Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08600

Full Text

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AIIO IUI/ill. 1BMEI0 12!.
J*r tres exes idiaiUsiti Sf 000
Fr tres iiezes YeicU. 6f 000

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se oda rnu u b uii de um.
'gara Wf iwaaa.as
DIARIO DE PERMMBICO.
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EXCARREGADOS DA SUBSCRIPQ.IO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio AUu ndrioo de Li-
mi; Natal, o Sr. Antonio Marque da Silva;
Aracaty, o Sr. A. da Lemoa Brag i; Cear o Sr.
J. Jos da Ollrelra; Mirinhio, o Sr. Joaqaim
Marques Rodrigues; Para, Maojel Pmhtiro &
C; Amazonas, o Sr. Joronymo da Coala.
ENGARREGADOS DA SDBSCRIl'CAO DO SOL
Alagoas, o Sr. CUudino Faleio Dina; Bahia.
o Sr. Joa Martina Airea; Rio da Janeiro, o Sr-
Joio Paralra Martina.
PARTIDAS DOS CORREIOS.
Ollnda todoa oa diaa aa 9# boraa do dia.
Iguarass, Goianna, Parahyba oaa segundes
sextas-feiras.
S. Antio, Bezerros, Bonito, Carnar, AlUnho
Giranhuna naa tercas-feiras.
Piod'Alho, Nazaretb. Limooiro, Brejo, Pea-
aueira, Iogazetra, Floree, Villa-Bella, Boa-Vala,
Ourieurye Ex naaquartte-feiras.
Cabo, Seriohem, Rio Formoao, Uoa.Barreiroa
Agua Preta, Pimeoteiraa o Natal quintas feiras.
(Todoa oa correioa partem aa 10 boraa da manhia
EPHEMERIDES DO HEZ DE HAIO.
7 Quarlo creaceote aoa 43 mnalos di lude.
l3 La cbeia aa 8 horn e 18 minutos da man.
tO Qaarto minbante a 1 hora da manbaa.
18 Laa nova tos 44 minuto da manhia:
. PREAMAR DE UOJE.
Primeiro aa 2 borla e 30 minlos da manhia.
Segando as 2 bortae 6 mina loa da larde.
rAnnaa dos vapores costeiros.
Para a sol 4 Alagoaa 5 o 20; para o norte
at a Granja 14 a 19 de teda mas.
Srtioa nos owmus.
: do ApipucoM s 6 li2, 7, 7 1[2, 8
e.8 \\- oa m.; de Olinda a 8da m. a 6 da I.; de
Jaboatao sftl,2 da m.; do Caxangd a Farseo
a 7 da m.; de Btmfica s8 da m.
. P Va :P2r? 'V>' 3 lA 4. 4 1|4.
4 1|2, 5, 5 1|4) 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda la 7
da m. e 8 1(2 a .; para Jaboatao a 4 da t.; para
o Caxanga a Vanea s 4 1 |2 da t.; para Bem fica
as 4 da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES Td CAPITAL.
Trb-unal do eommereio : segundas a quintas.
Raalo: tercas a aabbadoa a 10 horae. .
Fazenda : quintas a 10 boras.
Juizo do eommereio : legendas ao mel dia.
Dito de orphio: largas a Mitas a 10 boras.
Primeira Tara do eirel: tercas a eztaa a o moio
dia.
Seganda rara do eirel: qiartaa a aabbados 1
orada tarda.
das da semana.
27 Tere. S. Joio p. m. ; S. Ranulpbo m.
w R".1*' i* Gern,an b- : S. Priamo.
Qaiota Ai Ascencao do Seobor; S.MaxJmiano.
q? eil\S- "" 'i : S. Flix p. m.
31 Sabb.do. S. Petrooilla v. ; 9. Lnpecino.
1 Domingo. S. Firmo m. ; S. Fililo.
A8SIGNA-SB
no Recite, em a llrraria da praea da Indepen-
dencia ni 6 e 8, dos proprietario Manoel Figl-
roa deFariaFilho. B ^
PARTE OFFICUL.
caruata, a
de abril,
iperior.
60VERN0 DA PROVINCIA.
Expodiente do dio SS tle malo de
186*
Officio ao brigideiro commandante das armis.
Oaieira V. Exe. expedir auaa ore ens para que
s 10 boraa da manbii do dia 24 do corrente ae
' presente ao Dr. ehefe da polica 2 pri;as afim
de escoltaren) um preso at a pro 'incia das Ali-
gois. Communlcou-se ao chele i polica.
Ditoao chele de polica.Devo vo V. S. os
recibos do aluguel da eaaa que ser rem de cadeia
-e quariel oo termo do Ex que a icompanharam
o seu oifficio n. 619 de 21 de abril prximo lin-
do, iflmlde que seja aatisfeita a req liselo do ins-
pector ida theiouraria da fazeoda coostaote do
officio b. 434 de 19 do torrente junto por copia.
Dito ao inspector da thesoararia de fazenda.
De conformidade com a sua informac.io da hoo-
tem sob n. 446 dada com referencia ao parecer
do procurador fiscal dessa Ibesouraria, escripio
5V2" 0 ro1aer,a,enl0 I"9 derolvo, autorito
a V. S. a mandar abonar ao juiz de direito bichi-
rel Theodoro Machado Freir Pereira d Sil, a
quantia de 8009000 como ajuda de custo por 1er
ido oomeado chafe de polica da provincia de
Sergipe.
Dito ao mesmo.Para a convenante ficalia-
co remetto V. S. copia do officio e relacio que
em datado 2 do corrente dirigi-me o juiz de
direito da comarca do Brejo com referencia aoa
sc-ccorroa pira alli enriados.
?.Dito ao mesmo.Tendo em riiti a iua iotor-
macao de 20 do corrate sob o. 443 auloriso
y. S. a mandar pagar ao cirurgio E ranciico Mar-
ciano de Araujo Lima como pedii no requeri-
meoto que devoWo o que se Ihe ei .irer a de ver,
da gratificacao de 309000 diario que. vencen des-
de o 1 de abril ultimo at 4 desto mez, por ae
achr incumbido pelo gorerno de :ratar os indi-
gentes accommettidoi do cholera morbos na ci-
dade deCiroar.
Dito ao mesmo.Transmiti pe r copia i V.
S. para seu coohecimento a directo o viso cir-
cular do ministerio da guerra de 16 de abril ul-
timo, acerca do pagamento de jorcaes aos opera-
rio a aprendizea da officioaa co anenal de
guerra, enmprindo-me previnir V. S. que op-
portunamante Ihe aera remeltida a relaco da
que trata o mesmo aviso.
Dito ao mesmo.Recomraendo I V. S. que es-
tando em termo o inclusos documento, e ha-
vendo crdito, mande pagar a Jos Dia Moretra
conforme aolicitou o commandaott superior da
comarca do Bonito em officio de 4 de abril ulti-
mo, a importancia do veocimealo:i do guardas
nacime deiticados ni cidade coatar do dia 13 at 21 do citado mes
Gommaoicou-se ao commandaote su
Dito ao director do arsenal de g. erra."Sira->
ae V. S. de mandar entregar ao conimandante do
9" batslhao de icttantaria, logo <\*, por alta to
rem raqaisiudoa, oa Hvroa-mestres vindoa d
corte com destino lquelle balalt.ao, e que de
acham recolhidos nene arsenal. Commuotc
se ao commandante das armas.
Dito ao mesmo.Pode V. S. entregar ao/ca-
pitao commandante da companhia Oxa de chal-
lara a 16 espadas riadas da corla com destino
mesma companhia.Communiccu-se ao com-
mandante daa armas.
Dito ao inspector do theiouraria provincial.
Certo do conielo de aua ioform ;ao de 20 do
correnta aob n. 295, tenho a diztir que quando
houver crdito mande V. S. pa^ar a Joaquim
Aotunea da Silva conforme aolicitou o chefe de
polica em officio de 7 do crtenle n. 723, a
quantia de 3349400 em que aagu ido as contal
que devolvo, importara as deipezis feilas com o
sustento dos presos pobres da cideia de Gara-
nhuna, no mezes de ferereiro e narco deste an-
no.Commaoicou-ae ao chefe de polica.
Dito ao director geral da instru gao publica.
Respondendo o officio que V. S. me dirigi em
6 do crranle sob n. til, tenho a dizer que po-
de aulorisar o director do collegin dos orphos
de Siota Thereza em Olinda, a eocarregar-ae de
fazer as deapezas com o (ornecim; ato de agua,
azeite e rea para uao do mesmo llegio, e
bem aaaim como a laragem, eogommado e con-
cert da roupa daquelle estbale :imento, certo
de que neatadata auloriso thescuraria provin-
cial a adiaotar ao predito director a quantia de
1139200 rea para occorrer a easaj despezas.
Dito ao director daa obras mil:tarea.Trans-
miti por copia V. S. para qae baja de pro-
videnciar como convm, o officio aob n. 1021
em que brgadeirocommandiotc dai armaide-
clara-me ter-se dado comeQo a pillara da forta-
leza do Bram, lem que foisem ieiios os leve
concertos que deviam preceder qaelle aervigo,
e cuja execucao eslava a cargo do respectivo ar-
rematante em rlita do ajuste com elle celebrado
porV. S. conforme commanicou-me em officio
de 14 do correte aob n. 84.
Dito ao juiz de direito de Sant: A na o.Pelo
seu officio n. 29 de 16 do correnti fiqael inte ira-
do do que Vmc. me communicou icerca do esta-
do da epidemia nena cidade. Em resposta te-
nho a dizer-lhe que pela quantia ente em sen poder, iodemnue o delegado Ale-
jandre Jos de Hollanda Canicali, da quantia
de 4149480 por elle despendida com os soccorros
aos desvalidos deaae termo, e o e tcesso deve ser
reeolhido a thesouraria de azeo: a.Communi-
cou-ae ao predito delegado.
Dito a cimara municipal do Exit.Responden-
do o officio que dirigi a esta preaidencia a cma-
ra municipal do Exu em 10 de abril ultimo acer-
ca doa radio que ba nena villa do appateci-
aento da epidemia do cholera, tenho a dizer-lhe
que j em data de 8 daquelle mez ae remetteu, de
prevencSo, aojniz de direito dessi comarca, com
qnem easa cmara se entender, es soccorros que
por ora podiam ser enviados.
Portarla.O preaidente da pnvincia confor-
mando-aecom a propoala do Dr chefe de poli-
ca n. 816 de 20 do correte, riolve nomear a
Francisco de Paula da Cunha Bastos para o cargo
de subdelegado do 1* dlslriclo di freguezia do
Bonito.
ED1TAL.
Secretara do gorerno de Pernamboco 22 de
malo de 1862.
Pela secretaria de goveroo se convide de novo
aosSra, Francisco Correa da Silva e Mello, Anto-
nio Pergeotino Moreira de Souza Jos Joaquim
da Silva Bastos a msndarem ptgir o porte dos
requerimentos em que pedem ao gorerno impe-
rial o provimeoto de officioa de juitica afim de
oa aneamos requerimentos poderem seguir a aeua
destinos.Jago Rodrigues Chavet.
Dtoepaeho du dio 8* de malo.
a i a .i ?9T-tmento.
J-!2-""* M"' Correa Barroe.-Pasae
*vHZ2Z Rm.?? ,S-o requerida.
Franmaco Bctelho da Mandoo:.. Exhiba o
aapplte.ale a licanc que ja leve pr0ve o con-
T2Z?Tr!L0rVJ*T* particlafe.
VZ&IZ ltl2M2nP*9uU oasUs sitas.
FraBciaeo Bolelho de Andrade. -Informe o Sr.
Inspector do arsenal de marinhi. xuwrn,e 9T-
Guimaries & Alcoorado.Tendo as reodaa de
predio de ir a praca, comparecas sella o suppli-
caotea.
Joio Joa Rodrigues.Informe oSr. director
geral da instruccao publica.
Joas Fernandas de Araujo Lima.Informe o
Sr. Dr. juiz municipal do termo do Limoeiro.
Joto Braulio Cortea e Silva;Informe o Sr.
Dr. director geral da instroeco publica.
Jos da Coats Brando Cocdeiro.lofor-me o
Sr. director das obras publicas.
Joaquim Elviro Alvea da Silva.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fizends.
Mara Rafioa da Pas a Paiva.Informe o Sr.
Dr. director geral da inatraeco publica.
Mara Carolina de Brito Carvalho.Expedio se
ordem para serem recebidaa no collegin aa duas
Qlhas da supplicanle logo que haja vaga.
Seraphim Ismael de Meodooca Furtado.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Commando das armas.
Quarle-general do commando daa
arrnaa je I'ernamhueo na cida-
de do Recite em S-t de maio de
186*
ORDEM DO DA N. 83.
O genaral commandante das armas faz publico
para conhacimeoto da guarai;ao e derido efleito,
que a preaidencia concedeu por portara de 20
Oeste mea ao Sr. capitjo do dcimo batalhao de
iofantaria, sddido ao 2* da meiraa arma Joio
Antonio Leilao tres mezes de licenca para tratar
de aua asude nos termos do artigo 106 do regala-
ment de 27 de outubro de 1860.
Assignado.Soiidonio Jos Antonio Pereira do
Lago.
Conforme. Jos Francisco Coelho, capitio
ajudante de ordena encarregado do detalhe.
FEBNlMSljCrj.
es quota que cabe provincia pela garanta id-1 estrada de ferra, para que a polica nao podesse
: por coosequeocia, quando iato esliver 1 prender oa laacaioiitaa daquelli companhia.
ASSEMBLE4 LEGISLATIVA PROYIMIAL
CONCLUSAO DA SESSAO DE 28 DE HAIO
DE 1862.
Terceira discussao do projeclo n. 40 de 1861
que crea urna freguezia ni povoi^ao de Petroli-
m e pira ella transiere a sede da villa da Boa-
Vista.
O Sr. Cuohi e Pigaeiredo : ( Nao derolreu
sea diteurao).
Vai mes e apota-ae a seguinte emenda :
No art. 2.* supprima as patarrasinclusive a
ilhi do Poolal.
No meamo artigo, depoia da palavraconfluen-
tes digi-ae que Aceta para o lado da referida
freguezia.S. R.A. Cunha a Figueiredo.
A diecastio tica diada pela hora.
Segundapmrle da ordem do dia.
Continua a segunda diicaaaio do art. 2 do or-
(ameoto. -;.- -
Vt & mu e potada a sagatote amenda ao
4.
Em vez de 600&000, diga-se 2:0009000, sendo
1:4009000, pin reoovacio dos movis desta ca-
sa. Luiz Pelippe.
O Sr. Barros Brrelo : Posto que previnido
em grande pirte pelo illuatrado memoro, meu
collega da commisaao, aobre quasl ludo o que
entenda dever dizer em reapotta ao nobre de-
putado que interpelara a commisio de orna-
mento, todava, senhor, julgo-me na obrigacio de
produzir maia algumaa coosideracoes respeito,
por isao que os meus honrados collegas tveram
o desacert de eocarregirem-me di parle mait es-
panos por certo da tarefa da coofecgo do or-
(imento, isto daquella que du respeito ao cal-
culo da receita da provincia.
O Sr. Souza Reis : Nunca eu acertei tao
bem.
O Sr. Barros Bsrreto : Lameoto. Sr. presi-
dente, que a discussao lenha sido collocada em
um terreno tao vasto, que difficil me Ser poder
responder cabalmente cada um doa tpicos que
de urna vez foram Iraxldos discussao.
Eocetou o debate o nobre deputadO pelo ter-
ceiro diatriclo, o quil com aquello calor que to-
dos os Ihe reeoohecemos, ceosurou acremente a
commissao, porque nao hara conagnado no pro-
jecto de ornamento a verba oeceeaarta para paga-
mento doi juros addicionaaa companhia da -
trada de ferro.
Nessa occasao o honrado memoro, esquecen-
do-se de que o compromisso que a provincia to-
mara, tinha aido por urna le geral, e a pedido
da propria companhia, commettido ao gorerno
geral, e por cooteguinte, que oa jaro garantidos
pela provincia o foram tambom pelo goveroo ge-
ral, como a companhia exigiri, moilroa-se re-
celoso pelo discredito da provincia.
Ora ae os juros laem aido pagos integralmente
compaohia, eata consideraco por ai s bas-
tante para que o nobre deputado nao continu a
ler lemelhante recejos.
O Sr. Buarqae : Mas essa consideraco que
o oobre deputado aprsenla real ? Existe lei
geral que garanta emprezi os dous por cento
addicionaea da provincia ?
O Sr. Barros Brrelo : O gorerno geral ga-
ranti eaae compromisso, e se me nao engao ha
urna loi geral, que at foi proposta pelo noaso
ei-collega o Sr. Aguiar.que faz com que a provin-
cia entre proporciooalmenle com o gorerno ge-
ral na ranlagaps qae elle poisa tirar para o fu-
taro doa lucroa da empreza.
O Sr. Buarqae: Poeao lbe afianzar que nao
exlite lei geni neate sentido.
O Sr. Barroa Brrelo : MasemQm, quer exis-
ta, quer nao.
O Sr. Luiz Felippe : Creio que ha urna au-
toriiago pan o goveroo geni se entender com a
provincia esse repeito.
O Sr. Birroa Brrelo : Mas poehamos esss
questao de parte ; o que eu eotendo ....
(Cruzam-se muo apartes).
O Sr. Praaidente : Atteoco 1 E' o membro
da commisio que est explicando as Ideas da
commiaaio, a reapondendo s Interpallacoea que
Ihe foram feitaa, e a aer ioterrompido aasim, nao
poder concluir o san diacurso.
O Sr. Barros Brrelo : O que exacto, Sr.
prndente, que o gorerno geni- inalado pela
compinhu, fz integralmente o pagamento doa
juros a que aampreza lem direito, e qae portento,
ae a provincia lem cabido em falla nio para
com o estraogeiro. nio pira com a companhia
{apelado), lomete para com o gorerno geni.
U >r. Kuarque : Eu mottnrei. que suppri-
mida essa rerba, o gorerno geni nao pode eum-
pnr o compromisso que tomar para com a com-
panhia.
O Sr. Barros Barrato : Tambem isso urna
quettao que nio nos compete decidir por ora. O
goveroo geni, o nico qae tem meios de liqui-
dar aa coolaa a presenta daa___
Um Sr. Diputado : E o fiador e como tal
obrlgado pela dirida.
O Sr. Barroa Birreta : .... de examinar ae
aa contas apreaeotadaa pela companhia ai o exac-
tas e cooformea ao conrenciooado; por meto de
seas agentes e fieaea, s elle pode saber quinao
se deve compsnbia dos 7 por oonto garantidos.
liquidado, quando o gorerno entender que nio
dere continuar a pagar este juro addiciooal, elle
reclamar.
O Sr. Buarque : J o tem faito por mais de
tres rezes.
O Sr. Barros Brrelo : Nao sei ; nada diato
me consta ; sei porem que exislindo s cousaa
neate salido iofandado o receio de que o ere-
dito da provincia soffra para con o estrsngeiro,
porque repito, nos ao estraogeiro nada deremos
desses juros....
O Sr. Buarqae: Nio iasso que diz a lei.
O Sr. Barroi Birreto : Daa ioformacea que
eu sollicilei, e que pago permissao para usar del -
laa nesle momento, se reeonhece evidentemente,
que a companhia se acha paga doa jaros at ao
ultimo de dezembro Qndo. Dibi para c aindi
se nao reoceu semestre nenhum ; portanlo, co-
me que o nobre deputado asaerera que ae nao
lem pago o juro addiccional ?
O Sr. Buarque : Eu nio disse que nao li-
nham aido pagos.
O Sr. Barros Brrelo : Poia bem ; mas oto
lenha receios pelo credilo da provincia, o qual
nao soffrer para com o eatraogairo, porque a
companhia nada lem da entender com isso, urna
vez que o gorerno geral Ihe paga pootualroente
o juroi garantidos tanto pelo geral como pelo
cofre provincial.
O Sr. Buirque : Maa acha que o goveroo
geral poder e querer continuar a pagar ?
O Sr. Barroa Brrelo : Iiao outn queito.
O Sr. Bario de Muribeca : Dere-o fazer.
O Sr. Barroa Brrelo:Sr. preaipente, dero ac-
crescenlar que a prorincia tem cabido em fall
para com o gorerno geral neata parle, maa que
essa falta enconlra justificsco muilo bem fun-
dada.
A sssembla derer reeordar-ae, que quando
foi a berta a primeira seccio da estrada de ferro,
o emao preaidente da proriocia, oSr. comelhiiro
Taque., communicou a assembla que ene rece-
bimento liona aido feilo proviaorisl, obrigando-ie
a compaohia nao s a nio contar a garanta dos
juros da data dessa abertura provisoria m en le.como
a s percebe-Ios qaaodo.ella eotregisse obra
defioiliramente. (Apoiado.) Foi eiss commuoica-
cao remeltida a commisiio competente da qual
eu entio fazia parte, eeu e meus collegaa apre-
senlamoa um parecer, que foi qaaai unanimente
approrado, icieoticindo a S. Exc. que a assem-
bla recebis com especial agrado, com todo o re-
coobecimento a maoifeatecio do inleresse que
elle tomara pela provincia consantindo na aber-
tura di eeccio sob as condices estipuladas. O
que acontece* porm, aeoborea, depoia disto? O
goveroo geral por diipor certamente de melho-
rea recursos do que nos, e por coaaeguiute acbar-
ae maia habilitado a fazer generoaidadei, min-
dou posteriormente pagar oa jaro* desde odiado
recebimeoto provisorio I (Apoiado muito bem.)
V-ae perianto que ni que nao podemos cooa-
pair ao> gaaexoaidada com u|u>hi gocal.t..
O Sr. Buarque :Sntre tambem na aprectigSo
dos motivos___
O Sr. Barros Brrelo :En aprecio os fado
como elles se paasaram e como chegaram ao do-
minio do publico: quanto aos motivos deixo a
apreciacio quem tirer sciencia dalles.
E' juito, pois, qae o gorerno geral que faz
destas generosidades carregue com a coosequeo-
cia deltas.
E j que eslou tratando desta materia permit-
a a caaa que eu faca uso das informacei que so-
licite! tendentes a negocioa da estrada de ferro. O
requerimeato qae fiz e que a casa leve a com-
placencia de approrar cootinha quatro quesitos.
Devo declarar-Ihe que dous delles foram respon-
didos satisfactoriamente. Dous, porm, consia-
ta-me o nobre deputado que diga, nao o forim.
Os quesitos que foram satisfactoriamente respon-
didos, dizem respeilo ao pagamento dos juros e
ao asido de 61 cootos que foi-eos aecusado no
rea torio do ex-preaideote da provincia o Sr. An-
tonio Marcelino. Quanto porm a eitago da
Pontezinba e ao lameatavel acootecimento qae
deu lugar a aer interrompido o transito da eatra-
da de ferro durinte das, as informsgdes minis-
tradas nio sao satisfactoria!
-Nio hoave tal contrato, hou-
forma porque ae devia pro-
O Sr. Buarque:
ve um accordo na
ceder.
O Sr. Barros Brrelo :Accordo, ajaste, ou
como melhor nome techa em direito.
O Sr. Drumsnond :Accordo contrario a lei ?
O Sr. Buarque:Accordo legal (nao ipoiados,
viva reclamscoes}.
O Sr. Barro Barrete :-Nao podia ser tal. Pois
o nobre deputado dia que foi legal um accordo
em virtude de qual aa tira autoridade policial
a competencia de fazer pruoes de miebinistss da
estrada de ferro I Pode ser legal um accordo que
colloca o estraogeiro em melhorescrcumitincai
perinte as leu criminal do que oa nacionses?
Nao sei como ae posta aeiererar, como ae pona
dizer, que iato um contrato legal ; o nobre de-
putido nao pode sustentar eiti aua opiniao.
O Sr. Buarque:0 nobre deputado nio eoten-
deu bem.
O Sr. Barros Brrelo:Hi de ser defeilo mea,
nao davldo.
(Trocim-ae direnoa partes.)
O Sr. Pedro Affonso:E' jurisprudencia da es-
trada de ferro.
O Sr. Barroa Brralo :O represntente da na-
?ao que lodo cercado do garantas e i m munida -
des, pode ser preso em flagrante delicio de pena
capital; entretanto um machtoiita di ealrada de
ferro oSo poder aer preso I Ora, aeohores, pelo
amor de Deua, que previlegio eaae ? Dero dizer
a caa em honra ao ex-presideote da proriocia
de Peroambaeo, que o officio que elle dirigi ao
auperiotendaote da eatrada de ferro acerca desta
questao fz-lha mulla honra.
(Troeasn-se dirajfeaoe aparte.)
O Sr. Barro Brrelo :-Farei a lsilura delle
para que s casa o aprecie (16).
Ve a caa que a reapoala do presidente toda
digna.
O Sr. Lniz Filippe (1* ecrelario]:Foi muito
cbeia de digoidade (ipoiados).
O Sr. Barros Brrelo:Accresceotirei anda,
Sr. presidente, ceres do objecto, que esees fas-
tos tem lugar repetidas rezes, porque a compa-
ohia nao cumpre coa as condicoes do seu con-
trato ; porquanto sendo tila obrigsda a cercir a
eitrada de ferro,
O Sr. Buirque:Nio existe lemelhante con-
dicao no contrato.
O Sr. Barros Brrelo :Para a compaohia da
estrada de ferro, nio existe nenhumi coodic&o
ou oous.
O Sr. Buarque :Foi exigencia minba.
O Sr. Barroa Brrelo:Perdoe-me o nobre
deputado, j hara cerca muito aales do nobre
deputado aer oomeado engeoheiro flscil e te nio etc. De~ro*Ve'xplicar
foi obrigaco da companhia nio aa arrogue en tao
al o direito de ler obtido essa conceaio, por
rar que durante o exercicio rigente a arrecada-
Co dessa rerba ae eleve pelo menos a 330 ou
340 cont. J die que a com minio para cal-
cular eiia verba de receita nao recorren ao prin-
cipio da sciencia, pelo cootrario eu que fui en-
carregado deas* calculo, attendi a outraa con-
siderarles, attendi ao grao de calor e nmi-
dade que tem durante este anoo presidido
a germtnacio a desenrotrimento das plantas,
e ri que nos dons snnos anteriores sendo as nos-
sis sifraa pequeas, urna em consequencia de
ler entrado o invern em lempo nio commum,
nio natural, ea outra ter sido o invern extra-
ordinariamente, grsode. descomuoal, pelo que
aproreitaodo oinrerno aoa eogenhoa da malta,
foi prejudicialmente aos da eul, recooheceodo
pois, que no exercicio em que tem de rigorar
esta le, a ssfra dere aer araltidissims, por isso
que o anno tem corrido o mais regalar qua
poisirel, tem corrido tao regularmente para o
sul, como para o norte e centro, nao de admi-
rar qua tanha calculado a receita dessa rerba
em 360 contoa. As economas pois, feilis peta
commissio os verba de desposa com este acerb-
simo de 100 conloa de ria aobre o que foi orea-
do sem augmento algum pela thesouraria, deve
coacorrer pira que deiappareca completamente
o dficit, de que fomos a me a ja dos. Creio que
nao houve exagencio neohama neste calculo :
330 a 340 contos deve de ser a arrecadacio des-
ta anno, em que a safra foi m, por consegua-
le nio honre exigeriQo no calculo falto pela
commisaao,
Urna roz : Em quanto calcula 1
O Sr. Barros Birreto : Em 360 cootos, ren-
da muito inferior a que a prorincia tem tido em
anooa anteriores.
Um Sr. deputado: Anda nsim pouco psra
a deipeza.
O Sr, Barros Brrelo : De o nobra deputido
um remedio que a commisiio o aceita ; reduia
as verbas de despeas, qae a commiuo o aceita
de bracos abertoi.
(Ha oulro aparte.)
Hs muita differenga entre o meu clenlo o o
calculo feilo pela thesouraria provincial, perqu
ha muitis rerbas de receita, que no ornamento
da thesouraria rem figurando pela arrecadacio
que tireram oo primeiro semestre em que as im-
posicoes foram eitabelecidas, e de ludo isto dere
resultar augmento de receiti a que a commissao
nio quiz a Hender, mis que nio obstante, espere-
mos que se realize sem que com tudo nos lenha
servido de base psra oossos calculo.
O nobre deputado a quem me tenho referido
Sr. presidente, increpou a commissao por ella
ter redazido matide o impoito que reciba ao-
bre o tabaco fabricado e nio fabricado, charutos,
a casa a razio que leve a
redcelo ?
sitara agont-
W
OSr. Barro
vallado oaeess
tiim vallados
que a cerca
doa j exist
lado aer a;
OSr.
quellao
exista em muitos lugares, valla-
tambem antea de o nobre depu-
eiro fiscal.
YatUdoa outra COUaa,
a.
O Sr. Buarque:Ezpooha o nobre deputado
sua duvidas que eu Ihe responderei talvez me-
lhor do que ah tem,
O Sr. Barros Brrelo:E' o que rou fizer.
Quanto a eiacioda Poalezinhi, eu quizera que
se me diisesse, se tinha havido accordo entre a
companhia e o goveroo para se suppimir urna es-
tadio que no recebimento provisorio devia ler
sido contada e devia ser reconstruida.
O Sr. Buarque:Nunca honre recabimento
provisorio de eataces.
O Sr. Birros Brrelo:Mas honre da es-
trada.
O Sr. Buarque :E' cousa dirersa.
O Sr. Barros Barreto.E a eatrada de ferro
se considera completa sem aa eslace ?
O Sr. Buarque:A compaohia da eatrada de
ferro eoiende que nunca esleve obrigida pela
cooitruccio daa estscoes nem prorisorias nem
permanentemente.
O Sr. Barros Birreto:Esli ourindo7 O no-
bre deputado emende que ae deve fazer a estrada
em es taco es I
O Sr. Bario de Muribeca:Se nio houver
quem reclame a companhia fer o que quizer.
(Ha varioi apartea.)
O Sr.Barroa Barreto:De aorte, que, senho-
res, eu que entenda fazer um servico relevante
minha prorincia concorrendo para que ella go-
zasse do progresso que Iraz cortamente a um paiz
urna ria frrea, boje em villa do que ae
tem verificado, em vUt da declaraco do nobra
deputado devo confecaar que errei, e erramos
de um modo prejadicialiisimo aos seus iole-
resses.
O Sr. Buarque:Quelxem-ee do conlrsto. (Nio
apoiados.)
O Sr. Barros Bsrreto :Nao preciso 14r esta
parte das oforrasces, visto a declaraco que
acaba de fazer o nobre deputado qae em coose-
queocia do emprego que all exerce muito com-
petente pira nos informar a respeito ; nao pre-
ciso, pois, dss ioormegei que dizam respeito
a auppressio da estacio da Poolezinba, porque
como a cas seiba de ourir oo nobre deputado a
cempanbta nio oorigida a fazer estscoes, est
no seu direito fizendo-as ou deixando de as
fazer.
OSr. Buarqae:Veja qae s companhia pensa
asiim, mas o goveroo actual oppe-so a leme-
lhante pensamento.
O Sr. Cunba e Figneiredo:E podia harer es-
trada sem eslacoes?
O Sr. Bsrros Barreto:E' l urna cousa que
oa ioglezes da estrada de ferro stbem e que a
elle emenden).
(Ha um aparte.)
O Sr. Barros Barrlo:Sr. presidente, sobra o
oulro ponto, em qua aa explicaedea me nio po-
deram aitrifazer, eu tenho de dizer ao nobre de-
putado que me tem ioterrompido constantemen-
te com oa seus apartes, que nio pono compra-
hender como elle pode cooseguir que um coa-
Birreto :Nio ha tal ; alm do
lo para o esgoto dai aguas, ezis-
para eritar a coramuaicacao de
gente e mlmis dos terrenos risinbos com o lei-
to da estrada de ferro.
O Sr. Bairque di um aparte que nao ourimo.
O Sr. Barro Brrelo :Posso affiao;ar io no-
bre deputado o contrario, porque anda existem
restos desies rallados e cercas (apoiados).
O Sr. Buarque: Para impedir a passsgem
de animaes?
O Sr. Barroa Barreto : Sim, senbor, nao tem
anda na Iniberibeira e nos Duros.
Eitou certo qae o nao tem, senhor, como se
acha do negocios que concernem estrada de
ferro, ba de dar casa explicarles satisfactorias,
muito mu do que as que pude colher das iofor-
mices qae nos foram ministradas neaaea doaa
ponloa de que acabo de tratar, o nobre deputado
a quem me teobo referido, Sr. preaidente, succe-
deu oa tribuna o nobre deputado pelo Io circulo
que ae nio acha presente, o qual, em um diacurao
correspondente ao bello talento qae todoa nos
lbe reconbecemos, tratou magistralmenle do pro-
jeclo do orcameoto, principalmente na parte em
que elle pretenden demonstrar qae um dficit ali
exitlia. Eu posto, porm assererar caa, que o
meu nobre collega nio altiogio o fim a que ae
propunhi, por isso que a verba maii importante
da noaea receita nio foi considerada devidamente
por elle. A cas nao ignora que ba trea verbas
de receita que sio as que mais avullam no orna-
mento provincial, que aio o impoalo de 90 ra. por
arroba de aisucar, a decima dos predios nrbaoos,
e o impoito de 2g500 sobre cabeca de gado con-
sumido.
Quinto ao consumo do gado, nio pode baver
duvida aobre o aeu calculo, por iaao que, aendo
um imposto arrematado,sabe-ae qual a aua im-
portancia ; quanto a dcimas daa casas, a expe-
riencia nos tem mostrado, e facto por todos n
averiguado que, proieguiodo a edificacio na ci-
dade, como protegue, este imposto deve sempre
crescer e nunca diminuir; tanto maia quanto a
par da edificacio tem tambem crescido o prego
doa alugueia (apoiado).
Resta apenas demonstrar, que os clculos fol-
ios pela commissio aeerca do imposto de 90 rs.
por arroba de anacer, que foi o que dea lugar a
que a commissao asaegurasae eaaa que, ae ella
votaise o projeclo ni qual foi apreaeolado pela
eommitso ; ae ella portar-ae com aquello crite-
rio e circumspecQio que s distingue, e que de
esperar que contine a manter na conteegao do
orcameoto, um dficit nio seria para recelar.
O orcamento offerecido pela theeoararia cn-
sigoava apeaaa a quantia de 262:0009000 para a
verba di receita proveniente do impoato da 90 r
por arroba de aasucar na proposta do orcamento
para o futuro exercicio ; mas a base tomada pela
thesouraria para iato defectiva ; eati iato ao
Icance de todoa oa nobre deputados, que con-
sideraren attenlamente a propost do ornamento
da theiouraria; porquanto, aendo o anno pana-
do o primeiro em qae o Imposto de 90 rs. por
arroba de aaaucar foi cobrado em subitiluicAo do
de 3 |0 ad valoren ; a theaouraria tomoa para
calculo do exercicio futuro o reo dimonto do exer-
cicio panado.
Dero iembrar a caaa qae no anoo em que ae
realisoa ena cobranca, a safra da prorincia foi
umi das miii iniigniflcintes da que temos tido
de cortos anuos esta parle, e a prora de que
anim que no exercicio rigente com quanto
a Bifu nio teoba aido grande, essa renda dere
itiingr pelo menoaa cifra de 330 a 340:0009000,
por quei no primeiro aemestre, segundo cons-
ta do bilancete forim ariacsdados 118 s
120:0009000. A experiencia doa aonos a o teno-
res tem demonstrado que por circumstaocias
muilo peculiares provincia, e qne nada teem
qae ver oa principios da sciencia ; circomslan-
cas deridaa a especitlidade da cultura sobre que
recae eaae impoito, a experiencia, digo, tem
mostrado qae no primeiro semestre arrecadam-ie
apenas 36 ceoteaimoo- do qne se srreesda todo o
anno ; ora 36 centesimos sio pouco miis de um
seseo di ronda ; toado poia sido arrendada 118,
trato tees* feito entre elle o luperiateodent sU eu 120 contos naorlmeuo. semestre, deespa-
commlnao para nio continuar a adoptar a medi-
da consignada no oreamenlo panado. No orca-
mento panado esta imposto foi elevado ao duplo,
mas resultuu da indagacoe a qae procedeu a
cemminao, qae eose imposto tomara o carcter
da iaUatremenle prohibitivo, o que foi tambem
averiguado palo Sr. TTOpactor Oa iheiourarii. A
commissio reconaeceu que nio exlctindo depo-
sito algum deases geoeros, que tornando-se o
impoito inleirameote prohibitivo em consequen-
cia daaui elericio, era conveniente fazer le com
que elle roltasse so que d'antei era ; e anda as-
iim a renda da provincia nao dere diminuir, por-
que looge de adoptar a commissio, s base que
thesouraria oflereceu, isto de setenta contoi,
lomou apenas a de quarenta contos de res.
O nobre depatsdo fallou tsmbem na redueco
do sello de hersne, legados, doacoes de quil-
quer etpecie. E' opinio minha, opinio que me
individual, que o sello de hermeas, legados e
doacoes tal qual boje cobrado, um imposto
demasiadamente pesado, um imposto que nao
ataca a renda, ataca o capital muilo directamente,
e ento da permanencia desse imposto como fui
estabelecido o annopassado, resaltar quemuilaa
doscoes, muilos legados ae fazem por meio de
reoda aimulada, por isso que assim pagar l-
mente 6 por canto, e nio 15.
O Sr. Araujo Barros :Nio lbe acho razio nes -
la parte, acho, que nio ataca ruinosamente a pro-
priedade, por iaso qae nio recabo sobre urna cou-
sa que ae tiobi direito.
O Sr. Barroa Barreto :Mas a queito que ene
impoito ataca directamente a propriedade, nio ae
quer aiber se s propriedade est oa miodeate on
daquellf.
O Sr. Birio de Huribece : Diminue s massa
dos capuces acumulados.
OSr. Buarqae : Pira isto preciso que seja
superior a reoda do capital.
O Sr. Barros Barreto : E o nobre deputado
er que ha na proriocia muilos capitaes, quedm
licitsmeote maia de 20 por cento ? Depois, se-
nbores, a commiuo nao faz urna inrocaco, a
commisiio restibeleceu o que exiiteem tolas is
nonas leis de orcameoto, o que apenaa, foi rea-
libelecer o qae a legiilatura panada baria dimi-
nuido oeste imposto, e isto foi levada pela ra-
zio que ji dei, e rem a ser que o imposto assim
elevado prestava-ae a que veodassimuladaa foa-
aem feitas com^prejuizo dessa meama verba de re-
ceita.
O nobre deputado tratou anda da elevtco de
um por cento aobre ojalgodao exportado.
Sr. presidente, s eompsraco do imposto de 3
por cento sobre o algodo, como o imposto de 90
rs. sobre arrobas da asiucar, darla lugar a inla-
gicoes muito extenaia, que talvez mesmo faligaa-
sem a casa ; mas eu nao posso psrlilhar da opi-
nio daquelles que eotendem que a cultura do
algodo entre nos, urna iooovaco, que a cultu-
ra do algodo entre nos digna da proteccio ex-
clusiva, de todo o apreco doa poderes do estado,
como actualmente ae tem feilo circular.
Um Sr. Depatado :Tem mais faluro do que o
assucar.
O Sr. Barroa Barreto :Eita razio mesmo, n-
nhore, de que o algodo est em melhorea cir-
cumitancias, em melhor policio do que o anucar
nos meresdos do sea consumo, qae derla pesar
b atante no animo do gorerno...
O Sr. Bairque :Se a indualria j floreicesse,
mes se ella comeca...
O Sr. Barros Barreto : Senhores, eu nio sei
como se pode dizer nesta caaa que a ioduatria al-
godoeira na prorincia ama industria mcente.
O Sr. Buirque : Ser renascente ; mas sgora
que est florescendo.
O Sr. Barros Barreto r Est florescendo pelas
circomstancia especiaee que se dio nos mercadoa
ao aeu consamo.
Senhores, eu nio quizera que o gorerno tires-
se ingerencia nestis cousas (apoiados), nio qui-
zera que o gorerno radicaste quses ersm as in-
dustrial sobre que a spplicacio dos espitaos se
derla dirigir ^ nao-, ssnhores, a misiio do gorer-
no miis elevada, a da proteccio a todas as
iodasiriaa ; o oque ae ri que no lempo em
qua maia eemlla em melborar a aorte da agricul-
tura eos liara-la dos embsracos que s cercara, o
seus reaee- iutereeaea nio sio zelsdos: a minio
do gorerno nio dizer-nos aoieemente que a
lorledosagricultore terrivel que preciss ere
remedios, de medidss silvadoras, ao passo que o
rae se Cas elevar o imposto de 5 s 7 por cento !
lvaqoi^uil o resultado, cjoo ais tiramos dea
melboramentos p rom el ti lo, eis-aqui qual *
proiec{o dada a agricultura.
S2r" BB,r("e :Acho que a commissio podia
juitiucar-ae lanzando man de e-Jtros argumento*
man plauireis.
O Sr. B Bnelo:-0 nobre deputado nesta casa
'u ES lir arumen, muito bellos, manto
man brilhanle do qae os que estou prodoilodo,
eitou certo diito, mn constan o nobre deputado-
que cada um enterre seu pai como ple. IRisa-
Sr. pcoaidente, e impoito do 3 % sobre o algo-
dio nao a urna novidade, este impoito deixo
apaa de aer cobrado oo exercicio vigeole ;. oal-
godio pagava como os demala productos 5 %,
creio que ha seis aooo foi redazido a 9% e o an-
no paitado a 2 0/q.
Um Sr. Deputado :E a razio da
Uutro Sr. Deputido :Por qae
sanie a industria.
O Sr. Barro Barreto:Mu o nobre deputado
pode prorar que a industria algodoeira tem to-
mado maior aoioiaco, em coosequeocia da re-
duceso do impoalo de 3 a 2 O/o t"
O Sr. Buarqae :Nao, seohor.
O Sr. Barros Barreto:Poii entio senhoresl
(Cruzam-se divertos apartet.)'
O Sr. Barros Bsrreto:A animacio tomida
nao foi de boje, nio foi coniequencia di redue-
co do imposto, e linio nio foi que a colheila d
algodo oesla safrs muito superior a dos oulro
aonot.
O Sr. Arroda Falco r-Mas deve sdvertlr que
um producto, que soffre muito, que est luieito
so mofo.
O Sr. Barros Birreto :Maa o nobre deputado
que piasnador de esnnas, sabe qae os cipitaes
empregaOo na in iuitria ilgodoeiri, nio lio os
mesmos aeceiiirios pira a cuitara da cmni e o
fabrico do aisucar; o nobre deputado aabe que
oa terreaoi apropriados para o cultivo da canoa
io de in valor muito mais subido do que os ter-
renos apropriados para o cultivo do algodo.
O oobre deputado tabe aiodi que o valor desse
producto tal que a differeo;a do custo de trans-
porte desipparece comparando-se com o valor
do assucar. Por todos estas raides v o nobra
deputado e a em, qae equiparsodo-se os impos-
tos sobre o algodo e o assucar nio se faz iojua-
tica algums, coniervam-se uo melhor pe do
ignaldade.
Foram estas as considersedes que penrim no
espirito da commisiio para que reslabelecetse o
imposto de 3 O/o que ha aonoa existe.
O Sr. Buarque :Maa nio acha que a diminui-
cio do impoato v facilitar a nona concurrencia
com a doa outro paizea ?
O Sr. Barros Brrelo :No estado em que so
acham os mercadoa da Europa acerca do algodo,
vi elle como (r. ha de aer bem recebido ali.
O Sr. Buarque :Actualmente, maa eu consi-
dero o futuro.
O Sr. Barros Bsrreto :Ah considera o fa-
luro ?
OSr, Buarque :E'preciso que nio ramos
aeade ja eeanlmiodo a cultura do algodo.
O Sr. Barroi Barreto :Como que ae desani-
ma, quando o governo est lio empenhado em
lazar com que esta cultura tome incremento?
ixao, nao se desanima.
Seuhor presidente, eu creio que tenho tocado
nos pontos esienciaia para provar que a com-
miuo nao arancou a casa urna inexictidio quan-
do disse qae nio ha ria receio de um dficit no
futuro exercicio.
O Sr. Buirque :Apoiado, ihi apoio comple-
tamente a commisio.
O Sr.Birroa Barreto :Poderla tratar de ou-
tra rerba sobre que foi a commisio interpela-
da, mas para nio eitarmoi genenlmndo tanto a>
diseuuo, icho melhor que le Inte de cada um
dos pontos, quando sa discutirem as respeclira
rerbas.
Reserro-me, pois, e mesmo para nao cincjr a
paciencia da casa que me tem ouvido com tanta
benevolencia, para desenvolver as ideas da com-
miuo a respeito de cada urna daa verbia, porque
fot ella cooservad, quando ae tratar de tan
apreciacio especial.
Muito bem, muito bem.
O Sr. Drummond :(Nao derolreu o sea dis-
curso).
Vai mesa e apoia-e a seguinte emenda:
Em lugar de aubsidio de 3 mezea de sena
17:9405000 diga e subsidio de 2 mezes de smo-
11:9605000.
S. R.G. Drummond.
O Sr. Drummond :(Nio erolrea o seu dis-
curso.)
Dida a hora, fica a diicasiio adiada.
O Sr. Preaidente deiigos a ordem do dia e le-
vtntou s aenio.
SESSO ORDINARIA EM 23 DE MAIO.
Presidencia do Sr. Luiz Felippe i. secretario.
A urna hora abre-aa a aessio, e approra-ae a-
acla da anterior.
O Sr. 1. Secretario di conti do segainlo
EXPEDIENTE.
- Um requerimeato de Lourenco Jusliniano da
Rocha Ferreira, barbeiro, dentista e aangrador
doa estabelecimentos de caridade, reclamando
contra o projeclo que exclue o direito de anti-
guidade ios empregados daquelle eitibelecimen-
lo.Iatairada.
Sao lida e approradaa as redscedes do pro-
jeclo n. 15 deste anno, e do que fixa a forrea po-
licial para o anoo rindouro.
E' lido, julgado objecto de delibersQio* o man-
dado imprimir o aegoiote projecto :
A commissao de petiedes, atleodendo ao qae
requereu a esta assembla Antonio Carneiro Ma-
chado Ros administrador do consulado provin-
cial e recooheceodo que o mo estado de aaado
do peticionario fiz jaita a ana prelencio qual
urna llcenc com os aeaa respectivos veucima-
ios pelo lempo de am anno, de parecer que
le adopte a seguinte resolucio.
A assembla legislativa provincial de Peroam-
baeo, decreta :
Artigo nico. Fica o presidente da provincia.
autoriado a conceder a Antonio Ctroeho Ma-
chado Ros, administrador do consulsdo provin-
cial licenc,i por tempo de um anuo para tratar de
aua saude, onde lbe coovier e com os seur res-
pectivos vencimenlos : rerogadas aa diipoaicoes
em contrario.
Sala daa commiudea 23 de maio de 1862.A.
V. Civileanti.Ignacio Joaquim.
E' lido e approvado o seguinte perecer:
A commissio de legislicao examinando a poli-
cio de lianoel Antonio de Souza. que pede apo-
sentadora no lugar de desenojan dareperlicio de>
obras publica ; entende que, com quinto a lei su
511 de 18 de janho de 1861 art. 12 g 1 bouveosov
suppnmido os lugarea de desentum diquella
reparticio, a por esse motivo Urene sido o per
lieionsrio dispeotsdo sra aeu emprego, nio par-
dea, lodarla, o direito a ser apoaentado na pro-
porco do tempo do lervicoi prestidos, rulo ter
elle maia de dea aonos de serricos na confbrmi-
dide do art. da iei o. 276 de 7 do abril i*
1851.
Porquanto citada le o. 511 nio podia ol'po-
der dxiiiujs. adquiridos art. 179 da constfyjpeiev


