Ligeiro II e feliz Vmtura. uimaraes, sendo a'arrematssio livre de dtrei-
Ficam a fechar. tos ao arrematante.
Para o Rio de Jaoeiro a baicaGralidflo, para Quarta seccio da alfandega de Pernambuco, 28
Pernambuco o brigue Joven Amelia e o Lugre de maio de 1862.
Julio.
Moyimento do porto.
Aavioi entrados no Ha 30.
Macelo e porlotintermedioa40 borai, vapor na-
cional Persinunga, de 422 to miadas, commin-
diote Maooel Rodrigues dos Santos Moura.
Penado2 das, hiate nacios. Camaragibe, de
37 toneladas, capilo Virginio Jostioiano dos
Santos, equipagem 6, carga (srinha e arroz ; a
LaUBorget de Siquetra.
Navios sahidos no me mo dia*
Marselha Escuna iogleza Homsla, capilio Jobn
Dar*y, carga atiucar.
MaceiBarca iogleza Colina capilo Roberto
Me. Dowel, em laatro de asnear.
Observacio.
Bordeja no lamario um hit tu brasileiro.
O primeiro escripturario,
Firmino Jos de Oliveira.
Editaes.
O Dr. Triatao de Alencar Arar pe official da im-
perial ordem da Rosa e juiz le direilo especial
do commercio deata cidade do Recite capital
desta provincia de Pernambu:oeem seu termo
por S. M. imperial a constitucional o Senhor
D. Pedro II quem Deus gsarde etc.
Faco saber aos qae o prsenle edital virem e
Me noticia tiverem que no illa 23 de junho se
ha de arrematar por renda <|uem mais dar am
praca publica deate juizo, na tala doa auditorioi
ama barcaca denomiosda Ato Formoso, pintada,
calafetada e concertada de aovo com lodos oa
aeus aparelhoa, prompta ai r viagem, avaliada
par um tonto de ria, a qaal perteneente
Uaaeal Pereira de Fgueiredn Toudella, e vai a
lrica por execufio que lhe nove Annaga Hijo
Cosnpanbij.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em curaprimento da resolujao da junta
da fazenda, manda (azer publico que se contrata,
por tempo de tres mezes, a contar do 1 de ju-
lho prximo vindouro, o (ornecimeoto da alimen
tacio e dietas para ot presos
de'tencio, a saber:
Alimenticio.
Domingo.Al mogo.
Um pao de tres oncas.
Urna ooca de caf.
Duas oncas de assucsr.
Jantar.
Urna libra de cirne verde.
Urna ooc de toucioho.
Um dcimo de farinha.
Lenha e sal.
Segunda-feira.Almoco.
O mesmo que no domingo.
Jantar.
O mesmo que no domingo.
Terca -feira.AlmoQO.
O meamo qae no domingo.
Jantar.
0 mesmo qae no domingo.
Quarta-feira.Al mogo.
O mesmo qae no domingo.
Jantar.
Meia libra de carne secca.
Urna onca de toucinbo.
Meio dcimo de feijao.
Um dcimo de (arinba.
Lenha a sal.
Quinta-eirrAlmoso.
O mesmo qae ao domingo.
Jantar.
O mesmo qae no domingo.
Seita-feira.AlmoQO.
O mesmo qoe ao domiogo.
Jantar.
Meia libra de bacalbio.
Meio dactmo da (aijio.
CoDselbo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, era cumprimento ao art.
22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852,
(az publico que (oram aceitas ai propoitas dos Srs.
abaixo declarados.
Para o hospital militar.
Heoriqae Peiegrino da Vera Cruz:
Nos medicamentos que (oram registrados pela
quantia de 2:0155000, tob a cndilo de aerem
entregues na botica do mesmo hospital, no dia
7 de junho prximo viadoaro, pan seren exi-
midos na (orma do coslume.
Para o arsenal de guerra.
Joio Jos da Silva :
30 milheiros ds pregos csixses a 29500 o mi-
lheiro, os quaes devem ser recolhidos no dia 2
de junho prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo
para [ornecimeoto do arsenal de guerra, 30 de
maio de 1862.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Couseilie administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros objectos
teguintet:
Para o corpo da guarnicio da provincia do
Cear.
457 pares de clcheles pretos.
Para o arsenal de guerra.
500 esnadas de azeite de carrapato.
Para a pharmacia militar detta provincia.
Quem quzer veoder taes objectos aprsente as
propostas em carta (echada, -na secretaria do
pobres da casa de con8eino> s io horas da manhia do dia 6 de
junho prximo vindouro.
va deprata,
DAS
Messagenes imperiales.
No dia 31 do correlo espera se dos portos do
sul o vapor (raocez Guienue, commandante
Enout, o qual depois da demora do coslume se-
guir para Bordeaux tocando em S. Viceote (on-
de ha am vapor em correspondencia com Gore)
e Lisbos.
A companhia encarrega-se de segurar as mer-
cadorias embarcadas a bordo dos vapores, assim
como tambem recebe dinheiro e objectos de va-
lor com deslino a Londres em transito por Bor-
deaux e Boulogne.
Para as condicoes, (rete e passagens trala-se
na agencia ra do Trapiche n. 9.
ao meio dia.
O agente Eazebio (ir leilio de am sobrado de
3 andaras oa ra do Amorim n. 13, cbio pro-
prio, tendo de (rente para a ra da Moeda, est
em bum estado, rende 6008 por anno, conforme
o arrendamento anligo e mais render com al-
guna reparos que posteriormente sa zerem,
visto que o referido agente presume entregar
pelo maior preco que se icbarno dii 81 do cor-
rele 10 meio dia em ponto no seu escriptorio
ra da Cadiis n. 45, onde ser efectuado ae pa-
ra islo os pretendentes examinaren] com ante-
cedencia o mesmo predio.
a qaal ser repelida a pedido especial.
Alm dos usuaes
Feitos admirareis
qae tem tornado este circo notavel; sio os se-
guintes :
Novas representaces
terso ambaa lugar DE TARDE e DE NOITE.
A saber :
Aros (tiTersos.
E nao bavendo langador qu< cubra o preco da
avaliacJo, a irremateeao sari leita pelo valor ds Um dcimo da firiaha
adjadasco com o ibetimealo 11 lei.
Daas oitavas de axaile.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal da guerra, 30 de
maio de 1862.
Antonio Gomes Leal,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho de compras navaes.
Teodo-te, sob as condicoes do eatylo e appro-
vacao do Exm. Sr. presidente da proviocia, de
contratar no' dia 5 de junho prximo, por trez
mezes (iodos em setembro lambem prximo, o
(ornecimeoto dos objectos abaixo declarados, pa-
ra os navioe da armada, e eitabelecmeotos de
marinhi ; bem como a lavagem de roupa daitet
mesmos estabelecimeolos, convida o conselho
aos preteodentes a apresentarem suaa propostas
nesse dia at s 11 horas da manhia.
Objectos, vveres, dietas e outros objectos ele
consumo.
Arroz do Msrsnhio, agurdenle de 90 groi,
azeite doce de Lisboa, azeite inferior, a ai u car
branco grosso, ararata, aletria, assoear brinco
refinado, bolaxinha, bacslho, bolsxs, carne
secca, caf em grao, carne verde, carnauba em
vallas, cangica oa milho pilado, cevadiuha, cha,
cal preta a brinca, (arinba de mandioca do paiz,
(eijio, gallinhas,. manteiga (ranceza, manteiga
iagleza, mate, pi, pedra da alveaaria e de
cantara, brotas, sabio, loaciobo de Lisbos, ta-
pioca, lijollo 4a alvenaria grosss, vinko da Lia-
boa, vellas stearinss a vinagre da Lisboa.
Sala do conselho de compras navaes, em 30
de maio da 1862.
O secretarlo,
Rodrigase dea Aojos.
envolvendo utilicis e excitantes representaces
de gymnaslica e acrobtica, no qual tomar parte
toda a companhia,
UM4 S0BERB4
COMEDIA GYMNASTICa
Combloando extraordinariai facanhaa pbyiicts,
arrebatadoras combioscoes em gymoaslica, ir-
resistiveise irrisorios efTeitos, cujas parles prin-
cipaes serSo executadss pelos Srs. WORLAND e
NEAL.
iff k SEIBA
EQUESTRE PASTORIL
Roaniodo pantomima e arte do montar a ca-
vallo, pela
Sra. NOBLE e o Sr. N. ROGERS.
OS BELLOS CAVALLEIROS
OS BELLOS GYMNASTICOS
O BELLO PALHACO
OS BELLOS ACRBATAS
E OS BELLOS CAVALLOS
se apresentario em ambaa sa representaces.
COMPANHIA BRAS1LEIRA
DE
rMHIf ES f fcPfiB.
At o dia 31 do corrente, esperado dos
portos do norte o vapor Oyapock, commandan-
te o primeiro teneote Antonio Marcelino Pootes
Ribeiro, o qual depois da demora do cusame
seguir para os porlos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir a qual deve-
r ser embarcada no dia de sua chegada, en-
commendas e dinheiro a frele at o dia da sabi-
da as 2 horas: ageocia roa da Cruz n. 1. es-
criptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
Aviso.
C01P4MU PERNAMBOGAIU
DB
Navegaco costeiraa yapoi
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cau do Assu\ Aracaty, Ceara' e
Acarad**.
O vapor tJaguaribe, commandante Lobato,
tahir para oa portos do norte at o Acarac,
no dia 7 de junho as 5 horas da tarda.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dii. Eneom-
mendas, paatageiros a diuheiro a frete at o (
da sahida a 1 hora; escriptorio
Mattot n. 1.
no Forla do
Leudes.
i%>
ao coDteino
io da 1862.
De contormidade com odesejo do publico em
8eral, e para maior commodidade, o eacrlptorio
o circo estar aberto pira a venda doa bilhetes
das represenlacoet de domingo de tarde e de
noite
HOJE
Sabbado, de tarde, s 4
horas,
por espago de un hora, assim como amanhis,
domingo, de manhia, is horaa do coslume.
O Prc para enancas da menos la 10 aaaaa de idaie,
LEILAO
A 3 de junho.
0 agente Oliueira pora em leilio publico pela
segunda vea, por ordem o em presenca do Illm.
Sr. oonsul de Franca nesta cidade, no respectivo
consalado e por conta e riaco de quem pertencer
a barca (ranceza tHarle Nicols, visto que os
coocorrintes 10 primeiro nenhnm Unco oflere-
ceram aobre o prego estsbeleeido para cobrir oa
gittoa de reparos eomecados e outros eitios com
a mesma barca nesle porto, cojo sxame cootioua
a aer (renqueado oo logar do sen ancoradouro. e
em seguida oa viveres anteriormente annnncia-
doa ; tado da conformldade com aa mesmsscon-
diccoaa e clausulas anteriorea, expostaa a aovo,
o aateaipado axame, oa escriptorio do dito
Nesta typographia precisa se fal-
lar ao Sr. Dario Fortuna Pesta.
Nesta typographia precisa-se fal-
lar ao Sr. Manoel Joaquim Pereira Ma-
galhaes, que se mudou do Campo Verde
ou Baixa Verde.
Grande laboratorio de lava-
gem de roupa a vapor de
Ramos A Pimentel.
Os donos dos nmeros abiixo mencionadoa
podem mandar batear as roapas que estio promp-
tas : 1,10,12, 13. 20, 25. 26. 33. 36. 43, 58, 76.
71.78. 88, 89, 90, 93. 94, 96. 97, 98, 99.100.
103, 104, 106, 85, 163, 102, 108, 34, 111, 110,
109,112, 107.
LOTERA
Sabbado 7 de junho prximo anda-
rao mpreterivelmente as rodas da pri-
men a parte da primeira lotera a bene-
ficio da matriz de Ouricury, no consis-
torio da igreja de Nossa Senbora do Ro-
sario de Santo Antonio. Os bilhetes
acham-se a venda na respectiva thesou-
raria ra do Crespo n. 15, e as casas
commissionadas ra da Imperatriz loja
de ferragens n. 4* do Sr. Pimentel,
praca da Independencia n. 22 loja do
Sr. Santos Vieira, ra Direito n. '. bo-
tica do Sr. Chagas, e na ra
do Recife loja do Sr. Porto.
As sortea desde a 5:000# i
serao pagas de 1 hora da tai
te desse mesmo dia da ext
outrss logo que se tenha U
buicao das listas.
O tbesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Squm.
1 Casa de saude
DO
#r. Ignacio Firmo Xavier*
S
PASSAGEM DAAMAGDALBNA.
tw A tratar para a eatrada doa doentes
com o mesmo Dr. i raa oova da Santa
0 Rita a. 7.
Terca-eira, 3 de janho, ir pela altima ves
praca o engenho Desterro, situado no termo da
Iguirasi, por meio da arrendamento trienal, a
contar do ultimo de malo do crrante anno k
maio da 1865, pente d Sr. Dr, julidos orphios,
na ssls dai audiencias : quem quier arrematar
o referido engenho, comparece so lagar indica-
do, munido dos com Deten tes Ssdorss.
Alaga-se por 30f ao mes o vnto armsxem
do sobrado a. 52, alto na raa da Guia, a o safan-
coa
por mdico preee : a tratar ot r
i maro 14.
1
s


-a-Mi*
3taBBBBaC==
tclABHMt
Q
I
1S W LINGIH FMCEZA
a' noite
PARA A CLASSE D COMMERCIO.
Jos Soareft d'Aievedo tem de abrir
um cuno pratico theoric o de Lingua
F'ceza Pek novo lyiteoa de Ollen-
dorf, para a claue do commercio que
nao pode frequentar este .jstudo de da.
Ai pessoai que deiejarem fallar e escre-
ver esta lingua, podem d rigir te a' re-
sidencia do annunciante, ra de Santa
Bita Nova n. 47, ate o din 31 de maio.
Empreza de illu-
minacao a gaz,
A vista de multas queisas a empreza
de gaz participa ao publico, proprieta-
riote moradores as divei-sas casas que
se queixam da insuficiencia e mesmo da
falta total de illuminacio publica, que
ella est' sempre prompta a collocar os
lampeOes cuja falta se fa2, sentii, logo
que receba do governo provincial as
competentes ordens, da mesma forma
mandara' encaar gazem todas as casas
particulares, gozando os proprietarios
dates da grande diminuito de precos
estabclecido em marco prximo passado.
Chama tambera a atten ao dos mora*
dores das muitas ras aonde nao che-
garam anda os lampeoes pblicos, ao
acto que com certo numero de casas
particulares, a empreza esta' prompta
a. collocar o encanamento geral a sua
custa pelo servido destai, amda que
nao esteja autorisada a collocar a Ilu-
minado publica.
Outro sim faz publico q je para as ca-
sas particulares as quaes d*ve o gaz ser
conduzido de distancias considera veis
(cima de 100 pe's por exemplo) eolio-
case o devido encanamento pelo mni-
mo custo e traballio dos materiaes, e
em certos casos por menos anda.
Lustres, candieiros etc., vendem-se
pelo mnimo preco que permita o
grande prejuizo em quebras e despezas
estando empreza determinada a azer
quaesquer sacrificios para satisfazerao
publico.
Rostron Rooker & C.,
Gerentes.
a.T 7jF&*!. se8undo an|lr io sobrado n. 55
UM com grandes commodos para
tratar, na ra dj Imperador nu-
&M&
Precia-se de ama ama de leite sem filho, is-
sim como ama ontra forra ou escrava, que aaiba
engommar ecoziuhar : aa roa da Cadeia do Re-
eife, loja n. 50.
Perdea-se umi palseira de ouro com 7 pe-
dral de caoupheos, desda a casa o. 4 roa da
Aurora at a rampa do Gymnaaio, eda rampa do
L ai V ,0 n,e,ino ll>tro, oa ooile de aabba-
ao z\ do correte mez de maio : quem a achou,
queira ter a boodadt de reslitui-la a seu dono,
na referida casa o. 4, qae seta generosamente
gratificado. Pede-se aos senhores ouri-es que
techara a bondade de nao faierem negocio algum
com dila pulaeira.
lEscriplerio de advocaeiaf
Ruado Imperador n.
[37, primeiro andar, a es-j
querda.
Neate estabelecimento trabalhe o advo-
gado Joaquim Borgei Carneiro [gradaado
em direito pela faculdade do Recite] des-
de as 9 al as 3 horas do dia.
Advoga em todos os juizos a tribuojes
desla praca, e entarrega-ae de negocios
para o interior da provincia, principal-
mente para as comarcas de Santo Antio,
RioFormoso, Bonito, Nazarelh eGoianna.
Recebe gratuitamente as camas dos
desvalidos, nao podendo cada qual tra-
zer mais de orna qaestao por Tez.
No meamo eitabelecimento solicilam-
se ttulos e patentes de empregados pu-
blicoa e ofRciaes da guarda nacional do
I interior, mediante mdico estipendio.
Em sua falta e impedimentos ser
5a substituido, dos negocios civeis, pelo Sr.
Dr. Joaquim Jos da Campos, e nos do _-
crime pelo Sr. bicbarel Jorge Dornellas 5
Ribeiro Pessoa. B
KflKeiwin^cieeieeMeieeieS
~" u aoaixo asslgoado, como herdeiro do caaal
dos uados Joo Manotl de Siqueira e
Iher D. Isabel Mara da Silva
Manoel Pereira Lopes
Ribeiro,
comjloja de barbairo na ra do Bangel n.
tranaferio aua moradia para o n. 18 da mesma
ra no qual se ach prompto para lodosos mis-
teres de sua proQssio como saja tirsr dents,
sangrar, pontear, amolar.applicar rentosas pela
pressao do ar, pode ser procursdo a qualquer
ora, assim como tem sempre sortimento de bi-
tas para alugar.
&080ci*c*o EgpOQ vap Juca
PcvuAinhucauA
k.?1!!!!.!^' h>7.d ord,0a <" eonselho director, no
lugar do costume.
Secretaria da Associacao Typographica
A 5$ o covado.
.,l"?i0 l0 mo,, "O" "P. fazeada
que val 7|: Da ra do Quaimado o. 47.
4 boa fama
vende gollwhae e puchos com botes para ee-
I?'"enda muito boa, e pelo baratissimo pre-
mimSJ!L:*u\ rui do O*!"* 85, loja de
miudezas da boa fama.
. 7.?n<,eni;*e "m,, lr d niangoo, de 30
"i a..p mo' de c""Primento : a tratar
do Queimado n. 65.
na ra
Per-
familia : para
mero 48.
Altenco,
*Um moco que deiiou de continuar
com seus estados por falta jer urna boa Jetira e eecrevur om acer-
to ss offerece aoj Ilustres acadamicos
esta laculdade para escrever algumas
postilas medisnle urna pga mensal.
tambem entende de escripturacao e ss
offerece para fazer algum, s escripias
ambulantes : a tratar na ra da Ctela
do Recife a. 28. ,
Precisa-se de urna ama paia cosinhar p
casa da pequea familia: na rita Augusta n. 114,
sobrado.
Joo Leopoldo do Reg Vil.ar, tem contra-
tado vender a sua taberna aila ra ra Direita n.
48; se alguem se julgar com direito a impedir
este negocio, comparece oa mesma, no prazo de
qustro diss, a contar desta data Recite, 27 de
malo de 1862.
Os senhores assigoanles di corresponden-
cia da Portugal queiram mandar receber o n. 8
que condozio o vapor ioglez aParao.
Alaga-se a espagosa casa d, esquina da roa
Formosa n. 14, pialada e ladrillada de novo : a
tratar na ra da Cadeia do Recift o. 62, primeiro
andar.
r
A viuva filhos do curonei Joao Joi de
Gouveia, victima da epidemin reinante aa
cidade do Ico, aonde se acbata negocio,
coovidam aos seus amigos e s almas cari-
osas para aisistirem urna nissa que pelo
descanso eterno de sea marido e pai, man-
dara celebrar na egrejs do Diviso Espirito
Santo, sabbado 31 do correnU, pelas 7 ho-
ras da manh*.
T"

uciaco ue Siqueira Mauo, sDr a ioj-
pressao da mais viva dr, cnn da aos seus
amigos e s almas caridosas para sabbado
s 7 horas da machia, oa egr .a do Divino
Espirito Santo, assistirem A utna missa que
manda celebrar pelo repoaso tierno de seu
pae, mai, tios e irmos, fallecidos na cida-
de do lo, por occasio do che lera que all
tem graasadn intt>nnte.
sua mu-
Siqueira, avisa s
pessoas a quem o dito casal esteja a dever, apr-
senteos suas contas ou ttulos de dividas, ao in-
mventariante Joao Hanoel de Siqutira Filho, pa-
ra serem examinadas e legslisadas aQm de serem
desenplas no inventario e dsr-so bens, quando
se proceder a partilha para os ssaa pagamentos,
pois o inventario est a concluir-se, e o annun-
ciante nao se sujeita a pagar qualquer divida que
apparega depois das partilbas, e nao esteta des-
cripta ou junta aos autos de inventario. Recife
27 de maio de 1862.
