Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08599

Full Text


uio xuv.ru. I0IEI0 120.

:
Per
Ptr
Ires
fre
esadiantadosSJOOO
t-ti veacides 6|000
SAMADO 14 DE MAK BE IU1.
Per anuo adlutad 191000
Port fraiet para t sabicriitoT
ESCARREGADOS DA SUBSCRIPTO 1 O NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Alexaodr 10 de Li-
ma ; Natal, o Sr. Antonio Marques ila Silva ;
Aracaty, o 8r. A. da Lomos Braga; Ciar o Sr.
J. Jos de Olivein; Maranhio, o Sr. Joaqaim
Marqaet Rodrigues; Par, Hsnoell nhtiro &
C; amazonas, o Sr. Jeronymo da Cos i.
DO SOL
; Babia
r, o Sr-
MARIO
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAC
Altgas, o Sr. Claadino Falta o Dian
o Sr. Joi Mirtina Alvea; Rio da Jim
Joao Partir Martina.
PARTE 0FFICIIL.
PARTIDAS DOS COR REOS.
Olinda todos os dias as 9# horas do da.
Igaarass, Goianna, Parabyba nae Segundas
aextas-feiras.
S. Anteo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho
e Gario bu na nae tergaa-feirai.
Pao d'AIho, Nazaretb. Limoeiro, Brejo, Pes-
queire, iDgazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Viata,
Ouricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serio hem, Rio Forra oto. Una.Barreiroa
Agua Preta, Pimenteiras Natal quintas (eiras.
(Todos os crrelos partem as 10 horas da manha
EPHBMERIDES DO MEZ DE MAIO.
7 Ouarto creaeente aos 43 moatoe di.ta.tde
l3 Lua eheia as 8 horn e 18 mnmtoa da man
50 Quirto minsaantt a 1 hora da manha.
28 Lia ora aos 44 minutos da manha:
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro aos 54 Minutos da manha.
Segando aos 30 mnalos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Pare eul at Alagoaa 5 e 10; para o norte
t a Granja i 14 e 29 de cada mez.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Ptra o Recife: do Apipueot t 6 li2, 7, 7 1(5, 8
.8 112 Aa m; de Olinda a 8 da m. e 9 da t.; de
JaboatS* as 6 112 da m.; do Caxang e Varita
i$ 7 da m.: da Bem fica s 8 da m.
Do iwife : ptra o Apipueot s 3 1|2. 4, 4 li4,
4 1*2. lM, 5 1|2 e 6 da t.; para Olinda 6 7
da a. a 8 1(2 da t.; pra Jaboatao s 4 da t.; para
o Ceamg e Yanta t 4 1)2 da t.; para Btmca
aa oda t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES yq CAPITAL.
Tribunal do commerco: segundas e quintas.
Ralajao: tergat e sabbadosslO horaa.
Pasenda : quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas ao meio dia.
Dito de orphot : tere e aextaa t 10 horaa.
Primeira Tara do eivei: tercaa e eztaa a* meio
dia.
Segunda vari do tivel: qaartase sabbados l
hora da tarde.
60VERK0 DA PR0YISCI i.
Expediente do da ti de malo de
186**
Officioao Eim. presidente da proin i do Rio
Grande do Norte.Remetto V. Exc. ior inter-
medio do gerente da cumpanhia Peros chucana,
Fraoeisco Ferreira Borges, a quanti a de dez
r em sa-
> em aeu
contot de ris, que me possivel eovi
tisfago da raquuigao por V. Exc. feil. ,
officio de 14 do correte. Segu no vai or Iaua-
contra-
te neasa
ia na co-
ulro me
lia netse
pedido
rass o Dr. Caodido Jos Casado Lima
fado para prestar os servigos de su a c
provincia, aob as ton Jiges especificad
pia junta, e nio podendo obler aqui <
dico, ofBciei ao Exm. pretidente da Bt
sentido, a Jim de completar o mesmi
por V. Exc no citado officio.
Dito ao meamo.,No vapor lguaratt\, ao re-
mettidos para esta provincia' com dettiio a res-
fectiva companbia de cegadores, os irligos de
irdamento deteriptoa em a nota junta por copia,
mandados foroecer por aviso da guerra.de 11 de
setembro ultimo. Fica asaim respondido o ofi-
cio de V. Exc. de 14 do correte.
Dito ao mesmo.Fago seguir no vapor Igua-
rattu com destino a esa provincia, como V.
Exc. aolicitou em sen officio de 13 do crreme,
30cirleirts homeoptthicas, 90 trteos com tin-
turas da pharmacia do Dr. Sabino Olegario Ludu-
;aro Pinbo, e cem exemplares daa respectivas
nstruredes para o tratameoto do cholera morous,
como V. Exc. ver ido officio e nota inclusoa por
copia, importando tdo na quantia de 9(03000
Junto encontrar V. Exc. a quantia fcifSQfOOO
m cdulas que o mesmo Dr. Sabino i offtrece
para soccorros aos desvalijos dessa droviocia.
vo tambem 5 pegaa de baeta requisiradas por
V, Eic. em outro officio d'aqeelia dac a. Creio
ter tatisfeito do modo que me foi possRel as re-
quisigdes de V. Exc. comidas naquel'es dous
offlcios. Officiou-ae ao gerente da compaohia
Peroambucana ptrafszer transportareis objec-
tos para aquelis provincia no vapor Iguaraasu'.
Dito ao commaodante das armas.Sirvt-ae V.
Exe. d informar a cerca do que pede no incluso
requerimento Joaquim Pedro dos Saotot Bezerra.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de expedir
suasordens para que opporlunamente se apr-
sente ao Dr. chele de polica ama escolta flm
de cenduzir um tenteociido de Justina at a
provincia da Parahiba.Communicou-so ao che-
te do polica.
Dito ao mesmo.Respondendo ao officio que
V. Exc. me dirigi com data de 17 do correle,
sob n. 1009, tenho a dlzer que pode V Exc de-
terminar a Ida para Tacarat doaegunco cirur-
giao do corpo de sade do exereilo, Dr. Abra-
nao Bruno da Cmara, o qml devara Jevat. com-
sigo nao to a ambulancia que se est apr ampian-
do ntpharmacii do hospital militar, com desu-
no a enfermara militar ali estabelecidn, como
tambem urna outra composta exclusivamente dos
medicamentos que maia applicaeo tea no tea-
lamento do cholera morbut como tudo ropos o
delegado do cirurgio mor do exereito, no offi-
cio annexo ao de Y. Exc. j citado.
Dito ao mesmo.Constando de officio do Dr.
chefe de policta desta data aob n. 826, que as
oito pracat delioha qae em virlude de cieu offi-
cio de 3 do corrente, aeguicam para Iguarass
conduzindo preaos; d'ali vieram escolando cri-
minosos para esta capital, sirva-se V. Exc. de
nos termos de mea officio de 14 deste mez fazer
regreasar ditat pragas, aquella villa, oole deve-
ro flear destacadas com o Iteres que ai com-
manda.
Dito ao chere de polica. A vista qae expoz
V. S. em officio n. 819, de 20 do corrate, conc
referencia ao reeruta Victorino Lino de Sobral,
expega tuas ordens pira que seja este posto em
liberdade.
Dito ao Inspector da tbesoararia de fazenda.
Mande V. S. pagar ao negociante desta piaga An-
tonio Jos Arantes, procurador de Ugulioo Jo-
s de Almeida, conforme requiaitou o juiz de
direito da comarca da Santo Aoto em officio de
19 do corrente, aob n. 80, a quantia do 465000
re., importe do aloguel de u m carro, que con -
duzio da cidade da Victoria para esta capital, o
Dr. em medicina Flix Moreno Brandan, qu ali
se chava tratando das pessoas desvalidas accom-
mettidas do cholera morbas.
Dito so mesmo.Devolvendo V. S. o reqee-
rimento de Joo Domtogues da Silva Jnior a
que se refere a sut informago de bontem sob n.
441, o autoriso a mandarpagar-lhe a qvantia de
759OOO proveniente da grali0.cac.ao que Tuneen de
30 de Janeiro a H de fevereiro ultimo, na razao
de cinco mil ris diarios como encarrogado do
curativo das pettoei desvalidas accommtttida
do cholera-morbas no distrlcto de Goiaoinha.
Dito ao inspector do arsenal de marmita.Ro-
commen^o V. S. eft additamento ao naeu offi-
cio de 3 de abril ultimo que d por Onde o con-
trato pelo qual o operario Belga Bernardas Maes
se obrigou a servir neste arsenal, promoendo
V. s. pelo meio mait econmico o regresso do
mesmo operario para aeu paiz.
Dito ao Inspector da thesouraria, provincial,
Certo do conteudo da sus infoimaco do 12 do
torrente, aob o. 279, dada a 'cerca do reqaeri-
mentoem que Thomaz Jos Guarni, pede para
lhe ser paga a quantia de 118*800 que ae lhe est
a derer proveniente do forneUmeoto fo aos
presos pobres da cadeia da cidade de Olinda nos
znezeade novembro do aono prximo ptssado a
margo dette anno, tenho a dizer V. S. que
mande effectuar esse pagamento logo ciue haia
crdito.
Dito ao commaodtnte do corpo de polica.
Pode V. 8. mandar engajar na secgo volante
do corpo aob aeu commaodo o ptisano Francis-
co Antonio do Nascimenlo, a que se refere o
seta officio n. 219 de 21 do corrente.
Dito ao juizde direito do Rio Formto.Intel-
rado do que me communicou Vmc. em data de
16 do correte, com referencia a epidemia reinan-
te, tenho a dizer-lhe, que avinados poucosre-
cursos de que ditpoe o goveroo, faga cesiar des-
de j a commissao em que se acha o cirurgio-
tenente Maooel Francisco Pereira, oa fregu da de
Una.
Dito ao delatado d'Agua Preta.Ioteimdo pelo
aeu officio de 15 do corrente, do que communicou
Vmc. com referencia a epidemia do cholera mor-
bus, tenho a dizer em respoita que com o pre-
tente officio lhe sero remellidos urna ambulan-
cia com remedios, duss barricas com bolachas e
mi ateca com arroz, para o (ratamente e dieta
dos dea validol affectadoa daquelle mal, < pe osu-
namente attenderei ao mala que Vmc. requeiita.
Officioe-se ae director do a'rseoal de guerra
para comprar a bolacha e arroz, e ao inspector da
aaude publica para mandar preparar 1 ambu-
lancia.
Dito ao juiz municipal de Barreirot.Altenden-
4o o aue expoe Vmc. am otado da 19 deste mez,
com referencia ao etttao aa epidemia qae grasas
esse termo, acabo de ordeoar, qae com este of-
ficio Un aejsm entregues duas barricas lie bola-
chas, urna sacca de arroz e urna peca i'baeta,
para serem destribuidas pelos indigentes adieta-
dos do mal.
Convm que Vmc. promova entre aa pessott
mata abastadas dessa localidade urna afnacripco
que dever ser applicada em soccorros dos des-
validos, e com que se posta auxiliar oa /imitados
recursos, de que dispe o goverao^qaa l#re
acudir a iguaes despezas, em muiloVmuUtaw-
tros pontos da provincia. V
Confio de aeu zelo e actividade qae nio pou-
para eaforgos e todos os raeios ao aau alcance,
para evitar os mais funestos edeitos dessa epi-
demia.
Dito ao juiz de paz presidente da junta reviaora
de qu ihOcago da freguezia do Limoeiro.Na for-
ma do art. 21 da lei de 19 de agosto de 1846. re-
metta-me Vmc. a copia da acta da formago da
junta revjora do qualificago dessa freguezia, que
devlam ter acompanhado a lista dos cidadoaahi
qualidcados, que veio annexo ao aeu officio de 7
do correte.
Dito ao Dr Candido Jos Casado Lima. Para
satisfacer a reqoitigo feita pelo Exm. presidente
do Rio Grande do Norte, em officio de 14 do tor-
rente mez, convido V. S. a ir prestar os servi-
got de ana arte naquella provincia, onde gratsa o
cholera-morbus, mediaole as seguinles coodi-
goes :
1* Seguir para atli logo que lhe for ordentdo,
dando o goveroo transporte de ida evolla.e com-
en edorias bordo.
2* Vencer a gratificado diaria de 20#000 des-
de a data do embarque at celebrar o contrato
com O presidente da mesma provincia, ou at o
dia do seu desembarque nesta capital, se nao ef-
fectuar o contrato com aqueile presideote.
A falta de cumprimento destaa condigdea dar
lugar perda da gratificagio de que ae trata.
Dito ao consolbo de compras navtes.Appro-
vo 01 contratos que segundo o termo annexo ao
seu officio do 1* do correte, effectuou o cooselbo
de compras navaeacom diversaa pessoas parafor-
oecimento nao t de urna paramenta de que pre-
cisa o arsenal de marinba para celebragao da
mista, como tambem de varios objectoi para oro-
vtmento do almoxarife do mesmo arsenal.Com-
muoicou-se thesouraria de ftzeoda.
Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana, mande dar urna passagem de estado para
o Rio Grsode do Norte, no vapor Iguarass, ao
Dr. Cindido Jote Catado Lima, deveodo as des-
pezas de comedorias serem pagas naquella pro-
vincia.
Em virlude do officio de 20 do corrente, do Dr.
chelo de polica, abaixo transcripto, expedio-se a
seguiote portara :
O presideote da provincia cootormando-ae com
a propoata do Dr. chefe de polica o. 818 de 20 do
corrente, resolve exonerar a Vicente Ferreira Ra4
dilba Calumby do cargo de delegad de polica
do termo do Bonito, e nomeia para o meamo car-
go o major Alexand* 4 Borro* Ala^iVraa.
Primeira teegao.Secretaria da policis de Per-
nambuco 20 de maio de 1862. lllm. e Exm.Sr.
A circumttancia de reinar o cholera em alguns
dittrictos do termo do Booito, e os iocommodos
que altimamente tem soffrido o delegado actual, Atarante
rt r\ Inamn Vmnrl/i C t~i j : 11. f 1____a___________
gu a miga o ; e determina que em face de aeme-
lhante communj^afo, e da necessidtde de conti-
nuar a I Bos corpos cujos etercicios fo-
rm iQlfPrV|Mp^m virtude da sua ordem do
dian. SB^deSO d fevereiro ultimo, que os mes-
rnoT'corpos entrera na aua marcha normal, exer-
citaodo-se. teodo em vista todas as ordens ante-
riores a tal reapeito.
Assigoado. Solidonio Jas intonso Pertira
do Lago.. v
Cunforroa, ~Jos Francisco Coelho, capilio
ajudanta de ordens encarregado do detalhe.
-23 -
ORDEM DO DIA N. 82.
O general commaodante das armas faz publico,
psra conbeciflnpto ds guarnlco e devido effeito,
que nesta dsaos termos de imperial provis
de 11 de jiM de 1853, cootratou, precedendo
iospeegao de aaude, o msico paisano Justino Jo-
s de Santa Aona para servir por (res anuos co-
mo msico do primeira classe, no 9" balalho de
iofantaria, percebendo alm dos vencimeotos que
lhe competirem por lei, o premio de 150gO0O pa-
gos de cooformidade com o diipotto no decreto
do regulsmeoto do Io de maio de 1858.
Assigoado.Solidonio Jos Antonio Pereira do
Lago. '
Conforme. Jos Francisco Coelho, capito
ajudanU de ordens encarregado do detalhe.
Reparticao da polica.
Delegada de polica do primeiro
distrlcto do termo do Recite, 30
de maio de'1868, -
lllm. e Exm. Sr.Como me cumpre, rou ex-
por 01 crimet e fados ppliciaes dados oa semana
anterior no diiiricto de rnlnha juriadieco.
No districto de S. Jos, procesad algum hou-
ve, s sim foram presos a ordem do respectivo
subdelegado e recolbidos a casa, de detengo :
Joanna Maria, preta, eogommadetra. por insul-
tos, Cosme Manoel do Nascimeoto, preto, tam-
bor de guarda nacional, e Haximiana Maria da
Conceigao, preta, costureira, por briga, a tam-
bem Jos Joaquim Hilario da Silva, pardo, cara-
pina, por embriaguez.
No districto do Recife, alm da contiouagao
doa proceasos de. injuriaa verbaes, instaurados
Antonio Lopes Pereira de Mello contra Agosti-
nho Ferreira Fontts, e por Antonio Huniz Lis-
boa contra Jote Antonio da Cunha Guimarat;
foram preaos ordem desse juizo Zeferino, par-
do^-flfanhador, eecravo de Josqaim Travaaso.
Prattciaco, preto. eacravo de Lval de Barros, e
Basilio, preto, ascravo de Francisco da Casta e
'* of^aadarem fgido, John Coheio, bran-
~t, l requitigao do respectivo concul pe-
der por urna mora praticada no alto
PaVaaibrtagaez, Cihnf, franeez. atarujo, a requ!*
tigio do res pecliro cnsul. Ao ionio Joaquim da
Silv, portuguez negociante, Luiz de Frang,
preto, gaobador, por briga, finalmente Joa Go-
mes Duarte, por crime de furto, sendo preso em
brigado a fallar sobre couaaa inleiramente estra-
nh>sao objaato, qae devla oceupar aattengaoda
mtsma cmara.
Por sta razio protesto que nao entrirei em
largaseonslderagoea ; procurarei reduzir a mi-
nha raaposla a ayntheaia, tocando aomeote nos
pootoi mais salientes do discarao, que acaba de
ser nrOtaaJl o pelo honrado deputado do primeiro
circulog E baro de Huribeca.)
Sr. prJBBeBte, a insistencia do henrado mem-
' que eu alterei o discurso, que
O Sr. Araujo Barros :Espere V. Exc. nao ae
enfade.
~TV. Exc. dte estar persuadido, muito conven-
cido mesmo que eu declaro publica e mui-
to francamente, que eotendia e eotendo ter aido
m erro poltico a guerra feita ao Sr. Souza Car-
valho. Ora dizendo eu isso em toda a parte, bem
ve V. Rxc. que tendo aqui ampia liberdade, nao
me pesava dize-lo com a mesma franqueza, tan-
to mais quanto etse ponto constitua um dos maia
capitaes do meu discurso, nao podendo eu por
do termo. Vicente Ferreira Padilha Cslumby, como
dectarou na reaposla dada aobre a aecusago que
lhe fez o juiz municipal, de ter abandonado a villa
em pocba critica, me obriga a pedir V. Exc. a
nomesgo do major Alexaodra de Barros Albu-
querque, para o cargo de delegado do termo do
Booito, em substituido ao mencionado cidado,
que alias tem detempenhado satiiftctoriamente o
lugar, maa que de bom grado o ceder quelle
major, que pela pratica adquirida em Goianna,
onde preatou lo bona servicoi, pode mait detem-
baragadamenle acudir com promptaa providen-
cias aos districtos affectadoa pela epidemia.
Deut getrde V. Exc. lllm. e Exm. Sr. Dr.
Manoel Francitco Corrt, presideote da provin-
cia.O chefe de polica, JoSo Aotooio Vaz de Car-
valbaes.
Dita,.O presdanle da provincia conformndo-
se com a propoata do Dr. chefe de polica, o. 779
d 15 do corrente, resolve exonerar a Jos Rodri-
gues Carneiro Campello, do cargo de 1* aupplen-
le de delegado de polica do termo do Cabo, por
ter mudado de residencia, e nomeia para o mea-
mo cargo ao Dr. Luiz Felippe de Souza Leo.
Dita.O presideote da provincia cooformao-
do-ae com a proposts do Dr. chele de polica,
n. 817 de 20 do correte, rtsolve nomear o ca-
pito Jerooymo Cavalcanti de Albuquerque, pa-
ra o cargo de subdelegado do districto de Tim-
bauba, primeiro di freguezia de Itamb, termo
de Goianna.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
que requeren o delegado do termo do Limoeiro
leoente Joa Antonio Peatana, reaolve conceder-
le 15 das de liceuca para tratar de sua saude
neita capital.
Despachos do dia SI de malo.
Requtrimtntot.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.Ioforme com
urgencia o Sr. inspector da thesauraria de fa-
zenda.
Padre Francisco Seabra de Andrade Litas.
Ioforme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Isabel Maria de Honra.Informe o Sr. capi-
to do porto.
Padre Javencio Veristimo dos Aojos.Volte
so Sr. director gersl da iostrocgo publica para
attender ao aupplicante nos termos do fioal de
sua informagio de 12 do corrente, aob n. 116.
Tenente Jos Antonio Pestaa.Pane portara
concedeodo a lieeoga pedida.
Jos Coelho da Sitvelra.Iodeferido vista da
informagio.
JoSo Bernardino Nunet Ribeiro.Informe o
Sr. Dr. juiz muoicipal do termo do Limoeiro.
Manoel Augusto Balbino Ramos.Dirija-ae a
thesouraria de ftzeoda por si ou por seu procu-
rador. r
Maximino Narcizo Sobreira de Mello.Infor-
ma o Sr. director gertl da initruegao publica.
Manoel Joa Dantaa.Informe o S. inspector
as thesouraria de fazeoda.
zzffiSr"**proTinci8, para itender
^t J "----------------------- -^ ------------ *<. uifvuieU| uau pvtiCUUU CU yui
prolena o ao corrente, quaodo fallei aobre aa tanto deixar de publica-lo. Fique V. Exc. aa-
caodidattrae oaturaea do 5 circulo faz-me recor-
dar ata eensaraecto, parece-me que de Tcito,
do qeal f ro urna grande ligao para este debate.
Tcito rWera, tenhore, que houve urna poca
de tanta degradagio em Roma, que os acensados
coofesstvaro seus suppostos crien es para que o
priocipenio aaisaise pelo ditstbnr de 01 hiver
iolerrogtao inproficuamente :Eliam, con filen-
dum eral, ti frustra quativisteLEsi senten-
ga, Sr. pasidente, parece-me baver aido dic-
tado para a presente siluagio aituagio. Ten-
do-a diente dos olhos eu poderit dizer : di-
zei o que quizerdet, senbores, imisti, eomo vos
approuver, porque aflnal lalvez eu me retolva a
contestar que de falo altera! o meu discurso ns
parle, aobre que me aecutaas com tanta perte-
veranga. >
rarece-mo que 16 cortanto a quettao por se-
melhacte manelra cooaegueria sitisfazer aquel-
es que team os olhos filos sobre mim em rels-
go a essa mioha supposta falla.
O Sr. Bario de Huribeca :Para mim ne
baatava.
O Sr. Araujo Barroe:Vede, senhores, o no-
bre deputado, qae me acaba de dar este aparte
aioda quera mais do que se se exiga naqaelles
lempos famosos de Roma II......
Poit eu, Sr. presidente, nao quizera que se
revivtssem esses tempos, e por isso, apezarde
quanto se repita sobre a celebre queslao, que
ora ae restaura, continuarei a declarar ter ase-
verado nio s que o honrado Sr. conselheiro Jos
Beoto nao tiaha as probabilidades de sereleito
pelo terceiro circulo, que tioham os outros candi-
datos, com quem lutava, por ter alli menos re-
lagoei, que attes, je nao como que quando eu
assim me exprima deu-me o Ilustre Sr. bario
de Uuribetn o seguinte aparte : TDha tai-
vez maiaJ eati engaado. E' verdade, Sr.
presidente, Iqne o honrado membro conteslou-
me com lana seguranga a existencia de se-
melhinte aasrlt, que ea cheguei a duvldar de
mim meio.Entretanto ao tahlr desta c-
mara trata! de averiguar o facto coatetttdo,
e con*
quem re
lava nt
o Sr
Almdei
rece-me',
quindo ter
que o illuitre cavalheiro, a
*, dase nesta cata quando eu fal-
lo a que me tenho referido, que
Jos Bento tinha lalvez mais
a4a*3 CM^MafllaU
aoncorrerara I eleiglo de 1860.
Mea, eaaa creogs, senhores, pa-
ta a mente do honrado membro,
o em outrsi vezes, que aqueile
que podiam influir em
No primeiro diatricto dos Afogados apenaa foi
remettido chefalura da policia, Antonio Soarea,
pardo, de 16 aonos de idade, eacravo de Joa
Caetano d'Albuquerque, por ter declarado ser li-
vre.
No districto do Pogo da Panella, tmente ae
fez com vista ao Dr. promotor publico o sura-
mario crime, contra Poociano Jos de Souza.
No districto da Varzea foram preaos e reco-
Ihidos casa de detengo ordem do respectivo
subdelegado, Joo Pereira Franco, e tambem
Maria Martinha da Conceigao, por desobediencia
e embriaguez.
No diatricto de Santo Antonio, alm de ter ai-
do pronunciado e sujeilo priso e livrsmeoto,
como iocurso no srtigo 178 do cdigo criminal,
combinado com o art. 2* 1 do decreto n. 1090
do 1* de setembro de 1860, o Iogltz Richard
Saunders; reinqueriram-se cinco testemunhas
no processo em que sao reos os soldados do 9*
balalho deiofautaria do oxercilo Firaino Anto-
nio de Arruda e Alexandre Gomea da Paixo pe-
lo crime de ferimentos leves, sendo carador do
reo Alexandre, por ser meoor de 21 snnos, o
Dr. Fraociaco Jos Martina Penna Jnior ;foram
presos e recolbidos easa de detengo ordem
do reapectivo subdelegado, Joo Jos, ganhador,
por suspeito de ser escravo fgido, valo andar
dez horaa, Antonio Soaras, pardo, agricultor,
escravo de Jos Ctetano de Almeida, por andar
fagido, Francisco, pordo, gaohidor, escravo de
Heleodoro Fernandos da Cruz, por desordem
e insultos, Caasemira Francisca das Virgens,
parda, engommadera, Peregrino, preto, escrevo
de Dionisio e Joo Tbenorio, perdo, birctceiro,
por briga ; Manoel, ptrdo, alfaiate, escravo de
Albino da Silva Leal, a requisigo de quem fot
preso ; Belmiro da Silva Nuoea, brenco. serven-
te ; Jos Cardoso Monteiro, croulo, livre, ca-
noeiro, e Jote, preto, escravo de Luiz Caetano
Borges, por infraego do art. 3* titulo 10 daa
posturas muoicipaea de 30 de junho de 1849;
Antonio Rodrigues Vaqueiro, Portugus, ctrro-
ceiro, por ditturbio ; Maooel. eacravo de Fraocia-
co Joaquim Pereira Lobo, por estar fgido, e
bem assim, Manoel Jos, pardo, por tuspeita de
ser desertor.
Finalmente, a delegada de policia do primei-
ro districto do termo do Recife, alm da ter
prendido e zecolhido casa de detengo tua
ordem, Zgferino Joa da Rocha, croulo e Feli-
zardo, preto de nago, eacravo, por briga ; in-
terrogou os Portugueses Jos Simoes dos Santos
e Jerooymo Joaquim Rodriguea, que ae acham
presos para avenguages em crime de roubo ;
o pardo Amonio Soares, de 16 aonos de idade,
escravo de Jos Caetano de Albuquerque, por ter
declarado ser livre, nasctdo nt villa de Souza ;
ao lente Luiz Fraucelino Cruz Marques, que
se acha preso no quartel do corpo de policia,
para avenguages em crime de reduzir escra-
vidio a urna pardioha da aome Paula, que di-
vre; e coutioqou o processo instaura-
conselheire linhi amigos
suaeleigo...
<0 Sr. Bario deMuribeca :Se o nobredepu-
tado quizasM eiquecer por um pouco algumat
queixas, que tenha de mim, e repetitse o que
acaba de diaer, porque eu eslava aqui distrahido
com objecta muito dtffereote...
O Sr. Aramio Barros:Eu nao lenho queixai
de V. Exc.
O Sr. Baria de Marbeca :Enlo melhor an-
da, ento maia animado fago o meu pedilo.
O Sr. Araujo Barros: Dizia eu que teodo a-
vaogado oa casa que p Sr. coeaelheiro Jos Ben-
to tinha meaot probabilidades, dispunba dme
noa elementos de triumpho, de que os seus
competidores de circulo ni eleigo da 1860, V.
Exe. me responder que eu estava encado ; que
elle tinha tal vez mais.
O Sr Bario de Muribeca :Sim, aim.
O Sr. Araajo Barrot :V. Exc. ditse iilo f
O Sr. Bario de Huribecs : Dase,
O Sr. Araajo Aarroa :Entretanto qasndo na
sessao de II do corrente oreva aqui o Sr. Cunha
Eigueirado, que ento conteitava-me eata parte
do meu discurso de 5 do mesmo mez V. Exc. a
apoiou, e par tal forma, qae eu flquei quasi es-
msgado.
O Sr. Cunha Figoeiredo :Contestn
tivesse dito naqaelle lugar.
OSr. Bario de Muribeca :(Para oSr. Cunba
Figueiredo)... Eu me uniendo com oSr. Barros.
O Sr. Araajo Barros :Sr. tachigraphoa escre-
va bem todoa eaaes apartes.
O Sr. Cuoba Figueiredo :Esto negocio est
no dominio da casa, a eu me applaado....
O Sr. Bao de Muribeca :O nobre deputado
com o rea aparte dlalraio-me e eu nao potio
oavir dout ao mesmo lempo. Paca favor de re-
petir. (Para o Sr. Araujo Barros.)
O Sr. Braujo Barrot:V. Exe. asteverou aqui,
quaudo ao fallar o Sr. a Sr. Aunha Figueiredo
eu appel'.ei para a sus memoria, V. Exc. asseve-
rou, repito, que nao me tinha dado aparte al-
gum.
Eu dina que o Sr. Jos Bento tinha meos re-
lages no circulo, e por coniequencia menoa pro-
bibilidadea de aer eleito do que os outros.....
O Sr. Baro da Muribeca :Nio dei apirte.
porque nao te deu discurso.
que o
Command das armas.
Quartel-general do commando das'
armas Je Peraambaco aa cida-
de do Recite em ** de maio de
186 ORDEM DO DIA N. 81.
Tendo s presideocia por officio de 19 do cor-
rele communicido ao general commaodante daa
armas, que bavendo declinado seosivelmente
nesta cidade a epidemia do cholera-morbus, e
pudendo por isso fazer ceissr aa despesas ex-
traordinarias acooselhadaa pela invaso do mal,
resolver, alm de outras medidas de economa'
dos dioheiros pblicos, maodar fechar o hoapital
tstabelecido proviioramente no arsenal da ma-
rinha para tratameoto das peasoss indigentes
accommetlidas daqaella epidemia, determinando
ao mesmo lempo que nao fosse o mesmo hospi-
tal poremqusnto desmontado, aflm de qua possa
aioda servir, cato o milfacrudeaga, o mesmo ge-
neral assim o faz publico pita conbecimentd da
do contra James. Harryaon, mtchioista da ti
frrea.
Oeoj guarde i V. Exc.
lllm. a Exm. Sr. Or. Joa Antonio Vaz de
Carvalhaes, mu digno chefe de policia da pro-
vincia.
O delegado supplenle, Jos Antonio Vax dt
Carvalhaes.
PEMIWBUCO.
I' $ *arro :Continuo a asseverar
nao 10 que V. Exc. deu o aparte, aeno como o
deu no lugar em que ae acha muito bem tollo-
cado, e a ordem natural daa couaaa est de-
monstrando a todoa os olhos, qua o aparte nao
poda aer dado aeno na occaiio, em qae bem o
beixa ver o tpico do discurso, am que elle se
ocha esenpto.
O Sr. Bario deMuribeca :-Nio, senhor.
OSr. Araujo Barrot:Este ponto est j mui-
to discutido, e tu acho-me plenamente utiieito
com a aflirmatUt, o negativa de V. Exc. En-
tretanto, antet de pttsar a outra couaa, aempre
devo dizer que pode muito bem acontecer que o
nobre deputado se tivesse esquecido do seu apar-
te. S. Exe falla tantas vezes, e sobre tantoa
assumploi, que bem ple esquecer-se de um ou
outro iocidente.
O Sr. Baro de Muribeca:Nao posso dizer
umt coutt, de que nao estou convencido.
O Sr. Araujo Barrot:lito ponto discutido.
Agora occuDar-me-hei com outro.
Disse V. Exc. com o iotuito de mostrar que eu
publico os meus discursos com alleragoaa. que
u tqui havia asseverado ter urna influencia 9
partido conservador guerreado atrozmente,a cas*
ASSMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
Dscopo do Sr. Anejo Barros, pr*>-
nunciade aa sessao de 21 do cor-
rate.
S* .Ar,,,i0 *tmt:~E,u,r resollido, Sr.
prndeme, a oceupar poucta vezes a atteoco da
"."^'."P'6 tenn0 inwlicidede de su-
? Io fyWf* "" lofaHcMaue qva nio t
tenho da dafender-me, sania coma *e)-me o-
paruao cumervaior guerreado atrozmente a ca* Tallo (maaftfMcos, que os or
didatura do Sr. Dr. Carvalho. mu que wn parte4 ci do PaissJtlsaivaatSdta/e i
dV.?, lht0M0 nSo h Mo publicada..?. aelaatosa, coasv a o chsTera-
0 Sr. Bario de Muribeca : No, ato foi iaao ;
qua se bata de arrepender de nio ter aprovels-
do os servigos.
O Sr Araujo Barros :-Sim, senhor; disse islo
e o que eu acabei de declarar, e....
O Sr. Bailo de Muribeca :-Nio. senhor, Dio
tol tato.
O Sr. Arosjo Barros :-Eu hei de fallar do qae
uta dizendo agora V. Exc. a hei de moatrar-lha
que V. Exe. se acha anda atete raom- "o intei-
rameote eaquecido.
O Sr. Baria de Muribeca:O que |tta-
beodo, V. Exc. que goita tanto de apreciar as
ideas justas, que pelo menos urna individualida-
de nesta casa en ten leu dever dizer que a guerra
feita ao Sr. Dr. Souza Carvalho nao poda aer
justificada diaute da razio calma e desapaixo-
nada.
Ora,se ea digo islo tantas vezes, se eslou in-
timamente convencido disso, com que flm htvia
de tirar do meu discurso eaaa parte para mim to
esseucial?
O Sr. Baro de Huribeca :At nem fallei
niuo.
O 8r. Araojo Barros :Nao se apresse V. Exc.
eu hei dechegar tsmbem l.
Quaodo eu fallava por aqueila maoeira, pro-
ounciando-me com toda a franqueza, dei aa ra-
zoea de minha coovicgo, e consisliram ellas em
que o partido conservador, como todos os parti-
os,tem ioteresse em acercar-se de mancebos,que
iospirem conflang por sua actividade, e por seus
talentos ; que a proteego a esses mancebos um
meio de atlrahir a outros; que as glorias naacen-
tes vendo que taes e taes individuos ertm
por suaa hablitages aproveiladoa pelo ptrtido
comervador, aahariim intareise em se lhe dedi-
car com enlhusitsmo. Ora, todos comprehen-
dem as vaotagens qua disso devem colher os
chefts de partido, iodos aquellos, que quereui
ters direcgo activa da aociedade.
Se eaaas ideas devem achar-ae implantadas em
todos aquelles, que apreciam o progresso polti-
co de um povo, como o que o nobre deputado
pode auppor que eu houvesse retirado do meu
discurso o que disse a semelhante reapeito, sendo
esse ponto do meu discurso para mim muito in-
tersatele?
Quando eu Uve a audacia, a ioqualiBcavel au-
dacia, senhores, de ir daqui para Goianna dirigir
a eleigo em favor de um ^imigo, sabia perfeita-
meote que haviade acorrer no desagrado de al-
gutm. t
O Sr Btro de Muribeca :Has o prazer da
victoria compensara esse desagrado.
O Sr. Araujo Barrot: Has tambem certo que
oto deixei de contar com a justiga desse aljuem
ditcorreodo comigo mesmo pelo leguinle modo :
Por maior que seja o desagrado, que cauta o rajeu
procedimasto, nao se poaer contettar-me (fue
fui ibm leal, a ejsja^oMro da aorta e.r/sio**
racoei de alio apreco para ama peaioa em nfi-
obat eircumiitneiea, procurel servir com o mais
vivo empenho'a um amigo, que nao tinha re-
componas a darme.
O Sr. Baro de Huribeca :Talvez amigo ex-
cessivo.
O Sr. Aojo Barros :Ors, tendo eu o maia
vivo interesse de ver publicadas todas essas ideas;
desejtndo que Qcsste impresso e correrse que a
guerra feita ao Sr. Dr. Souza Carvalho foi urna
guerra muito impoltica, pensamtnlo que eu de-
aejoque deati vez fljue ainda bem saliente, bem
ve o nobre deputado que eu nao havis de cor-
tar de meu discurso urna parte tao essen-
citl.
Eu moatrarei depois que ludo isso se ach es-
cripto em meu diteurso: agora vou ver se nelle
se acha ou nao a parte, a que especialmente se
refere o nobre deputado,
O Sr. Btro de Huribeca :Pode ser, eu 11 com
pressa.
O Sr. Arsojo Barros:Sim, V. Exc. nio leu
com a mesms calma, com o meamo aocego, com
que cuida de outros seus interesses maia altos, e
esta a razo, parque acontece, que o nobre de-
putado nao se record de tudo quento seus colle-
ga dizem neata eaaa.
O Sr. Bario de Muribeca:Pode aer.
OSr. Araujo Barros:Eis o que se acha em
meu discurso: (l)
OSr. Arsojo Barros (para o Sr. Bario de
c Muribeca):Eu reconhego, fago tanta justiga
x ao caractej do iilaatre membro, que eitou in-
timamente persuadido que ettas miohas pala-
ae, Qlbaa de minha sincera cooviegio, e pro-
feridas ns explosio de nms franqueza lalvez
temeraria, hlo de fizer impresso am V. Exc,
e que um da o honrado membro, quaodo es-
cutar a voz geoerosa de seu coragio, ha de di-
zer: andamos mal na|guerraateada contra o Sr.
Dr Souzs Carvalho, qua era anal um nosso
allado; mogo certo, mos j carregado de
aprecia veis servigos.
O Sr. Baro de Huribeca :Ms foi itto o que
eu disse que nao ealava no seu discurso ?
O Sr. Araujo Barros : V. Exc. pode nao o
pensar assim, mas a cmara tem baataote tntelll-
gencia para apreciar eaae ponto da noata contro-
versia, o ftzer-me justiga. No meo ditcurio
nio est a palavra arrependimento, est, porem,
esse pensamento bem cliro, e portento nao po-
da o nobre deputado dizer que houve soppres-
sao, nem alterago alguma....
O Sr. Baro do Huribeca :Honre completa-
mente.
O Sr. Araajo Barros :Eu digo o contrario, a
(eobo Unto direito a aer acreditado, como o no-
bre deputado.
O Sr. Baro da Huribeca : Has nao est es-
criplo ah.
O Sr. Araujo -Barroe : Est, aim, senhor ;
salvo ae V. Exc. diz que nao eatou lendo o que
est no Diario. Eu repelirei o tpico. (L)
< O honrado membro, qutodo escutsr a voz
generosa de aeu coracio bt de diter : Andamos
mal oa guerra aleada contra o Sr. Dr. Souza
Carvalho etc. etc.
O Sr. Bao deMuribeca :lato comige.nio
com o partido.
O Sr.*Arasfo Barros :Nao insisto mais nesse
poni, porqte o reputo jr* de toda a duvida.
Alm diasa ana mea peaaafflenHo tem aioda
maia desenvolvido em todo o meu discurso.
O ^r. Baria de Muribeca : Mas co migo, e
en aaitoana arrepeaar.
. O STiittwiaidliiwit:Respondo-lhe coa o
an4am asnaaao adtanle.
a diztr qua o Sr. Souzt Cir-
01 preitara na redac-
' em umi epoda tao
...i-morbus. *
'O Sr. Baro 4a Matriba-:Eu t tei do oru-
u'-reia de oatrVsemelhtates.
O Sr. Araujo Barros: Pois o nobre deputado
quer trazer para apreciar osservigot do Sr. Sou-
zt Carvalho o orubu'-rei ? y -
O orubu'-rei foi um trala a lamentaval acci-
dente, a qae ia vezea 6 um hornea fatalmente
amatado ; isto acontece muitss vezaa em urna
luta, em que somos atacados por todos os lados.
V. Etc. devit recorrer aaa artigos de fundo qua
S-elle otereveu ni Unido, qua ara peridico do par-
tido da V. Exc, devla aquilatar oa artigoe da
meaaaa otdam, que ella fez ao Pait, devla apta-

DAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Pedro Celestino p.; S. I*o.
20 Tergi. S. Berotrdino de Sena f.; S. Pautlllti
21 Quina. S. Marcoa b. m.j 8. Theopompo m.
22 Quinta. S. Bita de Cassia r. m.; S Quitara
23 Sexta. S. Bazilio are; i. Deetoerio b. m.
2A Sabbado. S. Afra m.; S. Paladia m.
25 Domingo. S. Gregorio VI p,; S. Maria Magd,
ASSIGNA-SE
SflneulVVrf1""^ <> Indepen-
ciar ainda os servigos, que elle prestou em umr
outra folht, que expirou quasi ao nascer.
(fia um aparte).
O Sr. Araujo Barros : Quaodo om cidsdSo"
como o Sr. btro de Huribeca se destina a apre-
ciar caracteres, deve collocar-ae mirto ailo.
para nio Incorrer no rlaco de ver certos des-
truios, de que s se oceupa aquello que quer con-
O Sr. Baro de Huribeca :_V. Exe. aabe que;
eu nao aprecio muilo o azeteiroi.
OSr. Araujo Barros:Nao ftz bam ; os zn-
teiros fazem um servigo immenso ; tornioi eo-
nheeidaa todas aa graodes ideas, as quajs a es-
tarem no dominio exclusivo de poucos indivi-
duos, se loroariam quasi inuteis. Ot gazetetros-
tomam a ai o aocargo de popularisar essas ideas
e fazem por este modo um immenso servico
ctuta publica. '
O Sr. Baro de Muribeca : Ea confesso o
meu erro.
O Sr. Araujo Barros : Os gtzeteiros. por lin-
io, e debaixo desta exprestao compreheodo lodos
os jorosliilas, esto no ctso de merecer a at-
teogao dos homeos Ulustrados, como -o^Sr. bi-
rao de Muribeca. x,
O Sr. Baro de Huribeca :E' um defeito, que
eu teoho ; que mais quer?
O Sr. Araujo Barros : E* precisamente para
que ae aaibam eaaas couias, Sr. presidente, quo
eu quero a publicago doa discursos.
Agora passarei a ler a parte do meu discurso,
em que eu disse que o Sr. Souza Carvalho havia
aido guerreado pelo chefe do parlido conservador
neita provincia : (l.)
E' detse fteto, (dizia eu] que naiceu a per-
seguigo tenaz, perseverante e caprichosa de um.
cavalheiro to altameote collocado contra um
mancebo de tantas esperangss, como o Sr. Dr.
Souza Carvalho, perseguigo do chefe de am
grande partido contra um alliado do meamo par-
tido, que nao dispunha de iguaes recursos.
E' claro, por lano, que igualmente se acha em
meu discurso que o Sr. Souza Carvalho foi guer-
reado atrozmente.
O Sr. Baro de Muribeca:Alrozmente, nao ;
o i guerreado.
OSr. Araujo Barros:Como nao devia sft-lo,
porque nao ha um s motivo cooessivel para es-
sa guerra feita ao Sr. Souza Carvalho.
O Sr. Btro de Muribeca :Para que traz essas
cousaa ?
O Sr. Araujo Barros: Porque nio se pie
confessar os motivos pequeoioos, que concorre-
ram para a guerra, de que ae Irala, porque nao-
te pode dizer...
O Sr.'4 Baro de Muribeca: Oihe nio traga
ouvens; do contrario obriga-me a dizer tudo o
que sei.
O Se. Araujo Barros (Com pausa):OSr. Son-
ta Carvalho acha-se em poeigio de aer ventajo-
samente aefeodido nesta eaaa, ainda que o seja
aomeote por aim.
E' que activo, como era, tendo racebido sem-
pre votages expleodidas as deputagdea provin-
ciaea, elle cahio debaixo daa vistas; enteudeu-te
que nelle bivit urna actividade iofatigavel. o-
quer que teja de ptrigoso, como o proprio nobre
deputado detlarou, quaodo a reapeito do Sr.
Souza Carvalho disse que havia talentos pe-
rigosos ; e d'ahi toda eaaa guerra, que elle aof-
freu.
O Sr. BarSo de Huribeca : Nao, senhor; na
escolha de deputadoa, ha comparago entre elles,
e o que fica excluido nao julgado indigno ;
apenas preferido por outros.
OSr. Araujo Barrot:Se eu vine que havia
motivoa justos, coosideragoes ponderosss, quo
jutiificassem a guerra contra o Sr. Soaza Carva-
lho...
OSr. Baro de Huribeca :Deve fszer prepon-
derar a influencia da propriedade.
O Sr. Araujo Barros: A influencia da pro-
priedade achava-se repreteotada tambem pelo
chefe da parcialidade. que appoiava o Sr. Souza
Carvalho. Alm de que nao s iaso o que se
deve attender. A propriedade deve querer ho-
mens Ilustrados, que curem de seus Interesses,
e por isso deve proteger aquelles, que tem pres-
tado servigos reaes por saa illuatrago. a lata
em questo nao houve guerra de propriedada ;
houve simplesmeote a guerra de um chefe do
parlido contra um mancebo, perseguigo de um
chefe de partido, que devia pagar servigos ei-
toa ao mesmo psrlido, e nao ter essa iograti-
do...
O Sr. Baro de Huribeca: J estavam pa-
gos de maia eom secretarias, presidencias, etc.
O Sr, Araujo Barres: Naa secretaria! con-
sommem-se hons iotelraa, preatam se servigos
ao Estado ; naa presidencias preittm-ie outros
mtis importantes, e ersm todos esses servigos,
que sao reaes, unidos aos que haviam aido feitos
dos jornaes do partido, que devUm ser altendi-
dos e remunerados defxaodo-se de cootemplar
aquellas, individuos que nao tinbsm taes ttulos,,
e s tinham familia.
O Sr. Baro da Muribeca .'Tinham garanta
^s^^B
O Sr. Araajo Birros .-Itto uaa pairvea que
nada exprime. -
Eu qutndo tqui fallei em famiUaaj| aUai aa-
baizo de outra relaco. Dase qaa lioaa I direi-
to a ttr conlempladat a familias asoi i ia-
tereatei legtimos, ioteresies aaa naa i atem ser
preteridos ; que deviim ter reaavettiaaa aa fami-
lias, conforme aa virtudes, a illuatragao de aeu
membros ; que devia m ser a tundidas aquellas
que tem apoio no aolo e oo capital. Fot debai-
xo dease ponto de vista que fallei, e nunca ja-
mis para dizer que t por que certo individuo A
membro de urna familia deva ser a Hendido, nio
tendo tervigos bastantes para isso, com preter-
gao de qualquer outro que tenha enea servigos
misjque nio tenha familia.
O Sr. Cuoha Figueiredo :Por que nio faz-ap-
plicagao dettet principios ao Sr. Joa Boato f
O Sr. Araujo ; (Para o Sr. Caoba Figueiredo):
Nao me proroque ; eu lhe digo com toda a sn-
ceridade, que aprecio o aeu nobra irmio, qaa
acbo que elle lem aervigoi reaes.
O Sr. Bario de Huribeca: (Para o Sr. Cunha
Figueiredo):Pode provocar, qua ae ha deaahir
bem, eu o ajudarei.
O Sr. Araujo Barros:Islo esto est claro (Ri-
so). Bu j roa perdendo o mea acaohamento ;
j pouco me importa o que dizim contra mim ;
islo me Indiffereate.
Como dira, sprecio os servigos de aeu nobre
irmlo.
Em relaco *aut pessos lmente disse, a sus-
tento que ni concurrencia com oa outros candi-
datos que ae apresentaram no circulo, elle acna-
va te em condignos mais desfavoravtia.
Um Sr. Diputado :Sao opiatdes.
O Sr. Araujo Barros:E' tardada; cada um.
lem o direito de penatr deste ou dtquella modo ;
aaidaa qua cada am do dos emttte oasis cata,
ao fleam encerradas daalw dalla ; vo correr
vo ser discutidas, aureciaaaa a julgsdaa 11 fon.
Por isso pode muito Man alo prevalecer o que au
digo ; por eaaa razio tiaaem fallo aqu como eo-
tendo. sem quo me pese o tac considerado asi
aaidade acerca da quietquer Mata. A unidad*
squi, pode laabem ae-lofdra; reconhego itto ;
7^


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DU110 DB PERNaMBUCO. Si BBtDO 84
BE 18U.
gda pmpobli
ajoocOtulr-* nvfliir poderosa coate, qee oto poio nem quero repetir gara
ueat* este,
Ku t o estricto.
X
tavoravelmenia
para o tutu-
-7*
salgada pe publico.
O Sr. Bario de Muribeca :NJe
o nr muita cout.
O Sr. Araujo Barroa: Creiu que o que diaje
conforme ao principios do governo representati-
va; pelo mcos sao os principio qua prend a
escola, e en que mullo acredito.
(Ha uto apirte)
O Sr. Araujo Barros :Por ludo itio,iea4ror
presdeme, inda qunndo lodos iqol N levanten)
cara combaler-me no ponto, d qee ene oceupo,
nem por isso ficarei menos tranquillo, menos flf
me em minhss i^as. O meo direito igual M
de todos sob essa relacio.
Podia diter mais algumas coosas (para o Sr.
Cuoha e Fige-eiredo) aQm de responder eo aparte
com que re hoorou o nobre Oeputado.
O Sr. Cuoha Flaueiredo : Pode dizer.
O Sr. Araujo Barros: quero mirar em
largos deienvolvimento sobre este ponto ; limi-
.r-me-bei a dizer ornete que o nchre depulado
btanUe animado pete cans que defende, que e
i lili de leu irmo, que tirtem seu pairo-
no.oode suppor e julgar aii'j o que eu dlsse nao
4 acto.
O Sr. Gacha Figutiredo :Creio que a maioria
O Sr. Araujo Barros ;Melhor para o nobre
deputado ; eu entretanto conlmuarei a pensar que
osen illestre irmo nao pe a ventajosamente
coocorreu com oa outros cu lioaios que se apre-
entaram pelo 3* circulo, e de quem j faltei___
O Sr. Bario de Muribeca :-las elle tem o re-
sultado em aeu favor.
O Sr. Araojo Barros :J Jei a explicarlo des-
ee faci, e en nao quero i mbrenbar-me maia
osea diteusaio.
O Sr. Baria) de Bfuribeca :O resollado vale
asaus que a au opiniio, apenar de que eu a res-
O-r. Cunha Figueiredo :Foi urna a vez etei-
poralfi'?
O Sr. Araojo Barros:'Creo que sira.
O Sr. Cunta Figueiredo : Esl engaado ; foi
juilas vetes eleito, foi eleito para depulado pro-
vincial per dous circuios.
(Crutm-e outros apartes.)
O Sr. Araujo Barros: Eu nao acho a occatiao
propria para entrar uessas apreciares, e entre-
aelo justamente sobre ellan que o oobre depu
iaeo desejs que eu (alie. Eu bem sei que estas
cousis sao trazidas aqu constantemente para pro-
vocar maoiftstaces, e nada mais.
O Sr. Cunha Figueiredo : Por mim s fallei,
porque o oobre deputado toiou nisso.
O Sr. Araujo Barros: So digo, e repito an-
da ma'a urna vez que o irmio do oobre deputa-
do nao poda vencer no 3S circulo aem o auxilio
do governo ; pode esta apnsciicao nao ser tida
como justa, mas nao urna offenia feila ae ilus-
tre irmio do meu nobre coll<>g.
O Sr. Cunh Figueiredo : Nio urna ofTensa.
O Sr. Araujo Barros :E' urna apreciacio, e eu
qoero persuadir-me que se a nossa educacio po-
kUca eetiveste mala diantada, essas coueaspat-
oarlam aqui mais plcidamente, sem essa tempes-
tada, que todos sabemos ; man como depois da
tempeatade vem a bonmea, eslou corto que o no-
bre deputado dir um da, cheio de bastante cal-
aa : elle nio foi justo em sua apreciacio, maa
tioha o direito de faze-i.
O Sr. Cuoha Figueiredo : Eu nao neg o di-
reito, que tem o nobre deputado, maa o qua digo
que injusto.
O Sr. Araujo Barros: Pela bem I Continua-
remoe a estar divergentes, e oslo li jueroos.
(O orador depois da urna pausa volta-se para
o Sr. Bario de Muribeca.)
H oobre deputado diase qua eu havia tirado do
naeu diecurso os elogios, que leci a um meu
migo.
lito exacto.
O Sr. Bario de Muribeca :Hasta iato.
O Sr. Araujo Barros:Mai relirei-o por cer-
tas conveniencias, que quiz respeitar ; relirei-o,
porque, nio foi publicado o discurso do nobrede-
putado, em que se fazia urna injusta apreciacio
alo eleradocaracter, a quem S. Exc. ae. referi.
O Sr. Bario de Muribeca :Nao sei disto.
O Sr. Araujo Barros : EOtao porque me ac-
usa ?
O Sr. Bario de Muribeca:Eu aecusei-o?
O Sr. Araujo Barrot (para j lacbygrapho):Sr.
lacbygrapho tome nota .Je que o Sr. bario decla-
ra oiu ter-me aecusado I
Sr. presidente, preciso que en diga mais l-
guroos palavraa sobre o iucilente, a que se refe-
re o oobre deputado.
Ha certas coutas, que polem ser ditas no ca-
lor de um improviso, e que por nio serem con-
venientes e oppnrtunas podem ser retiradas ai
likitum por qualquer deputado, que as liver pro-
ferido.
O Sr. Bario de Muribeca : Urna pbrase, urna
proposigio, sim ; mas a terceir parte de um dis-
curso?....
O Sr. Araujo Barros:Pu Ducado o discurso do
obre depulado, nio baveria inconveniente na
publicacao doa meua elogios, por isso que en lio
seria patele a aua opporluaidade. Sem isso ci-
tes eram inopportuoos, e como lees inconvenien-
tes. Ora essas cousas qutlqjer tem o direito de
relira-las, e creio que tsto uo um sophiema.
O Sr. Bario de Muribeca :Nao direito.
O Sr. Araujo Borros t Creio que nao pode ser
contestado que o melhor jui. das conveniencias
desuas palavns aquelle que as profere ; oque
asa apreciacio cooatitue un direito....
O Sr. Baris de Muribeca :Nao direito.
O Sr. Araujo Barros:Eu direi que o .
O Sr. Bario de Muribeca :E se o publico qui-
zer publicar, pode-o prohibir?
O Sr. Araujo Barros: Nao, senbor, mas eu
-concilio os dous direitos.
ereio que foi em mi do
meu atieaavel collega, que etle nette momento
jumo a mim (retere-ae eo Sr. Witruvio,) Na
mencionada paita do extracto bavla apoiados e
applausos, e tal foi minha sorpreza que eu dista
logo e mlgutm nesta casa, que nao linha ouvido
tace applausos.
O tr. Bario de ataTbeca : Sito, lato ver-
iede,
O Br. Araujo Barros: Depels vim a aaber
que O Sr. teetygttpfto nio lera qetn tra eolloca-
ra illi, e sotafee diese tes o querer.
Alguem, Bar laeto, que lera)'temerse em ver
extrettados Mus tatopos, esa Hidividuerldade 4
quem devia W* eelioeado aquelres applaasea sUt
muito de proposito.
cigane do Trovador pele bello costume romane Manoal Francisco de Albuquerque.
dt> Baliaairto, como Sje mudou Joieiramente, pola' flflarlo. eacravo de Bernardo Jos ds Cmara.
que sua vos moslrou-se i iaia terna mavio, I Abrahio, eteravo de Freocttco da Cotts.
reunida i sua rimica, qte'^aja diz ser ella *< xleKulanavescravode Reto de S Albuquerque.
das mais dittinctss tiIhas 'da escola modere. Jo*apha*sajsTavade PraociecoFerreira de Mello.
Conxiejraca, elegancia e vigor car.ton a Sra. Cor
bar no principio do primeiro acto, a aria ~&l*
man (errti*del vincitort, moatraudo qu'ar a
extensio de sua vez, e o dotes que poatue. An-
da do stafto cos o berjreooo,.- Bmtv* tmiam
d ftaritee mi, d de segsjsjajo acto, ele-
vou-ae a Sra. djMert 4 r*-gito do nbliaef pele
que fot caloroeatndnte sppUudlda.
OSr. lUrtolsieel (lelUario), (tute vez ooa fat
mais perthlir Juize ajee etorttieao* de que toa
wMffsnhou, ceal a va ge m 4 Europa, mais viga*
o Bf meza, e prevbe-0 eHe nie a6 ne> duelo que
enlou com a cootrallo, como na bella aria guer-
de Francisco Ferreira
DO T*TJ3 B SIAIO, ItO CEHITB-
Sobre eaee peoto face toda justica ae nebrereir qne eeleosi ttm o tener 8ul campodsrest
deputado, qne sei d3o alimewtar-se com essas]torta no fian de primeire acto, o Sr. Barto-
peqeeoas cenca. Maa nem porque S. Ex. sel ueci cenquiston nesaa noite a svmpathia publica,
ache j rnurto altamente coltocado, pode dizer que
os applausos, a que me retro oio catiteasen
encaixadoa no lugar, em toe eu o *i. v-"
O Sr. ario do Muribeca : En naMMos vi,
nao sei delles.
O Sr. Arsujo Barros: Depois deataa paiavres
vou tratar do artigo ean discutso.
Seo de opiniao, Sr. pretideole, que de*e con-
tinuar a verba para a publicarlo dos debates,
pois que a proviocia lucra muito em aaber quaes
8o osseua repreaeotsotes,que aqui aeioteresam
e propugnan) pelas ideas, que ella desejatejam
sdoptadaa.
Emendo mesmo que a publicacao de nostos
trabalhos contiilue urna parte muito Tnlereaaan-
te para a nossa edcac.ao poltica, e que a depe-
ta, que se faz cosa esse servido nao improduc-
tiva.
Quaoto a faitea na publicacao doa debates,
Cteio que ellas se nao dio, porque todos os dis-
cursos, que aie remeltidua ao proprietario do
jornal eocarregado deaaa publicarlo, sio publi-
cados, anda que lhe sejam enviados multo das
depois de nos serem entregues regularmente
declfradoa.
Ora, estipulando urna daa clausulas do con-
trato com aquello proprietario, que elle, aegundo
creio, apenas -ser obrigado a publicar oa discur-
sos, que lhe forem remallipos tres horas depois,
que forem entregues aoa seos dooos, pare-
ce me que at recebemos favor, qusndo sio pu-
blicados alguos que lhe remellemos frs daa
condiccoes do seu contrato. Ao menos iato
acontece cemigo.
Nio sei te terei deixado de toaar em todoa os
poiitot, em que fallou o nobre deputado, a quem
respondo.; parece-me que toquei em todoa ellea,
e por isso sento-me, declarando que voto pela
cooservagio da verba, de cuja auppressio se
trata.
REVISTA DIARIA-
Lldo o expediente da assembla provincial ds
sesaio de hootem, pastos a cata a oceupar-ae da
primeir-a parle da ordem do dia, entrando em se-
gunda diacuaaio o prejecto o. 5, quo approva a
aposentadora concedida no lugar de medico do
collegio dos orphioa ao Br. Joio Jos Pinto, pede
a palavra o Sr. Dr. Catanho com o tira de pedir
explicacoea a reapeito, a qoaea lhe sio dadas
pelo Sr. Witruvio. sendo em seguida approvado
o 1* arligo ; e aobre o 2a manda a meta o Sr. Pe-
nelon om artigo substitutivo do seotido de ser
cootada a apotentadoria a datar do titulo de no-
meaco do goveroo, contando-se proporcional-
meote os aonos do servido na forma da lei o. 271,
e oa vencimentua sendo pagos pelos cofres do pa-
trimonio. Este artigo poato 4 votoe, por partea
a pedido do Sr. Mello Reg, e regeila lo, sendo
volado o projecto em aua leltra.
Contina a terceira diacusslo do projecto n. 40,
que crea a freguezia de Pelrolioa, e toma a pala-
vra o Sr. Araujo Barros, que combate o parecer
das commissbes reunase de negocios ecclesiesli-
cos e de estatislica, por nao haver attendido no
todo a ioformtcin do ordinario. Seodo appro-
vado o parecer, deixa de votar-se
que bem lhe fot manifestada do acolbimenlo que
aempre tee, e nio era meneo de esperar, quan-
de o artista ditpde, como o Sr. Bariolucci, de to-
dos os dotes que titlinguem o cantor. Damos,
liOit, nostot emborat 4 esse tenhor pelo bem que
comprehendeu e executou o pensamanto metical
do maestro.
O Sr. Tarlioi (Alseairo) como sempre, deu nos
bellos momentos de prazer, principalmente na
aria guerreira cantada com o batytooo, oude sna
voz sabio e espraiou-se depoia como a chova de
perolaa lancode de grande altura. Continu o
Sr. Tarlioi a procurar caplivsr s sympalhis pu-
blica, porque coosegui-la-ba, urna va que potaue
oa reqveattos oecessartoe para isso.
Oa demais artistas foram aoffrivelmeote, excep-
to o tal Sr. imperador JuaUnisno, que ae tornou
bem ridiculo, nio t por sus vea, como pelo se
ar pedante e burlesco, que not record* um ver-
dadero Judas d'alelluia.
Oa coros esliveram bona, e a rcena foi aempre
animada por bstanle gente como pegae o tutor.
Emgeral oa costumea e o acenaria* estere de
accordo com os pouces recursos da i^nropanhia,
aperar do qua deu-not o empretatio aua bella
vitla do primeiro acto.
Algumaa partea foram tragadas na eiecucio da
opera, porque t nos theatrosde primeirs ordem,
e onde os subsidios sio importante, qee sio
com lodo oapparalo scenico aa operas cantadas.
Nio te pode, pois, exigir do nosio empresario
maia do que elle faz, aob pena d pretender-se
suffocar a empreze. "
Hoje tobe de aovo 4 seeas, pela ultima vez,
Da presente poca lyrlc, a meemat opera, em
coDsequencia de ter derelirar-ae da aeeoa a Sra.
Mariuaogeli, e de reeutrar a Sr. Stella, ji res
tabelecidt dos incommodot que soffreu.
O espectculo de hoje augmentado com a
bella e muito applaudida tymphonia de Mercj-
dsoteGaribaldi,de cujo autnographo se
acha de potse o nosso emprezario, por compra
feita oa Italia, onde foi recebida com verdadairo
phrenezl.
Alm deste pedazo de msica, aioda ser maia
executada a lindiatima Polka ca* de Mat-
tiozzi, dedicada i S M Vctor Emmaouel. Nessa
msica a orcheslra imita o canto de diversos
paasaros, o que altrahe e captiva a alteocio ;
aioda a orcheslra faz retiir aoa ouvidos do pu-
blico os tiros doa cacadorea, que caQtm dos bos-
quea as aves que cantam, cessando o canto sem-
pre que elles te ouvem, como que pelo mdo de
que te apoderan) oa plumosos cantores.
Cremos que produzir o mesmo effeilo entre
nos, oode msica terna e mavioaa apreciada,
e onde a caga seguida peloa amadores, como o
foi na Europa, encorajando aasim aempreza.que
nio poupa ascrincioe para bem deleitar o pu-
blico.
O circo Grande Octano di amanhia pelas 4
horas da tarde urna represento especialmente
dedicada ao recreio daa criaocss, cujoa ptis quei-
ram leva-Ios aquelle divertimento innocente.
Os respectivos eraprezarioe fazea urna diffe-
reo;t de metade no prego das entradas.
Na certido da qusnlia recolbida aa the-
sourari* provincial pelo Sr. Dr. Gabriel Soares
Rapozo da Cmara, na qualidade de theaoureiro
morfbsfdot or-
OiarVde 16 do
OnrtbMuo
to nmetco v
Aotoie, frica, 34 anoo,' olteiro, eacravo, Boa-
Vieta ; cholera.
Joio, Peroambaco, 7 dita,*. Jote ; espasmo.
Anaa Rota de Jesue, Pemambace, 68 sonos, viu-
va, Boa-Vista ; etaqse cerebral.
HaDoeldo Nascimeolo, Pemambuco, 16 annos,
- aolteiro, Boa-Viata ; paralitia epelipcie.
fteveriano Luiar de Stnw, Haranbie, 26 annos
solteiro.atrldado. Boa-Vista ; cholera,
folio Hyrnaly, iFranja, 38 aooos, aolteiro, Boa-
Vista ; hypetrophia.
CHRONICA JUDICIARIA.
Outro de Manoel GooQalves da Silva, pedindo
por certido o registro do ttulo de pomeaclo de
aeu guarda-livrot Antonio Cbntiian'o Bornea.
Gomo requer.
Outro do mesmo, pedindo certidio de sua ma-
tricula de commertiante. O mesmo despa-
cho.
Outro de lohnston Pater& Companhla, pedin-
do que a jante declare, re em sigua lempo 9eu-
dera Brothera & Companhla cosanraram nesta
praca carreganaonto de bacalh4o.-Como rettjue-
rem.
.0rS# 5* *?' ,(lui* Cameiro eseu fl-
lho Felippe Carnsiro de Olinda Campello, pedin-
do por certido ao existe registro de qualquer ea
criptura de hypetheca taita pelos maamot.Como
requeren.
Outro de Antonio Joiqeim Vidal, Joio Carloa
Baatoa de Oliveira, pedindo o registro do contra-
to de ditsolucio de aoa aociedade sob a razio de
Vidal & Bastos.Registre-te.
S
Tribunal da Relacao.
SESSAO EM 20 DE MAIODE1862.
PRESIDENCIA DO EXH. SR. CONSELHB1RO ERMEL1SO
DB l.EAO.
A's lOhoraa da manbia, presentes os senhores
detembargadores Caetaoo Santiago, Gitiraoa,
Loureoco Santiago, Multa, Perelti e Guerra, pro-
curador da coro, fallando oa Sra. desembargado-
res Silveira e Ucbda Cavalcaoli, abrio-te a Mi-
lla.
Pastados os feltos, e entregues oa distribuaos
deram-ae os seguales
JULGAMENTOS.
HabtB- corput.
Po; proposta a petico de Jos Antelmo e seua
fllhos, pedindo urna ordem de babeas-corpus,
que lhe fui concedida para o dia 3 de juaho fu-
turo, em sesso, ourida a autoridade compe-
tente.
Appellacoei civeit.
Appellante, a -ienda; appellade, Antonio da
Silva Guarni.
Relormade a sentenca em parte.
Appellante, a fazenda ; appellado, Paulo Jos
Gomet.
Confirmada a sentenes.
Appellaote, a fazenda ; appellado, os herdei-
ros de Domingos Antonio Gomes nimares.
Confirmada a sentenga.
Appellante, Antonio Simio de Paria Mattoa ;
appellado, Bernardo Jos Goocalves de Lyra.
Confirmada a aenteo^.
Kppellaces crimeh
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco de
Saltea Mangabeira.
Improcedente.
Appellaote, o promotor ; appellado, Procopio,
escravo.
Mandou-te juntar certidio do bito.
Appellante, Jofio Rodrigues de Souza ; appel-
lada, a justica.
Maodou-se oavir o eurador geral.
Appellaote, o juizo ; appellado, Domiogos Pe-
reira da Silva.
Improcedente.
Appellaote. o joizo ; appellado, Antonio Vi-
cente de Luna.
A' aovo jury, r
Appellante, Manoel Antonio, de Moraes ; ap-
pellada, a juatica.
A' novo jufy.
Appellante, o promotor ; appellado, Autonio
dos Santos Alves.
Improcedente.
Appellante, ojulzo ; appellada, Adds Frmioa
daa Mercez.
A' novo jury.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
juatica aa seguiotes
ppellaries crimtt.
o juizo ; appellado, Franciico,
o parecer, deixa de tbtar-ae o projecto para .
s-lo conjunctameote depoit de oulra diacuttao da aoliga admioittracio do patri
do referido parecer. I phao, que foi publicase neste C
Paasa-se 4 segunda parte da ordem do dia, oen- correte, oude dir. que o reeolhttn'
lir/uando em discussao o art. 2 do orea ment pro-
vincial. Sao votadas aa emendas offerecUet, e
re/geitadas aflnal, com approvagSo de art. e aeua
paragrapbos em segunda discuatio.
O Sr. Araujo Barros pede a palavra pela ordem
para fazer urna ligeira recIsmao, e dizendo o
Sr. presidente que a deixaste para fazer no dia
seguinte, elle orador declara que em alguoa de
teus apartes dados, quaodo na sestio de 22 fel-
lava o Sr. bario de Muribeca, apartes que vem
no diteurso publicado no Diario de hoje e oa
> n fez i
16 de fe
Jaeada
el Man
elli CSt
ero
oel,
tollo
16 de ferereiro de 1862. devo ler-
vereiro de 1861.
Foi levemente ferido coa urna
B-bonbe, no dia 7 do correal, o pre1
escravo do Ooado Boaveolore de lfell
Braoco- O subdelegado fez auto deVcorpo de de-
licio, mas ignora quem fosse o aggressor, que Dio
ple ter coobecido pelo offendido,
Pelo Sr. tub elegado do Curato da S de
Olioda foi preso o deaertor da armada Mariiot
Pereira.
parte do mearso discurso em que se 16 algumaa Foi lambom preso pelo Sr. subdelegado dos
palavraa aobre a imprensa, oio quiz elle orador Afoga los o desertor do stimo batalhao de caja-
referir te i ireprenea, e aim 4 opiniao publica, dorea Robarlo Gregorio.
pots oio ignora quaes sejam aa coodices ds im- i No termo de Carusr foi morto com um
prensa em Fraila. Era este o objecto de sua re- tiro, disparado pelo eacravo Venancio, que se
clamado, mas como lbe nio era concedida a pa- achava fgido, o crioulo Manoel Valho, que com
lavra par etse lira, dava como feita a aua recia- 'o capitio de campo e outras pestoat procursvam
macao. capturar o mesmo escravo, que cooteguio eva-
Ao art. 3 mandada urna emenda pelo Sr. Ma- j dir-ae.
chado Porlella, elevando a 2.600 a consigoacio No termo do Limoeiro foi preso por ordem
do 2o; e depois de orar o Sr. Buarque de Ms- ^lo respectivo delegado, o criminoso de ferimen-
cedo em impagnacio ao projecto do orcamenlo tos graves, Fraocitco Soaret Ordooho.
comi relaflo a ette parsgrapho, aegue-se-lhe o j Foi preso pelo Sr. capitio Benedicto Orteo-
Sr. Souza Reis em deeza do mesmo projecto, e ci de Siqoeira Campos, subdelegado do primeiro
justifican lo a respectiva commissio na medida districto do termo de Flores o fscinozoso Migue
proposta para correr o excelso do votado para o de Souza Rimo, seotenciado a gales perpetuas
expediente por coola doa emolumentos, sobre palo jury da Villa Bell, de cuja cadela se tinha
fundamento de ver essa despeza ir sempre em evadido, ha tres annos mais, ou menos,
progressao, e ser assim precise inleressar na res- No mesmo districto foi levemente ferido no
pectiva economa aquellas que a faziam, acabando brajo eaquerdo Avellioo do Souza Martina, por
. por mandar s mesa um requerlmenlo no aenlide um individuo do nomo Antonio Bozerra. Fez-se
n c, n..i V -T* u .- > mi de *er diada a discussao quanto as verbaa do ex- auto de coroo de delicto e autrd*v-o a onm.
m'&'totde Mur,be": ~EQiao ha d,reito stts t as vrv7 ^art. ,?nie5 su^iss^issi
nsr iilii,..... ; __u. .. E iu'roduzdo pelos Srs. Souza Res eTheodo- cao do processo.
tado p'odeS.m. 7 o ztra ocoaVeaiend.^ ?* ?/J Sr" fi* f ,Re ^h'*"' j ~ "** termo foi preso pelo res-
O depois do jurameolodoestylo, loma aaaeolo. peclivo delegado, o tolda Jo de primelra lioh
i O Sr. presidente nomea os Srs. Cataoho. Buar- Maooel Joaquim de Souza, que confwou ter de
que e Witruvio para comporem a commistio, seriado da provincia da Parahyb.
que tem de levar alguos actos legislalivoa i saoc- Eia o centeaimo quadrageiimo-seaundo
Cao presidencial ; e levanta a aeuio, sendo adia-. a boktim oMexal
j da a discussao por ter sido preeochids a hora. | Em um offlcio de 14 do correle dirigido da
A ordem do da de hoje comp5e-te, alm das Villa de Garanhuns 4 S. Exc, diz o i'uti de direi-
maienaii j dada, da primeira diacuaaio do pro- lo interino r. Joio Francisco Duarte Jnior, que
jecto n. 22.. ao fechar-se a mala do crrelo, recebeu commu-
znaa o publico, que a liver ou
ale eepalha-la.
O Sr. Bario de Muribeca: Quem tem direito
a urna causa tem direito a obstar que se ac,a o
contrario. ..
O Sr. Araujo Barroa: De modo porque mo
exprimo fica ludo concillado ; o se aasim nio ,
nem por isso sSo remos procedentes ss rszoes,
que me levaram a retirar a parte do discurao, a
que ae refere o nobre deputado.
Com data de 18 do correte temos noUciaa nicaS6es de Corteles, e quo nao tendo lempo de
Eatlve por muito. djs.com mea discurso pre- XSimtStSJS!^,^ C" "'' ffiC'" du,h"-"nto 8oDr *" P-
irado 4 capera da publicado do discurso do ne- 8Tiess do iury'n. ,e te
o depulado, maa como nem to. menos fo. pa- L..L rtf*i. h ."7 "?.," !T*
que
parad
ore deyunuo, uj como ero to menos loi po
blicadb o respectivo extraed), co'rtei com muito
bona fundamentos a parte so, a que ae refere o hourado membro, o que
tamo roeii procedente quanto etsa parte era toda
m respecta ao que o nobrt deputado havia aqui
atrio esa reiagio ao amigo, do quem se falla va.
^jjjj Jb noo doutrinario, nao
y*,""*,**i| pBtHto rigorosa, e'porisso
poda eu tapprinMHtouito liem a parle de meu
mecano, qoe nsBHPpareceii no Diario.....
O Sr. Bario af Muribeca: Ea estou
P***! e que coa ludo o lucilo.
O Sr: Arujo Barroa: Alm de que tratando
eai de rcipeoder o nobre 4 epuiado, eceepei-me
doodiveraoa lopicoa de seu discurso, o eodeo-
do arespacMva reaposta aer dada tepsradameole,
aabo se predeava atropelar e compromlier a
ordes ees ideas para introduzir-se aparte
algoea,
O honrado membro disse lambem que eu baria
aqui tecido elogios para ir cevar a vaidade de
aigutrn oo Rio de Janeiro.
Br. prcaideote, parece-me que esta discussao
e osa pouco pequenina para esta casa, porque
* j1"1 alo de cevar vaidsdes......
fofice Mvrioec,: Eu d"r
O Sr, Ara ojos Barroa: Acho que estas cou-
aas nao esli na allora, que deven) ler as dis-
caueoes desta casa.
i^l"" de Marica : Ta'N" orno aou
janato baixo.......
OSr.Arauja Barrot:- Dio saja* 4 bajx0
ftj?\]?* d"'e-e elevar lPBtnaic, e que
sato de fallar em cevar vih!lfrt7cousa muito
*,*"*HMn*>lu I! Puf lno nem qnero tocar, Paco
tW tanto, poni ebre i,i0. v
fcfribeca: Eu at trouze de
can esta duas pafUoaseiiadadas.
toftrreir-Acredlto.o pamente,
-, foi pera din* uto que V. Exc. s
tBbo'eMufiBWt.'r.Nao, seohor.
O s*\Afaijo Barros:- fraUndo agora do
aisearM de V. Eze
encerrado, e do de-
curso della houve onze julgtmentos, sendo quasi
lodos absolvidos. Deram-se duas appellaces
' pelo Dr. promotor publico.
i No dia (1 fot morto um eacravo do mejor Mi-
I noel Rodrigues, morador no Imb, por um outro
escravo, que ba aonos acbsva-ae acoutado oa-
quella localidade. O delegado fez o competente
corpo de dilicto.
0 8r. capitio Jerooymo Caralcanti de Al-
to, paeaava 4s mioa de S. Exc. em original as pe-
Cas communicalives.
Sendo as principaes dous officos da commis-
sio de aoccorrot, delles extrahimoa o aeguinte :
Em dalaade 12 e 13 do meame mez, dirigi-
dos de Correnlea, commuoicou a meama commis-
aao ao juiz de direito, que tioha sido ioaugnrada
a enferman! para o tralameolo dos indigentes, a
qual marchava regularmente, eque o profeisor,
movido pela religiio tem sido um dos hroes, j
administrando os remedios
~iitiv. aos doeotes e friccio-
baquerque aeba-ae noaeado subdelegado de Tim- nando-os, e j carregando-os em seus hombros
bauba. comarca de Getsaoa. au6 oa eofem.ria se
Foram exonerados do cargo de delegado do
Cabo o Sr. Jote Rodrigue Barnmro. Campello, e
daquelle do Bonito o Sr Vicente Ferreira Padi-
Iba Calumby.
Doaeamea mdicos feito no cadver exhu-
mado, por occaaiio da excavacie que ae fazia no
Forte do Mallos, foi verificado pelo astado dos
oasot, que estes-baviatnperleneidoa peaaoa adul-
ta, e que fdra inboaMdo j>ara maia de trite
annoa f
a T S0Dtf? eom,5?" a*aguisa sobro as theses
do baebarel Souza tiDeiro. x
Subi na quarta-Maa 4 eeeea|Sinta In-
bel a belhisima e seaspro spplauoida opera -
Beluario ao maestro Ddnijotl, nelp aegunda
ez. r v v. "
Nio podemos furUr-noi "
vraa aobre sua execu^io i
melhor qua al agora temo
oa artiatts se etforgaram e
bresahir brilbar a mlmoaavdto
maeatro.
A S^aafg^amior-HsdptnMeU
tfou qtJPsFOocantoaj xnBMbeM
acbavam sete doeotes, e
dentro do oisiricto maia de iriuia,
c Commuoicou mais, que ttnha reaolvido man-
dar u m expreeso 4s AlagOas, pedir os soccorroi
necessarios, visto como a distancia daquella fre.
guezia 4 esta capital oio permiltia esperar-se
pelos que fossero mandados pela presidencia, em
quem muilo cooflam seus habitantes.
A's 6 horaa da tarde de 23 de maio de
1862.
_ Dr. Ferreira.
BeparticjXo d* polica. (Extracio da parle
do do dta 23 de maio.1
Foram recolhidos
22 do correle :.
A' ordem do Illro. Sr. Dr. chefe de polica, Mi-
ooel Eduardo Rei de Ioglater.crioulo, de 20 aonos
de idade, dado 4 agricultura, remettldo pelo de-
legado do Gabo para retrata.
A' ordem do Dr. delegado do 1 districto, Ur-
sarla,rs*da,de 15 nooi de idade, coiinlieira, ea-
"- Trajano Veriato de Mello, reqerimen-
casa de detengo no dia
{aVaVste,
) moa-J rdea) -do subdelegado de Santo Antonio,
_ a.aua^rryFraD4loo de Pao Sanloe, pardo, de 17 annoa de
orUda ft 1.ehU.0f.l,,.0,(,0 *iWT/ "pro- ld8**' f-nlelro- Pri.torbics. Aotoolo T.bur-
ftVrdtdaiili". I-i V*-"0'8 ,.',pl'od?" Pelo ci0 4% rttitt> D(,1<>. 1* ""> de Idade, sem
verdadeiroa dtastanto. Na cavao* Si* a tom- offlcio, por suspeita de ser eicravo.
Alia lornou-ae aablrme, arrancando enlhu- /, G. de Muauita.
r?nSm?uU'fl' i0,9Ubl,t0 No mMno '*.i >> denfrmela tacSTKtoU.
de perdoa-U, a Si. M.r oangeh brilW por-; Ttveramlta da cnermarU
quanlo ae cantar-Egh iepento, a *ir>Wa).i,a- Maooel JoM do Nascirapnto"
Exc. ou dotei trato, f-qoe zil!.ui 2 i^. k:^.-1*' ^ 'tex'*,rto I, ,"M,f G *****
relnyor.aMtero'qle ae l|W haH aeicci til.. '" T* e ,r""rt 4 ~<*lr eldooSantor.
dos Santos. M
awaroto/ tjrri parle, em que ttc dizia cartas
eregeo,
A Sra. Corb.rJ (Irene), trocando m
Appellaote,
escravo.
Appellante,
cravo.
o juiro ; appellado, Ismatl, es-
Appellacet civeif. *k-
Com vista ao Dr. curador geral
Appellante, o vitconde de Suassuna ; appella-
do. Julio Barbo de Vatconcellos.
Appellanie, Flix da Conceiclo Barreto ; ap-
pellado, Fraocitco Antonio COutinho.
BBaiSHAgO DE DIA.
Aselgooo-so da'para julgameDto das se-
guintes
Appellaeo civel.
Appellante, Joio lavares de Mello Jnior; ap-
pellada, a pret Thereza.
Appellaote, Manoel Leile Mooteiro ; appella-
do, Filippe Nery d Oliveira.
Appellaces crimet.
Appellante, Thomaz Olegario de Co'uto ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o juizo; appellados, Jos Januirio
Bezerra.
Appellaote, Joio Bernardo de Souza ; appella-
da, a juttico.
Appellaote, o juizo ; appellado, Pedro Dias do
Nascimeolo.
Appellante, o promotor ; appellado, Miguel
Claudio da Cruz.
Appellaote, o juizo ; appellado, Francisco Mo-
reira da Silva.
DISTRIBUIDO.
Ao Sr. deaembargador Caelaoo Santiago :
Appellaeo crime.
Appellante, o juizo ; appellado. Joaquim Ro-
drigues de Figueiredo.
Ao Sr. deaembargador Silveira :
Appellaeo crime.
Appellaote, Ignacio Gomes Marinho ; appella-
do, o juizo.
Recurso crime.
Recorre ole, o baebarel Antonio Firmo Figueira
de Saboia ; recorrido, o juizo.
Ao Sr. deaembargador Gilirana :
Appellaeo crime.
Appellaote, o juizo ; appellado, Joaquim Ma-
ooel de Souza.
Ao Sr. desembargador f.ourenco Santiago :
Appeilaco crime.
Appellante, o juno ; appellado, Jos Ignacio
doa Siotos.
Ao Sr. desembargador Molla :
Appellaeo crime.
Appellaute, o juizo ; appellado, Bernardo Jo-
s doa Santos.
Ao Sr. desembargador Perelti :
Appellaeo crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Ignacio Gomes
Ptreole.
Ao Sr. deaembargador Uchda Caralcanti :
Appellaces crime*.
Appellante, Marta Joaquina da Concerni ; ap-
pellado, ojuizo.
A' urna e meia horas da tarde encerrou-aa a
aessio.
SESSAO JUDICIARIA EM 22 DE MAIO
DE 1862.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOUZA.
Secretario, Julio Guimaraet.
A' meia hora, o Exm. Sr. presidente abri a
sessao, estando presentes os senhores desembar-
gados Villares, Silva Guim.rie.e Molla, e de-
putado Reg, Leaos, e Bastos,
Lid, foi approvada a acta da aessio ante-
rior.
Foi aisigoado o accordio proferido na sessio
antecedente, entre partea :
Appellante., Mesbau & Norris, por seu pro-
curador ; appellados, Seve, Filhos & G.
JL'LGAMENTOS.
Appellantes, Jos Dias da Silva e sua mulher;
appellado, Joaquim ds Silva Mouro.
Designado o dia de hoje.
Juizea certus os Srs. depulados Lemos e
Bastos.
Relator o Sr. desembargador Villares.
Desprezaram-.e o. embargo*.
Appellante, Maooel da Silva Pastos, represen-
tantes de Novaes & Panos do Rio de Janeiro ;
appellados, Tasso & Irmio, curadores da maiaa
fallida de Novaes & C. desta cidade.
Designado o dia de hoje
Sorteados os Srs. deputsdos Reg e Lemos.
Relator o Sr. desembargador Silva Guimaraet.
Adiado a pedido do Sr. depulado Reg.
DESIGSACAO DE DIA.
Appellante, Antonio Jo. Moreira Pontea ; ap-
pellado, Jos Goocalves Malveira.
Appellaote, D. Marianoa Doroiha Joaquina ;
appellado, Maooel Pereira Hagalhiea.
Appellantes, Alves & Companbia ; appellado,
Antonio Emygdio Ribeiro.
Designado o primeiro dia til.
PASSAGENS.
Appellante, Bento Jos da Costa ; appellados,
os administradores da massa fallida de Audrade
& Leal.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraea ao Sr.
desembargador Villarea.
Appellante, Manoel Joiquim Dias de Castro ;
appellado, Antonio Jote Das.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraea ao Sr.
deaembargador Villarea.
Appellaote, Antonio Rodrigues de Souza ; ap-
pellado, Luiz Antonio de Souza Ribeiro.
Do Sr. desembargador Silva Guimariea ao Sr.
desembargador villarea.
Embargantes, Diogo. Filho & Companhia ; em-
bargado, Joaquim Salvador Peaaoa de Siqueira
Cavalcaoti.
Do Sr. deaembargador Silva Guimariea aoSr.
desembargador Villares.
Appellaote, o coronel Gaspar de Meneiet Vaa-
concellos de Drammoad ; appellados, a viuva e '
herdeiroa de Joio Henriquea da Silva.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. deaem-
bargador Silva Guimaries: e allegando ette le-
gitima excusa, offidou-ae ao Exm. cooselheiro
presidente da relaclo pedindo juiz.
DISTR1BUICES.
Appellante, Antonio .Jos Oas ; appellado,
Maooel Joaquim Dias de Caatro.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaries.
Appellaote, Antonio Emygdio Ribeiro ; appel-
ladot, Jos de Albuquerque Siixea do Amaral e
oulroi.
Ao Sr. desembargador Villares.
AGORAVOS.
Aggravante, Luis. Antonio de Souza Ribeiro ;
sgKravados, Ptreole Vunna & Compinhia.
O Exm. Sr. presidente deoegou provunenlo.
Aggraraotes, James Ryder br Compauhia ; ag-
gravado, Manoel Joa Goocalves.
O Sr. presidente maodou voltar oa autos ao
cartorio.
Aggravante, Lino de Faria ; aggravadoa, Saun-
dera firolber* & Compaohia.
O Exm. Sr. presidente oegou provimeoto.
CARTA TSSTEMCNHAVEL.
Aggravante, D. Francolina Amalia deSouia
Ramos ; aggravados, ossdmini.tradorea da mas-
sa de Jos Antonio da Silva Araojo.
O Exm. Senhor presidente tornou conheci-
eo lo.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. preaidente
enceirou a sesso s 3 horas da larde.
Tribunal do commercio.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 22 DE MAIO
DE 1862.
rRBSIDBMCU DO BU. SR. DE8BIBAR0AD0R
V. A. DB SOUZA.
A'a 10 horas da manhaa. reunidos os Srs.
deputsdos Reg, Lemos, e Baatoa, o Senbor
preaidente declarou aborta a aessio ; sendo lida
e approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Um offlcio da conservatoria da provincia do
Cear, de 5 do correte, aeompanhaodo copia do
registro do hiato Videte, procedido oa mesma
cootervatoria.Rfgistre-ao oarbive-se, e ac-
cuse-se a recepeo.
Foram preseotes as cotaces offlciaes dos pro-
cos correntet da pr/fca, de~ ultima semana.Ar-
chive-te.
DESPACHOS.
Um rrquerimento d* Flix Souvage Y. Compa-
ohia, pedindo o registro de ama traducio de pro-
curado que aprsenlaru.Como requeren).
Outro de Francisco Goocalves da Silva Pereira,
Portuguez, de 50 annoa de idade, estabelectdo
nesta cidade, com luja de fazenda, pedosteer
admitlido a matricula.Vitta ao Sr. deaembar-
gador Bteah
Outro de Chriatovio Ferreira Campos, Portu-
gus, de 3b .noca de id.de, eaUbeleeldo nesta ci-
dade com loja de fszeodas, pedindo matricular-
le.O mesmo despacho.
Outro de Luiz Bernardo Ca.tello-Branoo da
Communicados.
Sorprendeu-nosa maoeira porque foram hon-
tcm tratado* oa Sra. Spalding & Rogara do circo
ocenico, em um jornal desta cidade, promo-
veodose al disturbio, contra e.sa companbi,
que entre nos veio dar alguos divermentos. Na
verdade, nada maia injusto do que esse artigo,
por quanto se meoosprezou : que a companhla
tem um pessoal enorme, que suaa de.pezaa en-
tre ot lio basttnte elevadas, e que todo aquelle
que cede aua industria i outrem pretende urna
retribuido qualquer.
O. Srs. Rogers tam formado a aua companhia,
com muito trabilho e deapezaa enormes, e oella
tem reunido quaoto de melhor ha nos generoa
acrbata e equeatre, e parece razoavel que pe-
Cam urna retribuido comparativamente equita-
tiva 4 aeus esforcos; o que fazem.
Quanto ao dizer-se que estes senhores nem
ae quer tomaram oa noetoa patricios para em-
pregadoa, urna faliidade, que ce contraria com
a assercio de que 14 exiaiem t na orebeetra
dez pessoaa oaciooaea, alm de diveraoa por-
teiroa, destribuidores de cartaxta e empregado
que aervem dentro do curro; antees lugares
que podem por ellea aer oceupadoc.
O talSr. escriptor olvtdou que osea a pri-
melra companhia acrbata que toma pesaoal
entre nos, pois que aa antigs de Joio Baroab
e outros limitaram-se a alugar terreno para ar-
mar a barraca.
Parecem, 4 primeira viata, exhorbitantea oa
precoSfdos bilhetes ; maa, altendendo-ae 4 qoe
urna companhia de 33 pessoas, artistas de reco-
nbecido mrito, e de viote e tantoa animaes, de-
va fazer deapezaa enormes, por certo se reco-
obecer serem, raaoaveie.
Ponha-sode najfl aodiotiiade de nacionaea
e ettrangeiros, porque iiao t tem entrada em
timas pequeninaa e vfs, e jamis se deve expel-
lir a industria, qualquer que seja a porque tem
de produzir algum beneficio para o ico intro-
ductor.
Aioda rollaremos so formo! provocados.
U$ Brasileirot.
*nt.V^U0B ui p!,eM,. i* demnado, lo
em minha ausencia e at iptelra ioicienci.
'."t1-* dMM ,llet- *Dri,io """I -
perior tribunal da relcio, implor.odo orna or-
dem de habett-crps, e Bio a fut restituido
ao goto de mioh liberdade, como tambero jul-
gado nullo todo aquelle infame proceaao, por
pretencao daa maia aubaianciies lolemoidadea
e mandado por iaao aeamo retpootsbilisar o dito
Sr. baebarel Joaquim Francisco de Mello Caral-
centi, de glorioca fama.
Pois bem, nada ditto valeu, porque eaae mes-
mo Sr. baebarel Joaquim Franciaco, oio te pei-
jrru de iottiurar contra mim novoa proceaaoa
por squelles phantasiadoa crimea, e de fulmi-
nar-me um tremenda pronuncia, em virtude da
qual fui preao.
Compre, porm, aioda observar, que o dito
Sr. Joaquim Francisco sacia reincidi no raesm
crime, pralicando idntica preterigio de formla
aubsteociaes, e a despeito de estar elle para isa
inhibido por forea daquella reipomabltldade que
lbe havia sido decretada.
Em verdade, preciso um diaplanW aem pn-
reina I O publico tnsalo que devidamente
avtlie....
A viata detta nova e mais cruel porceguiebo,
recorr cinda aquelle venerando tribunal, e nalle
vi, cheio de prazer, triumphar a minha innocen-
cia, e mondar retituir-ce-me i minha liberda-
de lio clrozmente violentada por aqeelles al-
gozea.
O colendissiroo accordio sbaxo tranteripto
oena mesmo sentido 4 ama prova inequvoca da
iltuttracio e inleirexa daquelle verdadeiro tri-
bunal superior todos os respeitos, ji pela
alta gerarebia, e j aoa maiorea elogios e venera-
cao ; porque iocontrastafelmeote ao be tornedo
a nica esperanza doa opprimidos, ou a egida
das victimas de qoaesquer prepotencias, tob o
manto de formulas jediciaes.
O meu corscio effectivamente 4 depositario
de seniimento da maia viva.gralidio, que a lio-
gua nio pode vivamente reproduzir, em caja de-
ficiencia oxali que poasa tcpprirtio franca, quio
ingenua expansio de hoje para sempre.
Ao Sr. baebarel Joaquim Francisco de Mello
Caralcanti, t me cabe dizer que resigne-te 4
aua triste aorte de agricultor, o que para elle nio
lio pouco, j que nio cooseguio tiesta res aer
eleito deputado provincial, Bem nomeado" juix
municipal aupplente de Naz.reth, se porventura
este total eclypse o nj obteurecer para sempre
pels magia de certo amigo aeu, que o eondnz
como sao pela variaba condutido. ea porua de
roda, com quem .ua senhoria muito se paree na
impostara.
ErjiDora, sua senhoria aioda por ah diga, quo
nio (az caso de te acto da relacio, porque
coota com o Sr. Dr. Abilio da Silva Tavtre, juiz
de direito daquella comarca, stou persuadido
que um doce eogano, e que nio lhe cabera
mais a gloria de proceaaar-me, poit sua aenhoria
pera mim nio maia rei, nem tem mages-
lade.
Antonio Alies de Paiva.
DOCUMENTO.
Illm. e Exm. Sr. conselhelro presidente do-
tribunal da relacio.O capitio Antonio Alves
de Paiva, vem requerer a V. Exc. se digne de
maodar-lhe por certidio e Iheor verbum ai
verbum do veneraido accordio proferido por este
superior tribunal, mandaodo-o por em liberda-
de, em virtude de urna ordem de habeas~cor~
pus, etc.:
Neste termosPede 4 V. Exc. atiim lhe defi-
ra.E R. Merc.
< Paaae.Recife 12 de maio de 1862.i. .
Ledo, presidente.
Domiogoa Alfonso Ferreira, cavalleiro da or-
dem de Cbristo, secretario da relacio de Per-
nambuco, por Sua Mageatade o Imperador
Constitucional e Defensor Perpetuo do Impe-
rio do Braail.
Certifico ser o theor do accordio da maneira
seguioto:
< Accordio em roltQlo, etc.Que conceden! a
aoltura pedida pele inhibicio do juiz proceaaan-
te, porquanio tendo eate aido mandado reapon-
asbiliaar por eate tribunal, pelo primeiro proces-
so qee contra o paciente instaurara, devra ago-
r> dar-te de susjpeito, alenla douirina do art.
61 do cdigo do proceaao; aegundo porque o
paciente nao foi citado para a foimacio da col-
pa, como preacrero o art. 142 do mesmo cedigo-
do processo ; terceiro, finalmente, que em Cri-
mea laea de que trata a copia a tolha nao devra
o paciete aer preso tem que primeiro fosse no-
tificado, aQm de verse quera interpor oc recur-
soc legaes, paasando em julgado a senien;* a
foihac.
. Advertem ao juiz proceaaaote, o baebarel
Joaquim Fraocitco de Mello Cavalcaoli, qae ao
abiteohade intervir em proceaao em quetjjmo ae
pode deixar de repaacaasabo-. rancor e na vonlado
com que procede contra oa ros^como oo presan-
te cato. ^t -
Finalmente, flaattsa^laT^7fSa)direilo ret-
pectivo, que instaure contra o juiz municipal
processante de que cima ae fahou, o processo.
de responsabilidade, qae contra elle foi Bandado
proceder, dando parte 4 eate tribunal do rosal-
lado.
Recife 10 de maio de 1862.Agottinbo Er-
melindo de Leio, presidente.Giiircoa.Silvei-
ra. Lourenco Santiago.Molla.Perelti.
a Nada maia ae coetioba em dito accordio
aqu Delinele transcripto ao qual me reporto.
Recife 17 de msio de 1862___Subscrevi e as-
sigoet.
Domingos Afronto Ftrreir*.
Correspondencias.
Srs. Redactor*. Sobremeoeira peoborado
telo acto d maia recta justtes, qae acbo de re-
cebar do conspicuo tribunal da relacio do dis-
tricto, rhandando-mepr em liberdadj. em vir-
tude d ama ordem de habeat-corpus. que lbe
requer, nio potso deixar de reeorrot i im-
prensa para bem patentear o meu profundo reco-
ohectmentoi
E' j mol conhecldo nesta cidade, qee por
desgoatos polticos havidoa na ultima eleicio pa-
ra depulados i assembla geral entre mim e o
Sr. Dr. Joa Joaquim de Oliveira Aodrade, juiz
municipal de Nararelh, fat por elle arrastrado i
umatode de processos, que contra mim maodou
instaurar pelo seo Adus Achates, ou dcil iotlru-
. ment e btcharel Joaquim Francisco de Mello
Rocbs. pedindo o registro a sua nomaaeio de, Cavalcaoti, prevaleeeodo-ae para Isao da occa-
wie 4 C Como re- alio que elle mesmo proporcionara de peraegnir
%gc
COMMKttCWo
Praca do iiecife 23 de
maio de 1862.
\a t\uatro horas da larde.
Cotaces da junta de correUres.
Nio bouveram cotaedea.
i. da Cruz HaeoopreoMenaoa
John Gatissecretario.
aVlfaudeca,
tendimeoto do dia i a 22. 3044878
dem da da 23....., 23850975
3b9.755*853
Motlmeoto Ja alfaartes
elmniradocomfazeoos.. 153
om goacros.. 437
Volamos tahrdoa;
-
m.|azencas..
om gaiteros..
690
640-
quer.,
Outro da Oljtmpio Perreira da Silfo, ajuotando
um documcoto em aatlatacao do despacho decte .
tribuaaJ.Hja rUla ao scabor dembrgador poltico.
*>*) I Em contequencia
e levar ao exterminio o
qoelle logar.Ignacio VI
tam bem rota odio
Deicarregaa no dia 34 da maio, .
Bngue sueco Bmtllaboado.
Barca franctxafombelgeooroa de estire.
Barca francesa Mari dem.
Srigue htmbuiguezRottlioectrvlo.
Patacho italianoEvelinafaacaha da trago.
Barca inglezaBonitacarvio.
Eirigue inglesSilvanidea.
Barca ingleza Colinafasendas.
Barca inglezaQueco of tbo Souldem.
Exportado
Do dia SS de maio.
Brigue ingles Mercurio, para Liverpool, carre-
garam :
Sauodera Brothera &C. 442 aaocaa com 2,451
arrobaa de algodio.
Barca iogleza Nstherton, para Liverpool, carre-
garam :
Paioo Nath i a, 1,400 saceos oom 7,000 arro-
bas de assucar.
Patacho portuguez Manada Gloria, para Lis-
boa, carregaraos :
iaf* v!llo, So,re & Filho 357 saceos com
1,865 arrobas de assucar:
Jo'"'m jM* Rodriguca da Costa S33 caceo
com 1,165 arrobaa de asaacjr, .
-aS-
Barca fraoceza /. Parmaalicr. tiara Maraeille,
c.rregaram :
Cal Irmioe, 800 laccoa roa 4,'JtO arrobaa a
assucar.
Brigue hamburgnez OUo, para IJamborgo, tar-
regaram :
Kalkmaao Irmie ar. Cr147 aaceoa com 684
arrobaa de argodlo.
Brigaa iogioa U$t****** Liiorppol, carre-
garam
J>McWilrotir & C., 04 caceos com SOI ar-
eacrivio de orphiosda-
de Mello, a quem
por lguaes molivoa roba aldlibradoToeao.
PaUcbd portugus Mari da Gloria, para Lia-
desia rada de procaaaoi boa,
.
?
ca
i a