^
* a*. -U .
_,



avlaana1
-r-v-

=* *ue no esa vert mu Mo 8 ere eee-
mal e aquella W ti pprlmitte t.ee M|i-
*ea preteriodo dirertos q e o ptakliH taire
adquirido, pelo tocto da a a omea;io, e que to-
rea posteriormente aran idtu tela (ai de 98 de
*eteabro de 18**, at i < ata do regulamento o.
381 de 17 do alo de 18 I, que tabora tiresse
ootompiede a deienbial it oa tana doa eoapre-
gadoe catases, oto se iode todavia concluir,
ten nanKesfa inja.iica e ioi^oMade em faoo do
iiado att. 3 da lei n. 17< oa tiveste o pelkto-
aarie, por virtuoe desee f cte, perdido o direitee
*er aposentado, por qoai te, at tan tempe je
aceaava o peticiouario i erse anuos de ter-
ortaat*
Sendo certo, que a disr* nsa dos aervi^et do pe-
*riooario, oas coodicoee a u que a* deu, trio im-
jpavu precisamente una demissio, cojo sffeito
mmu prejuaicar drreilo aaa apeteotaeoria.
tanto que foi essa a c oviccio da presidencia
*qe despeosao lo oa servicoa dos detenhatss da
joparticao daa obra* publicas, declaro* em seu
Ocio ao peticionario ficar-lae salvo o direito
ato representar a-esta assembla quaato aoa seus
eaooe de trricos, o a pe rcepcio de seus orde-
nadoa.
*jachando aciualment: o peticionario depoia
- u h-ianof* d* arrieos p'iWicoe, completamente
inhabilitado, sem meioa trado n *m letto de dore, circunstancia aquel-
la qae ji to dava em HJV.
_B recosfaeceodo fina-hn-nte a commissao que
nao da compelancia ea a aesombla conceder,
apoeenvadoria. iodtvMiiaeee de paiecer qae te
atifaja peticionario o presionte da proviocia
que peder dethi-l oa ooformidade da citada
li ii. 276 art. 2
Sala daa commiteoes ; de maio de 1888.-
dxo Affonso Torrea B.ueira.Wilcsmo fla-
to Baadeira.
* litio e fica adiado por ter pedido a palavra
Sr. Joaquim Mello Kg o aeguiole parecer :
A commiasao do ordenados a quena *oi pre-
aeate a peticiV de Gandid) Emigdio Perene Lo-
so, pedindo augmento de aeus veoeimeotos na
tealid.de de administrad r de obras pvbtieas,
laminando atentamente as raines allegadas pe-
rio peticionario o tendo-es em vista passa a dar
eu parecer.
Sendo o legar rae oeccjpa o peticionario, ce-
ltio diz elle meamo, tteqielles caseuee, isto ,
fllho das necestidades do servico pabco, e de-
pendo eaiar sua paga-ero rolaco nao sy a n.lu-
reza destes-serricos, com i multlplicidade dalles,
aendo alem disto de aitrihulero do eogeaheiro
ea Chele administrador das obras parMicas ava-
llar esaes serricis o propor presideaicia da pro-
atocia a remuoeracao que julgar raeosvel, de
parecer que aeja iodeftrida a sos peticio reque-
re a do lie a Quero ala das commisses 2! de maio de 1862.
Alvaro'Uchoa Cafa4canii.-ilEnscio"Joaquim.
Pnmeira parte da ordem -do dia.
2* ducusaao doprojecto i. 5 desle anno, que
concede apoaeoladoria no h gar de medico do col-
,e"o de orpbaos ao Dr. loiio JosePiolo.
\?r"lCslaohenle, nao teodo sa-
ciando discuatto desie ^ojela, nao aabeodo
^uaes ratoas em que se Dasearam os seus no-
trea autores, para jualitica-lo, nao sabeodo mes-
too quaes as razos que all ga o iadividuo que se
?reteode aposentar, eu ei.ito em prestar-Ihe o
oui voto, sem aer convenientemesle esclarecido.
ffenho visto. Sr. presidenta, cl.im.r-ae contra as
poseotadories como urna das cauaaa da deflcieo-
ta dos cofres pblicos, t. uhu visto apoaeuta-
^eoi-ia por doeotes indivi luos, que assim que
Mem apoientadoria vo ejercer outros empre-
4to, por laso, com quinto nao me oppooha dea-
*ej* ao projeclo,preciso qieme deem esclare-
tmentos. aQm de qu possa dar o meu roto com
-Consciencia.
O Sr. Witravio:Para aa isfnrer ao nobro de-
butado acerca do projeclo n. 5qae approva o acto
polo qual foi aposentado o tc. Joao Jos Pinto,
leono a dizer que o mesmo >ro)ecto na expoaica
Je motivoa que o precede d i as razoea que leve
a cooomisso para aposenta- o.
J Dr. Joso Jos Pinto foi >poeotadoem virtu-
tl mV1'75 .d0 re*ulnento de 31 de Janeiro
*Jo 1861,-quo foi dadoao (ollogio doa orphos.
presidente deu esse ra:;ulameoto ao colleaio
i!.a,.VU.a,da-,eRl,laso V re*o as aposeutado-
ea e jubilacoes, estatuio as formas de aposenta-
oru e jbiiiSao para oa .-mpregados daquelle
atabelecimenio; foi em viitude desse tesla-
oolo que tai aposentado o individuo de que te
MU, e j twooccaaio deofferecer cas, aa ra-
aoes que juatiBcavam eaaa ptteoco e que leva-
" oommisao a dar oaei parecer.
-Emquaoto segunda partt do discurso do no-
ore depotado, de se aposealirtm Individuos que
lias depoia spparacem bons para ezercer outros
mpregoa.isto parece-me que e fjra das nos-
ss attribuioees, porque ao f overno qae com-
pete examinar as coadicos em que esto os indi-
viduos que pretendem aposeatar-se, e creio qe
* respeito ao Br. Pinto, o.gorerao teria procedi-
sM4 todas saaverlgusoes Be:essariaa.
Creio qua com estas palavn.s larei salisfeilo ao
ooaao digno collega.
O Sr. Buasque :O Sr. Lu:ena provou os bons
awrvicos que esse empegado prestou.
Sr. Wilruvio : O notro deputado nao se
-achiva preaenle ento, mas creio qae com estaa
#aiavraaxjue acabo de profnrir, car maia ou
aneos orientado.
O Sr. Ga taoho : Nao tiu na pedido a palavra
*ara me oppor ao bom direlto do peticiouario,
to teoho tM>dr dar o msu voto; e i uando apreseatii o
yresedente de se aposentare n empregados ti-
aHo de doentes, apreaeotand) muito bons d'ocn-
saotos, para depoisirem accuuular outros em-
jpsegofl, foi per que tendo feito ptrte desta casa
por algamaa vetes, tendo vetado tambera algu-
ai vetea, em fsvor de empregsdos, vi que se
tazum ceosjrat tos membroi desta caaa por esse
aotivo, chamaTam-nos at d "lanidadores dos co-
siMt pblicos quaodo assim procediamoe.
oteudeodo, poia.quo com effeito alguna lados
eaaotoe deram.ijue empreg dos se sposeotavam
S2f ,r ext^er 0M,8 emPie8o. ntendo que
sota aasembla naodeve comeder apoaentadorias
tus m referen}, estejam mu to bem examioadas
Mutoclaro o seu diretto, para que esta casa nao
aposeour horneas que ao accumular orde-
^JUm 8r..Beputado :-Isso ji est previsto ptls
O r. -Cataoho: Eu rej) conslaatemente o
contrario. (Apoiados.)
u Uiiho eatado muites araos fora desta cass,
attaa-a aibaio certas cousas ; contento-ce, pols
coa estas obserraces. ^"'
VMi mesa o apoia-se o ae{;uinte :
a Adtgoaubstiiutivo do 2,
* ^ poaentadoria ser con ada di data do II-
MM 49 ajomeaci do-governo, cootando-te pro-
porconalmente os aonos de s9rvi5o na forma da
Mio.teai veocimentos seao pagos pelos co-
ire do patnmonio^-8. R-C. Fenelon >
OSr. Bu.rque.:_(Nao devilveu sea discuwo.)
^Sli! *' diaeussao e posto votes o artigo
5SS?i* *-4 Lee,,l0 e P "o**** o Prajcato.
t^ntioaacao da discusso adiada sobre o pro-
J*eo o. 40 de 1861 .qae erige < m matriz a capella
o noasa Se&oora Rainha doa iLojos de Pelro-
OSr. Arauje Barros :(Nindetolven seu dia-
Encorrada a diaeoaaao o troiecto approrado
xotn a seguate emenda.: ca ido dentis re-
jeitadas :
* A commiasao de estatiatici a negocios eccle-
Uastcos, quem foi preseaio o projecto n. 40
na 7*2 .Paado, que crea a freguezia de Santa
**** da Raioha doa njos di povoago da Pe-
acotiM.ebem aisim aa inform. odes prestadas por
t^iixc. vms. o Sr. bispo dioctaaco, cuja opinio
totejamaempre captar, a cooiiiderando a conve-
meocia que ba em guardar-se temprocerlaapro-
Mcooaemtaesdivises, parariaior facilidade da
admioisirigao espiritual a umioral, offerecom a
ujviote emenda ao art. 3* j ara ser apreciada
joandd o projecto entrar em d acsalo :
aV'lf'0 UBe ata Cabrob para tazer parte d 4M Aossa Senbora da Coacei io dt Boa-Vista
ttde o territorio qae coropreh !od> ti fazendas
~-- M dtscosaao do orfameoto proviocial. ncer-
r o 8ecreUrU di PfeilBcia ;
8 I. Bmpregados .............. 19:28010*6
S t Expediente t asseio dacasa l9-m*a
pagos raeosalmeote............... 1-44OS06O
hlWtJSu CL6-"]! F"oci.a-
a? hSc ?.^ *-*mar atenlo,
i. da c.M 2:6^.-MXoTSr"etltT **
cufso )" "** B,WW!H*,*^^ffs sea dit-
Vai meta o aaguiote letroerharato:
i.*.J^,,,,ei^, qu* U,u* <,ia ortcussSo qoanto
.11? ,,to "P"dJei)te < reperticOea at qae
se diaestta o art. 37 do projecto. Soua. Reia
-m a f!rV* ** para acommittio fue
toa de aposentar S. Ec oSr. preaidenle da
provincia alguna actos vara merecer a sua sace-
cio. aoa Sra. Cstanho, Witrovio e Baarque.
-Vencando-se oa* tavor numero para ae vo-
tar o br. presidente designa a erdem do dtae'Ie-
vteta a sassao.
DIA1IO DI mNAMBDGO; SEGWU tUBA 26 DI MAH> DE 1861
i I ------------------------------.___1
]
srl coa o
to sil que t por ello te cotjprthfBde _
22E mo- e.,la cm d"e v,Ut ,obr
portante oojecto.
No di re lo administrativo al t. e eirts tnd-
pos sao eisienclalmeote eledjentares toeo flm
a que se destina urna abra le a oootttM o
clatsiflea deobra publica.*- uooaw ata
-1,* ****" "" Oeallotcio vemos, feo
mptrto, provloeia. eoicipia oto. nlt lata
B7assim que alo eotwidoradts %ras pettoa
o^balhes dt tyulet do *% fiZZ
21'*!bfl l!'s *** cWio ; em ctr-
teee doiermmados casos, tt irtgaees. desaec-
cec&ea, etc.. e outros que leea maia ou menos
retacee com o rolerene feral.
Sendo assim. examinemos ee,eotetruc$io de
pradioa urbanos e ratttaea pode mlfacta o- indi-
rtetamete achar-eo omprahvdida no 8 8 do
Oa prodios roanos, deatioadot hablecio
fertlcular, com qeaoto aejtm d uao publico nao
podtm sem devida alguma aer considerados-
obras publicas-^, por qutate o, carcter de pro-
a
E2Ttt P!Iada *2.lb* .*** oppee-ae
que tt lhe de temelbante claiaicaco.
Quando sucoeatdaracio nao bsUssa, lerla-
5SI52 a?0M ** opiaih9 *'* >
SESSAO* EM 24 DEMaIO ir inu 2 II1!mII* *m' reDd." ,u*erior matuteocaode
lativameate a-demora da abertura da 3 occao luetrada aasembla. '
n.?iL" e**r*d8--A <* reqeisico. ai Sr. Deputado : Iocooatitucoaal nao me
Oolro de mesmo declarando qee o Exm. Sr. parece. ia_*-l nao me
moiodU^eJiS T dta- W 0 ,CorreD,e ao -rq.e,-- Kio podoode prescindir d.
miaalA :Tq ,anioform"eoo*>ientoacom- leitora daa razoea qae motivaram a nio ascelo
.c"o.le.?.&,.'y*0,U9i,em /"*** Por io,ueae achamella. lig.du .o e"me d
lL 21' **ucSo--I"u. i P*r "a UU.tre commiasao "e poderes Tcaae
dad. dn.Uenmcen,2 da lneaa "*"l0 d4 irn,i- i n"5 #rHiif que, laodo-ta, eu m .orec,e toaa?
?noli f,uw Se" > Rosario de Santo Aa-; moe^.ote. deenirar em conside7.* de nova
iraccVo lo n'dadHe' Pfd,,Ddi "reeTen P ordem, conaid.r.ce. que dev.rio aTo'tr.r a ,n
sVsp^Tarn^oWor.^
Lcid.rtt ?, h da ,^e8ueIl d Boa-VisU deat. aemeWa s pode conc.der rrivileZs s'bre obr.s
ttti&lX? "parla' d" o^ cu o^a4nea"'^mltth[" P0r ioei..oq..,e .cha coo.do N 1 do
Sao P oymoaajo.-A commiaaq dep*. Mwlerlo do imperio de 4 de Janeiro de 1861
J2SJ* *"'onio Jas Rodrigue, de Souza. 5K^rnyVn^rior^Te^nro.T.nd^aJ.
be.oure.ro das loteria. pedindo a reforma a,\> o projeclo tal -JrZZlJZS^j***"
ataMU re8uU.n,eo, Provincial dt 27 de abril I liberdade de urna ind-.ln. TeSsi, !o
hSiS*' "a ?arle qoe maBda 'hesoureiro daa Uudo-e aesim a garanta do fi 24 do 17fl d.
loten.a prestar contaa no praso de 60 das do- j coosliteiclo. 8 d ,r1, 179 da
BmM .ldaJe" qae Prlnie orm.r com o
tZ.^S% ""d,o,r0 oesla cioade e ei
de tafutnl e'' con,deraDd0' (ue concesao
nullUn. T ne0h"n, pre*ui, lrar 4a cofres
uwtcos, e que ao contrario augmentar-ibes ha
Deputado : A eommisiao
propoz
Un Sr.
orneadas.
.^na.r,.!l8L,u,:rA*0H',aU8a0 ni0 P"Px
LTn. !f S'r* Wr aPPro Peloa doea
K! "V iecon*ctr da justez. de mi-
ohaa observares...................'........." ""
A commiasao de ceaetttuieao o poderes bem
apred.ado lado .vende t. tacwMtiactoaal"
dado que o preaidenle peasa haver do proiec o
poriocompetenci. BeaU aa^blea par. ?once:
H I*:"!8'08 q,B bre obras pub..-
cta,eanrrt.. eotweaeAeaetodertoe da provin-
!?.* f P'ecednt. WDtra oa quaea nem oa
piemdeata. tao oppea* # ^e que lhe compete.
Bemet poderes ger.es o direito que Ibea outVrg
mSfmVulIMd0 "qae a ,,0,aao d0
!... h" i-,"9 di ""Wo qae o preaidenle
fvlmo i e ,D pro'ec*8. '" Pora e aimples-
**??? '' iue lhe deu o mesmo
SSS2?! T""*0 1 que o pro-
ailegio concedido ato importa oulra cousa maia
o que car aoconcaaaienario o exclusivo direito
dur.nuT.l" ""i T*^ Pr. ed.Qcacdea
durante o empo uiado n.quelle mesmo artigo.
anal ;fleCr.!:'re0il,Oa m,Dla de,a bW.
S qual .e rerelou de urna maotira clara e precia.
?0,d.$CU,W6a- E *"' 1* aM0> 1ea.pp.rece a
inconvenieacia ee o prndenle tnchergou D0
projecto do le.de que te traa, a commitsao de
Su,,f.A qU* BH,,mo prJel "-i" remetiido .
!S**ft para ^a- ^"lo adoptado, pos., ser
submetlido ao conaeeimaolo doa poderes geraea
quem competo definitivamente resolver na for-
na do art. 16 do art. addicioaal. ..............
Comp.remoa cU 'n' ^'r'nOM 'avVmoii-
varam a nao aanecao com o parecer da commls-
aao, e vejamos ae foram effectivimeote de.troidas
I*" PalttuM que acabei de lr aa casa.
OSr. Souza Reia :Per.itamente.
+?JHl B"ar'u? ando da inconslittcionallda-
de motivada pelo M-admioistrador, diz a com-
miaaao de podereaqae ella nao procede, por isso
TotioS:V!toe\'rii^Et%D hj?iaffl op" 1-nae.ne.ecer fu,
por esta cssa, e que i viol.cio do 24 do art
ri.^^,S.ClK0,l,l^,5ao reaulta Pen.adaintelligen-
aLV.?.- Pr8U aque,,e ,U",,r 'vioccionario.
inva(.ad,..0,nP-0r,m' !eohore. Precedentes
iiiL q a 6Ma olerPcio dada pelo pre-
aideatea aquello artigo d. constitoi5ao ? Eu qui-
rJlT\ C0Q,a),ao iieee dttigo.do esse.
prevnegio. coacedidos e s.nccion.do. por que se
o flze.se verla que lioh.m elle, direct. ou indi-
recta rela?ao com os trabalboa de utidade feral:
uZtDtJnT D? fom' p>de'aboje estancas.'
Lr a??il0 .,c,M que Dao ,end0 o lalvez
S."derad0' ,e "lem, sao tidos ho-
depote de eximmadoa por ioconstitucionaes ?
ca aa ulidado; cito mesmo esta (acto : oo-
ras qual ser o resultado?
Bu roa rectificar aa razoea da commiasio de
poderes para melhor mostrar tus improcedencia
O projecto oio tere por m, dit a commia-
sao, impedir qae uro terceiro
predios sen ter por contrato com
qualquer particular poda contratar a con'slruccao
de seas predios com sm terceiro empreiteiro.
Um Sr. Deetriado : Sam duvid. nenauma.
O Sr. Buarqua : Eu creio qoe a nobra eom-
missao de poderes argumeata com a utilidade
. i^j J',Mlff a80ra d'0B*e P4*'5 PWr es-
sa u ilidade publica. Deto qae a companti.
coostradera a.o U.w prlri^g,. c,,*yp,7a
as conslTuccoea de predios que oio forem execu-
tados pelo goveroo, oa por coota dos particula-
res, tera de entrar em concurrencia com oa do-
mis empreitelros....
Om Sr: Deputado : m empreiteiro particu-
lar nio ums comparihii.
O Sr. Bu.rque,: Tem de entrar emtconcur-
rencia com oademais empreitelros.
Um Sr. Depotado:Umou outro.
O Sr. Buarque : Todos oa que ae apresenU-
0 Sr. Souza Reia : E' por (alta dalles que o
projecto se aprsente. H
0 Sr Batrque : Perdi ; o nobro deputado
argumenta attendendo s coodiSoes do presente,
mes essss coodicoes nio podem permanecer taes
quaes se acham desda que nos marchamos.
(fia um aparte.)
Enio Mear a provincia reduzida empre a
nm oo dous empreiteiros de obras ?
Bm Sr. Deputsdo: E os lacios ?
0 Sr. Buarque : Eu o&o potso argumentar
com etses fados, porque elles t podero provar
pars a actulidade.
(Ha um aparte.)
O Sr. Ruarque : Perde ; eu argumento com
o que a commiasao diz.
Cruzam-se apartes.)
Sr. Buarque : Eu teoho consciencia de qae
oe nobres deputados se bao de explicsr com van-
tagem, mas permittsm que eu continu ; dei-
xem-me concluir a enunciado do principio que
quena estabelecer fundado no que dase a nobre
fnrnmtitnn Mann'.... *
C"fleto.toY.JUuM^ OuacompanbU construir por precoa
. i,S? ^"inmoo despeza que f.zem com
coli^J,0t"et : "^erando que reali.,-
gao de tal empresa e de urgente ulilidade nar.
Ic-Ur.. coa,moda. neceeaid.des par-
leularea, como t.mbem .o aformose.mento da
1861, vemos que se achnndo all tracadae as
raas d entro das quaes podemos legislar com re
raQso i semelhanles objsctos, limites que estao
-em perfeita harmona com o art. 12 do acto ad-
Oicional, que de urna maneira positiva diz que
exorbitmosde nossas atribuicoes desde que nos
occoparnoade asiuoiptos nao espsciucados nos
"VV mePrece quessa nconstitacion.
iidade fleir prvida de um. maoeir. irrecusa-
veu Alm diaso ninguem contestar que a cona-
traccao de predios urbanoa e rsticos urna in-
a eslabelecida no paiz ; por coosequencia
cid.de; considerando atofc a.rZE2E2^ Z'h"""'^ D pai ; Pr contequaoeit
S5? jsaff&ss& sssiS' **"*- **:
ffS-S-SSSta JTjt ^"-.-"m a liberd.de conti-
d rr,,i.. ... ,e.aao ella tormada em parle "'* d meama maneira.
lacjrculacao.depare- tratando da inconveniencia do projecto de lei)
cer que te adopto a seguinte resoiucio .
solve: aMea,bla UeWttw de Pernambuco re>
co*^n;,Vr A a$*emMa elava de Peroambu-
'cnceie Francisco Uaria Duprst, para a
coap.nhta de edificacao que elle incoroonr
seagaod. dcima urb.n. ou de qu.CrPo.,ro
.pesio proviocial ou municipal. 2o, % .w.
daso^d^"0 t' dat d"ootr.clo coo.tS'o
n. iade, eobrt os predio., .rma.eo., oflici-
aocladad' ""P00^0"" a.rvico da
Art. 2. Os predios cooslruidos pela socie-
d.de por sua Cuota p.r. sIugir ou p, lJT
J Ptgarao a met.d. da decima ou outros impoa-
iBaS.!rCUea.OU ""''Paes oo. primeiroa 10
aaaet, depon de prompto, emqusnlo pertence-
rem a mesma sociedade, ou se antes dos 10 ta-
os nio forem veodldos.
t Art. 8.* francisco Maris. Duprat, incorpora-
d.otrSr cade e dara e8la C0tneC0 aa ediUcQes
dentro de 5 aonos contadoa da dala dasancrao da
SaSg K' 'Vb peoa de Perder o direito I
iteocOaa concedidas pelos artigos precedentes. .
r... m i0 "mimaos como apreodizes
ornh?C,D,Ie0bra8 da helada, viole ou maia
orphao. pobres menores de 15 sanos, desigoadoa
S leal nT6"18 da pravin^. m.nteodo-os ella
vestindo-os a sua cusa, maa sem Ibes pagar
r;,id,fede2,'oni-- e"e?"
gtaos pelo regul.menio em vigor adoptado pelo
Ln.IQHPara ? Preudizes d.,Bofficinas do.-
seoaes da provincia.
irt*riJicam reogad.a as diaposi5ea em con-
Sala das coxmisses. 32 de maio de 1862.
Ignacio Joaquim.-Alv.ro Ucha Cav.lcanti.
A assembls legislaliv. provincial de Per-
nambuco resolte.
H,sAr.,g UDC0- Fica dl'goo da freguezia
?!*. h AaB,ro Jabo*tao e pertencendoa do
Cabo todo o territorio do engenho Novo da Con-
cei?ao. fievogadaa aa diaposige. em contrario.
Pago da aasembla, 24 de maio de 1862
FiKueiredo.-Luiz Folippe.- Torres B.ndeir.:-
Buarque de alacedo. a
(Colitar-e-Ao.)
os para edi-
tivameote que
den tica nalu-
com a com-
Disctrsi d# Se Dr. Burqne de Maeedo,
aa sessaa de 9 dt corrate.
O Sr. Baarque :Sr. preaidenle, aa razdea da-
das pelo ex-administrador da provincia para mo-
i s 8snc5ao da le que coocede a Fr.ncis-
co Mana uprat privilegio por 40 aooos pan a
sociedsde que eocorporar com o Om de cons-
truir predios urbanos e rsticos, sem prejaizo das
ediflcacoesque os particulares queir.m azar por
sua propria coota. pareceram-me de tal peao
3- irq,e,/0rpren<*1'10 com a leitucado parecer
arahm-.." C01mmMa0 d Poderes, m.ndando
submelter somelhante projeclo aova discusao,
mb'a. WroMd 9tt$ *"" ,er0$ deata "-
O procedimeoto da commiasao aorpreodea-me
lano mato, qu.nto preauati. eu que tiveaae e!
procurado entr.r n. verd.deir. apieotacaaTdam
razoes, comp.rando-aa com oa casos uofcot aobre
os quaea pode esta aasembla legitlsr e oue
!&!*&* ***oric.mante lr.aoa no. ar
--.-.u.i uu piujeciv ue le,
oiz.- a sociedade que se eocorporar pode la-
xar precoa arbitrarios para as ediQcscoea semem-
bS. da 1uaeiqer basea qae se Qxataai
tlfectivameote, Sr. presidente, esaat palavraa
ae acbaaa apotadaa ao proprio projeclo de 1*1. e
para que a casa melhor as aprecie,.eu remontare!
aos ariigos desse projecto, fools abasa inconve-
niencia ao uijuiticvel. *^
Em aeu primelro artigo dic o pro
prejuizo di. consirucgoe ieitai
particulares e do goveroo, a com
rada gozar do privilegio por 40
ficar predloa urbanos o rsticos.
Deste artigo ae depreheude po
nenhum empreiteiro de obraa de
reza poder entrar em concorreo
paohia constructora.
Um Sr. Deputado : E' exactamente o contra-
rio.
O Sr. Buarque:Se eate nao foi o espirito des-
ta casa, outro oao se pode deduzirda redaccao
do projecto ; per tanto a iotelligencia a que se
presta aquella artigo d como retallado a sua in-
conveniencia.
Se examinarmoa ot demaia artigoa vemos qae
em um dellea se exige, que as edificacoes por
coota de terceires ae alteada a bases cettas.
Devo primeirameote observar que esta condi-
cao me parece inexplic.vel; emprestando-lhe,
porm, a inteligencia que devena ter dominado
ao animo do legislador, nao pode ella achar-se
comignada em um projecto de lei desta ordem,
porquanto, senberes, se oaa ediflraces por con-
ta de lerceiro ae altender a baiet certas, ellas nio
aerao taea qae esta cass aa posea apreciar; estas
toases sao otTerecidaa por um accordo entre as par-
petas quses devsm ellas ter reguladas. Que bises
cerias podero existir nesses contratos ? Creio
que a honrada commistao, qae tanto pugna pelo
projecto de lei, nao poder iodicar-me urna s
que sirva de norma a eaaaa empreitada.
Ponanto aioda cesta psrle Sea provada a in-
coo venieoeia do projecto nao saoccionado, e con-
eguictemente procede o acto da admioistraclo
traoaacta. (Apelados).
Agora, senbor presidente, para justificar as ra-
icea que por ultimo apresenta S. Ere., en paeea-
,el a r o projeclo de lei em toda aaa integra para
que Uquemoa bem convencidos das diversas ln-
terpretracoea a que elle se presto, e por conta-
guinte do erro que commettemoa em saaccio-
aa-lo.
Art. 1. Fica o preaidenle da provincia autori-
sado a cooceder a Francisco Mara Duprat nm
previlegio por quareota aanos para a sociedade
que elle eocorporar, com o flm de edificar pre-
dios rsticos e urbanos sem prejuizo dss ediflea-
foes que ot particulares queiram fatar por aua
*** qoe ae flzerem poa cenia de governo.
Arl. 2. O coocessionsrio te obrigsr por meio
de um contrato celebrado com o presidente da
provincia a eocorporar a sociedade aob aa se-
guales condices:
1.a Que a encorporacio da sociedade lera lu-
gar e dar esta comeco aa edMcacdea dentro de
cinco aonos, contados da dala am que tor ..sig-
nado o contrato, aob pene de ficar de nenhum ef-
toito o previlegio.
2-* Que at ediflc.ce. por eont. de lerceiro
ae ttaadar a basea certas, estipuladas no Con-
., rt..,. -- ci-auujiuistraao-
res tato provincia, que suppoono dizer a verda-
dequ.odo affirmo qne eases actos a que alinde a
comm,g,ao de podereaachario explicacoes pl.u-
SatBtusrioii,Qc8d's ******
ir.*,"ei0t,,IgeB! dada pp, e-adrninis-
trauorao 24 do srl. 179 da eonatitaicao nao p-
.r,rr,Ml0 de P^^res dizer que ella oio
ik J'adeira, porquanto se a liberdade de Iraba-
lao, de uma induatrla estabelecida no paiz se
acba guaotida por aquella artigo, e se o objecto
ae que se trata est compreheodido nelle. o que
me parece ncoutest.ve!, essa interpretado a
nica aceitavel, edella tem toncado mao por ve-
aes o conselho de estado para uodamentar d-
versisjconsultaa.
m Sr. Depti.do :-Mst a commissao disae
mais algoma coasa, le.
L!r" Baaf(ial:-Occupoa-se em seguida da
loconyeo.eocia allegada pelo presidente. M.so
que offeroce-nos por destrui-la? Apeoaa con-
ciuio que era conveniente, e nio nos disse por-
que ; manda sajeitar o projecto a nova discusao,
sabeodo que oao podo aer elle emendado, e nao
aoa demonstra a sua ulilidade, nio justifica a
conveniencia que ella encherga.
A commiasio, seohor prasideote, concluio que
0 penaamento da aasembla fdra simplesmente
cooceder o previlegio por qoareoto anoos para a
compaonn qua ae eocorporar___
O Sr. Souza Reia:Desde que a aasembla ap-
provar o parecer, Oca a le tendo essa intelligen-
ou.S^AB,,arK,,"* ;-P"oe-me. deixe-me eooU-
. fnq."e "ea pr6,!0,, ancorporar ; maa da leitu-
. ? dP"heode qne ot particulares
Posaam contratar a coostrueco de seos predios
r.ii i"6 na,-"ea tompaohia constructora?
uoi ge-se dis raioea da commissao que esses
.,r. """ P0asaai lcontruir seus predios por
outros meios extranhoa essa companhisl?
O Sr. Lucena :Parfeitamoote.
oodvrL a "q**:_0n """a I A commisslo de
pooeree diz que o projecto nao inconveniente
nr.q. "a** Oa assembla foi couceder o.
EJ* a "npaobia constructora ; mas pre-
11*a p,".1 Nao preciaava a commissao
iecfo oe^dM"10' Pf ia8 qae arU d0 pro"
. -?i- M" quem de aaBue Mo aminar
or.deml1D .!COB,preheodue0 particulare.
1T S ,l,ta de aemelh.otepfevilegio contratar
JadiS. 6IDpTelteir,>a a coostrueso de seas
. AaS,r.' LuceD1 :~Iao um direito que se nio
* al*? aoa Proprialarios. M
ta n.'-.r,0e- '~Maa Mla a ralSo- d'ahi P*r-
Pi i.S /'"onatitucionalidade do projeclo.
1 or lauto, senhor preaidenle, nio fica desvane-
cida com as razoas dadaa pela commiasao a io
A companhia constructora nio tendo privilegio
excluaivo em detrimento dos domis empreitel-
ros. entra em concurrencia com todos elles : isto
o que naturalmente ha de succeder, e que. en-
tretanto, os nobres deputados nio querem ad-
mittir.
Um Sr. Deputsdo: Nio te contesta a concur-
rencia.
O Sr. Buarque j Bem ; se entra em concur-
rencia com oa demaia empreiteiros.....
Um Sr. Deputado : Se os houver.
O Sr. Buarque : Se na j oa temos I
Estabelecida a concarrencis, o que se ba deae-
Ou a companba construir por precos
istia de poderea vislambra no projecto, maa
ynlo eu, sendo ioexeqatt/t semelnaota pro-
,^#:*^*^i!"J#^rl1*wodae da provincia
por eaaa meio t
riesse construir tfmato'a'!0,"!**? *** casa qae te edifiqae
i t rompahtt; li Io aeime qae a provincia recebe.
ir a construeco br* auU^JTt'1 ,ce,aHa o aparte do oo-
Drodoputodoae eaaa compBhto podaste effec-
lw2nt^l3^L,, a,ea P"aoi. porqaanto a
ISlT. .to da receita para a
p>y,c^.'.,a*r.crB") 1- i* tendo demonstrado
aw2*i!**. 'fac"ao- que reja ella
deatrmda ole posto julgar procedente esse argu-
an Sr. Depetodo : Mas nio est demons-
trada este itseeaaibjlidade.
O Sr. Buarque : Ea deaejo oavlr ot argu-
mentos de qoe toncara mi o nobre deputado
para coavencer-me da poiabilidade da esecucio
deata empresa.
Sr. oreatdente, i ftx rr a eaaa qua o projeclo
* loconslitoelonal, por iaso que te nio refera a
obraa publicaa, j demoostrei qne era incohve-
oieate, porque de sua redsrcio te conclue que
so a compaohia pode contractar com os particu-
lares a constrtecie de predlot, motare! igual-
mente que nao era potsivel a asss empreza rea-
lisa r o nm a que se proponhs : que mili resta
p"a Iro**' prreH> alo dee ter aopro-
vado Y O ficto de nio trater e projecto topen-
dio algum para a proviocia nao bastante pira
que sejs elle aceito.
(Crazam-te apartes).
O Sr. Buarque : Nio pode darse easq sur-
meuto daa dcimas te eu j prove qae oio era
possivel compsobit levar execucio esta em-
preza, ama vez que o previlegio nao txclue a
faculdada de aootratarea oa particalarea com
lerceiroa empreileiroa.
m Sr. Deputado : Porque oio pode cons-
truir ? r
O Sr. Buarque : Nio podem porque ha d-
se arruinar entrando am competencia com oa do-
mis empreiteiros. Creio, senhores que i vista
de um tsl previlegio, em condices tio excep-
ciooaes, nao haver um captiliaia de bem aeoap
que, examiuando os artigos deste projecto, lep^o
aa discuiaoea desta eaaa, d aeu dinbeir' para
urna tal empreza,porque comprenender Migo que
ella inexquivei. /
Um Sr. Deputsdo : Isso o que proffa- qae
estamos muilo atrasados. \
O Sr. Buarque : Suppooho, Sr. presidente,
ter demonstrado a iocoaaiilaciooalidade do pro-
jecto, sua ioconveoiencis, e coosegnintemeate a
precedencia das raides de procedaocia ; coocluo
portanlo votando contra o pareoer am discuaso.
(Muito bem).
modos, em rel.co .osdem.is empreiteiros...
na So DePu,Jo =20 ou25 por cenlo.
O Sr. Buarque :... ou ento essea conductores
exlraohos hio de prevalecer.
Vamos examinar aa duaa hypotheeea.
No primeiro caso, senhores, a compmhia mala
a industria particular, e .inda assim s poda pre-
valecer cuita de aacrificios, que sem contesla-
cao devero concorrer mala tarde para sua queda.
Alm diaso, nao est bam provtdo que a em-
preza poaaa ealabelecer precos arbitrarios ; ae-
na uma incoherencia o coutrario, mas ella ae
acha effectivimente consignada na segunda con-
difao artigo 2o do projeclo, quando mandt esta-
belecer bases certas e iu varia veis para esses con
tratos. Des.pparece, pois, esst utilidade prevista,
por iaso que a marcha da empreza ser ambara-
ceda.
Vejamos a hypoihee contraria, o examinemos
se por ella pode a companhta proseguir, ae a em-
preza tem probabilidades de exilo.
Estabelecida a concurrencia, s pela modicida-
de dos presos de cooslruccso poder a compaohia
alcancar a preferencia, o podando prevalecer, se-
gundo a hypolheae que figuramos, esses emprei-
toiros ou aaaoci.cde. destes, cabiro por Ierra to-
das as previsoes da empreza, e so. retirada ter
inlallivel ; eis, anda por eate todo, excluida toda
a idea de ulilidade (apelados.)
REVISTA DIARIA.
Concluida a leitura dp expediente, e depoia d
haverem orado oa Srs. Bario da fduribtct, Helio
Reg (Raphael) em opposiclo am parecer da
commiasio de petices reconheceado i proprie-
lara do sitio do Peixinho o direito i iodemni..-
cio solicitada, e de have-lo sustentado o Sr. Al-
varo como membro da referida comm'ssio, nao
sendo o mesmo parecer approv.do, oceupou-te
n. sessao de a.bbado a aasembla provincial oa
primelra parto da ordem do dia,.da \* ducuaao
do projecto o. 13, que abre um crdito para pa-
gamento das represeotscea lyric.s ; e orando o
Sr. b.rao derHuribec. em contrario, e teado pe-
dida a palavra pelos Srs. Torres B.odeir. a Mel-
lo Reg Joaqun,), fot a di.ca.aio adiada.
Paaaoo-se seguoda parle da ordem do dia ; a
entrando em discussio a materia adiada naaeasao
precedente, volado e approv.do o requarimea-
to do Sr. Souza Res adiando a diacasaao sobre a
a rerba de expedientas das reptrticet at qoe
teja discutido o art. 37 do orcameulo ; tip-
provado oosdemaiso art. 3*.
Segaindo-se a discussio sobra o art. 4*, ap-
prov.do ; o entrando o 5*. mandada mesa
uma emenda pelo Sr. Machado Portalla redusin-
doii verba do 4 |2:250#0U0. e ampliando a do
5 a 1:0000000; aa quaes foram approvadas.
bem como o artigo.
E' approrado o arl. 6o, bem como o 7o, a que
o Sr. Witruvio roandou uma emenda cooaigaao-
Laa 2H05000 para casa do respectivo professor, a
\
Procuremos finalmente ot uaicoi meioa usa I
nos reatam considerar. .es.ademos.pre?lM tedd.' : ,euLV ** 8' ^
auarir ,..u. ff**J^SS*Ja*' Faa.loa. daaa-
l.a contratantes, ejm^s podeVemo. flx.r7egKr.. nvenie^ctoXV.'.'l.'. frSLfiS I Q-
pelas quaes dev.m ellaiaer reautodat. Oue b.es m.uJ .'?LIESS* ,pel. aVPreudeote, tanto
Jigos 10 e II do eIddidoTu. XX^oreo"" fal^ f ^ ts'' "*- -
-ieceu ; e veto o parecer am diMu^ocoov.n ?...' rela,if lP<> <" 2?u\Srt 22? qU8 ^"Tm pooe-" -5? *>
rotea motivoa allegadea em favor da nio ajtaS
Propondo-me pottaoto. aeoborea. moMraT o"
nenhum fundamento dcue parecer, e coMejwin-
temente a procedencia daa razoea da preaidSaci.
enmarara r.nr mi... .___I___ "'""Ca,
ateoominada Paco do Ico, S. Mi ae:. g. Jos, Bom
*eae, Brejo, Bum Suecesso, ;*onlt da Setra e
Atgedoaet.
Sal. das commissoaa, 20 du maio dt 1862.
f*g^t*<< Aur. T. Band lira. Cunh. Fi-
*****% 2" atriccJo. -
mJ fJW, a1d0 a "'ai* preseotada
Projecto em 3* dUcua.ao, fi a eAt anda e-
fMdatvda dt orna 2* tuicuttio.
?
comeearoipor entrar na ao.]yM do projeclorto-
fr^/ff aeUjlbos a PPlicacio da. con. de-
racoes oereci^biB cada uma daqaell.a peC..-
e d ah podereMr quao injusta e improcedente
ioi a commisiefo em sea jaizo.
ua2 p5e,i,,enle. Para maalrar a iocoosuiaciona-
lldade do projecto oio aanecionado. basta-me re-
correr ao |S" do art. 10 do acto addicicoei. uni
co em que e poder fundar asta aa.embla na
coofeccio de semelhanles leit, porquanto s pa-
ra os fina de qae trato aquello artigo po deremos
nd. assim com rettrkcet, conceder priviletioa
da na tu reza do que solala hoja desls esta otab-
do fraocez Franciaco Mara Duprat. Intil ate
parece, pois, iorocar tt diversas coasultas do con
seibo de estado aobre i materia, quando na lei
fundamental encontramos a dtaeoatrecio plena o
irrecuaavej deaaa iBconstitucionalid.de.
J?" ,Qa6a aoeiedede perder taotoa a
?,Aeg <;? torem ot que decorrerem, de-
pmade aer alto eocorporade, aem tazer ediflea-
dTL^n.i.sV* prop,ria d! taf"n>. at o valor
ra n r?T?0,,,COD<0rolaa baae eaahelecid. p.-
dente? MgUnd di,p6e an,e"-
*-a Q eerio admillidoa como apreodizes as
offlcioaa obra, da sociedade .t dozt orohios
pobre, d.sigotdot pelo presidente d. nrovineto
fer2,,b.Vn,o.,deMidVre.*,gU- a, !<"
cotVt-rio.1""" nWO"" di'P'Soet em
Pergunio : de semelhtnte radaccio se nodnr
concluir que ot particulares podem coofr.lfr coof
um terceiro empreiteiro f ^uiratsr com
m Sr. Deputsio :Podem.
la.r.S.raUarq"e.:-N0 e,U c *< a pa-
tttraa do projecto, por qoaoto dizera-Mm .
;uuo ot edtficacoe, an o, partiere! "te.
^ilaTPnZ.Zan CT' da,J'"."fi**rim, por
Creio. Sr, pretidenlt, qa. UJuaUr.d. cammit- oZo'To'oVrno !!!.. -d?M-M *** 'or
soo de poderes nao pode daixar de altender ao ou- o.r?f,nu: .. t\t^io ae presume
vtrdjdeirotenUdoiaridico p.lSr.. o^ Pr tu.
p.Pltcw-que^Uda, Huelle par.#ho, toi'i^S^RX^?*9 Va*-
I
mais qae a inconatituciooalidade prevalece desde
que e dr 11 verdadeira interpretoeflo ia palavras
-obras publicas-cocsign.dasns lei fundamental.
temo, f. :~N M P#r "hi ,60a0 l>d0 1ue
n c 0Mse aentido inconsiitucional.
n ";'.:O que est feito pode ter maia
ou menos relaeso com obras publicas, como j o
disse ; mas a construeco de predios urbanos e
rusluos nao se pode ligar a trabalhos daquella
oalurez. porqaanto se trata de obraa particula-
res, que t6m um flm todo espacial e das quaes o
propnelario aufere um lucro.
.Iik" a*6' "btmo*> em Til da consulta, do
conselho de estado, quaea os casos am que esta
assembla pode conceder privilegios ; esses casos
acnam-se especificados, e nada se encoolra ali
que se reflra i coostruccao de predios urbano, e
rsticos.
Sr. Presidente, ea paisarei a considerar o pro-
jecto debaixo de outro ponto de vala, que me
parece ter sido aquello que se achara no espirito
do peticionario.
O projecto poderia ter um Om, que, nio sei se
por culpa do peticionario, ou daquellea que o re-
diRiram, nao foi attiogido, o esta assembla seria
mesmo incompetente para coosigna-lo em lei.
O peticionario preteodeu obter privilegio para
a otroducgao de machina, a aperfeicosmentos
que por ventura podeaaem aervir na construeco
d esse. predios,e?liando assim quo outra emprei-
teiros delles se milisataem.
Mas o que dereria lar resolvido eato casa ? Que
o objecto, perteneendo i cempelencia do. pode-
re. gerae, oio poda ter coo.ider.de, e oao
inyertero verdadeiro espirito do que aquistebama
privilegio.
(Ha um aparte).
O Sr. Buarque : PoU o privilegio psra cons-
truir predios urbano, e rsticos poder impedir
que um terceiro so utiliae no ptiz de tpptrelaoa
mchameos ou aperfeicosmentos quae.quer, se-
melhanles aquellos que lirerem sido ioiroduzidaa
pela companhia? Por certo que oao.
Por tanto, j ve a casa que aioda por este la-
do, anda quando tal fosse o flm do peticionario
este privilegio nio pode ser coocedido. O qu
nos resta maia em semelbante projeclo ? Qual o
seu flm utilt O que poder elle atiinpir ?
m Sr. Deputado : A aillid.de publica.
.? f ri Buarque i Bem ; vamoe examinar eiaa
ulilidade, e para Uto .rgumeolarei com os pro-
prios fundamento, do parecer da commtaaio.
Sr. presidente, admiitindo que o projecto de lei
saja adoptado....
O Sr. Bario de Muribeca :0 qae eu nao nosso
admittir.
O Sr. Baarque:V. E*c obra eempre com in-
teiro acert em queste. emelhaate. e .a apre-
cio muito o sea voto, com o qual, desde que te-
oho asseoio neala caaa. me teoho conformado.
Sr. Presidente, admitamos, o que nao me pa-
rece prov.vel, qae e.t. ..tembl, pprore ato
projecto, a qua o. poderea competoattt recocha-
pode aemelhante empreza auferlr vantagens, te
aellas resulta utilidade para e.t. provine, e como,
proviri esta utilidade Lancemos oos... vistos^
pata a economa da ir.balho, o.ra as di.chin., e
apparelnos que eaaa companhia poder introdu-
cir na.construeco dot predios, para a baix. doa
saurios, recursos de qae poder dispor a reja-
mos o resaltado. J
Seohorea. esas b.ixa de salarios d'onde poder
provir? Ella nao ae originar por certo do
estado actual do paiz ; porquanto. nao s a mi
o obra entre na cara, como oa proprios emprei-
teiros concurrentes se podero prevalecer de idn-
tico meio. que lic.r.talvez maia a arbitrio de.tea
que da compaohia.
J remo., por tonto, que a baixa do a.l.rio nio
pode favorecer a eaaa empresa Admitamos aio-
ua que ella toca vir operarioa do eatrangei-
ro : pergunlo. o. operarioa eatrsogeiros por ven-
tura aceitaro um salario inferior, virio tra-
ba ihar em um paiz ouaa mil leguaa de dala n-
cia da ierra natal por salarios mato commodo. do
qae aquelles que ordinariamente percebem os na-
ciones ? Por certojque nao ; e. experiencia tem
ate mostrado qu. esses artistsa exigem remunera-
f.oe. mais elevadas que os filhos do psiz.
Eu tenbo mesmo o faejo da estrada defer-
ro (apoiadoa), onde obaervo que os operarios
estr.ogeiros exigem um jornal maior do que o
que de ordinario se paga oo pais. J v a caaa que
esto circumstaocia oao pode ser contesta Jo
O que resta, pois ? Reatam os apparelnos, os
meios aperfeicoadoa as construeces. que podem
produzr uma economa de lempo e de dinheiro :
vejamos se esto prevenido, estes casos.
Se pelo projeclo em queslao, ae oio pode evi-
tar que qualquer empreiteiro empregaa no paiz
esses app.relho. .perfeico.dos, essss machinas,
e claro que anda neata parte a companhia nao
poder aer preferida.
Nada maia resta coosiderar. Tenho destrui-
do lodos os elementos que poderiam favorecer a
companhia, por coosequaocia tem ella de entrar
em completo concurrencia com os de maia em-
preilteiros. lem de ficar naa mesma. condices.
utilid.de publica doprojecto? Nio esaate ; logo
o projecto intil. (Recl.m.ces.) '
ICrnzam-.e aparte..)
Um Sr. Deputado Existem companhia. idn-
ticas em lodos oa paites.
O Sr. Buarque :Eu vou conveoeer aoa nobrea
Reputados de que oao pode asistir companhias
desta ordem em parte alguma do mundo...
m Sr. Depoiado :la.o de mais.
O Sr. Buarque :Do mundo civiliaado, do mun-
do que admilte idaa da progreaso, e que marche
segn lo o. verdadeiro. principios sociaes. Sr. pre
sidente, o quo ba na Europa, o que exi.te no Rio
ae Janeiro, acerca d companbias dealinada.
construeco de predios urbanos cousa maito dif-
terente. O queje faz, e o que na podemoa ae-
uir, e ao que eu dou o mea voto cesta caaa o
eguinie : Todas aa vezo que .a pretende demo-
itr um quarletrio, ama parte qualquer dacidade
de urna ra etc., eocorpora-.e ama cumpanhi
qae dessproprisado os velbos predios, reedifica
os e aluga-o. por um certo numero de aonos ; essa
compaohia ae denomioa constructora. mas ella
toa am flm alliogirel. qutl o da conslruccSode
mlen'l"0" U ""' qU6 D" aC0Btece no ca8
nh?"B^n"!,n n4osePratica. exittam compa-
nnias edilicadoraa encorporadaa na. cidadea
que eiTectivamente se incumben, da conatruceso
de predioa urbanoa e ru.iicos. m,8 nanea .enho-
raa ea... comp.nhiaa tiveram priv.togio. nesa..
edifkacoee ; ellas totram em concurreocto com
toda e qualquer eapecio de tmprtileiro ,fea d
poto de encorporadaa aolieil.m eato a aaelto
favor de eocao de direito., so exc .ivo .fi
Mnton.auIBpel"DCW dMU aaaembl.. econse-
!t r.n? le V"180' qae .. q.er invocar
Mm c .0 prJeel. CU "o alad, deacooheco.
m Sr. Deputado:Edificar.
O Sr. Baarque :Sr. preaidenle, eu aeriae pri
meiro a dar o meu voto ae projecto te vase que
uma empreza conalructora tal qual tt tem em vista
eocorporar coa aa batea que esta casa pretende
toroacer, pdame efieetivasaeato construir eases
predios urbanos a ruancos, por isto qae o aug-
mento de receita proviocial seria a consequeocia
deasas edificacoes.
E' esta .ea duvida a uUUd.de que nobre coa-
o Sr. coronel Je
neata cidade col
ido cobraocas
co a verba a 94:664660 com prohibico de ae-
rea preenchidoa oa lugarea de adjunloa oo pre-
sente exercicio, e oulra pelo Sr. Mach.do Portel-
to etov.odo 15:000*000 a vrba do 9 V as
oil'nn/i.00?0 a'"g0 dei"r"> le ser tola.
ST.et. de "ro d Sra. deputado., aen-
do> a discussao adiada, e levantad, a eaao.
damdH das !"aeriaja dada, faz parte da or-
dtm( do da do hoje ae primeiras diacuasea dos
pro/ectos n.. 23. 2*. 25. 86 t 27 deste son.
\Depols damaobia se dever eitrabir a 2*
parte da 1 lotera a beneficio do Gymnaalo Per-
nambucono(3' cooceaso) oo conaiatorio daeare-
it ae N. s. do Rosario de Santo Anlooio.
No da 22 do correte falleceu o subdito
fraocez Julio Imalz.
No aabbado ultimo concluio aa a defeae das
thetes. que offereceu Faculdade de Direito. pa-
ra o flm de onier o grao de doutor, o Sr. kacha-
iLia. Aaloi>t df Sou" Ribeiro Jaoior, seedo
adnal approv.dy plen.mente o mesmo senbor.
tin^nin h0 3a ?**< Ico. poreccommet-
timenlo da epidjemia qe alli reina inteojamente,
io Jos de Gouveia, ealabaleoido
o ca. de negocio, e que liana
>or aquelles pontos.
Ante honlem (24) peto. 5 hora, da tarde,
dea costa, n. praia do. Milagrea, pouco .o sol
da pona da cidade de Olinda, a barcace Santct
rs. oe,loie ie ? '." fl8 *
dra s 2 horas ha vi. sabido do nosso porto, com
destino a Goiaooa. '
Era propriedade do Rv'd. Antonio Piulo de
Abreu, de Tejucupapo, e foi praia por haver-
se quebrado o mastro, e cortado-ae naa pedrea a
amarra, com que o meatre deu fundo.
Anda continua a probibicio da embarcar
ae, e desembarcar-se no caea do Colleaio depoi.
do aol posto; esto ordem, que havia sido d.dt
por occ.slio de se cootruir n'.quelle lugar ama
plata-forms, em que desembarcou S. M* sor
occa.iao de tut visita esta proviocia. Unto
leve entao de razoavel, como agora dp aaeor-
da. Appelamos para o Exm Sr. commaodauta
Repartico da polica. (Extracto da naris
do do da 24 de maio 1 *^
Foram recolhidos cata de detencio no dia>
23 do correte :
A' ordem do Illm. Sr. Br. chele de polica. Ma-
noel Pires dos Santos, pardo, de S auoot7eaU-
reta, por falta de cumprimelo no. seus deveree
fletado dtposiso do tdminislradot do car-
A* ordem do subdelegado de Sanio Antonio
r. f Aolooio ou Salyf0 Jos da Praxa-
res, da 36 aonot. ctrpint, e Felicia alaria da
Sorbrig.0; 62j "Q00"* "^adelra. b!.
A' ordem do de S. Jos, Bernardo Goocatoe*
branco. de 22 anuos, carroceiro, por crime deet-
tupro. e Joaquim Perreira Pinto, indio, tambem
de 22 annos, martimo, por embriaguez e losuUotv
chete da 1 secceo,
n J. G. de Mesauita.
. f Passsgeiros ahido. para Macei a aorta
otermedioa oo vapor naciooal />erstniuMa:
Jernimo Goocalo de Saldanba e um fllho me-
nor Manoel Joaquim Coelho. aua aeobore, qua-
iro illhos e dous criados, Maooal Jos Gomes de
Pinno. Antnnio Coelho de Azevedo o Silva, Ma-
noel de Souza Leio Pilho, Aotooio de Albuquer-
que Hollando Cavalcanti, Franciaco Ayre Sergi-
nando de Moraet, Aotooio Cnriatiano Fogott,
Bslbina, esrrava, pertencente .o leneote-coroael
Piulo Jnquim Talles, o preso Claudico Pialo
Borbt, escoltado por duaa praets.
Pasiageiros do vapor nacional Jagumriia,
viodo doa portos do oorte : Dr. Amare Carnair
Bezerra Gavatcaate, o um criado, Jos Pauliao-
da Coila liedetros, Manoel Evaristo Pinto Lag
Manoel Pisto de Carvalho, Brax llarcoline da
Andrade Mello, Joaquim Januatio da Silva Ma
noel Felippe Basto. Manoel Francisco de li
Gama, Manoel Jo& de Amorim Garca a f ea-
cravo, Maooel rimotheo Perreira Uatoxa. a 3
esersvos menores, Antonio Gotees Perelrt Josa
Ayrea de Soasa Pinto. Jo.quim Jos de Ofiva*raf
Frtociseo Antonio Pardeo., eogenheiro Pelra
F. _Berthon o menor Sergio da Anal Sonto
Joa B.rate.ro Sonto a 1 escr.ro, Fr~
?e ?T* Lt"a' T'">nso Taleflano,
Joa de Oltreira Soasa. Beolo Aires a
rupioamb. Antonio Angelo Peraiadta,'
Goae. da Silr, Manoel de oUrelr., Phil
^


