Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08601

Full Text
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Per (re a.ezes veaeidos 6|00f
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TERCA FEI1A 27 1) 1AI8 DE MI.
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tn ubi adianud 10|OOO
Porte fraie# para i sibscrlitor
i'
DIARIO DE PERMMBICO.
E1CARREGADOS DA SUBSCR1PCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aletandrino da Li-
na; Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva;
Araaaly, o Sr A. da Leaos Braga; Cear o Sr.
J. Jos da Ollreira; Maraoho, o Sr. Joaquim
Marques Rodrigan; Psr, Manoel Pioheiro &
C; Amazonas, o Sr. Jsrooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL
Alagas, o Sr. Claudino Faltao Dias ; Bahia
a Sr. Jos Martina Alfas ; Rio da Janeiro, o Sr-
Joio Partir Mar ti di.
PARTIDAS DOS COR REOS.
011 oda todos os dias as 9} horas do dia.
Iguarass, Goianna, o Parahyba as segundas
a aexlaa-feiras.
S. Anlio, Bezerros, Bonito, Caruar, Allioho
a Garanbuna naa tercae-feirae.
Pao d'Alho, Nazareth. Limooiro, Brejo, Pea-
queira, Ingazeirs, Flores, Villa-Bella. Boa-Viste,
Ouricary e Ex as qua. tas-feiraa.
Cabo, SeriDham, Rio Formoao, Una, Barreiros
Agua Prela, Pimentelrse a Natal quintas (eiras.j
(Todos os crrelos parteo at 10 horas da machas,
EPHEMERIDES DO MEZ DB MAIO.
7 Quarto craseaota aos 43 niatos ds tajde.
\3 La chela aa 8 horas e 18 mnalos da man.
SO Qnirto miniaante a 1 hora da machia.
28 La aova aoa 44 minutos da manbit:
PREAMAR DE UOJE.
Primalro as 3 oras e 18 minutos da maahis.
Segando as S horas a 54 minatot da tarde.
PARTIDA DOS VAFORBS COSTEIROS.
Pra a sal u Aiacoai 5 e 20; para o norte
ate a Granja 14 a 29 de cada mas.
_ PARTIDA DOS MNIBUS.
I?" *": do Apipucos s 01|2, 7. 7 1|S, 8
8 i|2 da m.; de Olinda s 8 da m. 6 da t.; da
Jaboatao s 6 1,2 da m.;- do Caxang a Varzea
b*l d *} */*" s 8 da m.
. ,D t'! :.paM 4j*>MW s 8 ItS. 4, 4 1|4,
4 1|2. 5, 5 1]4, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda 4a 7
V' /** da u 0,ra Jaboatao As 4 da t.; para
o CMano a Varzea As 4 1.2 da l. para BemAca
as 4 ds t.
AUDIENCIAS DOS TR1BUNAKS yq CAPITAL.
Tribunal do commereio: segundas a quintes.
Relacio: tercas e aabbados s 10 horas.
Fazanda : quintas s 10 boraa.
Jnizo do commereio : segundsa ao malo dia.
Dito de orphos: tarcas a sextas 4s 10 horas.
Primeara vara do elvel: tercaa a aitaa ae mel
dia.
Segunda vara do eival: qaartasa aabbados Al
horada tarda.
DAS DA SEMANA.
86 Secunda. S. Felippe Nery fundador.
27 Teres. S. Joio p. m. ; S. Ranulphe m.
M Ouarla., S. Germano b. ; S. Priem.
89 Quinta A Asceneo do Senhor; 8.Mexmien.
i80 Sexta. 8. Fernanda rei ; S. Fefx p. m
31 Sabbado. S. Petrooilla v. ; 8, Lupecirro'.
1 Domingo, 8. Firmo m. ; S. Fltalo.
A8SIGNA-SE
no Reeif*. em a Uara da praca da Indepen-
ara vMfsur** m,w PARTE OFFICIL.
GOVERKO DI PROVINCIA.
expediente do dia 3 de malo
de1H86
Offieio ao Eira, presidente da provincia do Rio
Grande do Norte.Passo at mosde V. Exc. para
o fia conveniente copia do termo de enceixola-
nrenlo dos artlgos de fardamento, que seguiram
no vapor Igvarats com destino a cornpaobia de
caladores e depoaito de artigos bellicos dessa
provincia, inio aonexa urna relsco dos objectos
que pertenceoa a cada um.
Diloao Exm. preaile"te da provincia do Cear.
Acensando reeebido o o (TI o i o de 5 do correte,
em que V. Etc. mecommuoiea hsver o'aquella
dita prestido juramento e entrado no exercicio
do cargo de preaidente dassa provincia, cmpre-
me dizer a V. Etc. que sempre me achira dis-
posto a executar suss ordens quer sejam relativas
ao servico publico quer ao particular de V. Exc.
Dito ao com man Jante das armas.Apresen-
tan lo a V. Exc. o meloso pedido de medicamen-
tos precisos a enfermarla do presidio de Fernn
do, e qae veio cobarto com o offieio do respec-
tivo commaodanle de 6 do correte, sob numero
72 recommendo a V. Etc. que ae sirva de mandar
saUafszer pela pharmacia do hoapital militar, po-
dando o delegado do cirargiSo mor do exercito,
raquiailar pelos meios regulares o fornecimento
de medicamentos e utencilios queforem precitos
para que se posss satisfazer o mesmo pedido.
Fica assim respaodi lo o offieio de V. Exc. de 17
do correte sob numero 1008-
Dito ao mesmo.Respondiendo o offieio que
me dirigi V. Etc. com data de 21 do correte
sob numero 801, ten to a dizar-lbe que em vists
do que expea thesouraria d fazenda, na iofor-
macao junta por copia nao pal ser att-adida a
preleocao do director da colonia de Pimeoteiras
relativa ao abono do que pagou atropa ali exis-
tente alem do quiotitativo arbitrado para a etape
no correte semestre.
Dito ao meamo.Qaeira V. Exc. dar suas or-
dens para que os quarteit mestres dos batalhes
2 e 9' de infaman* ae apresentem no arsenal
de guerra afim de receoerem diversos arlgos vin-
dos ds corlccom destino aos meamos batalhdes.
Dito ao presiJeote da relacao.Queira V. S.
informar com o que constar acerca do que al-
lega o preso Manoel Francitco dos Santos no re-
qerlmenio incluso, a que se refere a ioformacao
junta do cheft de policia numero 839 de 22 deste
mez.
Dito ao chele de policia.Pelo offieio de V. S.
numero 8i2 de 8* do correare ijuei Inteirado de
ter sido assastioado com um tiro na freguezia de
Itamo no Uirmodo Limoeiro.o escravo Domin-
f 4-proprealat do major Manoel Rodnguas
dos Santos a guardo o resultado das dtltgeactas
-para a captura e puoigao do ttsassioo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Pode V. S. conforme io tica em sus ioformacao
da hontem sob numero 453 mandar levar em con-
t ao major commandaate do corpo de guarniQao
desta provincia a quantia de 32J000 despendida
com o aluguel de dous cavados que conduzirsm
artigos de fardamento da villa de Tecaral para a
de Ouricury, como se v dos documentos que de-
?olvo, cobertos com o offieio do brig*deiro com-
msnlame das armas numero 882, de 2 do cor-
rela.Communicou-se so commaodanle das
constam da relaco n. Com a de n. 2 vo mais 6
guias de sentenciados que ali se srham sem ellas.
E recommendo-lhe que na primeirs opportuni-
dade envi urna relc&o doa que porveomra an-
da ahi exislam nenas circumslanciis, com a 4a-
clarsQo solicitsda pelo juiz muoiciptl da 1* vara
em offieio de 2 do crranle, junto por copia.
Dito ao mesmo. Respondo ao offieio da V. S.
de do correle, sob n. 70, remetteodo-lhe co-
pia da ioformacao preslsda pelo vogal do coote-
Iho administrativo que assislio ao eocaixolamen-
to dos gneros ltimamente enviados para este
presidio no hiata Sania Rila, relativamente aa
faltas de alguns deases gneros e deterioramento
de outros.Igual copia remelleu-se ao comineo-
danta das armas.
Dito ao commaodanle do corpo de polica.Po-
de V. S. mandar engajar na aeccao volante do
corpo sob seu commsodo os paissoos Marcellino
Ferreira de Santa Aooa, e Franciaco Xavier da
Silva, oa quaes se refere os seus officios os. 221
e 223 de 22 e 23 do correle.
Dito ao director das obras militaras.Auloriso
a V. S. a mandar ftzer o coocerto de que carece
a porta, que d entrada para o deposito dos gene-
ros da forrsgens e rancho do quartel da compa-
nbia Ota de cafallara, podendo despender com
esse serrica at a quantia de 12)000 em que foi
por V. S. or;tdo aegundo se v do ofDcio de 17 do
correte sob o. 87.Communicou-se i thesoura-
ria de fazenda.
Dito ao juiz de direito de Nazareth.Para que
Vmc. faga effectiva a responsabilidade legal con-
tra quem for de direito pelo faci da subiracqo
de (olhas do livro de qualificsco de voleles d
freguezia de Nazareib. remello lhe copias do offi-
eio da cmara municipal dessa cidade de 2 do
crranle e da acia a que esta se refere.
Dito ao director ds coloois militar de Pimeo-
teiras.Inteirado do quaoto me commenica Vmc
em seu offieio de 15 do correte com referencia
epidemia do cholera-morbns nessa colonia, te-
oho a dizer-lhe em resposta que approvo todaa
as medidas por Vmc. lomadas para soccorrer os
desvalidos ccomnietii los daquelle mal.
Dito ao Dr. Joaquim da Silva Gusmo.Seien-
te do que me commuaica em seu offieio de 10 do
correle relativamente a ter Vmc. alugado um ca-
vallo na razo de 4#O00 diarios para poder aecu-
dir as reclamaces dos iadigenles atildados da
epidemia |reinante nos lugares sdjaceotes a es-
si colonia, teoho a dizer-lhe que me enve a res-
pectiva conta para ser paga at aquella dala 10
desie mez.
Expediente do secretario do
Iforernu.
Offieio ao primeiro secretario da assembls le-
gislativa provincial.- De ordem de S. Etc. o Sr.
presdeme da provincia transmiti a V. -S. para
aor preaeoU a sa*n.bl UgjaLsliva pro'iocial
all do rio B-beribe, e que aa arvores fructferas
que ella allega terem sido cortadas, foram apenas
arvores de nascesca espontanea como a manga-
beira, o dendezeiro, etc.
Encerrada a dtscossio o parecer posto a vo-
tos e regeitado.
Primeirs discussio do projecto o. 13 dasle tn-
no, que abra ao goveruo um crdito supplemen-
tar a addcional ao ornamento de 12:0009 para
pagamento da subvengo a G. Harinangeh, em-
prezarioda compaohla lyrica do tbeatro de Sania
Isabel.
O Sr. Bario de Muribeca oppe-se so projecto,
porque nao julga que fosse preciso para rsso
abrir-se um crdito suppleraeotsr, e ainda mais
porque julga que a provincia am vista da defi-
ciencia de seus cofres nao deve acarretar com se-
melhantedespeza, onersndo-se a classe menos
favorecida, tmente para dar-se theatrn barato
aos ricos, que sao sempre os quo gozam de aeme-
jhaate distraccio; por isto elle prometa deade
j votar contra o projecto, sa bem que entonds
que elle pasear, visto como j conta bastantes
a asignaturas
Fica a discussio sdiada, e passa-ae
Segunda parte da ordem do dia.
Continuaco da segunia discutto do srt. 3* do
projecto de ornamento provincial.
Eacerra-se a discusto e approva-se o artigo,
bem como o requerimeoto do Sr. Souza Res, pa-
ra que fique adiada a volacAo do 2.
Art. 4. Directora geral da iostrueco pu-
blica :
1. Empregados.............
2 Expediente e asseio ds
casa....................
3.* Diaria de l$60O a um
aerveote.................
3:480000
200*000
58JOO0
sem debate, Picando o 2 lam-
34:440(000
2-.OO0JOO0
400*000
3:060*000
200JKWO
E' approvalo
bem adiado.
Art.-5. Gymoasio Provincial:
I." Empregados e profeno-
res......................
2.* Aluguel da caas........
3. Expediente, movis e as
seio da casa..............
8 4.* Mensalidades de onze
alumnos pobres.........
l 5.* Huseu..........v.......
O Sr. Feoelon diz que lhe pareca dever ser di-
minuida a verba de 96:264*665 coosigoada no
ornamento para profrssores e adjuoctos. por isso
que a experiencia lem mostrado a difficuldade
com que se lula para o preenchimeoto dos segun-
dos aeisps lugares, e que devendo o or^ameoto
da despeza aproximar-te tanto quaoto possivel da
exactidio, a quaolla contignida para adjunloa qu-t
fzem elevar esta verba de insirueco publica,
poder muilo bem ser supprlmids, nao vindo in-
conveniente de poderem etses adjuotos ser 00-
meadoe ao correr do exercicio para no futuro da
infaraiac.ao ministrada pelo eaneoheiro fiscal ia 'f*T o pvg.inento de seas vendroeruo ; poi
alu-
i ao mesmo.-Estando em forma legal o at-
o junto em duplcala que me, foi remetlido
1 Jsngadeiro commaodanle das rmss com of-
fieio'de hontem sob numero 1027, mande V. S.
pagar ao sida lo do 9a batalbo de infantaria
Jos Rodrigues Caboclo a gratificado a que lem
direito por haver appreheodido o desertor do
mesmo batalbo Emigdio Jos Pedro Mendos.
Commumcou-se ao commaudante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em offieio de 15 de abril findo sob o. 343, com
referencia a multa que a V. S. e ao secretario
dessa reparticao foi imposta pelo administrador
da racebedona das reodas geraes, pelo tacto de
ae ter celebrado sem previo pagamento do sello
Sroporcional um contrato de arrematadlo da ren-
a de urna casa do patrimonio dos orphos sus-
cita V. S. as aeguiotes duvidas :
1*. Se taes contratos, asto comprehendidos
OS disposigo do 1. do sil. 21 do r-gulameolo
o. 2,713 de 26 de dezembro de 1860, e sugeitos
qualle imposto como enlendeu a repsrtigo
2*. Se fllevem tambem pagar previamente o
ello oa contratos de arremaUco das obras pu-
blicas, cujo prego certo e detarmioado nos res-
pectivos orgaraeotos e que devem ser considera-
dos, de|empreitsda.
3*. E bem assim os de impressSo dos traba-
Ihos das repartieres proviociaes os de forneci-
mentos de medicamenlaa e gneros para o cora-
alvo s> alimeulacio dos presos pobres, dos edu-
candos do collegio dos orphos por serem loca-
fio de servico.
. Declaro a V. S para sua sciencia quanto a Ia
das duvidas expostas, que, sendo considerada
duda publica a do patrimonio dos orpbos, como
it arrecadada e flicalisada nessa repartido em
virtude do regulamento de 28 de Janeiro de 1861,
ao eatao aujeilos ao sello ; emquanlo vigorar o
refolamento 01 contratos de que sa trata e aim
OS titulas que em vislude delles se devem osssar
ot arrematantes nos tormos do art. 6 6 do
preaito reglamento, n. 2,713 ttulos que lem
d ser sellados sotes da sssigoalura por (orea do
le ae acha etlabelecido no art. 21 do mesmo
lalameoto. Quaoto a aegunda duvida qoe es-
no mesmo caao os contratos de empreada,
_ nprehendidos do 12 co. precitado art. 6.;
dato aomo dalles se devem tambem passar
ditolos Sjeito, so teilo, os forma cima indica-
da. E finalmente, que oa delocacao de ter vico
estio sem duvida iseotos do sello proporcional
pelo 1. do art. 8. nao podendo porm por aua
Daiureza, ser considerados taes os que V. S. men-
ciona.
Cansaltando nesta data so govemo imperial
eobre aale objecto e podeodo ella dar oatra in-
telligancia aa etposices do regulsmento citado,
cuspre que nos contratos compreheodidos ns Ia
2* das qoestea propostas, que (orem celebra-
doa oetst reparticao aa espresse a obrigacao do
pagamento do referido imposto no caso de assim
O determinar o mesmo goveroo.
Dito ao capillo do porto.Coa este ofilci ser
presentado V. S. o reeruts de marinha Jos
Theodoro Simes da Silva, aQm de que V. S. lhe
dea conveniente destino depois de inspeccio-
lenoo ds estrada de ferro, relativamente a de-
mora da abertura da lerceira scelo daquella es-
trada sobre que versa o offieio que V. S. me di-
rigi em 6 do correte aob n.28.
Despachos do dia S3 de malo.
Ilequerimentos.
Anna Martioht dos Santos Prove o que al-
lega.
lente Camillo Augusto Ferreirs da Silva.
Informe o Sr commandaote superior.
Francisca dasGhagas Ribeirode Oiiveira.Pas-
se portara coocedendo a licenc pedida com ven-
cimenios.
Bacharel Agnelo Jos Gonzaga. IadoQrido por
nao haver le qae autonse o que reqaer.
Guimaraes & Alcoforado.A theaouraria pro-
vincial lem ordem para aceitar o offereclmeoto
feto pelos supplcaoles quaodo forem pra;a os
alugueis da caa de que se trata.
Jos Pereira Jaciolho Jnior & C.Informe o
Sr. Dr. inspector da saude publica.
Jos Lourengo da Fooseca Piolo.-Prove o
sapplicaote o que allega.
Capito Manoel Joaquim Taes Sarment.In-
forme o Sr. capito do porto.
Mmoel Vicente Gomes Nao tendo o auppli-
esote dominio til ou directo 00 terreno a que
a Ilude, como pondtra o Sr. dezembargador pro-
curador da coroa em seu parecer dests data,
nao lem lugar o que requer.
Manoel Jos Dantas.tamo requer.
Palatina Augusto Barbalho Uchoa.Informe o
Sr. capito do porto.
"tHHiMBUCO.
Dito ao director do arsenal de guerra.Appro-
a deliberadla que, aaauodo o te* offieio da
ttem datado, aob n. 14i, tomou V. S. de re-
Uer 4 aeu deslino os quatro livros que exisllam
no alanoxerfado desee arsenal, perteocentes so
presidio de Fernando.
Dita ao eommaodante do presidio da Fernando.
Para os flns convenientes transmiti V. S. aa
guisa des aeotencisdos que nesta nsts segaem no
late Sergipano, afim da cumprirera nesse presi-
dio aa seoteocas a que forsm coodemnados, e
ASSESBLtU LEGISLATIVA PROVINCIAL-
CONCLUSO DA SESSAO DE 24 DE MAIO
DE 1862.
Primeira parte da ordem di dia.
Entra em discutsn o parecer da comm'ssio de
peiicoet, que defiri a pretenjo de D. Joanna da
Silva Madeiros, pe lindo iodemoisar^ao por pre-
juizos esusados em seu sitio Peixioho com a cs-
nalisagao do rio Bberibe, o qual ficoa adiado,
por ter pedido a palavra o Sr. baro de Muri-
beca.
O Sr. Baro de Muribeca maoifesta-se contrs o
parecer da honrada commissso, porque entende
que a peticionaria nao tea direito a esss odem-
oisacoque pede, por quaoto segundo se collige
ds propria ioformsgo do eogeoheiro, ella ale foi
beneficiada com a abertura desse canal.
O Sr. Alvaro, membro da commisso de peli-
(oes, e tendo redigido o parecer, que foi impug-
nado pelo oobre daputado qua acaba de assenlar-
se, entende dever defende-lo, porque julga que a
peticionaria tem direito a ser iodemnisada da
quantia de 500j), em que foi avallado o damno
cansado em seu sitio Peitioho com a caoalisago
do rio Beberibe, porque foram muilas srvores
fructferas do terreno da peticionaria, lancadas
por trra, e se bem que sejam arvores de nas-
cen;a espontanea, como se diz, lodavia ellas eran
de utllidade e davam valor proprledade.
Diz anda que a peticionaria tem direito a ser
iodemnisada por itso, que ella nao eslava obri-
gada a ceder o seu terreno para a abertura da ca-
nses, porque oo a abertura de canaes materia
de intereate publico, .como se evidencia da l*i,
como sao estradas, ele. Tratando acerca de serou
nao legal a visloria feila pelo jalz municipal, diz
o noorado orador, que julga que auloridade
competeoie o iuit municipal da localldade, que
oque tem visto praticar-se em todas ss comar-
cas da provincii.
Em viata pois destss coosideraget, e em pre-
senta mesao di ioformacao do eogeoheiro, que
diz, que a peticionaria fura prejudicada em sua
propriedade, e cujo dimno avaha por cerca de
5009, enteode o honrado membro, que o parecer
deve ser approvado tal como sa acha formulado.
O Sr. Mello Reg (Raphael) pronuacia-te con-
tra o parecer da illustre commisso, que favorece
a preteoc,o da peticionarla, porque leudo par-
feito conbecimeDio da materia de que ae trata,
olo julga caber-lhe direito algum para reclamar
semelhsnle tndemnisajo, e antes entende que
sea sitio foi beneficiado com a insliiico por
isso offerecer ums emenda reduzindo a verba ao
que etTectivameota se dispende.
Vsl a mesa e l se a seguinle emenda :
Ao art. 8."
Em vez de 96.2640665 dlga-se 94:0669660 nao
podeodo no presenta exercicio prover-se os la-
gares de adjuntos.S. R.Feoelon.
O Sr. Fenelon (pela ordem) diz que agora re-
para que as coosideraces que fez foram deslo-
cadas, por isso que ellas se referem ao 1* do
srt. 8, pelo que pede que fique a sus emenda
sobre a mesa para ser apreciada na occasio com-
petente.
Vo a mesa as seguintes emendas :
Ao 4a do arl. 5* dlga-se 2:2509000.
Ao I 5 do mesmo art. em vez de 200& diga-se
1:0005.Machado Portella.
O Sr. Machado Portella : Tendo mandado a
mesa duaa emendas, julgo dever dar algumas ex-
plicaces a respailo.
O 4o do arl. 5 diz: (l).
O calculo nao est exacto; a commisso regu-
lou-se pelo que est no orcamenlo da thesoura-
ria ; mas a thesouraria pelo qae me parece, fez
o ctlculo contando com 11 alumnos internos,
qusndo sao 6 internos e 5 mnin pensionistas;
tendo assim, a daspeza de 2:250*000 e oo de
3:9609000; portento trato da deslazar este en-
gao.
Qnanto a onlra emenda ella relativa ao 5o
que tratado museu. O projecto consigna a quan-
tia de 2009000 para o museu ; mas esta quaotia
por demais insignificante. Julgo que alguos no -
bres deputados terio visto ji o museu do gym-
oasio, e a aquelles que ainda o nao viram. en
posto affirmar que o museu val em muito bom
principio ; posso affirmar tambem aos nobres de-
putados que os ultima viagem qae fez Mr. B,-u-
net ao Para e Amazonas, remetteu e trouxe urna
grande porgao de objectos, que ainda nao estso
preparados para figurar as estsntes do museu.
Compreheodem portaoto os nobres deputsdos que
com a pequea quantia de 2009 oo ae podem
aproveilar esses objectos.
O Sr Baro de Muribeca :Pode ser.
O Sr. Machado Portella :V. Exc. deva saber
perfeitamente e qualqoer dos nobres deputados
compreheode qua para a prepararlo de aves,
peixes, qusdrupedes, preciso comprar algodo,
rame, veroit, taboaspara os puleiros, etc., tudo
isto demanda trabalho e desposas, preciso,
pois, quantia sufficieote, sob peoa de ficarem
esses objectos inatilisados, isto sem se realisar
aquilloquese teve em vista. Se j exislem esses
objectos no gymnasio sem estsrem armados, pa-
rece que com a quantia de 2009, bada se poder
conseguir, e euto mando a emenda augmen-
tando mais 8OO9OOO.
Peco 1:005000 para oo se espaolarem os no-
bres depuiadoa com o meu pedido, porque cer-
to que 1:0005000 nao ser ainda sufficiente, vis-
to como sero precisos maia armarioa, e un ar-
mario aabera ot nobres deputados que cuita al-
gum dioheiro, e indispeosavel, nos psrs que
oo fique perdido aquello queja existe, como pa-
ra que.se augmente o musen como convm.
Eocerrou-se a discusso eapprovoa-seo artigo
com as emendes.
Art. 6. Escola de commorclp :
S 1. Professores...........I
g 2.* Porteiro, servindo de con
linuo...................
3. Expediente............
E' approvado sem debate.
Art. 7. Aulas de (slim :
P rof essso res...................I,.
Val & mesa e apoia-ae a seguidle emenda :
Eleve-ae a verba, incluindo-se alaguel de cass
para o professor de lstim ds freguezia de Sao
Jos.Wltru vio.
O Sr. Baro de Muribeca, mauifesta-a* contra
a emenda dizendo que oo vfi razio para qae o
professor de latim de S. Jos, que ji lem o ms-
mo ordenado qua os professoraa do gymoasio, te-
ora maia esse quaolitetivo para aluguel de casa,
Gcando assim em mtior posigo qae os outros.
O Sr. Witruvio : A emenda que acabo de
mandar a masa, consignando crdito para alugael
da casa d professor de S. Jos, psreca-aa que
deva ser aceita, por que baaaa-se na aegatoda par-
te (Uajt. 55 da lai. o. 369, qua raga a iaatruc
$** guMica e qua dit (l). Oode aM bouver
pode multo
oarios de s
5:1009000
5009000
fJOfOOO
edificios pblicos os maadari aonatruir, oa
8 n 'OT
Jas Sr. Deputado :Itto refere-ae a insirueco
primaria.
O Sr. Witruvio :O nobre deputado diz que
uto se refere a instruccao primaria ; mas nos ss-
bemoa que a lei regulamentar de instraeco pu-
blica se refera tanto tanto a ioatrucro primaria
como aecundare. Ora, ae em virtude desta lei,
o professor da latim aoffra e aobreeerregado
com os onus e iocommodos que provm della.i
parece que neceesariameote devem ear-tfae ex-
tensivo! os beoeflcioj que dalle resultara. De-
pois disto, di-se ums gratificado para cssa, maa
qual a razao lgica ? A raxao porque, quer o
professor de insirueco primsris quer o da ins-
truccao secundaria, tendo vencimentoa muito
exiguos, devia dar-se-lhas esss gratikacao para
aiuda-los no pagamento da casa em que tem d
daraala.
(Trocara-se alguns apartes.)
A casa de ensino aquella em que elle d a
sua aula.
Um Sr. Depatado :E' aquella em que elle de-
ve ter a sus sois.
O Sr. Witruvio :B' squlls em que elle func-
ciooa : ora o profettor de S. Jos, para dar as
suat UjOes, lem de ler urna cata, par conseguir-
te na ha razo para que se lhe negne aquillo
que aempre se Ibe en.
Um Sr. Deputado:Para ensino basta ler urna
sala.
O Sr. Witruro :A lei nao diz isio, dizedi-
ficio publico, oa alias urna casa-e nao sais.
O mesao Sr. deputado :Que lei esss ?
O StvWiiravio :sT le o. 369, srt. 55.
Toado esta casa sempre votado esta gralifica-
cao, e propondo-se agora a aua suppretso, devo
crer que o motivo que a itto levou a commisso
foi a economa ; ne entinto que eu nao vejo easa
economa to absoluta....
O Sr..Souza Res :Ahi que est ; por csu-
sa de urna aes'as eoniras.
O Sr. Witruvio :Tendo mostrado a ntilidade
da medida ; tendo mostrado que oo ha razo
pira ae aupprimir asea verba, que sempre se
tem votado, emendo que ella etl no caso de ser
approvada.
O Sr. Souza Reis diz quo nao pode dsr o seu
voto emenda, que sulorisa essa deapeza que a
provincia faz deade 1857, aem urna explicsco.
Que quando pedio ao nobre deputado que lhe in-
dicasse qual era a lei que dizis consignar essa
gratificsco, suppoz que elle se referisse a al-
"on1* ,'ei.e*Peril; mas que tratando a lei n.
369 fsjpecialmenie das escolas deioslrucgo pri-
maria, .nao ae refrindo por forma algum a t es-
las da Isiim, apenas as leis de ornamento vem
coosignayaja>tfsa gratcacao, que consiguile-
uieule pjate ter tupjmoiida por outrt ledo or-
c**a*aAp..^piierv, que ae oo d a pandado a
q*'^ac fl^5 eOCCOTTaBT ~*r uumn justificar a |t emenda, que o professor de 'atim
lem na sua sal com os movis ordi-
a casa lecciooar aos seus poucos dis
cipulos, entretanto que o professor de instruccao
primaria cao se acha no mesmo csso, slm de
que lodos os profesiores nao lem aluguel para
casss ; que essa excepeo fei feila uuicameote
em favor do professor de S. Jos.
At escolas de insirueco primaria, diz o ora-
dor, necessllam de edificios proprios, isso ds
lai, e comprehende-se fcilmente ; dIo possi
vel que um profesor primario, Uccione a gran-
de duraero de alumnos ot propris casa de sua
resiiencia, entretanto que o professor delalim,
que lem 19 alumnos matriculados, pode mullo
bem fazere effociivamsnle o faz.
Nao ha vendo razo alguma que justifique a
adepeo da emenda, nao se bpseando ella em
lei, espera que a cata a rejeite.
Fncerra-se s discusso, caodo o artigo ap-
provado e rejeitsda a emenda.
Arl. 8. Escolaa primarias :
1 Professores e adjuntos. 96:26(J665
2-* Aluguel das casaa, movis
e expediente..............13:4099C00
Vo mesa e spoism-se asseguiotes emen-
daa :
Ao 2. do art. 8.#, em vez de 13:4099000
diga ae 15:0009000Machado Portella.
O Sr, Machado Portella : Anda compre me
dtr algurnaa explicacet sobre a emenda que
offeroci. O projecto coosigoa a qusnlla de. .'. .
13:4095000 para aluguel do casaa, expedieote e
movis das escolss.j
Devodizera caaa que o aono passsdo, em vir-
tude de urna emenda por esta sssembla appro-
vada, e creo que apreaentada pelo nobre depu-
tado que ae acha presente, (o Sr. Feoelon) se
determinou que no principio de cala exercicio a
directora geral de insirueco organitasse urna
tabella do quantum que meosalmeale ae davia
pagar a cada professor psrs sa deepezas com o
expediente- e asseio de suas aselos psrs assim
diminu o trabalho da escrotura(o ds ihesoara
rii provincial.
Passou esta disposieio oa lei do orcameolo, e
em cumprimento dalla eu tive de orgaoisar com
bastsole trabalho urna tabella, e eoto ainda urna
vez recooheci o qusnlo insignificante a quantia
votada, porque aem alterar a menor detpeza, a
menor quaotia determinada para o alaguel de
cass dos professores, restringindo o mais possi-
vel s despeas com o expediente de cada urna das
escolas, apenaasobrou a quantia de 749 Pra mo-
vis das aulas. Eu tratsrei de cada urna dealas
partes quecoropoem o.
Quanto ao aluguel de casas os nobres deputa-
dos devem estar coovencidos de que o prego a
que tem chegado o aluguel das casss entre nos,
oo Cjrresponde a quantia votada. O artigo 55 da
le regulamentar da instruyo pablics determina
que o goveroo, quando nao lecha edificios pro-
prios em que fnnecionem as escolas, as ho de
alugar, maa conaiderando que isto importara em
ama graode somma, julgou-se conveniente dsr
urna gratificado a cada professor titulo de au-
xilio para alagueres de casss.
Posso affirmar aos cobres deputados que de to-
dss ss partes vem reclamares dos professores,
vem raclamacd?s dos delegados litterarios e mes-
mo as vezes dos proprietarios das casas em que
funecionsm as escolas, pediodo augmento ds
quaotia.
Os nobres deputados nao podam descoohecer
que nesta cidade com 2005000 nao se pede alugar
urna casa propria para escols ; (apoiados) alm de
que ialo muilo inconveniente, ou deixe mesmo
de eotrar na demonstrarlo do prejuizo que ha em
nao ae dar aos professores casas propnas. O anno
ptssido qusndo tire deorgaoiaar a tabella deter-
minada pela lei, nao flz o menor augmento, ape-
zar daa reclamaces constantes que hsvam aido
dirigidas pelos professores e pelos delegados lit-
terarios, que poucos forsm os qne deixaram de
reclamar.
Parece-me qae o nobre deputado que se asien-
ta na primeira cadeira da bancada opposts (o Sr.
Bsrros Brrelo) ssbe perfeitamente o quanto
paga de aluguel pela casa em qae d aula o p
fessor de Jsboat&o-, eHe mora em ana propria
aa, verdade, ma*oio acharia oatra easa era
podesse dar aula pekopreco qae elle, recebe.
(Gruzaawe. algows apartas.)
O 8r. Mscbsdo Par talla : Eu pego um pooco
de aiSen;io dos nobres deputado. Na parte rela-
tiva a alagueres de cataa nao posso deixar de in-
vocar a fustiga dos nobres deputados a respeito
de urna reclamacao qua ha muitos annoa faz o
professor publico de iostrueco primaria da fre-
guezia de S. Jos. Como j disse, os cofres p-
blicos do orna gratificaco aos professores-psra
auxilio do alaguel da casa em que moram e lem
eacola, mas muitos professores ha que oo se uii-
lisam da casa em que moram, e neate cato est
o professor Joaquim Antonio da Castro Nones,
que nao se uiilrsa da casa em qae d escola na
ra do Padre Ptoriaoo. Essa casa foi slugada por
ZOO9, o professor botou-1 be ot repartimentos a-
baixo para poder cooter de 90 a 100 alomos
como tem actualmente, mas o oroprietario foi
elevando o aluguel, passou de 200J a 2509, l-
timamente a 3009. o que posso affirmar, por ter
valo os recibos do proprietsrio, por ter recebido
muitas reclamaces do delegado iliterario e do
proprio professor.
O Sr. Wilrovio :E exislem ns caaa os docu-
mentos.
O Sr. Machado Portilla:O professor fez ums
representado que ea levei ao coonecimeato da
presidencia, mas antea disso, officiei ao delegado
iliterario, para que procuraste urna casa em S.
Jos aondo podeasu funeciooar a escols e fosse
de menor prego ; mss depois de muitss invetii-
gacaa do delegado, depois da muilaa diligencias
miubaa tambem, nao ae pule conseguir por me-
nos de 3009000 ama cass em S. Jos, que tivesse
accommodices para 100 alumnos. A' vista disto
officiei a presidencia por vexes, foi informar a
thesouraria, e esta disse que nao havia crdito.
O aono paasado o profeasor reclaraoo de novo,
reclaman instantemeute, dizendo que nao tinha
obrigacao de dispender de sus propria algibeira
1009 por aono, que quaodo tivesse fortuna nao
eslava a isto obrigado, tsoto mais que a nao
tinha.
O resultado ser, ou fechar-se a escola, oa eo-
to limitar-se o numero dos alumnos ao que po-
der comportar urna casa de menor preco.
(Ha um aparte.)
O Sr. Machado Portella :Talvez se possa adiar
urna casa por 2009, mas que nao possa servir para
cento e tantos alumnos.
Existe ns commisso de petices um requeri-
meoto documentado desse professor, e eu creio
que sem grave Injusticia nao poder elle deixar de
ser altendido pela casa.
Agora quaoto a outra verba de expeliente nao
eotrarei na demoosir>co dells, na sua analyae
mioucioaa, porque infi-lizmente perd hoje alguns
papis que trazia e entre elles ss notas que havia
eu tomado sobre ease objecto ; mas posto asse-
verar tambem a cata que ao constantes as recla-
maces de movis para as escolas. '
O oobre deputado que oceu^a agora a cadeira
i oreaideocla. (o Sr. Luis Felippe) e que dele-
gado Iliterario do Cabo me tem rnu uun ..
clamc5"s osera enfadonbo enumerar aa recia-
macos que ha de movis para as escolas. Nos
nao podemos conseguir os fin sem empregar os
mei09, e nao sei como se possa fszcr executsr a
lei da iostrueco publica que exige o eraprego do
metholo simultaneo, sem que se facilitara os
meios, sera os movis necessarios e adequados s
contecusso do lim, do contrario a depois nao
aos pederemos queixsr do resultado que possa
haver.
Mas slm de que conveniente augmentar a
quota para satisfazer as reclamaces de muitas
escolas, que precitsm de movis, sccresce que
movis existem feiios para algumas escolas, e cu-
jos foroecedores nao foram ainda pagos. Para a
escola delpojuca existem movis feitos por an-
torisaQo da presidencia, mas o marcineiro que
os fez ainda nao recebeu o seu pagamento; o
mesmo se di para com a escola de Ilapistuma
e par com ama onlra de que agora me nao re-
cord.
J vm os nobres deputados que tendo apenas
o anno passado pela diatribuico que se fez, res-
tado apenas 749, nao se tendo podido pagar ao
meos os movis j feilot, eu julguei dever apre-
santar a emenda elevando a quota de 13:4099 a
15:0005. que aupposto seja insufficienle, todava,
como oo podemos conseguir lado de urna vez,
far-se-ha alguma cousa mais, e nos annos se-
guinlesse ir sitisfazendo as exigencias a propor-
Cao que tur possi Creio portanto quo a casa recoohecer a ne-
cessidade da adopgSo da emenda.
Vericaodo-se nao haver cass, fica a discusso
adiada.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sesso.
bla .
referidos
crditos extraordinarios psra occorrer i servico
urgentes e exiraordiararioa, nao eomprebendido*
na le do orcamento por oo poderem ser pre-
vistos por ella. '
Art 5 Se porm estiver reunida a asaetn-
provmcial, oao poder o presidente abrir o
idos iredilos. quer tupplemefllares, quer
extraordinarios, nem sutorisir a despeza sem que
eiies tejam previamente votados em lei.
_ Exceptaam-se os cases de oslureus tal qae
oao posta admutir demora alguma, em que o pre-
sidente poder aalorissr previamente a dsspasa
dando immedista cools a assembla provincial.
t Arl. 6. O presidente da provincia far
acompsnhar oaaua falla -a abertura da atsem-
oiea provincial de urna relacao de lodos oa cre-
01 os que por ventura tiverem sido abertoa no
iniervalie das sesies, afim de que sejam exa-
minados e quando spprovadoa convertido em
tei, que far parte da do orcamento respectivo.
Arl. 7.* A referida relacao ser acompanha-
da de urna exposico de molivea quejualifiquem
e provem a neceasidade das despezss por elles
autorisadat.
Arl. 8. Nos batneos a tbesoararia-desig-
nar os crditos sapplementsres em colamoss es-
peciaes em correspondencias com as rubricas da
le do orcameolo, que forem por tal forma aug-
mentadas, e os crditos extraordinarios em ru-
bricas additivas, e tanto ans como oatrot com aa
neepstarias exphcacea na cosa de observaces.
Art. 9.a Ficam revogadas as tais e dispoai-
Ces em contrario.
< Paco da assembla provincial de Peroamba-
co, 26 de msio de 1862.Joaquim Prea Macha-
do Portella.
V listo e fica adiado por ler pedido a palavra o
Sr. Baro de Muribeca o seguinle psrecer:
A commisso de iostrueco publica, leudo
examinado ltenla e cuidadosamente a pelicto
de Joaquim Antonio de Castro Nuoes, professor
publico de iostrueco elemeotsr da freguezia da
S. Jos do Recie, em que o mesmo professor
tuppica a eatt assembla que o maode iodem-
oisar da quaotia que lem tirado dos seus orde-
oados desde 1838 al a data da masma peiicao
para completar o pagamento do aluguel da casa
em que exerce magisterio, reconhece o segainte:
1 Que o peticionario provou exuberantemen-
te dar aula aos seus alumooa em caaa aeparada
daquella em que habita com sua familia ;
c 2" Qae pelo aluguel de dita casa lem psgo
desda seiembro de 1858, a quaotia de 3009000
annualmenle ;
3 Que est em dia com o proprietsrio da
mesma casa al 19 de fevereiro do correle
anno.
c Em vista do expediente, v se que o peticio-
nario lem pago anoualmeole cem mil ris maia
sobre a quaotia dada pela lei para aluguel do
caaa, o que asseotado : atteodeudo qae o mesmo
peticionario, tendo constantemente mais de cem
>iuuv. r., -.., a.w orovou com o docu-
mento foroecido pela reparticao *1^,
publica, nao poda deixar de dir aula em casi
aeparada daquella em que mora com sos fa-
milia ; atteodendo que elle avisou a reparticao
competente do augmento do aluguel, qne sofirea
a dita cssa, e que nao poda deixar de continuar
a dar aula na mesms csst por oo ter encontra-
do outra no logar em que reside, com melhores
ou iguaes aecummodaces e por preco- meoor ;
atteodendo que em fice disso e da msior eviden-
cia a justica que existe em seu pedido, por todas
essas razes, e por moitas oulras, que aqui vio
mencionadas psra nao alongar muito a pretente
exposico, de parecer qae deve a petico do
supradilo professor ser ftvoravelmeoie atlen-
dida.
A commisso deixs de propr alguma reso-
lucao 00 sentido de suss idss, porque aguar la-
se para offerecer urna emenda em cooformidade
das mesmas 1 J occaaio opportana na discusso da lei do orca-
mento.
a Paco da assembls provincial aoa 26 de
maio de 1862.Francisco de Araojo Barros.
Antonio Rangel de Torres Bandeira.
Requeiro que se peca a presidencia da pro-
vincia copia do contrato feilo com a Companhia
Pernambucina de Navega$o Coatelrs.S. R.
G. Drummond.
[Contin tar-se-ha.)
SESSAO ORDINARIA EM 26 DE MAIO.
Presidencia do Sr. Bardo da Vera Cruz.
Ao meio da abre-se a sesso, approva-se a
acta da anterior.
O Sr. 1. Secretario di conta do seguinle
EXPEDIENTE.
Um offieio do secretario da provincia remet-
iendo o projecto de posturas da cmara munici-
pal desta cid .de.A' commisso de negocios de
camarss.
Outro remetiendo ss informscis pedidas,
acerca do contrato Cambronne. A' quem fez s
reqaiiicao.
Um requerimeoto de Antonio Rodrigues de
Moraes, continuo] do coosulsdo provincial, pe-
diodo que se lhe faca extensiva a lei n. 488 8*
de 1860, de que fra excluido, estando oss mis-
mas circumstsoctas dos demais empregsdos ds-
quella reparticao. A' commisso de legis-
laco.
. Outro da irmandade de Nosss Seohors do Ro-
sario da Boa-Vista desta cidade, pedindo 1 revo-
gago de seu compromisso.A' commisso de
oegocios ecclesiasticos.
Outro do professor publico de latim da fre-
guezia de S. Joa Manoel Francisco Coelho, pe-
dindo augmento do quaiitativo psra aluguel de
casa.A' commisso de orcamento provincial.
E' lido, julgado objecto de deliberacao e man-
dado imprimir o aeguiote projecto:
< A aasembla legislativa provincial de Per-
nambuco, resolre:
Art. 1.* O praaideote da provincia nao po-
der applicar aa cootignaces de umaa oulras
rubricas da lei do orcameolo provincial, nem a
servico oells nao designado.
c Arl. 2. As sobras que houver em algama
verba de despezs s poderao ler applicacio que
for delermioada na respectiva lei do orcameolo;
e qusndo asa nada determine a tal respeito, se-
rio addiciooadss i rubrica obras publiess.
c Art. 3.a Qusndo as qusolias votadas as di-
tas rubricaa nio bastarem para as daspexaa a que
to destinadas, e hoaver argente necessidade de
saiisfase-lat, nio eatando reunida a assembla
provincial, poderl o praaidente da provincia au-
lorisa-las abundo para esse fim crditos supple
mentares, precedeodo ama demonslrago cir-
mslsncisds tanto ds iosufflcieacia da serba co-
da necessidade ds despezs, feila pala junta
thesouraria provincial.
s%-4. Nal mesmas circumstancias e com
Das formalidades tanto quinto o cssp o
peraMHir, poder o presidenta da provincia abrir
Sr. me
^Was
Discurso do Sr, Dr. Ferreira d'Aguitr,
na sesso de 7 de corrate.
O Sr. de Aguiar : Sr. presidente, oto posso
deixsr de votar cootrs o rtquerimsnto de soia-
mento apreaeotado pelo nobre deputado o Sr. Dr.
Araujo Barros.
Quaodo tudo aconselba que a freguezia da
Itambse divide, quando todos aabem que, Ion-
ge de ser S. Vicente, como diz o nobre depala-
do, o poni mais ceolral desss freguezis, pelo
contrsrio Ciuanay....
O Sr. Araujo Barros : E' a sapella a qae ha
pouco me refer.
O Sr. Aguiar:Mas essa capel:a nao pode ser
sede, oo s porque muilo pequea, como por
que propriedade particular da um eogeoho.
Quando se sabe, como ia dizendo, qae a po-
ro acio de S. Vicente fica em um% daa extremi-
dades da novs freguezia, fleando, portaoto, a
grande disiadcia para a maior parle dos habitan-
te i dells, nio coroprebeodo como rszosvelmenla
se pretenda que fique sendo aquella povoecio a
sede desss nova freguezia, cresndo-se deste mo-
do para ella os meamos inconvenientes o males
que existem na freguezia da Itamb, e qae o
projecto ae prope remediar.
Um Sr. Deputado :Assim como os habitantes
de S. Vicente acham o mesmo mal.
O Sr. Aguiar :Craanty fica no centro a res-
peito de Itomb, Timbsua e S. Vicente.
(Ha am aparte.)
O Sr. Aguiar :Os nobres deputados ignoram
completamente eslss coaaat, o oobre deputado
nao sabe nadadaquelles lugares.
O Sr. Araujo Barros:Eoto etclarecanta.
O Sr. Aguiar:Eu oo tenho aqui docuoMSIoa
tufficieoles, mas posto afflan;ir....
O Sr. Araujo Barros:O nobre deputado fei a
estes lugares ?
O Sr. Aguiar : Nao fui ainda i povoacio de
S. Vicente, maa sei oode fica e lanho andado
perto della.
O Sr. Araujo Barros -.Tambera ett
O Sr. Aguiar :O nobre deputado 1
oceupado com eleices, nio prestos) f
localidades nem ia distancias. F
O Sr. Araujo Barros : Ah real tAr de-
putado com eleices.
O Sr. Aguiar :Nio podia qa
quedes lugares occapar-ee dalla
lado era enlao todo eleicio.
Quaoto a ratos, cora aja dizendo, sil vatMna-
do que Cruangy sfee aWVfetro da nova Iregueaia.
so passo que 8. Vicente,* t 4 a oatra posta do
qual sa ponera fazers^dam MvealesMe, por
Mear em urna das exiTM sst smva fre-
guezia. por
nessa reconeid
em sea
"1.. :-'
L
I I I I as*em.lfA a7sr