Diummummumw *mHa*'m**mm*m im
F...
(ni
900 accis <
*. P litv*, Mii.
84 Mceoa coa 701 arrobas e 8 li-
Barcainglesa rVe, para o Canal, earregerera :
Saau*4ara Bretones & G, 1,000 aaccoa cuas 5,000
arrobe* da aasucsr.
Bare* ingleu Nttktrlkon, para Liverpool, car-
ra*arem:
Paion N*ih 4 C 219 aacceacoa 1,141 arrobaa
8J|kiMtealc4M.
ajpajraaaa de fsa-aaaaaataaiici
Hendtmeoto do dta 1 a 81. 22:138*934
do di. 13 ..*.... t:091J404
1.951|S38
Mam
provlnellal
acto da- dta 1 a 18. 99:1041823
ata da 93. ..... : l:9i675
33:0509198
Movimeiito ao porto.
bouveram eatradas nemsahidnsrjc-dla 13.
Editaea.
O Dr. Tristo da Alencar Araripe, o uncial da imi
paria! ordem da Rosa e Julz de direito especii
do comaercio desu cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco a sen termo por
bus majestad imperial e conitituciooal, o Sr.
D. Pedro II, a quem Deas guarde etc.
Peco aabr aos que o preaeole edil ti virem, e
dalle noticia Uve re m, que no dia 9 Je juoho ae
ha de arrematar por renda a qaem mais der em
praQa publica deste juico na sala dos auditorios
urna escrava, crioule de oome Luijs, de qaareola
annos pottco mala ou menos, avallada por aels-
eotos mil res, a qual foi penhorada a Antonio
da Silva Gusmao Jnior e Tai prai;> por execu-
^ao de Ser Filhos & C.
B nao hateado lanzador que cubra o preco da
avahabas, a arrematscSo ser taita telo valor de
djudicacio coro o abatimento da le'.
O presente ser publicado e afiliado dos luga-
res do coa turne.
ecife 13 de maio da 1862. Eu Maooel Mara
Rodrigues do Naacimeoto, etcrivo o stibscrevi.
Trittso de Aleocar Araripe.
Peraota a theaouraria provincial ae ha de
arrematar a quem maia dar aa madeiraa velhaa
daa tarimbas do corpo de polica que se loulili-
aaram : os preteodentes podero dirigirae ao
qeartel do referido corpo, flm da examinareis
aa mencionadas madeiraa, sendo a arrematac&c
(sita nasta theaouraria no dia 28 do correte pelo
meto dia.
Secretaria da theaouraria provincial de Per-
nambuco 20 de maio de 1862.O secretario,
Antonio Ferreira 'Anni nciecio.
Oeelara^dftsr
Conseiho administrativo.
O conseiho administrativo, para lornecimento
4o arsenal de guerra, tem de compraros objeclos
seguales :
Para a pharmacia militar deala rrovincla.
30 libras de acido ctrico. J
60 garrafas de alcoel de 36
34 garrafas grandes de 2 libras a agua de flor
de laraDJ.
24 garrafas gran les de 2 libras d'agua rosada.
'12 arrobaa de assucar refinado.
16 libns de aaaucar de Ionio.
24 borrachea vulcanissdaa da 1 libra.
. 24 borra.biohas para injecges da 2 ooc,as.
24 dilaa para injeccea del ooca.
-32 libras de cera braoca em flor.
6 grosaa de caixaa para pilulas.
4 hbraa de cordo de diiaa corea [ara garrafas.
0 coadores metlicos com cabos aoitidos de n. 6.
20 libras de espermaceta en tima.
2 libras de extracto de elcacus.
2oncaa de dito de coloqueulidas.
2 dilaa de dito de tarazis. .
2 libras de fainas de acnito.
12 ditas de florea de sabugo.
. 8 ditss de ditas de rnica.
8 ditas de ditas de tiiia.
.20 ditas de Bos de liobo.
24 fundas do lado direito.
2Wnas do lado esquerdo.
24 ditaa duplas.
4 ouoas de iodureto de ferro em wdrc azul.
4 ditas de bydrochloFeto de moruna.
2 libras de lacre de primeira qua.idade.
1 machina para estender e para Crapoama.
4 arrdbaa de malvas.
24 borraxiuhas para clyaler de 8 on;as.
1 arrobi de manteiga da porco.
4 libras de mamulla.
24 vidros de oleo de maalruco.
64 libria de oleo de ricino.
64 ditas de oleo de amendoas.
50 vidros de pilulas de Vllele.
1 peca* de madapolo n. 5 de 20 varas.
4 libraa de paatilhas de saotonina fr. nceza.
2 libraa de paatilhas de ipecacuanas.
2 libras de ditas de ipecacuanba t morfina.
2resmas de papel azul para embrulho.
2 reamas de dito branco pautado.
2 panellas de ferro torradas de poicellana de
capacidade de 81 libras.
4 libras de ponas de viado calcinadas.
24 garrafas de Robe de Laffecleui.
24 vidros de salsa parrilha de Saude.
4 libraa de aalsa hortense.
4 arrobas de sal ingles.
4 libras de aenlauria menor.
4 libraa de aabao para opodeldo: de primeira
jualidade.
1600 rolhas de coruja para vidros.
2 arrobas de salaa parrilba.
2 dita de manni commura de 1* qnalidade.
14 libraa de dito de lagrimas.
48 garrafas de vinbo tinto de Ia qualidade.
48 ditas de dito branco de l'qualidale.
4 caadas de vinagra de 1* quahc.ade,
2 ongas de valeriaoato de quioioo.
4 ditas aulphato de qainioo.
50 vidros de zampe de Naff.
30 garraflnhas de xarope Limoro.
. 30 garrafas pequeas de zarope peiloral ioglei.
12 garrafas de 2 libras de sueco de eapargos.
2 libraa de burato de soda.
5 libraa de botosa de roaaa.
24 copos graiuados aortidoa de 4 oncaa e 4 di-
tas e 2 ditaa.
2graee de oaarmore de 2 libras de capacidade.
12 gvaaa de vidro aortidoa.
12 fuma aortidoa de vidro.
12 canecas de graduar aorlidas.
12 cpenlas de porcelana aortidaa.
6 pellea decamursa n. 9.
2 canadaa de axeite de dend.
Para o arsenal de guerra.
30 milheiroa de pregoa eaixaia.
500 capadas de azeite de carrapalo.
Quem quizer vender taes objecin aprsente aa
ajropostas em carta fchala, na secretaria do
ranas I h". s 10 horas da maobaa do dia .30 do
errante mez.
Sala daa sesaes do conseiho administrativo
atara fornecimento do arsenal de guerra, 22 de
uio da 1862.
^\ f Antonio Gomti leal,
"/, Coronel presidente interino.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel Togal secre ar o interino.
Consulado provincial.
Daordamdo Sr. administrador ioenno do con-
oalado piaviaclal se faz publieo que os 30 diaa
tes mareados para a cobranza a liocca do cofre
do imposto de 10 0,0 sobra a readii dos terrenos
do muouioiu o* ttelfe oceupados com o planto
de capia de aneo vigente de 1864 a 1M2. fin-
f"*;-*<* ** *o orienta, o que ilesa) eom-
robaodrfoa na rnuiu determinada no art 50 da
lai provincial o. 8ii e que pagaren, flapois dease
vasa. Mana do consulado 19 de maio de 1862,
Ooh#.Uda.2.*siiaa,
F. ferretes M. Iliboo.
CtBslkodecosfkPMUTa8.
2&L*i!* pwtaoTldn compri, ano as Wa-
sflqoea do entiledeis bjectos balito aetWredos
porteoeentet ao material da araeaita, convida
Mtkn aosqaw pratenderam vonde.'ia a anfe-
tenUrra ras* propnttat es cartas (tos, no
?^00 dta 2i do corrale rswi al M 11 haras da ma-
nhao, com as amastraadoa mesmes objaelos.
Pan as aaviaa da armada e arsenal de
marioha.
10 barra de atcatrio, 20 garrafas de tinta de
escrver, e 82 liroa em branco, paulados, a sa-
ber, 20 de 25 folhas, 25 de 50, 25 de 100, e 1
de 200.
Sala do cooselho de compras navaea em 21 de
malo de 1862.O eecret.rio,
Alexandre Rodrfguea dos Aojos
Tendo a direetona da obras militares de
mandar faier os concertos necessarios no reta-
Ihamento do qiartel do quarlo batalhio de ar-
tUfaarie, concert de algeroi, balris, espigues,
coocerto de ladrilhoe da bomba, e concert do
sadrez, aa peaaoas que a asta aeraieo se queiraoi
propor comparecam com suas propostas na dita
directora nos diaa 14, 26 e 27 daa 10 horaa da
maahaa al da tarda.
Directora daa obras militarea de Peroambuco
81 de maio de 18620 eacripturario,
Joo Honteiro de Aodrade Malvinas.
H. I. Briaio,
Director.
De ordem do Illra. Sr. inapactar deata the-
aouraria a faz Miente ia Sraa. D. Marn Thaodc-
ra do Patrocinio de Sant'Aaoa Barrea, filaa do
(loado capito reformado d ezercito Filippe An-
tonio de Barroa e D. Joanna Baptisti da Concei-
Cid Vietrs, viuva do cirurgiao-mor reformado
Jos Vieira de Mello, que Ibes fot marcado o pre-
so de um mei, cootados deata data, para aatia-
fazerem as exigencias da directora geral da con-
labilidade do thesoaro nacional, a qnaaa ezl-
geocias Ibes sero comraunicadaa neata repar-
tido.
Secretaria da tbesouraria de fazeoda de P*r-
nambuno 22 de mato de 1862.Servinoo de offi-
eial-maior, Uanoei Jos Pinto.
De ordem do Illm. Sr. inspector da theaou-
raria de fazenda deata provincia sao convidados
oa Sn. Domingoa Affenao Ferreira, Jos Domin-
gos Pimertti, Marcelino Tolentipo de Oliveira,
Antonio Norberto de Souza Lealdade mejor
Francisco de Paula Paes Barreto, Antonio Fer-
reira, Antonio Daarte de Oliveira Reg, e Jos
Franciaco de Carvalbo, e aa Sraa. D. Aooa Mara
da Conceicao, D. Tharaza d* Jeens Ferreira e D.
Isabel Mana da Conceicao, a entrar quanlo antes
psrs es cofres deala thsaouraria, aobpeaa de lhes
ser cobrada ezecuiivamente, com a quantia de
de 10} cada um, importancia da conducho para o
ceuiilerio publico, a costa da fazenda, dos cad-
veres dos aeus escravoa fallecidos do cholera-
morbua.
Secretaria da theaouraria de fazenda de Per-
nambuco 21 de maio de 1862. Sevindo de oOi-
cial maior, Manoel Jos Pinto.
CoramaBde das armas.
O commando das armas completamente auto-
rlsado pela presidencia, contrata um capellao
para a coloola militar de Pimenteiras. O senhor
sacerdote que ae quizer preatar a este serviconas
coadiedea do respectivo regulamenlo, comparis
no qu artel general em qualquer doa diaa uteis pe-
lea 11 horas da manbaa.Joaquim Jos Pereira
Vianoa, lente ajudanle de ordens de pessos.
Correio.
Pels admioistraQio do correio desta cidade se
faz uublico que hoje (24) aa 3 horas da tarde em
ponto fechar se-hao as malas qne deve conduzir
o vapor costeiro aPersionaga com deatlno pro-
vincia de Macei e pertos intermedios.
O emptezario, desejoao de dar aqai a nselho-
rea Dovftadea musiaaea, alo duvldon fczer acqui-
ai^ao da sobredita aymphajofa, para agradar aos
aenheres asoigaantee, e a manda ezecnlar jaata-
metrt com entra nova compoeico, de muita ac-
ceitaijio. dedicada a Sus Mageatad* ral VCTOR
EMMANU&L, pelo maestro Malliozzi, intiiu-
lada,
Polka caca.
oa qual oovem aa oa paaaariohoa a cantar e oa
Uros doa cscadoreaqae oa matam.
Eata origioalldade prodnz grande effeito no
mel do motivo principal da polka, execolado
peloa oulros instrumentos.
Principiar 8 horas em ponto.
Oebtlh'tPS venderri-ae no di rio perlculo
Amorim di Iraa&aM, r
crplrao Jos Anteoio
Commerei.
d Cruz o. 3, oo com e-
reapectivo consolado, precedida a competente
de Oliveira, na praca da participa cao ao lllm. Sr. inspector a aifandege
eem asaistencia de am ampregado dest* repar-
ticao para fiecalisacio dos direitea respectiva e
aonts e risco de quem pertencer, da barca fratr-
ceza ettatie Nicols, actualmente em eatatre-
comprovade da sua ionavegabilidade, e tal qnal
t
Lisboa
o patacho portoguez Mara da Gloria capito
Antonio de Barros Valenle, a aabir com brevida-
de por ter a maior parto de eeu eerregamento
prompto, para carga e paaeagetroe para oa qnaes
tem excallentaa commodo trata-ae com oa con-
signatariosP. S. Raballo& Filho, ra da Cadeia
i. 55.
Para.
Seguecombrevidadeo palhabote Sania Cruz,
para o reato da carga trata-ae com Caetano C. da
C. Moreira & Irmaos, no lado do Carpo santo nu-
mero 23.
Para o Aracaty
o Mate nacional cJaguartbe pretende seguir at
o dia 8 de juoho por ter parta da carga prompla :
para o resto e passageiros, trata-ae na ra do
Creapo n. 14, ou com o maatre a bordo, deroote
decaes do Ramos.
o corco
fiB4NDE0GEl.N0
^^L
se acha ancorada neste porto, onde pedo asr pre-
viamente examinada, com todoa os saos appare-
Ihos e mais perineos segundo Q inventario, que
desde j se faculta para melhor ip.latlig*ncta dos
pratendentea ; eesairnmajsem late separado doa
viverea restamos da mosma barca, cuja relacio
aar igualmente patenteada :
Ter;afeira 27
do correte, >o meto dia em ponto, no indicado
consulado, sito na ra de Trapicheo... segundo
andar.
LILAO
cuso h wm mwcm
A.' OTE
PARA A CISSE DE COMMEUCia.
JodSoaxend'Azevedo tem de abrir
am oan pratic -theorico de Licgua
Franceza pelo novo ystema de Oilea-
dotl, piin a cla**e do cooimercio que
n4 pojte frerruenfar este estudo de di*.
As pessoas que deiejarem fallar e e*cre-
ver eta lingua, podem dirigir se te-
idencia do annunciante, ra de Santa
Rita Nora n. 47, at o dia 31 de maio.
(S
DE
SPALDING & ROGERS.
CAMPO DAS PRINGEZAS
O DIRECTOR respeitosamente anauncia que
nao haver
represe n taca o
HOJE
Sabbado 24 de maio, am de poder-so ensaiar
grandes variedades de divertimentoa, o por cau-
sa tambem da opera lyrica, que deve ter lugar
esta noite.
COMPANHIA BRAS1LEIRA
____ DE
MOTBTKS I TJUPML
E' esperado doa portos do sul at o dia 30 do
correte um dos vaporea da compsohi, a qual
depoia da demora do costme seguir para oa
portos do norte.
Desde j recebem-ae paaaageiroa, o engaja-se
a carga que o vapor poder condwzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sita cbegada.dinhei-
ro a frete a encommondas at o dia da sahida a
i horaa da tarde : agenda na da Cruz n. 1, es-
eriptorio de Aatonio Laiz de Oliveira Azevedo
&C.
SeguQiJa-ff ira 26 do correute
O agente Peataoa vender esa leilao por coa-
la do quem pertencer 90 eaizaa com paaaaa in-
teires, meiaa e quartos, multo novas e de excel-
leel quefidade: segunda-fetra 26 do correte
pelaa 10 horas da manba no armazem do Au-
nes defronte da alfandega.
LEILAO
DE
2 armazens de pedra e cal.
Duas representa AMANHA
Domingo, 25 de maio.
Grandes prepares seestio arranjando paraos
entretenimientos de
DwuiRgo de Trt e,
principiar s 4 horaa da larde era ponto
que
[portas abertaa a 3 horas a meia
tambem para oa enlreteninjenioa de
Domingo de loite,
comegando s8 horaa da noite em
portas aatarao abertaa a 7.
assim como
ponto. Aa
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
P&fJCCIf IS Jf m.
At o dia 31 do correte, esperado dos
portos do norte o vapor Oyapoch, com mandan-
te o primeiro lente Antonio Uarcelino Pontea
Ribeiro, o qual depoia da demora do cosame
seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se paasageiroa e engaja-se
a carga que o vapor poder conduxir a qual devo-
ra aerembarcada no dia de aua ebegada, en-
commendas e diaheiro a frete at o dia da sahi-
da as 2 horas: agencia ra da Cruz n. 1, es-
ctiptorio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C.
O agente Pestaa competentemente autoriaado
vender em leilflo por coota do quem pertencer
um armazem oa ra da Moeda n. 7, com 33 pal-
moa de frente e 133 de fundo, e um dito no For-
te do Matlos junio ao trapicho do Conha o. 6
com 35 palmos de frente e 125 de fundo os qusea
ae corresponden) pelas portas dos fundos as
quaea devide nm pequeo chaguo, sao cons-
truidos recntenteme com excellentes materiaes
a promptoa a poder-ae edificar sobrado de um
on dona andares por ae acharem travejadoa e oa
alieerces* serem formados para isso. Os preten-
denles que os qaizerem examinar podem diri-
Kir-ae ao agente cima que a ludo os satisfar.
Ter lugar o leilao tercia-feira 28 do corrente pe-
Isa 10 horas da maoha no meemo armazem da
ra da Moeda a. 7,
LEILO
DO
BEBERIBE.
No domingo entre outroe gran-
des feitoa na arte de mentar a
eavallo, gymoaslicos, acrobti-
cos e equilibrios, ser secutado am grande .acto
de
Saltos Baltont
Nao te tendo reunido numero legal
dos Srs. accionistas para ter lugar a as-
sembla geral annunciada para hoje.
sa > no va mente convidados OS mesmos
senhores a se reunirem no da 27 do*com toda a *?'$' Dhy,ic? de comfuabia, durante
____. j- 1ue prodiwoeo e celebre acrbata volteador
corrente ao meto dta no tsscriptorto da o Sr. Juua Wobxakd. oaeeuiac urna terriral fa-
mesma companhia, afim de examinar ?anha no ar de
as contas no semestre findo, appiovar r.iHIlhilIhAll aIiP'jH>1
o orqamento do semestre vindouro, VJOIIlillIlvlll fiVIfl tUid
proceder-se a aleiqao da nova adminis- revirando-ae duaa vezes no sr, antes de poder
cao e tratar de diversos negocios cons- ,ocar no cto> ('ue "'nguem pode conseguir
tantesdorebtoriodoSr. director, pre- aJSff e^ing^rri/por^efoTra
venindo se desde ja que na conrormida- lhe ter dealocado o pesclo na segunda lenta-
de do art. additivo ao 16 dos estatutos a l "
reuinao tera' lugar com o numero de
accionistas que se reunirem neste dia.
Escriptorio da Companhia 23 de maio
de i 862.O secretario interino, Justi-
no Pereira de Faria.
J
COMftNHU PEK!UIBIICA!U
DZ
Navegado costeira a vapor
Macei pelas escalas:
O vapor cPersinunga, commandante Moura,
aahir para os portea de sol tocando as escalas
no dia 24 do corrente as 4 horaa da tarde.
Recebe carga at o dia 23 ao meio dia. En-
commendaa. pasaageiroa edlnheiro a frete al n
diada sabida as z horas: escritorio no forte
do Maltos n. 1.
mogno,
trance-
Grande do
Norte
BE
Um piano forte, urea rica roobilia de
guarda roupas, guarda vestidos, esma
za de (erro, cpula, tnilet de mogno com pe
dra e espelho, secretaria de mogno, appara-
dores, mesa elstica, commodas, cadeiraa, me-
aaa, marqnezas, lavatorios, candelabros, ser
Dentinas, jarros, um relogio, um apparelho pa-
ra cha, um dito de porcelana para jantar, co-
pos, crysiae*, um selim inglez e muitos outros
objectoa. Tu Jo em bam estado.
Segunda-feira 26 do corrente
Luiz Gomes Ferreira lendo de ir a corte, tara
leilao por intervengo do agente Pinto, de iodos
es aeua movis existentes era sua casa de mora -
dia na ra da Imperatriz o. 31, segundo andar.
Principiar as 10 horas.
LEILO
DE
Urna casa com 6 janellas e 2 portoes na frente,
com 3 asas, 7 quartos, am grande terrago ou
cupi, portas e janellas nos oildee, grande
quintal, cacimba, cocheira e estribara.
Qliara feira 28 do correte.
0 agente Pinto autorisado pelo Sr. Raymun lo
B Lasserre que retira-se para Europa, far lei-
lao da casa de campo aita ua Oapuega porte do
Lasserre, peoullima caaa ao lado direito de quem
Vae para o rio, 1 hora do dia cima menciona-
do em seu escrptorio rus a Cadeia n. 9.
LEILAO
THEATRO
DE
Atteocao parti-
cular.
O Illm. Sr. DELEGADO, abaolutamente prohi-
be que ae fome dentro deste Amphithealro, e o
Sr. director respeitosamente solicita do respeita-
vel publico o cumprimento deata prohibido.
nam honrar a
Domingo de tarde, de confor-
midade e a pedido de algumaa
familias distinctas que tencio-
represenlec,o com sua presenca e
. a da aeus Olhos,
atalSabelJ Paracriancas de
COHPAXMA LYIUCl
DE
Sabbado 24 de maio.
6. Recita da assi^aatura.
Repelir-ae-hs pela ULTIMA VEZ a grande e
applaudida e grande opera em tros actos, de
Donizetti,
BELIZARIO.
Aehando-se perfeitamenle restsbelecida a Sra.
Stella, estando prompla a tomar oaaeua papis,
a Sra. Giulietta Beltramini Harinangeli, retlra-se
da scena, na qual rnente por impedimento da-
quells aenhora tinha reapparecido, embora no
foaae isto obrigada ; ten do-se preatado a can-
tar para que o theatro nao eslivesse fechado do-,
ranle aa molestias que accommetteram oa arlis-'
tas da companhia, e o faz dando 6a aeua maia vi-'
vos e sinceros sgrsdecimeotos aos Ilustres fre- '
quemadores da opera lyrica italiana, que ainda '
este aono honraram seua fracoa taletitoa com sua I
approvacao, e a distinguirn) com Iisoogeiros ap-1
plausos e chamando-a acea, pelo qne confes-l
si-se extremamente agradecida. |
Para abrilhantar maia oespctacalo fiesta coi-
te, aera '.executada no principio do segundo acto
urna nova e grande
Symphonia,
compoata pelo celebre e afamado maestro
averio Merendante,
e por elle mesmo intitulada
GiRlBAliDl,
dedicada ao bere da Italia, sobre o motivo do
hymno, composlo ltimamente, por occaaiao da
retirada do mesmo hroe da
IIha de Caprera
Esta aynphonia] foi coroada da eotbnaiaattcos
poisusjs eos tolas aa parteo ende ha aido exeea-
tada, a de aappor que aqu aera ignalaanatc
bem aceita, tanto pelo aeu merecimenlo, como
peta boa exeeucao da noaaa oreheatra, para oejol brigno
deeempooho ae tea eamerado, sea o goato qtta} pauso
menos
de 10 annos
Para camarotes e cadeiraa, ser reduzido para
rs. 1&500, da maoeira seguinte :
j Para qualquer joven deaejando urna cadeira ae
i lhe fornacer um bilhete da entrada, eum certi-
ficado de cadeira medanle o preco da ljj5U0.
Aquellea que comprarm camarotea ae lhes dar
, seis bilhetes de entrada a razio de lj>500, por
| cada menino, e 3$000 porcada homem ou se-
I nhora. .
Bilhetes pars a representado
de domingo de tarde o de noite
esta cao expoaloa venda no es
crlploriodo Amphithealro, s 10 horas da ma-
nhaa do mesmn dia ; porm os senhores com-
pralores de bilhetes terso em lembranca men-
cionar dialinctamenle aos bilheteiros se querem
bilhetes para a representecae da TARDE ou da
NOITE, am de evitar eoganoa.
Por ordem do director aeral,
W. T. B. Van Orden Jnior,
Secretario.
egue a barcaca Maris Amelia que j tem al-
gum carga : quem quizer carregar dirija-ae a
aua da Cadeia nr 57, ou com o mestre do trapi-
che do algidao.
COmftHIA PEMAMBl CAl^A
DR
-^avegacao costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma
cau do Assu', Aracaty, Ceara' e
Acaracu'.
O vapor cjagusribe, commandante Lobato,
sabir para os portos do norte at o Acarac,
no dia 7 de junbo as 5 horas da tsrde.
Recebe carga al o dia 6 ao meio dia. Encom-
men Jas, passageiros e diuheiro a frete at o dia
da sahida a 1 hora; escrptorio no Forte do
Mallos n. 1.
Quarta feira 28 ao corrate.
O agente Pinto far leilao a requerlmeoto dos
curadores Sscaes da massa fallida de Jos Anlo-
nioSoares de Azevedo e por mandado do Htm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio das dividas
perteocentes a ni esma massa, s 11 horas do dia
cima mencionado em aeu scriptorio ra da Ca-
deia n. 9.
jMiOfi,
i%i
Avusos mantioao.
Rio de Janeiro
segu com muita brevidade o brigue nacional
cEocantadcr por ter parte da. orga engajada :
para o que lhe falla, trata-ao com oa consignata-
rios Viuva, Amorim & Filho, na ra da Cruz nu-
mero 45.
Para
Rio de Janeiro,
geralmente ae lhe recoohece, o Sr.
Smoltz, director da meima oreheatra.
segu com toda a brevidade o patacho nscioaa,
S. Jofceiro, capito Joio Gaspar da Olivetral
tem parle do eerregemealo prempao: para reo-
ante, trata-ae com o consigaatsne do mesmo,
Maoeai AlvesGaerre, Q* eos O capao.
Para Lisboa aegue com muita breridao
tas prompto a maior
rea4qa
LEIL40
k 27 do corrate.
0 agente Olivaira farjlellio por ordem e em
presenta do Illm. Sr. cnsul de Franca junta-
mente com aeu chanceller, neala cidade e no
Lisboa e Porto
Segu brevemente a barca portugoeza Sym-
pathiaa, porque tem qaaai toda carga engaja-
da ; recebe para qualquer doa pnrtos indicados a
que lhe hita e passageiros, obrigando se os con-
signatarios a dar passagem a aquellea que trata-
rem para o ultimo porto, logo que o navio cha-
ge ao primeiro : trata-se na ra da Cadeia do
Recite o. 12.
Para o Aracaty
aegne impretertvelmeote no dta 19 do corrente o
palhabote nacional alnveoclvel, para o qual
sinda se recebe alguma carga : a tratar com Jos
S Leilao Jnoior, ou cam o cepitlo a bordo.
Para a Babia.
Pretende seguir com muita brevidade o velei-
.0 e bem conhecido biata nacional Santo Ama-
ro, tem parte da aeu carragameolo promplo,
rara o reato que lhe falta trata-ae com os seus
coosigoatarioa Antonio Luiz da Oliveira Azevedo
& C-, no sau escrptorio na ra da Cruz n. 1.
Aviso* queraos.
Grande laboratorio de Java-
gem de roupa a vapor de
Ramos Pimentel.
Oa donos dos nmeros abaixo mencionados
podem mandar buscar as roupas que esto pron p-
las : 7. 45, 40, 69. 68. 58. 79. 8, 67, 6. 63,57,
73, 70, 59. 78, Si. 77,83. 80. 72. 81. 48, 20. 23,
19, 18 32. 36, 38, 75, 51, 56, 52, 53, 40,16, 35,
50. 7, 31. 33.
LOTERA
Qusrta-fera 28 do corrente er ex-
trahida impreterirelmente a segunda
parte da segunda lotera (3* concessao) a
beneficio do Gymnasio Pernambucano,
no consistorio da igreja de Nossa Se
nhora do Kosario de S .uto Antonio. Os
bilhetes acham se a venda na respectiva
thesouraria ra do Crespo n. 15, e as
casas commssionadas ra da Imperatriz
loja de ferragens n. 44 do Sr. Pimen-
tel, praca da Independencia n. 22 loja
do Sr. Santos Vieira, ra Direita n. 3
botica do Sr. Chagas, e na ra da Ca-
deia do Recife loja do Sr. Porto.
Os premios de 10a' ate' o de 5:000#
serao pagos nesse mesmo dia da extrac-
cao de 1 hora da tarde em diante, e os
outroe logo que se tenha feito a distri-
bualo das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Comida.
No caes 22 de Novembro n. 32, pri-
meiro andar, casa de Francisco Antonio
Coelho, preparase comida para fora
assim como se enearreg de grandes
jantares e cha para qualquer diverti-
mento.
Escriptwwdeaivocad
Ra do Imperador n.
|37, primeiro andar, a es
Kquerda.
Neata eatabelecimento trabalha o advot-
I ga g em direito pela facoldade do Recife) des-
de aa 9 sl as3 horas do dia. .
! Advoga em todoa os juizos e tribuna
desta praci. e entarrega-se de negocio* i
para o ioterior da provincia, principal- '
m*nle para aa comarcas de Santo Aelao
:Rio Formoso, Bonito, Nazareth e Goiaona.
Recebe gratuitamente as cautas do
desvalidos, nao podando cada qual tra-
zer maia de um qaestao por ver.
8 No rneamo e.labeletimealo aolicitam-
se Utulos e patelas de ampregadas pu-
Iblicos e officiaes da guarda nacional do
interior, mediante mdico estipendio.
8Em sua falta e impedimentos sari
substituido, dos negocios civeis, pelo Sr.
K Dr. Joaquim Jos de Campos, e dos do
*g erime pele Sr. bicharel Jorge Dornella
af Ribeiro Peasoa.
KMMi9i0Me vasmmmmi
Aluga se
o sobrado de um andar na ra Direita
n. 45, com duas boas salas, quatro
quartos grandes, cosinha fora, inda de
ra a ra, botando o fundo sobre a
torre da Penha: a tratar na loj- do
mesmo.
Empreza de illu-
miaaco a gaz*
A vista de muitas queixas a empresa
de gaz participa ao publico, proprieta-
nos e moradores as diversas casas que
sequeixam da insuficiencia e mesmo da
falta total de illuminacao publica que
ella esta1 sempre prompta a enllocar o*
lampeos cuja falta se faz sentit, logo
que receba do governo provincial as
competentes ordens, da mesma forma
mandara' encaar gazem todas as casas
particulares, gozando os proprietarios
destes da grande diminuicao de preces
estabelecido em marco prximo passado.
Chama tambem a attenqao dos mora'
dores das muitas russ aonde nao ebe-
gararc ainda os lampeoes pblicos, ao
f acto que com certo numero de casas
particulares, a empreza esta' prompta
% collocar o encanamento geral a toa
custa pelo servido destas, anda que
nao esteja autorisada a collocar a ilu-
minacau publica.
Outro sim faz publico que para aa ca-
sas particulares ss quaes deve o gaz ser
conduzido de distancias comidera veis
(cima de 100 pe's por exemplo) coHo-
ca-se o devido encanamento pelo mini-
no casto e t rabal lio dos materiaes, e
em certoscasos por menos ainda.
Lustres, candieiros etc vendem-s
pelo mnimo preco que permit o
grande prejuizo em quebras e deapezas
estando a empreza determinada a facer
quaesquer sacrificios para satisfazerao
publico.
Rostron Rooker & C.,
Gerentes.
Por 2,500
Antonio Feliz Pereira proprietario do hotel
Esperanza e do birraco familiar em Gameieir,
deparando com o aununcio inserido neste jornal
de 21 e 'li do correle, pelo Sr. superintendente
do trafego da estrada de ferro, rio qual o acamo
Sr. ofierece ao publico no dia 25 oo correato
visita na cachoeira do rio Serinhem prxima a
esta(,o de Gameleira, portaoto apro*eita a ocea-
siao para chamar a altenco do- publico e coras
especialidade a aeua amigos e fregueses, que ao
arha resolvido a dar comida ueste dia em qual-
quer de suaa meaaa aa pesaoaa que o honraren)
pela, me liante quantia de 2j}500 por cada pesaoa
sendo masa redonda.
Precisa ae de um menino portugaer de \0
a 12 annos de idade que ae quaira admitlir a
catxeiro de botica no malo: quem estiver cestas
circamstanciaa pode apparecer nos qaatro cantos
da Boa-Vista o. 1, para tratar.
Precia-se fallar com o Sr. Jos loeiuim
Ferreira Paira na rus do Rosario da Boa-Vista
n.41.
SEGUNDA EBKCt
Dr
THESOURO
00
.... .i.uiiin segn
Port ztetivo n, 1
do carrestaaMoto,
V a frea au para pMsagaUee, nos casas oflbrooa oa-
eellacls commodo : trats-sa ao escjlotoriode
Rio de Janeiro
pretende aeguir cam molla brevidade o petaeho
nacional Capuan. capitao Tbeetonio Jos da
Silva Rodrigues, tem doua toreos de sen eerrega-
mento prompto : para o resto qne lhe falta, tra-
ta-ae com os seus consignatarios Antonio Luiz to
Oliveira Azevedo 4 C-, roa da Crnz n. 1.
Para Maranha e Par
O hiato CorioWi, cepltao Custodio JostVaea-
aa, I tratar com Tarso Irmaos.
Ceia.
De fiambre, rosbif e salame no cafe
dos arcos (vulgo da Paiva) as noites em
qne houver citreo e theatro lyrico, as-
sim orno tem a melhor cerveja que
existe no ercado.
Nofidade
HOMEOPATHICO
o
Vademcum do homeopatha
pelo tiontor
Slll 1.9IS. .
Este livro que se lem tornado la* popula*.
quanlo necessario, acaba de ser publicado cana
todoa oa melboramenioa, que a experiencia e
progresans da aciencia lem demonstrado, ant-
va edic^ao em ludo superior i primeira, es-
cerra:
1.a M'ifa ampiar noticias acerca do cararjvo
dan moUstias, com iodicscea mui proveitoeis
doa meaicamentos novoa rotee te mea le espoti-
aaealadoana Europa, noa Esladon -Unidos osa
Braail.
2. A exposigao da doutrna homeopatho.
3.* O estado da apropriagio do. romelos am
gando as predominancias os te.nperemaaaaa,
das idadea. doa sexos, o aegunaV a circomatatt-
cias atmoephericao etc., ato.
4.* A praervajeo ou preaUaaia 4W mataotiaa)
hereditarias.
5.* A preservagie das moAeatias spidereicaa.
6. Urna estampa Ilustrada demsnalraliv*
talasallad alo tobo intoatinal desde a bocea al
o anea -te., ele.
Veade-e* os rHARsucu "yfsa,
tnre*. propriedade do saibor
-atan eoovettaaoo, aortas daa measaaa, fs>Utaoj (afondo *ov0) n. $.
pola anas asatain, aadaasmif ovo, vonde-arapar Tft *e Cada esJmpTtr. .
manos do qae em outra qatiqoor parte : ao roa ; N. B. -Os aenhorea aasigoantes
da Senzala Hora o. 30.
f dar recebar seus etemplarea.
queraS'TB-
issai n-ama