_ Duarte Borses dSilva.
de-se aos Srs. Jos Mendes Rodrigues
Laropello, Francisco Xavier Carneiro da Cunha,
o favor de apparecerem na taberna da roa dos
Harlyrios n. 36 a negocio.
Precisa-se de 400 a 6008 premio por oilo
mezes, dndose para garanlia penhoresda ouro
e prsta : quem convierannuucie sua morada por
este Diario para ser procursdo.
Carvalho, Nogueira C,
e Rezende C.
Sacara sobre Lisboa e Porto, na ra dt> Vjgario
o. 9 primeiro andar, e ra do Brum o. 58. ar-
mazem.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bon-
dade de apparecer na loja do
Germano, na ra Nova n. 21.
%mmmm msmmmmmm
Saques sobre Portugal.
O abaizo assigoado agente do Banco
Mercantil Portueoae oaili cidjde, gaca
elTeciiramente por todos os paquetes so-
bre o mesmo Banco para o Porto a Lis-
boa, por qualquer aomma avista e a pra-
zo, podendo logo os saquea a prazo serem 8
descontados no mesmo Banco, na razao 1
de 4 por canto so aooo aoa portadorea '
qua assim lbe convier : naa ruaa do Crea- M
po n. 8ou do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Castro.
acMtteewewfiN *mmmmm*
SUvinoGuiiherme de Barros compra escra-
voa de ambos os sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.
Gasa para alugar.
Aluga-se a da roa de Santo Amaro o. 40: a
tralar no escrptorio da viuva Amorim & Filho,
ra da Cruz n. 45.
s
O Dr. Carolino Fran-
cisco de Lima Santos,
madou-se da ra das
Gruzea para a do Im-
perador, sobrado n.
17, em frente da igre-
ja de S.Francisco, on-
de continua no exerci-
cio de sua proQss&o da
medico.
nambucana 28de" mahTd 1862.'
Juvencio Cesar,
, Io secrelario.
lirr Perrir veig, subdito portuguer, re-
Ura-ae para a Babia.
_~" A Pe,Oa ?u nnoociou no Diario de hon-
tem precisar de 400 ou 600 a juros sobre penho-
res. dirlja-se boje das 10 horas at aa 11 da ras-
aba, na ra da Penba n. 25, primeiro andar,
qua achara com quem tratar.
-- Precisa-se do dous amasisdores : na pada-
ri da ra Imperial n. 179.
Precisa-se de um caixeiro para taberna com
pratica ou aem ella, dando fiador a asa canduc-
la : d ra do Hospicio o. 28.
No largo do Carmo, sobrado b. 20, vnde-
se um escravo moco, cozioheiro e chapelleiro,
,)T p,recI,,-e lu8r um preto para todo ser-
vico externo de amapadaria : no pateo do Terco
numero 40. *
Aluga-se na rus da Alegra n. 7 dnas ne-
gras, ama sabe bem cozinhar, engommar, lavar
e tratar de meninos, a oulra sabe fazer ludo me-
nos engommar.
Arreoda-seum sitio no lagar da Torre, o
qual tem soffrivel casa de vivenda e accommola-
coes para grande familia, cocheira, estribarla,
tanque e cacimba, bastantes arvoredos de fmeto,
baixas para capim, etc.: na ra da Aurora n. 60,
ou nos quatro cantos da ra do Queimado, loj
mareUa de Antonio ds Moura Roiim. J
Os abano assignados declarara que tendo
perdido um vale da quantia de 103, sasignsdo
f-i i-5r,x"?r Mene". e destes asnheres j
recebido dita importancia, tica sem effeito dito
vale, nao pdenlo assim pessoa alguma delle
utilisar-se. Recife 30 de maio de 1862. *
.. Gurgel Irmos.
Aluga-se um molato de 18 annos, bom co-
peiro e com principio de boleeiro : a tratar na
ra da Aurora n.70, segundo andsr.
Atendite.
Collega e amigo Atalaia.-Este o ultimo, por
la a r T1D8a?.d0 m' que me Qzesto por occa-
sio de eu publicar a miaha produeco offerecida
1?,.?,b,1e,ee Piolo; e s"ora com "<> deves
esiar (aribundo comigo porque eu a fallar a ver-
tede. lenho concorrido com a mioha fraca intel-
igencia para te enterrar vivo ; mas como agor,
l.; r hldrPhbico. estou abnoxio e prompto
?m i.5i6 f*,,lg0 que n,ee?o. nao deixaodo
com ludo de chamar bem alto e bom som, que
tu e eu somos dona abjetoa e meotecaptos, e
confirmo o que j urna vez disse, que foi (pouco
mais ou menos): quando quizeras eslou prompto
Sj!? 1' mao coao dmi e l'alo, pira
?-tf" ?ie!;- Com lolJo destacamento me
asaignoO corda sensivel.
aah.mrf.Ch,?"M d-8 lrhalh !!. nbrlf.r j"-e b0,ach* com Pereicio : na
r.a do Quartel de Polica n. 16. Na mesma ad
milte-ae um forneiro de primeira elasie.
Ao commercio.
Era consequencia da ebegada do paquete io-
glez nao pode ler lugar na quarta-feira a reanio
te credores do fallecido coronel Joao Jos de
oouvea como se havia aonunciado, ficaodo
transferida para aeguoda-teira 2 de juohos3
horas da Urde em ponto.
OSr. FrauciscoCavalcanti, que ten lo em-
barcado na Parahiba em ama jangada para ests
cidade, acorneen que dasembarcasse na ilha de
itanaarac, ae avisa ao mesmo que seus babua
se acham no roa da Madre de Deoa o. 2.
A pessoa que annunciou querer 400 a 600*
sobre penhores de ouro e prata, pode procurar
na ra dos Quarleis, loja do sobrado n. 1J.
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Caimanes avisa ao re
pellavel publico, principalmente a todos os seaa
ireguezes e amigos, que se mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Gabug para a ra do
trespo n. 7, para a bem conhecida o anliga loia
de miudezas que foi do fallecido Joo Ceg, boje
ser conhecida pelo-gallo vigilante.-e "ede ao
e
mi\M EDItfil
DO
THESOURO HOMEOATHICO
ou
Vade-mecum do homeopata a
pelo desatar
sjunHi o. n.. ra.
Este livro que se tem tornado to popular,
jnecessario, acaba de ser publicado com
plboramentos, qae a iperieocia e oa
p da sciencia tem demonstrado. A no-
He em lado superior primeira, en-
1." lif amplaa noticias acorta do curativo
das molestias, com indicares a ai proveitosas
dos medicamentos oovos recenlmente ezperi-
meolados oa Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2.* A exposicoda doatrins houeopstba.
3.* O estado ds apropriaco des remedioa se-
gundo aa predominancias dos lempersmentos,
das idsdea, dos sexos, e segundo as circamstan-
cisa almospbericaa etc., etc.
4.* A preservar o ou propbilaxia das molestias
hereditarias.
5. A preserraco das molestias epidmicas.
6.* Urna estampa Ilustrada deoionslrativa da
contiouidade do tubo inteslioal desde a bocea at
o anua ate, etc.
Veode-se ns pharmacia ESPEOIAl homeopa-
mcA, proptiedade do aalhor, ra de Sanio
Amaro (Uuodo Novo) n. 6.
Preco de cada exemplar. 20*000
N. B. Ua seuhoresassigoaates (lueiram man-
dar receber seus exemplarea
Bartbolomeu Francisco'de Sroxa tendo de
partir para a Europa no primeiro apor, deixa
por seu procurador o sen socto o 5r. Jos Cae-
tano de Carvaiho. ,
Novidade
Amendou confeitadas, sortea di r mesmas, pi-
peta com esulo, todo mullo aovo
Mase do qae em ostra qsalqaer
da Swzala Nova .30.
vaode-se por
perte : na ras
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacam atomam
aquea para a praca da Lisboa.
Manoel Ferreira da Silva Tarrozo
ra do Apollo n. 28, saca sobre Por-
tugal,
Aluga-se o sobrado da travessa do Pires,
em o qual moraram oa Illms. Srs. desembarga-
dores Figueira de Mello e Gitirana ; na ra da
Senzala Nova n. 30.
O abaixo assignado d 50*000 a quem lhe
achar dous cavallos qae lbe furtaram do engeoho
Pacas, freguezia de Agua Preta, oa ooita do dia
lo para 16 do correte mez de maio de 1862, com
os Igoses seguiotes :
Um ruco, grande, com muita dios e canda, e
esla cachada, no queixo direito, no lugar da la-
ara um caroco, oo pescoco scompanhaodo a goel-
a urna espida romaBa, em grao, tendo s um, e
tem todos os quatro cascos brsncos, gordo e bsr-
rigudo, o ferro mais vizivel que tem um h.
Um dito rudado, talhado. de bom tamanho, nm
pouco sellado, com o cabello da dina e cauda
branco e preto, no cabo pela parte de dentro tem
um Inbinho ou eerogo, e em cima da aoca em
um lado e outro tem signaes de maca quasi
iguaes, que se tornam conbeciaos, porque oca-
mais preto, capado, gordo, e ismbem um
queaffianca servir bem e vender por menos dez
JJJrte por cent0' d0 em oulra qualquer
- Prec$a-se alugar urna preta para
vender : no Corredor do Biipo n. 15.
Na travesa da ra das Cruzes n
2, paimeiro andar, tinge-se para todas
sa cores com presteza e commodo pre Compras.
que
praQa da
agradando pa-
Compram-se accoes da compaohia da Be-
benbe : na roa do Crespo n*. 25 A se dir quem
compra. '
Compra-se urna preta qua saiba engommar
e cozinhar, de idade de 20 a 30 annos, que tenha
boa cooducla : quem tivar. dirija-se a
Iodependeocia ns. 23 e 25,
gi-se bem.
9
Compra-se um preto de meia idade, de
bons costuraos e proprio para sito, urna escrava
qae saiba coser e engommar bem : sa ra da Ca-
deia Velhs o. 35.
Compra-se ama prensa de aparar papel:
oa ra da Santa Cruz n. 14, ou annuncie.
Compram-ae moedsadeoaro : na ra Nova
n. 22 loja de relojoeiro.
Compra-se um relogio de patente io-
glez em segunda mao o d-ae prefe-
rencia sendo descoberto : na ra do
Queimado n. 28.
Yendas.
bello
pouco barrigudo, tem andares : quem os acharo
oslevar ao dito engeoho, oa no Recite, ra nova
de baota Rita, abi receber a gralifleacao cima,
e car-se-lhe-ha muito obligado.
Francisco Botelbo de Mendoo a.
No dia 31 do correte mez a 1 hora da tar-
de na sala das audiencias se ba de arremstsr
por venda em praca publica do juiz manicipil
sapplenloda segunda vara, um negro de nome
Jos, penhorado a Jos Florencio de Oliveira e
Silva porexecu?ao de Manoel Joaquim Baptists.
escrivao Santos. Recife 26 de maio de 1862.
Para escrptorio.
.Primeiro andar da ruada
Cruz n. 24.
Alags-se este primeiro andar : a tratar oa ra
da Cadeia a. 57.
Antonio de Souxa Baptista Farreira, sub-
dito portugaez r*tira-se para a liba Tercelra
Jlo de Sornas Azevedo pelo presente de-
clara qns deixon ds aer caixeiro do Sr. Jlo Jos
de Figueiredo desda o dia 31 do corrate mez.
A vender.
Urna victoria em boa estado e am liado cs-
briolet novo ambos com arreios : para ver e tra-
tar ra Nova n. 59, cocheira de P. Eduardo Bour-
geois.
Vende-se nma sacrava de naci, de mefa
idade, que cotinha, eogomma e lava muito bem :
quem a pretender, dirija-se a roa da Gloria nu-
mero 60.
Na ra da Guia, taberna n. 9, vende-se urna
escrava de todo o servico, muito sadia e sem vi-
cios.
Oueijos do Serid
& 500 veis a libra.
Ra hrga do Rosario n. 37.
Vendem-se qneijoa do Seiid a 500 rs. a libra,
assim como oa mais gaeres por meaos preco do
qae em outra qaelqner parte.
~ Veode-se um carrinbo da 4 ralas, am ai-
lo bom estado, com arreios e ama paralba do ca-
rallos edeetradas: na ra da Aurora o. 60.
corea a
ra do Crea-
Alleiifo ao vigilante
Na ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo Ceg,
est torrando por todo o
preco.
Cora es.
rnmV,r.'7,"deiro,x floi d" co"e' "dondoa assim
^i POl 6 o tnaiia superior que lera viodo
ao mercado: s no vigilante ra do Crespo n. 7.
Micanga ou continuas,
io ,.S.,og" ou continhas de muito linda
ponrV m,cinn<> 6 no vigilante
Continuas do Rio.
Continhsa donradlnhaa miuda e grosaa proprio
para palceiraa das quaes se eslo nzsndo mnilo
por ser ultimo gosto, a 240 rs. o macinho, assim
como aljfar b.aoco e de cor a 300 ra.: s no
vigilante ra do Crespo, n. 7.
Lencos broncos para algibeira.
_~, *? ?odem lencos brancoa finoa para al-
ginetra pelo baratissimo preco de 2)400 a duzia :
na toja da boa f, na ra do Queimado n. 22.
Meias para senkora.
,ii.e.im",e mei,as P"a inora pelo ba-
aSsass p"!a> 8Mo auz= o
boa S D" Da bem eonheeia loJ Penns d'aco.
4wTer<,,deirM pn 1Di'e" caligrsphicsa a
aiuu rj. a caixinha : s no vigilante roa do Crea-
da n. 7.
Banhas ou leos e ebeiros.
A superior banha transparente a 900
Dits em laiaa da folbade meia libra a 500
Uila em latiohas de quarla a 320 rs.
O verdadeiro oleo da aociedade bygienica a
SHK) re. o frasco.
Dil0-m,icas,4r e muil0 fin<> em trssco peque-
o a 19600 a duzia.
A verdadelra agaa de colonia frasco grande a
yuo rs.
Ditos pequeos mesmo em garrafinbas a 400 rs.
Uitos com superior agua de or de Urania fras-
eo grande a 400 rs.
Dito com excellenle agua celeste frasco gran-
de a Ig.
iaa'10 'squinhos pequeos com viaagre rugi a
400 rs. : s no vigilante roa do Crespo n. 7.
Para conservar dentes.
Os verdadeiroa pos da sociedade bygienica pa-
ra deotee em traaquinbos de vidro o maia supe-
rior que tem apparecido pelo baratissimo prego
ue la o frasqainho, sssim como em caixiohas
quadradinhas a 200 rs.: s no vigilante ra do
Crespo n. 7.
Goilinhas e pulceiras.
Lindas goilinhas o pulceiraa de micaoga pelo
baratiaaimo prego de pulceiraa a goilinhas 3.
pulceiras s 23 e goilinhas 1 o 1*500: s no vi-
gilante roa do Crespn. 7.
Sestinhas
Seslinhas muito lindss com seus pertences pa-
ra menino 38 e 4o. assim como iodispensaveis
<* cootifabas ou micaoga proprios para menina
lMzer^af|j*-co com lanciobo pelo baratissimo
prego m : no vigilante ra do Crespo nu-
mero "
atos de bor-
racha.
rs. o
rs.
Tintein
mesmo p
lissimo
Crespos
Tinteiros.
proprios para menino de escola on
ira quem oa qaizer comprar por bara-
eco a 500 rs.: s no vigilante ra do
mmmmmmmmm
Acaba e^ *
chegar
noy armszem
DI
BASTOS k REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimanto da *5
roupas feitaa, colgados a fazendas e todos V
astes ssvendem por pragoa mnito modi- I
Ocadoa como da seu costume,assim como 8
sajsm aobracasacoa da superiores pannos
a casaeos feitos paloa ltimos figurinoa a 8
26, 289, 309 a a 359, paletots dos mesmos
pannos preto a 16|, 18f. 20 a a 24, i
anos da casemira de cor mesciad o a da X
aproa padrdes 14, 16, 189,209 e 249, S
ditoa saceos daa meara as casemiras da co- S
rea a 99,109.129 a a 149, ditos pretos pe-
lo diminuto prego de 89,109, e ftf, ditos 9
de sarja de aada a sobrscasacadoa a 12, I
ditoa de merino da cordao a 12}, ditos 5
de merino chines de apurado gosto a 159, 8
diloa do alpaca preta a 79, 89, 9 e a IO9, JS
ditos saceos pratoa a 49, ditoa da palha da 9
seda fazenda muito superior a 49500, di-
tos ds brtm pardo e do fusto a 8a500, 49
a a 49500, ditoa da fusto branco a 49,
grande quautidade de calcaa d a casemira
preta o da corea a 79, 8, 9> e a 100, ditaa
pardas a 39 a a 49, ditaa de brim de corea
flnaa a 2#500, 39, 850O a a 4|, ditas do
brim brancoa flnaa a 49500, 5g, 59500 o a
69, ditas da brim lona a 59 a a 61, colletas
da gorgnrao preto a da corea a 5| a a 61,
ditoado casemira de cor a pratoa a 41500
JL8** dll* d* "to branco o de brim
9 a 89500, ditoa da brim lona a 41.
ditoa da meria para luto a 4 a a 49500
caigas da marin para luto a 41500 a a 51
capas1 do borracha a 9|. Para meninos'
de todos oa tamandoa: calcaa da casemira
da brim a 2|, 39 a a 39500, p alella sac-
aos da caaemra preta a 61 e a 70, ditoa
or ea7|, ditoa de alpaca a|3j,
sobrecasaaoa do panno preto a 12J a a
na, ditoa de alpaca prata a 59, bonata
para menino do todaa as q alidadas, ca-
m1*' P?"moninoa da todoa oa tamanhos,
meios ritos vestidos da cambraiafaitoa
para meninas do i a 8 annoa com cinco
babadoa lisos a 89 a a 12j, ditoa da gorgu-
eo de cor e de Ua a 59 o a 69, ditoa da
brim a39. ditoa do cambrai.rieamenta
Dordadoa para baptiaadoa.o muitas outras
faxandae a rompsaaitaa qae deixam de
aot moncionadu pela sua grande qaanti-
aaae; aasimeomorecebe-setodaeqnal-
qer ancommonda da rospaa para aa
mandar manufacturar o qua para aata flm
temoa am completo sortimanto dofazen-
laiata dirigida por m hbil meatra qua
5?! i" P,roPW* Perfaicao nadadal-
xa a aaaajar.
r. Vt?.'J?5? e 2f Pr. gulhaa Victoria a 120
re. o papel, iamparioas econmicas a 100 rs. a
2S7. "Sn" 8S e 16- 8ri francesa ocono-
mica 11 640 o pote, facas smericanas para meas s
000 7 a duzia, meias para seobors, hornera, me-
r" P0Itodo preco- braceletes de cabello
com pedra rxa e amarella a 5 cada um : s
r?.ii" d2 9ei< oja Esperanga n. 33 A,
Guimaraas & Rocha. "T
HOTML
sem segundo
Na ra do Qaeimado n. 55 loja do misdezas
de Jos de Azevodo Maia o Silva, est vendendo
toaaa as miudezas baralissimss, a saber :
rapeta de agulhas a balao muito supe-
riores a r
Caixas com multo fioas obreiaa a
Lsrtes com clcheles, lera algum de-
feito a
Frascos de macass perola muito uno a
Caixlnbas com papel pequeo de diver-
sos gottos a
Pacotea dito dito dilo amizade a
Novellos de linha de Crux a melbor
?ue ha a
ns com agulhaa curtas de superior
qualidade
Eotremeios, a peca com 3 varas li2 a
Sabonetes maito Unos a
Papis de sgulhss francezas com toque a
Pares de bntoea para punhos de muitos
modelos a
Parea de meias cruss para meninos a
Ditoa de ditas croas para pequeo a
Ditos de ditaa para meoinaa a
Frascos com agua de Lavande embreada a
Ditos com cheiros muito Anos a 240 e
Ditos com banha muita fina a 240 o
Ditos com superior banha de srsoa
Ditos com oleo babosa multo fino a 240 e
Ditos com oleo do Rio muito superior a
Ditos cora superior pbilocome a
Ditos com banha pbilocome finissima a
Ditos com banha transparente a
Ditoa com superior agua de colonia a
Ditos com macasi (oleo) a
Ditos com superior opiata a 500 e
Carios de linha Pedro V, com 200 jsrdss a
Ditos de dito dilo, branca de cores a
Carriteis de linha com 100 jardas a
Masaos de linba frouxa para bordar a
Peotes de marfim de superior qualidade a
80
40
10
200
720
720
40
200
18000
120
10
240
160
160
200
800
500
320
600
320
500
900
I9OOO
800
500
100
800
60
20
30
240
19000
Rival
sem segando.