-
a.
0U1I0 DK raPiAMBUQO.
n
*-f
:etre deui.aa .reo lm>or c.ml.ao. H
ment como om desses trelos de prote-
lacie de que secoatuma usar centre nana Otee ve
orejelo que se combale.
Mis. Sr. preiideote. eu teaho (MU na jaa-
tic* < ids que est consigada no projecto,
jue nao poiso creY qoe lia aborte e morra,
ganado mesmo se consiga prelellar osea julga-
taeoto, e sejam quaea forera os jalees que le-
onas* le julga-la.
Fallarei agora no consentiattnl do Exea. Te-
lado diocesano.
Gbegou para mim tamben ocoallao de argu-
mt-nlar com esse conseotimearto.
O prelado diocesauo quaoste leal de dar asea
coasentimenioa respeito de um projacle de na-
terex desle de que se trate, deve preceder a to-
das ss diligencias e n*erigtr*j*s neeesMrtas,
am de twm poder dar esse conseotimento ; por
tanto, todas, as vexes que a respailo da aas ore-
jete sobre creacio, dlvisio oo suppressio do pa-
rocba* sppaxeeet o conieotimenio do prelado
diocesano....
O Sr. Araujo Bsrros:Qoiado fo elle oovido
V. tic. sabe ?
Sr. Agolar :Esto snoo oa o passado.
t5 Sr. Araujo Barros : Has nao falln a res-
yeito da sede.
Sr. Aguiar :Fallou a reapeito do projecto ;
lea-Ibe sea conseotimento sem a menor du-
?ide.
Pectaoto, todaa as e*es que apparecer, como
i alnado, para Om cato d creacio, divisio ou
eeppresiao de parorhias o consenttraeala do pre-
lado deve-se suppor que se tem procedida a to-
da aquellas overigua^es e Indagarles otcessa-
-rias a meos que se oao queira supp-r da psrte
deS. Exc. Rvm. maila Incuria, muila precipita
t}io o pouco cuidado.
E tanto asaim 4 que o Exm. prelado, tendo de
dar o sea coosenlimento psra a creagao da fre-
uezia de PelroUn, -locom reslticceea obser-
vando que os liantes taes quaes esta varo traba-
dos no projecto erara oflensivos ana interesses do
-ligarlo da nova freguezia ou da que j exis-
ta.
J v portante, o nobre deputsdo, que o Exm.
prelado diocesano oao procede neatea negocioa
precipitadamente, o sem a pause e o estudo no-
ceisanoa ; e, se assim e se a respeito de Cru-
angy elle deu o seu coosenlimento puro e sim-
ples, tem outra condigno mais do que existir
aquella povoacio urna capolla capaz de ser
matriz o qae effoclivamente existe, claro que
elle julgou o projecto em ludo justo, claro que
elle julgou acertado, e commodo pira aaovelhsa
la nova fre^uezte, que fique a sede em tiruangy,
*; Claro Qnalmeote, que elle oso eocontrou nes-
te projecto que se discute os mesmos inconve-
nientes que notou oaquelle que trata va da crea-
gao de Petrolins.
Direi anda algumas palavras a respeito da
insatubridade de Cruauay, de que fallou o nobre
deputsdo.
Nao exacto, Sr. presidente, que Cruangy seja
insalubre, como quiz inculcar o nobre depu
lado.
O facto do apparecimento do cholera all nada
significa contri a salubridade de Cruangy.
Todos sabem que o cholera alli appareceo da
um modo que surprehendea geralroenle, e anda
boje todoa os mdicos que alli foram, entre oa
juiei ha alguna mullo diatiocloi emuito habis,
como o Dr. Jos Joaquim Firmioo, ainda
nao poderam descobrir com certeza qual fui a
erdadeira ciuaa do apparecimento e deseovolvi-
enento da epidemia, concordando entretanto lodos
em que Cruangy uma localidade que tem todas
as condices de salubridade.
O Sr. Caoba e Pigueiredo: A primeira epi-
demia do cholera nascu no Para enem por isso
se dli que seja um lugar insalubre.
O Sr. Aguiar:O mdicos, que estiveram
oajuella povoacio, incumbidos do tratameoto
das pessoas sffectadas da epidemia, nao podeo-
do precisar a causa do apparecimento dell*,
ouncordsm em que esia causa nao podia ter sido
outra seno a abertura de ama sepultura sonde
bavia sido enterrado um chula rico em 1856
Ora, se foi em conseqnencia desse fsclo que
epidemia alli se desenvolveu, qualqoer oatro
lagar poderia ter sido, e pode ser ainda, victima
da mesan catsslrophe, do meamo modo que
i-ruangy, sem que se poisa diier por isso que
insalubre esse lugar.
Alm disto, na acabamos de tr que em S.
cente* esse lugar em qne o nobre deputado
diz te saudavel, morreu qunsi tanta gente como
em Cruangy, acaban'"' A %' *> vuru-
te, morrer -ura pertode 400 pessoas do cho-
lera.
o inhspitos o tio perigo-
soa^jaj eVhsrem de exercer seus diraitos de
emiftlr suas obrigacoes e sstiafszer aaas nsces-
sidadet?
Finalmente, todas as relacea commerciaes da
nova fregnezia esli presas i comarca de Goian-
s, para cojo mercado cortera lodos os seus pro-
ductos agrcolas, o eia por Unto mais urna razio
para que ella Oque perlencendo a aquella comar-
ca, e nao a Naxareth.
A' vista, per tanto, do que acabo de dizer, nao
posan concordar ara a emenda do nobre dipu-
tado, o por teso reto contra ella.
Disatrstt Sr. Dr. INarqne tlla-
cHtj SviHt na stsst de 23 tto cer-
rante.
O Sr. Buarque :Quando pela primeira ro oc-
eeeei a atteoc.io di csaa sobre esta materia pro-
ve, que o Sr. Dr. Piolo eslava no caso de ser
considerado empregado publico, a datar de 1835,
em qae comecou a servir no collegio dos orpbios
de Santa Tberezs, por isso qne, so nesaa poca
nao liaba om titulo qae emsosese directamente
da adminrslaacte da provincia, todava um ootro
Iba havia aido conferido pelo directorio daquelle
collegio, mediante a approvacio de governo, e
isto em virtude das lets regolamentaraa doa es-
M
TOBA DI 1UK) PE 1861.

o, de arredondar a saa phraseologla. evuf
ama allera;io desla ordem inlairamente inofan-
atva nao podia tercomparacao com aquellaa pro-
posiqdes contra as quaes alie orador fes tecteaae-
;5es i cssa na seasao do dia 16, proposicoes que
oso foram onvidaa na eaaapor um so depataao
nem por ert pregado algum.
Tratando do objeclo que fax aatnmnto da dls-
casso, e manifestando-se e favor do 6 5* do
artigo 2* do projecto deeenanjUaa.algana aiiact-
pios tendentes a demonstrar qae a pnMatadfto
dos debates da asa ara de subbm netsaaidada
Oao ad por que a diacnaiao' servarla p,n fua-
ra da favorecer a vetdsdeira laterpreacia dea
Ule nos caaos en) qae alia st tarnassem obsc
rsa, como porqae a pablicidaoo de i^ussao
acaova inteiraaMnte la aeaa.rdo com o systeaaa
rtpresentrtifn: e qe flninente. se algumss
faHaa ao dio na publicarlo dos debates, nao sao
ritas tan que sutorlsem a njfpTesito Be um
verba que figura no orgameolo em vista de um
contrato que deve ser cumprido.
nmn diarii.
Depoia da leilura do expediente, foi approra-
di a emenda ao projecto o. 40, bem como aaua
sdopcao, sendo emo sospenss a aessao at a
tabelecimeBtoadaqnellanatareta. Maiatardees-i*?!i^iM0Dm.,,,5.0 1\ i0/.' le?" a "ocS40
s.nome.ao parti directamente do presidenta j ^KreSad?' ''1\W1"0,'- ,
da provincia, o esta segunda circomstsneia velo I ,nB!K"d 8,U -e aai- 80,uio d a>l"
srnds confirmar, veio dar mais fot^a a todos os i
argumentos que invoque! aqui para mostrar que
o Dr. Pinte se acha as condic^ea de um verdadei-
ro empregado publico; por tanto nao me paraca de
aquidade, que sejam apenas cootados o Dr. Pin-
to oa annos de servico prestsdos do 1847 para ci.
Alm disto, a emenda que manda contar cases
sor icos segundo a lei n. 276, auperflea. por-
quanto a apoaentadoria deaso facultativo foi re-
gulada pur pssa lei....
s sess&o o fonm approvadosem
primeira discussao os projectos n. tS, qae abra
um crdito de 11:0009 para pagamento da eom-
panhia lyrica, n. 25, que crea am lugar de depo
sitarlo geral em todos os termos, a n. 26, que
concede loteras a Santa Casa de Misericor-
dia.
E' approvado Igoalmente em segunda diieuso
o projecto qne manda levar em conla a.Aolonio
Francisco ()e Paula Barretu a quantia de 9006000
Um Sr. Deputado :-Eolio para que ae appella I f,880* ao DeI. d, h*Mereiro da exmela thesou-
para o raga lamento do collegio? rart provincial. -
O Sr. Buarqoe :-A arosentadoria foi conced- LjfT l**"etl" a""'!1!! ? P-0,?el. 'J q0'
da em virtude do arl. 75 do regulameoto, a qoo il!!!.*' nP"Ka dosestabelecimentos de ca-
se tem feito appello, com referencia a essa lei, I"".,','-,? /olTereco o Sr. Souia Res om
isto o Sr. Dr. Piolo foi aposentado com orde- !?b'il,.ul,f,.re*lnDg!'lldo o !r" To.rr, Baode,
nado proporcional ao lempo de seas servicos na ".?.,.eitd_c> de P0^"?".,*" de>*Mor quando
razo dos trinla anuos exigidos pela lei n. 276.
Me parece, por tanto, que intil a approvacao
detsa parle da emenda. |
Quanto ao pagamento pelo cofre doa orphios,
eu poderia entrar em grandes desenvolvimentos
acerca da materia, para mostrar que a estabele-
cimento doa orphaoe deve ser considerado um
eslabelecimento publico.
j'ouBieciraenu dudiico. i.,---------------- ---_-
O collegio dos orpbios orna casa de educacio Ji"Presen'" na sessao
raada e auslentada pelo poder publico, que tem *il'.*er bwr, e un
O Sr. Araujo Barros: Mostr agora qual o
mais povoadu.
O Sr. Aguiar: Cruangy nao como o nobre
deputado dlsse. pouco povoado e decadente, nao
na tal; verdade qne S. Vicente urna povoacio
populosa, cresceote e cheia de cementos para
jjrosperar, parm a povoacio de Cruaogy nao o
6 menos; ella prospera tambero, e lem dentro
do territorio muilas propriedades, muilos eogo-
nho. ha nells um cultivo immenso de lia carra-
patoe assaesr.
E depofs eu nio posso concordar, ainda mesmo
quaodo ae proe que S. Vicente mais impor-
tante, qoe fique all a seda da freguezia, por
'juoto a maior parle dos habitantes della ficar
soffrendo, como hoje acontece no Itarab, em
coosequencia da grande distancia em que Dcsr
da matriz, pois, como j disse, S. Vicente acha se
situado n'um dos pontos msia extremos ds
daqoella freguezia.
O Sr. Araujo Bsrros: Assim como em Cru-
angy.
O Sr. Aguiar :Nao ha tal.
OSr. Araujo Barroa: Se me mostrar dados
que me ronvencam, estou callado.
O Sr. Aguiar :-Eu posso afiianr;ar ao nobre de-
potado que ums verdade o que cabo de dizer.
Sr. preiidente, por todas as consideraedes que
cabo de fazer voto contra o requerimenlo de
adiamento apresenlado pelo nobre deputado, o Sr.
Araujo Berros, a por ellas mesmas enUndo que
*sta casa deve votar no mesmo sentido, sem por
isso fazer a mais leve violencia a justica e a ra-
OSr. Aguiar:Sr. presidente, nio possodei-
ar de oppor-mo emnds apresentsdo pelo roeu
obre collega de circulo o Sr. Veige Peasoa.
A comarca de Goiaona d para a formacio da
nova freguezia urna grande parte de territorio e
.^05UlL*c0, 0 paM0 <)ue comarca de Naza-
reth s Ihe presta, como j Uve occosiio de dlxer
fiesta casa, urna nesga de trra....
JJmSr. Depnlado :Seis leguaa de Ierra.
USr. Aguiar :Quando mesmo sejs esta aex-
tensao do lerritorio que se tira de Naz.relh, elle
0Pa.i nde Amr 1eaga de ler" c<"Po com
o qae se tira de Goianna.
n#!m"Vld",,J.eBlr" par8a formacio da
TT1\ 'y.- Pte de Timbeaba,
e do Pedras de Fogo. lugares importantes e mui-
annitomau rica, tem muito mais propriedades
muito m... engenhoa do que Goiaona. '
eseravoa""'0 f9 :-Eneono8 ** ous e tres
O Sr. Aguiar:Em Goiaona ha
quanlidade mmensa de eogenhos
Ces. E, se urna verdade
que acabo de dizer...
Sr. Araujo Barroa :-Isso contrario aquel-
las represenlacoes. A
O Sr. Agaiar:Representacoes de quem ?
< r, Araajo Barros : De amigos de V. Exc.
&' Agaiar:Nao onlendo o que quer dizer
iJsH'.li1?oia oizeDd. uma verdade, por
da. p que acabo de dizer, nio aei como
com loatica tirar tanto de Goianna, que
O, para se dar a Nszareth. que mais pos-
tJ*%?A> 'n ha de com a n,i" iojuslica
l^a.S!5.H.;.N,"telh- mai servlrero, e um additivo npprovaudoo novo
compromisso da Santa Cass de Misericordia,
sendo ambos pprovsdos, bem como am oulro
additivo do Sr. Fenelon.
Entrando na segunda parte da ordem do dia,
comloua a discussao do art. 8 do ornamento, o
'qual votado e approvado, bem como a emenda
do Sr. Pensin e outra do Sr. Machado Portella,
-"i aoterior, leudo fallado
creada e sustentada'pelo poder publico, que tem "> "wr. o aquello, contra,
umm especial, maa a quem aua deatinagao nio i,..830 .PProvadoa igualmente os arls. 9e lOsem
tira o carcter de estabolecimenlo publico, como i dlsousao.
sio as escolas primarias, lyceus e oulras institu- | mEo,r" e.m discussao o ort. 11, sobre cuja vola-
56es a cargo do ealado. i 5ao menilesta o Sr. Cataoho auaa duvidas, con-
O patrimonio desse eslabalecimento o resol- cluindo Pr Pdir eipIlcagSea sflm de Ilustrar o
lado da encorporacao doa bens da antiga congre- ,ou- vo, gagio de S. Felippe Nery ana prnprios provio- J0 Brro. o contestadas pelo Sr. Drumood, man-
ciaH., que em virtude do decreto de ti de no- .este ao feuerimenlo de adiamento at que
vembro de 1831 foram applicidos sos estabeleci- aeJ,m 'emetiidae as iformssdes pedidas ao g-
menlos deearidade. Yerno ; e o mesmo requerimenlo uio volido
Um Sr. Deputado: A beneficio do patrimo- Por f,lta dd n"mo e depuladoa. tendo orado a
o dos orphios. favor delle os Srs. bario de Muribeca eCatanho
e contra o Sr. Mello Reg (Raphael).
E' adiada a discussao, e levania-se a aessao,
sendo s ordem do dia de hoje a mesma anterior-
mente dada.
Conslmdo achar-se em completo desapru-
mo o sobrado n. 4 da ra dos Martyrios.chsmamos
a mais seria atten;ioda illustrissima cmara mu-
nicipal desta cidade alim de previnir qualqaer
sinistro, que nio >6 pode ser funesto para as fa
miliaa moradoras na referida casa 0 naa qae Ibe
fleam visinbas como moilo prejudicial aos seus
respectivos propietarios.
Na Revista Commercial publicada hontem,
deixou de aahir o segniote :
Carne secce.A do Rio Grande vendeo-ae de
19700 a 29400. a do Rio da Prata de lg200 a 1&800,
ficando em ser 9,000 arrobas da primeira e 5,100
da segunda.
Amanhia se devora extrahir a segunda par-
to da aegunda lotera a beneficio do Gymoaaio
Pernambucano [terceira coocessio] no consistorio
da igreja de Nossa Senbora do Rosario de Sanio
Antonio. !
-Acaba recen tem ente de ser premio- lom a me-
dalha de ouro e de dislinrgio, no graoAe co^icnr-
SO iolernartonal ,1o Paria, urna machM4 dO Cortar
capia movida por cavallo. J
E.-te concurso produzo a vantagav de attrabir
a silencio doa rgricultores pira asa machina,
que al entio nio linlia sido seriamente experi-
mentada na praiica ; mas qae agora o tem aido
nio dos orph
O Sr. Buarque: Por tanto, senhores. ainda
quando por oulros meios pretendis negar que o
collegio dos orphaos seis um estabelecimeolo pu-
blico, pelo que acabo de referir-voa deveis coo-
vencer-vos do contrario, e coovir qae elle sus-
tentado com a renda de bens pblicos, e conte-
guintemenie que nio se pode chamar um eslabe-
lecimeoto particular.
Se encararmos a queslio poroutro lado, vemos
que se oSr. Dr. Pmio ers pago pelos cofres do
patrimonio, e nio pelos cofres pblicos, esta cir-
cumslancia, que depende simplesmenle da forma
da adminisiracio. ou antes da maoeira por que
se faz a arrecadacio desae rdito publico, nio po-
de em hypotbese alguma influir na nalurexa daa
funecoes do empregado.
Ums ostra consideracao, Sr.. presidente, deve
pesar no animo desta assemblea, e ceocorrer pa-
ra que favorecemos aquello estabeleciminto de
candado.
Estando resolvido, como est pels approvacio
do arl. t, que o Sr. Piolo um empregado pu-
blico, nos nio devenios, razoavelmenle onerar o
patrimonio dos orpbios com essa aposentadora.
Se recoubecemos que elTeclivamenle o Dr. Piulo
um servidor da provincia com que razio deve
nr<..,.. t.iojii-ie ue sua apoaentadoria ? Se-
ria ama inquerencia, acrescendo que o contrario
pode ser olhado como urna obrs de csridsde.
Temos j o exemplo de um professor desse es-
abelecimento, o Sr. Polycsrpo de Freilas. que
o jubilado, sendo pago o seu ordenado pelo co- c01 vanlagem, como o altalam diferentea per
fre provincial. sonagens, que se empregam oa vida agrcola, a
Um Sr. Deputado:Bem mal feito. aos quaes tem a mesma machina prestadoservi-
U Sr. Boarque:J v por tanto a casa, qae o os ruae> com a cooomia de lempo o de bra-
facto nao novo, o queeases argumentos que bo- S0*'.
je invoco com bastante fundo de razio determi-
na ram aquella jubilapao; por isso, boje da mes-
as maoeira e por identicoa motivos deve o Sr.
Dr. Pinto ser pago de sua aposentadora pelos co-
fres provinclaes.
Ha um oulro facto que o citarei tsmbem, mas
acerca ao qual nao tenho presente a lei; do
medico de um hospital de earidade, o Dr.Garva-
Ino, que foi igualmente aposentado....
O Sr. Souza Res :Quando foi isso?
O Sr. Buarque :Redro o facto, mas a lei nio
a tenho presente.
O Sr. Souza Reis:Por esta casa nio foi apo-
sentado, porque o Sr. Carvalho morreu antes de
bsver assemblea provincial.
O Sr. Buarque : Nao sei se ser isto. talvez
foase aposentado em virtude de lei provincial.
Um Sr. Deputado: Era medico do exercito.
medico militar.
O Sr. Buarque:Eu oao cito s le que o apo
sentou por oao eslsr bem presente, mas effiaogo
que o facto verdadeiro. Servir elle ao monos
para sustentarlo do principie invocado em favor
da aposentadoria do Dr. Piolo, que a meo ver
legal.
Creio que estas reflexes bastsm para que a
casa regeile a emenda, offereclda pelo nobre de-
putsdo pela 1 dislncto.
tsmbem urna
nessas condi-
sabida por lodos, a
rica.
ig a uuia ire-
'.. "areib. porque, co-
ja tive-eccasiiode rti7<.r
lda latanrMiria) qua~ a nV'fra-
l. Porque, co-
---iio de dizer,
freguezia para Goiaona
.1 i.ni "' BUo doce>. "o
em planicie. ,,MriMi
a i Naxareth, preeiso trans-
-nareohaa. serra lainensamaoie
po de inverna i uta precipi-
uexJaAp6*aitencendo
reo lado* saber, e tu
os camnhoa deesa nova
r
ser
*#o0eiacao
a> "
servtanj
e, comosm-
0 Sr. Souza Reis diz que a commissio de orna-
mento leve em viste, rednziodo a verba destina-
da para expediente das diversas repartirles por
um paradelro so progressivo augmento desss des-
peza, que de dia em dia cresce aem um motivo
que 11 explique ; que por isso as disposicoe* ge-
raes do projecto, iodicou s commissio urna me-
dida que Ibe parecu servir de correctivo a esse
mal, mas como quer que coovenna estad.tr a ma-
teria mais aprofuodadamente, propo que seja
adiado o paragrapbo que se refere verba do ex-
pediente quer do secretario do governo, quer de
outras reparlicoee, at que se discuta a medida
proposta pela casa.
Resano do Sr. Canha e Figueirdo,
pronunciado na sessao de 2i (').
O Sr. Cucha- e Figoeirdo comtca por declarar
que se acba summamente pennorado pelas de-
monstraedes de adhesao que recebeu geralmeota
da casa na ocessiio em que leve de pronunciar-
se contra o procedimenlo e modo de pensar do
honrado deputado o Sr. Araujo Barros em rea
ci a eleicio do terceiro circulo. Diz que nio
proseguir nessa discuisio porqae quer acceder
aos desejos da casa que a considera desnecessa-
ria e mesmo por que nio est disposto a fazer
revelac,d#s que ponam toda a lox a falsa posi-
co de um dos caodidatoa do terceiro circulo
(sendo provocado pelo Sr. deputado Luix Felip-
pe declarou que nao se refers a membros de
sua familia a quem sempre votou sn isadej onde
eleicio do conselbeiro Jos Bento fora urna
das mais naturaes, visto que ali e por influencia
de seus numerosos e sinceros amigos elle rs
eietto deputsdo geral por maia de orna vez e tam-
bera deputado provincial, nao obstante ter sido
candidato e eleito por oatro circulo.
Com relacio s alteracoes dos discursos di
que quando o Sr. bario de Muribeca fez urna \i.
geira reclamagao acerca de um pequeo discurso
pronunciado oss seuoes preparatorias elle ora-
dor retirara aa expressdes sobre que versara
aquella reclamacio; e que se por ventura fes
alguma corregi em dito diecurso, fflra ella de
naturea toda innocente e segundo os calilos
por isso que apenas traiou de castigar a exprs'
(*) Pobii
Citaremos alguns distes altettadng pira dar
urna idea mais exacta da fouce machina.
0 Sr. Halpheo, proprietario de Castellier, pr-
ximo a Liaieux, diz:
Os resultados da machina sio excellentea; o
corte do caplm de segundo nsseimeoto, o mais
difflcil e ordinario, effectuou-se, como se o fosse
a mi, com urna rapidez prodigiosa. Igual
xito oblive em um campo de trevo. Diariamen-
te emprego a fouce-machina com plena aatiafs-
Co ; os meua visinhoa acodem a porOa para ve-
rem-n'a trabalhar, e a admira(io delles se liga
ao mesmo lempo simplicidade do mechsnismo
e ao delicado de todo o systema : ella ha de lar
por cerlo grande voga do centro de nosso paiz
Capinoso. >
Sr. Chevali, da Algeria, escreve:
A sua fouce-machina deu um bello resulta-
do. O feno cortado lio rente como se o fosse
pela gadsnha. E' a primeira vex qae vejo fazer um
trabalho tio perfeito.
OSr. Schaltenmann, de Bouxwiller no Baixo-
Rheoo eacreve tambem :
a J cortei 8 hectrea de luzerna e de trevo, e
a machina sendo bem regulada e dirigida corla
sem differsDca dsgadanha umheclarem tres ho-
ras de trabalho, anda menmo em terreno acci-
dentado. Tenbo laocos de 15 a 20 por % e para
a subida necessario qae ponhs dous cavallosde
forc-a mediana ; mas isto em nada e embaracoso
para o agricultor, que Uer durante a feoisa^io e
na ceifa cavallos de servico descancados.
O Sr. Vogler, da herdade da Dice em Monta-
mi- Bellay, diz:
Dirijo-lhe as miohas felicitaces, pois nao se
poderia desejar cousa melhor para o servico dos
prados. Iguala ao da gadaoha pela limpexa,
meamo na herva cahida e sem embargo dos altos
e baixos do slo.
Estes extractos de cartss de vsrloa individuos e
procedentes de localidades dilTerenles.alm de oa-
tros testemunhos mais qae sio desoecessario ago-
ra ajuntar. resamem os resultsdos cblidos da
fouce machina nos servicos a que ella desti-
O0(J9a
0 importante problema da ceifa promola oer
feta e econmica est resolvido pelo que eareea
e segundo resultadoa praticos obtidos na nSS
dsde do Sr. Pepin-Lebaoller em CooteoSn foi
recoohecido produzir a fouce-machina ura eco-
noma de 72 por /, da deapea, que far-se-hia
para o corte miu em lempo ordinario aera ea
tlmar-ae porm nenhum accrescimo de mi d'obra
excepciooal. "-noaoora
UmadesUa fouce* machina nloseris cousa
odifferente psra os donos deesas grandes baixas
de capim, que temos pelos arrebaldes, e auft ne-
gocia com elle efectivameote. Com urna ne
quena despezs por ama vex oeooomisori8n, lem-
po e dioheiro, que gastam aempre, todo, os dias
podendo com ella alm disto chegarem a hrpri'
dad^e e poolualidade, qae Ibes aio boje impossi-
O Sr. Deloecbe. na roa Nora o. S2, poder
fornecer informales a respeito a quem s aoei
ra ; assim como se eocarrega da respeclia en-
commeoda, cojo cusi total andar de 4001000 a
600 em nosaa moeda, aem mala oatro accreesimo
As noliciss do estado sanitario da cidade do
Ico sio os mais nefastas possiveis, bm que ,f.
rmem a declinacioda epidemia.
Parece que alli nioguem deixou de ser accom
meltido do cholera,pois a mortalidade de tutenta
por dia n'uma populscio pequea induz o eaoi-
nlo a eata suppoieo ; actualmente baxr, ,0
daze e numero dos lallecimeotoa
Bulto mal, acha-se felizmente restabelecHo, ten-
de peres, paasado por golpes mol seoslveis.
\ c iJr*rlV ngn' noMo "iio espitio
A. *-'6'. do lio de ana aenbora Dr. Feli-
3*! 0ll,M 9mou maU ffle **
**aaili Pinln lera paseado tsmbem por gol-
pea aio menos sensiveis. A morle do Sr. Vlelo-
torino Piolo e seu filbe Antonio Piolo, moco psra
quem despontav. (eaba a vida, a da Henrique
Pinto e a de nutro, raaeabros mala alo por ella
lamentados ; e eltimaineaie af pataeU noticias,
bem que anda vagas, de fallen,manto do padre
Theodolpho. '
A peasoa qae nos ii fin insta noticia, dlx-
nos que esse neaso bem amigo eiVlivamen-
te fOra accommeltido, mas ne dallando ells-
0 Ico pelo prlncfUTO delta mez, j ficava ella
*?. ??|h0f',! : l)0tm qMe mioho lhe cona-
tara o seo rail Intenta.
Estedesenvolvlmeoto da mortalidade ettribue-
se a falla do recurso, pois o deleixe oa a incuria
em acudir a populacio foi extrema ; e para onde
se tes alguma cousa, foi ella em lio pequea es-
cala, que em breve ludo se coosamio svultsndo s
a penuria moldurada no terror I
Fallecer afleal a mulher do Dr. Fructuoso.
Corri qae o Crsto j fora Invadido, e qoe a
manifestado do cholera alli iocioa-se pelo fal-
lec ment de trinla perseas oo primeiro dia.
Por este preludio pode-se ver a qae cifra si-
bir o numero da victimes, alli se sttender-ee e
ndole o a eiteosio da popnlacie do Cariry
Dos se qseira amerciar de na 1
Pe le-se-nos a publicado da aeguiole carta,
como urna prova de recoohecimento e gratidao
o Sr. nr. J. B. Cass-Novs :
film. Sr. Dr. Cata-Nova.V, rom a maior
Mttsfacto que passo a commuaicar-lhe o atado
de miaba senhors.
Depois de um longo soffrimeolo, produaido
nao a pela molaatia. como tambem palo tuta-
niento allopalhico prescripto por diversos dos
mais inteligentes mdicos a quem racorri, e
quando o ultimo que a Iraloa (o Sr. Dr. Sarmen-
t) diase-me qae chava-a cura quati que im-
possivel, mas que sempre appltcaria alguna re-
medios psra aventurar, porqae ella padeca de
hydropesia no coraco, opiniao que em parle
combinava com a do precedente, havendo a6-
n.eote a diferenca de qee este dixia tambem
existir um pleuriz, e combinando todo Uto com
o estado da doeota, deaaoimet completamente, e
cneguei a duvidar qae hoavesse um remedio que
fosse cap.z de ao meaos allivia-la de seus psde-
cimentos, mas felizmente foi a bomeopaibia
lembrada, e no primeiro de maio coovidei V.
S. para trata-la, ao que se prestou, sendo que
boje, quando apenas fstem 15 dias do Iralamea-
10 nomeopaihico acha-se completamente res-
tabelecida e oo goso da mais pexfeita sau-
de. Imploro do todo.Poderoso pela dilatacio
de seus das para allivio doa que se scharem em
idnticas circamstsncias e coniolacao de suss
fs mi lias.
Sirva seV. S. scceitsr osnosioi protestos da
mais sincera estima, recoohecimento e ratidio
com que temosa honra de aer de V. S.-Respei-
tsdores e otngsdos. Custodio Jos da Silva,
Mario Erundioa Jacome Pessoa.
Sobre proposta do Sr. Dr. chefede polica,
achs-ie oomeaao subdelegado do primeiro dis
irlclo da freguezia do Bonito o Sr. Francisco de
Paula da Cunha Bastos.
Remeiiem-noi o seguiote :
a Sr. redactor da Revuta Diaria.Sem
profissIOKSl Da materia medica, lodaa
posso deixar de dizer, que bem judiciosss
pareceram as reflexes apreseotadaa em
Revwta de 21 do crrenle pelo Sr. S. S
veimnnie algum medico esclarecido, acerca da
resusciioio da Parahybs, sobre cujo objeclo
tanto se ha dito, sem que at o presente nada se
tenha conseguido para o esclarecimenlo da ver-
dade.
s=
-----------_
ser
nio
roe
sua
prova-
Nio bastsm por cerlo estas averiguacoee que
se tem feito para a oenelrsr o profundo rayate
rio dessa retturreicao, ainda mais preciso,
como bem dase o Sr. S. S. a interveoco da
medicina legal, nico orgio pelo qual poder ser
resolvido esse problema de identidade de
pessoa.
o Para ae poder verificar a i Jentidade, pre-
ciso terse em via os caracteres seguin-
tes: idade, sexo, con-tituicao, estatura confr-
itMcio exlerna, pegadas, cicalrises, manchas,
stgnaes epinturas dq palle, phiaionomia, ciado
ao* denles, estado e cor dos cabellos, e pro
fisso.
E' pois debalxo desse ponto de vista, que a
med-cina legal tere de fuodamentar-se para
entrar na apreciacio do que ae busca.
a As manchas denominadas nceoi materni,
sendo iodeleveis nio se podem destruir aem al-
terar o tecido da pelle, do que sem duvida re-
sultando cicslrizes se toroariam tio iodeleveis
como ss proprias manchas.
Com o titulo de Elude Medico Legal sur le
Talouage, publicou A Tardieu, (Aon de Med.
Leg 1855, tom. 3J um trabalho curioso acerca
daa pinturas na pelle coosideradaa como signal
de identidadde. E asaim reaume elle oa resul-
tados praticos do seu escripto.
a As pinturas na pelle, podem da mesma sorte
qae os diversos sigaaea externos, que exialem
naa differeulea partes do corpo, facilitar o reco-
nhecimenlo de cerloa iodividaoa. As pinturas
na pelle devem pois ser justamente considersdaa
um s goal mui importante debaixo do ponto de
vista da veriflcacio medico legal da identi-
dade. i)
Alm disso, mullas oulras razes assistem
para que se posea reconhecer a idenlidade, mas
quando assim nao bsteos, nio smenle pelos
symptomas moroes que se poder chegar ao
desidertum, e por esse motivo que o Sr. S. S.
disse que era preciso o recurso da sciencia, era
preciso a intervencio da medicina legal.
Deixando o mais que pode servir de prova para
tal recoohecimento, pergaoiarei, como poder
um juiz exarar a aua aenlenca, sem que para isso
tenha precedido am exame minucioso aoccorrido
pela sciencia medico legal? Pens que nenhum,
a menoa que queira acarretar a si a responss-
bilidade que poder resultar de saa de
cisao.
Nio devo profundar-me na apreciagio desss
questao para oio me collocar em embaracoa, e
unto mais qaanlo, como j disse, alheio a mate-
ria medica, nio poderei desenvolver-me preci-
samente.
Entretanto tendo por nico Om o desejo de
concordar com o Sr. S. S., deiio-ihe o deseo
volvimento dessa materia, que ser lio bem
esclarecida quanto o desejs.
Repartico ba polica. [Extracto das parles
dos dias 25 e 26 de maio.)
Foram recolhidoa casa de detencio no dia
24 do cor rente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de policio Joio
Eleulerio de Deue, pardo de 38 annos, funileiro,
por ter amanhecido no torreo da companhia
americana.
A' ordem do Dr. delegado do primeiro distric-
to, Jaciotha, crleula, de 30 annos, costureira,
por ter declarado ser livre, sendo escrava de
Jos Alves da Silva Guimaries, e Casimiro, par-
do, de 23 aooos, ganhador, eacravo de Joa Fer-
nandos Dias, por andar fgido.
A' ordem do subdelegado do Reoife, Apolina-
no, crioulo, de 59 annos, canoeiro, escravo de
Bernardo Jos Rodrigues Pioheiro, por embria-
guez e insultos
25
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
o porloguez Elbelo Joaquim da Silva, branco de
24 annos, isooeiro e Msnoel Frsncisco da Ttin-
dade, crioulo de 16 anuos, pedreiro, por dislur-
diqi; Manoal Antonio de Barras, porlaguez.bran-
co, dei 23 annos, que vive de negocio, o Frso-
cisco Pereira de Otiveira, pardo, de 20 annos, I
Ihsdor de caroo, por briga.
A' ordem do de S. Jos, Hsria Rita da Coocei-
cio, crloola, de 26 aooos, costureira, tambem por
Freir, Cear, 35 aooos, casado,
Boa-Visii ; varile.
Mara Joaquina do Sacramento, Peroambuco,
80 aonae, vieva, Sanio Antonio ; diarrhea.
Deodoro, Peroambuco, 12 dias, Boa-Vista ; te-
laoo.
BeDeal,fiAfrk W 'oaoa' 'o, esatavp,
Boa-f tata ; bydroaeaia.
Benedicta, Penambuea, 60 antea, soUeka ea*
crava, Affogadoa ; cholers.
Jos.Pernambato. 14 mezes, Santo Antonio:
eertlieio.
Jos Francisco Tavarea, Peroambuco, 80 annos,
casado, S. Joa ; diarrbaa.
Atina, Pernamboco, 3 annoa, Boa-Vista
tite-inierite.
Msria, Peroambuco, 3
aarampes.
1 )1'iT"T nuil
"tvoe. e outraa an.n.. .._ _*
Benadicta, Pernambueo, 50 aoos.solteira", Boa- ..
Viata, cholera (escrav.). tfta^iSr f 1*iU* *W
Antonio, Parnambiico, l mezea, Boa^Ysls; es- ,-,D
pasmo. .7
Msria; Peroambuco, 17 mezes, Boa-Vista ; febre
Jos,"" n.mb'uco. 1 ,nno, Recife : denticio. rMu^tt?6!^^ "
-._ -16- *^?TT*! TOUmsnb. afliecl
Jos Gomes
O Sr. Hereniea MBbeai acompanbou sTST, es
j* nio paapaoaahars
hepa-
annos. Santo Antonio ;
Henrique, Pernamboco, 13 mezes, Santo Aoto-
Oo ; coqualuxe.
Communicados.
Villa de Ignarassii.
Poucaa leguas distante da capital, este Igusras-
su oao sai lio feliz qoe merece a contemplacio
doa admirados: antea vio se dando factoa. que
bem exigem aa honris da publicacio.
Um horroroso crime foi perpetrado no dia 4 do
correnta no lugar Pitang, las leguas da villa,
por um individuo de nome Jos Crispim dos San-
tos, que asssssinou pai e cunhsdo, chegando o
furor a ponto de partir cot om golpe de fouce a
caboca do cuohado, que tioha cabido ferido de
bala.
Nio aatiafeito Crispim desfeixou um liro nsso-
gra da irmas para nio creer nios insolentes ou
iro oa umaa para oio procurar salvar o marido
e oulro n um menor, cuohado da irmia para nao
pretender enastar a velha mii, j morlalmente
A noticia de urna tal earoeficina s chegou a
vills aa ooze horas da ooite, quando o subdelega-
do veUva junio a am passageiro, que sendo ac-
cumneilido do cholera nao deixava esperanca de
lyar-ae. *
Na villa nao ha torga sufficiente, mesmo para
guardar a cadeia : era oecesserio reunir gente
para seguir em numero de perseguir o criminoso
e conduzr os cadaverea e feridoa ; era necessa-
no, nao deixar morrar o doenle que eslava sendo
curado pelo subdelegado.
Dadaa si ordene convenientes, a deligencia s
parti ao amanhecer do dia 5 para o Pitanga :
onde o corceo maia endurecido nio podia deixar
do sentir lauta miseria I Crispim em fuga, dous
cadveres, tres feridos e tres miseravets prenles,
senisdos junio aa victimes, chorando a morle e a
penuria I
Oa habitantes da villa iram entrar oa cadve-
res, os feridos e os pobres acompanhadoa pelo
aubdelegadoJoio de Carvalho Raposo, que, fa-
zendo dar aepultura aos morios, tomou os vivos
a seu caidsdo, repartindo seus recursos com es-
ses misersveis, que encontraram am pai desve-
lado.
Os feridos ainda nao esli salvos e nem em
estado de aerem conduzidoa para o hospital de
earidade. '
Prosiga Sr. Carvalho Raposo, concillando os
de veres da autoridade com o sentimento de com-
paixao pela desgrsca de seus semelhaotes que a
humanidade agradecida bem dni tio louvove
procedimenlo.
Com o apparecimento do cholera no povoado
Uabeiioga o Exm. Sr. presidente da provincia
rerneiteu ao subdelegado da villa daes pecas de
oseta, o que era exigido pela Indigencia dos af-
fectados da epidemia.
Itabalioga j est dessssombrads, masltapisu,,
ma, que faz parta do segundo dislricto foi iova-
dida e cuasia o faliecimeoto de tres affoclados e
poucos doenle.
O subdelegado daltapisums requisiton bsta ao
euodelegado da villa, que immediatameote remel-
leu a porcSo pedida.
iiapiaumn lula com ama difficuldade, qoe deve
aer removida para bem daquelle povo, e a exis-
tencia de um cemeterioque nio eal as condic-
Qoe* exigidas para oa eolerramentos, porque se-
gundo nos informara, cavando-se dous palmos
eocootra-se pedra e agua.
E' voz na villa que thobstante as ordens do
delegado prohibir os enleraijaeotos niquelle lu-
gar.todavia em Itapisama s teem enterrado cho-
lencos.
ti' preciso mais energa da parte da autoridade
para evitar o mal.
Na villa nao ba cholera ; todo sesee em boa
paz. *
E o velho qua ouss rogar a publicacio psra
estas linhas perdeu os ocelos, e vai colher mi-
Iho e feijio para os meoinoa, coocloindo por pe-
dir que se bouvereapaco naa columnas do aeu
conceituado jornal o matricule como oolieiador
do que fr occorrendo oeste lagar, que alias j
tem com que estregar nevfoa de grande lote.
Taiep, 14 de maio de 1862.
O Indio.
0 cholera oeita villa do di* 17 psra c tem lo-
mado un, incremenio aterrador, e o que mais
desanima a populscio a falta de urna pessoa
habilitada que applique os remedios necessarios
segundo as diversas facea di molestia ; todava
alguna curiosos lem-se dedicado em soccorrer
aos accommetiidoa, e d'eotre estes curiosos dis
tinguem-se, o digno juiz municipal do termo Dr.
Felubioo de Mendonca Vasconcellos.que a qual-
quer hora do dis e da noate est sempre promp-
to j para destribuir oa medicamentoa da ambu-
lancia que lhe remetteu o governo, jipara ir
ver o doenle e applicar-lbe os remedios necessa-
rios segundo o receitutrio que a eata acompa-
uhoo, eoaSrs. Carolino dos Prazeres Reg, te-
nente Antonio dos Santos Pinheiro, alteres Al-
fredo Alves da Silva Freir, Joaquim JosTava-
res da Costa, OlympioTheodoro da Silva eopor-
luguezJactoiho.
O delegado do termo tenante-coronel Francisco
Santiago Ramos e seu DlhoJos Baplisla Saoiia-
go Ramos no seu eogenbo Tibiri e suss medis-
ces tem seguido o mesmo exemplo e feito tu
do a seu alcance para pelo menos minorar os
StTrimeotos dos accommettidos.
Na povoacio do Abree, informsm-nos, se tem
distinguido em soccorrer os cholencos, os Srs.
Francisco Antonio Pereira dos Santoa, Joio Agos-
tioho do Nascimento eTavnra Iasigena; pelo que
estes senhores. nio s se teem tornado dignos da
eatima publica, como tambem credorea dos
maiores elogios o registramos
para que tao assignalado
olvido.
Barreiros, 20 msio de 1862.
' Por um habitante do lugar.
Recebara pola, os 8m"To"ocJ Cosale Fotio-
ZlTrL0^"*" d8e,e,D', tr.ildi*!o5
qae poaae dizer, que commlgo acoatoaharia
oestes seelirneotos tddos aqueles qa reVeJmrant
doetes senhores beneficios ^ receonran
Villa do Cabo, 25 de marco da 18a.
J.to da Silva Salgada.
Pubifcaqes a peaido.
Tem-se dito qne o sobrsdo o. 4 de ruidos
Msriyrios soffre grande desaprumo, mas nio cae-
ta que a autoridade competente mandasse proce-
der a exame algum por onde se conhecesse do
qne nstureza ase desaprumo. Consta qua os
interesssdos mmdaragl' fazer om exame por pe-
ritos seus. que oio oMtaote, dlsseram que 0 so-
brado podia ser concertado dabi i qnatro metes e
outro seis, de maoeire que desse lempo para
c, cujo praxo j se esgotou, oenbuma providen-
cia anda se dea.
Roga-ae, portante, ao miorsterio puMlca lance
suas vista pare erse negocie, qoe de muir Im-
portancia, porque assim preveo ir algum svoie-
tro, que por torca da circunstancias venta a
dar-se.
Aiods eata vez lembramos i quem competir,
que easa opiniio doa periioa. que o sobrado tioha
des pollegadaa de desaprumo da empea ao cimo-
e qee edificado de am s tijol >, nio foi verifi-
cado,como parece, o devia lar aido.
O obaixo assigoado, nio pudendo oblar molho-
ra n uui tumor qe ha sen metes principiara a
desenvolverse do lado dirette do roste, entre o
queixo e o pescoca, foi consultar ao Illm. Sr. Dr,
Joio Ferreira da Silva, no dia 27 do prximo paa-
sado mez.
Depois dss invesligaces precisas, declarou-lhn
o maocionado doutor que a sua molestia era urna
degenerencia de parle da mucosa correspondente
4 regiao sublingual, da qual dependa igual alle-
racio nos ganglios sub-maxillarea, e qua, comea
aua cor e eatado geral faziam erar qae ese moles-
tia se schava localissda, propunha-lhe a exrpa-
cao dessea tumores, cemo o coico roeio que po-
deria trazer ver Jadeira vaoUgem ; porm, aceo-
selhou-lhe que, sendo de maila importancia urna
resolucia desti oaUreza.coovioba que antea coa-
aultasse a nutroa collegas.
No dia 4 do crranle voltou o sbaixo assigoada
casa daquelle doutor, edise-lke qae o sea diag-
nostico rs confirmado pelo Sr. Dr. Carolino
Fraociaco de Lima Sanios, a quem bavia recorri-
do, mas que este o desanimara completamente,,
tanto pela gravidade do mal como pela impossibi-
lidade da operario, affirmando ao abaiso assigoa-
do qae se ebegasse a tenala, succumbirla antes
de sr linalissda.
De novo insisti o Sr. Dr. Ferreira as oecesai-
dade de urna conferencia a qua4 levo lugar no
dia seguiote, compareeendo os Srs. Drs. Jos
Joaquim de Morsea Sarmente Joaquim d'Aqui-
no Fonseca. Amboa confirmaram o diagnoatico,
e foram de opioiio qae a operacio poda ser le-
vada a efiVito, extrahindo-ae o tumor de debaixo
da liogua e do masillar; nio ae tocando, porm
n'uma pequea engorgitacio qae havia entre o
ngulo do maullar e a regiio maateidia, porqae
nio parecendo ealar degenerada, era poaaivelqoe
viesse a desapparecer depois da operacio.
Tres dias depois, preseotes es Srs. Drs. Pereira
do Csrmo, Soriaoo de Souza e cirurgiao Leal,
pao compareeendo os primeiros consultantes per
impedimento pessoal, concorda rom com a opiniao
desles, ecom osssua auxilios procedeu o Sr. Dr.
Ferreira a extirpscio dos ditos tumores, corae-
cando pelo da regiio sob-msxillar.
Fot longa a dissecrao por causa das adheren-
cias intimas do tumor com os tecidos contiguos ;
depois da ablacio do gaoglio, que era bastante
volumoso, viu-se que a glndula aub-maxillar
pareca participar de ama d*generencia, a enlao
fo ella exirahida queai oa lolalldade, pondo-se-
Ibe um fio na insercao, por se receiar o abrimeoto
de algum vaso os incisio.
Durante a oerscio nio correa accidente nota-
vel ; apenaa foi ligada a arteria facial. A ope-
racao da regiao aub-lingnal foi pralicada sem o
auxilio do chloroformio.
Os tumores extrahidos foram examinados peloe
ossiatenies que recoobeceram a saa naturezs can-
cerosa, v
O seguimento da operacSo paisou-se sem no-
vidade : nao sobreveio febre. Ao terceiro dia, foi
folio o primeiro curativo, estando presente o Sr.
Dr. Ssrmento ; o taino j estavs unido. A sopa-
ragio era diminuta nos diaa aeguintea a nica-
mente pela passagem daa lmhaa qne ligara oo
vasos. O estado presente bom ; a eogurgrtaiao
posterior ao tumor, e urna dormencla que aealia
oabaixo asaignadoem parte do labio inferior,-Tai
a melhor.
Achando-se presentemente qusai restebelecido
o abalxo assignsdo, vem por este meto manifes-
tar o seu reconhecimentoa todos oa mencionados
hrs. Urs. e especialmente ao Sr. Dr. Joio Ferrei-
ra da Silva, da boa voolade com qee se presten
a fazer aquella operacio pelo diavallo e Habili-
dad! com que Iraton o abaixo asaigoado durante
a aua enfermidade.
Recife 22 de maio de 1862.
E. Duperron.
oa seas nomes
servico nio fique em
O chefe da 2a seccio,
J> G. de Mes quila.
ou
<.sr.tM2ri,.,D]0 da enfe""*i 6a casa de deten-
ci do dia 25 de maio de 1862.
Teve baixa para a enfermarla :
Joao Fernandea da Silva, opbatalreia.
Joio Flix da Coala, iotermltente.
Alexandre Crrela Moreno,otile.
Tiveram alta da enfermarla
rm dea
Wvh* a I"Wo. em reaurao e.t.d.scur.o porqueras.'' C0DlaDd0-e "e'1" +++ZOSX
' -' ^"n^^r.0^ Sf'-I1? -ied.de, |jMo'n Cru S?9 ^^
dooiachygraphoj estavamuito
w^Vi- p* '" aPaDDSao Por teoso.
1 A Redacgao.
nao sao desta j Joaquim Beserra a Santa Anna.
Sr. Rufino ia Aleen, otedico, qtnooMrdr.I-^-^1A*10 M ,M ** *
I Re rooueo
liorrespoiidfccia&e
Srs. redacloree. Nio posso deixar de recor-
rer as paginas do seu conceituado jornal, para
tributar um voto de gratldio aos Srs.: coronel
Francisco Jos da Costa e Hercolaoo 'Andrade
Fortuna Pesss.
Sim senhores redactores, quando no dia 31 do
mez prximo passado, foi invadida esta villa pelo
terrivel inimigo do cholers, qusndo.eo aroenhe
cer d aquello dia tioha accommellldo para mais
de trila pessoas, entre as quaes sele fallecern)
no da immediato, quando se achavam os mora
dores desta vills assustados.vendo que o inimigo
zombava dos remedios allopatbas qae se Ibes ad-
rainistrsva ; foi nests occasiio que a Dtvioa Pro-
vipeocia nos msndou o Sr. corooel Francisco
Jos da Costa que se tornoa incanaavel de da e
de noite, acudindo a todos com urna earidade
evangelice.
Nio bavia hora no dia e na noite em que se oio
ouvtite bater as portas, em cujas casaa suppu-
nbs-se estsr o Sr. coronel Coala, e neslss mes-
mas horas elle se prests va a'todos que reclama-
vam sui ^resees ; j a cavallo, j ap, passsn-
do lugares com grave detrimento e risco de aua
vida, tornando-se aasim um athella da eari-
dade.
Os remedios applleados pelo Sr. coronel Costa,
ersm ds homeopafhis, com que lrou felises re-
sultados, como aconteci, com dous eecravoa
A M1NHA QUERIDA MAI
?IARIA CANDIDA DE MATTOS
Repoasa l no co eternamente
E vira ea c na torra sempre triste.
CsmOes.
A ampulhela do tsmpo marco hoje doos
annos que mlnha mai deixando-me vooo
entre os suspiros e lagrimas de sena lbos
para os cos a chamado do Dos Todo Po-
deroso. Deixou-me I e o meu corac*o*fl-
cou immerso em profunda tristeza porqae
bem sabia o que perda, porque bem ava-
hara que ae apartava do msis precioso
thesouro que dado i natureza humana
fruir obre a Ierra ama boa mii I
Ah I ludo en perd, reslando-me da
tanto bem, apeoea ama viva lembraoca
qoe ainda mais se avivar, quando a loasa
sepulehral della me approxtmar!,..
Resia-me, porm, a eontolacio filba igreja, de qae o msrtyr do Golgotha i
apreciador verdadeiro das virio es de uros
mii lera comprebendido osen virtuoso co-:
roci o lera recompensado com a gloria
promelltda aquella qae ae tornoa cred6r
de sua iofioita miaericordia... 27 d
saeta I,..,
auiiauui,. otui .wuiwiu boui uous escravos tallo baiaV da durar msis da aro ansio aaaa^aa.
meas, aue estando aborda di sepultura hnm* Uigal/t otim^Tmlo^!tZ^% "'
Eu o principe regente, fago saber aos qae i___
alvar virem, qae lomando na mfoba real oaaanV
derago o requerimeoto do proveder da .Santa
Casa da Misericordia desla cidade, sobre a iaojai
(io que me pedia, da contribuico do sello daa
quitagoes dos legados, de i xa doa meaaa Saeta
Casa, em atieiico ds applicafoes pias a que eran
destinado* o* seus rendtmeutos, cuja considera-
cao j me bavia movido a sunlar da referida
Santa Caaa da coolribuicao da decima : Toado
ouvido aobreests malaria o mea conselho de fo-
seada, conformando-mo com o parecer: Hei oor
bem, por effeitos da moha real piodade, de iaen-
tar a Sania Casa da Misericordia desta *'-inta OQ
conirlbuicio do sello das qullagoes dos legadot
qae Ibe tenbam aido oo forem deixadoe i
gando para este ffeito smenle a disposieo do
8 do alvar de 17 de junho do auno arexim
passado, ficando alias a todoa oa oulrea reaoetlee
em aeu ioieiro vigor. ^^
Palo que mando ao presidenta do mea reai
erario, conselho da moha real fazeada, a a teda
os iribuoaes, ministroa e mais pessoas, a queso
pertencer o coohecimenl desta alvar, qoo o
enmpram e guardem como nella aa tralaaa,
va lera como carta passada p^ theofellarja. p-rr
to que por ella oio ha de pasear, e oa o aeu ef-
ei to baja
m