-

**,F'^**WH#*4.f* ^ja^p^t^ u atVlU IbtM
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Nossa Senhora do Bom Conselho.
Neate estabelectmeoto, i ra di Aurora n. 50, recebem-se pendonistas 6 meio-pencionits
ate a idade de 16annoe, es ldante externo de toda a idade.
Aa condignas U admi itao variam aseando a claate do reciplendo a natureza do eatado a
O ensino, que alli ae racebe, o aagainte : ,
Prmeiras lettraa, conpreheodeodo leirer, calgripbia, falo eyatema de Adler, arilhmalica
(asoperagdes),doutrioa chiia e elemeotoa decivitidade, grammalica portugueza e nocea de
eographia ; lingus latina, francesa eioglexa, geographla e historia, ihetorica e potica, pniloso-
phia racional e moni, arithnetlca (at logarltbmo) e geometria.
Baleo creados, alm dato, doaa cunoi, um de agricultura e outro de commarco, que sero
bertoelogo que haja alomoos.
O edificio am que funr.ciona oImperial Institutotem aa acommodaedes necessarias para
receber grande numero de punciooisia. e pelo tea eatado de aceio e pela siiuagao preenche a t-
ales aa condiccoes de bygienei e de commodidade para oa alumnos externo e meio-peneioniatas.
O direcior do eatabelecimento, que ha cerca deoito anoos se tem rotado ao amina de mo-
eidade com toda a dedicarlo de que capaz, toado receido eltimamente de S. M. o Imperador a
honro distioegao do nao dua armas imperitos, e do titulo de Imperial para o sea dito esta-
nelacimeoto. que \i entrn no quarto auno de existencia, compreheode que deve envidar todoa oa
aa exforgoa para manter ac Inatitulo o crdito que tem adquirido.
iBU4M4N.ll 4NTIG4LQJ4 FIANCEZAgj
DE
AMVLT
Este grande e bom montado eatabelecimento acaba de receber de Paria, um gran-
de variado sorlimentD de fazendas e artigos francezea, os quaes offerace a concur-
rencia dos respeitsveis habitante dest bella cidade, onde encontrarlo sempre um
grande aortimeoto a eaisolha em que poaaam aatlsfazer seus caprichos, por menos 10
por cento do que em outra qualquer parta, a saber :
Msica.
Instrumentos completos de chavea e
apiatoo para msicas militares, do priruei-
ro fabricante de Pars, Sautrdt Aio. e com
muito melhorameotos taoto em afioaco
e belleza como pela facllidade com que ae
prestara ao artiata, tan bem existm nea-
teseetabelecimentoa o.tros muitos instru-
mentos avulsos do mesmo fabricante e um
grande sortimento de violdea de divereaa
forma e prego.
Para carros.
Guaroicoes completa pira arreios de um
e dona cavallos, braocas e amarellas, ier-
ra gen para carroa de lodae aa qualidadea,
molas, giles largos e eslreiloa, vaquetas
francezas com lustra e sera ella, sedas pa-
ra forro, laoternas de todoa oa precos etc.
Espetaos.
Grandes e pequeos le diversos tama-
nhos com molduras ruetaa e doaradaa
maito proprios para ornamento de aala,
sendo os vidros muito gre ssos e de pr-
meira qualidade.
Crystaes.
Candelabros de 4 e 5 luzes, aerpentioas,
laoteroaa com piogentea e aem elle, ro-
domsa de lodos oa lamanbos para imagen,
mangaa para lanlernas e candelabros de
todds os lamanho?, vidros para eapelhos,
clices para inhoa e licores etc etc.
Porcelanas.
Apparelhos e meios ditos para jantar de
muito aa porcelana branca, vasos para
flores etc., etc.
&-
4fc Oa Sra. devedorea da oja do finado
aaa, Antonio Fraociaco Perein, queiram vir
pagar aeaa debitca na mearaa loja ra
do Creapo n. 8 A.
Luvs de pellica
do verdadeiro fabricante Joavin & Filhos,
ponto corto daqui em diaote sonde se en-
contrar sempre variado sortimento, bran-
cas, de corea e pretae, para bomem e se-
nhora, recebidaa por lodos os vapore fran-
eezes.
Para noivas.
As mais elegante e maia ricas capellas
com ramos para o peito, que com orgalho
sseveramoa aer o melhor que aqai tem
vindo neste genero.
Poma 1 a a retalho.
Em lataa igual ou melhor do que a que
vem em jarro, amarella e edr de roaa,
vende se as libres, quartas e at ama on-
ce. Esta pomada tornase de mnita van-
tagem porque dispensa de comprsrem va-
sos em que se d nao pequea qoanlias
qaaai que s pelo vaso que a contem.
Encerados para cobrir
mesas.
Largos e eslreitos coa muitos lindos de-
senos a 18200, 1|500 e 21 o corado, di-
loa pretoa e de corea muito grosao para
fono de carros.
Photographia.
Machinas francezaa e americanas dos
melhores fabricantes oeste genero, vidros,
e laminas de cobre para retratos e um
grande aortimeoto de paasepartous e ca-
xinhas, drogsa para trabalhar em todos oa
proceaaoa de photographia, ambrotypo e
daguerreolypo, tambem ae collocam retra-
tos em caizinbaa, paasepartous e molduras
de madeira, mudam-se os qae ealiverem
mofados, fleando perfeitamanto booe.
3
Toda attenco.
Custodio Jos Alves Gaimares avisa ao res-
peitavel publico, principalmente a todos os seas
freguezes e amigos, que se madoa da loja da
aguia de ouro da ra da Gabug para a ra do
Creapo n. 7, para a bem condecida a sntiga loja
de miudezaa que foi do fallecido Jlo Ceg, hoje
aera coohecida pelogallo vintnle,e pede ao
respeitavel publico e aos seus freguezes e amigos,
qae o queiram procurar no dito estabelecimento,'
onde acbaro um grande sortimento de miudezas,
que affiaoca servir bem e vender por menos dez
ou viole por cento, do aue em outra qualquer
parte
Precisa-sede urna pesso que queiracobrar
dividas no mato, dando fiador ra conducta : a
tratar na ra do Queimado n. 45.
Criado,.
Aluga-se para criado um mulato de
18 annos de idade, muito fiel e que sa-
be fazer todo servico de urna casa : na
ra da Aurora n. 46, primeiro ardar.
Attenco.
Trocam-se imeigens do Se-
nhor Crucificado, da Senhra
da Conceico, das Dores, do
Rosario, de Santa Auna, de S.
Jos, de S. Sebast ao, de San -
to Antonio e outras mais por
um terco deseu valor : na ra
dalmperatriz n. 21 serrara.
Na travesa da ra das Cruzes n.
2, paimeiro andar, tine se para todas
aa cores com presteza e commodo preco.
*SSBBfBeaMlBlaBVJeB*JaBBB*JeSB
Viclorioo Joa de Souza -Travaaaos. sbus
filhos geuros de todo o coragio agrade-
cem aa pesaos que ae dignaram asaiatir oa
altimos luffragios da sua presada esposa,
ae e sugra, e de novo as convidara para
a miasa do stimo dis na cupella do cemi-
torio publico s 7 horas di manbaa do da
26 do correte.
O abaixo aaaignado previne a quera convior
que como proprietario do trra oo em que se acba
sita a case n 24 da raa de Joo Fernaodes Viei-
Ta.esii resolvido e prompto compra la proco
por preso, coja preferencia ou prelaccao Ihe ga-
rante nassa qualidade a ord. Ib. 4 tit. 38. Assim,
pois. psra que a todo lempo oguern ae chame
* ignorancia deua resolucio to abaixo taaigoa-
!,,?, Vf qu! ?" ,e tnu (le alien Sita
afflf f0" ore,ro' d1e j itso se previne.
Recife 22 de malo de 182. Hioe.
Edntrdo Francelino Pontea.-
Agencia de passaporte.
laadino do Reg Urna tira paasporte para
dentase para iota do imperi coa prestis, e
listan lo prese : oa raa da Pitia n. 47, 1
Miar.
Licoes
de portuguez, lalim, ioglez e francez em casss
particulares, sendo ioglez o francez pelo melho-
do d Ollendorff, nico capaz de ensinar a fallar
e traduzir em pouco lempo com perfeicao: raa
da matriz de Boa-viala o. 34.
Attenco.
No domingo 20 do corrente, [artaram de casa
de Haooel Teixeira Basto, na Pessagem da Hag-
dilena, am relogio de ouro do eystema moderno
de dar corda por cima aem auxilio de chave, foi
fartado juntrnosle com urna cadeia de oaro,
contendo urna chave j quebrada. O prejudica-
do nao se records do nome do autor, e o numere
do relogio e* 7851, e por isso apenas comsig-
oaes, pode indicar ser de bella apparencia, des-
coberto, e com um vidro bem saliente em groe-
sura. A quem quer que o descobrir se agratifi-
car generosamente.
Aos Srs. consumidores de gaz.
Nos armazens do caes do Ramos na. 18 e 36 e
na ra do Trapiche Novo no Recire n. 8, se ven-
de gaz liquido americano primeira qualidade e
recentemente ebegado a 149 a lata de 5 galea
assim como latas de 10 e de 5 gsrrsfas e em
garrafas.
Deseja-se fallar a negocio com o Di.
Amrica Fernando Trigo de Loareiro, na l
ra do Crespn. 17. S

Moraes Filho avisa aos seus deve-
dores nesta praca que ha autorisado por
procuracSo ao Sr. Joaquim Hugolino
da Silva Fragozo para cobrar amigavel
e judicialmente de todos os seus ditos
devedores ate segundo aviso por este
jornal. Recife 14 de maio de 1862.
Hotel ioglez
3Ra do Trapiche3
Aeba-se de novo completamente montado es-
to aotigo estabelecimento e prompto a receber
paaaageiroa a qualquer hora do dia on da noile.
Todo o servigo feito com promplidio, aceio e
barateza, havendo no estabelecimento interprete
para paaaageiroa inglezes, franceses, hespanhoss
e allemSea.
Recebem-se penaionistis e alugam-se quarto
por emana ou por mezas, garanlindo-se o me-
inor servico poaaivel.
Tambera no estabelecimento apromptam-se
jaotares e almocos, aaaim como d-ae comida pa-
ra fora, envidando o dono do hotel todos os ex-
forcos para bem agradar as pesioas, que o hoo-
rarem com as auaa fregueziar.
Np intuito do preeocher urna lacana lio seo-
aivel a ama capital Uo commercial como a do
Recife, nao ae pouparaan despea exforcoa.
aflm de aer collocado o hotel ioglez no bom p
em qae aa acbe. Agora 6 a animacio do pa'
blico poder fazer medrar un eatabelecimento ji
lio redamado pelas neceaaidadea commerciaes
da nossa praca.
Antonio Barbosa de Barros, Portugaez, vai
a Portagal tratar de ana saude,, deixando por
jas procuradores, em primeiro lugar oseu sedo
"l f,osisarCrdairo Simse Janior, era
R5!.*,f i1"*^!..* Vf10* e '
rortBBata 4e Santas Porto.
O retrstida americano
O retralleta americano
O retratiata americano
O retratista americano.
Raa do Imperador
Ra do Imperador
Ruado Imperador
Ra do Imperador.
Novos eslyloa de ambrotypo
Novos eslyloa de ambrotypo
Novos eslyloa de ambrotypo
Novos estylos de ambrotypo.
Muito baratos
Muito barato
Muito baratos
Maito baratos.
Lindos cartes de viaila
Lindoa cartes de visita
Lindos cartes de visita
Lindos cartes de visita.
Posto que o Sr. Joi Mari de Oliveira e
Silva que foi gaarda do Gabinete Portuguez de
Leitura, eateja pertinaz em nao atlender ao pe-
dido que ae lbe ha feito por este Diario em di-
versos aonuncios, para comparecer a ra do
Creapo, loja o. 20 A, em um do quaes ae Ihe
dase que por este Diario saris decisrsdo o mo-
tivo, pelo qaal o Sr. Oliveira chamado, com
ludo anda se espera que o 8r. Oliveira e Silva
refleclindo no deaar qae Ihe pode trazer a pu-
blicidade do motivo porque tem aido chamado,
ae apressar a comparecer i referida loja.
f ee ee0et$cM
f Hontem a noite 19 do rorrele maio, A
a entrada do circo americano, perdeu-ae Z
um relogio de patente inglez deacober- w
9 to, e com a caixa do fundo liso tonda $$
g no centro um pequeo circulo com o fk
S deaenho de am cinto aeguro com urna
9 fivela, do fabricante Leuia Woolf, sup-
g| pe-se que a entrada quebrara a fita
que o aegurava ao peacoco e que sabio-
do do bolao peto impulso cahisie 00
|p chao : quem achou e quizer entrega-lo
picho n. 4, primeiro andar, que ser
gratificado geoeroaa mente.
Ama de leite
Preclsa-ae de urna ama de leite que nao tenha
filho: no Forte do Mallo, becco da Boia n. 14.
Asphalto.
M. L. Coelho de Almeida, primeiro e nico as-
phaltista nesta provincia, traoaferio seu escrip-
lorio para a travesea do Carmo o. 10, onde ou-
tr'ora eateve : ahi recebe encommendaa para os
productos de sua fabrica, como sejam: calcada,
terrados, soalhos de armazens e casia de morad*,
encanamentos d'agaa, rodapa, degroa de saca-
da, e ostros miaterea a que applicavel o as
phallo.
Mez de Mara a i$.
Vende se na iivraria n. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia o livro Mez Ma-
riano, conforme o uso dos missionarios
capuchiohos a tjjfs
O hacharais Maooel Firmiuo de Mello e
Pedro Affonso de Mello tem o seu eberiptorio de
advocada, na ra do Rosario eatreita n. 27, pri-
meiro andar, onde sero encontradas 'todos o
diaa uteis das 9 horas da raanhaa ai 3 da tarda.
Encarregam-ae tsmbem para qaaluuer ponto da
provincia de defezas no jury, e de quiesquer
outras pendencias j-udiciaea, afiaocando aquellas
que o hoorarem com sua coofiaoc.a o maior zelo
e aclividade no desempenho do seus deveres.
Fora da horas cima indicado, podero aer pro-
curados naa casas de auas residencie a roa da
Imperatriz n. 86, e da Aurora o. 46.
Criado
Precisa-se de um criado para um aitio, e que
teoba algum conheclmtnto dease servico: na
ra Nova n. 23, primeiro andar, das 9 Ii2 horas
da manba em diante.
O Sr. empregado publi-
co que recebeu diTerentes
quantias para pagamentos de
objectos de sua reparticoe
nao os pagou, queira mandar
entregar essas quantias que
existem em seu poder como
deposito, alias 'se publicar
seu nome e mais cartas pelas
quaes se prova a existencia
deste negocio.
Nesta ty pographia precisase fal
lar ao Sr. Joao Goncalves Rodrigues
Franca que morou em Olinda e dizem
morar nesta cidade do Recife.
Attenco.
Antonio Cesario Moreira
Dias, faz sciente ao respeita-
vel publico com especialidade
aos seus freguezes, que mu-
dou o seu armazem da ra da
Moeda para a ru da Madre
de Dos n 32, e est venden
do por menos do que em ou-
tra qualquer parte, plvora,
chumbo e salitre e affianca a
boa qualidade destas merca-
dorias por serem de primeira
qualidade.
Gasas para alugar.
Segando andar da caaa n. 12 da raa do Encan-
tamento, loja n. 33 da rna do Vigario, com ar-
mic&o para taberna : a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 33.
v r JAIg,*,e am !r"d6 ,iUo no Principio da
Estrsda Novs, com bos cas, eatribaria, cocheira
e quartos psrs esersvos, graodea baizas para ca-
pim, pasto pora vsccas, e algans srvorados de
tracto : aa pessoss qae pretenderen), diriiam-se
ao aterro da Boa-Vita n. 51. segando andar.
Precisase alugar urna eicrava de
boa conducta ecostumes para o servico
nicamente interno de casa de familia
que saiba engommar e especialmente
cosmhar : a tratar oa ra da Aurora so-
brado n, 38.
Aluga-se o terceirp andar do sobrado o. 37
"S'il^"0'1? : u'Ur Ceeie
n. ox segando andar.
Caes tf A pollo n. 7.
Alaga-se per preco muito commodo ste ar-
asaaa com 3 portea do frente bastante fun-
dos, muito proprio psrs recelher quaesqaer ob-
jectos am grande quanlidade : na ra do Impe-
rador n.|46.
Silvino Guilberme de Bsrroa compra escra-
voa de ambos oa sesos : ns raa do Imperador n.
79, primeiro andar.
Sociedade bancaria.
Amorim, Fragoso, Santos & G. saeam o tomam
aqnes psrs s praei de Liaboa.
O Sr. Antonio Tristo de
Serpa Brando tenha a bou-
dade de apparecer na loja do
Germano, na ra Nova n. 21.
eMSMMSM3 mmmmxmm*
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado agente do Banco
Mercantil Portuente neata cidade*, asea
effectivamente por todos os paquete so-
bre o mesmo Banco para o Porto a Lis-
boa, por qualquer aomma arista a a pra-
zo, podando logo os saques a prazo serem
descontados no mesmo Banco, na razio
de 4 por canto ao anno aos- portadores
que assim lbe convier : as ras do Cres-
Spo n. 8 oa .do Imperador n. 51.
Joaquim da Silva Catiro.
mmmmm -mmtmmmm
11 btua da Cruz-A 6|
X O Dr. Rocha Bastos
di consultas todos os dias.
Cura radical e em pouco dss moles-
tlas ayphililicas e dos oreaos genito uri-
narios.
R Consultas de Braca daa 8 as 9 horas da
manhaa.
Bastos & Reg
Acabam da receber ums grande quantidade
de camisas inglezae, com peito de linho pregas
largar e por aer grande a quantidade tomo a
deliberas de Tender pelo diminuto preco de
805000. 36S0OO, 44O00. a duda : na rus nova n.
47, junto a Conceicio dos Militares.
Achando-se aberta as es-
ta $es da Gameleira e Frexei*
ras, da estrada de ferro, pre -
venimos aos senhores que
residem as proximidades
dellas que convindo-lhes re-
ce berem este Diario as re-
ferida* estacos podem man-
dar a transferencia no escrip-
torio desta einpreza.
Quem quizer alugar doua moleqses psra o
servido de caaa e de roa procure na ra da So-
ledade casa terrea n. 46 que dir, quem o tem,
podendo afianzara aua conducta.
SMagisterio particularS
Paga-se nm bom ordenado a quem se V
V achsr competentemente habilitado para O
A ensinar primeiras lettraa, latim e mais eth
algum preparatorio, e quizer ezercer 2
esse magisterio em um eogeoho distan-
s9 te tres leguas da via frrea : a tratar na A
ESTRADADDE FERRO
AO
Sao Francisco.
Grande escorco a Gameleira;
Visita a grande cachoeira do
rio Serinhem
No domingo 25 de maio as
passagens de ida e volta de
qualquer estacao para a de
Gameleira sero pelo preco
das singelas.
De Cinco Pontas a Game-
leira :
Primeira classe 7#500
Segunda dita 5$000
Terceira dita 3$500
N. B. Os bilhetes s do di-
reito a volta no mesmo dia
Assignado:
James Kirkham,
Superintendente dotrafego.
COmSHIADVU FRREA
N
Recife ao Sao Francisco.
De conformidade com as iostrucedes recebidas
da reapectiva directora, faz-se publico que des-
ta dita em diaote aSo coovidadoa oa acciooiataa
deita companhia a cumprirem com oa termos do
aviso que por ordem da meama abaixo ficam pu-
blicados.
Etcriptorio da companhia 20 de maio de 1852.
Por procurado de E. H. Bramab, theaoureiro.
AssignadoR. Austio.
COMPANHIA DA ESTRADA DE FERRO
D0
Recife ao Sao Francisco.
(limitada.)
Pelo presente faz-se publico que por urna re-
soluto da directora deala companhia tomada
nesta data tem-ae feito a ultima chamada de
urna libra esterlina por cada aceao a qaal dever
aer paga at o dia 30 de judbo prximo vindou-
ro, no Rio de Janeiro em caaa dos Srs. Hau Mac
Gregor & C, na Bahia aoa Srs. S. S. Daveoport
& C., e em Prnambuco no eacriptorio do lbe-
soureiro da mesma companhia.
Pelo presente fica lambem entendido que no
caso de 080 ser a dita chamada ou prestacao aa-
tiafeita al o dia marcado para seu pagamento o
accionista que incorrer neaaa falta pagar juros i
razio de 5 por cento so suuo sobre tal chamada
a contar dease dia at que seja realiaado o paga-
mento.
No caso de nao effectuar o pagamento deats
chamada dentro de 3 mezes contados do dis ci-
ma Ciado para o embolao da meama, ficario aa
aeces que incorrerem em tal falta sujeitsa a se-
rem confiscadas segundo as disposices dos esta-
tutos a este respeito.
Por ordem dos directores.
AaaignadoE. H. Bellamy, secretario.
199 Gresbam House, Od Broad Street.
E. C.

i
O Dr. Carolioo Fran-
cisco de Lima Santos,
mudou-ae da ra das #
Cruzas para a do Im-
perador, sobrsdo n. SB
17, em frente da igre-
ja de S. Francisco, on-
de continua no exercl-
cio de sua profisslo de
medico.
J

Jos Francisco de Souza Maga-
Ihaes taz sciente ao publia que deixou
de ser caixeiro do Sr. Joaquim Francis-
co de Mello Santos por assim Ihe convir.
Attenco.
No segundo sitio da eatrada dos Afflictos sp-
parecen ha 8 diaa um cavallo magro : quem fr
seu dono proenre-o quaoto antea do contrario
nao ae responsabiliaar o anaunciante por eile.
Preciaa-se de um bomem sfeilo so trrico
para um aitio de capim : no Passeio loja de fa-
zendas n. 7.
As caaas n. 7 e 9. sitas na roa da Cadeia do
bairro do Recife, e o. 8 na ra do Eocautameoto
do mesmo bairro perlenceotea a Jos Baptiata
Ribeiro de Faria, acbam-se penhoradaa pelo juizo
do commercio eacrivies Hanoel alaria e Paea de
Andrade por exteucio de Pranciaco Joao de Bar-
ros e Hanoel Francisco Marque: ninguem por
taoto pode a respeito daa meamaa fazer negocio
Igum o que se faz publico e consta do deposito
geral.
Recife. 21 de maio de 1862.
Irmandade do Divino Es-
pirito Santo.
De ordem da mesa regedora convido a todoa oa
-ossos irmioa a reuoirem-se em nosso consisto-
rio domingo 25 do corrente, es 9 horas ds ma-
nhaa, aQm de que em meaa geral, e de conformi-
dade com aa dispoaiedes dos srts. 102 a 10'/ do
compromiaao, eletrerem a meaa regedora para o
anno de 1862 a 1863. Outro aim acientiQco a to-
doa os noaaoa irmaoa que a copia da consulta a
que procedeu o conselho fiscal para oa diversos
cargos da meama meaa, acha-ae affixado na por-
ta da aachriatia da nosea igreja. Consistorio da
irmandade do Divino Espirito Santo 21 da maio
de 1862.
Aotonio Augusto doa Santos Porto,
Escrivio.
Manoel Joa de Carvalho, caixeiro neata
praca dos Srs. Henrique & Azevedo; participa ao
respeitavel publico, com especialidade ao com-
mercio, que por haverem muitos de igual nome,
d'ora em diaote aaaignar-se-ha
Manoel Roberto de Carvalho Gaimaries.
Precisa-se de um cozinheiro que seja de
bons coslumes: na raa Formosa, sobrado de um
andar n. 17.
Aloga-se o terceiro andar da casa da ra
do Pilar n. 143, a qual tem vista para o mar, e
muito fresca : a tratar na meama, taberna por
bario.
o Sr. Joio Correia Carneiro tem urna caria
na ra da Cadeia o 62, segundo andar.
Veode-se um faqueiro de prata, (obrada
cidade do Porto) muito bem acabado: na ra da
Cadeia n. 62, aegundo andar.
Urna peaoa habilitada no ensino de primei-
ras letras, latim e francez, se propde a exercer
essas disciplinas em algum eogeoho ponco dis-
tante desta praca: quem carectr dirija-se a esla
typographia, ou naa Cinco Pontas a, 110.
Ama
Precisa-se de nma malber forra ou escrava
para urna casa de pouca familia e que sirva para
todo o servico : na ra do Queimado n. 39 loja
defazendas.
Edoard P. Wilson.Jnior e sua familia vai
is provinciaa do aul.
Aluga-ae por 10 annos o mais, e porescrip-
lura, qaerendo oiaquilioo, urna loja na praca da'
Boa-Viata e principio da ra do Aragao, ptima
para am estabelecimento commercial : a tratar
com o Sr. Pedro Rodrigues de Souza na ra Au-
gusta o. 94.
Fugio no dia 22 do corrale a escrava Zefe-
rina, parda, aliara regular, cabellos cortados e
repartidos ao meio, rosto redondo com manchas
pretas, falta de denles na frente, cheia do corpo,
pea groiaeiroe, levando com algo urna porcSo de
roupa, parte nova e parte usada : roga-se a todoa
oa senhores cipilies de campo e Sos eocrrega-
dos da polica, que a encontrando facam cooda-
zi-la a raa Imperial n. 3 que serio recompen-
sados.
Precisa-se de um caixeiro para padaria que
tenha pralica da meama eque afiance a sui con-
ducta : na ra da Senzala Velha n. 94.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos,
que tenha algama pratica de taberna : na raa do
Amorim n. 17.
Consulado de Franca.
Km conformidade com o artigo 7 da convenci
consular concluida em 10 de dezembro de 1860,
entre o Brasil e a Franca, o cnsul da meama
naci faz publico que o subdito francez Julio
Imatz falleceu hontem 22 do corrente.
Jio Pranciaco da Silva retira-ae para o
Rio de Janeiro.
Precisa-se de am caixeiro portogaet, de
idade ds 12 a 14 annos para urna taberna na Pas-
sagem, ra do BemOea n. 7 : a tratar na mes-
ma, ou oa ra do Aragao n. 36.
Aluga-se o sobrado da traveasa do Pires,
em o qual moraram os Illms. Sra. desembarga-
dorea Figueira de Mello e Gitirana ; na ra da
Senzala Nova n. 30.
Precisa-se de urna ama para o servico in-
terno e externo de urna caaa de pouca familia,
paga-se bem e d-ae bom trata ment, preferiodo
se escrava: na ra das Cruzes n. 20, segundo
andar.
No dia 24 do correle, na sala das audien-
cias, e depois da audiencia do Sr. joiz municipal
da segunde vara civel, tem de ir praca por
venda porexecucio que Joa Rodriguea de Aran-
jo Porto move contra Joio Fernando Baptiata,
urna armacio para taberna na raa do Vigario por
6009, e maia alguns movis em mi eatado.
Precisa-se alugar um sitio perto
da cidade que tenba boa casa, bastan-
tes arvoredo$. jardim, baixa de capim
para sustentar dous cavallos annual-
mente e bom banbo : quem tiver algum
nestas condicqoes dirija-se a ra do
Queimado loja de ferragens n. lo, que
se dir' a pessoa que o quer.
Gustavo Relirjg subdito prassiaoo Tai para
o Rio de Janeiro.
D. Therez de Jess Coelbo de
Souza Leao, previne a quem possainte-
ressar, de que ninguem pode entrar em
transaccao de qualquer genero que seja
com seu genro o Sr. Manoel do Bego
Barros, relativamente aos seus escravos,
visto como ha alguns annos estao todo*
hypotWecados ao casal da mesma an-
aunciante o que consta da escriptura
publica calebrada em cotas do Sr. t*
belliao Salles. Becife 19 le maio de
1861. 1
MsiP-uSrS: ai zskv
Irmandade do Divino Espirito Santo,
erecto no convento de Santo Antonio
desta cidade.
Em virtud, do art. 55 do nosso compronfsso
convido s todos os nosso eb.riaimae Iriio, pi-
ra comparecer no conalatorlo de nosaa iVm.n-
dsde domingo 25 do corrente, aa 9 horas da ma-
nhaa, am de elener a nova meaa oae tem dn
reger de 1862 a 1863 Cooaiatorio da itaSdsS
do Divino Espirito Saoto 19 de malo de 1882
Hanoel ds C. Honorato.
Secretario.
Precisa-se de am meolno de 12 a 14 aanos
para caixeiro de taberna, prefere-se dos ltimos
ebegados de Portagal : para tratar, na esquina
da raa da Senzala Nova n. 39, taberna.
~ Alaga-se am sali com boas commodos e
sala nuitp grande, dando carta de flaaca : quem
o pretender, dirija-se a raa larga do Rosario n.
ai, que acbar com q>m tratar.
SOCIEDADE
AMliKDIPMSIIDI.
Em virtude do art. 35 sao convidadas todos os
irmaos para aeasSo ordinaria, qae ter logar no
domingo 25 do corrente, as 10 horas da manhaa.
Secretaria da sociedade Amor ao Prximo em
21 de maio de 1862.
Theodoro Orales do Patrocinio.
Prfmeiro secretario.
- Precisa-se de am feitor psrs am sitio perto
desta cidade, e qae seja portugus : quem pre-
tender, dlrija-ao a ra da Cruz n. 43.
Precisa-ae de um eaixeiro que tenha hab-
i 50el p"a tom" eonU d nma padaria, eque
de conhecimento de ana conducta : na raa do
Kaogtl n. 69, deposito.
Lines
de francez, inglez, grammatica portagaeza e ari-
thmetica aoa que se dedicam so commercio, dss
6 aa 9 horas ds noile ; toma-se tambem leo
em casa particalares daa meamas materias a
fallar na raa do Cabog n. 3, legundo andar.
-- Guiseppe Haestro e aea criado Gio Balta
Trabuco e Rartbolomeu Campodomico, aubditcs
italianos, retirara-ae para Europa, levando em
ana companhia o aeu criado.
Preciaa-se de nm csixeiro psrs urna pada-
ria dando-se preferencia a quim tenha pralica.
a dando fiador a sua conducta : a tratar na ru
dos Acouguiohos n. 20.
Sala para alugar so.
Aloga-se ums boa aala maito freses e com en-
trada indepeodente no primeiro andar do sobra-
do n. 27 da rus aslreila do Rosario : a tratar na
ra da Imperatriz n. 86, primeiro andar, oa na
ra da Aurora n. 46, primeiro andar.
Preciss-se de urna ama: no pateo do Terco
n. 12, aegundo andar.
Na padaria da roa da Soledade n. 13 pre-
cisa-ae de am homem para masseira, assim como
de am rapaz para caixeiro.
A abaixo asaigaada declara desde ja que
nio consentir na venda da casa sita ns Soleda-
de roa de Joio Fernandes Vieira, pertencenle a
abaixo assignada o ao aea marido Joa Americo
doa Santoa Forte, e como constasse qae este es-
lava em negocio com a dita casa, fas o preaeote
anouncio aob pena de oullidade na dita venda.
Recife 22 de maio de 1862.
Bernardina de Senns.
Nesta typographia precisase fal-
lar ao correspondente do Sr. Dr. Anto-
nio Borges Leal.
Attenco.
Hontem 23, s 11 horss do dia, desappareteu o
preto Hilario,crioulo.com 28 annos de idade pouco
mais ou meos, estatura regalar, poaca barba e
por fazer, bastante regrista : na fuga, alem de
urna caiga de panno que furtou, jnlga-se tambem
ter tirado algumas caigas brancas e camisas, sen-
do a roana do uso, tanto calca como camisa de
aigodao de liatra ; filho de Santo Aniso, a'on-
de veio ba pouco para aer vendido : quem o pe-
gar leve-oi a ra Direita n. 28. a Jos Joaquim
Lima Bairao, qae generosamente gratificar.
pilulas paulista-
nas.
Estas pilulas sendo com pe st a de pnros vege-
taes, coihidos nos campoa e matas dasta provin-
cia de S. Paulo, as vrtudea e efficacia deste ma-
ravilhoeo medicamento ae acham hoje esss co-
nhecidaa pelas numerosas caras que com ellas
ae tem oblido, tornaado-se nm remedio aempre
til e neceasario, especialmente naa molestia
venreas por meio da putriflcacao do aaogue:
naa moleatiaa benignas a pilulas n. 2 sero aem-
pre tomadas de noite so deitsr, e ss de o. 1 de
manhaa cedo; nsa molestias graves ao estas
plala o mais aeguro remedio, tanto para ho-
rneas como para mulheres ; v. g., as tabres po-
dres, ataques bemorrhoidaes, saspensdes repen-
tina daa regras, com ataques ou pomadas; con-
tra os tumerea j muito inflammados, os quass
desapparecerio com as repetidas evacuscoea, e
contra os desastre de machucaduras ou qaedas,
etc., tudo ficar curado por meio da puriflescc-
do aaogue. Autor, Cirios Pedro Etchecoio.
. DEPOSITO
em Prnambuco, na pharmacia do Sr. Jos Ale-
xandre Ribeiro, raa do Queimado n. 15.
Elogio.
Dores de c&bec&.
Depoia de ter padecido por eapaco de maia de
oito aonoa do terrivel ftsgello dor de cabeca,
nanea podendo obter melboras. nao obstante o
maitos remedios qae appliqaei, lmente com a
aimplea aoplicaco das chtpas medicinar* ao Sr.
Ricardo Kiik com eacriptorio na raa do Parto n.
119, fiquoi perfeitamenta bom no diminuto espa-
go de 10 dias.
Pelo qae aa ditaa chapas medicinaea aio dig-
nas de iodos os elogios e coofianga.
Ra do Catete n. 58, Rio de Janeiro.
Urna ama com bom leite e aem filho, a tra-
tar no aobrado do norte da fabrica do gaz. e &
beira do rio. *
Oa senhores que teem penhores na mi do
Sr. Santos tenham a bondade de os vir tirar at
o prazo de 8 dias, seoSo sero vendidos.
-- James Oliver vai ao Rio de Janeiro.
Compras.
Compram-se moadsa de ouro: ns raa Nova
n. 22, relojoeiro.
a Comprs-se um relogio de patente jo-*m
i glez em segunda mi e d-ae prefe- ^
w rencia sendo descoberto : ns ras de
ft Queimado n. 28.
.Compram-se secoes de companhia de Be-
beribe: na ra do Crespo n. 25 A, ae dir qtem
compra.
Vendas.
O' que pechincha.
Chegoem fregueses antes qae se acbeos, o
verdadeires queijoa do Serid, como ha asalte
lempo nlo tem vindo ao mercada, pelo diminuto
preco de 560 rs. a libra, a 500 re. ioteiros, a sa~
perior doce a 800 rs o caixio : no estabeleci-
mento da ras aslreila do Rosario, esquina da roa
das Lvraogeiras o. 18.
No arauxam da B. A. fltfrU & C, raa da
Cruz n. 48, vende-sa eicellento farello esa saceas
grande* a 31800.
Veadoea-se acedes da coaspaabia Parnam-
bacaaa: oa praca do Cora* Santo a. 11.
4
f.
___:______
..__________