Na ra do Quaimado n. 55, defronle do sobrado
novo, loja de miudezas de Jos de Azevdo Maia
e Silva, est qneimando tudas ss suas miudezas
pelos precos que abaixo se declara, pois a quadra
boa para apreciar:
Duzia de meiaacruas muito encorpsdas s 29100
Dita de ditas brancas maito boas a I96O
Dita de ditaa cruas muito flnaa a 4g000
Dita do ditas brancas para senhora, mui-
to flnaa a 33000
Carriteis de retroz de todaa as cores a 280
Crotaa depennaa de ac de todaa as quall-
dadea a
Dita de ditaa calligraphicas
Nvelos de linha muito grandes a 60 e
Caixas de agulhas perfeilss a
Baralhoa portuguezes a ISO e
Groza do botes de ossepequenos para
caiga a
Te*0.ur." D*ra uosa mnito superior qua-
lidade a .
Ditas para costura muito finas a
Ditas pequeas porm finas a
fiaralbos francezes muito finos a
Agulheiros com agulhas superiores
Caivetes do apara.- pennaa de 1 foiha a
Pares de sapatos de tranca de la a
Cartas de alfioetes francezes a
Parea de lnraa brancas de algodo a
Escovaa para limpar dentes muito fi-
nas a 200 e
Masaos de grampos de todas as quali-
dades a
Dedaea com fundo de ac a
Caixas com colxetes francezes a
Tinteiros de vidro com tinta a
Ditos da barro com tinta superior a
Areia preta mullo fina a libra a
Labyrintbo por todo preco.
Vara de franjas largas brancas a
Pies de nova inrenco para meninos a
J-'nn branca do gaz pelo prego j sabido ^
10, 20 e tres por dous, e outras muitas miudezas
que vista far f pelas suas boas qualidades e
presos ento nao fallemos.
500
19600
120
160
160
120
400
400
200
240
80
80
15280
100
100
320
40
100
40
160
120
120
200
200
que
f*
8
8
Novo sortimento de
zendas baratissimas,
Loja d Pavorua da Impera-
triz uumero 60.
DE
Ci\M\ & SIL.VX.
Vendem-se aa seguiotes fazendas por precos
baratissimos afim de apurar dinheiro : capaa
suissas a imitacao de aedas de quadrinhos sen-
do de todas aa corea e cores muito fixas a 200
rs. o covsdo, briihanlinas de quadrinhos muito
encorpadaa para vestidos de senhora e roupas
kpsra meninos sendo muito mais larga que chita
a 200 rs. o covsdo, gorgurao de linho fazenda
muito nova para vestidos a S80 rs. o covado.
muselina branca com 4 1(2 palmoa de largura a
200 ra. o covado, grande e variado sortimento
de csssas psra vestidos sendo os padrea moder-
nsimos e as corea flxas a 280, 300 e 320 rs. o
covado, chitas frsncezasde cores fixas escuras e
alegres a 240. 260, 280. 300 e 3i0 ra. o covado,
chitas inglezaa a 140,160 e 200 rs. o covado
"res de cassa tendo 7 \\2 varas cada um a
9400 rs., corles de organdya com barras tendo
12 varas cada corte a 59, corlea de ba reges cora
covados a 59. ditos com as saias feitas a 59,
Iaaziohasde cores a 280 rs. o covado, de todaa
estas fazendas do-se aa amostras deixaodo o
penhor na loja e armazem do Pavo, da Gama &
Silva, na roa da Imperatriz n. 60.
Madapolao do Pavo.
Vendem-ea fioissimas pecas de madapolao com
24 jardas a 49500. 4800, 59, 5J500 o 69, ditaa
irancezas entenadas com 14 jardas a 39: na roa
da Imperatriz n. 60, loja do PavSo de Gama &
Silva. **
Lasa320 rs.
Vendem-ae moderoiasimas laziohas com pal-
mas a 320 re. o corado: na roa da Imperalriz n.
60, loja do Pavao.
O Pavo vende a 4 j.
Pecaa de cambraiaa de coriohos brancoa e de
todaa aa corea tendo 8 1|2 varas a 49 : na ra da
imperalriz n. 60, loja do Pari.
O Pavo vende
cortea de umbrala mnito fina com dona babadoa
a salas sendo delicadamente bordados
Paletots e calcas.
Vendem-ae paletots de panno preto fino a 6a
caigas do casemira preta a 4#500*. patela de faney
de cores a 69, calcas de dilo a 39500 : na roa da
Imperatriz n. 60, loja do Pavao.
As seroulas do Payo.
Vendem-se seroulas da liobo fraejafla a 29 o
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo ^
rfJ^ndem-,1eo' ms' rico chlei co Pn' re-
donda e borllas leudo as barraa a imitecao de
peluda e assetinsdssimitando as capioh.s maia
modernss pelo baratissimo preco de 400. ditos
de4ponl..a4950O. ditos a Garibaldfoi sendo
60 wJ'ADiet'^:na> tul da ^Peratriz n.
60, loja do Pavao de Gama & Silva.
Saias bordadas a 2500.
VnAdem",e "iai bordadaa mallo bonitas a
29500 cada urna : na ra da Imperatrii n. 60.
loja do Pavao.de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vendem-se bales de bramante francs com
arcos, sendo ss melhoressrmaces, pelo dimiou-
lo preco de 39 a 3J50O: na ru. da Imperalri n.
60, loja do Pavao, de Gama & Silva.
Saias com arcos de linho.
Vendem-se as acrediladaa saias com arcos de
linho que fazem aa vezea de balo a 32200 e a 4S
cada um, estas saias s ha oa loja do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Para meninos a 4#500
Vendem-sa restidinhos de seda para meninas
muito bem enfeitados, pelo diminuto preco d
41J500 cada um : na ra da Imperalriz n. 60, loja
do Pavo, de Gama & Silva.
Olhem
15000.
para o Pavo e leiam.
Camizinhae com golliobas e manguitos decam-
braia bordados, fazenda muito moderniasims a
59OOO.
Ditas de fuslSo com sslpicos de eflr a 39000.
GolliBhis bordadas com bolaoziohos a I9OO.
Ditas ditas de goslos a 640 e 800 rs.
aaaaa* COm maD8*ilos de cambraia bordados a
Manguitos de cambraia fina bordados a
Goilinhas bordadas a 240 rs.
Romeiras de cambraia enfeitadas para lato a
oJOOO.
Camizinhas para senhoras bem enfeitadas a 3/j.
Lencinhos de liobo com labyrintbo para mao
a 295OO.
Ditos a imitacao do labyrintho a 19 e a 19280.
Luvaa de torzal enfeiladaa de vidriiho a 500 e
e 640 rs.
Enfeites pretos com vidrilhos a 89OOO.
Ricos enfeites a turca e Garibaldi a 58500.
Ditoa muito bonitos a 29500 e a 39500.
De tudo do-se as amostras ficando penhor: aa
loja do Pavo, ra da Imperalrix n. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as qualidades.
Vende-se a 49400 de quadrinhos, ditos pauta-
dos a 39600, dito almaco pautado a 4/ e 4#200,
dito greve a 4$600, em caixinhas de diversas co-
res a 640 e 19, dito branco pautado a 800 rs,, an-
tlopes de cor a 640, dilo branco a 900 rs. : na
loja do beija-flor. ruado Queimado n. 63.
Ricos cintos dourados: .
Veode-se a 29 a 29500, ditos de fita a I96OO,
filas para debruobos de collete a 280 a peca, tiras
bordadas a 19 a 19200 ; na loja do beija-flor, roa
do Queimado n. 63.
Vendem se tesourss fioas para costura a
19, dita para anha a 640 e 800 rs., ditas finas a
900rs. a duzia, peotes de travessa para menina a
640 : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Sintos paraenhora.
Vendem-se os riquissimos sintos com borla ca-
bida ao lado, muito chique, sendo o ultimo gosto
de Paria, pois parece-me que nao haver seoho-
rss que deixe de comprar : isto s no gallo vi-
gilante, ra do Crespo o. 7.
Enfeites de cabeqa'.
Veodem-se os riquissimos enfeites, tanto com
franja como sem ella, por baratissimo prego de
29500, 39 e 59: s no vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-ae aa verdadeiraa linhas de peso, o
mais fino que se pode encontrar a 2(500 o mas-
sioho de 30 miadiohss, assim como da outras
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se mantinhas de coral a 2J.29400,
e fios de coral a 720, massinhos de comas miu-
dinhas de diversas cores a 140, caixinbaa de alfi-
netes a 200 rs. e 240: na loja do beija-flor, ra
do Queimado n. 63.
Vendem-se luvaa de pellica de Jouvin bran-
cas para senhora e homem, chegadaa no ultime
vapor : na loja do beija-flor, roa do Qaeimado
numero 63.
Vende-se cascarrilha de seda de todas as
cores a 2g e 28400 a pega, linha de Pedro V a 20
rs. o carto, grvalas de aeda eatreitinhas a 1 :
na loja do beija-flor, ra do Qaeimado o. 63.
Veodem-se ricos eofeites a 59 e 59500, di-
tos de vidriiho a I96OO, aderemos pretos a 29500,
rosetas pretas a 160 rs. o par, goilinhas pretas a
800 rs. e \$ : loja do beija-flor, rea do Queima-
do d. 63.
t- Vendem-se carteiras proprias para toioar
dinheiro de ouro e prata a 19 e 19200, esporas
tinas de ac a 18, baodeijaa de lindos deaenhos a
19500, sinturo de borracha a 200 rs. e 240, ben-
galas de caona a 29 e 29500, chicotes finoa a 29
e 29500, de estalo, ditos sem ser de estalo a
640, toucas de la psra meninos a 19, sspaltohos
de lia a 800 rs., ditos de merio a lg500 : na
loja do beija-flor, roa do Queimado n. 63.
Vendem-se pentes de tartaruga virados a 8
e a 99, carretel de linha de 200 jardaa a 940 a
duzia, clcheles de diversas qoalidadea a 40, 60
a 80 rs., ditos bordsdos a 100 rs., massos de
grampas a 40 a 80 rs., ditos em caixinbaa a 120
ra. : na loja do beija-flor, roa do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se loucadoreade Jacaranda a 2f200,
ditoa braocoa a 29, caizinhas com espelhos psra
navalhaa a 29 e 2f400, colberea de metal princi-
pe para aopa a 460O, ditaa para cha a 29*00. con-
cha para assncar a 640, oculos finos a 400 ra.:
na loja do beija-flor, ra do Qaeimado n. 63.
Vendem-se caivetes fiaos a 800 rs., ceba-
zes psra meninas de escola a 3, 4 e 59, carteiras
com agulhas francezaa a 240, caixas de pennas
de ac a 500 rs., meiss para senbora croas a 140
o psr ; na loja do beija-flor da roa do Qaeimado
numero 63.
AttencaO! altencaffr*
Aos pais de familia, bom ^Ba-
rato.
o co-
Polassa da Russia,
deL^Bi
Vende-se em cata de
C, uccewore, ra
Bieber
4, ditoa sendo lodos adamascados a 49, cortes
de1 phantasia lazenda finissima a 6S, ditoa a 49500
zem do Pavio de Gama & Silva.
Panno preto.
tfii*ml'20 5ft0 u,to "rerpado 1
ijJffOO, 19800 e 29. e dito cor de caf: na na a
lmperalru o. 60, loja do Parlo.
Chales do Pavo.
t*l^Am',Mbt}n de rtB* Uopadoa mni-
to grandea a 8 ditoa do oaosa adamascada a 800
a': M, rV do Pari de Gama & SUrr.
o arma
Na loja n. 20 da roa da Imperalrix atba-ae a
venda um completo e variado sortimento de boas
fazeadae, e qse I vista de anas qualidadea sao ba-
ratissimsmente vendidas, e para mais reracidade
do que fica dito, abaixo rio mencionadas alaamas
das ditas fazendas, a saber :
Ghilaa largas cor flxa a 240 rs.
Madapolao fino com 24 jardas a 51
Cambraiaa do corea a 280,320 1 400 ri.
TluO*
Vellido preto e de cores a 29.
Lindeza de corea a 160 rs. o covado.
Len?oa pequenoa a 80, 120 e 160 rs.
Chapeos de castor fino a 89.
Chitas pretas multo largas a fioas a 240 rs.
Algodio trancado preto maito bom para vesti-
dos ds aacravoa a 200 ra.
Cambraia lisa com 10 (ardasa 29.
Cassa de salpicos com 10-ditas a 89.
Cambraia bordada para cortinados com 8 ra-
ras a a/.
Vendem-se dous pareas ioglezea proprios
para lacio, qua deojaMajasdar maito a slgum
senhor de enganbo, H ao para algum sitio:
i na estrada de JoiMMK, sitio defronto da
Cscala, para 00 UWM fljilte.


DUttO Dt mCUMBGCO SeBB' DO M 10 ti UM
fa:endas e roupas feitas
DE
Bernardino Jos da Silva Mata.
43 Ra do Queimado 43
Esquir a que volta para a Congregado.
NnM moderno estabelecimento en-
contrar um completo e variado aorti-
mento de lateadas roapit feitas por
presos mol rasoavels. O cesengano da
viata vac:
Paletotilde caaemira aaccoa e sobrecaaa-
cot 10.
Ditoa de meia caaemira dito dito 59.
Dito* de brim pardo de liolio muito fi-
noa a 59.
Ditoa de alpaca prela Qoa de 45 a 69.
Ditos aobrecasacos de pan 10 muito li-
no 22.
Ditos de fastio de cor miudtnho a 33 .
Calcas de caaemira de cor j 59, 69, 7J
e 8*000.
DUm de dita preta s 79, 89 a Ift).
Ditas de raeia caaemira a 3;-, 3}5O0 e 4#.
Ditas de loslao e ganga da cor a 29,29400
o 29500.
Ditas de brim pardo de Htno a 2j, 3g,
4#e5.
Ditas de dito brsnco a SJ), !9 e 49.
Colletes de caaemira preta a de cor a 4g
e59000.
Cambraiaa organdys padroes muito bo-
nitos a 600 rs. a vara.
Ditaa moderna duqeeza de Orteaos a ,
560rs.
Chitas larcas escuras unas o corado a
240 e 260 rs.
Ditaa muito finas verdadeira francesas a
300 e 320 rs.
Cambraiaa branca finaa a pega 39, 49 e 5J
Ditaa de salpicoscom 9 varas pega a 49-
Chales de lia eacocezes para as senboras
andarem em eaaa a 39.
Laazinhaa para vealidoa o corado a 520.
Catnbraia preta maito fina a rara a 500
ris.
Chitaa fuslao para vestidos o corado a
340 rs.
Saias balo arrendada a 59.
Leoces de bramante de linho fino a 3$.
Ditos de dito de algod&o a 1$280 rs.
E oulraa maitas qualidades que a a
vista do freguez. Tambem manda faxer
roupaa por medidas.
De tado se do amostras com peobor.
Veodem-se doug pa^es:
nesta typographia.
Calcado francez
Chegado de novo.
Grande aortimenio de bolinea para homem, e
as naia bellas para senboras e meninaa : na loja
do vapor, ra Nora o. 7.
% Mobilia.
A banha fina,
em* copas grandes, chegou para a loaj d.agaia
branca, raa do Qeeimado a 16.
Libras sterlinas
Venda-a* o escriptotio de Manoel Ignacio de
Olivuira 4 Filho, largo do Cerpo Santo n. 19.
Aramia verdadeira.
Na raa da Cruz n. 52, loja de li*roa, em caixi-
nhaa Je S 1[2 libras para cima a 6f400 a libra.
Superior cal de Lisboa.
Tam para vendar em porco e a relalho Anto-
nio Lalx da Oliveira Azeredo & C-, ao aaa as- Wa rua tamboa do Larmo loja n.
sriplorio na da Cruz n. t. 12, vndese toda a qualidade de mobi
Brincos pretos a balo, e Ua tanto ao k08*0 moderno como ant
K"i/Aa nat* 8a' P',ant*ia,'a etc* Pr pr*oo maii
OUtrOS ODJGCIOS para commodo do que em outra qualquer
\\xXo parte, faz-se toda a qualidade de obra
Desses objactos de qu boje infelizmente Untas de encommenda com a maior brevida-
familias precisara, na loja d aguia branca acha-ie de e o maior apuro da arte.
um bom sortimento deUes. seado brincos e rose- No armasen) de E. A. Burle & C, raa da
tas a balao, palaetras modernas de groases o for- Crox n. 48. vende-se eicellente farello em saccas
tea contaa, alflnetea para peito, ditos lambsm pre-
tos, em caisinhss, bonitoa e moderaos ederecos,
e meios ditos, cinteiros de fitas e fivolas pretas,
enfaitea para csbeca, grarapos da no vos moldes
pera segurar cabello, lavas da torc 1 de seda e
pellica, metas de seda a algodao para horneas o
senboras : com os compradores de tsss objectos
se lera a maior contemplado, altelo o fim para
que sao: sor.isso 4 dirigir m-se a raa do Quei-
mado, loja d'agula branca n. 143.
MENOS DEZ POR CEHTO
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
ipki@
36.
ARMAZEM
? JES
ROUPA FUTA
grandes a 39600.
Amendoas.
Vendem-ie amendoas aso frescos e avulsos e
os bons a ricos papis com estalo para sortes :
aa rua da Seoaala Nova n. 80.
AlgQdo da Baha.
Proprlo para roapa da eecravos a saceos de as-
sacar : voade-seoa raa da Cruz n 1, escriptorio
Arroelas ou argoias de borra- de A" Lau de o&etM Asevedo & c
chapara segurar papis e Rel?g,!?s. D.. A.r
.T ___. JL-* Vsnde-se em casa da lohnston Paler < (,.,
muitos outros misteres. t A do vg() B> 3# UM btUo *,, a,
A loja d'agula branca receben ama porcao de Ieiag08 de onro palente ngiez de um do8 mais
irroelaa ou argoias de borracha, que acertada- # r i ._l
mente se applicam a difTereoles flne, como t.m- **<* fsbrtcantes da Liverpool; tambem
bam seja para emmasaar papis as diversas re- urna variedade da bonitos trancellins para os
psrticts publicas, nos cartorios, escriptorios, mesmos.
2S2S iffi.VS^.ie.^qa/.'v&d: 8WTBW EDIOTH0DE110WAY
vale apaa comprar-se palo diminuto prego de- PILULASHOLLwOYA.
240 e 320 a duzta, para poupar-se o trabalbo de Esta ineslimavel especifico, cornposlo inteira-
atar e daaatar um masso de papis todas as vezes raenle de hervs medicinaes, nao contera mercu-
13
.
Joaquim F. dos Santos.
40Rua do Oueimado40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Nesle estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roapa feila da
todas as qualidades a tambum se manda eiecutar por medida 4 vontade dos fregae-
zes para o que tem um dos melhores protessorss.
Catacas aa canto preto OS,
35| 309000
Sobrecaaacosde dito dito a 359 3OCO00
Paletots de panno preto e le co-
res a 359, 309, 259.109,189 e 209000
Ditoa de caaemira de cores a 229,
154,129.79e 9*000
Ditos de alpaca preta golla de
velludo (raucezaa a 109000
Ditos de merino aetim pr .los
de coras a 9| a 83000
Ditos de alpaca de corea a 59 a 39500
Ditoa de alpaca preta a 99,7 7, 59 e 3^500
Ditos de brim da corea a 5$,
49500.49 e 1 39500
Ditos de bramante delinho b an-
co a 69. 5g e 49000
Ditos de merino de cordo prato
a 159 89000
Calcas de caaemira preta ede co-
res a 119. 109, 9|, 79 o 69000
Ditas da princeza e meriQ de
cordao preto a 59, 69503 e 49500
Ditaa de brim branco ede coras a
59. 49500 e 18500
Calcas de ganga de coras a 9000
Cllete de velludo preto e de co-
res lisos e bordados a 139,99 8(000
Ditos de caaemira preta e d* co-
res lisos a bordados a 69,
59500,59 38500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco a fi a
Ditos de gorguro de aeda pretos
e de cores s 79, 63, 49 a
Ditos de brim a faslao branco a
38500, 29500 a
Saroulas da brim de linho a 29 a
Ditas da algodao a 19600 a
Camisas de peito defustao branco
e de corea a 9400
Ditaa de paito delinho a 59, 49 a
Ditas da madapolao brancaa e de
cores s 39. 29500, 3 a
Chapeoa pretos de masaa franceza
forma da ultima moda a IOS,
88500 a
Ditos de feltro a 69. 59, 49 e
Ditos de sol de seda ingleses e
francezes a 142,129, U8
Colarinhos de linho muito finos
novosteitios da ultima moda a
Divos da algodao
Relogios de onro patente e hori-
zontal a 1008, 909. 802 708000
Ditoa de prala galvaniaados pa-
tente e horizontaes a 409 30200o
Obrsa de ouro, aderemos a meios
aderemos, pulceirss, rozstas e
inais a 9
Toalhas de linho duzia 102. 69 a 98000
Ditas grandes para mesa ama 39 a 4900q
59000
59OOO
59000
39000
29200
19280
2$*00
3*000
18600
79000
29000
-9000
9800
9500
que ae precias, asaimeomoae maielargaeeervem
para aegarar carteiraa, e manguitoa de senhorss,
a mesmo para pulseiras de missaogaa, adierUn-
do, porm, qae cada argola tem aua fivela ; veo-
dem-se em dita loja d'aguia branca, rua doQiei-
mado n. 16.