-
"*~''



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*? mlo % \m.
Jnwttortro de W.-
ftanctoo rogsnte.
. taco saber ios que eit
? lomeado u miada real csosi-
tertmeoto dos adminittradore d*
Cw oa liliiiwrtlK SioCtaristorlo da cidde
Os fc fe* pos de BengoeRa, em que me haran
toado_a grtfa de previlegiar aa quacoe do
legras* detxtdos i mesma ca, para aereas sen-
t a prsstoclo do fallo Imposto pela 18 do
airar a 17 4 junho de 1809 sm papei deee-
melbanle natsrsza ; ritto que eu por efTeitoa da
driaht paternal beneficencia, temare solicita em
acotan precissas ds asisto esa menor gra-
vaos dos meua fiel raallu, j bar concedi-
do a mesm grtct em btneiio doa legido dei-
xtdes Sania Caa da Misericordia dettt corte
a a*Mr4 de Mola escombro a 181.
I tendeado a que oa rdito, neo sfi dealas,
tnaootsdtaa outr catas loliluladat de MHie-
asooasta dtsta oslado e oais dominio, te Uinm
dianas daquelle favor, em rato daa-nia* aspltca-
fu m que san aesnas'cj, depois de ouvir aebre
Oto materia cuussmo de minha fateocl, coaj
aup tai servido csniermar-ma: Hi por bem
iieuUr igualmente a Cas da Misericordia de Sio
Chritlorio da cidade de Sio Filippe de Beaguella
Jo pagamento do sotredilo sello dos legados, e
liar esta diapoticao a favor da todas aa mii
Casas ale lti*ericordia do ealado do Brasil a mata
donuaioa, paraqua tiqueo neo tas do pagamento
de talla da> todas aa quitacea don legados que
Ihe foren detxedos: derogando para este flm o
9 8* do altas* de 17 da junho de 1809, Qcaado
em lado o mata em aeu iaieiro rigor.
Pelo que mando 4 mena de desembargo do pa-
co e 4a coosclencia e ordeos, presdeme do meu
real erario, coaselho da mmha real (aieaia, re-
gedor das justicia, governadores e capitaes ge-
neraes, ministros de justica e fainada, e a ludas
na mais peasoas a quem perteacer o conhecimen-
te detle airara, o cumpram e guardom.
E caler como caris pasuda pela chancellara.
posto que por ella nao ba de passar, e que o seo
ffaito baja da durar mala de um auno, aem em-
bargo da erdenacio am contrario.
Dado oo palacio do Rio de Janeiro, em 20 da
malo de 1811.Cora a aasigoatura do principe re-
gente e a do ministro.
Brigue portugos Luxisow, pata e Rio da Pra-
<, carregeram ; .
Harqaea Barros & C, 900 barricas o 200 meise
o 2.515 arroban da estocar.
ato rwmclatj tateman
de Heroambueo
Rtndlmento do da 1 a 24. 21:0994942
dem do dt. 2...... 8141104
24:9Uf046
Consulado provincial.
Randimanto do da 1 a 14. 37:5781817
dem de da 29......; 3:514jfi77
41:093*394
Movimeuto aopono.
- Di. 26 -
Nao hotveram entrada oem sahidas.
Eoitaes.
Julgo por tencenes s jautifieccio de folbas para
prodoiir sean sctotiot ; o asen rao psase a carta
reqaerida na praxo do 30 da e paguem oa
juaiiQcaatoa a* castas.
Primeiro dlslricto da fregancia de Santo Anto-
nio do lsctfe, 20 da mtio de 1862.Jos Luis
Ptrelra Jnior.
E oada mais aa cootoha am dita teir o? dada
no auto, per beca d qunt an paasen na jutti-
Ocaniaa n presente edita! com o praio de 30 dias
pela qual an chama a cita o referido llana! Joa
Leite. pera naja dentro dn 80 dia cempareca
por at o por cea bailante procurador para ae
proceder aoa termo de coaciliacin na forma da
pelicio e a onatquer entra pnaeoe pace que Ihe
faga aaber dente mecms estocas, afim da que elle
nao fique iusofeto.
O porteiro inlerion deate julio publicar este
noa lugarea maia publico deate dittriclo e afil-
iar pastando certidlo em forma.
Dada e paseada oeste primeiro diatrieto da fre-
uetta do Saotiaaimo Sacramento do bntrre de
Santo Antonio da cidade do Recite provincia de
Pernambuco, aos 20 diaa do mee de malo de
4862 Eu Joaqulm da Silra Reg, esertrao qne
o eacrevl.
Jos Luir Pereira Jnior.
Declarado**.
O Dr. Trlstio de Alencar Araripe. offlcial da im-
perial ordena da Roa ejuix de direilo eepeclal
do commercio desta cidade do Recife e aeu tar
mo, capital da provincia de Pernambuco, por
S. H. imperial e cooatituciooal o Sr. D. Pedro
II, que Dos guarde, etc.
Fago aaber pelo preaenle que a requerimento
de Sauoder Brothen C, ae acba aberta a fal-
Iencia da firma commerciat Faria & C, pela aso-
tenca do theor seguate : reado-ae doa preaeotes
autos, que os commercianle Faria & C. ettebe-
lecidoa oesta cidade com loj de fazeodet, ceata-
: rem os aeua pagameoloa. hei por declarada a sua
falieoeia, cojo termo flio a datar do da 1* de
abril prximo pasudo, e ordeno que em todo os
bena, livros o papeia dos fallidos ae poohim ellos
os forma da lei, remetiendo para esse flm ao
juiz de pas competente copia deate despacho. aoa _i j i t
Nomeio curadores fiscaes da masaa fallida aos NJo ** tendo reunido numero legal
?!!?"".5,?d"!_B.rotners &.c-.q preatario dos Srs. accionistas para ter lugar a as-
semblea geral annunciada para hoje.
DO
BEBERIBE.
semestre
o ornamento do
i, criar eogeilados, gaza- fdra novamente marcado por'esle Juico 'd'ia'30 procederse a aleicSo da nova
rea e quaesquer obras de do andante a 1 hora da larde, oara ter (usar a Ls___. i j j-
niea-Ord. 1.1-1.2 41; reuni.o decredore. .Um de aer nome.do depo- ^ e traUr de diversos neg
Sie legadas pos : Ilusas, aonirerssrios, res-
poasna, coafissoea, ornamentse eousa qne ser-
vara para o culto divino. E oem asaim curar
enfermes, camas para altea, vestir eu alimentar
9ire, ramir captivos,
tbar caminhauWs pobres
miaericordia aematha
quer aeiam delcadoa ea igrejaa, aoa eaiabeleci- sitario ou depoailario.
ment dn oatruccaooo de beoeticenciaCoelho
da Recb impres. de 4644 g 682 v. | ma
Purtioto, legados pos sio todoa aquellos em g
que n testador tere em vista expreaaar a sua de-,
voce ou pela Je com aa igrejaa, eatabeleeimen-
tos de caudade, dn nstruceso ou de beoeficeo-
cia, loaqaiea legado, leguodo o direilo, nalao
iseotos do imposto do sello ou taca.
juraraeoto, e publique-*e a (silencia por editaes,
procedeodo-ae aa demais diligencias legaea e
coavocados oa credores para o dia 16 do correa-
te mez a 1 hora da tarde.
Recite, 10 de maio da 1862 Trislao da Aleo-
car Araripe.
Nada mais se cootoha em dita sentenga que mesma compaoliia, afim de
aqu est verbo ad verbum transcripta e copiada, as coritas no semestre lindo.
e teodo um dos socios aggrarado da mesma seu-
tenga, e sendo ssmelbanle aggraro oo prvido.
sS > novamente convidados os mesmos
senbores a se reunirem no dia 27 do
correte ao meio dia no escriptorio da
examinar
appi ovar
vindouro,
adminis-
negocios cons-
tantes do relatorio do Sr. director, pre-
09JfMKIOn
Praea do Recife 26 de
maio de 1862.
xVs (\ualro horas da Urde.
Colacoes da junta de corretores.
Nao houreram colare.
J. da Cruz U
cedopresidente.
John (iatissecretario.
dlfandec,
ndiment do da 1 a 21. ,
Man do dia 26 ....
402:1864745
25.8I5J571
428 0324317
'miOTlnienlo da Ifaudeica.
Valnaan entrado* omraiaodaa.. 113
com ganaros.. 26
Veame aahidna enm tacendaa..
cam cene roa.
139
90
684
-=r 774
?dr!.M.imn 2n6(s d0-mez S mi'\ de 1862' accionistas que se reunirem neste dia.
quadrageslmo primeiro da independencia e do j r> 7
imperio do Brasil. Kicriptorio da Gompanhia 23 de maio
Eu, Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es- de 1862.O secretario interino. Justi-
O
Oescirratam oo dia27 de msio.
Barca ingleza Colina carvao.
Barea.-dwar.dzaTorabelgenero diversos.
Barca franoaza Mara dem.
Barca franceza Jeau Parraentiero resto.
Bngue suecoKmil taboado.
Barca americanaAzeliafarioha de trigo e bo-
lachioha.
Barca ioglezaQuneo of the Soulfaaedas.
Brigue hsmbotguezRosaliuecarrao.
Brign ogleSilvan dem.
Patacho italianoEeliooo resto.
Brigtjt aUrianoGrestefioediversos gneros.
Barca nglezaBonitacarvo.
Importaco.
Barca portuguesa Azeiio, rmda de Philadel-
ti, consignada a Malheus Austin & C, aiani-
itou o seguinte:
1.050 barricas e 100 meias farioha de trigo,
250 barriquiohas bolachinha, 5 cairas objectosde
daguerreoiypo, 1 bsrril cervej, 9 fardo urna ma-
china de fazer pao e aeus perleocea, 12 ps ; aos
consignatarios da mesma.
3(X barricas farinba de trigo e 1 fogao de fer-
ro ; a nrdem.
59 caisas medicamentos; a Benry Forsler
&C.
i pacote mercaduras ; a U. S. Cnsul.
Vapor nacional Jaguaribe, viodo dos portos do
fiorte, manifestou o seguate :
15 dorias de t la,.7 couros salgadose 7 caixas velas de carnau-
ba i a Manoel G incalres da Silva.
45 couros salgados, 46 molhos eouriohos cor-
tidoa o 19 meios de eott; a Silra Bastos & C.
2.190 couHohos cortiios e 4 barricas queijos ;
a Bernardioo Jos Monteiro.
. 44 aaccos cera de carnauba ; a Joac de Siquei-
r ferrao.
2 caixas sapatos. 10 ditas velas de carnauba ;
o Lua Borgea de Cerqneira.
2 caicas queijoa; a Cuaha Irmos & C.
5 ditas diios; a Marcelino & C.
160 sicco farioha de mandioca, 13 ditos gm-
eos : a Ctrralho Nogueiri & C.
1 ealdeira: a Sebaslio Jos da Silva.
28 barra aceita de carrapato, 3 ditos queijoe,
37 ditos aebo. 3 ditos pootis de bui, 118 seceos
onh4 embrulho arc ; a or lera.
Macho nacional Krapehy, vindo do Rio Grao-
de io sul, cooaignado a Bailar atOlireira, mani-
CfSfjain aeguinte:
arrobas de carne de chirque, 36 couros
nen* ; aos coasigaaiarios:
Exprtatelo
Do dia 24 de maio.
iogleza N*th4rihon, para Liverpool, car-
Itt:
i Nash & C. 271 aaccos com 1,656 arrobas
Sao.
Rite ioglez Mercury, para Liverpool, carre-
iwindora Brothers dt C 23 saccas com 123 ar-
roba e 26 libras de algudo.
Barca ingiera Nile, para o Canal, carregaram
Saaoders Brothers i C, 300 saceos com 1,500
arrobas de sssucar.
nana (rancea Coligny, para o Havre, carro
gararn :
Tiaaot frern 1,500 courns com 83,210 libras.
-26-
Batca ingiera Colina, para Liverpool, carre-
crivao o subscrevl.
_ Triclo de Aleocar Araripe.
I ela thesouraria provincial, se fas publico, que
o coalracto do aterro a fazer-se desde a ra do
Sebo at a eatrada do Moodego. fui transferido
para o da 5 de junho proiimo viadoaro.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 26 de maio de 1862.
O socratario
A. F. d'Annunciaco.
Illm. Sr. inspector da theauurria provin-
cial, em cu reprimen!o da resolucao da junta da
fazenda, manda fazer publico, que no dia 18 de
junho prximo futnro, parante a mesma junta ae
ha de arrematar a quem por meaoa Ozer o forne-
cimeoto dos melicameatos e uteasilios para a
enfermara da casa de detencSo desta cidade, por
lempo de um anoo, a coolar do 1* de julho do
correata aooo ao flm de juoho de 1863.
Aa peasoas que se propozerem a esta arcema-
taco comparecam oa sala das sessoas da referi-
da junta ao dia cima meaciooado pelo meio dia
e competentemente habilitados, oo le acharo
preaeotes o formulario e coadiccoes d'arretnata-
co.
K para constar se mandn publicar o presente
pelo Otario.
Secretaria da tbeaouraria proriacial 26 do maio
de 1862.
O secretario
A. F. d'Annunciao.
O Illm Sr. iospeclor da thesouraria provincial,
em cumprimeolo da resolucao da junta da fa-
zenda, manda faier publico, que ao di 18 de
juoho, prximo viodouro se ha de arrematar a
quem por meos firer a impressio dos trabalhos
das reparticoe proriaciaea a saber:
Bilancos e orcameoto da thesouraria e relato-
Mills Latham 6 C, 616 sacaos com 3,056 arro-
to 4e asseear.
I Ioglez Jfareury, para Liverppol, carre-
2J*ottonre.r C., 181 taecoecom 4t ar-
*,IF1*banog#eio.
oteo, pm Merieille, arre-
**** 2^6 aeceoa com 10,000 rr-
lofooc Acuao, p* Uak^B, corso-
maoa, 760 aaccos oo 3,509 arrobas
* eitvelrs; 5 prpaa com 9 me-
raorio, pora lLlshoa,-tar-
no Pereira de Faria.
Parante a thesouraria provincial, vio nova-
mente preca para seren arrematadas quem
mais der, oo dia 12 de junho prximo viodouro,
a renda daa cataa, abaico mencionado, perten-
ceotes ao patrimonio dos orphio, a saber:
Rea de S. Goncalo.
Casa terrea o. 11, por aooo 160$.
Ra do Rosario da Boa-Vista.
Casa terrea n. 14, por anoo 201$.
Roa da Lapa.
Casa terrea n. 41, por anoo 1820.
Ra da Cacimba.
Casa terrea n. 65, por aono 3000.
Ras dos Burgis.
Casa terrea n. 63, por aono 2050.
dem o. 69, por aooo 125jJ.
Ra da Seuzala Vellia.
Sobrado de doua andares o. 79, por aooo 650$.
dem dem o. 80, por aooo 650f.
Ra da Gota.
Cau terrea o. 83, por aono 16*.
dem n. 8i, por aooo 168.
Ra do Pilar.
Casa terrea o. 96, por aooo 157*.
Rea da Madre de Deoa.
Casa terrea n.35, por aooo 1:621$.
Estrada o Paroameicim.'
Sillo n. 1, por anoo 500$.
Sitio d. 2, por anoo 120|.
Forno da Gal.
Sitio o. 5, por anoo 352$.
As arrematares serio feitas pelo lempo que
decorrer do da da approvaco do cootrato ao
flm de juoho de 1864.
E para cooslar se maodnu publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria prorincial de Per-
Lisboa
o patacho portuguez diaria da Gloria capillo
Antonio de Barros Vaiente, a aahir com brerida-
de por ter a aaaior parte de seu csrregameoto
prompto, poro carga e patsageiros para os quaes
tm exeatlestr* commodo tratase com o con-
signatarios P. S. Rabello & Filbo, ra da Csdeia
0.55.
Para
6) mmm
O Director
DO CIRCO
(RINDE 0GE4N0
DE
SPUDING & ROGERS
tam a aailaiacio de anouociar, que os artistas e
csvallos teem ioteirameate recuperado o seu n-
tigo estado normal, depois de urna tonga viagem
procedente de Nora-Jfork i sata cidade. em eoa-
aequeocia do que as repres >ntacoas da teman
floda toroiram-ie, maia propriamente dito, una
eosaioo preparatorios do qne o desenvolvimento
naparfeicio artstica, ao que tem aem pre aspi-
rado ata campaabta em toda Amrica do Mar-
te. Agora, pois. ecbam-ae o artistas prepara-
dos para receberem e mevecerem os lonvorea,
qae lio espontanea e benignamente os habitan-
es desta cidade se dlaosram cooarirlhea a ae
mana psssada durante at poucas representarles
que tireram lugar.
As grandes aceas para
HOJE
Terca-feira 27 de maio
Enlre ouiras nqridades pela primeira vez nesla
cidade, produzir-se-ha o
Salte para arriscar a vida
pelo Sr. Antonio, o qual presentemente tem
causado rnoita senaacao em Parla, dabaixo do
nome de L'ECHKLLE PERILANf.E, e em Lon-
dres, coohecido pelo orne do LEAP POR LIFE.
Os jocosos, irresistlvels e admiravefa
GynnaUicos cmicos.
pelos cmicos dromios Srs. NEAL & ROGERS
em os quaes estes senhores se teem toreado ce-
lebres.
Urna tceo iogleza
De equestre nacional
iotitnlada lNGLATERRA.4IRLANAe ESCO-
CIA, pele Sr. Nathaniel Rogers.
Urna multo irriioria
Segu com bre vid de o pal ha bote Sania Cruz,
para o re*lo da carga trata-se com Caelano C. da
C. Moreira & Irmos, no lado do Corpo santo nu-
mero 23.
Para o Aracaty
o biate nacional Jaguaribea preteode seguir at
o dia 8 de juoho por ter parte da carga prompta :
para o resto e patsageiros, tratase oa ra do
Crespo o. 14, oo com o mestre a bordo, defronte
docaea do Ramos.
*Jj||L
COMPANHA BRASILEIRA
DE
Mimnris & iMm.
B* esperado doa portos do sol at o dia 30 do
conente um dos vaporea da compaohia, o qual
depois da demora do costme seguir para oa
portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros, a eogaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual da-
rer ser embarcada no diadesua chegada.diohei-
ro a frele e eotommendea te o di da sabida t
2 horas da tarde : agencia na da Cruz n. 1, es-
criptorio de Antonio Luiz de Olireira Azeredo
LILAO
DE
2armazensdepedraecal.
O sgente Pestaa competentemente autofisado
vender em leino por coeta de quem aantoapr
um aimazem na ra da Meada o. 7, com SS mi-
mos de frente e 133 de fundo, e um dito no For-
te do Mallo junto ao trapiche do Cuoh* o. 6
com 3o palmea de frente e 125 de fundo es fotos
Se correspondeos pela porta do funden o*
quaea deride um pequeo chguio. sio cons-
truido receotemente com excelleoles mateiiaes
a promptos a peder-se edificar sobrado do am
ou doua andares por se acharem trartjados s os
alicerc* seren formado par isso. O prsteo-
denles que os quizerem examinar podem drrl-
gir-ae ao agente cima qne a ludo oa saUatjiri.
Tara lugar o leiiio terca -(eir 27 do crranla pl
Isa 10 horas da maohia no mesmo armazem ds
rus ds Moeda o. 7,
rio da inspectoria. com todos os documentos que i'NjS 2 de roa, de 1862-- ecrelsno. A.
o acompaoham. pela qoanlia de 1:3726000 re. K' da A^^'^aO-
Tribunal de commercio.
Far?a equestre
qual h Sr. Geoiice SnARP se tornar salien
'. gfaode
Caoibalhola dobrada
COMPANHA BRASILEIRA
DE
At o dia 31 do crrante, esperado dos
portos do norte o vapor Oyapock, com maridan-
te o primeiro tenante Antonio Marcelino Pooles
Ribeiro, o qual depois da demora do cusame
seguir par* os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se
a carga que o vapor poder cooduxir a qual devo-
ra aer embarcada no dia de aua ebegada, eo-
commeadas e diobeiro a frete at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1. es-
criptorio de Antonio Luiz de Olireira Azevedo
&C.
Dous escravos ede urna quar-
ta parte do sobrado n. 13 da
ra da Seuzala Nova,
Quarta-felra 28 do correte.
Antonio Carlos Francisco ds Silva fr ltilo
por interveocio do agente Pinto, e para pssjs-
meoto de aeu credores de dous escravos oocno
quart parte do aobrado n. 13, da ra da Sen-
zal Nora 1 hora da larde do dia cima men-
cionado no escriptorio do referido agiote, ruada
Cadeia n. 9.
LEILO
raogno,
frsoos-
SE
Um piano forte, ama rica mobilia de
guarda roapas, guarda vestidos, cama
za de ferro, cpula, toilel de mogoo com po-
dra e espelho, secretaris de mogoo, appara-
dores, mesa elstica, commodas, cadelra, me-
aa, marqueza, lavoturios, candelabros, ser-
pentinas, jarros, um relogie, um apparelho pa-
ra cb, um dilo de porcelana para jaotar, co-
po, crysvan, um selim inglez e muitos outros
objectos. Tudo em bam e-urio.
mm
Rio Grande do
Norte
segu a barcada calarla Amelia que j tem al-
guna* carga : quem quizer carregar dirija-ae a
ra da Csdeia n. 57, ou com o meslre no trapi-
che do algsdio.
Secretaris do goreroo, asssmbla, thesoura-
ria, coosulado, agencia, obras publicas, direc-
tora geral da ostruccio publica e gymuazio pe-
la quaniia de 2:8001)000 res.
As arrematages serio feitas por lempo de um
anno, a cootar du 1 de juiho do correlo anuo
30 de junho de 1863.
A peasoas que se propozerem a estss arremi-
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco ae faz publico que nenia data fiea
registrado o cootrato de dissolucio da soeiedade
de Antonio Joaquim Vidal e Juio Carlos Bastos
de Olireira, que gyr&va pesia prsca ,0b a firma
Vidal & Bastos, em virtude do qual fica compe
lindo exclusivamente ao socio Bastos a liquidacio
ia;oes, comparecam oa sala das sessoes da mea- ds extincta soeiedade, e perteoceodo a loja que
formara o objecto da soeiedade, com a obngico
de pagar a todos os cradores e dar desoBeracio e
ioteira qnita;ao do socio Vidal, que receben por
saldo do que Ihe posta tocar na liquidacio, a
quaatla de 6:000g m letras.
Secretaria do tribuoal do commercio de Per-
nambuco 24 de maio de 186-2.
Julio Guimaries.
Offlcial maior.
Correio.
Pela administrado io correio desta cidade se
faz publico, que em rirlule da convenci postal
celebrada entre os goveroos brasileiro e francez,
serio expedidas malas para a Europa no dia 31
do correte de cooformidade com o anauociu
deste correio, publicado ns Diario de 29 de Ja-
neiro de. 1860. As cartas aerio roce'bidas at S
horas antea da qua for marcada para a aabida do
vapor, e os jornaes at 4 horas antes.
Administra;o do correio de Pernambuco 26 de
maio de 1862.0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Pela adminittracio do correio desta cidade
se laz publieo para fias convenieatee, que em vir-
tude do disposto ao art. 138 dos reRulameatos dos
curreios de SI de dezembro de 1644 e art. 9 do
decreto o. 785 de 15 da maio de 1851, se proce-
der a coosumo das cartas existentes a adminis-
tracao e perteocantes ao mes de maio de 1861,
ao_dia4 de juoho prximo, s 11 horaa da ms-
nhaa, e a reipeclira lista se acha desde j eipos-
ta aosioleresaados.
AdmioisiraQio do correio de pernambuco 26 de
maio de 1881.0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
se maadou publicar pelo Dia-
clonada junta, no dia cima iadicado, pelo meio
dia, com auas propostas em cartas fachada.
E para cooitar se ai inaou publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria prorineial de Per-
nambuco 26 de maio de 1862.
0 secretario
A. F. d'Annunciaco.
_ O Illm. Sr. iospeclor da theaouraria provin-
cial; em cumprimeolo da resoluto da junta da
fazenda, mauda fazer publico, que oo dia 18 de
juoho, prximo viodouro, peraoie a meama'jua-
la se ba de arrematar a quem por meaos fiaer o
errico da capaiazia do aigndao do consulado
provincial, avaliado annualmente em 3:9600000
reis.
A arrematarlo aera feita. por lempo de 3 an-
oo, a coatar do 1* de juiho do correte aooo,
a 30 de juoho da 1865. Aa pessoas que ae pro-
pozerem a eata arrematarlo, comparecam na aa-
la das seases da mencionad junta, oo dia ci-
ma indicado, pelo meio dia, com auas propostas
em cartas fechadas.
E para constir
rio.
Secretaria da thesouraria provincial de Per- I
oambuco 26 de maio de 1862.
O secretario
A. F. d'Annunciaro.
O cipitio tote Luiz Pereira Jnior, cavalbeiro
da imperial ordem da Rosa, e juiz de pac do
lerceiro aono, com exercicio no segundo aono,
do primeiro districto da frecuezia du Saotissimo
Sacramento do bairro de Santo Antonio da ci-
dade do Recife, proviucia de Pernambuco, em
virtnde da lei, etc.
Fago aaber aos que a presente carta de ediloa
virem, que por parle de James RyJer & C. me
M taita a peiicio do theor seguime :
IHm. Sr. juiz de iaz do primeiro ditlricto da
freguezia de Santo Antonio.Uuera Jamea Ry-
der 4 C, que teodo de mover pelujuizo cooieo-
coso a competente aeclo contra Manoel Jos
a SlSSS d*lla ex,8ir o pagamento da quaotia I
de 6729990, de fazeodas compradas a crdito, e
por que antes da propositara da acrio ae fac ne-
ceaaario eigotar primeiro o acto preparatorio da
conciliario vam por laso oa aupplicaates requerer
a V. S. ae digne manda-lo notificar, designando
* audiencia em que dever elle comparecer, para
conciliar-te a respeiio do pagamento meaciooa-
do, e cato nao comparece, eolio digne-se V. S.
proceder a rerelia delle, mandando o escrivlo
dar ceriidio ou aota ao reaultado, para asaim
poderem os upplientea proseguir em seu dimi-
to eotretanio. como o supplicado actualmente se
acha ausente em lugar nao sabido, oa upplican-
toa tambem requerem, e esperara udmiitida
competente juaiificagao, V 8. ae digne mandar
passar carta de ediloa pelo lempo da le para a
citacSo do suplicado. perqu ludo assim se
deermioe, padem V. S. defer ment.E. R. ff.
O procurador, Leopoldo Ferreira Martina Ri-
beiro.
14a qual petico dei o despecho qusoe segu :
JuitlQqiie. Primeiro diatrieto de Sonto Ao to-
sa, 20 de maio de 1862.Pereira Jusnor.
Ero virlodo do quat deopaecto an procedeu s
ioquiricao de tesiemuohas. que depozeram sobo
Jpcsmeoto dos Santos E'aogethos a reapeilo la
auaeecis e looeriocs do lunar da reeisenean do
aosel Jos Leile, e sendo lodo su toa do e pro-
parado me toram o autos concluto.
THE4TRO
DE
Santa Isabel
COMPANHA LRICA
Qa.rU-feira 28 e maio de i 862.
7." Rcita *4a assignatura.
I Due Fosear i
PER30NAGEBS
ACTORES
ERiiv Worlano, ajudado peloa acro-
ND.
ABO.
Nobles
bxos Fish
nPINAKO TOURNMIRE,
ThEODORO TotRNUIRE,
Sr. GCILHERJIE DliVERNA.
Etc.. ele,
se apreseotario em trages adequados s persona-
gens que representara.
Hoje, terca-feira, subir tcena
pela primeira vez nesla cidade
urna exquista pantomima eques-
tre. intitulada
4 apparico de urna cho-
va de imita,
comprehendendo tola a forga dos jovens artistas
da companhia, abundando na elegante arte de
montar a carailo, bellos quadros, daos elegaote,
mysteriosos jogos e transformacoes, esplendidos
costume e seus ornamentos, magnficosjaezes e
outros accessorios, e msica appropriada.
O director recommenda esta sene de pantomi-
ma, eroga de chamar a especial alteoco do ele-
gaote e Ilustrado publico desta cilade.
As representaces tero lugar
todas as noit-s, excepto quartaa-
feiras e sabbadot, cujoa diaa ae-
rio dedicados para os easaios de oras pecas,
assim romo tambem para nio obstar s concur-
rencia da OPERA LYRICA.
Tambem harer repreentc5e no domingo
prximo de tarde, em cja occasiao a Sr. Wor-
laod subir por um dbil rame que ser eolio -
cado no chao da parte exterior do amphilbeatro,
at elevada ~ altura do cama do pao do centro
queaustenta o mesmo, e isio ser em plena nata
do publico que te tcha da parte de (ora.
A polica tem determinado que
nao ser permiltido fumar den-
tro do amphilbeatro.
Por ordem do director oral,
W. T. B. Vsn Orden Johior,
8 ssto tajen.
Ayios farititouc.
Io de Janeiro
segu com muitt brevidede o brigue nacional
Eocaotader por ter parle da c-rga engajada :
para o que Ihe falla, trata-ae com os coasigaaia-
rios Viuya, Amorim & Filho, na rus da Cruz nu-
mero 45.
Para
Rio de Janeiro,
_. a brevidads e patacho nacin a,
c8. Joaneiro, capiliolJoio Gaapar de Oliveiral
lom parle ato cawBgtaaanln pasmada : pra o ret-
ante, traf.-te oom o Cooaigottsrin do mesmo,
Manoel Alvea Guerr, ou com o capillo.
Lltboa segu com mulla brovidade o
beigue Pon Activo, tem ptompte maia*
porte dooarregameoio, e para o resto que recebo
afreta on para passageiro, ot quae omVrece es>
collenles rommoddt : traa-le Do escriptorio do
c..__i.. .----.-- ^~: ,*"Tr.' ----- 'muiuiii : irni-Bj no escnaiono am
mZ^^*% Ven*M- V:S!?*! IS AI'?*.. n*< i....
, o por mvm
gsoes,Injn>.l( ceos; nooo, netles profer Mineo d'o. hoox so-
Jacopo Foscari, seu fllho. St, T-rtioi.
Lucrecia Coalarlnl, m.lher delU Ara. Uoila.
p rt*1 *c"8,a,ri, '?>' esotpaaess ote.
Ot Mhn feo8dTn b?dKesoscmcuio.
drpitio loo
Commercio.
WmsosAo 4o ^tTOsOfs1, irtr praja do
C0IP A11HU PERNA1BUGAIU
. DE
j\avegaccosteiraa vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do Assu', Aracaty, Ceara' e
Acaracu'.
O vapor cJaguaribe, commandaole Lobato,
ahir para oa portos do norte at o Acaracu,
ao dia 7 de junho as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o da 6 ao meio dia. Eocom-
mendas, passageiros e diuheiro a frete at o dii
da aahida a 1 hora ; escriptorio no Forte do
Mattoa o. 1.
Lisboa e Porto.
Segu brevemente a barca portogneza aSym-
pathia, porque tem quati toda a carga engaja-
da ; recebe para qualquer do* porto* indicado a
que Ihe falta e passageiros, obiigaodo-se os con-
signatarios a dar pass'gem a aquellesque trata -
rem para o ultimo porto, logo que o navio che-
gue ao primeiro : trala-se na ra da Cadeia do
Recife n. 11.
Para Maranhao e Para.
O hiate Garibaldi, cspllo Custodio Jos Van-
na, tratar com Tso & Irmios.
i**Uf>
i%>
hroridade o hciajua
torga a frote : para
1 morim Irmios, tos ds ero* tut.
LEILAO
A. 27 do correte.
O agente Olirtirt (ar;ieilo por ordem e em
pressnea do Illm. Sr. cnsul de Frao( junta-
mente com eu chaoceller, nela cidade e no
respectivo consulado, precedida a competeole
participarlo ao Illm. Sr. inspector da alfaodega
com astitteocia de um smpregado desta repar-
ticio para ficalisa;io dos direitos respectivos e
aontt e risco de quem perteacer, da barca fran-
ceza ctlarie Nieolaa, actualmente em estado
comprovado da sua iooavegabiridade, e t-1 qual
se achs ancorada nette porto, onde pode ter pre-
viamente examinada, com todos oa asas appare-
lho e maia perWocee segundo o inventario, que
desde j ae faculta para melhor intellig-ncia dos
pr*tendente ; e assim mais em lote separado do
viveros reatantea da mesma barca, cuja reiacio
ser igualmente patenteada:
Terca feira 27
do correte, o meio dia em ponto, no iodicado
consulado, silo ns ra do Trapiche o... aeguodo
andar.
LEILAO
M
Urna caa eom 6 jaoella e S portos na frente,
com 3 tilas, 7 quartos, m grande terraco ou
cupi, portes e jaoella nos oitoea, grande
quintal, cacimba, eocheira e estribara.
Quarta foira 28 do correte.
O gente Piolo autorisado polo Sr. Raymnndo
B Latserre que retira-se para Europa, fr lei-
lae ds casa da campo sita na Capunga porto do
Lasaerre, penltima caaa ao lado direilo dequao
rae para o rio, i 1 hora do da.cima menciona-
do em aeu escriptorio ra da Cadeia n. 9.
LEILAO i
DE
Quarla feira 28 do correte.
ageste *tots far teilio a requer mea lo 11 o
dores fiacaea d mtasa fallida ds Jos- Anto-
os Alevoso t por mandado do 'Ilrm.
cml do ommorcto des 44vi)ss4
Bssma moas*, s f 1 horsa ds a*'
ma monciontdo m iw jnsststsiltj aCon
eia.o.9. ,
Luiz Gome Ferreira lendo de ir a corte, farft
leiiio porinlervenr^io do ageote Pinto, de todos
os seus moris exisleoles em sua casa de moro-
da na ru da Imperatrit n. 31, segundo andar.
Priocipiari as 10 horas.
AVI su ai^ttrsu*.
LOTERA
Amanhaa 28 do corrente ser ex.-
trahida imprcterivelmente a segunda
parte da segunda lotera (o* concessao) a
beneficio do Gymnasio Pernambucano,
no consistorio da igreja de Nossa Se-
niora do Uosario de Santo Antonio. Os
bilhetes acha m se a venda na respectiva
thesouraria ra do Crespo n. 15, e mas
casas commissionadas ra da Imperatrrt
loja de ferragens n. 44 do Sr. Pitnen-
tel, praqa da Independencia n. 22 loja
do Sr. Santos Vieira, ra Direita n. 5
botica do Sr. Chagas, e na ra da Ca-
deia do Recife loja do Sr. Porto.
Os premios de 10$ at o de 5:0O6f
serSo pagos netse mesmo dia da estrato-
c5o de I hora da tarde em diante, e os
outros logo que se tenha feito a distri-
buicao dos listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
No da 27 do correle mee, pelo meio di.
Goda a audiancia do Dr. juiz municipal 1.a
rara tem de sarem arrematadas duas casas lac-
reas de pedra ral com urna olara e dous viene
roa na ra de S. Miguel, por execucao de Jos
Joaquim de Lima Bairio cuotra Francisco Jos
de Sanl'Anoa e sua mulher, por ser a ulms
peona.
Naoile de sabbtdo24 do crtente perd-u-
ae urna carleira com oito letras aceitas a favor do
abaixo assignado. oo valor da 4.500} a praaos
aceites em 24 de abril prximo panado, elu-
das no dia 22 4eaie, e o aceitante est prerinido.
na mesma carleira linha em sedulas quatrocentos
e tanto mil re., sendo duas aedolas de 20Uf. e o
restaute de menor ralo de cuja qaiantia se dar
metade a pessoa qua tirer adiado, e queira (azor
o fivor de eolregar na ra Bella n. 23. ou ru tto
Queimado, loja de ferragens n. 14, ou no Recite,
ra da Csdeia o. 56, aoode ae dar cumprimeolo
ao cima dilo.
Antonio da Molla e Silra, subdito patlu -
guez, retira se para fora da provincia.
No escriptorio do Exm. Bario do Lirrsmeti-
to deteja-se fallar com mua urgencia como Sr>
Adolpho Atlo'pho Vasconcellos Pimental, us
dizsm est morandt na cidade do Oliuda : s
negocio de seu ioleress<>.
Freas* para o Rio da Prala um navio ds
primeira classe, lotsdo em 1,500 ou 1.& O barri-
cas : quem o oreteoder, dirija-se a Bailar & Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife o. 12.
Precisa-se de urna ama de leile; a iraUr
na campia de Santo Amaro por detras do cemi-
terio ingle, casa grand so i> da igreja.
SOQEDADE
ldl M MOMIIIIII).
O Mnete da 2* parle da 8.a lotera s beoel
do Gymnaio da n. 687 perience a metro aaao-
ctagao. comprado pele toeaeureiro ds meatos.
Precisa-se de un menino de 12 a 14 anoos
de idade para caixeiro de urna loja aa cidade o
Victoria : a tratar oa ra larga do Rosario n. 21.
Perdeu -se um* pulseira de ouro com 7 sjs-
drss de camepheet, desdo e cass n. 4- ro* OO
Aurora at a rampa do Gymuaato, e da ramn Do
tbeatro al ao metmo theaico, aa ooiie de caoba-
do 24 do correte mee de mais : quem s esle,
queira ter a boodada do retlitsi-U a ana dono,
oa referid cata o. 4, qae ser gqmsmsals
gratificado. Pede-ae aoa oanherss onri-e* shso
isnham a hondada de nao azerem negocio tlgua
com dila pulseira.
Limpeza.
Miguel Antonio Roberto fies enetnagadoj
lmpexa dat rsaa dos bairroa de Sosco
Boa-Vista, S. J e Recife : ot mor'
qaicerem aa tetudas de seus
timpaa. com o mesmo pede contratar i
va a. 15.
Preclta-ae de um am : no pa>W
C n. 12, pgundo andar.
Fugie ha diaa o escravo Crisp
25 annos de idade, estatura e corpa
que regalar, barbado s com bons
fitio do sapateirn, mes consta an|
de torrente de pedteiro e gohac'
daa daa Cinco Pontos : quem o
ru do Sol O.*J|, primeiro andar:
coolrado oa Estancia odo>, jstrao <
meodador Manoel Gonqlres da I
um irmio alogado.
Aloga-ae am primeiro n
do na ra
Me na res
temes 1
lado d
Al
sondo i
te i coito ssarsr.
Aletandi
para o Rio do
.