aasp
OIAJUOM

ni.
L

FEtftl U M HM> Di 1861.
albn
I Janaario Aranbe.. ot i. Aitredo
Srfn.T. B. Brown, 5 procaa do teercito, 1 pra-
(i do corpo flxo di Parahrba. |
..7, P "", '" SeT9p asido pura Una do Pernaedo: Iferes Lo.ceoco
Jai* Ramio, 4ilo Mt Berboza i orde.ro Peiloaa,
Alexaadre America Xarier de Pm, Mariana da C .oceicio, 1 tar-
gealo, 4 pneas e 5 presos, 1 mtlner, a 1 ftfho
da praaov
.77 'asasfsirs da barca fraoc xa Coligny, ta-
Bde para o Havre pela Parahib., e Rio Grande
o Norle ; Joao Barroco do Car albo.
Paisageira da barca Iraocezi Sphtn, aabido
para o Para, Clara Lapsri.
* Moiinanto da enfermarla di casa da deten-
ta do da 24 de malo de 18(52.
Tere baixa para-a enfermara :
Jos, etcrtve de Joto Florencio de Olireira e Sil-
: febre.
Tero alia da enfermara :
Victorioo, eseravo de Francisco de Paula Br-
oe.
Obituario do da 24 di /lio, so cmite-
mo rdblico :
Catherioa dos Sollo Nobre, Pertiembuco, 88 tn-
noa, tiua, Afosados ; erysipeh.
Jurenal, Pernambuco, 9 aonos, escravo, Boa-
Vlta; eacil noa ratos do eran* o.
Maooella Joaquina do Naswmet to, Macei, 22
armo*, aolleira, Boa-Vista ; eolito septecemica
ulcerada.
Hsria Francisca da Cineeicao, Purahiba, 30 ao-
noa, aolleira, Boa-Vista; aoaza ca.
Feroaado. Peroambuco, 3U aoooi, aolteiro. es-
craro, Boa-Vista-; lotero colyte.
Manuel, Peroambuco. 7 dias, 8. .; os ; espasmo.
Maorjel, Pernambuco, 1 hora, trato Antonio;
espasmo.
-L
OIIRIO OE PERNAMBUCO.
decidir de ama duss horas : alafa bonlem An-
Ionio Coalbo pardea urna liada molatioba deast
forma.
a A molestia jl se rai estendeado por tora i
de miohai irmttt so foi accommeUida urna, e
todts as oulnt estio boaa : o Dr. Fructuoso
inda est inclume, porm os irmioa Dr. Jos
Boarentura Bastos, e Joaquim, furam atacadoa
benigna mente, e fleam em cooraiescesca.
Doro aecreicsntar qaa aioda contina o
mal, atacando poucas pessoss, porm ai que slo
agora atacadas, cam em peior astado do que do
principio.
Tenbo observado mais, que as mulheres sao
mais atacadaa que ea homant; porm em re-
acao morre de oito urna, o doa horneas de qus-
tro um.
c Temos tido tambera no grande mal; chore
da e ooite, eos rios estio pela* vaneas ; suppo-
cho que os acudes j se foram todoa ; nao afTir-
mo porque oio apptrece urna t petaos de fre.
Forera os acudes de aopeda cidade, Dio resta
man um que seja. Outra cousa bem aigoiflcati-
T* k q?e pov do Ic6 io0a Dao deu niei9 le"
?e orado de desespero j lodos estilo resigo adose
saiiifBiioa com a rootade de Dos.
c P. 8.
a Morrea o artista Norooha ; Bca mal o Jlo
Fiuza e o Thomaz da Csrralho.
a Morrea o Jacond : emfim, tem morrido
muiia gente, e oio ha familia ao Ico qae oio
etteja coberta de loto
r Estar reaerrada etta cidade ser o thealro
de sceoas iguaes ?
c Dos permita qae nao.
Anle o cholera
* Nada mais ha a dixer, porque de oda mais
se trata. Apessr disso a alfaodega lem tido bom
renflimeoto este mez. J passa de 55 contos, e
creio que iri a 70.
Este anno se eotolhtrt riionho para a pro-
vincia, que esperava boa safra em todos os gne-
ros de sua produccio, e grande dessovolvimealo
Xnaoa i Ula carita e oroaes do Cear a Rio
laatirae do Norte, afcaocaodo do primeiro a 19 a D9 ooojnief">'
<6e segundo a 22. nenbuma noiici teodo tido da Aproure, porm i Dos mandar-nos o terrivel
Parahiba, devido nio sabe-nos que. Foi por- f!sBeo, que grande obstculo vem oppor rea-
tsdor desasa noticias o vapor Jag aribe, da com.1",aCao. de.tio fagueiras esperances,
peona Perasmbucaoa. Nio dos qaeixemos, porm, do Ser Supre-
Cear,-O oosso correspoadeat i d z-nos o se- "J0. Por1ue se Os homens dSo estorvam o oosso
*1*oie: .progresso positiva mente, fa-lo negativamente
. cholera cahio de improvise sobre eata ai- cooeoiindo de bracos crussdos qae ramos de
asde. De Sucatinga taliou por ciritdo Cascsrel, ano em aono "cando sem o mo desembarque
A'jamz e Mecejons, e reio man festar-se so- 1ae temos, at que em breves lempos Oque de
taveoto da capital. todo aterrado o espa;o que ha entre s praia e o
Assim fui bom. Se vieste caminho dlreito,' rec'^9 as ultimas.mais o mar recuou 8 bra-
avancando gradual e lenlameot, multa gente 5as ,lnl da exiremidade do trapiche II!
saecumbiria ideia da aproximado do mal. | Se se aproveitasse os alicerces com que a
Utas querem qa o num.ro de victimas nature* ">s dotou oesse arrecife, pela forma
seja de mais de H; os menos ere lulo, entre os
cabendo sndia de hootem 51 '
J ve que para a populacodista cidade nio
e pouca cousa.
Dos fallecidos
que odiquei na mioha do Bm de Janeiro desie
anno. de certo Isl aio acontecera.
t Mas ha-de Irstar-se disso quando j nao
lioorer remedio, ou quando a obra costar o cn-
tuplo do que hoje custana I
Dos fallecidos sao : um honvi m, urna meoi- Andar assim, que bom andar.
n* e seis mulheres, isto alhoolen s seis horas ** Grande do Norte.Limitmo-nos aos se-
da tarde. Nada ael do que ocorreu de eolio 80tu'es trechos da caria do oosso corresponden-
para c, porque aioda nao sahi d cass, com re- 9, POfJuanto impossirel encontrar dados nos
ceio do ards manhia, que segundo dizem os Q- lorn*es da capital, i vista do exaretbamento em
lnos de HyppocTttes nio mailo lom oestes tem- 1"' ,e hsm '
pos epidmicos. Contioua o dosso bom iareroo, a abundan-
Pelo quelhe digo rer, que n bicho syrpa- cia reDa 'lOtla a provincia, especialmente no
tblsa mais com o sexo femeoioo. Nio lem mo ertiiOode se diz que a fartu'a iocrirel. Aqui
goslo. Estimarei que por lase acabe. do agreste os precos dos cereaes j estio mais
Dero ootar-lhe que quasi tolos os'aiTecta- modificados, mas nio baixos, como do sertio.
dos tem suecumbido I A tranquillidade publica excellente, e a
Isto mostrs que nao vem disrosto a ter con- """ca individual tambera nao rai mal: depois
placoes, e que quer por esle modo deseoga- d0i doua homicidios, de quelhe dei noticia, oio
nar os iocredulos.
Talrez tambem seja isso derl io oio terem
sido medicados com promptidao ; porque, s se
queuam depois de soCfrerem um e mais dias os
primeiros symptomas. e quando se resolver a
chsm ir medico, muitas vezes eses nio acodera
ao chamado, limitam-se a manda: Ibes da casa
algum remedio.
< Queodo a autoridade tem conhecimento dis-
coosta que mais algum se commetlesse. Acha-se
aberto o jury deata capital debsixo da presideo-
cia do juiz de direito ioterino Dr. Antonio Jos
de Alcovia : no flm da sessio Ihe darei, se me
forpossivel obter, um extracto dos trabalbosdet-
se tribunal.
a O cholera rai-ae proptgsodo na capella do
Cear-melrim, onde tlis est quasi extlncto, pa-
ra o resto do municipio. A villa e oseogenhos
to e faz recolher o enfermo ao h ispital, j esle 8tua,*o8 margem austral do rio j esto"iova-
tffi I qUe mrle conse!lueQ* Jr1"8'.fj_1,*ni mo"ido algumas poucas pessoas.
Por fallar em hospital querc contar-Ihe o
e aeobam de ioformar-me cet :a do eapelio
(leste estabelecfmeoto.
ounr de coadssao e prestar os soccorroa, ds
egreja aos muribuodos! Acaba d requeror urna
liceos presidencia.
dosso rirtuoso diocesano. S Exc scieote ditso
acaba de ordenar que no caso de necessidade o
chamassem qualquer hora do dia ou da noite,
que o acharia sempre prompto I
< Quaoto mais respeitada e acatada seria a
refigflo santa de Crucificado se todos os seus
ministros imitassem a caritativo prelado?
Da Babia chegaram tres mdicos eogajadoa
ait requisito do rice-presdeme dessa provin-
cia o Sr. Dr. Porlell, em virtud da que Ihe
hait sido [ella pelo Sr. comraeudidor Jos Ao-
tonio Machado, quando oa admisis racio interina
deata.
nesia cidade, de ante-honlem para hoje, morre-
ram urna meoina e urna mulber, que ae diz ter
sido da epidemia, e achara-se melbores as Ires
pessoas primeirameole atacadas.
i Nio se errar entretanto, se se ditser que, nio
obstante os novos ataques, a epidemia oesta pro-
inci deetiaa Mt*elmente; atsim como que
os estragos feito ata hoje nio tem a mini'ma com-
paracio com os de 1856. b
Communicados.
Circo-Grande Ocano.
8S
As primefras eapltaes da Europa tem risto .
mais distioctase insignes companhias Acrbatas ;
todas tem assistido aos maravilhosos espectcu-
los dirigidos pelos mais primorosos artistas no ge-
oero ; roaa cumpre coufessar. em oenhum dos
circos mais coohecidos e mais famosos se tem dado
um estes mdicos segu hoje para o Ara- nm todo, um ensemble permilta-se a expressao
*y do rapor Jaguanbe que conduz a presente lao-completo o lio perfeito como o que temos'
topsta-me que S. Exc. o Sr presidente da isto no circo grande ocano.
pTuriocia faz reunir boje em palacio todos os as mais famosas compaohas, se urna parte
mdicos existentes na capital, ofl.ia de accordar Prima oeste oa naquelle exercicio, i outra nao
ZTLT' Da,,me,,laas Q *e de em tomar oa conresponde com a mesma perWcao ; se a com-
.r'ann Cf V T aca4mM- ??"hia e1uesf a meffior, falbs com grande
-oao que S^ Exc. vista d) que te tem differenca a parte acrbata ; as damas oio tem a
passa do seus oaos, ser solicito em propor- agilidade; os clorrus aio ordiasrios ; finalmente.
contr a populasao indigente todoi oasoccorros M"s rezes, ou nunca, se observa um concurso
de que houver mister, completo e igual de todas as partes, que de uso
He preferlvel qus naja algn: gasto super- coostituem urna compaohia acrbata.
L alI^.p"re* ma '" 4 f ,,U de a)p,l_ Q"?' "nm-,iver "''ido com atleocio aos
casao de metos para aalvar-se. exercictos do circo-grande ocano naraaaaria.
a Em entes desia. oio se olha .ara o di.peo- mente observ,r que nio potslvel aSu
dio ds algomss dezenas decootoi de ria doa espectculo mais ig.al e .". perfeill
,nr i a Nio ha um s6 artista, que oio deixe marayi-
Os cofres sao do estado. Oeslsdo o povo.lhado e exttico o espadador
PAVTOnfi,u.T.d0;-w N'um amptathoatro prfmorosameote adornado,
t as noticias das oifferentes ^calidades em oomelhorasseio.com a ordem a mais regular
qrue se tem aprestotadoa epidem a sao asmes- onde os concorreotea encontrara todas as com-
nas que hariam quaodo Ihe diri|ii a mioba ul- modidades possiveis em semelhantes construccoes
,lm*r SpresenlS-Se hora nrofi. n.. --------u.*_.
O Pedro H publlcou
urna carta vinda do
ico, da qual do os trechos mais importantes
IetJ, 29 de abril de 1862.
a No cemiterio j4 se achara enterradas 421
moas, nio tocluindo algamas q ie se tem se-
pultado sem se poder tomar nota, e bem assim
outras que se tem enterrado nos suourbios da
cidade. Gootiai o mal, posto qi.e de tres diaa
a cenca tras mil pesseas e entrando
alguraas gravemente doeoles.
Morreram dous mocos oa fld
oatos do Dr. Fructuoso, que sio o lodr o Joio,
otonio Piulo, o Dr. Maooel Felitardo. o
presents-se hora precisa urna companhia.'na
qual nao ha um s artista, que nao provem por
todos ot meioa ao seu alcance agradar ao publico
que o observa, cooseguindo sempre o mais com-
pleto Iriumpho.
Vestidos com a maior propriedade, e com urna
riqueza, a que nada iguala, trabalham todos com
o maior desembarazo, promptidao, intrepidez o
coragem. r
A parte equestre, que a mais bem composta,
nesse numero presenta-se o mais ricamente ajaesids, e eosl-
oada com tanto esmero" como perfeico, nada
da idade, ir- a,,'*a a desejar ao espectador, aioda o mais ex-
geme.
Pode-se, pois, assererar, sem exsgorago :
SSl? Bacow!?* nlorS vKi MoDlero- Henrique tudo ptimo oo Creo Grandr Ockao.
IZn^rll' .psd,reoyir"4oio, .intooio Vian- Mas para obter urna comptohia to perfeita
- P-5 a S:* I"rUlhAerMd3 V- ^i g" & PP,40O- q foscos, que fadig.s
profeasora. a mulher do Jos Marcal o oio lem sido preciso empregar ? Eis o
a mulher do Osorio. urna lia sol- mrito de Mr. Rogers, director do circo,
rejas, a
WM irma,
teira
grande
que a
Correspondencias.
Sn. redactor*!.Teodo otiitotmeate oblido a
mioha demittao do lugar de delegad de polica
do termo de.Goianna, demiatio lanlat vezet por
ira solicitida, oio posso dalxar de protestar
pubiieameota o meo recoobociaMlo o grstidio
Para cm aquellas Dignos cidtdot o amigos, qae
oa diQlcil quadra porque ltimamente patsou
tquelle tormo uniram aoa meua os seus esforcos,
prodigtliaaodo-oio sempre do modo o mola fran-
co lenoroeo asna* tuxillos e tpoioa para o. ea-
piohoto encarga, de quo me baria incumbido o
goveroo da provineia, do all providenciar de mo-
do a etbarrtr o ptogresao da opilemia, e a tor-
otr meos desastroso ot estragos dalla.
Nao especiBesrei oa servidos prestados por ca-
da um daquellas meus amigos, com designarlo
de lugar e datas, porque isto, sobre ser demasia-
damente longo, ser-me-hia impossirel, porquao-
to a memoria oio poderla ser-me fiel s respeito
de relos que se pastsram em dias cheioa das
maiores e mais diversas oceupaces.
Eolretaoto, declarando ao publico, para quem
escrevo, que durante o cholera, qae ltimamen-
te larrou em Goiaaaa, onde era tnaeotao dele-
ga do, recebi as maiores proras d'amizado o do
adhesio, que fol-me dispensado multo apoio o
ajuda, e que fui testetaot>ha, do multa dtdi-
cago e servicos, lim-tar-rae-hei apenas a oscre-
ver aqui, oo que experimento a matar sstisfscio,
os oomes daquelles eidtdioa qao, booraodo-me
com tuts a miza ds, mt ajodaram ao dezempe-
aho da mioha difBcil commitaao, de que j ftllei,
a prettaram mullo boos o releraotea aorricot.
Eia ot oomes:
Dr. Jote Joaqnim Firmino, fre Egldio de Ga-
rissio, Dr. Flix Moreno Brandan, rigario Anto-
nio Rutino Sereriano da Canha, Dr. Jos Joaquim
de Souzs, cirurgiao Joio Domingoes da Silva,
Dr. Joio Juvencio Ferreira d'Aguiar, frei Enco
de StDl'Anoa Roque, Domingos Gamillo Mtodes
da Cuaha Azeredo, padre Diogo de barros e
.Iraujo, oadre Antonio Diaa da Cottt, protTessor
de Crutogy Maooel Felippe do Monte, Dr. Alee-
biadei Jote d'Azeredo Pedn, Dr. Americo Aira-
res Guimaries, espitio Vicente Ferrefra Coelho
da Silva, capilio Riyrauado d'Araujo Lima, e
outros.
Aioda urna rez coofesso o meu recooheclmeo-
to o gralldio a estes meus amigos, cujos nomes
ficam escriptos acimt, protestaodo-Ihea quefol-
garei de poder aioda um da slgaiflcar-thes os
seotimeotos que souberam dispertar em meu co-
ra^io agradecido.
Cora a publicacio destas lohas, Srs. redacto-
res, flear summameate grato o sstigoate e
contante leitor. %
Alexandre de Barros e Albuquerque.
Recife 13 de maio d# 1862
cu *nK *;
Praca do ttecife 24 de
maio de 1862.
\s (\uatro Uoras da Urde.
Colaces da junta de corretores.
Nao boureram coiac6et.
J. da Cruz Macedopresidente.
Joba Galissecretario.
.Ifaimetxa.
Rendimeoto do da 1 a 23. .
Idtm do da 24 ,
389 735*853
12.43a89
402.186*745
Movintenio da alfandetsa.
Velamos entrados eomfazendas.. 142
b aom gaooros.
Valimos sahidoa
c
com fazendaa..
com gneros..
143
== 265
110
582
^ 692
Descarrtgam no da 26 do maio.
Barca francazaTombelgeoeroa divertos.
Barca francaza Mara dem.
Barca ioglezaColinao reto.
Brigue italianoCrettoQoediraraot gneros.
Poncho italianoEvelinataiinha da trigo.
Barca iaglem Oueen of Ihe Soutfasendas.
Brigue bespaabolDous Irmioaviaho.
Barca fraocezaJeaa Parmeoiiermercadorias.
Brigue suecoErntltaboado.
Barca ioglezaBonitacarvo.
Barca ioglezaIrisdem.
Brigue inglezSilran dem.
Brigue hambuiguezRosaliuecarrSo.
Barca americaoa Azeliafarioha de trigo,
ttecebedorla de rendas Internas
ajera.es de Peroambueo.
Randimeoto do dia 1 a 23. 2325TS338
dem do dit 24 ...... 848*604
24:0995942
Consolado provincial
Randimeoto do ata 1 a *3. ; 35:050^198
dem do dit 21......: 2:5283319
37:578$8I7
Assucar-----------
*J.Ue '" .che*,r 0"6' proposito de mais perfeita delicadza"; "p'or iwV "sa'rriT
Sat ^ i,^- Ki qae eatao de to lo dapoQta- am todo. o. myslere. c m a h
dW. pois anda nao aalrar.m urna s pesso. oo quelles queestao sob suadiraccio.
attada lgido, embota se recoohec. os seus boas O corpu d. corcpaohis os rao
dessjos e esforcos que fatem.
O chofera zomba completamente da medici-
jpregados que
coottsotemente o tcomptohtm, e oa estregados
" iVe,!*"" IDuit0, 0M "! bRsileiros
croa ; rou cootar-lhe am caao. Utia mioha mo- le tido seoio occasio
Ittioht desengaada doa mdicos, e oo estado Rogers
desengaada dos mdicos, e oo estado
propiamente "lgido, frs como a oere, mioa o
dedos eocolhidos, as carnet despri galas,
'he serera ap^licadas dabslde o uttas
le carnpbora, genebra, albo, pro apto
t mait o que, recorr afiatl o expedieate
?*?, ,ob"-a do lijollos quntese botijas
- ilos stotapis-
>m braeaa rt-
-_ aogulile appt rece* rea-
dt? loaban *' "'* "*aM "-
ateto deesa
ria que
sies de recoohecer que
um perf-iio csralleiro.
nplo seguido escrupulosamote
nao
Mr.
depois e"d'K00MIdc'""'0 *r- Vso Ordeo, faz com que
nceoes i'"^em "' V? Ordoa merece.as sympalhits,
alio, e sm dos artistas ds compaohia de todos os em-
ex"
dVtjua^torrenlo.appliaodo^lbe mmli
.. JT^**"* d* muiloa caco s id
!"'**?;?" f ** guille appare
M malhor cora ate bi_^
^^ oigaitaabro : quo oo Gr4Ndb Ocbaho, entendemos queni pwlIcVmo
lornaiha Uaho nana sede, o tasto o o qua oerer, fazeoiojusiija ao mrito de
^. **** **>' do,., ,. amis a>a comparta U o dialiucla, por culo spparo-
Su!!' i! em l0 poWieo 1oe queola ot
etppctaculos, merocenlo por Isso lento o director
como o seu eecretario a beoerolencta das Drinci-
es autoridades ds prorocla.
Dando, pois.
provincia
os deridos
elogios
ao Circo
MtMieva-al4s>aas lio odoi%oo. dtzi
2SS
Bpragatia
am cata; uotarceiro dia
litoVoaai* Th' berRe
pdS! fgSouo?^
r. A uoetto j esti com 8 das. U i6,io.
|Khi aio se quena de oa la.
tfttNloMSfiiujoa i alteo; 0 tenl
------lB'aoar paaw ron Itado.
< Teo se dado muiloa casos f ilmiototea da
ppara,
cimento oeata ctpiltl damos justos emboras aoa
seas hsbiaotes ; porque lem na sua cidade urna
[fausta artistas, que por todos os tilulos faa
honra A sua ciaste, e assim convida e altbaos
ppiausos enthusiasticos e siaceros de am publico
qae i tabt ar aliar a recompensa-la geoertaa,-
meole.
G. 0, M.
PRAQA DO RECIFE
2 4 DE HAIOBK 18GS.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios Saccou-se sobre Londres a 53
5|8. 25 3(4 e25 7i8 d. por'o,
sobre Pans^ 365 ra. por f., so-
bre Hamburgo s 635 rs. por M
B., e sobre Lisboa a 110 por
cento de premio, elevndose
a St 100,000 oa ssques da se-
mana. Sobre o Rio de Janai-
ro saccou se de 1 a 3 por cen-
to de descont,
Algodao----------O desla proriocia reodeu-se do
i600 a 12J600 rs. por arroba,
o de Macai a 1 IjjSOO rs. pos-
to a bordo, a oda Parahiba de
12JS0O a 139000 rs>, tambem a
bordo.
O b-anco reedeu-se de 3jj000
a 4J200 rs. por arroba., o some-
boi de 2(700 a 2&800 rs., masca
rade purgado de 2250 a 2500
rs., e brulo de 1|880 a l90
reis.
Agurdente Veodeu-se a 508000 rs. a pipa.
tiouros-------------Os seceos salgados senderara
se 190 rs. a libra.
Arroz -----------O pifado da lo lia veodeu-se de
3000 t 3500 rs. e do Mtrs-
ohio de 3300 t 3f600 rs. por
arroba.
Azeite doce-------O de Lisboa reodeu-se a 3$300
rt por gtlio. a o do Estreno a
3*100 rs.
BacalhSo--------Rttalhou-se de 12*000 a 14$
rs. a barrica, cando em ser
3.500 barriejs.
Batatas Vendoram-aa a 28000 ra.
Bolaxinha Veodeu-se a 3j5O0a bsrriqui-
nha.
Caf--------------'- Veodeu-se a 8#500 ra. por ar-
roba.
Qh------------------Veadoa-ao de 2*250 a *M50 rs.
por libra.
Carne secca-------A do Ro Grande reodeu-se de
l700a 29409 rs. por arroba.
e a do Rio da Pratt de 118200
a 19800 ra., fieando em ser
90,000 arrobaa da primeira, e
. 51.000 da segunda.
Cwrao de pedta Vandeu-se 149000 a toae-
lsda.
Carreja----------Veodeu-se de 4000 a JOOO rs.
. duzia de garrafas.
Genebra- Voddeu-ee a 44)9 ra. t botUa, o
a 6|000 a frttquetra.
Louga--------------A iogleza renden se de 289 a
295 ra. por cenia- de premio so-
bre a (actars.
aateiga--------A fraoceza veodeu-se a 580 ts.
aliara, e a iogleza a 930 ra.,
fieando es ees mu* da 1.200
batata-
Maesas----------- Vao^ecatB>a a 49000 r*. a
i eaiat.
Oleo de Unaasv-Veadea-aa #|9< rs, porga-
Patias ^ ^ Tenilu-sea
Vinagra ----------
Vinho -..'_
Velas-------------
Descont -------
Frotes ------------
m fari-
Matheus
Queijos os fcmeogot radorea-ee de
, 1**00r**000rs
laboado- O de pinno'Tendeu-aa- t98CO0
_ ra. a duzia.
Toneraoo--------. o de Lisboa reodao-ee 17500
rs. por arroba.
O de rortugal. rendau-ao de
1209 a 1308000 rs. a pisa.
O de Lisboa vendu-se de
2609 a 2809 rs. a pipa, o o
de ouiros patzes de 21*9000 a
2129500 rt. a pipa
Aa de compotico readertm-
te de 680 t 700 rt. a libra.
O rebate de leltras regulo* de
10 a 18 por cenlo ao anuo, dis-
eootaodo a caixa filial cerca de
300 conloo de rea a des por
cento ao anoo.
Para o Canal a 40, do lastro
para Liverpool a 276, e do
tlgodio a 5|8 por libra.
Movimeiito oporio.
ui a L ^""w "Uradoi no dia 24.
HL"o!-P.h"l":3i dM- b,rca -lesna Azelia.
ae m toneladas, canteo Charles W. Kerlio;
qutpagem 10, carga 2,390 barricas co
dos de trigo e outros gneros;
Auslia & C.
Rio Grande do Sul26 dias, patacho nacios!
tapehy, de 170 toneladas, eapitao Man >*l Jo-
s "chado Pilho, equip>em 10. carga 9,000
arrooss de carne secca ; a Bailar & Olireira.
" i**"*04 **hido* ao tntsmo dia.
Lisboa e Portobsres Dtcional Marianna, eapi-
tao Maooel Jaciotho do Taires, carga assucar o
tguardente.
Babiaescua hotlsodezt Spculant, capitio Ny-
loo. carga parte da que Irouxe de Rotherdam.
Macelo o porlos intermedios rspor nacional
/ emnunga, commaodaate lloara.
Navio* entrado* no dia 25
Portos do norte.8 da e 1 hora, paquete a rapor
naciooal Jaguaribe, de 500 looeladaa, coin-
maodante Hauoel Joaquim Lobato.
... Naoio* taidos no mamo dia.
llht de Fernandobate brasaleiro i5roipa/o,
eapitao Heorique Jos Vuira oa Silra, carga
diO'-rentes generte
Harro pela Parahiba, e Rio Grande do Norte-
barca fraocezs Coiiony, eapitao Nicols, carga
couros o algodao.
Parbarca frauceza Sphirt, capilio Ribea. em
laatro. '
C,5r""L"CUDa u'"nirqueza Dorolhia, eapitao
J. Moho, em ltiro,
dembrigue hamburguez Otlo, capilio Hull-
mann, em lastro de tsauctr.
S. Thomazbrigue dioamarquez A/orto, capi-
em lastro.
lo Muller.
Editar s
0 Dr. Tristio da Aleocar Araripe, offlcial da im-
perial ordom da Rosa e juiz especial do cora-
mercio desla cidade do Recite, capital da pro-
riocia de Pernambuco e seu termo, por S. M.
I. e C. oSr. D. Pedro II, a quem Dsus guar-
de etc.
Faio saber aos qu6 o presente eiii.il rlrem e
delle noticia tirenyo, qae no dis 16 de junho se
ha de arrematar por reuda a quem mait der em
yrac publica deste juizo, umaetsa terrea oa ra
do Pillar o. 21, com ams porta e jan.lla ns fen-
le, duss salas, treaquartos e cozioha fora, e um
pequeo quintal murado com um corredor que
deita para a ra do Pbarol ou caes do mesmo no-
rye, avallada por 1:5009. a qual foro peobortda a
Zeferino Fernandas da Silva Manta por execucio
que Ihe move Antonio Manriques Mafre;
E nio harendo lancador que cubra o preco da
araliacio a arrematacae aeri feila pelo valor da
idjudicacao cota o tbatimeolA da lei.
O presente ser publicado pelot joroaes e alu-
zado nos lugares do coslume.
Recite 20 de maio do 1862. Eu. Manoel Mara
Rodrigues do Nascimento, eserirao, o subscreri
Tristao de Aleucar Araripe.
O Dr. Tristio de Aleocar Araripe, offlcial da im-
perial ojoem da Roaa e juiz de direito especial
dacjoadorelo dt cidade Jo Riecfe, capital
taaalBFajiUliHIeW de Purnamburo eu teroaro
bSjtS. M.l. e C. oSr. D. Pedro II, a quem Deus
auarde e.c.
Ftco stber aos que'o r/reseole edita) rirem
delle ooticia lirerero, qae no dia 16 de junho se
ha de arrematar por renda a quem mais der em
praca publica deste joizo, na sala dos auditorios,
urna casa de sobrado oa ra da Cadeia do Recife
o. 7, tendo duas portas na loja e doas janellas no
primeiro andar, com raranda de |-o, urna sala,
urna alcova e urna pequen sala no fundo, tendo
dito predio 16 palmos de frente e 52 de fundo,
araliada por 5:0009, o qual fora peohorado a Jos
Baptista Ribeiro de Faria e rai a prac* por exe-
cucio que Ihe move Barroca 4 afedelros.
E nao tiareodo lancador que cubr o prejo da
araliacio a arreraataeio se faro pelo ralor da ad-
judicagao, como de lei.
E para qae o pretente chegue ao conhecimento
de todot maodei publica-los e tfflxa los nos lu-
gares do costme.
Recife 20 de maio de 1862 Eu. Maooel Mara
Rodrigues do Nascimento, escririo, o sobscreri.
Tristio deAleocsr Araripe.
O Dr. Tristio de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial or lem da Rosa e juiz etpecial do com-
mercio desla cidade do Recife, capital desta
Siroriocia de Pernambuco e sea lermo, por S.
I. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a quem Deus guar-
de, etc. .
Faca saber aos que o presenta edital rirem e
delle ooticia tiverem, que oo dia 26 de maio se
i de arrematar por renda a quem mait der, em
pracs publica deste juizo, os sala dos auditorios,
os bens segnintes :
Urna escrara de nome Maris Isabel, crioula,
de mais de 40 aonos, aviada em 4009; um escra-
ro de nome Pedro, aogico, pedreiro, de mais de
3a aonos, araliado em 5508 5 urna mobilia de ja
caranda i Luiz XV, completa de um sofi, aralia-
d por509; duas cadeiras de braco, araliadas a
108,209; doze cadeiras, avaliaias a 69, 729-
duas ditas de bala neo, araliadas a 259. 509 ; urna
mobilia de jacrsndi compostt de um sofi, tra-
lisdo por 1009; dooa contlos com lampos de
pedra, avallados por 808 cada um, 1209; quatro
cadeiras de bragos a 209. 809 ; doze cadeiras aem
serem de braco, arsliadaa por 109 cada urna,
180; urna secretaria de Jacaranda com lampos
de pedra, avaliada por 509; urna commoda de
Jacaranda m 409.
* 0**" 6o PertD*en, < berdeireo do Ma-
noel fiuarquo de Macedo Lima, e lhes foram pe-
nhortdos por execugSo de J. P. G. KTdts. E nao
bareodo lancador que cubra o preco da aralia-
cio, a arremalacio teri feila pelo ralor da adju-
dicarlo com o abitimenlo da lei.
E para quachegue ao conhecimento da todos,
raandoi pasear edltaea que sefto publicados pela
imprenta o afilados dos lugares do costme.
Dado e patsada oesta cidade'do Recife, capital
da proriocia de Peroambuco, aos 12 das do mez
de maio de 1862, 41* da independencia e do im-
Ptrio do Braail
Bu Manoel Hacia Rodrigues do Nascimento,
eserirao o subscreri.
Tristao de Alencar Araripe.
- ----------------
THEATRO
DE
Santa Isabel
COMPADRA LYRIC1
M
Gf.MVUlNiV^G^U.
Qoarta-feira 28 de raaio de 1862.
7.a Recita da assigoatura.
I Due Poscari
PERSONAGENS ACTORES
Francisco Fosctti, dogo de Veneza. Sr. Orlaodioi
Jacopo Foscari, seu filbo. Sr. Tartioi.
Lucrecia Conlarioi, mulher delle. Sra. Stella.
Partes secuodariaa, coros ecomparcas etc.
Principiar s 8 horas em poni.
Os bilbetes readem-se no dia do espectculo.
O Director
DO CIRCO
GRANDE OCANO
DI
SPALDING l ROGERS
tem a atlisfscio de anouociar, que os artittts o
csrallos teem ioteirameote recuperado o seu an-
tigo estado normal, depois de urna looga viagem
procedeote de Nova-York esta eidade. em coo-
sequeocia do que as represantsedes da semsoa
Anda toroaram-se, mais propriamente dito, ons
eossios preparatorios do que o desenrolviraeoto
oa perfeicio arlislica, ao que tem.sempre aspi-
rado asta compaohia em toda a America do Nor-
te. Agora, pois. acbam-se os artistas prepara-
dos para receberem e merecerem os lourores,
que tao espontanea e benignamente os habitan-
tes desti cidade ae diaoaram cooftrir-lhes a ae
mana psssda durante tt poucas repreteotacoet
que liretam lugar.
As grandes scenas para
Segunda eter^a-feira
Maio 26 e 27.
Eotre outras ooridades pela primeira vez nesla
cidade, produzir-se-ha o
Salte para arriscar a vida
pelo Sr. Antonio, o qusl presentemente lem
cautado muita sensacio em Paria, debaixo do
nome de L'ECBELLE PERILANCE, e ero Loo,
drea, coohecfdo pelo nome do LEAP FOR LIFE.
Os jocosos, irresistireis e admirarefs
Gymnaslicos cmicos,
peloa comicoa dromios Srs. NEAL & ROGERS
em os quaes estes seohores se teem toroado ce-
lebres.
Urna sceoa Dgleza
De equestre nacional
intitulada INGLATERRA. IRLANUA e ESCO-
LIA, pelo Sr. Nathamel Rogers.
Urna muito irrisoria
Farca equestre
oa qual o Sr. George Sharp te tornar saliente.
E a graode
Gambaihola dobrada
pelo Sr. Jerry Worland, ajudado pelos acr-
batas
Sra. Kate Orhokd,
Sra. J. Woland.
Sra. Louiza Nobles
O joreo Carlos Fish
Sr. Ferdisand Tournuirr,
Sr. Theodoro Toirniaire,
Sr. GllLHERME Uuverna.
Etc., etc.,
te apresentario em trages adequados a persona-
gens qae'representam.
Na quinta-feira ir sceoa em
graode espleodor, a bella e bem
trabalhada pantomima feiliceira
equestre, intitulada
4 appariedo de uma cho-
va deprata.
Aviso.
Oesciaraeo^i.
6J000 rs. a cal.
Conselho de compras navacs.
Tesdo de ser promovida a compra, sob as con-
dlcoes do estilo.;doa objectos abaiso declarados,
perteocentes ao material da irmada. eoortda o
conselho aos qae pretenderem rende-los a apre-
senlarem tuas proposttt en cartea fechadat, do
dta 5 do correera mer at ss 1 hortt da m-
nhit.com as amostras dos meamos oftjectoe.
Para os navios da armada e arsenal de
___'*.'. twtrielia^
Wb,mstd slcatrio. 2t>gBTrsra de Hola de
esrrarer, e82 Itrroo em braoco, pautados, m ta-
^J *3 '", < K>, 25 de 1W>> tf
de ano.
Sanado fontolho de eomprtt naraea am' 91 de
ataio de 1869.o aocMtvrro,
Alesaadre Rodrigues doa Aojos
Clonsuladp de Franga.
De hoje em diante, pelot poucoa diaa qae a
companbia poder demorar-se oeata cidade, nao.
harer repreteotacoea ota quartts-feiraa e sab-
bados. para dar lempo a que se postara ensaiar
aovas pecaa, e por causa da OPERA LYR1CA.
Todas as noiles harer repreaeotacet, excepto
quartat-feiras e aabbadoa, e domiogua de tarde.
Por ordem do director geral,
W. T. B. Vas Orden Jumoo,
SecreUno.
Ayso* marHiMios.
Rio de Janeiro
segu com muit baeridsde o brigue nacional
Bscantador per ter ptrte da c^rga engajada :
para o quo Ib* taita, trata-te com oa coosigoals-
rtee Vlura, Amorim & Filbo, oa rus da Cruz ea-
mero 45.
Para
to conUraMCada com s artiaja 7! da aoorr oci.
a*a*t ooneaoid* e 1 ds di, o ata,, v. X
tetro o BrMil.e sPairapt, *#Wwa Ca, S
icio faa>publico qae o subdito, fraorts Jsits
IiMtz Wlecu^nlemttdi}.t(urca>. tm mmm
tegua com toda breridtde o palackto lactosa,
cS.Joaneiro, capitio:Joao Gaspar de Ollrclrsjl'
lem parte do oerrcgamenio prompto : para o re.
Bt.ir a1.*"' Vm C0I"I8"" mesmo,
Msooel Aires ffuarrl, oo com o capitio.
Para Lisboa segu com muila breridade o-
bngue < Porl Acliru. fea promplo a maior
paria do carregameolo. e para o resto quo wceba
r\,tie.,0U P,r" PM|t*lros, tos quaetoffereeoex-
Amlrl? Z'?m0-',ot : irtt"> "o Mcriptoriodo
c.mUa 1& i'?*0*' ,0" CrB1 *- >
Caramelo Ant,>0'0 de 0M,,M' >"
Lisboa
de por ter a maior p.,, d! *" *oa> Dr",f-
prompto. para cargad pa...'roi ""e',BeB,
t-m excellente, commol T. .,eP"m^^
tignatarlosP. S. R.bello& Filbo, ra "."aaoU
Para
n.8ue cc-rn breTldade o palhtboUfStnla Cruz.
C More*raC-rW ,r8,u-secom C.et.soC.d.
ero M D do Corf, s#0, "-
Para o Aracaty
o 5!.,5!C081 ,auarb" Pretende seguir .t
o dit 8 de jUDho por ter parlo da carga prompta
Creno P"Mero. O. r. dr,
*?.vi*z:om mM,re'Dordo-de,,oour
**m
-
COMPANHA BRASILE1RA
DE
MOTTBS l fIPil.
E etperado dot portos do sul at o dia 30 do
correte um dos raoorea da companbia, o qual
depois da demora do coslume seguir para o
portos do norte..
Desde j recebem-se passageiros, a engaja-ae
s carga que o rapor poder cooduzir, a qual *-
rer ser embarcada no dia de sua chegada.diohot-
ro a frele e encomm*ndas al o dia da sabida is
2 horas ds tarde : agencit ra da Cruz n. 1. ea-
eriplorio de Antonio Luiz de Olireira Aterreo
d C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
9tmnii nfm.
At o dia 3! do correte, esperado do
portos do Dorte o rapor Oyapock, comma&dan-
te o primeiro teoeole Antonio Marcelioo Pontea
Ribeiro, o qual depois da demora do cosame
seguir para os porlos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se
a carga que o rapor poder cooduzir a -qual dora-
r ser embarcada no dia de sua chegada, en-
corara" odas e dioheiro a frete at o dia da sabi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz o. 1. es-
criptorio de Aotonio Luiz de Olireira Azoredo
& C. .
iB
IK
M
Rio Grande do
Norte
segu a btreaca .Mara Amelia que j tem al-
gum ergs : quem quuer carregar dirfja-se s
ra da Csdeia o. .57, ou cem o mestre no trapi-
che do algjdao.
COMPaJIHIA PIRWMBICAIHA
DB
j\avegacocosleiraavajrF
Parahiba, Rio Grande do Norte, Rfat-
cau do Assu', Aracaty, Ceara' c
Acaracu'.
O rapor Jaguaribe, commandsnle Lobato-,
sahir para os porlos do norte al o A carac,
no dia 7 de junho as 5 horas da tardo. *
Recebe carga at o da 6 ao meto dia. Eocom-
mendas, passageiros e dioheiro a frete at o dis
da sahida a 1 hora ; escriptorio no Porto da
Mallos n. 1.
Lisboa e Porto
Segu brevemente a barca portuguesa crSym-
pathia, porque tem quasi toda a carga encaja-
da ; recebe para qualquer doa portos indludajq
qua Ihe falla e passageiros, obrgaodo-te oa con-
signatarios a dar pass*gem a aqoellesque trata-
ram para o ultimo porto, logo que o Dorio ebe-
gue ao primeiro : Irata-sa na ra da Cleia>de>
Recife n. 18.
Para IHaranhao e Par!
O hiato Gartoafrft, eapitao Custodio Jote Viao-
na, tratar eom Tatso A Irmios.
UHcOf*.
LE1LA0
A 27 do cor rente.
O agaoto Olirrira Nr]leiI8o por ordem sea
pretenea dolllm. Sr. cnsul de Frase* jssto>-
raente cem seu chaneelrer, secta eidads o s*>
respectivo consalado, precedida a cometeos
parlicipacio ao Iilm. Sr. iotpector da- allasdsg
com assisiencij de um empregada desta repsa-
tiqao para fitcalisacao dos direflos respectivos o>
oonta o risco de quem pertencer. da barca fas-
ceza Mari N colas, aatualmesls ets alaCe
comprortdo da aaa inoaregabilidade, e Ut qtta-L
se echa ancorada oeste porto.ssdo pode ter pro-
viamente examinada, com todoa ot aros appars-
lboa e mala pertteces teguado o inveolarv. sss
desde j se faculta para melhor intliifs;ia dos
prttendeoies ; e assim maisem lote separada dos
rireres rtttiotet mesma barca, cuja relacso
tari igualmente pttaDtoada:
Torca-feira MI
do correte, ro meio dia em ponto, oo indicado
consulado, alto oa rus do Trapiche o... tegundo
aodar.
LEILAO
DE
PASSA*.
SegUfi<1a-f>ira 26 o^eorrmie.
leste aiidade:aeguotlt
pelaa 10 borai da mattblt a *
nea defronte da alfandega.
do corrate
Mm doAa-