Attencao j
Guimsres & Luz, donos da loja de miudezes
da raa do Queimado n. 35, boa fama, participam
ao pablieo qae o sao estabelecimento ce acha
completamente prvido daa melhorea mercadoriaa
tendentes ao mesmo estabelecimento, e muitos
ostros objectos de gosto, sendo qussi todos reca-
bidos de suas proprias eneommendas ; a estsndo
ellos ioteiramente resolvidos a nao vanderem
fiado, aiiancam vender mais barato do qae outro
qualquer ; e juntamente pedem aos seus dorado-
res que Ibes mandem oa vonham pagar os seus
dbitos, son pens de serum jualicados.
Soahall Mellors & C, teodo receido or-
dena para vender o sea crescido deposito derslo-
gios v{sto o fabricante ter-se retirado do nego-
cio ; convida, portanto, s pessoas que quizerem
possuir. um bom relogio de oaro oa prata do ce-
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-se da op-
portunidade sem perda de lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preso no ssu eacriptorio
raa do Trapicha n. 28.
rio nem alguraa outra substancia delectara. Bei
nigno mais tenra infancia, e a compleiQo mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na oompleic,o mais robustas
enteiramente innocente em suas o perales e ef
feilos; pois busca e remove as doen;as de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
que sejam.
Entre milbares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam s portas da
raorie, preservando em seu uso conseguirn)
recobrar a saude e forjas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilie tas nao devem entrega r-se a des-
esperado; faeara um competente ensaio das
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca terapo em tomar esta remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
Loja das 6 por-
tas em frente do(
Livramento.
Caaaaa francesas de bonitos gosj
320 rs. o covado, luvas de troQal
e de sede a 500 rs o par, chitas frl
sas largas escuras a 240 rs. o coi
ditas fioaa a 260 e 280 rs., fil de
liso a 640 ta. a vara, tarlaUna fio
todas as cores a 800 rs. a 'vara, lencos
trancos com barra de cor a 1 JjIOOa du-
zia e 120 ra.cada um, meias para ho-
mem a 12200 a dezia e 120 rs. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
nos a 220 rs. o covado, pecas de bre-
tsnbs de rolo e 29, ditas de cambraia lisa
com 6 1|2 varas a 39. musselioa encar-
nada a240 rs. o covado. calcinhaa para
meninaa de escola a 19 o par, peilos
para esmisa brancos e de cores a 200
rs., peQas de cambraia branca de salpi-
co a 39500, algodao entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito branco para toa-
lhas a 12 a vara, enfeitea dos mais mo-
dernos a garibaldi a 69. a loja eat aber-
ta at as 9 horas da ooite.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammaeoes.
Irregularidades da
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra. -
Manchas na cutis,
Absirucc.o do ventre.
Phlysiea ou consump-
rio pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
GEMDE201TIMEH.TSllftfiv;
DtaOUPKSf^
:?Tp-fjyy??gagaLiJiM.i!auJel5
Ruh (la Senzalta Nova n. 42.
Vends-se em casa da S. P. Jonhston di C,
sellins e silhdes ioglezos, candieiros e casticaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes I
para earros e montana, arreios para carros de!
um a dous cavados, e relogios de onro patente
inglex.
Veode-se ou arrenda-se urna grande pro-
priedade muito perto da praca, com grande ota-
ria de dous tornos, capella, urna boa casa de vi-
venda, diversas casas habiladaa, doua grandes
vivelros, maitas arvorea de fructo, iecluzive di-
versos coqueiros : a tratar com o Dr. Souza Reis
ou com o major Belarmioo do Reg Barros nes-
ta cidade, oa na Magdalena.
0 Livro do Povo.
Sahio i luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr. A. Msrqaes Ro-
drigues, e cootm a vida de N. S. Jeaas Cbtislo,
segundo a narraeo doa quatro evangelistas, e
mais os seguintes artigos o vigario, o profeaaor
primario, o bom homem Ricardo, amoral prali-
ca. Simio de Nanlua, mximas e penaamentos,
a bygtene, os deverea doa meninos, e o Brasil.
A publicado do LIVRO DO POVO oio s tem
por fim untformisar a leitura oas escolas piima-
riss, onde cada nenie aprende por um livro
difireme, e portalo facilitar o trabalbo do mos-
tr e do discpulo, como tambem vulgariaar, por
um preco baralieaimo, a historia do aslvador do
mundo, e os melhores preceitos de moral.
Veode-se o Livro do Povo, no Recife, aa
livraria da praca da Independencia ns. 6 a 8, a
500 ra. o eaemplar em brochare, a 800 ra. car-
lonado.
eeidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
do
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ven ira.
Enfarmidade no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosa.
Febre intermitente.
Vandera -se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Ha va na e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dallas contem urna instrucc,o am porlu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Sourn
pharraaceutico. na ruada Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Calcado
Sortimento completo de s)bretssacos de pinno a 259, 289, 309 e 359, casacos multo bom
faltas a 258, 288, 302 e 352, Palt tots acasacados de panno preto de 16 at 259, ditoa de caaemira
de cor a 159,181 e Wf. paletots saceos de panno e caaemira de 89 at 149, ditoa saceos de alpaca
marin e la de 4| at 69, sobre 89 al 142, ditos de cor a* 79 at 102, roupas para menino de todos os tamaohos, grande sorti-
mento de roupss de brina como leiam salgas, paletots e colletes, sortimento de collelas pretos de
aetim, caaemira e velludo de 49 i 92, ditoa para casamento a 59 e 69, paletota brancoa de bra-
mante a 49 e 5f, calcas brancas niaito finas a 52, e um grande sortimento de fazendas fina a e rao-
lernaa, completo sortimento de casamiras ioglezas para homem, menino e senhora, seroalas de
linho e algodao, chapeos de sol de seds, luvaa de seda do Joavio para homem e senhora. Te-
moa urna grande tabrlca de alfainte onde recebemoa ancommendae de grandes obraa, que para
3 est aando administrada por am hbil mestre de semelhante arte e um peasoal de mais ds
.incenla obreiroa eaeolhAdos, poi Unto execulamos qualquer obra com promptido e mais barato
po que em ottra qualquer casa.
Rua da Seuzalla Ncva n. 42.
Neste estabelecimento vende-se: ta-
chas de ferro :oado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a 120 rs.
Veode-se eme casa terrea no Poce de Pa-
aella, esa chao proprio, coro modos para grande
familia, freate para o rio Capibariae : quem pre-
teoder, dirija- a me Nove o. 4!.
Vende-se a eaaa a jesnioa da roa da Con-
ceicao a loa-VisU a. 47, eos m lito bom lugar :
qaeea preteader, sMisja^a a re a do Cabugi a.
9, loja.
Paredes Porto
tem sempre para vender um cempleto e variado
sortimento de roupa feila por procos maito com-
modoa : na roa da Impera tria n. 48 junto a pa-
daria franceza.
Meias do lis cempridas, aa melhores qae
teto iodo ao mercado : ea leja da rua de Quei-
mado n. 46, de Geea IrtUJs.
Moedas de ouro de 16$ e 20#
Veode-se no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Gorpo Santo n. 19.
Queijos
os mais frescos que tem vindo an nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
2#000 e no passado a 1^800.
Amendoas
conieitadas as mais bonitas que ha no
mercado a 800 e 1 jjf a libra : vende-se
nos armazens Progressista e Progressi-
vo no largo do Car mo n. 9 e rua das
Gruzesn. 30.
Mmta attenco.
Na loja de Silva Cardozo, rua do Im-
perador n. 40, vndese roupas feitas
de todas s qualidades pelos preces
mais baratos possi veis que se pode ima-
ginar, pouMode vir os freguezes com-
prar p^rsf^P^iehiiicha.
Joo Jos Pereira com loja e fabrica de calca-
do na rua larga do Rosario a. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa posto em a dita loja diversas qualidades de cal-
cados feitos na mesma.os quaes sao sem difi-
renos alguma iguses aos francezes. mas como o
proprietario nao pode ser juiz em cauaa propria
por iaso pede aos seus numerosos freguezes e ao
publico em geral, que aioda mesmo que nao
queira comprar, comtudo venbsm sempre ver as
amostras e admirar o trabalho dos artistas per-
as mbacanos que trabalham em sua fabrica, pois
se assim o fizerem, indubilavelmente apreciarlo
o esmerado trabalho doa meamos; e ae alem dis-
so atteoderem a ciuqo actual jamis deixarao
de comprar porque alem de a obra ser de muito
mais duraco acresce mais a circumstancia de
costar um diminuto prego em rel*c9o aos fran-
cezes.
Machinas para lavar roupa.
Honteiro, Lopes & C. receberam machinas ps-
ra lavar roapa syatema ioteiramente novo e
adoptado a eate palz, pois qualquer peasoa pode
trebalhar coaa ellas por ser o seu aso o mais sim-
ples que se poderia desejar, sendo tambem mais
sconomico o breve : quem quizer comprar diri-
jan)-se a raa da Cadeia do Recife o. 30, que ae
lhe darS todaa as eipticagoes por eacripto po-
dando saber dos seus bons resultsdos por j se
usar nesta pra^a no collegio das orphas dirigida
pelas irmaa de caridade.
0' que pechin-
cha,
dos verdadeiroa queijoa do Serid de superior qua-
lidade, como a muito lempo nao vem a eate mer-
cado, e pela grande pocc&oque temoa resolvemos
s vender pele diminuto preco de 500 rs. a librs,
460 ioteiroe, e em perelo (aremos abatimento :
no estabelecimento da ru eatreila do Ros:rio,
esquina da rua das Laraogeiraa a. 18.
Attenco.
Vendem-sa asalto bons violee pelo diminuto
preco de 69, bordees pora ditos a 130 ra.. dttos
pora rebeca a 80 r.t ooraa de tripe a 40 rs. : na
raa da leaperatrii, oor*or aterro da Boa-Viste,
oja de aedezas o. 58, janto a loja do parle.
DE
HL A1TE fe C.
36 rua das Cruzes de Santo Antonio
* 9 Largo do Carmo 9
MiA JLHTTDH1I II S. JJIM.
Os proprielarios destes acreditados armazens di molhados participam aos seus nume-
sos freguezes que por todos os vapores e navios da Europa, recebera de sua propria encommeada
os melhores gneros, pois que para isso tem pessoas encarregadas em diversos pontos da Europa,
para os ecolberem, eos vender por menos 10 por oento do que em outra qualquer paras, por isso
rogs-se a todos os Srs. da praca, de engenho e lavradores o favor de mandaren suas eneommeodes
aos nossos armazens, aflm de verem a superior qualidade de gneros e differonea da precoe.
QlieiyOS CIO SCrlaO os mais frescos do mercado a 640 rs. a libra.
vieneDra llrtlldllf* uma ,j8S me|hores genebras que tem viado ao nosso mercad
em frascos grandes a 29, vende-se nicamente nestes armazens.
LngUIs^aS em latas j promptasa 1*800.
1/8.1X111 L1BS os mais el-gantes que tem vindo de Franca, proprias para guardar jotas ou
fazer mimos de 500 rs. a 19600.
CMllaiTieS dos melhores do mere'do a 800 rs. a libra.
Manteca tlgleza deprimeira qualidade a 800 1 rs. a libra e em barril sa
far abatimento.
Ma lUeaga (ra neela a mas nova a 700 rs. a libra e em barril a 600 rs.
Olla IiySSOn 0 mais superior que ha no mercado a 29400 a 29800 a libra.
Cha flUX til oque hada melhor neste genero a 29500 e 39000 a libra.
i, ll pretO muito superior vindo a primeira vez ao nosso mercado a 2*200 a libra.
L/ll hySSOll o aelhor que vem do Rio, em latas da uma libra por 19800 e em porgio
se far abatimento.
Q UeiJOS uO reilO chegados nesta ultimo vapor a 29200 e dos chegados no ultimo
navio a 19800 cada um.
QUIJOS pratO como nunca veio ao nosso mercado a 19000 a libra e inteiro a 900 rs.
I 9IOS e C11 OU TIC'> S muito novos a 560 rs. a libra e era porgo se far abatimento.
1 6lXe etD lat'lSediversos umanhos.savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, lingaa-
dos fritos, atm marenado, robllos* e lulas de tigelada, de 19300 a 29000 a lata.
ToUClllllO UO r*l'* muitonovo a 820 rs. a libra e 9|500 a arroba a Umbam
temos para 240 rs. a libra e 6|500 a arroba.
Banha de pOlCO em latas com tO libras por 49400 e 480 a libra.
Marmelada imperial de todos os conservemos de Lisboa, em latas de libras
meia e 2 libras a 750 rs. a libra
LataS COm frutas em Calda como sejam pera, pecego, damasco', alper-
xe, ameixas ginja, a 700 rs. a lata.
VIarmelada dv: Alperce em latas de 2 libras por IOOO eada uma.
D0Ce da CaSCa da gOiaba a800rs. em poqrao se far abatimento.
DoCeS SeCCOS 6 diHerentes qualidades em bcetas muito bera arranjadas a 3900O.
Ta ma ra S em caixinhas a 29500 e 600 rs. a libra
Hassas em caxinhas de 8 libris a 29500e600rs. a ubra.
FigOS da COmadre muit0 novos em cixtnha de 8 libras e muito bem enfeitadas o
a )a>200 o 320 rs. a libra.
Krvilhas francezase portuguesas a64o 720 rs. a lata.
MaSS 1 de tomate em laus de 1 librra a800 rs,
AmeildoaS d CaSCa mole Builo novas a 400 rs. a libra.
iM OZeS muito novas a 200 rs. a libra.
AmeixaS frailee** S em latas com 5 Ocas por 4000 e a 19000 a libra.
Cll Xolte'heSpanhol a 112OO, francez a 19000eportugueza 800 rs. a libra.
Bol- X lilla d SO(la nUtas com differenles qualidades a 19400 a lata.
31 a88a S pa ra Sopa macarro e talharim a 240 r?, a libra e a caixa por 59000.
CaxinhaS muito bem enfeitadas com pevide, rodinha, estreUinhi, etc. a 700 e 800
PalitOS tXa Tj/olo FranCeZ para limparacis a 180 rs. e em ponjio se far abatimento.
Espermacete SU peror sem avaiia a 740 e em eaixa a 760 rs. a libra.
Sardinhasde Nantes muito novas a 400 eeoors.
AlpSta muito nova a 200 rs. a libra e 59500 arroba.
AZeite doce refinado de diversas marcas a 800 rs. a garrafa a 99000 a duzis.
BolaCllilllia mgletaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra e 49200 a barrica.
Goma muito alva a 1O0 rs. a libra e 250O arroba.
Vnh0S engarrafados duque do Porto, genuino.Porlo fino, madeirasecca, Carcavellos, nao.
lar. feitoria, velho secco, Muscatel a 19200 a garrafa e 129000 a duzta.
Dt08 em pipa Pono, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 4000 a 49500 a ca-
nada.
SerVt JaS das mais acreditadas marcas a 600 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
Cflfi ID pan hti das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
Cognac inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d HoIUllda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frases.
Azeita naS em ancoretas as melhores que ha no marcado a 2 e a 400 rs. a garrafa.
Traques superiores em caixinhas a 109 e a 310 rs- a carta.
Pfc llt S do gaZ a 29500 a groza s 240 rs. a duzia de carias.
Gafe do RiO o melhor que ha no mercado a 320 rs. alibra e 9|000 a arroba.
Sevatinha de Franca mais nova do mercado a 240 rs. a libran.
SagU' muito novo a 320 a libra.
Farnha do Maranll&O mnito alva e nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba. _
Velas de carnauba e de composicao a4oo rs. alibra ^ i*
a arroba.
Vinagre piirO de LSboa a2t0 rs. agarrafa e a 19800 a caada.
SarraSQUlIlO vsrdadeiro de xara.de limone, caf, menta, genepro, raandoraasas
curanu; rosa sublime e outras qualidades de 19500 a 29 a garrafa.
ErVa dOCe muilo nova a 400 rs. a libra.
ArrOZ COUI toque da a Va ra em saceos de 5 arrobas a 59 saaeae 1950
a arroba.
ChamtOS verdadeiros superiores a 2 a caixinha da 50.
Salmn em latas com sVM libras o mais bem amajado que tam vindo ao mar
eado a 19400.
Vlailtega eill latas com 4 libras a melhordo mercada lacrado rmeiicamenta
39200 cada uma.
Vinagre em garrfoes com 5 guntu de saperiot qualidade a 19209*
Arar Uta verdadeira muito nova a 320 a libra.
Alm destes gneros encoitrar a resaeilavel publico em nossos araazens um covbM
sortimenta da tudo tendente a molhados.
Amend(i8S ConfetaaS as mais baratas que ha no mareado a 800 n. e*
a tiara.




L


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tauuft wmmutx- samado si di maio db hm

>
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i
lisas artiiciaes para ca-
bello.
A toja do beija-fco* Unto rece* do bonitas ro-
" .,U"*,Uo 'o Pa oa cabellos, rende
"!"/ Q""laedo na loja acina n. 63.
Aljfar fino imitandj perola.
Vende-ae a 500 re. o fio de aljfar fino, imi-
tando parola : na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 16.
Cambraias
Vendem-se cambraiaa da corea do boaitoa o
alegantes desenboa a 280 320 ri. o corado : na
rua daHmperatru, loja n. SO.
Oliados,
lfsndem-se oliadoa piolados de lindaa rialaa e
sagena, larguras de 6, 7, 8 e 9 palmo, pro-
pios para meaa de jaotara I* o orado : na ra
da Imperatr, loja n. 20.
atos de borra -
chapara senhoras a
1,500 o par.
Estamos no mez Uarianno, a poi nao de ne-
cessidade que aa saohoraa que ben se applicam
a easa boa derocao te prerinam de um par de aa*
patos de borracha, para asaim lerim oa pea rea-
gaardados da bumidade, oem silencio a ISoiua-
lo a lourarel fim. esli se rendando a 11300 o
unM 16' d Qae,mado ,0 d'au 6>anca
Borzeguins.
Rua da Imperatriz n. 10 loja
do Pinto.
Vende-se pelo baratlssimo preco :
Boneguins de lustre para hornera a 8*.
Dito de beserre para borneo a 8j,
Ditos de cordarao para dito a 8.
Por este prego 6 a dinheiro vista para li-
quidar. r
Sap
Attenca
o.
3,800 rs.
lAtlLLLOem grandesssccoa, chegado ltima-
mente, muito noro e bom a 3*800 : em frente
da alfaodega, no armasen) do Annen.
Fazeadas pretas
superiores.
Grosdenaple preto muito superior pelo dimi-
nuto preco de 2J o corado, panno preto muito fl-
no \*i 5, 6, 7 e 9J o corado, ctiemira preti
muito una a 2$. 2*500, 3, 3*500 o i o corado,
iotas prelaa de blonda moito aeperioreaa 129,
manteletes de superiores grosdenaplea prelos ri-
camente bordados a 35$, sobrecaaacas de paone
preto muito Ono a 30, casacas tami em de panna
preto muito fino a 30. paletota de panno prelc
i .Lr0*' diloa d8 caeiir de cor mei-
S J-i" L8*' oPeriore gravatinb.ia estrellas <
if, ditas de aetim maco o de gorgaro muito a
penores para duas roltaa a 2*. ditas eatreitiuhai
com lindos alfloetes a *. superior ijorgurao pre-
to para colleles a 4 o corle, ricos anleiles preloi
Gf, e assim outraa mullas (azendsi que aendo
nbeiro rista, rendem-ae por pre;os muito ba-
Mtoa : na ra do Queimado n. 8S, ni bem conhe-
cida Joja da boa f.
Obras de vidro
escarradeiras; e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-ae na loja 'gata branca nsui bonitas
escarradeiraa de ridroa de corea f 4*500, 5 e 6*,
assim cono palmatorias de ridro lapidado com
mangas bordadas a 4*500 cada um : na roa do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Meis em quantidade*
Na loja d'aguia branca acba-se una complete
sortimento de meias de todas aa qualidades a
precoa, sendo para bomens, sanhoras. meninos
minioaa de 6 mases a 12 annos. Ennumerar
os differeniea precoe confundir o pretendenta ;
aasim quem se quizer convencer da quio baratas
se estio ellas rendendo. dirigir- com dinhei-
ro i dita loja d'aguia branca na roa do Queimado
numero 16.
Superior sebo em \elas e em
pes, ca'xas de urna
arroba
Vender Antonio Luis da Olireira Azorado &
C, no aeu eacriptorio ra da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
Tempera render Antonio Luiz de Olireira A-
seredo & C, no aeu eacriptorio roa da Cruz n.l.