~. ..





ufcurf
aun de tuuuimco.
FittA *7 M JfilO I H62.
i
Empreza de illu-
minaco a gaz,
A vista de muitas queixas a empreza
de gas participa ao publico, propieta-
rios e moradores as diversas casas que
se queixam da insuficiencia e mesmo da
falta total de illuminac&o publica, que
ella esta' sempre prompta a cu lio car os
lampedes cuja falta se faz sentii, logo
que receba do governo provincial as
competentes ordens, da mesma forma
mandara' encaar gazem todas as casas
particulares, gozando os proprietarios
destes da grande diminuico de precos
estabclecido em marco prximo passado.
Chama tambem a atteneSo dos mora*
alores das muitas ru&s aonde nao che-
gara m ainda os lampeoes pblicos, ao
(acto que com certo numero de casas
particulares, a empreza esta' prompta
a collocar o encanamento geral a sua
custa pelo servico destas, anda que
nao esteja autorisada a collocar a illu-
minacao publica.
Outro sim faz publico que para as ci-
tas particulares s quaes deve o gaz ser
conduzido de distancias consideraveis
(cima de 100 pes por exemplo) eolio-
case o devido encanamento pelo mni-
ma custo e trabalhu dos materiaes, e
em certos casos por menos ainda.
Lustres, candieiros etc., vendem-se
pelo minimo preco que permita o
grande prejuizo em quebras e despezas
estando a empreza determinada a fazer
quaesquer sacrificio para satisfazer ao
publico.
Rostron Rooker & C-,
Gerentes.
Monte Pi Popular Per-
nambucano.
Quinta-feira 29 do torrente, 10 borai da ma-
ntisa, ter logar a sewio do cooaelho, que oease
dia deixa de aer effectuada a ooile, segundo a
determinado do Sr. director.
Ainda ala ex alo convidadoa os aenhoraa so-
cioi que ae acbam em atraso a pagsrem os aeua
debiioa ciia, vino terminar no fim deate mez
O praao concedido pira a reilisago desse paga-
mento, em falta do qoal ser trremieivelmente
umprido o 1.* do art. 56 doa nnssos esta tuina.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambuca-
no 26 de malo de 1862.
Bemjamin do Carmo Lopes.
1." secretario.
Alaga-te o segundo andar do sobrado n 55'.
da ra da Cadeia com grandes commodoa para
familia : para tratar, na ra do Imperador nu- i
mero 48.
Preeiea-ae alagar am sitio que nao aeja lon-
go da praca, o qoal lenha caaa para familia, bai-
xe da capim que sustenta annualmente de 3 a 4
cavallos, e alguna arvoredoe, preferindo-se que
lenha banho : quem o ti er, annuocie ou diri-
ja-ae a ra da Cruz n. 56, loja, que dir quem
pretende.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
Naate estabelecimaoto, i ra da Aurora o. 50, recebem-ae pencioniataa e meio-pendonistas
i t a idadede 16 annns, estudantes externoa da toda a idade.
Ascoodicoes a admiatao variara segundos claaae do recipiendo e a naturexa do esludo a
que ae deslina.
O enaino, que alli ae recebe, o aeguinte :
Primeiras leltras, comprehendendo lelrura, calllgraphia, pelo eyatema dr Adler, arltbmeliea
(aa4operacoe),doutrioa ebristia e elementoa decivilidade, grammatica portuguexa e noges de
geograpbia ; linguaslatina, franaexa o inglesa, geographia e historia, rhetorica e potica, pniloto-
phta racional e moral, aritbmetica (at Iogarllhmoa) e geometra.
Eetio creados, alm diato, dous cursos, um de agricultura e outro de commsrcio, que serio
abertoa logo que baja alumnos.
O edificio em que funeciooa oImperial Ioalitntotem aa acommodaedea uecessaria para
receber grande numero de pencionistaa, e pelo eeueatado de aceio pela sitaacio preenebe a to-
das aa condiccoe de hygiene de commodidade para os alumnos externos meio-peocionistaa.
O direcior do eatabelecimento, que ha cerca deoito abos ae tem votado ao enaioo da b-
cidade com toda a dedieacio da que capax, tendo recebldo ltimamente da S. M. o Imperador a
hooroaa diatinecio do mo das armas impertaes, e do Ululo de Imperial para o aeu dito eita-
belacimento. que \& entrn no quarto aono de exiateocia, comprehende que dave envidar todos o
eua exforcos para msnter ao Instituto o crdito que tem adquirido.
RIJA NOVA N. 11 ANTI6A LOJA FBANCEZA
DE
mmu
Este graode e bem montado estabeleciment acaba de receber de Paria, um gran-
de e variado eorttmento de fazendas e artigoa franeexea, os quaes offeraee a concur-
rencia dos respein veis habitantes desli bella cidade, onde encontrarlo seapra um
grande sorliment a eacolha em que poaaam salisfaxer seus caprichos, por menos 10
por cento do que em outra qoalquer parte, a aaber :
Aviso.
A viuvi e filhos do -coronel Joo Jos de
Convela, aob o peso da mals acerba dr partici-
pas) a inexperada morte de ae* marido e pai a
todos os seus credores e convjdaodo-os a com-
parecerem quarta-feira 28 do correte pelaa 11
oras do dia, na caaa de sua raaidencia, afim de
deliberarem a respailo de aeua negocios. Maio
26 de 1862.
No dia 30 do correle mez depois de meio
dia ae ha de arrematar por venda em praga pu-
blica do Dr. juiz municipal da primeira vara c-s-
crivo Bsptieta, um aobrado da um andar no
becco do Sarapstel ou traveasa do Oroio, a re-
qaerlmenlo do procurador fiscal da fazeoda pro-
vincial para pagamento do aelo aos legadoa dei-
xsdos pelo finado Joaquim Ribeiro Pentes, cuja
arrematado ter lugar na aala das audienciaa.
Recife 26 de malo de 1862
No dia 81 do correte mex a 1 hora da tar-
de na aala daa audienciaa se ba de arrematar
por venda em praga pablica do jais municipal
sappleoteda segunda vara, um negro de ora*
Jos, penhorado Jos Florencio de Oliveira e
Silva por eiecucio de Maooel Joaquim Baptista,
scrivao Sanios. Recife 26 de maio de 1862.
O abaixo aaaignado por od ero da maaa re-
gadora convida aos irmaos das almas da matriz
da Boa-Viata a comoarecem no dia 29 do an-
dante mezas 9 horas da maoha aum de aasiati-
rem a bencio doa ainoa perteocentea a mesma
irmandadeeeapera o comparecimento dos mea-
mos irmaos para maja solamoiaar o acto.
Jos Pacheco de Uedeiros,
Eacrivao-
Domiogoa Pereira vae a Europa e deixa por
seus baataotea procuradores em primeiro e ae-
guod) lugar aens manos Luiz Antonio dos San-
toa Pereira e Joaquim Perora doa Santos e em
lerceiro Jos Bernardo Penixa.
Nesta typographia precisa-se fal*
lar ao corresponderte do Sr. Dr. An-
tonio Borges Leal, a interesse do mesmo
senhor.
Msica.
Instrumentos completos da chavea e
apiston para msicas militares, do primei-
ro fabricante de Paris, Gaalrdt Ain. e com
muitoi melhorameotos tanto em aliarn
belleza como pela facilidade com que ae
prestam ao artista, tambem existem nes
teaestabelecimentoa outroa muitoa instru-
menta avulsss do mesmo fabricante e um
grande sortimento de violea de diversa
formaa e precos.
Para carros.
Guaroices completas para arreios de um
e dous cavallos, brancas e amarellaa, fer-
ragena para carroa de todaa as qualidade,
molas, gales largos e eslreitos, vaqeetae
francezaa eom lustra e aem ella, sedas pa-
ra forro, laotems de todos os precos etc.
Espeliios.
Grandes e pequeos de diversos tama-
nhoa com molduras pelas e donradaa
muilo proprioa para ornamento de aala,
aeodo os vidros muito grossos e da pri-
meira qualidade.
Crystaes.
Candelabros de 4 a 5 luzes, serpentinas,
lanteroaa core piogentea o aem elle, ro-
domaa de todoa oa lamanboa para imagen,
maogaa para lanternaa e candelabros de
todos os tamanho, vidros para eapelbos,
clices para tinhos e licorea etc etc.
Porcelanas.
Apparelhoa e meios ditos para jantsr de
muito fina porcelana branca, vasos para
flores etc., etc.
Luvs de pellica
do verdadeiro fabricante Jonvin & Filbos,
ponto cerio daqui em diante aonde aa en-
contrar sempre variado sortimento, bran-
cas, de corea e preta, para homem e se-
nhora, recebidaa por lodoa os vaporea fran-
cezes.
Para noivas.
As mais alegsntes e maia ricas capellaa
com ramos para o peito, que com orguiho
aaseveramoa aer o melhor que aqui tem
vindo oeste genero.
Poma la a retalho.
Em lataa igual ou melhor do qae a que
vem em jarros, amarella e edr de rosa,
vende aa aalibraa, quartaa e at urna on-
ca. Ella pomada torna-ae de muita van-
tagem porque dispensa de comprareis va-
sos em que se d nao pequea quantiaa
qaaai que s pelo taso que a contem.
Encerados para cubrir
mesas.
Largos e eslreitos com mnitos lindos de-
senos a lySflO, 13500 e 21 o covado, di-
toa pretoa e de cores muito grosso para
fono de carros.
Pb/itographia.
Machinas francesas e americanaa dos
malhorea fabricantes deate genero, vidros,
e laminas de cobre psra retratos e um
graode sorltmento de passepsrto cai-
xinbas, drogas para trabalhar aro >dos oa
proceasoa de pholograpbia. rabnsjiyp' e
daguerreotyoo, tambam se collocaau retra-
tos em caixinhaa, paaaepartoua npolduras
de madeira, mudam-ae os que eativerem
mofados, ficando perfeilamente boas.
O retraliaia americano
O retratista americano
O relratiata americano
O relratiata americano.
Rna do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador
Ra do Imperador.
Novoa eatylos de ambmtypo
Novoa eatylos de smbrotypo
Novos estylosde ambrolypo
Novos eatylos de smbrotypo.
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos.
Lindoa cartees de visita
Llndoa cartdes de visita
Lindoa carioes de viaita
Liados cartdes de viaita.
Aluga se
o sobrado de um andar na ra Direita
n. 45, com duas boas talas, quetro
quartos grandes, cosinba fora,
ra a ra, botando o fundo
3=
indo de
sobre a
loj do
Veiga, portoguez, retira-a-
Hontem a nolte 19 do torrente maio.
a entrada do circo americano, perdeu-se
um relogio de patente ingles deacober-
lo, e com a caixa do fundo liao teud
no centro um pequeo circulo com o
deaenbo de am cinto seguro com urna
fflvela, do fabricante Leuia Woolf, sup-
pde-se que a entrada quebrara a fita
que o aegurava ao pescoco e que sahin-
do do bolao pelo impulso cabiase no
chao : quem achou e quizer entrega-lo
a aeu dono pode levs-lo a ra do Tra-
picho n. 4, primeiro andar, que aera
gratificado geoeroaamente.
Asphalto.
O Sra. devedorea da loja do finado
Antunio Francisco Pereira, queiram vir
pagar aeua debite na meama loja ra
do Creapo u. 8 A.
Attencao.
I
Um moco que deixou de continuar
com aeua estados por falta de roeioa por
ter urna boa letra e eacrever om acer-
t ae offerece aos illustres a cada mi coa
desta faculdade para escrever algumas
poatilaa mediante urna paga menaal.
Tambem eotende de escripturagao e ae
offerece para faxer algumas eacriptas
ambulante : a tratar na ra da feia
do Recife n. 28.
- Quarta-feira 28 do corrente de-
pois da audiencia do Sr. juiz municipal
da segunda vara tem de ser arremata-
dos dous sobrados e urna casa terrea,
sitos no largo das Cinco Pon tas, avalla-
dos um dos sobrados por G:500# e o
outro por 6:0n0$ e a casa terrea por
2:700$, foreiros a cmara de Olinda,
pertencentes a vi uva e berdeiros de
Marsja/uiQ Antonio Pereira por execu-
cao do bacbarel Manoel Gentil da Costa
Altes.
Para escriptorio.
Primeiro andar da ruada
Cruz n. 24.
[este primeiro andar : a tratar na ra
1 Mas, subdito belga, sua utulher
itraa filhos, um de 16 anuos, ou-
tro de 3, reliram-iie para fora do
abamde tbegar dMalla nove italianoa,
afteoe tem officlo, oa
(aalhar nesta cidade
.^Rae olgnna qae aa-
iatdindiain: ao becco
Toda attencao.
Custodio Jos Alves Galmares avisa ao rea-
peitavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que se medou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem conhecida a amiga loja
de miudezas que foi do fallecido Joio Ceg, boje
ser conhecida pelogallo vigilaote,e pede ao
reapeilavel publico e aos seus freguezes e amigos,
que o queiram procurar no dito estabelecimenlo,
onde acharo um grande aortimento de miudezaa,
queaffisDca servir bem e vender por menos dez
ou viole por cento, do aue em outra qualquer
parte
_ Preciss-sede ums pessos que queira cobrar
dividaa no mato, dando fiador sua conducta : a
tratar na rna do Queimado n. 45.
Na travessa da ra das Gruzes n.
2, paimeiro andar, tinge se para todas
sa cores com presteza e commodo prec/j.
Agencia de passaporte.
Claudino do Reg Lima tira paasaporte para
dentro e para fra do imperio com presteza, e
commodo prego : na ra da Praia n, 47, Io
andar.
Lices
de portugus, latim, inglez e francez em casss
particulares, sendo ingles c francez pelo meth-
do de Ollendorff, nico capaz de enainar a fallar
e traduzir em pouco tempo com perfeico: ra
da matriz de Boa-vista n. 34.
Attencao.