tmmtwmim
*

DIARIO M rtWrUMICO.
niBA M 01HO M HS.
2 armazens de ped *a e cal
O gente Pealaos complenteme ile autorindo
vender! en leilao por conu de quem perteDcer
um armazem na roa da Moeda n.', con 33 pal-
moa de (rente e 133 de fundo, e un dito do For-
te do Haltoa junio ao trapiche d > Cunta d. 6
om 35 palmoa de (rente e 125 de i indo os quies
ae correapondem pelaa porta* di fundos as
quies devjde im pequeo chsguiio, sao cons-
trnidos recentemeole com excellenles materiaes
promptoa a poder-ie edificar librado de uo*.
en done andares por i acharem tuavejados e oa
aliceres* seren frmalos para hu. Os prelen-
dentes que os qniterem examina' podem diri-
ir-ie ae agente aciaaa qne a 1ud>n os satisfar.
Tari lagar o leilao lerca-feira 8 'lo corrente pe-
las 16 fieras da maeha do meses< rniazem da
ra da Moeda n. 7, _
INPERUL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
Bous escravos e ta parte do sobrado n. 13 da
ra da Senzala Nova.
Quarta-feira 28 do corrente.
Antonio Carlos Franciaco da Silva (ir leiiio
apor intervencio do agente Pinto, e para paga-
asento de seus credores de dous aeraros e tima
quera parle do sobrado o. 13, da ra da Sen-
sata Nova 1 hora da tarde do da cima men-
cionado no eacriptorio do referido agente, ra da
Cadeia -o. .
LEILAO
BE
Um piano forte,-urna rica mobilia de mogno,
-guarda roupes, guarda vestidos, cama fraoce-
a de ferr, cpula, toilet de mogno com pe
Ora e espelbo, secretaria de n.ogoo, appara-
dores, mesa elstica, commodan, cadeiras, me
as, marquetas, lavatorios, candelabros, ser
pentioaa, jarros, um relogio, um apparelho pa-
ra cha, um dito de porcelana | ara jantar, co-
pos, crystaes, um selim ingles 5 muitos outros
objeclos. Tu Jo em bam estado,
t
i
Luis Gomes Ferreira tendo de ir a corte, far
leilao por interveocao do agente- i^ioto, de todoa
os seus movis existeotes em sua asa de mora-
Principiar as 10 horas.
meio-pendonistas
do estado a
Ntste estabelecimeoto, I ras da Aurora n. 50, recebem-se penciooisUs e
tl a idade de ifi annoa, o estudantes externos da toda a idade.
Ascondices Ja admisso variam segando a classe do recipiendo e a na taraza
que se destina.
O ruino, que alli se recebe, o eeguinte :
Prmairaa lettras, eomprebendeodo leirora, calligraphia, pelo systems de Adler, arilhmelica
as 4 operaedes), doutrina ebriala e elementos da eivilidade, grammatica portuguesa e nocoea de
geographia ; lioguas latina, francesa einglesa, geographia e hiatorie, ihetorica e potica, pniloio-
pfaia racional e moral, aritbmetice (at logarilhmos) e geometra.
Bati creados, alero diato, dous cursos, nm de agricultura e outro de commercto, que aereo
aterios logo que haja alumnos.
O edificio em que fuocciooa oImperial Iostitutotem as acommodacoea oecessirias para
receber grande numero de pendonistas, e pelo sen estado de aceio e pele aituaco preenebe a to-
das as condicedes de hygiene de commodidade para oa alumnos externos meio-pencionistai.
O director do eitabelecimento, que ha cerca deoito annos se tem votado ao enaino da mo-
cidsde com toda a dedicsco da que cspsx, tendo recebtdo ltimamente da S. M. o Imperador a
honrosa dislioeco do nio dss srmas Imprtaos, e do titulo de Imperisl para o sea dito esta-
belecimeoto. que j entrn no qnarto aono de existencia, eompreheode que deve envidar todos os
eas ex [orcos para manter ao Inatituto o crdito qe tem edqnirido. ,,
Aluga-se
o sobrado de um andar na ra Direlta
n. 45, com ditas boas salas, quatro
quartos grandes, cosinba fora,
ra a ra, botando o fundo
torre da Fenba : a tratar
na
O retratiaia americano
O retratiaia americano
O retratista americano
O retratista americano.
Boa do Imperador *
Ba do Imperador
Ruado Imperador
Ba do Imperador.
Novos eatyloe de ambmlypo
Novoa estylos de ambrotypo
Notos estylos de ambrotypo
Novos estylos de ambrotypo.
Ifuito baratos
Muito baratos
Muito baratos
Muito baratos.
Lindos carlees de visita
Liodos tartdee de viaita
Lindos carioca de visita
Liodos cartoes de visita.
RA NOVA N. II AI\TIG\ LOJA FRANCEZA
DE
mhu
LEILrO
DE
Urna casa com 6 janellas e 2 po toes oa (rente,
com 3 tilas, 7 quartos, um grande trrico ou
capia, portas e janellas nos oitdes, grande
quintal, cacimba, cocheira e estribara.
Quarta-feira 28 do correte.
O agente Piolo autorisado pelo Sr. Raymuodo
B Laiserre que retira-se para Europa, far lei-
lao da caa de campo sita ua Ca|iuoga porto do <
Lasserre, penltima caa ao lado direito de quem j
vae para o rio, 1 hora do dia a:ima menciona- j
do em leu escriptorio ra da Cadnia n. 9.
LEILAO
Este grande e bem montadoestabelecimento acaba-de receber de Paria, um gran-
de e variado aortimento de faiendas e srtigoa franceses, os qnaes offerece a eoocnr-
rencia dos respeitaveis habitantes desta bella cidade, onde escontrario sempre um
grande sorlimeoto a eacolha em que possam satisdzer seus caprichos, por menos 10
por cento do que em outra qualquer parte, a ssber :
Quarta-feira 28 do correte.
O agente Pinto far leilao a r querimento dos
curadores fiacaes da masaa fallid i de Jos Anto-
nio Soares de Azevedo e por mar dado do Illm.
Sr. Dr. juiz especial do commer io das dividaa
pertencentes a mesma maiaa, s 11 horas do dia
cima mencionado em seu sscrir. torio ra da Ca-
deia o. 9.
LOTEFA
DEPOIS D'AMANHA'.
Quarta-feira 28 do crtente ser ex-
trahida impreterivelment 3 a segunda
parte da segunda lotera (> concesso) a
beneficio do Gymnasio Pernatnbucano,
no consistorio da igreja de Nossa Se-
nhora do Rosario de San te Antonio. Os
bilhetes acham-se a venda na respectiva
thesouraria ra do Crespo n. 15, e as
casas commissionadas ra ia luiperatriz
loja de ferragens n. 44 de Sr. Pimen-'*
tel, praca da Independencia n. 22 loja
do Sr. Santos Vieira, ra Oireita n. 3
botica do Sr. Chagas, e na ra da Ca-
deia do Recife loja do Sr. Porto.
Os premios de 10$ at o de 5:000$
serio pagos nesse mesmo dia da extrc-
elo de 1 hora da tarde em diante, e os
outros logo que se tenha ieito a distri-
buirlo das listas.
O thesonreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Msica.
Instrumentos completos do chaves e
spiaton para msicas militares, do primei-
ro fabricante de Pars, Gaatrdt Aio. e com
muitoi melhoramentos tanto em elinsco
e belleza como pela facilidade coro que se
prestam ao artiata, tambera existen) oes-
tes eslabelecimentoa outros muitos instru-
mentos avulses do mesmo fabricante um
grande sorlimeoto de violos de diversas
formas e precos.
Para carros.
Guaroicdea completaa pira arreios de um
e dous cavallos, braocas e amarellas, fer-
rageos para carroa de todaa as qualidades,
molas, galdes largos e eatreitoa, vaqaetaa
francezas com lustre e sm ella, sedas pa-
ra forro, laolernas de todos os precos etc.
Espetaos.
Grandes e pequeos de diversos tama-
nhoa com molduras pietae e donradas
muito proprioa para ornamento de sala,
seodo os vidros muito grossos e da pri-
meira qualidade.
Grystaes.
Candelabros de 4 e 5 laxes, serpentinas,
laoternaa com piogentea e aem ellea, ro-
domas de todos ostamanhos para imagena,
mangas para laoteroaa e candelabros de
todos o$ lmannos, vidros para eapelhos,
clices para tinbos e licores ele etc.
Porcelanas.
Apparelhos e meios ditos para jantar de
muito fina porcelana branca, vasos para
flores etc., etc.
Luvs de pellica
do verdadelro fabricante Joovin & FUhoi,
ponto cerlo daqui em diante sonde se en-
contrar aempre variado sorlimeoto, bran-
cas, de corea e pretaa, para homem e se-
nhora, rebebidas por lodos os vapores fran-
cezes.
Para noivas.
As mais elegantes e mais ricas capellea
com ramos para o peito, que com orgulho
asseveramos ser o melhor qua aqu tea
vindo oeste genero.
Poma i a a retalho.
Em latas igual ou melhor do que a que
vem em jarros, amarella e co"r de roa,
rende sa as libras, quartas e at nma on-
ce. Esta pomada torna se de muila van-
tagem porque dispensa de compnrem va-
sos em que se di nao pequeas qaantias
quasi que s pelo vaso que a contem.
Encerados para cobrir
mesas.
Largos e eslreitos com mnitos lindos de-
sentios a 1*200, 1>500 e lf o corado, di-
tos prelos e de cores muito grosso para,
(or o de carros.
Photographia.
Machinas francezas e americanas dos
melhores fabricantes deste geoero, vidros,
e lamioas de cobre para retratos e, um
grande aortimento de paaaepartoua a ai-
xiohaa, drogas para trebalbar aaa 'udoi o j
proceaaoe de pholograpkia. mSnalJtJo
daguerreotypo, tambem se collocam retra-
tos em caixiohaa, passeparlous a molAiras
de madeira, mudam-ae os- que estiverem
mofados, fleaodo perfeitameute boos.
Posto que o Sr. Joi Maria de Oliveira e
Silva que foi guarda do Gabinete Portoguez de
Leitura, esieja pertinez em nao attender ao pe-
dido que se lbe ha feilo por este Diario em di-
versos aonuncioa, para comparecer a ra do
Creipo, loja n. 20 A, em um doa quaes se lbe
diss que por este Diario seria declarado o mo-
tivo, pelo qual o Sr. Oliveira chamado, com
ludo ainda ae eapera que o Sr. Oliveira e Silva
reflecliodo no desar que lhe pode trzer a pu-
blicidade do motivo porque tem sido chamado,
se apressari a comparecer referida loja.
*$$ es mmmuG*
^ Hontem a noite 19 do corrente maio, A
a entrada do circo americano, perdeu-se
um relogio de palete ioglex deacober- *3S?
fp to, e com a caixa do fundo liso teud @$
fe no centro um pequeo circulo com o a
. desenbo de um cioto seguro com uma t
?B flvels, do fabricante Leuis WooK, sop- jp
*J^ poe-se que a eotrada quebrara a fita A
jiK que o segurava ao pescoco e que sahio-
P do do bolso peto impulso cahisie no *
3 chao: quem achou e quizer entrega-lo A
m a teu dono pode.leva-lo a ra do Tra- Z
? picho n. 4, primeiro andar, qae aera *
fip gratificado generosamente. @!
indo de
sobre a
loj do
mesmo.
Jos Ferreira Veiga, portuguez, retira-a*
para a Babia.
Preclsa-se de nma ama de meia idade que
d conhecimentode sus conducta, para corinhar
e (azer o mais servico da cass de um moco sol-
teiro : a tratar na ra da Moeda oo segundo an-
dar do segundo sobrsdo do lado da ra do Amo-
rim entrando pelo oito da atfandega.
Procurador geral.
A abaixoassigoado, viuva de Marcelino Anto-
nio Pereira, ftz sciente ao publico o eepecialmeo-
te aoa seus credores e devedores, que nesta data
tem constituido seu procurador geral nesta praca
ao Sr. Or. Joaquim Borgea Caroeiro, com quem
o'ora em diaote uoa e outros se devem entender
acerca do que Ibes for mister. Recife 22 de maio
de 1862.
Rila Jeronyma de liendooca Pereira.
F. W. Quist retira-se para (ora da provin-
cia.
Aluga-se am sala propria para escriptorio,
os roa do Imperador : a tratar com Policarpo Jo-
s Layme os mesma ra n. 45.
Roga-ae ao Sr.-Hanoel Gomes ds Silva ter
a bondade de vir concluir o oegocio que muito
bem sabe, no praso de 8 das, pois o msis que
pode esperar, na ra larga di Rosario o. 33 Re-
cife 26 de maio de 1862.
Aluga-se um primeiro andar na raa da Pe-
nba com (undos oa ra Direila n. 9, e a loja :
tratar no mesmo.
Pinto de Soaza & Bairo mudaram o seu
escriptorio da ra da Craz n. 24 para a mesma
ra n. 30.
Impossivel de despedir-me pela rapidez da
minha vigem de todas aa peaaoaa que me teem
honrado com sua confiaoca e amizade, rogo-lhea
de me perdoarem esta falla involuntaria, e offe-
reco-ihes os meus poucos prestimos em qualquer
parle da Europa onde eu me echar.
Carlos Fiedler.
. Luiz Soares, subdito portugoez, retira- se
para fora da provincia.
Preciia-ae fallar com o Sr. Jos Josqoim
Ferreira Paiva na rus do Rosario da Boa-Vists
o. 41.
Os Srs. devedores da loja do finado
Antonio Franciaco Pereira, queiram vir
pagar saas dbitos na masma loja ra
do Crespo n. 8 A.
de portuguez, latim, ioglez e (rancez em casis
particulares, sendo ingles o (rancez pelo metho-
do de Olleodorff, nico capaz de ensinar a (aliar
e traduzir em pouco lempo com per(eico: ra
da matriz de Boa-vista o. 34.
Attenco.