Coraes lapidados.
Sao grosso que admira.
A loja d'aguia brones acaba da recebar urna
pequea quantidade de coraos groasos lapidados,
os quaes aerrem para aa roltaa que ltimamente
usam as senhoras, e eat rendendo cada fio por
2, 2*500, 3 e 4* : na ra do Queimado, roja
d'aguia branca n. 16 : assim como receben mala
aa bonitae putaeiraa de missiugas
Chumbo,
Ven de-a chambo de manicio a dinheiro por
21* o quintal a a arroba por 5*500: no arma-
sam de Antonio Cesarlo Horeira Dias, ra da
Madre da Deoa n. 32.
Attenco
43 Ra do Amorim 43
Vende-ae arroz pilado da muito boa qaalidade
pelo barato prego'de 1*600 a arroba, taceos do
4 a 5 arrobas.
Olhem para o pavaO e
5*000
3*000
1*000
8O0
1*600
1*000
240
3*000
3*000
2*600
11280
500
800
680O0
2*000
Ricos
cortes de vestidos brancos
bordados.
Vsndam-sa ricos cartea de rastidoa brancot
bordadoa com 8 babados pelo baratiasimo preco
de 5* o corte : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa fe.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas ioglezss com
pregaa largaa pelo baratiaaimo preco de 35* a du-
zia : na loja da boa f, na raa do Oueimade nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com boioes
Vendam-ae ricas gollinhas e punhoa da eam-
braia e futlo ricamente bordadas com lindos bo-
tes, pelo baratieaimo prego de 2* cada guarni-
do : oa ra do Queimado n. 22, na loja da
boa f.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramaste de linho com duaa rarae da
largura a 2*400 a rara, aloaihado da linho ada-
Fundicao bw-Moor,
a da Sen zalla Nova n. S.
Neste esta beles meato continua a haterum
completo sortimento de moendss meias meen-
das para engenho, machinas da vapor e taiaa
de forro batido o eoado de todos ot taminhoi
para dito,
Attenco
para a ra do Queimado n. 45, esquina
que volta para a Congrega cao.
Veodem-ae aaias baleo de brilhaciioa js 3*500,
4 e 4*500, e mallo grandes a 5*, ditas arrenda-
dos a 5*, chita franceza a 220 o corado.
Novo
sortimento de cambraia duqueza c e (Meaos a
520 a rara, orgaodys lieo a 600 ra. n Tara ; dao-
se amostras com penhor : na ra < o Queimado
numero 43.
Nova exposi-
cao de candieiros
a gaz.
O proprietario da ora exposicao visa a todoa
os consumidores de gaz hydrogeoio que tem re-
cebido eramente ame qualidade di gaz super-
fina, aaaim como tambem de todaa ai qualidadea
communs que se rendem neate mercado, garan-
tiodo o mesmo proprietario a qualidade que
rende mala de fslsificsces. Tamben avisa que
tem recebido grandes remeasas da candieiros que
rende em porcio a a retalho pelo preco da fac-
tura, cuja rantagem pode ser con ecida pelos
prelendentes. tendo sempre neste estabeleci-
mento todos os utencilioa perlencenlee ao con-
sumo de candieijoa a gaz : na roa Nova n. 20 a
34, loja do Carneiro Viann
O proprietario da ora expsito < risa ao pu-
blico que seus eslabelecimeolos se s :bam todos
oa dias abertos at as 9 horas ds noita Ilumina-
dos com o meamo gas hydrogenio cuolendo nos
arcamos eslabelecimentos urna riquisiima galeria
ae quadros que muitoiotreUr a cur.osidadedaa
familias que quizerem riaitar estes estabeleci-
mentoa, assim como um numeroso sorlimento
da objectarias que por gosto se poden comprar
garanlindo aos concurrentes a franqieza do in-
gresso em seus eslabelecimentos : n.i ra Nora
o. 20 a 44, loja de Carneiro Vianns.
Attenco
o
Chegou para a loja da victoria, candieiroa a
gaz de noroa gostoa e modelos, tant> para aala,
como para oseada e quartoa e para outraa muilas
coasas: na loja da victoria na ra di Queimado
n.75.
SEDAS
Cinco tusteSo
So na loja do pavo
Tendem-se sedas de quadros, ditas do llstras ao
omprido, e ditsa de lutraa atraress. dar, ditaa
?.e ,^ln,,0,. e<>do dos melhores pa Irea e de-
llesdissimos goslos, com largura de cb ta iogleza
a 500 rs. o corado, pechincha, e do-se as
"ostras com penhor : na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazam do pari de Gao a 4 Silre.
Arados americano! e machinas
para layar ronpa: em casa de S. P.
Joboeton 4 C, ra da Sena lia Nova
n. 48.
Camiainhaa com golliobaa e manguitos
de cambraia bordados, fazenda mo-
deroissima a
Ditaa de wato com aalpicoa da cor
Gollinhaa bordadas com botaozinho
Ditaa de todoa oa goalos a 640 e
Ditas com maogoitos de cambraia bor-
dadaa a
Manguitos de cambraia bordados maito
unos a
Gollinhas bordadas a
Romeiras de cambraia enfeitadaa Dar
lato a
Camiainhaa para aeohora a
Lencinhoa de linho com labyrintho para
maoa
Ditos a imitaco de labyrintho a If, a
Luraa de torcal anfeiUaacom ridrilbo
Eofeites pretoe com ridrilbo a
Ricos anfeiles pretos e da corea, a Turca
o Garibaldi
Grosdenaple preto a 1*600,1*800 a
Todaa eatas fazendaa vendem-se na ra da Im-
peratriz n. 60, loja e armazem do paro. da Ga-
ma & Silva.
Semientes de hor-
talices
Na ru da Cruz n. 32, deposito de pao e bola-
cha, veodem-ae se mentes de horlalices rindaade
Lisboa.
Milho a 3$500 a sacca,
Milbo de auperior qualidade em lotes de dez
saccas para cima ao pr%co cima, no armazem n.
4, defronte da porta da alfsndega.
Novidades da Arara.
S na grande exposicao de
fazendas baratissimas
na loja e armazem da
Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Maga-
lhaes Mendes.
Vende-so o mais barato possirel a aaber: laa-
zinhas'para vestidos de senhoras, eroupa de me-
ninos a 320 rs. o corado, laa chineza de urna s
cor propria para capaa da moda com 4 e meio
palmoa de largara a 640 rs. o corado, fusto de
cores para rostidos de senhoras a 280 e 320 rs. o
corado, cascas a Tarca muito fina a240e280rs.
o corado: na ra da Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Arara vende as cambraias.
Vendem-se pegas de cambraias lisas s 1*600 e
2*000, ditas finas a 2*500. 3*000, e 3S500, golli-
nhaa para senhoras a 500 rs. gila e manguitos
de linho a 2*500. lencos branco a imitaco de
labyrintho a 1*600: na ra da Imperatriz loja e ar-
mazem da Arara n. 56.
As saias da Arara.
Vendem-se saias brancas bordadaa a 2*500.
ditas de 4 pannos a $ e 3J500, cambraiaa de ca-
rociohoa com 8 e meia raras a 4* a peca, corles
de chitas finas com 13 corados a 2*500 : na iua
da Imperatriz loja a armazem da Arara n. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-se pecu de madapolao elephante
muito fino com 40 jardas a 14*. dito de 2* jardas
J 4*400, 4*600, 5*000, 5*500 e 6J000. dito in-
uSiS,0 3*' cor(es de cambraia com barraa a
3S&00: na ra da'Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Arara j vende as roupas.
Vendem-se palitots de panno preto a 6*500 e
9W0, ditos de casemira de cores a 10*000, cal-
Si? casemira prels a 4*500. ditaa de cores s
55500, pahtota de alpaca a 32500 e 4*000, ca-
muaa francezsa a 1*600 e 2*000. seroulaa de li-
nho a 1*600 e 22. collariohos de linho a 500 rs.:
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Arara vende as capas.
aK?*aH2S caD" Perfeilamenle modernas a
o*uw e 10*000, manteletes de grosdenaple pretas
ta. JEEf,rqoa 251000 e 305000, chales de
'" 1*000, ditos de lia e seda a 2*000, diloa de
5!! ^22 e 4*500 dUog de creP PooU
da Araan 56 e 8*: na ra dalmperatriz loja
Arara vai liquidar sua casa,
porque quer ir passeiar.
Venden o mais barato possirel para acabar,
chitas com pequeo toque de mofo a 160 rs.
liropss a 200 rs. o corado ditas largas a 240 260
280 rs. ocovado, aio preta parallo a 500 e
640 rs. o corado, cassa preta a 280 ra. a corado
zuarte para roupa de eseraros a 160 ra. o corado
cortes de casemira prets psra calca a 3* e 3f500
e oulras moitas fazendas que se dio as amos-
tras : na ra da Imperatriz loja da Arara nume-
ro 56.
Palitos da Arara.
Veodem-ae masaos de palitos finos para Jen-
tes com 20 maatinhoe a 200 rs. par* acabar: na
ra da Imperatriz loja e armazem da Arara fl. 56
do Migilbiii A Hender .
Sahio luz o
Gallo Vigilante.
" ru do Crespo o. 7, aoode o reapeilarel pu
blico achara um grande a rariado sortimento de
miudezis oue se vende por precoo mala baratos,
10 por cento do que em outra qualquer parle,
assim como ceja, franjas preles com ridrilho a de
cores, Otas de todas as qualidades, frsnja o galio
de linho, cascarrilbas pretas e da cores, frocoade
todas as coras, os riquissimoa enfailes de cabesa,
galaozmhos de linho c do seda para enfeites,
cbapooziobos para criancas, chapelinbaa para ae-
nbore, beneta de panno o velludo maito finos
para meninos, fitas maito chiquea para sintoa,
maognitoa e gollinhaa muito finas, leuoot de
0_.. ~r,....,., ...,. m iiuuu iui- cambraia de linho multo finos, e muitoa mais
masesdo com^duss larguras a 2*500 a rara, brim objectos que e continuar annunciar, pois tco-
de-se ludo por presos barattsaimoa por ae aebar
em liquidado. Na mearaa loja se achara um
rico sortimento de amendoas o confeitos proprios
para aotjquer mimo, que se rende pelo baratis-
simo preco de 12600 a caixinha.
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
roa do Queimado n. 16.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra co.
Muito lindas caixinhas e cabazes para meninas,
de 100 res at 2*600: na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Os melhoras enfeites pretos e de cores que ap-
parece a 5*500, 6* e 6500 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sortimentoa de fraojaa pretas e de edres
com ridrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimado o. 75.
iohasde peso verda-
deiras..
Liabas finas de peso verdadeiras, meadaa
grandes a 240 ria : na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Phosphoros de seguranca
Pbosphoros de seguranca, por que lirra de in-
cendio, a 160 ris a caixa : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Btelas muito grandes e boas a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
Aa melhores lioh* da croxel para labyrintho,
ivetroa, monstrdM 320 ria um : na Iota da Vic-
toria, fia ra do pueimado n. 75.
ftt
branco da linho mullo superior a 11440 a rara,
dito de corea, fazenda multo auperior a 1*, dito
pardo de linho puro a 800,1* a 1*200 a rara, di-
to da quadrinhoa multo proprio para caigas, ja-
queles e paletota para meninoa a 200 ra. o cora-
do, gangas francesas muito auperiorea a 400 ra. o
corado, cambraiaa francezas muito finas a da
muito bonitoa padroes a 260 280 o corado,
cambraia lisa muito fina a 4J, 5 e 6* a pega com
8 1(2 raras, cambraia com aalpicoa tambem com
8 1|2 raras esda pecas a 4*500, dita muito aupe-
rior o melhor que ha neste genero a 11(500 a pa-
ga com 17 raraa, ou a 800 ra. a vara, chitas fran-
cezas de maito boas qualidades e de lindos pa-
droes a 240, 280, 300 e 320 o corado, fil de li-
nho liso muito fino a 720 a rara, tarlatana bran-
ca e de corea a 760 a rara, toalhas do Hubo para
maoa a 7* a duzia, ditaa pelludas muito superio-
res a 11* a duzia, gollinhas de cambraia borda-
daa a 800 rs., manguitos e Rollas de cambraia ri-
camente bordadas a 2* o par de mangulloa com
ama gol la, lencos brancos muito finos com bico,
renda e labyrintho a 1(260 cada um, ditoa de
cambraia de liDho para algibeira pelo baratlssimo
proco de 4, 5 e 6* e duzia, c saiaa um completo
sortimento de fazendaa de todaa as qualidades,
que aendo a dinheiro i rista se renderio por pre-
eos mui baixos : oa bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e ceroulas
Vandem-ae superiores eeroulaa de linho muito
floaa pelo barato preco de 26* a dazia, ditaa irao-
cadas de algodao, maa de maito boa qualidade, a
17* a duzia, camiaaa brancaa francezaa e 22*. 24*,
26 e 30* a duzia, ditaa para meninos a 22g a du-
zia, ditaa para bomem com abertnraa de cores a
22* a duzia : oa bem conhecida loja da boa f
na roa do Queimado n. 22.
Manguitos com gollinhas.
Vende-ae manguitos com gollinhas, fazenda
muito boa, pelo barato preco de 2(000, gollinhas
e punhoa ultimo gosto a 2*000, gollinhaa muito
fioaa e bem bordadas a 1(000 cada ama na ra
do Queimado loja de miudezaa da Boa fama
n. 35. '
Tiras e ntremelos bordados.
- SrtSi PeS" de tiras bordadaa de 2,500.
3,000, 3,500 e 4.000 ntremelos a 1*600 e 2*000
cada pe;a na ra do Queimado loja de miudezaa
da Boa fama, o. 35.
Bonecas francezas.
Veode-se bonecas francezas ricamente reatidaa
4*000 e 5*000, o l|000 bonecas de cera com o
olhos aoredgos a 2*000 e 3*000, na ra do Quei-
mado loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
F i velas de ac para si utos.
^Vende-se relas da eco para sintoa 1*500 ra. e
2*000 na ra do Queimado loja da miudezaa
da Boa fama, o. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cads ama aspa de ac
psra balo a 160 ra. a rara, bandea a 1*500 ra. e
2*00 o par, na ra do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, n. 35.
or
espelhos de
Wftra durada para
Chegou r .- a loja da Victoria urna pequea
porcao de ricos espelhos de rarios tamanbos para
ornamentos de salas, affiaocando-se serem oa
melhorea em ridros qua tem rindo: na loja da
i Victoria, na ra do Queimado n. 75.
"" *. i 'inuui, ni ra ao yueimaao n. /o.
Cascarilhas de seda. 'ao nam hnrHar
B-se caacarrilhaa de aeda para eofeitar; EJ<*<* |*** JJill Uttl .
J.Xi ,! E?" r" d0 Quein,d0 :. LSa mullo boa de todaa aa cores para bordar, a
miudezas, n. 35. i 71 a ibra : n tn. h. vm,.;. ...... .... ...*:
nhoras.
Vende-
K'dfi'mLK n" 5? ra" ***!, LSa multo boa de todaa aa cores para bordar, a
lojs de miudezas, n. 35. 7* a libra : na loja da Victoria, na ra do Qui-
Meias de borracha. = 5*40 D-75-
Vande-se meias de borracba para quem padece 1 Si n tOS (I OU TritifK flsPA SP-
de erysipela a 15*000 o par. meias de seda preta W,1"*ua u"* *UUS [**I C"
para aenhora a 1(000 o par oa ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
Sapatos de borracha para
senhoras.
Vende-se sapatos de borracha para seohoras o
meninoa a 1*500 ra. o par, aapalinhos de lia para
creancas a 1*000 ra. o par, ditos merino al*500 rs.
toucas de lia para creancas a 2(000,1*000,800 rs.
sapatinhos de seda ricamente bordadoa proprios
para baptisados a 3*000 o par, na ra do Quei-
mado loja de miudezas da Boa fama' n. 35.
Palmatorias devidro lapi
dado.
Vende-se palmatoriaade ridro a 1*600 rs., ditas
com mangas proprias para rapazea a 4*500 rs.,
cada"ma, escarradeiraa de ridro a 4*500 rs.
e 5*000 o par, na ra do Queimado loja de
miudeza da BOa fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
P'ia in/leza l*5*) rs, dila franceza a 500
rs., 640, 1*000, oleo ds sociedsde byeienique
rerdadeiro 1*C00 o frasco, oleo babosa de Pilar
rerdadelro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
psra os denles a 1*000, dita de Botol tambem
para os denles a 1(000 o frasco, pomada france-
za em paos a 500 ra. e l*t00, 320 re. sabonetes
muito fino a 640 rs., 800 rs. e 1*000 cada um na
ruedo Queimado loja do miudezaa da Boa fama,
n. 35. '
A 200 rs ,so pavo.
Vende-se chita franceza eacura de cor fiza a
doua tusioas o corado: A ra da Imperatriz n.
w, loja e armazem do pari.
A 2$500, s o pavo.
Vendm-ae cortes de esmbraia branca com 2 e
3 babados a 2*500, ditos de tarlatana brancos e
de cores, com barras e babados a 3*: na ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pari de
Gama $ Silra.
A 500 rs s o pavo.
Vendem-se ss mais modernas e finissimas lia-
ambas1 de quadriohos e de flores eolias e palmi-
nnas, desembarcadas do ultimo navio rindo do
Havre.pelo baratlssimo preco de quinhentoa ria
o corado, e dao-se ae amostras com penbor : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-se esta ora fazenda de padroes delica-
dsimos com 4 1|2 pslmos da largara, propris
para reatidoa de aenbora a 400 rs. o corado: na
ra da Imperatriz n. 60, loja a armazam do pa-
reo de Gama & Silra.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marim.
Acabam de ebegar para a loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. If.
Vendem-se acedes da companhia Piroam-
bacana : na preca do Corpo Santo n. 11.
Lindos sintos doursdos par senhoras s 3*200,
ditos de ponta cabida a 4*, ditoa de fita a 1*600:
na loja da Victoria, no rua da Queimado n. 75.
Liuhas do gaz.
Caixinhas com 50 novellos da linhaa muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caiza, ditas com 30 no-
relloa a 700 ria, ditas com 10 novellos grandea
a 700 ria, brancaa e pretas: na loja da Victoria,
na rua do Queimado n. 75.
Candieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
candiairr i de gaz que tem rindo eo mercado, por
preeos commodoa i na loja da Victoria, na raa
do Queimado n. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'egola branca acaba da receber um ex-
traordinario sortimento de ricaa fitas, lio boas
em qaalidade quio bonitas nos deeenbos, tendo
entre ellas o mais largo qua possirel; assim
como algomas pecas brancas com o centro uso
proprio para inscripedes, e muilaa outras de de-
ferentes corea como de cat, roxe, escura, etc.,
etc., a como de cea loararel costume : a loja
d'agaia branca, na raa do Queimado n. 16, ren-
de por preco commodo essas boas e bonitas fitas.
Grava tas de setim com
ponta larga a \$
Vandem-se grarataa pretas da bom eelim a
com ponas Isrgas a 1| oada ama, to baratas
assim s se eche na rua do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Manteiga para os bolos de
8. Joo.
Vende-se no largo do Carmo, eaquina da raa
de Hortaa n. 2, manteiga inglesa a 800 rs., 900,
1*120 e 1(440, franceza a 720. e 800 rs. muito fi-
na, cha a 2*560. 2*880 e 3*200. amendoaa a 860,
chouncaa a 480, toucioho a 820. aag a 320, figos
a 320, goma a a 120, libr-sde quaijo do ser to a
720, e sendo ioteiro a 640, queijoa do reino e 2*
um, csuio com 3 librea de doce de Rolaba a 640,
rtnhosde todas as qualidades a 480, 560 e 640,
? J2lt0 =4 80 ri anfarraiado de 1(000 et
1*500 muito Ono, aleo da ricino a 800 rs. a gar-
rafa, a em libra a 640, aletria a 400 ra., macar-
ra e lalharim a 320, grasa em latea a 1*200 a
i h Um* Uta 120, baoba ib porco 40 "
a libra, eoutroa muitoa gneros por commodo
preso.
Antes que se acabe,
Veodem-ae queijoa do aertlo a 16* a arroba
defronte da matriz da Boi-Viela n. 88.
Panno de algodao da Baha.
Vende-ae no eacriptorio da Antonio Luiz da
Olireira Azeredo & C, ns raa di ( |n.1.
CALCADO Attencao.
4S Ba Bireila-45
ti0.10 Jo6 d" Fi8qe,redo tem a honra depart-
per e seus numerosos freguezee qua em seo es-
tabelectment. de fazenda."noes, n. roa do CrSa-
A epidemia declina sensirelmente, e o seu RJ:d,rfeK^"I1 c8^*Mk>rtieVo de
completo deaapparecimento est prximo I 00,r. 0'alaUe Un?rt.8r.t"'" 1 l"l"'>uee'
ouira qualquer parte por se querer liquidar, co-
propietario deste bem sonido ostabelecimento
conrida os seus numerosos freguezes a aubstituir
o jaleado reino, que todo eat cholerico, por no-
to, e que posas resistir s mil sebotis e mazzur-
fl"oao ser daosadas em louror do reataba-
Ucimento da saude publica. Os prejos con-
HOMENS.