No domingo 20 do corrente, furtaram de casa
de Maooel Teixeira Basto, na Psssagem da Mag-
dalena, um relogio de ouro do aystema moderoo
de dar corda por cima aem auxilio de chave, foi
furtado juntamente com urna cadeia de ouro,
cunteodo urna chave | quebrada. O prejudica-
do nao se records do nome do autor, e o numero
do relogio e'7851, e por iasoapensa com sig-
naes, pode indicar aer de bella aopareoci, dea-
coberto, e com am vidro bem saliente em gros-
aura. A quem quer qu? o descobrir se agratifi-
car generoaamenle.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos armazens do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo no Recife n. 8, ae ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
receotemente cbegadal4# a lata de 5 galea,
assim como latas da 10 e de 5 garrafas e em
garrafas.
SJ Deseja-ae fallar a negocio com o Dr.
Americo Fernando Trigo de Loureiro, na >
9 ra do Creapo n. 17. a*
Hotel inglez
GWmTORioESPEGULHouorATHico.3---Rua do Trapiche3
DO DOUTOE 1 1
Ama,
Preciss-se de nma nmlber forra ou escrava
para urna casa de pouca familia e que sirva para \
lodo o servico : na ra do Queimado n 39 loja ]
de fazendas.
SABINO 0.L.PINH0.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias atis desda as 10 horas
at meio dia, acerca das segnintes molestiaa
noltttiat da mulhtrtt, moltitias das erian-
eat, molestias da ptlli, molsstias dos olhos,mo-
lestias syphilitieas, todas as tspecies dt fsbrss,
fsbrss inttrmiUtnttt a suas eonssqutneias,
FHABJUCIA BSPKC1AL H0MBOPATHICA .
Terdadeiros medicamentos homeopatnicos pre-
jarados som todas as cntela neceasariaa, in-
alliveisem seus etleitos, tanto em tintara,como
am glbulos, pelos precos mais commodoa pos-
svaia.
N. B. Os mediesmentos do Dr. Sabino sao
tilicamente vendidos en* sua pharmaeia; todos
que o forem tora della s falsas.
Todaa aacarteiras a o acompaohadas de am
Impreaso com um emblema em relevo, tendo ao
reopr aa seguiotea palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Bate emblema poeto
igualmente na Hala doa medicamento que se pe-
da, As carteixas que nao ievuemeaaaimpresa*
assim marcado, ambora enham natampa o no-
ve do Dr. Sabino so falaoa
O solicitador Beroardino de Sena Dias mu-
dou a sua residencia para a roa da Conceigo
eaaa n. 25. batrro da Boa-viata, pode aer alli pro.
curado de maobia at as 9 horaa, e de Urde de-
poia daa 4 hora.
Joio Francisco da Silva retira-se para o
Rio de Janeiro.
Preciaa-ae de am caixeiro portugus, de
idade da II a 14 aono pare urna liiaaai na PaeV
saga*, ra do Batane 7 : a tratar aa sos
na, m as ras do Arsgio a. 36.
Acba-ae de novo completamente montado es-
te anligo estabelecimenlo e proapto a receber
piaaageiroa a qualquer hora do da ou da noite.
Todo o aervico feito com promptidao, celo e
baraleza, havendo no eatabelecimento interprete
para paasageiros inglezes, frsncezes, hespanhoss
e allemoe.
Recebem se penaionlataa e alugam-ae quartoa
por semanaa ou por mezas, garantindo-se o me-
lhor servido poaaival.
Tambem no eatabelecimento apromptam-se
jaolares e a I moco, aasim como d-ae comida pa-
ra fora, envidando o dono do holal todos oa ex-
forcos para bem agradar as pesaoas, que o hon-
raren) com as suaa freguezias.
No intuito de preeneber urna lacena to aeo-
aivel a urna capital tao commercial como a do
Recife, oo ae pouparam doapexas e eiforeo.
afim de aer collocado o hotel inglez no boa p,
em que se echa. Agora s a soimacio do pu
blico poder faxer medrar um eatabelecimento j
tao reclamado pelas neceaaidadea commerciaea
da nossa praca.
M. L. Coelho de Almeida, primeiro e nico as-
phaltiata nesta provincia, transferio seu escrip-
torio psrs a travessa do Carmo o. 10, onde ou-
tr'ora ealeve : abi recebe encommendaa para oa
productos de aua fabrica, como aejam : calcadas,
terrados, soalbos dearmszeos e caas de morad*,
eocanamentos d'agna, rodaps, degyoa de caca-
da, e outroa minares a que applicavel o aa
phallo.
Mez de Mara a \$.
Vende se na livraria n. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia o li vro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos missionarios
capuchinhos aljs
Os hachareis Manoel Pirmino de Mello e
Pedro Afloneo de Mello tem o aeu escriptorio de
advocada, na ra dn Rosario estreita o. 27, pri-
meiro andar, onde aero encontrados todoa os
'lias uteia daa 9 horaa da manbaa a 3 da tarde.
Bncarregam-ae tambem para qualquer ponto da
provincia de defezaa 00 jury, e de quaesquer
oulras pendencias judiciaes, afianzando aquelles
que ohoorsrem com aua confianza o msior zelo
e actividade no desempenho do seus deveres.
Fora da horaa cima in icado, podero aer pro-
curados naa casas de suas residencia ra da
Imperatriz o. 86, e da Aurora n. 46.
Novidade
Amendoaa confeitadae, aortea das mesmaa, pa-
pen com estalo, todo muilo aovo, vaode-ae por
menoa do que em outra qualquer parte : na ra
da Seozala Nova n. 30.
OSr. empregado publi-
co que receben, differeutes
quantias para pagamentos de
objectos de sua repartico e
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder como
deposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
Nesta typographia precisase fal
lar ao Sr. Joo Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
Attencao,
Antonio Cesado Moreira
Dias, faz sciente ao respe i t*-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora
chumbo e salitre e affiauca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Casas para alugar.
Segundo andar da casa d. 11 da ra do Encan-
tsmento, loja n. 33 da ra do Vigario, com ar-
torre da Penba : a tratar na
mesmo.
Jos Perreira
para a Baha.
Preciaa-se de ama ama de meia idade que
dfi coohecimento de sua conducta, para cozinhar
e fazer o mais servico da Casa de um moco aol-
teiro : a tratar na ra da Moeda no segundo an-
dar do aegundo aobrado do lado da ra do Amo-
rim entrando pelo oito da alfandega.
Procurador geral.
A abaixo aaiigoado, viuva de Marcelino Anto-
nio Pereira, ttx sciente ao publico o eapecialman-
te aos seus credores e devedorea, que nesta data
tem constituido aeu procurador geral nesta praca
ao Sr. Dr. Joaquim Borges Carneiro, com quem
o'ora em diante ns e outros se devem enteoder
acerca do que Ibes lor mister. Recite 22 de maio
de 1862.
Rita Jerooyma de Mendooca Pereira
F. W. Quist rellra-se para fora da provin-
cia.
Aluga-se um ssls propria para aacriptorio,
na ra do Imperador : a tratar com Policarpo Jo-
s Layme na mesma ra n. 45.
. Eduard P. Wilaon Jnior e sua familia val
s provincias do sul.
Precisa-se de um caixeiro para padaria que
teoha pralica da mesma e que afiance a su* con-
ducta : na ra da Seozala Velba n. 94.
Preciaa-se de um menino de 12 a 14 annos,
que tenha alguma pratica de taberna : na ra do
Amortm n. 17
Aluga-ae um primeiro andar na ra da Pe-
nha com fuodos oa ra Direita n. 9, e a loja : a
tratar no mesmo.
Pinto de soez & Rairo mudaram o aeu
escriptorio da ra da Cruz a. 24 para a mesma
ra n. 30.
Impossivel de despedir-me pela rapidez da
minba viagem de todas as pesaoas que me laem
honrado com sua conlianca e amizade, rogo-lhea
de me perdoarem esta falta involuntaria, e offe-
reco-lhes oa meus poucos prestimos em qualquer
parte da Europa onde eu me achar.
Carloa Piedler.
Luiz Soares, aubdito portogoez, retira-se
para fora da provincia.
Lices
de francez, inglez, grammatica poitngueza e ari-
tbmetica aos que se dedicam ao commercio, das
6 as 9 horas da noite ; loma-se tambem lices
em casaa particalarea daa meamas materiaa : a
fallar na ra do Cabug o. 3, segundo andar.
Os senbores qne teem penhores na mo do
Sr. Santos tenham a bondade de os vir tirar al
o prazo de 8 dias, senSo aerio vendidos.
Jamea Ohver vai ao Rio de Janeiro.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bon-
dade de apparece:* na loja do
Germano, na ra Nova n 21.
xmmmm mmvBmmmm
Saques sobre Portugal.
O abaixo asslgoado agente do Banco
Mercantil Portnenae nesta cidade, aaca
efectivamente por todos os paquetea so-
bre o mesmo Banco pira o Porto e Lia-
boa, por qualquer aomma avista e a pra-
zo, podendo logo os saques a prazo serem
descornados no mesmo Banco, na razo
de 4 por canto ao anno ao portadores
que assim Ihe convier : naa ruaa do Crea-
>po n, 8 ou do Imperador n. 51.
Joaquim ds Silva Castro.
M MpH18B 'tUtWWkWkWkW
SilvjooGuilberme de Birros compra escra-
voa de amboa oa sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.
Casa para alugar.
Aluga-se a da ra
tratar no escriptorio
ra da Cruz o. 45.
- Respondo ao aoouncio publicado no Diario
de Prnambuco de 21 e 22 do corrente, em que
pede noticia de D Victoria Mara do Sacramen-
to, mi de Joo Nepomucenode Farias, j falle-
cido no Rio de Janeiro, ou aa sobriohrs deste D.
Claudios e outra. filbas de Manoel Das de Parias,
e D. Francca Telles de M*nezes, tenho a dizer
que existem Claudios e Thereza, filhas de D.
Francisca Isabel Osar de Menezes e Manoel Dias
de Parias, e ao nataa de D. Fraociaca Tellee de
Meuezes, sendo Claudina casada com Jos Mar-
tina Dias, morador na ra Bella n. 34, e Thereza
casada com Lidio Alerano Bandeira de Mello,
morador na meama ra n. 22, e nao consta que
hajam outroa prenle.
Jos Flix dos Santos.
(MPAMIA DA VIA FRREA
no
Recife ao Sao Francisco.
De conformidade com as instrueces recebidas
da reapecliva directora, faz-ae publico que des-
ta dita em diante sao convidadoa oa accionistaa
desta compaobia a cumprirem com oa lermoa do
aviao que por ordem da meama abaixo ficam pu-
blicados.
Eicriptorio da companhia 20 de maio de 1852.
Por procurado de E. H. Bramab, thesoureiro.
Aaalgoa-ioR. Aualin.
COMPANHIA DA ESTRADA DE FERRO
DO
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
CUSO DE LINfiUA tWtXZa
A' NOITE
PARA A CLASSE DE COMMEBCIO.
Jos Soares d'Azevedo tem de abrir
um curso pratico theorico de Lingua
Frauceza pelo novo systema de Ollen-
dorff, para a classe do commercio que
nao pode frequentar este estudo de dia.
As peisoas que desejarem fallar e escre-
ver esta lingua, podem dirigir-se a' re-
sidencia do annunciante, ra de Santa
Rita Nova n. 47, ate o dia 31 de maio.
Joio de Soasa Azevedo pelo presenta da-
clara que deixou da ser caixeiro do Sr. Jote Jos
de Figueiredo desde o dia 21 do correte mes.
Auaenlou-se de casa da sen senhor, no dia
21 do correte, o prelo Antonio, de naco An-
gola, idade 50 aonoa pouco mals oa menos,
maio corcovado a ps bastante grossos, levou
vestido calca branca paleto! ja ve'ho : quem o
aprehender levee-oarua das Cruxes a. 41.
Criado.
Precisa-se de um criado capax e fiel para Ira*
tar de cavallos e trabalbar de eoxada no sitio,
dando garantia para ana conducta : dirija-se ao
Corredor do Biapo no sitio com porto do ferro.
Ao commercio.
Oa abaixo aasigoados faxetn publico que por
nutuo accordo e voluntaria resoluta o de am-
bosdissolveram amigavelmente no dia 24 da
abril prximo paseado a sociedada que gyrou
nesta praga em negocio de ferragem oa ruada
Cadeia do Recife n. 56 A, sob a raio de Vi-
dal dt Baatos, firma que Oca diaaolvida, fican-
do deaonerado a todas as transarles a aem
mais cousa alguma na casa o ex-socio Antonio
Joaquim Vidal, e liquidatario posauidorda casa
de ora em diante o ex-socio Joio Carlos Bas-
tos Oliveira que continua o negocio por sna
propria coota. Recife 21 de maio de 1862.
Amonio Joaquim Vidal. Joao Garlos Bastos
O.iveira.
Precisa-se alugar uma[preta para
vender : no Corredor do Rispo n. 15.
Quarta-feira 28 do correte, depois da au-
diencia do juiz municipal da segunda vara, ir uo-
vamente a praca a armacao e gneros existente*
na taberna sita no pateo do Carmo a. 2, perlen-
cente a Joao de Castro de Oliveira Guimares, por
execucao qua contra o dito mota Manoel Anto-
nio da Silva Rioa, pelo cartorio do escrivi Mot-
ta. A arrematado ser feila pelo preco da adju-
dicado.
Aluga-se o sobrado da traveasa do Pires,
em o qual moraram oa Illma. Sra. desembarga-
dorea Pigueira de Mello e Gilirana ; na ra da
Senzala Nov n. 30.
de Santo Amaro n. 40:,a
da viuva Amorim & Filho,
l
O bacharel Witruvio po-
de ser procurado na rna
Nova n. 28, aobrado da es
quina que volta para a
eamboad Carmo.
II
4P Gus
I Hio i*
~1X!Xg
uslavo Reiiog ufca
Janeiro.
micao para taberna
do Recife o. 33.
a tratar na rna da Cadeia
|1 bKua da Cruz-A 6g
O Dr. Rocha Bastos
di consultas lodos os dias.
Cura radical e em pouco das moles- M
tias syphilitieas e dos orgos genito uri-
narios. X
I
I
I
Consultas de graca daa 8 as 9 horas da
maoha.
D. Thereza de Jess Coelho de
Souza Leao, previne a quem possainte-
ressar, de que ninguem pode entrar em
transaccao de qualquer genero que leja
com seu genro o Sr. Manoel do Reg
Barros, relativamente aos seus escravos,
visto como ha alguns annos eslao todo
hypot'iecados ao casal da taesma an-
nunciante, o que consta da escriptura
publica calebrada em cotas do Sr. ta-
bellio Salles. Recife 19 Je maio de
186a.
Preciaa-se de naa ama para o servico in-
terno e externo de une casa de pouca familia,
raga-se bem e di-se bom tralamento. preferindo-
se escrava: aa rea das Crazas n. 20, segundo
andar.
E. Moca, tusdko britnico, sigue panos
Un YnaM tb oit1 cf. j
Pelo preaenie faz-ae publico que por urna re-
boIuqo da directora desta companhia lomada
neila data tem-se feito a ultima chamada de
urna libra etterlina por cada arcao a qual dever
ser paga at o dia 30 de junho prximo vjodou-
ro, no Rio de Janeiro em casa doa Srs. Mau Mac
Gregor & C, na Babia aoa Sr. S. S. Daveoport
& Q e em Pernambuco no escriptorio do Ihe-
aoureiro da mesma compaobia.
Pelo presente fies tambem entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou prestago ss-
ttsfeila at o dia marcado para seu pagamento o
accionista que incorrer oessa (alta pagari juroa i
razio de 5 por cento ao anuo sobre tal chamada
acontar desse dia at que seja realisado o paga-
mento
No caso de nio effectuar o pagamento deata
chamada dentro de 3 meses cootadoa do dia ci-
ma fizado para o embolso ds mesma, flearo as
arge que incorrerem em tal (alta sujeitas a se-
rem confiscadas aegundo aa disposicoes dos esta-
tutos a eate respeito.
Por ordem doa directores.
AisigoadoE. H. Bellamy, secretario.
199 Greabam ilouse, Od Broad Street.
3
i
O Dr. Carolino Fran-
cisco de Lima Santos,
madoo-ae da ra daa
Crdxea para a do Im-
perador, sobrado n.
17, em frente da igre-
ja deS. Francisco, on-
de continua no exerci-
eio de eua proiaslo da
medico.
SEGUNDA EDICTO
Df
THESOURO
DO
HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha
pelo dea ter
.. L IHIii.
Este livro que se tem tornado lio popular,
quaoto necessario, acaba de aer publicado cora
todos os melboramentoa, que a experiencia e os
progresaoa da aciencia tem demonatrado. A no-
va odiccio em tudo superior primeira, en-
cerra :
1.* Maia amplaa noticias acerca do curativo
daa molestiaa, com indicacoea mui proveitosas
doa medicamentos novos recentemenle experi-
mentados na Europa, nos Estados-Unidos e no
Brasil.
2." A exposicio da doutrina homeopatha.
3.* O eatudo da apropriacio dos remedios se-
gundo ss predomioaoclaa dos temperamentos,
das idades, dos sexos, e aegundo as clrcumstao-
cias aimospbericas etc., ele.
4.* A preservado ou prophilaxia das molestias
hereditaria.
5. A preservado das molestias epidmicas.
6.a Urna estampa illualrada demnnttrallva da
coniinuidade do tobo intestinal desde a bocea at
o anua etc., etc.
Vende-ae ns pharhacia especial homeopa-
thica, propriedade do author, ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) o. 6.
Preco de cada exemplar. 209000
N. B. Oa aenhorea aasigoantes queiram man-
dar receber seus exemplares.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santoa & C. aacam a tomam
aqnes para a praca de Lisboa.
Aluga-se um aotio oa ra da Palma, urna
graode loja na ra Velha, e tres casinhas no Cho-
ra Menino, proprlaa para carroceiro : a tratar
com Jos Higioo de Miranda.
Ha para alugar trea escravos psra todo ser-
vico, oa ra Nova d. 36.
Carvalho, Nogueira & Fi-
lho, c Rezende C.
Sacam sobre Lisboa e Porto, na ra do Vigario
n. 9 primeiro andar, e ra do Brum o. 58, ar-
marem.
Compras.
Compra-se urna mesa elstica de
amaretlo, envernisada e com pouco usn r
a tratar na ra dos Guara rapes em Fo-
ra de Portas, sobtado n. 26, ou se an-
nuncie para procurar-se.
Comprase urna preta que n5o se-
ja de ra e quesaiba coslnliar e engom-
mar com alguma perfeicSo: na ra da
Imperatriz n. 66.
Comprara te moedaade ouro: na ra Nova
o. 22, relojoeiro.
Compra-se um relogio de patente in-
glez em aegunda mi e d-se prefe-
rencia sen lo descobarto : na ra do
Queimado o. 28.
&
Compra-ee urna escrava crioula de
annos, pouco maia ou menos, que saiba es,
msre coztnbar: na ra de Apollo.n. 39, pri
ro andar.
Compramve moedas de ouro: na ra No-
va n. 21, loja de relojoeiro.
Compra-se am preto de meia idade, de
bons costumes e propro psrs sito, urna eacrava
qne saibs coser e engommar bem : aa ra da Ca-
deia Velha n. 35.
Compra-se um prensa de aparar papel:
na rna da Santa Cruzn. 14, ou annur.cie.
Vendas.

no fot par
portos de aerte.
l
Preciaa-se
cesta mas:
r 1.17.
de am eozinheir que teja de
na raaForose, sobrado do um
wat A mi t* ,* ,
Hiho a 3$500 a sacca,
llilbo de superior qualidade em lotes de dez
aaccaa para cima ao preco cima, no armazem n-
4, defronle da porta da alfandega.
Novo
sortimento de csmbrsis duqueza do Orle
520 a vara, organdya liso a 600 rs. a vera
ae amoatraa com penhor: na ra do Q
numero 43.
Vende-ae asa boaite eaeravo
carpina, urna negra forte para todo soraaa,
oegtiaha de 8 a 9 anooa,am.MM|a>||
annos : ni rna das Crasas n. 35, aegu
A 5$o covado.
Panno fino multo bom cor *e ra
que vai 7|: na rea do Queimado n.
Vende se u ma preta de
eugomma e ccisinha
lg^^e
ra da Imner
'
i


.
1861.
'1
Hrap A lea rama
vende goUiohaa e puohoi coa botoee para se-
rt**ifiaenda nanito boa, e pelo baratissimo pre-
50 4a 2 : na rna do Qaeimad 3 n. 86, loja de
K-flpiatau da boa. bma.
I 3 -!
Carlos IV e III.
Tonda)- aa com ala offigie patac5oa
Bfaoea: db rua larga do Roaario n. 24.
hespa-
aa o
ri.
rs.
-I
Aliento ao vigilante
Na rua do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo Ceg,
est torrando por todo o
pre$.
Corad.
Oa verdadelros floa de cortea redondoa sssim
como rail, pola 6 o mais aoperior que tem viodo
ao marcado : a no vigilante rua do Crepo a. 7.
Miqanga ou continhas.
Micanga ou cooliohaa do muilo lindaa corea
J40 ra. o macinho : 16 no vigilante rua do Cres-
po n. 7. '
Continhas do Rio.
Conlinhaa doeradinhea miada o grossa proprio
para palceiraa das quaea ae eaiao mando millo
por aer ulilmo gotto, a 240 rs. o macinho, aaaim
como aljfar b.aoco ede cor a 300 ra.: a no
vigilante rua do Crespo n; 7.
Lencos brancos para algibcira.
Anda ae vendem lencos brancoa finoa para sl-
gibein pelo baratissimo preco de 2400 a duzia:
na loja da boa fe, na roa do Queimado n. 21.
Mei .$ para senhora.
Veodem-ae meias fioaa para aenbora pelo ba-
ratlaaimo preco de 86O0 a duzia : na rna do
Queteaado o. 82, oa bem conhecido loia da
boa f.
Peonas d'aco.
Aa verdadeirsa penaa inglesas caligraphicas a
1JH0O ra. a caixinha : a no vigilan lo rua do Crea-
do n. 7.
Banbas ou leos e cheiros.
A aoperior banba tranapareole a 900
fraaco.
Dita em lata* do folha de meia libra a 500
Dita em laliobaa de quarla 1 3z0 rs.
O verdad airo oleo da aociedade higienice a
900 ra. o fraaco.
Dito macaassr e muito fino em fraaco peque-
o a 1600 a duzia.
A verdadelra agaa de colonia frasco grande a
900 ra.
Di toa peqoenos masmo em garrafinhaa a 400 ra.
Ditoa com superior agua de flor de laranjafras-
co grande a 400 ra.
Daao com azcellenle agaa celeste frasco gran-
de a 1*,.
Dito frasquiohoa pequeos com vinagre rugi a
400 rs.: s 00 vigilante roa do Crespo n. 7.
Para conservar dentes.
Oa verdadeiroa pa da aociedade bygienica pa-
ra deotea em frasquinbos de vidro o maia supe-
rior que tem apparecido pelo baratissimo prego
de 1 o frasquinho, aaaim como em caixiobaa
eadradiohae a 200 ra.: a no vigilante roa do
Crespo n. 7.
GolHnhas e pulceiras.
Lindas golliohas a polceiraa de mirranga pelo
baratissimo prego de pulceiras Rollinhaa 8,
palceiras s 29 e glliohae 1 o 19500: a no vi-
gilante rua do Crespo o. 7.
Sestinhas
Seatinhaa muito lindaa com aeus pertences pa-
ra menino 3 e 49. aasim como indispenaareis
de conlinhaa ou micanga proprioa para menina
Irazer do brago com l.ncinho pelo baratissimo
prego do 1$ : s no vigilante rua do Crespo nu-
mero?.
Tinteiros.
Tinteiros proprioa para menino de eacola ou
aoamo para quem os quizer comprar por bara -
tiaaimo prego a 500 ra.: .s no vigilante rna do
Graspo n. 7.
Acaba de
chegar
aovo armazem
T>8
BUSTOS A lEfiO
Na rua Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res u. 47.
1 grande o variado aorlimanto do
rompas feitas, calcadas o axeodaa e todos
astea savendem por precoa muito modi-
Bcadoa coma 4 do mu costume,assim como
aojam aobrscaaacoa da auperiorea pannos
o caaacoa feitoa palos ltimos figurinos a
26, 18. 80 a a 35, paletota dos mtsmos
paanoa preto a 16|, 18|. 20 o a 84,
ditoa de caaemira do cor meaclado a da
novoa padrea a 14. 16|, 18. 20 o 24,
ditoa saceos daa meamaa caaemiraa da co-
re* a 9, 10, 12 a 14, ditoa pretoa pe-
lo diminuto preco de 8, 10, o UJ, ditos
da sarja do seda a aobrecaaacados a 11,
ditoa de merino do cordio a 11, ditoa
de merino chines de apurado gosto a 15,
ditoa do alpaca prota a 7, 8, 9 o a 10,
ditoa saceos pretoa a 4, ditoa da palba do
aeda fazenda muito superior a 45500, di-
toa do brim pardo o do fuatio a 8$500, 4
a a 45O0, ditoa do fuato bronco a 4,
grando quantidade de caigas d o caaemira
prata o da corea a 7, 8, 9 o a 10, ditas
Sardaaa 3 a 4, ditas dabrlm da corea
naaalf500, 3, 3500 a a 43 .ditasda
brim brancoa flnaa a 4500, 5|, 5 500 a
6. ditas do brim loni a 5 a a 6|, colla tas
dogorgerao preto da coro* a 5$o a 61,
! ditoa do easemira do cor pre tos a 4f500
o a 5, ditoa de fuato branco o do brim
a 3 a a8?O0,ditos de brim lona a 4|,
dito* do merino para luto a 4 a a 49500,
Calcas de marin para 1 uto a 4|500 e a 51,
capaa de borracha a 9. Para meninos
de todoe oa tamandoa: caigas de easemira
prela o da cor a 5f, 6 o a 7, dita* ditas
da brim a 2J, 3 ea 3500, pal tota sac-
eos d easemira prata a 6| a a 7, ditos
da cor a 6 o a 7f, ditoa do alpaca a|8,
eoerecaaasoa do panno preto a 11 o a
14, ditoada alpaca preta a 5, bonets
-para menino da todas as q.alidadas, ca-
misas para meninos do todos os tamanhoa,
meios ricos rostidos do cambraiafeitoa
Cara maofnaa do 5 a 8 annoa comeinco
abados liaos a 8 e a 12f, ditoado gorgo-
reo da cor a da lia a 5 o a 8, ditos da
brim 3, ditoa do cambraia ricamente J
bordados para baptizados,e muilaa outraa
(tandas o roupas foitaa qae deixam do
mencionadas pela aua grandeqanti-
dado; aasim como rocabe-aetoda a qaal-
o.oc ancommenda do roupas parra aa
mandar manufacturar o qno para oato flm
aaaeae um completo sorttmwtodofaaen-1
u!Li mOSf oficina do al-
ll'jf.1* drHrMa por m hbil moatra qae
UZEEr* a-aaf.icio..d.d.l-;
Sapatort|e bor-
racha.
A 1. 1500 e 2f o par, agnlhas Victoria a 120
ra.o papel, lamparinsa cconomicaa a 100 ra. a
caixa, carleiraa para eacrever a 14J e 16, caixaa
para coatara a 8$ a 16J, grixa francea econo-
mice a 640 a pote, facas americanas para mesa a
6 a 7 a dozia, meiaapara senhora, homem, me-
ninas etc. por todo o preco, braceletes de cabello
com pedra rxa o amarella a 5 cada um : a
ha na ras do Queimado loja Esperance n. 33 A,
Guimariea & Rocha.
WfM*
sen) segundo.
Na rna do Queimado o. 55 loja do miudezas
de Jos doAzevodo Haia^ Silva, eslS vendando
todaa aa miudezas barsiflimae, a saber :
Papeia de agulhaa a balo muilo supe-
riores a
Caixaa com muito finas obreiaa a
Candes com clcheles, tem algum de-
falto a'
Frascos da macass perola muito fino a
Caixinhaa com papel pequeo de diver-
sos gostoa a
Pacolea dito dito dito amizade a
Novelloa de linha de Crux a melhor
que ha a
Caixss com agulhaa curlaa de superior
qoslidade
ntremelos, a pega com 3 varas 1(2 a
Sabonetea maito finoa a
Papeia de agulbaa frsncezaa com toqae a
Parea de bnioea para pnnboa de muitos
modelos a
Parea de meias croas para meninos a
Ditos de ditaa cruaa para pequeo a
Ditos de ditaa para meninas a
Frascos com agua de Lavando ambreada a
Ditoa com cheiros muito finos a 840 e
Ditos com banba muita fina a 240 e
Ditoa com superior banha de ursoa
Ditoa com oleo bubosa muilo fino a 240 e
Ditos com oleo do Rio muito auperior a
Ditoa com auperior pbilocomo a
Ditos com banha pbilocome fimssima a
Ditos com banba transparente a
Ditoa com auperior agua de colonia a
Ditoa com macass (oleo) a
Ditos com auperior opiata a 500 e
Carlea de linha Pedro V, com 200 jsrdaa a
Ditoa de dito dito, branca de corea a
Carrilaia de linha com 100 jardea a
Masaos de linha frouxa para bordar a
Penles de marflm de auperior qoalidade a

80
40
10
100
710
720
40
100
1$000
120
10
S40
160
160
200
800
500
310
600
310
500
900
1000
800
500
100
800
60
SO
30
240
1SO0O
o Brow
Rival
sem segundo.
Na rua do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, loja de miudezas de Jos de AzevedoHaia
e'Silva, est qoeimando ludaa as suas miudezaa
pelo* precoa que abaixo se declara, pois a qnadra
boa para apreciar:
Duzia de meias cruss maito encorpadaaa 1400
Dita de ditas brancas muito boas a 1600
Dita de ditaa cruas muito Ansa a 48000
Dita da ditaa brancas para senhora, mui-
lo tina* a 85000
Carriteis de retroz de todaa as cores a 280
Grbzaa depeonaa de ac de todas as quali-
dadeaa
Dita de ditas calllgtaphicsa
Noveloa da lioha muito grandes a 60 e
Caixaa de agulhaa perfeitas a
Baraibos porluguezee a 110 o
Groza do botea de osso pequenoa para
calca a
Tesouraa para anhas muilo superior qua-
lidade a
Ditaa para costura muito finas a
Ditaa pequanaa porm finas a
Biralhoa (rsncezea multo finoa a
Agulheiros com aguijas superiore
Caoivetea do apara? peonas de i folha a
Parea de sapatoa de tranca de la a
Carlas de alfloelea francezea a
Parea do luvsa brancas de algodio a
Escovas para limpar dentes muito fi-
nas a 800 e
Masaos de grampos de todas as qusli-
dadea a
Dedaes com fondo de seo a
Caixaa com colxelea francezea a
Tinteiros de vidro com tinta a
Ditoa de barro com tinta auperior a
Area prela multo fina a libra a
Labyrintho por lodo prego,
Vara de franjas largas brancas a
Pides de nova iovencio para meninos a
Lioha branca do gax pelo prego j sabido que
10, 20 e tres por dous, e outras muitas miudezas
que i vista far ( pelas suas boas quolidadea e
presos enlo nao fallemos.
Queijos
os mais frescos que tem vindo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
20400 e no passado a 10800.
Amen'loas
conieitadas a* mais bonitas que ha no
mercado a 800 e 1$ a libra : vndese
nos armazens Progressista e Progressi-
vo no largo do Garmo n. 9 e rua das
Gruzesn. 36.
Remedio infallivel contra as agnor-
rheas antigs e recentes, nico deposito
na botica franceza, rua da Cruz n. 22,
preco 3|.
Casas para vender
Vendom se daos casis oa povoagio de Game-
leira, sondo uma'na raja de Papacaca o a ostra
do lado da estacio, muito boas psra negocio: a
tratar em Gameleira com o Sr. Joto Venancio,
o na rua do Queimado n. 47.
Para os recem-nascidos.
O deposito do Fructuoso, em frente o be eco do
Rosario, vem por eate avisar qae se acba aorlido
de oovos bergos volantes e voadorea de vime pa-
ra changas aprenderem s andar, asslm como ces-
tas psra compras no mercado, coodegss e acta-
les de todss aa graduages, baisios de vime e
gesta, e de palha ao goato e economia de todas as
bolgsa, esleirs lisboeoses para forro de sotas e
de alcovas de dormir, eateiraa de palha dobrada
de carnauba com 4 palmoa de largo o 7 a 8 de
comprido, viodaa por eacommenda do nosso As-
s, tudo se retalha a precoa mdicos o com um
abale de 10 por cento, sendo quantidade, e nm
sortimento de todo.
Attencao.
Joo Jos de Figueiredo tem a honra de parti-
cipara aeus numerosos freguezes qae em seu es-
tabelecimentode fazendss finss, na rua do Cres-
po n. 9, ae eoconlra nm completo sortimento da
fazandas do ultimo goato e msis baratas que em
outra qualquer parta por se querer liquidar, co-
mo sejam :
Capas de grosdenaple de 30, 40 e 45f, muito
ricas.
Chapeos de palha da Italia para senhors s 18
e389000.
Ditos de seda para aanhora a 12 o 26f.
Ricos eofeitea de florea para thaatro ou bailes
a 15000.
Ricos corles de seds de muito bons gottos a 80
o 120}00O.
Chales de easemira muito ricos a 15000.
Hanteletea brancoa de aeda de rede para se-
nhora a 18.
Vestidoa prelos bordados a velludo.
Ditoa de corea da diversos gostos o pregos, e
muitos outros artigo psra senhoras o homens,
muito modernos, e maia barato que em parte al-
guma.
Moendas p meias moendas.
Taixas de ierro batido e
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Bodas, dentadas etc., etc.
Rua do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Venda-se nm faqueiro' de prata, (obra da
cidade do Porto] muito bem acabado: na rua da
Cadeia n. 62, segundo andar.
500
13600
120
160
160
110
400
400
800
140
80
80
1|880
100
100
320
40
100
40
160
120
120
200
200
!
Borzeguins inglezes.
taijki** a1 les pora lris.11. 10, defronto do b
de Piato, Mebeu.ee pelo ullioso tw
aade aorUmeoto ios j baos acreditados
a* tu i ImptraUQ a. SO, Uparos.
Rival
se 111 igual.
Miudezas e rap.
Ba larga do Bosario numero 36.
Lia de corea sorlidaa, libra a 640O.
Sintoa dourados a ljjGOO.
Ditoa ditoa com ponas a 3500.
Asjulhaa francazaa curtas e compridaa a 60 rs.
Ditaa cantofas a 180.
Pentaa de mtaa para atar cabello a 500 rs.
Ditoa da dita idem (dourados) a 1100.
Carreteia de ratroz de orea a 310.
Escovas para caballo muito boaa a 800 e 1.
Cartaa de alfineles a 80, lOO, 120 o 140 ra.
Eacovaa para unhas maito boaa a 320 n 500 rs.
Franjas pretaa com vidrilho a 320 e 400 rs.
Trsocaa pretas com dito a 240.
Bicos pretoa muilo bona a 180, 140, 320 a 400
ris.
Carrsteis de lioha a 30, tO e 80 rs.
Eofeitea de retroz com franja a 5300.
Meias para aenhor (duzia) a 21500..
Ditas cruaa para homem a X400 e 3.
Tesourss ordinarias a 30 rs.
Fraojaa de la estreilas (pega) a 900 rs.
Sabooeles de bola finos s 640.
Frascos de diversos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 ra.
Boioea para caaaveqne a 20, 30 e 40 ra.
Rap Pealo Cordeiro (verdadeiro) a 1600.
Dito gasse grosso e meio grosso s 1600.
Dito dito fino a 1|280, ^^
E outras muitas mais miudezss qae com a pre-
aenga dos bons freguezes se vendero baratas
Papis com estallo
parasoctes, fraacezes : ns rua da Cadaia do Be-
cife n. 15, a 500 rs. o cento.
Verdadeiroa de espuma e superiores charutos
do Riode Janeiro, Bshls e Havsna; na roa da
Cadaia do Recife o. 15.
a^ Sods meUUDk de 7 senos :| teTvindo* mercado : na "ja "a rua d'na!-
mado a. 44, da Coas & Bastos.
Vende-se um rico copns rus do Imperador
n. 27.
Na rua da Vigario r. 10, arma-
zem tem para vender por precos m-
dicos o seguinte:
Superior vinho do Porto err>barris de 8-
Dito dito,dito engarrafado.
Cofres de ferro prov detogo.
Algodao trancado da fabrica da Baha.
Balanc.p; decimaes,
Garneiras inglezas para selim.
Pregos caixa es e enxadas portuguezas.
Gal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem couhecido e acredita-
do deposito da rua da Cadeia
do Recife n. 12, mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Novo sorlimenlo de
zendas baralissimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
G\M\& SILVA.
Tendem-se aa aeguintes fazendss por procos
bsratissimos afim de apurar dinhairo : capaa
snissas a imits;ao de sedaa de quadrinhoa sen-
do de todas as corea e corea muilo fizaa a 800
ra. o covado, briibantinaa de qnadrlnhoa muilo
encorpadas para vestidos de senhora e roupas
para meninos sendo muilo maia larga qne chita
a 800 rs. o covado, gorgurao de linho fazendaj
muito nova para vestidos a 880 rs. o covado,
musselioa branca com 4 1)2 palmos de largura a
200 rs. o covado, grande e variado sortimento
de cassss para vestidos seodo os padroes moder-
nlssimus e as cores fizas a 280, 300 o 320 rs. o
covado, chitas francezas de edres fizas escuras e
alegres a 240, 260, 880. 300 e 3*0 rs. o covado,
chitas ioglezaa a 140,160 o 200 ra. o covado,
cortes de csssa tendo 7 1)2 varal cada um a
240 rs., cortes de organdys com barrea ttndo
IX varas cada corle a 5, cortea de baregea com
22 covadoa a 5, ditos com as sai as feitas a 5,
laazinhaa de corea a 280 rs. o covado, de todas
eataa fazendaa do-se aa amostras dezsndo o
penbor na loja o armazem do Psvo, de Gama &
Sirva, na rua da Imperatriz n. 60.
M&dapolo do Pavo.
Vendem-se finissimas pecas de madapolo com
84 jardea a 4500, 48O0, 5. 5(500 o 6>, ditaa
rancezas eofealadaa com 14 jardas a 3: na rua
da Imperatriz n.60, loja do Pavo de Gama &
Silva.
Las a 320 rs.
Vendem-se modernissimaa Uaziohas com pal-
mea a 320 rs. o covado: na rna da Imperatriz n.
60, loja do Pavio.
O Pavo vende a 4f .
Pecae de cembraiaa de corioboa brancos o de
todaa as corea tende 8 1 il varea a 4 : na rea da
imperatriz n. 60, loja do Pavio.
O Pavo vende
corles de cambraia mallo fina com dona babados
e doss aaiaa aendo delicadamente bordados a
4, ditoa aendo lodoa adamascados a 4, cortes
de phanlasia azeoda fioisaima a 6f, ditoa a 4500
e 5 : na rua da Imperatriz o. 60, loja o arma-
zem do Pavio de Gama & Silva.
Panno preto.
Veode-ae paono preto muito encorpado a
l|aOO, l800 a 8, e dito cor de caf: na rea da
Imperatriz o. 60, loja do Pavio.
Chales do Pavo.
Veodem-ae chales de merino estampados mei. a
to grandea a 3. ilea de eaaaa adearaseada a 80 ajetrUr
rs.: na roa da Imperatriz n. 60, leja a armazem
do Parlo de 6ama i Silva.
Paletots e calcas.
Vendem-se paletots de panno preto fino a 6,
calcas de easemira prata a 4#5O0. paleta de faney
de corea a 6, cicas de dito a 3500 : na roa da
Imperatriz n. 60, loja do Paslo.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se seronlas de linho frsncezaa a 8 o
?r ,ou *** dnzia: na rea da Imperatriz o.
60, loja de Gama & Silva.
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo
Veodem-ae oa maia ricos cbalea com ponte re-
donda e borlotaa teodo aa barrea a imitado de
peluda e asaetioadaa imitando aa capiobia maia
modernas pelo baratissimo preco de 4500, ditoa
de 4 pontaa a 4500, ditoa a Garibaldina sendo
maito grandea a 5: na rua da Imperatriz n.
60, loja do Pavio de Gama & Silva.
Saias bordadas a 2$500.
Vendem-ae aaiaa bordadas multo bonitas a
18500 cada urna: na rua da Imperatriz n. 60,
loja do Pavio, de Gama & Silva.
Bales do F^vao.
Vendem-ae baldes de bramante trancz com
arcoa, aendo aa melboreaarmarles, pelo diminu-
to preco de 3 a 3|5O0: na rua da Imperatriz o.
60, loja do Pavio, de Gama & Silva.
Saias com arcos de linho.
Vendem-ae aa acreditadas aaiaa com arcoa de
linho que fazem aa vezea de balao a 31200 e a 4J
cada um, eataa aaiaa a ha na loja do Pavio, rua
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Silva.
Para meninos a 4$5G0
Vendem-se veatidinhos de seds para meninos,
muito bem entenados, pelo diminuto preco del
4g500 cada um : na rua da Imperatriz n. 60, loja
do Pavio, de Gama & Silva.
Olheru para o Pavo e leiam.
Gamizinbas com golliohas e manguitoa de cam-
braia bordados, fazenda muilo modernissims s
5000.
Ditas de fustSo com sslpicos de cor a 3*000.
Goltiahas bordadas com botiozinbos a 15000.
Ditaa ditaa de goatos a 640 e 800 rs.
Ditaa com msosailoa de cambraia bordados a
15600.
Manguitos de cambraia fina bordados s 1JO0O.
Golliohas bordadaa a 240 tb.
Romeiras de cambraia enfeitadas para luto a
3J00O.
Camizinhaa para senhoraa bem enfeitadaa a 3|.
Lencinhoa do lioho com labyrintho para mao
a 2500.
Ditos a imitacio do labyrintho a 1 e a 13280.
Lavas de torcal enfeitadas de vidrilho a bOu e
e 640 rs.
Eofeitea pretos com vidrilhos a 8000.
Ricos enfeiles s tures e Gsribaldi a 58500.
Ditoa muilo bonitos a 28500 e a 3500.
De tudo dio-so aa amostraa ficando penbor: na
loja do Pavio, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as qualidades.
Vende-se a 440O de qaadrinboa, ditoa pauta-
dos a 39600, dito almaco paulado a 4/ e 4800,
dito greve a 4$600. em caizinhaa de diversas co-
res a 640 e 1, dito branco pautado a 800 ra,, an-
velopes de cor a 640, dito branco a 900 rs. : na
loja do beijs-flor, ruado Queimado n. 63.
Ricos cintos dourados:
Vende-se a 2 e 2500, ditoa de fita a 1600,
fitas para debruohos de rollete a 280 a peca, tiras
bordadas a i a 1200 ; na loja do beija-flor, rua
do Qeeimadu n. 63.
Vende'm ae leaourss finas para costura a
1. dita para enha a 640 o 800 rs., ditas fioaa a
900rs.,a dezia, penles oe travesea para menina a
640 : na loja do beija-flor, rua do Queimado nu-
mero a3jje> .
. ^^ Sintos para senhora.
"Vanaos os nqainmoi sintos com borla c-
nida ao ledo, mello chique, aendo o ultimo gosto
d Paria, Ipoik-parece-me que nio ha veri senho-
ras que dize de comprar : isto s no gallo vi-
gilante, rna do Crespo n. 7.
Eneites de cabeca.
Vendem-se os riquissimos enfeites, tanto com
franja como aem ella, por baratissimo prego de
2500, 3 e 5: s no vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-se aa verdadeiraa linhas de peso, o
mais fino que se pode encootrar a 2J500 o mas-
sioho de 30 miadinhae, aaaim como do outraa
qualidades : s no vigilante, rua do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se mantinhas de coral a 2$,2400,
e floa de coral a 720, massiohos de comas miu-
diohas de diversas corea a 140, caizinhaa de alfl-
nelea a 200 ra. e 240: na loja do beija-flor, rua
do Queimado o. 63.
t- Vendem-ae lavas de pellica de Jouvin bran-
cas para aenbora o homem. chegadaa 00 ultimo
vapor: na loja do beija-flor, rua do Queimado
numero 63.
Vende-se cascarrilha de seda de todaa aa
corea a 2| e 2|400 a pega, lioha de Pedro V a 20
ra. o cartio, grvalas de aeda eatreilinhaa a 1J :
na loja do beija-flor, rua do Queimado o. 63.
Vendem-se ricos enfeites a 5 e5500, di-
toa de vidrilho a 1600, aderecoa pretoa a 8500,
rosetaa pretaa a 160 ra. o par, golliohas pretaa a
800 rs. e 1$ : loja do beija-flor, rea do Queima-
do n. 63.
Vendem-ae carteiraa propriaa para guardar
dinheiro de ouro e prata a 1 e 1800, esporas
finas de ar;oa lg, bandeijaa de lindoa desenboa a
1JS500, ainlurio de borracha a 200 ra. e 840, ben-
galas de canna a 2 e 2500, chicotes finos a 8
e 25O0, de estalo, ditoa aem ser de eatalo a
640, toucaa de lia para meninos a 1, sapattobos
de lia a 800 rs., dilos de merino a 18500 : na
loja do beija-flor, rua do Queimado n. 63.
Vendem-ae peotes de tartaruga virados a 8
e a 9, carretel de linha de 200 jardaa a 940 a
duzia, colchetea de diveraaa quahdadea a 40, 60
e 80 rs., ditos bordadoa a 100 rs.,. masaos de
grampas a 40 e 80 rs., ditos em caixinhas a 180
ra. : na loja do beija-flor. rua do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toacadorea de Jacaranda a 220O,
ditoa brancos a 2, caizinhaa com espelhos para
navakhsa a 2 e 2f4O0, colherea de metal princi-
pe paraaopa a 4600, ditas para chi a 2100, con-
cha para aaancar a 640, oculos fios a 400 ra.;
na loja do beija-flor, roa do Queimado n. 63.
Vendem-ae caivetes finoa a 800 rs., esba-
zes para meninas de escola a 3, 4 e 5, carteiras
com agulhaa traocezaa a 240, caixaa de peonas
de ac a 500 ra., meiaa para senhora croaa a 840
o par ; na loja do beija-flor da ruado Queimado
numero 63.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no bra^o.
Muito lindas caizinhaa e cabazes para meninaa
de 100 ria al 2500: na loja da Victoria, na ru
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melhoraa enfeiles pretos e de cores que so-
parece a 5500, 6 e 6J500 : na loja da Victoria,
na rua do Queimado n. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricoa aortimentoa de franjea pretas e de corea
com vidrilho e sem elle : na loja da Victoria, na
rea do Queimado n. 75.
i 11 has de peso verda-
deras..
Linhas finas de
grandes a 240 ria :
do Queimado n. 75.
peso verdadeiras, meadaa
na loja da Victoria, na rua
Phosphoros de seguranza
Phoapboros de seguranca, por que livra de in-
cendio, a 160 ria a caixa: na loja da Victoria,
na rua do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Baleias muito grandea e boas a 160 ria orna :
oa loja da Victoria, ns rua do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho
Aa melhores linhas de croxel para labyrintho,
novelloa monslros s 320 ris um : na loja da Vic-
toria, na rua do Queimado o. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
por;io de ricos espelhos de varios tamaitos para
ornamentos de salas, afflsnando-ie aerem oa
melborea am vidroa que tem vindo : na loja da
Victoria, na rua do Queimado n. 75.
La para bordan
Lia mnito boa de todas aa corea para bordar, a
7 a libra : na loja da Victoria, oa rna do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindoa sintoa douradoa para aenhoraa a 2200,
ditoa de pona cabida a 4, ditoa de fita a I96OO:
na loja da Victoria, na ruadoQaeimado n. 75.
Liohas do gaz,
Caixinhaa com 50 novellos de linhas muilo fi-
nas do gaz a 900 ris a caiza, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancaa e pretas: na loja da Victoria,
na rua do Qneimado n. 75.
Candieiros de gaz
Cbegon para a loja da Victoria os melhores
candieiros de gaz que tem vindo ao mercado, por
pregos commodoa : na loja da Victoria, na rea
do Queimado n. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'agula branca acaba de receber um ex-
traordinario sortimento de ricaa filas, tio boas
em qualidada quao bonitas nos desenboa, tepdo
entre ellas o mala largo que possivel; aasim
como algnmas pecas brancas com o centro liso
proprio psra inscrtpcdes, e muitas outras de de-
ferentes cores como de caf, rxa, escura, etc.,
etc., o como de sea louvavel costume : a loja
d'aguia branca, na rea do Queimado o. 16, ven-
de por preco commodo essas boaa e bonitaa fitas
Gravatas de setim com
ponta larga a \$
Vendem-se grvalas pretas de bom setim e
com ponas largaa a 1 cada urna, to baratas
assim a ae acha na rua do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Koyidades da Arara.
S na grande exposivao de
fazendas baralissimas
na loja e armazem da
Arara, rua da Impera-
triz n. 56, de Maga-
lhesMendes.
Vende-se o maia barato poaaivel a saber: lie-
nin' Pr ?eS',,,0, "", e roupa de me-
nlnoa a 320 ra. o covado, ia chineza de urna s
cor propna para capas da moda com 4 e mel
palmos de largara a 640 rs. o covado, fusilo de
cores para vestidoa de senhoraa a 280 e 320 rs.o
covado, cassas a Torca muito fina a 240e 280r.
o covado : na rua da Imperatriz loja da Arara
o. 56.
Arara vende as cambraias.
Vendem-se pecas da cambraisa lisas a 11600 e
2*000, ditas finas a S50O, 30O0, e 3|500; goili-
nhaa para senhoraa a 500 ra. golla o msncaos
de linho a 2500. lencos branco a imitacio de
labyrintho a I56OO: na rua da Imperatriz loia e ar-
mazem da Arara n. 56.
As saias da Arara.
Vendem-se saias brancas bordadaa a 2500
ditas de 4 pannos a 3g e3S5O0, cambraisa de ea-
rociohoa com 8 e meia varaa a 4 a peca, cortea
de chitas Unas com 13 covadoa a 2&500 : oa tea
da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-ae pecas de madapoln elephanto
muito tino com 40 jardas a 14, dito de 24 jardas
a 49400, 460O, 5000, 550O e 6fi000. dito In-
festado a 3g, corles de cambraia com barrea a
28500: na rua da Imperatriz loja da Arara
o. 56. -
Arara j vende as roupas.
Vendem-se palitots de psnno preto a 6500 e
80U0, ditoa de easemira de cores a 10000, cal-
gas de easemira prets a 4*500. ditas de cores a
5,500, palitots de alpaca a 3g500 e 4*000, ca-
mizaa francezaaa 1)600 e 200, seroulas de II-
obo a 1600 e 2j, collsriohos de lioho a 500 rs.:
na rua oa Imperatriz loja da Arara n. 56
Arara vende as capas.
Vendem-se capas perfeitamente modernas a
6000 e 10000, manteleta de grosdenaple pretae
muilo mooemos a 258000 30(000, chales de
laa a 15000, ditos de la e seda a taOO, ditos da
merino a SjjOO e 450O ditos de crep da poota
redonda a 78500 e 8: na rna dalmperatriz loja
da Arara n. 56.
Arara vai liquidar sua casa,
porque quer ir passeiar.
Vendem o maia barato possivel para acabar.
chiles com pequeo toque de mofo a 160 ra.
limpsg a 200 ra. o covado ditaa largas a 240. 260
e280 rs. o corado, sio preta para luto a 500 e
640 rs. o corado, cassa prela a 280 rs. o covado
zuarte para roupa de escravos a 160 ra. o covado
corlea de easemira prets para caiga a 3 e 38500,
e outras muitas fazendas que se dio as amos-
tras : na rua da Imperatriz loja da Arara nume-
ro 56.
Palitos da Arara.
Vendem-se masaos de palitos finos para den-
tea com 20 massinhoa a 200 rs. para acabar : oa
rua da Imperatriz loja e armazem da Arara o. 56
de Magslt'ies & Mendes.
VNDESE
um clarnlo de d com maito pouco eso : na
rua nova, da Santa Rita n. 40, das 6 aa 9 1(2 da
tabla.
8
I
%
Attencd! attencao!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da ru da Imperatriz acha-ae a
venda um completo o variado aorlimanto de boaa
fazendas, e qae i vista de seas qualidades sio ba-
ratissimamente vendidas, e para maia veracidsde
do que fica dito, abaixo vio mencionadas algumaa
daa ditas fazendss, a saber :
CMUa largaa cor fixa a 240 rs.
Madapolo fino com 24 jardaa a 5.
. Gambraiaa da corea a 280, 320 a 400 rs. o co-
rado.
Velludo preto a de cores a 2.
Lindase de corea a 160 ra. o covado.
Lencos pequeos a 80,120 e 160 n.
Chapaoa de eaator fino a 8.
Chitaa pretas mnlto largas e fioaa a 240 rs.
Algodao trancado preto muito bom para vesti-
dos da aacravoa e 200 ra.
Cambraia lita com 10 jardas a 2.
A**ii* ,a,Pica eom 10 ditaa a 3.
o* U bordad* P*ra cortinadoa eom 8 va-
engenho, ou mesmo para algum
aa eatraae ae Jlo da Berree, sitio defronte da
i Caarau, para se miar do alsete.
Grande
liquidadlo por todo
o pre^o, na bem co-
nhecidalojadoSer-
tanejo.
Rua do Oueimado n, 45.1
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escnrss fioaa a 160, 180 e 200
rs., corles de vestido praios bordadoa a
velludo de costo de 150 e se vendem
por 30, 40, 50e 70j, sahnas de baile
de velludo e setim a 12 e 13, camisas
psra senhors a 2t000 e 38500, Rr.llinhsa
de cambraia bordadaa a 500, 600, 700,
800, 900 a 1. ditaa de fil bordadas a 120
rs., caaavequea de foatio a 5, 68,78, 8,
meiaa de seda brancaa e pretaa para ae-
nbora a 1200 o par, tiras de babados s
500 e 700rs., lias de quadro eofealadaa a
300 e 360 ra. o covado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, organdys de corea a
600 rs. a vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidoa a 400 o 500
rs. s vara, cortea de collete de caaemira
bordadoa pretos a 2 e 3000, ditoa de
velludo de cor e pretos a 3, 4, 5 e 6,
paletota de brim branco francezea a
3*500 e 450O, ditoa de caaemira do co-
rea o pretoa a 14 e 16. ditoa de alpaca
preta e de corea a 3, 3|500, 4 a 4500,
camisas de peito de lioho a 2500, cortea
de collete de corgurio a l500, 1700,
2200, 38 e 38500. colletea feitoa da brim
branco a 250O, ditoa feitoa de gorgurao
a 29500 e 350O. ditos feilos de easemira
a 38500, 4| e 4|50O, ditoa de velludo a
5, 6e 7, ditoa de fnstio de corea a
18500, um variado sorlimenlo de meiaa
para homem e aenhora, grioaldaa com
florea, (balsa de froco, espartilhos, e to-
da a qualidade de roupas feitas para ho-
mem que tudo ae vende por melado do
seu valor.
^aj^eajSBBBTeee|
Attencao.
S,800 rs-
I AntLLvem grandea aseos, ahogado altima-
menia, amito aovo e bom e 38t0 ; am frente
4a alfaujeie, no armazem do Aneen.
am-ae acedes oa companhia Pernam-
""-I*"*1?*1!*-b0,ln raoeeaee de bezer-
ro a 7f: m rae Ltvrameoto a. 4,
; re-
para
Attencao.
Chegaram de Pars para a confesara da roa da
Cruz o 21 oa maia lindos papeia para sortes, sem
rival oeste genero, bem como ameodoaa coniei-
tadas, as melhores que existem no mercado
cebeodo-se toda e qualquer encommenda
bolos, sortes, etc.
Manteiga para os bolos de
S. Joo.
Vende-se no largo do Garmo, esquina da rua
de Hortas rr. 2, manteiga iBRleza a 800 -rs., 900
l120 e 18440, franceza a 7z0. e 800 rs. muito fi-
na, cbi a 23560, 2*880 e 3z00. amendoas a 860,
chnuricaa a 480, toucinho a 820, sag e 820, figos
a 320, goma a a 12U, librade quaijo do sertio a
720, e sendo inteiro a 640, queijos do reoo a 2
um, cauo com 3 libras de doce de soiaba a 640,
vinhos de todaa as qualidades a 480, 560 e 640.
f mnito Qao a 800 re., engarrfalo da 1J00O at
18500 muito fino. ol*o de ricino a 800 rs. a gar-
rafa, e em libra a 640, aletria a 400 ra., macar-
rioe tslharim a 320, graxa em latsa a 1*00 a
duzia, o urna lata a 120, banba de porco a 400 rs.
a libra, e outroa muitos gneros por commodo
prego.
Antes que se acabe,
Vendem-se queijos do serial a 16 a arroba
defronte da matriz da Boa-Vista o. 68.
Vende-ae um cabriolet de 4 rodas eom se-
selos para 2 e 4 pessoas, e bem assim orna pare-
lha de cavalloa rudados, tudo em bom estado,
com arreios : quem pretender, dirija-se ao sillo
da Eaiancia, sobrado de dous andares, que acha-
ra com quem tratar, al aa 9 horas da manhaa,
oa das 4 da larde em diante.
Para luto.
Junto a padaria franceza
Rua da Imperatriz numero 48
Camii e manguitos de crep preto com tnfei-
tes de vidrilho a 2.
Sapatos de borra-
cha para senhoras a
1,500 o par.
Estamos no mez Harianno, e por laso 4 de ne-
cessidade que aa senhoras que bam se applicam
a essa boa devocio ae previnem de am par de sa-
patos de borracha, para assim lerero os pos res-
guardados da humidade, eem silencio a lo jus-
to e louvavel flm. esli t veedeedo a 1|50 o
par: na rna do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Paredes Porto
tem sem pre psra vender um completo apartado
sortimento de roupa feita por precosjsi'oito com-
modoa : na rua da imperatriz n. aWfcnlo a pa-
daria franceza.
Atten
Cbegon i loja de Paredes Po
ratriz n. 48, jnnto a padaria fre
pretos ricamente enfeitsdos s 1
pretas de grosdehaple para me!
nos, por preco commodo.
para i
que
YeeOm
4c4&00. e
eos a 9* alto fr