ssaa
*vm*
un
m

DUWO M PKM1MTOCO- SAMADO 24 DE MAJO W 1161

(I
.-.-
I*
AUeBXoao vigilante
Na ra do Crespo n. 7, loja que
foi do fallecido Joo Ceg,
est torrando por todo o
preco.
Coraei.
Os verdadeiros flos de corss redondos mim
como raz, pois o mii superior que tem vindo
o aereado: i no vigilante ro do Crespo o. 7.
Miqanga ou conlinlias.
Miganga oa contiohas de muito lindas corea a
240 rs. o macinho: no rigiliotu roa do Cres-
po n. 7.
Continhas do Uto.
Contiohss doaradinhes miuda e grossa proprio
para palcelras das quaes se esli otando muito
por ser ultimo gosto, a 240 rs. o macinho, sssim
cono aljfar biaoco e de cor a 900 rs.: s no
vigilante ra do Crespo n; 7.
Lencos brancos para algibeira.
Ainda se veodem lencos brancos Unos para al-
gibeira pelo baratissimo preco na loja da boa f, na roa do Quiiimado n. 2t.
Meias para seniora.
Vendem-ae meias finas para aenhora pelo ba-
ratissimo prego de 3*600 a ciuzia: na raa do
Qaeimado n. 22, na bem coohacida loja da
boa f.
Peana d'aoo.
J,A^fe^<1,deir, P9n tnl8I caligraphicas a
1*400 rs. a caUinha: s no vigilante ra do Crea-
do n. 7.
Banhas ou oleo e cheiro.
A superior bsnha transparente a 900 rs. o
frasco.
Dita em latas de folba de meia libra a 500 rs.
Dita em lalinhaa de quarta s 510 rs.
O verdadsiro oleo da aociecade bygienica a
900 rs. o fraaco.
Dito macassar e muito fino em frasco peque-
o a 1|600 a duzia.
A verdadeira agaa de colonia frasco grande a
900 n.
Ditos peqaeos mesmo em ga -rallonas a 400 rs.
Ditos com superior agua de flor de Urania fras-
co grande a 400 rs.
Dito com excellente agua celoste frasco gran-
de a 1$.
Dito rasquinhos pequeos ce m vinagre rugi a
400 rs. : so no vigilante rna do Crespo n. 7.
Para conservar dsotes.
Os verdadeiros pos da locied de bygienica pa-
ra denles em frasquinbos de viitro o mais supe-
rior que tem appaiecido pelo baratissimo prego
de 1} o frasqsinho, assim Cono em caizinhas
qaadradinhat a 200 rs.: s no vigilante ra do
Crespo n. 7.
Gollinhas e pulo jiras.
Lindas gollinhas e pulceiraa de micaoga pelo
baratiasimo prego de pulceiras gollinhas 3g
palceiraa s 25 e gollinhas 1 e lfjOO : s no vi-
gilante roa do Crespo n. 7.
Sestinhas
Sestinbas muito lindas com seus pertences pa-
ra menino 3$ e 4, assim como iodispensaveis
de cootinhaa ou micaoga proprios para menina
trazer no brago com lencioho pelo baratissimo
prego da 1} : s no vigilante rna do Crespo nu-
mero 7,
Tutearos.
Tinteiros proprios para menino de escola ou
meimo para quem os qaizer comprar por bara-
tissimo prego a 500 rs.: s no vigilante ra do
Crespo n. 7.
***** km nimiKMa
s JBi Acaba de
I
l
s
I
I
Saptos de bor-
!
I
I
1
chegar
ao noy armazem
DB
BASTOS A MGO
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
SUm grande o variado aortimanto da
roupas feitas, calgadoa fazendaa e todos
, astes savendem porpragoa muito modi-
Dcados como da seu costum 9,assim como
aojam sobrtcasacos da aupeiiorea pannoa
eaaacoa feitoa peloa ultimca figurinoa a
26,28, 30S e a 359, paletotn dos mesmos
pannos preto a 16f, 18J. I9V s a 24,
ditoa da casemira da cor msela do o da
novos padrea a 14. 16, 18. 20 a 24,
ditos saccoa das mesmas casomiraa da co-
rea a 9, 10, 12 a a 14, ditoa pretos pe-
lo diminuto prego de 8, 10., e 12J, ditos
de aarja do aeda a aobracasa<:ados a 13,
ditoa da merino da cordao a 15*, ditos
de merino chines de apurado gosto a 15,
ditoa da alpaca preta a 7, 8 1, 9 a 109,
ditoa aaccoa pratos a 4, ditos da palba da
seda fazenda muito superior a 450O, di-
toa da brim pardo o da fusta o a 3 5500, 4
a 4*500, ditoa de fustao branco a 4,
grande quantidade de calcas d a casemira
preta a da corea a 7, 8, 9 a a 10, ditaa
Sardas a 3 a a 4, ditaa da brim do cores
nao a *f 500, 3, 3500 a a 4J ditaa de
brim brancos finas a 4500, 5f, 5500 a
6, ditas da brim lona a 5 a 1 6jl, colletes
de gorgurao preto e do coras a 5$ a a 6"
ditoado casemira da cor o pratos a 4J5I
a a 5, ditoa de fustao branco e da brim
a 8 s a 3*500, ditos do brim lona a 41,
ditoa da merino para luto a 4 o a 45500,
caigas de marin pan 1 ato a 4 J500 e a 5$,
capas da borracha a 9. Para meninos
de todos os tamanhos: caiga de caaemira
?rea a da cor a 5|, 6 a a 7!>, ditaa ditas
da brim a 2f, 3 e a 3500, paletots sac-
eos do caaemira prata a 6$ a 7, ditos
da *or a 6 o a 7J, ditoa de alpaca a|3.
sobreeaaatoa da panno preto a 12 a a
14, ditoada alpaca prata 11 5, bonets
para menino da todaa as qualidadas, ca-
misas para meninos da todos os tamanhos.
meios ricos vestidos do cainbraia feitoa
tara meninas da 5 a 8 annoa com cinco
abados lisos a 8 o a 12f, ditoa de gorgu-
rao da cor a de lia a 5 e a 5, ditos da
brim a3, ditos do cambra.arlsamente
bordados para baptlsados.e omitas outras
fazendaa e roupaa feitas qac doixam de
ser mencionadas pela sua grande qsantl-
dada; aaaimcomoreeeba-satodsaaial-
qser encommenda do roupaa para aa
mandar manufacturar a que jara aate flm
tamos m completo aortimanto de fazen-
das dogoatoasmagrandaofflcinadaal-
faiate dirigida por m hbil mestra que
pola ana promptidi a perfekionadadei-
xa a desojar.
Veode-sa orna eserava de idnde 23 annos,
a qusl cose, faz labyrintho per fritamente, com
principio de eogommado e coziolia : quem pre-
tander, dirija-se a ra do Rosario da Boa-Vista
n. 50, qae achara com quem tratar, das 6 s 9 da
manhia, e das 2 s 4 da tarde.
Vende-se doce do caj sarco : no Campo
15. V5l,ii,^u d0 Palacio do Bispo, junto a
v A w,Bdlj.
-r.Tl.e",e ?ma Porio de eaizilbos de louro
.i I Vi i' M,lm COBO kVMe quantidade de
tabois de loara proveniente da orna srmagio an-
S.-2,*,!e,B,Meh,B.4OTte.is) aos reten-
todo prego : a tratar na ra Nova o. 18.
racha-
A 1. 1S500 e 2$ o par, agulhas Victoria a 190
rs. o pspal, lamparines sconomicas a 100 rs. a
cala, carteiraa para eacrever a 14g e 16, calas
EJi" eo*,"rat8Sl.|rixa francesa ecooo-
? V- 40 .Plef americanae para mesa a
o 0 7 a duzia, meiaapara senhora, homem, me-
ninas etc. por todo o prego, braceletes de cabello
com padra roza a amarella a 5 cada um : a
ha na rus do Qaeimado loja Esperanga n.3 A,
Guimaries & Rocha.
sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 loja da miadezas
de Jos de Azevedo Uaia o Silva, esti vendando
todaa as miudezas bsratiuimaa, a saber :
Papis de agulhas a balao muito supe-
riores a 80
Cams com muito finas obreias a 40
Candes com clcheles, tem lgum de-
faito a 10
Frascos de macass perol a muito fino a 24)0
Caixinbaa com papel pequeo de diver-"
aoa gostos a 720
Pacotea dito dito dito smizade a 720
Novelloa de linha de Cruz a melbor
qae ha a 40
Causa: com agulhas curtss de superior
qualidade 200
Entremetas, a peca com 3 varas 1 [2 a IfOOO
Sabopetes muilo finos a 120
Papeia de agulhaa francezaa com toque a 10
Pares de boies para punhos de muitos
modelos a 240
Pares de meias crass pars meoinos a 100
Ditos de ditas cruss psra pequeo a 16o
Ditos de ditaa para meninaa a 200
Frascos com agua de Lavande ambreada a 800
Ditoa com cheiros muito finos a 240 e 500
Ditos com banha moita fina a 240 e 320
Ditos com superior banha de ursoa 600
Ditoa com oleo babosa muito fino a 240 e 320
Ditos com oleo do Rio muito superior a 500
Ditos com superior philocome a 900
Ditos com banha philocome finissima a 1000
Ditos com banha transparente a 800
Ditos com superior agua de colonia a 500
Ditos com macass (oleo) a 100
Ditoa com superior opiata a 500 e 800
Cartoes de linha Pedro V, com 200 jardas a 60
Ditos de dito dito, branca de cores a 20
Carrileis de lioba com 100 jardas a 30
Masaos de linha frouza para bordar a 24Q
Pentes de marfim de superior qualidade a I90O
Rival
sem segando.
Na ra do Queimado n. 55, defronte do sobrado
novo, loja de miudezas de Jos de Azevedo Maia
e Silva, eat queimando tudaa as suas miudezaa
pelos pregos que abaixo se declara, pois a qaadra
boa para apreciar:
Duzia do melascruas maito encorpadas a 24O0
Dita de ditas brancas muito boas a 1S600
Dita de ditas cruas muilo finas a 450OO
Dita de ditas brancas para senhora, mul-
to flnaa a 38000
Carriteis de retroz de todaa aa cores a 280
Crozas depennas da agode todas aa qaali-
dadea a 500
Dita de ditas calllgraphicas ])600
Noveloa da linha muito grandes a 60 o 120
Caixas de agulhas perfeitaa a 160
Baralhos portuguezes a 120 e 160
Groza da botes de osso pequeos para
caiga a 1J0
Tesouraa para unbas muilo superior qua-
lidade a 400
Ditas para costura maito finas a 400
Ditas pequeas porm unas a 200
Baralbos francezea muiio Anos a 140
Agulheiros com agulhaa superiores 80
Caivetes de apara.- pennaa de 1 folha a 0
Parea de sapalos de tranga de laa a 11280
Cartaa de alfinetea francezea a 100
Pares de luvss brancas de algodao a 100
Escovas para limpar denles muito fi-
nas a 200 e 3J0
Massos de grampos de todas as quali-
dadea a 40
Dedaea com fundo de ac a 100
Caizaa com colzetes francezes a 40
Tinteiros de vidro com tinta a 160
Ditos da barro com tinta auperior a 120
Areia preta muito fina a libra a 120
Labyrintho por lodo prego.
Vara de fraojaa largas brancas a 200
Pies de nova iovengo para meninos a 200
Linha branca do gaz pelo prego j sabido que
10, 20 e tres por dous, e outras muitaa miudezaa
que vista fsr f pelas suas boas qualidadea e
pregos ento nao falemoa.
Queijos
os mais frescos que tem vindo ao nosso
mercado chegados no ultimo vapor a
20400 e no passado a 10800.
Amendoas
conieitadas a* mais bonitas que ha no
mercado a 800 e 10 a libra : vende se
nos armazens Progressista e Progressi-
vo no largo do Carmo n. 9 e ra das
Cruzesn. 36.
Rival
sem igual.
Miudezas e rap.
Ra larga do Rosario numero 36.
Laa da cores sorlidas, libra a 6S400.
Sintoa dourados a 1600.
Ditos ditos com pontea a 3*500.
Agulhas franetzaa curtas e compridas a 60 rs.
Ditaa cantoras a 120.
Pentes de mua para alar cabello a 500 rs.
Ditos da dita idem (dourados) a 1200.
Carreteis de ratroz de corea a 320.
Escovaa para cabello muito boaa a 800 e 1
Cartaa de alflneies a 80, 100.120 e 140 rs.
Escovas para unhas maito boas a 320 e 500 rs
Franjas pretaa com vidrilho a 320 o 400 rs.
Trangaa pretas com dito a 240.
Bicos pretos muito bons a 180, 240, 320 e 400
ris.
Carreteis de linha a 30, 60 e 80 rs.
Eofeiteade relroz com franja a 5300.
Meiaa para aenhor (duzia) a 25500..-
Ditas cruas para homem a 2400 e 3.
Tesouras ordinarias a 30 rs.
Franjas de laa eatreitas (pega) a 900 rs.
Jabonetes de bola finos a 640.
Frascos de diversos cheiros a 320.
Linha de Pedro Va 30 rs.
buS^bI?* ""?qD 20. 30 e 40 rs.
nape Paulo Cordeiro (verdadeiro) a ISOOO.
Dito gasse grosso e roeio srosso a l6O0
Dito dilo fino a 1|280, -*.
E ootraa muitaa mais miadezas que com a pre
aeoga dos bons fregueses se venderao baratas
Papis com estallo
para sorles, francezea : na roa da Cadeia do Re-
cito n, 15, a 500 rs. o cesto.
A boa fama
Hpft^tfS: Rasis
'---------- ------- -'------ W '^a*' assasar ym
Verdadeiros de espuma o auperfores, charutos
do Rio de Janeiro, Babia e Havaoa ; na ras 4a
Gadeia do Recifo n. 15.
Vende-se cera em grume : na ra
da Cruz n. 60.
Attenco.
Vende-se ama grande machina elctrica e dous
eapelhos ardeatea 00 parablicos, coa qae Ar-
cbimedes iocendiou ama esqaadra em frente de
Siracuaa, lando dous palmoa a dimetro cada
um, e o disco da machina elctrica com tres pal-
moa de dimetro, lato todo par 50, em conae-
queoda de asa dono retirar-se para Europa : a
paaaoa a qeeaa coovier, pode dirigir-a* a roa do
Cabug, botica n. 11, daa 10 so malo dia.
Veodem-ae dous porcos inglezas proprioa
paracriacao, que devem agradar muilo a lgum
aenhor de eogenbo, o mesmo para lgum ailio:
na estrada de Joao de Barros, sitio defronte da
Cscala, para se tratar do ajuste.
Vendem-se borzeguins franceses de bezer-
ro a7J : na roa do Livrameoto o. 19.
Para os recem-nascidos.
O deposito de Fructuoso, em freole o becco do
Rosario, vem por este avisar qae ae acha sortido
de novos bergos volantes e vosdores de vime pa-
ra criangas prenderen) a andar, assim como ces-
tas para compras do mercado, condegas eagafa-
tes de todas aa graduagoea, balsios de vime e
gesta, e de palba ao gosto e economa de todas as
bolgas, esleirs lisboeoses psra forro de sofs e
de alcovaa de dormir, esleirs de palha dobrada
de carnauba com 4 palmoa de largo e 7 a 8 de
comprido, viodaa por eacommeoda do nosso As-
s, tudo se relalha" a pregos mdicos e com um
abate de 10 por ceoto, sendo quantidade, e um
soriimento de todo.
Ra da Cruz b. 42.
Em casa de James Crablree
A Gompauhia.
Tem psra vender a verdadeira graza u. 97 em
barricas com 15 duziss de potes.
Camas de ferro.
Brim trangado de linho branco e de cores de
superiores qualidadea.
Meiaa de lis compridas, as melbores que
tem vindo ao mercado : na loja da ra do Quei-
mado n. 46, de Goes & Bastos.
Attenco.
Joio Jos de Figaeiredo lem a honra de parti-
cipar a aeus numerosos fregueses que em seu es-
tabelecimentode fazendas finas, na raa do Cres-
po n. 9, se eocontra ao completo aortimenlo de
fazendas do ultimo gosto e mais baratas que em
outra qualquer parte por se querer liquidar, co-
mo sejam :
Capaa de grosdenaple de 30, 40 e 45S, muito
rlcaa.
Chapeos de palha de Italia para senhora a 18
e 38000.
Ditos de seda para aenhora a 12 e 26f.
Ricos eofeites de flores para Ibeatro ou bailes
a!5000.
Ricoa cortea de seds de muito bons gostos a 80
e 120000.
Chales de cssemira muito ricoa a 155000.
Manteletes braocoa de aeda de rede para se-
nhora a 28.
Vestidos pretos bordadoa a velludo.
Ditos de corea da diversos gostoa e pregos, e
muitos ostros arligoa para aenhoraa a bomens,
muito modernos, e maia barato que em parte al-
guma.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P.
Johnston & C, ra da-Senzalla Nova
u. 42.
Luvas de pelica e camurca.
Vende-se luvaa de pelica de Joovio a 2000 o
par. ditaa de camurga proprias para montara a
29OOO, ditas de escocia a 800 rs. o par na rna
do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
n. 85. '
Novo soriimento de fa-
zendas baratissimas,
NA
Loja do Pavorua da Impera-
triz numero 60.
DE
C\M.V & SIL.V\.
Vendem-se aa seguales fazendas por pregos
baratissimo afim de apurar dinheiro : capas
suissas a imitagao de sedaa de quadrinhoa sen-
do de todas as corea e corea maito flzaa a 200
rs. o covado, brilbantinas de quadrinhoa muilo
encorpadas para vestidos de senhora e roupas
para meninos sendo muito maia larga que chita
a 200 ra. o covado, gorgurao de linho fazenda
muito nova para .vestidos a 280 rs. o covado,
musselioa branca com 4 1)2 palmoa de largura a
200 ra. o covado, grande e variado aortimento
de caasas para vestidos sendo oa padroes moder-
nissimos e as corea fizas a 280, 300 e 320 rs. o
covado, chitas fraocezas de cores fixss escuras e
alegrea a 240, 260, 280, 300 e 30 rs. o covado,
chitas inglezas a 140,160 a 200 rs. o covado,
corles de cassa tendo 7 1 [2 varaa cada um a
24400 rs., cortes de organdys com barras tendo
12 varas cada corte a 5, cortea de baregea com
22 covados a 5, ditoa com as saiss felfas a 5,
lazinhasde corea a 280 ra. o covado, de todaa
estas fazendaa do-ae aa amostras deizando o
penhor na loja e armazem do Pavo, de Gama i
Silva, oa raa da Imperatriz n. 60.
MadapolodoPavao. '
Vendem-ae fioiasimas pegaademadapoliocom
24 jardas a 450O. 4800, 5, 5g500 e 6, ditas
francezas enfeatadaa com 14 jardas a 3: na ra
da Imperalriz n. 60, loja do Pavio de Gama &
Silva.
Lasa320 rs.
Vendem-ae modernissimas lazinhas com pal-
mas a 320 rs. o covado : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
O Pavo vende a $.
Pecaa de cambraiaa de corinhos brancoa a de
todas as cores tendo 8 1 \i varas a 4$ : na raa da
imperatriz n. 60, loja do Pavio.
O Pavo vende
corles de cambraia muito Boa com dous babados
e duaa saiaa aendo delicadamente bordados a
4, ditos sendo todos adamascados a 4, cortes
de phantaaia fazenda finissima a 6$, ditoa a 4500
o 5 : na ra da Imperatriz n. 60, loja e arma-
zem do Pavo de Gama & Silva.
Panno preto.
Vende-se paono preto muito encorpado a
1S600, 1 j?800 e 2, e dilo cor de caf: na raa da
Imperatriz o. 60, loja do Pavio.
Chales do Pavo.
Vendem-ae cha lea de merino estampados mui-
lo grandea a 3, ditos de caasa adamascada a 800
rs.: na ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem
do Pavio de Gama & Silva.
Oh que pechincha.
Chegaem freguezes antes que se acabem os
verdadeiros queijos do Serid como ha muilo
lempo nao tem vindo ao mercado pelo diminato
prego de 560 rs. a libra e 500 lnteiros, e aupe-
rior doce a 800 rs. o caixao : no estabelecimeo-
to da raa estreita do Rosario esquina da raa das
Larangeiraa o. 18.

meias moendas.
ierro batido e
Moendas p
Taixas de
coado.
Machinas de vapor.
Rodaa d'agua.
Rodas, dentadas etc. etc.
Roa do Brum n. 38, fundico
de D. W. Bouman.
Paletots e calcas.
Vendem-se paletots de panao preto fino r 6,
calesa de caaemira prata a 4500. paleta da faney
fi nf t -a dilo a 3500 : oa ra da
imperatriz n. 60, leja do Pavio.
As seroulas do Pavo.
Vendem-se sroslas de linho fraocezaa a 2 o
Kr1",< duzia: na raa da Imperatriz n.
O loja de Gama & Silva.
CHALES.
Grande pechincha na loja do
Pavo.
Vendem-se os mais ricos chelea com ponta re-
donda e borllas teodo as barras a imitagao de
peluda e assetinsdsa imitando aa espiabas mais
modernas pelo bsratiaaimo prego de 4500, ditos
de 4 pontas a 4S50O, ditos a Garibaldina sendo
maito grandea a 5: na ras da Imperatriz n.
00, loja do Pavio de Gama & Silva.
Saias bordadas a 2$500.
**j?d"n*,e "'" "ordadaa maito bonilaa a
2500 cada urna : na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavio, de Gama & Silva.
Bales do Pavo.
Vendem-ae baldee de bramante francez com
arcos, sendo as melbores armagdes, pelo diminu-
to prego de 3 a 3J500: na ra da Imperatriz n.
60, loja do Patio, de Gama & Silva.
Saias com arcos de linho.
Vendem-se ss acreditadas salas com arcos de
linho que fazem aa vezea de balo a 31200 e a 4J
cada um, eataa saiaa s ha oa loja do Pavo, ra
da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Gama &
Para meninos a 4^500
Vendem-ae veitidiohos de seda para meninas,
maito bem enfeitadoa, pelo diminuto prego de
48500 cada um : na ra da Imperatriz n.' 60, loja
do Pavio, de (jama & Silva.
Olhem para o Pavo e leiam.
Camizinhaa com golliobaa e manguitos de cam-
braia bordados, fazenda muito moderniasima a
59000.
Ditas de fusilo com salpicos de edr a 3*000.
Gollinhas bordadas com botioziohos a 15000.
Ditas ditaa de goaloa a 640 e 800 ra.
Ditas com manguitos de cambraia bordados a
1$600.
Manguitos de cambraia fina bordados a 1 jOOO.
Gollinhas bordadaa a 240 rs.
Romeiras de cambraia enfeitadaa psra luto a
3J0OO.
Camizinhaa para senhoraa bem eofeitadas a 3J.
Lencinhoa de linho com labyrintho para mo
12)500.
Ditos a imitagio do labyrintho a 1 e a 1280.
Luvss de torgal enfeitadaa de vidrilho a 500 e
e 640 rs.
Eofeites pretos com vidrilhos a 8S000.
Ricos eufeites a turca e Garibaldi a 58500.
Ditos muito bonitos a 250O e a 3500.
De tudo dao-se aa amoslraa ficando penhor: na
loja do Pavio, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Papel de todas as qualidades.
Vende-aea 4*100 de quadriohos, ditos pauta-
dos a 3600, dilo almago pautado a 4/ e 4*200,
dito greve a 4S600. em caiiiahas de diversas co-
res a640 el, dito branco pautado a 800 rs,, an-
velopes de cor a 640, dilo branco a 900 rs. : na
loja do beija-flor, ruado Queimado o. 63.
Ricos cintos dourados:
Vende-se a 2 e 2*500, ditos de fita a 1*600,
filas para debraohoa de rollete a 280 a pega, tiraa
bordadas a 1 o 1*200 ; na loja do beija-flor, ra
do Queimado n. 63.
' Vendem-ae tesouras finas para coatura a
1, dita para anba a 640 e 800 rs., ditaa flnaa a
900 rs. a dazia, pontea de travesea para menina a
64 : r^ loja do beiia-flor, ra do Queimado na-
Sintos para senhora.
-ae os rlquissimos aintos com borla ca-
0, mallo chique, aendo o ultimo gosto
os parece-me que nao haveri aeoho-
eixe de comprar : isto s no gallo vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
En (cites de cabeca.
Vendem-ae oa riqaissimos enfeiies, tinto com
franja como sem ella, por baratissimo prego de
2*500, 3 e 5: s no vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Linha de peso.
Vendem-se aa verdadeiraa linhas de peso, o
mais fino que se pode encontrar a 2J500 o mas-
sinho de 30 miadinbas, aasim como do outraa
qualidades : s no vigilante, ra do Crespo nu-
mero 7.
Vendem-se manlinhaa de coral a 2$, 2*400,
e flos de coral a 720, maaaiohoa de contaa miu-
dinhaa de diversas cores a 140, caizinbaa de alfi-
netea a 200 ra. e 240: na loja do beija-flor, raa
do Queimado n. 63.
Vendem-ae luvaa de pellica de Jouvin bran-
cas para aenhora e homem, chegadaa 00 ultimo
vapor: na loja do beija-flor, ra do Qaeimado
numero 63.
Vende-ae caacarrilha de aeda de todaa as
cores a 2f e 21400 a pega, linha de Pedro V a 20
ra. o cartio, grvalas de aeda ealreitinhaa a lf :
na loja do beija-flor, ra do Queimado o. 63.
Veodem-se ricos eofeites a 5 e 5*500, di-
toa de vidrilbo a 1*600, aderegoa pretos a 2*500,
roselaa pretas a 160rs. o par, gollinhas pretas a
800 rs. e 11: loja do beija-flor, raa do Queima-
do n. 63.
Vendem-ae carteiraa proprias para guardar
dinheiro de ouro e prata a 1 e 1*200, esporas
finas de ago a lg, bandeijaa de lindos desenbos a
1*500, ainturao de borracha a 200 ra. e 240, ben-
galas de caona a 2 e 2*500, chicotes finos a 2
e 2*500, de estalo, ditoa sem ser de estalo a
640, toucaa de lia para meoinos a 1, sapaiioboa
de lia a 800 ra., ditoa de merino a lf,00 : na
loja do beija-flor, ra* do Queimado n. 63.
Veodem-se peales de tartaruga virados a 8
e a 9, carretel de linha de 200 jardas a 940 a
duzia, clcheles de diveraaa qualidadea a 40, 60
o 80 rs., ditoa bordadoa a 100 rs., massos de
grampasa 40 e 80 rs., ditos em caixinhas a 120
rs. : na loja do beija-flor, ra do Queimado nu-
mero 63.
Vendem-se toucadoresdejcarand a 2p00,
ditoa brancos a 2, caizinhas com espelhos para
navalhaa a 2 e 2J400, colberea de metal princi-
pe para aopa a 4*600, ditas para cha a 2*400, con-
cha para assacar a 640, oculos finos a 400 rs.
na loja do beija-flor, ra do Queimado n. 63.
Vendem-ae caivetes finos a 800 rs., caba-
zes para meninaa de eacola a 3, 4 e 5, carteiraa
com agulhas francezaa a 240,. canas de pennas
de ago a 500 ra., meiaa para senhora cruas a 240
o par ; na loja do beija-flor da ra do Qaeimado
numero 63.
Attenco! atencao!
Aos pais de familia, bom e ba-
rato.
Na loja a. 20 da ra da Imperatris achs-se a
venda um completo a variado aortimento de boaa
fazendaa, e qae 4 vista de anas qualidades sao bs-
ratissimsmote vendidas, e psra maia veracidsde
do que Oca dito, abaizo vio menciooadaa algamas
daa ditaa fazendas, a saber :
Chitas largaa cor fiza a 240 rs.
Madapoio fino com 24jardea a 5.
Cambraiaa da cores a 280.320 a 400 rs. o co-
vado.
Vallado preto a de cores a 2.
Lindeza de cores a 160 rs. o covado.
Lengos peqaeos a 80,120 e 160 rs,
Chapeos da castor fino a 8.
Chitas pretas multo lsrgas e finas a 240 rs.
Algodao trancado preto muilo bom para veali-
dos da oseravoa a 900 rs.
Cambraia lisa com 10 jardas a 2.
Cassa de salpicos com 10 ditas s 8.
rala bordada para cortinados com 8 va-
ras a 2/.
~~ Vende-se urna balancs grande da daaa con*
chas com am tarno do pasos:'na raa da Alegra
numero o.
a Vende-se a taberna do pate do Tergo nu-
'ataro Si. *T
V.n
hdsao 1
de Paria
raa que
Caixinhas e cabazes para
as meninas trazerem
no braco.
Muito lindas caizinhas a cabazes para meninas
de 100 ris at 2*500: na loja da Victoria, na rea
do Queimado n. 75.
Enfeites para senhora.
Os melhoraa enfeites pretos e de cores que ap-
parece a 5*500, 6 e 6J5O0 : na loja da Victoria,
na ra do Queimado o. 75.
Franjas pretas com vi-
drilho e sem elle.
Ricoa aortimenloa de fraojaa pretaa e de cores
eom vidrilho e sea elle : na loja da Victoria, na
ra do Queimsdo n. 75.
inhasde peso verda-
deras..
Linhas finas de peso verdadeiras, meadas
Srandea a 240 ris : na loja da Victoria, na ra
o Queimado n. 75.
Phosphoros de seguranza
Phoaphoroa de aeguranga, por que livra de in-
cendio, a 160 ris a caiza : na loja da Victoria,
na ra do Queimado n. 75.
Baleias para vestidos.
Balelaa muito grandea e boaa a 160 ris urna :
na loja da Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Linha de croxel para la-
byrintho.
As melhores linhas de crozel para labyrintho,
no vellos monstros a 320 ris um : na loia da Vic-
toria, na ra do Qaeimado o. 75.
Ricos espelhos de
moldura dourada para
salas.
Chegou para a loja da Victoria urna pequea
porcao de ricos espelhos de varios tamanhos par
ornamentos de salas, alangando-se serem os
melhores em vidros que tem vindo : na loja da
Victoria, na ra do Queimado n. 75.
Laa para bordar,
Laa maito boa de todas as cores para bordar, a
7 a libra : na loja da Victoria, na roa do Quei-
mado o. 75.
Sintos dourados para se-
nhoras.
Lindos sintos dourados psra senhoras a 2*200,
ditoa de ponta cabida a 4, ditoa de fita a 1*600:
na loja da Victoria, na ra do Qaeimado o. 75.
Linhas do gaz.
Caizinhas com 50 novellos de linhas muito fi-
nas do gaz a 900 ris a caiza, ditaa com 30 no-
vellos a 700 ris. ditas com 10 novellos grandes
a 700 ris, brancaa e pretas: na loja da Victoria,
na ra do Qaeimado n. 75.
Gandieiros de gaz
Chegou para a loja da Victoria os melhores
caodieiros de gaz que lem vindo ao mercado, por
pregos commodoa : na loja da Victoria, na raa
do Qaeimado n. 75.
Ricas fitas para chapeos,
cinteiros, etc, etc.
A loja d'eguia branca acaba de receber um ex-
traordinario sortimenlo de ricaa fitas, lio boas
em qualidade quao bonilaa nos desenhos, tendo
entre ellas o mala largo que possivel; assim
como algumaa pegas brancaa com o centro liso
proprio para inscrtpges, e muitas oulras de dif-
erentes cores como de caf, roza, eacura, etc.,
etc., e como de sea louvavel costume : a loja
d'aguia branca, na raa do Queimado n. 16, ven-
de por prego commodo essas boaa e bonilaa filas.
Gravatas de setim com
ponta larga a i$
Vendem-se gravataa pretas de bom setim e
com pontas largaa a 1 cada urna, to baratas
assim a sa acha na raa do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
wmmmmm mmmmwH
Grande
|liquidaco por todo
I o pre^o, na bem co-
| nhecida loja do Ser-
tanejo.
Ra do Oueimado d. 45.j
Apparecam com di-
nheiro que nao deixaro
de comprar.
Chitas escoras finas a 160, 180 e 200
rs., cortes da vestido pratos bordadoa a
velludo de cusi de 150 e se vendem
por 30, 40, 50 e 70. sabidas de baile
de velludo e setim a 12 e 13, camisas
para senhora a 2000 e 3J500, gollixhaa
^caJSoraia Drdadas s 500, 600, 700,
800, 900 a 1, ditaa de fil bordadas a 120
rs., casaveques defustio a 5, 6,7J,8,
meias de seda brancaa e pretas para ae-
nhora a 15200 o par, tiraa de babados a
500 e 70Ors., la as de qaadro enfeatadaa a
300 e 360 ra. o covado, cambraia preta a
400 e 440 rs. a vara, organdys de corea a
600 ra. a vara, fil branco adamascado
para cortinadoa e vestidos a 400 e 500
rs. a vara, cortea da collete de cssemira
bordadoa pretos a 2 e 3J0O0. ditos de
velludo de tr e pretos a 3f, 4, 5 e 6,
paletots de brim branco francezes a
3500 a 4500. ditos de cssemira de co-
rea o pretoa a 14 e 16. (titos de alpaca
preta e de cores a 3, 3J500, 4 a 4500,
camisas do peito de linho a 2500, cortea
de collete de gorgurao a 1500, 1700.
2200, 3S e 3g5O0. colletes (ellos de brim
brsnco a 2500, ditos feitos de gorgurao
a 2*500 e 3*500, ditos feitos de casemira
5-8|3.4* .4*500' di,0 "1o a
5, 6e 7, ditos de fustao de cores a
1|500, um variado soriimento de meias
para homem e senhora, groaldas com
flores, chales de troco, eapartilhos, e to-
da a qualidade de roupas feitas para ho-
mem que ludo se vende por metade do
sea valor.
te mmmm mmmmmn
Attenco.
3.800 rs.
da alfaodega, no armazem do Aones.
~?*V* m sahsio)tetaa um ca vallo com
poaeo so, pintado da navo, esm estarte, srasrio
CALCADO
45 Ra Direita-45
A epidemia declina sensivelmente, e o sea
completo desappareclmento est prozimo I O
proprletario deste bem sortido aatabelecimeoto
convida os aeus oumerosoa fregueses a substituir
o galgado velho, que lodo est cholenco, por no-
J .qnepo,s* re,iilir mil schotis-a mazzor-
??..' Ver aaD"4" em louvor do reaiabe-
vidam P"bUca' P"*01 C0D'
HOMENS.
Bolinas afamadas Hilis. .:..-. ifjooo
noD-pius-ullra Nantes......... 1200O
Nantea 2 baleras.............. lllCOO
! w .*. l0,,r#................. 10000
batedorer.....................,. 94500
> > couro de porco....... 9*000
bezerroe lustre............... 0*000
inglezes ps selvagens......... 7*500
laziados brasileiros.....,...... 5j50f>
bapatoes non-plus-ultra................ 7*000
3 bateras e meia.............. 6*500
esmaga cobra.................. 5.50o
Nanlea 2 bateras vaqueta..... 6*000
a 2 bateras bezerro...... 5*500
* trabalhadores.......... 5*000
S.n.ln.0 'i'16"08 ? 35 ".......... SK
Sspalos2 solas e salto.................. Sooo
tranca portuguezes.........-. 2*000
" '"S?,"......wso
SENHORAS.
Botinas dengozas.........5*500
salto de bater. ...'..'. 5*000
pechincha de 4*500 a. 4000
americanae 3|500 a 2*500-
Sapatos de salto (Joly) ...... ajooo
sem elle (dem)......1*920.
B *Pw.-......... 800
econmicos........ 500
lustre 32 e 33....... 80o
MENINOS E MENINAS.
Ha de tudo em relacao e uio ae daiza sabir
dinheiro.
Um completo soriimento de couro de porco,
cordavao, bezerro francez, couro de lustre, mar-
roquim, sola, courinhos etc., que tudo se troca
por dinheiro voolade do comprador.
No armazem de E. A. Burle & C, roa da
Cruz n. 48, vande-ae excellente farello em saceos
grandea a 3*800.
Novidades da Arara.
S na grande ex pos k ao de
fazendas baratissimas
na loja e armazem da
Arara, ra da Impera-
triz n. 56, de Maga-
Ihes Mondes.
Vende-se o mais barato possivel a saber: la-
zinhas para vestidos de senhoras, e roupa da me-
ninos a 320 rs. o covado, lia chioeza de ama s
cor propria para capaa da moda com 4 e mel
palmos de largara a 640 rs. o covado, fustao de
corea para vestidos de senhoraa a 280 e 320 rs. o
covado, cassss a Tarca muito fioa a240e280rs.
o covado : na ra da Imperatriz loia da Arara
0. 50.
Arara vende as cambraias.
Vendem-se pecas da cambraias lisas a 13600 o
2JJ00O, ditas flnaa a 2500, 3*000, e 3J500, golli-
nhas para senhoras a 500 rs. golla e meogaitos-
de linho a 2*500, lencos branco a imitacio de
labyrintho a 1*600: na ra da Imperatriz loia e ar-
mazem da Arara n. 56.
As saias da Arara.
Vendem-se saiaa brancaa bordadaa a 25U0,
ditas de 4 pannos a 3$ e3$500, cambraiaa deca-
rocinhos com 8 e meia varas a 4 a peca, cortes
de chitas nnss com 13 covados a 2*500 : na ib*.
da Imperatriz loja e armazem da Arara d. 56..
Arara est vendendo.
Vendem-se pecas de madapolio elephante
n,,l?J!D0. com 0 i"das 14*. lito de 24 jardas
a 4J400, 460O, 5*000, 5500 e 6$000. dilo in-
SSa a cor,es e csmbraia com barras a
28500: na ra da Imperatriz loia da Arara
n. 56.
Arara j vende as roupas.
aaXS,d-?",5 P"l0tS. de Pa000 pre, 6*500 6
ojjwu, dilos de casemira de corea a 10*000 cal-
SitJl? ca,emira Dreta a 4*500. ditas de corea a
5g500, palttots de alpaca a 3J500 e 4000. ca-
muzaa JJi*"" a 1*e0 e 2*000- aeroulaa'd li-
nho a 1*600 e 2g. collariohos de linho a 500'ra.
na ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Arara vende as capas.
fi*nnn defL^cap" Perfeiteule modernas a
6*000 e 10*000. manteletes de grosdenaple pretas
U^ic^AeaT ^00 e ^SOOO, chales de
iaa a 1*000, ditos de laa e seda a 2*000. dilos de
merm a 2*500 e 4*500 dilos de cTepe de pona
S SrVo 56 ,8,!DI rM oal"Pe loj
Arara vai liquidar sua casa,
porque quer ir passeiar.
Vendem o mais barato possivel para acabar,
chitaa com pequeo toque de mofo a 160 rs e
limpis a 200 rs. o covado ditaa largas a 240. 260
e X rs. o coado, sao preta para luto a 500 e
O40 rs. o covado, cassa preta a 280 rs. o covade
zuarte para roupa de escravosa 160 ra. o covado
cortes de casemira prets para calca a 3* e 31500,
e oulras muitas fazendas que te dio as amos-
Iras : na ra da Imperatriz loia da Arara nume-
ro 56.
Palitos da Arara.
Vendem-se massos de palitos finos para den-
tes com 20 massinhos a 200 rs. para acabar : na
ra da Imperatriz loja e armazem da Arara n. 56
de Magalbaes & Mendea.
Ckgem a pechincha
A 5^000 o covado.
Panno fino muilo bom, cor de rap fazenda que
val 7: na ra do Queimado n. 47-
A 155000.
/SSSlJa Til. fiDOor",ode "<>: "a
A 1^200 o covado.
Grosdenaple prelo muito fino bom: aa ra do
Queimado n. 47.
SEDAS ;
Cinco tustesj
S na loja do pavo
I.l'.w*M e-d" de I"*1''. de Mitras ao
S^-si'nK d,t" de li8tm t'eaa.d.s. ditaa
u. *"*rtnh0. eodo dos melhores padroes e~de-
licadissimos gostos, com largura de enfta Ingiera
a 500 rs. o covsdo, pechincha, e dio.-se as
amostras com penhor: na roa da Imperatriz o.
bO, loja e armazem do pavio de Gama $ Silva. -
Vendem-se dona terreos, sendo um em
esquina, com 200 palmos de iranio e 150 Se fun-
do, no logar do Campo Verde, freguezla daj
Vista, a frente para a roa da Tr
para a ra da Deeengino, com I
dos murada, tem 4 quartoa 1
mes, nlo precisa de aterra,'
vendem-se oa 50 palmos, o ostro sari
tal, com 2 t, si
rio Capibaribe, nos landos se aeham atientes
#a ama porta d'agsa psra viveiro, fo retro i ma-
rrana : qusm o pretender dlrlja-se a raa do Se-
bo n, 8,