No domingo 20 do corrente, fortsram de casa
de Manoel Teixeira Basto, na Passagem 4a Hag-
dilens, um relogio de ouro do syslema moderoo
de dar corda por cima aem auxilio de chave, foi
(arlado juntamente com urna cadeia de euro,
cunteodo uma chave quebrada. O prejudica-
do nSo se records do nome do autor, e o numero
do relogio e'7851, e por isso apenas com sig-
naes, pode iodicsr ser de bella apparencia, des-
coberlo, e com um vidro bem saliente em gros-
sura. A quem quer que o descorir se agralifi-
cara generosamente.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos rmaseos do caes do Ramos ns. 18 e 36 e
os raa do Trapiche Novo no Recife n. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
receotemeole cbegsdo e 14* s Ista de 5 galdes,
assim eomo latas da 10 e de 5 garrafas a em
gsrrsfas.
AttencaO.
Um moco que deixou le continuar
com seus estados por falta de raeioa por
ter ama boa le tira e eeereter cim acer-
t se offerece aos illustre acadmicos
desta faculdade para eicr i'er algumas
oosiilas mediante uma i aga menaal.
Tambem enteode de eaeriituracao e ae
offerece para fazer algunas escripias
ambulantes : a tratar na na da Cadeia
do Recife o. 28.
- Quarta-eira 28 do corrente de-
pois da audiencia do Sr. juiz municipal
da segunda vara tem de ser arremata-
dos dous sobrados e uma casa terrea,
citos no largo das Cinco Pontas, avalla-
dos um dos sobrados por 6:500$ e o
utro por 6:0t 0$ e a caa terrea por
2:700$, foreiros a camai de. Olinda,
pertencentes a viuva e berdeiros de
Marcelino Antonio Perei *a por execu-
co do bacbarel Manoel ( entil da Costa
Alves.
Para escriptorio,
Primeiro andar da ra da
Cruz n. 24.
Aluga-ie este primeiro anda : a tratar na ra
da Cadeia o. 57.
Idus Hil,, subdito helga, sua inolher
. etrea nios, um de 16 annoa, ou-
lulroaS, retiran-se pira fora do
Deseja-se tallar a oegocio com o Dr.
Amerito Femando Trigo de Loureiro, oa
ra do Crespo o. 17.
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Guimsres avisa ao res-
peltavel publico, priocipalmeote a todos os seas
fregueses e amigos, que se mudou da loja da
aguia de ouro da ra da Cabug para a ra do
Crespo n. 7, para a bem coohecida o amiga loja
de miudezas que foi do fallecido Jlo Ceg, boje
ser corjhecida pelogallo vigilaote,e pede ao
respeitavel publico e aos seus fregueses e amigos, j
que o queiram procurar oo dilo estabelecimeoto,
onde acharao um grande aortimento de miudezas, |
queaffian^a servir bem e vender por menos dez
ou viole por cento. do aue em outra qualquer
parte
Precisa-sede uma pesso que queiracobrar
dividas no malo, daodo fiador ana conducta : a
tratar na ra do Queimado n. 45.
Criado.
Aluga-se para criado um mulato de
18 annos de idade, muito fiel e que sa-
be fazer todo servico de uma casa : na
ra da Aurora n. 46, primeiro ardar.
SOCIEDADE
JUQKDia Mi IPMiIIJM).
Em vutude do srl. 35 sao cooviadas iodos os
irmoa para sesso ordinaria, que ter lugar no
domingo 25 do corrente, aa 10 horas da m>nha.
Secretaria da aociedade Amor ao Prximo em
21 de maio de 1862.
Theodoro Orestes do Patrocinio.
Prfmeiro secretario.
- Preciss-sedeum feitor para um sitio perto devedores ate segundo aviso por este
desta cidade, e qae saja portuguez : quem pre- jornal. Recife 14 de maio de 1862.
tender, dlrija-ae a ra da Cruzo. 43
Precisa-se de umeaixeiro que tenha hab -
litsedes para tomar conta da uma padaria, e que
d conheciment> de sua conducta : na ra do
Raogel n. 69, deposito.
Na travessa da ra das Cruzes n.
2, pjimeiro andar, tinge se para todas
sa cores com presteza e com modo preco.
O sbaixo anignado previne a quem coovier
que como proprielario do terreno em que se acha
sits a csss o 24 da raa de Joao Faroaodes Viei-
ra, eat reaolvMo e prompto a compra la prego
por pre;o, caja preferencia ou prelsccao lhe ga-
ranta neasa qualidade a ord. liv. 4 tit. 38. Assim,
pois. para qua a todo tempo nioguem se chame
s ignorancia dessa resoluco do abaixo sssigoa-
do, uma vez que agora ae trata de alienar a dita
casa em choa foreiros. deade j isso se previne.
Recife 22 de malo de 1862.
Eduardo Prancelino Pontee.
Mora es Filho avisa aos seus deve
dores nesta praca que ha autorisado por
procurarlo ao Sr. Joaquim Hugolino
. da Silva Fragozo para cobrar amigavel
e judicialmente de todos os seus ditos
Ama de leite
Preclsa-se de uma ama de leite aue nio tenha
filho: no Forte do Mattos, becco da Bola n. 14.
Asphalto.
M. L. Coelho de Almeida, primeiro e uoico as-
pbaltiata nesta provincia, traosferio seu escrip-
torio para a travessa do Carmo o. 10, onde ou-
tr'ora estove : abi recebe eocommeodas* para oa
productos de aua fabrica, como aejam : calcadas,
lerra^oi, soalbos de armazeos a caaaa de morad',
encanamentos d'agoa, rodaps, degroa de asea-
da, e oatroa mistares a que applicavel o aa
phalto.
Mez de Mara a \$.
Vende se na livraria n. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia o livro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos missionarios
capuchinhos aljs
Os hachareis Manoel Firmioo de afelio e
Pedro Alfonso de Helio tem o seu escriptorio de
advocacia, na ra do Rosario estrella o. 27, pri-
meira indar, onde ierao encontrados todoa oa
dias uteis daa 9 horas da marjhaa s 3 da tarde.
Encarregam-se tambem para qualquer ponto da I
provincia de defezas oo jury, e de quiesquer
outras pendenciss judiciaes, aQancando aquelles
que ohonrarem com sua cooOaoga o msior zelo
e aclividade no desempenho do seus deveres.
Fora da horaa cima indicado, podero ser pro-
curados Descasas de sus-residencia ra da
Imperatriz n. 86, e da Aurora n. 46.
Noridade
Ameodoas coofeitadas, sortee das mesmss, pa-
pis com estalo, todo muito novo, vende-se por
meos do que em outra qualquer parte : na ra
da Seozala Nova o. 30.
O Sr. empregado publi
co que recebeu differentes
quautias para pagameatos de
objectos de sua repartico e
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existam em seu poder como
leposito, alias se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prx>va a existencia
deste negocio.
Nesta typograpbia precisase fal-
lar ao Sr. JoSo Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
AUencao.
O Sr. Antonio Tristode
Serpa Brando tenha a boo-
dade de apparecer na loja do
Germano, na ra Nova n 21.
xmmmm immmiimmm*
Saques sobre Portugal. U,
O absixo assigoado agente do Banco g
Uercanlii Porluenae nesta cidade, aaca 8
effeclivamente por lodos os paquetes so- o
ble o mesmo Baoco para o Porto o Lis- |
boa, por qualquer somma avista e a pra-
zo, poiieudo logo os saques a prazo serem
descontados no meamo Banco, na razio
de 4 por canto ao anno aos portadores
qua assim Iheconvier : as ras do Cres-
po n. 8ou do Imperador o. 51.
Joaquim di Silva Castro.
de Santo Amaro n. 40: a
da viuva Amorim & Filho,
SilvinoGuilherme de Barros compra escra-
vos de ambos oa sexos : na ra do Imperador n.
79, primeiro andar.
Casa para alugar.
Aluga-se a da ra
tratar no escriptorio
ra da Cruz o. 45.
Re'pondo ao sonando publicado no Diario
de Peroambuco de 21 e 22 do corrente, em qae
pede noticias de D. Victoria Mara do Sacramen-
to, mi de Joo Nepomuceno de Farias, j fale-;.
cido no Rio de Janeiro, ou as sobriobas deate D.
Claadina e outra. lhas de Uanoel Diaa da Fariaa,
e D. Frautltca Tellea de Mnezea, tenho a dizer
que existem Claudios e Thereza, filhaa de D.
Francisca Isabel Cesar de Menezes e Manoel Dias
de Psrtas, e sao netas de D. Francisca Telles de
Uouezei, seodo Claudios casada com Jos Mar-
lios Das, morador na ra Bella a. 34, e Thereza
casada com Lidio Alerano Bandeira da Mello,
morador na mesma ra n. 22, e nao coma que
hajam outros prenles.
Jos Flix dos Santos.
FRREA
im de bagar de Italia nove italianos,
4fl quses h offereeem psra t/aba bar nafta cidade
oa fora dalla, ha vea 1o entre al aa alnas ae en-
Agencia de pasaporte.
Claudino do Reg Lima tira passaporta para
deotro e p,ara (ora do imperio com presteza, e
commodo preco : na ra da Praia n. 47, 1*
andar.
- fjma pesaos habilitada no enaino de primsi-
raa letras, laiim a francs, aa prope a exerce.r
eaaaa disciplioss em algam engenho pouco dis-
tante deita praca : quem careear dirija-se a eata
typograpbia, oa as Cinco Ponas o. 110.
Ama. .
Preeiss-se da ama saalher torra ou escrita
para ama.ceaa de pouca familia e que sirva para
ledo o eervtco: aa raa do Queimado a. 3* loja
da f aseadla.
Hotel inglez
3Roa do Trapiche3
Acha-se de novo completamente montado es-
te antigo estabelecimento e prompto a receber
passageiros s qualquer hora do dia ou da noite.
Todo o servico feilo com promptidao, celo e
baratexa, havendo no estabelecimento interprete
para paaaageiroa inglezea, francezes, bespsnboas
e allemies.
Recebem se pensionistas e slogam-se qartos
por semanas ou por mezes, gsraniindo-se o me-
lhor servico possivel.
Timbera no estabelecimeoto apromptam-se
jaotarea e almocos, aaaim como d-se comida ps-
ra fora, envidando o dono do hotel todoa os ex-
torcos psra bem agradar as pessoaa, qua o hon-
raren) com as tuai freguaziaa.
No intuito do preencher uma lacena tao aeo-
aivel a nma capital lio commercial como a do
Recife, nao ae pouparam deapesas e exforcos.
i anm de ser collocado o hotel inglez no boa p,
em qae ae acha. Agora s a aaimacao do pu
blico poder fazer medrar am euabelacimaaio j
la o reclamado pelaa necessidadee commerciaea
di nosss praca.
Alugs-se por 10 snnos.e mais, e por escrip-
lurs, aerando oioquilioo, uma loja aa praca da
Boa-'.'ala e principio da roa de Arae, ptima
para oa." ealabeleclmento commercial a tratar
com o Sr. Pedro Rodrigues de Soasa aa raa Au-
gusta D. 4, aaaBBBeaWst*m")"*J.
Antonio Cosario Moreira
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ra da Madre
de Dos n 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora.
chun bo e salitre e affianca a
boa qualidade destas merca-
dorias por srem de primeira
qualidade.
Casas para alugar.
Segando sndsr da cass o. 12 da raa do Eocao-
tmenlo, loja n. 33 da ra do Vigario, com ar-
micio pira taberna : a tratar na ra da Cadeia
do Retiren. 33.
Preciia-se alugar urna escrava de
boa conducta e co*tumei para o servico
nicamente interno de casa de familia
que saiba engommar e especialmente
cosinhar : a tratar na ra da Aurora so-
brado n, 38.
Aluga-se o terceiro andsr do sobrsdo o. 37
ns ra do Amorim : a tratar na roa da Cadeia
o. 62 segundo andar.
Preciaa-se de urna ama psra cosinhar: na
roa do Caldeireire n. 60.
Precisa-se de um cozinheiro qae seja de
bons costumes : na raa Formse, sobrado de um
andar n. 17.
o Sr. Jlo Crrela Carneiro tem ubis carta
as ra da Cadeia a. 3, segunde nadar.
Bastos & Reg
Acabam da receber uma grande quantidade
de camisas inglezas, com peito de linho pregas
largar e por aer grande a quantidade tomo a
de!ibera5o de vender pelo diminuto preco de
300,000, 36S00O, -SOOO, a duzia : na ra nova o.
47, juoto a Conceiclo dos .Militares.
C0J1PAMIIA DA VIA
M
Recife ao Sao Francisco.
De conformidade com as instruccoes recebidss
da respectiva directora, faz-se publico que des-
ta data em diaote sao convidados os accionistss
desta compa'ohia a eumprirem com oa termos do
aviso que por ordem da mesma abaixo fcam pu-
blicados.
Escriptorio da companhia 20 de maio de 1852.
Por procaracao de E. H. Bramsb, Ihesooreiro.
AssigoadoR. Austio.
COMPANHIA DA ESTRADA DE FERRO
DO
ao Sao Francisco.
(limitaoa.)
Lines
de frsncez, inglez, grammatica poilngaeza e arl-
thmel.ca aoa que se dedieam ao commercio, daa
6 as 9 horas da noite ;.toma-ae tambem Mecas
em easaa P'rtwulsm daa ma.maa materias : a
fallar na raa do Cibag o. 3. legando andar.
Guiseppe Maestro e sea criado Gio BalU
Trabuco e Barlholomeu Campodomico aubditca
italianos, retiram-se para Europa, levando em
sua companhia o seu criado.
Sala para alugar se. *
Aluga-se uma boa sala muito fresca e com en-
trada independente no primeiro andir do sobra-
do o. 27 da ra tatreita do Rosario : a tratar oa
ra da Imperatriz o. 86, primeiro andar, oa na
ra da Aurora n. 46, primeiro andar.
Preciaa-se de urna ama : no paleo do Terco
n. 12, segando andar.
Na padaria da ra da Soledsde a. 13 pre-
cisa-se de am homem para massaira, issim cerno
de am rapas para caixairo.
A abaixo assiguada deelsra deade ja qua
nao consentir na venda da casa sita na Solada-
de ra de Joo Fernendea Vieira, pertencente a
abaixo aaaienada aao aoa marido Jos Americo
doa Santos Forle, e como constaste que este es-
lava em negocio com a dita caas, fsz o presenta
annuocio sob pens de nullidade na dita venda.
Recite 22 de maio de 1862.
Bernardina de Senos.
Nesta typograpbia precisa se fal-
lar ao correspondente do Sr. Dr. Anto*
nio Borges Leal.
Uma ama com bom leite e aem filbo, a tra-
tar no aobrado do norte da fabrica do gas, a
belra do rio.
Os senbores que teem penhores ns mo do
Sr. Saolos teoham a bondade de os vir tirar at
o prazo de 8 diaa, seoflo sero vendidos.
Jame Oliver vai o Rio da Janeiro.
Victorino Joi de Soaza Travassos, seus
Olbos e genros de todo o corsco agrade-
cen aa pessoas que se digoaram assisllr os
ltimos suffragios da aua presada eeposa,
oie e sogra, edeoovo as coovidam para
a musa do stimo dia ns capelle do cemi-
teno publico s 7 horaa da manhai do dia
26 do corrente.
Eduard F. Wiiaon Jnior e sua familia vai
s provincial do aul.
Precisa-se de um csixeiro psra padaria que
teoha pratlca da mesma a que afiance a ana con-
ducta : na ra da Senzala Velba o. 94.
Preciss-se de um menioo de 12 a 14annoa,
que tenha algama pratica de taberna : ns raa do
Amorim n. 17
No dia 14 para 15 de maio do correte an-
no fugio do eogenho Varzes de Uoa. fregueziade
N. S. da Luz, o cabra Esievo-, de 24 a 25 annoa
de idade, baixo, cabellos crespis, cara e nariz
chalo, beicoe grossoa, pernea finas, ps seceos,
sem unhas nos dedos grandes dos pea, calca a ca-
misa tina, chapeo de bata e sioturio de soldado,
levou um cavallo rudado, paqueoo, cabece acar-
nerada, clinaa cortadas, com um esparavio na
perna esquerda ; cujo esersvo foi do aertio do
Aracaty : roga-ao as autoridades policises e ea-
piaei de campo a sua captara, e leva-lo ao mes-
mo engepbo acims mencionado, ao Sr Manoel
Cavalcanli de Albuquerque, que gratificar gene-
rosamente.
Quarta-feira 28 do corrente, depois da au-
diencia do juiz municipal da segunda vara, ir no-
vamente a praca a armaco e gneros existentes
na taberna aila nopalao do Carmo o. 2, perten-
cente a Joo de Castro de Qliveire Guimares, por
execuco que contra o dito mova Manoel Anto-
nio da Silva Ros, pelo car lo rio do escrivii Mot-
te. A. arrematado ser feita pelo preco da adju-
dicado.
E Moeo, subdito britnico, ssgue para os
portoa do nerte.
Joo Francisco ds Silva retira-se para o
Rio de Janeiro.
Preciaa-se de nm csixeiro portugus, de
idade de 12 a 14 annoa para orna taberna na Pas-
sagem, ra do Bemflca d. 7 : a tratar oa mes-
ma, ou oa ra do Arago n. 36.
Aluga-se o sobrado da travessa do Piras,
em o qual moraram oa Illma. Srs. desembarga-
tfores Figueira de Mello e Gillrana ; na ra da
Senzala Nova n. 30.
Precisa-se de uma ama para o servico in-
terno e externo de uma casa de pouca familia,
rags-se bem e d-se bom tra lamento, preferiodo-
se escrava: na ra das Cruzes n. 20, segundo
andar.
Precisa-se alugar um sitio perto-
da cidade que lenba boa casa, bastan-
tes arvoredosr jardim, baixa de capim
para sustentar dous cavallos annuaU
mente e bom banho : quem tiver algum
nestas condiccoes dirija-se a ra do-"
Queimado loja de ferragens n. 13, que
se dir' a pessoa que o quer.
Gustavo Reliog subdito prussisoo vsi psra
o Rio de Janeiro.
Recife
Pelo presente faz-se publico que por uma re-
soluco da directora deita companhia tomada
nesta data tem-se feito a ultima chamada de
uma libra eaierlins por cada arco a qual devera
ser paga at o dia 30 de juoho prximo vindou-
ro, no Rio de Janeiro em caas doa Srs. Mau Mac
Gregor & C, oa Bahia aoa Sra. S. S. Davenport
& C., e em Peroambuco no escriptorio do the-
soureiroda mesma companhia.
Pelo presente flea tambem entendido que no
caso -de nao ser a dita chamada ou prestaco aa-
tiafeila al o di mareado para seu pagamento o
accionista que incorrer nesss falta pagar juros
razo de 5 por cento ao auno sobre tal chamada
a contar desse dis sl que seja realissdo o paga-
mento.
No caso de nao effectusr o pagamento desta
chamada dentro de 3 mezes contsdos'do dia ci-
ma fizado para o embolso da mesma, ficero ai
acedes que iocorrerem em tal falta sujeilss a se-
rem confiscadas segundo ss disposicoes dos esta-
tuios a este respeito.
Por ordem dos directores.
AignadoE. H. Bellamy, secretario.
199 Gresbam House, Oid Broed Street.
1 i
O Dr. Csrolino Fran-
cisco de Lima Santos,
mudoa-se di ra das
Cruzea para a do Im-
perador, sobrado o.
17, em frente da igre-
ja deS. Francisco, on-
de conlioaa no exerci-
cio do aua profkslo de
medico.
:
:
S

Jos Francisco de Soma Maga-
Ib&eaiaz sciente ao publico qu deixou
de ser eaixeiro do Sr.. Joaquim Francls
co de Melto Santos por assim lhe convir
D. Tberez de Jess Coelho de
Souza Leao, previne a quem possainte-'
ressar, de que ninguem pode entrar em
transaccao de qualquer genero que seja
com seu genro o Sr. Manoel do Reg
Barros, relativamente aos seus escravos,
visto como ha alguns annos estao todor
hypotHecados ao casal da mesma an-
nunciante, o que consta da escriptura
publica celebrada em cotas do Sr. ta-
belliao Salles. Recife 19 Je maio de
1862.
SEGUNDA
DO
. THESORO HOMEOPATH1CO
ou
Vade-mecum do tiomeopatha
pelo fautor
SUMID (Do IL ra.
Sale livro que se tem tornado to popular.
quanto necessario, acaba de aer publicado cora,
lodos os ru el harn) en tos, qae a experiencia e os
progressos da aciencia tem demonstrado. A no-
va edieco em tudo superior primeira, en-
cerr :
1.* Haia ampias noticias acerca do curativo
das molestias, com indicscoes moi proveitossa
dos medicamentos novos recntenseme experi-
mentados na Europs, nos Estados-Unidos e no-
Brasil.
S. A exposicoda doutrina homeopsths.
3.* O estudo ds sproprisco dos remedloa se-
gando ss predominancias dos temperamentos.
daa idades, dos sexos, e segundo ss circumstin-
cias simosphericas etc., etc.
4.* A preservsco ou prop'hilaiia das moleitias
hereditarias.
5." A preservarlo das molesliaa epidmicas.
0.* Uma estampa Ilustrada demonstrativa da
coDlinuidsde do tubo inteiiioal desde a bocea al
o anus etc., etc.
Vende-se na pharmacu kspkcial hohbopa-"
thica, propriedade do uihor, roa de Santo ,
Amaro (Mundo Novo) n\ 6. manum
Preco de cada exemplar. 4 309000
N. B. Oa aenborea aaaigoanlea queiram man-
dar receber seus exemplares.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & C. sacara o tomara
aqsiea para a praei de Lisboa.
: Preeisa se de um menioo portugus de 10
s 12 annoa de Idade que se quaira admittir
eaixeiro de botica oo mato: quem estiver ueila
circamstaocias pode apparecer nos quatro canto*
da Boa-Viita o. 1, pava tratar.
Coftpras.


Comprara -se moedis de ouro: na roa !
a. 22, relejoeiro.
Compram-se iccSea da companhia de Be-
: at raa do Crespo a. 25 A, se diti quem
:-WitrMs
*fti.
-xiio^n-am

^utm^M^^^




I
"**!

MARIO M PKHAMWKJO. -'
W<>te!W-
Aa6MLMA10Ml864.
Compra-e
_ >* m aeau
-se um r elogio de latente lo- m
x em aegeoda mi e di e prefe- 2
d sendo dscoberto : ia ra do w
nado D. 28. a*
Compra-ie usa Mcra?a crii uli de 20 a 15
anno, pouco maia ou meaos, qui aaiba engom?
ara eozlohar: na ra de Apollo o. 39, primel-
ro andar.
Vendas.
Allencao ao vigilante
Na ra do Crespo n. V, lojaque
foi do fallecido Joo Ceg,
est torrando por todo o
preco.
Coraei.
Os verdsdeiros flos de corss redondos assim
como raiz, pota o mala auperior ue tem vindo
o mercado : a no vigilante ra c o Crespo n. 7.
Miqanga ou contin 'tas.
Micanga ou cootiobaa de multo lindaa corea a
J40 re. o machino : a no vigilante rea do Cres-
po n. 7..
Continhas do Ric.
Conlinnaa dooradiobaa miuda e grosss proprio
para palcelraa das quaea se esli azando mallo
por aer ultimo goato, a 240 ra. o nacinho, assim
como aljfar b.anco ede cor a 3(0 ra,: a no
vigilante ra do Creapo n. 7.
Lencos brancos para algibeira.
Anda ae vendem lenco braocc i finos para al-
gibeira pelo baraliaaimo preco de 28400 a duzia :
na Lija da boa fe, na ra do Queimado n. 21.
MeidS para senko a.
Veodem-se raeias finas para seuhora pelo ba-
ratuaimo prego da 39600 a duzia : na raa do
Qaeimado n. 22, na bem conlecida loia da
boa t.
Peonas d'aco.
* T6rdadelrse V,n" iogletaa caligraphicas a
l400 r. a cauinha : a no vigilan te ra do Crea-
do n. 7.
Banhas ou leos e cheiros.
A uperiot banha transparent a 900 ra. o
iraac.
Dita em lata da folha de meia libra a 500 rs.
Dita em latlobas de quarla 3?i>rs.
O verdadairo oleo da sociedad e hygienica a
900 ra. o frasco.
Dito macasiar e muilo qo em. frasco peque-
o a 1|600 a duzia. v H
JJ. verdadelra agaa de colonia tasco grande a
WO ra.
Ditos peqaeoos mesmo em garr Buhas i 400 rs.
Ditos com superior agua de flor de Urania fras-
co grande a 400 rs.
Dito com excellente agaa celes .e frasco gran-
de a 1|.
.J?uor,*lBio.loe Pe 40 rs. 1 so 00 vigilante rna do Creapo n. 7.
Para conservar den tes.
Os verdadeiroa pos da sociedad*! -hygienica pa-
ra dente em frasquinhos de vidre o oais aupe-
or que tem apparecido pelo baraliaaimo preco
de 19 o frasqainho, assim como em caiziuhaa
quadradinhas a 200 rs.: i no viirilanle ra do
Crespo n. 7.
Gollinhas e pulcei -as.
Lindas gollinhas a pulceiraa de migaoga pelo
baratisaimo- prego de pulceiraa a gollinhas 3S
palceiras 29 e gnlliuhas 1 e 1;$00: a no vi-
gilante ra do Crespo n. 7.
Sestinhas
Sestinhaa muito lindaa com seus perlences pa-
ra menino 3# a 49. aaaim como iodiapenaavjBia
de cootiobaa ou micaoga proprios para menina
trazar 00 feraco com leociaho pelo baratiasimo
prego da 1$: a no vigilante ra Jo Creapo nu-
mero 7.
Tinteiros.
Tinteiro proprios para menino de eacola ou
meamo para quem oa quiser com; ra- por bara-
tiasimo prego a 500 rs.: s no vigilante ra do
Craapo n. 7.
KMeMSNSN MW MQM99KMI
[Acaba e1^ *
i
i
s
chegar
ao doto armszem
; I4ST0S k IEG0
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res u. 47.
Obi grande variado aoi-limanto da -
voapae Taitas, calcadoa a fazeiidaa e todos R
alea aa vendem por pracoa mnito modi- 4
Ecadoa como da aaucoatame. aaaim como
aajam sobracasecos da super ires panooa
a-eaaacoa feitoa peloa ultimo figurinos a
M#, t89, 30| a a 359, paletota doa meamos
panooa pralo a 16J, 18|, l(!l e 1 249,
ditee da casemira da sor musclsdo a da
evos padres a 14*. 16|, 18JI.209 a 249,
datos saccoa daa meamas case niras da co-
rea a 93, 109,129 a a 149, ditos relos pe-
le diminuto prego de89,109, e lt|, ditos
de sarja da sed.a a sobracaaaci.dus a 129,
ditos de merino de cordo a 129, ditos
de merino chines de apurado ;oio 158,
ditos de alpaca preta a 79, 89, 9 a a 109,
dito saceos pratos a 49, dito da palfaa de
seda azenda muito auperior a 49500, di-
toa de brtra pardo a de fueteo 11 89500, 49
a a 49500, ditos de fuato brsnco a 49,
grande quantidade de calcas il a casemira
preta a da cores a 79, 89, 99 e a 10, ditaa
pardea a 39 a a 49, ditas de brlm de cores
oaealfiOO, 39. 39500 e a 11, ditas de
brim brancoa naa a 9500, 5J 5500 e a
I 9. dlUe de brim lona a 59 e a 61, colletea
de gorgurao preto a de cores a 5g e a S
I diloa de casemira da cor e pretoa a 415U
I a 59, ditee de fuato brano e de brim
1 a 89 a a 39500, di toa de brim lona a 41,
ditos de merino para luto a 4} e a 49500,
ealgaa de merino para 1 uto a 4j|500 e a 5J,
capaa da borracha a 99. Para meninos
de todos os tamaohos: caigas lee asemlrs
!"? di ?r 5* 6* 7' ditas
de brim a 2|. 39 e a 39500, p 1 le tu ti as-
eos de casemira preta a 6J e a 7, ditos
de cor a 6| e a 7f, ditos de 1 lpac alS.
aobrecaaacos de panno preto a 129 a a
14, ditos de alpaca preta a 59, bonets
para menino de toda asqua idadea, ca-
misas para meninos da todo 01 lamanhoa,
meioe ricos vestidos de cambraia i eitoe
Kra aaantnaa de 5 a 8 anno.i com cinco
badoa liaoa a 89a a 121. dito ida gorgu-
; (ao de cor e de lia a 59 e a 9, ditoa de
1 brim a 39, ditos de cambrainricomente
bordados para baptisadoa.e m lita a ou traa
lasendaa e roupas feitas qae deiiam de
!*\""iofadaj pela ana grandeqoenti-
dade; assim como recebe-aetuda eqaal-
qaer encommenda de roup para se
andar manufacturar e que pura este flm
LUnos *m computo aortimenl 5 de fazen-
rf-ui'/nif/ 'm' offl eina de al-.
pela promptldi p.rtlci 0 nid aei-
JLs^Jiifiar.
Q|?as para v eader
JFendem se da casas os povoicio de Gama-
mi um aa rea de Papa ag ,, 0,iri
Sapatos de bor-
racha.
A 1. 19500 e 2| o par, agulhas Victoria a 120
ra. o papel, lamparioas economicaa a 100 11. a
can, carteiraa para escrever a 14$ e I69, calzas
para coatara a 8J e 16|, gr*na francesa econ-
mica a 640 o pote, facaa americanaa para meaa a
o e 79 a duzia, meiaapara senbors, homem. me-
nina etc. por todo o. prego, braceletes de cabello
com pedra roza e emarella a 59 cada um : a
ha na roa do Queimado loja Eaperanga n. 33 A,
Guimaraes & Rocha.
M9M*
sem segundo.
Na ra do Queimado o. 55 loja de miadezaa
de Jos de Azevedo Uaia e Silva, est vendando
todae as miudezas baratiaaimaa, a saber :
Ppele de agulhas a balao muito supe-
ores a 80
Caiza com multo finas obreias a 40
Cartoes com clcheles, tem algum de-
falto a 10
Frascos da macasi perols mnito fino a 200
Caixtnhaa com papel pequeo de diver-
sos gostos a 720
Pacotea dito dito dito amizade a 720
Novelloa de liona de Cruz a melfaor
que ha a 40
Caixts com agulhas cartea de aaperior
qualidade 200
Entremeios, a peca com 3 varas li2 a i$000
Sabonetea meito noae 120
Papeia de agulbaa francezas com toqae a 10
Pares de bntdes para puohos de muitos
modelos a 240
Pares de meia creas para menino a 160
Ditoa de ditaa cruaa para pequeo a 160
Ditos de ditas para meninas a 200
Frascoa com agua de Lavando embreada a 800
Ditoa com cheiros muito Anos a 240e 500
Ditos com baoha muita fina a 240 e 320
Ditos coro auperior banha de urao a 600
Ditoa com oleo babosa muito fino s 240 e 320
Ditos com oleo do Rio muito superior a 500
Ditos com superior philocome a 900
Ditos com banha philocome flnisima a I9OOO
Ditos com banha transparente a 800
Ditos com auperior agua de colonia a 500
Ditos com macasa (oleo) a 100
Ditoa com auperior opiata a 500 e 800
Cartoes de lioba Pedro V, com 200 jardas a 60
Ditos de dito dito, branca de corea a 20
Carrileia de liaba com 100 jardaa a 30
Masios de linha frouza para bordar a 240
Pentes de marflm de superior qualidade a I9OOO
Rival
sem segundo.
Ns rus do Queimedo n. 55, defronte do sobrado
novo, loja de mludezss de Jos de Azevedo Mala
e Silva, eat qneimando ludaa as suas miudezas
pelos pregos que abaixo se declara, pois a qaadra
boa para apreciar:
Duzia de metas cruaa meito encorpadas a 29400
Dita de ditaa brancas muito boss a I96OO
Dita de ditas cruas muilo finas a 4f0O0
Dita da ditas brancas para senhora, mui-
to Anas a gjooo
Carriteis de retroz de todae as cores a 280
Groias de peonas de ago da todas aa quali-
dade a 500
Dita de ditaa calllgrapbicas I96OO
Nvelos de linha muilo grandes a 60 e 120
Calzas de agulhas perfeilss a 160
Baralhoa portuguezes a 120 e 160
Groza de botdes de osao pequeos para
caiga a 1 jo
Teaouraa para unbaa muito auperior qua-
lidade a 400
Ditaa para costura muito finas a 400
Ditaa pequenaa porm linas a 200
Brlho (tinctiei multo finos a 140
ARalbeiroa com agulbaa superiores 80
Canivetea de apara; pennas de 1 folha a 80
Pares de sapatoa de tranca de la a 1|280
Cartea de alfloelea franceses a 100
Pares de luvas brancas de algodio a 100
Escovaa para limpar dentes muito fi-
nas a 200 e 320
Masaos de grampos de todas as quali-
dade s 40
Dedaes com fundo* de ago a 100
Caizaa com colzetee fraocezes a 40
Tinteiros de vidro com tinta a 160
Ditoa de barro com tinta auperior a 120
Areia preta muito fina a libra a 120
Labyrintho por todo prego.
Vara de franjas largas brancas a 200
Pides de nova invengao para meninos a 200
Linha branca do gaz pelo prego j sabido que
10, 20 e tres por dous, e outraa muilaa miudezae
que vista far f pelaa anas boss qualidadea e
pregos entao nao fallemos.
Queijos
os mais frescos que tem vindo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
2f*00e no passado a 1#800.
Amendoas
confeitadas at mais bonitas que ba no
mercado a 800 e 1$ a libra : vndese
nos armazens Progressista e Progressi-
vo no largo do Carmo n. 9 e ra das
Cruzesn. 36.
Rival
sem
gnsA
Attenco.
Vande-se urna grande machina elctrica e dous
espelhos rdante oa parablicos, com que Ar-
eoimedes incendiou urna eaquadra em* frente de
Siracuaa, tendo dous palmos de dimetro ceda
um, e o diaco da machina electrice com tres pal-
mos de dimetro, isto rudo por 509, esa conse-
quencia de aeu dono ralirer-ee pare Eerepe : a
peaioa.a quem coovier-, pode dirigir-se a rea do
Lbug, botica n. 11, das 10 ao meto dia.
Veodem-se dou poicos inglezes proprios
pare criagio, que devem agradar muito a algum
senhor de engeobo, ou mesmo para algum sitio:
na estrada de Joao d Barros, sitio deftonte da
Cscala, para ae tratar do ajuste.
Vendem-se borzeguine francezes de bezer-
ro a7f : na ra do Llvrameoto o. 19.
Para os recem-nascidos.
O deposito da Fructuoso, em frente o becco do
Rosario, vem por eate avisar que ae acha aorlido
de novo bergos volantes e vosdores de vime pa-
ra criangaa prenderem a andar, assim como ces-
tas para compraa no mercado, condegae e egefa-
tes de todss aa grtdutgdes, balaios de vime e
gesta, e de palba ao goato e economa de todas aa
bolgas, esleirs lisboeoses psrs forro de sof a
de alcovaa de dormir, eateiraa de palba dobrada
de carnauba com 4 palmos de largo e 7 a 8 de
comprido, viodas por encommenda do nosso As-
s, ludo se retalha a pregos mdicos *e com um
sbate de 10 por ceato, sendo quanlldade, e um
sorlimento de todo.
Attenco.
Joo Jos de Figneiredo tero a honra de parti-
cipar a aeus numeroaoe fregueaee qee em eeu ee-
labelecimenlode fazendas Anas, na roa do Cres-
po n. 9, se encontr id completo sorlimento de
fazendas do ultimo gosto e mais baratas qae em
outre qualquer parte por ae querer liquidar, co-
mo eejam :
Capaa da grosdenaple de 30, 40 e 45$, meito
rica.
Chepeos de palha de Italia para senhora a 189
e389000.
Ditoa de seda para aenhore a 12 e 26J.
Ricos eofeites de flores para tbeatro ou bailea
a 159000.
Ricos cortes de ceda de muito bons godos e 80
e 1209000.
Chales de cssemira muito ricos a 159000.
Manteletes blancos de seda de rede para se-
nhora e 289.
Vestido pretoe bordedoe a velludo.
Ditos de cores de diversos gostos e pregos, e
muitos outros erligos para senhorae a homens,
muito modernos, e msis barato que em parle al-
gume.
meias moendas.
ierro batido e
Moendas p
Taixas de
coado.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Rodas, dentadas etc., etc.
Ru do Brum n. 38, fundicao
de D. W. Bouman.
Vende-se em faqueiro' de prata, (obra da
cidade do Porto) muito bem acabado : na ra da
Cadeia n. 62, segando andar.
do,
1
M su tu de Qaeimsdo 47.'
raneado,
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 36.
La de cores sortidas, libra a 69400.
Siolos douradoa a I96OO.
Diloa ditos com pona s 39500.
Agulhas bancazas curtas e compridss a 60 rs.
DUas cantlas s 120.
Peotes de msa pare etar cabello a 500 rs.
Ditoa da dita dem (douradoa) a 19200. -
Carretela de retroz de corea a 320.
Escovaa para cabello muilo boaa s 800 e 19.
Carlas de alfioetes a 80, 100, 120 e 140 rs.
Escovas pars unhas meito boaa a 320 e 500 rs.
Fraoits preta com vidrilho a 320 e 400 rs.
Traogaa pretaa com dito a 240.
Dicos pratos muilo bons a 180, 240, 320 a 400
ris.
Carreteia de linha a 30, M e 80 rs.
Eofeites de reros com franja a 59300.
Meia para senhor (duzia) a 29500.-
Ditaa cruaa para homem a 29400 e 39.
Teaouraa ordinarias a 30 rs.
Franjas de lia estrellas (pega) a 900 rs.
Saboneles de bola finos a 640.
Frascos de diversos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 rs.
Botdes psrs easaveqoe a 20, 30 e 40 rs.
Rp Paulo Cordeiro (verdadeiro) a 19600.
Dito gaaae grosso e roeio grosso s 19W0.
Dito dito fino s 11280,
E outras multas mala miudezas que com s pre-
senga dos bons freguezes se vandero baratea
Papis com estallo
para sortes, francezes : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 15, e 500 rs.ento.
e superiores charutos
e Havsna ; na ra da
Verdedeiros de espuma
do Rio de Janeiro, Baha
Cadeia do Recife n. 15.
Vende-se doce-do caj secco : no Campe
Verde, aoiif ra al Palacio do Rispo, jetas a
casa do Dr. Waoderley.
Vende-se um rico coup os rus do Imperador
n. 27.
Na ra do Vigario n. 10, arma-
zem tem para vender por precos m-
dicos o seguinte:
Superior vinho do Porto em barris de 8-
Dito dito dito engarrafado.
Cofres de Ierro ^>rova de toga. "
Algodao trancado da fabrica da Baha.
Bataneas decimaes,
Garneiras inglezas para sel ira.
Pregos caixaes e enxadas portuguezas.
Cal e potassa.
Vendem-se estes dous ar-
tigos ltimamente chegados,
no bem conhecido e acredita-
do deposito da ra da Cadeia
do Recife n. i% mais barato
do que em outra qualquer
parte.
Novo sorlimento de fa-
zendas baratissimas,
NA ,
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
GrAMiV & SYLVV.
Veodem-se ss-seguiotes fazendas por prego
baratissimos afim de apurar dioheiro : capis
saiasas a ioiitaco de aedas de quadrinhoa sen-
do de toda aa cores e corea, muito fizas a 200
rs. o covado, brilbanlinaa de qnadrlnhos muito
encorpadaa para vestidos de senhora e roupas
pira meninos sendo muito mais larga que chita
a 200 ra. o covado, gorgero de linho fazenda
muito nova para vestidos a 280 rs. o covado,
musselioa branca com 4 1|2 palmo de largura a
200 ra. o cavado, grande e variido sorlimento
de caasas para vestidos sendo os padres moder-
nisaimos e as corea flzaa a 280, 300 e 320 rs. o
covsdo, chitas francezas de cOrea fizas escuras e
alegres a 240, 260, 280. 300 e 3,0 rs. o covado
chitas ioglezas a 140,160 e 200 rs. o eovsdo,
corles de cassa tendo 7 1|2 varaa cada um a'
29400 rs.f corleada orgaodys com barras tendo
lt varaa cada corte a 59, cortea de biregee com
22 covado a 59. ditos com as saias feitas a 59,
laaziohaade corea a 280 ra. o covado, de toda
eataa fazendaa do-se as amostras deizaodo o
penbor oa loja e armazem do Pavo, da Gama dt
Silva, na na de Imperatriz n. 60.
M&dapolo do Pavo.
Vendem-ee finiaaimaa pegas de madapolo com
24 jardas a 49500. 498OO, 59. 5J500 e 69, ditas
francezas enfesladaa com 14 jardaa a 39: na roa
da Imperatriz n.60, loja do Pavo de Gama &
Silva.
Las a 320 rs.
Vendem-ae modernissimss laasinbae com pal-
mas a 320 ra. o eovado: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo. ,
O Pavo vende a 4$.
Pegas de eambraiea de coriohos brancos e de
todss ss coras tendo 8 112 varas a 49 : aa raa da
imperatriz n. 60, loja do Pavao.
0 Pavo vende
corlea de cambraia mnito fina com don babados
e duas saiaa sendo delicadamente bordados s
49, ditos sendo lodos sdamaacados a 4, cortea
de phantasia azenda finissims a 6|, ditoa a 49&00
59 : oa ra da Imperatriz o. 60, loja o arma-
sem do Pava de Gama & Silva.
Panno preto.
Vende-se panno preto multo encorpado a
J600,19800 e 29, e dito cor de caf: na raa di
Imperatriz a. 60, loja do Pavao.
Chales do Pavo.
Veodem-se chale de merlo estampados mul-
to grande a 39, ditos de cassa adamascada a 800
rs.: ns raa da Imperatriz o, 60, loja e armazem
o Psvio de Gsase t SMva. (
Paletots e calcas.
Vendem-se paletots de panao preto fino a 69,
ealgaa de caaemire prcla a 49500, paleta de fanev
de corea a 69, caigas de dito s 39500 : na ra da
Imperatriz n. 60, loja do Pavlo.
As seroulas do Pavo.
Vendem-ae seroulas de lioho frsncezaa a 29 o
0O:io^4G.,md.USaf.,.r" d* *'*
CHALES,
Grande pechincha na loja do
Pavo
Veodem-se os msis ricos chsles com poota re-
donda o borlotaa tendo aa barrea a imitago de
pelucia e assetinsdssimilsndo as capinh.s maia
modernae pelo baratiasimo preco de 49500, ditos
ds4poniaae49500. ditoa a Garibaldina aendo
mallo grande a 09: na ru de Imperatriz n.
60, loja do Pavio de Gama & Silva.
Saias bordadas a 2,0500.
V.aod'IB-,e aaiaa bordadas mallo bonitas a
29500 cada ume: na ra da Imperatriz o. 60,
loja do Pevio.de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vendem-ae baldea de bramante francas com
arcos, sendo ee melboressrmscoes, pelo diminu-
to preco de 39 a 3|500: na ra da Imperatriz o.
60, leja do Pavio, de Gama & Silva.
Saias com arcos de lioho.
Vendem-se ae acreditada salas com arco da
linho qae fazem as vezes de bslio a 3J200 a a 4f
cada um, eatas seise s ha oa loja do Pavio, rea
d Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Silva.
Para meninos a 4#5G0
Vendem-e veatidinhos de seda para meninas,
mnito bem eofeitados, pelo diminuto prego de
4J500 cada um: na ra da Imperatriz, n. 60, loja
do Pavio, de Gema & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Cemizinhae com gollinhas e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muito moderoissims s
59OOO.
Ditss de fusilo com lpico de cor a 39000.
Gollinhi bordada com botaozinhoa a 1J000.
Ditaa ditaa de gostos a 640 e 800 rs.
Ditas com manguitos de cambraia bordados a
1S600.
Manguitos de cambraia fina bordados s 19000.
Gollinhas bordadas s 240 rs.
Romeiras de cambraia enfeitadaa para loto a
3S000.
Gamizinhas para senhorae bem enfeitadaa a 3|.
Lencinhos de lioho com labyrintho para mo
a 29500.
Ditoa a imitago do labyrintho a l9e a 19280.
Levaa de torgal enfeitadae de vidrilho a 500 e
e 640 ra.
Eofeites pretoa com vidrilhoa s 89OOO.
Ricos enfeite e torce e Garibaldi a 58300.
Ditoe muito bonitos a 29500 e a 39500.
De ludo do-se aa amostras fleando penbor: na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as qualidades.
Vende-se a 49400 de qusdrinhos, ditos pauta-
dos s 396OO, dito almago pautado a 4/ e 49200,
dito greve a 41600, em caizinbas de diversas co-
res a 640 el9, dito braoco pautado a 800 ra,, ao-
velopea de cor a 640, dito branco a 900 rs. : os
loja do beija-flor. ruado Queimado o. 63.
Ricos cintos dourados:
Vende-se a 29 e 2#500, ditoa de fita a 1*600,
utas para debrenhoa de collete a 280 a pega, tiraa
bordadas a 19 a 19200 ; na loja do beija-flor, raa
do Queimado n. 63.
Vendem ae lesourss unas para costura a
19. dita para anha a 640 e 800 ra., ditas finas a
900 ra. audazia, pentea ae travessa para menina a
640 : na loja
mero 63.
hiiS!fH6S
de Paria, poi
ras que deis
guante, raa
do beija-flor, ra do Queimado nu-
tos para senhora.
oa rtaaiaaitaos aintoa com borla ca-
tio hique, aendo o ultimo goato
parece-me que nao ha ver seobo-
de comprar : isto i no gallo vi-
lo Crespo n. 7.
Enfeites de cabeca.
Vendem-ee oe riqoiesimos enfeites, tanto com
franja como sem ella, por baratiasimo prego de
29500, 39 e59: s no vigilante, roa do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-se aa verdadeiraa linbas de peso, o
mais fino que se pode eocontrar s 2|500 o mas-
sinho de 30 misdinhss, sssim como de outrss
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem -se msnlinhae de corel a 2$, 29400,
e floa de coral a 720, massiohos de contas miu-
dinhss de diversas coree a 140, caixinha de elfi-
netea a 200 ra. e 240 : na loja do beija-flor, ra
do Queimado o. 63.
Veodem-se luvss de pellica de Jouvin bran-
cas para aenhora e bomem, chegadae no ultimo
vapor: na loja do beija-flor, ra do Queimado
numero 63.
Vende-se cascarrilha de seda de todss as
cores a 21 e 2|400 a pega, lioha de Pedro V a 20
ra. o cartio, grvalas de aeda eatreiliohaa a 1J :
oa loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Vendem-ee ricos eofeites a 59 e 59500, di-
toa de vidrilho a 19600, aderecoa pretoa a 29500,
rosetaa pretaa a 160 ra. o par. gollinhaa pretaa a
800 rs. e lf : loja do beija-flor, rea do Queima-
do n. 63.
Vendem-ae carteiraa proprias para guardar
dioheiro de ouro e prata a 19 e 19200, esporas
finas de ago s 1|\ bandeljss de lindos desenos a
19500, sioturlo de borracha a 200 re. e 240, ben-
galae de con a 29 e 29500, chicotes finos a 29
e 295OO, de estalo, dilos sem ser de estalo a
640. touca de lia para meninos a 19, sapaliobos
de lia e 800 ra., ditoa de merino a 18500: na
loja do beija-flor, roa do Queimado. n. 63.
Vendem-ae pentes de tartaruga virados a 8
e a 9, carretel de linba de 200 jarda e 940 a
duzia, colchetea de diversas qualidades s 40, 60
a 80 rs., dilos bordados a 100 rs., massos de
grampaaa 40 e 80 rs., ditos em caizinbas a 120
rs. : ns loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toocadoreade jtesrand a 28200,
ditoa brancos a 29, caizinbas com espelhoa para
navalhaa a 29 e 2J400, colherea de metal princi-
pe paraaopa a 496OO. ditaa para chi a29*00,con-
cha pera assncar a 640, oculos fios a 400 rs.;
ns loja do beija-flor, roa do Queimado o. 63.
Vendem-ae caivetes lino a 800 re., caba-
zes para meoinaa de eacola a 3, 4 e 59, carteiraa
com agblha* francezaa a 240, caizaa de pennas
de ac* 500 ra., meias para senhora cruas a 240
o par ; na loja do beija-flor da ra do Queimado
numero 63.
4ttencao t attenead!
A.os pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja n. 20 da rus.de Imperatriz sebs-se s
venda um completo e variado aorlimeoto de boaa
fazeodae, e qee i vjata de seas qualidadea aio ba-
ratiseimomente veodidea, e para maia veracidade
do qae Dea dito, abaixo vio mencionadas algumas
das ditas fazendas, s saber :
Chilaa iargaa cor fiza a 240 rs.
Madapoln fino com 24 jardaa a 5$.
Cambrsisa de corea a 280.320 e 400 rs. o co-
vado.
Velludo preto a de corea a 29*
Lindeza de corea a 160 re. o covado.
Lencos pequeos o 80, 120 e 160 rs.
Cbepeoe de caator fino a 89.
Cbitie pretaa mullo largas o Ooee a 240 rs.
Algodio traaeodo preto muilo bom para vesti-
dos de sacravoa a 200 rs.
Cambraia lia cem 10 jardea a 9.
C"M salpico* com 10 ditas a 39.
Cambr.ia bordada pare cortinado com 8 va-
raa a 2/.
Veode-se ems balsnca grande de duaa con-
chas com em Urno de pesos; na roa da Alegra
oamsro 6. .
Vende-se a taberna'do paleo do Terco nu-
mero n.
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no brao.
Muito lindas caizinhas e cabazes para meninas
de 100 ris at 2)500: na loja da Victoria, na ra
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Oa melhorea enfeites pretos e de cote que sp-
parece a 59500, 69 e 68500 : na loje da Victoria,
na ra do Queimado o. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricos sorlimeotos de franjas pretas e de core
com vidrilho e sem elle : oa lo/ da Victoria, na
raa do Queimado n. 75.
inhasde peso verda-
deras,.
Linhaa fins de peso verdsdeirss, meadas
grande a 240 ri : na loja da Victoria, na ra
do Queimado o. 75.
Phosphoros de seguranza
Phoephoros de seguranga, por que livrs de in-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelaa muito grandes e boas a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxei para la-
byrintho
Aa melbores lionas de croxl para labyrintho,
novelloa monstros s 320 ris um : na lo|a da Vic-
toria, oa ra do Queimado n. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porgao de ricoi espelhos de varios tamanbos para
ornamentos de salas, affiancando-se serem os
melbores.e*m vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
La para bordar,
La muito boa de (odas as cores para bordar, s
79 a libra : na loja da Victoria, na roa do Quei-
mado n. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados psrs senhoras a 29200,
ditoa de ponta cabida a 49, ditoa de fita a 12600:
na loja da Victoria, na ra do Qaeimsdo n. 75.
Linhas do gaz.
Caiziohaa com 50 novellos de liohas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caiza, ditas com 30 no-
vellos a 700 ris, ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancas e preta: na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Gandieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melbores
caodiairos de gaz que tem vindo ao mercado, por
pregos commodoa : na loja da Victorie, na rae
do Queimado n. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'sgula branca caba de receber um ex-
traordinario sorlimento de ricas filas, lio boa
em qualidade quo bonitas nos desenhos, tendo
entra ellas o maia largo que possivel ; asaim
como algumaa pegas brancas oom o centro liso
proprio psra inscripges, e muitas outraa de de-
ferentes cores como de esf, rflxa, escara, etc.,
etc., e como de seo louvsvel cotlume : a loja
d'aguia branca, na rus do Queimado o. 16, ven-
de por prego commodo eisas boas e bonitas fitas.
Gravatas de setim com
ponta larga a 1 $
Vendem-se grvala pretas de bom setim e
com pontas largas a 19 cada urna, to baratas
assim a ae acha na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
mmmmmim-mmmmmm
Grande |
sliquidacao por todo |
| o preco, na bem co-1
g nhecida loja do Ser-1
tanejo.
[Ra do Queimado n. 45.
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escoras fioss a 160, 180 e 200
rs., cortes da vestido pratos bordedoe a
velludo de cusi de 1509 e se vendem.
por 309,409, 509 e 709, sabidas de baile
de velludo e setim a 129 e 13$, caronas
pira senbora a 2000 e 39500, golliahaa
de cambraia bordadas a 500. 600 700
800, 900 e 19. ditas de fil bordadaa a 120
re., casaveques de fdstio a 59, 69,75, 89,
meias de seda brancas e pretas para se-
nhora a I920O o par, tiraa de babados e
500 e 700 rs., las de quadro enfesladaa a
300 e 360 rs. o covado, cambraia preta e
400 e 440 rs. a vara, orgaodys de cores e
600 rs. e vara, fil branco adamascado
para cortinados e vestidos s 400 e 500
rs. a vara, corlea de collete de casemira
bordados pretos a 29 e 39000. ditos de
velludo de cor e pretos 39, 49, 59 e 69,
paletots de brim branco francezes s
39500 e 49500. ditos de casemira de co-
rea e pretos a 149 e 169. ditos de slpaca
preta e de cores a 39,3|500, 49 a 4950O,
camisas de peito de lioho a 29500, cortes
de collete de orguro a 19500, 19700.
292O, 35 e 3S500. colletea feitosdobrim
branco a 2500, ditoe feitoa de gorgurao
a 29500 e 395OO. ditos feilos de casemira
a 31500, 4$ e 4f50O, ditos de velludo s
59, 690 79, ditoe de fostio de cores a
1(500, um variado aorlimeoto de meias
para bomem e senhora, grinaldaa com
flores, chales de froco, espartilhos, e to-
de e qualidade de roupes feitas pare ho-
mem que ludo se vende por metade do
seu valor.
mm mmmm mmmmmm
Attenco.
3.800 rs.
I AnLLLUem grandes saceos, chegado ltima-
mente, muito novo e boa a 8981H): em frente
da alfandeg, no armazem do Aooea.
- Veode-.e um csbrtoletde um cvallo com
poaeo ueo, pintado d novo, com coberte, orearte
8W2S?.:D' '*"--^Wf
flireita 45
A epidemia declina sensivelmeUte, e o sit'
completo desapparecimenlo esta prozimo I O
proprietario deste bem aorlido eslabelecimeolo
convida os seus numerosos freguezes s substituir
o salcedo velho, que todo est cholenco, por no-
vo, e que possa reaiatir s mil sebotis e mazzur-
caa que vio aer dansadas em louvo'r do reatabe-
videmeD, d* ""** pUbliC8, 0 P"5 >>-
HOMENS.
Bolinas afamadas Milis. .
non-plu-ulira Nantes.........
Nsnles 2 baleras..............
lustre.....................
bstedores.......................
' > couro do porco.......
> bezerro e lustre...............
ioglezes ps selvsgens.........
taxiados braiileiros............
Sapaloes non-plus-ullra................
3 bateras e meis..............
esmaga cobra..................
Nantea 2 baleras vaqueta.....
> -2 bateras bezerro......
> > trabalbadoree..........
> brasileiros de 35500 a..........
Sapalos2 solas e salto..................
tranca portnguezes......... .
* francezes. .
SENHORAS.
Botinas dengozaa........
salto de bater. "
pechincha de 49500 a. '. \
121000
I29OOO
119000
109000
99500
99OOO
99OOO
795OO
5|500
79000
69500
59500
69OOO
5)500
59000
29000
59000
29OOO
19280
5950O
59OO)
45OOO
29500
39000
19920
800
SOO
800
*
8
I
americanaa 3g500 .
Sapatos de sallo (Joly) ..!..,
sem elle (idem).....,
tPee.........
econmicos.......,
lustre 32 e 33. .
MENINOS E MENINAS^
Ha de tudo em relaQo e nio se deixa sabir .
dinheiro.
Um eomplelo sorlimento de couro de porco,
cordavao, bezerro francez, couro de luatre, mar-
roquim, sola, courinhos etc., que tudo se troca
por dinheiro i voolade do comprador.
No armazem de E. A. Burle & C, ra da
Cruz o. 48, venderse excellente farello em saceos
grandes a 39800.
Movidades da Arara.
S na grande exposico de
fazendas baratissimas
na loja e armazem da
Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Maga-
Ihesdz Mendes.
Vende-se o mais barato possivel a aaber: la -
zinhaa para vestidos de senhoras, eroepa de me-
ninos a 320 rs. o corado, lia chineza de ume s
cor propria para capas di moda com 4 e meio
palmos de largara a 640 rs. o covado, fustio de
cores para vestidos de senhoras a 280 e 320 rs. o
'ovado, cassas a Torca muito fina a240e280re..
1 covado : na ra da Imperatriz loja da Arara
o. 56.
Arara vende as cambraias.
Vendem-se pegas de cambraias lisss a I96OO e
290OO, ditas finas a 9500. 39000, e 35500, golli-
nhaa para senhoras a 500 rs. golla e manguitos
de linho a 29500, leocoa branco a imitacao de
labyrintho a I96OO : na ra da Imperatriz loia e ar-
mazem da Arara n. 56.
As saias da Arara
Vendem-se saias brancas bordadaa a 29U0
ditas de 4 pannos a 3$ e 35500, cambraias de ca-
rocinhos com 8 e meia varas a 49 a peca, corles
de.chitas flnss com 13 corados a 29500 : na tea
da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56.
Arara est vendendo.
Vendem-se pegas de madapolio elepbante
mailo lloo com 40 jardas a 149, dito de 24 jardas
a 49100, 49600, 59000, 59500 e 65OOO, dito in-
!e*ld0 35, corles de cambraia com barras a
Sf&OO: na rus da Imperalriz loja da Arara
0.56.
Arara j vende as roupas.
Vendem-se palilots de panno preto a 69500 e
89000, dilos de casemira de coree a 1O9OOO, cl-
? casemira preta a 49500. ditas de core a
555OO, palilots de alpaca a 3g500 e 48000, ca-
rnizas francezas a 18600 e 29OOO, seroulaa de li-
nho a I96OO e 25. collsrinhos de linho a 500 rs. :
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56
Arara vende as capas.
Vendem-se capas perfeilameule modernas a
69000 e IO9OOO, manteletes de grosdenaple pretas
muilo modernos a 255000 e 305000, chales de
laa a 11000, ditos de la e seda a 29OOO, dilos de
merm a tftOO e 49500 ditos de crepo de ponta
redonda a 75500 e 89: na roa dalmperatriz loia
da Arara n. 56. *
Arara vai liquidar sua casa*
porque quer ir passeiar.
Vendem o maia barato possivel pars acabar,
chitas com pequeo toque de mofo a 160 rs. e
limpas a 200 rs. o covado ditas Iargaa a 240. 260
eSBO rs. o covado, sao preta. para lulo a 500 e
640 rs. o covado, caisa preta a 280 rs. ocovade
zuarte para roupa de escravosa 160 ra. o covado
cortes de casemira prets para caiga a 39 e 3J500,
e outrss muitas fazendas que se dio as amos-
tras : na ra da Imperatriz loja da Arara nume-
ro 56.
Palitos da Arara.
Vendem-se massos de palitos finos para den-
les com 20 massinhos a 200 rs. para aceber: na
ru da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56
de Magalbes & Mendes.
VNDESE
um clarinlo de d com muilo pouco uso : na
ra nova de Santa Rita n. 40, das 6 aa 9 li2 da.
manbia.
Vende-se urna Uoda mala lioha de 7 annofl i-
oa ra da Imporatriz n. 80, taberna.
Attenco
43 Rua.do Amorim 43 -
Veode.-se arroz pilado da muito boa qaalidadar
pelo barato prego de 19600 a arroba, ?a" oa dt
* a 5 arrobas. "
Veode-se um cabriole! em bom ociado coa
arreioe completos para 10 cavallo, por oree
con modo : a tratar na roa da Florentina, cockei-
ra do major Sebaaliio.
No armazem de E. A. fiarle & C, roa de
Cruz n. 48, vende-se ezcellente farello em scese
grandes a 39800.
Vendem-se ecgSe de compsnhia Pernsm-
bucana : na praga do Gorpo Santo n. 11.
Muita attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n, 40, vndese roupai .feitaa
de todas s qualidades pelos pregos
mais baratos possiveis que se pode b*t-
ginar, pois pode vir os fregueses cm-.
prar porque pechinchi
Injecco Brow
infallivel contra as agrior-
e recentes, nico deposito
'retacera, ra da Cruz n. SS,
1'' r,n
****