-*V


anua
"^
mi -
'M.k~+ na ****#.*********.*.
I Mil Ul WMHnPlS.
r
r*e
4RM4ZEM PROGRESSO
Francisco Fernaodes Duarte
largo ta Penlia
iRua da Senzalla Nava n. 42.
Reste etrtbeiecimento vende-te: ta-
| cha de ferro aoado libra 110 rs. dem
I de Low Moor libra a ISO n.
Libras sterlinas
Vende-se no etcrii torio de llanoel Igoicio de
Oliveira & Filho, largo do Creo Sent n. 19.
Araruta verdadeira.
Na rae 4* Cruz a. 52, loj de Hro, em caixl-
dhM do 2 1(2 libra para cima a 6J00 a libra.
Superior caldo Lisboa.
Tan para vender em pernio a retelho Ante-
lo Lafi da Oliveira Aterido & C-, no gen es-
criptario rae da Cruz n. 1.
Brincos pretosa balao, e
outros objectos para
luto
I rs. a libra, em porro se (az abatl-
'j promptas pra se comer viudas a prlmeira ra a este
ilala com 10libra por 4*500 cada umi.
i 480 rs. i libra a em barril a 400 ra.
Vende-se oeste armazem de molhados os melhores ge-
earo qae vera a esta mercado e per menoa 5 a 10 por canto do que em oatra qaalqaar prte,
Crintindo-sa e boa qualidade, por iaio rogi-se a todos oiSrs. da caraca, de engeoho a lavradores o
or de mindirem aois eocommeodae-ao armazam Progresso, aam de rerem a dkfaceoca de
ataco a qualidiai quefir, te (osaem eomprados em oatra qaalqaer parte.
laia\\eVg Ug\cia de pm9ics q-aiidade a 800 e 1*000 a libra, e em bail le far
abattaoaato.
*!. tntelg* t* Aneeia, mii, n0Tt 17ao ti.t, liht,a am birrUt 6oo re.
: y*8Wa\ 0 nuis juperior que ha no mercado a 3*800 e 2*500, a libra.
Cll IlUXiVa mUanlo a perola, pela sas supiroridide a 8*000, a 2*608 a llbrs:
Oh,\ OreVO unjco par, 0| doentes que ae tratim com a homeopathla a 2*500 i Hbri.
QU^lja dO ^V*aO tbeged0l neiU mitime rapor a S*500, dltoa chegados noaltimo
ni rio a 1*200
Ql**l** \01a4tiaUMk1 0 1ue ha da bom ett g9aM 1#ooo, a libra e em porcio ae
(at batimento.
\JU.C1J^ ^TatO mall japerior que tem rindo a eale mercado a 1*200 a libra.
Preiunto Inglez para Wainbie maUa noTO l6{0 rl., t, am per-
cao ae (ara a batimento.
VjStelQtaS \agleZaS proprtl part flanlbre soo r. a libra a em porco a 700 ra.
PrCiaUt-* d*J TeiHO d, lap#ror qaa.iidade a 480 ra. a libra alntaire, a 440 n.
aiaiil*fl 0 malhor oetisco jua p6de haver por eatar prompto a toda a hora a 1} a libra, e
em poreao a 900 ra.
T OUeilliitj 4 TaO nult0 Q0T0 l28() rf Ubta> e em Darr de 3 arroba a 7*000.
CY*ouri ment.
Latas com chouricas
mercado a 2*000 cada urna.
Baiaaa de parco refinada #m
Banlia de porco aa^ flna -lTi
Mermelada imperial d0 afamad0 Aorata da oairoi maUoa fabricante i u*m
a 800 re. a libra, e em porro ae (az iBilimento.
Latas eom tratas d* doce vm calda como ,eji0 par,( dsmao.p-
cego, alpexe, e ginga, a 800 rs. cada lata.
Nlsrmelada de alperxe eol Iatat da, ,ibr. por 1#2oo c.da.
Latas com ameadoas eonteltadas aontand0 m,la coquea ...,
candi, muito proprio para mimo, a 2*000 cada ama.
Boe5 da CnSCa da golaba a^0 flno goo ra. em porfo e taz .batimento.
D 8Ct SDCCO C ta Calda de dia8rentai qaaUd.dea, em lataa de 49 e 5 por
2*500 cada urna.
Cartees com b^Uo franeez ,ropr para m/m. 5M m
Passae cm caxlab^ de 8 libras muUo no, por sj50o,. retaiho a
480 rs. a libra.
Figos da c '?miuadre milUo ao70K am ctixaa de 8 llDr por 1,500. mu*-o*u *
por 18500, ditas com 2 muito bem enfeitadat por 900ra. cada urna e aretalbo a 320 rs.
libra.
Ervllbas f *aaeezas c portuguazas am t.. d. i nbr.. Po 4o r..
ditas em meias latas a 500 rs.
^faCada tOlUatC em lata* da l libra por 800 rs.
mcadaas de eaae* mole mano Doni a 310 rs. a nbra.
^01Ca a |2o rs. a libra, e 3*000 a arroba.
Amcix** Irauceiias em lalal com 3 llbra9 por ^VWi dU eom i tta por ijsoo.
-***lxaS partaga^ZaS 32o ri. Hhra e am calza ae (ir abatimento.
QbOCOiate beSpattOla 1|500i dit0 franeez a lj200 dito portog a 800 r. a libra,
aflaagi-se a boa qualidade.
DOlaXtlfttia de 8oda em laUs com diflerenles qulidadea, a lf440 rs.
5H.a$ 8 para Spai,iriai macarraoetalharim.a400rs. a libra e em cala por 85000 rs.
PaUtaS de deatCS r,xados> molhos com 20 maciahoa por 200 e 280 rs. maito fino.
srjaS am frascos com 1 e li2 libra por 800 rs.
mljaia fraacezpari limr>ar(acasa 200 rs. cada um, em porgao se (az abatimento
BOlaXlaua laglCZa a maia n0Ta d0 m9rcado a 320 rs. a libra e em barrica a4#5O0
*a*amiaa pan eogommar, mallo aira a 100 rs. a libra e em sseca se (az abatmeato.
* C1X.C ae p05ta em iatas das melhores qualidades de peize que haem Portagal a i*6O rs.
KaSpCTmaaetC periordecioeoeseisrelasporllbra a760 r. eom eiita, i 740 rs.
^***J,,>*, de Nantes em latas muito oras a 400 rs.
C1XC alUa da superior qualidade a 120 rs. a libra e em barriscme arroba por 7|.
.rVZeiVe aOCC reUnado de differeQtos mareas e o mais saperior que ha a 800 rs. a garrafa
a am caira s 9j.
VlUllOS eUgarraladOS dodiqaa d0 Porto e deoutrae muitu martas icraditadis
neste mercado a 1*200 rs. a garrafa e em calza a 12*000 rs.
ViauOam Pipa Parto, Figaeine Lisboa a50 agarrafa e em cinadi3*500. Ia4*500.
^erveja daa maia acreditadas mareas a 5* rs. a dazia, a em garrafa a 500 rs.
Desses objictos de que hoja Infelizmente tintas
familias preciaam.na luja d'agaia brinca achs-se
am bom sorlimenle dalles, sendo brincos e rose-
tas a baleo, palieiras modernas de grossas a (or-
es contaa, alftnetei pira peito. ditos tambem ere-
tos, em csiiinkas, bonitos e modernos adereces,
e meioa ditos, cinteiros de fitas e Oevlis pretas,
en(eites para cibeci, grampoa de novo moldes
para segarar cabello, luvaa de lorgsl de aeda e
peluca, meias da aeda e algodo para horneas o
senhoras : com os compradores de taes objecto
Vendem-se dous pa\6es:
nesta typoirraphia.
Cafyado franeez
Chairado ue novo.
Grinde sorlimeuio de botinas par hornera, e
na toja
a nai belln para leoboras e
do Tapor, rea Nova n. 7.
eoinas
% Mobilia.
Na ra da Gamboa do Carmo loja n.
12, vende te toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como anti-
ga, phanthasia etc. por preco mais
commodo do qae em outra qualquer
parte, faz-se toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
No armazem de E. A. Burle &" C., ra da
Cruz o. 48, ende-se excellente farello em aaccis
grande a 3*800.
Ameodoas.
Vender-ae amendoi em frascos e arabos e
os boa e rico papis com estslo para sortee :
na rea da Seozali Nora n. 30.
Algodo da Baha.
a. ter. a maior c pbt, .ueaU ...'-, a JSP^S^^^SS^ S^^
Klai.PT.Tl4^%^
Arroelas ou argolas de borra- Ymi^ m i$Zu>a P.er 4 c..
chapara segurar pspets e'. ^doYigrio n. 3, um bollosormento o
EQUitos OUtroS misteres. i 'l9g',os oar. patanle inglaz, do am do mais
A loja o'agut branca receba* ama porcio de *ftm,09 fsbricantes da Liverpool; tambem
irroelaa ou argolea de borracha, -qae acertada- ama variedad de bonitos traneellins para o
mente ae applicam a differentea fias, como um- mesaos.
pirticoas publici, no cartorio, escriplo'iwT SY8TEH MEDICO H0DELL0WAT
rmaseos, tojas, botica, tabernas, etc., etc., e PILLAS HOLLWOYA.
mesmo de algn particulares, o que na verdade Este inestimavel especifico, composto inteira-
I!a *SS" c"Pr""*B pel dia,toul0 Pre?o 0" menta de herva raedicinaes, nao conim mercu-
^SuS-JSIo d^paVeirtod^VIeze. nem *<<"** ""* "-* **
que se precisa, asslm como as mais lirguservem D'Kno a maisUnr infancia, e a compleicjio mal-
para segarar cartelria, e manguitos de lenhoris, delicada, igualmente prompto o seguro par;
e mesmo pin pulselraa de missaogas, advertln- desarieigar o mal na corapleicao mais robusta
o, porm, que cada argola tem sua fl?ela ; roa- 7? JT- """P,0,Vu luo' *mmmm
dam-aa em dita loja d'aguia branca, ra doQaei- >"" mBOcente em suas operafoosa of-
mado o. 16. fellos; pois busca e remore as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenaza
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com asta
remedio, muitarque j estavam s portas da
_ morte, preservando em seu uso conseguirn)
HGssgA& t i f.vd N*ft5 rT; 2!f 'i***depoU tertenta-
ao publico qae o san eatebelecimento ae acha do mati'mente todos os outros remedio,
completamente prvido das melhores mercadoriaa As mis afilelas nao devem entregar-te a des-
tendentes ao mesmo eslabelecimento, e muito esperaco: facam um competente ensaio das
^^^S^^^iSSi Jeitos desuassombrosa m^icina, o
alies inteirameata resolvidos a oao venderam prestes recuperarao o beneficio da sande.
flido, auancam vendar mais barato do qae outro Nao se perca lempo em tomar este remedio
qaalqaer ; e juntamente pedero aos seus davedo- Aara qualquer das seguintes enfermidades:
res qae Ibaa mandem ou vanham pasar os seus ,m.zz~ *__:>.... j. .._._
MENOS DEZ POR CEHT0
u
NOS ARMiZENS
PROGRESSISTA
36.
10.
Atteoco
ccidentes epilpticos.
dbitos, son pena deaerem juiticadoa.
Soaball Uellora & C, teodo recebido or- Alporcas.
dem para vender o sea crescido deposito derslo- Ampolas.
gio visto o fabricante ter-ae retirado do neg- Areias ( mal de) .
ci ; convida, portaoto, s pessoas qae qaizersm .l
poeaalr um bom relogio de oaro oa prata do 4- *s*nma'
lebre fabricante Kornby, a aproveitar-ae da op- Clicas,
pertunldade aem perda de lempo, pera vir com- Convulsoes.
pra-los por commodo pre^o ao aea eacriptori Dabilidade ou extenua-
ra do Trapicha o.*8. .
Oto.
Debilidade
Loja das 6 p^r-
tas em frente doy* -
Livramento.
Cissaa francazas de bonitos gostos a
320 rs. o covido, luvas de tracal pretis
e de seda a 500 rs o par, chitas france-
sa largas escuras a 240 ra. o covedo,
ditas finia a 260 e 280 rs., fil de llnho
liso a640 ri. a vara, tarlitana- fina de
todas as corea a 800 rs. a vera, lencos
brincos com berra da cor a 1*100a au-
tia e 120 rs. esda am, meias para ho-
soem IfJDO a daxie a 120 ra. o par,
chitaa para coberta de bonitos 'deae-
nhos a 220 re. o covedo, pecaa de bra-
tanha de rolo a 2*. ditas de cambraia Usa
eom 6 lit varas a 3f, raasaelina encar-
nada a 240 rs. o covado, calcinhas para
menina de escola a 1* o par, peitoa
para camisa brapcos e de cores a 200
rs., pecs de cambrait branca de salpi-
co 3*500, algodo entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito branco para toa-
Ihaa a 15 vara, enteites dos mais mo-
dernos a Riribaldi a 6*, 1 loja esta abor-
ta at is 9 horas da noite.
ou falta de
torcas para qualquer
causa.
Desinteria.
Dor de garganta.
da barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfarmidadeno ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueta.
Herysipel.
Pebre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Heraorrhoidis.
Hylropesia.
Ictericia.
Indigesloes.
Infla rnmaQes.
Irregularidades da
menstrua^ao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis,
Absirur Phtystca 00 consump-
ro pulmonar.
Retcnijo de ourina.
R traumatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
das mareas mais superiores qae ha no mercado a 15* 22*000 rs. o gigo
CogaaC lglCZ a 10s000 rs. a caira e 1200 ra. a gairaa.
(teacbra dC HallaRda Tardadalraem frasquelra a 6*000 rs. e o (rasa a 560 ra.
XamaraS dO ^igy JltO a 6|0 libra a am Caizlnhss com 9 10 libn por 5|.
lieaebra lllgleza 10Jooo rs. dazia e a ratalao a 1*000 a garrafa.
Patitas da gaz a ^300 r. groz.. '
^ai refinado em potes grandes a 500 rs. cada ni, em porco se (ara abatimento.
V*fAlC safado que se pode desojar oeste genero a 330 rs. a libra e em arroba i500, 9| dito mais
bizo a 280 rs. a libra e 88000 arroba.
**a de pranca a mais nova do marcado a 280 ra. s libra, am porga tai ahati-
aaeoto.
^*8* maito novo e ilvo i 320 ri. i libra.
' annaa d0 raiao daa matcna S3S e R4iega, 140 rs.uxa.
* dQjfaraabad alva o cheiroza a 160 rs. a libra e em arrobe a 4*800,
ECROXCn
Fariuha de luaodioca
saperior ; nos armazens de Tasso Irmios.
Ra da Sauzalla Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C.,
sellins e silhes inglezos, eandieiros e castieaes
bronzeado, lonas iogleza, fio de vela, chicotes
para carro a montara, arreos para carros de
um a dous cavados, e relogtos de onro patenta
ingles.
Veo1e-se um mulalinho de 15 annos da
idade, maito sadio e de bonita figura, do servi-
co de casa e tem principio de boleeiro, muito
boa conducta e proprio para qaem quizer ter um
bom criido : no caes do Ramos sobrado n. 2.
0 livro do Povo.
secas maito noves a 160 rs. a libra.
auba retinad a v400 rs. a libra e em arroba a 12*000.
fde Lisboa a 720 rs.Y.garra(a, tfonca-se i boa qealidid.
D Ltebea *40>rl. a garrafa, e em canaaUa 1*800.
a 1*600 garrsfa e em catii se (az abalircaxUe.
**t ijaal saaajslBa que hi no aaoreale propi Hramesea 40 a. awei s am c*.
PoamsiVdttm a mea tatnaioait tiachegadi do ptimero apar viada da Ratof a,- |lo
aal eaaro aova sormento a nao serei prcgalcoso em o publicar o respaila re ponteo.
Sihio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado iob a direceo do Sr. Or A. Mirqaea tto
deiguea, e conim a vida de N. S. Jeaaa Chnato,
segundo a narradlo doa qualro evangeliiias, a
maia os seguiote artigo*: o vigario, o profesior
primario, o bom boaaea itieardo, amoral prati-
ca, Simio de Naotua, masimaa e peniamanloa,
a hygieae, oa devere toe meninos, e o Brasil.
A publiceco do LIVRO DO POVO nao ao tem
por fim oHormisar a leituri naa escolas prima*-
rias, onda cada meuioo aprende por um hro
differente, e portaoto facilitar o irabalho do mea-
tro e do discpulo, como tambem vubzertear, por
um pifco barittsaimo, a historia do atizador do
mundo, a metbares precettoa da mral.
Venda-se a Livro do Peto, ao lecife, na
lirria da pra?a da Independencia ns. 6 e8, a
500 rs o eiemplar em atachura, a a 800 ra. ear-
tonado.
Moedas de ouro de 16$ e 20^
Vende-ae no eacrtptorio de Hmoel Ignacio de
Otiveira & Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Una 4a Cruz n. 41
Em casa de James Crablree
t Companhia.
Tem para vender a verdadeira graxa n. 97 m
barricas com 15 dazias de potes.
Camas de ferro.
Brlm trincado delinho brinco e de core de
uperioces qualidade.
Muita atten^ao.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n, 40, vende-se roupat feiUs
de todas ai qualidade pelo presos
Htbaratos pouiwf que se pode ima-
taal, poi poda) vw aja k^ameaee com-
prar porque p^cVmdi*.
Pebre intermitente.
I Vendem-se estas pirulas no eslabelecimento
: ge ral de Londres n. 224, Strand, o na loja
| de todos os boticarios droguista e outra pessoas
eoearregadas.de sua vende em toda a America
do Sul, Ha vana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
una dallas contem urna nstrucc,o em portu-
gus para explicar o modo de se usar destas pi-
lla.
0 deposito giaal em casa do Sr. Soum
pharraaceutico. na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Manguitos a balo com
goliiiv as bordadas.
A loja da aguia brsnca em atten;ao a sua boa
fregutziaquer que lodos-partilhem do proveito
que Ihe resultara das base compras as pechin-
cbas, como agora meemo acontece com urna por-
oso de manguitos a bailo, punhos virados e bo-
nitas goilinhis, lulo de elegantes e largos bor-
dados em fins cambraiss, cuja guaroicoea ett
rendando pelo admiravel a bualo prego de 2*
cada urna, a mesuia obra que ainda ha pouco
lempo se venda por 5*. A saoerioridide di fs-
zeoda e bordado dinconteitivel, assim pois oo
maito que urna senhora compre 3 oa maia pa-
rea deases bonitos manguitos quando o importe
quaai equivalente as de um s dos aotigos, po
dando-ae deesa forma e com pouco gasto mostrar
viriedade no tea aceiado trajar. Sao as goltinhai
eolia que servem igualmente para senhoras e
meninas, asado es bordados fazeoda em nada in-
ferior as outra, e cusa m estas 1* a vista do que
coovem que todas es senhoras aproveitem ei
fivorivel occasiao e oo ae demorem em man-
dar comprir tudo isso na loja d'eguia branca raa
do Queimado o. 16.
Calcado
Joio Jos Pereira coro loja e fabrica de calca-
do a raa larga do Rosario a. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa io publico que tem ex-
posto em a dita loja dUersia qajlldades de cal-
cados feitos na meste, os qoaee alo aem diffe-
renca aiguma iguses aos (rancezes mas como o
sropriatario nao pode ser juis em cansa proprii
por isso pede sos seas nameroios freguezes e ao
publico aso garal, que ainda meaoao que nao
qaeira comprar, comtudo venbsm aempre ver aa
mostru e admirar o Irabalho dea irtuu par-
nambacanoa que trabalhtm am sea fabrica, pon
se sssim o flzerera, indubiuvelmente apreciaro
o esmerado irabalho doa meamos; e ae alam di-
eo.atleoderem a estacao actual jamis deixerlo
de comprar porque alem de a obra aer da multo
mais duracao acresce maia a circuresteneia da
costar am diminuto proco em rslicio ios fnn-
cezes.
Machinas para lavar roupa
Honleiro, Lope & C. teeebenm machinas pa
ra lavir roapi ayilema loteiramente novo i
adoptado a esta patt, pois qaalqaer peasea pode
trabslhar com ella per aer o aaaa usfte bms sim-
ples quaae poderla deejr, senda tambem mala
cooomtco a brev : gm flairar- comprar diri-
jfSB-aa a coi da Cadela do Recite n. 80. nao. e
Ibe dar todas as explicac,oes par escrlpto po-
ando sabor do sau boos resaltado por ji se
>:ieti pnca no collaglo di orphlss dttgra
petaairmias de ceridatt.
DE
IHlhll 4s C.
36 ra das Cruzes de Santo Antonio
O Laraco do Carmo 8
Oa propnetano destas acreditados armasen d molhados parlicpam ao seus numo-
sos freguezes que por lodos os v.pores e navio da Europa. receben, de sua pnpria encorarnona
* ""^ JBOef0,, P0"'?* D,r" lU0 tm Pos encarregadM em diversos pomos da Euroa,
para os ecolherem, eos randera por menos 10 por canto do que em outr qualquer parte, por toso
roga-e a lodos os Srs. da praea, de engenho e lavradores o favor de mandarem suas^encommenda
os nossos armazens, aSm de veretn a superior qualidade de gneros e diarenca de prapos.
tl^5. za de >timin qa',i!,'de 80 mn M* -
Ma nteig-a fra ncea m^s m, 700 rs.. libra e em bar, rg>
nhA }JSS?n *!*" I08 ha merc,0 M0 89800 a libra.
Cha llUYllil oqaia tida melhorne%9genero a 2*500 e 89000 a libra.
Lila pretO ^u, ,ttperior vindo a primeira vez ao nomo mercado a 2*200 a libra.
LIl hVSSOn o melhor que vem do Rio, em latas da urna libra por 19800 e em poreao
se fara abatimento. r r-sr
O lieij OS dOJ^* chegados neste ultimo vapor a 2*200 e dos chegados no ultimo
navio a lf 800 cada um.
QUIJOS pratO com>0 nunca veio ao nosso mercado a 1*000 a libra e inteiro a 000 rs.
-*aios e cnourici s mviii0 novoa a 560r8 Hbra eem ^.o w (trt abatlm(Hrto-
Latas COlIl UnrUlCaRjapr0HlDUs par. ,e comer a toda ha. viadas a primair.
vez ao nosso mercado a 1*800.
KeiXe em latas dediverso tamanhos, savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, Ungaa-
dos fritos, atm marenado, robllos e lulas de tigetada, da 1*300 a 2*000 aula.
1 OUCinllO dO rt^i.iO maiionovo a 820 rs. a libra e 9*500 a arroba a timbeas
temos para 240 rs. a libra e 6*500 a arroba.
Bail a de POICO em lauscom 10 libra por 49400 e 480 a libra.
Mar melad A imperial ae todos os conservetros de Lisboa, ara latas de libra a
meia e 2 libras a 750 rs. a libra
LataS COm frutas em Calda como sejam pera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas o ginja, a 700 rs. a lata.
>f arilielada dt; Alperee em latas de 2 libras por l*oeO cada urna. ^
Doce da CaSCa da gOiaba a70Ors. em poerlo se far abatimento.
\J JCeS SecCOS ,je rjnarenies qualidades em bcetas muito bem arranjsdas a 3*000.
L amaras s mais superiores que tem rindo ao mercado em caixinhas eliganiamente en-
feiladas a 29500 e 600 rs. a libra
Passas em cuxinhas de 8 libris 129500e6oors.libro.
r lg'OS da COmadre muUo novos em ctxioha de 8 libras e muito bem eofeilada a
a 2*200 a 320 rs. a libra.
tfrvilhas francezase portuguesas ,64o720 rs. a lata.
MaSS i de tomate em lata de 1 librra a800 rs.
AmeildoaS da CaSCa mole ajulto novas a 400 rs. a libra.
OZ68 muito novas a 200 rs. a libra. ,
AmeXaS fraUCeZ tS era iaia8 com 5 libras por 4*000 e a lfOOO a libra.
Cll ^Colate hespanlll 1*200, franeez a l*000eportugueza SOO rs. a libn.
Bol Xnha de SQda 6mlatas com diSerenies qualidades a 19400 a Ule. ?
yia8 i S pa ra SOpa macarrao e ulharim a 240 rs, a Vibra e a caita por 59000.
v/tt IXlflllbS muito bem enfeitadai com pevide, rodinha, estreliinhi, etc. a 700 e 800
r alltS lixa (.los para dantas em molhos com 20 maeinhos a 200 rs
.la^ em rseos de libra e meia a 700 rs.
I [^Olo 1? raHCeZ para lmpar facas a 180 rs. e em porfo se far abatimento.
JSsperma cete SU perior sem avaria a 740 e em caixa a 760 rs. a libra.
Sarditihasde Nantes muito novas a 400 e goo rs.
A.! pista muito nova a 200 rs. a libras 5*500 arroba.
AZeite doce refinado de diverjas marcas a 800 rs. a garrafa e 99000 a duna.
Bolacllilllia nglezaa mais nova do mercado a 300 rs. airara e 49200 a barrica.
GrOllia muito alva a loO rs. a libra e 2*500 arroba.
VinhS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto lino, rnadeirasecca, Carcavellos, nc-
tar, feitoria, velho socco, Muscatel a 1*200 a garrsfa e 129000 a duzia.
D'tOg em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. agarrafa ede 4*000 a 4*500 a ca-
ada.
SerVr ^ftS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia,
Cll!; Iljpailll- das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
COgnaC inglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra d Holl IhIh verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frasca.
Azeta naS e aneoretas as melhores que ha no mercado a 2 o a 400 rs. a garrafa.
I I'a p es superiores em caixinhas a 10* e a 310 rs- a carta.
P llt S do gaZ a 29500 a groza e 240 rs. a dusia de raizas.
*$u 1 refinado em pacotas de mais de urna Libra a 240 rs. o em poreao lera abatimeota.
Cafe dO RO o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9*000 a arroba.
SeYaiinha deFrallC amis nov do mercado a 240 rs. a libra.
SagU' muito novo a 320 a libra.
Farillha do lllarailIlciO mnito alva e nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba.
VelS de carnauba e de composico a4oon. aiibr e is
a arroba.
Vinagre puro de LSboa a240rs. a garrafa e a 1*800 a caada.
Gr-O de blCO muito novo a 200 rs. a libra.
*eraS SCCCaS eill ealxiullmS deoiie libras a295OO a 640 r. a libra.
Marrasquino fWdadeirodaaara, de limone, rafe, menta, geaeero, maadat'aaara,
curara, rosa sublime e outra qualidade. da 19500 a 29 garrafa.
Bat KtaS m gagos de urna arroba par 19000 e 40 rs. a libra.
Com nh OS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Erva doce muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOE COm toque da avaria6mraccc*de5arrc*aia5*asaat*l5


aran
Char UtOSWdadeiros superior a 2 a eaixioha de 50.
Salmn eiUSjJataS com duis libras o mts bem arraujalo que lam indo ao
r aadoall
iHailteifi^a eill rala I com 4 libras a melhor do mercada tacrado ajsaej
39200 cada ama.
Vinagre am garrfoes covn 5 garrafas de luparior qualidade 19200.
A rar*tNi wdederr mairo nove a 920 a libra.
AUm destas gneros encontrar o respeitaval oaWko em ttosaas araauns aa afj|
aorumaato do lado teodenl a motaaaos.
AuiendUk 5 COofeitailaS as oatis btrauj que ha na marcado i 80 u i
a libra.