Botinas afamadas Milis.

>

>

>


non-plus-ultra Nantes.........
Nantea 2 baleras..............
. '....................
oglezee de boioes..............
catadores.......................
couro da porco.......
bsierroa lustre...............
inglezee ps eelrageos.........
taiiados braaileiroa............
Sapaloea non-plus-ultra................
3 bateriaa e meia..............
esmaga cobra..................
Naatea 2 bateriaa raqueta.....
> 2 bateriaa baserro......
trabalbadoree..........
brasileiros de 3(500 e..........
Sapaloa-2 solas a salto..................
tranca portoguezes..........
francezes......
SENHORAS.
Bolinas dengozet.........
salto de bater.......
pechincha de 4*500 a. .
americanaa 3(500 a .
s
mo sejam
Capaa de grosdenaple de 30, 40 o 451, moito
ricas. tt
0 38*000' d6 P'Ih* d* IU1" P"" Mbora a !
Ditoa de aeda para senhora a 12 e 26(.
a 15*0tK)",*Ue* d" e SSoT*6* d Chales de casemira muito ricos a 15*000
Maoteletea brancos de ceda da reda para se-
nhora a 28*.
Vestidos pratoa bordados s reliado.
Ditos de cores do dirersos gosto e preeos, e
muitos outros artigos para senhoras o bomens
muiio modernos, e mais barato que em parte al-
guna.
-- Vende-ae a prestac>s annusea o engenho
sania Lroz, sito na freguezia da Lnz, a metgem
do rio Tapacur, diatanle deata capital sais e meia
? i^n60'9' tend0 lerr" d maior prodaccao para
J.UUO paes aoouaea, boas malas a todas as obras
preciase para lacrar-ae, booa larraOeree, dous
2j0O0 cercadts ; e tambem rende-se, no ceso de conrlr
5*000 o compr*dor, urna boa safra criada : a tratar no
2*000 mesmo engenho, ou na rua do Lirramanto n. 36
180 segundo andar. *
12(000
12*000
11*000
10*000
10*000
9*500
9*000
9*000
7*500
5*500
7*000
6*500
5*500
6*000
5*500
5*000
MENINAS.
se deixa
5*500
5*000
4(000
2*500
3*000
1*920
800
500
800
sabir
Sapatoada salto (Joly)
sem alia (dem)
. tapeta; .
econmicos.
lustre 32 e 33.
MENINOS E
Ha de tudo em relacao e nao
dinheiro.
Um completo sortimento da couro de porco,
cordarao, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sola, courinhos etc., que todo se troca
por dinheiro rontade do comprador.
Boroguins ioglezes.
Ni rua da Imperatriz n. 10 defronte da boneca
laja do Pinto, recbense pelo ultimo rspor um
grsnde sortimento dos j bem acreditados bor-
zeguins inglezes que rende-se por 10J e 11*. di-
nheiro logo contado.
Grande
'liquidadlo por todo
I o pre^o, na bem co-
nhecida loja do Ser-
tanejo.
Rua do Oueimado n. 4S.|
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro j
de comprar.
Chitas escuras fina a a 160, 180 e 200 *
re., cortee de vestido pr.tos bordedoe a
felludo de cusi de 150* e se rendem
por 30, 40*. 50* e 70*.sahidaa de baile
de reliado e setim a 12* e 13*. camisas
para aenbora a 2j000 e 3*500, golehae
a cambraie bordadaa a 500. 600 700
800, 900 e 1. ditaa de fil bordadaa a 120
rs., casareques de fusilo a 5*. 6 7(, 8*.
meias da seds brsncaa a prelaa para te-
a*a*-i*a*>W Pri Hraade babados s
25 i' la"de quadro enfeatadaa a
300 e 360 rs. o cotado, cambraia preta a
400 a 440 rs. s rara, orgaodys de cores a
00 rs. a Tara, fil branco adamascado
para cortinados a vestidos s 400 a 500
ra. a rara, cortea de collete da casemira
bordados pratos a 2* e 3*000. ditos de
reliado de cor a pretos a 3*. 4*. 5* e 6*.
paletota da brim branc.o francezes a
3*500 e 4*500. ditos de casemira de co-
rea a pretoa a 14* e 16*. ditoa de alpaca
preta a da corea a 3*. 3(500. 4 a 4*5C0,
camiaaa da paito de linho a 2*500, cortea
ftMtm1^ d#S"ra? a ,*500' W>
2*00, 3( e 8(o00, colletee teitosdebrim
branco a 2*500, ditoa feitos de gorguro
2*500 e 3*500. dilos feitos de casemira
a 3(500, 4( e 4(500, ditoa de velludo a
5, 6* e 7*, diloa de fusta o de coree a
1(500, um rariado eortimeoto de meias
para bomem a senhora, grioaldas com
flores, chales de troco, esparlilbos, e to-
da a qualidade de roupaa feilaa para bo-
mem que tudo ae rende por metade do
seu ralor.
mm wmmm mmmmmmt
Rival
sem igual.
Miudezas erap.
Rua larga do Rosario numero 36.
Laa de corea aorlidaa, libra a 6*400.
Sintos doursdos a 1*600.
Ditoa ditoa com pontea a 3*500.
Agulhas francezaa curtas a compridas a 60 rs
Ditaa cantofaa a ISO.
Ponteare mua para atar cabello a 500 rs
Ditos de dila idem (dourados) s 1*200.
Carreteis do retroz de coree e 320.
Escorss psra cabello muito boaa a 800 e 1*.
Cartas da alfloetes a 80, 100, 120 e 140 ra.
Eacoraa para unhss moito boas a 320 e 500 ra.
Franjas pretaa com ridrilho a 320 a 400 rs.
Trancas pretas com dito a 240.
Bicos pretaa mallo bons a 180, 240, 320 a 400
ris.
Carreteis de linha a 30, 60 e 80 rs.
Eofeltes de retroz com franja a 5*300.
Meias para aenhor (dazia) a 2500..
Ditas crasa para homem a 2*400 e3*.
Tesourss ordinarias a 80 re.
Franjea de laa estrellas (peca) a 900 rs.
Sabonetes de bola flooe a 640.
Frascos de dirersos cheiroa a 920.
Linha' de Pedro V a 30 ra.
Botdes para eaaareqna a 20, 30 e 40 ra.
Rap Paulo Cordeiro (rerdadeiro) a 1*600.
Dito gaase grosso e meio grosso a 1*600.
Dito dito finb a 1(280,
E oatras maltas mais miudezas que com a pre-
senta dos bons freguezes serenderao baratas
Moendas e meias moendas.
Taixas de ferro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Rrum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
J
g WMSMM3M3 SK9l3SuftKM&
gJNao duvidem que na ruaj
do Crespo n. 17, loja de I
Guimares* Villar.
*# Veste-se urna senhora dos p<
at a cabera.
Principiando pelos chapeoa de palha a
Garibaldi e chapelioaa de palha de Italia
oa mais superrores que tm rindo de
Franca.
Manteletes de gros bordados, capas e
casacoes a Luis XVI, aedaa da corea a
moireaotiquea pretoa e de coree e aca-
bando peloa respeitereie beldea de crox
e de muaaelioaa e que rendem baratia-
aimo. Senhoras freguesas a riela faz f,
mandem rer.
i
Na rua do Viga rio n. 10, arma-
zem tem para vender por preeos m-
dicos o seguinte:
Superior vinho do Porto em barris de 8-
Dito dito dito engarrafado.
Cofres de ferro prova de togo.
AlgodSo trancado da fabrica da Baha.
Balanqas decimaes.
Ca me i ras inglezas para selim.
Pregos caixaes e enxadas portuguezas.
Cal e potassa.
Vedem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da rua da Cadeia
doRecife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Machinas americanas.
Em casa de N. 0. Bieber 4 fj., successons,
rua da Cruz n. 4, rendem-ee :
Machinas para regar hortaa a capim.
Ditaa para descansar milho.
Ditaa para cortar capim.
Selina com pertenece e 10* e 20*.
Obras de metal principe prateadas.
Alcatrio da Suecia.
Verniz de alcatro para narios.
Salsa parrilha de primeira qualidade do Peri
Vinho Xorez de 1836 em caizaa da 1 dazia.
Cognac em caixasdal duzia.
Arados e grades.
Brlhantes.
Carrosas pequeas.
Escravos fgidos.
.i. \
Attenco
Cbegou 4 loja da Paredes Porto, raa da Impe-
ratriz n.48, jauto a padaris francesa, manteletes
pretos ricamente enfeitados s 13,16 e*5*. capas
pretaa da grosdenaple para menina de 8 a 12 an-
nos, por prego commodo.
Attenco.
Veodem-ae duas cerrocas em bom estada e
dous bois proprios para todo o serrico : a tratar
"* ra daa Florea da Victorino da l*
meida Rabello.
Escrava fgida;
No dia 16 do crrante fugio urna eacraa de no-
me Antonia, cabra, cabellos annelados, mel
?g.! *. ie,latur" "S"11". do corpo, com
ralla de dentes na frente, ps grandea, 00 pooco
abertos, representa ter de idade 40 ennoe, pouco
maia ou menos, lerou no corpo reaiido aa chita
roza, camisa branca, chalea briaco; roga-ae sv
autoridades poticiaes, capftaes de campo, a rx
pessoas em geral, a captura da dita escrara ,
Iraze-la na raa larga do Rosario o. II, fabrica 'de
cigarroa, que se recompense com generosidade.
Protasla-se contra quem a tirer occulla.
Fugio no dia 12 de abril deste correte sa-
no do poder do abaizo assignsdo, o pardo de no-
me Franeisco de 17 annos de idade, que tem bo-
nita figura, todos os dentes, caballea carapinhos
e ruiros, lando sido este pardo escraro do Sr
Dr. Antonio Borges da Fonseca, da presumir
queande poralgum dos lugsres por onde o mes-
mo senhor tem rajado, como sejam Iausrassfi
SrV! ?!.! J.a0' Can,Pin". Serra do Tei-'
m.1!* a d Al.h0,' ,moeiro. tresrillasda co-
marca, da Pajeu de Flores, sendo que segundo se
suppoeeiteja tambem no engenho Iohamaa pe,
harer sido ruto ha poucosdias em IguarasM por
ter amizada com ana mulatinhos desse eofTaho,
anda de presumir que o dito escraro por ahi
se inculque como a serrijo do dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fonseca, aflm de nio ser apprehendido :
quem pois o aprehender onde qaer que for encon-
trado esse escraro e o rlr entregar ao aeu legi-
timo dono na rua do Hospicio o. 6, que aera mol
generosameole por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.
Escravo fgido.
Contina a estar fgido desda os nltimos dias
de abril prximo psssado o moleque Herculano.
que foiescrero do finado Maooe Antonio daa
Pasaos Olireire, tendo os sigoaea se^uiotaa : cor
fula, estatura regular, a falla um pouco deacan-
gida e aMoada, tem urna cicatriz b'uk dado de
iyna daa maoa, proveniente da um aehairo, e re-
presenta lera idede de 26 anneo: roga-ae aa au-
toridades policiaea a apprebeasaa do meamo,
aua entrega a Manoel Antonia Goocalraa, na rua
do Cabug, loja n. 8.
Fsgio de caaa do abaizo aaaigosdo o aeu
escraro Eufrasio, de naca,.representa tnr 85 as-
nos de idade, com um pequeo lobfobo cima
do olbo. fot comprado oa teaente-coronot Jola
Francisco de Carrerbo Pees da Aodrsde : qneaae
apprebeader lare-o rua da TfapUba a. 14, que
1-Ajr bem recompensado.
llarta/zllTas Gaarra.

ii a

t^^.:-. Ak



'"
..
DIARIO DE P1EHAMBUCO. SABIA DO ti DI MAJO DE 1MB
Sciencias e artes.
'
ICooilitia eeip sppsrelho em um grande maitro
da altura do viaducto, mentido verticalmente por
( meio de tipias, podendo gyrar em tora* de um
\ pise estabelecido no slo. Termioava-se ene
Estados pracos sobre os camiohos de ^ir.^X.ViS ^'.'SPESiXSl
ferro frOBCOZ68. em CUJ extremidad* havia urna roldana, pela
( Conlinuagao ). wn ej mmi
Mal obra* de arle dos camin-os de (erro fran-
ceses oa paramamos sao aempie formados pelaa
superficies OjeMreoleg doa maltriaes empreados
epelas juaaj^pem cheias de aigarnassa, e nuoca
por embogea)* rebocos, que s5 cito admillidos
nae eertace, nos depsitos e nis casas de guar-
das, et:
Q emptogo de betn mui fr?quenle nos tra-
fcelhoa dos camohos de ferro, |uer para funda-
os, ojejer para enchimenio dos rins das aboba-
daiidesxponle e dos viaductos, quer mesrao oas
n*s*fr;los extra-dorsos das abobadas para res-
guarda-las de filtragoes.
P,'n <5 empr feito com l>oa argamasas de
falraolica ou de cimento, quando desliaado
trabarnos de fuodagao.
k. podra quebrada para a proparagio do 6eon
de*e poder passar em iodos os seotidoa em .um
annel de Ooentimetros de dimetro.
QuaeJTate empregam para e.iso mister seixoa
roldoa,'%oas dimenses nao davem exceder a 5
centmetros, .
A podra quebrlda para betn de chapas devo
poder passar em lodos os seolidos em m anoel
de 4 centmetros de dimetro.
-Em todos os casos, deve ser a pedra bam lava-
da em agua crreme antes de s;r misturada com
argamasas.
O btton feito quasi sempre com duas partes
de argamasas para tres de pedra quebrada. Para
o encbimeoto doa ros daa abobadas em prega-
se omd vaniagem econmica ) eori de areia
o o betn magro.
O betn de arela se faz com um parle de ci-
neenlo para 100 de areia.
O eifo* magro foito com 0,73 de pedra e
0,40 de argamassa magra feita com um de cal
paco cinco de areia.
Simp les.
Os simples, que devem serv- na conetrucgo
dos arcos das pootes e dos riadocios sao sempre
calculados pelos engenbeiros: ou, quando pro-
posto pelos empresarios, verificada por ellas sua
resistencia antes de serem emprogados.
Doreote a cooslrucgo da abobida, os simples
apoiam-se sobre rails, que seccllocam de chan;
fro no interior da alvenarir do pilar, e que sao*
retirados depois do descintamento.
E' sso mais brore e econmico do que empre-
gar para o mesmo mister, como se fazia antiga-
mente, pairas excedeodo o paramento que se ta-
lhavam depois do descintamento.
Para reconbecer os movimentoi, que effectaam
as diversas partes do simples durante a construe-
co do arco, esteode-se de um pilar ao outro
um fio de ferro, penduram-se < m diversos pon-
tos das cambas do simples Yioi a prumo, e mar-
cam-se os pontos em que se cruzara esses Oos
rerticaes com o horisontal estn lito de um pilar
ao outro.
Tem-se assim as abcissas e ord .'nadas da diver-
sos pontos do simples, e quslquer deilocaco,
qee por acaso elle soffra, immediatamente de-
nunciada pela variago das coordenadas e conse-
qaeotee falta de coincidencia das marcas.
Pode-a assim acompanhar o movimentos do
simples e impedir sua deformac 10, carregando-o
convenientemente.
O descintamento se faz nos arcos de pequea
aberjera com cunhaa de madeir, e nos de maior
importancia com cvlindros de ar:ia ou com pa-
rafosos (rerrt'ns).
Eisa operacos pode ser eie:uljdaem virlu-
de de ordem dada por escripto pelo engenheiro,
Quando se faz uso de cuihas deve se empre-
gar madeira bem forte e untar con sabo as duas
superficies, que devem escorregir urna sobre a
oulra.
KParS-"fe?il"r 1ue> durante a construeco da
abobada, as cuohas se movam, eostuma-se pre-
stir em ambas um sarrafo, que retirado somen-
te oa aceasio do desciolamento
Qoaodo essa operaco tem de s>r feita com cy-
lindros de areia ou com parafesoo, os simples re-
pouiam durante a execugo da abobada sobre
barrlos, e no momento da operago que lies
sao substituidos pelos apparelt os de descinta-
mento.
Os cylindros de aseia sao ordinariamente feitos
,/0,na de erro '"* orificios munidos de
rolnas, pelos qoaes se faz o escoamento da areia;
um cylindro de madeira peneira_oo de ferro
chelo de areia, e assenta sobre ella."
A areia deve ser bem e fortemene quecida an-
tes de ser introduzida nos cylindros de folba de
ferro, afim de poder escoar-se ficilmenfe
Na occaaio do descintamento collocam-se os
cylindros ao lado dos barrotes sobre que repousa
o simples, inlroduzem-se caobas entre elle eos
cylindros, de modo asuspende-b um poucofim
de i oder-se safar os barrles, e laz-se entao es-
toar a ara lentamente ; assim se oblem um des-
cintamento muilo regular, e que se pode fazer
parar em qualquer occasiao, arrethando os orifi-
cios dos cylindros, pelos quaes ee a rea.
Quando se empregam paralases o processo
anlogo. Collocados elles ao la lo doa barrotes,
eleva-se com seu auxilio um pouco os simples
para alliviar os barrotes, que sao retirados im-
mediatamente, icaudo eo-to o simples apoiado
smente sobre os parafusos: o d iicintamenlo se
effdclua, preparadas assim as coisas, destorcera-
do pouco a pouco os parafasos.
Esses dous processos de de.1 cinta ment sao
muilo empregados actualmente; evitam-se por
meio debes os accidentes, quj tinbam lugar
quando se descintavam grande arcos com cu-
chas, ou deslruindo os lupporle?, como se fazia
snligameole.
Na construcQao das pontea los viaductos de deposila-los o ponto do pilar em que eram'ne-
grande numero de arcos deve-se empregar, pelo cessarios. Urna das vias da ponte era deelinada
menos, tres jogos de simples e proceder de modo t aos wagonnetea carregados, e a oulra aos vaaios;
e flear seapre a abobada em c jnstrucQo com-; logo que se tinba descarregado um dalles, o sa
prehendida entre dous simples j collocados, ou rilbo o auspendia por qualro argolas Cas aos
qual passava o cabo, que aervia elevacao dos
maierlaes. Ao sabir dessa roldaos, o cabo des
cis verticalmenle e la paisar em ama oulra Qxa a
um cavaele eatabelecido no slo, oa qual o ca-
bo lomava a direccao horisontal. A urna das
extremidades do cabo amarrava-so um caixao
contendo as materias que ae desejavs elevar, e 4
outra um animal, que, camiohando normalmen-
te ao eixo do viaducto, effectuava a elevacao do
caixao. Logo que elle se achava em altura con-
veniente, um obreiro enllocado em cima do pi-
lar, que se constru, fazia gyrar o mastro em
torno do seu piao inferior, puxaado um tirante
de ferro, que havia para esse mister fixo ao braco
horisontal do mastro. Feito isso, nao sa tinha
senao de sfrouxar um pouco a corda, e o caixao
com os materiaes descia e assantavs sobre o pi-
lar. Na descida do caixao para moderar sua ve-
locidade bastava exercer um attrilo sobre o cabo,
apertando-o contra a roldana inferior.
Em toda a altura do mastro havia pequeas
travessas, que serviam de degrus para a aubida
dos trabalhadores.. Em frente a cada pilar havia
um desees apparelhor-, dos quaes se fez alo at
ao feebamenlo das abobadas. Chegada a esse
ponto a construeco do viaducto, supprimiu-se o
grande mastro, que foi substituido por um pe-
queo poste, terminando-se inferior mente por
um piao, gyrando dentro de um orificio aberto
em urna forte viga, cijo comprimeoto exceda
de um pooco a largura do viaducto. Asseotava
essa viga aobre o fecho da abobada, e era menti-
da do lado opposto ao em que se achava o poste
por urna corda amarrada no chao a um ponto
fixo.
O poste era munido de um braco com sua rol-
dana como o do mastro; a elevacao dos mate-
riaes se fazia do mesmo modo.
Sio ess.es apparelboa de um cusi mdico, d
fcil iostallaco e podem ser com vaotagem ap-
plicidos constraccao de viaductos a ama s via,
feitoa com pequeos materiaes como o de Cein-
deau.
Na ponte de servico do viaducto de Auray a
parle principal era om grande estrado com 6m
23 de largura e todo o comprimento do viaducto.
Em toda a exteoslo desse estrado havia duas vias
frreas de 6ro 90 de largura espigados de lm,30,
sobre as quaes corriam os wgonne'.es que trani-
portavam os materiaes.