..,.,-

i
DUMO M UUUJIlOCOi L
> tmnus Ks^k jo o. *j
rtlBA SO MrO l##.

N
ARN4ZEN PROGRESSO
o que ha dt bom nesle genero 1*000, Ubre e em porreo te
'j promptas para se comer viadas prlmeira vez a este
de
como sejao pan, damascos pe-
assacar
a 800 rs. e em porc&o se faz abatimento.
diSereates qualidades, em latas d 4 @) o 5 <3 por
muito aovas por 25500 e a retalbo a
Francisco Fernandas Duarte
largo da Penha
Veiide-se oeste armazem de molh&dos os melhores ge-
eeros que vero a este mercado e por menos 5 a 10 por ceoto do que em outra qaalquer parta,
rao lindo-sa a boa qualidada, por isso rogi-se a todos osSrs. da praca, de eogeaho e lavradorea o
ver de mandaren) suas eocommendaa ao armasen Progresso, afim de verem a dSereoga de
peec,o qualidade que fas, ae fossem comprados em outra qaalquer parte.
naitegft lllgItilR ae primeira quaUdade a 800 a 1*000 a libra, a am barr.ll ae (ar
abatimento.
m. an\Q\ga Trs/atea, mail n0Tt, 740 rl#>, llbtll t tm barrlli 600
" "T*^*1^ o mais superior que ha no mercado a 2*800. 29500, a libra.
*j\l UUXVlll iojitanjo a perola, pela sua superioridade a 3*000, .2*600 a libra:
O tta. pT*5\0 unjc0 pars os doeates que se tratam com a homeopathta a S55O0 a Hbra.
Q X*lJOS dO TQlSaO egedos oeste 'altlmo vapor a 2*500, ditos ehegados no ultimo
navio a 20200
jtyieijas londriuos
faz abatimeoto:
QUC1)0 ptfttO 0 mai8 snperior que tem viado a este mercado a 1*200 a libra.
Vtexunto \ag\ei pata nambtc ailUo n0T0,610.r,.. m,r...e em por-
cao se far abatimeoto.
C Stiet'.S lalglOZaS propri psra flambre a 800 rs. a libra e em porcao a 700 rs.
PrXaHt9 d TfilUQ d, laptrior qilBudade a 480 rs. a libra alntairo, s 440 rs.
^*atllO 0 me|hr oetuco-jua pode haver por estar prompto a toda a hora a 1| a libra, a
em porcao a900'rs.
T ondina* 4o rea maUo novo a ^ ri a llbr8( e em barrll de 3 arrobal a 73000.
G\vouT\jas c paios de lomaos m ., libra> em p0rco se t. b.ti-
ment.
Lata* eosa eYioimcas
mercado a 2*000 cada urna.
ftanfca de porco refinada am lal. com 10 Ubr por 43500 c.d. uma.
Baaua de porco muit0 fiQa alva a 480 rs a hbrt, em birril a w0 r8#
laTmelada mpSTial d0 afamado Abrea de oatr0a muitoa fabricantes da Lisboa
a 800 rs. a libra, e em por;o se faz abatimento.
Latas com frotas d*doce meaVda
ceg, alpexe, e ginga, a 800 rs. cada lata.
Haroielada de alperxe 9(n laliS de 2 Ubra por nm cada un)8.
Latas eom amendoas confettadas conlendo msll confeito,
candi, muito proprio para mimo, a 2*000 cada uma.
Bote da ctsca da golaba muit0 fino
Buce stceo e escalda
2*500 cada uma.
Cartn coa bollo f raneex proprl09 para mimo, 56
Paisas em eaxiau^i de 8 libras
4S0 rs. a libra.
FgO fttk C mOMs-dra muit0 novol# em caixag de g libr por jj-joo, ditas com 4
por 18300, ditas com 2 muito bom enfeitadas por 900rs. cada uma.e aretalho a 320 ra.
libra.
^vvUbas franeex-i* e portuguezas ,m Ial d, t ,ibr.t pot o ra.
ditas em meias latas a 500 rs.
!lfta$%de tomate em ial3S d9t libra por8oo rs.
ilmeadoaS de CaSCH mole muUo novas a 320 rs. a libra*.
tOZeS a 120 rs. a libra, e 3*000 a arroba.
Am*ix*s trncelas em latai com 3 libras por t980O| dila, com t ll2 por l5oo.
\jaeiXaS pQ^tagn^XaS a 320 tl. ,ubra e em cala sefsri abatimento.
GnOCO^.ate beSpnnola j500i dit0 franeei a ^200 dito portaguez a 800 rs. a libra,
aflaagt-se a boa qualidade.
BOiaXiUUtt de soda em ialM com differentes qulidades, a 1J440 rs.
aaC. S paTa SCipa letria, macarrao e talharim. a 400 rs. a libra e em caia por 8S000 rs.
*"tOS de OenteS iixados> molhos com 20macinhos por 200 e 280 rs. muito Anos.
3CTCjaS em fragcos com i e li2 libra por 800 rs.
m. JO&V francezpara limp>ai fataaa 200 rs. cada um, emporio se fas abatimento
BOlaXiniia laglexa a maf noTa d0 mercado a 320 rs. a libra a em Dnica a 4*500
I9Dlia% para eng0mmari mnito aiva a 100 rs. a Ubra e em aseca se faz abatimento.
* lX- de posta em latas das melhores qualidades de peixa que ha em Portugal a 1*600 rs.
l&Sperma&ete iaperor de emeoeseis velas por libra a 760 rs. aem caita, a 740 rs.
**1""an*8 de Nantes em latas muito navas a 400 rs.
rei-ate aU.m de superi0r qualidade a 120 rs". a libra e em barria com 8 arrobas por 7|.
iVXeiie Hace r6flnado de differeotes marcas e o maissaperior que ha a 800 rs. a garrafa
\ e em cala a 9.
If 1HHOS enga?raladOS d0 daque d0 porlo 9 d9 (,.,, multas mareas acreditadas
. neste mercado a 1*200 rs. a garrafa e em calza a 12*000 rs.
Y IH.110 em pipa Porl0i Figueira e Lisboa a 560 agarrafa e em caoada3*500, 4* e 4*500.
'" "* das tois acreditadas marcas a 5* rs, duzia, a em garrafa a 500 rs.
~~1:'*$5*' das marcas mais superiores qae ha no mercado a 15* a 22*000 rs. o glgo
Cognac inglex a mm a caiia e 1200 rl- a gajrat..
GeneOTa de HollaHda V9rd,dairaem frasquelra a 000 ra. a o fraseo 560 re.
x amara do l^gy jto a 6W rs% a Hbra, em cauiahas com 9 a iom>rs por 5f.
Genebta Inglexa 10J000 rs. a dazla a a retelho a 1*000 a garrafa.
Patitas da gax. 2,300 .. gros..
cft\
v^** refinado em potes grandes a 500 ra. cada um, em porco se far abatimento. .
viaiC ^Tado o que se pode desernoste genero a 320 rs. a libra a em arroba aSOO, 9$ dito mais
biio a 280 rs. a libra e 8(000 arroba.
9e\aainiia de Franca a mais nova do mercado a280 rs. a Ubra, em porcio sa faz abati-
mento.
*" muito novo e alvo a 320 rs. a libra.
I ariniia d0 r9D0 dag marca3 SSs e Ralega a 14 rs. a libra.
*tado lUranho alva a eheiroza a 160 rs. a libra e em arroba a 4*800,
H.etvli\iasiecas mtil0 n0Ta, a 160 ri, m,,,
' Cia de carnauba refinadas a 400 re. a libra e em arroba a 12*000.
&M C doe# d0 Li,boa a 720 re. garrafa, af anca-se a boa Qualidade.
vf
Vinbo
Dito
Ra da Seoaaila Noya a. 42
Note estabelecimento vende se? ta-
cha de ferro coado libra 110 rs. idem
de Low Moor libra a laOri.
Libras sterlrnas
Venda-se no escrlptorio da Maooal Ignacio ale
Oliraira & Filho, largo 4o Cerpo Santo n. 19.
Araruta verdadeira.
Na ra da Cruz a. 52, loja de Irnos, em caixi-
nhas de 2 1[2 libraa para cima a 6|4O0 a libra.
Superior caldo Lisboa.
Tem para rendar am porcio e a reteibo Anto-
nio Laiz de Olivaira Azevao & C, M mu w-
criptorio roa. da Cruz n. 1.
Brincos pretos a balao, e
outros objectos para
luto
Desses objectos de que boje infelizmente tantas
familias precisan), na loja d'agaia branca acha-se
um bom sorUsoenlo deliea, sendo bnoeo e rose- i ac .a.t
tas a balao, palseiras modernas de grossas a for-
tes contas, alQneles para palto, ditos tambam pre-
tos, em caizinhas, bonilos e modernos adereeos, Veodam-se ameodoae em frascos e vultos e
e meios ditos, clnteiros de llae e flr.h, preia., os baa e ricos papis com estalo para sortes
eofeites para caeeca, pampee deaovea moldea na ra da SenzalaNova n 80.
Vendem-8e dous pa\6es:
nesta typographia.
Calcado francez
Chesjado ase novo.
Grande sortimanio da botinas para homem, a
as mais bellaa para aenboras e meninas : na loia
dt) vapor, roa Nova o. 1.
^Mobilia.
Na ra da Camboado Carmo loja n.
12, vende se toda a qualidade de mobi-
lia tanto ao gosto moderno como ant
ga, phanthaiia etc. por preco mais
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-$e toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Vende-se um moleque com 10 anuos, bo
nti figura : na rus da Imperatrtz n. 40, segun-
Ameodoas.
psra segurar cabello, luvaa da torgal de aeda e
pellica, meiaa de aeda e algodaa para borneas e
aenhoras : com os compradorea de taaa objectos
se ter a maior eontampleco, aliento o flm para
queaao: por isso dirigiram-ie i raa do Quei-
mado, loja eV'agula branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
uiuitos outros misteres.
A loja d'agufa branca receben ama porcao do
srroelae ou argelas de borracha, a>ae acertada-
mente se applicam a differeniea ina, orno tam-
ben) aeja para em mistar papis ees diversas re-
parliss publicas, nos cartorios, escrtptorios,
rmaseos, lojas, boticas, tabernas, etr., etc., e
mesmo de alguns particulares, o que na verdade
vale apaa comprar-se pelo diminuto preco de
240 e 320 a duzia, para poupar-se o trabalho de
atar e deaatar um masso de papis todas as vetes
Algodo da Baha.
Proprio para roupa de escravos e saceos do as-
sucar : vende-se ns rus da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio Laiz de Oliveira Asevedo & C.
Relogios
Vender em casa de Johnstoa Pater- C.,
. do Viga rio n. 3, um bello soni ment de
elagios de ooro, patente ingler, de um dos mais
afamados fabricantes da Liverpool; tambem
urna variolado da bonitos irancellins para os
tnesmos.
SYSTE1A MEDICO H0DELL0W1Y
. PILDLASHOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, coraposto inleira-
mente de hervas raedicinaes, nao conira mercu-
rio era alguma outra substancia delecteria. Bei
que ae prectaa, assim como as mais largas servem nigno mais tenra infancia, e a compleicao mas-
para segurar carteiras. e manguitos de aenhoras. deiieada, e igualmente prompto e seguro par
e mesmo para pulseiras de missaoRas. adverta- x___ :-..-_ i r i "". *>
do, porm, qae cada argola tem sua fivela; veo- *""?' "! na compleisao mais robustas
dam-ae em dita loja d'aguia branca, ra doQuei- e.enleiramente inocente em suas operagoese af-
ado n. 16. feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie a grio por mais antigs e tenazas
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam s portas da
ID.
Attenco
Guimares & Luz, donos da loja da miudesas
da rea do Qaeimado n. 35, boa fama, participan)
ao publico qae o sen estabelecimento se acha
completamente prvido das melhores mercadoriss
tendentes ao meamo estabelecimento, e muitos
outros objectos te gosto, sendo quasi todos rece-
odos de suas proprias eocommendas ; a estando
ellos inteiramente resolvidos a nao venderem
Hado,. afiaoQam vender mais barato do qne outro
qaalquer ; e juntamente pedem aos seus dorado-
res que Ibes mandem ou reoham pagar os seus
dbitos, soo pena de serem iusticados.
Soehall Mello &C, teodo recebido or-
den: psra vender o seu crestado deposito da rilo- Amolas.
(sto o fabricante ter-se retirado do neg- Areias ( mal de) .
morie, preservando em seu uso conseguirn:
recobrar a saude e torgas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devern entregsr-sea des-
esperago; facam um competente ensaio das
efficazes effeilos dasia assombrosa medicina, o
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao sa perca lempo em tomar este remedio
Aara qualquer das seguintes enfermidades:
ccidentes
Alporcas.
ticos.
* de Lisboa a 240rs. s garrafa, e em caada a 1|800.
Ghera* a V*6O0a garr(#*-* "U) 6 faz abatimento.
raneo e mils sapartot qi^Sffl mercada propio paramlssa a 640 II. a garrafa a am u-
coajaaiiJOl
Ver hoja dat fim ao mea repretorio at a ehegada do primeiro vapor vindo
al easro nove aeilimento nao serei prasaf^sVem o pabllear ao respaltaval
do ; convida, portaoto, s pessoas que qarzeram
possuir um bom ralogio de oaro ou prata do e-
lebre fabricante Koroby, a aproveilar-sa da op-
portunidada sem perda da lempo, para vir com-
pra-Ios por commodo preso no seu aacrlptorio
raa do Trapicha o.28.
Loja das 6 por-|
tas em frente
Livramento.J
sai
Cassas franeazaa de bonitos
320 rs. o corado, luvas de tro;a(
e da seda a 500 rs o par, chitas
zas largas escuras' a 240 rs. o
ditas finia a 260 e 280 rs., fil de lioho
liso a640 rs. a vara, tarlatana fina de
todas aa cores a 800 rs. a vara, lencos
brancos com barra do cor a 19(00 a du-
zia e 120 rs.cada am, meias para ho-
mem a 1JJ.00 a dazla a 120 ra. o par,,
chitas para coberta da bonitos des-
anos a 220 rs. o corado, pecas de bro-
laoha de rolo a 2$, ditas de cambraia Usa
com 6 1(2 varas a 3>, musselioa encar-
nada a 240 rs. o covado, calcinhas para
meninas da escola a 19 o par, peitos
para camisa brancos e de cores a 200
rs., pecas de cambraia branca de salpi-
co a 3)500, algodo entestado o meliior
a 700 rs. a vara, dito branco para loa-
Ihas a 1J a vara,enfeites dos mais mo-
dernos a garibaldi a 69, a loja est abor-
ta at as 9 horas da noite.
Asinina.
Clicas.
Gonvulsoes.
Oebilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta de
foreas para qualquer
cousa.
Desimana.
Dor de garganta.
de bdrriga.
nos rins.
Dureza no ven ira.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueea.
Uerysipeli.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hylropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infiamraac5es.
Irregularidades da
menslruacSo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis,
Abstruc$o do ventre.
Phtysica ou consump-
ro pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
Familia de mandioca
superior ; nos armazens de Taaso Irmaos.
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Vend-se em casa de S. P. Jonhsion & C.,
selDs e silhes inglezos, caodieiros e castieaes
bronzeados, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavailos, e ralogios de onro patente
ingles.
- Vende-se um mulatinho de 15 annos da
idade, muito sadio e de bonita fixura, do aervi-
co de caaa e tam priacipio de boleeiro, muilo
boa conducta o proprio para quem quizar ter um
bom criado : no caes do Ramos sobrado n. 2.
0 iivro do Povo.
Sabio luz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado aob a direceo do Sr. Dr. A. Marques Ro-
drigues, e cootm a vida de N. 8. Jeana Cbrislo,
segundo a oarracao doa quatro evangelistas, e
maii os seguintes artigo: o vigario, o profssor
primario, o bom homem Ricardo, a moral proti-
ca Simo 4a Nantua, mazimaa e ponsamentos,
a bygtene, os deveres doa meninos, e o Brasil.
A publicsco do LIVRO DO POVO nao se tem
por fim untformiaar a leitura as escolas prima-
rias, onde cada menino aprende por um llvro
differente, e portaoto facilitar o trabalbo do mea-
tre e do discpulo, como tambem vulgarisar, por
am prego barslisaimo, a historia do ailvador do
mundo, e oa melhores preaeitos de moral.
Vende-se o Livro do Poso, no leetfe, na
li*raria da praca da Independencia na. 6 e 8, a
500 ra. o ezomplar am broohura, e a 800 ra. car-
tonado.
Moedas de ouro de 16J e 205
Vende-se no escrlptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filbo, largo do Corpo Santo n. 19.
Boa da Cruz i. 42.
Eiu casa de James Crablree
Companhia.
Tem para vender a verdadaira graza n. 97 am
barricas com 15 duzisa da potes.
Camas de ferro.
Brim transado de linho branco e de cores ds
auperlores qualidades.
Meias de Isa- comprides, as melhores qae
tem vindo ao mercado : na loja da ra do Quet-
mado n. 46, de Goes-& Bastos.
Oh que pechincba.
Chagaem fregueses antea que sa acabem os
verdafleiros queijos do Sendo como ha moito
lempo o*o tem vindo ao mercado pelo diminuto
preco do 860 rr. a libra a 300 tnteiros, a aope-
ror doce a 800 rs. o catxeo : Qo eslibelacmen-
MENOS DEZ POR CETO
=
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
IPliSli
DE
36
Febre intermitente.
Vendem -se estas pilulas no estabelecimento
-geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
enearregadas do sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
uma deltas contera uma instrucQo am porta-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Soum
pharrnaceutico. na ruada Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Manguitos a balao com
gollinbas bordadas.
A loja da aguia bracea em alteadlo a sua boa
tregnazia quer que todos partilhem do proveito
que Iherasultaria das boas compras as pechin-
chas, como agora meamo acontece com uma por-
ceo de manguitos a balao, punhos viradoa e bo-
nitas golliohaa, ludo de elegantes e largos bor-
dados em fins cambraias, cujas guaroiQoes est
veodendo pelo admravel e barato preco de 20
cada uma. a mesma obra que anda ba ponco
lempo se venda por 59- A superioridade da fa-
zenda e bordado iocontitavel, assim pois nao
muito que uma seohora compre 3 ou mais pa-
res deases bonitos manguitos quando o importe
quasi equivalente as de um s dos anligos, po-
deudo-sedessa forma e com pouco gasto mostrar
variedade no sea aceiado trajar. Sao as gollinbas
solas que servem igualmente para senhoras e
meninas, sendo os bordados fazeoda em nada in-
ferior aa outras, e custam estas 1) a vista do que
coovem que todas as senhoras aproveitem essa
fivuravQi occasio-e oo se demorem em man-
dar comprar ludo isso na loja U'agula branca ra
doQueimado n. 16.
Calcado
o da Earopa. Ma l0 di ra* treita de Rotarlo esquina da ra das o nests praca no callelo da orphias dirigida
pabUoT^BJP Laraagelraa a. 18. pelas irmias aa lidade? *
Joo Jos Pereira com loja e fabrica de calca-
do ca ra larga do Rosario e. 12 junto a botica
do Sr. Pinto., participa to publico que tem es-
posto em a dita loja diversas qualidades de cal-
cados feitos oa meio!a, os quxes ao sem diffe-
renca alguma iguaea aoa francezea maa como o
proprietario nao pode ser juiz am cauaa propria
por Isso peda aos seus, numerosos fregaezea e ao
publico em feral, que aioda mesmo qne nio
queira comprar, comludo venham oampre ver as
amostraa e admirar o trabalbo doa aretaa por-
as mbacanos qae trabalhim em aoa fabrica, poia
se aasim o fizeram, indubilavelanente apreciaro
esmerado trabalho doi maamoa; t,e alem dis-
10 attenderera a eslacao actual jamis dalxario
de comprar porque alem da a obra aer de muito
mala duragio acresee maia a aircumatancia de
aastar am dimiauto preco em relelo aoa fran-
ceses.
Machinas para lavar roupa
Monteiro, Lopes & C. receberam. machinaa pa-
ra lavar roupa ayalema ioteirameote novo e
ado jtado a asta patz, poia qualquer peaaoa pode
trabalhar cora ellas por ser a fea aso o mais sim-
ples que ae poderia desojar, sondo tambem maia
econmico o breva : qeetn qoioer comprar diri-
i*m-se a rus da Cadeia do Recife o. 30, qae ae
Ibe dar todas as expHcacea por escrlpto po-
deodo saber dos soua boas resultsdos por ji se
, DUAKTE & C.
ra das Cruzes de Santo Antonio 36.
.9 Lararo do Carmo 9
sos" fraauaz SZTJT, acreditad<" azensds molhados participara aos seus ama-
ZmS^m^SlZlZS 0aV0S da Eurpa' recebem de Wi ocoromaod.
ZTmSSnSZSlP ,S8 lem P^30" ecarregadas em diversos pontos da Europa
aa. aa! nZl S!K de eDenho "dores o favor de mand.rem suas encommendas
sos nossos armazens, aOm de verem a superior qualidade de gneros e diferenca de pracos.
Mant?^.t^0IeZa de Primei" ^** O E era barH. h
Manteig-a fraileen mais nova a TOO rs. Ubr.eemb.rrU aM9R.
Chl ?^SS.n mk 8Uperior ta no mercad0 a 240 800 a liar.;
Cha IlUXira o qua hada melhor nesle genero a 2|500 e 3W)00 a libra.
Lna preto muit0 8uperior tind0 a prilBeira vez ao noggo mercado ^ 2j20(). ^
S+iiSFque vem d0 Ri0'em ,al8S d9 uraalibra ^ lf80e 9m Pr50
0 ueij os do. i e 11 o chegados nasla uhino va 2S200 dos
navio a 1*800 cada um.
QdlJOS pratO como nunca veio ao nosso mercado a 1|000 a libra e inteiro a 900 ra.
1 aiOS e ChOUri9aSmu,oDovosa560rs..Ubraeemporcaosefarabalimento.
LAtas com lii^ij^^ pi0B se comer a ioda hor
vez ao nosso mercado a 1*800. v
e\Te em ItaS Bdivenoiumanhos.savel, sardo, pargo. pescada, eavalfa, lingna-
dos iritos, atum maraado, robilos e lulas de tigelada, de 1*300 a 29000 a lata.
lOUCinllO dO rei.iO.rtioow.llOri.ilita.WOOi arroba, t.mbam
temos para 240 rs. a libra e 6500 a arroba.
Uantla (le POICO em latas com 10 libras por 400 e 480 a libra.
Marmelada imperial de todos os conserveiros de Lisboa,em latas da libra,
maia e 2 libras a 750 rs. a libra
LataS COm frutas em Calda comosejampera, pecego, damasco, alpar-
xe, ameixas a gioja, a 700 rs. a lata.
Marmelada de Alperceemiatasde 2 libras por uoeoeda uma.
Doce da CaSCa da gOiaba a700rs.e em pocrioMf.r abatimeoto.
UJCes SeCCOS a dinerentes qualidades em hcelas muilo bera arranjadas a 3*000.
X amaTaS as mais superiores que tem vindo ao mercado em caixinhas elagaoteraenta en-
feitadas a 29500 e 600 rs. a libra
Passas em cuxinhas de 8 libris a2js5oo86oors.. m..
r lo0S Oa COmadre mu,t0 novos em cixinha de 8 libras e muilo bem enfeitadas a
a 29200 e 320 rs. a libra.
Krvilhas francezas'e portuguesasa64o 720 rs. a uta.
!>IaSS i de tomate em latas de i librra a800 rs.
AmetldoaS da CaSCa mole BUt0 novas a 400 rs. a libra.
131 OZeS muio novas t 200 rs. a libra.
Ameixas francez s era umCOm 5HUvaa por 4*000ea iooo a ior.
Ch>COlate heSpanllol a 1*200, francez a 1*000eportuguez a 800 rs. alibi.
Bol' Xilina de SOda emlataa com differeales qualidades a 19400 a lau.
Jlaesa S pa ra SOpa macarrao e talharim a 240 rs, a Vibra e a caixa por 59000.
v/aiXlflllaS muito bem enfeitadas com pevide, rodinha, esireliiohi, etc. a 700 e 800
alltOS IlXadOS paradeutes em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
^^"ejaS em frascos de libra e meia a 700 rs.
IJOIO r4 raflCeZ para Iimpar facis a 180 rs. e era porQio S8 far abatimento.
-Sspermacete SU per Or sem avera a 740 e em caixa a 760 rs. a libra.
Sarditiliasde Nantes muio novas a 4001600 rs.
At pista muito nova a 200 rs. a Ubra e 5*500 arroba.
AZC'lte doce refinado de diverjas marcas a 80U rs, a garrafa e. 09000 a duzia.
taOlaClili illa ioglezaa mais nova do mercado a 300 rs. alibra 49200 a barriea.
txOina muito alva a 100 rs. a libra e 2*500 arroba.
V nllOS engarrafados duque do Porto, genuino. Porto fino, madeira secca, Garcavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Muscatel a 1*200 a garrafa e 129000 a duzia.
DBtOS em pipa Porto, figueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 4*000 a 4*500 a ca-
ada.
kerVe |aal das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
ti & mpanQe i3 marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
COgnaC nglez a 109000 a caixa e 19000 a garrafa.
Ginebra de Hollallda verdadaira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o frasco.
AzeitanSS emancoretas as melhores que ha no morcado a 29 e a 400 rs. a garrafa.
1 raC|UeS superiores em caixinhas a 10* e a 3?0 rs* a carta.
1 -: llt S do gilZ a 29500 a groza e 240 rs. a duzia de caixas.
'Sh 1 rennadO am pacotes de mais de uma libra a 240 rs. em porcao lera abstimoato.
Cafe do Rio 0 melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9*000 a arroba.
SeVaillha de FrailCrt a mais nova do mercado a a*0 rs. alibra.
Sag"U muito novo a 320 a libra.
Farnha dQ iVlaranhO mnito alva e nova a 160 rs. a libra e 49800 a ar-
roba. <
Velas de carnauba^ de composio a4oors. aiibr. u*
. arroba.
Vinagre pUrO de LSboa ,2i0 rs. agarrafa e a 1*800 a caada.
GrO de bCO muito novo a 200 rs. a libra.
V*eraS SeCCaS eiU eaixilllias de oto libras a 295OO a a 640 rs. a librai;
MarraSOJUinO verdadeiro da zara, da lirnone, caf, menta, genepro, maadol'amara,
curada, ios. sublime e outras qualidades da 19500 a 29 a garrafa.
Bat titas em gigos de uma arroba por 19000 e 40 rs. a Ubra.
ComnhoS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
ErVa doce muito nova a 400 rs. a libra.
ArrOE COUl toque da ava ra era saceos de 5 arrobas a 5 a saeta. l54)
a arroba.
CharUtOS verdadeiros superiores a 19 a caixinha da 50.
Salmn em lataS com duas libras o maisbem arranjajo qua tana viudo ao Me
cado a 19400.
Mantega em latas com 4 libras a melhor do mercado lacrado ermetioueas
39200 cada uma.
V.. 1
Iliag'ne .m garrfoes com 5 garrafas d. superior qualidade a 19200.
Araruta reroUdeira muito aova a 330 a libra.
Alem desles gneros encontrar o respeii|vel publico era nossos armaren* um eaaM
sortimanl. d. tudo tendente a molhados.
AmendoaS COafeitadas aa raais baratas que ha na mareado a 8*0 rs.
* ,,lr, t a**
jdUte