J'simia "
1
-MAIf OKiyOJMlMI
i
.1
'i
A loja do belfa-
Mi fue te estao
N rua do Qu.li
ir toado recebido bonitas ro-
do pan oa caballoa, venda
, na loja acioaa o. 63.
Aljfar tino imitando perola.
Veode-ae. 500rt. o flo da 'aljfar tino, imi-
Saada parola : na ra do Oaelmado, loja d'aguia
ranea a. 16.
Cabriolet, carrosa e cavallo.
Veode-ae um cabriolet descoborto. qeasi novo,
com oa arraioa para un. c.v.llo, o qaal eiU sen-
do pintado da doto, aro excellente cavallo do
atemo, de corruga, e roaito manso, sendo am
doe melboret antmaee da cabriolet que exiale
aatia cid.de, a ama carraca era boro estado para
avallo : para ver, aa cocheira de Thomaz Jos
tas Reie, perto da pnga do capim, a para Iralar,
a roa do Trapiche o. 14, primciro andar.
Cambraias
Vendem-ae cambraias de corea de bonitos e
alegantes deaenhos a 280 e 320 ri. o covado : oa
ra da Imperatriz, loja o. 10.
Oliados.
Vendem-ae oliadoi piotadoa de liadas vistas e
palaageo*. larguras de 6, 7. 8 e 9 palmos, pro-
pilos para meea de jaotar a 9 o corado : na ra
da Imperatriz, loja o. 20.
Vende-ae por muita preciso duas moradas
a caaaa oa ciliada de Olioda, seodo ama oa ra
do Amparo contigua seseada qae sobe para o
largo do Amparo, com 4 quartoe, coaioha fra,
qolot.l murado plantado e com estribarla ; e a
aira oa raa de 8. Francisco propria para reei-
a.ooia de quam precisar de baohos aalgadoa, para
a qae excellente por flear muilo perto: essss
*eadaaae tirso para remir dbitos com bypotbe-
a, para cujo flm aeeignar as esiripiara, de ven
i*i.e qu* *8M occ"iao dr desoneracao
a hypoiheca : procure-se para tratar no Recife
"f0 paag o. 3. andar, e em Olioda pada-
nado Sr. Soares no Varadouro.
Borzeguins.
Raa dalmperatriz n. 10 loja
do Pinto.
Veode-se pelo baralisaimo preco :
Borzegotns de lustre para hornero a 89.
Ditos de bexerro para homem a 8.
Ditoa-de cordavio.para dito a 8$.
Por este prego so a dinheiro vista para li-
quidar.
Vende-se um bahu qaasi novo, e tambem
au bote proprio para psaeeio, com todoa os aaaa
periencea oovoa : a tratar com o Sr. Santos, raa
da Gordonu o. 1.
Obras de vMro,
esc4rtMr, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-ae oa toja d'ag.i. ar.no. saai bonitos
ecerreaeirae de vidros de cores a 41100. 5 e fia
nanga, bordada* a 4500 cada um : oa raido
Calmado, loja a'egut. br B. M#
Meias em quantdade
m!m Ja. '!gttU ,br", *- complete
soriimento da meias da todas as qoalidadea e
preeos, sendo para borneas, ecohoraa. meninos
a rn-mnaa de 6 meses a ft aonoa. Bnnumcrar
osairTereotes preeos coofuodlr o preteodente
*^5q,eT ,e Vl'ar eooreoeer de quo barata
te esto ellas veodendo, dirigir-so com dinhei-
ro a dita loja d guia branca na roa do Queimado
numero 16.
Superior seto em Telas eem
pes, ca'xas de urna
arroba
Vender Antonio Laiz daOHveira Azevado &
C, oo seu escriptorio ros da Crox o. 1.
Jacaranda superior.
,J **? fenfler Antooo Lalx de Ollvelr A-
zeveoo fi^c, no aen escriptorio roa da Crai o. 1.
Ctoraes lapidados.
Sao grosso que admira.
A loja d'agoia bronca acaba de raceber urna
paqaaoa quaotidade de corees grasaas lapidados,
oa qaaea eervem para as voltea qae ultimamenta
o**2.L,ebor,M e ia cada fio por
a, 2500, 3 e 49 : na ra do Qeeimado, loja
d aaui brinca o. 16 : sesim como recebeu maia
aa bonitas pulseiraa de miasangas.
Visporas e dminos para
divertim^ntos.
A loja d'aguia braoea acaba de recebar as bo-
oilas calimbas de madeira eoverolaada com vis-
poras. teodo algumaa que oa carloes trazem urna
bapioha de metal movidica, a qual serve para
eohrir o numero que se falla, cuja Invenco
Boviasimae proveitosa ; aaaim como caixinhas
le dminos com os lentos mui claros e bem se-
laros, e vendem-se por preeos raioaveis, na ra
do Qoeimado, loja d'aguia branca n. 16.
Fazendas pretas
superiores.
Grosdeosple preto muilo superior pelo dimi-
nuto preco de 2g o covado, panno prelo muilo ft-
n0 *. 5. 7 e 9J o covado, caaemira preti
aito floa 21. 4>600. 3, 3g500 e 49 o covado,
manta* pretas de bioada multo superiores a 12a
manteletes de superiores groadenaplea pretos ri-
camente bordadoa a 359, aobrecaaacaa de panno
prelo muito uno a 30, casacas tambem da panne
preto tutu floo 303, paletota de panno prelo
nao a 18 a 20a, ditos de casemira de cor mea-
alada a 189, superiores gravalinhaa eatreitaa a
Ift. ditas de selim maco e da gorguro muilo ae-
perioree para daai voltea a 29, ditaa eatreitinhas
com lindos alfloetes a 29, superior gorgurao pre-
lo para colletes a 49 o corte, rieoa anfeitea pretos
a fia, e aaaim outraa muilas fazeoda. que aendo t
dinheiro vista, vendem-ae por presos maito ba-
ratos : oa ra do Queimado n. 22, na bem conhe-
dda loja da boa f.
Panno de algodo da Baha.
Veode-ae no escriptorio de Antonio Loix de
Oiiveira Axevedo & C, oa roa da Cruz o.l.
Nova exposi-
cao de candieiros
a gaz.
O propietario da nova expoaicio avisa a ledos
oa coosumidoree de gaz hydrogenio que tem re-
cebido oovameote urna qualidade de gaz super-
fina, aaaim como tambem de todas ss qualidades
cammuna que se vendem neste mercado, giran-
lindo o mesara proprielario a qualidade que
vende oaata de falsificacdea. Tambem avisa que
tem recebido graodearemeaaaa de candieiros que
vende em porcao e a relalho pelo prego da fac-
tura, caja vantagern pode ser conhecida pelas
pretendentes. tendo aempre oeste estabeleci-
mento todoa oa ntencilios pertenceotes ao con-
sumo de candieijoa a gz : oa roa Nova o. 20 a
24, loja do Carneiro Vianoa.
NOVA
Chumbo.
Vende-se chambo de manicio a dinheiro por
219 o qutotal o a arroba por 5*500: oo arroa-
tem de Antonio Ceaario lloreira Dias, ra da
Madre da Dos o. 33.
Attenco
43 Ra do Amorira 43
Vende-ae arroz pilado da muilo boa qaalidade
pelo barato preso de 19900 arroba, taceos de
4 a 5 arrobaa.
Olhem para o pava e
59000
890M>
19000
800
19900
I9OOO
240
39000
39OOO
29500
1|280
5O0
800
65OOO
29OOO
O proprielario da aova expoeico avisa ao pu-
blico que seus eslabelecimenlos se sebam todoa
oe oiaa abarloa al aa 9 boraa da aoile illumina-
t com o memo gaz hydrogenio cooteodo ooa
mesmoe estabelecimenloa urna riqaiaaima galera
de quadros que muilo iotreter a coriosidadedaa
familias que quizerem visitar catea eatabeleci-
nentaa, aaaim como am nomeroso soriimento
de objectariaa que por goato ae podem comprar,
garantindo aos concurrentes a franqueza do in-
gresso em seus eatabelecimeotoa : oa ra Nora
a. 20e 24, loja de Carneiro Vanos.
Attenco
s
Cbegou para a loja da victoria, candieiros a
gaz da oovoa gostoa e modelos, tanto para sais,
como para eseada e quartoa a para autras maitas
coasas: na loja da victoria na ra do Qoeimado
o. 75.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
veadjaa-ae sedas de qaaros, ditas de listras ao
fc'JJ AA* iw,fM eaaad... ditas
de qai Mohos, sendo dos malhorea padroes e de-
feadbaimot goau com Urgor. de cinta iogl.i.
ra. ocofado, pechncha, e do-se aa
amoatraaaam peohor : oa ra da Impera* a.
O, toja o armatam do pavio de Gama & Silva.
~~fW*ot americanos e machinas
par* liar roupa : em casa de S. P.
Mttt/tBn 4 G raa v da Senzalla No?a
n. .
Camiainhss com golliohss e manguitos
de cambraia bordadoa, fazenda rao-
deroiesima a
Ditaa de foatio com ealpicoa de cor
Gollmbas bordadas com bnUozinho
mas de todoa oa goatoa a 640 a
Ditas com manguitos do cambraia bor-
dadaa a
Manguitos de cambraia bordadoa maito
Unos a
Golliobas bordadas a
Romelras de cambraia enfeitadaa para
loto
Camisinhos para senbora a
Lencinboade liobocom labyrinlho para
moa r
Ditos a imitaco de labyriotboall e
Luvas de torcal enfeitadascom vidrlho
tsofeitos pretos com vidrilbo a
Ricos aofeites pretos e do corea,a Turca
a Gsribaldi
Groadensple preto a I96OO, I98OO a
todas estas fazendaa vendem-ae na ra da Im-
peratrii o. 60, lojs e armazem do pavao, de Ga-
ma Silva.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz n. 32, deposito de pao e bola-
ehv, vendem-ae semen tea de faortalicea vindaade
Liaboa.
labio luz o
Gallo Vigilante.
Na roa do Greapo o.7, aoode o reapeitavel pu-
blico achara am grande o variado sortimeoto de
miudezas que se vende por preeos mala baratos.
10 por cento do que em outrs qualquer parle
astim comoaeja, franjaa prelaacom vidrilho e de
corea ntaa de todas as qualidadea, franja e galio
de llnho, caacarrilhaa pretas e de cores, frocoade
todas aa corea, oa riquissimoa endites de esbeca
galaoznhoa de lioho e de aeda para enlejes
chapeozinhoa para criangaa, cbapeliobaa para se'
nhora, bonets de panno e velludo muilo unos
para meninoa, fitaa moito chiques para siotos
mangoitoa e gollinbaa multo finas, leagoa de
cambraia da lioho muilo finos, e moitoa mais
objeclos que se continuar annaociar. poia veo-
.1 la-i i0T pT^* b""8moa por ae achar
em llquidaelo. N. meama loja ae achara um
neo soriimento de amendoaa e confeitoa proprios
para qualquer mimo, que ae vende pelo baralia-
aimo prCo de 1J600 a caizinha.
cortes de vestidos brancos
bordados.
Veodam-ae ricoa cortea de vaalidoa braacos
Doroadoa com 3 babadaa pelo baralisaimo preco
de 59 o corte: oa roa do Queimado a. 22, aa
bem conhecida loja da boa te,
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas inglezea om
pregas largaa pelo baralisaimo preco de 35 a da-
ie : oa loja da boa f, oa roa do Queimado nu-
mero 21.
Ricas gollinhas e punhos
com boioes
Vendam-ae ricas golliobas o punhos do cam-
oraia e tustao ricamente bordadaa com lindoa bo-
lsea, pelo baratsimo pre?o de 29 cada guarni-
Cao : na ra do Queimado n. 22, na loja da
boa e.
Veode-se nm cabriolet em bom estado, com
erretos completos para um cavallo, por preco
con modo : a tratar oa roa da Florentina, cochei-
ra do major SebaatUo.
Fazendas barats-
imas
Superior bramante de lioho com duaa varaa de
largura a 29400 a vare, stoalhado da lioho ada-
mascado com duas largaras a 29500 a Vara, brim
branco de linho maito superior a 1 440 a vare,
dito de corea, fazenda multo superior a 19, dito
pardo de linho paro a 800, 19 e 19200 a vara, di-
to da qaadriohos mullo proprio para calcas, ja-
que tas a paletota para meninos a 200 rs. o cora-
do, gangas francezss mallo superiores a 400 rs. o
covado, cambraias fraocezas maito flaaa a de
multo bonitos padroes a 260 e 280 o covado,
cambraia lisa muito fina a 4f, 5 e 9 a pega com
o 1p2 varas, cambraia com sal picos tambem com
8 li2 varas cada pecas a 49300, dita maito supe-
rior o melbor que ha neste genero a HfrjOOa pe-
ca com 17 varaa, ou a 800 ra. a vara, chitas frao-
cezas de muilo boea qualidades a de lindos pa-
drea a 240. 280, 300 e 320 o eovado, fil de li-
oho liao muilo fino a 720 a vara, tarlataoa bran-
ca e de corea a 760 a vara, loalbas da lioho psra
maos a 79 a dozia, ditas pelladas multo superio-
res s 119 a duzia, golliobas de cambraia borda-
daa a 800 ra., manguitoa a ollas de cambraia ri-
camente bordadas 2 o par da manguitos com
urna golia, lencos braoeos moito fios com bieo
renda e labyrinlho a 1J280 cada am, ditos da'
cambraia de linbo pare algibaira peto baralisaimo
preco de 4, 5 e 69 a duzia, a aaaim um completo
soriimento de fazendas de todaa aa qualidades,
que sendo s diobeiro vista se venderao por pre-
eos mui baixoa : oa bem conhecida loja da boa
f, oa roa do Queimado o. 22.
Camisas eceroulas
Veodem-ee auperiores ceroulaa de lioho muito
finas pelo barato preco de 269 a dozia, ditas tran-
cadas de algodao, mas de muilo boa qualidade, a
* dulla' misas brancas francezas a 229, 249
26 e 309 a duzia, ditas para meninos a 221 a du-
zia, ditaa para homam com abertorae de corea a
229 a duzia : oa bem conhecida toja da boa
na ra do Queimado o. 22.
Manguitos com gollinhas.
Vende-ae mangoitoa com golliobas, fazenda
mailo boa, pelo barato prego de 2fiO0O, golliobas
e punhos ultimo goslo a 29000. gollinbaa muilo
Qnaa e bem bordadaa a lfOOO cada orna na ra
do Queimado loja de miudezas da Boa fama
d. 35. I
Tiras e ntremelos bordados.
^lnde*,e p*5'e de tiras bordadas de 2,500
3,000, 3,500 e 4.000 ebtremelos a 18600 e 2100
cada peca na ra do Queimado tola de miodazaa.
d Boa tiaa, d. 35.
Boecas francezas.
Vende-ae booecaa francesas ricamente vestidas
49OOO e 59000, e 21000 bnoecas de cera com os
olhoa movedeos a2j000e39000, oa ruado Qoei-
mado loja de miudezas da Boa fama, o. 35.
Fivelas de ac para si utos.
Vende-ae Arelas de eco para sinto s 19500 ra. e
29000 oa ra do Queimado loja da miudezas
da Boa fama. o. 35.
Baleias.
Veode-ae baleias i 120rs. cada urna asps de ac
gj balaoa 160 rs. a vara, baodea a 19500 ra. e
2S00 o par, na roa do Queimado loja de miudezas
da Boa fama, o. 35.
Cascarilhas de seda.
Veode-ae caacarrilhaa da seda para enfeitar
vestidos a 29O6O a peca na ra do Queimado
loja do miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Veode-ae meias de borracha para quam padece
de eryaipela a 159000 o par, meiaa de aeda pieta
para aeohora a IgOOO o par oa ra do Queimado
loja de miudezas da Boa fama, n. 35.
A boa fama
venda gollinhas e punhos com boioes para senbo-
ra, fazenda muito boa, pelo baraliaaimo preco de
29 : na roa do Queimado n. 35, loja de miude-
zas da boa fama.
Sapalog de borracha para
senhora.s.
Vaade-ee aapatoa 4a borracha para aeokoraa a
meoiooa a 1*500 ra. a par, sepeltohos de ia para
""O" a I90OO rs. o par, diese marin a 1*300 rs.
touc3e.de lia p.,. creaocas a 2J000,19000.600 ra.
eepalinhoa de aeda ricamente bordadoa proprios
para baplisados a 89OOO o par. aa raa do Quei-
mado loja da miadeus da Boa fama. n. 85.
Palmatorias devidro hipi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro a I96OO ra., ditaa
com mangas proprias psra rapaxea a 49500 ra.,
""""i eacarradeirae de vidro a 49500 ra.
e sjw o ptr| Ba rna d0 Qoeimado loja de
miodeza da Boa fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
,.Piurt D#21 ,500 ". dil" f'wcaza a 500
"".7.' 190C0. oleo da aociedade bygleoiqae
verdade ro 1 ljfrJO o fraaco, oleo babosa de Piver
I .? 800 ra. o frasco, agua balaamiea
! .'h*8018' !000' alla d8 Bo,l UBben
para oa denles a 1J000 O frasco, pomada fraoce-
?.u? S .5? "' e ,00' 32 "Sonetea
!^? a 64 "- 80 e 1000 cda um "
roa do Queimado loja de miudezas da Boa fama,
o. 3o. '
A 200 rs ,so pavo.
Veode-ae chita fraoceza escara de cor iixa a
doas tustois o covado : oa ra da Imperatriz o.
W), loja-o armazem do pavo.
A 2^500,so pavo.
Veodem-ae cortea de cambraia braoea com 2 e
3 babados a 29500, ditoa de tarlataoa brancos e
de corea, com barras e babados a 39: na ra
da Imperatriz o. 60, loja o armazem do pavio de
uama & Suva.
A 500 rs, s o pavo.
Veodem-ae aa mais modernas o finiaaimas lia-
w" de "iriohos e de florea solas e palmi-
nbas, desembarcadas do ultimo natio viodo do
Havra.pelo baratiasimo preco aa qoiabeotos ris
o eovado. e do-se aa amoatraa com penhor: oa
roa da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-ee asta onva fazenda de padroes delica-
dsimos com 4 li2 palmos de largura, propria
para vestidoa de senhors a 400 rs. o covado : oa
rus da Imperatriz n. 60, loja o armazem do pa-
vio de Gama & Silva.
Veode-ae ou arrenda-ae orna grande pro-
priedade mailo perto da praca, com grande ola-
ria de doos foroos, capella, urna boa caaa do vi-
venda, diversas casas habitadas, doua grandea
viveiros, muitaa arvorea de fructo, iaclazive di-
versos coqueiroa : a tratar com o Dr. Souza Beis
ou com o major Belarmino do Bego Bsrroa nes-
la cidade, ou oa Magdalena.
cr
Potassa da Rossla^
Vende-se em cama de N. O Bieber 4
G.,|successores, ra da Cruzn. 4-
A verdadeira essencia de ail
para engommado.
acaba de ebegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfim.
Acabara de chegar para a loja d'aguia branca,
roa do Qoeimado o. 16.
Borzeguins inglezes.
1 tNV0?a lowatriz o. lO defronle da boneca
toja do Pinto, recebea-ae palo ultimo vapor um
grande soriimento dos ji bem acrediUdoa bor-
sagains ingleses que vendase por 10|e 119, di-
obeiro logo contado.
Para brinqaedo de S.
Joo.
Vonde-ae ameodoas pelo barato preco de 640
re. a libra : na raa do Creapo o. 7, roa larga do
Rosario o. 35, roa Velha na Boa-viata n. 33, ra
do Bsogeln.9. ra das Cloc Pootaa defronle a
estaca o n. 140, ra Augusts, esquina do becco do
Marisco O. 1.
45 Roa
cosan%il }* ieclM, Hasaealaiaato. a a ju
nr?nrl! ^de"PP'eeaiento eal proiimof i
nalradnVT nume'' rebeles a aubaliluir
. t BOMENS.
Bolinas afamadaa Milis. .
ooo-ploa-ullra Nao tea..'
Nantes 2 bateras....... "
. lo*1"....................
batedores.....................
a couro de parco.......
bsierro a loatre.............
inglezes ps selvagen.........
lanados brasileiroa............
o




a
a
a
Sspales ooo-plus-ultra....i','.',',',.'.'.'.'".'*
DA
k KA DO QUEIMikBO M.A6
PAt7hGMNDE20mMEllTS|lt|K;
^DASEROUPKSF^
Sortimeoto "completo da sobrecaaacoa da paooo a 259, 289. 801 a 351 caaaens multo h*m
' .or/ 1S!.l8L,%i,,LoUi'a?" "* P"D0,emira de 89 al 149. ditos saceos de alpaca
m erin e la de 49 at 99. obre de alpaca a merino de 79 at IO9, calcas pretas dejaasuwirada
89 at 14|. ditos da cor 0.79 t 10#. ro.p.s par. m.niSo do todoa o. tam.oho. groa sor
meoto do roupas da brina como seism eslcaa, paletota a colletes, sortimeoto da colletes pretoa de
aatim, caaemira a velludo de 49 a 9f, ditoa paracaaamento a 59 o 69, paletota braecos da bra-
mante a 49 5|, calcaa brancas maito finas s5f, um grande sortimeoto de fazendaa fin a e mo-
derna., completo sortimeoto de asamiras ioglezaa para homem. menino o senbora, seroalas da
lioho e algodao, chapaos do sol de seda, lavas da seda da Joovin para borneen a soohora la-
moa ama grande taortea da alfaia te onde recebe moa eocommendaa de grandes abras oaa para
ssa oati sendo admiatalrada per am hbil meetre da aemelhante *ta a um peaaoal da mala da
cineoeota obrairos aacolbidoa, portaoto ezseulamos qualquer obra com promptidio a mate barato
1+Vim oatra faalqaer casa.
Fundico Low-Moor,
na ala Senzalla Nota n. 4.
INesla esltbelesimenlo continua a haveram
completo soriimento de moendss e meias raoen-
das pata engenho, machinas de vapor a taixas
de ferro batido e eoado de todos os lamanhos
para dito,
A banha fina,
bm copos grandes, chegou para 1 loaj d.agaia
eranca, raa do Queimado n 16.
Oh! que pechincha.
Yoode-se palitos lixadoa foliados unos psra
tenles, 2 masaoa com 40 maasiohoa por 400 rs.,
na ra da Inperalriz loja da Arara o. 56.
Veode-ae a preataedes annuaes o engenho
Santa Croz, aito na freguezia da Luz, a mirgem
do rio Tapacur, distante desta capital seis e meia
a 7 legoaa, teodo terraa da maior prodcelo para
3.000 pies aonaaea, boaa malaa e todaa aa obras
precisas psra lucrar-ae, bons Iavradorea, doua
ce rea de 3 ; a tambem vende se, no caso de con v ir
ao comprador, ama boa aafra criada : a tratar no
meamo engenho, oa na ra do Lirramento o. 36,
segundo sodar.
ISfMO
1*9000
11*000
101000
89*0
99000
99M00
79990
79000
99900
SsjSOO
SS
59000
29OOO
59000
sopo
19*0
o
sabir ,
mmm%
FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Silva Mata,
'A3 Ra do Queimado 43
Esquina que volta para a Congregarlo.
moderno estibelecimento se an-
1 um completo .rido orli-
e fazendaa a roapaa teitaa por
nal razoaveis. O deaeogano da
_ ver:
Faletot^jde caaemira aaccos e sobreessa-
cos a IQ9.
Ditoa de meia caaemira dito dito a 5J.
Ditoa de brim pardo de lioho maito fi-
nos a 59.
Ditoa de alpaca preta fina de 49 a 69.
Ditos aobrecasscoa de panno muilo fi-
no 229.
Ditoa de fustio de cor miudinho a 3f .
Caicas de caaemira de cor a 51. 61. 71
, 89000. 9
; Ditas de dita preta a 79, 89 e 10*.
Ditaa de meia casemira a 39. 39500 e .
Ditas de fuato e ganga de cor a 2g, 29100
e29500.
Ditaa de brim pardo d linbo a 29, 3f,
49 e 59.
Ditaa de dito branco a 29, 39 e 49.
Colletea de casemira preta e de cor a 4S
e59000.
Cambraias organdya padroes muito bo-
ailoa a 600 rs. a vara.
Ditaa moderna duqaeza de Orleans a
560 rs.
Chitas lsrgas escuraa finas o covado a
240 e 260 ra.
Ditaa muito finas verdadeira francezas a
300 e 320 rs.
Cambraias branca finas s pega 39, 49 e 5$.
Ditas de estoicos com 9 varaa pe;a a 49.
Chalos da laa aacocezes para as senhoras
sndarem em caaa a 39.
Laazinhaa para veatidoa o covado a 520.
Cambraia preta maito fina a vara a 500
ris.
Chitaa foalao para vestidos o covado a
340rs.
Saias baio arreodada a 5g.
Lencea do bramaote de linho fino a 39.
Ditos de dito de algodao a lg280 rs.
E outraa muitos qualidadea que a a
ista do freguez. Tambem manda fazer
roupas por medidss.
De ludo se do amostras com peobor.
3 bateriaa e meia..............
esmaga cobra..................
Naotea 2 bateras vaqueta..'.!!
a 2 bateriaa beierro......
.. J, rb'badoree..........
brasileiroa de 3J500 a..........
Sapaloa2 solas e salto..................
tranca porloguezes........""",
a > fraoceses. .....
SENHORAS.
Botinas dengozss.....
salto de bater. ..!!*"
pechincha de 49500 s! ',
1 americanaa 3J500 a '.
Sapatoa de asilo (Jolv) .
> aem elle (idem) '. .
tspete........;
a econon-icos. ; .
lustre 32 e 33. ...'"' *
MENINOS E MENINAS.'
Ha de tudo em relajo e nao so daiaa
dinheiro.
Um completo soriimento de couro de porto
cordavao, bezerro fraocez, coora de lustre, mar-
roquim, aola, courinhoa etc., que ludo ae troca
por dinheiro 4 voolade do comprador.
Mimo goslo..
Gollinhas bordadas e punhos
com botoes para senhoras.
A loja d'aguia braoea. onda bem se encontrara
objectoa modernos e de goatoa, acaba de recabar
um lindo soriimento de golliahaa bordadaa a p-
nhoa com bonitos botes, o que hoja ultima
moda, e por isso neohuma aenhora ae deve ne-
gar a comprar urna desasa guarnicoea por 2g00
tanto maia quaoto ellas sao oecesaariaa pr
completo ornamento daquellaa que terao de apre-
ciar as bellaa repreeentasoea do Marloansali
mesmo aa que nao forero teem igual direito 'dn
comprar eaaea boniloa arraoioa ; o a toja d'aeuia
braoea, ra do Queimado o. 16. "
iiiscrayosfuftiiOi,.
ARMAZEM
roupa'fsita
XaMssBI
Joaquim F. dos Santos
40-Rua do Oneimado-40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
tuda.1..*!0 e,.t.ablecimentl0 h empre am sortimooto completo do roana taita da
.?..! "us,id.40* Umbeni ezecolat por medida 4 vontadeT dos freaae!
zea para o que tem um dos melborea professorea.
Casacas aa paooo preto a Of,
J*t* 309000
Sobrecaaacos da dito dito a 359 o 309000
Paletota de panno preto o de co-
ras a 359, *>9, 259,109,189 a JO9OOO
Ditos de caaemira da coras a 2>,
_ 151,129.79 a 99000
Ditos de alpaca preta golla da
Tallado fraocezas a 109000
Ditoa do marin aetim pretos o
de cores a 9$ a 89000
Ditos de alpaca da cares a 59 a 89500
Ditoa de alpaca preta a 99,79.59 a 91500
Ditos da brim da coras a 51,
. **5O0.49 e r 39500
Ditos de bramante de linho b aiv-
eoag.5|e 49OOO
Ditos de marin da cor dio preto
_ ***< 89OOO
Calcas da caaemira preta a da so-
..re* ? ** ,0. 79 9000
Ditas da priocaaa e merino da
cordao preto e 59. 69500 a 49500
Ditas de brim branco oda coras a
,59.49500 a
Calcaa da ganga de coraaa
Gollete de vallado pialo o de co-
resUsoee bordados s 129.99 a
Ditos de caaemira preta o da ca-
21500
9000
89000
Ditoa da setim preto
Ditoa de seda a setim branco age
Ditos de gorgurio de sede pretos
a da eoros a 79, 69, 49 a
Ditoa de brim o fuato branco a
m 81600,29500o
Saroulaa da brim de linho a 29 a
Ditaa da algodo a I96OO a
Camisas da peito defualao branca
oda corea a 29400 a
Ditaa de peito de linbo a 59, 49 a 81OO0
Ditaa de madapoliu braocaa a de
coras a 39. 29500, 29 a
Chapaos pretoa da masss francesa
forma da ultima moda a 109.
8JSO0e *
Ditos da faltro a 69,59, 49 e
Ditos de sol do seda ioglezaa a
francezea a 14f, 129, ltfl a
Colariobos da linho maito finas
novoe faitioa da ultima moda a
Ditoa da algodao
Relogioa da ooro patenta a horl-
unos da prala galvaoiaadoa pa-
tanto a horixoataea a 409 a 90100o
Obraa da ooro, ad.recoa o maioa
aderasjoa, pulceiraa, rozataa a
aneia a >
jtoalbaa a linbo duzia iOf, 69 a 91000
>ae grandes para masa ama 99 a 49000]
59OOO
59OOO
59OOO
39000
292OO
19280
292OO
11600
79OOO
29OOO
79000
9800
9500
Fogio 00 dia 22 do correte a eacrava Zfe-
nos, parda, altara regular, cabellos cortados e
repsrtidoa ao meto, roato redoodo com manchas
pretas. ralla de deotea oa frente, chela do corno.
pea grosaeiroa, levando com sigo orna porcao de
roupa, parte nova e parle uaida : roga-se a lodos
os senhores cspitSes de campo e sos eocarresa-
dos da polica, que a encontrando facam conda-
-la a roa Imperial o. 3 que serio retompen-
No dia 14 para 15 de malo do correle an-
no fugio do engenho Vanea de Una. freguezia de
? ?; a' te c,bra E16'. de 24 a 25 annos
de Mosto, baizn, cabellos crespos, cara e nai
chato, bneoa rossoa, perna. Anas, ps secco
mt a."a satos floa, chapeo de bata e aioturio de aoldad
tSZZ? Crlad"' eoB Dm P.r.vS na
aYu a. ?" *- aut0ida" Po'lcisea e ca-
? naeobo cima mencionado, ao Sr Mannel
Attenco.
n.S 6,m -13' ,8 V hor" d0 dia. leaappareceo o
preto Hilano.crloulo.com 28 annos de ida de Doaao
aTi5uLalT; 'V,,ura."''. PCS ba.ba o
por fazer, bastsnle regrisla : na fuga, alem de
urna calca de paooo que furtou, julga-ae tambem
ler tirado algumaa cal(a brancas e esmisas sen-
i-'hI0"?' d B,' iD,o orno camisa de
algodSo de hst.a ; filho de Santo Aolao, d'on-
de velo ha pooco para aer vendido : quem o na-
mieBei0aa rua Direiu "' ,06 Joq>a
Lima Bairio. qae generosamente gratificar.
1 n"X, 8i ? 0il12 de bril dM,e correnta ao-
no do poder do abano aaaigoado. o pardo de 00-
saa Frsneiaco de 17 annoa de id.de, Jue tem be-
nita figura, todos os denles, cabellos csrspinho.
I e ruivo.. undo sido este pardo eacr.vo do,S?
Dr.AnlonioBorgeada Fonseca, de presumir"
'"'t Por.lgum dos lug.rea por onde o mes!
mo aennor tem viajado, como aejam Iguaraaa.
S,rV,n;.BlD: it JOr50' CampD8' Serr dTefe
m.r!". a A,.h Ltnioeiro, aa trea villaa da co-
marca de Pajeo, de Florea, sendo que segundo se
ha^e.iertilP1" .t8,Sbem D0 holoh.ma.poj
haver sido visto hs poneos dias em Iguaras por
ter samada com una mulatinboa desae engeoba.
e anda de presumir que o dito eacravo por ah
ae inculque como a servigo do dito Sr. Dr. Bor-
ges da Fooseca, afim de nao ser epprehendido :
qoem pois o aprehender ondeqeer que for encon-
trado eaae escravo a o vir entregar ao seu legi-
timo dono na rua do Hospicio n. 6, que aer mf
generosamente por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.
100,000 rs
de gratificaco,
a quem apprehMidere levar caaa desea acabar
na cidade do Recife. na rua do Col le alo n
lerceiroandar, o eacravo Antonio, de naci
.ange, com os sigoaea seguiste., a saber : id.da
40 aoooa, pouco mais ou nenos, ast.tor. rega-
lar falta de dentea na frente da bocea, em omk
orelha lem am taco tirado, debati do qoeizo eaV
querdo tem irea baracoa, aigotea da deotea lira-
doa, tem um defeilo oo lorooseio de um dos ps
pelo qual pucha um pooco no andar, costana'
embreagar-ae, e anda fgido 5 mezas, pona
maia ou menoa. foi escrevo do fallecido Marceli-
no Antonio Pereira.
200$.
Jjesappareceram ao abaixo auieiudo
no dia 1- de junho de 1861 do engeWio
S. Domingos na provincia de Sergl*?,
comarca da Estancia, os escratos Lea.
dro, pardo, motjo, cabella annelrado,
baixo, grouo e tem na testa ,iobn.in
clho urna cicatriz proveniente de* 4im
ouce de urna vitella- | Raymundo,
crioulo, moc,o, alto, oifaos pequeos .*>
pes grandes : gratifica se com 1 < 0f por
cada um dos ditos escravos a queq
apretentarno dito engenho oa 1
oe da Baha uo wcriptoriodo neg
te JoSo Jose'Leite, e em Pt
aasMtaanico do 3* an Eiras j Jos Ff>
droza rua do Hospicio n. M.
5
aaT^ T