L





i


\m
1 33 H "nTttfrilt frffif M
DIARIO m FBUttftHUCO **. g*BBDO S4 W M41Q M 18*1
NO
ARMAZEM PROGRESSO
avulaose
Mr sortea:
Amendoas.
Voodem-se amentos* een frwwi
o bom rico pateta eom asalo |
na rti da Sensata Nova b. KX
Algodo da Baha.
Proprio pira roupa da escravoa a sitcoi de aa-
iucar : vende-se na ra da Crux a. 1, eecriptorio
de Antonio Liz de Oliveira Asevedo & c.
Veadem-se dous paves:
nesta typographia.
Libras slerlinas
Vende-se no eacriptorto de Manoel Ignacio de
Oliveira Filho, largo da Carpo Sanio o. 19.
o que ha da bom nesta genero a 1*000, a libra e am porco ae
Francisco Fernandes Duarte
Largo da Penlia
Yeade-se ueste armazem de molhados os melhores ge-
vtrot que Teto a este mercado e por menos 5 a 10 por canto do qua em outra qaalquar parla,
CaotndosB a boa qaalidade, por isso rogt-se a lodos oaSrs. da praca, de eogeoho e lavradoreao
bc de mandaren suas encomm sndas ao armaxem Prograaso, afim de rerem a diuereoca de
prego qualidade que fas, ae fossem comprados em outra qaalquer parle.
L&*tog* Hg\Cia e primeira qualidade a 800 e 1000 a libra, a am barril tari
abatimento.
H%Htag* f f WtCMft mail noT, 7io rlM llbrt ,m barril, 00 rs.
^ y*Saomais,upiirior que ht n0 mercado a 19800a 29500, alibra.
GYl YlUXim im\iiai0 a perola, pela sos suparloridade a 39000, e 2*800 a libra."
OHu. pTClO uqco para os (lenles que se Iratam com a homeopatbia a t*500 a Hbra.
*$**J dO re a O ctg3dot nelta aiuB0 vapor a 29500, ditos chegados no ultimo
navio ata200
$Uj*S \Otl4x*OS
faz abatimento.
$UfclJ<* praVO 0 maii Snperjor que tam vindo a este mercado a 19*00 a libra.
VfeZlUntO VngieX pa?a Hambre muUo n0Y0 6<0 re. a libra, a am por-
clo ae (ara abatimento.
%-t tStdet&S l:lglCZ3iS propnas para fiambra a 800 ra. a libra a em porco a 700 rs.
FWH,Ht* 1** T*51H0 d(, inp,cor qaalidade a 480 rs. a libra aintairo, a 440 ra.
9&1&9IQ o meihor oetisco que pode haver por estar prompto a toda a hora a 19 a libra.
em porco a 900 rs.
X Otatiah* 0 rll<> nmUo 0?0 a28(, a 1jbrai e em barrii de 3 arrobas a 7*000.
Gl&oiurAQas e pa\os de tambos MQ rs. a libr8i em porco se tai abat-
ment.
IjataS #30911 CU011Tl.<&Sja pro^pias para S9 eomer rindas s primeira tbi a este
mercado a 2*000 cada urna.
ftai&a de porco refiuada em lala com 10 Ubraf
Banna de porco mnil0 aa aWa 480 rs- a libra, 0
.MaTH\e\ada ha^TlaA d0 a(amad0 breu deotrtros mallos fabrleantee da Lisboa
a 800 rs. a libra, e em porco se tai abatimento.
Latas com fruta* &. doce tm ealda como MjSo per., d.maacoa Pa-
ceg, alpeze, e gioga, a 800 rs. cada lala.
Mermelada de ^Vpeirxe em latas de z Ubra por 1^00 cada ums.
Latas com ameadoa conteitadas contendo m,i, confeitos umm
candi, multo proprio para mimo, a 2*000 cada urna.
muito fino a 800 rs. e em porco se (az abatimento.
differetes qaalidades, em latas da 4$ e 59 por
por 4*500 cada urna,
em barril a 400 rs.
Ba da Seazaila Nova n. 42.
Neste estabelecimento Tende se: ta-
chas de ferro coaido libra 110 n. dem
de Low Moor libra a 120 rs.
Calcado francez
Cheajstdo cae aovo.
Grande eortinenio oe botinaa para hornera,
as mai bellas para aeohoraa e meninas : na leja
do vapor, roa Nova n.,7.
% Mobilia.
Na ra da Camboado Carmo toja n.
12, vende te toda a qualidade de mobi-
acaizi. lia tanto ao gosto moderno como anti
ga, phanthasia etc. por preco mais
Araruta verdadeira.
ahaa de 2 1|2 librea para cima a 6|400 a libra.
Superior cal de Lisboa.
Tan para vendar ara porco a retalho Ante-
ojo Lua de Olivalra Azevedo & C-, no aeu ee-
criptorio ra da Cruz n. 1.
Brincos pretos a balao, e
outros objectos para
luto
Deaaea objectos de que boje iofelizmente tantas
familiaa preciaam, na loja c gala branca acha-ae
um bom sortimento delies, endo briacoa a rose-
tos a btlo, palseiras modernaa de rostas e for-
tes con tas, alQnetes para pello, ditos tambem pre-
tos, em caixinhaa, bonitos e modernos aderecos,
e meios ditos, cintalros de fitas e Arelas pretas'
enfulles para cabeca, grampoa do novos moldes
para segurar cabello, Tuvaa de torcsl de seda e
pellita, melaa de aeda a algodo para horneas e
seuhoras : com os compradores de tses objectos
se teri a maior cootemplacao, aliento o flm para
que sao:-por issodirigiram-se & ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Arroelas ou argolas de borra-
cha para segurar papis e
muitos outros misteres.
A loja d'aguia branca receban ama porco de
arroelas ou argolas de borracha, que acertada-
mente ae appiicam a difieren es fina, como Um-
bem seja psra emmassar papis as diversas re-
particoaa publicas, nos carinos, escriplorioa,
armazens, lojas, boticas, tabcroaa, etc., ele, e
commodo do que em outra qualquer
parte, faz-te toda a qualidade de obra
de encommenda com a maior brevida-
de e o maior apuro da arte.
Vende-se um moleque com 10 annos, bo-
nita figura : na ra da Imperatriz n. 40, Bogan-
do andar.
Para omez Marianno.
Sapatos da borracha o melhor que se pode en-
contrar neste mercado a i $500 e 2* o par.ieto ,
por ser para o mez de Mana, por isto vende-se
por este preco : na laja do nado, na ra Nova n.
8, confronte a catnboa do Carmo.
Relogios
Vende-se em casa de Johnston Palor d- C ,
. do Viga rio n. 3, um sello sortimento de
elogios de ouro, patente inglet, de um dos mais
afmalos fabricantes de Liverpool; tambem
urna variolado de bonitos trancallins para os
mesmos.
SYSTEIA MEDICO H0DELL0WAY
PILLAS HOLLWOTA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
meqte de hervas medicinaes, nao conira mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Bei
nigno mais tan ra infancia, e a compleicao mas-
delicada, igualmente prompto e seguro par;
desaneigar o mal na compleicao mais robustas
MENOS DEZ POR CEUTO
NOS ARMAZENS
PROGRESSISTA
)?!!
DE
36
DUARTE ma das Crjizes de Santo Antonio 36.
-v 9 LaraTo do Carmo 9
Os propneurios destes acreditados rmateos da molhados participara sos seus numt-
sos freguezas que por todos os vapores e navios da Europa, recebara de sua proprU encommenda
os melhores gneros, posqnepara isso tem pessoas encarregadas era diversos pontos da Europa,
psra os ecolherem, eos veodem por menos 10 por cento do que era outra qualquer parte, por isso
roga-se a todos os Srs. da praca, de engenho e lavradores o favor de mandaren suas oneommendaa
aos nossos armazens, afim de verem a superior qualidade de gneros e differenca de procos.
^IfaLlneSo Primera qU,,dlde 80 X "' ,ib" t
Ma ntei^a fra nceaa mais nova, 700 rs> a libra e em barr,, m rg>
DyS 1 o mais superior que ha no mercado a 2400 e 29800 a libra.
Cha huxia
oqua hade melhor neste genero a 2#500 e 39000 a4ibra.
mesmo de alguns particulares, o que oa'rerdsde 'enteiraraente innocente em suas operbase ef-
vale apaa comprar-ae pelo diminuto preco de fritos; pois busca e remove as doencas de qual-
!J9_e.g*Jly.g gHgy tobalfeBH quer especie e grao por mais antigs e tenazes
atare daaatar um manso de papis todas as vezea
que se precisa, asaim como as maia largas servam 0^sejam.
para aegurar carteiraa, e manguitos de aenhoras, Entre mimares de pessoas curadas com este
e mesmo para pulseiras de missaogas, advertin- remedio, minias que ja eslavara as portas da
&SA1SXS12&*!?*****!' S? morte, preservando em seu uso conseguiram
dam-se em dita loja d aguia branca, ra do Ouel- t i < .rr. "
mado n. 16. recobrar a saude e foress, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilictas nao devem eniregar-se a des-
esperaco; fajara um competente ensaio das
efficazes effeitos desla assombrosa medicina, o
prestes reeoperarao o beneficio da saude.
Nao se perca terapo era tomar este remedio
. !HQ"eJm"d0 D" S 52 f,ma Par,it,P,,m Aara qualquer das seguintes enfermidades:
ao publico qae o seo estabelecimento se acha ..;._. *-._n.!...? n.t___j______
AttencAo
Guimsraes & Luz, donos da loja da miudezas
Bote la c-8ca d<& ga\i\ia
Bocc s*cco e emeH
29500 cade urna.
Cartos cosa bollo firanccz proprfo, par. mimo, 56o ra.
Pasgas em eaxinb-a & 8 libras mi,il0 nov por ^500 e retaibo a
4S0 rs. a libra.
FigOtt tia C -sU11il^aT& mtt0 nof0a. em calzas de 8 libras porS500. ditas com 4
po.r 1J500, ditas com 2 muito bem enfeitadas por 900 rs. cada ama e a retalho a 320 rs.
libra.
Ervllh&s traneeia'i porluguezas em UUi d, x Iibr,, po, eo rs.
ditas em melaa latas i 500 ra. .
1tt*J6a^ t^SSiat em i,lM d6 i ubra por 800 rs.
JkmailAofeS Ae e^Se^l mole mall0 novas a 320 ra. a Ubra.
^iOX^S 120 rs. a libra, e 3?W0O a arroba.
i^M*VX.aS ffaiaC^a.S em ialaf com 3 iibras por tjsoo, ditas com l li2 por 1J500.
i\ltlxa8 |TUga^ZaS 320 a libra e em eiu,.iefra batimento.
CbOGOlatA basebol, 1J500i dil0 (rancei tm dil0 p0rlgBez a 800 rs. a libra,
aSaaci-se a boa qualidade.
OOlaXfilJma de soja em ],l8S com differentes qulidades, a 1J440 rs.
aJ b |t&T& S^paiirla, macarroetalharim.a400rs. a libra e em calza por 8JO0O rs.
PalltOS d dOIlteS iHd0s, mo'lhos com 20 maciohoa por 200 e 180 rs. maito finos.
ST$}aS em [ragCos com 1 e 1 libra por 800 rs.
ljOsVO francei p,r, lmj>ar{<;a a 200 rs. cada um, em porcio se (az abatimento
11 OlftXl.au*\ lUglOXS. a mais Q0Ta d0 mercado a3S0 rs. a libra e embarrice a45O0
^*****'**^ para eogommar, aiuit alva a 100 ra. a libra e em sscca se faz abatimento.
rCl&C Qe p0St, em tatas das melhores qualidades de peixe que ha em Portugal a 1j>600rs.
KSpfeTHia$Qtt> superior de ciocoeseia velas por Ubra a760 rs. eem cala, a 740 rs.
SMaillIMMJ d0 Nantes em latas muito novas a 400 rs.
* Cl^- aium de superior qualidade a 110 rs. a libra e em barriacomS arrobas por 7f.
-'*1 i mflnirtn de (lifferentes marcas e o mais superior que ha a 800 rs. a gnala
completamente prvido daa melhores mcrcadoriaa ^'denles
tendentes ao mesmo estabelecimento, e muitos Alporcas
outros objectos de gosto, sendo quaal lodos rece- Ampolas.
bidos 'le anas propriaa encommendas ; e estando
ellea inteiramenle resolvidoa a nio venderem
fiado, afiaocam vender mais barato do que outro
qaalquer ; e juntamente pedem aos aeua devedo-
res que Ibes mandem ou venham pagar os seas
dbitos, son pena de aerem iualicados.
Soahall Mellors & C, tendo recebido or-
dem para vender o sea crescido deposito derslo-
gloa v|sto o fabricante tec-ae retirado do nego-
cio ; convida, porlanlo, s pessoas qae aaizeram
possuir um bom ralogio de ouro ou pra' lo c-
lebre fabricante Kornby, a aproveltar-sc 4a op-
portuoidade aem perda da tempo, para jjt com-
pra-loa por commodo proco no aait eicil
ma do Trapiche o. 58.
epilpticos.
eslptorio
Loja das 6 por-
tas em frente do
Livramento.
Cassas francazas de bonitos gostos a
320 rs. o covado, lavas de trogal prelaa
e d* seda a 500 ra o par, chitas france-
sas largaa escuraa a 240 ra. o covado,
ditaa fins a 260 e 280 rs., l de llnho
liso a 640 rs. a vara, tarlatana fina de
todas aa corea a 800 rs. a vara, lencos
brancos com barra d cor a 1J100 a du-
zia e 120 ra.cada um, meias para ho-
rnean a 1(200 a dezia e 120 ra. o par,
chitas para coberta de bonitos dese-
nos a 220 rs. o covado, pecas de bra-
tanba de rolo a 29, ditas de cambraia lisa
com 6 1|2 varas a 39, musselioa encar-
nada a 240 ra. o covado, calciobaa para
meninas de eacola a 1$ o par, peitos
para camisa brancos e de corea a 200
rs., pecas de cambraia branca de salpi-
co a 39500, algodo entestado o melhor
a 700 rs. a vara, dito braoco para loa-
lhaa a ljj a vara,enfeitea doa maia mo-
dernos a f?iribaldi a 63,1 loja eati aber-
ta at as 9 horas da noite.
Areias ( mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidade no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Encaaqueca.
Herysipela.
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Heaorrhoidas,
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmaoSes.
Irregularidades de
mensiruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis,
Abstruceao do ventre.
Phtysica ou consump-
eo pulmonar.
Retengo de ourina.
Bheumatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo (mal)
refinado
e em caiza a 95.
\ lnnOS,OngaTfaiaLOS d0daque do Porto e 'Usa muilasmarcas acreditadas
neste mercado a 19^00 rs. a garrafa e em caiza al29000 rs.
' nUO "Jl Oipa part(,tFigeiraeLisboaa560 agarrafa e em caada39500, 49 e 49500.
^01; cja da, majs jereditadas marcas a 59 rs. a duzia, a em garrafa a 500 rs.
^nasfc'OagSlC das marca 1 mais superiorea qae ha no mercado a 159 e 229000 rs. o gigo
CiOgUae mglOZ. a 10{000 rt- a caiIa e 1200 re. a gawafa.
Gtne\>ra de llflla \\'\ verJadelraem frasquelra a 69000 rs. e o fraseo a 560 rs.
TamaraS O l&gy t0 610 rs. a libra e em caixlnbas com 9 a 10 libras por 5$.
Ginebra Inglexa a t030OO rs. a dia e a retalho a 19000 a garrafa.
PalltOS dO gal 295W rs. a groz..
** refinado em potes grandes a 500 rs. cada ua, em porco se fari abatimento.
^*ai*J Uvado o que se pode des ejar neste genero a 320 ra. a libra e em arroba aSOO, 95 dito mais
baizo a 280 ra. a libra e 8g000 arroba.
0*aainua de franca a IDalsnova do mercado a 280 rs. a libra, em porco sa fax abati-
mento.
M5^ mullo novo e alvo i 3i0 ::r. a libra.
^^""u* do reino das marcas !5SS e galega a 140 rs. a libra.
Ulta do uaranhio alva e chelrozi a 160 ra. a libra e em arroba a 49600,
s\mWnFllHaSfecai muito novas a 160 ra. a libra.
*. de carnauba refinadas a 400 ra. a libra e em arroba a 129000.
flUfOltOdoce de Lisboa a 720 rs. i garrafa,afiance se a boa qaalidade.
W t^BjW da Lisboa a 240 r. a grrafa,e em caada a 19800.
W MaVllO cherez a 19600 a gsriafi o em calxs se faz abatimento.
Wttr* brsnco e mais superior que hi no mercado propio pita missa a 640 ra. a garrafa em sa-
Por hodi fim *o mea repretorio al a dragada do primeiro vapor indo da Europa, peto] ?1 ^t *
al osero novo sortimento e nio serei pregoicoto em o publicar ao respeitavel publico. i 00 ou n. 8.
Farinha de iiiaadioca
superior ; nos armazena de Tasso rmeos.
Ra da Seozalla Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C.,
seilins e silbes inglezos, candieiros e caslicaes
bronzeadot, lonas ioglezas, fio de vela, chicotes
para carros e montara, arreios para carros de
um a dous cavallos, e relogios de onro patente
ingles.
Vende-se um mulatioho de 15 annos da
idade, muito sadio e de bonita fisura, do servi-
co de casa e tem principio de boleeiro, muito
boa conducta e proprio para quem quizer ter um
bom criado : no caes do Ramos sobrado n. 2.
0 Uvro do Povo.
Sahio ?uz publica o LIVRO DO POVO, publi-
cado sob a direceo do Sr. Dr. A. afsrqaes Ro-
drigues, e contera a vida de N. S. Jess Christo
segundo a oarracio doa quatro evaogeliataa, e
maia os aeginles arligoa : o vigario, o profeator
primario, o bom homem Ricardo, a moral prali-
ca, Simao de Nantua, maximaa e pansameotos,
a hygiene, os deverea dos meninos, e o Brasil.
A publicarlo do LIVRO DO POVO nao so tem
por fim uniformiaar a leilura aas escolaa prima-
rias, onde cada menino aprende por um livro
differente, e portento facilitar o trabalho do mes-
tre e do discpulo, como tambem vulgariaar, por
um preco baratlaaimo, a historia do ailvador do
mundo, e oa melborea preceilos de moral.
Vende-Be o Livro do Povo, no Redfe, na
Horaria da praca da Independencia ns. 6 e 8, a
500 rs. o exemplar em brochura, e a 800 rs. car-
tooado.
Moedas de ouro de 16^ e 20^E
Vende-se no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Carpo Santo n. 19.
A tten cao
*
Febre intermitente.
Vendetn -se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs., cada
urna dolas contera urna instruccio em portu-
goez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito gaaal em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22 em Per-
nambuco.
Manguitos a balo com
gollinbas bordadas.
A loja da aguia branca em atteoco a sua boa
freguazia quer que lodos partilhero do proveito
que lhe resultara das bosa compras as pecbio-
chss, como agora mesmo acontece com urna por-
os de manguitos a bailo, pachos virados e bo-
nitas gollinhas, lu dados era finas cambraias, cujaa guaroices eat
vendeodo pelo admiravel e barato prego de 2f
cada urna, a mesma obra que anda ba pouco
tempo se venda por 59-. A soperloridade da fa-
zenda e bordado eiocontestavel, a.sm pois nao
maito que urna senhora compre 3 ou mais pa-
rea desses bonitos manguitos quando o importe
quasi equivalente as de um s dos anligos, po-
deodo-se desea forma e com pouco gasto mostrar
variedade no sea aceiado trajar. Sao as gollinbas
solas que servem igualmente para aenhoras e
meninas, aeudo oa bordados fazenda era nada in-
ferior as outras, e eustsm estas 1J a vista do que
convem que todas as aeohoraa aproveitem essa
fsvoravel occasio e nao ae demorem em man-
dar comprar todo isso na loja d'aguia branca rea
doQueimado n. 19.
Calado
Vende-se chita franceza escura e fina a 290 0
covado, dita ciara miada a220 o covado : na ra
do Quaimedo o. 41, esquina que volta para a
Cengregacste : d-aa amostra com peohor,
Tendeo.? pe de fructa-pfio de
Itura : na Capunga n.
Joo Jos Pereira com loja e fabrica de caiga-
do na ra larga do Rosario o. 12 junto a botica
do Sr. Pinto, participa ao publico que tem ex-
poato em a dita loja diversas qaalidades de cal-
cados feltos as mesma, os quaes sao sem diffe-
renga alguma iguses aos francezes mas como o
propriatario nao pode aer juii em causa propria
por isso pede aoa seus numerosos fregaezes e ao
publico em geral, que anda mesa>o que nao
qaeira comprar, comrudo venhsra aampre ver as
amostraae admirar o trabalho doa arliaUa per-
oambacaaoa que trabalbam am sata fabrica, pois
ae asaim o flzerem, Indubitavelmente apreciarn
o eamerado Irabalbodoa meamos; e se alem da-
so attenderem a astaco actual jamis deixarlo
de comprar porque alem de a obra ser de muito
maia duraco acresce maia a circumstaode de
costar um diminuto prego em relelo aoa fran-
ceses.
Machinas para lavar roupa
Monteiro, Lopes & 0. raceboram machinas pa-
ra lavar roupa systema inteiramete oobjd e
adoptado a este palz, pois qaalquer pessoa pode
trabalhar com ellas por ser o sao so o maia aim-
ples qua ae poderla deaejar, eeode Umhwm maia
econmico e breve : qaem qaiter comprar diri-
jam-ae a na da Cadeia do Becife n. 80, qae se
lhe dar lodee as oxaitoacOM por aoripto po.
dend* Mbor doa seos bous rtaultedoa^er j se
usar neata praca no collcgio das orphaas dirigida
pelas irmia* de earWade.
Cha preto a^ Sf-l0t yindo a prmera vez ao nosgo mercado # 2>200 ^
Lila hYSSOll o melhor qua vem do Rio, em latas de urna libra por 1800 e em poreio
aa fara abatimento. r *
QeiJOS CIO> reino chegados neste ultimo vapora 25200 e dosehegados no ultimo
navio a lira00 cada um.
QUIJOS pratO como nunca veio ao nosso mareado a 19000 a libra e inteiro a00 ttv
I lOS e C110 U r 19 S muil0 novos a 560 rs. a libra e em prcao se far abatimeoio. >
Latas coua Iiiigu 1$*$$ prooplas para se coraer a toda hora> vindag t iroair>
ver ao nosso mercado a 19800.
fe\\e em latas de diversos umanhos, savel, sardo, pargo. pescada, cavalla, lingua-.
dos fritos, atm marenado, robllos e lulas de tigelada, de 19300 a 2000 a lata.
loucinno do r*'i umos para 240 rs. a libra e 69500 a arroba.
oanlia de p JI CO era latas com 10 libras por 400 a 480 a libra.
Marmelada imperial de todos os conserveiros de Lsb6a,em latas de libreo
meia e 2 libras a 750 rs. a libra
LataS COm frutas eill Calda comosejampera, pecego, damasco, alper-
xe, ameixas e ginja, a 700 rs. a lata.
Vlarmelada de Alperce em iatas de 2 nbras por 19000 eada uma.
Doce da CaSCa da gOiaba a700rs. e em pocrSose far abatimento.
UJCeS SeCCO.S de diOerentes qualidades em hcelas muito bem arranjadas a 39000.
A t llia raS as mais superiores que tem vindo ao mercado em caixinhas elegantraente en-
feitadas a 29500 e 600 rs. a libra
Passas em cuxinhas de 8 libr-is a2*500e600rs. a lita.
I lg"OS (la COniH are mul0 novos em e0Ju de 8 Uhrtt e muito bem enfeitadas a
a 29200 e 320 rs. a libra.
Krvilhas francezase portuguesas a64072019. a uu.
OlaSS i de tOlU ite em laws de 1 librra a 800 rs.
AmendoaS (la CaSCa mole Buiio novas a 400 rs. a libra.
131 OZes muito novag t 200 rs. a libra.
Ameixas franeez-is em iotas com s Bni por 49000 $ a 19000 a id.
Ch ^CoL.te lu Sp nll()l a 19200, francez a lOOO epo;iugueza 800 rs. a libra.
Bol X lilla d Oda emlatas com difiranles qualidades a 1400 a lata.
Masgas pa ra SOpa macarro e talharim a 240 rs, a Vibra e a caixa por 5000.
v^aiXlflilfeS muito bem enfeitadas com pevide, rodinha, eslrelnhs, etc. a 700 e 800
olltOS llXadOS paradentes em molhos com 20 macinhos a 200 rs.
^^Tejas em frascos de libra e meia a 700 rs.
I JOIQ 1? ralICeZ para limpar facas a 180 rs. e em poreio se far abatimento.
Espermacete Superior semavaria a 740 eem caixa a 760 rs. a libra.
Sardillliasde NanteS muito novas a400 o600rs.
A.I J)ISt muito nova a 200 rs. a libra e 59500 arroba.
AZdte doce refinado de diverjas marcas a 80U rs. a garrafa e 9*000 a duzia.
DOlacllilllia ingleza a mais nova do mercado a 300 rs. alibra e 49200 a barrica.
I^Oina muito alva a loO "rs. a libra e 29500 arroba.
V 1 n 11 OS engarrafados duque do Porto, g enuino. Porto fino, madeira secca, Garcavellos, nc-
tar, feitoria, velho secco, Museatel a 19200 a garrafa e 129000 a duzia.
D>tOS em pipa Porto, fgueira e Lisboa de 500 a 600 rs. a garrafa ede 49000 a 49500 a ca-
ada.
<3erVtr|aS das mais acreditadas marcas a 500 rs. a garrafa e 59000 a duzia.
\A\t llip -III11 das marcas mais acreditadas que h no mercado a 149 e 209 o gigo.
^OgaiaC ingiez a 109000 a caixa o 19000 a garrafa.
jrinebra d& Hol lallda verdadeira a 79500 a frasqueira e 800 rs. o fraseo.
Azeita naS 6a ancoretas as melhores que ha no marcado a 29 e a 400 rs. a garrafa.
1 ra(|UeS superiores em caixinhis a 109 e a 310 rs* a carta.
Pi llt S do g"aZ a 29500 a groza e 240 rs. a'duzia de caixas.
3i 1 retinado em pacotas de mais de uma libra a 240 rs. e em porco teri abalimento.
.me dO IV10 o melhor que ha no mercado a 320 rs. a libra e 9*000 a arroba.
eVa lljia de Fra II9 a mais nova do mercado a 210 rs. a libra.
3ag"U muito novo a 320 a libra.
Farillha do Mamllelo mnitoalva e nova a 160 rs. alibra e 49800 ar-
roba.
Velas de carnauba e de composieao ,4oon. ai.br o *m
a arroba.
Vinagre pUrO de LSboa a240 rs. agarrafa e a 19800 a caada.
Gl'tJ de blCO muito novo a 200 rs. a libra.
eraS SeCC^S eill caixillllSS deoitoUbras a 29500 e a 640 rs. alibra.
i.VlarraS(JUinO vardadeiro de zara, de limone, caf, menta, genepro, mandol'amara,
curacu, rosa sublime e outras qnalidades de 19500 a 29 a garrafa.
lia t totas em gagos de uma arroba por 19000 e 40 rs. a Ubra.
Gomnh OS os mais novos do mercado a 800 rs. a libra
Er Va doce muito nova a 400 rs. a libra.
AlTOZ COUl toque da a Va ra em saceos de 5 arrobas a 59 s saeta 1954)0
a arroba.
tia riltOS verdadeiros superiores a 29 a eaixinha de 50.
SallU 111 em lataS com duas libra* o mais bem arranjalo que tam viudo ao atar
eado a 19400.
Vlailtel eill lataS com 4 libras a melhor do mercado lacrado ermetieaiBoota
39200 cada urna.
VlliagTe garrios com 5 garrafa de superior qualidade a 19200.
A rar U la mijajojn muito nova a 330 a libra.
Alm desasa gneros epoontrar o respeitavel publico em noeaes araaaeas um oomplet
sordmente de todo tendente a molhados.
Alliendoa8 COlifeiUdaS aS mais baritas que ha no mateado gM e V
a libra.
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DBfMa DE PIRNAMIBCO SIMADO M BK MaIO DE 186*
t%m arldaes |)ara ca-
bello.
A lpja da beija-Oar Uado recebido bonitaa ro-
uiqwMeiiBo uModo para os cabellos, venda
a ruado Quaimede na toja aaioia sw 68.
Aljfar fino imitando' perola.
Venda-iea 500 ri. o Oo da aljfar fino, imi-
tando parola : na ra do Queimado, loja d'aguii
branca n. 16.
Gabriolet, carroca e cavallo.
Vende-ae na eabriolet descober o. qaasi novo,
can oa arreioa para ni cavallo, o qaal est sen
no pintado da novo, una excallenta cavallo do
Baamo, de corruca, a muito mamo, sendo um
dos melborea animsea de eabriolet que existe
Basta cidade, a urna carroca em boro astado-para
cavallo : para ver, a cochaira de Thomaz Jos
dea Reia. perto da piarla do eapim, a para tratar,
na ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
Cambraias
Vendem-se cambraias de cores de bonitos e
alegantes deseosos a 280 e 320 rs. o corado : na
raa da Imperatris, loja a. SO.
Oliados.
Vendem-ae oliadoi piolados de lindas vistss a
paiaagens, largares de 6, 7. 8 e 9 palmos, pro-
prloa para mesa de jantara 29 o corado : na ra
da Imperatriz, loja n. 20.
Vende-ge por muita precisao daas moradas
de caaaa na cMade de Olioda, sendo ama na ra
do Amparo contigua a escada que sobe para o
largo do Amparo, rom 4 quarloe, cosinha tora,
quiot.l marado a plantado e com estribara ; e a
outra oa raa de S. Francisco propria para resi-
dencia de quem'precisar de banhos salgados, para
que excellente por flear muito perto: ssaa
vendiese fsrio para remir dbitos com hypolhe-
ca, para cujo nm aaaignar as eacriptaras de ven-
da o orador que nessa occasiio dar i deeoneracao
da hypotheca : procore-se para tratar no Recife
na do Cabagl n. 3, andar, e em Olinda pada-
na do Sr. Soares no Varadouro.
Berzeguins.
Ba da Imperatriz n 10 loja
do Pinto.
Vaode-te pelo baratisaimo preco :
Borzegoins de lustre para hornero a 85-
Ditos de bezerro para bomem a 85.
Ditos de cordarao para dito a 85.
Por este prego a a dinheiro vista para li-
qaidar.
Vende-se um bahu qntsi noto, e tambem
nm bote proprio para paaaeio, com todoa os sans
perteoeea novoa : a tratar com o Sv. Santoa, raa
do Gordoniz n. 1.
Vendem-ae sapa toes de couro do lastre a
SjoOO e 31: na loja n. 19 da ra do Lirramento.
Cal e Poassa.
Vendem-ae estes doas arrigos, nltimamante
ebegados, o bemeonbecido e acreditado depoti-
to da raa da Csdeia do Recite a. 12:, mais barato
do que em outra qualquer parte.
Visporas e dminos para
divertimpntos.
A loja d'aguia branca acaba de ruceber as bo-
nitas caixiobaa da madeira envernisada com ria
poras, (endo algumas que es cartoea traz'em urna
cbapinba de metal movidica, a qual serve para
cobrir o numero que se falla, cuj invengao 4
novsima e proveitosa ; assim como caixinhas
de dminos com os Untos mui claros e bem se-
garos, e vendem-se por precos raxo.iveis, na ra
do Queimado, loja d'aguia bracea n. 16.
Fazeodas pretas
superiores.
Groadaaapla pialo muito auperior pelo dimi-
nuto preco de 2 o covado, panno preto muito fi-
no a 3, 4, 5, 6, 7 e 9$ o corado, caiemira preti
muito fina a 2g, 29500, 3, 3500 o <1 o covado,
mantas pretas de blondo muito superiores a 129,
mautelelea de superiores groadenaplm pretos ri-
camente bordados a 359, sobracasacas d panno
preto muito fino a 309, casacas tambem de panno
preto muito fino a 309, paletots da panno preto
fino a 18 e 209, ditos de caaemira de cor mes-
dada a 189, superiores gravatiohas eetreitas
19, dita de setim maco o de gorguio muito se-
periores para daas ?oltaa a 29, dilai eatreitinhai
com lindos alfioetes a 29, superior gorgurio pre-
to para colleies a 49 o corle, ricos enfeites pretos
a 69, a assim outraa m uitas fazendas que sendo a
dinheiro 4 vista, vendem-se por presos muito ba-
ratos : na ra do Queimado n. 22, na bem coohe-
cida loja da boa f.
Pauno de algodo da Babia.
Vende-se no escriptorio de Antonio Loiz de
Olireira Azevedo l C, oa rus da Ctaz n.l.
Nova exposi-
cao de candieiros
Obras de* vidro,
escarradeiras, e palmatorias
lapidadas com mangas.
Vende-sa oa loja d'agaia branca aaui bonitai
essarradeiraa da vidret de corea a 49509, 5 e 69,
assim como palmatorias do vidro lapidado com
mangae bordadaa a 49500 cada um : na na do
Oaeimado, loja d'aguia branca n. 16.
Meias em quantidade
Na loja d'aguia branca acha-se aioj.completo
sottimento de meias de todaa as quilidadea e
precos, sendo psra bomepa, senhoras. meninas
e meninas de 6 mazes a 12 anoos. Ennumerar
os difTerentes prgoa confundir o pretndeme ;
aasim qoem se quizer convencer de quito baratea
se esto ellas vendendo, dtriglr-se com dinhei-
ro dita loja d'aguia branca na ra do Queimado
numero 16.
Superior sebo em -velas eem
pes, ca'xas de urna
arroba
Vende m Antonio Luiz da Olireira Ase vado &
C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Jacaranda superior.
Tm pars vender Antonio Luiz do OliretVa A-
zevedo & C no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Coraos lapidados.
bao grossos que admira.
A loja d'aguia bronea acaba de receber urna
pequea qaaoiidado de coraos grossos lapidados,
os quaea aervem para as voltas qae ltimamente
usam as lenhoras, o esl vendendo cada fio por
29. 99500, 3 a 49 : na roa do Qaeimado, leja
d aguia branca o. 16 : assim como receben nuil
aa bonitai pulseiraa de missangas.
Chumbo.
Veode-ae chumbo de mnnicio a dinheiro por
219 o quintal o a arroba por 59500: no arma-
zam de Antonio Cesarlo Horeira Dias, ra da
Madre de Dos n. 32.
Milho novo!!!