Sobre duas tilas de rails, collocados as bor-
dss do estrado em toda a sua esteoso, moviam-
se duas gras ioglezas supporladas cada urna
por qualro rodas. A pega mais imprtenle des-
sas gras um sarilho de ferro que se move so-
bre rails ssseotados na eua parte superior se-
gundo a largura do viaducto.
Os_materiaes transportados nos wagonnetes al
debaixo das gruaa eram elevados por esses- sari-
Ihos que, movendo-se sobre a gra, os iam de-
positar justamente no ponto em que se desejava.
A priocipio, emquanlo os pilares nio tm che-
do altura das impostas, o estrado repousa so-
bre urna estacada, que se vae reforjando com
talas e cruzes de Santo Andr, & propongo que
ella augmenta de altura. Collocados os simples,
supprime-se a estacada e faz-se repousar o es-
trado sobre pontos de apoio lomados nos pilares
e nos proprios simples. Tem isso a vaotagem
de carregar o aimples, augmentar sua rigidez e
impedir que elle se deforme durante a construe-
co da abobada.
Em Auray, os materiaes empregados vioham
des collioas, entre as quaes ficava o viaducto, e
passavam immediatamenle para o estrado da pon-
te de servico. O manejo para a preparar.au da
argamassa ficava lambem aobre urna das colli-
oas.
A elevagao do estrado da ponte de servido se
effectuava todos os domingos. Nessa mesma oc-
casiao preparavam-se as vias de accesso sobre a
collioa, de maneira a coinctdirem em altura com
o estrado.
Na ponte de servido empreada na coostruccio
da ponte do Vic sobre a Dordegne (caminbo de
ferro de Perigueux Ageo) as duas gras iogle-
zas moviam-se sobre rails pregados em cima de
frecbaes, que repousavam sobre duas estacadas
acompanhaodo de ambos os lados a ponte em to-
da a sua exleoso. Ao lado de cada um desse
rails existia ama via frrea para o sarvico dos
wagonnetes, que carregevam os materiaes.
As gras excediam de S metros em altura i
ponte, de maneira que ellas serviram, sem ser
neceasirio fazer alteracao alguma, elevacao e
transporte dos materiaes, em todas as pocas da
construego. E' essa a maior vantagem desta
sorte de ponles de servico, que infelizmente s
podem ser applicadas coastrucc,o de pontea
ou de viaductos pouco elevados.
Em viaductos de graode altura mais ventajo-
so empregar pontea de sernco no syslema da do
viaducto de Auray ou da empregada no grande
viaducto do Geuet, a qual passamos a deacrever.
A ponte de servico empregada ni construeco
dessa obra gigantesca consista em ama verda-
dera ponte de madeira do syslema americano
aperleigoado por Howe. No taboleiro dessa pon-
te havia duas vias frreas para o servido dos wa-
gonnetes de transporte dos materiaes; essas visa
reuniam-ae as extremidades da ponte e ae ter-
minavam em um gyrador [plaque ournone) ser-
vindo para passar os wagonnetea das vias frreas,
eatabelec ducto, para as da ponte de seri(o.
A ponte de servico repousava sobre pilhas de
madeira, collocadas sobre os pilares do viaducto.
Correspoodendo a cada pilar havia urna gra in -
gleza Oxa, munida do seu sarilho. Os wagon-
netes transportavam oa materiaes al debaixo
dessas gras, cujos ssrilhoa os elevavam para
na exposico de
Os commissariot de S. M. na eiposicio de
O bispo]de Londres e o arcediago de Hid-
enlre um simples eum arco feitc ; sem essa cau-
tella corre-se o risco de derrubat os pilares, cuja
aeccao calculada com propo'.'cdes para poder
realstir rnente pressao veriicnl e nao a empu-
zoa lateraes. A construeco dos encontros das
quatro cantos do wagoonele e o transportava pa-
ra oulra via.
A ponte de servico era elevada lodos os do-
mingos de loo,50 para dar lugar a contiouar-se a
rarah?* i COD8truCQo dos pilare?. Essa operario se fazia
por meio de parafusos (verrins), collocados dous
' a dous em cima de cada pilar. Para nao com-
obras da arle dos camiohos de furo tem
do ltimamente aperfeicoamentoi
la. J>* ncpnjru primtiiTamont emf^adooU- jiZSXtfEAntwlli da ponte procedia-ae
com toda a cautella empregando niveis o'agua
collocados em cima dos pileras, pelos quaes ae
Londres, precedendo o lord mayor, e osmem-|
bros das municipalidades de Londres e da Mldd-
lesex.
7*. Os membros e secretarios das soledades
horticultora o das artos.
8*. Oms deputiclo de des accioniataa da sxpo-
sicio.
9*. Ai commiiie* de fioaacao e do cons-
traccao.
10*. O presidenta do grande jury.
11*. Os comrotisarios das colonial e dependen-
cias da Grao-Bretanha.
IS*. Os commisaarios da Austria, Badn, Ba-
viera, Blgica, Solivia, Braail, Costa Bicca, Di-
namarca, Repblica de S. Domingos, Equsdor,
Franca, Grecia, Guatemala, Heoover, Cidadea
Hanseaticas, Haily, Hesie, Hollanda, Italia, Li-
bara, Per, Portugal, Prussia, Roma, Russis,
Sasonia, (Hespaoba, Suecia Noruega, 8aissa,
Turquia, Estados-Unidos, Uruguiy e Venezuela.
13*. Os presidentes das commisses tetrao-
geiras.
14*. Os commissarios de S. M.
1851.
15*
1862.
16
dieses.
17*. Os ministro.
18*. Os delegados de S. M.
19. Os officiaes mrea da casa real.
20*. Destacamento de marinheiroa, graoadei-
ros da guarda, de engeoheiros, de cavallaria da
guarda, etc.
O cortejo dingiu-se para o recinto priocipal do
lado de oeite, onde ss levantara um grande es-
trado.
Cantou-se o hymoo nacional echando se pre-
sentes 2:000 coristas o 500 msicos.
Em seguida o conde de Graoville, presidente
da commiesSo directora, proferiu um difeurso, ao
qoal respoodeu o duque de Cambridge em nome
dos delegados da rainha.
Eacamiohou-ae depois o prestito ao recinto
priocipal do lado de leste, onde leve lagar ce-
remonia da inaugurarlo.
A orchestra e os coristas regidos, pelo Sr. Cos-
a, execuleram a grande ouvertara da composi-
c&o de Heyerbeer, aeguindo-se o coro do Dr.
Sterndale Benoet, e s grade marcha de Auber.
A final dirigiram-se todos para a nave central,
onde sa levantava o throoo ricamente adornado.
O biapo de Londres recitou as oragoei, cantou-se
o hymoo nacional; o o duque de Cambridge
aoaunclava, que a exposico eitava aberta fran-
quendole o ingreuo ao publico em geral, que
ae precipitava em ondas junto aportas da en-
trada. Repiques de sinos e salvas de arlilheria
annanciavam metropole o fausto aconteci-
mento.
Cuatou muito a remover em lempo os andai-
mes, os telonios, os caixdes, a palha, a papelada,
a farrapagem dos involucros que obstrua os cor-
redores do edificio ; e pode dizer-se que anda
ha mullo a despejar.
Alguns trophu e ornsmenlos phaotaseadoa
polos expositores (oram prohibidos ou modifica-
dos por ordem doi directores.
O trophu com posto de quioquilheriai des-
manchou-ie, bem como o dss prolucQoes em
bruto.
O dos ourives e galvanlssdores foi alterado, e
pruduz bello effeito.
Os Srs. 11 un e Roikill mandsram avallada col-
lecgao de vasos, escudos, espadas, tagas, e eata-
tuetas de prala. Entre estes objectos figura o
grande vaso de Shakespeare, ezecutado porMon-
ti expressamente para a ezpoaico de 186S. Sup-
pde-se que nenbum outro de origem iogleza ou
de qualquer oacio lhe disputar primazie. Ha
nuii quatro tagaa de menor dimensSo dedicadas
com adequadaa allegorias a Moore, Byroo, Mil-
ln e Burns.
Os oirves de oiro e de prsta nao pouparam es-
forros para contrastar com oa yaoceze, que na
xpoiiQao paaaada lhes levaran a palma. Os-
tenta-se os brllbentea de Nasso
teocentea ao marqaez de West
mais opulento de Inglaterra ; a
drea precloeas da case de Devo;
Granville usou na coroaca do
a esmeralda monslro do duque
varios diademas recamados do
mants, rubios, saph'ira, esmeralda opales ,
alOnetes, anneis, pulseiraa de rAtsrel lavor
peifei^o. \.
A sec;ao destinada aos francezes
no da da inaugurado. Por
naoconseguiram ultimor os seos
ptetar os ornamento?, ai symetrtes
tivai.
A Aaitria, a Suecia a Prosiia e a Russia ti-
nham patentes quasi todos os seus productos. Os
vidros de Bohemia, e a mobilia esculptada aus-
traca merecem especial elogio.
Ha vasos e taca de cristal, ornamentado* in-
ternamente com arabescos formados pelo szou-
gue, que semelbam essaza prata.
A exposico de Italia est completa. Na sec-
Cao de Roma vfiem -so estatuas e mosaicos eicel-
leutes. Em 1861 o escravo grego, scultura de
um artista americano residente na capital do mun-
do chriatio, reuniu todos oa sufragios. Agora pa-
rece que tambem reverteram em favor de outro
americano, o Sr. Storey, que de Roma ezpediu
duas nobrea estatuas* A primeira representa
Cleopatra, a aegunda uma-sybilla. Nada ha no
edificio que chegue a estaa pegas em origioali-
dade de concepo e em esmero do feilio.
A Hespaoba, a Russis, a Suecia, a Dinamarca,
Portugal, o Braail, o outras oacoea de America
do Sal figurara principalmente pelos seus pro-
ductos agrcolas. Os vinhos, aseitea, fructa, ce -
reaea offerecem variados specimens, que i sitra-
hiram a attengao do publico, e que- nao offerecem
oovidado saliente.
Estofoa de sensivel'peifeicao dos Estados-Uni-
dos, preciosos tapetes da Turqua, iatmitaveis
queijos da Hollanda, relogio suissos de presos
fabulosamente diminutos, apreciaveis plaas me-
t i co a es do Uruguay, esleirs variegadaa da Si-
beria, cervejas especiaes do Ha no ver e das cida-
dea hanseaticas aobresabem nos moitradore des-
ees paizes.
pesada contribuicao. A primeira pholographia | portelo, cuohedo do imperador, fot chefe da di-
a do caramonial da ioauguracio, o em seguida i viaio portagueza, e acompanboa sempre o impe-
, |>W
e Arco! per-
neter, o homem
magnificas pe-
bire, aae Udy
zar em *o50w;
e Devorrkhiru ; e
rilhanes, dia-
ncezes nae
mais ui
seu* a-Api
letries,
se abriu
fizesaem
jos, com-
perspec-
nham em planta "a forma de U, o eram formados
por um muro parallelo ao eizo c a abobada e por
dous contrafortes perpendiculares a elle {murs
tn re ur). Aconteca que o enpuxo das trras
compreheodidss entre esses ccnlrafortes, aug-
mentado pelas vibracas, que lhes communica-
vam os treos em movimento, fazia racbaros con-
trafortaa, o que compromettia a segaraoQa da
obra. Para evitar esse inconveniente adoptaram-
ae para aa passagens por cima e por baixo do
caminbo de ferro os encontr perdidos, forma-
dos simplesmenle pela abobada, que ae prolonga
- de um lado e de outro at aos alicorees.
Para os grandes viaductos em que o effeito do
empuxo das ierras anda mai consideravel
adoplou Mr. Morandire encontros fechados, coo-
sisiiodo em um pilsr quadrdo% teodo no centro
am.poco, que se enche com pedra aecca e-se fe-
Cha dopois com urna abobada. 0 aterro envolve
o eneSitro sem oeile penetrar, e o empuxo dss
terns neohum effeito proluiacbre sua alvena-
ria.
Nos lypos de viaductos, esludados por Mr.
Kreejts para a rede central de O leaos, os encon-
tros sio formados de dous pilares ligados por
urna abobada, sobre a qual ae prolonga o extra-
dorso do ultimo arco do viaducto. O iotervello
entre os dous pilares cheio i om .pedra aecc.
Neises encontros, como nos imaginados por Ur.
Mcraodiere, ss trras nao peoetram entre as al-
venariss, e nlo podem, portaolo, influir de um
modo nocivo & conservarlo do viaducto.
Pontes de lerpifi).
A execucao des grandes obrai de arle dos ca-
miohos de ferro, viaductos e oontes, sempre
precedida da consiruecao de um syatema de ma-
deirameolo, lendo por fim facilitar a elevacao e
traoiporte doi miteriaei ao ponto da obra em
que devem ser emoregados. fc
Asf/mas e ss proporcoes dei se madeiramen-
tos, gerslmeote denominados antes de servico,
dependem eesencialmenle da is porteocia da obra
o que elles sio destinados.
Descreveremos, como lypos dessai construc-
c5es provisorias, as pootes de snrvico dos via-
ductos de Auray e do Goaet e dii ponte do Vic
principiando por dar ama breve noticia de nm'
apparelho aimples e econmico para elevacao
dos materiaes, que vimos empregar no viaduc
de Ceindeaa.
reguleva a mucha doa parafusos de modo a con
servar o taboleiro di ponte sempre horisontal.
Ao mesmo lempo que se elevava a ponte de
servico, rectificavam-ae es vias eollocadaa aobre
as collioas para faz-las coincidir com as da
ponte.
(Continuarse- ha.)
Variedades.
cger no viadacla _,,
A EXPOSICO UNIVERSAL EM LONDRES.
No dia 1 do correte teve lugar a aolemoe inau
garacio da exposico universal da industria em
Londres, deixando de aiiiilir S. M. a rainha Vic-
toria, em coosequencia do lucio rigoroso em que
se acha pela imorle do principe Alberto ceu es-
poso.
O duque da Cambridge, o arcebispo de Can-
torberv, o lord chanceller. o presidente da c-
mara dos communs, lord Derby e lord Pslmers-
lon re presen lar a m na ceremonia alludida o cho-
te do estado.
Os commissarios regios dirigiram-se so edifi-
cio pelo caminbo de Hyde-park, e chegaram pela
volta daa duas horas da Urde -entrada daa ga-
leras de pioluras, onde estiva postada a guarda
de honra degranadeiros dss guardas roses.
Foram recebidoa pelos ministros, commissarios
estrangeiros, e outraa autoridades espaciaos. O
prestito poz-se em andamento na seguinte or-
dem :
1*. A msica do regiment dss guardas.
2. Os superintendentes do palacio da expo-
sico.
3. Os inspectores regios das obras publicas,
os empresarios, archltectose decoradores do pa-
lacio
4*. O poeta laureato (Ur. Tenoyioo) autor do
bymno de ioaugaraco.
5*. O lord pjeboite de Glasgow o lord (mayor
de York, o lord preboste de Edimburgo, e o lord
or de Dublin.
O macelro, e o condestavel da ciclado de
Adoptaram-se quantas preeaucees pode sug-
gerir a prodencia para impedir e debellar qual-
quer incendio. Em um edificio onde se aecumu-
lam valores nio inferiores a 4:000,000 de libras
(18,000:0005000) eem fallar na pinturas, que
nao teem proco designado, nada devia poupar-se
para obstar a semelhante siolstro. Quando os
corredores se achavam atulhados de palba, papis
e grossarias, urna hora aeria aufficieole para re-
duzir a einzas todo o palacio, i excepto daa ga-
leras dequadros, collocadas & parte n'uma cons-
trueco mai solida. O capito Beet foi nomeado
uperinlendente dos incendios ; e tem as suas
ordena um engenheiro, quatro sub-eogenheiross
e o numero sufficente de fogueiros distribuidos
ero todas as partea do edificio. Urna companhi-
de aapadores tambem foi destacada para o mes'
mo servico. Ha seis bombas grandes, e 24 mais
pequeas, 24 dazias de baldes, etcadas e os ap-
parelboa necessarios. A caoalisscio da agua pas-
sa pelo centro do edificio ; e ha numerosas to-
les d'onde se pode em um instante e'strahir o li-
quido de que se carena.
Nao permiilido fumar dentro do palacio da
exposico, e as luxes sao sujeitas severa fiscali-
sacio dos bombeirbs.
Apezarde ludo, por cinco vezes \ houve prio-
cipio de incendio, logo atalbado nascengs ; e
nio pode absolutamente ssseversr-se, que o no-
tavel coojuncto dos melhores productos induitriaes
do mundo, se ache exemplo de urna conflagrac&o
contra a qoal te lomera impoteotei todoi o es-
forcoi.
A vendado! bilhetei para a astacao tem pro-
griddo de modo que augura loffrivel lucro
empreza constructora. A 26 de abril i em Exe-
ter-ball vendeu-ae a importancia de mil libres :
e a 27 veodersm-se bilheles pela somms de mil
e quinheotas libras no mesmo sitio. Gumpre
advertir que os bilbetes em questio se encontrara
em lodos os balrros da capitak; e que o resalla-
do definitivo, attendendo aoi. que te pediram no
haveri coplai das esposiedes de todos os paizes,
e vultos eapeciie dos objectos mais intereasan-
lei. A companhia obteve nn lugar na exposl-
5io, onde pori oa seu productos venda, e on-
e recebar^ quaeiquer encommeodas relativas
ai arte.
Um dos vexsuos que mai atlrahiram a alteo-
Co da imprenta e daa autoridades a exhorbi-
tancia dos precoa que pedem oa barqueiros e os
homens de fretea aos eatrangeiros que ebegem s
dockas a bordo dos vapores de differeales proce-
dencias.
Um barqueironio leve vergonhade pedir meio
soberano por cabeca aos odividuos que trans-
portava da embarcarlo para o caes na diatancia
de qulnze ou viole" metros ; e os carregadores
exigiam cinco, oito e dez sbiltiogs por levar um
bahu e um aacco de noite do caes para o primei-
ro posto Dscel. E' certo que as twlamacSes dos
prejudicedoa aeriam alteodidas quando formu-
ladas no competente tribunal ; porm reconhe-
ceu-se quantos vexames e delongas causara se-
melhante mel de repressio. Eotendeu-se pre-
ferivel previnir os abusos ; e para o conseguir
distribnlram-se empregados de polica em todas
as dockas e caes incumbidos de p6r cobro a estas
exorbitancias.
O prego dos alojamenlos em botis e casas
particulares chegou j a grande auge ; e nisto
mposstvel admittir a iogerencia da autoridade.
as ras prximas ao palacio da expoiicao, o aco-
Ihimento naa casas de mais modesta appareocia,
com um pequeo quarto. e reeicio exclutiva-
mente britannic, a aaber, almoco de caf com
leite, jantar de urna peca de rosbife e as compe-
tentes batatas, com cha i noite, cuita a bagatella
de libras 12 (rs. 54J0O0) por semana. E' fcil in-
tarir o que ae pagar oes sumptuosas hospeda-
ras, aaturadas de tapetes, opulentos corlioadoa,
ricos movis e creados de calco e meia de se-
*" em urna metropole de perto de tres
milhoes de habitantes com immensos bairros, e
infinitas res, nao difcil, depois de perseve-
rante esforgo, encontrar quem se resigne a acei-
tar razoavel retribuiejo dos estrangeiros. Ai
cbuimsi que do continente te encaminham
capital di Gra-Bretanha demomlram que, apa- i
zar de lado, nio fallam ali caaas, cama e comida
para o visitantes de qaaesquer classes da socie-
dade europea.
NAVIOS COURsgADOS.
Lemos na Correspondencia de Espaa, que em
urna daa ultimas sessoes do instituto Arcbeologico
de Londres, o capitio Wiodres, da mancha real,
leu ama memoria sobre a notavel caravella ou
galera de guerra tripulada pelos cavalleiros da
ordem de S. Joio de Jerusalem, ou de Halla e
deacripla por Bosio, historiador da ordem, coura-
gado de chumbo, para que ai bailas lhe nio cau-
seasen, avaria.
Ete navio/continua o jornal citado, foi cons-
truido em Nizza em 1530, e entrn na eipedico
que Cirios V levoa a Tune pira proteger Mj-
ley-Hassancontra Barbaron, que o desthronira.
Assim que ha 300 annos j houve um navio
eonraeodo.
. Nao lendo nos meis coohecimento da memo-
ra do capitio Wiodres, procuramos na obra de
Botio a descripeo da celebre galera da ordem de
^alta, e pelo que lemos, parece-nos que nio se
pode dizer que fosse um navio couracado, como
os modernos.
Em resumo, diz Boeio, que ogeleo Sanl'Anna
{ assim se chama va o famoso navio da ordem de
Uelta ) era urna grandissima nio, e um soberb-
simo navio de guerra, pois que alm da gran-
deza de todo o seu apparelho, levava mantlmen-
tos para quatro a seis mezes As maii alterosas
galeras pareciera un barcos ao p da Santa
Anna.