w

DIARIO DI f IlNAim imk NUtt 17 DE MISO DE t!6t *

CninnoiQC narlPfi ejjasjxistem engenheiros. hornees da ettado e
oClcIlClda I Cg^ iPWliilM, tambem presidido! polo meimo ail-
saos raucos sofcre s caria
fcrr fraaceic. -***.
(CoaUuacio).
l'-iaotam-se da "A a cem metros tobre o eixo
da liaba et*** numerada a parar de urna das
estag* terminaos.
rYos pontos em que o terreno apresents cir-
cumstaocias notareis, nos em que elle intercep-
ta o perol da estrada, fiocam-su tambem do eixo
estacas que sao designadas com pbabetn.
Nos loraes em que devem ser estabelecidas
obras d'arte, collocam-se fortes estacas ou antes
narcos de pedia, fixados sobre massicos de ai-
senaria, coja face superior nivelada ; gravio-
do-se nelles a respectiva tota, eflm de por ella
vegular-se o oivelamento relativo daa diverus
partea dessss obras durante sua eiaeugao- Estas
iarcos sao plantados fra do caminho de ferro
em lugar onde nao posssm ser eocobsrlos pelos
novimeoto de Ierras.
ds partes corvas da estrada sao demarcadas
com bausas estabelecidas sobre bases de alvena-
cla no* pontos de tangencia, na inlerseccfln dos
wtiobanxenlo* rectos, ou, quaodo ella aeja ioac-
cessivel, nos vrtices de um polygooo circums-
cripto i curva.
Alm dessas balisas, que sao essenciaes, collo-
cam-se muilas vezes, fra da estrada, correspoo-
dendo aos pootoa de tangencia das curvaa com
os aliahsmeotos cootiguos dous marcos um
com a cota de oivelameoto respectivo e outro
com o comprimento da corda que a aublende.
Todas estas circunstancias da nssignalago da
inha sao descriplas em tabellas, uas quaes em
frente do numero ou da letra, que designa cada
narco, se inscreve a sua cota de oivelamento e
io! os o outros esclarecimentos, que lbe sao rea -
vivos. '
Na asslgualago terminam os trabalhos do tr-
talo de* um caminho de ferro : a sua coostruc-
c5o principia logo que a companhia oblem a ap-
provago do projecto delioitivo que deve se
4>ot ella apresentado so goveroo depois da con-
cesso."
O decreto da cooceiso acompaohado do ca-
lerno das obrigagoes (cahier des charges), que
d>re*crere os principios geraes segundo os quaes
deva ser ftita a censogo e o survigo do caminho
de ferro.
O caderno das obrigsgoes dividido em seis t-
tulos.
O titulo primeiro expoe es regres gerses segun-
do as quaes deve ser feito o tragado e executada
a coostruccao.
O titulo segundo oceupa-se da cooservacio da
estrada e do aeu trsfego.
O titulo tereciro trata da durago da coocesso
e das condenes, sob as quaes elle pode reverter
ao goveroo.
No Ululo quarlo sao detalhados as laxas e as
eoodicoes relativas ao transporte dos viajantes e
das mercaoorias.
No titulo quinto se achsm expostss as es-
tipulares relativas a diversos servidos publi
eos.
O titulo sexto, emlim, se oceupa das difieren-
tes clausulo, que devem regular as relscoes en
ira a companhia coocessiouista e o Estado ou ou-
tras compaohias ji existentes.
Resumiremos as prescrpees do titulo primei-
ro que se referem mais de perto ao objecto deste
pequeo trabalbo.
Principia esse titulo oomeando ascidades prin-
ripaea que a linba, objecto da coocesso, deve
servir; determinando a daracao di conceasao,
ordinariamente de onventa e nuve aonos, e fixan-
os trabalhos.
Prescreve depois que neobuma obra poder
ser executada no caminho de ferro ou em suas
dependencias sem approvacao e sutorisac,ao es-
tiecUl da admioistracao superior, evendo para
so a companhia enviar ao ministerio da agricul-
tura, do comrnercio e dos trabalhos pblicos duas
copias do projecto de caa obra. Urna dessas co-
pias Oca no ministerio e a outra reenviada
companhia com a decisao e a rubrica do minis-
tro.
A companhia pode, durante a coostruccao, pro-
iftr as modificaces que lbe pareceris couvenien -
es ao projecto approvado, mas nao pJe ejecu-
ta-las sem previa autoritario.
O exame e a reviso dos projectos apresentados
pelas compaohias de camiobos de ferro sao feilos
por urna secgo do conselho geral das pootes e
calcadas, composla de uove membros presididos
pelo mioistro e pela junta consulta ti va doscami
Dhos de ferro, composta de 21 membros, entre os
oistro.
Para a approvagao definitiva do tragado e do
perfil do caminho de ferro, exige a administra-
cao superior que a companhia aprsente:
1. Urna planta geral do caminho de ferro na
eseala de 1 para 10.000.
8/ Um perfil longitucional de 1 para 5,000
para as distancias, e de 1 para 1,000 para as al-
turas, sendo as cotas referidas ao nivel ru lio do
mar. Esse perfil deve ser acompaohsdo das dis-
tancias kilomtricas comidas a partir da origen
do caminho le ferro do comprimento e iodioa-
C&o daa partes em declive, ds extenso das par-
tes rectas, do desenvolvimento das curvas e de
seus ratos.
3.' O perfis transversses da estrada de ferro
e o perfil typo ds via.
4." Um memoria juatific-aodo s disposigoes
do projecto e reproduziodo em forma da quadro
as lodicaces relativas aos declives e s curvss.
Devem ser indicadas na planta e no perfil lon-
gitudinal a psito das estarfjas, a dos rise das
vas de communtcego alravessadss pelo cami-
nho de ferro e a da passagens do nivel.
O esderoo da obrigacoes prescreve para a mor
parle dos casuarios de ferro, que os terrenos se-
jam comprados e as obras da arte construidas
para duas vas, dispensando com tudo, algamas
vezes, o assentamento immtdiato da 2.a na, que
posteriormente feito, em toda a extenso do
caminho ou em parte delle, logo que a admi-
niatraco superior reconhece a insufnciencia de
urna 6 via para a seguranza do servico.
Al' via ordinariamente exigida quandoo
rend monto annusl da estrada de ferro excele de
30.000 francos por kilmetro.
Entretanto, para alguna camiuhos de ferro de
pequeoa importancia actual, e de pouco desen-
volvimento futuro, o governo conseole que as ac-
quisiges do terreno e as obras dartesejamteitss
para umaa via.
O typo da via fixalo pela admioistrsgao su-
perior. A distancia entre os rails, contada in-
teriormente, de lm 44 a l"1, 45. A iavariabiit-
dade desla exleosao em toda a rede de um paiz
da maior importancia. Sem Isso nao possivel
fazer passar as machinas e tolo o material ro-
dante de una caminhos de ferro para outros ; o
que, no eotanto, indispeosavel para a facilida-
de e rapidez dos transportes sobre todas as liohas
de urna rede
Noa caminhos de ferro de duas vias a distancia
ntreos dous rails interiores ou a entrevia deve
ser de2m, O. Em toda a extenso da estrada e
distancia entre o rail exteriora a aresla superior
do lastro deve ser de I"1,0 pelo menos. Ao p
do talude do lastro segue-se sempre urna ban-
queta de O^O.
A administragao nao fu a largura dos forros:
recommenda, porm, que as companhias Ihes
dem capacidale suflciente para assegarar o
prompto e fcil escoamento das aguas ; deveodo
o seu perlil ser em cada caso particular apresen
lado sua approvago. Para cads caminho dado
fu o caderoo das obrigacoes o limite mnimo
do raio das curvas e a mxima Inelinsgo das
partes em rampa ou em declive.
as liohas', que devem ser percorridas por
trens com velocidade superior a 50 kil., o limite
do raio das corvas de 500m e o da inclinaco
' rampas de '"0,010. Nessss eoodicoes sao
FOLHTIM
0 PAIZ DO HEDO
O
das
construidos quasi lodos os troncos da rede fran-
cesa. as linhas meos importantes, tragadas
em peizes ramio accidentados, toleram-se ralos
de 300m e rampas al 0.018. Em todos os casos,
entre 2 curvas de sentidosoppostos, formando S,
devo haer una alichmenlo recto nunca menor
do que 100 0m ; da mesma sorte. d-ire haver
sempre urna parte horirontal de 100,0 de com-
primento entre duas partes iocliaadas de modo a
langarem es aguas para o mesmo ponto. Deve-se
evitar, tanto quaolo fr possivel, collocsr partes
curvas em tunis ou em rampas de forte incli-
naco.
O numero, extenso e posicodas vias de des-
vio e de abrigo (garesd'ernfement) nos caminhos
de ferro de urna so va sao ttxados pela admiois-
tracao sob proposta da companhia. O mesmo se
d com as estagoes de viajantes e de mercado-
ras. Para a approvacao dos projectos daa esta-
Ces exige a admioistracao que as compaohias
aprsenteos :
I.* Urna plaota na escala de 1 para 500, indi-
cando as visa, os caes de embarque e desembar-
que e os edificios com es disposicss de seu In-
terior e de seus contornos.
2. Urna elevaQao dos edificios na escala de 1
para 100.
3," Urna memoria descriptiva, justificando aa
disposigoes essenciaes do projecto.
A admioilracao recomraeoda que as estradss
de ferro psssem sempre por sima ou por baixo
des estradas imperiaes e departameolaes : a nao
aer em eircumataacias especiaos, as patssgens de
nivel s slo tolersdssnos caminhos termaes, ru-
rses ou particulares Quaodo o eamioho de ferr
passs por cima de urna vis de eomsaunieacKo, s
abertura do viaducto, qua o supporta, de ser
de 8,O para as estradss imoeriies, de 7 0 psra
as deparlamentaes, de 5a,0 para os caminhos
termais mais frequentados e de 4m,0 para os ou-
tros em condicoes ordinarias. Quaolo ene via-
ducto construido com srco da aUenaria ou de
ferro, a distancia eotre o fecho do arco e a su-
perficie da estrada deve ser pelo menos de .V*,0 :
quaodo ae empregam iraves ractas, esta dialn-
cia pode baixar al 4m,30. A largura entre os
onapeitos do viaducto oSo ple ser inferior i
8m0. quaodo o caminho da duas vias "a
4",50 quaolo elle simples via.
Os viadactos, as poot-ts e todas as obras sus-
tentando o caminho de ferro terao sempre para-
pellos de 0,m80de altura pelo menos.
Qusndo o caminho de ferro passa por baixo de
urna outra va de commuoicaco, a largura m-
nima do viaducto, que a deve sustentar, era de
8,"0 para as estradas imperiaes, de 7 m0 para
as depsrlsmeotaes de 5,m0 para os caminhos
termaes de grande transito e de 4m0 para us or-
dinarios. O vao entre os oes dtreitos do viaduc-
to ser pelo meaos de 8,m0 para os caminhos de
ferro de duas vias e de 4m50 para os de urna s
vis. Para a passagem livre dos trens de regra
que hija cima do nivel doa ralis urna altura de
4,m80, qualquer que seja a forma do viaducto.
as passagens de oivel prescreve o caderoo
das obrigacoes que os rsiisiejam ssseotados sem
spresentarem asilencia ou depressao alguma,
que possa embarazar a circularlo dos carros so-
bre a eatrada. O ngulo, segundo o qual o cami-
nho de ferro corta a estrada, nao deve ser infe-
rior a 45. As psssagens de oivel devem ser
sempre munidas de cancellss, e a companhia
obrigada a construir cssss para guardas, em to-
das aquellas em que a admioistracao superior o
julgue necessario.
O caminho de ferro deve ser separado das pro-
pnedsdes adjacentas por muros cercas ou por
qualquer outra disposicao autorisada peto gover-
no sob proposta da compaobii.
Quaodo em virtude de circumatancias locaes,
fr necesario modificar o perfil das vias de
commuoicaco existentes, nao poder a compa-
nhia dar seatradaa imperiaes e deparlamentaes
inclinaco maior que 0m,03 e do que 0m 5 aos
caminhos termaes e ruraes.
A companhia obrigada a reslabelecer sus
casta o escoamelo das aguas, cujo curso fr
modificado ou interromjftdo pelos trabslbos da
estrada de ferro.
* istoeia psra duas vias devem ser pelo menos
8 ,0 de abertura, os para urna a vit 4,50 sem-
pre medidos ao nivel dos rails. O intervallo en-
tre o fecho da abobada e o nivel dos rsils deve
ser pelo menos de 6m.O; a distancia vertical en-
tre o intradorso da abonada e os rails nunca in-
ferior a 4,80. Os pocos que forem coostrvsdos
para a ventilarlo dos tunis devem cercados com
um muro de 2m,0 de altura ; em caso algum po-
dero ser esses pocos abertos sobre vias da com-
muoicaco.
Qusndo o caminho de ferro intercepta cursos
de sgua oavegaveis ou estradas publicas, a com-
panhia deve loaw todas ss medidas necessarias
para que ounca seja o transito iaterrompido. Para
a execugo das construccoes em taas circumstso-
cas a admioistracao superior fixa sempre um pra-
zo dentro do qual deve a companhia dar os trs-
balhos terminados.
O caderoo das obrigacoes prescreve que s de-
vem ser empregados oas construccoes materiaes
de qualidsde superior; e que ellas sero aempre
felas de alveaaria ou de ferro, salvo em casos
particolares em que a admioistracao decidir o
cootrario.
A admioistracao exige que o peao dos rails ex-
ceda a 35 kilogrammoa por metro de comprimen-
to, quaodo se fizer uso de travessas, e 30 kilo-
grammos, quaodo os rails forem assentados sobre
vigas loogitudioses.
Acompaohis podejazer execular os trabalhos
do caminho de ferro por agentes desuajescolbs,
sujeitando porm. sempre estes trabajaos fis-
calisacao do goveroo. >
Esaa fiscalisaro lem por fim vei2
paohia cumpre a* proscripto* do
obrigaedea e outri procedente do c
teriores. Parte alguma do camioh
der ser entregue circulado sem
vis do goveroo. Logo que una .
terminada, a companhia requer i
superior o seu exame. Para esse
nomeia urna commisso da eogenheiros, que de-
pois da inspeceo dos trsbalhos aprsenla um re-
.
All
lin -
latorl o, i vista do qusl decide a admioistracao au- 'a o servico ass ou meaos sedeotsrio
portor se olla deve ou nio ser aborta ao transito! das minas. Aos que por meos capa
do corpo
.. que por meos capaeldsde ou
publico bata decisao nao importa senio orna applicaco oecupam lugares ioferorea s ca a
recepcao provisoria ; a reeepco definitiva s lem escolha das vagas que restsm em eorpos meos
vsee com-
deroo das
ratda "pos-
de ferro po-
ce p;a* pre-
e tem sido
dmfmstraco
m o goveroo
lagar depois do terminados lodosos trabalhos do
caminho de ferro.
Tal em resumo o titulo do caderoo daaobri-
gacoes relativo ao tracado o i coostruccao doa ca-
minhos de ferro. Suss prescripedes, fundadas
sobre resultados fornecidos pela theorls e pela
experiencia, teem por fim aniformisar e sysle-
matisar a rede fraoceza, o impedir que as com-
paohias, levadas >eto desajo de lucros exagera-
dos, coostrusm obras em ms eoodicoes de so-
lidez.
Este projecto deve conter todas as pagas que
rorsra mencionsdas poroccasio do projeclo pre-
liminar, alm de ouiras dando coma de tolos os
detalhes dos ornamentos o das avaharles das
obras, o das idemnissedes S pagar pelas desapro-
pnscoes de terreos. Simultneamente com o
projecto definitivo, ou depois delle. a companhia
deve apresenlar plantas oa escala de um para mil,
indicando as psrcetlas dos terrenos a expropriar,
um qusdro demonstratlvo das superficies de cada
ums e outro das quaotias porque sero prova-
velmente pagas.
Approvado o projecto definitivo pela adminis-
traco superior e feitas as desapropnacoes con-
forme o prescrevem leis especises, pode a com-
panhia eneetar a execuco dos difiranles trsba-
lhos da eatrada de ferro.
Adminitraso durante a exeeugo dos trabalhos.
Engenheiros. Conductores.Empresarios.
A estrada de ferro a constroT dividida em
disiricios, caja extenso fie* ordinariamente com-
prehendida eotre 50 e 80 kilmetros. Cada dis-
triclo entregue a um eogeaheiro, que delle res-
ponde ao eogenhalro em chefe encarregado da
coostruccao da estrada, o qual se acba em cor-
respondencia immediata com o director da com-
panhia. Os districtoa sao subdivididos em secces
de 8 a SO kilmetros, cooforme i importancia das
obras que ellas compreheodem Cada seceo
confiada a um chefe de secjao sob a direceo im-
mediata do eogenheiro do districto a que ella
perteoce. Os ebefes de seceo teem sob suas or-
dens dous ou mais conductores ; cada cooluctor
um certo numero de subcooductores ou em prega-
dos secundarios e de vigilantes, numero que de-
pende daquanlidade eda importancia dos traba-
lhos compreheodidos em sua diviso.
Assim, pois, em urna estrada de ferro em coos-
truccao em Fraoca ha sempre:
I." Um eogenheiro em chefe.
2.* Tantos engenheiros quaotos sao os distrie-
tos de 50 a 80 kilmetros.
3. Tantos chefes de seceo quantas as secces
de 8 a 20 kilmetros.
4.a Um certo numero de conductores e de em-
pregados secundarios, dependendo da multipli-
dade das obras de arle.
5." lanos vigilantes qoantos sao as turmas de
obreiros que teem de execular os diversos traba-
balhos da linba frrea. Sao encarregados de as-
sialir a todos os detalhes da coostruccao e de ve-
lar no umprimento exacto das ordeos dadas pe-
los conductores.
Algumss pslsvras sobre as habilitsQes e asat-
tribuices deale pessoal.
O eogenheiro em chefe e os eogenheiros de
districto perteocem ordinariamente an corpo daa
pootes e calcadas e se acham com licenc do go-
verno ao servico das compaohias.
O corpo das pootes e calcadas formsdo dos
mais distioctos discpulos da escola polytechoica.
Esta estola goza de um renome universal: o
ter sidoalumoo da escols polytechoica um ti-
tulo que se escreve com justo orgulho ao lado do
de m a recita I de Franga.
Noa podemos deixar de menciooar o modo por
que se faz a distribuico dos alumnos da escola
polytechoica pelasdifferentes eacolas de applica-
Co do eatado. Essa systema de promogao, oo
qual se d o maior valor ao merecimento e vo-
cago do alumno, considerado em Franca como
a principal fonte dos bellos resultados que teem
produzido as iostituices que dependem da escola
poiylechnica.
O goveroo envia annuslmente a esss escola a
lista das vagas a pre.encber oo corpo das pontea
e calcadas, no das minas, oo de engenheiros me-
ntimos, na de engenbeiroa militares, na arlilba-
ria. no eatado maior, etc. No fim do curso os
alumnos da eacola polytechnica sao classificados
aguado o u mereciaieaio. e compele cada
um, oa ordem queuceupa nessa clasaiucacAo. e*-
colber de entre esa a* carreiras a que lhe conten.
Os pcimeiros oscolhem, em geral, o corpo das
pooleae calcadas ou o das minas, aquella, quan-
do teem a vocaeo para a vida activa de eoge-
nheiro, este, quaodo desajam dedicar-se ao esta-
do profundo das sciencies exactas, ao que se pres-
POR
A. LE GONDRECOURT.
(Costurnes dos* nmades.)
TERCEIRA PARTE.
(Continuaco.)
XIII
Ghrellab narrou ao aeu mekalib os aconteci-
(nenlos de Seelisberg e da Treib : enfeitou o mais
que pode a sua narrado, e sam todava alterar a
verdade estendeu-se muito tratando dos furores
de Walter, que o havia arrastado, dizia elle, a
commelter um crime. em que nunca pensara, a
cao seren as excitaces do aeu amigo.
Cooclutndo fallou da sua paixao por Slamia,
do deaprezo com que Walter acolhera o seu pe-
dido de casamento, e dos remoraos que n'alma
lhe despertara essa recusa.
Eis a razo porque conceb o audacioso
projecto de Ir Laghoual buscar a me de Mag-
dalena para cooduzt-la at aqui. Podes pouco mais
Cu menos prever qual ser a recompensa desta
tbos acnao. Magdalena eslender a mo ao seo
alvsdor. Recusarlas tu alguma cousa a quem
te restituase aos bucos de tua ms ?
Oh I oo I murmurou o negro.
E comprimiu a fronte com o punho fechado
como para fazer brotar urna idea que pareca
germinar lhe no pensameoto.
Urna vez casado com Magdaleoa, continuou
Ghrellab, e perdoado por sua familia, em atteo-
cao ao grande servico que Iho vou prestar, pode
ser que renuncie ao deserto....
E eu ? pergantou o mekalib
Tu sers livre ou de vollar carregado de
riquezas para o leu paiz, ou de aeguir-me, ou de
eslablecer-te nooaais que mais te convier. Em
todojO caso sssegursr-te hei a la fortuna.
Muito bem : porem Si-Maosor ?
Chegamos ao mais imprtame da minba
confidencia. Seeu revellasse a Slamia o segredo
de seu nascimeoto, oo lbe presentando sua me,
nunca ella acreditara na sinceridade da minha
. confisso. Mas qusodo todo souber, podeodo ao
.mesmo lempo locar e- encarar essa mulher qu a
procura a chora quioze anoos, entoa voz do
aaogue se elevar em sua alma.... Nao reeocihe-
ceriaa loa me, mekalib ?
Sim, sim.... eu a recooheceria onde quer
Iuo a visse, deitar-me-hia a seos ps, beber-lbe-
ia aa lagrimas....
Julgas que Mansour separar Slamia de saa
sate f
Jalgo que capaz de malar a clirislaa...
I I Nao ; porque elle amou-a muito. Se oa
stcezes nao eativessem j em marcha contra
SMst, e cherif nao foase obrigado a combsler de
uro momento para outro, se finalmente nao de-
vessemos eu, Mansour e todos os chefes correr
as armas ao primeiro sigoal deixaudo de parte os
nossos negocios pessoaee, certo qu* Mansour se
leajsbrcsria da me de Slamia ou enviando-a
i &dftioual, ou oceultaodo-a em algm sitio igoo-
rsdo do deserto ; mas os scontecimemos se pre-
cipitara, e meosle o sol fazer o aeu gyro duas
vezes por sobre o Ksar-Djerid devoremos montar
i cavallo para a guerra santa sob pena de traicao
ae* seus partidistas, amigos nossos.
caso o que peonas que fsr Man-
E" faell de anlever-se. Deixsr-ts-hs flear
aqu, te eocarregar de vigiar a christa, orde-
ando-te que a conserves aempre afsatada de
W Bina. Mes tu fars o contrario, instrsiir,
() Viae Diario o. 11.
Slamia, contar-lhe-has a sua propria historia o a
minha, e nao obstars quo ella se relacione com
sua me : o reslo me pertence. Se porem na mi-
nha ausencia, contra a minba especlativa, Man-
sour voliar ao Kard-Djerid devers seguir pru-
dentemente os aeus pasaos, e oo csso de que elle
medite um novo crime.... lembra-te, mekalib,
de que eu t'o esigoei como o meu maior ioi-
migo.
Descanca : nio o hei de esquecer. Porem
Brshim, nao fallas delle ?
Brahim nao um hornera : o leo nao faz
caso da abelha que zumbe a seu lado. Gompre-
hendesle-me bem ?
Sim : posso desde j fazer as revelsces a
Sella Slamia ?
Seria muito arriscado: epera primeiro que
partamos.... Que ruido esse?
Sao os caladores que voltam ; ouco 0 ve-
Iho Sahraoui que chama os seus caes.
Vou talvez passar um quarto de hora bem
triste, peasou Francisco. Por Jpiter I Eis ums
siluaco que coocluiria maravillosamente o quar-
to acto de um drama___ Marchemos ao encon-
tr do inimigo.
Sidi-Ghrellab aahiu do seu aposento, e no ea-
mioho eocootrou Slamia e Brahim que se dirigiam
ponte elevadica.
Meu pae chega anda cedo, disse a joven.
Nao vns ao seu encontr?
Nao tamos oecessidada disto, pois que ahi
chega elle Nao lhe falles com mallo ioteres-
ee acerca da mioha prisioaeira : seria compro-
metler a saa causa, que eu nao quero ver perdi-
da, j que por ella le iotereasas.
Slamia fixou em Ghrellab uro olhar espanta-
do ; maa immediaiamente correu a Mansour, que
avista do seu socio e amigo fez estacar o caval-
lo com urna soffreada involuntaria.
Mansour apeou-se, a depois de estregar o ca-
vallo a um dos numerosos servidores que o ti-
ohsm acompaohado oa cacada, e que eocbiam o
pateo do ksas, foi direilo a Ghrellab, a quem
dase :
A tua presenta oestes lugares me admira e
me inquieta; porque julgava-te em Ouargla, e
mesmo slem entre oa Beni-M'zabes. Acaso se-
rs portador de noticias desagradaveis ?
Pelo cootrario : os negocios marebsm da
melhor forma possivel. Os Fraocezescemloham
ao oosso encontr, porm em pequeo numero,
e com muilo receio. Precede-os o gouo de Si-
Hsozs, que derrotaremos sem moito costo, e
com isto se augmentar o prestigio do cherif. J
era lempo quesos orrisse a fortuna....
Vens da parle do cherif?
Nao ; procuro o ha oito dias e peosei que o
encontrada por estes sillos...
Meu pae, ioterrompeu Slamia,o Sanhor vi-
sitn a cass na tua ausencia.
Tu eras digna de recebe-lo, mioha querida
filha, respoodeu Mansour com om sorriso. E co-
mo oSeonor nunca se moslra aos seus liis sem
deixsr-lbes um sigoal da .sua munificencia6de
crer que eatejas bem aquinhoada.
Sim. meu pae, porque elle deu-me occasio
de aupplicar-te urna ba acgo, e a ti dar tam-
bem o poder de aatisfszer o mea desejo.
Explica-te depressa ; nao se devem demo-
rar aa mercs que Deus permitte que tacamos em
aeu come.
Tua filha spiedou-se de urna christa que
o acaso fez cahir em auas mos.diss logo Freo-
cisco ; e coola obter da toa generosidad* o per-
do de sus escravs.
Oode est essa christa ? perguolou Wal-
ter carregando osobr'olho.
No meu quaito, pae : urna infeliz, o s
faz chorar. Separaram-n'a de seu marido, de
seu fllho'ou filha, ao que parece. Nao
sceo detestavel? Se os christaos viessem aqui
arrancar-me tos ternura, nao abeoeoarias a
mi que me reatituisse ao tea amor, que abatas
o o leu desespero ?
V osas mulher fallar-me ia sala dos hos
estimados.
Comprehende-se ficilmente qusnts emulscao
deve produzir no espirito dus estudaotea essa pro -
mocito, em que esds um so mente por see mero-
cimento e s*m intervenco de aetoridade alguma
gaoha, como um premio de seus esforcos, o di-
reilo de eseolher a carreirs que por suas dlspo-
sicas oaturaes e pelas vsatageos que ella apr-
senla mais lhe agrada. Isto explica a delicacao
ao eatudo que caracleriaa os alumnos da escola
polytecbnica e sua pr oficien ca oaa especialida-
des a que posteriormente se applicam.
O curso|da escola das pootes e calcadas sacom-
pe de tres aonos ; em cada um delles os seis
mezes do verao sao dedicados a miases ou estu-
dos praticos nos trabalhos mais importantes em
execuco em Franca.
O ayatema de misses por mel do qusl se coo-
segue dar a instruegao pratica, iodispeossvel so
engeoheiro, slmultaaemeote com a theorica, que
lhe tem de servir de guia em seus esludos e em
suas iodagsedes, poda aer desde j introduzUo
entre nos.
Temos actualmente, alm de muitss outras
construccoes, quatro vias frreas importantes e
em execuco.
Nao seria conveniente enviar durante urna par-
te do anno os alumnos de eogeoharia asslatir a
o esaes trabalhos ou a quaesquer outro digoos de
estudo, que execulero oo imperio ?
Fiado o curso da escola das pontes e calca-
das, tres prmeiros alumnos tem sua esco-
lha dos lugares de misso Inglaterra, Blgica,
Hollaada e Allemanhs, e um de addido secre-
taria do eooseiho geral das pontes c calcadas.
O goveroo fraocez faculta aos estrangeiros a
entrada na escols das pontes e calcadas, quer me-
diante as provss exigidas psrs os oaciooaes, quer
mesmo com dispensa deltas, em circumstancias
especiaos.
Seria talvez ventajoso que, em lugar de se en-
viarem alumnos de nossas escolas em misso oa
Europa|da maneira porque determinado pelo seu
regulamento orgaoico, se prescrevesse que se-
riara mandados aonualmenle para se matricula-
re, na escola das pootes e calcadas os dous ha-
chareis de cada turma classificados em primeiro
lugar.
Oeste mode as visgens Eiropa seriam um ni-
timo premio da applicaco do alumno durante o
aeu curso, e' ao mesmo lempo, o goveroo teria
a faculdade de verificar, por assim dizer a cada
instante, se sua conducta em paiz estrangeiro
corrosyoodia aos seus precedentes como esludan-
te em oossss escolas.
Com effeito, os alumnos enviados psra malri-
cularem-se na escola das pootes e calcadas,
slem do titulo de terero sido os primeiros estu-
dantes de sua turma, dariam em primeiro lugar
urna prova de sua applicaco durante os mezes
que precedessem sos exames de eatrada, pelo
fado de sus admisso nessa escola, e consecu-
tivamente pelo modo por que se houvessem nos
concursos semsnaes, nos exsmes psrciaes e oo
exame do fim do anno lectivo.
Durante os seis mezes em que os alumnos da
escola das pontes e calcadas sao enviados em es-
tudos praticos oas obras mais nota veis cm coos-
truccao em Fraoca, poderiam os alumnos brasi-
leros scompaoba-los oessas excurses; sendo
obrigados a enviar ao governo imperial memo-
rias descriptivas o deseohos de que houvessem
visto de maia importaote.
Terminados os tres annos da curso, fariam urna
viagem Inglaterra, Blgica e Allemanba,
e vollariam depois ao Brasil, lendo seguramente
adquirido os conbecimeotos tbeoricos e praticos
necessarios a um boro engenbeiro.
O programma que acabamos de esbogar tanto
maia realizavel, que os conhecimentos que lem
os hachareis da nossa escola ceotraleso, com
poucas diT-irencas, oa exigidos para a admisso
na escola de pontea e calcadas, bastando que o
candidato disponha de 5 a 6 mezea para rever aa
materias do seu curso o habilitar-se a expo-las
em francez.
O Corpo das pootes calgadas e se compa actual*
mente de 8 inspectores geraes de Ia etasse, de 25
inspectores geraes de 2a classe.de 100 engenheiros
em chefe de Ia classe, de 110 eogenheiros em
chefe de 2a classe de 193 eogenheiros ordinarios
de 1" class, de 231 engeuheiros ordinario* de
Ia classe, de 43 eogenheiros ordinarios de 3a clas-
ses, ou alumnos eogenheiros, e de perto de 3,000
conductores.
Ha seis classes de conductores : conductores
priocipaes, conductores de primeira, segunds,
terceira o quarta classes, e conductores auxi-
liares.
pedes, disse Mansour com visivel cootrariedsde :
verei o que se pode fazer em aeu favor.
Nos oo a podemos entender, porque ella
nao sabe o araba, replicou Slamia. S tem para
exprimir a aua dor e eaperaoea A tocaote liogus-
gem de dous olhos szues como os meus, e mais
teroos anda....
Vae couduri la, atalhou Mansour, e nao te
enthusiasmes tu fcilmente por urna cresturs
que merece o odio do tea nico e verdadeiro
Deua I
Obedeco, meu pae, obedeco ; mss porque
tea fronte se carrega de nuvens ? Incorri no leu
desagrado ? i& nao me amas hoje tanto como
ase amavaa hontem ?
Oh ? nao isto. mioha filha: odio os chris-
taos, e nada mais. Tranquillisa te ; j que pro-
teges a prisioneira, eu serei para com ella cle-
mente.
Slamia afastou-se, Walter rollando -se psra
Ghrellab acrescentou :
O que significa esta aventara ?
Urna cousa multo simples e natural, meu
caro amigo, e nao tlveste razo em perturbar-te.
Pois tu, que s a calma e o aaogue trio personi-
ficado, queres desmentir-te na preseoca de um
rosto de mulher ? Esqueceste j essa amiga his-
toria de Seelisberg, que te vez aborrecer tolos
os semblantea europus?
Nada teoho esquecido nada absolutamente,
responde* Walter dirigiodo-ae a passos largos
para a sala dos hospedes, onde entrou seguido de
Francisco, de Brahim, e Debbah.
Slamia correndo ao aeu quarto abra precipi-
tadamente a porta, e eocontrou Thereza aeatada
no seu leito de tapetes, cercada dos objectos de
que ella costumava usar, taes como espelhos
medidos em moldures douradss, coolas de coral,
braceletes de ouro, e outras jotas.
A barooeza sol lo u um pequeo grito vendo
entrar sua filha, levanlou-see correu sella com
os bracos abertos, e o sorriso oos labios.
Vem, disse-lhe Slamia explicando -lhe o seu
pensamento com um gesto gracioso: vom, meu
pae quer te ver.
Thereza compreheodeu a phrase, porque a pa-
lavra bb pronunciada com ducura pela joven,
perlence quasi a liogusgem universal ds infsncis
que a balbuca repellado a primeira licao da
nalureza (I)
A pobre mo deixou-ss levar por aua filha ;
mas psreceu-lhe que um ferro em braza pesava-
lbe no seio ouvindo-a dar ao seu carrasco o ti-
tulo que aquello havia to criminosamente usur-
pado.
Eslou s com ella, e oo posso explicar-
me I murmurou Thereza arraatada por aua filha,
a quem ella contemplara com semblante ra-
dioso.
Vem, vem, repelia-lhe Magdalena acompa-
nhando sempre a aua linguagem com gestos *x-
pressivos: oo lenhas modo; has de ver bem
depressa tua filha.....
Eapoderou-se de urna das mos do madama
de Seerlof a quem atirshia para a porta.
Thereza encheu de beijos as mos da querida
filha ; mas sbito armando ae de santa coragem.
abaixou o vu sobre o rosto, e deseen a aseada
com passo firme e resoluto : somonte ao entrar
na sala dos hospedes Ghrellab pieperceber lhe
um momento de heaitaco que foi rpido, ubi
vislumbre de commocio.um indicio mesmo de
prximo desfallecimiento.
A oobreseobore, sustentada por mi invisi-
vel, altfva oa sna dupla magealade da me e de
victime, apreseolou-se sem medo ante o lerrrvel
aalor da* ruinas do aeu paasado.
Da oode veos ? perguotou-lhe Mansour.
Por nica resposia agitoa-se o vu, que lhe
'ums cob'rta o rosto.e Ghrellab compreheodeu logo que
o som daquella vos maldita impreasionara pro-
fundamente a me de Magdalena, cejas mos
Hs, alm dos conductores, oa sgantaa aetto-
eorpo d.s ponte e eal?adae.
m3i ** M?^ d0* "bos < farro alo
tioetos. cooauc'" n1* -
Os| conductores ao ordlosriameote. filos da
escols. de arle. ofllclo. d'Aogers. de Ch.lia
ed'Alx ou mesmo dos lyceu. deprtamela*.
Para entrarem no corpo da. ponte e cYlJadea no
gru de conductores auxiliare, devem os preteo-
dentes fszer exame de artthmetica, geometra
algebra, trigonometra, geometra desdTotiva'
estatiatica, deseobo grapbico e deaquarella le
vaolamento de plaotas e oivelameoto avalicea
dos movimentos de trras e pratica dos traba-
lhos.
Os agentes secndenos devem ser habilitados
em escripts, liogua nacional, srithmetica elemea-
lsr' */a.lea>* mtrico, medida de ngulo*, de
superficies e de volumes, e deseoho linear.
Tal em summa, a admiravel organsaco daa
pootes e calcadas.
K' a essa magnifica iosliluicio que a Franca
deve a aua rde-modelo de caminhos de ferro,
auas excedentes estradas de rodagetn, saus bello*
canaes, a aavegaco da aeus rios, a conserrao e
o melhoramenio de seus portos de mar.
Citaremos em spolo do que temos dito sim s
(acto, assaz. eloquente para demonstrar a excel-
encia desss instituido : a iotrodueco e pro-
pagarlo daa vias ferrosa em Franga.
Foi depois da piomulgaco da lei de 11 de ja-
oho de 1842 que priocipiou a conlruceo activa
dos caminhos de ferro em Franja.
Em 1855, 13 annos depois, j esse paiz possuia
5,048 kilomstroa de vias forrees, e nos seis an-
nos decorridos de 1855 a 1860 foi esse numero
quasi duplicado 1
Em menos de SO sanos, pois, spezar dos em-
baracos fiosoceiros occasionados pela revolucao
de 1848 e pordiversss guerrss exteriores, eons-
truin-se em Franga 10,000 kilmetros de cami-
nhos de ferro, quasi lodos a,dupla|via e contan-
do um sem numero de obrss de srle admiravera I
Cumpre anda accrescentar que oa camiuhss- de
ferro algerianos, mudos camiuhos de ferro na M-
lemanha, na Suiasa, na Russia na Italia o na
Hespaoha foram e sao sioda construidos por en-
genheiros do corpo das pontes e calcada .
francez.
E' tambem digno de nota o progresso qu,* ha
feito durante n$& curto periodo a fabricacot dss
machinaa locomotivas e de todo o material em-
pregado no. caminbo de ferro.
A priocipio, todo essa material era, quasi ex-
clusivamente, importado da Inglaterra ; actual-
mente as graodes officinas do Creaaol do Schoei-
der e C, de Gornin e de Cail, de Pars, de Mas-
mer de GraSenstaden (Alaace), de Aadra Ros-
endo, de Malhu.e, d'Oatins etc. etc., abastecer
nao s as liohas franeezaa comofornecem excel-
lentes machinas a muitos outros caminhos de
ferro da Europa ;
Como presentemente se trata da organsaco
de um corpo de eogenheiros eivis braaileros para
exercer as mesroaa uncces que o eorpo das pon-
tes e calcadas de Franca, ser-nos-ba permittide
fazer sobreaahir um ponto esscncial da organisa-
Co deste corpo.
Compe-se elle de duas parles distinctas, ataja
existencia, simultenea entretanto, da
importancia para o perfeilo preeochim*nto
fins a que se propoe essa instituigo os en-
genheiros e os conductores ; squelles, repre-
sentando o theoris robustecida mais ou meooa
pela experiencia ; estes, a praiiea esclarecida pe-
los conhecimentos iheoricos iodispensavei* ; oa
primeiros, estudanto e projetandOit-es segundos,
executando as operages aoDra *> terreno e ve-
lando sobre todos os detalhes pralkos sobre o
fiel oumprimeolo dss prescript*jee do. enge-
nheiros.
A creago de um corpo de conductora pare-
ce-nos, portan lo, dever acompanria?, B* B0 pre-
ceder a fundacao do corpo de eogenheiros eivis
brasileiro.
A iuslrucgao necessaria dos conductores pode-
ri ser dada ero um curso espacia^ anaaa.* aos
da escola central, pois que anda nao peas ai-
re os, como a Franga.Ilyceua provincisesou esco-
las de arles e ofcius, em que se pmsam adqui-
rir com o davido desenvolvimeeto taes conheci-
mentos.
(II Os meninos Arabsschsmsm a Mas pace
mM, moma
convulsivas se facharam n'nm tremor convul-
sivo.
Ella nao te eotendeu ; falla-lhe como eu
com a vos suave, murmurou Slamia ao ouvido
de Mmsour. Olhs que podes sssusta-la.
Percorria eu as bandas do Norte, disse
Ghrellab que julgou conveniente intervir, e me-
ditava urna razzia contra os OuledNeyls, psra
o que avaogra com alguos mekhalif* at os si-
tios de Djelfa, qusodo os meus cavalleiros me
trouxeram esta mulher, cujs escolla a linha aban-
donado fugiodo. Vinha ella do Tell e dirigia-ae
para Laghoual: eis a pura verdade. Agora,
Mansour, se quizeres saliafazer oa generosos de-
sejos de toa filha, ceder-te-hei voluntariamente
os meus direilos sobre esta prisioneira.
Proferindo estas palavras Ghrellab voltou-se
por um rspido movlmeolo pira madama de
Seelorf, e lhe disse em allemo:
Deacubra o rosto.
Thereza affaatou o vu com tanta rapidez que a
sua a cea o confundiu-se quasi com as palavras de
Ghrellab.
Walter recuou paludo e trmulo anta o olhar
Gxo e arrogante da baronezs : mas compreheo-
dendo a gravidade de to lerrivel ailuecao domt-
nou o seu pasmo, e com a falla firme, o braco
eitendido, exclamou reveattodo-se da autoridad*
que lhe era habitual:
Retirse-vos todos deixae-me ficar s
com esta infiel !___
E percebendn que era preciso dar um pretexto
a essa aua rasolugio, accrescentou immedia-
mente :
Li no sea* olhaj; que deseja ser salva pela re-
ligio. ;
O meu pae I Se bom para ella como o se-
rias para mim I disse Slamia beijaodo a mo de
Mansour.
A barooeza condemn.da 4 immobilidade assim
como ao silencio em face desta demon.tracao de
sacrilega ptedade, senliu iovadir-ihe o rubor a
fronte; mas calou-se, e oem se quer se moveu.
Nao ha duvida, murmurou Debbah ao ouvi-
do de Ghrellab sabiado da aala dos hospedes, nio
hs duvida I Essa mulher me do anjo ds luz
e Sidi-Mansour um malfeilor. O Deus vioga-
doro hade aniquilar I
Bem, mekalib, redarguiu Ghrellab, muito
bem I Aguga a* iuai garras, meu tigre, accende
o fogo dos leus olhos, e presta ouvidos alientos,
que haa de ouvir cousas espantosas, e to espan-
tosas, que le faro tomar o ctelo com ambaa as
moa. v
Com ambas as moa I murmurou Debbah
a ff salando-se. O aaogue.... aaogue doa homeoa 1
Eolretanto foi por msAa me que eu jurel nao
te derramar mais \...f
Walterguardou silencio por alguos minutos;
e quando viu queae tinham todos retirado, e jul-
gou que oinguem poda ouvi lo, atreveu-se final-
mente a levantar oa olhoa e a aupportar o olhar
a|tivo e esmsgsdor da baronesa.'
Ei-la emlim em meu poder I lbe disse elle.
Regostja-se por isso? perguolou a baro-
oeza.
- A senhora sabe que coslumo ser fraoco : re-
goaijo-me, verdade.
Pois i mim pareca que o cootrario devera
ser.
E' realmente estranha essa linguagem na
boceado urna prisioaeira I....
Urna priaioaeira 1 exclamou Thereza adan-
taodo-ae um passo e sorriodo com amargo des
dem. Desengae -ae, aenhor : eu eslou aqui pe-
la vontade e pela merc da Deus, que ergue fi-
nalmente a espada vingadra .obre aua cabega
criminosa. Walter de Seelorf, geotilhomem des-
honrado, nao aou sua priaioaeira; ao cootrario
encare-ene bem face a face, e diga qual de noa
tem medo um do outro....
Senhora replicou Walter pertutbado, maa
a Hadando grande ctlma, antea de alimentar il-
lusu too temerarios, queira esculsr o que lhe
rou diier. A minha conduela para com a senho-
ra foi de um malfeltor ; nao pretendo justifica-
la. Vioguei- me cruelmente daa trsices ds noi-
va ; cooveoho que foi feroz o meu odio para com
ella e ohomem, a quem to deslealmente prefe-
ra ; porm a mioha colera fleo* completamente
satisfeitadepois que lavei oa ultrages feilos ao
meu coraco, ao meu amor proprio, em summa a
todoa os meus seatimentos apaixouados. Esse fu-
ror que de mim se apodero a quioze annos aca-
ba oe desvanecer-ae como por meu milagro, e
com grande pasmo meu I Se eu nao a livesse
visto mais, certo que o meu odio durara at a
hora em derradeiro suspiro ; e como o amor o
facho em que se acceodem todos os odios pro-
venientes da iraigo da mulher, deve a senhora
comprehender que se nao a odio agora porque
oo a amo mais....
Oh I E' este o maior beoeficioque eu espe-
rava da Providencia I
Porm, continuou Walter, se a senhora tor-
ooe-se-me indifferente, a ponto de nao morrer de
dr ou de alegraeu que lano a amei e odiei
veodo-a aqui em minhi casa, onde nao hs tor-
gas humanas que possam subtrahi-la aos meus
rigores, porque mioha filha basta psra preen-
clier osjmeus votos de felicidade.
Sua filha I repetiu Theresa com desprezo.
Sim : procure a senhora provar a Magda-
lena que eu nao sou seu pae ; que estes joelhos
onde se deslisou a sua infancia, que esta fronte
coberta dos seus beijos, estas mos prodigas dos
seus caprichos, estes olhos deslumbrsdos com a
sua belleza, esta voz suave dos seus ouvidos, em-
lim que e.te cor.cao oode reina a suaimagem
tudo isso nao perlence ao autor dos seus dias 1
Pergunte-lhe se nao nasceu ella debaixo deste
cu ioflsmmado, se querer fugir a este ossis, e
esquecer o deserto?.... Pobre mulher I.... Vo-
te face a face com sua filhae nem ao menos
sabe em que liogua hade ensina-la a sorrir-se-
Ihe, em que lingua hade prohibir-lhe que ore
da e noule por mim 1
E' este o meu segredo I As mies, sioda
que mudas, podem grseas a Deus fazer-se com-
prehender de seus Olhos.
Pois bem, seohors, conserve esta crer.ga
comsigo, alimente esta esperanga, e poaha em
experiencia as forjas da naturezs. Quanto a mim,
eis o que pretenda fazer, e o que farei, porque a
senhora bem sabe como sou pertinaz oos meus
projectos. Quero mostrar-lhe que se fui cruel ps-
ra com a senhora, trabtlhei ao menos com todak
as forgas ns felicidade de Magdalena ; com effei-
to nao hs no mando mulher que aeja maia feliz
do que essa querida joven, habituada a exercer
sobre o meu espirito e sobre o meu coraclo sua-
ve tyraooia. Aqui passa por lei o que ella quer
que s* faga, al mesmo para a mioha vontade.
Pediu-me a aua liberdade, a senhora hade ser
livre.
Mss ella tambem pediu-lhe queme reati-
tuisse mioha filha....
Est oss suas mitos, mioha senhors, ficar
do seu lado, ou rodar para Lagbouat, para Ar-
gel, ou para a Suiasa, como quizar. No caso de
que fique ha de ser testemunha da existencis
afortunada de vossa filha...
Nossa fitha I exclamou Thereza com o
olhar admitanle e o rosto abrasado.
Sem duvida, replicou Walter ; porque
aoooociou-lhe aem mais formalidades que Sla-
mia, outr'ora Magdaleoa de Seeiorf, est psra
casar com o meu Qlho Brahim.
E pensi. aenhor, que ha de levar arante
eaae deteslavel projecto ?
Perdo, senhora barooeza de Amatadt ; os
espoosses oo Psiz do Medo se fazem com muito
maisseriedade do que em Seelisberg ; e os ju-
ramentos amorosos tragados aqu sobre a areia
cualam mullo mais a exlinguir-se do que aa pro-
messss escripias alli aobre a nave. Slamia e
Brahim ama maa devoras: a senhors aasistir
a ana unio, que apresssrei para toroar-lhe mais
curto o captiveiro : e quebrando oa ferros desea
(Continuar-M-ha.)
captiveiro farei um excedente presntete nap-
cist sos dous amantes....
E' isto que o Sr. m*dita, ioter*ontp+d fie-
reza com a magealade da dor : mas cima da sua
vontade est a vootade da Deus r esperemos que
tile decida l Deusque to bom para nao pu-
nir asmaldadea de um homem como o aeuher,
para prolongar os Infortunios de ama malher j
to desgrasada como eu I
Walter ia responder quaodo ouvirem-se mi-
tos tiros da parte de fr*. No mesmo tostante
Ghrellab empurrava a porta da sala, e entrara
exclamando em francez :
Por Jpiter, e pelp diabo, roe charo ami-
go I Chega-te urna visita ioesperada O cherif
est a cem paasos do teu ksar, eujo recinto pe-
netrsm j os seus cavalleiros.
O cherif I
Em pessoa com um squito de cem caval-
leiros pelo meos. Nao vas recebe-lo?
Assim preciso.
Oh 1 senhora baroneza d'Amstadt, disse
Ghrellab com cruel irona. O que diz da bella
conferencia que lhe proporciooei ? Fizerau aa
pazes, teroos amanlea de outr'ora ?
Emquanio Thereza, estremeeendo a essas pa-
lavras irooicas, ola a va pasmada para Francisco
Klein, a quem do seu lado tambem Walter en-
carava com desgosto, o escravo Debbah pene-
trava na aala.
Senhor, disse elle a Mansour, o cherife, a
quem Deus protege, nao quer penotrsr ao ksar,
emquanto tu nao lhe fores pessoalmsnte offere-
cer hospilalidade.
Cooduz esta mulher cmara soDterreeea,
ordeoou Walter ao escravo. Ouero que lhe nao
facam mal ; maa tambara prohibo aob tua cabe-
ga que a deixem commuoicar com a mioha fi-
lha em quanto for eata a mioha vontade.
Vamos, mekslib, accresceotou Ghrellab
sorrindo, obedece a Sidi-Mansour ; s vigilante
e incorrrpvel, se quiseres eocontrac tua cabega
no dia da resurreico.
Vem, disse Walter Francisco.
E ambos corrersm ao eocootro do cherif.
Antes de sabir da sala dos hospedes Ghrellab
inclinou-se para Thereza, e disse-lhe a meia
vos:
Coragem I Resigoago I Eu estou alerta :
Magdaleoa lhe ser restituida, e me portea-
cera....
Estaa ultimas palavras abaleram a eaperaoea
que a pobre senhora acabava de concaber so ue-
megodessi promessa. Curvou a cabega cem tea-
animo, o murmurou :
Muu Deus 1 Meu Deus I AiodiaAoeego-
tei todo o calix do sorimento ?
Mioha me deveri ter aoffrido como eda, o
como e la tambem devera ter gemido, disse o
mekabih com voz triste. Pobre mi I
Aosom desss roz, madama de Seelorf ergue
a cabegt. e viu Debbah na atlilue do pesar,
com oa bragos pendentes, trmulos ns labios, os
olhos mel fechados, e a froote reapeitosa.
A baroneza aproximon se dossa homem, cojos
traeos selvagens deverism asusta-ls, e logo so
primeiro passo que para elle den viu duas gros-
saa isgnmaa rolarem na sua face de bano.
Ol 1 exclamou ella cahindo aos ps >
kabib ; eocontrei finalmente urna a
mana I Sioto que serei salva 1...
Debbuh roltou a ai, psasou a mi o-
Ihos, a sacudindo a esbeca cassafjHH sei-
nBHValeoa em
do pelo sguilhio, tomo*. a*l
seos bracos musculosos,
ns profiindidade da esca
seas bracos musculosos, e deaappi em coto ella
da aa(4Js|

(Ceniinuai
PIRN.TTP.DSM
F. DI FARlA Ot MLBO 1868.
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