._
ajas
9
\
DUMO
lasas artificiaes para ca-
1 bello.
^".i?-i,,"flor i404* Menalda bonita, ro-
?Vi?A?^g TBd0 ?"" bll0* Vendo
nana, do Qu.Hn.do q ojo icio,. n. 61
Aljfar fino imitando perola.
s-Ja*"**"*! 5W o flo do aljfar fino, iml-
o parola : na roa do Queimado, loja d'aguia
naca n. 16.
Cabriole*, carroca e cavallo.
Vende-so um eabriolet descoberto. qaasi aovo,
sn oa arreioi pan ai calilo, o qual esl sen-
do piolado do novo, am escolente cavallo do
s*eeno, de cor ruca, o maito maoio, sendo om
doa melhorea animaos do cabriole* que oiiate
neata cidade, o ama carroca em bom catado para
cafalio : para ver, aa cocheira do Thomax Jos
doa Reta, perto da praca do cipim, o para tratar,
na na do Trapiche o. 14, primairo andar.
Cambraias
Yeodem-se cambraiaa de corea de bonitos e
alegantes desanos a 880 e 320 rs. o corado na
ra da imperatriz, loja o. 10.
* os mo db isi
(Miados.
Vaodeso-ae oliadoa pintados de lindas vistas e
paisagens, larguras de 6, 7, 8 O 9 p slmos, pro-
pros para mesa de janlara z?J o corado : na rus
da Imperatriz, loja n. 90.
. Veode-ae por multa precisao duaa moradas
de casas oa eidede de Olioda, sendo ama na roa
do Amparo contigua i eacada qae sobe para o
2 AtD>*n> c,om QO'rto, coainha fon,
quintil murado plantado e com estribara; e
Im r** de 8' Frncic<> P'opra para reei-
eocta de quem preciaar de bsnboa salgados, para
o que escltente por flcar muito parto : essas
vendas ae farae para remir dbitos com hypothe-
ca, para cujo Om aaaignar aaeacripturas de ven-
da o eredor que naasa eccaaiio dar desooeracio
ca hypotbeca : procare-ae para tratar no Recife
SSS5SZ MSSeffi 0,iDd8 pad-
Borzeguins.
Ra da Imperatriz n. 10 loja
do Pinto.
Vende-te pelo baratlasimo proco :
Bassegoios de lualra para hornero a 8.
Uitoa de beserro para bomem a 83.
Ditas de cordavio para dito a 8.
Por esto proco a a dinbelro i vala para li-
quidar.
Vende-ae um bahu qaaai novo, e lambem
um bote proprio para passeio, com todoa os aaaa
perteoces novos : a tratar com o Sr. Santoa, roa
do Gordooii n. 1.
Visporas c dminos para
divertimentos.
A loja d'aguia branca acaba de recebar aa bo-
nilaa eaizrnhaa da madeira eoveroisada com ria-
poras. teodoalgumaa qae oa ctrldea trazem urna
chapfnha de metal movldica, a qual aerve para
eonrir o namero que se falla, cuja invenco
noviaaima e proveitosa ; aaaim como caiziohas
de dminos com os teios mui claros e bem ae-
guros, e vendem-se por precoe razoaveis, na ra
do Queimado, loja d'agaia branca o. 16.
Fazeodas pretas
superiores.
Grosdanaple preto muito superior pelo dimi-
MM precod 2 o condo, panno preto muito fl-
..,". Vi4' 5> Si7-6-9* woo, casemira
nuito fina a 2J, t500, 3, 3500 e 4| o c
mantas pretas de bloode muito superiores a 12'
mantelelea de superiores grosdenaples pretos ri-
camente bordado a35, aobrecasacaa de panno
proio maito floo s Soji, essacas tambera de panno
preto multo fino a 30. paletota de panno preto
ifV aOfcditoo de casemira de cor mea-
f*d* l8*i auperiorea gravalinhas atreitaa
1, oitt de aelim maco de gorgurio muito aa-
perlorea para daaa rollas a 2, diUa eatreitinba
om lindos alflnetes a 2, superior gorgurio pre-
to para colletes a 4 o corte, ricos anfeitea pretoi
a fl, e assim outraa mnitas fazendaa que sendo a
dinheiro i vista, veodem-ee por presos muito ba-
nateo : oa ra doQueimadon.it, na bem conba-
eida loja da boa f.
Panno de algodao da Babia.
Veado-se no eseriptorio de Antonio Luiz de
OJiverrs Azevedo 4 C., na ra da Cruz n.l.
Obras de vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Veade-se oa loja d'agaia branca mol bonitas
eacerradeina do vidroo do coreo o 4*500, o e fts
aaaim coaao pal a torta a do vidro lapidado com
mangas bordadas a 41500 cada um : na roa do
Qeeimado.tojo a'aguia branca n. 16.
Meias em quantidade*
Na loja d'aguia branca acha-se u-n completo
orttmeoto do meiaa do todas as qualidadea e
precia, arado pata, bomens, senhoras. meoioos
.T2l0M*e 8 1* noo. Enoumerar
oa differeotea prscos confandir o pretndeme ;
asaia quem se quizer convencer do quao barata.
!! 5"?. ."'"ndo. dirgir-ee com dinhei-
ro i dita loja d'aguia branca na ra do Queimado
Superior sebo em \elaseem
paes, ca'xas de urna
arroba
Yendem Antonio Lais do Olivoira Azev.do &
^., no sen eseriptorio roa da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
. 5'? TeDd6r Ant LafidoOliveira A-
zovedo 4 c, no seo eseriptorio ra da Crw n. 1.
Coraos lapidados.
Sao grouos que admira.
loja d'agaia broocs acaba do roce
V608b#f UBI
pequea quaotidade de corsea groaaos lapidados
oa quaes aarvem para aa voltea qae ultimameat
2*. 211500, 3 e 4# : na ra do Qeeimado, loja
d agu, branca n. 16 : assim como receben mais
aa bonitas pulseirss de misssugss.
Ricos
cortea bordados.
Vendem-ae ricos cortes do vestidos bisocos
oordadoa com 3 babados pelo bralissimo preco
de 5 o corte: na rus de Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da boa (.
Camisas ingiezas.
Veod*m-se auperiorea camisas inglesas com
pregas largas pelo bralissimo preco de 35| a do-
sis : oa loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero zi.
Ricas gollinhas epunhos
com boioes
Vendam-ae ricas gollinhas o pannos de cam-
braia e fustao ricamente bordadas com lindos bo-
toes, pelo bralissimo prejo de 2a cada guarni-
cao : na rus do Qoeimado n. 12, na loja da
boa f.
Vende-ee o engenbo Caet, situado em Ma-
neota, termo de Iguaraas: a tratar com Jos
Azevedo de Aodrade, ros do Crespo, on com o
Sr. Francisco Ignacio da Cruz o Helio, no Giqui.
Fazeodas barat-
simas
Chumbo,
Vende-ae chambo de manicio a dinheiro por
SI o quintal e a arroba por 5500: no arma-
zam de Antonio Cesario Moreira Dias. roa da
Madre de Deoa n. 32.
Milho novo!!!
A 4^000 o sacco.
No caes do Apollo n. 51.
OHiem para o pavaO e
leiara.
Camisinhaa com gollinhas e manguitos
de cambraia bordadoa, Cazenda
derousima a
mo-
Ditas de fustao com salpicoa da cor
Gollinhas bordadaa com botaozioho
Ditaa de todoa os goslos s 640 o
Dilaa com maogoiios de cambraia bor-
dadaa a
Manguitos de cambraia bordadoa maito
Unos a
enfeitadaa para
5|000
SfOOt
18000
800
19600
120(KI
140
3*000
8|006
2J600
11280
500
6JO00
3*000
Nova exposi
?ao de candieiros
O proprielario da nova exposicio avisa a todos
08 cooidoree do gaz hydrogenio quo tem re-
cebldo novameote ama quatidade de gaz super-
na, aaaim como lambem de todaa aa qualidadea
eommuns que so venden neste mercado, gsran-
Hodo o mesmo proprielario a qusiidade que
vende oaata de falsifiwcoes. Tambam avisa que
UM tecebido grandes remesssa de canoieiroa que
veode en porcao o a retatho polo prego da fac-
tura, caja vantagem pode ser conhecida pelos
prelendentes. tendo aempre neste estabeleci-
mento todoa oa utencilioa perteocenles ao
usbo de candieijos a gaz : na roa Nova
M, loja do Garneiro Vianna.
con-
n. 20 a
Golliohaa bordadas a
Eomeiras de cambraia
latos
Camiaiohaa para senhora a
Lencinhos de linhocom labyriolho para
mao a
Ditos a imitacao de labyrinthoalf e
Luvao do lorcal enfeitaoaa com vidrilho
Kofeites preloa com vidrilho a
Ricoa aofeites pretos e de cores, a Tures
e Garibeldi
Groadensple preto a 10600,10800 o
BMeasM?n"^' f.SXeDd" ?end-e na ra do Im-
peratriz d. 60, loja e armazem do pavao, deGa-
la a OlITto
Sementes de hor-
taliees
K^,."*"-d" Cr" 3^ ^Pa4U de pi e bol..
Lisboa 8emente da hortalicea rindas de
8ahio luz o
Gallo Vigilante.
10 por ceoto do que em ostra qaalquer parlo
72 Cfi0,IBO-ieJ, '""J" Pre,eom vidrilho o d
ril hn'hfll" de ^.If" "IMadoi. frsnja e galio
de lloho, caicarnlhas pretas e de coros, frocosde
todaa "coras, 0, riquissimos eoeites de cabeca,
galsoz,nboa de lloho e de sed. par. enfeUes
ch.peozohos para cnancaa. chspelinhss para se!
nhora, bonela de panno o velludo muito finos
para meniooa, Jilea muito cbiqoes psrs sintos
cambraia de linbo muito finos, e mnilos mala
objectosq.e se continuar snnoociar. pois ven-
Ta a ?or p:f5 btlssimos por no acbar
"'2f:-N' mesm.loj. .0 ach.r m
rico sorlimento de amendoaa o confeitos proprios
Para qualquer mimo, que ae vsnde pelo bara ia-
aimo preco de 10600 a oaizinha. P
Superior bramante de linho com duaa versa do
largara a 20400 a ora, aloalhado da linho ada-
mascado com duas largona o 80500 a van, brim
braoco do lmbo muito superior o 1|440 a vara,
dito de coreo, f aseada mallo superior a 10, dito
pardo do linho paro a 800, 10 o 10900 a vara, di-
to do qaadrinbos muito propalo pan calcas, ja-
queles e paletota para meninos a 900 ra. o cora-
do, gangas rancezas maito auperiorea a 400 rs. o
corado, cambraias rancezas muito finas O de
muito bonitos padrees a 960 o 960 o covado,
cambraia liaa muito fina a 41. 5 e 60 a peca 000
8 1|2 varas, cambraia som sal picos tambem com
8 1|S varaa cada pecoo a 40500, dita maito supe-
rior o melhor qae ha neste genero a 111600 a pe-
ca com 17 vana, ou a 800 ra. a vara, chitas ran-
cezas de maito boas qualidadea e de lindos pa-
droea a S40, 280. 300 e 320 o covado, fil de H-
nbo liso mulo floo a 780 a vara, larleUna bran-
ca e do corea a 760 a van, toslbaa de kobo para
ma0* f 7* <,uxu' diU* Pelld aouito saperio-
res a 110 a dosis, golliohaa o cambraia borda-
das s 800 rs.. manguitos e Rollas de cambraia ri-
cameate bordadaa a S0 o por do mangados com
urna golla, lencos brancos muito fios com bico
ronde o labyrintho a 1(980 cada om, ditoa d
cambraia do linho para algibeira polo bralissimo
praro do-4, 5 e 60 a duzia, e assim um completo
sortimeoto do fazeodas de todaa aa cualidades
que sendo a oinbeiro vstase vondero por pro-
cos mu baizoa : na bem conhecida loja da boa
te, na ra do Queimado n. 28.
Camisas eceroulas
Vendem-se superiores ceroulas de lloho muito
os, pelo barato proco de 260 a dozia, dilaa tran-
cadas de algodao. mas de maito bos qualidade, a
9 _"" amiasa brancas francezaa a 880 240
X e 300 a duzia, ditas para meninos a 221 du-
na, dilaa para homam com aberturas de corea a
280 a duzia : na bem conhecida loja da boa
na ra do Queimado o. 12.
Manguitos com gollinhas.
Vende-so manguitos com golliohaa, facends
muito boa, pelo barato preco de 21000, gollinhas
e puohoa ultimo gosto o 20000. gollinhas muito
fioas e bem bordadaa a IgOOO cada ama na roa
do Queimado loja de madezaa da Boa fama,
Ue O.
Tiras e ntremelos bordada.
- YLod..e;,e, l**5M "* bordadaa do 2,500
3,000, 3,500 e 4.000 ntremelos a 10600 e 20OO
cada peca na ra do Queimado toja de miadezss
da Boa fama, d. 35.
Bo necas fraocazas.
X2S.9'*? ^??*c*" *' rieawente veatldas
40000 e 50000, o 21000 nonecas de cera com 03
olhoa it ovedcoa a 20000 e 30000, na ra do Quei-
mado loja de miodezas da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ac para sintos.
Vende-se fivelae de ac para ainto a 10500 rs. o
90000 na roa do Queimado loja de miudesas
da Roa fama. o. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 n. cada ama aspa de seo
pare balso a 160 rs. a vara, bandees a 10500 re
2000 o par, oa ra do Queimado loja de miadezss
da Boa fama, n. 35.
Gascarilhas de seda.
y*!"le"B,Jw",rri,BM d P" eofeitsr
vesudos a 20000 s peca na roa do Queimado
leja de miudesaa, n. 35.
Meias de oorracha.
Vende-se meiaa de borracha para quem padece
de erysipela a 150000 o par, meias de seda preta
para aenhora a JOOO o par oa ra do Queimado
Ioja"de miudezas ds Bos fams, o. 35.
A boa fama
venda gollinhas e punhos com botes psrs senho-
n. fazenda muito boa, pelo bsraliasimo preco de
20 : oa1 ra do Queimado n. 35, loja de made-
zaa da boa fama.
O proprielario da nova exponcio aviaa ao pu-
blico que seus estabelecimantoa se acbam todos
oa ana abortos at aa 9 boraa da noite ilumna-
los com o mesmo gaz hydrogenio coateodo nos
tsesUbelecimentos ama riquiasima galera
os que muito i o tretera a curiosidadedas
niiaa que quiterem visitar estes eslabeleci-
os, assim como um numeroso sortimento
**etar,M 1ue Pr Boato ae podem comprar
nrantiodo aos concurrentes a franqueza do in-
sjreoso em seus eatabelecimeolos : na rus Nora
" Mi loja de Garneiro Vianna.
Attenco
sf3
Chegoo para a loja da victoria, candieiros s
is de oovos gestos e modelos, tanto para asa,
como para eacada e quartoa e para outraa muilas
cooeag: na loja da victoria na ra do Queimado
n. 75.
SEDAS
Cinco tustes.
S na loja do pavo
comVrid,eeMduV.^ V,dro, di,a de II,lr" ,0
llc.di.slmo. osto ^ CQm ..'D -" 9l-,,M? e.d**
a 50t ra. o covado i 5"" de th'ta lnRle"
fiO loia A armai.m V rU' "" IPentriZ 0.
raK ?"0 de Gn" & Silva.
-. Arado* americntiot e machina.
P*rt^ar^roupa: ern caoa de
a. 41.
h KA 3)0 QUEIMADO N?46
P/lt7hlGEANDE20ETIMENToirit
ra da SeasaUa Nova
maito bem
cssemirs
de alpaca
casemira de
grande oorti-
.-?: / ?elludo de 40 a M, ditos psrs casamento a 50 a 60, paletota brancoa de bra-
?'^. fiat"S2!25S m.!il!?",l' "- mfm&S de szeodafln.! So-
dernss, completo sortimento de caaamiraa iogleus para homem. menino 4
?.,g0diV ''iT'a*S*.LMd! '""a.-* Mdl d* J-"B "' "">' l
moa orna grande fabrica do eUaiete onde rocebemea encommeodaa de graodoa obraa aa nara
ST^lS!.^^ prompdT.m.l. barata
Sapatos de borracha para
senhoras.
.-t **? ?* do borracha paraeeahoras e
JSi0* !*5 rt- "" "lWnbo <> ra
fu!?6? .l|W0 p,r-tfltM to ,5>
..i6 U! piTt aW. 10080.800 rs.
S! i??S d* M$ '* bordadoa proprioa
.i 1 P*wa(l0' 80000 o par, na na do Quei-
mado loja de miudezaa da Boa fama, o. 35.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
#nm"d*"H P,,0*rtao do vidro a 10600 ra., ditas
1>Z. ""S" propriss para rapases a 40500 ra.,
TdiaaaM e,cadeiraa de vidro a 40500 rs.
1^. S PJ1!' roa d0 Qoeimado loja de
miudoza da B6a fama, n. 35.
Perfumaras muito finas e
baratas.
Opiat, ingjeza 10500 rs. dita francesa a 500
i..- V iV00' 0,f0 d sociedsde hygisnique
m!J \n ,,*C0 ''. oi"> babosa de Piver
un .- '' '"o. balsmica
S M-deB,M 1*00Q dita de Bo1 "bem
?s>l' eDt8 'SOOO o rsaco, pomada fraoce-
m-ft Si0' if^"-J ,*0(>. 32 bonetes
. n .' W0 r.s- e ,000 "d u* "
n 35 0aelD,a<, loJ de miudezas ds Bos fama,
A 200 rs s o pavo.
J"**d dadla OiQJSUl escora de cor fiza a
o loatoea o corado : oa roa da Imperatriz d.
. oja e armazem do pavao;
A 2$500, s o pavo.
vind.eni*,e C0,,M de cambraia branca com 2 e
3 babados a 20500, ditoa de tarlataoa brancoa e
oe cores, com barraa e bahadoa a 30: na ra
Gam'Ki,1 60, l0j* e utnun PTao de
A 500 rs s o pavo.
, Y,B4"-aais modernas o fininimas lia- .
sinnaa de quadrinboa e de flores solas e pslmi- "*' Pata engenbo, machinas de vapor e taixas
DDll. druitih.r..^.. j_ ..1.._________ A* ,,. u..:j_ ... i i '
Potassa da Russia.
Vende-se em cata de N. O Bieber &
C.,|successored, ra da Cruzn. 4-
Averdadeira essencia de ail
para engommado.
Acaba de chegsr para a loja d'aguia branca.
ra do Qoeimado n. 16.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marfim.
Acabara de cbeg.r para a loja d'sguia branca,
ra do Qoeimado n. 10.
Borzeguins inglezes.
Ni ra da Imperatris n. iO defronleds boneca
loja do Pinto, recebeu-se palo ultima vapor om
grande sortimento dosj bem acreditadoa bor-
segains ingleses qae vend.-.e por 10gell, di-
nbeiro logo contado.
Para brinquedo de S.
Joo.
Voode-ae amendoas pelo barato preco de 640
ronde gollinhas o
4 boa fama
ss a puDlos com botdss para se-
abara, fszenda atoKetoa, a ando haratiaaimo po-
BSAn.'^faa.0^-* D' l^ -
Grande liquidacao
DB
muitas fazendas baratas,
na ioja da ra do Cres-
po n. 8 A, de Leandro
w Miranda.
Ud^eV? ,ei" grande'e debon0 P-
Gollinbas de cambraia bordadas
Ditas de dita e fusilo com botoes
o rs. a
de
Bsregea de lia coa palmas matizadas
covado *
Grande diveraidade de collarinhos, om
I Rlcaa aaiaa de cambraia bordadaa
1 rejos com 17 varas de cambraia de ssl-
. vuuD-00 ameaaoas peio Dar 10 preco de 640 Rniui. .n,i..i. j
Rosario n. 35, ra Velha na Boa-viata n. 337rua T)Z mu a h...
do Rangeln 9. ros da, Cinco Pont., deroite 1 Chapeos de feltr^?""6"'"0 de "
StLW "" Au""."1"a d ba *> I Eo?eJUe^^^egM?.dfrc7re?e^reDt"o.^
iVG^NCIrV
DA
flhaa, deoembarcadaa do ultimo navio indo do
tl-*a0 MMMaassni preco da qoioheotoa ris
o covaao, e dio-se aa amoairaa com penhor : na
roa da1 Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silsa.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-se eata nova fazenda de padrdes delics-
.,. tSI.?" f ,|2 aP,lBM de laru". ProPri
P 'Mtldos de senhora a 400 rs. o covado : na
rus da Imperstrii n. 60, loja e armazem do pa-
ri de Gama & Silva.
Vende-se oa arrenda-se urna grande pro-
priedade multo perto da praca. com grande ole-
ra de dons tornos, capella, urna boa casa do v-
venda, diversas casas hibitadas, doua grandea
rlvelros, maitas srvoreo de fructo, inclozive di-
versos coqueiros : a tratar com o Dr. Souza Beia
oo com q major Belsrmioo do Reg Barros naa-
ta cidade, oa na Magdalena.
Fundico Low-Moor,
Bna da So rizal la Nova n. 4.
este estsbelesimento continua a haverum i (rord*D,Ple preto muito largo e bom,
nhoa -
Msngultoa de cambraia bordadoa, i ba-
ilo, o par
Ricoa trgandys de bonitoa padroes, vara
Chaiea^de marin liso de todaa aa cores
a^we0 n"U,"d08' Pnla "dooda
Grande variedade de pecas de tiros e ba-
Dadinbos, pecas de lf a
19006
24606
250
28400
12J0OC
ISM9
38000
1|006
2J000
560
4*000
aftoa
ffhi
S9666
e coado le todos os tamanhos
de ferro batido
pera dito,
A banha fina,
bm copoa grandea, ebegoo para a loaj d.agoia
ennea, roa do Queimado n. 16.
Oh! que pechincha.
Veode-ae palitos lixadoa foliados fiaos psrs
denles, 3 masaos com 40 maaainhoa por 400 rs.
na tua da Ioperairiz loja da Arara n. 56.
Vende-ae a prests;5es annnaes o eogenho
Santa Croz, aito na freguezia da Luz, a margem
do rio Tapacurl, distante desta capital seis e meia
a 7 legoas, tendo trras ds maior produce. para
3,000 paes annaaea, boas malas e todas as obraa
precisas para lucrar-ae, bons lavradorea, dous
ceresdrs ; o tambem vende-se, no caso de convir
ao comprador, orna boa aafra criada : a tratar no
meamo eogenho, oo na roa do Lirramento n. 36,
aegundo andar.
KlMIDin
Paletota de brim de cor de 3J a
Gbapeoa de sol de alpaca de 3*500, 4a e
Ha?endo muitoa ontros artigoa. e toe
?enddoa aem reserva de pre$o, a
ojooe
5S000
4*900
e todos se rao
dinheiro.
Garlos IV e III.
DE
FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Silva Mata.
43 Ra do Queimado 43
Esquina que volta para a Congregado.
,Neate moderoo eslabelecimento
se en-
r um completo e variado sorti-
de.fazendaa o roupaa feitas por
na! rascaseis. O deaeogano da
var :
ta|de caaemira sacco. o sobrecasa-
1O9.
.'de meia casemira dito dito a 5|.
Ditos de brim pardo de linho muilo fi-
nos s 5*.
Ditos de alpaca prola fina de 4* a 6*.
Ditoa aobrecaaicoa de panno muilo fi-
no 22*.
Ditoa de fu.tio de cor miudinho a 3J "
Calca de casemira de cor a 5*. 6*. 7*
e 8*000. *
Ditaa de dita preta a 7*. 8* e 10*.
Ditaa de meia casemira a 3*. 3*500 e 4*.
D,tasdfl fualio e ganga da cor a 2*. 2*100
e 2$500.
Ditaa de brim pardo de linho a 2*. 3S
4* e 5. "
Ditaa de dito branco a 2*. 3* e 4*.
Colletes de casemira preta e de cor a 43
e5*000.
Cambraiaa orgaodya padrdes multo bo- :
nitos a 600 ra. a vara.
Ditas moderna duqueza de Orleans a
560 rs.
Chitas larcas eacuraa flnaa o corado a
240 e 260 ra.
Ditaa muito finas verdadeira francezaa a
300 e 320 rs.
Cambraiaa branca flnaa a pega 3*. 4* e 5|.
Ditas de aalpicoacom 9 varaa pega a 4*.
Gbalea de lia eacocezes para as senborss
andarem em casa a 3*.
Lazioha. para veatidoa o covado a 520.
Cambraia preta maito fina a vara a 500
ria.
Cbitaa fnslio para veatidoa o covado a
340 n.
Saias balo arrendada a 5*.
Lencea de bramante de linho fino a 3*.
Ditos de dito de algodao a 1S280 rs.
E oulras muitas qualidadea que s a
vista do freguez. Tambem manda fazer
roupas por medidas
De ludo se dio amostraacom penhor.
Ultimo gosto,
Gollinhas bordados e punhoa
com botoes para senhoras.
A loja d'aguia braoca, onde bem ae encontreos.
'K'11,0derooe o de gestos, acaba da recebar
um lindo sortimento de golliohaa bordadaa o pa-
nbos com bonitos botes. o qae hoja olUma
TZd8> Pr IM0 n!nhH, ahora e deve ne-
gar a comprar urna dessas guaroicoes por 2*00C
completo ornamento dsquellaa que terao de aU-
"-f fepreaentacee do Marlnangeii.
mesmo as qoe nao forem teem igual direlto at
comprar eaaea bonitoa arranjoa ; na loja d'aaak
branca, ra do Queimado n. 16. g
fiscraros fgidos.
ri7 T !, no. da B d0 esersvs Zefe-
Sl'JK': '1,ara r*ular' cbe"o corlados o
%Ry?'iS0Any' rMt0 redondo C01 aeOa
pretas. falt. de dentea na frente, chela do corpo!
pea grosseiroa, levando com aigo ama porcia i
roups, parte nova e parte ua.da : roga-ae a todoe
i-l. a ? i' qUie,a enSoulr'>do f5sm conda-
a raa Imperial n. 3 que serio recompeo-
a
sados.
n J*irfU8,d0-desde mez P"do am preto de
ARMAZEM
ROUPA FUTA
Joaquim F. dos Santos.
41-Boa de Oueimad40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
M.-Ne,le el*b-eleclmenl ba aen)P "> ortimento completo de roana falta de
todaa aa qualidadea a tambem ae manda ezecutar por medida i vontado doa fr.
sea pan o qae tem om dos melhores profossons. B,wua" **"><> ao rregae-
Casacas
ae panno preto a Of,
85| 0
Sobrecaaacosdo dito dito a 35* o
Paletota de panno preto o de co-
res s 36, 80. 25, 10, 18 o
Ditos de caaemira de corea o 22.
15|, 12. 7 o
Ditoa de alpaca preta golla do
velludo frsocezaa a
Ditoa de merino aelim pretoa o
do coras a tf o
Ditos de alpaca de cores a 5 o
Ditoa de alpaca preta a9,7,Se
Ditoa de j>rim de corea a 51,
4500,4e r
Ditoa da bramante de linho b an-
co a 0, 5f o
Ditos de merino de cordio preto
a 15 o
Calcas de casemira preta e da co-
rea a 12, 10,o|,7e
Ditaa do princesa o merino de
cordio preto a 5, 6*500 o
Ditas de brim brsncoe de cores s
5*. 4*500 e
Calcas da langa da coraza
Gollete de velludo preto o de eo-
res lisos s bordados a 12*. 9* a
Ditos da caaemira preta o de co-
ree liaos o bordados a 6.
5*500,5 '
30*000
30*000
20*000
90O0
10*000
8>000
8*500
SfSOO
3*500
4*000
8*000
6*000
4*500
2f50O
1000
8*000
SfSOO
Ditoa do setim preto
Ditos de seda o setim brsnco i C a 5*000
Ditos de gorgurio de seda prstos
e do cores a 7*, 6*, 4* a
Ditoa de brim o fustao branco a
8f500, 2*500 o
Saroulaa de brim de linho a 2* e
Ditaa de algodio a 1*600 o
Camisas de peito defustio branca
e de corea a 2*400 o 2*200
Ditaa de paito de linho a 5*. 4| o 3*000
Ditas de madapoln brancas o do
cores a 8*. 2*500, 2* a
Chapaos pretos de maaaa trancan
forma da ultima moda a 108.
8f5O0 a #t
Ditos do feltro a 6, 5, 4 o
Ditoa do aol do seda ingleses e
francezea a 14f, 12, llf o
Colarinhos do linho maito fines
novoseitiosdsnltimamodaa
Ditos do algodio
Relogios de onro ptente e hori-
Ditoo da prata galvaniaados na-
Obras do oero, adarecoa o malos ^^
derecoe, palcolns, rosetas e
. aneia a .
Toalhaa do linho duzia 10J, 6 e 91000
Ditas grandes psrs man a.s3 e 4*00,
5*000
5*000
3*000
2*200
1*280
15600
7*000
2*000
7*000
800
500
3 4*O00|
palhado representa ter 40 anoos de idada tem
sido visto pela ribeir. e nos arr.baldes.destani-
dada fszendo limpeza : roga-te as aulo7aaW
dito preto, e leva-lo a ra da Cadeia Velha n t
que ser pago todo o trabslho. **
Attenco.
JSZuT 23' .8 \{ hora" d0 dia- desspp.receao
pre oHH.no.crioulo.com 28 annoa de idadopoaco
MU oa menos, estatura regular, po.ca barba
por f.zer, bastante regrista : na fuga. .lem da
IV?F i" P"n0 q.ue furlou- "'8-~ *
ter tirado algamaa calc.a branca, ec,miea.reo
do a roupa do uso. tanto calc. como camisad*
dfto0 .8 lm" filh d' San, A-lio" "o
de veio ba pooco para aer vendido : quem o oo-
Uml",?.,0*". D,eUa D> a Jo" '<&
Lima Bairio, qae generossmeote gratificar.
n7 U8I d,S.12 de br dele co-rVnte ,B-
no do poder do ab.ixo aa.igo.do. o pardo oe no!
me Franelsco de 17 annoa de idade, que lem b
mta figura, tedoaoa dentea, cabellos csrardahal
DrrUAnton!;DR0 a,d,e8lS Pard0 "?"? 21?
Dr. Antonio Borges da Ponseca, de oreaDotaV
que ande poralgum doa lug.rea por ondeTmes-
mo sennor tem viaj.do, como aej.m gu.r.aiT
xeira. Pi a Albo, Limoeuo, aa treavillaeda co-
marca de psjeu de Florea, sendo que segundo o
h.?..a', X,a1bem D0 enenh0 Iohami? ao?
naver sido valo ba poucoa dias em Iguaraseu por
ter misado coa ana mul.linhoa de.se engVnbT
L niai presnanr Ia6 o dito escravo Tor aot
se inculque como a servico do dito 8r. Dr. Bor-
nll'nJ.0'*0'' ",flV* DS0 Mr aPPhOdidO
qnem pois o aprehender onde q.er que for encon-
trada me escrvo e o vir entregar ao sea leas,
timo dono ns roa do Hospieio n. 6. que ser* ma
gen.rosament por elle gratificado.
Ignacio Luiz deBrito Taborda.
100.000 rs.
de gratificaco,
a quem apprehendere levar i caaa deaen aanhor
tereeiro andar, o escravo Antonio, de oclo Gasv
loDf^nC.0,DB08 ,gMe'- "*". ter :! Id.d.
ur f.^/afT0. ma!80.u IDeno, l'tnn rega-
lar, falta de denles aa frente ds bocea en m
orelhs tem om taco tirado, debaizo do ueiloS!
qoerdo tem trea baracoa, eign.oo de dMdaa --t
do., tem um d-feiio no torSozelo de om dooS
pelo qual paella om poueo oo- andar coetaW
embreagar-se. e and. fgido i 5 mezs, pooaj
mais ou menos, foi escravo do fallecido Maman.
no Antonio Peieira.
2001.
Desappariceram ao abaixo auienade
no dia 1 de junho de 1861 doeniAs>
S. Domingos na provincia de Sercme.
comarca da Estancia, os escravo* Lew*-'
d.ro, pardo, moco, cabello annelladsV
baixo, grono e tem na teta sobre ua
clbo urna cicatriz proveniente de isa
ouce de urna vitella ; e Ravmuntfc
crioulo, mo.;o, alto, olhos pequentiee
ps grandes : gratifica se com i t'O pes-
cada um do ditos eicravos a quem os
apresentar x o dito engenbo ou na c
oe da Babia uo e^tiBlal o de n<*gaj(SMBV
te JoSo Jos' Leite, e en^kfJCnamBfl
acad ii i iprio 3- anno Unas Jos
drOlflHtllaa*~*> a- i II


>H09soasfl

^*>mm+.:^.^ ,#*/


T
T"