A 45000 o sacco.
No caes do Apollo n. 51.
Ollieni para o pava e
59000
39000
19000
800
19600
19000
240
39OOO
39000
29500
11280
500
800
6SOO0
29000
dalm-
daGa-
Camisinhas com goHiohas e manguitos
de eambraia bordados, fazeoda mo-
dernsima a
Ditas de fustio com lpicos de cor
Golliobaa bordadas com boliozinho
Ditas de'todos os gostos a 640 a
Ditaa com mangoitos da eambraia bor-
dadas a
Manguitos de eambraia bordados mtilo
ticos a
Golliobaa bordadas a
Komeiraa de eambraia enfeitadas para
lato a -
Camisiobss para aenhora a
Lencinhosde linhocom labyrintho para
mioa
Ditos a imitacio de labyrintho alfa
Luvas da torca 1 enfeitadas com vidrilho
Enfeites pretos com vidrilho s
Ricos anfeites pretos e de cores, a Turca
e Garibaldi
Grosdenaple preto s 1*600,198OO e
Todas estas fazendas vendem-se na ra
peratrizn. 60, loja e armazem do pavo,
ma A Silva.
agaz,
O proprietario da nova exposico t visa a todoa
os con a non i dores da gaz hydrogenio que tem re-
cebldo Dovameote urna qualidade de gaz super-
fina, aasim como tambem de todas su qualidades
communs que se vendem nesta mercado, giran-
tiodo o meamo proprietario a qualidade que
vende nsta de falai Acaldes. Tamba n avisa que
tem recebido grandes remessaa de candieiros que
vende em porco e.a retalho pelo pieco da fac-
tura, caja vantagem pode ser conhecida pelos
pretendentes. tendo aempre neste estabeleci-
ment todos os ntencilios pertencantes so con-
sumo de candieijos a gaz : na ra Nova n. 20 s
24, loja do Csrneiro Vianna.
NOVA
O proprietario da nova exposico t visa ao pu-
blico que seus estabeleci meo los se a:ham todoa
os dias abarlos al as 9 horas da noite ilumina-
dos com o mesmo gaz hydrogenio conlendo noa
mesmos ostabelecimentos urna riquisiima galera
do quadroa que muitoiotreter a curioaidadedaa
familias que quizerem visitar estes estabeleci-
m en tos, assim como nm numeroso aor 11 ment
de objectarias que por goslo se pode n comprar,
garanliodo aos concurrentes a ranqieza do in-
gresso em seus estabelecimeotos : na ra Nora
n. 20 e 24, loja deCaroeiro Vianna.
Farioha de mandioca.
Venda-aea bordo da barca nacioniil "Atrevi-
da, ebegada do Rio de Janeiro : a tratar com
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santn. 6.
Attencsto
Chegoupara aloja da victoria, canlieiros a
gaz de noros goatoa a modelos, taulo para aala,
como para escada e quartoa'e para outraa muilas
coaaas : na loja da victoria na ra do Queimado
n. 75,
Vende-se ou arreoda-ae ama graade pro-
priedade muito perto da preca, com grande ola-
a a done lomos, eapella, urna boa casa da vi-
ven 1a, dirersas casas habitadas, dous grandes
vitelros, ararlas arvorea de fructo, iaeluzive di-
versos coqueiros : a tratar com o Dr Scuza Res
ou com o .major Belarmino do Reg Barros nss-
1* cidad, oa na Magdalena.
Sementes de hor-
talices
Na ra da Cruz n. 32, depoailo de pao e bola-
cha, vendem-se sementes de hortalices rindas de
Lisboa.
Sahio luz o
Gallo Vigilante.
Na ra do Crespo n. 7, aondo o respeitsvel pu
buco achara am grande e variado sortimeoto de
miudezas que se vende por precos tois baratoa,
10 por cerno do que em ootra qaalquer parte,
aasim como seja, franjas pretas com vidrilho e de
cores, fitas de todas n qualidades, franja o galo
de lioho, caaearrilhaa pretas e de eoraa, frocos de
todas as corea, oa riqusimos eofaites de cabeca,
galaoznbos do lioho o do seda para enfeites,
chapeozinhos psra enancas, chapeliohaa para ae-
nhora, bonete de psnoo e velludo muito finos
psra meninos, fitas muito chiques para sintos,
manguitos e gollinhas muito finas, lencos de
eambraia de linho muito finos, e mnitos mais
objectos que se continuar annunciar, poia ven-
de-se todo por precos baratsimos por se achar
em liquidacao. Na mesma loja se achsri um
rico sortimeoto de amendoas e confeilospronrios
para qualquer mimo, me se vende pelo baratia-
aimo preco de 1J600 a caixinha.
Ricos
cortes de vestidos brancos
bordados.
Vendem-se ricos cortea da vaatidoa brancas
bordados com 3 babadoa pelo baratisaimo proco
de 59 o corto: na na do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da-boa f.
Camisas inglezas.
Veodam-se superiores camisas inglezas com.
pregaa largas pelo baralissimo preco de 359 du-
zra : na loja da boa f, na roa do Queimado nu-
mero 22.
Ricas gollinhas e punhos
com boioes
Veodam-se ricas gollinhas o puohoa do eam-
braia o fqslo ricamente bordadas com lindos bo-
tes, pelo bsratiasimo preso de 29 cada guarni-
cio : na ra do Qaeimado n. 22, na loja da
boa f.
Vende-se o eogenho Cae t, situado em ala-
ricota, termo de Iguarass : a tratar com Jos
Azeredo de Aodrade, ra do Crespo, on com o
Sr. Francisco Ignacio da Cruz e Melle, no Giqui.
Fazendas baratis-
simas
Superior bramante de linhe com duas varas de
largura a 29400 a vara, atoalbado da linho ada-
mascado com duas largaras a 29560 a vars, brim
brsoco da linho muito superior a 1J4-0 a vara,
dito de corea, (atonda mutio superior a 19, dito
pardo de linho paro a 800, 19 e 18200 a vara, di-
to do qoadriahoe muito proprio para calcee, ja-
Jnetas e paletots para meniooa a 200 ra. o cova-
0, gangas f raneen a moito superiores a 400 rs. o
covado, cambraias francezas muito finas e de
muito bonitos padrees a 260 e 280 o covado,
eambraia liaa muito fina a 4f, 5 e 69 a pega com
8 1|2 varaa, esmbraia com ealpicos tambem com
8 112 varaa cada pesas a 49300, dita muito aupe-
rior o melhor qae ha neste genero a ltf500a pe-
ca com 17 vaaaa, ou a 800 rs. a vara, chitos fran-
cezas de muito boaa qaalidodea o de llodoa pa-
droes a 240, 280, 300 e 320 o covsdo, fil de li-
nho liso muito fino s 720 a vara, tarlatana bran-
ca e de corea a 760 a vara, toalbas de lioho para
moa a 79 a duzia, ditas pelludaa muito superio-
res a 119 a duna, gollinhas de eambraia borda-
das a 800 ra.. manguitos e goliat de eambraia ri-
camente bordadas a 29 o par de msnguitoa com
urna golla, lencos braocos muito finos ebm bico,
renda o labyriniho a 1JJ280 cada am, ditoa da
eambraia de linho para arigibeira pelo baralissimo
proco da 4, 5 o 69 s dnzia, o aasim um completo
sortimeoto do fazendas de toda as validades,
que sendo a dinheiro vista so venderao por pro-
cos mui baixos : na bem conhecida loja da boa
f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e ceroulas
Vendem-ae superiores ceroulas de linho moito
(loas pelo barato preco de 269 duzia, ditaa tran-
cadas de algodo, mas de moito boa qualidade, a
179 a dnzia, camiaas brancas francezaa a 229.249,
26 e 309 a duzia, ditaa para meniooa a 22f a du -
zia, ditas para homam com aberloraa de cores a
229 a duzia : na bem conhecida loja da boa f
na ra do Queimado n. 22.
Manguitos com gollinhas.
Vende-te manguitos com gollinhas, fazeoda
muito boa, pelo barato prego de 25OOO, gollinhas
e puobos ultimo gosto a 2*000, golliobaa muito
finas e bem bordadas a IJOOO cada nma na ra
do Queimado loja de mitfdezas da Boa fama,
n. 35.
Tiras e ntremelos bordados.
Vende-se pesas de tirss bordadaa de 2,500.
3,000, 3.500 e 4.000 ntremelos a I96OO e 29000
cada pesa na ra do Queimado loja de miodezaa
da Boa fama, n. 35.
Bonecas francezas.
Vende-se bonecas francezas ricamente vestidas
49OOO e 59000, e 2f 000 bonecas de cera com os
olhos movedeos a SgOOO e 39000, na rus do Quei-
mado loja de miadezas da Boa fama, n. 35.
Fivelas de ayo para sintos.
Vende-se fivelas de aso para sinto s 1&500 rs. e
29OOO na ra do Queimado loja de miadezas
da Roa fama, n. 35.
Baleias.
Vende-se baleias 120 rs. cads urna aspa de seo
para balo a 160 rs. a vara, bandees a 19500 rs. e
2$00 o par, na ra do Queimado loja de miadezas
da Boa fama, n. 35.
Cascarilhas de seda.
Vende-se caacarrilhas de seds para enfeitar
vestidos a 29000 a peca n* ra do Queimado
loja de miudezas, n. 35.
Meias de borracha.
Vende-se meias de borracha para quero padece
de eryaipela a 159000 o par, meias de seda preta
para seohora a 1(000 o par na ra do Queimado
loja de miudezaa da Boa fama, n. 35.
A boa fama
venda gollinhas o punhos com botoes para tenho-
ra, fazeoda muito boa, pelo baralissimo prego de
29 : na ra do Queimado n. 35, loja de miade-
zar da boa fama.
Sapatos de borrad** para
senhoras.
Venda-so upatos de borracha para seohoraa a
amos a I9500 rs. o par, sapaUnhoa de lia para
raancaa a I9OOO rs. o par, ditoa marin al9500 rs.
toueaa de lia para creeoeaa a*2f0. IfSOO. 800 ra.
ttpalinnoe de seda ren menta bordadoa proprioe
para bapiiaadoa a 89600 o por. na roa do Quei-
mado leja de miudezas da Boa fama, n. 39.
Palmatorias de vidro lapi
dado.
Vende-se palmatorias de vidro s 19000 rs., ditas
eom mangas proprias para rapazes a 49500 ra.,
"Jj"01. eicsrrsdelrss de vidto s 49500 rs.
o 59000 o par, na rns do Queimado loja de
miudeza da Boa fama, n. 39.
Perfumarias muito finas e
baratas.
0pi,ii! D/Ie" 500 lita francesa a 500
rs., 040, 19000, oleo da socledada hygieniqae
rerdade ro el9C00 o frasco, oleo babosa de Pirer
verdadeiro a 800 rs. o frasco, agua balsmica
para os denles a I9O6O, dita de Botot tambem
para os dentes s 1500O o frasco, pomada rance-
za en plot a 500 rs. e lfOO, 320 rs. sabonetas
muito fino a 640 rs., 800 rs. e 19000 cada um na
rus do Queimado loja de miudezaa da Boa fama,
n. 35.
A 200 rs ,so pavao.
Vende-ae chito fraocezs escara de cor flxa a
dous tostas o covsdo: na ra da Imperatriz n.
60, loja e armazem do patao.
A 2$500, s o pavo.
Vendem-ae cortes de.esmbraia branca com 2 a
3 babadoa a 29500, diloa de tarlatana broncos e
de cores, com barras e baados a 39: na ra
da Imperalriz n. 60, loja e armazem do navao de
Gama & Silva.
A 500 rs s o pavo.
Vendem-te aa mais modeross o floissimas lia-
zinhaa de quadriohos o de flores solas epalmi-
nhas, desembarcadas do ultimo navio rindo do
Harre.pelo baratisaimo proco do quinhentos ris
o covado, e dio-ae as amoatras com penhor : na
raa da Imperatriz n. 60, loja e armazem de Ga-
ma & Silva.
Cabaias hespanholas, na
loja do pavo, a 400 rs.
Vende-te esta nova fazeoda de padrdes delics-
dissimos eom 4 1|2 palmos de largura, propria
para vestldoa de seohora a 400 rs. o covado : na
ra da Imperatriz n. 60, loja e armazem do pa-
ri de Gama Silva.
Aitenco
Vendem se duaa casas na povoacio de Game-
leira, sendo ama ns ra de Papacara e a oalra
do lado ds eitaco, muito boas para negocio: a
tratar em Gameleira com o Sr. Joio Venancio,
ou na ra do Qusimado n. 47.
Polassa di Russia.
Vende-se emeasa deN. O Bieber o
G.,|nicceuores, ra da Cras n. 4*
A verdadeira essencia de aail
para engommado.
Acaba de chegar para a loja d'aguia branca,
raa do Queimado n. 16.
As afamadas agulhas impe-
riaes com fundos dourados,
e dedaes de marim.
Acabam de ebegar para a loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Berzeguins ioglezes.
Na ruada Imperatriz n. lo defronteda boneca
loja do Pinto, receben-ae polo ultimo vopor tyn
grande soriimento dos j bem acreditados bor-
zegaios inglezes qae renda-te por 10ge 119, di-
nheiro logo contado.
I Para brinquedo de S.
Joo.
Vonde-se amendoas pelo barato prego de 640
rs. a libra : na roa do Crespo n. 7, roa larga do
Rosario o. 35, ra Velha na Boa-vista n. 33, roa
do Bangelo.9, ras das Cinco Pontos dofronte a
ettago n. 140, ra Augusta, esquina do becco do
Manteo n. 1.
DA
Fundicao Low-Moor,
Boa da Senzalla Nova n.4t.
Nesta eslabelesimeoto continua a haverum
completo soriimento do moendas a meias raoen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
do ferro batido e coado de todos os lmannos
para dito,
A banha fina,
bm copos- grandes, ebegou para a loaj d.agoia
eranca, raa do Queimado n 16.
Oh! que pechincha. .
Vende-se palitos lixadoa foliados finos para
dentes, 2 masaos com 40 massiohos por 400 rs.,
na ra da Ioperatriz loja da Arara n. 56.
Vende-ae a preatocoes annusea o engenho
Santa Croz, sito ns freguezia da Luz, a margem
do rio Tapacuri, diatanto desta capital seis e meie
a 7 legoas, tendo trras da maior produegao para
3,000 paea aooaaes, boas malas e todss aa obras
preciaaa para lucrar-ae, bons lavradorea, dous
cercadra ; e tambem vende-se, no caso de contu-
so comprador, urna boa safra criada : a tratar no
meamo engenho, oa na ra do Llvramanto n. 36,
segundo sndar.
FAZENDAS E ROUPAS FEITAS
DE
Bernardino Jos da Silva Mala.
43 Ra do Queimado 43
Esquina que volta para a Congregacao.
Cambraias orgaodys padrdes muito bo-
nitos a 600 rs. a vara.
Ditaa moderna duqueza do rleans a
560 rs.
Chitas largas escuras finas o corado a
240 e 260 rs.
Ditas muito finas verdadeira francezaa a
300 e 320 ra.
Cambraias branca finaa a peca 39, 49 e 5J.
Ditas de salpicoscom 9 varas pega a 49-
Chales de lia escocezes para as senhorss
andarem em casa a 39.
Laaziohas para vestidos o covado a 520.
Cambraia prela moito fina a vara a 500
ria.
Chitas fuitio para vestidos o corado a
340 rs.
Saias balo arrendada a 59*
Lences de bramante de linho fino a 39.
Ditos da dito de algodSo a 1 $80 r.
E outraa maitas qualidadea qae s a
vista do freguez. tambem manda faser
roupaa por medidaa.
De tudo se dao amostras com penhor.
Grande liquidado
DE
muitas fazendas baratas,
na toja da ra do Cres-
po n. 8 A, de Leandro
& Miranda.
Lencos de seda grandes e de bonitos pa-
drOes a r
Gollinhas de eambraia bordadas
Di80drs.U" eUMS C" b0d" de
B"U5ode 1S 0?B P,lm" maU"d".
Greode diveraidadedecollariohoa, nm
Hicas suas de cambraia bordadas
Pecas com 17 varas de cambraia de eal-
picos a
Grande soriimento de camiaas psra bo-
mem a
Dito dito de ditas para menino de 19 a
Chapeos de feltro, forma moderna, a
Enfeites de grsde de cores e pretos a
Manguitos de cambraia bordados, a b-
lo, o par"
Ricoa orgaodya de bonitos padrees, vara
Chalet de merino liso de todas as cores
Ditos de dito matizados, poota redonda
a 7(000 o
Grande variedade de pecas de tiras e ba-
badiobos, pecas de ija
Grordeoaple preto muito largo e boro
covado
Mil e tantos piletots de casemira de co-
rea aaccos e sobres de todos os la ma-
chos s
Paletots de brim de cor de 39 a
Chapeoa de sol de alpaca de 39500, 49 e
Havendo muitos outros artigos,' e tod
rendidos sem reserra de preco, a diohsl
Garlos IV e III,
Vende-se eom esla effigie patacss Ibespa-
nhoes: na ra larga do Rosario n. 24.
Mmta attenco.
Na loja de Silva Cardozo, ra do Im-
perador n. 40, vende-se roupas feita
de todas as qualidades pelos preco
mais baratos possiveis que se pode ima-
ginar, pois pode vir os reguezes com-
prar porque pechincha.
Ultimo goslo.
Gollinhas bordadas e punhos
com botos para senhoras.
A loja d'agaia branca, onde bem se encontrare
objectos modernos e de gostos, seaba de receber
um lindo sortimeoto de gollinhas bordadas e pu-
nhos com bonitos boioes, o qae boje ultima-
moda, e por isso neohuma senhora se dere ne-
gar a comprar urna detsas guaroicoes por 29000
tanto mais quanto ellas sao oecesaariaa para'
completo ornamenlo daquellaa que tero de apre-
ciar as bellas represeotaedes do Marlnangel o
meamo as que nao forem teem igual direito 'de
comprar esses bonitos arranios ; na loja d'aguia
branca, ra do Queimado o. 16.
2(000
0
250
29400
12SO0O
19840
3*000
11000
29000
960
49OOO
89OOO
19880
29OOO
OSOPQ
5J0O.
49900
os sero
re.
Doderno aslabelecimento aa en-
um completo e variado aorti-
DUDtotaa fazendas o roupaa feita por
precoa mui razoavoia. O deseogaao d
vlato per :
PaletUJde casemira saceos e sobreessa-
coa a 109.
Ditoa d.meia casemira dito dito a 59.
Ditos de brim psrdo de linho moito fi-
nos a 59.
Ditos de lpica prela fina de 49 a 69.
Diloa aobrecaaacoa de panno muito li-
no 229.
Diloa de futto do cor miudinho a 38 .
Calcas de casemira de cor a 59, 69, 7
6 89000.
Ditas de dita preta a 79, 89 e 109. .
Ditas de meia caaemira a 39. 39500 e 49.
Ditas de fustas e ganga da cor a 29,29100
e 29500.
Ditaa de brim pardo de lioho a 29, 3S.
49e59.
Ditaa de dito branco a 29, 39 a 49.
Colletea de casemira preto e de cor a 4S
659000.
ARMAZEM
RO UPA P3FPA
K ROA BO UEIMBO M46
i u 8oMn'22 ^ffS *?f-ftH....."' ? 289, 80e 35|, easacoa moito bem
faltas a 251, 28g, 30Se35|, paletota acaaacadoada panno preto de 16 at 159. diloa.de esaemira
da cor a 159,181; 20|. palalota ucee* no panno o casemira de 89 at 149, ditoa saceos do alpaaa
m enn e la da 49 t9. aohre de alpaca o merino de 79 at 109, calcoa protoa do caaemira da
89 at 14|, ditoa do cor 0079 at 1M, roupaa pora menino do todoa oa lmannos, grande aorti-
manto do roupaa da brins orno seiom alcaa, paletota o colletas, sortimeoto do colletos protoa 4e
satim, caaemir o velludo de 49 a 91, ditoa para casamento a 59 o 69, paletota braneo* de bra-
mante a 49* 5|, calcas brancas moito finas a 6f,o dernas, completo soriimento de eaaemiraa ingieras para homam, menino o aenhora, serootos d*
linho e algodo, chapeos da sol de seda, lu? as d* seda de Joain para hornera o un hora. Te-
moe ama grande (anclan do allaiaie ende recebemos ooeommendaa de grandes obres, qoe pora
eso est sendo adminiatrada^por am hbil meatre de aomalhante arte o um peeaoal do ansas de
sineoeota obrairoa escolhdoa, porlanto execulamosqaahjuer obra com promptidio a mala barat
po qae em ostra ajulauer caja, .
Joaquim F. dos Santos.
40Ra do Oueimado40
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Neste estobelecimento ha aempre nm* soriimento completo do roupa falla de
todaa as qualfdadaa a tambem ae manda esecutar por medida vontado dos fregue-
ses psra o qoe tem nm dos melhorea profouoras.
Casacaa no panno preto a 01,
851 e 309000
Sobrecasacosde dito dito a 359 s 309000
Paletota de panno preto e de co-
rea a 359. 809, 259,109.189 209000
Ditoa de casemira da coras a 229,
t5f.129.79e 99000
Ditoa de alpaca preta golla de
velludo francezaa a 109000
Ditos do marin setim pratoa e
de corsa a 91 s 89000
Ditos de alpsca de cores a 59 e 89500
Ditoa de alpaca preta a 99,79,99 e 8|500
Ditos de brim da corea a 5f,
49500,49 e r 39500
Ditos de bramante delinho b an-
co a 69. 5| e 49000
Ditoa de marin de cordio preto
a 159 e 89OOO
Calcaa de caaemira preta e de co-
, ras 9. 109, 9f, 7 e 6000
Ditaa de princoza a marin de
cordao preto a 59, 69500 o 49500
Ditaa da brim branco o de cores a
59. 49500 e
Calcaa do ganga da cores a
Gollete do vallado preto e de co-
restisose bordados s 129,990
Ditos de caaemira preto e d* co-
res lisos a bordados a 69,
59500,59 SfSOO
21500
|000
89000
Ditos da setim preto 59000
Ditoa de seda e aetim branco a 6 e 59000
Ditos do gorguro de aeda pretos
o de cores a 79, 69, 49 e -59000
Ditos d brim e fustio branco a
31500, 295OOe 39000
Seroulaa da brim de lioho a 29 a 29200
Ditaa de algodio a I96OO o 1 $280
Camlaaa de peito de fueteo branco
ede cores a 29400 o 29200
Ditas de paito delinho a 59, 49 o 8*000
Ditaa da madapollo brancaa e de
corea a 89. 29500; 29 o lf 600
Chapeoa pretoa de maua francesa
forma da ultima moda a 10|,
81500 a 79OOO
Ditos do feltro a 69. 59, 9 o 29OOO
Ditoa da aol de seda inglesee e
francesea a 141,129, 11| a 7#000
Colarinhos de linho moito fines
noTotfeitios da ultima moda a 9800
Duoa de olgodio 9500
Relogioa de onro patente o hori-
xontal a lOOj, 909. 80| e 70|000
Ditoa de prata galvaniaadoa pa-
tente o horizontaea a 409 e 301,00o
Obras de ooro, adarecoe e meios
aderecoa, pulceiras, rosetaa a
ansia a 9
Toalhaa do linho dutia 101, 69 o 9J
Ditos grandes para mesa nma 39 o
Escravos fugnio.
Esl fgido desde o mez passado nm pieto de
naci Costa, de nome llanoel, bizo, cor ful,
parece ter principio de irialdade, falla mullo atra-
palnado,- representa ter 40 aunos de idade, tem
sido visto pela ribeira e nosarrabaldes desta ci-
dade fazendo limpeza : roga-eo as aoioridades-
policiaes e capilies de campo a apprahen; ao do
dito preto, o lera-lo a ra da Cadeia Velha n. 1.
qae ser pago lodo o trabalho. *
Gratificase com 300$.
Contina a estar fugiio o escravo mualo do-
nme Rogerio, de idade 24 annos, punco mais oa
meno, desde o anno de 1853. com os signaes
seguintes : altura regular ou menos, rosto redon-
do eaqueielado coralaranjada, com falla de den-
tea, quaodo falla carrega no R. que ouvindo-so
elle fallar d apparencias de tato, olhos atoarel-
lados, nariz chato, cabellos amacacados e ralos
quando fuglo tinha principio de barba, tsuj. t
coatas bem cicalrizadaa, em um dos vaaics tem
urna cicatriz de urna postema qae leve, un lao-
to espadando e eitomagudo, os ps um poaco
spalbetados com os tornozelos para dentro ello
muitas cicatrizea que tem as costaa : rogo! por-
tento as Illmas. autoridades, lano civis como
policises. qu* se digoem auxiliar aos senhores-
capiiaeede campo ou particulares na apprelieoeao
do dito escravo. e ser remellido ao seo leirilime
eenbor, no engenho Pindobinhs, sito ns freaue-
xia de S. Lourenco da Malta, comarca do Recie
Joa Loiz de Aodrade Lima.
Fugio no dia 12 de abril deste correnta an-
no do poder do sbaixo asaigoado, o pardo de no-
me Francisco de 17 anoos de idade, qoe ten. bo-
nita figora, todos.os dentes, cabellos caraplnhoa
e ruiros, temi sido este pardo escravo do Sr
Dr- Antonio Borgesda Fonaeca, de presumir
qoe ande por algum dos lugares por onde o mea-
mo sen or tem viajado, como sejam Iguauss
Goiaona, Inga S. Joao, Campia, Serra de Tei-
xetra, Po d'Alho, Limoeiro, aa tres villas da co-
marca -de Paje de Flores, sendo qoe segundo so
auppoeetleja tambem no engenho Iohamia por
haver sido viito ha poucoadias em Iguarass por
ter amizade com una mulalinhos desse engenho
anda de presumir que o dito esersvo por ah
se inculque como a servicodo dito sr. Dr. Bor-
ges da Fonseca, afim de nio ser apprehenilido :
quem pois o aprehender ondeqoer que for encon-
trado esse esersvo e o vir entregar ao seu legi- -
timo dono na roa do Hospicio n. 6, qae ser muc
generosamente por elle gratificado.
Ignacio Luiz de Brito Taborda.
100,000 rs.
de gratificaco,
a qoem apprehendere levar cass de seu stnhor
na cidade do Recife. na ra do Collegion. 75.
terceiro andar, o escravo Antonio, d naci Cas-
aaoge, com os sigoaes segu otes, a asber : idade "
40 annoa, pouco mais ou menos, eslttura regu-
lar, falta de dentea na frente da bocea, em orea
oreiha tem um toco tirado, debaixo do qneiro ee-
querdo tem trea baracos, aignaee de dentes rrv**-
doa, tem um defeito no lornozelo do um des ps
pelo qual pocha um pouco no andar, eoaionr*
embreagar-ae, e anda fgido 5 metes, pone
mais ou menoa, foi escravo do fallecido MarothV-
no Antonio Pereira.
200.
uesappareceram ao abaix*o assignado
no dia 1 de junho de 1861 do engeriho-
S. Domingos na provincia de Sergipe,
comarca da Estancia, os escravos Liam-
dro, pardo, moco, cabello anndltido,
baixo, grosso e tem na testa sobre um
cilio urna cicatriz proveniente de ud
ouc de urna vitella: e Raymundo,
crioulo, moco, alto, olhos pequeos e
pes grandes : gratificase com lwO/jf por
cada um dos ditos escravos a quem os
presentar no dito engenho os na
oe da Babia uo escriptorio do il*|
te Joao Jos Leite, e em Pernana ucti
acadmico do 3- anno Elias 'oeoa]H
drosa roa do Berpreio n. 4#.
rtAp,,. -
iaentrn;
*