Tinhi seis revestimentos, ficando quatro fra
d'sgua.e doui debaixo d'agua ; estes dous eram,
alm ri'isso, forrados de chumbo, com as cavflhas
de bronze, ss qnaes, diz Boeio, nio gastsm o
chumbo, como fazo ferro, e de tal maneira dis-
oltos os revestimentos. que era i ni dossvpI met-
tn-lo a pique, anda rrue toda s artilharta da qual-
quer armada fosse contra elle disparad.
O mastro real era to grosso, que seis homens
nio o abracvar. Tinha tres cestos de gavia,
uns sobre oulros, e joaoete sobre joatreto, com-
tnodoa nao s par o movimento daa vetlae, se-
nao tambem pera a methor manobra de algumas
pega pequeas de aTlilharia, que levava nos ces-
tos de gavia.
To forte e espessa era a madeira, que baven-
do entrado em muitos combatea, nunca Uvera
avaria abaixo das obras moras.
E como maravillo da sua grande fabrica, con-
tavam os velhos do lampo do historiador, que,
quando o anta Atina se eslava coostruindo em
Nizza, reinou abi urna peste muilo mortfera, e
succedeu que da gente empregada no fabrico do
graode galeio, nao houve um a homem attacs-
do, por causa doaimmeosos fogos que se faziam
na praia para todos os servidos da fabrica do
navio.
Tinha urna espacos capella, dedicada Santa
Anaum arsenal prvido de todas as sortes de
armas offcosivas e defensivas para quinhentos
homensorna salla, e cmaras para o grao mes
tre e seeheres do sea conseiboum refeitorio
onde comiam os cavalreiroa com todos os seus
officiaes, eprvido de ludo iniispensaveltodos
os officiaes, que eram o dobro dos cavalleiros, II-
nham as suas acommodaedes apropriadaatinha
galeras em redor da pdpa, ornadas de caixas
cheiai de trra, com eyprestes e larangeiras, e
outras arvores e flores.
A bordo do Sania Anna nio se comis bolacha,
mas sempre pi fresco, havendo a bordo molobos
de pi, psra moer o trigo e tornos com capacida-
de para grandes fornadaa. Levava sempre suffi-
cente, agua doce para o provimeoto de toda a
guaroicao. Tioha urna aerralharia e urna forja,
onde trabalhavam trea mestres ferrairos, de dia e
de noute, como ae Cora em Ierra.
Era srmada de 50 pegas, columbrinas e canhdes
reforgados, alem de muitas oulras de todas as
especies, de menores calibres.
E, sobre todo isto, era velocissima. Havia a
bordo 300 pessoas para a manobra. Levava dous
grandres escaleres de quioze bancos cada um ; e
um d'estes escaleres havia capturado varias ga-
leotis turcas.
redor." O infante ora o grao-prior da ordem de
Malta em Portugal.
O portaguezei obraram prodigios de valer oei-
la campeona, que foi renhida.
[Jornal do Commercio de Liiboa.)
CALCULO CURIOSO. '
Para se formar urna idas da immema quanti-
dade de ferro empregado na construeco doa ca-
minos da ferro em todo o o mundo, basta dizer
que se lodo este ferro se fundiise em urna s barra
de grossura de um rail ordinario, ests barra, di-
rigida da Ierra para a la ultrapassaria a altura
deita em 40,000 kilmetros, e a distiociada trra
i la de 345, kilmetros.
Em quanlo ao diobeiro empregado as linhas
terreas, formara um cubo de oaro, cujos lados
leriam cada um 7 metros e 75 centmetros, com
o peao de 8,787 tooelladas.
Para coolar urna tal quanlidade de dinheiro,
suppondo qee se cootavem 5 luizei por minuto,
precisavade urna pessoa empregar 552 annos, 2
mezes e 15 diss ; e contando cinco pegas e um
franco no mesmo espsgo de tempo em pregarla
11,044 annos, 2 mezes e 24 das ; islo, referin-
do-se, a urna poca histrica, duas pessoas que
houvessem comegado a contar dinheiro desde a
saluda de No da arca, concluiran-i agora o seo
Irabalbo.
VALOR DA CORA DA RAINHA DE INGLA-
TERRA.
A coroa que trac a rainha de Inglaterra, na
abertura do parlamento obra de doaa ourives
inglezes.
E' composls de circuios de preta cobertos com
podras preciosas, coma cruz de Malla de diaman-
tes na parte superior. No centro da parte su-
perior por cima do circulo, est urna outra cruz
de Ualta, no meio da qual se v o rubi broto, que
oatr'ora ornara o gorro do principe negro.
O fundo da coroa de velludo cor de violeta.
O circulo ioferior era vejado de brilhaotes, com
flores de liz e cruzes de Malte de brilhentes.
A coroa tem anda muitas oulras pedras pre-
ciosas, esmeraldas, rubis, saphiras, e ramos de
peloras de grande valor.
Eisaqul o valor das di itrenles partes desta
coroa ;
0< viole diamantes do circulo priocipal valem
( a 1,500 libras cada um ) 30,000 ; os dous gran-
des diamantes centraos ( 2.000 libras cada um )
4,000 libras ; os cincoenta e quatro pequeos col-
locados nos ngulos dos primeiros, 1,040 libras ;
das quatro cruzes cada urna de viole e cinco dia-
mantes, 12,000 libras ; os quatro grandes dia-
mantes terminando a cruzes [ a 10,000 libras cada
um ) 40,000 libras ; os doze diamantea as flores
de liz 10,000 libras ; os dezoito pequeos diaman-
tes para ornamento deltas flores 2.000 libras ; os
oulros diamantes, perolas etc., 13,800 libras, for-
mando urna somma de 12,000 libras.
INSTRUCgAO PUBLICA EM HESPANHA.
Nestes ltimos annos tem a instraegio publica
tomado notaveis proporcoes no reino fronteiro.
Sirva psra exemplo o que a este reipeito se
offerece lio smente em Santander, em coja pro-
vincia ha ao prsenle 438 professores e 23,911
odividuos alistados as difiranles escolas.
Em Zamora trata-se tambem de dar grande de-
senvolvimiento ao eosino popular. Projecta-se
all a constraccao de om espacoso edificio publico
onde potsam ser alojadas todas as escolas pagas
pela municipalidad*, e egualmente se trabalha
para a installago do collegio de ensioo secun-
dario no instituto provincial, a fim de poder ser-
vir este cuno de preparatorio ao immediatamente
superior.
AOS MANETAS.
Canta um peridico hespanhol, que om doa ob-
jectos mais curiosos que de Hespaoba vio enviar
exposico de Londres, urna mo mechanica,
obra de um artieta aodelus, a qual segundo o mo-
vimento q>ie a vootade da pessoa maneta imprima
ao brago ou anlebraco, ae abre e fecha, toma e
segura os objecloa mais pequeos ; escreve eexe-
cuta ludo quanlo pode fazer a mi natural mo-
vida por msculos e ervos.
O investor demoostrou j a- perfeigo do seu
trabalho, diante do ministro da fazenda e dos
principaes empregados daquelle ministerio, para
o que, fechando primeiro o punho, e eobriodo-c
com um panno, poz a rr.So artificial, e usou delta
como se fosse a natural, at a ponto de pegar em
dous reales-de cima de urna mesa.
PANTHEB/AS.
Os kabilas des tribus situadas as bsizas si-
nuosidades de Djurjura, linham sotado havia al-
guna das a apparigo naa suaa paragens de duas
pantberas-que lhes causa vano serios receios aos
seus rebanhos.
Uros destas tribus, a dos Beai-Koufli, organisou
urna cagada no dia 18 do citido mez. As 2 horas
da tarde os- intrpidos cagadorea baviam colhido
a femea.
No dia seguinte estes kabylas animados pelo
seu successo da vespera, continuaran] a sua ca-
gada, e matarem, sem accidente algum, o mache
animal de tamanho eztraordinario e que lbea
havia devorado um boi naquella mantisa.
No dia 20 os Beoi Koufit trouxerem este casal
de animaos-ferozea para Drael-Mlzem, onde ae
lornaraa a admiracio dos curiosos, que se agglo-
meravam em redor das muas carregadas avm
este duplo-lropheu dos valentes cegadores.
E' esta a descripgao que Boaio faz do celebra
galeio Sanl'Anna, da ordem de Ualta.
Parece que, com effeito, na construeco do
galeio se leve em vists pd lo a prova de bomba.
Os revestimentos de grosss madeira o forro de
chumbo, eram como onfa eouraga para a sua de-
fensa contra a arlilheria.
O Sant'Anna foi ama das qualro galeras coto
que a ordem de Malta coocorreu para a grande
expedigio de Carlos V. contra o corsario Barba-
roxa. que havia deilhronado o rei de Tunes, Mu-
ey-Hissao.
Triste foi o fim do celebre galeio. O. gro-
mestre Omdes maodou desarmar e desfazereite
sea grande vaasillo, como dizBoiio, e accreiceo-
ta o historiador, que o procedimeolo do grio-mea -
tre deu causa a graves murmurios, porque os
melediceotes aasoslbavam que o grio-mealre
mandara desfazer o galeao, despeitado por nio o
haverem mandado a Hespaoba para o conduzira
Ualta, como se fuera i seus antecessores.
N'esta famosa ezpedigio de Carlos V. contra
Barbaroxa flguraram navios e tropas de todos os
estados da ebristandade, excepto de Veneza, que
eslava em paz com o grio-turco. s
Portugal tambem abi figurn com honra. El-
rei D. Manocl mandou a aeu georo, o imperador
Garlos V. 3 grandes nias, 26 earavellas, e 7 na-
vios redondos, com 2400 homens pagos alm dos
voluntarios. Entre as nius ia o famoso galeio
S. Joao Baptista, o qual mootava 366 pegas, e
levava a sea bordo 600 mosquelelros, 400 solda-
dos de espada e rodela, e 300 arlilheiroi. O ga-
proprio edificio da exposigio, prometa ser mui lTa "P"1 um' l\lh,m,r da a ^n0 f
aunerlor 10 de 1851. orlar cades, que Barbaroxa poiera desde o
superior so ue icw. M tQ ub( { defen.
A companhia itereoscopiei contraton com a
empreza o privilegio de tirar photographias pela
somma de mil e quinhentas libras. Dee por
consegniote irabslbar siii pira e indemolsar da
der a entrada da enseada de Tunes.
No dia 1 de abril de 1834 sabia
Tf.
a armada do
infante 0. U\t, fllho d'el-rel 0. Menos!,, e,
Contos ni eraes
V rainha das abellias.
Havia urna vez doui filhos de rei que foram
procurar aventuras e ealragaram-se as devassi-
does e a dissipacio, de sorte que nio voltetam
a casa paterna. O irmio mogo que chamava-se
lolioh-a, poz-se a su procura ; mas, quando en -
coolrou-oi, zombaram delle, que, em sua sim-
plicidade, pretenda dirigir-ae a um mundo onde
estavam perdidos ambos, que tinham muita maia
espirito que elle.
Camiohando juntos, encontrarais om formiguei-
ro. Os dous mala velhos queram desmancha-lo
para deleitar-se com aafflicgodasformigainhas,
e v-las correr para todos os lados eonduzndo
os ovos ; porm o tolinho disse-lhes : Deixae
em paz esle aoimaes, ea n3o conseotirei que se
os perturbe .
Mais adente enconlraram um lago no qual na-
da vam nio aei quaotos patos. Os dous mais ve-
lhos queriam spanhar um par para assa-los; po-
rm o joven uppoz-se dizendo c Deixae em paz
eates animaos : en nio consenlirei que se o
mate .
Mais adiante ainda viram em urna arvore um
cor tico de abelbas, lio cheio de mel qee corra
por lodo comprimento do tronco. Os dous mais
velhos queriam accender fogo sob a arvore para
defamar as abelbas e apoderer-se do mel. Porm
o tolinho re teve-os duendo-Ihei : e Deixae eitei
aoimaes em paz ; e nio consenlirei que vos os
queimels >.
Em fim os tre irmios chegaram em um cas*
tello cujas cavallarigas estavam chelas de cava!-
loi transformadoi em pedra ; nio via-se ahi pes-
soa alguma. Atravessaram todas ss sslas e acha-
ram-se aflnal em frente de ama porta fechada por
tres fechadores. No meio da porta havia um pe-
queo postigo pelo qual avtatava-se um qusrto.
Viram um homem baixo de cabellos brancos, as-
sentado adiante de ama meaa. Chamaram-oo
urna vez, duas, sem que elle parecene oavir ;
na terceira levantou-ie, abriu a porta e lahtu ao
encontr delles ; depoiaiem pronunciar ama pa-
lavra, conduzio-os i ama mesa ricamente co-
hn de iguaria!, e, quando linham bebido e co-
mido, levoa cada um a urna alcova leperada.
No dia seguinle de manha, o velhinbo chegoa-
ie ao mais velho dos irmioi, e, fazendo-lhe lig-
nal de seguir, condusio-o adiante de ama meaa
de pedra.sobre a quil eslaram escripias tres pro
tar o ceitello. A primeira era de procurar ao
musgo, nomelo dos bosques, as mil perolas da
princesa, que esaWeam abi tameadss ; e, se o
pesqulaador nlo achasse-as todas soles do por do
sol, sem que faitease urna s seria transforsoado
em pedra. O mais velho passoa todo dis pro-
curar as perolas ; mas, quando chegoa so esca-
recer, nio linhs echado mais de cem, o- foi son-
dado em pedra como eslava eicripto sobr a
mesa. No dia siguite, o legtndo irmio em-
prehendea a aventara ; porm nio lhe succedeu
melhor que seo irmio : .nio echou senio duzen-
as perolas e foi transforma do em pedra.
Em fim chegoa a>ez do tolinho. Proeroa as
perolas no masgo. Porm como ere mai difficil
e muito looge, assentoa-ie em ama pedra e pos-
ee a chorar. Eslava abi, quando o rei daa formi-
gas ao qual elle havia salvado a vida, chegoa com
cinco mil de seus vaisaloi, e nao foi nacesiirio
maia do que um minuto a estes abinsaes pit)
acbar todas aa perolas e reun-laa\em uea'l
mootio. V
A saguda prova consistia em tirar d'agua a
chave da alcova da princesa, que eslava no va-
do do lago. Quando O mancebo appoximou-i
o palos que elle lioha-os salvado vieram a sen
encontr, mergulbaram no fundo d'agua trouxe-
ram a chave.
Porm o terceira prova era mais difficil : era
preciso reconbecer a mais moga o a mais amavel
entre as tres princezas adormecida.. Ellas asse-
melhavam-se perfelamente, e a nica coosa que
aa dealinguia era que antes de se adormecer a
mais velha tinha comido um lorro do aoauear,
emquanlo que a segunda tinba bebido um gole
de xarope, e a terceira tomado urna colherada de
mel. Porm a rainha daa abelhaa que o man-
cebo tinha salvado do fogo velu em tea soc-
corro ; ella foi farejar a bocea das Ire princezas
e ficou pousada nos labios da que tiche comido
o mel: o prncipe a cooheceu asiim. Eolio, o
encanto sendo deairuido, o castello despertou de
seu tomno megico, e todos squelles que estavam
transformados em pedra torosram a tomar e for- -
ma humaoa. O noivo tolodesposou a mais meca
e a mais amavel das princezas, e foi rei depois
ds morle de seu pae. Quaoto a seus dous irmios,
desposaram as oulras duas trmae.
[Trad.de Altes da FoncecaJ.
Feslas de mai.
A iovestigacio da origem deitas testas dea-
nao pequeos cuidados a varios escriptores di
antiguidade.
Ovidio, que oasceu 43 annos antes de Jess
Christo, j nio se atreva a tratar tajadamente
um lio melindroso assumpto ; e a nio ser a mal
acertada resolacio que tomn de recorrers ma-
sas suas protectoras e amigas, ter-se-ia perdido,
lalvez, o conhecimento destaa primitivas folgan-
gas, lio populares e lio qaeridat oa nona trra
deide lempos immemoriaei.
O grande poeta invocando, poii, ai moni, co-
Ihe tres differentes opinies. qae apreietrta com
superior engenho no livro V dos Fastos.
Polymoia diz-lhe, que do Deus Maius [Jpi-
ter), em razio da sua suprema mageaiade /fma-
gestade, se deriva o nome de mato.)
Urania, que depois de Polymoia tem a palavra
sobr a materia, faz proceder ete nome de itt-
jores, presuppondo que a mez de mato tora
consagrado aos aoligos, nessos motores.
Callopp, finalmente, nio se conformando com
as opinies des Ilustres preopinante, tire a ety-
mologa de mato do nome de Mais, mi de Mer-
curio.
Eeta opioiio vence as outras duas por malo-
ra de vetos, e a materia julgo-se, felizmente,
discutida.
De entao at hoja se tem celebrado sempre
com o mais geral regosijo as feslas- de aaaio em
honra da mi de Mercurio.
Nestes festejos excede a Hespanhs- tedas ai
meis naceVes, como patria que se ufana de aer
da augusta macrobia Maia, que se diz ter sido
princesa r.inha heepaohola, jjaw.elo re Altan-
te, e esposa do grande rei Hiepau ou Pan.
Esta princesa, mal erudita oes sciencias o fa-
mosa poetisa, por estei e oulros notaveis predi-
cado. coDeegaie lograr eulto de derdade entre ss
antigs damas andaluzas.
Deste culto trazem seu principio as fastas de
msio, que todos os aoooa no primerro dia des-
te mez sio reprodozidas com geral alegra, collo-
cando-se sobre um throno vistosamente armado,
j nai res publicas, j naa estradas ruraee,
urna formo donzella vestida de lveo roupa-
gens com adornos de Sores, fitas e joiss precio-
saa. pedindo algum dom aos que passem o a
admiram.
Ussva-se tambem anligameote em algumas
povoagoee" de pennsula deitar n'nm leito mai
engrioeldado de-rosis um menino com urna me-
nina de tenra etfade, e junto deste- symbolico
consorcio eotear cantos epithalamicoe-; cosame
este d'onde vem o dlzer-se a cantar por maia a
alguma moga como querendo-ae (Henificar a
celebragao dc-seu caaamento.
A respeilo da ascendencia e festas de Maia
escreveu a poetisa sevilhana D. Feliciana Hen-
riques de Gusmar em 1624 aa duas seguintes
quadras ns sua tragi-cocuedia denominada- Loe
jardines, y eor/tpo sbeos t
A Uaya nuestra Espaola
Ue parecis reyna mia%
Que fue de Espaa princesa,.
De su rey Allante bija.
Celebrndola en sus coros
Las Nymphas de Andaluzia \.
Y en su nombre hicieron Uayea\
Y los baceo oy las Ninas.
Originada* estaa festas em Andaluzia, de
crer, lendo em vista a contigidad dos tesrto-
ries, que entao eram diversamente demarcados,
que fosse no Algarve e no Alemtejo onde no
nosso reino se celebraram primeiremeote.
Em anligos tempo duravam estei fuoetiei
alguos das; mas hoje someote se fazemst cha-
mado dia de mato.
No centro das grandes populares, oajvdaj mal
conhacidos sao os agrados e enteros, da vida
campealre, nao se faz de certo idea de ooeao a
aurora deste dia fadado alegsemente laudada
celo moradore daa aldeias.
Esta aurora, que vam, por assim disor, reno-
var as doces reminiscencias de prszeres e fol-
guedosj gosedos, impressioe o espirito e fallo
ao coragao de um modo lodisivel l
Para os habitantes do campo ludo bello e
magestoso nesle dia : a murta aorioa do ortoio,
o rosmaoinho da sarra, a madre-silva do talla-
do, o os lyrios da eampina, parecem emanar
mais frequente e suave fragrancia ; a agaa cor-
rente das ribeiras mostra-ie maia pura e cristal-
lina, e o canto nlo intdrrompido das aves, casa-
do.com o murmurio das aguas, reada mais ledo a
sonoroso I
as provincias, e cok especialidade no Al-
garve, muila gente daa ciiades e villas vae ar-
mar a maia na sua fatenda oa auinta o teste.''
ja-la com escolhidos msnjares e aaborosas frac-
las em compaobia de parentea e amigo.
O banquete porm, precedido e auccei
de cantigas e briaquedos; e ao conchego <
daosj pasmosamente agitada, o amor Utm
muitas vezes, dominando o coragaod dosieajM
e mancebos.
E' entio que os amantes apaixonados, fiodn
as delicias do dia, que mui rpidamente thei pa-
rece ter passado, se dio as despedida!, entoando
novas cantigas, que bem ezprlmem este seotl-
ment, laes como esta qae me agora occorre:
Ai, dia de maio este,
Dia de triste ventara I
Inda bem ao amanhece,
E j de noite escara l
Quando a maia desee do seu throno do flores,
a festa acaba.
Acabada a feita j nao ha senio saudades. .
(NasZo.) *',',
val que 'ira preciso chefir ao fim pin dewnw- PMN. TTP. DE M t. DI PAMA de FILH0.W2.

A
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