I
----
DIARIO Dft PUNAMBCO p-
'
ara.
Da liberdade franeeza e sros cndieoes
de existencia.
(Concluido.)
Tal sorta que torio en Frang todas is
coosiituiges que lem a imprudencia de conceder
liberJade deescrerer e dizer ludo, eans liberta-
des de luxo, que entre nos fcilmente te mudam
em liberdades de miseria. Essas conslituigessio
multo tracas e sujeilas a cahir; obrigaai muilo
os poros velar sobre ellas e por ellas barrero-
s. Os poros nio devem estar sempre e:u armas
para a defeza de auas constiluiges. Tem outros
Je veres, ootros negocios, que recia mam leu lem-
po e o emprego de suaa (acuidades.
Por eises diversos ttulos, a coQslitui;ao de 14
de Janeiro de 1858, completada pelo decreto de
24 de novembro, am progresso real sobre as
que a precederam. Excluiodo as librtales pe-
rigosas, iustituiodo um govereo puramente re-
presentativo, essa conslltutc&o eesse decreto per-
miltlro certas agitaces, mas nao todas as agita -
(oes oe imprensa e tribuna, que degeoeram bem
depressi em sgitacdes popalares.
O Foram est aberto, e ahi pole a naco dis-
cutir livremente os ioteressea de sua grandeza e
bem eatar; maa nao ere, como outt'ora passar
ahi a vida apaisonando-se por vias disputas, por
vaos discursos, deixindo desta firma os seus ver
dsdeiros negocios, isto ,.o estado das questes
econmicas, que todos se resumem nesse grande
problema do futuro : o melborameoto da sorto
das classea laboriosas.
Eis o que tivemos em vista mostrar neste tra-
balho. Fazeodo >r a liberdade que possuimos
para o bem, quizemos notar as libertades peri-
gosas, que daremos evitar.
Nio pretendemos dfzer qae nada mais se tem
a fazer, e qua ludo deve Qcar como esta. Mais
liberal Ulvez do que aquellos que se decoram com
esse titulo, professamos um amdr ardente i li-
berdade e aos povos que snuberam, como o iu-
g|ez, organisa-la rigorosamente entre elles ; mas
por isso mesmo que a amamos, devenios fazer
ludo para conserva-la; (levemos eerca-la de to-
dos os nossoa cuidados, e aflastar dalla os par-
sitas qoe sempre acabaro por devora-la.
Nos, Francezes, somos muilo inclinados a to-
mar por liberdade, o que muitas vezes nao pas-
ta de apparencia, e, para repetir o que j disse-
mos, a sacrificar a verdadeira liberdade liber-
tades de luxo.
O ejercicio dassas ultimas degenera, quasi sem-
pre, em lyraonia, a mais odiosa de todas, a ly
raonia da opiniao desrairada, e por termos hor-
ror a tyranois, que desejamos que se maotenha
em sua plenitude salutar a coostituicio de 1852.
R. Laucn.
[Revue Cotntemporaine.Ulysses.)
Eosaio sobre o direito administrativo,
peloSr. viseonde do C nigua v.
Em outros paizes regidos pela forma constitu-
cional, as grandes illustraces que a vida publi-
ca tem formado nao deaapparecem, como entre
nos, deixaod apenas aps si o bruno fugaz daa
glorias pasaageiras da tribuna. Nao se limitam
S direccao do movimento social, quaodo no go-
verno, discusao nos parlamentos : em obras
duradonrasaasigoalam as tendencias do seu lem-
po, as oecessidades da sociedade em que vivero,
o espirito das insliluiges que ajudaraoi a fun-
dar, ou com seus esforcos consolidarain. .Nao se
esquecem de que a imprensa o meio mais efli-
caz de illuslrar a opiniao, o mais fiel interprete
das ideas : o lirro, o depositario mais perdura-
vel do pensameoto. Guizot, o conselheiro de Luiz
Philippe, o primeiro ministro da monarchia de
julho talvez nlo presiasse tio bons servigos no
governo e na tribuna, como aloda o est fazendo
na imprensa, causa aupplanlada da liberdade
constitucional na Franja.
Infelizmente no Brasil os homens mais emi-
nentes, cbegados i madureza da edade e da ra-
zo, Ilustrados pela pralica da administraco,
sumindo-se no senado ou no conselho de esta-
do, abtndooam a opiniao aos vai-vens dos inle-
desses polticos e caprichos do moxento; nada
iniciam, nada aconselham, concentrando em si
aa licdes de aua longa e esclarecida experiencia,
das quaes tanto poderiam aproveilar os homens
raros.
Ero quareota anoos queja contamos de go-
verno livre rara a pubficaco a que se liga o
nome de um homem ootavel, nem urna at hoja
relativa difflcil e complicada acieocia da ad-
ministraco, lo atrazada neste psiz, onde ludo
poltica, onde a admioislracao lem sido con-
siderada um meio auxiliir um instrumento ce-
g da poltica.
Urna exceagao, porm, acaba de ter lugar, e
tanto mais illoslre quanto o autor do livro qae
ora sthe laz um de nossos primeiros estadis-
tas, um dos homens de mais valenles estudos, de
mais experiencia das nossas cousas.
Constira-oos que j ha algum lempo o Sr.
viseonde do Uuruguay reuna os materiaes para
-ama obra em que pretenda expor as bases e
jogo dos elementos da nossa organisago admi-
nistrativa, submettendo critica aa insliluicdes
lisenles, indicando Ihes as lacunas, as reformas
e melhoramentosque reclamam eque melhor se
compadacam com as circunstancias actuaos da
sociedade.A. parte geral e doulrioaria dessa obra
a qae est publicada, em dous rolumes. com o
modesto titlalo deensato sobre o direilo ad-
ministrativo.
Desoecesssrio dizer juelles que coohecem
trabalhos'do Sr. risconde de Uruguay que em
toda a obra se revellam, a par da clareza de
exposicao, da elegancia e concisio de um esty-
lo simples e nervoso, o vigor de dialctica, o
melhoJo de obaervaco profunda e espirito in-
vestigador, que sao os principaea atuibutos do
talento de sea Ilustre autor.O que sobretodo a
nosso ver distingue o novo livro e nel'.e mais nos
excitou a sua curiosidade a sua cor, eminente-
mente brasilea.
logia da povos mais adisntados sempre em com-
pareci com ai do Brasil.
Partee qui a tutor esmerou se especialmente
em fazer rertrere em dar realce a opiuias lu-
minosas de estadista* cosaos esa dlscusades im-
portantes, das quaes boje poucos talvez se lem-
bem, msi de que ninguem di noticia.
Com razio diz no prembulo :
c Tire multas rezes occasiio de deplorar o des-
amor com que tratamos o que nosso, deixsodo
de estula-lo, para Bornele ler superficialmente e
citar cousas alheias.despresando a experiencia que
ironaluz em opioies e apreciacoes de estadistas
nossos.
E mais adianto, tratando da admioistracio
contenciosa :
Nao lem aido collegidos, nem se trata de col-
legir, aa tradiges e arestos que podem servir,
como oa Franca servem, de regra e guia ; pelo
2ue a jurisprudencia administrativa contenciosa
enlre nos muilo arbitraria e obscura, e apenas
accessivel aos que tem entrada as secretarias e
coragem bastante para desempoeirar macos de
papel enormes, onde ludo jai sepultado no p do
esquecimeoto.
o desenvolvimento daa doutrinas, muitas e
delicadas disiiuges e apreciages sao trazidas a
lamo pelo Sr. viscoode do Uruguay, tendentes a
bem delinear as raas da administraco, a deter-
minar a sua missio, direitos e deveres.
Distlnguiodo aecuradameote no executivo o
poder governamental ou poltico e oadmioiatra-
livo, qae vivero e nao podem deixar de vlver jun-
to, as mesmas roios, em continuas relscdes,
consultando-se e auxilindose mutuamente, o
autor designa a esphera de accio do cada uro,
em vista do papal que chamado a desempe-
nhar no andameoto da sociedade, dos inters
sea dislinctos, mas harmnicos, que a um e ou-
tro incumbe resguardar promover. Tem sem-
pre presente e emeada pagioa considerares no-
ras e importantes que vem reforgar um dos pen-
sameotos capitaes, diramos quasi, um doa in-
tentos do seu lirrosbrlgar a administraco das
contingencias da poltica, simplifica-la no sea
mecanismo, torna-la pratica no desenvolvimento
de sua accio, foroecer-lhe meios de illustrar-ae,
e sobreludo dar garanta aos administrados.
Auxiliar do poder governamental, eocarrega-
da de dar impulso aoa differenles ramos do ser-
vico publico, de accordo com aa vistas dos pode-
res polticos, de dar vida e execucio a medidas
geraes, Iraduiindo-as em fictos, oa administra-
Cao ressumbra sempre pentamento governa-
mental ; era contacto, porm, com os direitos e
ioteresses dos cidados nos elslhes de applica-
gio, oito pode flear raerte das paixea e intri-
gas polticas do momento. Em sua marcha deve
estar a coberto do arbitrario, sujeita a regras, sem
peas iouteis, maa com as precisas seguranzas de
juslica e de acert.
a Quando urna nagao, diz o Sr. viscoode do
Uruguay, tm inalituices administrativas confor-
mes com os bons principios, uteis, protectoras,
arraigadas nos hbitos da populscio, os novos
governos, dada urna mudanza poltica,serrem-se
dellas ; apenaa modificara urna ou oulra baae,
um ou outro principio, mas nao as destroem nem
podem destruir. Quando o piiz nao tem easas
instuicdes, ou as lem mal concebidas, mal as-
sentadas, mal desenvolvidas, cada mudanga po-
ltica traz completa mudanga administrativa, o o
arbitrio revolucionario nao encontr empecilho
algum.
i tea irp
rniA M DI IUIO DE UM
< Taes sao as repblicas hispano-americanas.
Tm organisago poltica constantemente muda-
vel. Quasi nao tm orgaoisacao administrativas
Tudo precario e depende do arbitrio dos chefas
das revolucoes.
A responsabilidade ministerial, que pode ser
um freo, quaodo se trata de grandes principios
e de grandes inleresses polticos, Ilusoria por
negocios meramente administrativos, mrmente
quando s izem respeilo a direitos de indivi-
duos. Qual a maioria parlamentar, que por
questes deasaa se presta a sacrificar um minis-
terio que sustenta, a dar razo aos seus adversa-
rios e lugar a que suba a oppoiigao ?
Assim, os desvos administrativos, a offenss
a direitos em questes administrativas, nao tm
correctivo efcaz, sulicieole e real na responsa-
bilidade dos ministros, principalmente quaodo a
injustiQi recae aobre individuo qae nio tem im-
portancia poltica.
c O nico efflcaz que ple ter eacontra-se na
separacio pratica possivel, entre o qoe poltico
e administrativo.
< Essa separacao nao consiste, nem poderia
consistir em tirar a admioistrago ao podar exe-
cutivo. Fra o mesmo que supprimi-lo- Nflo po-
de consistir tambem em sujeita lo a outro po-
der, ou antes fazer depender deste a sohicao das
duvidas que por veotura se suscitem sobre os ac-
tos administrativos do executivo,-porque [Ara isto
snnula-lo e abrir larga fonte de desordem e de
conflictos. '
Consiste em urna boa organisago adminis-
trativa, isto em garantas de audiencia-, exame
e conselho ; na orgaoisacao do contencioso; na
boa composigao de tribunaes administrativos ; na
forma do proceaio ; nos recursos para a revisio
e reconsiderado dos casos; em urna juata e ra-
zoavel descenlraliiflco, de modo que, aem qae
fique peada a aeco o executivo, se]a estorvado
0 abuso e aquelle arbitrio que dispeosatel.
Neste camioho bem pouco temo andado, e
menos fello para consegu-lo 1
Polgamos de ver o lluslre estadista, com as
luzes de sus proficua experiencia, frasca, e des-
prevenidamente indicar os defeitos e lacunas da
orgaoisacao actual, os vicios e embaracos que
difBcultam a execucao dos servaos, e com a au-
tondade de sua palavra prodigar as causas per-
turbadoras da regularidade administrativa.
Tratando, por exemplo, dos auxiliares da ad-
ministraco, diz S. Exc. :
a O servico dos agentes auxiliares pode ser
ioteroo e externo ; porquanto cumpre destinguir
aa adminislragao duas especies de servidos, inte-
rior e exterior.
c O servico interior tem por fim coordenar e
1 preparar os actos da administraco.
execucao das concepces assim elaboradas. O
sea carcter principal o movimenio e a activi-
dade. O seo trabalho, que oio exclue o de gabi-
nete, tam um carcter de eapeeialidade, e para
assim dizer, teehnico, etc., ete.
c O serrlQo interior e o exterior ligam-se sio
correlatiros. Reuoem os seus productos, coobi-
nam-os e oa poem em harmona.
f J se ve que o serrico interior deve estar em
harmona com o exterior, que principalmente
de acjio Alias o serrico interior ser pura-
mente tbeorico e inexequivel, se o exterior Ibe
nio corresponder.
c E' etle o grande deleito das nossas adiarais-
traedes. Teem grande lazo de pesioal, teem ca-
becea enormes, quasi nao,teem bracos e peroas:
compare-e o servico interno de grande parte daa
nossas repartiedea com o externo. Quaes sin os
meios e auxiliares que teem fra? Gastase mal-
lo papel, disctese moito theoricameote, e o
resultado que se r e apalpa quasi nenbam.
Urna grande parte dos nossos regularoeotos de
secretarias e outros sio mais apparato que reali-
dade, porque nio corresponden a esass reparli-
Cdes meios externos de accio sufficieotes.
Tendo em vista a influencia que a dirisio ter-
ritorial, a porulac.no e a riqueza do pais ezercem
aobre a orgaoisacao e marcha da administraco
local, sio apontadas as difficuldades com que la-
ta a adminislracio das provincias, urna das quaes
a excessira ceotralisagio, a concentrarlo de
todos os negocios nss mios do presidente, escol-
tado de apparatoao e muitas rezes imprestare!
funcionalismo nss espitaes, sem auzilisrea naa
localidades, obrigado a cuidar dos negocios mia-
dos da mais insignificante poroago, sem lempo
e sem meios de acudir aos qae mais importara
em geral a proriocta.
As municipalidades, ctrregadas de attribuiQoei
nominaos, sem meios de moverem-se no e.'treto
circulo em que as prendem os vioculos com que
Ihes manietou a accio a le do 1* de outubro de
1828, nio podem por si prover as oecessidades e
melboramentos meramente locaes, qae s locali-
dsde respeitam e interessam, sem a intervengo
do nico fuoccionario administrativo da provincia
opresidente.
c Conservadas nn estado em qae se scham as
nossas cmaras municioaes, diz o Sr. vizconde,
torna-se indispensavel, para que sejam assim
proficuas, qae baja quem com efficacia divina
Ihes possa dizer, como Jess a Lzaro morto:
Tolle grabatum luum et ambula.*
Em diversos pontos da obra encontramos em
geral vsstas considerares sobre o estado.das
oossas municipalidades e sobre os fina dessa ins-
titucio.'
Transcrereremos o segninla trecho, que di dea
da importancia que o autor liga ao rgimen mu-
nicipal e do seu modo de encara-lo :
Nos paizes nos quaes ainda nio ealie diffundi-
dos em todaa as classes da sociedade aquel les hbi-
tos de ordem e legalidad que nicos podem col-
locar as libertades publica fra do alcance das
inrssOes do poder, dos caprichos da multtdio e
dos botes dos ambiciosos, e que nio esli por-
tento deridameote habilitados para o telfgovern-
ment, preciso comecar a introduzi-lo pouco e
ponco, e aojeitar esses eosaios a urna certa tote-
la e a cortos correctivos. Nao cettvm prescre-
ve-lo, porque, em termos habis, tem grandes
raotagens, e aem O governo central, principal-
mente em paizes extensos e pouco povoados, po-
de administrar tudo. E' preciso ir educando ope-
ro, babituando-opouco e pouco a gerrr seus ne-
gocios.
a Um poro, diz Tocquerille, pode sempre es-
< la Mecer assembla polticas, porque ordioa-
< riamenle eoeontra no seio cerlo numero de ho-
< mens, nos qaes aa lozes sabstituem at cerlo
< ponto a pratica dos negocios...... A liberdade
< municipal escapa, para assim dizer, aos esfor-
< ;os do hornero, E' raro que seja creada pelas
leis ; nasce por algum modo por si metms.
a Sao a accio continua das leis e dos costirmes,
as circumstanclas, e sobretudo o tempo, que
conseguem consolida-la. De todas as naees
a do continente da Europa nio ha talvez urna a-
a que a conheri E' comtudo na municipalidado
que resirie a forga d"os povos livres. Aiinstie
tuic.es muncipaes sio para' a liberdade o que
as escola primarias sao para as sciencia;
< psm a liberdade ao alcance' do >vo, (azem
a cora que aprecie o seu gozo tranquil, e habili-
tara -o a aervrr -se del I, Sem *>iiiuj*?9s mu-
nicipaea p6i*e urna oco dar-se um governo
Itrre, mas nao tem o espirito da lnerdade.
Iosislindo sobre a neceasidade degjiscriminar
melhor o que administrativo, necefadade pa-
tentoada ji em t94 por homens- como os sena
das dos sgentei aos quiss auxilism. A qae tem To primeiro rem o histrico da questio do po
refunde-se aa desses mesmos agentes. Ider moderador, anda o anno passado suscitada
O serrino exterior Um por fim realizar a no parlamento, desde t83t at boje, e as diffe-
'' reoles phaaea qae tem tido a discassio da mate-
ria as camaraa legislatiras ; o segando esptalo
consagrado ao exame da queatio
Esse ponto do nosso direito constitucional e tao
ampia e brilhantemante discutido qae difficilmen-
te se peder accresceotarqualquer coasa por par-
le dos que seguem s doutrioa dainteira indepen-
dencia do poder moderador.
No desenrolrimanto do sssampto sob o ponto
de vista constitucional o autor chama em reforjo
da sos argumentacao a autoridide e opinies de
homens eminentes, principalmente do partido
chamado liberal, e traoscrere grande parte deum
dos mais lindos e profundos discursos do senador
Aires Brsoco no sentido daa idaa do lirro, dis-
corso qae revela a rigorosa iotelligeocia desse
ilustre Braailelro.
Q tereeiro capitulo cootm oito srtigos, todos
destinadoa a considerar o valor constitacional e
doutrioario da celebre mximaorei reina e nio
gorerna arentada por Mr. Thiers em 1830, e
por elle desenvolvida em rarios arligoa doNacif
nal. O autor aprsenla egoalmente a doutrina
de Mr. Guizot em conlraposicio aquella, exposta
no parlamento franeez quando em 1846 reappa-
receu essi discussio, e estuda largamente a soa
applicago ao Brasil em, rista dos principios da
noasa constiluicio.
O quarto capitulo tem por objecto a ceotialisa-
C*o.
O ultimo discute a applicaclo ao Brasil das ins-
liluicdes administrativas inglesas, americanas e
francezas.
Longe iramos se quizessemos dar idea do modo
porque sio tratadas lio importantes questes.
Nem permilte-oos entrar em mais arultadss con-
stderages o ponco tempo qae tiremos para r-
pidamente percorrer um trabalho que exige tio
serio e demorado estado. Nio nos proposemos
fazer delle ama analyae, maa uotcamente mani-
festar os nossos sioseros rolos por rer imitado o
exemplo que abre o Sr. risconde do Uruguay.
Publicages da ordem da qae noticiamos sio
rerdadairo serrico a causa e progresso ds socie-
dade, pois illustram a opiniao, e prorocam a at-
tencio dos homens pensadores para questes que
Interessam grandemente o patz e qne devem ser
esludadas n disentidas pelos homens competentes.
Com razio diz o Sr. viscoode do Uruguay tas
ultimas palavra do prsambulo de sea livro :
< E' preciso pensar, meditar, trabalhar seria-
mente para melhorarmos aa noaaas inslituigoea e
estado, e ter bem presentes aa palavras de M.
Porcio Catao no senado romano : < Vigilando,
agenda, bene comultndo, prospera omnia eedtsnt :
Ubi secordia te atqne ignavia traderis, neqwid-
quam Dens implores, irati infeslique sunt >.
( Jornal do Commereio, do Rio ).
rampas do 0,010*. Sos obra mais ootavel t,
grande ponto de La Veulta sobre o Rbodaao com
cinco arcos do (erro (andido de 55 m de.absrtura
cada am. As fu scoes dessa ponto foram effac-
tuadas por meio do sr comprimido, segundo o
novo systema inventado por Mr. Flear Saiot-Di-
niz, e por esse engeoheiro pelsprimeira fez ap-
plicado na coostraccio da monumerflal ponte de
Keht aobre o Rheoo. Sobre ease importsnle sys-
tema de fundacio escreremos ama pequea no-
ticia publicada no Mercantil de 23 de julho de
1861.
O caminho de Savenay a Lorient faz parte do
grande trooco ligando Pars ao porto militar de
Lorient, paasaodo por Naotea e servindo simul-
tneamente os paqueos portos da costa occiden-
tal da Bretanha Redon, Vannes, Auray o Uen-
nebont.
Esse caminho em dupla via em toda a sua
extensio tragado de modo a poder ser percor-
rido pelos treos express, marchando sobre as gran-
des liobas da compaohia de Orleana com a velo-
cidade de 50 a 60 kilmetros por hora. Nesta
conformidade, oa raios das corvas desse caminho
nanea aio inferiores a 500 metros e altiogem so-
mente essa limite na proximidade das estacos ;
em todo o resto da linha os raios daa curvas sio
de 800,1,000 e mesmo 2,000 metros. As ram-
pas rarss vezes chegam 0m ; 010, quasi sem-
pre ficam entre Om, 005 e 0 m, 008.
As obras de arle dignas de mencao nesse ca-
minho sio : tres grandes ponles de quadril de
ferro [treilles de fer, lattics) para a passagem dos
ros La Vilaine, Ouat o Scorff e doas bellos via-
ductos em Auray e Henneboot.
A ponte de Scorff, na entrada da cidade de Lo-
rient, aera urna das obras mais noteis no sea
genero. O sea gradil de ferro lem 168m,0 de eom-
primenlo e sustentado por dous encoutros e
doas pilares construidos de granito e kertanton.
A essa poote segue-se inmediatamente um
viaducto de alvenaria de 70"',0 de comormento
e urna pequea poote de (erro de 20n,00 metros
de abertura.
O viaducto de Heonebont sobresahia pela ele-
Sciencias e artes.
coalendo grande numero de sbandanlss naseen-
toSj, cujas aga >s contftuirjMnts) sjsjbsrscsrsm os
trsbsihos de mina.
Foi as obres, coja eoameragio tsrmHBM q
esiudamos a consuelo daa ealradas de-IR fcao-
cezss. Resucitado es notas aellas tomadaae co-
ordenando-as segundo a ordem cronolgica da
saccessao dos trabalbos de am caminho de ierro,
vamos procurar expor detalhsdamente os syste-
ma s e procesios em Franca em aua execucio.
Acompanhia, que pretende eaiudar o tracado
de um camiolio de (erro, requer ao ministro do
commereio, di agricultura e dos IrabalhoH pbli-
cos urna autoi isago de esludoi, qae lbe termitU
execular as propriedadea particulares as corpo-
races topogMpbicas, necessarias para a ceterm-
oago do tracado.
Quaodo esss autorisacio concedida, o ministro
a notiflea aosprefeilo doadepartameatot, era qae
tem de ser (eitos os estudos, o elles a eommani-
cam aos particulares para qae estes nio rmbara-
cem os agentes ds compaohia em suas operscoea;
licando, porm, aos proprietarios o diraito de exi-
gir induQjoisigos dos damnos, que Ibes forem
caussdos.
Concedendo autoriaacio de estudos ubi
compaohia o governo nio renuncia ao direito de
escoiher, limmente, tanto oconcessioasrio cono
a direcgo do caminho de (erro em queatio.
Os primeiros estudos de ama liaba frrea ae
fazem em Fr.inga sobre aa cartas mioataa levan-
tadas pelo corpo de estado maior. Os originaos
dessas cartas existem no mloraterio da guerra, e
o governo permita aa companhias a aua copia
mediante a rt tribuigo de 5 (raucos per kilme-
tro quvirado. Desenliadas oa escola de urna
l para 40,000, essas cartas contera escripias aa c-
[ tas de todos os pontos notareis do* peiz e curras
I de nirel de 10 em 10".
Para facilitar o estado do trabado sobre estas
i cartas fazem os eogeoheiros colorir, com cores
[ conveocionaes as curvas de oiver, aflm de de
i poder-se recunhecer, a simples inspeccio-de er
I de cada urna, qual a sua cota raspeetCva. Con
esta preparaco os accidentes do terreno trnam-
gsncia e bellezs de sua construcc". Construido ( ,e muil0 6Tieo,. 08 TaHel g,Fg,ntas, es
V g ,C.de comP,1DB?nHt0 pontos culminantes desenhara-se com ama nltt-
* ,0f e !?* comp?e-5e de ,e!.s n>mgttcos dex que roui,0 da tndagacio o a escolha da
arcos de 2ty de abertura, comprehendidos en- oirec?ao m8J eoJnTenUnle .6,;goir.
Ir sois outros de 10.00 dispostos simtrica- j Estabelecid.e as drrecces posslveis estro a
mn?'e I diversas cidadea, que o camioho de ferro deve
Sob o poeto de vista techefeo, a importancia ,erTJr| teiii eiC8lher deotre elUi qnal a qa af-
doa rabalhoa desea estrada de (erro reside na di- ferece mait T.niagenssob oa pontos de vista-te-
tflculdade da fundacao de auas obras de arte. Na cn0|C0 e ecooomieo. Essa comparacilo pode ain--
ponte sobre o La Vtame a fundacio de ees dos ; da aeT efrec,llada com graoo>! ,pproximaSio por
encootros.foi (eita sobre o rochedosituado a 15",40 meio &,, a-aaoade BivelaroeBlo forneeidoa pelar
abaixo-da auperficie do slo; em Auray teve-se
de ir procurar o rochedo a t6m,00 de profuodidade,
atravessando-se ama carnada de vasa coberta as
marea cheias porania altura da agua de 5 metros,
em Heonabont a fuadaco de um doa pilares do ,
viaducto (o aobremaneira dificultada pelas fil- j gem
trages que se produziram arraves de urna cama-, Oesta sorto
Estudos pralieos sobre os camiohos de
ierre francezes.
Os camlnhos de ferro, actualmente entregues
circulagao em Franca, formam ama grande rede
com o consideravel desenvolvimento de perto de
10,000 kilmetros.
Os troncos principaea dessa rede, estudada e
combinada de modo a prestar-se ventajosamente,
tanto ao commereio coma i defeza do paiz, par-
tera de Paria e se dirigem, ou aos grandes portos
da Mancha, do Atlntico e do Mediterrneo, ou s
fronteiras da Blgica, da AHemanha, d Saisss,
da llalla e daHespanha.
Seto grandes companhias possuem a cencessio
por 99 aonos das vias frreas, que compem a
rede franeeza.
A eompanhia do Norte, qae- tem por linhss
principaea os csmainbos de ferro- ligando Parts a
Boulogoe, a Calais, a Dunkerque e (ronteira
belga, que corlada em tres pontos perto de hule,
de Mona e de Cbsrferoi;
A eompanhia de Oeste, que possue dous gran-
des troncos : a linha de Paria ao Havre e a Qher-
burgo, e a de Pars a Brest por Mans e Rennes
com seu respectivor ramies ;
A compaohia de Este, que lera por Hnhaa tron-
cos os caasinhos de ferro de Pars a Strasbargoe
de Pars a Hulbouse, oa quaes, com seosraraae,
estabelecem a ligagfio- da rede franeeza com as
vias frreas da AHemanha ;
A compaontv daa Jtrdeones, cujo territorio fica
aituado enlre- a rede do Norte a de Ette, qae
poesue os camiohos de ferro de Reiras aSoissons
da de enorme aeizos rolados ; em Lorient, em-
fim, a fundacio de ura doa pilares da ponto, na
embocadura do Scorff, ser (ella a 21m,60 ak-aixo
de nivel daa mares chalas por meio do ar com-
primido.
O camioho de ferro de Rennes S Brest Taz par-
te da grande linha de Paria Brest por Mana o
Remes.
Tem duas vias em todo o seu curso; curvas do
raio nanea interior a 600m e rampaa raraa ezo|0Vos tomontoa;neosssri^
cartea do efiado-maior. Pde-ae, com effeito,
dellas deduzir os perfil longiludiaaes dos linhar
tragadas e por meio del les c negar a um cenheci-
meotoappro limado da imprtamete do movimen-
to de taras das obra da arte, qae ellas exi-
por esse primeiro esfodo no ga-
biuete, o eogenheiro redu-r a um petjueoo nu-
mero as liohas a estudar aobre o terreno, o qao
de grande vanlagem, por isso qoft- n opera-
Ces de expe recio importara sempre grz-nd6 dis-
pendio de lempo e de dinheiro.
As linhas preferidas sao levantidos 3- nivela-
das com lodo o cuidado. Com osdadoa-que se
obtem por estas operages, pede oeogosheiro
fazer a escol' a da linha definitiva e deduzir to-
e Laoo, e de Reims a Gsvet, Sedan ei Tbion-
ville, na (ronteira da Belgiea ;
A eompanhia de Orleana, que concesionaria
dores Vasconcellos, Paula Souza-.Vergeeiro e oa- das liobss ligando-Paria aos portos do AOantico :
leas, por-
Yendoi em vista a legislacao existente e aa ins-1 tanto, um carcter especialmente sedentario. O
tituicesfundamentaos, a argumentado constan-1 seu trabalho consiste sobretudo em estudos, em
tmanle se refere sos principios que nellas pre- combioages, exames de papis, redacQes, rea
dominam : os (actos (alguns hoje inteiram6ote es-
quecidos) sio os da nossa historia parlamentar e
administrativa : aa autoridades iovocadas as dos
nossos estadistas : a analyse de instituices aua-
torios, expediges de ordens, ele.
Tal por exemplo, o carcter do servico
das secretarias de estado e daa prest leonas. Es-
sas reparticea nao tm accio propria e deslinda
Iros. O autor lisa eom a-maior clareza e precisas-
as nogs do contencioso na administraco, de-
signa os limites, at hoje vagos e Indefinidos da
jurisdiecio admiohlreliva entre nos, austenta a
conveniencia de coarctar por mel de garanta
efBcazes o arbitrio da adminialracio, que, pal
legislacao actual, pode decidir discrieionariaraen-
te, por via graciosa, o,qae, sendo- contencioso,
di respeito ao direito-do cidadao.. Esta parto, o
mais nova e especial do direito administrativo, -
trabada eom largos desenvolvimento de principios-1
e apreciacoes, e Ilustrada com a-critica dos es-
criptorea mais eminentes que se teem oceupede
desse ramo das scieooias sociaes.
O longo e interesaante capitulo-sobre o conse-
lho de estado, dos maia completes da obra, a par
da historia dessa importante instituigo na In-
glaterra ( cooaelho privado, meramente poltico),
na Franca, na Hespanha, em Portugal e no Brasil,
abunda em profanla coosideragee sobre a oa-
tureza e Ons desse grande auxiliar da admistra-
go, aobre os servicos que tem prestado e os que
pode prestar, adoptados osmelhorameoloa de qoe
susceptivo!. Eapoodo os defeitos de organisa-
go do nosso coneelbo de estado e aa auas vistas
para melhora-lo, o Sr. viseonde do Uruguay di
razio aquelles qoe em 1841 no- senado o combe-
teram por accumular as mesmas pessoas fuac-
Ces polticas e administrativas, estabeiecendo a
deatioccio que se d entre oa deveres do conse-
lheiro de estado, homem potsico, que aconselba
a coroa para oexcrcicio das altribuicoes do poder
moderador, e o cooselheiro de estado, auxiliar do
ministerio no que administrativo e da aijada do
poder executivo.
O segundo volume consta de cinco captulos.
FOLHETIHf
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAfflBUCO.
C1X
jlieallnn i arlilharla raiada, e os navios en-
cooracadoa. Nora revolugao na marinha de
geerra.
(Conlinuscio).
Devem ter bem presente os leitores a resenha
ultima para comprehenderem a actual, que saa
coolinuagao; pois que ainda nio concluimos a
extensa transcrtpcio do eacriplo de Xavier Ray-
tnood, aendo que da parte j publicada ae deduz
fue a idea nos navios eocouragados se deve so
general Paixhao.e qae a realingo desta idea per-
tenceu exclusivamente ao imperador Napoleio
III, qae eom toda sua energa de vontade aupe-
roa os obstculos que appareceram.
Aseenlados estes doas pontos, que nao conrem
esquscermos, vejsmos o que mais disae o autor
citado:
a eta ultima condicio, que produza cooss-
tjeencias lio prejudiciaes e quasi incompativeis
eom as oecessidades nauticaa de embarcages
qae tioham de tranapr quiohentaa mil leguas
de diatancia pelo mar, antes de se acbarem em
preseoga do inimigo, ests ollima condicio era de
rigor abaoUto e fatalmente impoato peta oature-
ta dos lugares em que aa batterias fluctuantes
averiara operar. Deate programma resultaram
qaadrados, como as galeotas hollandezaa
tetros de com primen to sobre 14 de largu-
de profuodidade desde o tundo do purio
at a altera do convez. Sem o armamento pe-
sam ponco mais ou menos ara milho e 500,000
liliisjSnasnis. quasi tanto como aa notsaa maio-
rea fragatas, e para um tal pezo apenas se Ihe
concede am espago de immerso de sete oito
f, em quanto
dezoito ps.
mais pela sai
msstreecio
relea qae
de am m>
Lorient, St. Noiaire, Nantos, Li Rocnelle, Roche
fort e Bordeaux.; da lioba central de Para Agen
por Orleaos, Chateauroux, Limogea e Perigueux,
da de Perigueux a Montauban por Brives com am
ramal sobre Soder, e da Irnha de Monttoeou a
Bourges;
A eompanhia dos caminaos de ferro de fcaris a
Lyon e ao Mediterrneo, que lem por trooco a
grande lioha de Para a Marselha, cujos nume-
rosos ramaea servem os portos deCette, doTou-
loo e de Nice, muitas cidades do centro da Fran-
ca e as fronteiras da Suiss e da Italia ;
A eompanhia do Meio-dia, emfim, que tem a
concessao da grande lina* de Bordeaax Gette,
do caminho de ferro de Bordeaax a Bayonoe e
das liohas ligando a rede franeeza aos camiohos
de ferro da Hespanha.
Os nossos estudos praticos sobre a constnaecio
dos caminhoa de ferro, de qete eate trabalho re-
sume as obsarvaces principaes, (oram feitoa-no
ramal de Lirron a Priras, pertencente i compa-
ohia doa caminhoa de ferro de Paria a Lyon e ao
Miditerraoeo, noa caminhoa de Savenay a Lorient,
de Perigueux a Agen e de Brives a Capdenac, dos
quaes coneessiooaria a eompanhia de Orleaos,
e no de Rosnes a Brest, que fas parte da re-leda
compaohia dn Oeste, e quo executado por conts
do estado.
O ramal de Livron a Privas, construido com o
fim de ligar linha principal de Paria a Lyon e
ao Mediterrneo os estabelecimentos metallurgi-
eos ds La V-oulte, do Pouzin e de Priras, a ama
s ria em. toda a sua esienso Executado em
um pala muito accidentado, e destinado a trans-
portar maia productos ioduslrlaes do que viajan-
tes, lem esse ramal curras de 300 m do cato, e
china ; a qaantidade de corabaatirel, assim co-
mo s de vveres e eiuaiges qae podem alojar
(naignificante ; a machina, as circumstancias
mais (avoraveis apenaa Ihe di urna velocidade
de qualro milbas por hora ; emfim ellas mal go-
vernam ; basta urna vaga nio muito forte para
annnlar-lhe a forea Jo le me por isso quando
(orara expedida dos portos de Franca e da In-
glaterra cinco baleras fluctuantes ao Mar Negro,
foi necessario escolta-las por urna fragata i va-
por para as (azer marchar, e guia-las no cami-
oho, quo sem duvida oio lerara seguido se ti-
veasem sido sbandooadas aoa seus proprios meios,
e tambem para Ihes servir de barco de aalvscio
oo caso, o que (oi prudente preriair, de Ibes
succeder algum perigo.
alcangando o limite mximo de 0"',0!0.
Tem esse camioho sete importante viaductos
em Goaet, Gouedic, Foolnou, Trevidy, La Peos,
Morlaixe Kerhaom.
Doas desses viaductos o de Morlsir so de
Goat so-de dous andares e oecapam um lugar
dialincto entre oa matores viaductos que existom.
O viaducto de Morais? tem 57'",81 de altura m-
xime e 280,53 de cumprimanto ; o de Gout tora
223, 96 de comprimen!* e 59m,48 de alturr.
O caminho de ferro de Perigueux a Agen ter-
mina a grande linha eentral da eompanhia de
Orleaos de Pars a Agen. B' em dupla via em to-
da a aua extengao.
Apezar de airavessar um paiz extremamente
accidentado, os raios da curvas desse caminho
nunca descena abaixo de 5tr8m,0 e a ioclinagao de
suaa rampaa aempre menor do que C"\010
Abunda eate caminho em obras de arte de lodos
os gneros.
Tesa 13 viaductos em Eolombier, Mireraoot,
Soulfron, Lortat, Footgauftor, Lagraoge, Palonly,
Puch-Gordoo, barzie, Lea Tuques, Lascbales,
Ondes e Saint Aatoine ; craco bllaa pontes, tres
sobre o rioVezra; em Lsogerie, Eyzies e Bugoe,
urna aobre a Dordogoe em Vie e orna aobre o-Lot
em Trentels.
As pontos de Laugerie e de-Eyzies sao era cor-
va da raio de 50O9* e obliqua,.a prmeira em n-
gulo de 70* e a segunda em ngulo de 45a Tem
ainda cinco touneis em La Geiie, Laugerie, Latra-
po, Laroque e La Penne.
O-tunnei de Lareqae- tem 1-2Sm,50 de compri-
mooto, mas su perfurago nao odereceu difBcul-
dadesootaveis ; nao assim o de Latrape de 1800"
de comprmanlo, caja perfura^ao, em condiges
eacepetonalmente d-i(ficis, se oxecota ha perto de
aeis asnos.
O'caminho de ferro de Brivis-a Capdenac des-
tinado o ligar a rido de Orleaos oa importante
ealabelecimenlos metallurgicedo departamento
do Aveyron.
Esee caminho, em simples via entre Brivese
Figrac e de duas viso-entre esta cidado e tapde-
oac. construido em- um paiz muilo moolanhoa
e lera corvas at o-raio de 3O,a,0, urna rampa
com a inclinagao de O01,016 o muitas outraa con
a de-O^.OlO.
Nessaa condiges es trens de-viajantes spderio
percorre-lo com a velocidade mxima de 46-kil-
metros, deveodo sor puchados por machiuas mix-
tas ae grande (orea com qnetre rodas empare-
Ihadaa,
O oamioho de (erro de Brives Capdenac for-
ma por ai a urna escola pratica de todos os 1ra-
bathoa do caminho de (erro. Na pequea exteo-
sio de 05 kilmetros tem, even de impostantes
trabalbos de drair.agem-, doas grandes viaductos
em Gramat e em Ceiodeau, oaa pontes de-gradil
de ferro com (undac&aa por meio de ar compri-
mido em Floirac e Gapdenoc, aele lenoeia em
Galop, Montplaisir, Gamboa, Camboulit, Pigeac,
Boubya o Capdenac.
O tunnel de Figaac temt290m0de comprimen-
to, e foi aberto em um calcreo, maia ou menos
compacto, aem difficuldade ; o de Mootplaiair, de
1960m0, (oi perforado em um gres muilo duro,
xa dos lo
deverism
ra a 5 de
das frsgatai, de quinza
am muito o (atigam-ae
Pelo que reapeita i
censurar; as poucas
penas serrem do alllriar,
el* eeaforco da ma-
Ajuotaremos que a viagem foi mais feliz do
que ae esperara ; ellas reaistiram bem (orles
rentanias que sopraram no golpbo de Gassnlhs
e no Mar Negro. Nossos engenheiros consegui-
rn! mais do que o fim i que se propuoham.
Estes navios nio sao cortamente de muito
bellas formas; mas tambem nio apresenlam
muito (eia apparencia, isto nio sio desproridos
de estylo e de alguma elegancia.
Apenas examioei urna nica balteria fluc-
luante, o Glaton, ingleza, construida, como aa
outraa pelo plano do almiranlado franeez, e con-
fesso que ao risita-la fiquei surpreheodido da
sua apparencia serers e guerreira.
O conrea completamente lirre, rerJadeiro
tacto de casamata ; aquellas amuradas masiigas,
aquella longa batera iroperfeilamente aclarada
em rirtude ds pouca luz que entrara por auas
estrellas portioholas, aquelles enormes esnhes
que intereeptaram o ar e a luz, aquelles homens
robustos e rigorosos que manejaram enormaa Da
las e todos os seus petrechos, aqaalle purio pou-
co profundo, onde a machina se desseovolria em
toda a extensio como um leio repousado, todo
aquillo compuuha em quadro maia fcil de recor-
dar de que de deacrerer ; tudo aquillo respira
(or(a, solidez, e a (o^a ezpressa pelos rolumes
e pelo peso dos objectos que remos, e q
imaginago pareca augmentar por effeito da
bra o pouca tas que all reinara.
a Qae deffereaca entre este aspesteMatO i
teria de urna fragata, sobretudo em um dia como
aquelle em que risitei o Glaton I
Naquella o ar e a luz que entram e penetrara
por toda a parte moderara o rigor do apparelho
militar e convidara o homem aforaaoaear este
domicilio ; parque alli poderi gosu de todos os
ornamentos dequepuderdispor.
a E em lugar de rentiladores poderlo harer
verdadeiraa jaoellas em lugar de urna especie de
adego cujo pavimento mal chega ao nivel d'agua,
lem se urna asa immensa, que realmente domi-
na as vagas, e onde pode eslndar-se a vista|
vontade, desde a cozinha, na proa, at aos cama-
rina r. desde o guarVa do morrio at o Senti-
nella porta do commaodaole.
Aqu sao grumeies que estudam suos liges,
l sio aspirantes que leem romances ou comple-
tara suas derrotas ; n'ama parte horneo que
remendam aaa roupa, maia longe outroa jogam
o rispora, jago simples e de pouca sciencia,
mas estimado dos marioheiros, para os quaea
elle aempre um motivo de gracejos e garga-
Ibadas.
Em fim a fragata um parque de carneiros ;
sao bois que ruminam emaeu posto entre os ca-
nbes ; sao galliohas qae cantam em anas ca-
poeiras; a aoimacio, a vivacidade, a dialrac-
Cao, alegra, que oio nos abandonara meamoem
dous mezes, quaodo nio se visee torra.
c Ao contrario, o marinbeiro apenaa se demora
acampado na batera fluctuante ; mas nio a ha-
bita por alli nio encontrar lugar para es seus
movis ; lulo o leva a considsrar como seu do-
micilio um tal navio, maa sim como urna resi-
dencia transitoria ; a visinhanga constante da
trra, a impossibidade de (azer urna campanha
e mesmo de navegar s, a exiguidede das provi-
ses que Ihe si) permittidas, a incesssnte de-
pendencia de que est de aeua rebocadorea doa
portos e arseoses, todas as circumstancias pare-
cem seuoir-se para que o marinbeiro nio consi-
dere este navio como sua casa.
c E'um acampamento, um reducto, urna destss
obras onde os soldados iam (azer guardas de 14
horas em frente de Sebastopol; mas, a menos
que a oio modiflqaam profundamente, a balteria
actuante nanea poder* ser o domicilio do s-
aioheiro.
projeeto preliminar, que deve aeompanbar o> pe-
dido ao governo da concessio do camino de
ferro.
As pecas qae compeesse projerto, sao :
l1". Urna carta do paiz qae a estrada de erro
deve atravessar.
2?. urna- plaota geral da eatrada era urna es-
cala coraprehendida entro 1 paral^OOe 1 para
10.800.
3?. Um perfil longitudinal na mesma escala
que a plaota para aa distancias em escalo decupla
para as alto-as.
i". Perfis transversaes de toda a estrada na
escala del >ara 200.
5. Os typoa daa obras d arle na escala del
para 100,' quando auas dlceeoses nio excedan)
100m,0. edo f para 200 para aa-outraa.
6. Urna memoria sustentando e eaclarecendo
o projeeto.
7. Um-quadro con tendo os- orgameoto apro-
ximado do movimenloa de terrea e das-obras-
d'arte.
8o. Urna avartacao aproxizaatrra de todas as
despezas.
9o. Ocomputo-a circulagao qaae ocaminhodo
ferro podara ler.
No entan .o, aa operaces sobre o terreno con*-
tinuam. A linha diBniliramento escolbida de
noro levantada e nivelada com o maior cuidado-;
sua planta afeita na escala de t pora 2,000, com
cortes transversaes, tanto mais repetidos quante
mala accidentado |o terreno, e com corree-
de nirel, de metro em metro. Nossas opera-
ces, como as anteriores, erapregs-se com-
mummeate o theodotito, para a determina-
gao das dirccoesr o nirel Leneirfpera o perfil
onglrudinal, e o nirel d'agua para osoerfls
transversas.- A medida das dista ocias Mtte-
com trenaa de seo, de 20m, 0 decomprimento,
da fabriea.de Biche, em Paris.
Actoatoaeote, na rWe de Orleana emprega-se
para o nt>elamento e levantsmeoto ara tnslra-
ment especial, chamado tacheomelro quo
oio seno o nivel atedia de Porr/ simplificado
e aperfeigondo por Hr. Hoioot, eegenhalro em
chefe o entudos da eompanhia de Orleana. A
lera das modificaces fetlaa na consiracgio da-
quelle instrumento, adoplou Mr. Sfdiaol am aya-
tema de emprega-ror por meio do qual se cooae-
gue exeeulir com eaactidio e extraordinaria ra-
pidez aa opwacea sobre o terreno.
E' i vista, da seceso longitudinal do terrees)
(eita segundo o eiio da via, quo-oengenheiro
estuda o determina o perfil longitudinal a linha,
ealabelecendo os movimenlos de Ierras e as o-
bras d'arte de maneira a collocar a via frrea
as melheres coodices techoicas e econ-
micas.
A esto trabalho feilo no gabiotie depois de ara
estado das localidades, segue-se >demarcagao do
eiio do caminho de ferro sobre o terreno, opers-
gao que deve ser feita com todo o -cuidado, oqaw
tem por fin nao aaasignalar asna posigo^omo
estabetecer pontea de referencia-para as oporacoea-
nllericres da coostruego.
[Continn*>r-tt-lmJ,
Todo isto oioinapede que, collocada no sea
devido lugar em occasiio de combate, a battecia
fluctuante nao aeja urna arma temtvel, e que em
Kioburn aalisfez todas as promessas que ae ti-
oham (oito em seu nome. Collocadaa em distan-
cia que variavam entre 850 e 1150 metrosa De
vastacao, a Lava e a Tonante soffrer-am cada
orna pelo menoa 60 80 Uros de calibre 3.1, aera
que a sus crusta metalllca cedesse : era o ponto
importante. Nio tiveram ootros (eridos senao
aquelles que recebersm balas entradas pela ca-
ohonheiras.
c Finalmente, em tres heras de combate tioham
aberto nos maros d forte ama brecha accesaivel.
Para sermos justos devem os allribuir este ultimo
resultado tanto s batterias, como ses marinhel-
ros qne asdirigism. Eslado-maior |e equipagem
se compuoham de homeoa escolhidos, e que
corresdonderam perfeitamanle cooflanga que
se havia depositado nelles.
< Nada coohego que honre mais a marinha
(ranceza, do qoe os tres relstorios particulares
dos espilies de fragata Gornulier, M jntagnec e
Oupret acerca do ataque de Kioburn. Nenhama
phraae ociosa, nenbuma alluaio ambiciosa,
a reapeito das vantagens que aeabavam de
obter, nada de pesseal, todo consagrado ao
servico, exposigaa simples, clara, regular, e
com tola a iudivlduagao a operago qae cada
um linha dirigido. Dir-se-hia que nio sio reo
eedores que (allam, mas sabras que prosoguem
cuidadosamente urna experiencia em um labora-
torio chimico. Teriam ella egaalmeote conse-
guido bom xito em Cronstadt ? E' ama questio
que por ora nao podemoa decidir pela afirma-
tiva.
a Em Kioburn nio havia mais do que um pe-
queo forte a combaler, j inrestldo do lado de
trra peta (orea do general Basalne, guarnecido
de 81 mosleiros de calibre mximo 24, e poda-
se, para o atacar, tomar posigao que limitaram
4 20 ou 25 o numero de canhoes que combatiam
do lado do inimigo, em quinta que s as tres
batterias fluctuantes eaUvam. armadas de 48 bo-
cas de (ogo de 50,eram defendidas por ous ds
lioba com perto de mi.1, esnhes, por dezoito ca-
ntionbeini, por dov fragatas a vapor, todos enes
navios providoa de artillara superior em calibre
& da praga.
c Era Cronstad nio acontece o mesmo. Ten-
tando-ae approsimar dos baluastes.para nelles
abrir brecha, as batterias fluctuantes pouco
apoio poderiam receber das caohonheiras ; pro-
va velmente teriam encontrado por todaa parte
maesas da arii'.harii eguaet s- qae alias leras-
sem, tanto em numero, como em calibre, ou tal-
vez superiores, Com estaa condiges, tres horas
nio teriam sido suficientes por corto, como em
Kinburn, para obterem o resultado que se deso-
jara, e as cruslas metallicaqae tinhtam resistido
cora vanlagem is balaa do 2i, nao teriam ans-
leotado fcilmente, e durante nm combale pro-
longado, a accio das balas de 60, de 80, e mes-
mo de 120 ; porque consta que oa Bussos tioham
preparado a defeza do seo principal arsenal, do
baluarte da aua capital, canhoes deste calibre.
< Eis aqui a razio per que me parece fra de
duvida qae CronalaU teria podido aer arruinada,
arrasad*, e incendiad pelas bombardas ; mas
tambem me parece cerlo que nio ae conseguira
abrir brecha em seus baluartes, e sobretudo oc-
cupa-los militarmente, depois de um assalto
victorioso.
c Eis aqui tambem por que a prudencia teria
aconselbado, creio de comecar a operago por
am bombardeameoto de mullos diaa antes de
empregar as batterias fluctuantes, poique ellas
nests oocaslio s teriam a applicacao de batte-
rias de brecha.
< Em Kioburn as circumstancias Uahsm por-
mittido de apressar o combate por meio de ama
sorpresa ; mas isso que tsve feliz resultado ali,
poda muito bem nlo ler egual em outra parte.
Os Frsocezes sao propeosos 4 acreditar em tudo
quanto sio noridades, e pareoe-me que estire-
ram i ponto de obedecer esta inclinacao.
proposito das batterias ftuctaantes. Contento-
mo-nos em gozar das honras desta invenga, que
inconlealavelmenle noa pertence, qae tio felizes
resultados tem produsldo, e qae necessario
muito aperfeicoar ; porque as batterias fluctuan-
tes oceupam am lagar importsnle logar entra as
(oreas navaea.
c os conseguirnos i prmeira tentativa mais
do qu nadvriro.oi espera* ; isio dero aoimr-
nos, tanto, mais quanto os deleitas qete sovleee
notan, sao eiTeitos de circumstancias oonbacs-
dss, aceitas voluntaria e aoleeipadameala,.e-pof
consecuencia talvez (acil de corrigir.
Por ou.ro lado, quando mesmo se ahegaaaoi
construir navios muilo superiores aoa-que- ztaie
existem. nao nos esquegames que a aaalor porte
das-imperieiges que se lbaa sentem, quand* se
trata-de isaer a guerra oensira, aetloan dea-
apparecem oa guerra defensiva, e gao-ptalete
mente repr mos. usar pira protegar. nossos aocoredeureo,
nossos portos, nossos arsenaes a. amaeca-
diwa de nessos rios, so porrentora, zotesa ata-
cados. Ne.ita hypothesa aa. batterias. iucluae-
tes prestarlo servigos incomparavei, e todo aso
forma um t ello complexo de ti talo* 4 lonsidora-
c&o ; exag uaodo-os, nao ae enfraqueceriam oe
motiros de legitima satiifacao. que aeote o aasef-
proprio nacional pala creagaa, djaa balttiriaa fluc>
toantes.
Nio omiltimo osda no eolio eacriplo em ojee
noa apoiamos, porque oito ha oello urna s par-
ticularidad ), ara s detalhe que nlo aeja iivocise
ao deseovOiVimenlo do nosso trabalho.
Tenham, pois, os leitores, paciencia em sos
a coro pandar nesta digressio til que empreneo-
demos, porque varaos Uaiar de um amunpto de
rilal ioioiesse para o paiz, para todaa aa n.gas
martimas. 4o gloae, que hia de suoraetler o sen
material naval i urna completa subslituicao,
ainda que coa oa amores sacrificio pecuniarios
se-nio.qatierom passar pelaa torcas caudiaaesja-
quelle estada que se antecipaj nesta traastor-
magio.
Baha,lude maio*
. A.
{Continuar-m hm.\
PRN. TYP. OE M P.
DE PABIA I VILIO i83.
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MaasaaalM
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