-**-
DUaiO DI PIENAMBCO.
DI M4K) DE 1161.
Litteratuia.
jjl !<<
-
Omana* no lempo de Constantino nio houve dis-
te de burguesa manufacturara e mrcente que
------ ---------- j mostrsMe instinetos mili sabio*, providentes, fir-
Da Hberdade franceza e ns e.nicdeS P^^^tS^Mji .".tE
de existencia. cosas, que praticavam o dever com tanto ascro-
tConclufo ] I pulo como o direito, que pressvam a le da mes-
r.i & ..rH.Ka a Zuia...!.. .. .. .' m,-*ora>a ,uc o privilegio, que inclioaram-ie an-
Tal a verdade, e os psrlidosde outroraqee i0 a aristocracia lembaixezs dirigliu o poro
i. conhaciam. Se nao igooravain qoe pura mo- gem austeridad* B"xe auigism o povo
E~r? s:r &- ^.""" Kasr ssk
aeViren\-aa da ou ?.'liSt ,.Bt! '-lo.convioha mirave| harmona; vivem nicamente de intel-
semrem-ae de outra linguagem. Nos iivros, noa Hgeocia. ectividsde e patriotismo
lirio S! decr|.V.?.mPa^u0S "^ ,8i f" A -eaiez. Vpa?. X ante? um l.eo do que
SecUm.vSm soh? ?. -f.8 h'6 ,p0J'UC* ; um *uU' e p're" m,i Preillr obra commum
oeciemavam sobre aa quesle de salarioa, os do queexeculs-ls.
barloa?.0 ni! m,ri1aw vd" e,'",e? i" ; Comprehende-ss por t.nto que o rgimen das
tfa.hm'.J?!?P0i eilll,m -*,,n,bem "berdade, liberdades que se reelamam convem a um talpovo.
tunr? .i- "Jfri0s ""J .3leva,l0. un Nio ha no governo inglez oenhuma flccao : as
mm ia?. ..' C l2?-ffmX\? t0{ /eu d,S" lotri". oci.dades, por isso mesmo que ali
tP.An' "' hab,1,dade- IJ" a demons- seriam impotentes nao se manifestara.
3 ,mm Pmptoru que as liberdades de Nioguem v ali absolutistas e demagogos da-'
!. tall,n;o,t aquellas com qae se ioqaela o rem-se as mios para fazer revoluces; nem ter-
povo 1ando estao meagadaa, polas quaes elle ceiros partidos ambiciosas subirom at>s mioiste-
e dedica e decide, quando n V* ?' Sotram ? numero de aeus mais ina-; das maiorias ; nem o poder real minado surda-
areis bens, e formam a melhor parte de sea '
patrimonio poltico ; elle o aabe e tem coosci-
encia disso. Por iiso nao elle que geme e se
queita de nio ser muito livre. .
Ma essas liberdadies, cabidas da revolugio,
deviam bem depressa alteraras e degenerar
em certas latas do goveroo parlamentar,
volugo dera-as para que fossem empregadi
em Telar edefender os interesses do poro ; em-
mente por uos.deffamado surratelramente por ou-,
tros. Todos ali trabalham simples e francamen-
te ; todo* occupam seus lugares e com elles con-
tentsm-se, sem cuidarem em qualquer augmen-
to ou mudanga.
Para todo o paiz, que,'como a Inglaterra ties-
_.L9"'"'re* apandes corpos tao amigos, nscionaes, for
"' (tes, iotelligentes, unidos, conservadores e libe-
raos, s liberdades de quo se trata teriam nstu-
V,T^*fJ*Lt.*a* b'0"P"iS10!es;inJ1a8'oa- ramente, como para a nacao ingleza, asmis
t nasa., n.. ti nn" a,B1)loe, e 0""" bem indicadas ; e o podar central e motor nao
?ih.rPd.fl* H.Lnrfn.. "! ,cK08luon" u"f. "rU leria necessidado do ser forte, e sua accao direc-
do mfBnt?PKm!V,r'DUf:?' a agitaQio dissolutiTs. desa-!8em inconvenientes, porque esses graodeacor-
pos histricos e tradlciooaes nao separara sua
causa, sau poder e deatino da causs, do poder
e deslino da raonarcbia, e julgarism ferir o
sen proprio poder ferindo o d'ell*. Has eaaas
credilar a autoridade elra'baltar pela queda do
gorerno. Sao essis liberdades, em saa excesaira
exlensio, que se quererla fazerconaiderarcomo
o complementa neceasario do decreto de Si de
novembro e que boje ae reclama. E' justo que
sejam concedidas? A nos nao Compete resolver
esta questo : nao esse o Qm
semoa no presante trabal
examinar, o principio, o
di;5es de existencia dessas Inerdades. Supo-
nhimoi que se Cariaco novas ccncessdes.
Eisas liberdades, levadaa ao sxcesso, j foram
vistas em acco ; todos sabem o que produzl-
ram ; reproduziriam lalvez os mesmos effeitos.
Oertamente os que as desejam, julgam-naa iaof-
fensivas, se nao sem inconvenientes, pelo me-
nos Sem Iperigo. Em outros tompos, a tactiea
dos partidos era querer fizer crer na opporlu-
nidada daa coocessea que sollicitavam, procla-
mar que estaa nao deviam inspirar nenbuma in-
quietacao, e nao podiam ler seio felizes resul-
tados. Sabiam que neceasilavam dissipar os re-
celos do poder para dalles obler o que exigiam.
Hoje. todos nos sabemos, as cousas estao mu-
dadas, e os partidos sao soroente animados das
mais leaes e patriticas inteocSes. Devemos
em duvida con inuar a deseo ifiar d'elles e de
sus pelicoes de liberdade, nao por causa de seus
clcalos e ambicdes ; mas tao tmenle por cau-
sa de sua credulidade, de suas illusei mu ge-
nerosas e facis. Sejam porm elles de boa ou
ma fe, os efTitos sao sempre es mesmos : cada
concesso que faz um governo nao parace apre-
eentar sempre um perigo, se a considerar-mos
m si mesma e isoLdameole ; mas se a appro-
ximamos da que a segu (quasi sempre ha outra
que a segu, na realidade, por que -n'esse cami-
nhj nio se para fcilmente, e ns concesaes tra-
zem como conseqaencia novan concesaes), se,
dizemos nos, approximarmos umaa das oulras,
se as encararmos em aeu todo, comprehendere-
mos fcilmente que o proprii poder ir-se-ha
pouco]a pouco desarmando, migando e arruinan
do, vira um dia em que nao |>oder resistir aos
pipes, que lhe foram dados. Hazzini, esse es-
pbinge da revolocao moderna, dizia em nm re-
centa manifest: Sede uoaaimos em pedir so-
mete urna reforma ; a qual preferivel que seja
oe peuca importancia, quasi insignificante, Logo
que a obtiverdes, agradecei, arplaadi o governo
que vo-la concedeu ; nio percaes urna occaaio
de vos mostrar Jes a elle recoo lecido. cantar os
seus louvores. lisongea-lo. adula-lo ; procla-
nse-vos seus mais ardentes e dedicados parti-
distas ; mas pedi-lhe reformt que segu im-
medialamenle ; applaudi-o de iovo quando vo-
la conceder, iocensae-o, louvae-o, adulae-o an-
da ; fazei-vos cortezaots, fazei crer por toda parle
yossa gratido; admira^io e nnlhusiasmo pelo
re e ministros ; mas ped a n forma que se se-
gu asegunda, recomegae logo vossas lisonjas,
louvores, adulaces e eotbuslasmos; maspedi
anda a reforma que se segu....... continuas
saim essa obra paciente de dealruigo de todo
poder, de toda autoridade ; coatinuae-a at que,
de reforma em reforma, os governos, contra a
sua vootade e com suas proprins maos, fracos e
deamantelados, se teobam deutluldo de toda a
forgae accap; enlo a ravolugai sopra de cima ;
ases goveroosdesmoronar-se-ro como castalios
de cartas ; ajevolacao estar l'eila......tTal 4 a
tctica.
V*-se agora a razo por qie, em todas as
concesses de liberdades, quaesjuer que ellas se-
jam, convem ser circumspecto, e exsminsr com
j'i'.dadose ellas podem eacerrai algum perigo oa
er causa de graves embaracos. Aotes deli de
oovembro, tariam adiado sulcieotes essas li-
berdades qu* cooferiu o decreto dessa data ;
ter-sa-hiam contentado, entra outros dirsilos.
aom o de supplics, que comprtheo.de, e absorve
quasi todos os outros por sua importancia e ca-
rcter.
A afio lornou a entrar na peise d'esses direi-
to, e entretanto ouve-se dizer, por pequeo nu-
mero, verdade, que isso nao anda sufficien-
te, e que anda sao precisas ou .ras liberdades.
Accrescentam at, em cerlos lugares, que o
ystema de liberdades garantid; a pela carta cons-
titucional de 1830 foise restabelecldo, assegura-
vam que nada mais bavaria a desejar; ninguem
mais se queixaria.
Esquecem aomente que durante desoito an-
noa osarnos desse rgimen de 1830, que ae quer
fazer pastar pelo rgimen liberal por exeellencia,
e que durante esses mesmos desoito aonps cla-
maran) sempre contra a sua lyrsnia I
Os Chateaubriand, Carrel, Lamarque, Lamen-
nais, Doponde de 'Eure, (j.irn'.er Pags, Mar-
resl, Laffitle, Royer Collard..., diziam por ventu-
ra que eram livrea ?
O Nacional, o Secuto, o Con. til ucional, o Cr-
relo Francez.o lempo, a Gazna de Franca, a Re-
forma, a Imprenta.... diziam que eram livrea?
Diziam que eram opprimidos, que a carta cons-
titucional era violada, que o ri era perjuro ; di-
ziam que a liberdade da imprensa, da tribaoa,
das eleices, o direito de raun o, a independen-
cia do jury, que nada d'isso exista, ludo era des-
naturado, roubado, confiscado ; que tudo era ar*
bitrariedade.nypocrisia corrupeo. Durante es-
ses mesmos desoiio snnosbadiram as incompati-
bilidades parlamentares e a reforma eleitoral.que
nao era ma* do que a adjuoccjio das espacidades.
Xam boje aa incompalibilidadus mais absolutas e
o mais lato suffragio universal. Deixam por isso
de qaeixar-se ? Convem porianto, mas conces-
aes que possam ser proposts i, renunciar sitia -
fazer cerlos espirito*, embora >a mais bem inten-
cionados possive Nao devemoa toma-Ios por
iuizes, nem por elemento! d<> delerminacio. E'
preciso somante ter em vistas a verdadeira aitua-
. ao do paiz, ver o que ella parmitle e ordena.
Examinando de pertd essi sitaacao conhece-
moa fcilmente que liberdrdes parlamentares
asedas que c*.vam lenta, nae fatalmente, os
abysmoi, onde vio enterrarse o* thronos e al-
fkVI*ie"0' PT*. Comarehendamo* eaaa*
lioerdades quando exlatem compensacss capazas
de restsler-lhes e modera-lis, quando o poder
contra! motor nio aviltado nem dominado
por ellas ; comprehendemo-las os Inglaterra.
A Inglaterra tem maolido urna aristoerscis : tem
conservado, em sua forma, e poder primitivos os
tres graodes corpo do clero, da nobrezs e das
communa*.
Ainda hoje v o* tiapos, ou aeohor** e na cor-
pos muoicipse* exercer a jurtica, em aaas res-
pectivas jurladiccoes.... Detoia da queda da no-
breza romana, no lempo de lugusto, a historia
da mundo nJo presenta um corpo previlegUdo
feo intelligante, activo patritico e to poltico
como a nobreza iogleze, dand) o examplo em tu-
do, na armad, no exercito, oa agricultura, a na
industria: carpo aristocrtico e liberal, conserva-
dor a progressivo, dizendo nial do rei, mu ve-
nerando a realeza, Depois da queda daa juraoda
liberdades, isto aquellas que tem por efleito en-
fraquecer o poder executivo priva-lo de sua ac-
11 um a que nos propo- cao preponderante e admislrativs para confer-la
ho. o que queremos a urna assembla, impreosa ou quem quer que
carajter, sao as con- seja, essas liberdades didlcilmente sao realisavels
E* por easa|razio que democracia da conitU*-
xnte oujda cort>#neao.Qel mxima da dividir para
reinar, a temeodo o poder e influencia da
communa de Parla, formara doze municipalida-
des da dignidad* dos negociantes, nome que se
dava entio a nica can da cmara deas* erando
cidade. "
Sob a democracia da convenci e do directo-
rio, a admlmatracao ar* extraordinariamente mo-
narchica oa antes desptica, e todos ssb.em como
governavam os procnsules ou commisssrioi en-
viados aos departamentos pelo aaiembla dsssl-
vacio publica, administradora aupresaa da fortu-
na a vida de todos os cidadaos.
Assim, des le 1789, desde que o m o vi ment
unilsrio comecado pela realeza e acabado pela
propria revolucio coHoeou o poder executivo as
condiedee que temos mostrsdo, todss as consti-
tuales ds Frsoga tem sido esda vez mais demo-
crticas, populares, isto traca.
O que coovinha a essas constitoiedes psrs com-
municar-lhea ama (orea qoe por ai mesmss ellas
nio ttoban, para sustenta-las, consolida-las, fa-
ze-las emfim viver, era urna administrscio e um
rgimen fortes, vigorosos e resolutos.
O cootrsrio se msnlafestou : estabelecau-ae o
rgimen debilitante de certas liberdsdes parle-
meotarea, e qual bem depressa dea os seus frac-
tos. Essas liberdades tiversm logo como coose-
queiela crearem-se junto a realeza outros tantos
poderes rivaes e invsjosos, cedadla mais usurpa-
dores. r
Deade entio ponde-se estsbeleeer uta verda-
de : qoe o poder, ums vez affastado de sea prin-
cipio, que a unidade, tem ama tendencia irre-
sistivel para a diviso esds vez mais rpida ; que
poder central, neutralissdo, annlquilsdo peloa
11 DiaiBl MI\ flill
e entio se
._ veis
na Franca onde todos os grandes corpos tem sido
destruidos e aoiquillados: onde nio ha nobrezs,
burguezia ou clero que tenha urna existencia po-
ltica ; onde ae nao poderia formar urna aocieda-
de que gosasse d'essas liberdades sem que rea-
nisse, no mesmo ipitaote, qualro ou cioco opi-
nies inimigos, lutanlo para exterminar ama a
outra ; onde ludo 6 rivalidades, ambicoes.'psndi-
lhas ; onde o principio de autoridade tem me-
nas por base o respeito que se lhe tem, do que
o que ha neceasidade de se lhe ter; onde finalmen-
te quer nos costumes, quer nai tradices, quer nss
iaslituiedes, nao ha nada absolutamente que as-
segure ao poder, coatra o exorcicio dessas liber-
dades, o prestigio e a for$a necessariasasuscon-
servacio.
Essas liberdades nio sao lao pouco compali-
veis com urna organisacio politica e social como
a da Franfa ; eilas ahi seriam um absurdo e om
perigo ; ali se effectuou.idurante lampos secula-
res, um trabadlo unitario, constante e uniforme ;
ali se extinguirn e cabiram successivamente to-
dos os pederes parclaes e locaes, quetiveram por
depositarios a burguezia ou a nobreza, o clero,
o parlamentos ; ali se iotroduzu a unidade em
tudo, no territorio, na conslituico do clero, nos
corpos jud'ciarios, na admlnlatrecao, no exercito,
nasleis; ali succambiram todas essas autorida-
des, a operou-se esse grande movimento de
absorpcio e centralisacao em proveito de um
poder central e nico, que se elevava gradual-
mente sobre as ruinas d'essas autoridades ven-
cidas que elle recolheu e resuma ; ali tu-
oo abou por submetter-se dlreccio. auto-
ridad* desse poder; ali ficou someote em p,
nao tendo em torno de si neohum grande corpo
poltico, qoe podesse servir-lhe de apoio a forca
administrativa, esse poder, que, em rasao de seu
isolamento via-se obrigado a coostitair-ae de ma-
nalra que a si mesmo bittatse por si mesmo vi-
vesse e triumpbasse de tudo qua podesse fazer-
lhe obstculo.
Nio aera duvida impossivel que tal poder
consiga formar urna cousliluigio que lhe permita
viver e manter-se na altura de seas direito* e
deveres de governo, mas com a condiegio de que
elle, que nao tem tora de si mesmo cousa algu-
ma que o defenda ou preleja, que s de si mes-
mo pode tirar sua aegao, nao deve ser tratado
como poder na Inglaterra, que cercara de insli-
tuicoes que lhe prealamtaua influencia e autorida-
de ; que a pardelle nao devem estabelecer-se li-
berdades que, com o andar do lempo, poderiam
ser maia fortes que elle ; e qae finalmente nio
deve aer entregue aos attentados o assaltos d'es-
sas liberdadea. Tal era o pensamento de Napo-
leao quando dizia : O poder na Franca nao de-
ve ser urna emanagso do corpo legislativo ; elle
tem necessidade de urna existencia propria ; pre-
cisa ser forte porque as outras inslituicoes sao
sem consistencia, e nenhuma aellas podara.ga-
rantir a nago contra a usurpago de um coronel
que tivease 4000 homeos sua diaposigao.... um
cabo de esquadrs poderia apoderar-se do gover-
no em um momento de crise. (Sessoes do con-
selho de estado do 1" de dezembro e 7 de feve-
reiro de 1804). Um poder n'essas condigoea dif-
icilmeote comporta a existencia de liberdades
que sempre foram dissolutivas e poderiam ainda
se-Io : o que moatra toda a historia de Fran-
ge. Sella se enconlra a demoostrsgio comple-
te, evidente desta verdade : quequanlo mais de-
mocrtica isto frsca a constituigio do poder,
tanto mais perigosas e moras podem ser liberda-
des como essas que se reclamam ; e que, pelo
contrario,quinto mais aristocrtico e monsrehica,
ialo forte, eaaa conslituigo, tanto mais se
pode ostender e favorecer o dominio da liberda-
de. Passaramos a desenvolver os nossos racio-
cinios.
Em lodo o estado ha um principio monarchico
e outro popular, porque ha em toda parte gover-
nadorea e governados, poder subdito. Em todo
estado tambem ha dous partidos, meios necesss-
rios para toda establlidade e ordem : consfituico
e adminisiraco, dous partidos que muitas ve-
zes se confuodem e que sao claramente distinctos
um do outro.
A conslituico 0 temperamento do estado, a
administragao o aeu regimem.
As locugoea mais uauaea confirmam essa dia -
tinego : iolifferentemente diz,** fallando do ho-
rnero, constttuico e temperamento, e, fallando
do estado, admittracio e rgimen.
Se a constituigio do estsdo forte, monarchica
oa aristocrtica, admioittragso pode ser risco
ser traca oa popular ; se pelo contrario fracs,
ou popalar ou democrtica, a admiiniatrago de-
va aer forte ou mootrebica. Assim, voliaodo
com paraca o com ohomem (quasi sempre ascom-
paragdea da sociedade com o homem sso justas.
porque a sociedade o corpo, cujo elemento
o homem) os homens rseos de temperamento ou
constituigio devem, como vulgarmente se diz,
viver com rgimen; mss aquelles cuja consti-
tuigio vigorosa podem algumaa vezes, sem aof-
frer damno algum, desviar-se do rgimen, e al
mesmo cnmmetter excessos.
Entretanto com o andar do lempo os vicio* de
rgimen podem eofrsquecer a conslllaigao mais
forte dos individuos ou estsdo*, a para prova
ditso nio precisamos ir moito longe.
Ns antiga Frangs, cuja constituigao era monar-
chica, os corpos administrativos de communa ou
provincia/ oa paizea de estados, al com seaa
coodes e bardes, as assemblas provinciaes, ecl.
eram verdadeiraa assemblas popalares: ersm
como ellas resolutss e multss vezes tarbulentss e
duordeiraa ; maa a torga da constllaigio monsr-
ehica prevena e reprima seus desvos, e reli-
nha no vaso esse licor em ebulligao sempre
prestas a tresbordsr.
Essa admioiatragio popular at mesmo deixa-
va um tanto fronxas aa relea* ; e o que fazia
diler nm grande papa, que ae admirava da tor-
ca da Frange apezar do laitter-aller de ana ad-
mioiatragio : qae a Frange ,era gorernada pela
Providencia.
O qaedizemoa da admioiatragio, que deve aer
moaarcblca quando a constituigao popular, se
tem da tal forma verificado na Frang, queaem-
pre qae hoave no estado movimento* populare*,
nunca patiam do eaforgo qoe fax a democracia
para ingerir -se na conaliluigio do estado, a ad-
ministragao, aomente pela ordem dos coasas, tor-
nou se mais mooarchjca, e entio os governado-
res de provincias, al os moiorsi, tiversm maia
autoridade.
mui bem, quando
poderea particulares, logo abatido
apresenta aaoarchia, arevologio.
Foi assim, qae desde o dia immediato a 1789,
as facgdes comegaram as assemblas, e as
disseoges no paiz; cada qual quiz manifestar
sua vontade- particular, oa satisfszer sus paixio
de dominar pelo oxercieio de asa poder parti-
cular e pela aegio do sus forgs individual. Nao
boave forgs* que poudessem deter essa tenden-
cia lo vencvel do podar urna vez dividido, e foi
atsim que successivamente succambiram aa
Franga toda* aa constitaigdes democrticas, que
imprudentemente foram julgadas capases de
sapportsr o regimem dessas liberdades qae de
novo pedem.
Montesquieu explica isso
diz :
< Desde que cada qual tem seu poder, quer
exerc-lo; entio as sssemblas tornsm-se ver-
daderas conjuragoes, e a autoridade do povo,
suss leis, e elle proprio, nao passam de cbi-
meras.
a Isto acontece quando ae est dominado pelo
espirito de egualdade e liberdade extremas; eo-
lio o povo nio pode sofirer o proprio poder que
confia; quer fazer tudo por si-mesmo, deliberar
pelo senado, executir peloa magistrados e es-
polliar todos es julzes. >
Napoleio dizs tambem :
t Urna constituigio sustentsda por ao pler
executivo forte, semelha-se a um navio.
< Urna constituigio pelo contrario cujo poder
executivo fraco, nio mais.do que um balao
nos ares.
a m navio dlrige-se, porque ha daai torgas qae
se cootrabalangam : o leme ach om ponto de
apoio ; mas um balo o jogo de urna s torga :
falta-lhe o ponto de apoio ; o vento o leva, *a
direegio impossivel. ( Memorias sobre os
Cem-Dia, por Benjamn Constant )
Nio poderiamos por tanto meditar profunda-
mente sobre a sitosgio do poder central na Fran-
ga ; esquecemos multo o papel que esse tem re-
presentado em nosss historia e ha de constante-
mente repreaentsr. Esquecemos qae a conceasao
de certas liberdades tira fatalmente por efleito
eofrsquecer esse poder, e (orna-Jo pouco a pou-
co, e insensivelmente, ama assembla ou im-
prensa, prodomioantes nos negocios do paiz, en-
tretanto que as nossaa tradices, os nossos ios-
tinctos, o nosso carcter, bem como os nossos
interesses querem que esse predominio, essa
preponderancia pertengam ao poder central. O
nosso governo iodtrectsmente, e porque ns
Franga moderoa o poder ceotral nao pr dimi-
nuir sem que isso nio seja logo um ivor da
assembla politica existente ou d ,.-nsa, o
oosso governo, dizemos ni, viris a .Imples-
mente parlamentar, entretanto que *..e deve ser
representativo. >
Entraramos as lufas das antigaBssemblas
com o poder executivo Veramos remascer todas
essas desordens, qae, por mais de qiprenla an-
uos, abalaram e destrairam conititaigdes e
governos.
Ser isto o qae quer a Franga? Julgamos que
ella quer o deaesngo e a prospertdade com ama
prudente liberdade.
Mas nio smente a Franga de hoje, a
Franga de todos oa tempos, a nossa historia,
dissemos nos, qae se oppoe a esas especie de
decadencia do poder executivo a a essa impor-
tancia o prepotencia dos direitos de urna assem-
bla ou da imprenss.
O poder execalivo ns Franga neeessits ser
sempre forte e estabelecido sobre beses profun-
das e inabalareis.
Easa torga do poder executivo foi a primeira
coadigio de nossa .existencia como nago. e aera
sempre, podemos sffirmar, a condiegio de nossa
cooservagio na ordem de grande potencia ; elle
foi sempre e deve ser o poder que dirige, nio
obstante serna Inglaterra o poder dirigido, es-
tando sempre a realeza na dependencia das tres
claases, clero, nobrexa a communas reunidas em
parlamento. I
Para continuar aa tradigoas histricas, cuja
existencia mui rasoavel, esse poder deve con-
servar-so sempre intseto a respeitado, nao deve
sofirer o menor stlsque, a menor alterago;
bom que ae lhe i m pon ha o direito de ser censu-
rado, mas nio convem crear-lhe poderes ri-
vaes..........
Essss verdades- hiatoricas enconlram-se em
cada pagina de nossos annaes; acbamo- isa nesses
immensos trabalhos que fizersm da Franga urna
potencia unitaria por excedencia, e nos quaes o
ooder execalivo oa real, foi constantemente e ao
mesmo lempo causa e efleito.
Gomo causs, o poder real lata va contra oa
fidalgos, aa provociaa, as municipslidadea, oa
bispos padrea; como efleito, concentrara
em ai todas essas autoridades, que se submet-
tiam, e a bem da ordem gerat e da boa adminis-
tragao fazia de uaa ruinas um pedestal para o
throoo.
O carcter e genio proprioa da nacionalidade
francesa, a a tendencia permanente de sus histo-
ria, foram por tsnto a elevsgao progreasiva do
poder ceotral e ds distruigo auccessiva dos po-
deres parciaes e locaes; e a ultima luta da mo-
narchia contra a feudalidade, na qual alias
ambas succambirsm pela iotervengo inesperada
do espirito das ambigoes revolucionarias, ter-
minou-se entretanto nio a pela victoria mas
anda pela exageragio do poder central.
Assim, a revolugio frsocezs, que abalea o
throoo, que deatruiu a nobreza, que eepolllou o
clero, quebrou com efleito todoa os instrumentos
do amigo regimem ; mas cooeluiu, sem o des-
confiar, a obra providencial comegada pela
realeza ha tantos aeculos, o abatimenlo da
feudalidade e a centralisagio do poder, porque
ella introdusio a unidade em toda parte: no
territortu, pela divisio em departamentos admi-
nistrados por fuoccionaros hierarchicos, que tem
um centro commum ; na justlgs, peladivisao em
juriadieges, qae applican uaa lei commum em
nome de um poder central; no clero, ligando-o
ao estado pelo estipendio qae delle recebe se-
gando o diversos grus de hiersrehia ; no exer-
cito, elevando-o a influencia da nobreza bem
como s provinciaes, e pondo-o a disposigio do
governo. "*
A revolaclo qae destrata a antiga Franga, res-
peitou,cootinnou, accelerou e completou o movi-
mento qae-elevara, esteodis, fortificara de seculo
em seculo a autoridade do poder central e direc-
tor; entretanto qae podemos dizer qae a assem-
bla de salvacao publica, Danton e Robespierre,
esses inimigos encarnecidos da monarchia, pro-
seguirn! e execataram, na parle qae diz respeito
estsbilidade do podar executivo e administrati-
vo, a obra de Luiz o Gordo, de LntzXI, de Riche-
lieu e Luiz XIV.
Eis o que nos mostra o estado serio do pas-
eado ; eis o que se dssa com grande energa e
pela primeira vez em um escrlpto publicado ha
algans annos sem o nome do autor.
Entre eaaas liabas anonymas ha algasias qae
nio preciaam de muila meditagio; tses as que
ae aegaem:
< Em face desea constante (tndentia do poder
central a elevar-a* a creacer, a qual o carcter
proprio o diltioctlvo da marcha politica da Fran-
ca, aomos toreados a eonfeeear qae aeria deseo-
nhecer completamente as tendencia* histricas
do paiz, tradiges. aeus costamos, o genio
de seu gaverno, dar-lhe, em 1815, aa inititui-
(5es de Inglaterra.
a A hiatoria prova qae a marcha poltica da
Inglaterra foi sempre ioleiramente difirante da
da Franca ; e o qoe foi, entre nos, onrs da ini-
ciativa a dos eaforgoa da realeza, foi na Ingla-
terra, obra da Iniciativa e dos esforgos da aris-
tocracia.
< Na Inglaterra, o poder real nio dirige, di-
rigido.
A grande carta constitucional de 1215, o bil
dos direitos de 1689, collocaram a realeza ingle-
za na dependencia das tres clasiea, clero, nobre-
za e communas, reuoidas em parlamento; e an-
da que esses doas actos constitucionses concedam
ao soberano direitos consideraveis, como a sobe-
rana da egreja nacional, o commando do* exor-
dios de trra a mar. a collaco da* dignidades
ecclesiastieas, fuocges judciarias, diploma'.icas
oa administrativas, neohum desses direitos po-
dendo ser exercido sem a rabrica da um ministro
responssvel que represente a maioria das duss
camsras, o poder real se schs evidentemente sub-
mettldo, nao 6 ao exame, maa ainda ao concur-
o da* tre* clasaes, reuoidas em assemblas so-
beranas.
' *" *J me*m forma qae nm poder central,
levado e Itvre. conforme ao de*envolvimento
histrico da Franga, sua existencia, ao seu ge-
nio como nago, assim tambem um poler real
moderado, domloado, dirigido peloa grande* cor-
po do estado, proprio hiatoria. tradigao e
ao carcter poltico da Gria-Bretanha.
c A nacionalidade foi formada mui difireme-
mente da da Franga.
a A Inglaterra nio teve Luis o Groaio, Luiz
XI, nem Luiz Ua, psrs fazer urna guerra formi-
davel aos bsras e desmantelar e arrasar euae
fortalezas; nio leve Felippe Augusto. Luiz IX,
nem felippe IV, para desenvolver, com detri-
mento da oobrezs. u liberdades commanaes;
nao tere Carlos VII, HeariqueH, nem Luiz XIV
para crear a unidade judiciaris, supprlmir os
costumes loeses, e submetier todas as jurisdices
a um cooselho de estsdo.
t A Inglaterra cooaervoa-ae feudal, e, pera
tillar a liogui de auas instituidas, a monarchia
oa braa-Bratanba menos urna soberanis, do que
urna auzeraui. '
Depois da grande -carta constitucional de
lato, a monarchia logleza nunca procuroa sacu-
dir ayatemdlicamente a tatella dos trea grandes
corpos de estsdo.
. Coosiderou-se umpre sos alliada, em vez
de aoberaoa.
c A obra que a realeza executou na Frangs, foi
na Inglaterra executada pela nobreza a pelo ter-
ceiro estado : squi a iniciativa parta do throoo
au, do paiz.
c Assim, na Franga, Hooriqua IV comegou o
canal de Briare. e Luiz XIII o acaboa ; Luiz XIV
contrlbutu poderosamente para o canal de Lan-
?uedvc.l ,Lqi Xlli fuo,lou a marinha militar;
Luiz Xlv fuodou e subvencionou as manufactu-
ras ; em ama palarra, ns Franga, todoa os gran-
des trsbslhose progresso* foram devidosa rea-
leza ; na Inglaterra, enes progressoa e trabalhos
procederam sempre da nobreza e das corpora-
goas.... a
E' forgoso concluir, com o autor dessas conai-
deragea, que eraum erro grave, um contraaeoso
histrico imprudente e perigoso o aystema de li-
berdsdes estabelecido, i imilagio do governo in-
gles, pela* cartaa coostitaciooae* de 1814 e 1830.
Era aero governo executivo tachado de tuipeito,
desvisdo de saa missao tradicional, desconhecido
em sua natureza, em aeu eapirito de iniciativa e
progresso, as maia essenciaes coodigdes de saa
existencia e forgs, entregue aem defezs a liberda-
des usurpadoras que deviam ser e foram com ef-
feito mais poderosas que elle.
Essas liberdsdes, em vex de serem, aegando o
sentido das inslitaigoes parlamentares, as cola-
boradoras sinceras, leus e desioteressadas do po-
der central, foram sempre ioimigas maia ou me-
nos declaradas da realeza ou do rei, com a ten-
dencia constante de sustentar menos o throno,
do que submette-lo o eslendor o dominio parla-
mentar por meio de successivss usurpaces sobre
o dominio real.
Carlos X exaspersdo com essa iovssio resistiu
berlameote e foi derruoado.
Luiz Felippe, defendido por urna maioria difB-
cultosamente composta e dirigida, via as liberda-
des e ambigoes parlamentares mudarem o terre-
no do combate para lugar inconveniente; foi
abandonado, a ai meamo abandvnoa e morrea no
mesmo exilio.
Nio prova isto qasnto chimertca a pretengio
de dar a qualquer paix um governo em deshar-
monla com a sua natureza, com aa auas tenden-
cias e tradiges?
Quando o governo nio sabe di constitdigao do
proprio paiz, de aeus castumea, carcter,erengas,
e at mesmo de seus prejuizos, tudo quanlo es-
tabelecem as cartas constitucionses fra dessa ba-
se llusorio e ruinoso.
Qualquer que seja o governo de nm povo, mo-
narchico. cooatitucional oa republicano, urna de
auas obrigagoea primariaa e fundamentaos, ter
o espirito de ordem.
Em um paiz monarchico ou aristocrtico, o es-
pirito de ordem resulli da existencia desse* gran-
des corpos tradiciooaes, que recebem a perpe-
luam o pensamento das psasada* admioiitrsgdes.
No* paizes democrticos, a qualquer qae seja o
nome que se de ao ebefo do governo, o espirito
de ordem s poderia partir desse chefe, porque
em torno delle nio ha grandu corpos, grandes
ioleresses tradiciooaea e permanentes; tudo
movel, variavel e traoaitorio.
Mas psra que o chefe desse governo democr-
tico pona dar i direegio doa negocios publico*
unidade e uoiio, preciio nio s que tenba nm
aystema, maa que poaaua os meio* necessaros
para faze-lo prevslecer.
A represenlsgio nacional, munida de seus di-
reitos, tendo o badgel na* mi*, oal sempre em
estado de moderar, conler ease ay*tem*, e por
um dique suas invasoea. ae viesse a ser contra-
rio aos interesses reses e msnlfestoa do paix ;
mas se se comojehende que esas opposicso aos
projectos errneos ou excessivos deve partir do
corpo legislativo, a razio te recusia cooceber o
estabelacimento de liberdade* que augmentarais
excessivsmenie os direitos ou a importaocia des-
sa assembla oa da impreosa, a tal ponto que,
no caso de ae agitsrem a apaixonarem como as
assemblas e a imprensa de oatr'ora, oodarism
achar-se um dia em estado de antagonismo e la-
ta com o poder execalivo e iafuudir-lhe res-
peito.
O bom seoso nio quer que o nico poder ini-
ciador que existe na Franga, o poder executivo,
possa ser domiosdo e psrslysado por certas li-
berdades de tribuna oa jornaee.
A liberdade concedida pelo decreto de 24 de
oovembro a verdadeira liberdade fraoceza por
que nio impede a existencia, tio necessaria na
Franga, de um poder ceotral elevado, Itvre e
forte, que Imprima urna direegio commum e ge-
ral no* negocios pblicos e sustente o espirito de
ordem em sua gestao.
Serla prudente ter menos conflanga em pre-
tendidas liberdsdes, cujo exerccio poderia trazer
o esquecimento e a desaffeigio do poder central
e motor, a fraqueza gradual e a queda Qoal da
autoridade e do goveroo.
Parece-no* que esquecemos qae ha condigoet
fundamentaes de existencia para todos o* gover-
nos qnaesqaer qoe elles sejam, e que nunca nos
podemos dispensar de preencb'e-lss. Urna d'es-
sas coodigoes fuodsmentsea, na Franga, que a*
assembla* e as liberdades examiooa, discutam,
censurem, moderem, mas nio dirijam. A histo-
ria d'esses ltimos sessenta annos prova que am
um paix como a Frangs, onde sbuodam os parti-
dos contrarios, aa ambigoes infatuareis, as as-
semblas, com liberdades oxageradaa de impren-
ss e tribuna, entregue* latas inteslinaes, dss
liga* e sociedades, slo incapaz** de io dlriglrem
por ai meamos, e com msis rsslo de dirigir o po-
der central, que infalli vel mente conduziram ao
abysmo.
Duas revoluedes produzidaa por assemblas. e
sob a aegio de liberdades, cuja msior parte dos
promotores igooravam a latidode do mal qae fa-
zism. sio de natareza a fazer reflectir oa homeos
de boa f.
Ninguem pansa nisso quando est longe dos
acontecimentos, quando tudo est tranquillo e
nada noa inquiete.
Nio nos damos ao trabalho de procurar uber
d'onde vem essa tranquillidado que. noa deu
ras aogaraoca; goxamn-Ul Uto basta} nio
r*m o descanco, a fortuna, todo emflm quando
ple oblar cosa eaua dau eousss tio orecio-
auspeitamos que possam aer perturbada*, sorrl- r
mo* meamo com insredulidade e desden nica j,. ,
supposlcio de qua possivel que asjam awrtatrltra lLu/.!*.6,M* ***" md-
pertarbagdes e voltem os mius diaa M Toitsr- ..I ",l!Mi,i,M.;*! no Bel a" '?
mos s mesmas causas que Ja prouziram eases' f. -til wndldaa a adormecidas sobra M-
ffeitos. I" hIJ ""^""'Mobremd* repente qae alo
Os homens da g.rsgao presente, educados n'um haBSM L ,i!" Llberd,,le- *. e
centro, cuja gloria e grandeza nio desej.riamos *'Lnnr..^' i* J&f* Um. overoo do sUesjClO
negar, ainda inteiramenta impagnados das ideas,
hbitos e costumes dos regimens precedentes,
soffrem naturalmente a sus influencia, e tem al-
guma difftculdade em julgsr imparcialmente o re-
gimen presente.
Elles o vee,m sempre atravz do prisma de um
passado j longe. mas que os engaa ainds, e
p.erturbs-lhes ojuizo Veem um reinado que
no Um de oito annos parece j multo antigo. isto
e, tem j dedo tudo qusnto s poda dar ordina-
riamente o tempo: a pacificago dos espiritos, o
melhorsmeoto 'da aorte do msior numero, ae-
guranga de todos, forgs, o reuouso emfim na
gloria e liberdade regulada pelas leis. Veem om
composlo de prosperidade material, de grandeza
nacional, de lberJade proporcionada, e nio pro-
curam aaber porque, aob o aystema das liberda-
des, cujo completo restabetecimento sonham,
nunca u produziu o mesmo espectculo; pare-
cem oio compreheoder que o proprio excesao
dessas liberdadea Impedir sempre reslisa-io.
Esse resultado manifestou-s aob o imperio de
urna constituigio que nao nem a carta consti-
tucional de 1814 nem a de 1830; pela aegio de
um goveroo representativo, que nio a de am
governo parlamentar; pela argio de liberdades
que nio poderiam prejudicar a liberdade de um
goveroo benfico e fecaodo.'
Infelizmente nem sempre as nagdes tem coos-
ciencia do que lhes d forgs, duragio e conser-
vago ; obram muitas vezes de eocontro sos seus
inslioctos, genio, ioteresses e coodigdes necessa-
ria* sua existencia e grandeza.
Aisim Franga, considerando a en al mesma
e tal qual a constitua toda a ua hlstoris, tem
mais necessidade de ordem, e autoridede que de
liberdade.
Seria por falta de liberdade qae as revolugdes
a sttacaram, precipitaran) na anarchia e condu-
ziram-na tio perto do abysmo? Nao seria sotes
porque a linha em demasis, porque a autoridade
deixra de existir? Quando se ergueu de suas
ruinas, quando sslvou-se dos naufragios, nao foi
isso derido a liberdade e sim a autoridade. Nao
foi a falta de liberdade, e aim de autoridade, que
prodazlu as calamidades de 1793 e 1848. O qae
aalvou a Franga nessaa duas pocas, nao foi a li-
berdade, foi a autoridade. Nos tempos de ampia
liberdade foi que povo na Franga, se viu sem
trabalho, sem commodidsde ; ao passo que quan-
do reinou a ordem e a autoridade viu abrirem-se
as officioss, os salarios ele va rem-se, sua sorte
melhorsr-ie, aeus interesses attendidos e prote-
gidos.
Convem pois, que em tolss as reformas e con-
cesin que se possam fazer, se para logo que ae
vejam atacados e compromettldos os principios
de ordem e autoridade.
Em nosso psiz, onde os costumes polticos nio
estao em progresso. nio comprehendemos sem-
pre esaas verdades ou ante* ella, ao eaquecidaa.
Fallamos muito da liberdade; fazamo-nos, ou
dizemo-nos seus partidistas, defensores e apost-
los ; mss a ordem, a autoridad*, sem as quaes a
liberdade imposaivel, nunca fallamos' nella
nem nisso pensamos, nem ousamos dizer que as
amamos, que as devemos amar e respeitar ; co-
mo se a liberdade possa passar sem ellas. Apsi-
xonamo-nos pela liberdade, fazemos d'ella nossa
bandeira, e isio d popularidado e serve aos am-
biciosos.
A autoridade, pelo contrario nao pro'iuz enthu-
aiaamo em ninguem, nio a bandeira de pe.asoa
algutna; s trsz aps se a Impopulardade' e o
isolamento. Podemos procara-la algumes vezes
maa aomente por causa da neceasidade qae delta
temos, e nio pelo respeito e dedicagio que lhe
consagremos. S hs oeste paiz um partido de
ordem e autoridade. quando astas desapparecem,
quando todos os poderem cahem, quando min-
io tarde, para empregar a patarra de todas as re-
volugdes.
Havia um partido de ordem e autoridade no
reinado de terror da assembla desalragao publi-
ca nesses diaa de larror'e cootamioages, em que
todas as paixes se deseoeadearao, em que os
ambiciosos e facciosos, esqaecendo sus santa
missao regeneradora, excitaran o odio e a vin-
gaoc.a no seio di* maesa* populares, e Uaaram
de nossa patria um theatro desangue e ruinas...
Havia um partido de ordem e autoridade duran
te os das de julho de 1830. quando se temeu
ver desabar o throno ; quando, aendo o povo o
aoco que se chiva em armie, nio havia mais
forga publica, legaltdade, aeguraaga, garantas, e
se reeeiou um instante, qua a revolugio nio po-
desse ser subordinada, e a vissem madar-se em
cousa qae nio ama simples mudanga de dym-
nastia.... Havia um partido de ordem e autori-
dade durante os dlss que se seguiram ao de 24
de fevereiro do 184S, quando o socialismo, tendo
sosa assemblas no Luxembargo, ahi pregava a
guerra civil, e se tema, cada noito, a pilhigem
dos cofres pblicos e propriedades oacionaea ;
quando essa luta, que ae eabia existir no seio do
governo provisorio entre os' exsltades e modera-
dos causava ama constante agitagao, e da con-
cl uso dessa luta dependaos os destinos da so-
ciedade franceza ; quando.immensas msmfesta-
goes populares percorriam Par* cantando Gi-
rondinos, e iam pedir a bandeira vermelha oa
eaaa da cmara ; quando a* ras, m prsgss pu-
blica*, s eram perturbadas peto ruido sinistre
da chamada que arrancava oa cidadaos ao aeu
trabalho, auat familia* para cooduzi-los s bar-
ricadas, e faze-los derramar um aaogue heroico ;
quando, na formidavel batalha de Jomho, entre
o aocialiamo e a civilissgio, esta asteve tio pres-
tes sogobrar; quando, finalmente, toda essa
revolugio e todos esses revolucionarios, que tan-
to prometteram, que tio pouco tinham, que fra-
cos e presumpgosos s sabiam dar a anarchia e a
miseria, oio tiveram outra concepgio, para sal-
var a patria am perigo, aeoio a creago das offi-
clnas nacionaes, exercito de 100.000 artiataa des-
garrados sempre promptos a agitarse e marchar
sobre Parir ao primetro aigoal. e qae foi. real-
mente, no dia de aua disaolugio, o exercito da
ioaurreigio dos disa de Jomho. Ha sempre um
partido de ordem a autoridade nessas horas so-
lemnes que se seguem queda do goveroo, quan-
do as nsgoes, desanimada* o perturbadas, procu-
rara de balde em tomo de si um poder qae as
proteja, urna loslituigio qae as sustente oa mar-
gem do abysmo qaedivisam ; quando, ameaga-
dos em seus mais csros e legtimos interesses,
nio sabem ma's onde vio, para onde as levam,
e emelham-se a esses navios aem msstros, sem
bossola e aem piloto, qae, sobre um mar furio-
so, *io os lalibrios das oodas e parecem aogo-
brar a cada instante ; quando finalmente, cada
um, oo meio dessa tormwota, senle-se frsco,
isolado, sem proteegao, sem segursoga e defeza
contra a forga brutal e as paixes snarchicas
qaereiosm em torno de si... Entio, sem duvida
formam-ae os partidos de ordem e autoridade ;
o apntimenlo do perigo e da conservagio faz
eomprehander a sus necessidade ; comprehen-
de-se que a ordem e a autoridade, que sempre
foram julgadas fortes e sempre foram despresa-
das ou combatidos, sio os nicos meios de sal-
vago ; reconhece-se o engao, confessam-se os
erros e as illuses ; fsz-se ama cooflssio publi-
ca em ame tribuos ou em qualquer outra psrte ;
adora-aa o que ae iocendiara, incendia-se o
qoe ae adorara; aa for preciso baterem-se
para salvar a si e patria, batem-se como be-
roes e msrtyres, sssim como o fizersm em junho
de 18(8 ; grita-se como nesu poca : Vira a
linhagem, viva o eaohio l> Corre-se ao que mais
insta; preciao oio morrer, e paro nio morrer
preciso am governo, que se deva ttfr todo o
prego, qualquer qae elle sejs. Eolio todos se
apreaaam, procorem um goveroo ou antes entre-
gara-se_ elle. E o general Bonaparle em 1800 ;
Napoleao l em 1804 ; Luiz XVIII em 1815 ; Luiz
Felippe em 1830 ; LnU Napoleio a 10 da oovem-
bre.de 1848 ; Napoleio III a 2 da dezembro de
1831. Ma* infelizmente quando passa a tempes-
tado, todos esquecem o raio e as ruinas que elle
causou ; quando desapparecem as barricadas, e
ss calgadas se acham direitas ; quando nio se
ouve msis nem a chamada, nem descarga ;
quando nioguem mais receia por sua vida e aeu*
interesses ; quando com a seguranga vem a
commodidade ; quando o futuro, como o presen-
te, nio causa maticaldado : quando ae tem tldo
tempo de trstsr da aeus negocies, de sua fortu-
na ; quando nio h* mal* do que viver no meio
de todo* o*requinte! do luxo o da civilisaco ...
dupertam, nm da, porcebeodo..,. que nio lio
bastante lirrea I
SJfl^ LA"*5""' qMde l0. e9*ln
ordem e autoridade, urna guerra de epigrammas
e escarneo*; riem do governo, de todo* o seas
actos, de toda a saa politica ; julgam nio precisar
mais da autoridade; atacam-oa, calumniam-na ;
nio indagam se a prosperidade de que gozam se
todos os beneficios que tem tirado delta, se tdo
isso nio devldo a esse systema de governo, a
essas mesmss inslituicoes qua atacam, qua ds-
coohecem, que nio querem msis ; o horisonte
nio tem msis nuvens, o, esqaecendo a tempesta-
de, esquecem o navio e o pillo que o aalvou.
Desejaram que o goveroo se fizesse sentir me-
nos, qae perlencesse mais aos escolhidos dos ]or- -
oses, sos pensadores das poltronas polticas, aos
oradores das assemblas e saldes, sos directores
departidos, sos chefes de pequeas cleresiaa ;
dizem que o poder moito forte, qae preciso
modera-lo, que deve azer concesses, dar liber-
dades. Dizsm isto toda* a* vezes que parece im-
possivel que volte a tempestada ; todas aa vexu
que as illuses da prosperidade e ds paz, julgam
nao precisar mais da ordem nem da autoridade.
Diziam isso no tempo do primeira imperio, na
poca de sea msior esplendor, qusndo pareca
que a era das revoluces tinba passado psrs sem-
pre, e que os mus das nio podiam mais voltar;
diziam isso no tempo ds restauragio quando cre-
ram por'um momento, qua a traoquillidado pu-
blica, a seguranga dos interesses, s prosperidade
da Franga estavam para sempre firmadas a anar-
chia para sempre vencida; diziam isso no tempo
da monarchia de 1830, quaodo se poderam per-
susdir, por algum tempo, que o rgimen de en-
tio e a calma que reioava aaperficialmeot* oio
corriam mais perigos e triumphariam de todos oa
ataques. Dizem isso oo tempo do segaodo Impe-
rio ; dirio mesmo depois do decreto de 24 de no-
vembro, por qae nio teem a revolugio, porque,
entrados oo porto, suppem que eotraram ahi
para sempre.
Essa seguranga sem davida de bom augario ;
prova, am resultado, a confiaoga que inspirara-
as ioslituiges imperises. Entretaoto, nio ha
instituiges, por mais solidas que sejam, que nio
possam ser destruidas pela torrente deaencadeada
daa liberdades e paixes. 0 governo muito
forte para sofirer a liberdade, mas oio o ser pa-
ra susieotar todos os das em-sssslto. Achamoa
diffkuldade em compreheoder como poderia um
governo executivo, qualquer que elle seje, resis-
tir por muito tempo ao eaforgo combinado de tses
liberdades de impreosa e tribaoa, coovergindo
todu para um mesmo fien, a queda da autorida-
de. O poder executivo de hoje nio poderia re-
sistir mais do que os de oatr'ora.
Nio nos parece neceasario narrar aqui a hiato-
ria dessaa quedas successivss e dsa causas qua
Ibes deram origem. Foi a resistencia dos go-
vernos decahidos dizem algumas vezes, que de-
terminou as exploses em que succambiram. 17
um erro ; o terreno eslava minado pelos seas
adversarios protegido* por liberdades que nenhum
poder oa Franga poderla aupportar, e oio haro-
na certamente exploses se nio se tlresse con-
sentido prepara-las.
A experiencia dessas liberdsdes nio foi feliz ;
era difficil de se-Io em um paiz ondeo poder sao
tem oulras coodigea de vida e.torga, qae aa que
j explicamos, onde, finalmente, o carcter na-
cional comporta pouco a existeocis dessas liber-
dades.
Seria ums grave imprudencia. confiar tses ar-
mas a am povo como o Traacez, que todo alma,
todo seotimento, e aegio; que sent quando os
outros peosam ; que obram quando os outros de-
liberan) ; oo qusl a aegio precede ao pensamen-
to, e o seotimento i aegio ; que lerrivel nos
desvos, extremo as virtudes ; que nao feito
psra as desordens incompletas, para as vlrtudea
oio verdsdeiras, psra os successos e reveses in-
completos, nem psra os governos imperfeitos ;
que tem menos vicios que paxe* ; que frivo-
lo e capaz de constancia ; altivos susceptivo I do
docilidade ; impetuoso e capaz de reflexio ; ac-
tivo al ao prodigio, bravo al a temeridad*; ci-
jas boas qualidadea tem a origem nella mustio,
e a msior parte de aeus defeitos provm dos qae
o goveroam ; a cujo corag&o convem maia fallar
de que razio ; a quem se deve antes xpressar
aeotimeotos que opirries; que nece*eUa qae
aquelles que os goveroam guardem-ae de qual-
quer mudanga, aQm de oio augmentar a mobili-
dade de seus desejo pelas variedades de urna
administragSo irresoluta ; que exige a conserva-
gao de ludo quanto o cerca para qoe possa con-
servar-** inalleravel, que nada sejs tirado de sea
respectivo lugar para que elle nio destraa lude...
Se j antes de 1848 eram perigosas as liberda-
de excessivas, porque abateram dous governos,
oSo- o seriam tambem boje que o suffragio univer-
sal tornou se um dos direito ra nago? A res-
tauragio e a monarchia de 1830, que, batidaa por
esaas liberdades, acabaram por succnmbirsob
seus golpes, teriam suecumbido muito mais cedo
(deve-se presumir isso) se existisse o suffragio
universal, se dez milbes de elellores, em vez da
dusentoa mil tivessem tomsdo parte na vida pu-
blica e suas agitages.
O suffragio universal inscripto em nossa cons-
tituigio fa-la a mais democrtica e popular de
todo o mundo. Mas o suffragio universal confe-
rindo a cada cidadio ama parte da soberana,
pz em auas maos um inimlgo temivel. Para que
elle ae sirva desse instrumento, segando sua
cooscieoeia a para o bem do paiz, preciao qae
seja o menos exposto possivel s seduccoes, aos
eoihusiaimos doa partidos ; nio preciso quo
possa ser perturbado, engaado por meio de ex-
ciiaees muilo violentas ; nem que diseusses
muito reunidas na imprenss e as assemblas
possam exalta-lo exceasivameote no sentimento
de seus direitos, ns idea de sus soberana. Eotre-
tanto o que acontecera infallivelmente, u em
vez de dar liberdades de dtscussio aobre os ne-
gocios do paiz e a poltica do governo, como fez
o decreto de 24 de oovembro, se abrisse de noro
a porta iiceoga e se permittisse minar e abalar
al as bases sobre qae asseots o gorerno im-
perial.
Tal a ezplicagio do espsnto que csusou por
um momelo a alguos homens de estado o appa-
recimeqto do decreto liberal de 34 de oovembro.
Ternera m que a cooatituigio foase ferida.
Esse decreto nao olteroa a oossa constituigao;
nio iotrodusiu nella o germen de dissolagio, qeo
evitaram-em 185J; oio renovar o eatado delata
e antagonismo creado palaacartas cooattuctoneo*)
de 1814 e 1830 eotre o poder e a nago. B' eue-
espirito de nossa coostiluigio que oio devemoa
esquecar, aotes pelo contrario qae devemoa con-
servar, e nio nos spsrtarmos delle.
Mr. de Booald, que j citamoa no principio
deste trabalho, dlsse ainda com toda a razo :
< Gosto de ver em um estsdo urna coostiluigio
que por ai s se sustente, e nio seja preciso de-
fende-1* e conserva-la aempre.
c Essaa coosiituiges tio delicadas semeUum-
se ao genio de um homem qae psssa bem sempre
que o aeu sommo nao interrompido, uu rgi-
men alterado, aua tranquillidade perturbada, aem*
pre quo nio aahe de cau nem muito cedo nem
muito tarde, e nio aoda nem muito neaa apru-
iidamente >.
Taes eram aa conititaigdes de 1844 e 1830.
Eram rodas muito complicad**, muiio delicada*,
cajas funeges, cojo governo desordena vem -so
fcilmente, ao primeira movimento, ao primeira-
tirito; era um systema de pooderagio mallo-
sabio, que encontrara todu o* da* obstculo*,
iocompatibilidades de toda a sort*.
3A mente do legislador fora o estibelecroiaal
de um aabio equilibrio, da urna feliz harmona
eotre os diversos poderes, i diversas liberdadea,
ma* nio conseguir seno a luta o anUgo-
niaano; o qae ae quizera oblar foi a pacifteagao
doa espirito*, a concordia, porm nio aa fez mala
do que orgaoissr a guerra. *
Esse mecaoismo tio elogiado, que davia *er um
instrumento de psx e civiusagao, foi. na realida-
de, a odre para aa lempeatadea ; (o umt nava
era de egtlaces a desordena ; essa maromba po-
ltica, que, no peosameoto de pu admirad***,
devia aemprn mover-te de maaeira a nunca in-
clinar mais psra um lado que para o outso, esteva
sempre, pelo contrario, pendida para am s lado.
Dahi oa mais tortea ataques contra os prindaioa
de justiga e egaaldada; dahi cas* qaa am
tudo, a oulras qae nada eram; dahi o odio e a
reroligio; dahi u quedas qaa aa viram.
(Conltnuar-ie-Ao.)
PiRN. TTP. DI M F. DI PARIA di FILBO1813.
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